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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4640 | 14 de Agosto de 2019

FAZENDA: Representantes da Ocepar tomam posse no novo Conselho de Contribuintes

 

O coordenador jurídico da Ocepar, Rogério Croscato, e o coordenador de desenvolvimento cooperativo do Sescoop/PR, Devair Mem, tomaram posse, na segunda-feira (12/08), como representantes das cooperativas no Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais (CCRF), órgão da Secretaria de Estado da Fazenda que é responsável pelo julgamento, em segunda instância administrativa, dos recursos de contribuintes que recorreram de multas e já perderam em primeira instância. 

 

Impostos - O Conselho trata dos três impostos de competência da Receita Estadual, a quem cabe o julgamento em primeira instância – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o que apresenta o maior número de processos; Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), com um volume pequeno; e Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), com volume baixíssimo de processos.

 

Processos - Em média, de acordo com a presidente do Conselho, a auditora fiscal Maysa Cristina do Prado, cerca de 700 processos dão entrada a cada ano e a entidade tem conseguido resolver pelo menos 600 no decorrer de um ano.

 

Auditores - O Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais é um órgão colegiado de segunda e última instância dos procedimentos administrativos fiscais, formado por 12 conselheiros indicados pelo Estado (seis titulares e seis suplentes) e outros 12 por entidades de setores econômicos da iniciativa privada (também seis titulares e seis suplentes).  As sessões acontecem de segunda a quinta-feira, das 16h30 às 18 horas. O Conselho de Contribuintes tem mandato de um ano.

 

Indicados - Os indicados pelo Estado são necessariamente auditores-fiscais em atividade. Os demais precisam ter curso superior e, preferencialmente, ter experiência na área de direito em geral e direito tributário

 

Membros - Os membros que tomaram posse, representando o Estado, são Roberto Zaninelli Covelo Tizon, vice-presidente e presidente da Primeira Câmara; José Ayres dos Santos Junior, vice-presidente da Primeira Câmara; Maristela Deggerone, presidente da Segunda Câmara; Gilberto Calixto, vice-presidente da Segunda Câmara; Cícero Antonio Eich, Sérgio Augusto Martins Lebre, e os suplentes Edson Luciani de Oliveira, Luciana Nara Trintim, Mérito José de Souza, Odair Fernando Swarofsky, Paulo Cesar Bissani e Suzane Aparecida Gambetta.

 

Iniciativa privada - Pela iniciativa privada, juntamente com Rogério Croscato e Devair Mem, tomaram posse: Fernando de Bulhões Santos (Federação das Indústrias), Juliano Eduardo Lirani (Federação de Transportes de Cargas), Paulo Cesar Pereira Gruber (Federação do Comércio), Rafael Soczek de Araújo Gomes (Federação das Associações Comerciais), Thais Milena Ribeiro (Federação de Hospedagem), Alessandra Labiak (Fiep), Eleutério Czornei (Federação da Agricultura), Fabio Ciuffi (Associação Comercial), Leonardo Piantavini (Federação da Agricultura) e Rodrigo Fuganti Campos (Associação Comercial). (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

 

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PSR: Mudanças no Programa de Seguro Rural passam a valer a partir de 2020

trigo 14 08 2019O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) terá novas regras a partir do dia 1º de janeiro de 2020. As mudanças constam na Resolução nº 68, publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Diário Oficial da União desta terça-feira (13/08). As medidas foram aprovadas pelo Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural durante reunião realizada no dia 8 de agosto. A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) elaborou um documento com as principais alterações. “A partir de janeiro de 2020, o percentual de subvenção para grãos de verão irá reduzir em até 10 pontos percentuais, enquanto que para grãos de inverno, frutas, olerícolas, cana-de-açúcar, florestas, pecuária e aquícola, o percentual de subvenção irá aumentar em até 10 pontos percentuais. Haverá também redução no limite máximo de subvenção para grãos em R$ 24 mil, destaca o analista da Getec, Maiko Zanella.

Clique aqui para conferir na íntegra a Resolução nº 68, que traz ajustes no PSR

Clique aqui para conferir o documento da Getec sobre as mudanças

 

FRENCOOP: Receita pode reconhecer integração vertical às cooperativas

 

frencoop 14 08 2019O deputado federal Sérgio Souza (MDB-PR), que integra a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), se reuniu com o subsecretário de Arrecadação, Cadastros e Atendimento da Receita Federal, Frederico Faber. O encontro serviu para discutir o não reconhecimento da relação de integração vertical entre cooperativa e cooperados, ao qual modifica a porcentagem de cálculo da contribuição previdenciária, o Funrural.

 

Entendimento - De acordo com o parlamentar, a Solução de Consulta, Cosit 11, que trata do sistema de integração, entende que as cooperativas não são sociedade empresarial e, por este motivo, não têm direito a esse regime, elevando a contribuição previdenciária das cooperativas para alíquota plena. “Com esta resposta da consulta há um desequilíbrio muito grande. As cooperativas estão em desvantagens em relação as grandes indústrias. Essa análise vai destruir todo o agro cooperativo de integração”, afirmou Sérgio Souza.

 

Prejuízos - Para o parlamentar, essa nova interpretação vem trazendo enorme prejuízo as cooperativas. “Não queremos tratamento diferenciado, queremos apenas tratamento adequado, pois em momento algum foi analisado as especificidades das cooperativas e agora elas estão em desvantagem competitiva, perdendo para todas as outras sociedades empresariais. As cooperativas não querem privilégio, apenas a isonomia”, desabafou.

 

Solução - Faber disse que fará o possível para buscar uma solução para esta questão. “A Receita quer evitar essas distorções. Vou conversar com o secretário de tributação e ver as possibilidades”, analisou o subsecretário de Arrecadação, Cadastros e Atendimento da Receita Federal. (Assessoria de Imprensa do deputado Sérgio Souza)

LEGISLATIVO: Câmara aprova texto-base da MP da Liberdade Econômica

 

legislativo 14 08 2019O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (13/08), o texto-base da MP da Liberdade Econômica (Medida Provisória 881/19). Foram 345 votos a favor e 76 contra. Os destaques ficaram para esta quarta-feira (14/08) e serão todos votados pelo sistema eletrônico, fruto de um acordo com a oposição.

 

Emenda aglutinativa - O texto aprovado é uma emenda aglutinativa negociada pelo relator, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), que retira pontos aprovados na comissão mista considerados inconstitucionais. “Vamos aprovar uma lei com toda a segurança de que vamos dar um passo importantíssimo para diminuir a presença do Estado na vida do cidadão”, disse o relator.

 

Garantias - A proposta aprovada estabelece garantias para a atividade econômica de livre mercado, impõe restrições ao poder regulatório do Estado, cria direitos de liberdade econômica e regula a atuação do Fisco federal.

 

Baixo risco - O texto libera pessoas físicas e empresas para desenvolver negócios considerados de baixo risco, que poderão contar com dispensa total de atos como licenças, autorizações, inscrições, registros ou alvarás.

 

Outros temas - Outros temas tratados pela proposta são a instituição da carteira de trabalho digital; agilidade na abertura e fechamento de empresas; substituição dos sistemas de Escrituração Digital de Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) e do banco de dados sobre estoques chamado Bloco K.

 

Trabalho aos domingos - A principal polêmica é o fim das restrições ao trabalho nos domingos e feriados, dispensando o pagamento em dobro do tempo trabalhado nesses dias se a folga for determinada para outro dia da semana. Pelo texto, o trabalhador poderá trabalhar até quatro domingos seguidos, quando lhe será garantida uma folga neste dia.

 

Críticas - O dispositivo foi duramente criticado pela oposição no decorrer da sessão. O deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) disse que a intenção é promover uma “minirreforma trabalhista”. “Todos somos a favor de desburocratizar, de ter liberdade econômica. Mas não é possível essa liberalização geral para o trabalho aos domingos. Domingo é um dia para o descanso. Domingo é um dia para os religiosos fazerem suas orações”, afirmou o parlamentar.

 

Precarização - A deputada Margarida Salomão (PT-MG) disse que a precarização não pode ser a saída para o crescimento. “Não é necessário precarizar o trabalho para que o desenvolvimento aconteça. Querer abolir a regulação é ameaçar as condições de consistência do desenvolvimento”, declarou.

 

Excesso - O líder do PDT, deputado André Figueiredo (CE), disse que o texto amplia em excesso a autorização para o trabalho aos domingos. “No caso de ação consensual entre o sindicado patronal e o laboral, principalmente para o setor de bares, restaurantes e hotelaria, cabe a faculdade de trabalhar ao domingo. A grande questão é que estamos abrindo para todos os setores”, ressaltou.

 

Sindicatos - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, informou que o tema foi negociado com a Central Única dos Trabalhadores (CUT).  “Eu estive hoje com o presidente da CUT. A preocupação dele era que não fossem 7 semanas, que fossem 4 semanas. Eu acho que trabalhar aos domingos também, para um país que pretende ser do turismo, não é nenhum problema, contanto que seja respeitada a folga do trabalhador”, afirmou.

 

Defesa - O tema foi defendido pelo relator, Jerônimo Goergen. Ele disse que os deputados e o governo perderam a “batalha da mídia” sobre a proposta de trabalho aos domingos por até sete semanas e que o texto atual garante o desenvolvimento econômico.

 

Impacto - Para a deputada Soraya Santos (PL-RJ), a medida vai aquecer a economia. “Devemos levar em consideração que a liberação do trabalho aos domingos vai impactar em 4% os empregos no Brasil e, a longo prazo, vai gerar 3 milhões de empregos. Para o Brasil, na situação em que está, isso vai ser de grande valia”, disse. (Agência Câmara)

RODOVIAS: Acordo de leniência deve reduzir em 30% pedágios em trechos da BR-277

rodovias 14 08 2019O acordo de leniência entre a Ecorodovias e o Ministério Público Federal deve baratear as viagens de carro para dois pontos turísticos do Paraná: o litoral e a tríplice fronteira, onde encontra-se Foz do Iguaçu. O acordo veio a público na segunda-feira (12/08) e determina, entre outras obrigações, a redução das tarifas praticadas pela empresa no Paraná em 30%. A Ecorodovias é a controladora da Ecocataratas e a Ecovias - Caminhos do Mar, ambas pedagiadoras da BR-277.

Cinco praças - O trecho controlado pela Ecocataratas tem cinco praças de cobrança localizadas nas cidades de Candói, Laranjeiras do Sul, Cascavel, Céu Azul e São Miguel do Iguaçu. Os pedágios para veículos de passeio custam, respectivamente, R$ 13,50 nas três primeiras praças de cobrança; R$ 12,50 na quarta e R$ 16,40 na quinta.

Queda - Quando aplicadas as reduções, os valores devem cair para R$ 9,45 em Candói, Laranjeiras do Sul e Cascavel; R$ 8,75 em Céu Azul e R$ 11,48 em São Miguel do Iguaçu. Para o condutor que passa pelas cinco praças, o custo na ida cairia de R$ 69,40 para R$ 48,58.

Caminhões - No caso de caminhões pequenos, de dois eixos, ao passar por todos os pedágios da BR-277 da Ecocataratas, o custo da viagem cairia de R$ 239,2 para R$ 167,44. O valor sobe à medida que cresce o tamanho do veículo de carga e um caminhão de dez eixos paga, atualmente, nos cinco pedágios, R$ 598 – caso a redução se concretize, o valor deve cair para R$ 418,60.

Km 60 - A Caminhos do Mar tem uma praça de cobrança estabelecida no km 60 da BR 277, entre Curitiba e Paranaguá, no litoral. O pedágio por passagem custa, para o veículo de passeio, R$ 20,90 e, se houver redução de 30%, cairá para R$ 14,63. Para caminhões leves, a redução seria dos atuais R$ 35,20 para R$ 24,64 e, para caminhões grandes, de dez eixos, o pedágio baixaria de R$ 173 para R$ 123,20.

Multa e obras - Pelo acordo, a Ecorodovias Infraestrutura e Logística ou a ECS, controladoras das concessionárias de pedágio do Paraná, se comprometeram a pagar o valor de R$ 30 milhões a título de multa; a Ecovia - Caminhos do Mar se comprometeu a arcar com R$ 20 milhões de obras e R$ 100 milhões de redução tarifária; e a Ecocataratas, a arcar com R$ 130 milhões de obras e R$ 120 milhões de redução tarifária.

Validade - A assessoria do MPF informou nesta terça (13/08) que a redução tarifária só passaria a valer 30 dias após a aprovação pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF e pela Justiça Federal de Curitiba. No acordo firmado com a Rodonorte, a homologação ocorreu cerca de 30 dias após o acordo vir a público. (Folha de Londrina, com Agência Estado)

 

COCAMAR I: Sementes produzidas pela cooperativa conquistam selo de qualidade

 

cocamar 14 08 2019A Cocamar foi agraciada em julho com o Selo Seed Solutions de Garantia de Qualidade concedido pela empresa Basf, sua parceira, em reconhecimento ao padrão das sementes de soja que produz na Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) de São Sebastião da Amoreira (PR).

 

Na cooperativa - Para isso, representando aquela companhia, estiveram na sede da cooperativa, onde foram recebidos pelo analista comercial de sementes e corretivos, Braz Ireno Spontoni Júnior, o coordenador de Marketing de Tratamento de Sementes da Diretoria Regional Sul, Pedro Vidal Lara, o responsável pelo Marketing de Tratamento de Sementes, José Mauro Guma, e o responsável técnico de vendas, Rafael Franciscatti. Eles formalizaram a entrega de um troféu ao então superintendente de Negócios Grãos e Insumos, Arquimedes Alexandrino, hoje gestor da empresa Cocamar Máquinas. 

 

Referência - Segundo Lara, o tratamento industrial de sementes já representa 10% dos negócios da Basf no país, sendo que em relação à soja, a média brasileira de tratamento é de 35%, contra 45% na Região Sul e estimativa de 80% entre os produtores cooperados da Cocamar. “O Brasil é referência mundial em tratamento industrial de sementes e também o maior mercado da companhia”, destacou.

 

No padrão desejado - Ele explicou que todos os anos é realizada uma minuciosa avaliação das sementes entre as empresas licenciadas pela Basf, com a coleta aleatória de amostras. “No caso da Cocamar, foi atendido o padrão desejado”, disse ele, lembrando que o selo ora concedido é referente às sementes produzidas no ciclo 2018/19 e pode ser utilizado em divulgação e embalagens de sacarias, por exemplo, no período 2019/20.

 

Responsabilidade - O superintendente da Cocamar agradeceu a empresa e frisou que a responsabilidade da cooperativa se torna ainda maior após essa conquista obtida logo no primeiro ano de operação da UBS. (Imprensa Cocamar)

COCAMAR II: Cooperativa planeja ampliar negócios com acordo Mercosul-União Europeia

 

cocamar II 14 08 2019As autoridades do Mercosul e da União Europeia anunciaram, em junho a conclusão das negociações em torno do Acordo de Associação entre os dois blocos. A decisão foi anunciada após reunião das equipes negociadoras em Bruxelas, na Bélgica. O acordo comercial tem grande potencial para a ampliação das exportações brasileiras, já que se consolida, assim, uma área de livre-comércio composta por mais de 775 milhões de habitantes e US$ 20 trilhões de Produto Interno Bruto unificado.

 

OCB - Segundo dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em relação ao setor cooperativista os ganhos podem chegar a cerca de US$ 70 bilhões na exportação de produtos gerados, com 98% deste valor concentrado no ramo agropecuário, composto por carnes (US$ 12 bilhões, principalmente para carne de frango), açúcar (US$ 9 bilhões) e milho (US$ 4 bilhões), que são os que apresentam mais potencial. As cooperativas produtoras de café, rações, sucos, frutas, especiarias, mel e algodão também serão beneficiadas. 

 

Cocamar - Para as perspectivas em relação à Cocamar, o presidente Divanir Higino explicou que a cooperativa tem, historicamente, foco no mercado interno, mas estará atenta para aproveitar oportunidades e ampliar seus negócios com o continente europeu, para o qual tem destinado produtos como café e farelo de soja. “Estamos ainda avaliando de que forma a Cocamar pode se beneficiar do acordo Mercosul-UE. Embora tenhamos foco no mercado interno, a crescente demanda internacional por produtos do agronegócio brasileiro nos faz olhar com especial atenção para isso.” Segundo ele, “café e farelo de soja estão no radar, mas há muitos anos nossos cooperados exportam suco de laranja para o mercado solidário internacional, sediado na Europa, e que tende a crescer com a inclusão de novos produtos”.

 

Mercado externo - Sobre o mercado externo, o presidente declara que o segmento cooperativista se profissionalizou e suas exportações vêm crescendo. “Esse acordo, pelo grande mercado que se abre, vai requerer ainda mais foco e rigor em relação à excelência da qualidade”, disse. 

 

Novas oportunidades - Ainda segundo Divanir, o acordo é um dos maiores e mais importantes, pois, até então, o foco dos países da América do Sul era, principalmente, o mercado asiático. “Com esse acordo, surgirão novas oportunidades para a ampliação dos negócios aos países integrantes do Mercosul e aos da União Europeia, beneficiando a ambos. No caso brasileiro, estamos ainda com uma economia muito fechada e essa abertura deve ser comemorada”, concluiu. (Imprensa Cocamar)

 

Foto: Comex do Brasil

CASTROLANDA I: Novas casas são inauguradas na Cidade do Leite

 

Após abertura oficial do Agroleite, nesta terça-feira (13/08), em Castro (PR), a programação permaneceu intensa na Cidade do Leite, onde, ainda pela manhã, foram inauguradas quatro novas casas. Passam a contar com sede permanente no centro do agronegócio na Capital Nacional do Leite a Associação Brasileira de Bovinos da Raça Holandesa, Select Sires, Sementes Castrolanda e também a organização do evento- Agroleite.

 

Crescimento - Thomas Domhoff, CEO da Castrolanda, ressalta que a inauguração das casas representa o crescimento do Agroleite e demonstra o compromisso das empresas e parceiros com o evento. Domhoff comenta que o plano de expansão da Cidade do Leite vai muito além das quatro casas, pois daqui alguns anos ela deverá contar com centro de convenções, fazenda experimental e também o escritório da pecuária da cooperativa. “Temos uma série de projetos pelos próximos anos que vão mudar a forma como a Cidade do Leite vai operar, tornando-se uma cidade viva”, menciona.

 

Cartão de visitas - O Diretor Comercial Brasil da Select Sires, Everson da Silva Nunes, garante que a casa é o cartão de visitas da empresa, algo que deixou toda direção muito satisfeita. “Era um projeto que tínhamos há muitos anos. Somos parceiros ouro do Agroleite há mais de dez anos e para nós a inauguração da casa foi a consagração dessa parceria. Estamos muitos felizes e todos os que estão passando por aqui acharam muito bonita”, diz. Segundo Nunes, a casa será utilizada para a realização de reuniões com clientes e treinamentos. 

 

Workshop - No período da tarde, das 14h às 18h, aconteceu no Centro de Eventos o workshop “Nova Zelândia: Fundamentos da Produção de Leite”. Vários temas foram abordados por profissionais de diferentes empresas como: tecnologia de pastagens da Nova Zelândia com aplicação no sul do Brasil, genética leiteira da Nova Zelândia adaptada à América do Sul, eficiência e saúde para um rebanho mais rentável, entre outros. 

 

Rota do Leite - Ainda nesta terça-feira foi realizada a primeira visita a propriedade leiteira, a Rota do Leite, das 14h às 17h30, na Fazenda Rhoelandt. As visitas também acontecerão nesta quarta-feira (14/08), no mesmo horário, na Agropecuária Arm, e na quinta-feira (15/08), na Fazenda Ipê. Para participar é preciso inscrever-se previamente no site www.agroleitecastrolanda.com.br, o transporte sai da Cidade do Leite.

 

Trilha do Leite - As apresentações da “Trilha do Leite: a magia de entrar na caixinha de leite” iniciaram durante a manhã do primeiro dia e acontecerão diariamente até a sexta-feira (17/08), de meia em meia hora, das 9h às 16h. A Trilha do Leite foi uma novidade na edição anterior e tem como objetivo esclarecer todas as dúvidas dos visitantes, das crianças aos adultos, sobre a cadeia produtiva do leite, desde o nascimento da bezerra até a chegada do produto no supermercado. Não é preciso fazer inscrição para assistir. 

 

Programação - Programação desta quarta-feira - principais pontos:

9h às 16h: Trilha do Leite: A magia de entrar na caixinha de leite

9h às 12h30: Seminário Internacional Agroleite

14h às 16h: Painel da Ovinocultura

20h: Cerimônia de Premiação dos Vencedores do Troféu Agroleite

Para mais informações e outras atividades acesse www.agroleitecastrolanda.com.br.

 

Apoiadores e patrocinadores - O Agroleite 2019 tem o apoio institucional da Prefeitura de Castro, Fundação ABC e das Associações das Raças Holandesa e Jersey. É patrocinado na cota Diamante pela Nutron, Tetra Pak, Italac, MSD Saúde Animal e Sicredi. Na cota Ouro recebe a chancela da Rações Castrolanda, DuPont Pioneer, Bayer, Select Sires, Calpar, Irrigabrasil, New Zealand Trade & Enterprise, Phibro, Coonagro, DasCoop, Caixa e Mottanet. Já na cota prata, o evento é patrocinado por All Lands, Sementes Castrolanda, Boehringer Ingelheim, Nova Frota, Toyota Barigui, Adisseo, Ceva, Nuseed- Atlântica Sementes, Elanco, PGW Sementes, BRDE, Banco do Brasil, Cescage Genética, GEA- Só Leite, Diamond V, Grupo Sentax e Cefeq Ferramentas. 

 

Serviço - O Agroleite 2019 acontece entre os dias 13 a 17 de agosto na Cidade do Leite e Parque de Exposições Dario Macedo, localizado no KM 198 da PR 340 (Estrada de Castro), em Castro, no Paraná. O expediente dos expositores será das 8h às 18 horas e os portões da Cidade do Leite fecham às 20 horas. A entrada é gratuita. (Imprensa Castrolanda)

 

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CASTROLANDA II: Pavilhão da Inovação conta com diversas atividades

castrolanda II 14 08 2019 Inovação no Agroleite 2019. O evento que reúne várias nações sob a bandeira da inovação, tem um espaço especialmente dedicado ao tema. No Pavilhão da Inovação, próximo ao Pavilhão Agroleite, acontece desde esta terça-feira (13/08) até a sexta-feira (16/08), a Semana da Inovação, iniciativa da gerência de Estratégia e Inovação da Castrolanda em parceria com o Sebrae. 

 

Participação - A abertura oficial da semana aconteceu às 9 horas e contou com a participação de jovens da Cooperativa Escolar da Escola Evangélica da Castrolanda e Mulheres Cooperativistas. O Gerente da Castrolanda, Márcio Copacheski, deu início aos trabalhos. Copacheski relatou sua satisfação em realizar essa semana com um tema tão importante e ressaltou a parceria com o Sebrae. O gerente comentou que o objetivo principal do evento é despertar o interesse das pessoas, cooperados, colaboradores, agro empreendedores e empresários de todos os Campos Gerais com o tema inovação.

 

Ecossistema - “Junto com o Sebrae, estamos capitaneando essa iniciativa da formação do ecossistema de inovação dos Campos Gerais. Nesse ecossistema queremos unir todas as partes envolvidas, setor público, instituições de pesquisa, empreendedores, para desenvolver temas relacionados a inovação e transformar a região num polo de inovação no Brasil”, enfatizou o gestor.

 

Movimento - Joel Franzim Junior, gerente regional do Sebrae, explanou que esse movimento em prol da inovação está acontecendo no estado e no Brasil inteiro. “Como estamos em um estado cuja economia é essencialmente agrícola, nos vemos no direito de trabalhar em cima da inovação voltada ao agribusiness”, salientou.

 

Aberto aos visitantes - O espaço dedicado à Semana da Inovação está aberto a todos os visitantes do Agroleite. Muitas atividades estão programadas para os quatro dias, desde a manhã até a noite. Palestras, workshops, Hackathon, bancada de prototipação. Toda a programação pode ser encontrada no site da Castrolanda, o www.castrolanda.coop.br, e nas redes sociais @inovacaocastrolanda.  

 

Serviço - O Agroleite 2019 acontece entre os dias 13 a 17 de agosto na Cidade do Leite e Parque de Exposições Dario Macedo, localizado no KM 198 da PR 340 (Estrada de Castro), em Castro, no Paraná. O expediente dos expositores será das 8h às 18 horas e os portões da Cidade do Leite fecham às 20 horas. A entrada é gratuita. (Imprensa Castrolanda)

SICREDI: Linhas de crédito são ofertadas no Agroleite 2019

 

O Sicredi é novamente um dos expositores e patrocinadores do Agroleite, que acontece entre 13 e 17 de agosto, no Parque de Exposições Dario Macedo, em Castro (PR). O evento é considerado a maior vitrine de tecnologia do leite no Brasil. No ano passado, o Agroleite recebeu cerca de 73 mil visitantes e movimentou R$ 65 milhões, contando com uma participação recorde de mais de 700 animais, além da adesão de 205 empresas.

 

Expectativa - A expectativa para este ano é de superar os resultados positivos obtidos em 2018, especialmente o Pavilhão da Inovação, que busca disseminar ideias e o aperfeiçoamento no agronegócio. A Sicredi Campos Gerais PR/SP conta com uma equipe de profissionais destinada a atender e tirar dúvidas dos visitantes. Um dos principais propósitos é oferecer linhas de crédito, justamente para auxiliar no desenvolvimento de novos negócios dentro da cadeia produtiva, o que beneficia os associados e faz com que a cooperativa contribua no desenvolvimento dos negócios locais.

 

Parceria - “Nós somos parceiros da feira há 15 anos. Neste ano, renovamos o apoio e saímos da cota ouro para cota diamante de patrocinador, contribuindo ainda mais no apoio e desenvolvimento deste evento, que é muito importante para a região. Temos orgulho de fazer parte deste processo e sabemos de sua importância para o desenvolvimento econômico e social”, explica o presidente da Sicredi Campos Gerais PR/SP, Popke Ferdinand Van Der Vinne.

 

Divulgação - De acordo com o presidente, o Agroleite é um dos eventos de maior divulgação dos Campos Gerais para o Brasil e para o mundo. Ao longo do evento são realizados fóruns, seminários e painéis para discutir genética, alimentação, qualidade dos animais e do leite, além das inovações voltadas ao setor.

 

Ao lado do associado - O diretor-executivo da instituição financeira cooperativa, Márcio Zwierewicz, destaca a relação de proximidade dos cooperados do Sicredi e a importância de estar ao lado do associado em um momento no qual se discute inovação e melhorias para o seu negócio. “O relacionamento com as comunidades e com o cooperado é um diferencial do Sistema Sicredi. Tentamos entender a necessidade para oferecer o apoio adequado para aquele momento”, ressalta.

 

Possibilidades - Entre as possibilidades de negócio para a cooperativas encontram-se as linhas de crédito para custeio e investimento, especialmente relacionado ao Plano Safra 2019/2020. “Outras opções de soluções disponibilizadas aos associados serão consórcios, seguros e financiamentos, seja para veículos, a compra de equipamentos e ou para investimentos em tecnologia”, cita Zwierewicz.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Presidente da cooperativa presta contas aos coordenadores de núcleo

Na última semana, foram realizadas as primeiras reuniões de prestação de contas do primeiro semestre para os coordenadores de núcleos da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP. Conduzidos pelo presidente, Clemente Renosto, os encontros foram realizados em Ribeirão Preto (06/08), com os coordenadores da região de São Paulo, e em Videira (09/08), com os coordenadores do meio - oeste de Santa Catarina.

Mais - Ainda em agosto, será feita em Pato Branco (PR) a prestação de contas para os coordenadores das regiões sudoeste do Paraná e oeste de Santa Catarina.

Objetivo - O objetivo do encontro é apresentar os balanços, resultados, andamento dos programas sociais, projetos e outras ações realizadas ao longo dos primeiros seis meses de trabalho da cooperativa, bem como apresentar as perspectivas para o restante do ano.

Aproximação - Além disso, as prestações de contas também promovem a aproximação da presidência e diretorias com os coordenadores de núcleo, exercendo a transparência na governança. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICOOB METROPOLITANO: Campanha arrecada mais de 20 mil litros de leite para doação

sicoob metropolitano 14 08 2019Entre os meses de junho e julho, o Sicoob Metropolitano promoveu uma campanha de arrecadação de leite em todas as agências da cooperativa. Juntos, colaboradores, cooperados e comunidade doaram mais de 20 mil litros de leite, que foram distribuídos entre cerca de 50 entidades assistenciais. A expectativa é que mais de 5.500 pessoas sejam impactas diretamente com a ação.

 

Transformações - Para a colaboradora Izabela Aparecida Ferreira da Rocha, as principais transformações na sociedade só acontecem a partir de bons exemplos que mudam situações e geram oportunidades. “Graças ao empenho de toda a equipe da cooperativa e cooperados, que entraram com o coração aberto nesta ação, conseguimos ajudar algumas instituições de Maringá e região. Com essa atitude, nos tornamos exemplos para que outros realizem o mesmo feito”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

INFRAESTRUTURA I: Paraná é o primeiro Estado a ter total autonomia na gestão de áreas dos portos

 

O Paraná é o primeiro Estado do Brasil a receber autonomia para administrar contratos de exploração de áreas dos portos organizados. O convênio de delegação de competência foi formalizado nesta terça-feira (13/08), na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

Respeito - Com a medida, a gestão dos arrendamentos de instalações portuárias, que antes eram definidos pela Secretaria Nacional de Portos, passam a ser controlados pela empresa pública Portos do Paraná. “Um dia muito importante para o Paraná. É uma demonstração de respeito e um reconhecimento à boa gestão que o Estado realiza nos portos paranaenses”, afirmou Ratinho Junior.

 

Alto nível - “Essa independência comprova o alto nível técnico dos Portos do Paraná”, destacou o governador, que reforçou que na formação da equipe de gestão dos portos optou pela escolha de pessoas com qualificação nas áreas portuária e de logística. Ele ressaltou que o Estado trabalha para ser o principal centro logístico da América do Sul.

 

Requisitos - O ministro Tarcísio de Freitas disse que a gestão descentralizada dos portos dá mais celeridade nos processos envolvendo os terminais portuários. Ele explicou que o Paraná foi o primeiro do País a cumprir uma série de requisitos de governança dos portos para merecer a delegação. “Uma satisfação fazer este primeiro convênio justamente com o Paraná”, afirmou.

 

Condições necessárias - O diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia da Silva, reforça que a administração paranaense tem todas as condições necessárias para assumir a atribuição – desde a elaboração dos editais e a realização dos procedimentos licitatórios para os arrendamentos, até a gestão dos contratos e a fiscalização da execução dos mesmos.

 

Mais próxima - “A administração local está mais próxima das empresas, conhece todas as particularidades da região e conta com estrutura organizacional, física e funcional para gerir com segurança e competência a exploração das instalações portuárias”, explica Garcia.

 

Validação - Para receber a delegação federal, a administração estadual dos portos foi aprovada após um extenso processo de análise e validação, atendendo a portaria 574, de 26 de dezembro de 2018, emitida pelo antigo Ministério dos Transportes.

 

Nota - O Paraná recebeu nota 8,5 no Índice de Gestão da Autoridade Portuária (IGAP), que mede indicadores de desempenho para atestar a capacidade de gerência dos portos. São índices financeiros, contábeis, de transparência administrativa, regularidade tributária e trabalhista, além da manutenção dos acessos aquaviários.

 

Classificação - O secretário Nacional de Portos, Diogo Piloni, explica que uma escala que vai até dez, uma nota superior a 6 pontos pode passar para as administrações descentralizadas o direito de elaborar editais, realizar licitações para o arrendamento de terminais e fiscalizar a execução dos contratos. Uma nota acima de 8 permite ainda fazer o reequilíbrio econômico dos contratos, negociar prorrogações antecipadas mediante novos investimentos e deliberar sobre expansão da área arrendada.

 

O que é - O arrendamento é um contrato de cessão de uma área, para exploração privada da atividade portuária. O processo prevê a realização de editais de concorrência, leilão na Bolsa de Valores de São Paulo, gestão dos contratos e a fiscalização da execução dos mesmos.

 

Autonomia - A autonomia leva em conta que a administração local está mais próxima das empresas, conhece todas as particularidades da região e conta com estrutura organizacional, física e funcional para gerir, com segurança e competência, a exploração das instalações portuárias.

 

Núcleo específico - A Portos do Paraná possui um núcleo específico para cuidar dos arrendamentos, com sistema informatizado de gestão dos contratos e relatórios circunstanciados.

 

Receita - Outra vantagem da mudança é que os processos licitatórios de arrendamento geram um custo de oportunidade para quem o administra – o BID (traduzido do inglês como “lance” ou “oferta”). Com a descentralização, esses recursos – que antes ficavam no Tesouro da União, vão para o caixa da empresa pública paranaense.

 

Fundo - Durante o evento na Bovespa, o governador Ratinho Júnior entregou ao ministro Tarcísio de Freitas um pedido para criação de um fundo de compensação para o Litoral. A intenção do Governo do Estado é reverter parte dos recursos arrecadados com a atividade portuária em obras que beneficiem toda a população da região.

 

Destinação - A proposta é destinar entre 0,5% a 1,5% da receita anual dos Portos do Paraná para o desenvolvimento dos municípios de Paranaguá e Antonina. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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INFRAESTRUTURA II: Estado e União formalizam parceria para nova concessão de rodovias

 

infraestrutura II 14 08 2019O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, assinaram nesta terça-feira (13/08) um memorando de entendimento para o início de um trabalho conjunto de modelagem do novo programa de concessões de rodovias que cortam o Paraná.

 

Total - Ao todo, serão licitados pela União 4,1 mil quilômetros de estradas estaduais e federais até 2021. “Possivelmente será o maior lote de concessões do Brasil”, afirma o governador Ratinho Junior. “Vamos criar uma modelagem que atenda o desenvolvimento do Paraná, atenda a população com tarifas justas e obras e, acima de tudo, com muita transparência”, completou.

 

Anel de Integração - O documento, assinado na Bolsa de Valores de São Paulo, incorpora ao conjunto de rodovias que formam os 2,5 mil quilômetros do Anel de Integração três importantes estradas estaduais: PR-092 (Norte Pioneiro), PR-323 (Noroeste) e PR-280 (Sudoeste). O futuro leilão também deve abranger os trechos paranaenses das Brs 163, 153 e 476.

 

Redução das tarifas - Ratinho Junior lembra que desde o início do ano o governo estadual trabalha para resolver a questão das futuras concessões rodoviárias do Paraná e elogiou a disposição do Ministério da Infraestrutura de trabalhar em parceria. O governador reforça que o desejo do Estado é uma forte redução no valor das tarifas e a execução de obras de duplicação e implantação de contornos nas principais cidades paranaenses.

 

Contratos antigos - O ministro Tarcísio de Freitas lembrou que os atuais contratos de concessão de rodovias no Paraná são da década de 1990 e trazem grandes transtornos ao desenvolvimento do Estado. “Hoje, o usuário paga uma tarifa muito alta e não percebe porque está pagando aquele valor”, analisou. “Este acordo tem por objetivo conjugar esforços para resolver os problemas das concessões no Paraná”.

 

Evolução - Freitas afirmou ainda que o Brasil evoluiu muito no processo de concessões e destacou a importância do trabalho conjunto entre o Estado e o governo federal. “Vamos iniciar uma nova era, que vai contemplar os principais eixos rodoviários do Paraná”, afirmou o ministro. “Os brasileiros e paranaenses podem esperar melhores contratos, mais investimentos e tarifas mais baixas”.

 

Levantamento - Secretário da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex explica que a União já contratou uma empresa para fazer os levantamentos dos 4,1 mil quilômetros de rodovias que serão concedidas. O custo destes estudos é de R$ 60 milhões. Somente após esse inventário é que os editais serão formalizados.

 

Colaboração - Alex pontuou que a partir de agora Estado e União vão trabalhar em um ambiente de colaboração para construir um projeto com as melhores práticas. “Esse documento estabelece as primeiras atribuições que Estado e União vão ter nessa nova licitação de rodovias. Uma formalização de que faremos juntos, através de um leilão da União”, afirmou.

 

Transparência - Além da redução no valor da tarifa paga pelos usuários, o Governo do Estado defende que a execução das principais obras seja realizada nos primeiros anos dos contratos e que o leilão ocorra na Bolsa de Valores de São Paulo, assegurando visibilidade, transparência e garantias da possibilidade de participações internacionais nas delegações.

 

Funcionamento - O novo programa de concessões rodoviárias passará a funcionar seguindo a lógica dos pedágios federais que já funcionam no Estado, unindo corredores em formato de mosaico. Entre as ligações, destaque para o elo Guaíra-União da Vitória e o reforço na ligação com São Paulo pelo Norte Pioneiro.

 

Outros pontos - Outros pontos importantes da lista de concessões são as modernizações da PR-323, entre Maringá e Guaíra, uma demanda antiga do setor produtivo do Estado, e da PR-280, que corta o Sudoeste e é uma ligação muito usada no transporte entre o Brasil e a Argentina.

 

Encerramento - Os contratos com as atuais concessionárias foram assinados em 1997 e se encerram em 2021. O polígono geométrico interliga Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava, Cascavel, Foz do Iguaçu, Campo Mourão, Maringá, Paranavaí, Londrina e Paranaguá.

 

Aeroportos - Além do pacote rodoviário quatro aeroportos do Paraná integrarão o pacote de 20 terminais aéreos do Sul e Centro-Oeste que serão licitados pelo Governo Federal: Foz do Iguaçu, Londrina, Bacacheri (Curitiba) e Afonso Pena (São José dos Pinhais). “O futuro é promissor na relação entre União e Governo do Paraná”, destacou o ministro. (Agência de Notícias do Paraná)

VBP: Valor da Produção Agropecuária deve atingir R$ 603,4 bilhões em 2019

 

vbp 14 08 2019O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) deve atingir R$ 603,4 bilhões neste ano, com base nas informações de julho, 1,2% acima do obtido em 2018 (R$ 596,1 bilhões). O valor é o segundo maior alcançado pela agropecuária em 30 anos. O primeiro ocorreu em 2017, com R$ 607,9 bilhões.

 

Lavouras e pecuária - As principais lavouras representaram R$ 399 bilhões, e a pecuária, R$ 204,4 bilhões. A pecuária apresenta variação positiva de 4,5% e as lavouras tendência de redução.

 

Tendências - “Essas tendências observadas devem permanecer até o final do ano, pois a safra deste ano está praticamente encerrada”, observa o coordenador-geral de Avaliação de Políticas e Informação, da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques.

 

Melhores resultados - Os melhores resultados são observados nas culturas do algodão, com aumento real de 16,6% no VBP, amendoim (14,3%), da banana (20,5%), da batata inglesa (117,8%), do feijão (64,9%), do cacau (1,9%), da laranja (8,1%), da mamona (34,9%), do milho (22,9%), do tomate (19,6%) e do trigo (8,2%).

 

Milho - O que mais se destaca nos resultados, além do elevado acréscimo de valor em algumas lavouras, é o desempenho do milho por meio do excepcional valor obtido, atingindo R$ 60,4 bilhões de VBP. Torna-se, entre as lavouras, a segunda atividade mais importante depois da soja (R$ 129 bilhões).

 

Segunda safra - O desempenho do milho 2ª safra, conforme apresentado pela Conab e pelo IBGE nos relatórios deste mês, foram decisivos para os resultados deste ano. A produtividade cresceu 25,8% em relação a 2018. Do mesmo modo, explica Gasques, “a safra recorde de grãos prevista em 241,3 milhões de toneladas foi essencial para o crescimento da agropecuária como um todo”.

 

Destaques - Na pecuária, destacam-se os valores da carne de frango (13,4%) e de suínos (9,3%), e por último a carne bovina, com aumento de 1,3%.

 

Grupo importante - Um grupo importante de produtos tem apresentado desempenhos desfavoráveis em relação ao ano passado. O coordenador do estudo cita o arroz, café, cana-de-açúcar, mandioca, soja e uva. A participação desses produtos no valor das lavouras é de 58%. No caso da soja, cana-de-açúcar e do café, principalmente, os preços têm sido responsáveis pelo desempenho negativo.

 

Regionais - Os resultados regionais mostram novamente que Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul lideram a geração de valor da produção agropecuária no país. (Mapa)

 

>> Veja aqui dados do VBP

>> Veja aqui o VBP dos principais produtos agropecuários

 

PESQUISA: De olho no mercado, Embrapa fortalece portfólio de ativos biológicos

 

pesquisa 14 08 2019O desenvolvimento de ativos biológicos para agricultura vem promovendo novas oportunidades de negócios e de parcerias entre instituições de ciência e tecnologia e a iniciativa privada. O interesse pela utilização de insumos biológicos cresce a cada ano e a Embrapa tem investido em inovação aberta com o setor produtivo, explica a supervisora de desenvolvimento de mercado, da Secretaria de Inovação e Negócios da Embrapa, Lívia Pereira Junqueira. O portfólio de ativos biológicos da Empresa foi apresentado, no dia 13 de agosto, durante o Simpósio de Controle Biológico (Siconbiol), em Londrina (PR), no evento que é promovido pela Sociedade Entomológica do Brasil, Embrapa Soja e Universidade Estadual de Londrina.

 

Área - No Brasil, a área tratada com biodefensivos é de 10 milhões de hectares, principalmente semeados com soja, cana, café, hortaliças e frutas, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico (ABCBio). A Embrapa vem dedicando grande esforço de pesquisa na área de ativos biológicos, tanto que atualmente 25 de suas unidades geram resultados relacionados ao tema. No total, a Empresa tem 34 portfólifos de projetos com temáticas estratégicas para a agricultura brasileira, sendo cinco deles com ênfase em projetos relacionados a insumos biológicos, recursos genéticos, sanidade animal e vegetal e sistemas de produção de base ecológica, transversalmente alinhados com áreas como biotecnologia, nanotecnologia, inovação digital, entre outras.

 

Coleções - A Embrapa conta ainda com 21 coleções microbianas e mais de 53 mil acessos (estirpes de bactérias, cepas de fungos) dessas coleções. O esforço de pesquisa vem gerando mais resultados com ativos microbiológicos (bactérias, fungos, vírus e nematoides), mas também são realizadas pesquisas com os macrobiológicos (predadores e parasitoides), com os promotores de crescimento de plantas, extratos de plantas, entre outros. “Isso corresponde com o levantamento de mercado da ABCBio que aponta que 80% da área tratada com insumos biológicos no Brasil é proveniente de produtos com base em microbiológicos”, diz Livia.

 

Oportunidades - Atenta às oportunidades de mercado para os ativos desenvolvidos, a Embrapa há um ano vem classificando suas tecnologias por nível de maturidade de desenvolvimento. "Dessa forma, conseguimos informações para valorar o esforço da pesquisa e orientar negociações de parceria desenvolvendo maior clareza das contrapartidas de cada instituição", explica. No caso de aportes financeiros de parceiros de porte médio ou grande, a contrapartida é 33% do total do projeto. Para projetos realizados com empresas pequenas, o investimento é de 10% e parcerias em projetos de inovação social (agricultura familiar) não há exigência de investimento financeiro por parte do parceiro da Embrapa. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

ECONOMIA: Guedes busca opções de desoneração

 

economia 14 08 2019Diante das crescentes resistências à ideia de uma Contribuição sobre Pagamentos (CP) para substituir os 20% de tributação sobre a folha de pagamentos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, começa a olhar com mais atenção para opções de desoneração parcial da folha, o que implicaria uma alíquota menor da CP, entre 0,2% e 0,3%.

 

Alternativa - Uma das alternativas que ganhou força dentro da equipe econômica é reduzir de 20% para em torno de 13% a contribuição previdenciária patronal, e não totalmente como se defendia desde o início. Esta menor desoneração permitiria que a alíquota da CP ficasse bem menor do que os 0,5% a 0,6% calculados inicialmente sobre cada lado da transação.

 

CPMF - Apesar das reiteradas negativas do secretário especial da Receita, Marcos Cintra, e do próprio Guedes, a CP tem sido tratada como um retorno da CPMF, o tributo sobre movimentação financeira que deixou de existir em 2007. O presidente Jair Bolsonaro e o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, já disseram não querer a volta da CPMF. Na área econômica, contudo, há ainda a esperança de convencer Bolsonaro.

 

Possibilidades - Diversas possibilidades de alíquotas para a CP ainda estão na mesa e o principal cuidado é pensar em um modelo que não só consiga driblar as barreiras políticas, como também garanta que não haverá perda de receitas para a Previdência. Não há, contudo, decisão final tomada.

 

Mais tempo - Uma fonte da área econômica explicou que Guedes não quer tomar medida de forma "atabalhoada" e, por isso, o anúncio da reforma pode levar mais tempo - estava previsto para esta semana. Esse mesmo interlocutor comentou que o ministro mantém o desejo de desonerar a folha, mas agora considera que a retirada integral desse custo fazia mais sentido no ambiente de transição para o sistema de capitalização, com a CP subsidiando esse processo.

 

Força - Como o Congresso derrubou a capitalização, ganhou força a tese de desoneração parcial. O risco é que isso pode comprometer o interesse do setor de serviços, que tem se mobilizado nos bastidores por essa ideia, que tornaria mais palatável o IVA federal, que unificará PIS, Cofins, IPI e alguns IOFs, e aumenta a carga do setor.

 

Preocupações - Na área econômica há preocupações não só fiscais, mas também com impactos como possível risco de desintermediação financeira - quando as pessoas passam a fazer mais transações em dinheiro vivo. Dessa forma, trabalhar com alíquota menor pode ajudar a mitigar esse tipo de situação.

 

IVA federal - A convicção maior no ministério, nesse momento, é sobre a ideia de se fazer o IVA federal, que abarcará PIS/Cofins, IPI e parte do IOF, e a reforma do Imposto de Renda, tanto para pessoas jurídicas -, para reduzir a taxação sobre o lucro das empresas e lhes dar maior competitividade - como para pessoas físicas, elevando a faixa de isenção, mas reduzindo as deduções, principalmente com saúde.

 

Justiça distributiva - O tributarista Luiz Gustavo Bichara defende a redução das deduções, com contrapartida de aumento na faixa de isenção. Para ele, a medida vai na direção de maior justiça distributiva. Bichara cita dados da própria Receita que mostram que os benefícios tributários, como as deduções, são apropriados apenas pelos 20% mais ricos da população. (Valor Econômico)

SAÚDE: Paraná inicia novo ciclo de monitoramento da dengue

 

saude 14 08 2019A Secretaria de Estado da Saúde voltou a publicar semanalmente, a partir desta terça-feira (13/08), o boletim que monitora os casos de dengue, chikungunya e zika vírus no Paraná. A publicação foi interrompida para consolidação dos dados epidemiológicos de julho de 2018 a julho de 2019.

 

Registros - Encerrado no último dia 30 com a divulgação do boletim nº 44, o período registrou 22.946 casos confirmados de dengue, com 23 óbitos. Foram 29 casos de chikungunya e cinco de zika vírus. O novo período sazonal vai acompanhar os casos da doença por mais um ano, até a última semana de julho de 2020.

 

Ações preventivas - Paralelo ao monitoramento, a secretaria apoia os municípios nas ações preventivas da dengue, orientando sobre eliminação dos criadouros e focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

 

Pedido - “Neste momento de início de novo período epidemiológico da dengue, reforçamos nosso pedido para que a população participe deste combate. O mosquito Aedes aegypti precisa de água parada para formar os criadouros e a melhor forma de prevenção da dengue é a eliminação destes depósitos”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

Locais que acumulam lixo - Segundo o boletim da secretaria, 40,69% dos criadouros estão em locais que acumulam lixo, como recipientes plásticos, garrafas, latas, sucatas em pátios e entulhos de construção; 29,84% localizados em vasos de plantas, recipientes de degelo de geladeiras, bebedouros e pequenas fontes ornamentais; 15,77% em depósitos de água ao nível do solo para armazenamento doméstico e 6,72% em pneus.

 

Removíveis - “São criadouros removíveis, ou seja, que podem ser eliminados facilmente, com uma limpeza no quintal, nos terrenos e até dentro de casa, observando a geladeira, floreiras e os ralos”, complementa a coordenadora da Divisão de Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte.

 

Novo ciclo - O informe técnico da primeira semana do novo período epidemiológico, publicado nesta terça-feira (13/08), apresenta 583 notificações e 43 casos confirmados distribuídos em 13 municípios. O boletim compreende a semana de 28 de julho a 10 de agosto de 2019.

 

Municípios - Os municípios com maior incidência são Uraí, com 44,03 casos por 100 mil habitantes; Bandeirantes, com 19,03 casos e Amaporã, com 16,18 casos por 100 mil habitantes.

 

Controle vetorial - Em relação ao controle vetorial, que detecta a presença do mosquito transmissor nos domicílios, o informe confirma que 329 municípios apresentam disseminação e manutenção de focos e são considerados infestados. (Agência de Notícias do Paraná)

INTERNACIONAL: Trump adia parte das novas tarifas para não afetar vendas de Natal

 

internacional 14 08 2019O presidente dos EUA, Donald Trump, recuou de seu prazo de 1º de setembro para a adoção de tarifas de 10% sobre as importações chinesas ainda não taxadas, adiando impostos sobre celulares, laptops e outros bens de consumo, na esperança de amenizar o impacto nas vendas nas festas de fim de ano.

 

Reflexos - O adiamento - que afeta cerca de metade dos bens chineses equivalentes a US$ 300 bilhões que serão alvo das tarifas - junto com notícias de uma retomada das negociações comerciais entre autoridades americanas e chinesas elevaram fortemente as ações e causaram um alívio cauteloso entre varejistas e grupos de tecnologia.

 

Em vigor - A tarifa de 10% de Trump entrará em vigor em 15 de dezembro para milhares de produtos, de peças de vestuário a calçados, e provavelmente vai proteger a temporada de vendas natalinas de parte dos efeitos colaterais da disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo. Até essa data, todas as importações desses produtos chineses para venda no Natal já terão sido feitas.

 

Natal - "Estamos fazendo isso pela época do Natal, só para o caso de que algumas das tarifas tenham um impacto sobre os clientes americanos", disse Trump a jornalistas, ao explicar o adiamento das tarifas.

 

Anúncio - O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) anunciou a decisão poucos minutos depois de o Ministério do Comércio da China informar que o vice-premiê Liu He recebera um telefonema de autoridades comerciais dos EUA, e que eles voltariam a conversar na próxima semana. Trump tem dito que os dois lados ainda podem se reunir no começo de setembro, como estava marcado.

 

Alta - O adiamento das tarifas sobre uma parte substancial da lista de US$ 300 bilhões em produtos chineses importados causou uma alta significativa das ações americanas, depois de fortes perdas na última semana. O índice S&P 500 subiu 1,5% e o Nasdaq Composite, quase 2%. As ações da Apple dispararam 4,2% com a notícia de que seus principais produtos em iPhones, tablets e laptops seriam poupados das tarifas por enquanto.

 

Queda - Desde os tuítes de Trump em 1º de agosto, que anunciaram as novas tarifas, o índice referencial de ações S&P caiu mais de 4%.

 

Produtos - O governo Trump, porém, ainda planeja impor a tarifa de 10% sobre milhares de produtos chineses das áreas de alimentação, vestuário e bens de consumo eletrônicos a partir de 1º de setembro. Entre eles estão relógios inteligentes da Apple e da Fitbit, alto-falantes inteligentes da Amazon, do Google e da Apple, e fones de ouvido e outros aparelhos bluetooth, produtos de valor estimado em US$ 17,9 bilhões no ano passado pela Consumer Technology Association.

 

TV - TVs de tela plana da China, categoria avaliada em US$ 4,5 bilhões, também sofrerão a aplicação das tarifas de 10% em 1º de setembro, após terem sido poupadas na primeira rodada de tarifas de Trump, mais de um ano atrás. Animais vivos, laticínios, esquis, bolas de golfe, lentes de contato e baterias de lítio são outros produtos que serão taxados a partir de setembro.

 

Metade da lista - Com base em análise da Reuters, o adiamento deverá beneficiar cerca de metade da lista de US$ 300 bilhões dos produtos chineses incluídos na nova tarifa. Os produtos importados da China sujeitos a tarifas em 15 de dezembro totalizavam cerca de US$ 156 bilhões no ano passado, de acordo com dados do Departamento de Censo.

 

Associação de Varejo - A Associação dos Dirigentes do Setor de Varejo disse que "tirar alguns produtos da lista e adiar a adoção do adicional de 10% das tarifas sobre outros produtos, como brinquedos, produtos eletrônicos de consumo, confecções e calçados até 15 de dezembro, é boa notícia, uma vez que vai mitigar alguns problemas para os consumidores nas festas de fim de ano".

 

Aprovação - A Associação de Tecnologia de Produtos de Consumo aplaudiu o adiamento das tarifas sobre alguns produtos, mas acrescentou: "No mês que vem começaremos a pagar mais por alguns dos nossos aparelhos tecnológicos preferidos – como TVs, alto-falantes inteligentes e PCs. O governo deveria eliminar permanentemente essas tarifas prejudiciais e encontrar uma outra maneira de cobrar responsabilidade à China por suas práticas comerciais desleais."

 

Retirada - Um grupo paralelo de produtos será retirado totalmente da lista de tarifas, disse o USTR, "com base em fatores como saúde, segurança, segurança nacional e outros". O órgão não identificou esses itens de imediato.

 

Responsabilização - Trump anunciou as novas tarifas menos de duas semanas atrás, responsabilizando a China por não cumprir as promessas de comprar mais produtos agrícolas americanos feitas durante as negociações ocorridas em Xangai no fim de julho. Essa medida teve como reação a desvalorização do yuan chinês alguns dias depois, o que fez com que o governo Trump declarasse a China como país que manipula o câmbio. Isso provocou uma queda dos mercados por vários dias na semana passada.

 

Concessões - O adiamento da adoção das tarifas, associado a novas negociações com a China, sugerem que Trump pode estar disposto a fazer concessões. Em um sinal de que o governo pode estar esperando algo em troca, Trump tuitou ontem: "Como de costume, a China disse que vai comprar 'grandes volumes' dos nossos grandes Agricultores Americanos. Até agora não fizeram o que dizem. Talvez essa vez seja diferente!"

 

Desaceleração da economia - O adiamento das tarifas de Trump ocorre em meio a crescentes preocupações em torno de uma desaceleração da economia mundial. O Goldman Sachs disse no domingo que temores de que a guerra comercial EUA-China leve a uma recessão estão aumentando e que o Goldman não prevê mais um acordo comercial entre os dois países antes da eleição presidencial americana de 2020. (Valor Econômico)


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