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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4633 | 05 de Agosto de 2019

ABAG/B3: Presidente do Sistema Ocepar participa de debate sobre o agronegócio brasileiro

O Congresso Brasileiro do Agronegócio, promovido nesta segunda-feira (05/08) pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e B3 – Brasil, Bolsa, Balcão, tem as discussões voltadas ao tema “Agro: Momento Decisivo”. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, acompanha a programação do evento, que ocorre no Sheraton WTC São Paulo Hotel, em São Paulo, até às 19h. A palestra inaugural foi ministrada pelo executivo Jingtao (Johnny) Chi, presidente da chinesa COFCO International, uma das maiores tradings mundiais de agronegócio mundial, que discorreu sobre “O mercado chinês e a produção sustentável”.

Especialistas - Além da palestra de abertura, o programa do Congresso prevê a participação de um grupo de especialistas dos diversos segmentos relacionados com os diferentes elos da cadeia produtiva da agropecuária brasileira.

Palestrantes e debatedores - Integram o corpo de palestrantes e debatedores, ex-ministros, economistas com passagem por decisivos postos de comando em diferentes instâncias governamentais, além de executivos das maiores e mais importantes empresas de praticamente todos os segmentos da atividade econômica. O evento é divido em três painéis que vão debater redução do custo Brasil, mecanismos financeiros e pilares para o futuro do agronegócio.

Transmissão em tempo real - Além das cerca de 900 pessoas que compõem a plateia do Congresso, as palestras e debates podem ser acompanhados por meio de uma transmissão em tempo real pela web. Basta entrar no site do evento https://cbaabagb3.com.br/ e acionar o botão Transmissão Ao Vivo. (Com informações da Assessoria de Imprensa do evento)

SERVIÇO

Congresso Brasileiro do Agronegócio ABAG e B3 – Agro: Momento Decisivo

Data: 5 de agosto de 2019 = Horário: das 8hs às 19h00

Local: Sheraton WTC São Paulo Hotel - Av. das Nações Unidas, 12.559

Outras informações em: https://cbaabagb3.com.br/

 

abag programacao 05 08 2019

 

GETEC: Informe traz expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec 05 08 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (05/08), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

COOPERCAF: Cooperativa celebra crescimento de 18,4% neste semestre

 

Em entrevista realizado para o Portal O Novo Oeste, o presidente da Coopercaf, Edson Luiz Zonta, destacou que, mesmo com a frustação da safra da soja no início do ano, os indicadores foram positivos devido à movimentação realizada com o recorde da safra de milho. Confira na integra a entrevista:

 

O Novo Oeste: Como foi o primeiro semestre da Cooperativa de transporte?

Presidente da Coopercaf: O primeiro semestre foi satisfatório apesar da frustração da safra da soja que prometia produzir muito e teve uma quebra de 30% no volume, conseguimos recuperar na safrinha de milho, que produziu uma safra recorde colhida e armazenada em pouca mais de 30 dias.

 

O Novo Oeste:O transporte da safra de grãos este ano, foi satisfatório?

Presidente da Coopercaf: Foi satisfatório apesar de ter sido em um período curto, tanto na safra da soja como na safrinha de milho.

 

O Novo Oeste: Em relação aos resultados, houve crescimento em relação ao mesmo período de 2018? E de quanto foi?

Presidente da Coopercaf: Houve um crescimento significativo no período apesar da quebra de produção da soja, conseguimos crescer 18,4% no primeiro semestre de 2019, em comparação ao mesmo período do ano de 2018.

 

O Novo Oeste: Para o segundo semestre qual a expectativa?

Presidente da Coopercaf: A expectativa do segundo semestre é que possamos transportar um volume de produtos igual ou superior ao ano anterior que foi de 1.500.000 toneladas, e implantarmos alguns projetos de melhorias para os associados.

 

O Novo Oeste: Quais são estes projetos de melhorias para os associados?

Presidente da Coopercaf: Um novo escritório próximo a Copacol e o pátio que está em fase de conclusão também próximo a Copacol, onde vai agilizar para o associado a marcação da descarga de produtos e na hora de pegar a nota fiscal do carregamento. (O Novo Oeste)

 

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CAPAL: 47° Expoleite reúne animais de qualidade genética

 

capal 05 08 2019A 47ª edição da Expoleite, tradicional feira de pecuária leiteira que recebeu 28 mil visitantes entre os dias 25 e 27 de julho, em Arapoti (PR), reuniu os melhores animais da região quando o assunto é qualidade genética. Para o julgamento, que aconteceu durante os três dias de feira, foram inscritos 280 animais, sendo 193 da variedade Holandês Preto e Branco e 87 da Vermelho e Branco.

 

Circuito Nacional - O julgamento realizado na feira integra o Circuito Nacional da Raça Holandesa, promovido pela Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH).

 

Soma - A premiação é feita por meio da soma da pontuação dos animais expostos de cada criador. O juiz de pista foi o gerente de Desenvolvimento Genético da Semex, Mike West. O canadense, que é formado em Ciências Leiteiras pela Universidade de Guelph, já julgou exposições em diversos países, como Japão, México e Austrália.

 

Campeãs - Receberam o título de “Grande Campeã” as vacas Borg Red Rose Cinz Destry 1714, dos criadores Ubel Borg e Rogerio Egbert Borg, e Menge Doorman C2489, pertencente a Hendrik de Boer e Reinaldo de Boer, nas variedades Vermelho e Branco e Preto e Branco, respectivamente. Os pecuaristas Hans Jan Groenwold e Adriaan Frederik Kok, cooperado Capal, foram eleitos os melhores expositores e criadores da raça Holandesa Preta e Branca e Holandesa Vermelha e Branca, respectivamente.

 

Pecuária leiteira - A pecuária leiteira é uma das principais atividades da região dos Campos Gerais do Paraná, referência em qualidade genética da Raça Holandesa no Brasil. A Capal, com atuação nos Estados do Paraná e São Paulo, negocia 9 milhões de litros de leite por mês. Essa quantidade, registrada em junho deste ano, é quatro vezes superior à média nacional, que variou entre 3% e 3,5% o crescimento. (Imprensa Capal)

COCAMAR: Cooperativa incentiva renovação de pomares

cocamar 05 08 2019A região noroeste do Paraná tem se destacado no país pela produtividade e a sanidade dos seus pomares de laranja, ainda que o greening – a pior doença da cultura – seja uma ameaça constante.

Fomento - Como boa parte dos pomares foi plantada há mais de duas décadas e já apresenta potencial produtivo reduzido, a Cocamar vem implementando seu programa de fomento ao cultivo. A previsão da cooperativa é que 5 mil hectares de laranja sejam plantados nos próximos anos, sendo 2 mil até 2020 e outros 3 mil entre 2021 e 2016.

Contrato - Por trás do incentivo está, também, o interesse manifestado pela Louis Dreyfus Commodities (LDC), que possui indústria de suco concentrado de laranja em Paranavaí (PR), de fechar contrato por mais dez anos para a entrega de laranja. A LDC tem capacidade para absorver 7 milhões de caixas de 40,8 quilos por ano. Para facilitar que o produtor renove ou amplie seus pomares, há linhas de crédito disponíveis no mercado para financiamento.

Rentabilidade - “A laranja é uma boa alternativa para a diversificação dos negócios”, afirma o gerente técnico da Cocamar, Robson Ferreira. Considerando uma produtividade média de 900 caixas por hectare/ano e o preço de R$ 21 a caixa, é possível obter uma rentabilidade média de R$ 5,6 mil por hectare. A remuneração é superior a de outras culturas praticadas na região, como café, soja, milho e mandioca.

Mais - Com a renovação dos pomares, Ferreira observa que a produtividade média pode ser bem maior, ampliando os resultados. (Imprensa Cocamar)

 

PRIMATO: Realizado o primeiro sorteio da Campanha de Aniversário 22 anos

 

Foi realizado, na última quarta-feira (31/07), na unidade agropecuária e agrícola da Primato Cooperativa Agroindustrial, em Toledo (PR), o primeiro dos três sorteios da campanha “Aniversário Premiado Primato 22 anos”. Com a presença da diretoria, encarregados, colaboradores e cooperados, foram conhecidos os ganhadores dos 22 fornos a lenha Pinhal. 

 

Campanha - Após a conferência do preenchimento correto dos cupons foram conhecidos os ganhadores. “A cada cupom sorteado foi auditado se continha nome completo, CPF e telefone, para que haja a possibilidade de se fazer contato e confirmar os sorteados, assim foram conhecidos os primeiros 22 sortudos da campanha”, enalteceu o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter que complementou, “tivemos ganhadores de várias unidades de negócio, de outras cidades e até de Santa Catarina”.

 

Prêmios - Clientes da rede Primato supermercados, farmácia, restaurantes, posto de combustível e lojas agropecuárias estarão participando da campanha. “Participam da campanha Aniversário Premiado Primato 22 anos os clientes que fizerem compras no valor de R$100, preencherem os cupons e depositar nas urnas que estão disponíveis nas unidades da cooperativa”, explicou o encarregado de marketing e comunicação da Primato, Thiago Renner.

 

Campanha - A Campanha teve início no dia 15 de julho e vai até 30 de setembro de 2019, sorteando ainda 22 Microondas 30 litros e 22 Televisores 50 polegadas. “O próximo sorteio será no supermercado da avenida Maripá, em Toledo, no dia 31 de agosto e serão sorteados 22 Microondas 30 litros”, conclui Thiago.

 

Ganhadores - Confira os nomes dos ganhadores dos 22 fornos a lenha pinhal do primeiro sorteio da campanha:

Luciane Dos Santos

Luiz Henrique Saes Zabiole

Andressa Dietrichkeit Zucchi

José Claudemir Da Rosa

Marcio Aparecido Alves De Souza

Augusto Clivati Filho

Carla Fernanda Caetano

Manuel Domingues Pereira

Vanessa Bis Leindorf

Valter Moraes Da Silva

Luiz Altair Daneluz

Mara Regina Carvalho Da Silva

Airton Miguel Fuhr

Evandro Biadola

Izanete Dalla Rosa Monsao

Roberval Severino Dias

Lairte Schatz

Neocimar Fátima Tesser

Everton Dos Santos Vedana

Edemilson Araújo Da Silva

Ana Paula Araújo Kons

Vanderlei Nogueira

(Imprensa Primato) 

 

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COCARI: Aluna participante do Cooperjovem pela cooperativa é autora de redação premiada

 

A aluna Emily Ferrari de Oliveira, 4º ano B, da Escola Municipal Walter Antunes Pereira, é uma das participantes do Programa Cooperjovem pela Cocari, em Mandaguari (PR), e teve sua redação “A Fábula da Cooperação” premiada na categoria que avalia textos de alunos do 4° e 5° ano do ensino fundamental. A iniciativa insere o cooperativismo no currículo escolar, difundindo os princípios e valores da cooperação. O tema da edição deste ano foi “Por que o Programa Cooperjovem merece o Oscar da Educação?”. 

 

Cooperjovem - O Cooperjovem conta com a atuação dos professores que têm papel fundamental para a realização do projeto. Na sala de aula, são eles que levam o cooperativismo até os alunos, fazendo com que compreendam a importância de conceitos inerentes ao cooperativismo como: trabalho em equipe, solidariedade, autonomia e responsabilidade. 

 

Paraná  Neste ano, o programa contou com 20 cooperativas paranaenses parceiras. A lista dos alunos vencedores foi divulgada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) no dia 30 de julho. Ao todo, 56 redações foram inscritas na primeira categoria (alunos do 4° e 5° ano do ensino fundamental) e 18 redações na segunda categoria (estudantes do 6° ao 9° ano do ensino fundamental). 

 

Premiação - Os três alunos vencedores de cada categoria serão premiados nos dias 4 e 5 de setembro no Sesc Caiobá, com uma programação especial para estudantes e professores. Para Emily, entretanto, o mais importante não é o prêmio. “Eu me sinto muito surpresa e feliz, mas a melhor parte do Cooperjovem é poder ajudar a mudar o mundo”, afirmou. (Imprensa Cocari)

 

VENCEDORES

 

Primeira categoria

Vinicius Assunção Siviero – Sicoob Metropolitano

Emily Ferrari de Oliveira – Cocari

Any Vitória Pena Farias – Frísia

 

Segunda categoria

Júlia Nauy – Agrária 

Inácio Perondi Hank – Coopermundi

Isabela Donato Vidal – Agrária

 

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SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Implantado programa para formação de líderes

 

sicoob tres fronteiras 05 08 2019Preparar os gerentes de relacionamento das agências e os analistas da Unidade Administrativa para ocuparem posições de liderança tem sido uma premissa do Sicoob Três Fronteiras. Para colocar essa estratégia em prática e valorizar os talentos internos, a cooperativa de Foz do Iguaçu (PR) desenvolveu a Escola de Líderes.

 

Competências - O objetivo do programa, que terá duração de sete meses, é desenvolver competências de liderança nos profissionais, para que eles possam atuar como futuros gestores em todas as áreas da cooperativa.

 

Seleção - Para participar da Escola de Líderes, os colaboradores interessados precisaram participar de um processo de seleção, composto de um estudo de caso individual e de uma dinâmica prática, que contou com a presença de um comitê de avaliação formado pelos integrantes da Diretoria Executiva, o gerente regional e supervisora da área de Gestão de Pessoas.

 

Apoio -  “O apoio da Diretoria Executiva, dos gerentes da Unidade Administrativa e das agências foi fundamental para que essa ideia saísse do papel, já que os módulos acontecerão uma vez por mês, com carga horária de 16h cada e os selecionados precisarão se ausentar de suas rotinas nesse período em busca do desenvolvimento profissional e pessoal”, pontuou a supervisora da área de Gestão de Pessoas e RH e idealizadora da Escola de Líderes, Simone Muller.

 

Instrutores - Simone reforça ainda que instrutores do programa são profissionais gabaritados, que vão abordar temas nas áreas de Gestão de Pessoas, Crédito e Negócios. “Entre eles, temos o consultor Tiago Boeira”, complementa. 

 

Colaboradores - A primeira turma da Escola de Líderes do Sicoob Três Fronteiras irá beneficiar 15 colaboradores selecionados e terá início no próximo dia 13 de agosto. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICREDI CAMPOS GERAIS: Conselho Fiscal é empossado

 

sicredi campos gerais 05 08 2019O Conselho Fiscal da Sicredi Campos Gerais PR/SP tomou posse na última quarta-feira (31/07), em evento realizado na sede da instituição financeira cooperativa, que contou com a participação do presidente da cooperativa, Popke Ferdinand Van Der Vinne e do diretor-executivo, Marcio Zwierewic. O Conselho Fiscal, formado por associados eleitos em assembleia, tem o poder de fiscalizar o Conselho de Administração e a diretoria na gestão da cooperativa. Além dessa importante atribuição, os conselheiros fiscais acompanham a gestão zelando pelo interesse dos associados e contribuindo pela solidez e sustentabilidade da cooperativa.

 

Responsáveis - Os responsáveis por essas atribuições no mandato 2019-2021 são: o coordenador do conselho, Arthur Savatsky, de Witmarsum; o secretário Paulo Marchezini, de Carambeí; além de João Luiz Wolf, de Colombo; Henrique Morelli, de Curiúva; Roberto Sigolo, de Ponta Grossa; e Odair Sanson, de Palmeira.

 

Diversidade - “Ficamos felizes em ter representantes de diversos municípios de nossa área de atuação compondo o Conselho Fiscal. Isso é importante para que a cooperativa atinja os propósitos de diversidade buscados pelo Sicredi e garanta a representatividade”, afirma o presidente da Sicredi Campos Gerais PR/SP, Popke Ferdinand Van Der Vinne. “A atuação do conselho é determinante para assegurar que as decisões da Assembleia Geral Ordinária sejam, de fato, seguidas”, acrescenta Van Der Vinne.

 

Propósito social - De acordo com Zwierewic, é importante que a cooperativa busque atingir os resultados financeiros, mas não esqueça de seu propósito social. “Para ser sustentável, a cooperativa precisa dar resultado. Mas temos um propósito muito maior: contribuir com a comunidade na qual estamos inseridos e garantir que os recursos aportados na cooperativa auxiliem no desenvolvimento econômico e social destes municípios”, destaca.

 

Eleição e homologação - Composto por associados, o Conselho Fiscal foi eleito na Assembleia de Delegados da Sicredi Campos Gerais PR/SP, realizada em 15 de março, e homologado pelo Banco Central, em 3 de julho. Ao todo, foram realizadas 23 reuniões nos 14 municípios nos quais a instituição conta com agência, somando mais de 10 mil participantes.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).  (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Associado de Moreira Sales (PR) é premiado no sorteio Seguro de Vida

 

sicredi vale piquiri 05 08 2019O associado do Sicredi de Moreira Sales (PR), Paulo Henrique Parra Posso, é o novo sorteado no Seguro de Vida Mais Premiada. A entrega simbólica do prêmio aconteceu na agência do município, na última semana. 

 

Ganho - Com o Seguro Vida Mais Premiada, o associado do Sicredi pode ganhar o equivalente ao seu capital segurado em vida, por meio de quatro sorteios mensais pela Loteria Federal, limitado a R$ 50.000,00. Além disso, os segurados contam com uma série de coberturas e assistências diferenciadas.

 

Distribuição - Os seguros de vida são oferecidos pelo Sicredi em parceria com a Icatu Seguros e já distribuíram entre os associados premiados mais de R$ 52 milhões em todo o país. A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, que atua em São Paulo (capital), ABCD Paulista e regiões do Oeste e Noroeste do Paraná, já sorteou 33 associados, totalizando mais de R$ 1,1 milhão em prêmios.

 

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP é uma cooperativa com 30 anos de história, mais de 130 mil associados, distribuídos em 75 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná e Capital e Abcd Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

SICREDI UNIÃO PR/SP: Campanha União Solidária tem início na região de Londrina

 

sicredi uniao 05 08 2019Na quarta-feira (07/08), será dada a largada da campanha “União Solidária” na regional Norte da Sicredi União PR/SP. Lançada na região durante a Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina deste ano, a campanha tem o objetivo de viabilizar recursos financeiros para que  instituições sociais possam angariar fundos para seus projetos de transformação. Na regional, ela é coordenada pelo Lions Clube Cambé Aliança e tem como parceira a Cocamar Cooperativa Agroindustrial.

 

Carreata - A distribuição dos cupons às entidades cadastradas até o momento será marcada por um café da tarde na agência da Sicredi União de Cambé, seguida de uma carreata pelas ruas da cidade, anunciando o início efetivo da campanha. Participarão da atividade as agências de Cambé, Londrina e Ibiporã.

 

Inscritos - Na Regional Norte estão inscritas cerca de 50 entidades, entre elas Apaes, igrejas, casas de atendimento a crianças, idosos e em recuperação de dependência  química e rede de combate ao câncer.

 

Como funciona - Serão disponibilizados 200 mil cupons às entidades cadastradas na campanha e que tiverem seus projetos sociais aprovados conforme as regras do União Solidária.  Cada entidade participante terá como renda a totalidade do número de cupons que comercializar, sem qualquer custo. Cada cupom será vendido por R$ 10.  Quem comprar os cupons vai concorrer a um automóvel (Fiat Mobi Easy) e três motos (Honda CG 160 Start). Os veículos totalizam o valor de R$ 57 mil e foram doados pela Sicredi União PR/SP e Cocamar. 

 

Cadastro - Ao Lions Club cabe organizar as entidades, selecionar e distribuir os cupons para venda, de acordo com os projetos inscritos e aprovados no site da campanha (www.campanhauniaosolidaria.com.br). As entidades interessadas ainda podem se inscrever. As vendas de cupons ocorrerão até novembro e o sorteio dos prêmios será realizado em dezembro. 

 

Comunidade - O presidente da Sicredi União PR/SP, Wellington Ferreira, destaca que o interesse pela comunidade é um dos sete princípios do cooperativismo. “Nós, da Sicredi, trabalhamos pelo desenvolvimento nas comunidades em que atuamos e a União Solidária é um exemplo disso”, frisa. “Com o engajamento de todos os envolvidos e com apoio da comunidade, a campanha União Solidária tem o potencial de alcançar aproximadamente R$ 2 milhões entre todas as entidades participantes”, reforça.

 

Eficiência - A assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi União PR/SP, Gisely Almeida, acrescenta que outras edições da campanha, realizadas no interior de São Paulo, já mostraram a eficiência do método que, de fato, alcança o objetivo. “Por isso, decidimos ampliar o apoio para outras regiões”, justifica ao citar que a cooperativa também desenvolve cerca de 20 programas sociais nos municípios em que está inserida.

 

Experiência no Centro-Leste paulista - A campanha União Solidária foi realizada nas regiões Centro Paulista e Centro-Leste de São Paulo, nos mesmos moldes desta agora em lançamento no Norte do Paraná. O sorteio foi realizado dia 23 de março. No total, 150 entidades participaram comercializando cupons e o total arrecadado chegou a R$ 1,3 milhão.

 

Como participar - Os responsáveis pelas entidades precisam entrar no site oficial da campanha e realizar um cadastro. O Lions Club fará a análise dos projetos cadastrados e em seguida fará a disponibilização de cupons. A partir desse cadastramento, será liberada uma quantidade determinada de cupons para venda. O cadastro deve ser feito no site www.campanhauniaosolidaria.com.br. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

UNIMED LONDRINA: Escolha qual instituição merece mais cadeiras de rodas na campanha Eu Ajudo na Lata 2019

 

unimed londrina 05 08 2019A sétima edição da Campanha Eu Ajudo na Lata está chegando ao fim. A partir deste mês, começa a votação para receber as cadeiras de rodas arrecadadas pela iniciativa. Esta edição vai beneficiar seis instituições: Secretaria Municipal de Saúde de Tamarana, unidade de Pronto Atendimento Dr. Justino Alves Pereira e Escola João XXIII – Modalidade Educação Especial, de Ibiporã, Unidade Básica de Saúde Maria Cristina Tavian, de Porecatu, e Associação Flávia Cristina e Cáritas Arquidiocesana, de Londrina.  Juntas, estas entidades atendem mais de 30 mil pessoas por mês, sendo muitas delas com mobilidade reduzida. O número de cadeiras que será destinado a cada instituição depende da quantidade de votos recebida na enquete, e para participar basta acessar o link https://unimedlda.typeform.com/to/tvlghh.

 

Período - A campanha Eu Ajudo na Lata é realizada pela Unimed Londrina no período de janeiro a agosto. A iniciativa arrecada lacres de latas de alumínio que são vendidos e têm a renda revertida para a compra de cadeiras de rodas ou outros itens direcionados para pessoas com mobilidade reduzida.

 

Aquisição - No ano passado, a arrecadação de lacres possibilitou a compra de 26 cadeiras, que foram doadas para oito instituições de Londrina e região. E desde 2018, a Unimed Londrina se compromete a doar uma cadeira a cada cinco arrecadadas com a ação. Ao longo dos anos mais de cem cadeiras já foram doadas pela campanha.

 

Projeto completo - De acordo com a gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti, este é um projeto completo. “Além de movimentar muitos voluntários, que arrecadam lacres ao longo do ano, esta campanha está relacionada à área ambiental, porque os lacres de alumínio são vendidos para a reciclagem, e à área social, porque as cadeiras de rodas doadas para instituições beneficentes trazem bem-estar para quem precisa”, afirma.

 

Conhecido - Segundo ela, o projeto já é conhecido por muitas pessoas em Londrina e região e o resultado têm sido muito positivos. Neste ano, as secretarias municipais de Educação de Londrina e Ibiporã firmaram parceria com a Unimed Londrina para estimular os alunos a arrecadarem lacres de alumínio. “As pessoas abraçaram esta ideia, algumas empresas já nos procuraram interessadas em se tornarem pontos de coleta de lacres e isso é muito legal. Quanto mais pessoas se envolverem, mais resultado nós teremos e mais pessoas serão alcançadas”, complementa Fabianne.

 

Prazo - A enquete termina no dia 30 de agosto. O público pode votar quantas vezes quiser. A entrega das cadeiras de rodas adquiridas neste ano e o resultado da votação estão programados para a segunda quinzena de setembro. (Imprensa Unimed Londrina)

ADAPAR: Evento em Medianeira vai discutir medidas de prevenção à raiva

 

adapar 05 08 2019A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) promove, no dia 25 de setembro, na Lar Associação Recreativa, em Medianeira, Oeste do Paraná, o “Encontro Paranaense de Vigilância e Prevenção da Raiva”, com objetivo de discutir as atividades de detecção e prevenção da raiva junto a toda comunidade da região e fomentar as estratégias de controle da raiva de forma ampla e participativa. O evento é alusivo ao 13º Dia Mundial Contra a Raiva, celebrado em 28 de setembro, e contará com a participação de profissionais da Adapar, do Sistema de Saúde, médicos veterinários, estudantes de Medicina Veterinária e, principalmente, produtores rurais.

 

Responsabilidade - Segundo os organizadores, a ideia é demonstrar aos participantes da cadeia produtiva que a sanidade dos rebanhos é responsabilidade de todos os envolvidos, e que cada um deve exercer o seu papel na promoção da saúde animal para a proteção dos rebanhos. A raiva é uma doença endêmica nas Américas e a Adapar diagnostica, em média, no Estado, de 50 a 60 casos por ano nos animais de produção.

 

Informações - Mais informações sobre o evento com Ricardo Vieira (ricardovieira@adapar.pr.gov.br41 3313-4000)

TRIGO: Concorrência no mercado pode beneficiar o Brasil

 

trigo destaque 05 08 2019A agressividade de empresas russas e australianas no mercado de trigo tem feito a Argentina perder espaço à medida que se aproxima o início da safra internacional 2019/20, em setembro. O resultado é que as cotações estão mais baixas que no mesmo período do ano passado no país vizinho, o que cria uma boa oportunidade de fixação de preços para os moinhos brasileiros, que dependem de importações.

 

Aquisição - Segundo o Ministério da Agroindústria da Argentina, os exportadores do país compraram dos produtores 2,85 milhões de toneladas do cereal colhido na atual temporada até o dia 17 de julho. O volume é 425,1 mil toneladas menor que no mesmo período de 2018 (3,28 milhões de toneladas). Do total, os exportadores já negociaram 2,37 milhões de toneladas, ante as 3 milhões de um ano atrás.

 

Cotação em alta - Conforme Luiz Carlos Pacheco, da consultoria Trigos & Farinhas, essa queda está fazendo as cotações do trigo subirem mais lentamente do que a média histórica no mercado futuro argentino. Na Bolsa de Cereais de Buenos Aires, o valor médio para julho e agosto subiu 2,6% e 3,9%, respectivamente, na comparação anual, para US$ 235 e US$ 239 a tonelada.

 

Retração - Mas para entregas a partir de setembro, quando a nova safra brasileira começará a entrar no mercado, os preços fixados estão menores. As retrações são de 0,4% para setembro, 3,1% para outubro, 8,5% para novembro e 7,4% para dezembro.

 

Volume maior - O movimento também tem relação com o aumento do volume esperado para a colheita argentina, que poderá chegar a 21 milhões de toneladas, de acordo com recente relatório da consultoria Agritrend, ou até a 22 milhões de toneladas, conforme a Bolsa de Cereais de Buenos Aires. No ciclo 2018/19, a colheita foi de 19,2 milhões de toneladas.

 

Escoamento - "Esse aumento da produção esperada deveria fazer os vendedores tentarem escoar com mais intensidade essa disponibilidade. Talvez estejam se esforçando, sem sucesso, dada a agressividade dos demais exportadores do mercado internacional", afirma Pacheco. Até a semana passada, por exemplo, as Filipinas haviam comprado 275 mil toneladas de trigo forrageiro da Austrália, quando nos últimos dois a opção foi a Argentina.

 

Mestres - "Os argentinos são mestres em comercialização de trigo. Eles aproveitaram duas quebras de safra na Austrália para venderem do outro lado do mundo, mas agora estão perdendo terreno". Pacheco ressalta que os preços FOB (sem contar despesas de envio) na Argentina para entregas em dezembro estão em torno de US$ 187 a tonelada na Bolsa de Cereais de Buenos Aires, uma "ótima oportunidade" para os moinhos brasileiros, que terão o cereal por aproximadamente R$ 890 a tonelada.

 

Tendência - "Devido à quebra das safras de Minas Gerais, Goiás e Paraná, a tendência é que os preços no Brasil fiquem iguais ou mais altos que os atuais [R$ 850 no Paraná e R$ 900 no Rio Grande do Sul, em média]. Calculo que, em maio, por exemplo, na entressafra, o preço chegará a R$ 1.100 a tonelada. Se o moinho fixar em R$ 890, olha o ganho", diz o analista.

 

Expectativa - A expectativa é que o Brasil colha 5,5 milhões de toneladas de trigo neste ano, 1,1% mais que na safra passada, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Levando em conta que o consumo nacional é praticamente estável, da ordem de 12,5 milhões de toneladas, analistas e a própria Conab calculam que a importação somará de 6,8 milhões a 7,2 milhões de toneladas, e esse volume virá sobretudo da Argentina. No ano passado, o país forneceu 86% do trigo importado pelo Brasil.

 

Melhor - Pacheco ressalta que fazer negócios futuros na bolsa argentina é melhor do que na bolsa de Chicago para os moinhos brasileiros porque há correspondência com o mercado físico. O problema é que os moinhos brasileiros não costumam trabalhar com preços futuros. "É um erro que precisam corrigir. É o momento de não perder oportunidade", observa ele.

 

Discordância - Maurício Ghiraldelli, diretor de suprimentos do Moinho Cruzeiro do Sul, dono da marca de farinhas Rosa Branca, discorda. "O contraponto para fazer uma compra futura é uma venda de farinha futura, e o varejo brasileiro trabalha com preços à vista". O Cruzeiro do Sul vende 80% da sua produção para padarias, restaurantes e para o consumidor final.

 

Recuo - Além disso, o executivo acredita que os preços na Argentina vão recuar além do que está precificado nos contratos futuros com a chegada da safra nova, devido ao grande volume esperado.

 

Logística - Ghiraldelli também diz que os problemas de logística do país vizinho precisam ser conhecidos antes que se estabeleça qualquer cálculo para o futuro. "O trigo argentino pode até ter subido menos que nos últimos anos, mas levando em consideração os custos de logística, está muito caro".

 

Soja e milho - O executivo relata que, diante dos problemas entre EUA e China, a Argentina tem intensificado suas exportações de soja e milho, de forma que seus portos estão congestionados, o que não é comum nesta época do ano. "O line up de navios está enorme e ouvi dizer que, por isso, algumas tradings estão oferecendo aos moinhos brasileiros trocar compras de trigo da Argentina pelo produto dos EUA sem spread".

 

Incerteza - Segundo ele, o Cruzeiro do Sul não teve interesse nesse negócio por que tinha um navio quase cheio na ocasião da oferta e por estar com os blends já definidos. Mas a incerteza sobre o assunto afasta qualquer ideia de antecipação de contratos. (Valor Econômico)

 

trigo tabela 05 08 2019

INPEV: 15ª edição do Dia Nacional do Campo Limpo será realizada em 22 estados brasileiros

 

inpev 05 08 2019A celebração do Dia Nacional do Campo Limpo, em 18 de agosto, já reuniu mais de um milhão de pessoas em todo o Brasil, desde sua primeira edição em 2005. Este ano, quando o evento comemora seu 15º aniversário, a cerimônia oficial acontecerá dia 16 de agosto, em Bebedouro (SP). Simultaneamente, outro evento importante para o Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias e sobras pós-consumo de defensivos agrícolas) vai acontecer: a inauguração da Campo Limpo Tampas e Resinas Plásticas, em Taubaté (SP), que produzirá tampas a partir de matéria-prima reciclada proveniente do Sistema. 

 

Participantes e comunidade - Com o tema “Juntos, semeando o campo limpo”, o Dia Nacional do Campo Limpo reunirá os participantes do programa de logística reversa e as comunidades do entorno de unidades de recebimento de embalagens vazias para compartilhar os resultados e benefícios gerados pelo Sistema, que é referência no país e no mundo. 

 

Oportunidade - “As inúmeras atividades representam uma oportunidade para a comunidade conhecer o trabalho do Sistema. Também contribuem para aumentar a conscientização e o envolvimento de todos em nosso programa, cada vez mais bem-sucedido em cuidar do meio ambiente e manter o campo limpo”, destaca João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), entidade gerenciadora do Sistema. Rando destaca a importância de comemorar as mais de 500 mil toneladas de embalagens vazias retiradas dos campos e destinadas de forma ambientalmente adequada, em 17 anos de operação. 

 

Ações especiais - Mais de 100 unidades de recebimento de 22 estados brasileiros promoverão ações especiais, como o DNCL Portas Abertas, o DNCL Solenidade, (celebração com a presença de autoridades públicas); o DNCL na Escola e Universitário, que promovem ações voltadas para estudantes de ensino fundamental, médio e universitários; o DNCL Ação com Agricultor, evento responsável pela difusão de informações e soluções sustentáveis entre agricultores; e DNCL Ação Comunitária, que estimula o envolvimento da comunidade em práticas a favor do meio ambiente. A data reconhece a importância do envolvimento de todos os elos da cadeia agrícola – agricultores, canais de distribuição, fabricantes e poder público – para o sucesso do Sistema.  Para mais informações, acesse inpev.org.br/dncl.

 

Sobre o Dia Nacional do Campo Limpo - O Dia Nacional do Campo Limpo foi instituído no calendário brasileiro em 18 de agosto, por meio da Lei Federal 11.657 de 16 de abril de 2008. Desde então, cerca de um milhão de pessoas, de todo o país, já participaram das comemorações. A celebração da data é realizada pelas unidades de recebimento de embalagens vazias, com apoio do inpEV, seus associados fabricantes de defensivos agrícolas, entidades representativas do setor (Abag, Aenda, Andav, Andef, Aprosoja, CNA, OCB e Sindiveg), organizações públicas (governo municipal e estadual) e privadas, além de outros apoiadores locais.

 

Sobre o inpEV - Há 17 anos, o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) atua como entidade gerenciadora do Sistema Campo Limpo nas atividades de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas e promove ações de conscientização e educação ambiental sobre o tema, conforme previsto em legislação. É uma instituição sem fins lucrativos formada por mais de 100 empresas e nove entidades representativas da indústria do setor, distribuidores e agricultores.

 

Sobre o Sistema Campo Limpo - O Sistema Campo Limpo tem como base o princípio das responsabilidades compartilhadas entre todos os elos da cadeia produtiva (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) para realizar a logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. O Brasil é referência mundial na destinação ambientalmente correta do material, encaminhando 94% de embalagens plásticas primárias para reciclagem ou incineração.

 

Mais informações - Mais informações sobre o inpEV e o Sistema Campo Limpo estão disponíveis no site www.inpev.org.br, no Facebook, Youtube e Instagram. (Assessoria de Imprensa do inpEV)

TRANSPORTE DE CARGAS: Impasse entre partes paralisa nova tabela de frete

 

transporte cargas 05 08 2019Apesar do esforço do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, em busca de um consenso em torno da tabela de fretes, as negociações desandaram nos últimos dias, após os embarcadores se irritarem com as condições da nova proposta do governo.

 

Proposta - Freitas chegou a propor mesas de negociação entre embarcadores (empresas contratantes de frete), transportadoras e caminhoneiros autônomos por setor da economia. O ministro vinha incentivando um acordo privado entre eles, com a promessa de que a tabela deixaria de ser obrigatória e serviria apenas como uma referência para os preços de frete.

 

Referência - Ainda não está claro para o setor empresarial, que contrata fretes junto aos transportadores, porém, se o governo conseguirá viabilizar uma tabela de referência - uma costura que ainda depende de aprovação de lei pelo Congresso -, disseram duas fontes ouvidas pelo Valor. E algumas entidades empresariais até já cogitam abandonar as negociações.

 

Carta de intenções - Na manhã de sexta-feira (02/08), a pasta da Infraestrutura propôs a advogados das confederações nacionais da indústria (CNI), dos transportes (CNT) e dos transportadores autônomos (CNTA) que as entidades assinem uma carta de intenções concordando com a republicação da tabela encomendada à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, com o adicional de uma espécie de "taxa de lucro".

 

Menção - No encontro, não houve menção à tabela de referência, bandeira defendida pelos embarcadores desde a votação da medida provisória que criou o piso mínimo de frete, sancionada pelo governo Temer para cessar a greve de caminhoneiros que afetou o país em maio do ano passado.

 

Sensação - O desenrolar da reunião de sexta despertou entre as empresas contratantes de frete a sensação de que as negociações por enquanto beneficiam mais os transportadores autônomos. Lideranças de caminhoneiros sinalizaram concordar com a tabela da Esalq mais uma margem de lucro.

 

STF - "Está tudo em aberto e nada resolvido. Não resta muito o que fazer a não ser esperar uma resposta do STF [Supremo Tribunal Federal]", diz uma fonte que participa das negociações. O relator das ações contra o tabelamento, no STF, ministro Luiz Fux, marcou para 4 de setembro o julgamento do caso.

 

Inconstitucionalidade - Como já mostrou o Valor, ele vem sendo aconselhado a construir um voto pela inconstitucionalidade da tabela obrigatória de fretes, mas considerá-la referencial, em linha com o que o governo defende. Por outro lado, Fux também aguarda as negociações conduzidas pelo governo em torno da tabela de referência.

 

Queixa - Na última quinta-feira (01/08), representantes dos embarcadores já haviam se queixado após não serem recebidos no Ministério da Infraestrutura para uma reunião que estava agendada. "Mediante a sinalização de que a tabela será referencial, topamos conversar, mas saímos frustrados, porque nem ocorreu a reunião", disse André Nassar, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de óleos Vegetais (Abiove).

 

Embarcadores - Hoje, segunda-feira (05/08), haverá uma reunião entre os embarcadores na CNI na tentativa de buscar uma posição conjunta. E, na terça (06/08), as mesmas entidades empresariais devem voltar ao ministério para nova reunião. (Valor Econômico)

PREVIDÊNCIA: Plenário pode votar reforma em 2º turno nesta terça

 

Aprevidencia 05 08 2019 Câmara dos Deputados pode votar, a partir desta terça-feira (06/08), em segundo turno, a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/19). O texto aumenta o tempo para se aposentar, limita o benefício à média de todos os salários, eleva as alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS e estabelece regras de transição para os atuais assalariados.

 

Voto mínimo - Da mesma forma que o primeiro turno, a proposta precisa do voto de um mínimo de 308 deputados para ser aprovada e então enviada ao Senado, onde também passará por dois turnos de votação.

 

>Veja como ficou a reforma da Previdência após a votação do 1º turno no Plenário

 

Destaques supressivos - Nessa fase de tramitação, os partidos podem apresentar apenas destaques supressivos, ou seja, para excluir algum trecho do texto aprovado em primeiro turno.

 

Mudanças principais - Em relação ao texto aprovado pela comissão especial, de autoria do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), foram três as principais mudanças na primeira votação em Plenário. Uma delas é a redução da idade exigida do professor de ensino infantil e básico para se aposentar com pedágio de 100% do tempo de contribuição que faltar para cumprir o requisito na data de publicação da futura emenda constitucional. A idade passou de 55 anos se mulher e 58 anos se homem para 52 anos se mulher e 55 anos se homem.

 

Regra de transição - Na regra de transição de aposentadoria por idade, os deputados também diminuíram de 20 anos para 15 anos o tempo mínimo de contribuição exigido para se aposentar pelo INSS.

 

Mulher - Para a mulher, no cálculo do salário pela média, ela receberá 60% do calculado por 15 anos de contribuição e 2% a mais dessa média por cada ano que passar disso.

 

>Compare a legislação atual com o texto da reforma da Previdência aprovado em 1º turno

 

Economia - Com as mudanças, a perspectiva de economia do governo passou de cerca de R$ 1 trilhão em dez anos para cerca de R$ 900 milhões no mesmo período.

 

Início - As sessões de votação da reforma começam na terça-feira à tarde. Até lá, deve ser cumprido o prazo regimental de cinco sessões do Plenário entre as votações em primeiro e em segundo turnos.

 

>Entenda a tramitação da reforma da Previdência

 

Licitações - Para as 9 horas de terça, está pautada a nova Lei de Licitações (PL 1292/95), que cria modalidades de contratação, exige seguro-garantia para grandes obras, tipifica crimes relacionados ao assunto e disciplina vários aspectos do tema para as três esferas de governo (União, estados e municípios).

 

Destaques - O Plenário precisa votar os destaques apresentados ao texto do deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), cujo texto-base foi aprovado no fim de junho.

 

Inversão de fases - De acordo com o texto, a inversão de fases passa a ser a regra: primeiro se julga a proposta e depois são cobrados os documentos de habilitação do vencedor.

 

Opção - Outra novidade no relatório é a possibilidade de o poder público optar pela continuidade de um contrato mesmo após constatada irregularidade na licitação ou na execução contratual.

 

Objetivo - A ideia é não prejudicar o atendimento à população pela ausência de um serviço, obra ou material. Nesse caso, será obrigatória a cobrança de indenização por perdas e danos, sem prejuízo da aplicação de penalidades e da apuração de responsabilidades.

 

Diálogo competitivo - O projeto também cria o diálogo competitivo, modalidade de licitação para obras, serviços e compras de grande vulto, caracterizando-se por conversas com licitantes previamente selecionados por meio de critérios objetivos. Após essa fase, eles devem apresentar sua proposta final.

 

Aplicação - O diálogo competitivo poderá ser aplicado a objetos que envolvam inovação tecnológica ou técnica; ou em contratação de parceria público-privada (PPP), em concessão de serviço público e em concessão de serviço público precedida de execução de obra pública (usinas hidrelétricas, por exemplo).

 

Extinção - Um dos 23 destaques apresentados prevê a extinção da modalidade de contratação integrada, criada pela lei do Regime Diferenciado de Licitações (Lei 12.462/11). Nesse tipo, o contratado faz tudo relacionado ao objeto. Em uma obra, por exemplo, isso inclui desde o projeto básico até a entrega das chaves.

 

Inexigibilidade - Outro destaque prevê inexigibilidade de licitação na compra de medicamentos para doenças raras pelo Sistema Único de Saúde (SUS). (Agência Câmara)

 

Confira a pauta completa do Plenário

FOCUS: Mercado mantém projeção para crescimento da economia em 2019

focus 05 08 2019A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia em 2019 permaneceu em 0,82%, de acordo com a pesquisa semanal Focus, divulgada pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (05/08), com estimativas coletadas até o fim da semana passada.

2020 - Para 2020, o ponto-médio das expectativas para a economia brasileira também permaneceu inalterado, em 2,10%. Duas semanas atrás, o mercado interrompeu a série de 20 quedas consecutivas nas projeções para o crescimento brasileiro. O PIB do segundo trimestre será conhecido em 29 de agosto.

IPCA - Por outro lado, a mediana das projeções dos economistas do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permaneceu em 3,80% para o fim deste ano. Para 2020, também ficou parada, em 3,90%.

Top 5- Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a mediana para a inflação oficial subiu 3,81% para 3,82% no fim de 2019 e permaneceu em 3,93% para 2020. Para os próximos 12 meses, a pesquisa indicou queda, de 3,68% para 3,66%.

IBGE - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA de julho na próxima quinta-feira (08/08). A meta de inflação a ser perseguida pelo BC é de 4,25% em 2019, 3,93% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% para 2022, sempre com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA I: Governo reduz a zero alíquota sobre diversos bens de capital

economia 05 08 2019Portaria do Ministério da Economia amplia a lista de bens de capital que terão sua alíquota de imposto de importação reduzida a zero. Bens de capital são maquinários, ferramentas, instalações e outros tipos de equipamentos utilizados para a fabricação de produtos para consumo. A medida foi publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira (02/08).

Acessível - Por meio dessa portaria, o governo pretende tornar equipamentos desse tipo, que nem sempre são produzidos no Brasil mas que são necessários para a modernização ou para o aumento da produção industrial, mais acessíveis para o setor. O governo já havia publicado portaria similar em maio.

Equipamentos - Entre os equipamentos citados pela portaria há diversos tipos de caldeiras, motores, elevadores de escavadeiras, motobombas, centrífugas, rotores, fornos, cabeçotes, chapas, hidrolisadores, secadores, máquinas de laminação, rotativas, filtros, rotuladoras, embaladoras, balanças, dosadores, envernizadores, esmaltadores, lavadoras, guinchos, propulsores, guindastes, empilhadeiras, carenagens, cintas, descasdadores, polidores, moedores, amassadeiras, masseiras, tostadeiras, fatiadoras, serras, desfibradores, impressoras, cilindros, tornos, perfuradores, prensas, moinhos, misturadores, pavimentadoras, trançadeiras, trituradores, engrenagens, ultrassom, cabos e até máquinas automáticas de café expresso. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: Caixa anuncia regras e prazos para saques do FGTS e cotas do PIS

economia II 05 08 2019Em coletiva à imprensa realizada nesta segunda-feira (05/08), a Caixa Econômica Federal apresenta as regras para saques das contas ativas e inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e também de cotas do PIS.

Liberação - Conforme a Medida Provisória nº 889, as liberações relacionadas ao FGTS ocorrerão de setembro deste ano a março de 2020. Os trabalhadores poderão retirar até R$ 500 por conta. A expectativa do Ministério da Economia é alcançar 96 milhões de trabalhadores e injetar R$ 30 bilhões na economia.

Saque aniversário - Além do saque imediato, a MP 889 traz a modalidade do saque aniversário que prevê, a partir de 2020, a possibilidade de o trabalhador retirar, anualmente, um percentual de seu saldo no FGTS. A previsão é de que o saque aniversário dê aos trabalhadores acesso a R$ 12 bilhões.

Adesão - A liberação dos saques depende, no entanto, da adesão individual do trabalhador. As duas modalidades de saque criadas pela MP somam R$ 42 bilhões para serem liberados em 16 meses (quatro de 2019 e doze de 2020).

PIS/Pasep - Em relação aos cotistas do Fundo do PIS/Pasep, que atendia a trabalhadores com carteira assinada antes da Constituição de 1988, o governo pretende permitir o saque de R$ 2 bilhões, de um estoque total de R$ 23 bilhões. (Agência Brasil)

 

CARNES: Exportações de suínos e aves se mantêm estáveis no mês de julho

carnes 05 08 2019As exportações de carne suína in natura se mantiveram estáveis nesse mês de julho. Foram enviadas ao mercado externo 59,8 mil toneladas. A média diária registrou queda de 11,2% na comparação com junho, isso porque o mês de julho teve mais dias úteis. Na comparação com julho de 2018 a média diária registrada foi a mesma.

Valor - O total monetário movimentado com as exportações foi de US$ 137,1 milhões. O valor pago por toneladas foi 0,4% menor que o registrado em junho, ficando em US$ 2.292,40. Na comparação com julho de 2018 os preços registraram valorização de 23%, visto que no período o valor pago era de US$ 1.852,80.

Resultados gerais da balança comercial em julho - No mês, a exportação alcançou cifra de US$ 20,054 bilhões. Em relação a julho de 2018, as exportações registraram retração de 14,8%, e em relação a junho de 2019, queda de 8,1%, pela média diária.

Importações - As importações totalizaram US$ 17,761 bilhões. Sobre igual período do ano anterior, as importações apresentaram queda de 8,9%, e sobre junho de 2019, aumento de 12,6%, pela média diária.

Corrente de comércio - No período, a corrente de comércio alcançou valor de US$ 37,815 bilhões. Sobre igual período do ano anterior registrou-se queda de 12,2%, pela média diária.

Superávit - O saldo comercial do mês apresentou superávit de US$ 2,293 bilhões, valor 43,4% inferior, pela média diária, ao alcançado em igual período de 2018, US$ 3,874 bilhões.

Carne de frango - Já as exportações de carne de frango in natura somaram 357,2 mil toneladas embarcadas no mês de julho. O valor é bem próximo ao registrado em junho de 357,7 mil toneladas. Com mais dias úteis a média diária registrou queda, passando de 18,8 em junho com 19 dias úteis para 15,5 em julho que somou 23 dias úteis, uma diferença de 17,5%.

Soma - Já em valores monetários, as exportações somaram US$ 602,3 milhões, isso porque o valor pago por tonelada registrou aumento de 3,8% na comparação com junho, passando de US$ 1624,00 para US$ 1686,00 a tonelada. Na comparação com julho de 2018 a valorização chegou a 12,3%, visto que o preço no período era de US$ 1501,70

Resultados gerais da balança comercial em julho - No mês, a exportação alcançou cifra de US$ 20,054 bilhões. Em relação a julho de 2018, as exportações registraram retração de 14,8%, e em relação a junho de 2019, queda de 8,1%, pela média diária.

Importações - As importações totalizaram US$ 17,761 bilhões. Sobre igual período do ano anterior, as importações apresentaram queda de 8,9%, e sobre junho de 2019, aumento de 12,6%, pela média diária.

Corrente de comércio - No período, a corrente de comércio alcançou valor de US$ 37,815 bilhões. Sobre igual período do ano anterior registrou-se queda de 12,2%, pela média diária.

Saldo - O saldo comercial do mês apresentou superávit de US$ 2,293 bilhões, valor 43,4% inferior, pela média diária, ao alcançado em igual período de 2018, US$ 3,874 bilhões. (Boletins Diários Suinocultura Industrial e Avicultura Industrial)

 

PARANAGUÁ: Porto registra recorde na descarga de vagões

 

paranagua 05 08 2019A quantidade de vagões com carga geral e granéis sólidos para exportação (grãos, farelo e açúcar) que descarregaram foi a maior já registrada no Porto de Paranaguá, em um único mês. Foram 18.776 vagões recebidos em julho, 333 a mais que a marca anterior, registrada em maio de 2018.

 

Média - Em média, nos 31 dias, foram 605 vagões descarregando diariamente as cargas gerais e 492 vagões/dia descarregando os granéis. Somando os dois tipos de carga, foram 1.052.858 toneladas de produtos que chegaram pelos trilhos ao Porto de Paranaguá.

 

Graneleiros - Apenas os vagões graneleiros descarregaram 925.354 toneladas de soja, milho, farelo e açúcar, 32.500 toneladas a mais que o recorde anterior, de maio de 2018.

 

Satisfeitos - “Ficamos muito satisfeitos com a crescente diversificação dos modais. As ferrovias estão sendo mais utilizadas, não apenas por questões comerciais, mas também pela produtividade e eficiência com que as descargas estão sendo feitas”, afirma o diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

 

Corredor - Os Portos do Paraná também registram o melhor mês de julho da história na movimentação de grãos pelo Corredor de Exportação. Nos últimos 31 dias, foram quase 2,2 milhões de toneladas de milho, soja e farelo embarcados pelos três berços do complexo. A marca anterior era de julho de 2017, com pouco mais de 1,8 milhão de toneladas.

 

Veículos - No pátio de triagem, onde os caminhões aguardam a descarga nos terminais e armazéns, foram 50,9 mil veículos registrados no mês. O número é 6% maior que o recorde anterior, de 48,4 mil caminhões.

 

Resultado - Segundo o diretor-presidente, as conquistas são resultado da gestão transparente, com regras claras para as operações e diálogo com os terminais. “Com esses fatores, somados, conseguimos não apenas quebrar recordes, mas fazer isso de forma ordenada, organizada, com medidas administrativas e constante controle de ponta a ponta”, afirma.

 

Interligação - Para o diretor de operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, o próprio modelo do Corredor que interliga vários terminais para carregar em três berços prioritários flexibiliza a utilização de capacidade de armazenagem de cada terminal. “Isso permite uma maior produtividade de cada berço de atracação”, diz.

 

Reuniões diárias - Teixeira ainda lembra que as reuniões são diárias para elaborar a programação de atracação de navios do Correx. “As regras são claras e as reuniões são públicas, o que garante maior transparência e eficiência à logística do complexo”, acrescenta o diretor.

 

Soja e milho - As exportações de soja representaram 45% das movimentações do Corredor de Exportação, em julho. Foram quase 981,6 mil toneladas embarcadas. O milho respondeu por 41% dos carregamentos dos navios, somando 893,9 mil toneladas.

 

Farelo - Além dos grãos, o Porto de Paranaguá movimentou mais de 320,8 mil toneladas de farelo, que representou 15% das exportações no mês.

 

O corredor - Entre os dias 1º de janeiro e 31 de julho, foram 11,75 milhões de toneladas movimentadas pelo Corredor de Exportação. Para garantir eficiência no atendimento aos navios graneleiros, o Porto de Paranaguá dispõe de três berços exclusivos para este tipo de carga. São seis shiploaders (equipamentos para o carregamento direto das esteiras interligadas), com capacidade para carregar até 1.500 toneladas por hora.

 

Terminais privados - O complexo é formado por nove terminais privados, com capacidade global de 1,025 milhão de toneladas, e cinco silos públicos: um vertical, com capacidade para 100 mil toneladas, e quatro horizontais, com capacidade total de 60 mil toneladas. O volume exportado pelos terminais públicos representou 14,9% do total movimentado em 2019. (Agência de Notícias do Paraná)

SAÚDE: ANS atualiza informações sobre preços de planos de saúde

 

A publicação que apresenta o panorama da formação de preços de planos de saúde no país foi atualizada e está disponível para consulta. O Painel de Precificação de Planos de Saúde, estudo da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), está em sua 7ª edição e informa dados sobre os valores médios praticados pelo mercado de saúde suplementar em 2018. O documento apresenta as informações de planos de acordo com a segmentação assistencial e tipo de contratação e aborda diversos componentes da precificação, como o reajuste por mudança de faixa etária e custo médio das despesas assistenciais (consultas médicas, exames, internações, outros atendimentos ambulatoriais e terapias).  

 

Acesse aqui o Painel de Precificação 2018.

 

Números - As informações são elencadas a partir dos números fornecidos pelas operadoras nas Notas Técnicas de Registro de Produtos (NTRPs). Essas notas reúnem as estatísticas consideradas para a formação do preço inicial dos planos que serão comercializados pelas operadoras, ou seja, os valores iniciais que podem ser cobrados do consumidor. É possível que haja uma variação dos preços informados de até 30% acima ou abaixo na comercialização do plano de saúde. As operadoras devem respeitar esse limite. Assim, não é adequado utilizar a média de preços do Painel para comparar com os valores praticados pelo mercado, pois pode haver mudanças em relação ao preço final. 

 

Custos - “Para compreender a formação de preço dos planos de saúde, é importante conhecer os custos desse setor, refletidos por fatores como o aumento na utilização dos serviços. O Painel de Precificação se tornou um aliado importante para entender como esse custo tem se apresentado para os diversos atores desse mercado”, explica Rogério Scarabel, diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS. 

 

Comparação - A partir das informações da publicação, é possível verificar e comparar, por exemplo, a variação percentual de preço por região e Unidade Federativa segundo a segmentação e o tipo de contratação do plano de saúde (individual ou coletivo); as médias dos reajustes por mudança de faixa etária; os itens de despesa assistencial que fundamentam a precificação dos produtos disponíveis para comercialização; e as despesas não assistenciais que são adicionadas na composição do preço de venda dos produtos, como custos administrativos e comerciais das operadoras. 

 

Evolução - O diretor Rogério Scarabel lembra, ainda, que a proposta da publicação não é acompanhar os preços cobrados pelas operadoras, uma vez que a Agência não define valor de produto, mas perceber a evolução dos custos e dar mais transparência aos dados do setor para reduzir falhas decorrentes da assimetria de informações. 

 

Aumento dos custos - O aumento dos custos da saúde suplementar reflete-se na precificação, conforme se pode verificar no Painel. No período de 2014 a 2018, o item “terapias” aumentou 107,5%; “internações hospitalares” cresceu 73%; “exames”, 46,3%; e o item “consultas médicas” aumentou 41,8%. Os dados contemplam o acompanhamento feito no conjunto dos planos individuais e coletivos, considerando-se os valores da faixa etária dos 44 aos 48 anos. Pela publicação também é possível observar o comportamento da frequência de utilização do plano, importante componente dos custos da saúde suplementar. 

 

Custo médio - A publicação mostra ainda que, no geral, o custo médio por evento é 1,5% menor nos planos individuais do que nos planos coletivos. Entretanto, a frequência de utilização anual e o custo por beneficiário (custo por exposto) são mais altos nos planos individuais do que nos planos coletivos – frequência 35,4% maior e custo 11,8% maior. Quando desagregados os itens de despesas assistenciais, é possível verificar que o custo médio em consultas e exames nos planos coletivos é maior, enquanto nos planos individuais o maior custo é com internações. 

 

Tabelas - Confira nas tabelas abaixo os valores relativos aos itens de despesas assistenciais em planos individuais e coletivos (segmentação assistencial ambulatorial + hospitalar) em dezembro de 2018:

 

ans tabela 05 08 2019

OPINIÃO: Colono, agricultor, discriminado e vencedor

 

opiniao 05 08 2019*Eugenio Stefanelo 

Os periódicos europeus e norte-americanos apontam o Brasil como devastador do meio ambiente, das florestas tropicais da Amazônia, do cerrado e outras, aniquilador dos territórios e populações indígenas e das reservas naturais e o grande vilão da desestabilização do clima no mundo. Inclusive que o acordo Mercosul e UE reflete os valores pró indústria do passado e não as preocupações ambientais do futuro.

 

Sabemos que o nacionalismo, o protecionismo, as inovações sócio ambientais e os avanços tecnológicos estão redesenhando o princípio das vantagens comparativas e competitivas dos países e provocando profundas mudanças nos empregos das pessoas. Também que as inovações ambientais estão mudando o jeito de se fazer negócios e são a única forma de ação coerente com a política de desenvolvimento sustentável.

 

Mas ninguém desconhece que o desenvolvimento e a cooperação internacional andam de mãos dadas com as políticas do poder dominador e a imposição dos padrões dos detentores aos demais, não importando os métodos usados, inclusive a omissão da verdade e a intervenção direta na soberania nacional.

 

Um exemplo é a tentativa de barrar a notável competitividade do agronegócio brasileiro via imposição do padrão ambiental norte americano e europeu de manter a produção agropecuária lá e a preservação das florestas aqui, claramente explicitado pelos produtores norte-americanos e disfarçadamente pelos europeus.

 

O código florestal brasileiro estabeleceu áreas de preservação permanente e de reserva legal que somam 218,2 milhões de hectares, 50% em média da área dos estabelecimentos rurais (variando de 20% no Sul a 80% na Amazônia) e 25,6% do total da área do país, segundo dados da Embrapa Territorial. Caso vigorasse na Europa e nos EUA, praticamente a totalidade dos estabelecimentos rurais estariam descumprindo a lei.

 

As unidades de conservação integral e terras indígenas somam 88,4 e 117,3 milhões de hectares ou 10,4% e 13,8% do território brasileiro. A vegetação nativa em terras devoluta e não cadastradas equivale a mais 16,5% ou 139,7 milhões de hectares.

 

O total das áreas destinadas a vegetação protegida e preservada soma 66,3% do território brasileiro ou 631,8 milhões de hectares. Qual dos países desenvolvidos destina esta percentagem da terra a preservação ambiental?

 

Segundo a Embrapa Territorial, a agricultura brasileira (lavouras) usa 66,3 milhões de hectares ou 7,8% do território. As florestas e pastagens plantadas mais 122,4 milhões de hectares ou 14,4%. A maioria dos demais países do mundo utiliza entre 20% e 30% do território com agricultura (lavouras). Os da União Europeia usam entre 45% e 65%; os Estados Unidos 18,3%; a China 17,7%; e a Índia 60,5%.

 

Os produtores brasileiros preservam e não abrem mão desta responsabilidade para com o meio ambiente nacional e mundial, mas não aceitam terem a imagem denegrida por quem não faz e não pratica da mesma forma: florestas e produção sustentável aqui e lá. Esse é o verdadeiro lema.

 

Em outra área, a dos defensivos agropecuários, o Brasil usa 4,31 kg por hectare cultivado e ocupa a 44ª posição no ranking das Nações Unidas. Americanos, japoneses e europeus usam mais, mas a maioria das publicações divulga o total usado por país, mascarando as estatísticas. E a recente atualização da classificação toxicológica adotada pela ANVISA, mais coerente com os critérios adotados pelos países desenvolvidos, mostrou que a nossa era significativamente mais restritiva.

 

É claro que, se mal-usados, os defensivos apresentam efeitos colaterais significativos ao meio ambiente e as pessoas, exatamente como os medicamentos prescritos pelos médicos, cujas receitas são apreciadas e seguidas pela maioria da população. No entanto, esta mesma população consumidora não considera da mesma forma e inclusive discrimina as receitas prescritas pelos responsáveis pela sanidade da terra, das plantas e dos animais.

 

O manejo integrado de pragas e doenças, o plantio direto na palha, e a integração lavoura, pecuária e florestas, a preservação ambiental e a produção sustentável, mas pouco valorizadas pelos meios de comunicação externos e inclusive internos.

 

A recente polemica envolvendo a divulgação pelo INPE de dados sobre o desmatamento da Amazônia também demonstra como a apresentação de um fato pode mascarar a realidade ou atender a objetivos diferentes. O correto seria o INPE divulgar o índice de preservação, mostrando o mínimo exigível pela lei de 80% e o quanto preservamos acima disto. E também o índice de desmatamento, subdividido em legal e ilegal. Nesse caso, o desmatamento ilegal, que deve ser denunciado e combatido, não renderia as manchetes e nem seria apreciado pelas instituições estrangeiras que financiam entidades no Brasil para atuarem contra o agronegócio.

 

O temor da competitividade dos produtores brasileiros pelos países protecionistas tem explicação: a produtividade total dos fatores entre 1975 e 2017, segundo dados do Mapa, cresceu em média 3,08% ao ano no Brasil e 1,84% ao ano na média de 183 países do mundo. E nos 36 países da OCDE, 20% da receita dos produtores vem de subsídios do governo, enquanto que no Brasil não passa de 3%.

 

A você colono ou agricultor verde e amarelo que luta de sol a sol, é mal compreendido e combatido por muitos, usa metade do patrimônio territorial para a preservação ambiental, produz riquezas e gera empregos, abastece a nós urbanos e parte da população mundial, o nosso respeito e admiração. Você é um vencedor.

 

*Eugenio Stefaleno é professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), doutor em economia agrícola e apresentador do programa Negócios da Terra, da Rede Massa


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