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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4643 | 19 de Agosto de 2019

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Lideranças mundiais vão discutir desafios do agronegócio em Curitiba

“Da produção ao mercado – global e sustentável” é o tema do 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, promovido pelo jornal Gazeta do Povo, com apoio do Sistema Ocepar, nos dias 5 e 6 de setembro, em Curitiba. Para discutir o assunto foram convidadas lideranças de diversas entidades com atuação mundial. A conferência de abertura, por exemplo, será ministrada por Edwini Kessie, da Organização Mundial do Comércio (OMC). Durante o evento haverá ainda a participação de representantes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), CME Group, Ministério da Agricultura, Secretaria de Estado da Agricultura do Paraná, Solar Cluster, Senai, John Deere, entre outros.

Fórum do Presidentes - Representantes das cooperativas do Paraná vão acompanhar os debates pois o Sistema Ocepar vai promover paralelamente o Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses. Além disso, no segundo dia, será realizada uma solenidade com a presença do governador do Paraná, Ratinho Junior, e a diretoria da Ocepar, para apresentar os investimentos do setor cooperativista paranaense. Também serão anunciados os vencedores do 13º Prêmio Ocepar de Jornalismo. O evento encerra com a Feijoada Cooperativa, elaborada com produtos das cooperativas do Paraná.

Inscrições e informações - As inscrições devem ser efetuadas por meio do link https://bit.ly/2ZBlE18. Mais informações com Neuza ou Luana, pelos fones (41) 32001104 / 3200 1105 ou pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

forum presidentes folder 19 08 2019

SANIDADE: Paraná avança para suspender vacinação contra febre aftosa

 

A construção de um novo Posto de Fiscalização de Trânsito Agropecuário (PFTA) da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, deve ampliar o potencial de defesa da sanidade do Estado. Com investimento de R$ 1,3 milhão, financiado pelo Fundo de Desenvolvimento Agropecuário do Estado do Paraná (Fundepec), o posto localizado na Rodovia Regis Bittencourt, km 11, vai garantir o controle do trânsito de animais.

 

Exigência - O posto de fiscalização era uma das exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para que o Paraná prepare sua estrutura de fiscalização e conquiste o status de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação.

 

Visita - Na tarde de sexta-feira (16/08), uma comitiva com integrantes da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Adapar, Sistema Ocepar e Federação da Agricultura do Paraná (Faep) visitaram o local da obra, que iniciou neste mês e tem previsão de conclusão na primeira quinzena de dezembro de 2019.

 

Ponto de monitoramento - “O local é um importante ponto de monitoramento e vai servir para controlar o movimento de entrada de animais, plantas e subprodutos no estado do Paraná. Agradecemos as instituições pela ajuda nessa última providência para reconhecimento do Estado. A iniciativa fará muito bem à economia do Paraná”, diz o secretário estadual da Agricultura Norberto Ortigara.

 

Financiamento - O Fundepec também financiou a reforma de postos em Santa Mariana e Ribeirão Claro, na divisa com o estado de São Paulo, e a unidade de Campina Grande do Sul é a última barreira a ser construída, explica o diretor-presidente da Adapar Otamir Cesar Martins. A Adapar tem 33 postos de fiscalização.

 

Acompanhamento - As cooperativas levantaram recursos para reforma, construção e adequação de alguns postos no Estado. “Quem ganha com esse esforço coletivo são os produtores e a sociedade paranaense, já que poderemos fazer mais investimentos, gerando empregos”, diz o superintendente da Ocepar Robson Mafioletti.

 

Satisfação - O presidente da Faep, Ágide Meneguette, explica que a entidade tem trabalhado há muitos anos na questão da sanidade animal. “É uma satisfação vermos a última fase iniciando, e tenho certeza que dentro do prazo o Paraná terá a estrutura exigida pelo Ministério, que já classificou o Estado como uma das melhores estruturas em funcionamento no Brasil”, afirma.

 

Detalhes - O engenheiro fiscal da Fundepec e da Adapar, Paulo Roberto Costa Pinto, explica que a obra envolve estruturação do asfalto e edificação com condição de alojamento, instalações para abrigar os servidores que vão atuar na fiscalização. A área construída será de 51,73 metros quadrados. “Estamos seguros de que a empresa vai concluir dentro do prazo e do custo”, diz.

 

Adequação - No ano passado, o Ministério da Agricultura realizou auditorias que comprovaram a capacidade do sistema de sanidade do Paraná, e solicitou algumas mudanças para potencializar o serviço. Para atender às exigências, o governo estadual realizou ações como o simulado de atendimento de foco de febre aftosa em São José dos Pinhais, que encerra nesta sexta-feira, aprimoramento de sistemas de fiscalização do trânsito agropecuário e também investir no fortalecimento dos conselhos municipais de sanidade, entre outros. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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GETEC: Informe apresenta expectativa de mercado sobre indicadores econômicos

getec 19 08 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (19/08), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

COOPERATIVISMO I: OCB fará parte de comissão sobre internet das coisas

 

cooperativismo I 19 08 2019O governo federal lançou na quinta-feira (15/08) um grupo para discutir a adoção de tecnologias digitais da chamada Internet das Coisas no campo. Trata-se da Câmara Agro 4.0, encabeçada pelos ministérios da Agricultura (Mapa) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), mas contará com a participação de outros órgãos, de pesquisadores e de associações e empresas do setor no país. É o caso da Organização das Cooperativas Brasileiras que integra a equipe.

 

Anúncio - O anúncio foi realizado em cerimônia na sede do MCTIC, em Brasília. O termo Internet das Coisas (IdC, ou IoTna sigla em inglês) vem sendo adotado nos últimos anos para designar um ecossistema em que não apenas pessoas estão conectadas por meios de seus computadores e smartphones, mas também dispositivos estão interligados entre si, com usuários e com sistemas complexos de coleta, processamento de dados e aplicações de diversos tipos.

 

Agricultura - Na agricultura, um exemplo é o uso de sensores em tratores que medem a situação do solo e enviam dados para sistemas responsáveis por processar essas informações e fazer sugestões das melhores áreas ou momentos para o plantio. Outro é o emprego de sistemas para fazer previsão de variações de microclima nas áreas da terra, de forma a melhorar o preparo para as alterações de temperatura ou início e fim de chuvas.

 

Plano Nacional - A câmara é uma decorrência do Plano Nacional de Internet das Coisas, lançado em junho pelo Poder Executivo. A agricultura foi elencada como uma das quatro áreas prioritárias, juntamente com cidades inteligentes, indústria e saúde. A intenção da iniciativa é detalhar as políticas públicas que serão desenvolvidas para o campo.

 

Avaliação - Segundo o secretário de inovação, desenvolvimento rural e irrigação do Mapa, Fernando Camargo, os integrantes vão avaliar ações em diversas frentes. A mais importante será a ampliação da conectividade nas áreas rurais, dada a extensão territorial e o contingente de pessoas ainda fora da Internet nesses locais. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2017, do Comitê Gestor da Internet, enquanto o índice de lares com acesso à web é de 65% nas regiões urbanas, nas rurais ele cai para 34%.

 

Programas - A Câmara também deverá se debruçar sobre programas para fomento à aquisição e difusão de tecnologias inovadoras. Dentre essas, um dos intuitos é estimular a criação e o crescimento das empresas de base tecnológica, também conhecidas como startups. O objetivo com a disseminação dessas soluções técnicas é ampliar a produtividade no campo. “Precisamos incentivar novas empresas, startups, para aumentar cadeia produtiva dentro da área do agronegócio”, defendeu o titular do MCTIC, Marcos Pontes.

 

Startups - O senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS) lembrou na cerimônia que o Brasil conta somente com 307 startups com atuação voltada à agropecuária. “Tem muito a fazer.Temos que usar os estudantes das escolas de graduação para que eles possam desenvolver programas novos e possam estar ligados a empresas de pesquisa. As empresas do setor têm interesse e temos que aproveitar isso”, ressaltou.

 

Temas - Entre os temas da Câmara estão também os projetos voltados à formação e capacitação de trabalhadores no campo. A introdução de novas tecnologias vai demandar a qualificação das pessoas que irão lidar com essas soluções, tanto na operação quanto na extração das informações e análises que tais sensores deverão produzir.

 

Desafios - A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, pontuou como um dos desafios levar essas novas tecnologias também para os pequenos e médios produtores. Segundo ela, o agronegócio brasileiro já é avançado do ponto de vista tecnológico, mais ainda no que chamou de “grande agricultura”.

 

Pequena agricultura - “Não podemos esquecer que pequena agricultura também tem que ser apoiada para que não tenhamos um gap (lacuna, tradução livre) entre essas duas agriculturas. E ela precisa também de apoio na inovação, ciência, tecnologia”, declarou. (Agência Brasil / Informe OCB)

 

Foto:Pixabay

COOPERATIVISMO II: Divulgada lista de trabalhos selecionados para o V EBPC

 

Fim do suspense! O Sistema OCB acaba de divulgar a lista com os nomes dos autores dos 105 trabalhos selecionados e que serão apresentados durante a quinta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo (EBPC). O evento ocorrerá nos dias 9 a 11 de outubro, em Brasília.

 

Inscrições recorde - Para a edição deste ano, a comissão julgadora teve muito trabalho, já que o número de inscrições foi recorde: 275. “Todo esse volume de trabalhos passou por um processo de avaliação às cegas em pares, ou seja, cada um, sem a identificação dos autores, era avaliado por dois pareceristas, que puderam verificar a qualidade científica das pesquisas”, explicou a gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas do Sescoop, Geâne Ferreira. Segundo ela, ao todo, foram selecionados 105 trabalhos: 90 para a apresentação oral e 15 para pôster.

 

Custeio - Os apresentadores dos 66 trabalhos com as melhores notas terão as passagens aéreas (válido apenas para voos nacionais) e hospedagem custeados pela organização do evento. A comissão organizadora entrará em contato por e-mail, individualmente, com os autores dos trabalhos para emissão dos vouchers.

 

Eixos - As submissões foram divididas em cinco eixos temáticos:

cooperativismo II tabela 19 08 2019

 

Atenção - Agora, os apresentadores dos trabalhos selecionados devem se inscrever, gratuitamente, no evento para efetivar sua participação. (Clique aqui)

 

Como participar - As inscrições no evento também são gratuitas para os interessados em conhecer mais sobre o universo acadêmico das pesquisas em cooperativismo. As vagas são limitadas. Poderão participar: pesquisadores, profissionais, colaboradores de unidades estaduais do Sistema OCB e demais interessados. As inscrições começaram nesta sexta-feira e vão até o dia 30/9.

 

Outros esclarecimentos - Para dirimir eventuais dúvidas encaminhe um email para ebpc@sescoop.coop.br. (Informe OCB)

 

UNITÁ: Cooperativa Central abre 500 novas vagas para a Unidade Industrial de Aves

 

Com a participação de 3 mil colaboradores no seu quadro, a Unitá Cooperativa Central vai abrir mais 500 novas oportunidades de trabalho, na sua Unidade Industrial de Aves, em Ubiratã (PR).

 

Salário - Os salários variam de R$ 2.179,70 a R$ 1.664,24, conforme a área de trabalho na indústria, além de diversos benefícios que são oferecidos para os colaboradores, como seguro de vida, restaurante industrial, vale-transporte, adicional por tempo de serviço, participação nos lucros e resultados entre outros.

 

Desenvolvimento - Segundo o presidente da Unitá, Valter Pitol, além da geração de empregos, a cooperativa tem um papel fundamental no desenvolvimento econômico e social de toda a região. “São oportunidades para a diversificação das propriedades dos cooperados da Copacol e da Coagru, a geração de empregos e o desenvolvimento de todo o comércio, enfim toda a sociedade se beneficia com os investimentos que estamos realizando na ampliação da Unidade Industrial de Aves da Unitá”, ressalta Pitol.

 

Entrevistas - Os interessados em participam da seleção devem fazer a inscrição na Agência do Trabalhador da sua cidade, antes dos dias das entrevistas, que estão agendadas para os seguintes dias:

- Na Agência do Trabalhador de Ubiratã, a entrevista será no dia 2 de setembro:

- Em Campina da Lagoa, no dia 4 de setembro, na Agência do Trabalhador;

- Laranjal, no dia 6 de setembro, Agência do Trabalhador;

- Nova Cantu, no dia 9 de setembro, Agência do Trabalhador;

- Roncador, no dia 11 de setembro, Agência do Trabalhador;

 -Altamira do Paraná, no dia 13 de setembro, Agência do Trabalhador.

(Portal Novo Oeste)

 

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COPACOL: RG Copacol é o novo Propósito Estratégico da cooperativa

Para manter o crescimento e o desenvolvimento dos seus associados, colaboradores e toda a região, a cooperativa lançou o seu novo Propósito Estratégico o RG Copacol, com as metas de alcançar a rentabilidade de 5% nos seus negócios e a geração de valor com projetos para os cooperados, colaboradores, comunidade e os clientes.

Ciclo - O ciclo que começou este ano será encerrado em 2023, com diversas ações que visam agregar valor aos produtos, o aumento da produtividade das atividades dos cooperados, o desenvolvimento individual dos colaboradores, incentivo a educação, esportes e a cultura com a participação de 35 mil crianças na região e o fortalecimento da marca Copacol e a satisfação dos clientes.

Caminhos - Para o presidente da Copacol, Valter Pitol, ter definidos de forma clara e objetiva os caminhos que a cooperativa vai seguir nos próximos anos, permite gerar oportunidades de crescimento para os cooperados, colaborares e os parceiros.

Participação - “Há 15 anos quando começamos a trabalhar com o nosso primeiro Propósito Estratégico o DNA Copacol 1/40/5, sabíamos que para alcançar as metas, a participação dos cooperados e colaboradores era fundamental, porque quando todos sabem para onde vamos e participam juntos, os resultados são positivos. Temos a certeza que este novo Propósito será finalizado com sucesso em 2023, devido ao comprometimento de todas as pessoas que fazem parte da nossa cooperativa”, afirma o presidente Valter Pitol. (Imprensa Copacol)

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CAPAL: Realizadas reuniões de fechamento do semestre

 

capal 19 08 2019A Capal concluiu a rodada de reuniões semestrais, realizadas na matriz e em todas as filiais. Estas reuniões têm por finalidade apresentar aos sócios o desempenho, os números e resultados da cooperativa no primeiro semestre do ano. Além disso, o cooperado pode acompanhar neste momento o andamento das atividades, obras e investimentos da cooperativa.

 

Cenários - Os números foram apresentados em dois cenários, o geral, de toda a Cooperativa, e o individual, focado em cada filial. Para o presidente executivo da Capal, Adilson Roberto Fuga, a grande importância desta reunião é pelo contato com os cooperados de todas as regiões. “Temos a oportunidade de estar mais perto do cooperado, apresentando os resultados do semestre e ouvindo as necessidades e percepções de cada filial. Com estas reuniões também estamos cumprindo um dos princípios do cooperativismo, que é a transparência com o quadro social. Prezamos muito por isso na Capal”, afirma Adilson.

 

Segundo semestre - Sobre o segundo semestre de 2019, a expectativa é positiva. “O segundo semestre do ano costuma sempre ser melhor do que o primeiro. Fechamos este período com faturamento e resultado abaixo do previsto, enfrentando algumas dificuldades, porém, enxergo muitas oportunidades e acredito em uma recuperação dos números e atingimento das metas propostas”, conclui.

 

Associados e faturamento - A Capal conta hoje com mais de 3 mil associados e prevê para esse ano um faturamento de R$ 1,5 bilhão. (Imprensa Capal)

CASTROLANDA I: Primeira Semana da Inovação Agroleite encerra com premiação de startups

 

A Semana da Inovação no Agroleite chegou ao fim. Foram quatro dias de imersão no mundo das startups, palestras, workshops, além do Hackathon e da Batalha de Inovação. Como uma novidade dentro da feira, a primeira edição focou em como as startups podem otimizar e atualizar os processos dentro do agronegócio. A ideia envolveu cooperados, colaboradores da Castrolanda, empreendedores e investidores.

 

Experiência - Thales Akimoto, ganhador do primeiro lugar da Batalha de Inovação com a startup Pack ID, comentou sobre a experiência. “Temos que agradecer a Castrolanda por abraçar a iniciativa. Inovação todo mundo fala que faz, mas pensar e olhar isso a frente são poucos. Foi uma a chance de buscar novas conexões e tentar negócios para nos aproximar ainda mais do mercado”.

 

Primeiro - “Foi o primeiro Hackaton que participamos. Antes de entrar a gente achava que conhecia o mercado, mas percebemos que estávamos errados, o que nos abriu a mente para o nosso próprio negócio e nos fez crescer muito em quatro dias. A partir de agora esperamos colocar em prática o conhecimento adquirido aqui na nossa empresa”, afirmou Caio Filus, ganhador do primeiro lugar do Hackaton com a Startup Hello Soluções em IoT e Engenharia.

 

Continuidade - O CEO da Castrolanda, Thomas Domhoff, colocou a Semana da Inovação como algo a ser mantido e desenvolvido para os próximos anos do Agroleite. “A Castrolanda é uma empresa tradicional no agronegócio, a presença das startups nos ajuda a abrir nossa mente. É um grande passo e nos ajuda a avançar muito”, fala. Domhoff ainda convidou todos os presentes a voltarem em 2020, para um stand ainda maior e com mais inovação. 

 

Expectativas superadas - “O evento superou todas as expectativas. Negócios já foram gerados aqui dentro, o que já é incrível. Para a próxima edição esperamos trazer novamente aqueles que efetivaram negócios a partir da Semana da Inovação”, afirma a Agente de Inovação, Olivia Moss. (Imprensa Castrolanda)

 

Premiações - Batalha de Inovação:  

Primeiro Lugar: Pack ID 

Segundo Lugar: Central de Materiais

Terceiro Lugar: bley energias 

 

Premiações - Hackaton Agroleite 

Primeiro Lugar: Hello Soluções em IoT e Engenharia 

Segundo Lugar: Rep

Terceiro Lugar: Steinkirch

 

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CASTROLANDA II: Trilha do Leite bate número de visitantes da edição anterior

 

A Trilha do Leite recebeu três mil visitantes desde o início do Agroleite, na última terça-feira (13/08), cerca de 600 pessoas a mais que na edição de 2018. Inúmeros grupos passaram pela enorme caixa de leite instalada próximo a Arena Agroleite. Das 9h às 16h, de terça a sexta, a cada meia hora, grupo de profissionais dividia seu conhecimento com produtores, estudantes e crianças, sobre o passo a passo da produção de leite, desde o nascimento da bezerra até a industrialização do produto.

 

Apresentações - O stand, todo ambientado com imagens de vacas que contam curiosidades sobre a rotina nas fazendas e benefícios do leite, chamou a atenção dos pequenos, mas muitos adultos passaram por lá para assistir a apresentação e aprender. Gerson Lopes da Silva, produtor de ovinos há dois anos, demonstrou muito interesse e tirou todas as suas dúvidas durante as explanações. “Não conhecia o processo de produção do leite. As apresentações da trilha foram muito boas, muito técnicas e ao mesmo tempo elucidativas. É um aprendizado a mais que estamos colhendo”, comentou.

 

Estrutura maior - Eduardo Ribas, Gerente de Negócios Leite, conta que esse ano a estrutura ficou maior, com 30 metros de comprimento e 4 metros de altura. A ideia para o ano que vem é ampliá-lo, trazer mais visitantes e quem sabe ter uma Trilha do Leite itinerante. “O projeto nasceu na gerência de Negócios Leite, mas o Agroleite pode expandir essa grande ideia e levar a vitrine da tecnologia da cadeia do leite para outros lugares”, menciona. 

 

Julgamentos - Na sexta-feira (16/09), a Arena Agroleite recebeu na pista de julgamento os animais adultos da Raça Jersey pela manhã, e os animais jovens da Raça Holandesa P&B a tarde. Julgamentos conduzidos, respectivamente, por Luiz Felipe Grecco de Mello e Brian Carscadden. Os interessados podem conferir os vídeos dos julgamentos no facebook do Agroleite. Eles estão sendo transmitidos ao vivo na rede social e podem ser acessados posteriormente.

 

Conhecimento - Os fóruns da Agricultura e da Suinocultura encerraram a rodada de conhecimento da Semana de Desenvolvimento da Universidade Corporativa da Castrolanda no Agroleite 2019. O Fórum da Agricultura contou com dois momentos. O primeiro foi conduzido pela Área de Negócios Agrícola da Castrolanda, com palestra de José Paulo Molin sobre Inovações Tecnológicas no campo. Na oportunidade o setor de Defensivos Agrícolas recebeu o prêmio “Mundo de Respeito” da multinacional Corteva. Além disso, foram lançadas as marcas Helpen Consultoria Agronômica e Helpen Agricultura de Precisão. 

 

Planejamento Estratégico - “Alinhado ao Planejamento Estratégico da Castrolanda, estamos reposicionando esse setor de serviços da cooperativa. A marca traz a engrenagem símbolo da Agronomia e uma segunda engrenagem que simboliza o movimento e evolução. Naturalmente, precisávamos dar um nome para essa marca e chegamos ao nome Helpen, uma palavra holandesa, que se traduz como ajuda, assistência, consultoria, suporte”, contou Roberto Simão, supervisor da Castrolanda. 

 

Mesa redonda - O segundo momento foi conduzido pela Deputada Federal, Aline Sleutjes, que promoveu uma mesa redonda da Frente Parlamentar da Agricultura. Aline e os deputados Roberto Pessoa, Alceu Moreira, Domingos Sávio e Zé Silva, ligados ao setor agro, debateram temas como avanços do agro no Brasil e a conectividade para o desenvolvimento do agronegócio. 

 

Fórum da Suinocultura - No Fórum da Suinocultura dois temas relevantes para o segmento entraram em pauta: a prática da prevenção de doenças e seu impacto sobre a sustentabilidade e as perspectivas do mercado de proteína animal no Brasil. A médica veterinária, Djane Dallanora, e o Mestre em Ciência Animal e Pastagens, José Carlos O’Farril Vannini, discorreram acerca dos assuntos.

 

Apoiadores e patrocinadores - O Agroleite 2019 tem o apoio institucional da Prefeitura de Castro, Fundação ABC e das Associações das Raças Holandesa e Jersey. É patrocinado na cota Diamante pela Nutron, Tetra Pak, Italac, MSD Saúde Animal e Sicredi. Na cota Ouro recebe a chancela da Rações Castrolanda, DuPont Pioneer, Bayer, Select Sires, Calpar, Irrigabrasil, New Zealand Trade & Enterprise, Phibro, Coonagro, DasCoop, Caixa e Mottanet. Já na cota prata, o evento é patrocinado por All Lands, Sementes Castrolanda, Boehringer Ingelheim, Nova Frota, Toyota Barigui, Adisseo, Ceva, Nuseed- Atlântica Sementes, Elanco, PGW Sementes, BRDE, Banco do Brasil, Cescage Genética, GEA- Só Leite, Diamond V, Grupo Sentax e Cefeq Ferramentas. 

 

Serviço - O Agroleite 2019 aconteceu entre os dias 13 a 17 de agosto na Cidade do Leite e Parque de Exposições Dario Macedo, localizado no KM 198 da PR 340 (Estrada de Castro), em Castro, no Paraná. (Imprensa Castrolanda)

 

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FRÍSIA: Grãos e carnes movem avanço da cooperativa

 

frisia destaque 19 08 2019A expansão da área de grãos em Tocantins, a perspectiva de uma produção farta de trigo, as oportunidades de exportação de carne suína e o investimento em uma nova torre de secagem de leite tendem a impulsionar a receita da Frísia Cooperativa Agroindustrial, com sede em Carambeí (PR), a um patamar recorde neste ano.

 

Receita - Graças à combinação desses fatores, o grupo projeta que sua receita ficará próxima de R$ 3 bilhões em 2019, ante os US$ 2,6 bilhões do ano passado, quando as sobras (lucros) distribuídas aos cooperados somaram R$ 40,7 milhões, com aumento de 61%.

 

Grãos e insumos - Segundo Emerson Moura, superintendente da Frísia, entre as frentes de atuação da cooperativa a de grãos e insumos – que representa 60% da receita - deverá trazer os melhores resultados. "Apesar das incertezas no mercado internacional, será um ano ótimo para grãos. Além disso, o setor de carnes vem reagindo de forma expressiva", afirmou ele.

 

Área - Nesse cenário, a cooperativa projeta que a área dos cooperados destinada ao plantio de soja e milho crescerá pelo menos 4% nesta safra 2019/20, para 167 mil de hectares. O avanço deve ocorrer especialmente em Tocantins, onde a Frísia passou a atuar em 2016. No Estado, os cooperados cultivam 23 mil hectares.

 

Projeção - Naquele ano, Moura afirmou ao Valor que pretendia chegar a 50 mil hectares cultivados no "Matopiba" – confluência entre Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia - em dez anos. "Há mais de 500 mil hectares na região que podem ser direcionados para grãos em dois a três anos", afirmou, referindo-se a áreas de pastagens degradadas que podem ser convertidas em lavouras.

 

Reflexos - Segundo ele, ainda que a China venha a reduzir as importações de soja com a queda de seu plantel de porcos em razão da peste suína africana, esse movimento ainda não teve reflexo nos negócios. E como a China ainda está em guerra com os EUA, as compras do grão do Brasil poderão ser menos prejudicadas. "E outros países estão ampliando as importações. É o caso da Índia, que tem aumentado a demanda por farelo e óleo", disse Moura.

 

Safra de trigo - A projeção de crescimento da Frísia também leva em conta a expectativa de uma safra maior de trigo. Neste ano, os cooperados ampliaram a área de produção do cereal em 10%, para 35 mil hectares. "Esperamos aumento de produção e qualidade superior", disse o superintendente.

 

Geadas - Segundo ele, as áreas da cooperativa nos Campos Gerais no Paraná não foram afetadas pelas geadas que prejudicaram outras regiões. "Como fazemos um plantio tardio, tivemos alguns casos de perda, mas a área dos cooperados não deve sofrer tanto".

 

Carne suína - No segmento de carne suína, a Frísia vem colhendo, indiretamente, os frutos do aumento das exportações para a China em razão da peste suína naquele país. "Não temos plantas habilitadas a exportar aos chineses, mas como outras empresas ampliaram os embarques para o país asiático, estamos com mais espaço em outros mercados", afirmou.

 

Exportação - A cooperativa exporta carne suína para mais de 50 países - por meio da Alegra, mantida em sociedade com as cooperativas Castrolanda e Capal. No ano passado, os cooperados da Frísia forneceram 227 mil cabeças, ou 29% do total abatido pela Alegra. As três cooperativas criaram a marca institucional Unium em 2017, por meio da qual atuam em conjunto também na produção de lácteos, com as marcas Naturalle, Colônia Holandesa e Colaso, e de farinha de trigo, com a marca Herança holandesa.

 

Avanço - O avanço no mercado de carne suína vem depois de dois anos de crise, que levou ao adiamento dos planos de aumento da capacidade de abate da unidade, também parte da intercooperação com a Castrolanda e Capal - e que representa 15% do faturamento da Frísia.

 

Meta - A meta era alcançar uma capacidade de abate de 5,5 mil animais por dia em 2020 - atualmente são 3,2 mil. "Poderemos levar dois anos a mais para alcançar esse objetivo", disse Moura.

 

Lácteos - O segmento de lácteos representa 35% da receita da cooperativa, que mantém três laticínios também no âmbito da Uniumem Itapetinga (SP), Ponta Grossa e Castro (PR). Especializada em atender empresas (B2B), a Frísia deverá inaugurar em novembro deste ano uma torre de secagem para a produção de leite em pó, que recebeu cerca de R$ 150 milhões em investimento.

 

Produção - Com o aporte, a expectativa é que a produção de leite em pó, cuja demanda está em alta, dobre. A capacidade será de 400 mil litros por dia. As três cooperativas sócias, juntas, captam 2 milhões de litros por dia. (Valor Econômico)

 

frisia quadro 19 08 2019

COCAMAR: Especialista da Embrapa faz palestras sobre preservação florestal

cocamar 19 08 2019O assunto desmatamento vem sendo tão explorado ultimamente no Brasil que, para um desavisado, até parece que o país se situa entre os que menos preservam florestas.

Na soma - No entanto, sob um novo Código Florestal que começou a valer em 2012 e é considerado o mais rigoroso do mundo, o Brasil possui nada menos que 66,3% de todo o seu território ocupado por florestas – somando as matas nativas nos diversos biomas, os parques nacionais, as áreas plantadas, as indígenas e as de preservação permanente.

Críticas - Nenhum outro país preserva tanto quanto o Brasil, mas, por desconhecimento ou má-fé, o país é alvo de críticas constantes por parte da comunidade internacional e mesmo de alguns setores no âmbito interno.

Spadotti - Para fazer duas palestras sobre o tema “Brasil: preservar o meio ambiente e produzir alimentos, esse é o nosso negócio”, a Cocamar convidou o especialista Gustavo Spadotti Amaral Castro, supervisor do grupo de Gestão Territorial Estratégica da Embrapa Territorial.

Acim- Nesta segunda-feira (19/08), às 19h, Spadotti estará explanando aos associados da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim) e, na terça-feira (20/08), às 8h, aos convidados em um café da manhã organizado pela Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil).

Números - Desde a aprovação do Código Florestal, começou a ser realizado um amplo e minucioso levantamento da realidade florestal no conjunto de todas as propriedades rurais do país, municípios e estados, a partir do Cadastro Ambiental Rural (CAR). No final de 2016, quando o cadastramento já somava mais de 95% do total das áreas brasileiras, a Embrapa Territorial divulgou relatório apontando que as florestas representavam nada menos 66,3% do território brasileiro, ou 631.758 hectares, enquanto os espaços destinados à agricultura não passavam de 7,8% e, os de pecuária, 13%.

Área agrícola - Os dados surpreenderam positivamente o governo federal e o próprio setor produtivo. Após a divulgação feita pela Embrapa Territorial, as informações foram checadas e confirmadas pela Nasa que apenas corrigiu a área com agricultura de 7,8% para 7,6%, sendo que desse percentual, 4% são cultivados com soja, o carro-chefe do agronegócio nacional.

Líder em preservação - Em junho, quando esteve em Londrina para proferir palestra durante o Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), Spadotti ressaltou que nenhum outro país preserva tanto quanto o Brasil. Segundo ele, o percentual médio de preservação nas propriedades rurais brasileiras é de 26% e no Paraná 23,1% as florestas estão em imóveis rurais. Nos Estados Unidos as florestas preservadas ocupam 18% do território nacional e na maior parte dos países europeus esse percentual não chega a 5%.

Riquezas - “Temos R$ 2,4 trilhões em patrimônio imobilizado destinado à preservação ambiental no Brasil”, afirmou o especialista, destacando que isso representa 111 milhões de hectares que, se destinados à produção de milho, por exemplo, gerariam R$ 190 bilhões em riquezas e cerca de 4,4 milhões de empregos diretos. “Não existe categoria profissional que dedique mais tempo e dinheiro para o meio ambiente do que o agricultor brasileiro”, completou. (Imprensa Cocamar)

 

COCARI: Coordenadoras do Núcleo Feminino são recebidas para um dia de integração

 

Na quinta-feira (15/08), a Cocari recebeu as coordenadoras do Núcleo Feminino para um dia de integração, com o objetivo de aproximá-las ainda mais umas das outras e da cooperativa. Motivadas e dispostas a fazer a diferença, elas deram início a uma nova trajetória, cheia de aprendizado e crescimento. 

 

Núcleo Feminino Os Núcleos Femininos surgem para fortalecer, cada dia mais, o elo entre cooperado, familiares e cooperativa. Os representantes dos Núcleos têm a oportunidade de participar de projetos de formação, que tratam de temas como responsabilidade ambiental, inovação e tecnologia, além da difusão do cooperativismo. Com o apoio e o incentivo do Sescoop/PR, são realizados cursos, treinamentos, encontros e uma série de ações que visam ao desenvolvimento de habilidades de gestão, liderança, bem como a disseminação da cultura e dos princípios cooperativistas. Incentivados a serem protagonistas, jovens e mulheres passam a colaborar e auxiliar nos processos e decisões da cooperativa. 

 

Processo de formação As Reuniões de Formação, são oportunidades, além da eleição, para que mulheres e jovens conheçam um pouco mais sobre o sistema cooperativista e sobre a Cocari. A palestrante Cláudia Carvalho, que é pedagoga, jornalista e também assessora de comunicação da Cocari, tem levado conhecimento sobre princípios e valores cooperativistas. Dessa forma, as reuniões e a Formação do Núcleo Feminino visa não só à integração socioeconômica da família do cooperado, aproximando, cada vez mais, os associados da cooperativa, mas também a informação, para que os participantes compreendam o importante papel das cooperativas, tanto para a economia quanto para as comunidades onde elas se instalam.

 

Eleições Prezando pela democracia, valor fundamental no cooperativismo,as representantes do Núcleo Feminino foram eleitas em suas bases, por mulheres que as conhecem e depositaram nelas seu voto de confiança. Para o presidente, Vilmar Sebold, as eleições aproximam a cooperativa do quadro social. “O processo por meio do qual elas mesmas indicam suas representantes é a pedra angular para o fortalecimento do cooperativismo e das famílias cooperativistas”, afirmou. 

 

Integração O dia de integração foi preparado para coroar o processo de formação que escolheu cada uma delas como representantes de suas unidades junto à cooperativa. Conhecendo melhor umas às outras e a Cocari, as coordenadoras participaram de um treinamento com Eliseu Hoffmann, do Ame Treinamento e Desenvolvimento Ltda., além de uma visitação à Fábrica de Rações, à Fiação e ao Abatedouro da Aurora, que trabalha em intercooperação com a Cocari. (Imprensa Cocari)

 

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SICREDI: Destaque em crescimento entre as instituições financeiras cooperativas do país

 

sicredi 19 08 2019As cooperativas de crédito continuam ampliando a participação no mercado e ganhando cada vez mais adeptos entre os brasileiros. No último ano, o número de associados aumentou 9% em todo o País, chegando a 9,9 milhões. O dado do Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, elaborado pelo Banco Central, também demonstra que o segmento verificou um aumento de 23% na carteira de crédito, em 2018, principalmente para o setor agrícola e micro e pequenas empresas. 

 

Desempenho - O crescimento é ainda mais expressivo levando em consideração o desempenho de cooperativas de crédito como o Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do País, que, em 2018, registrou alta de 15% no número de associados nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. 

 

Maior crescimento - De acordo com o Banco Central, no geral, o maior crescimento de associados foi de Pessoas Jurídicas, com 18%, enquanto o de Pessoas Físicas ficou em 8%. Na Central Sicredi PR/SP/RJ, o aumento da base de associados fez com que as cooperativas nos três estados incrementassem os seus resultados. Ao todo, a carteira de crédito, nesses estados, passou de R$ 10 bilhões para R$ 14 bilhões em comparação a 2017 - um salto de 40% no crédito comercial. Em todo o Sicredi, os números foram semelhantes: aumento de 27,7% na carteira de crédito, que atingiu R$ 56,1 bilhões de crédito total em dezembro de 2018.

 

Micro e pequenas - “O Sicredi tem crescido bastante dentro das micro e pequenas empresas. Temos uma oferta mais próxima e mais econômica para esse segmento. Por isso, a tendência é que o próprio município no qual a cooperativa atua se desenvolva, especialmente porque essas empresas têm potencial para crescer. Com isso, todo mundo ganha, promovendo a geração de empregos, que beneficia o poder público”, explica o diretor de Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson Felix de Sá.

 

Proximidade - De acordo com ele, a proximidade e a forma de relacionamento entre a cooperativa e os empreendedores auxiliam no atendimento de Pessoas Jurídicas. “O Sicredi tem grande potencial para concessão de crédito: um sistema com bastante lastro e com muita base de depósito. Conseguimos acelerar a carteira de crédito para esse público ao atender de maneira mais desburocratizada e mais próxima o empreendedor de cada região”, ressalta.

 

Expansão da rede física - Embora os sistemas digitais estejam cada vez mais eficientes, as cooperativas filiadas à Central Sicredi PR/SP/RJ também estão investindo na ampliação da rede física. De acordo com a análise do Banco Central, o número de agências das cooperativas aumentou 7%. Somente a Central Sicredi PR/SP/RJ inaugurou, nos três estados, mais de 70 novas agências ao longo de 2018. A previsão é de ampliar a rede física em 56 novas unidades no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, em 2019.

 

Impactos - “A expansão auxilia na geração de emprego nessas regiões, aquece a economia local e atrai novos associados. Esse crescimento da base de cooperados no Sicredi também pode ser explicado pela expansão na quantidade de agências”, analisa Adilson Felix de Sá. De acordo com o diretor, a credibilidade da presença física é acompanhada da conveniência no meio digital. “Hoje, o associado consegue crédito conosco com seus limites já todos estabelecidos no próprio celular. Ficou mais ágil e menos burocrático, especialmente nessas regiões onde o Sicredi está chegando”, finaliza o diretor.

 

Transformação digital - Aliada à expansão da rede física, o Sicredi segue investindo na transformação digital. O Woop, conta 100% digital do Sicredi, está há um ano no mercado e atende as demandas do público mais jovem ou conectado e que prefere resolver as necessidades financeiras virtualmente. Com o Woop, o usuário tem acesso a diversos serviços como conta corrente, pagamento de contas e transferências, poupança, limites e créditos, autenticação digital, programa de fidelidade e organizador financeiro.   

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI FRONTEIRAS: Agência de Vinhedo comemora seu 4º aniversário

 

sicredi fronteiras 19 08 2019No dia 18 de agosto de 2015, o Sicredi inaugurou a sua 100ª agência no estado de São Paulo, especificamente em Vinhedo - cidade próxima à Campinas -, que contém um dos melhores índices de desenvolvimento humano do país. O empreendimento contém 500m² de área construída, uma das maiores do País, naquela época, tornando-se uma referência em cooperativa de crédito. 

 

Atendimento - A Sicredi Fronteiras PR/SC/SP- integrante do sistema Sicredi - foi a responsável pela instauração da agência na cidade, que comemora seus quatro anos de atendimento simples, próximo e ativo aos seus mais de 1.110 associados.

 

Mais procurados - Segundo o gerente da agência de Vinhedo, José Bueno Filho, os produtos mais procurados são as Operações de Crédito e as aberturas de Conta Corrente. Ele afirma que o crescimento no número de associados da cidade está aumentando gradativamente, sendo admirável perceber, dia após dia, a evolução que o Sicredi está proporcionando na cidade, movimentando a economia e transformando a vida dos seus cooperados. 

 

Agradecimento - A equipe de colaboradores da cooperativa Sicredi Fronteiras, especialmente da cidade de Vinhedo, agradeceu aos munícipes pelos quatro anos de confiança e crescimento mútuo.

 

Convite - “Convido toda população, a conhecer um novo conceito na maneira de fazer negócio. Com um atendimento totalmente diferenciado e honesto, estamos sempre buscando satisfazer às necessidades dos associados. Possuímos na Cooperativa Sicredi, produtos e serviços para cada perfil de cooperado, com diferenciais que nenhuma instituição financeira proporciona: o menor custo benefício, taxas justas, a vantagem em poder opinar sobre nossos direcionamentos futuros e mais, ter direito à parte dos resultados gerados pelos negócios da cooperativa através da distribuição dos resultados”, enfatiza José Bueno.

 

Localização - A agência Sicredi Fronteiras PR/SC/SP do município de Vinhedo está localizada na Av. Benedito Storani, 70 – Centro, atendendo de segunda à sexta-feira, das 10h às 16h. Mais informações pelo telefone (19) 3836-2319. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

SICREDI UNIÃO PR/SP: Inaugurada agência Londrina-Inglaterra

sicredi uniao 19 08 2019Prestigiada por associados, colaboradores, representantes de entidades de classe e autoridades, a inauguração da nova agência Londrina-Inglaterra, em Londrina, marcou a chegada da cooperativa de crédito à zona sul da cidade. A inauguração aconteceu na noite da última quinta-feira (15/08). “Agora podemos dizer que nossa cooperativa está em todas as regiões de Londrina”, comentou o gerente da agência Carlos Vieira. A agência já abriu com 350 associados. Esta é a oitava agência Sicredi em Londrina, no Norte do Paraná.

Relacionamento - Segundo Vieira, o foco da Londrina-Inglaterra será em negócios, mas, especialmente, em relacionamento, assim como nas demais agências da cooperativa. “Somos um gigante, com crescimento acima de 20% ao ano, mas não perdemos a nossa essência, que é atendimento. Queremos aqui atender empresas e moradores da região sul com respeito, confiança e acima de tudo ajudar essas pessoas no seu negócio”.

Fazendo a diferença - O presidente da cooperativa, presente à solenidade, destacou que onde a Sicredi União chega é sempre para fazer a diferença. “Precisamos ser relevantes para a comunidade. Não viemos aqui para fazer transações financeiras, mas para fazer transformações sociais”, disse.

Serviços - A agência está localizada num local estratégico, no cruzamento das avenidas Portugal, Inglaterra e Dez de Dezembro. O prédio tem 300 metros quadrados e o associado encontrará ali todos os serviços prestados por uma instituição financeira, exceto caixa físico. As transações em dinheiro são feitas em caixas eletrônicos. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

INSTITUTO SICOOB: Divulgado o primeiro episódio da série Expresso tour

 

O primeiro capítulo da série de vídeos que conta a trajetória do Expresso Instituto Sicoob tour foi lançado na sexta-feira (16/08), nas redes sociais e no canal do YouTube do Instituto Sicoob. O seriado, que teve o trailer divulgado no último dia 9, conta com três episódios, que serão publicados a cada sexta-feira de agosto (dias 16, 23 e 30).

 

Total percorrido - Ao todo, a viagem contou com mais de 8 mil quilômetros percorridos, 80 horas de balsa, 55 dias de estrada, e visitou 13 cidades e seis estados brasileiros. Além disso, foram 935 certificados entregues aos mais de 700 participantes do programa durante o período.

 

Maior viagem - Esta foi a maior viagem da história do ônibus que, desde 2014, percorre cidades e leva conhecimento, por meio dos cursos online disponíveis na plataforma itinerante, para as comunidades onde o Sicoob está inserido.

 

Sobre o Expresso Instituto Sicoob - O Expresso Instituto Sicoob é um ônibus adaptado e equipado com mesas, assentos, notebooks, televisores, impressora e acesso à internet. A plataforma de estrutura móvel de ensino é um projeto de livre acesso e tem como objetivo promover a igualdade à educação técnica de qualidade, por meio de uma educação inovadora e democrática.

 

Confira - Confira o vídeo do 1º capítulo pelo endereço eletrônico https://bit.ly/2P0BhOP. (Imprensa Instituto Sicoob)

 

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FOCUS: Previsão de crescimento econômico aumenta; estimativa de inflação cai

focus 19 08 2019O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,81% para 0,83% neste ano.

2020 - Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 também subiu, ao passar de 2,1% para 2,2%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas: 2,5%.

Inflação - A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,76% para 3,71%. Não houve alteração nas estimativas para os anos seguintes: 3,90%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,5%, em 2022.

Meta - A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Demanda aquecida - Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Percentual - Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa permanece em 5,5% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão segue em 7% ao ano.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 e, para 2020, de R$ 3,80 para R$ 3,81. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA I: Atividade do 3º trimestre começa modesta

 

economia I destaque 19 08 2019Indicadores coincidentes e antecedentes de julho sinalizam que a atividade brasileira iniciou o terceiro trimestre em ritmo modesto. Os sinais para os rumos da economia são mistos. Apesar de as principais métricas para antecipar o desempenho da indústria terem apresentado alta, economistas não descartam queda de produção, porque a confiança do empresário está em níveis baixos, e os estoques, altos.

 

Itaú - O Itaú Unibanco espera que o Produto Interno Bruto (PIB) avance 0,5% no segundo trimestre, mas a trajetória ruim da indústria em maio e junho devem gerar, nas contas da equipe do banco, um carrego estatístico de -0,3% para o terceiro trimestre. O "cheiro inicial" é de "um PIB um pouco negativo" no terceiro trimestre, segundo Luka Barbosa, economista do Itaú. "Você vem com um carrego negativo, vê os dados para julho e agosto e fica com a visão de que o PIB vai cair no terceiro trimestre, ainda que seja preliminar", diz.

 

Recuo - A projeção inicial do Itaú para a indústria é de um recuo de 0,5% em julho, ante o mês anterior, e de mais 0,5% em agosto. Barbosa cita, por exemplo, dados da balança comercial, como a importação de bens intermediários. Em julho, as compras subiram 1,4%, na comparação mensal com ajuste sazonal, mas caíram 1% na primeira semana de agosto.

 

Confiança do empresário - Além disso, o índice agregado de confiança do empresário, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), segue em nível baixo (93,9 pontos), apesar da alta de 0,9 ponto em julho. De acordo com o Itaú, o indicador tem alta correlação com a criação de empregos formais medida pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

 

Taxas menores - "A confiança do empresário sair de 80 para 90 pontos não quer dizer que a atividade econômica vai crescer, apenas que vai contrair a taxas menores", diz Barbosa. Ele afirma que o nível de confiança do empresário está baixo e é consistente com um crescimento anualizado do PIB de 0,7%. "A economia cresce perto de 1% há mais de dois anos e o dado da confiança não indica grande aceleração", afirma.

 

Banco Safra - Carlos Kawall, economista-chefe do Banco Safra, chama a atenção também para o estoque elevado na indústria. 

 

Segmentos - Reportagem do Valor mostrou que 6 de 14 segmentos pesquisados pela FGV estavam com mercadoria parada em excesso em julho. O Safra também prevê queda de 0,5% para a indústria em julho.

 

Modesto - Mesmo dados positivos apontam para um crescimento modesto da indústria no começo deste trimestre, observa Rodrigo Nishida, economista da LCA Consultores. Números dessazonalizados pela consultoria mostram que a produção de veículos e máquinas agrícolas, calculada pela associação que representa as montadoras, a Anfavea, cresceu 5,31% em julho, ante o mês anterior. O estoque de veículos, no entanto, voltou a subir (1,4%), para 320,4 mil unidades. O fluxo pedagiado de veículos pesados, estimado pela associação das concessionárias de rodovias (ABCR), avançou 1,84%.

 

Papel ondulado - Já a produção de papel ondulado, da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), cresceu 2,9% em julho, interrompendo dois meses seguidos de queda. A LCA observa, porém, que na série da média móvel de três meses, a tendência ainda é de baixa.

 

Alta - A LCA projeta alta de 0,3% na produção industrial de julho, em relação ao mês anterior. Na comparação com julho de 2018, no entanto, a previsão é de queda de 0,6%. Nishida ressalta que os dados interanuais do mês passado já trazem uma clareza maior sobre a economia, porque sofrem menos com o efeito da greve dos caminhoneiros sobre as bases de maio e junho do ano passado.

 

Demanda - Pelo lado da demanda, Barbosa, do Itaú, menciona a queda nas vendas de veículos. O ajuste sazonal do banco para dados da associação dos concessionários (Fenabrave) aponta que os emplacamentos de carros de passeio e veículos leves caíram 4% em julho, em relação ao mês anterior.

 

Varejo restrito - O Itaú espera queda de 0,4% para o varejo restrito em julho e de 0,8% para o ampliado (que inclui veículos e material de construção).

 

Consumidor - A confiança do consumidor, da FGV, também recuou, 0,4 ponto em julho, para 88,1 pontos. O consumidor responde a percepções de inflação e emprego, segundo Paulo Picchetti, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre). "Se, por um lado, a inflação vem ajudando, por outro, um dos motivos para esse comportamento favorável é exatamente a reação muito lenta do mercado de trabalho."

 

Iace - O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (Iace), publicado pelo Ibre e pelo The Conference Board (TCB), subiu 0,5% em julho, para 117,6 pontos. "O resultado indica que não deve haver reversão de ciclo, de entrada em recessão, mas a recuperação segue muito lenta e sujeita a volatilidades", diz Picchetti.

 

Avanço - Na avaliação preliminar da LCA, o PIB do terceiro trimestre pode avançar 0,7% em relação aos três meses imediatamente anteriores. Mas mesmo essa variação mensal é considerada tímida. "Talvez, uma variação na margem mais forte seja observada apenas no quarto trimestre, e não no terceiro", diz Nishida.

 

FGTS - Com a perspectiva de liberação de saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a partir de setembro, Kawall, do Safra, vê a possibilidade de o PIB do terceiro trimestre avançar 0,4%. "Podemos começar a ter algum efeito marginal com o FGTS, embora isso deva ficar mais para o quarto trimestre e uma parte para o ano que vem."

 

Reformas - O ambiente econômico, segundo ele, tende a melhorar também com a sinalização positiva da aprovação de reformas, mas ainda há vetores que seguram a recuperação, como a construção civil "muito deprimida". O Safra projeta alta de 0,8% para o PIB neste ano e de 2% em 2020.

 

2020 - A expectativa para o ano que vem, no entanto, depende, entre outras coisas, de como vai se comportar a Argentina, importante destino para exportações industriais do Brasil. O mercado financeiro não reagiu bem à possibilidade de um kirchnerista vencer a eleição presidencial deste ano. "O cenário é incerto. Se aprofundar a desaceleração por lá, pode tirar de 0,1 a 0,2 ponto do PIB do ano que vem", diz Kawall.

 

Guerra comercial - Barbosa observa que a guerra comercial entre EUA e China tem potencial de impacto maior sobre o Brasil do que a crise no país vizinho. "O cenário de fraqueza no Brasil está ligado à desaceleração global. O que ocorre na Argentina reforça, mas não é o mais importante", diz. O cenário externo adverso já está na conta do banco para o PIB de 2020 - uma alta de 1,7%, abaixo da mediana de 2,1% do último Boletim Focus. (Valor Econômico)

 

economia I quadro 19 08 2019

ECONOMIA II: Crise argentina e guerra comercial elevam déficit na balança da indústria

 

economia II 19 08 2019Com exportações comprimidas em razão do conflito entre Estados Unidos e China, além da crise argentina, a balança comercial da indústria de transformação deteriorou-se ainda mais no primeiro semestre deste ano. O déficit avançou 33%, de US$ 9,6 bilhões para US$ 12,7 bilhões de janeiro a junho de 2018 para os mesmos meses deste ano. Considerando os 12 meses encerrados em junho deste ano, o saldo negativo foi de US$ 28,9 bilhões, bem maior que o déficit de US$ 11,7 bilhões em igual período anterior. O cálculo é do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

 

Câmbio - Mesmo com uma taxa de câmbio mais depreciada do que a de períodos anteriores, as exportações da indústria de transformação não decolaram, diz Rafael Cagnin, economista do Iedi. "Dificuldades econômicas de parceiros importantes do Brasil, como a Argentina, e percalços decorrentes da postura de negociação comercial dos Estados Unidos com a China têm imposto mais óbices às vendas externas do país e deixando o mundo de sobressalto."

 

Manufaturados - Ele destaca que as exportações de manufaturados caíram 5,4% no primeiro semestre deste ano em relação a iguais meses do ano passado, primeira queda para o período desde 2016, quando o embarque de produtos industriais recuou 1,14% na mesma comparação. "A queda nas vendas externas da indústria não apenas teve efeito na balança do setor como também contribuiu para o quadro recessivo que a produção industrial tem enfrentado desde o fim de 2018."

 

Esperado - O aprofundamento do déficit já era esperado, diz o economista. A expectativa, porém, é que o saldo negativo fosse gerado principalmente pela recomposição das importações, e não pela queda dos embarques. No primeiro semestre do ano, as compras externas da indústria de transformação caíram pouco, diz Cagnin, em 0,4%, mas evoluíram em sentido inverso ao esperado.

 

Mudança - A expectativa do início do ano, diz José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), mudou no decorrer do primeiro semestre, com as revisões de crescimento econômico do país em razão da falta de confiança que restringe a demanda doméstica, afetando também as importações.

 

Exportações - Ao mesmo tempo, do lado das exportações, diz Castro, há a crise argentina, que promete se estender além do esperado, em razão das incertezas maiores trazidas pelos recentes resultados das eleições primárias. Ele lembra ainda que tornou-se mais nebuloso o horizonte para o conflito entre Estados Unidos e China. Os últimos dados do país asiático, acrescenta, mostram desaceleração da economia chinesa, o que também deve impactar mais ainda as exportações brasileiras.

 

Encolhimento - Com esse conjunto de fatores, as estimativas atuais, diz Castro, são de que tanto exportações como importações encolham este ano, com queda mais acentuada nos embarques. A projeção da AEB é de que as exportações totais do Brasil caiam 6,7% neste ano contra 2018. Os manufaturados, acredita, devem ter queda maior, de 9,3%. Estima-se que os desembarques totais recuem 5,4%. O saldo projetado para a balança total brasileira ao fim do ano é de superávit de US$ 52,2 bilhões.

 

Comércio internacional - A frustração em relação às perspectivas iniciais estimadas para o ano está em consonância com as projeções para o comércio internacional, diz Cagnin. "As expectativas para o crescimento do comércio internacional em 2019 foram revisadas para baixo em um ponto percentual. " Ele destaca a projeção do Banco Mundial, que em janeiro estimava alta de 3,6% no volume global de comércio. Em junho a taxa foi revista para crescimento de 2,6%.

 

FMI - O Fundo Monetário Internacional (FMI) também revisou em julho a projeção do início do ano de expansão do comércio em 2019. A estimativa passou de alta de 3,4% para 2,5%.

 

Evolução - O levantamento do Iedi inclui também a evolução de exportações e importações em 19 ramos da indústria agrupados de acordo com a intensidade tecnológica. Dentre quatro faixas, a indústria de média-alta intensidade tecnológica teve o maior déficit, de US$ 19,4 bilhões. As exportações desse grupo recuaram 14,9%.

 

Automotivo - Com embarques atingidos pela crise argentina, o setor automotivo foi a principal causa para o resultado negativo. As exportações do segmento caíram 29,5% no primeiro semestre de 2019 contra iguais meses do ano passado. O superávit de US$ 326 milhões do setor automotivo na primeira metade de 2018 deu lugar a um déficit de US$ 826 milhões de janeiro a junho deste ano.

 

Média-alta tecnologia - A faixa de média-alta tecnologia inclui indústria de veículos automotores de máquinas e equipamentos elétricos e mecânicos e produtos químicos, exceto farmacêuticos, entre outros.

 

Maior tecnologia - A queda das exportações das faixas de maior tecnologia também contribuiu para a deterioração maior do saldo da balança do setor industrial na primeira metade de 2019.

 

Déficit - A indústria de alta intensidade tecnológica teve déficit de US$ 10,3 bilhões, maior do que os dos primeiros semestres dos três anos anteriores. As exportações desse grupo, após cinco anos de expansão no acumulado até junho, aprofundaram o declínio na passagem do primeiro para o segundo trimestre. No acumulado de janeiro a junho, a queda foi de 20% em relação a iguais meses de 2018.

 

Aeronaves - O desempenho foi afetado principalmente do recuo no embarque de aeronaves. Além da indústria aeronáutica e aeroespacial, compõem esse grupo de alta intensidade tecnológica a indústria farmacêutica, de material de escritório e informática, de equipamentos de rádio, TV e comunicação e de instrumentos médicos de ótica e precisão. (Valor Econômico)

SENADO I: Trancada pela MP da Liberdade Econômica, pauta inclui PECs e projeto em favor do idoso

 

senado I 19 08 2019A pauta do Plenário desta semana está trancada pela medida provisória da Liberdade Econômica (MP 881/2019). A proposta, aprovada na Câmara dos Deputados como Projeto de Lei de Conversão (PLV) 21/2019, tem validade até o próximo dia 27 e é o primeiro item da pauta do Plenário nesta terça-feira (20/08).

 

Redução da burocracia - O texto busca reduzir a burocracia para os negócios da iniciativa privada, ao estabelecer garantias para o livre mercado e prever isenção de alvarás e licenças para startups, entre outras medidas. A proposição também estabelece alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – DL 5452, de 1943) e permitirá o trabalho aos domingos, com folga a cada quatro semanas, sem aval do sindicato por acordo coletivo. O governo argumenta que a MP vai gerar 3,7 milhões de empregos em 10 anos.

 

Controvérsias - A mudança trabalhista gerou controvérsias e divide parlamentares. Enquanto alguns defendem a matéria, dizendo que o texto moderniza a economia nacional, outros apontam a perda de direitos dos trabalhadores por meio da medida.

 

Críticas - Em audiência na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) na última terça-feira (13/08), vários especialistas criticaram a MP. A diretora legislativa da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Viviane Maria Leite de Faria, disse entender que o texto viola a Constituição de 1988 por buscar suprimir direitos. Ela também considera ilegais os termos da medida que excluem da proteção laboral os trabalhadores que recebem mais do que 30 salários mínimos. Outros debatedores apontaram que a MP está, na verdade, fazendo uma nova reforma trabalhista.

 

Propostas de Emenda - Também consta na pauta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 82/2019, que disciplina os pedidos de vista nos tribunais. A PEC, aprovada na última quarta-feira (14) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), tem o senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR) como primeiro signatário. O relator, senador Esperidião Amin (PP-SC), explica que a proposta restringe o poder de decisão individual de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de outros tribunais, impondo limites a pedidos de vista, que terão duração máxima de quatro meses.

 

Mobilidade - A PEC 19/2014, que inclui a mobilidade e a acessibilidade entre os direitos e garantias fundamentais, também está na pauta do Plenário. Autor da proposta, o senador Paulo Paim (PT-RS) argumenta que, embora a legislação e os tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário deixem implícito o direito de locomoção, não há no texto constitucional menção explícita ao direito de mobilidade e acessibilidade. Incluir esses termos é, segundo Paim, a garantia para cobrar a devida infraestrutura que permitirá ao cidadão realizar atividades corriqueiras com agilidade, como ir de casa ao trabalho, a locais de estudo, hospitais e centros de lazer.

 

Direito do idoso - Outro item previsto para votação em Plenário é o projeto que Institui o Programa Cidade Amiga do Idoso (PL 402/2019). A matéria tem a finalidade de incentivar os municípios a adotar medidas para o envelhecimento saudável e aumentar a qualidade de vida da pessoa idosa. Os municípios que aderirem ao programa terão prioridade no recebimento dos recursos do Fundo Nacional de Apoio ao Desenvolvimento Urbano. Aqueles que conseguirem implantar ações que melhorem transporte, moradia e outros aspectos na vida dos idosos receberão o título de Cidade Amiga do Idoso. A relatora do projeto é a senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP). (Agência Senado)

SENADO II: Audiências públicas sobre a reforma da Previdência dominam a semana da CCJ

 

senado II 19 08 2019A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) dedicará quase toda a semana a audiências públicas com estudiosos, representantes setoriais e autoridades para discutir a reforma da Previdência Social (PEC 6/2019). Serão seis eventos ao longo de três dias, reunindo 46 convidados e atendendo a pedidos de oito senadores.

 

Relatório preliminar - As audiências precederão a apresentação do relatório preliminar do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que está prevista para a sexta-feira (23/08).

 

Terça-feira - Na terça-feira (20/08), a partir das 9h, a comissão recebe o secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho; o presidente do Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Rafael Fonteles; e o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa.

 

Juízes e procuradores - Nesta audiência comparecerão também representantes de juízes e procuradores:

Jayme de Oliveira, da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB);

Ângelo da Costa, da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas);

Emerson Garcia, promotor do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ);

Rudinei Marques, do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate)

Os autores desses convites foram os senadores Leila Barros (PSB-DF), Paulo Paim (PT-RS), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Tasso Jereissati (PSDB-CE).

 

Secretário de Previdência - No mesmo dia, às 14h, comparecerá o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, além de representantes de órgãos de segurança pública:

André Gutierrez, da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol);

Carlos Eduardo Benito Jorge, da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol);

Deolindo Carniel, da Federação Nacional dos Policias Rodoviários Federais (FENAPRF);

Fernando Anunciação, da Federação Nacional Sindical dos Servidores Penitenciários (Fenaspen);

Leonel Lucas Lima, da Associação Nacional de Entidades Representativas de Policiais Militares e Bombeiros Militares (ANERMB);

Marlon Jorge Teza, da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares (Feneme);

Oséias da Silva, da Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil (CONGM);

Leandro Cerqueira Lima, da Associação Brasileira de Criminalística (ABC)

 

Convites - Os convites foram feitos pelo senador Major Olimpio (PSL-SP).

 

Quarta-feira - Na quarta-feira (21/08), às 8h, comparecerá o ex-ministro do Trabalho e Previdência Social Miguel Rossetto, e o assessor jurídico e legislativo da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Paulo Penteado Teixeira Júnior. A mesa da manhã terá acadêmicos e estudiosos:

Guilherme Mello, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp);

Marcio Pochmann, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp);

Denise Gentil, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Clemente Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese);

Diego Cherulli, do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP)

 

Mais - Também foram convidadas a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que ainda não nomearam representantes.

 

Tarde - Já na tarde da quarta-feira, às 14h, a comissão receberá José Pinto da Mota Filho, da Sociedade Brasileira de Previdência Social (SBPS), e Rosângela Cordeiro, do Movimento Nacional de Mulheres Camponesas (MMC), além de nomes do setor público:

Luciana Jaccoud, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea);

Thais Riedel Zuba, da Diretoria de Previdênica do Servidor Público do IBDP;

José Celso Pereira Cardoso Júnior, da Associação dos Funcionários do Ipea;

Décio Lopes, da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip);

Carlos Fernando da Silva Filho, do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait);

Luiz Alberto dos Santos, consultor legislativo do Senado

Também foi convidada a Intersindical — Central da Classe Trabalhadora, que ainda não nomeou representante.

 

Autores - Os senadores Humberto Costa (PT-PE), Paulo Paim (PT-RS) e Rogério Carvalho (PT-SE) foram os autores dos convites do dia.

 

Quinta-feira - Na quinta-feira (22/08), às 9h, a comissão volta a receber o secretário Rogério Marinho. Juntam-se a ele o empresário Eduardo Moreira e o economista Ricardo Paes de Barros. Ao lado deles estarão representantes setoriais:

Mauro Silva, da Associação dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco);

Ângelo Fabiano Farias da Costa, da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT);

Heleno Araújo, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE);

Genoir José dos Santos, da Federação Interestadual dos Trabalhadores na Indústria de Extração do Carvão do Sul;

Djonatan Elias, do Sindicato dos Mineiros de Criciúma e Regiões de Santa Catarina

 

Convite - Os nomes da manhã foram convidados pelos senadores Leila Barros (PSB-DF), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Tasso Jereissati (PSDB-CE).

 

INSS - Finalizando as audiências da semana, a partir das 14h de quinta-feira, a comissão terá o economista Paulo Rabello de Castro, o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Mauro Hauschild e outros representantes de entidades:

Felipe Santa Cruz, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);

Adriane Bramante de Castro Ladenthin, do IBDP;

Luís Antônio Boudens, da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef);

Kleber Cabral, do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco)

 

Convite - Esses participantes foram convidados pelos senadores Major Olimpio (PSL-SP), Leila Barros (PSB-DF), Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Rogério Carvalho (PT-SE). (Agência Senado)


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