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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4642 | 16 de Agosto de 2019

REFORMA TRIBUTÁRIA: Fórum vai discutir propostas em Maringá

As propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso Nacional estarão em debate no Fórum Jurídico que o Sistema Ocepar promove, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), no dia 23 de agosto, no auditório da Cooperativa Cocamar, em Maringá, no Noroeste do Estado. Serão discutidas as Propostas de Emenda Constitucional (PEC) 45/2019, de autoria do deputado Baleia Rossi, a PEC 110/2019, do ex-deputado Luiz Carlos Hauly, e as proposições em debate no Conselho Nacional de Secretários da Fazenda (Consefaz) e no Ministério da Economia.

Palestrantes – O evento terá como palestrantes convidados o ex-deputado Luiz Carlos Hauly e o auditor fiscal do Estado do Paraná, Gilberto Calixto, que apresentarão um panorama das matérias em tramitação no âmbito do legislativo federal. 

Inscrições – O evento é destinado aos profissionais que atuam nas cooperativas paranaenses. As inscrições devem ser efetuadas diretamente pelo agente de Desenvolvimento Humano ou com Francine Danielli (francine.danielli@sistemaocepar.coop.br / 41-3200-1158).

reforma tributaria 16 08 2019

SESCOOP: Capacitar para crescer

sescoop 16 08 2019Toda cooperativa já nasce com algumas marcas inerentes ao nosso DNA: qualidade, força e integridade são algumas delas. Outras características são desenvolvidas com o tempo, como a excelência da gestão, a eficácia dos processos e a habilidade de olhar de maneira estratégica e sustentável para a condução dos negócios. E é para ajudar o cooperativismo a evoluir nesses últimos aspectos que contamos com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) – serviço social autônomo, com personalidade jurídica de direito privado, instituído a partir da Medida Provisória nº 1.715/98, e respectivas reedições.

Entrevista - Em atividade desde 1999, o Sescoop foi criado para aperfeiçoar a governança, a gestão e as atividades de responsabilidade socioambiental das cooperativas brasileiras. Até então, nosso modelo de negócios avançava de forma intuitiva, sem um modelo de governança e planejamento estratégico estruturados. Com o lançamento do “S” cooperativista, o governo federal e as cooperativas brasileiras esperavam alcançar um novo patamar de gestão e profissionalização da base de cooperados e colaboradores. Mas será que isso de fato aconteceu? Para discutir os reais impactos do Sescoop no cotidiano das cooperativas brasileiras, a revista Saber Cooperar, produzida pelo Sistema OCB, entrevistou dois profissionais da Lei: o ex-ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) Valdir Simão, que também já ocupou o cargo de ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (2015-2016); e o assessor jurídico do Sescoop, Aldo Leite.

Saber Cooperar: O que mudou para as cooperativas brasileiras após a criação do Sescoop?

Valdir Simão: A partir da criação do Sescoop, o sistema cooperativista passou a contar com um instrumento para a promoção da cultura cooperativista e para a formação profissional e desenvolvimento gerencial das cooperativas e seus associados. Investindo fortemente em estratégia e na integração do sistema, o Sescoop vem pavimentando o caminho para o desenvolvimento contínuo do modelo cooperativista brasileiro, que apresenta índices de crescimento surpreendentes.

Aldo Leite: Antes da criação do Sescoop, os empreendimentos cooperativos não tinham o suporte adequado e específico para suas necessidades de aperfeiçoamento da gestão e capacitação de seus empregados. A depender do ramo de atuação, elas tinham de buscar ajuda em diversas outras instituições – públicas ou privadas – que não compreendiam muito bem a essência e os princípios cooperativistas, como a autogestão e a estrutura de governança própria das cooperativas. O Sescoop mudou esse quadro e passou a desempenhar um papel importantíssimo na oferta de soluções para a sustentabilidade do nosso modelo de negócios.

SC:No atual contexto de reformas políticas e econômicas, qual seria o principal desafio do Sescoop?

V.S: As cooperativas têm, em seu DNA, o empreendedorismo. A formação de profissionais com essa característica é fundamental para o nosso desenvolvimento econômico e para a diminuição da dependência estatal. E esse é justamente um dos objetivos estratégicos do Sescoop: capacitar pessoas. Ao participar de vários segmentos da economia nacional, o sistema cooperativista contribui para estimular a produtividade e competitividade, em prol do consumidor e do país.

A.L: A economia brasileira está passando por um processo de ressignificação. Diversos processos estão sendo reestruturados e a qualificação profissional é o eixo motor desse processo. Nesse sentido, o Sescoop pode contribuir significativamente para o crescimento e aumento da importância das cooperativas na economia brasileira, criando novas oportunidades de geração de renda e trabalho para a população.

SC: E em relação à melhora da eficiência e da gestão das cooperativas, qual é o papel desempenhado pelo Sescoop?

V.S: O papel é central, de identificação e disseminação de boas práticas de gestão e formação de pessoas, o que garante eficiência e entrega de bons resultados.

A.L: O Sescoop detém papel importantíssimo na melhoria da gestão e da governança dos empreendimentos cooperativos, ajudando inclusive na projeção das cooperativas brasileiras no cenário econômico nacional e internacional. Fazemos isso por meio de programas próprios de capacitação – como o Programa de Desenvolvimento da Gestão Cooperativa (PDGC) –, mas também por intermédio de parcerias firmadas com diversos atores nacionais – como Banco Central do Brasil, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Fundação Unimed, Fundação Sicredi, entre outros. Também firmamos parcerias voltadas para o fortalecimento do cooperativismo com atores internacionais, a exemplo da Organização das Nações Unidas (ONU), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), da Confederação Nacional das Cooperativas da Alemanha (DGRV), entre outros.

SC: Existe diferença entre a chamada “governança cooperativista” e a governança corporativa das empresas tradicionais?

V.S: Governança, gestão de riscos e controles são ferramentas essenciais para organizações de qualquer natureza, públicas ou privadas, de fins lucrativos ou não. Os princípios da boa governança aplicados em empresas privadas devem ser aplicados também nas cooperativas, para garantir um processo decisório equilibrado, transparência e accountability.

A.L: Não obstante os princípios aplicáveis às boas práticas de governança e gestão, sejam universais, transversais e essenciais, temos de ter a clareza: enquanto o modelo de governança corporativa visa atender aos interesses dos sócios ou acionistas das sociedades empresariais em geral, a governança cooperativista é um modelo de direcionamento estratégico fundamentado nos valores e princípios cooperativistas. Portanto, tem um impacto mais positivo no ambiente no qual está inserido, pois visa garantir a execução dos objetivos sociais e assegurar a gestão das cooperativas de modo sustentável, e em consecução com os interesses dos associados. As boas práticas da governança cooperativista – além de seguir os princípios gerais e as boas práticas de governança e gestão – observam princípios próprios, entre os quais ressalto a autogestão, bem como diversos outros regramentos próprios disciplinados na própria Lei nº 5.764/71. Além disso e a depender do ramo de atuação, observam-se regras/resoluções de agentes públicos normalizadores, a exemplo do Banco Central, para as instituições financeiras cooperativas e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para as cooperativas de saúde. Por isso, o Sescoop fomenta tão fortemente o aperfeiçoamento e as boas práticas de governança e gestão nas cooperativas. Acreditamos que essas boas práticas ajudarão no avanço e no fortalecimento das cooperativas e, com isso, a comunidade em volta da cooperativa também será beneficiada.

SC: Todos os anos, o Sescoop realiza a capacitação técnica de milhares de cooperados e trabalhadores de cooperativas. Na sua opinião, a forma de atuação e disponibilização dessas informações está satisfatória? Em que é possível melhorar?

V.S: É satisfatória, mas sempre é possível melhorar, com olhar voltado para as novas tecnologias e para as necessidades do mercado, em constante evolução.

A.L: Sabemos que a atuação e disponibilização das informações, em qualquer instituição, precisam estar em constante processo de evolução e interconexão. As ferramentas e os resultados obtidos pelo Sescoop precisam ser mais bem divulgados à sociedade. Temos muito a contribuir com a sociedade e a economia brasileiras, e precisamos divulgar melhor nossas ações.

SC: Sabemos que toda e qualquer organização, seja privada ou pública, pode e deve otimizar recursos e revisitar seus custos periodicamente. Na sua opinião, como o Sescoop pode melhorar nesse sentido?

V.S: Inovando e refletindo continuamente sobre o seu modelo de atuação, para identificar novas formas de atuação, em especial com a utilização de tecnologia, bem como para gerar sinergia na utilização dos recursos e das estruturas de cada unidade de negócio.

A.L: Como já dito, toda e qualquer organização, seja ela pública ou privada, deve promover e incentivar a otimização de seus recursos. E o Sescoop já vem trabalhando nessa tônica há alguns anos. Criamos, por exemplo, um centro de serviços compartilhados que centralizou na unidade nacional, em Brasília, os serviços de processamento da folha de pagamento e contabilidade dos estados. Com isso, conseguimos liberar as equipes das unidades estaduais, que são reduzidas, para se dedicarem ao atendimento das cooperativas. Destaco, ainda, que outras iniciativas estão em processo de reflexão e discussão interna. Estamos, inclusive, dialogando com alguns ministérios do novo governo, no sentido de estruturar uma cadeia de formação e qualificação profissional que fomente a sustentabilidade, colocação ou recolocação profissional dos trabalhadores de cooperativas.

SC: Quais são as expectativas para o Sescoop e para as nossas cooperativas nos próximos anos?

V.S: Tenho confiança que o sistema continuará crescendo de forma sustentável. O cooperativismo já é compreendido pela sociedade e pelos governos como modelo de negócio capaz de gerar valor aos associados e produzir bens e serviços de qualidade. Também gera oportunidade de entrada no mercado de trabalho para aqueles que pretendem desenvolver determinada atividade econômica, mas dependem de algum tipo de cooperação para isso. Esse desenvolvimento contínuo tem como motor propulsor o Sescoop, seja na formação profissional ou na qualificação gerencial das cooperativas.

A.L: Minhas expectativas para o Sistema Cooperativista Nacional são as melhores possíveis, já que é visível e significativo o crescimento e participação das cooperativas no cenário econômico nacional e internacional. O mundo tem buscado alternativas para um crescimento consciente e sustentável. E cada vez mais, pessoas e organizações engajam-se nesse propósito. Segundo estudo da Nielsen Global de Responsabilidade Social Corporativa, 66% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos e serviços advindos de instituições/empresas comprometidas com impacto social e ambiental positivos. E o cooperativismo é uma alternativa extremamente conectada, desde o início, com esse tema e com seus princípios, já que estamos falando de adesão livre e voluntária, gestão democrática, intercooperação, interesse pela comunidade, entre outros temas. Especificamente em relação ao Sescoop, posso afirmar com a certeza de quem trabalha há 10 anos no Sistema S: fazemos muita diferença na vida dos dirigentes, cooperados e empregados das cooperativas. Os números de crescimento do cooperativismo são fruto direto da atuação do Sescoop na melhoria da gestão e governança das cooperativas. (Revista Saber Cooperar / Informe OCB)

 

COCARI: Café gourmet da cooperativa é servido no Rabobank Brasil

Durante o mês de agosto, a Cocari tem a honra de participar de uma ação de divulgação do Banco Rabobank Brasil, em São Paulo (SP). O café gourmet da cooperativa, 100% arábica, que apresenta aroma e sabor suaves, está sendo servido em todas as salas de reunião do banco, além da distribuição de material de divulgação do produto.

Grãos selecionados - Produzido com grãos selecionados e torrados no ponto exato, o Café Cocari é ideal para aqueles que apreciam o sabor encorpado do incomparável café cultivado na terra roxa do norte do Paraná.

Primeiro cliente - A Cocari é o primeiro cliente de Wholesale a participar da campanha do Rabobank, que busca divulgar os produtos dos clientes. O presidente da cooperativa, Vilmar Sebold, ressalta a importância do café para a cooperativa fundada por cafeicultores. “A Cocari é uma cooperativa ligada à cultura do café desde o início de sua história. Para nós é motivo de orgulho apresentar nosso produto e participar desta campanha junto ao Rabobank, que é nosso parceiro”, afirmou.

Relevância - João Paulo Burihan Faria, superintendente Financeiro da cooperativa, também pontuou a relevância da ação. “Para nós, da Cocari, é uma enorme satisfação participar desta campanha e firmar essa parceria com o Rabobank, que visa valorizar o produtor de café brasileiro. Temos o prazer de oferecer um de nossos melhores produtos, direto de nossos cooperados, para o banco número 1 no agronegócio”, comentou.

Gratificante - Para Carolina Durand, gerente de relacionamento do Rabobank, é muito gratificante contribuir para o desenvolvimento do cliente. “A Cocari é uma importante cooperativa do Paraná e temos acompanhado seu crescimento sustentável, melhoria de governança, processos e solidez financeira. Temos orgulho dessa parceria com a Cocari e esperamos que seja duradoura”, finaliza Carolina. (Imprensa Cocari)

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COCAMAR: Tratour movimenta produtores em Floresta

Promovido pela John Deere, o Tratour é um evento que promove conhecimentos técnicos e a demonstração de maquinários a produtores rurais em várias regiões do Brasil. De 13 a 15 de agosto, a realização passou por Floresta (PR), na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da Cocamar. O município integra a região do concessionário Cocamar Máquinas.

Atividades - Em Floresta, cerca de 240 produtores participaram das atividades, em duas turmas diárias, às 10 e às 16h. As explanações são feitas em um caminhão-baú, onde os convidados se acomodam confortavelmente. Eles conheceram, também, a linha de tratores 5E. Acompanhado do filho, o cooperado César Vellini, com propriedade em Jardim Alegre (PR), esteve no evento no dia 15 pela manhã. Ele desenvolve o programa de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e possui vários maquinários John Deere. “A gente sempre tem acesso a novas informações quando participa de eventos assim, é bastante proveitoso”, comentou.

Adesivagem - A produtora Tânia Celestino, de Ivatuba, tinha um motivo especial para ir à UDT. O caminhão do Tratour foi todo adesivado com imagens dela, do irmão Sidnei e da propriedade da família, que é proprietária de uma frota de tratores e colheitadeiras John Deere. “Fiquei muito feliz e honrada com tudo isso”, disse ela, na manhã do dia 13.  

Cambé - Na terça, quarta e quinta-feira (dias 20 a 22), o evento estará em Cambé, Norte do Estado, no pátio da Cocamar Máquinas, na Rodovia Celso Garcia Cid. (Imprensa Cocamar)

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SICREDI FRONTEIRAS: Realizados encontros capacitatórios para o associado

 

A cooperativa Sicredi Fronteiras realizou, nos dias 14 e 15 de agosto, o segundo encontro do Programa de Desenvolvimento do Associado (PDA). Ele ocorreu às 8h30, na sede administrativa, localizada na Rua Tamoios nº 1567, Centro, em Capanema (PR). O primeiro encontro do PDA foi durante os dias 16 e 17 de julho, e tratou sobre Gestão de Pessoas. Já esse segundo encontro, que encerrou na tarde desta quinta-feira (15/08), tratou sobre Gestão estratégica de mercado.

 

Cooperativismo e liderança - O PDA é direcionado para capacitar e promover o desenvolvimento do associado na cultura do cooperativismo, bem como a sua capacidade de liderança. O curso, dividido em quatro módulos, proporciona uma maior imersão ao sistema Sicredi, capacitando-o para participar mais ativamente na cooperativa.

 

Proveitoso - Segundo Roberto Luiz Machado, empresário e Coordenador de Núcleo da Sicredi Fronteiras, o curso está sendo bastante proveitoso: “o primeiro módulo em gestão de pessoas e este que estamos realizando agora, em gestão estratégica e mercado, ambos foram muitos dinâmicos, sendo possível o aprendizado de uma maneira que facilita a visualização de processos que podem ser melhorados em nossos negócios no dia a dia”, comentou Roberto.

 

Cronograma - Abaixo o cronograma dos próximos encontros:

9 e 10 de setembro – Gestão financeira

22 e 23 de outubro – Marketing e negociações

 

(Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Novo parceiro do Festival de Teatro de Londrina

 

sicredi uniao 16 08 2019O Festival Internacional de Teatro de Londrina, um dos mais importantes do país, acaba de ganhar uma nova parceria. A Sicredi União PR/SP é um dos patrocinadores da edição “50+1”. São mais de meio século de realização do evento, que além de tradicional, divulga o nome de Londrina como produtora de cultura e movimenta a economia local.

 

Benefício ao associado - Com a participação no festival, a Sicredi União não só promove a cultura – um dos pilares do cooperativismo – como também gera valor a seus associados, que pagam meia-entrada nos espetáculos.

 

Evento da cidade - “Nós sabemos do significado do Filo e consideramos importante que empresas que atuam na cidade fortaleçam esse evento. A Sicredi União tem como princípio participar e ajudar no desenvolvimento das regiões onde atua”, comenta o gerente de Relacionamento da cooperativa de crédito, Diego Menão.

 

Princípios - A gerente de Desenvolvimento Regional Norte, Carla Sonoda, destaca que entre os princípios do cooperativismo estão a promoção da educação e cultura, e o interesse pela comunidade. “Apoiar a cultura é, para nós, muito importante, porque é um instrumento de desenvolvimento”, comenta. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

Serviço

Festival Internacional de Londrina

Data: de 15 de agosto a 1 de setembro

Ingressos – R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (Meia-entrada). Associados Sicredi pagam meia-entrada

Programação completa: https://filo.art.br/

 

SICREDI CAMPOS GERAIS: Pela quinta vez consecutiva, cooperativa recebe o Troféu Agroleite

 

Na quarta-feira (14/08), foi realizada a cerimônia da 18ª edição do Prêmio Troféu Agroleite, o “Oscar do Leite”, como é popularmente conhecido. No evento, são premiados os expositores e parceiros do Agroleite, maior vitrine de tecnologia do leite no Brasil. A Sicredi Campos Gerais PR/SP venceu pela quinta vez consecutiva na categoria Agente Financeiro.

 

Honra - "É uma honra receber esse reconhecimento, que é fruto do nosso trabalho e do nosso relacionamento com o associado. Queremos oferecer sempre os melhores serviços financeiros sem esquecer das comunidades onde atuamos”, celebrou o presidente da Sicredi Campos Gerais PR/SP, Popke Ferdinand Van Der Vinne.

 

Categorias - Ao todo, 11 categorias foram premiadas com o Troféu Agroleite. A votação foi realizada pela internet.

 

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Campos Gerais PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB ARENITO: Ação voluntária é realizada em prol do Lar São Vicente de Paulo de Umuarama

 

sicoob arenito 16 08 2019Colaboradores de uma das agências do Sicoob Arenito em Umuarama (PR), se uniram para realizar uma rifa solidária em prol dos idosos do Lar São Vicente de Paulo. Com o valor arrecadado, foram compradas cerca de 800 fraldas geriátricas e 64 lâminas de barbear, entregues durante uma visita no último dia 8 de agosto.

 

Iniciativa - A ação foi uma iniciativa do gerente Flávio Ferraresi, que incentivou a equipe a participar. “Devemos muito aos nossos cooperados e alguns colegas, que sabendo do propósito adquiriram os números. De isso tudo, o que fica é o sentimento de gratidão a todos os nossos colaboradores, que deram um pouco de si para ajudar o próximo. Sabemos que esse número é pequeno mediante a necessidade daquela instituição, mas grande mediante ao engajamento e a atitude de todos”, ressalta. (Imprensa Sicoob Arenito)

 

AGROLEITE: Ratinho Junior reforça necessidade de agregar tecnologia à produção do leite

O governador Carlos Massa Ratinho Junior reforçou, nesta quinta-feira (15/08), na Agroleite, em Castro (PR), a necessidade de o Paraná agregar tecnologia e industrialização à produção do leite, mantendo o Estado em uma posição de destaque no País. Em sua 19ª edição, a feira é uma das principais vitrines do Brasil de novas tecnologias para o setor.

Consolidação - “O Paraná vem se consolidando como uma das maiores bacias leiteiras do País. Aqui na feira existe o que há de mais moderno. Com acesso a novas tecnologias, o produtor melhora a qualidade do leite, a quantidade e também aumenta a sua renda”, destacou.

Terceiro maior produtor - O Paraná é o terceiro maior produtor de leite do Brasil, com cerca de 13% do mercado nacional, em uma disputa acirrada com o Rio Grande do Sul pelo segundo posto. Minas Gerais ocupa o primeiro lugar.

Pecuaristas - A cadeia do leite engloba aproximadamente 90 mil pecuaristas no Estado. Em 2017, segundo os dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram produzidos 4,4 bilhões de litros no Paraná.

Produção - Em 2018, a produção de leite rendeu R$ 5,8 bilhões no Valor Bruto da Produção Agropecuária do Estado, segundo dados preliminares do Departamento de Economia Rural (Deral) da secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento, valor menor apenas em relação às produções de frango, soja e milho.

Estimativa - O secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, disse que a expectativa é que o Paraná possa fechar 2019 com uma produção estimada em 4,7 bilhões de litros de leite por ano. “Somente aqui nos Campos Gerais são 600 milhões de litros por ano, 300 milhões em Castro, consolidando o leite como uma riqueza importante do Estado”, afirmou.

Tecnologia - Ortigara também ressaltou a necessidade de mais tecnologia no campo e de ampliar a industrialização dos derivados do produto, diminuindo a possibilidade de sobras. “Ou a gente prospecta novos mercados, amplia o processamento de derivados como leite em pó e manteiga, ou vai sobrar leite, matando os pequenos criadores”, afirmou.

Ampliação - De acordo com ele, o Brasil deve ampliar a produção em 7 bilhões a 8 bilhões de litros nos próximos anos. “Por isso a importância de atrair investimentos, indústrias para o Estado”, disse o secretário.

Sudoeste - Ratinho Junior lembrou o exemplo da indústria de laticínios Piracanjuba, que prepara o lançamento, para setembro, de uma planta para o processamento de queijo fatiado, em Sulina, no Sudoeste do Estado. Para 2020, a companhia prepara novo investimento na região, em São Jorge D'Oeste.

Investimentos - Somados, os investimentos chegam a R$ 110 milhões, gerando 370 empregos diretos em um primeiro momento. “Esse é o caminho que nós temos de seguir, o nosso foco. Criar um ambiente de negócios para atrair mais empresas que possam industrializar esses produtos do campo”, afirmou.

Principais regiões - Entre as principais regiões leiteiras do Estado, estão a Sudoeste, Oeste, e a região de Castro, nos Campos Gerais, onde os rebanhos têm alta produtividade. O município de Castro é considerado a capital nacional do leite. Em 2017, produziu 264 milhões de litros, liderando o ranking nacional, segundo o IBGE e, de acordo com a estimativa do Deral, a produção tende a crescer na região. “Somente com tecnologia, muita tecnologia, é que vamos conseguir ser competitivos e crescer no mercado”, ressaltou o governador.

Preço médio - O preço médio do litro de leite pago ao produtor, que era de R$ 1,21 em 2017, passou para R$ 1,29 o litro em 2018.

Governo - O Governo do Estado marca presença na Agroleite com o estande da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, parceira de projetos de desenvolvimento da cadeia do leite, envolvendo assistência técnica, pesquisa e sanidade. Estão no evento, técnicos da secretaria, do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), para orientar os proditores e dar informações sobre a atuação da secretaria e das vinculadas no setor.

Presenças - Participaram da visita os secretários Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo) e Sandro Alex (Infraestrutura e Logística); o presidente da Agência Paraná de Fomento, Eduardo Bekin; os deputados estaduais Alexandre Curi e Gilson de Souza; a deputada federal Aline Sleutjes; além de prefeitos, vereadores e lideranças da região. (Agência de Notícias do Paraná)

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AGRO 4.0: Parceria entre Mapa e MCTIC vai levar mais conectividade ao campo

agro 4 16 08 2019O Ministério da Agricultura e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lançaram, nesta quinta-feira (15/08), a Câmara do Agro 4.0. Resultado de um acordo de cooperação técnica entre as duas pastas, a iniciativa visa ampliar a conectividade no campo e estabelecer ações para que o Brasil seja um exportador de soluções de internet das coisas com aplicação no agronegócio.

Apoio - Durante a assinatura da parceria, a ministra Tereza Cristina destacou a importância da cooperação para o Brasil produzir mais com sustentabilidade, sem precisar ampliar a área plantada. Ela também disse que os pequenos produtores são prioridade. “Eles precisam de muito de apoio na inovação, na ciência e na tecnologia. Queremos levar tecnologia e colocá-los na roda produtiva”.

Plano Nacional - A Câmara é parte do Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT.BR), lançado em junho. Os trabalhos serão concentrados para levar conectividade às propriedades rurais de todo país, com atenção especial para as das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No Nordeste, por exemplo, o governo pretende investir cerca de R$ 83 milhões para que a conectividade chegue ao ambiente rural. Já no Norte, o valor chega a R$ 35 milhões, segundo o MCTIC.

Internet das Coisas - “Além disso, vamos estimular a Internet das Coisas, para ser aplicada dentro das propriedades em diversas modalidades, desde coletando dados para a melhoria do solo até à aplicação de defensivos de uma forma muito precisa”, garantiu o ministro do MCTIC, Marcos Pontes.

Rede - Internet das Coisas é o nome dado à rede de objetos que se comunicam e interagem de forma autônoma, via internet. As aplicações são diversas e incluem desde o monitoramento de saúde, o controle de automação industrial, até o uso de dispositivos pessoais conectados.

Sintonia - A ministra Tereza Cristina ainda lembrou que essa iniciativa estará em sintonia com o projeto que o Mapa prepara para o Nordeste. “Nós já mapeamos 11 regiões do Nordeste, onde nós, em breve, vamos lançar um programa voltado para a pequena agricultura”.

Estrutura - Na primeira reunião da Câmara Agro 4.0, será elaborado um cronograma de trabalho em conjunto com todos os integrantes, com a finalidade de criar estratégias para atender as metas.

Composição - A Câmara será composta por uma secretaria executiva com um representante do Mapa e um do MCTIC e um Conselho Superior com representantes do governo, setor empresarial e academia, definidos pela secretaria executiva. Também haverá grupos de trabalho com temas a serem definidos pelo Conselho Superior.

Discussões- O início das discussões está previsto para agosto de 2019 e conclusão em agosto de 2022. (Mapa)

agro 4 quadro 16 08 2019

 

IBGE: Cresce abates de frangos e produção de ovos no segundo trimestre

ibge 16 08 2019O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta semana os primeiros resultados da pesquisa de produção de ovos e de abates do segundo trimestre. O levantamento mostra que foram abatidos 1,43 bilhão de cabeças de frangos, uma queda de 1,5% em relação ao trimestre anterior, e aumento de 3,6% na comparação com o mesmo período de 2018. No caso do suíno foram abatidas 11,39 milhões de cabeças representando aumentos de 0,7% em relação ao trimestre anterior e de 5,1% na comparação com o mesmo período de 2018. E a produção de ovos também cresceu no segundo trimestre. Segundo o levantamento, a produção de ovos de galinha foi de 930,93 milhões de dúzias no 2º trimestre. O resultado representou incrementos de 2,0% em relação ao 1° trimestre e de 5,8% em comparação à produção do mesmo trimestre do ano anterior.

Exportações - Nas duas primeiras semanas do mês de agosto, as exportações de carne de frango somaram 16,4 mil toneladas embarcadas. O período de sete dias úteis registrou uma média diária de 16,9 mil toneladas, 9,1% maior que a média registrada para julho e 5% maior que a média registrada para agosto de 2018. Se essa média for mantida durante todo o mês o total embarcado pode superar julho e chegar a 371,8 mil toneladas remessadas ao exterior.

Carne suína - Já as exportações de carne suína somaram 16,4 mil toneladas embarcadas e registrou uma média diária de 2,3 mil toneladas, 9,9% menor que a média registrada para o mês de julho e 0,4% menor que a média registrada para agosto de 2018.

Surto - Enquanto o mundo se volta para o surto da Peste Suína Africana na China e seus reflexos no mercado, os países europeus começam a temer a aproximação da doença no continente. Nesta semana, foi a vez da Sérvia reportar a ocorrência da PSA em suínos domésticos à Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). Além desse país, outros 11 tiveram casos da doença em suínos domésticos.

Abate - No 2º trimestre de 2019, foram abatidas 11,39 milhões de cabeças de suínos, representando aumentos de 0,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 5,1% na comparação com o mesmo período de 2018.O peso acumulado das carcaças foi de 1,02 milhão toneladas no 2º trimestre de 2019, representando altas de 2,5% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 4,3% em relação ao mesmo período de 2018. (Avicultura Industrial / Suinocultura Industrial)

 

CAGED: Paraná é o único Estado a registrar crescimento de carteiras assinadas

 

emprego 16 08 2019O Paraná foi o único Estado a registrar crescimento na variação de empregados com carteira assinada no setor privado no segundo trimestre de 2019. Houve evolução tanto na comparação com o primeiro trimestre de 2019 quanto com o segundo trimestre de 2018. Os aumentos foram de 3,4% e 4,2%, respectivamente.

 

PNAD Contínua - Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (15/05). As outras 26 unidades da federação permaneceram estagnadas ou registraram quedas em ambos os períodos de comparação.

 

Terceiro Estado - Segundo o IBGE, o Paraná foi o terceiro Estado com maior percentual de empregados com carteira assinada no setor privado, com 81,4% no segundo trimestre de 2019. A região Sul se destacou neste quesito, com os três primeiros lugares do País. Em Santa Catarina a taxa foi de 87,6% e no Rio Grande do Sul de 83,3%, enquanto a média nacional ficou em 74,3%.

 

Melhoria - Segundo o secretário de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, os números refletem a melhoria no atendimento das Agências do Trabalhador e a aproximação do governador Carlos Massa Ratinho Junior com o setor privado. “Nosso Departamento do Trabalho se destaca por ter uma atuação proativa, procurando grandes empresas para fazer a intermediação de mão de obra e desta forma recolocar mais rapidamente os paranaenses no mercado formal de trabalho”, disse.

 

Exemplos - Leprevost citou como exemplos a articulação para que as Agências sejam as intermediadoras de vagas nas obras da segunda ponte de Foz do Iguaçu, no Hard Rock Hotel do Norte do Paraná e na nova planta da Klabin, em Ortigueira. Serão mais de 12 mil vagas.

 

Taxa de desemprego - O balanço de trabalhadores com carteira assinada consta do índice de taxa de desemprego do País no segundo trimestre de 2019, que recuou para 12%, contra 12,7% no levantamento do primeiro trimestre.

 

Menor que a média - O Paraná registrou uma taxa de desemprego de 9%, bem menor que a média brasileira. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (8,3%), Rio Grande do Sul (8,2%), Rondônia (6,7%) e Santa Catarina (6%) ocuparam os cinco primeiros lugares.

 

Curitiba - A PNAD Contínua também apontou evolução no emprego na Região Metropolitana de Curitiba, com redução na desocupação de 11,6% no segundo trimestre de 2018 para 10% no segundo trimestre de 2019, terceiro melhor resultado do País – atrás apenas das grandes Florianópolis e Goiânia.

 

Números positivos - Os números de Curitiba também figuram positivamente na pesquisa, apesar de leve alta de 8,3% para 9% entre o primeiro e o segundo trimestre de 2019. A capital do Paraná é a quinta do País com menor taxa de desocupação, atrás de Florianópolis, Goiânia, Campo Grande e Porto Alegre.

 

Índice nacional - Considerando-se as variações em relação ao primeiro trimestre do ano, a taxa de desocupação recuou em 10 das 27 unidades da federação, permanecendo estável nas demais. O número de desalentados no segundo trimestre de 2019 foi de 4,9 milhões de pessoas de 14 anos ou mais. A PNAD Contínua estima que cerca de 3,3 milhões de pessoas procuram trabalho há dois anos ou mais.

 

Economia do Paraná cresce mais do que a brasileira - Segundo o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central, a atividade econômica do Paraná avançou 0,56% em junho em comparação a maio de 2019 (resultado com ajuste sazonal), enquanto a economia brasileira cresceu 0,3% no mesmo período.

 

Acumulado - No acumulado dos seis primeiros meses deste ano, em comparação a igual período de 2018 (sem ajuste sazonal), o índice paranaense apresentou crescimento de 2,65%. O único resultado negativo (-0,09%) ocorreu em junho de 2019 em comparação a junho de 2018 (sem ajuste sazonal). A economia brasileira, na contramão, cresceu apenas 0,62%, sem ajuste sazonal.

 

IBC-Br - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) é um indicador que antecipa o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) – que é calculado pelo IBGE. Apesar das reduções, há previsão de alta de cerca de 0,8% no PIB brasileiro em 2019.

 

Tabelas - Confira AQUI a tabela com a comparação entre o primeiro e segundo trimestre de 2019 e AQUI a tabela com a comparação entre o segundo trimestre de 2019 e o mesmo período de 2018. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA I: Porto de Paranaguá vai modernizar o Corredor de Exportação

 

infraestrutura I 16 08 2019O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, sistema por onde são movimentados grãos e farelos, será remodelado e modernizado para atender à crescente demanda do agronegócio paranaense. A estrutura foi construída ainda na década de 1970. Nesta quinta-feira (15/08), o governador Carlos Massa Ratinho Junior esteve em Paranaguá e autorizou a licitação do projeto básico das obras.

 

Capacidade de exportação - Ele destacou que, quando concluída, a modernização vai aumentar em 40% a capacidade de exportação do Porto de Paranaguá. “Dará velocidade enorme às operações de embarque. O agronegócio paranaense tem dobrado de tamanho a cada dez anos e o Porto de Paranaguá, que é o grande exportador de grãos na América do Sul, tem que acompanhar o crescimento da produção”, disse o governador.

 

Pacto Global - No evento, realizado na sede administrativa da empresa pública Portos do Paraná, Ratinho Junior também anunciou o ingresso da administração portuária no Pacto Global da ONU e lançou o serviço de Certidão Negativa de Débitos online e o concurso para o projeto de um prédio turístico. O governador também fez a chamada servidores aprovados nos concursos públicos realizados em 2016 e 2017.

 

Autonomia - O governador lembrou que nesta semana o Paraná se tornou o primeiro Estado do Brasil a receber autonomia para administrar contratos de exploração de áreas dos portos organizados. Segundo ele, a independência comprova o alto nível técnico dos Portos do Paraná.

 

Ganho operacional - Segundo o diretor-presidente dos Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, com a modernização, o complexo vai otimizar o ganho operacional do porto. “Isso significa a diminuição do custo da cadeia logística. Os portos do Paraná passam a ser muito interessantes e mais eficientes para os produtores”, explicou.

 

Eficiência - Para o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, o Governo do Estado investe em todos os modais para diminuir os custos logísticos e facilitar o escoamento da produção paranaense. “Já temos um alto grau de eficiência em exportação, que será ampliado ainda mais. Uma boa notícia para os produtores e para todos os paranaenses”, disse.

 

Produtividade - O projeto básico para as obras de repotenciamento do Corredor de Exportação será a base para o projeto executivo e as obras que aumentarão a capacidade de embarque de grãos e farelo pelos três berços exclusivos do Corredor em 33%. Maior produtividade significa menor tempo de operação, maior rotatividade das embarcações e menor custo para toda a cadeia.

 

Novo sistema - O objetivo do investimento é desenvolver um novo sistema, de modo que a atual produtividade, de 3 mil toneladas/hora, por berço, passe a 4 mil toneladas/hora. Para isso, o projeto prevê seis novas correias transportadoras e a aquisição de novos equipamentos eletromecânicos.

 

Potência e produtividade - Além de ganhar mais potência e produtividade, o Corredor de Exportação passará a operar com melhores práticas ambientais e alcançar maior segurança operacional e de trabalho. As novas correias serão enclausuradas, ou seja, protegidas de modo a evitar perdas na carga, sujeira da cidade e prejuízo à qualidade do ar e ao meio ambiente como um todo, pelo pó. No mesmo projeto estão previstas todas as obras necessárias para que o Corredor de Exportação opere em plena capacidade.

 

Servidores - O governador também assinou a convocação de 31 novos servidores, aprovados nos concursos públicos realizados em 2016 e 2017. Serão chamados 28 novos agentes portuários assistentes administrativos, dois agentes administrativos de segurança, três técnicos portuários e um analista de comunicação social.

 

Mirante - O evento marcou, ainda, o lançamento do concurso de projetos de arquitetura para a construção do mirante para visitação turística no Porto de Paranaguá. Com premiação de R$ 50 mil, os projetos devem prever um Centro de Convivência para a família do caminhoneiro que opera na faixa portuária, mirante e receptivo turístico.

 

CND online - Agora é possível que operadores e prestadores de serviços portuários emitam a Certidão Negativa de Débitos pelo site www.portosdoparana.pr.gov.br. O lançamento do serviço, que permite a impressão do documento de forma gratuita, deve facilitar o acesso dos agentes marítimos ao AppaWeb, sistema de informações dos Portos do paraná.

 

Presenças - Participaram do evento os secretários da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, e da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex; os deputados estaduais Gilson de Souza, Alexandre Curi e Nelson Justus, os prefeitos de Paranaguá, Marcelo Roque; de Matinhos, Ruy Hauer; Guaraqueçaba, Ariad Junior, e Antonina, José Paulo Vieira Azim.

Portos do Paraná inicia ações dentro dos ODS

 

Adesão - A empresa pública Portos do Paraná aderiu às ações do programa Cidades do Pacto Global das Nações Unidas e passa a desenvolver atividades dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Milênio (ODS). No evento em Paranaguá, Ratinho Junior ressaltou que o Paraná é o Estado brasileiro que mais avança no alcance das metas do ODS e que o porto agora soma esforços com outros órgãos do Estado.

 

Políticas públicas - “Estivemos em Nova York há um mês, convidados pela ONU para falar sobre esse assunto”, disse. “A partir do momento em que assume esse protocolo, o porto se compromete com uma série de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável. E ele já é reconhecido pelo seu forte compromisso com a área ambiental”, afirmou. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA II: Governo estuda dolarizar contratos de concessão

 

O governo estuda permitir que contratos de concessão em infraestrutura cobrem tarifa em dólar, desde que o cliente também tenha receita em moeda estrangeira. A informação foi dada pelo secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, durante audiência pública na Câmara.

 

Escoamento de commodities - "Estudamos a possibilidade de autorizar, quando o usuário tem receitas em dólar, que possa pagar tarifa em dólar", disse. "É o caso de muitas obras em infraestrutura para escoamento de commodities." Com a possibilidade de captar financiamento em moeda estrangeira, a tendência é o custo do investimento cair, acrescentou.

 

Swap - O formato dessa cobrança pode ser um contrato de swap, informou o secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura, Diogo Mac Cord. "Se eu tenho uma dívida em dólar e um cliente que tem receita em dólar e despesa em real, então naturalmente a gente pode 'swapar'", afirmou.

 

Direto - Mac Cord disse que seria um swap direto de concessionária e cliente. No entanto, há estudos para oferecer esse instrumento de forma mais ampla. Existem estudos no BNDES para esse fim. "Mas esse produto, o mercado pode perfeitamente oferecer", disse. "Podemos dar instrumentos legais."

 

Proteção cambial - Encontrar formas de proteção cambial é prioridade para o governo. É a melhor maneira de trazer recursos do exterior para financiar projetos. Empresas e investidores temem fazer dívida em dólar para projetos que gerarão receitas em real. "Para captar em dólares, é requerido por financiadores e investidores que a empresa faça proteção", disse Igino Zucchi, ex-integrante do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e sócio da Capital Structuring. Ele considera que a tarifa em dólar reduz o custo do financiamento e os riscos.

 

“Choque de investimento” - A possível dolarização faz parte de um conjunto de medidas em estudo que formarão o chamado "choque de investimento". É um projeto de lei que busca remover empecilhos ao financiamento da infraestrutura, antecipado pelo Valor no dia 16 de julho. Ainda não apresentado ao Congresso Nacional, o projeto pode ser discutido pela comissão especial.

 

Ponto central - Um ponto central do projeto é viabilizar o financiamento na modalidade "project finance", na qual o próprio negócio é sua garantia. No Brasil, os agentes financeiros pedem garantias corporativas. "É o contrário do que deveria ser", disse Costa. O projeto cria três etapas de monitoramento da situação financeira da concessão, de forma a minimizar os riscos de sua entrada em recuperação judicial.

 

Limitação - O governo quer, ainda, limitar a participação de empresas estatais em leilões. A norma se aplicaria a empresas 100% estatais.

 

Crítica - Da Costa criticou o fato de uma estatal chinesa haver arrematado concessão de linhas de transmissão de energia e haver recebido financiamento do BNDES. Ele acrescentou que havia recursos privados disponíveis para financiar a linha.

 

Inclusão - O presidente Jair Bolsonaro formalizou nesta quinta-feira (15/08) a inclusão de mais de 60 projetos em infraestrutura na carteira do Programa de Parcerias de Investimento (PPI). Na lista, estão por exemplo os 4.114 km de rodovias federais e estaduais do Paraná. Na terça-feira (13/08), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e o governador do Estado, Carlos Roberto Massa Júnior, assinaram um acordo para realizar os estudos. (Valor Econômico)

GUEDES: Brasil sai do Mercosul se Argentina frear abertura do bloco

guedes 16 08 2019O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na noite desta quinta-feira (15/08) que, caso a oposição vença as eleições presidenciais na Argentina e apresente resistência à abertura econômica do Mercosul, o Brasil deixará o bloco. As primárias realizadas no último fim de semana pelo país vizinho, que servem como uma pesquisa nacional, indicou o favoritismo da chapa encabeçada pelo peronista Alberto Fernández, que tem como vice a ex-presidente Cristina Kirchner. Eles receberam 47% dos votos. O atual presidente, Mauricio Macri, ficou com 32%.

Primeiro turno - O primeiro turno está marcado para 27 de outubro e, caso algum candidato obtenha mais de 45% dos votos, não há necessidade de segundo turno. "Se vence o Macri, o Bolsonaro se dá bem com ele e os dois se dão bem com o Trump. Então tudo caminha em alta velocidade. Se der errado, der o outro lado? A pergunta é simples. Nós vamos continuar abrindo. Vocês também? Se não vão, então tchau. A gente sai fora do Mercosul e vamos embora. Acho que vamos ser muito práticos. E não tememos o efeito disso. O Brasil precisa retomar sua dinâmica de crescimento", disse Guedes.

Sem crise - As declarações foram dadas em discurso na cerimônia de encerramento do Seminário sobre Gás Natural, evento organizado há cada dois anos no Rio de Janeiro pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). Em junho, o Mercosul fechou um acordo de livre comércio com a União Europeia. Segundo o ministro, os Estados Unidos também manifestaram interesse em um acordo comercial com o bloco. Ele disse ainda que a disposição do Brasil em abrir o seu mercado faz o país ser disputado. "Todo mundo está fechando para balanço e nós somos a única moça da festa disponível para dançar. Então todo mundo quer dançar com a gente".

Economia com dinâmica própria - Ao final do evento, Guedes conversou com jornalistas e argumentou que o Brasil não precisa se preocupar com crise externa se o dever de casa for bem feito, porque dispõe de uma economia com dinâmica própria de crescimento. Segundo ele, houve momentos em que o mundo estava crescendo aceleradamente e o país não se beneficiou.

Efeito contágio - "Se há uma momento favorável lá de fora, valoriza o câmbio, mas em compensação você vende menos móveis, têxteis. O Brasil foi até desindustrializado mais rapidamente durante o período em que o câmbio se valorizou. Agora pode ser contrário. O mundo pode desacelerar e nós podemos acelerar. De repente, com energia barata e um câmbio um pouco mais alto, você vai reindustrializar autopeças, móveis, sapatos, indústria têxtil. Não devemos temer o efeito contágio. O Brasil tem uma dinâmica própria como poucos países: os Estados Unidos, a China, a Índia", disse Paulo Guedes. "Se o dólar quiser ir para R$4 ou mais de R$4 por causa da eleição na Argentina ou pelo vento lá fora, deixa ir. Estamos preparados", acrescentou.

Pacto federativo - O ministro defendeu ainda um novo pacto federativo entre União, estados e municípios. Para ele, esse novo pacto pode se beneficiar de um interesse internacional no Brasil. "Estivemos em Dallas há pouco tempo e falava-se da nossa fronteira de pré-sal. Os cálculos eram de US$500 bilhões, US$600 bilhões, até US$900 bilhões e US$1 trilhão em reservas. É um valor colossal pensar que tem quase US$1 trilhão para extrair do chão ao longo dos próximos 25 anos e isso tudo é o que vai reavivar o nosso pacto federativo. O dinheiro que sair do chão vamos jogando para os estados e municípios para reconstruir a federação. São eles que financiam saúde, educação, saneamento, segurança pública".

Proposta - Uma proposta está sendo elaborada, de acordo com Guedes, para que o percentual da arrecadação do pré-sal que fica com a União seja encolhido gradativamente. Ao final de oito anos, estados e municípios ficariam com 70% desses recursos. Ao mesmo tempo, o ministro defende a desvinculação e desindexação das despesas dos orçamentos de todos os entes federativos, assim como o fim das verbas carimbadas.

Principal função - "A principal função da classe política é administrar os recursos públicos, é alocar os recursos de forma mais eficiente. Vou dar um exemplo. O ministro da Justiça, Sérgio Moro, precisa de R$500 milhões para reequipar a Força de Segurança Nacional. Mas ele tem R$1,5 bilhão do fundo penitenciário. Ele não consegue pegar esse dinheiro. O natural era ele poder remanejar esses recursos. E aí no final do ano, falta dinheiro para todo mundo, mas sobra dinheiro congelado nos diversos fundos".

Privatizações - Guedes disse ainda que o presidente da República, Jair Bolsonaro, está cada vez mais sintonizado com a agenda de privatizações e tem cobrado mais agilidade de Salim Matar, secretário especial de desestatização e desinvestimento do Ministério da Economia. "Eu durante a campanha falava: vamos privatizar todas. Minha obrigação é recompor as finanças da União. E estou convencido que as estatais esgotaram o seu ciclo de financiamento, foram perdendo a capacidade de investimento e foram ficando para trás", analisou o ministro.

Capacidade de investimento - Segundo ele, a capacidade de investimento que o Brasil necessita não é compatível com monopólios e demanda de capital privado. Ele não descartou a privatização da Petrobras. De acordo com o ministro, apesar de estar se recuperando, a estatal não tem capacidade de investimento para fazer frente à extração dos R$700 bilhões em reservas do pré-sal. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: União Europeia retira dois produtos da lista de restrição ao aço brasileiro

comercio exterior 16 08 2019A União Europeia (UE) retirou os aços inoxidáveis e os perfis de aço do Brasil da lista de produtos com volumes limitados para entrar no seu mercado. Abriu assim o caminho para os produtores brasileiros disputarem novos negócios no Mercado Comum Europeu.

Plano - Bruxelas submeteu nesta quinta-feira (15/08) à Organização Mundial do Comércio (OMC) um plano de "ajuste" nas cotas tarifárias que foram adotadas no ano passado diante do aumento das importações e do desvio de comércio, como consequência da decisão dos EUA de sobretaxar produtos siderúrgicos.

Retirada da salvaguarda - No caso do Brasil, a boa notícia é que foi a retirada a salvaguarda de dois produtos. "É positivo porque libera os dois produtos para buscar mais mercado, e ainda mais porque no caso de aço inoxidável é de maior valor agregado", reagiu o presidente-executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes.

Exclusão - A UE manteve, no seu novo plano de ajuste, a exclusão do aço semiacabado do Brasil de limites de entrada em seu mercado. Isso se explica por sua importância para a indústria europeia.

Ponto negativo - O ponto negativo, desta vez, é que o Brasil queria que seus laminados a frio estivessem numa cota global, em que teria mais capacidade de disputar maior fatia no mercado europeu. No entanto, a UE manteve cota específica para esse produto originário do Brasil.

Cota - Agora, a cota para laminados planos a frio do país caiu 11 mil toneladas para os próximos dois anos, devendo ficar em 169,9 mil depois de junho de 2020. Se estivesse na cota global, poderia disputar o volume de mais de 1 milhão de toneladas. A cota específica para folhas metálicas do Brasil teve o volume diminuído em cerca de 3 mil toneladas até 2021.

Redução - Globalmente o ajuste feito pela UE diminuirá de 5% para 3% o aumento anual das cotas, que vigoram até junho de 2021. Para a Eurofer, representante dos produtores europeus, trata-se de toda maneira de um aumento num mercado em contração. O volume que passar das cotas será taxado em 25%.

Indonésia - O aço inoxidável da Indonésia agora está sujeito a cotas. E um país só poderá ter no máximo 30% de fatia do aço importado pelos europeus.

Alívio - Para os produtores brasileiros, qualquer chance de poder exportar mais é um alívio, já que o setor siderúrgico nacional está operando apenas 67% de sua capacidade instalada, quando precisa operar 80% para ter resultados. "O mercado interno está deprimido, e o mercado externo está convulsionado por excesso de aço e por medidas protecionistas", diz Marco Polo.

Exportações - O Instituto Aço Brasil projeta exportações de 12,9 milhões de toneladas neste ano, numa queda de 7,3%. Já as importações podem chegar a 2,4 milhões de toneladas, com queda de 0,6% comparado ao ano passado. Em 2018, a China representou 42% do aço importado pelo Brasil, ante 1,4% em 2000.

Excesso da oferta mundial - Mesmo com a redução da produção na China, o excesso de oferta mundial de aço é de 395 milhões de toneladas, representando uma "super oferta brutal", como define Marco Polo. "O mundo está de cabeça para baixo na siderurgia."

Capacidade instalada- Para ter uma ideia, a capacidade instalada no Brasil é de 51 milhões de toneladas.

Trump - No ano passado, quando Donald Trump impôs sobretaxas na entrada do aço estrangeiro, a siderurgia americana operava com 77% de sua capacidade. Agora, opera com 83%, beneficiado pelas barreiras ao produto importado.

Discussão - A UE vai discutir o ajuste que fez em sua salvaguarda com os parceiros, em Genebra. O plano é de aplicação dos novos volumes a partir de outubro. (Valor Econômico)

 


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