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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4637 | 09 de Agosto de 2019

SISTEMA OCEPAR: Diretoria discute assuntos de interesse das cooperativas do PR

Questões ligadas à economia, legislação, tributos, entre outras áreas que impactam no cooperativismo paranaense, estiveram em debate, na manhã desta sexta-feira (09/07), na 5ª reunião ordinária da diretoria da Ocepar, referente à gestão 2019/2023, que ocorreu na sede da entidade, em Curitiba. Foi tratado, por exemplo, sobre a solução de consulta nº 6.026, publicada no dia 8 de julho pela Receita Federal, que dispõe sobre o Funrural incidente na produção integrada.

Mais - Também estiveram em pauta: a solução de consulta nº 231, de 24 de julho, que esclarece sobre a incidência do IOF nas exportações; a prorrogação do prazo para regularização do Cadastro do Produtor Rural (CAD-PRO) para o dia 14 de outubro; a portaria nº 144, publicada em julho pelo Ministério da Agricultura, que trata sobre o selo combustível social; a audiência pública sobre a febre aftosa que será realizada na Assembleia Legislativa do Paraná no dia 28 de agosto, e as reformas da Previdência e Tributária. Os diretores também deliberaram sobre a realização de eventos e missões técnicas.{vsig}2019/noticias/08/09/reuniao_diretoria/{/vsig}

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Evento será realizado paralelamente ao Fórum de Agricultura da América do Sul, em Curitiba

Lideranças cooperativistas de todo o Estado terão a oportunidade de acompanhar os debates sobre os principais desafios do agronegócio, nos dias 5 e 6 de setembro, em Curitiba, quando o Sistema Ocepar promove o Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, que ocorre paralelamente ao 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, uma iniciativa do jornal Gazeta do Povo. As discussões do evento estarão centralizadas no tema “Da produção ao mercado – global e sustentável”.

Programação – A conferência de abertura será ministrada por Edwini Kessie, da Organização Mundial do Comércio (OMC). Durante o evento haverá ainda a participação de representantes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), CME Group, Ministério da Agricultura, Secretaria de Estado da Agricultura do Paraná, Solar Cluster, Senai, John Deere, entre outros.

Prêmio Ocepar – No segundo dia do Fórum será realizada uma solenidade com a presença do governador do Paraná, Ratinho Junior, e a diretoria da Ocepar, para apresentar os investimentos do setor cooperativista paranaense. Também serão anunciados os vencedores do 13º Prêmio Ocepar de Jornalismo. O evento encerra com a Feijoada Cooperativa, elaborada com produtos das cooperativas do Paraná.

Inscrições e informações -  As inscrições devem ser efetuadas por meio do link https://bit.ly/2ZBlE18. Mais informações com Neuza ou Luana, pelos fones (41) 32001104 / 3200 1105 ou pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

 

 

forum presidentes 09 08 2019

AGRONEGÓCIO: IC-Agro marca 111,3 pontos e indica otimismo

 

agronegocio 09 08 2019O Índice de Confiança do Agronegócio (IC-Agro) deste 2º trimestre ficou em 111,3 pontos, praticamente estável em relação ao trimestre anterior (111,9 pontos). Pela primeira vez, os resultados permanecem acima de 110 pontos por três trimestres consecutivos. O índice não fecha abaixo de 100 pontos – na faixa considerada pessimista pela metodologia do estudo – há um ano. A última vez em que isso aconteceu foi no 2º trimestre de 2018. O IC-Agro é um indicador medido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

 

Economia - O período de entusiasmo começou com a melhora das expectativas em relação à economia brasileira a partir do último trimestre de 2018, frente a agenda de reformas do novo governo e, desde então, vem se sustentando, mesmo que a recuperação econômica avance mais lentamente do que o esperado. Pesam para o resultado positivo tanto a percepção de que o agronegócio está entre as prioridades do executivo federal, quanto fatores mais concretos, como a boa produtividade das principais lavouras na safra que está encerrando.

 

Terceira melhor - Apesar da queda de 1,0 ponto no Índice de Confiança da Indústria (Antes e Depois da Porteira) no 2º trimestre (112,6 pontos), o resultado ainda representa a terceira melhor marca da série histórica. Vale destacar que neste período, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) promoveu as audiências públicas em torno da nova tabela de preços mínimos para os fretes, o que dava alguma esperança às preocupações das empresas quanto ao encarecimento dos custos de transporte e à insegurança jurídica.

 

Novos desdobramentos - Entretanto, é importante ressaltar que este levantamento não captou os novos desdobramentos referentes ao tema, como a suspensão cautelar da resolução da ANTT que trata da aplicação da nova tabela para cálculo do piso mínimo de transporte de cargas, apenas dois dias depois da sua publicação. “Com isso, o país volta a sofrer com a insegurança jurídica trazida pela falta de solução para a questão do tabelamento do frete. As ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) sobre a tabela serão avaliadas em 4 de setembro pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e a decisão sobre o tema influenciará os ânimos de produtores, indústrias e cooperativas para a próxima tomada”, observou Roberto Betancourt, diretor-titular do departamento do agronegócio da Fiesp.

 

Insumos agropecuários - As empresas de insumos agropecuários (Antes da Porteira) compõem o segmento no qual o otimismo aumentou de forma mais relevante do 1º para o 2º trimestre. Seu Índice de Confiança cresceu 3,2 pontos, chegando a 118,4 pontos. “Apesar de uma perda de entusiasmo com as condições atuais, as expectativas melhoraram no final do segundo trimestre, quando as vendas de fertilizantes e de defensivos agrícolas, até então atrasadas em relação às safras anteriores, começaram a avançar, reacendendo a expectativa de crescimento no mercado em 2019”, apontou Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

 

Depois da Porteira - Dados da pesquisa mostram ainda que o Índice de Confiança das empresas que atuam Depois da Porteira chegou a 110,1 pontos, ainda num patamar otimista, apesar da queda de 2,8 pontos em relação ao 1º trimestre do ano. Os obstáculos para uma efetiva recuperação da economia brasileira pesaram para que essas empresas ficassem um pouco menos otimistas. As projeções de crescimento do PIB em 2019, importantes para a expansão da demanda desse elo da cadeia, cai semana após semana desde o início do ano – essas estimativas passaram de 2,5% em janeiro para 0,8% no fim de julho.

 

Dúvidas - “Além disso, no momento em que as entrevistas foram realizadas, ainda havia dúvidas sobre a o montante economizado com a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados – a aprovação em primeiro turno só aconteceu no início de julho”, completou Betancourt.

 

Manutenção - Os produtores agropecuários mantiveram as expectativas em linha com a pesquisa passada. O Índice de Confiança permaneceu em 109,5 pontos, o mesmo resultado do trimestre anterior. A avaliação sobre os custos de produção foi um dos aspectos que impediram um aumento no nível de otimismo.

 

Preço das commodities - Houve alta de 1,0 ponto para o Índice de Confiança do Produtor Agrícola, que chegou a 111,6 pontos. “O otimismo foi puxado em parte pela melhora dos preços das principais commodities agrícolas ao longo do 2º trimestre – uma consequência direta da quebra de safra nos Estados Unidos devido às dificuldades causadas pela chuva no período de plantio, em maio e junho” avaliou Freitas.

 

Milho safrinha - Outro fator positivo foi o bom desempenho das lavouras brasileiras de milho safrinha, favorecido por condições climáticas próximas das ideais durante todo o período de desenvolvimento. Poderia haver mais entusiasmo se não fosse a perda de confiança com relação aos custos de produção – atualmente num dos patamares mais pessimistas desde que o índice começou a ser medido. Isso ocorreu especialmente no caso dos fertilizantes, cujos preços não caíram como esperavam os produtores.

 

Crédito rural - Piorou também a percepção a respeito do crédito rural. Boa parte das entrevistas foi realizada antes do Ministério da Agricultura divulgar o Plano Safra, num período em que era esperado um eventual aperto no crédito. No final das contas, o montante de recursos disponível se manteve praticamente igual ao da temporada passada, com juros um pouco mais altos.

 

Pecuaristas - Entre os pecuaristas, a confiança caiu 2,8 pontos, chegando a 103,3 pontos. Embora seja o menor nível dentre todos os segmentos pesquisados, é a primeira vez que o índice dos produtores pecuários se mantém otimista por três trimestres consecutivos. Uma das razões para isso é uma relativa melhora nos preços, numa tendência de alta desde meados do ano passado. Isso acontece tanto na pecuária de leite quanto na de corte, apesar de um recuo momentâneo nas cotações no início do segundo trimestre após as exportações para a China terem sido suspensas temporariamente devido à identificação de um caso atípico de encefalopatia espongiforme transmissível (BSE) no Mato Grosso. (Informe OCB)

COPACOL: Presidente da cooperativa e deputado Micheletto participam de audiência com o governador

O presidente da Copacol, Valter Pitol, e o deputado estadual Marcel Micheletto estiveram em audiência com o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, na quarta-feira (07/08), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, com o objetivo de apresentar as principais demandas da região Oeste para melhorar a logística no transporte.

Oportunidades - Foram apresentadas principalmente as oportunidades de melhorias na área de atuação da Copacol, que é uma das principais empresas da região e responsável pela sustentação econômica de milhares de pessoas.

Ações e projetos - Segundo o deputado Marcel, foram discutidos ações e projetos que estão em fase de análise e aprovação e vão ser um marco para a região, melhorando o transporte das pessoas e, especialmente, o escoamento da produção dos produtores rurais e dos produtos industrializados pela cooperativa.

Desenvolvimento - “Estamos trabalhando para proporcionar ainda mais o desenvolvimento da nossa região Oeste e de todo estado e sabemos que a logística é essencial para sermos mais competitivos na escoação das nossas riquezas”, afirma o deputo Micheletto.

Segurança - Para o presidente Pitol, os investimentos realizados nas estradas, principalmente da área de ação da cooperativa, vão permitir mais segurança para os cooperados, colaboradores e toda a sociedade. “Esperamos que o governador atenda as nossas reivindicações de melhorias na logística da região para que, em breve, possamos divulgar e colaborar com as ações que serão executadas em benefício de todos”, ressalta o presidente Pitol. (Jornal O Novo Oeste)

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COPAGRIL: Desenvolvimento e atuação regional marcam os 49 anos de atividade da cooperativa

 

copagril 09 08 2019A Cooperativa Agroindustrial Copagril comemora, nesta sexta-feira (09/08), o aniversário de 49 anos, uma trajetória de desenvolvimento, atuando junto aos cooperados, clientes e parceiros, trazendo progresso para o campo e também para a cidade, por meio de um projeto que nasceu no ano de 1970, quando produtores rurais enfrentavam enormes dificuldades em conseguir insumos e comercializar. Foram eles, homens e mulheres, que trabalhavam na produção de suínos e grãos, que viram no cooperativismo a ferramenta. A estratégia adotada rendeu frutos e os avanços que começaram há tantos anos, seguem até os dias atuais e marcam os 49 anos da cooperativa, motivo de orgulho segundo o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla. “Chegar aos 49 anos com tantos avanços é uma marca que poucos conseguem alcançar, por isso, todos que fazem parte desta história podem orgulhar-se, assim, queremos agradecer a toda família Copagril”, afirma o diretor-presidente.

 

Força do cooperativismo - Hoje a Copagril atua no Oeste do Paraná, Sul do Mato Grosso do Sul e conta com recentes expansões, como a abertura de duas novas Lojas Agropecuárias, uma em Naviraí/MS e outra em Realeza/PR. Em a área de ação estão cerca de 5.300 cooperados, que acreditam no cooperativismo e que são a força motriz das ações da Copagril. São homens e mulheres que estão no campo, produzindo e agregando valor, especialmente para as pequenas propriedades, por meio da diversificação. Locais onde em muitos casos, o trabalho familiar e a sucessão são as principais características. Inseridos nesse público também estão os comitês femininos e de jovens, que são pontos de apoio fundamental, como aliados na integração social, no envolvimento feminino e sucessão dentro da propriedade.

 

Colaboradores - Todo trabalho e dedicação recebem o aporte de aproximadamente 3.200 colaboradores, parceiros da cadeia produtiva, responsáveis pela industrialização e de mesmo modo, no atendimento aos associados, clientes e parceiros que podem contar com cinco supermercados, quatro postos de combustíveis, 22 lojas agropecuárias, duas fábricas de rações, uma unidade industrial de aves, uma unidade de recria de matrizes e produção de ovos férteis e 16 unidades de recebimento das quais 14 são de armazenagem, atendendo a comunidade regional com excelência e com perspectivas de crescimento, uma expansão natural, vinda do encontro entre as necessidades da comunidade e a busca por soluções, atendendo tecnicamente e comercialmente as necessidades do campo e por conseguinte a cidade. Também faz parte dos projetos da cooperativa a integração com a Frimesa, cooperativa central para recebimento e industrialização do leite e da carne suína, na qual a Copagril representa grande parte da matéria-prima. Com a essência agrícola nos municípios de atuação, a cooperativa representa uma grande aliada ao progresso, com serviços e produtos, gerando renda e emprego.

 

Assistência técnica - A expansão da Copagril não se limita apenas em estruturas, afinal, a evolução está em todas as áreas, como é o caso dos resultados das safras, que vêm gerando resultados cada vez maiores, reflexo dos treinamentos, dias de campo e atendimento aos associados e colaboradores. Assistência técnica aliada ao trabalho e dedicação do produtor que busca cada vez mais melhorar os resultados, não só em quantidade, mas também em qualidade, com respeito a terra e a cadeia de produção. Conquistas que também estão ligadas ao setor pecuário, na produção de frangos, suínos, leite e peixes, ganhando mercado nacional e internacional. 

 

Vem aí os 50 anos - Os 49 anos da cooperativa integram um planejamento estratégico de evolução e iniciam uma contagem regressiva para os 50 anos, data que relembrará a importância das pessoas que acompanharam a trajetória e que na chegada do jubileu de ouro, serão as protagonistas. O meio século será, de modo especial, uma comemoração com muitas atividades e ações, tando para cooperados, como para comunidade, com eventos técnicos, encontros de trabalho e campanha promocional. “Teremos uma programação de muito trabalho já a partir de janeiro de 2020, com muitas novidades e oportunidades para associados, colaboradores, parceiros e clientes. Queremos agradecer a todos”, confirma o diretor-presidente. (Imprensa Copagril)

COCAMAR: Especialista fala sobre preservação florestal em Maringá e Londrina

 

cocamar 09 08 2019Em meio a muitas informações desencontradas sobre desmatamento no Brasil, país que segundo a Embrapa Territorial – com o respaldo da Nasa - é o que mais preserva florestas em todo o mundo, a Cocamar promove nos dias 19 e 20 deste mês, em Maringá e Londrina, palestra com o pesquisador Gustavo Spadotti, um dos mais credenciados especialistas no assunto.

 

Realidade - Spadotti, que é supervisor do grupo de Gestão Territorial Estratégica da Embrapa Territorial, vai apresentar dados recentes sobre a realidade socioeconômica e ambiental da produção agrícola no Brasil. Ele estará palestrando no dia 19, às 20h, na reunião semanal ordinária da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim) e, no dia 20, às 8h, durante um café da manhã com associados da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil). 

 

Informações confiáveis - De acordo com a Cocamar, é importante que a sociedade tenha acesso a informações confiáveis para não se deixar influenciar por dados que tendenciosos ou inverídicos. 

 

No topo - De acordo com o cruzamento dos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que já atingiu a quase totalidade dos imóveis rurais do país, 66% do território nacional são cobertos por florestas, considerando a vegetação nativa, os parques nacionais, as florestas plantadas e as áreas de preservação permanente nas propriedades rurais. Segundo ele, o CAR permitiu saber também que a agricultura comercial demanda apenas 7,8% do território brasileiro (percentual ajustado para 7,6% pela Nasa). 

 

Maior que a Europa - De acordo com Spadotti, que foi convidado a falar sobre esse mesmo assunto para produtores e técnicos durante o Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) no mês de junho em Londrina, o total de áreas com florestas no Brasil é maior do que toda a superfície do continente europeu. Segundo ele, há países da Europa que não preservam nem 5% de seu território com florestas e nos Estados Unidos esse percentual não vai além de 18%. (Imprensa Cocamar)

INTEGRADA: Cooperativismo e solidariedade

 

Na última semana, a Integrada esteve no Hospital Evangélico de Londrina (PR) para fazer a doação de 1.000 fraldas geriátricas. Na oportunidade, o diretor-presidente da cooperativa Jorge Hashimoto, visitou a ala dedicada aos pacientes internados pelo convênio SUS - Sistema Único de Saúde. O Hospital é filantrópico, tem 70 anos de história e, no ano de 2018, realizou mais de 160 mil atendimentos. Dos serviços prestados à comunidade, 64,9% foram dedicados ao SUS. Por meio da campanha Solidariedade, que arrecada fraldas geriátricas junto aos cooperados, colaboradores e parceiros, a Cooperativa Integrada tem beneficiado inúmeras instituições nos estados do PR e SP, onde possui as suas unidades de negócios. (Imprensa Integrada)

 

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SICREDI: Financiamento de veículo é disponibilizado em aplicativo

 

sicredi 09 08 2019O Sicredi, instituição financeira cooperativa de crédito com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal, lançou mais uma funcionalidade no seu aplicativo para dispositivos móveis. Agora é possível contratar o financiamento de veículos pelo celular e realizar todos os trâmites do processo sem a necessidade de ir até uma agência. 

 

Tempo de espera - Para quem é associado à instituição e já tem o crédito pré-aprovado para contratação do financiamento, o tempo de espera para liberação do produto passou de 30 minutos na agência física para três minutos no atendimento online. O aplicativo também permite que se informe todos os dados do veículo a ser financiado, como placa e número do chassi, faça o upload de documentos como a nota fiscal do automóvel e ainda defina prazos para pagamento e percentuais do valor de entrada. 

 

Agilidade - “Entendemos que o associado precisa ter acesso às condições de financiamento no momento exato em que está decidindo a compra do veículo também no aplicativo do Sicredi. Este tipo de facilidade agiliza muito o processo, pois possibilita que, no próprio ponto de venda, já seja possível verificar a viabilidade financeira da compra e realizar a contratação do crédito para trocar de veículo”, explica Thiago Rossoni, gerente de Produtos de Crédito para Pessoa Física do Banco Cooperativo Sicredi. Embora a operação seja 100% online, todo o processo tem acompanhamento remoto da equipe do Sicredi que, se necessário, contata associado imediatamente para auxiliar em qualquer necessidade.

 

Aperfeiçoamento - A nova funcionalidade é mais um resultado do processo de aperfeiçoamento constante dos canais de atendimento do Sicredi. “Com o financiamento de veículo no aplicativo, levamos mais praticidade, segurança e agilidade para o associado, visando a aumentar ainda mais o seu grau de satisfação com os nossos produtos, serviços e atendimento”, finaliza Rossoni. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI UNIÃO PR/SP: Carreata marca o início das vendas de cupons do projeto União Solidária

 

sicredi uniao 09 08 2019Uma carreata com dezenas de carros, tendo à frente um caminhão carregando os prêmios do projeto União Solidária – um carro e duas motos – anunciou à cidade de Cambé, na tarde da última quinta-feira, o início da ação que visa contemplar as entidades sociais em seus projetos de melhorias. O projeto consiste em distribuição de cupons às entidades cadastradas e que tiveram seus projetos aprovados. Caberá às entidades vender os cupons, a R$ 10,00. Cada entidade terá como renda a totalidade do número de cupons que comercializar, sem qualquer custo.

 

Comprometimento - Os prêmios estão sendo doados pela Sicredi União PR/SP e Cocamar e a companha é administrada, na região, pelo Lions Aliança Cambé, presidido por Georges El Haouli. “Vamos nos envolver profundamente com essa campanha para que todos os projetos inscritos sejam contemplados em sua totalidade”, comentou ele, salientando que é necessário o comprometimento das lideranças. “Temos uma excelente oportunidade de contribuir com a sociedade, principalmente porque a campanha é chancelada pela cooperativa Sicredi e isso dá ainda mais credibilidade a essa ação”, comentou.

 

Fazer juntos - Antes de iniciar a carreta, em Cambé, a agência Sicredi da cidade reuniu lideranças, representantes de entidades e colaboradores para um café da tarde. Presente ao encontro, o prefeito de Cambé, José do Carmo Garcia destacou que o projeto União Solidária é uma forma de todos os cooperados da Sicredi colaborar com a comunidade. “A cooperativa está representando o associado nessas ações e fazendo o que cada um, individualmente, não conseguiria fazer, mas juntos é possível”, disse o prefeito. Ele classificou a iniciativa da Sicredi e Cocamar como “uma verdadeira integração com a comunidade, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de todos”.

 

Impactos - A gerente de Desenvolvimento Regional Norte, Carla Sonoda, lembrou que a concretização dos projetos apresentados irá impactar muitas vidas. “Não se trata apenas de vender cupons, mas sim de vender com um propósito”, observou. A campanha está sendo realizada em toda base de atuação da Sicredi União PR/SP – Norte e Noroeste do Paraná; Leste e Centro-Leste Paulista. Na regional Norte, abrange 18 municípios e, por enquanto, tem cerca de 100 projetos inscritos de entidades como Apaes, igrejas, casas de atendimento a crianças, idosos e em recuperação de dependência química e rede de combate ao câncer.

 

Ainda dá tempo de se inscrever - A campanha de venda de cupons prossegue até o final de novembro e o sorteio dos prêmios será em dezembro. Ainda é possível o cadastro de projetos. Para isso, os  responsáveis pelas entidades precisam entrar no site oficial da campanha e realizar um cadastro. O Lions Club fará a análise dos projetos cadastrados e em seguida fará a disponibilização de cupons. A partir desse cadastramento, será liberada uma quantidade determinada de cupons para venda. O cadastro deve ser feito no site www.campanhauniaosolidaria.com.br. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

UNIPRIME ALLIANCE: Palestra com Arthur Igreja vai abordar inovação disruptiva e o futuro dos negócios

 

uniprime alliance 09 08 2019A Uniprime Alliance, cooperativa de crédito com sede em Cascavel (PR) e atuação nas regiões Oeste e Sudoeste do Estado, investe também em conhecimento e ações que agregam valor e expertise à vida financeira de seus cooperados. Este é o caso da palestra "Inovação Disruptiva e o Futuro dos Negócios", que estará sendo proferida por Arthur Igreja, no dia 28 de agosto, uma quarta-feira, no Salão Social Pampeana, em Francisco Beltrão.

 

O palestrante - Arthur Igreja é um dos mais renomados palestrantes da atualidade, com experiência profissional e acadêmica em mais de 25 países. É mestre em negócios pela Universidade Georgetown, dos Estados Unidos. A palestra inicia às 19h30. Os ingressos são limitados, exclusivos para os cooperados Uniprime Alliance, e  já podem ser retirados nas agências da cooperativa. (Imprensa Uniprime Alliance)

TRIGO: Seminário debate desafios para produção no Paraná

 

trigo 09 08 2019O 2º Seminário da Cultura do Trigo no Paraná será realizado, no dia 21 de agosto, das 8h às 17h, na Embrapa Soja, em Londrina (PR), em uma parceria entre a Embrapa, a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e a Fundação Meridional de Apoio à Pesquisa. De acordo com o pesquisador da Embrapa Soja, Luis Cesar Tavares, a programação do seminário irá debater diferentes aspectos da produção de trigo no Paraná, assim como os desafios para indústria e o mercado. 

 

Qualidade industrial - A programação do 2º Seminário - Cultura do Trigo no Paraná começa debatendo a qualidade Industrial do trigo, com palestra ministrada pela pesquisadora da Embrapa Trigo, Eliana Maria Guarienti. Para trazer as perspectivas da cultura do trigo no Brasil o convidado é o pesquisador Gilberto Rocca da Cunha da Embrapa Trigo. A programação contará ainda com palestra sobre germinação pré-colheita no trigo e as principais pragas e viroses.

 

Trigo - O trigo é um dos produtos agrícolas com maior relevância para o Paraná. Em levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) o Estado figura como maior produtor de trigo do Brasil, com uma área superior a 1 milhão de hectares, em 2019. “Além disso, a produção projetada para esta safra é de 2,7 milhões de toneladas, o que representa aproximadamente 50% da produção nacional de trigo”, diz Tavares. 

 

Inscrições - O seminário é gratuito e a inscrição pode ser feita aqui(Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

PROGRAMAÇÃO

8h - Credenciamento e entrega de material

8h15 - Qualidade Industrial do trigo - Eliana Maria Guarienti - Pesquisador da Embrapa Trigo

9h40 - Intervalo

10h - Perspectiva do trigo no Brasil - Gilberto Rocca da Cunha - Pesquisador da Embrapa Trigo

11h15 - Germinação pré-colheita no trigo - Manoel Carlos Bassoi - Pesquisador da Embrapa Soja

12h30 - Almoço

13h45 - Principais pragas em trigo - Paulo Roberto Pereira - Pesquisador da Embrapa Florestas

15h - Intervalo

15h15 - Viroses em trigo - Douglas Lau - Pesquisador da Embrapa Trigo

TECNOLOGIA: Plataforma criada por nova fintech fortalece relação financeira entre cooperativas e fornecedores

tecnologia 09 08 2019Os curitibanos Ronaldo Campos de Oliveira, Deividi Cavarzan e Fabricio Martins se conheceram em 2017 e decidiram unir a experiência de cada um em um negócio novo. Deividi e Ronaldo eram parceiros em uma empresa de tecnologia, e Fabricio, gerenciava uma organização de investimentos. De áreas tão distintas, surgiu um objetivo comum que virou a ideia central do empreendimento: simplificar as transações financeiras entre grandes empresas e seus fornecedores.

Giro.tech - Assim surgiu a Giro.tech: fintech que já operou mais de 20 milhões em antecipações de pagamentos com desconto dinâmico em apenas seis meses de operação.

Plataforma - O negócio consiste em uma plataforma que auxilia empresas de grande porte a implantarem programas de antecipação de recebíveis aos seus fornecedores e oportuniza que pequenas e médias empresas tenham acesso a capital de giro com um custo muito menor e sem a burocracia que geralmente encontram no mercado financeiro.

Recebíveis - Os recebíveis são títulos de crédito estabelecidos por uma negociação entre compradores e fornecedores: trata-se de um documento que estabelece o valor negociado a ser pago pelo comprador em um prazo determinado. Muitas vezes, no entanto, o fornecedor sente a necessidade de antecipar o recebimento, em função de alguma necessidade de fluxo de caixa.

Terceirização - “O que a Giro faz é terceirizar serviços para o setor financeiro das empresas com base em tecnologia. Assim, por meio de uma plataforma customizada, é possível que fornecedores antecipem o recebimento de suas notas fiscais, com um desconto que é decrescente, ou seja, menor quanto mais próximo ao vencimento”, afirma Ronaldo de Oliveira.

Dinâmica única - Através de uma dinâmica única, a Giro consegue oferecer ao fornecedor um acesso a crédito com menor custo, por utilizar a 'reputação de crédito'. Chamada de Desconto Dinâmico Digital, a ação diferenciada consiste na antecipação de recebíveis com o desconto calculado diariamente de acordo com o prazo escolhido pelo fornecedor e não com taxas fixas como o praticado comumente. Tudo isso graças à automatização criada pela fintech e disponível através de um Portal do Fornecedor.

Case de sucesso - Lançada em setembro de 2018, mas com apenas seis meses em operação, a Giro já possui um case de sucesso com uma grande cooperativa do setor agropecuário. Voltada para o setor de carnes, leite, batata e feijão, ela possui mais de 5.000 fornecedores e já anteciparam mais de R$ 20 milhões em recebíveis através de um portal de fornecedores customizado.

Vantagens - Fabricio Martins explica que as vantagens da antecipação de recebíveis são inúmeras e alcançam fornecedores e contratantes. “A Giro auxilia as pequenas e médias empresas a ganharem fôlego nas finanças e de quebra fortalece a cadeia de fornecedores de grandes empresas”.

Controle - Segundo ele, os fornecedores passam a ter o controle de seus recebimentos e podem escolher quais recebíveis querem antecipar. Isso fortalece o fluxo de caixa e consequentemente, possibilita a reposição do estoque, a contratação de funcionários e o investimento em novas tecnologias. Os benefícios recebidos pelo fornecedor também impactam diretamente o contratante, que passa a receber bens e serviços de maior qualidade, podendo gerar soluções melhores para os clientes.

Estímulo - “Tudo isso estimula a cadeia de fornecimento, a contratação de funcionários e a competitividade, gerando bons resultados para o mercado e para a economia como um todo”, conclui Ronaldo de Oliveira. (Assessoria de Imprensa)

 

INFRAESTRUTURA I: Governo quer dobrar transporte de carga por ferrovias, diz ministro

 

infraestrutura I 09 08 2019O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse nesta quinta-feira (08/08), em São Paulo, que o governo pretende praticamente dobrar o percentual de cargas transportadas por trens nos próximos oito anos. “Com o que nós planejamos, a gente tira a participação do modo de transporte ferroviário de 15% para 29% em oito anos”, afirmou durante palestra.

 

Soluções criativas - Ele disse que estão sendo buscadas soluções criativas para contornar a falta de recursos e tirar os projetos do papel. “Nós vamos fazer ativos sem depender de orçamento”, destacou.

 

Exemplo - Como exemplo, Freitas disse que parte da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste, que deverá escoar a produção de grãos da região, deverá ser construída pela mineradora Vale como contrapartida pela renovação do contrato de concessão da Estrada de Ferro Vitória-Minas. “Aquela outorga que você ia pagar para o Tesouro, você vai construir uma ferrovia, vai me entregar o ativo pronto”, enfatizou Freitas sobre o acordo.

 

Relicitação - O ministro comentou ainda que vão ser preparados os modelos de acordo para encerrar os contratos das concessionárias de estradas e aeroportos que enfrentam dificuldades financeiras.

 

Metodologia - “A gente tem que fechar com o mercado a metodologia para indenizar os investimentos não amortizados. A gente quer estabelecer acordos, e acordo tem que ser bom para todo mundo. Eu tenho que criar os incentivos para aquele concessionário aderir ao acordo”, disse o ministro a respeito da estratégia para romper os contratos antes do fim do prazo de vigência.

 

Interesse - Entre as concessionárias que já demonstraram interesse em devolver os ativos está a administradora do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e da BR 040, que passa por Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais.

 

Problemas - Segundo o ministro, as empresas apresentaram problemas tanto pelo modelo de licitação, como pelo envolvimento de alguns empreendedores em casos de corrupção descobertos pela Operação Lava Jato.

 

Errado - “Nós temos um problemaço para resolver que são aquelas concessões que deram errado. Deram errado por problema de modelagem. Em algum momento, a ideologia substitui a aritmética. Quando isso acontece, as coisas não dão certo”, ressaltou.

 

Aditivos - A ideia é fazer aditivos nos contratos para manter as rodovias e aeroportos em bom estado e funcionando até que seja possível passar os ativos para outros empreendedores. “Manter esses ativos operando para que a gente consiga estruturar novas concessões, em novos parâmetros”, finalizou. (Agência Brasil)

INFRAESTRUTURA II: Começa a tramitar projeto que autoriza construção de 19 centrais de energia

 

infraestrutura II 09 08 2019Começou a tramitar esta semana na Assembleia Legislativa do Paraná o projeto de lei do Executivo que propõe a construção de 19 empreendimentos de geração de energia. Todos já estão com licenças prévias e de regularização de operação emitidas pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

 

Análise - O IAP e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo analisaram e atestaram a regularidade técnica, legal e constitucional de cada um deles, faltando agora a aprovação dos deputados para a continuidade do licenciamento.

 

Condicionantes - Na mensagem encaminhada à Assembleia, o governador Carlos Massa Ratinho Junior, destaca que “a análise dos pedidos de licenciamento ambiental foi pautada por condicionantes de preservação e impacto ambiental, conciliada com o desenvolvimento econômico e a inclusão social na região, haja vista a geração de emprego e renda na região beneficiada pela construção dos empreendimentos”.

 

Legislações - A proposta condiciona a autorização da licença à comprovação do pagamento de indenização das terras e benfeitorias aos proprietários diretamente atingidos pelo empreendimento e ressalta a obrigatoriedade do cumprimento das normas ambientais e serem regidas pelas legislações municipal, estadual e federal.

 

Energia limpa - Das 19 centrais de geração de energia listadas no projeto de lei, 16 são hidrelétricas, de baixo impacto ambiental, uma usina eólica e duas termelétricas.

 

Cidades - As hidrelétricas serão construídas nas cidades de Palmeira, Cascavel, Honório Serpa, Clevelândia, Francisco Beltrão, Boa Ventura do São Roque, Pitanga, Santo Antônio do Sudoeste, Nova Tebas, Palmas, Tibagi, Rio Branco do Sul, Renascença, Toledo, Nova Aurora e Marechal Cândido Rondon. As duas termelétricas serão implantadas em Jacarezinho e Pitanga e a usina eólica em Palmas.

 

Agilização - O governador Ratinho Junior já se manifestou favorável à agilização da análise dos pedidos de licenciamento das Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) e das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). “São empreendimentos com baixo impacto ambiental, que produzem energia limpa e contribuem para o desenvolvimento econômico dos municípios”, afirmou.

 

Aumento - O número de licenças concedidas pelo Governo nos seis primeiros meses deste ano já representa 15% do total dos sete anos anteriores. Segundo Ratinho Junior, outros 41 projetos para geração de energia estão em processo de análise pelo IAP e deverão ser encaminhados ainda em 2019 para a Assembleia Legislativa. (Agência de Notícias do Paraná)

PREVIDÊNCIA: Reforma da Previdência chega ao Senado e será relatada por Tasso Jereissati

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recebeu, nesta quinta-feira (08/08), a proposta de reforma da Previdência Social (PEC 6/2019) das mãos do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) foi confirmado como relator da proposta, que vai para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

 

Substitutivo - A reforma foi aprovada pela Câmara em segundo turno nesta semana, na forma de um substitutivo que promoveu várias alterações sobre o texto original do governo federal. Caso seja aprovada pelo Senado sem modificações, estará pronta para ser promulgada como emenda constitucional.

 

Concluir a missão - Davi Alcolumbre disse que a Câmara fez a sua parte com “altivez” e que agora cabe ao Senado concluir a missão. O presidente avalia que a reforma da Previdência é necessária para equilibrar as contas do país e que ela abrirá caminho para outras reformas, como a tributária e o pacto federativo. “Não é possível termos um orçamento capturado pelo custeio do Estado, sem a mínima condição para investir em educação, saúde, segurança.”

 

Arrecadação - O presidente do Senado defendeu a reforma como alternativa para o governo aumentar a arrecadação. Com mais recursos em caixa, na opinião de Davi, o Executivo será capaz de equilibrar as contas e oferecer o ambiente com a tranquilidade jurídica necessária para atrair mais investimentos que aqueçam a economia e gerem empregos.

 

Importante - “Esta reforma, sem dúvida nenhuma, é uma das reformas mais importantes, porque, sem ela, nós nem teríamos condições de iniciar outras reformas. Eu não tenho dúvida que este Parlamento será o mais reformista das últimas décadas”, enfatizou.

 

Servidores públicos - O Senado deve retomar a inclusão de servidores públicos estaduais e municipais nas novas regras previdenciárias, medida que constava da primeira versão da reforma, mas acabou sendo retirada pelos deputados.

 

Segunda PEC - Para evitar que essa eventual alteração force o retorno da proposta para a Câmara, atrasando a promulgação, a ideia dos senadores é tratar do assunto em uma segunda PEC - a chamada "PEC paralela". Dessa forma, o texto atual já poderia ter sua tramitação concluída no Senado.

 

Relator e comissão - A relatoria da PEC 6/2019 na CCJ ficará com o senador Tasso Jereissati. Ele também é relator da comissão especial de acompanhamento da reforma, em funcionamento no Senado desde abril. O presidente Davi Alcolumbre defendeu a indicação destacando que Tasso passou os últimos meses acompanhando de perto as discussões sobre o novo sistema previdenciário.

 

Apresentação - Tasso adiantou que pretende apresentar o seu relatório antes do prazo regimental de 30 dias que a CCJ tem. Ele encorajou os senadores a apresentarem contribuições de toda natureza, mas observou que o tema exige celeridade porque a Previdência vive uma “escalada deficitária” que ameaça levar o país à “falência financeira”.

 

Primoroso - O senador também classificou como “primoroso” o trabalho dos deputados e salientou que o texto enviado pela Câmara já é “o melhor possível”, ressalvada a ausência de estados e municípios. Tasso disse que estudou experiências internacionais de reformas previdenciárias e que o Brasil se destacou por estar conduzindo a sua sem conflitos.

 

Pacífica - “Em nenhum lugar do mundo essa é uma discussão fácil. Na maioria dos países as discordâncias saíram do âmbito parlamentar e foram para as ruas. Aqui, conseguimos fazer isso de maneira inteiramente pacífica. É quase miraculoso o que a Câmara conseguiu.”

 

Correções - A presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS), elogiou Tasso Jereissati como o mais indicado para a tarefa e também falou positivamente do trabalho da Câmara. Para ela, os deputados corrigiram problemas graves do texto original proposto pelo Executivo e deram passos importantes. “A reforma do governo federal era profana, mexia com direitos básicos. A Câmara teve a sensibilidade de alterá-la. Portanto, a reforma já chega mais justa e está pronta para ser debatida nesta Casa”, declarou a senadora.

 

Tramitação - Depois de passar pela CCJ, a PEC 6/2019 irá para o Plenário, onde precisará passar por cinco sessões de discussão antes da primeira votação. São necessários pelo menos 49 votos favoráveis para que ela seja aprovada em primeiro turno. Depois de mais três sessões de debates, ela deverá ser votada em segundo turno, com a exigência do mesmo quórum para a aprovação.

 

“Sacrifício” - O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) lembrou que a reforma da Previdência representa um “sacrifício” para a população, e que os senadores não devem se esquecer disso ao tratar do tema. Para ele, a medida é necessária e a sociedade compreendeu a sua importância, mas ela não merece aplausos ou comemorações.

 

Mais tempo - “A população terá que trabalhar mais tempo, pagar mais, aposentar-se mais tarde e talvez recebendo uma aposentadoria aquém das suas expectativas. Não há alternativa. Ou aprovamos a reforma da previdência agora, ou chegaremos a um colapso no futuro.”

 

Peso dos contribuintes - Alvaro destacou que cabe ao governo fazer também a sua parte para aliviar o peso sobre os contribuintes. Ele defendeu tratamento mais rigoroso dos devedores da Previdência, fim de desonerações fiscais que desabastecem o sistema e revisão da Desvinculação de Receitas da União (DRU), ferramenta que permite a movimentação de recursos do orçamento da seguridade social. (Agência Senado)

 

 

previdencia lista 09 08 2019

ORÇAMENTO: CMO aprova Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2020

 

orcamento 09 08 2019A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou nesta quinta-feira (08/08) o projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020. O texto ainda precisa ser aprovado em sessão conjunta do Congresso Nacional antes de seguir para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

 

Recesso - Constitucionalmente, deputados e senadores deveriam ter aprovado a LDO pelo Congresso antes do recesso legislativo. No entanto, o recesso, que começaria dia 18 de julho, foi antecipado após a conclusão da votação do primeiro turno da reforma da Previdência sem a análise do parecer na CMO.

 

Salário mínimo - O texto prevê que o salário mínimo seja reajustado para R$ 1.040 em 2020, sem ganho acima da inflação. O aumento nominal será de 4,2% na comparação com o valor atual do mínimo (R$ 998). A variação é a mesma prevista para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Para os dois anos seguintes, a proposta sugere que a correção também siga apenas a variação do INPC.

 

Meta fiscal - Em relação à meta fiscal, o projeto prevê um déficit primário para 2020 no valor de R$ 124,1 bilhões para o governo central, que considera as contas do Tesouro Nacional, da Previdência Social e do Banco Central. Para este ano, a meta é de déficit de R$ 139 bilhões.

 

Reajuste salarial - O relatório da proposta da LDO de 2020 (PLN5/2019) incluiu a permissão para que o Executivo autorize reajuste salarial para o funcionalismo público em 2020. A medida contraria o governo que, na proposta original enviada ao Congresso em abril, prevê a possibilidade de aumento apenas aos militares.

 

Fundo eleitoral - O relator da LDO na Comissão Mista de Orçamento, deputado Cacá Leão (PP-BA), também modificou o trecho da proposta enviada pelo governo que trata da destinação de recursos para o Fundo Eleitoral para as eleições municipais de 2020. Segundo ele, o texto original do Executivo não estabelecia limite para os repasses. Em seu parecer, Cacá Leão definiu teto de 0,44% da Receita Corrente Líquida (RCL) deste ano, equivalente a R$ 3,7 bilhões. (Agência Brasil)

ECONOMIA I: Com demanda fraca, IPCA de julho fica abaixo do esperado

 

1economia I 09 08 2019A inflação de julho acelerou para 0,19%, por causa da conta de luz, mas veio menor que o 0,25% esperado. Foi a taxa mais baixa para o mês em cinco anos e, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não fosse a energia elétrica o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teria ficado perto da estabilidade, o que aponta demanda e atividade

enfraquecidas.

 

Composição - "A composição do índice segue muito boa. E os núcleos mais sensíveis à política monetária rodam a taxas baixas. Mesmo fora deles não há pressões inflacionárias", afirma a economista Julia Passabom, do Itaú Unibanco. A instituição previa alta de 0,22% para o IPCA de julho. Núcleos são medidas que buscam reduzir ou eliminar itens mais voláteis, o que mostraria de forma mais precisa a trajetória da inflação.

 

Núcleo - Passabom destaca o núcleo chamado IPCA-EX3, que agrega apenas itens selecionados de serviços e bens industriais. No acumulado em 12 meses até julho, essa medida sobe apenas 2,6%, desacelerando ante os 2,9% de junho, abaixo do piso da meta, de 2,75%. Outro núcleo sensível à atividade, o IPCA-EX2, que agrega alimentação no domicílio, serviços e bens industriais, está ainda mais abaixo, em 2,5%.

 

12 meses - Em 12 meses, o IPCA é de 3,22%, abaixo da meta de 4,25%. Os alimentos in natura seguiram em deflação, embora menor que no mês anterior. Para o IBGE, a safra agrícola recorde deste ano pode contribuir para manter esses preços baixos nos próximos meses. "A safra positiva pode ajudar, como em 2017, quando ficou abaixo da meta", disse Fernando Gonçalves, gerente de Índices de Preços do IBGE.

 

Não preocupa - Para onde se olhe, a inflação não preocupa. A maioria dos grupos que formam a cesta de produtos e serviços do IPCA continua a apresentar taxas baixas, segundo Passabom, do Itaú.

 

Alimentação - A alimentação fora do domicílio acelerou, como também era esperado, mas tem exibido uma taxa comportada há três meses. Esse grupo é um importante indicador da inflação de serviços. O item "refeição fora", destaca o IBGE, acumula alta de 2,1% em 12 meses, abaixo do grupo alimentos e bebidas, de 4,13%.

 

Sem espaço - "Com a fraqueza da demanda e um mercado de trabalho ainda fraco, não há espaço para repasse de preços", afirma o economista Maurício Nakahodo, do Banco MUFG Brasil. A instituição previa alta de 0,25% no IPCA. Gilberto Borça Jr., mestre em Economia pelo IE-UFRJ, vai na mesma linha. "Cada vez que o IPCA sai, ratifica que não há demanda, que falta estímulo." 

 

Evidências - Como tem defendido há algum tempo, o economista diz que, além da inflação baixa, há várias evidências de que a taxa básica de juros, Selic, "está fora do lugar", e que, diante do atual regime fiscal, que coloca um teto nos gastos do governo e reprime o crédito público, resta à política monetária dar conta de estimular a demanda, respeitando meta. "A meta hoje é muito confortável", diz ele, que não vê outros instrumentos à mão. A liberação do saque de R$ 500 em contas do FGTS não vai cumprir essa função, opina.

 

Cenário externo - Borça Jr. não vê o cenário externo mais conturbado como uma ameaça à inflação via depreciação cambial. "Vai ter volatilidade de câmbio, mas o nível de atividade é tão baixo que o grau de repasse é mais contido", diz. Ele exemplifica com o que ocorreu em 2018, quando houve depreciação do real de cerca de 15% e ainda assim a inflação fechou em 3,75%, abaixo da meta.

 

Endividamento das famílias - A esse quadro se junta o aumento do endividamento das famílias, que o economista diz ver com preocupação. Dentro da carteira de crédito livre para pessoas físicas, as linhas que apresentam maior crescimento real são cartão de credito parcelado e empréstimo não consignado, com taxas de juros altas e em elevação. "Minha hipótese é que as famílias estão recorrendo a linhas de crédito emergenciais para fechar o orçamento", diz ele, que está estudando o assunto mais a fundo.

 

Próximo passo - "O endividamento já subiu. O próximo passo seria o comprometimento de renda começar a aumentar, o que poderia gerar redução de consumo à frente. Consumo é 60% do PIB", observa, lembrando que o mercado de trabalho está se recuperando com emprego informal. "É uma hipótese que preocupa."

 

Agosto - Em agosto a inflação deve continuar moderada a despeito da bandeira vermelha na conta de luz, que deve acrescentar em torno de 0,15 ponto percentual ao índice. O Itaú Unibanco estima inflação de 0,18% em agosto. O MUFG, 0,25%. A queda dos produtos agrícolas vista no IGP-DI de julho, divulgado pela FGV nesta quinta-feira (08/08), deve chegar ao varejo. "O IGP-DI sinaliza que haverá outra leitura tranquila na inflação ao consumidor. A alimentação deve ficar mais negativa em agosto", diz Passabom. Os combustíveis, por seu lado, podem também recuar mais, diz a economista. Os preços internacionais têm registrado quedas expressivas, o que deve compensar a depreciação do real ante o dólar. (Valor Econômico)

 

economia I quadro 09 08 2019

ECONOMIA II: IR pode ter alíquota menor e fim de deduções

 

economia II 09 08 2019A equipe econômica do governo estuda atrelar a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) à inflação e eliminar as deduções relativas a despesas médicas e educação para reduzir a alíquota máxima, hoje fixada em 27,5%. Os técnicos da equipe econômica também trabalham com diferentes opções de desoneração da contribuição patronal sobre folha de pagamentos, parcial ou total, a ser substituída pelo imposto sobre transações financeiras.

 

Progressivo - "Nós vamos fazer o Imposto de Renda progressivo, arrumadinho, vamos limpar tudo. Por exemplo, você tem hoje alíquota de 27,5%, mas aí deixa tirar médico, dentista, fica todo mundo juntando papel, é um inferno na vida das pessoas. Então é o seguinte: tira todas as deduções, mas baixa a alíquota", disse uma graduada fonte da equipe econômica. "Em princípio, a ideia é que a faixa de isenção vai seguir com a inflação daqui para frente", completou, acrescentando que a ideia é não repor o passado.

 

Opção - A despeito da ideia favorita no momento ser eliminar as deduções, os técnicos também simularam e o ministro Paulo Guedes terá a opção de decidir por alternativas de limitar essas possibilidades. Hoje não há limites para dedução de despesas médicas.

 

Redução - Guedes também precisará decidir em breve se fará redução total ou parcial dos 20% cobrados sobre a folha de pagamento das empresas para financiar a Previdência. Se a redução for total, como se dizia inicialmente, o novo tributo terá de ser maior, entre 0,5% e 0,6% em cada lado de uma transação. Se for parcial, esse imposto que lembra a CPMF, mas com alcance mais amplo, poderá ser menor.

 

Contribuição previdenciária - Outra possibilidade era incluir na substituição tributária em estudo também uma parcela da contribuição previdenciária do trabalhador, que hoje varia de 8% a 11%. A criação dessa nova CPMF demanda o envio de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC). Apesar de diversas manifestações em contrário por parte de economistas e industriais, o ministério ainda não desistiu dessa ideia.

 

Apoio - Uma fonte da área econômica explica que essa substituição tributária pode ser o caminho para viabilizar o apoio do setor de serviços, setor intensivo em mão de obra e que tradicionalmente é contra a criação do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), que também está sendo preparado no âmbito da reforma do governo.

 

Substituição - O IVA federal, que substituirá tributos como PIS, Cofins, IPI, deve ter alíquota em torno de 15%. O novo tributo deve trazer consigo a possibilidade de adesão voluntária dos Estados, que poderão acoplar nele o seu ICMS, e também um desenho que permita futuramente evoluir para um IVA nacional, que abarque o ICMS e o ISS de todos estados e Municípios, como propõem as reformas tributárias em tramitação no Congresso.

 

Reforma tributária - A reformulação do Imposto de Renda das empresas é outra perna da reforma tributária do governo, cuja intenção é ser anunciada junto com as outras medidas do pós-Previdência (o que hoje está previsto para ocorrer na próxima semana). O governo pensa em reduzir o IRPJ de 25% para 20% e uma hipótese é compensar isso com a tributação sobre dividendos, hoje inexistente. A ideia é também zerar a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), de 9%, que faz a tributação sobre o lucro das empresas chegar a 34%. A compensação da CSLL pode ser feita dentro do imposto sobre transações financeiras ou nos dividendos.

 

Competitividade - Com a redução da tributação sobre o lucro das companhias, o governo pretende dar maior competitividade, equiparando a situação do Brasil com a dos Estados Unidos e a de outros países. Se compensar nos dividendos, atacará também a má distribuição da tributação sobre a renda das pessoas físicas.

 

Prorrogação - Nesta quinta-feira (08/08), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prorrogou por sete dias corridos o prazo de apresentação de emendas à reforma tributária. Com isso, o prazo final, que acabaria na próxima semana, deve ser postergado por mais uma semana. Prefeitos e representantes da chamada "bancada evangélica" devem apresentar propostas.

 

Emendas - Por enquanto há apenas duas emendas, ambas do presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE). Uma propõe uma reforma nos moldes da ideia do secretário da Receita, Marcos Cintra; uma é para preservar os incentivos da Zona Franca de Manaus. Cada sugestão apresentada precisa do apoio de 171 deputados para tramitar.

 

Essenciais - As emendas são essenciais porque a reforma é uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e, depois dessa fase, apenas o relator, o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), poderá criar texto novo no seu parecer. Se algum setor ou parlamentar discordar do que ele propôs, só poderá pedir a votação de um texto diferente se ele já existir em alguma das emendas apresentadas. Se Ribeiro, por exemplo, discordasse do tratamento diferenciado para a Zona Franca de Manaus, os parlamentares favoráveis só poderiam aprovar essa diferenciação com a ajuda dessa emenda. (Valor Econômico)

SERASA EXPERIAN: Maioria das empresas não tem como atender à Lei de Proteção de Dados

 

serasa experien 09 08 2019A maioria das empresas ainda não está pronta para atender às exigências da Lei de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), revela pesquisa divulgada nesta quinta-feira (08/08) pela Serasa Experian.

 

Disciplinamento - A LGPD disciplina como empresas e entes públicos podem coletar e tratar informações de pessoas, estabelecendo direitos, exigências e procedimentos nesses tipos de atividade.

 

Despreparadas - De acordo com o levantamento, 85% das empresas brasileiras afirmaram que ainda não estão preparadas para garantir os direitos e deveres em relação ao tratamento de dados pessoais, que começará a vigorar no Brasil em agosto de 2020. A maioria pretende estar pronta em até um ano. A pesquisa foi realizada em março deste ano e ouviu executivos de 508 companhias de 18 ramos de atividades, com diferentes portes e segmentos, em todas as regiões do país.

 

Contratação - Os resultados mostram ainda que 72% das companhias com mais de 100 funcionários pretendem contratar uma pessoa de mercado especializada, uma consultoria ou assessoria para atender à primeira lei federal voltada exclusivamente à proteção de dados.

 

Impacto - Ainda segundo a pesquisa, com a chegada da lei, quase 73% das empresas esperam algum impacto, ou um impacto muito significativo, na atual infraestrutura de tecnologia de informação.

 

Coleta - De acordo com a Serasa, outro aspecto evidenciado pela pesquisa é a maneira como as empresas coletam dados e permissões de uso de informações pessoais de consumidores e usuários de serviços. Na média de todos os segmentos, as companhias preferem investir mais no relacionamento pessoal (reuniões, feiras, eventos etc.) e nas mídias sociais. (Agência Brasil)


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