Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4629 | 30 de Julho de 2019

SOMOSCOOP: Movimento concorre ao Prêmio Brasil Design Award

somoscoop 30 07 2019Coordenado pelo Sistema OCB, o movimento SomosCoop é uma das marcas que disputa o prêmio Brasil Design Award, na categoria Design de Impacto Positivo. Por meio da gerência de Comunicação da OCB, as organizações estaduais estão se mobilizando para fazer com que o sistema cooperativista possa participar votando.

Causa- O SomosCoop é um movimento que levanta a bandeira do cooperativismo no Brasil. Seu principal objetivo é conectar cooperativas, cooperados e integrantes do Sistema OCB em torno de uma única causa para tornar o cooperativismo conhecido e reconhecido na sociedade. Este movimento busca despertar a consciência das pessoas para a importância do cooperativismo e gerar orgulho naqueles que abraçam a causa. “Acreditamos que é possível transformar o mundo em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos. O movimento SomosCoop quer mostrar isso para todo mundo e promover engajamento à causa cooperativista”, lembra a gerente de comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke.

 

Votar - Vamos juntos mostrar a força do nosso movimento! O prazo para o voto popular vai até o dia 05 de agosto. E, para votar, basta clicar no link: http://bit.ly/2ym8c5u .

 

O Prêmio - Esta é a 9ª edição do Brasil Design Award, uma iniciativa da Associação Brasileira de Empresas de Design – Abedesign. O prêmio conta com 10 categorias principais: Branding, Craft For Design, Design de Ambiente, Design de Embalagem, Design de Impacto Positivo, Design de Produto, Design de Serviço, Design Digital, Design Editorial e Design Gráfico. Suas categorias são divididas em 78 subcategorias e buscam representar o cenário do design nacional.

 

COOPERATIVISMO: OCB recebe prêmio na Conferência Mundial do Woccu 2019

 

cooperativismo 30 07 2019A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) recebeu o Distinguished Service Award durante a conferência Mundial do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês). O evento ocorre até o dia 1º de agosto em Nassau, Bahamas. O prêmio é a maior honraria destinada pelo cooperativismo de crédito mundial a indivíduos e instituições e foi concedido em reconhecimento aos serviços prestados pela OCB em prol da disseminação do segmento no Brasil e fora dele. A honraria foi indicada pelo Sicredi ao Woccu por meio de um case que ilustrou a atuação nacional da OCB em países como Uganda, México, Equador e Cuba.

 

Reconhecimento - Presente no evento para receber o prêmio, o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a relevância do reconhecimento. “Pela legitimidade que tem o Woccu, essa homenagem é uma grande honra e receber essa distinção por uma indicação do Sicredi nos dá mais orgulho ainda, pois é o reconhecimento de quem vive o dia a dia do cooperativismo no Brasil. Outro ponto é que essa presença maciça do cooperativismo brasileiro na Conferência Mundial do Woccu, sendo a segunda maior delegação no evento, é fantástica, pois nos permite dividir com todos esse prêmio. Se a OCB está onde está, é porque o cooperativismo tem construído bases para isso. A entidade é o espelho do que está acontecendo no movimento cooperativista”, declarou Freitas.

 

Resultado - Já para o presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock, o reconhecimento recebido pela OCB é resultado de um sólido trabalho realizado. “A OCB tem dado ao cooperativismo de crédito o alicerce necessário para o seu desenvolvimento e aprimoramento. O suporte oferecido pela entidade para questões fundamentais como as relações com as instituições públicas regulatórias, por exemplo, nos proporcionou avanços que nos impulsionaram em direção à expansão, pois viabilizaram importantes melhorias no Sistema Nacional de Crédito Cooperativo”.

 

O Prêmio - Criado para reconhecer contribuições destacadas para o desenvolvimento de cooperativas de crédito, o Distinguished Service Award é concedido anualmente na Conferência Mundial de Cooperativas de Crédito. As inscrições da delegação do Sicredi na Conferência Mundial do Woccu contaram com o apoio do Sescoop que, junto com a OCB e a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), formam o Sistema OCB.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 

BC: Carteira de crédito das cooperativas aumenta 23% e número de empresas associadas cresce 18%

ramo credito 30 07 2019A atual edição do Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo destaca o expressivo crescimento alcançado pelo sistema em 2018, tanto em relação aos ativos totais como em relação à carteira de crédito, resultando no aumento de sua representatividade no Sistema Financeiro Nacional (SFN). A quantidade de empresas cooperadas aumentou cerca de 18%, enquanto a de pessoas físicas, 8%.

Crescimento anual - O crescimento anual da carteira de crédito atingiu 23%, com atuação principalmente no crédito rural e em modalidades voltadas para pequenas e médias empresas.

Papel importante - “Apesar de o estoque do sistema cooperativo representar apenas 7,9% do crédito varejo, as cooperativas têm desempenhado importante papel na recente retomada do crédito, em particular para os segmentos que mais atuam”, destaca Vinícius Simmer de Lima, chefe de subunidade no Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro (Desig).

Presença - Além disso, as cooperativas expandiram sua presença por meio de postos de atendimento em todo o país. As cooperativas aumentaram sua presença por meio de unidades físicas próprias em 7% no ano, alcançando 92% dos municípios da região Sul e 58% da região Sudeste.

Atendimento - Há 182 municípios que contam apenas com o atendimento de cooperativas, todos com população abaixo de 15 mil habitantes. “Isso reforça o papel inclusivo que essas entidades possuem na sociedade, em particular em um país com dimensão geográfica como o Brasil. As iniciativas do Banco Central de apoio ao segmento cooperativista por meio da Agenda BC# representam mais um estímulo para o seu fomento e desenvolvimento”, afirma Lima.

Consórcios crescem 9,1% - Em relação aos consórcios, em 2018 houve um crescimento de 9,1% nas cotas comercializadas (2,6 milhões), 8,1% nos recursos coletados (R$ 49,4 bilhões) e 5,8% na carteira dos consorciados contemplados (R$ 51,4 bilhões). Em dezembro de 2018 havia 150 administradoras ativas, com 17,7 mil grupos e 7,2 milhões de cotas ativas - alta de 3,6% em relação ao ano anterior. Destaca-se ainda o crescimento de 7,9% na carteira do segmento de imóveis, evolução superior à da carteira de crédito imobiliário das instituições do SFN no mesmo período (4,7%).

Inadimplência - Além disso, a inadimplência apresentou novo recuo, mantendo a tendência de queda iniciada em 2016, com índice de 2,67% em dezembro/2018 (queda de 0,32% em comparação a 2017). O relatório destaca que o consórcio tem se mostrado uma opção importante de financiamento para aquisição de bens e um relevante instrumento de inclusão financeira, especialmente no subsegmento de motocicletas.

Exclusão - Por outro lado, embora o crescimento do sistema de consórcios se mostre consistente, evidenciado pelos principais indicadores do segmento, o índice de exclusão/desistência (IE) ainda permanece em patamar elevado. O número de cotas excluídas atingiu 7,3 milhões em dezembro/2018, alta de 2,0% em comparação com dezembro/2017, apesar da redução de 0,4 p.p. no IE, que alcançou 50,3% ao final de 2018.

Avaliação mais detalhada - Os dados fazem parte do Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e do Panorama do Sistema de Consórcios, divulgados semana passada pelo Banco Central.

Novos contornos - Nesta versão, o Panorama de Cooperativas ganhou novos contornos, com uma avaliação mais detalhada da participação das cooperativas no crédito do SFN e cinco novos boxes, que detalham aspectos relacionados a: crescimento de cooperativas incorporadoras; cooperados; demanda por crédito atendida pelas cooperativas; depósitos de municípios; e auditoria cooperativa.

Agenda BC# - O crescimento observado é consistente com a Agenda BC# de apoio à concorrência no sistema financeiro por meio da sua segmentação e do estabelecimento de proporcionalidade na complexidade regulatória, que levam ao alívio no custo de observância para instituições menores.

Análise agregada - Os documentos apresentam uma análise agregada dos segmentos e suas divulgações são realizadas anualmente pelo Banco Central desde 2017, no segundo semestre de cada ano, tendo como data-base dezembro do ano anterior. A iniciativa tem como objetivo dar publicidade a informações de interesse público e contribuir para maior transparência dos dados do SFN. (Banco Central do Brasil)

ramo credito 30 07 2019

CERAL: Cooperativa doa ambulância para Hospital Municipal de Arapoti

 

A Ceral - Cooperativa de Infraestrutura de Arapoti, com sede em Arapoti, na região paranaense dos Campos Gerais, realizou a doação de uma ambulância para o Hospital Municipal 18 de Dezembro. A entrega oficial ocorreu no dia 25 de julho, com a presença do presidente da cooperativa, Adolf Hendrik van Arragon, diretores e funcionários da Ceral, da prefeita Nerilda Aparecida Penna, secretários municipais e servidores do hospital. A iniciativa fez parte das comemorações de aniversário de 50 da Ceral, completados em 2 de dezembro de 2018.  

 

Cooperação - “Ao longo de sua história, a Ceral vem buscando cooperar com a comunidade onde está inserida e há algum tempo já contribui diretamente com instituições como a Apae, Lar e Recanto do Idoso de Arapoti e a Associação de Assistência Social Cristã de Arapoti (ASCAA). Mais recentemente, a ajuda para o Hospital Municipal entrou em pauta nas reuniões da diretoria da cooperativa. O corpo técnico de lá informou que havia a necessidade de uma ambulância, que muito contribuiria com a saúde pública do município e ajudaria na remoção das pessoas que precisam de atendimento, proporcionando mais agilidade e conforto”, conta a gerente administrativa da cooperativa, Siomara de Oliveira Santos. 

 

{vsig}2019/noticias/07/30/ceral/{/vsig}

SICREDI UNIÃO PR/SP I: Dia C de Guaravera será no sábado, com foco na saúde dos moradores e dos pets

 

sicredi uniao I 30 07 2019Julho chegou ao fim, mas as comemorações em torno do Dia C continuam. A agência da Sicredi União PR/SP de Guaravera, em parceria com as agências Inglaterra e Duque de Caxias, de Londrina (PR), fará uma grande mobilização neste sábado, dia 3 de agosto, na praça da Paróquia São João Batista, das 9 às 13h.

 

Pets - Profissionais da área de saúde prestarão atendimento à população, fazendo medição de pressão arterial, testes de diabetes, entre outros. A população receberá informações sobre combate à dengue e a novidade é que também haverá profissionais especializados para atendimento dos pets, para avaliação geral da saúde dos animais de estimação. O gerente de negócios da agência, Júnior Gustavo da Cunha, observa que não há clínica veterinária no distrito e os donos dos bichinhos precisam viajar até Londrina, distante cerca de 50 quilômetros, para consultas e atendimentos em geral.

 

Brincadeiras - As crianças terão uma programação especial, com muitos brinquedos espalhados pela praça.  O distrito tem cerca de 5 mil moradores entre população urbana e rural. “Esperamos a presença de grande parte da população, comemorando com a gente o Dia de Cooperar”, convida o gerente. 

 

Parceiros - Participam das ações equipe da Secretaria de Saúde de Londrina, que irá expor toda a trajetória do mosquito da Dengue;  Tiro de Guerra e colaboradores das agências Sicredi Londrina Duque, Inglaterra e Guaravera, na distribuição de panfletos com orientações sobre o combate à dengue; Laboratório Sabin, irá aferir pressão e fazer teste de glicemia, assim como orientar os moradores sobre cuidados com a saúde; empresa de Turismo Invicta, no transporte dos integrantes do Tiro de Guerra;  e cooperativa Cocamar.

 

Presença - A Sicredi União PR/SP é a única instituição financeira presente no distrito, operando com todos os serviços bancários, mas sem circulação de dinheiro em espécie. As transações são eletrônicas e, para ajudar a população nesse processo, a cooperativa de crédito também levou para a localidade seu programa Centro de Informática, destinado a capacitar os alunos a navegar pela internet. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Agência será reinaugurada em Japurá

 

sicredi uniao II 30 07 2019A agência da Sicredi União PR/SP de Japurá (PR) será reinaugurada nesta terça-feira (30/07), às 19 horas, em novo endereço: avenida Bolivar, 456. Para a cerimônia são esperadas cerca de 200 pessoas, entre diretores da instituição financeira cooperativa, associados e autoridades municipais convidadas.

 

Instalação - De acordo com o gerente Carlos Eduardo da Silva, a primeira agência foi instalada no município há mais de 15 anos. Nos seis meses iniciais funcionou na estrutura da Cocamar e, em seguida, mudou para a Praça Brasil, 275, em uma área de 250 metros. De lá para cá, houve aumento expressivo do número de contas. “Atuo na agência há cinco anos e nesse período o crescimento foi ainda mais intenso, chegamos a dobrar o número de associados”, garante.

 

Qualidade - Para manter a qualidade do atendimento, a Sicredi União PR/SP optou pela reiunauguração em uma área maior, de 400 metros, e pela adaptação da agência ao novo padrão de leiaute da Sicredi União PR/SP, com design moderno, ambientes aconchegantes, e disposição interna que garante fluxos mais rápidos. “Essas mudanças também nos permitem aplicar um novo modelo de atendimento, em que o associado será direcionado de acordo com o assunto específico”, acrescenta Silva.

 

Plano de expansão - Para este ano, o plano de expansão da Sicredi União PR/SP prevê inaugurar o total de 25 agências, sendo 14 em São Paulo e 11 no Paraná. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS Campanha Inverno Cooperativo arrecada 5.856 peças

 

sicredi parque araucarias 30 07 2019A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP encerrou a edição 2019 da campanha Inverno Cooperativo com resultados expressivos. Durante a mobilização, encerrada no início de junho, foram arrecadadas 5.856 peças, entre roupas, calçados, cobertores e outros, em todas as agências e sede administrativa.

 

Instituições assistenciais - Realizada anualmente pela cooperativa, a campanha tem o objetivo de atender a instituições assistenciais nos municípios da área de abrangência da instituição. Neste ano, a campanha também contou com a participação dos membros do Comitê Jovem. As peças arrecadadas foram doadas para entidades assistenciais nos municípios da área de atuação da cooperativa. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

COPAGRIL: Gratidão marca participação da cooperativa na Expo Rondon 2019

 

copagril 30 07 2019A Cooperativa Agroindustrial Copagril encerrou a participação na Expo Rondon 2019 com o sentimento de agradecimento. A festa do município de Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, que completou 59 anos, contou com o apoio da cooperativa, a qual marcou presença em cinco espaços, durante os quatro dias de festa, para receber os visitantes do município e toda região, pessoas do campo e da cidade que aproveitaram para se divertir, tirar dúvidas, concorrer a prêmios, fazer compras e negócios.

 

Gratidão - Ao fim do evento, o sentimento da diretoria, parceiros e colaboradores é de gratidão para com os visitantes e amigos que prestigiaram a festa e a Copagril em seus espaços: Expomar, Pavilhão do Agronegócio, Expomar, exposição de máquinas agrícolas e box do Boi no Rolete.

 

Expectativas superadas - O superintendente Agropecuário, Enoir José Primon, revela que mais uma vez o evento superou as expectativas e contou com um público surpreendente. “Agradeço a parceria com a Associação Comercial e também com poder público na realização deste grande evento. Em especial também agradeço os parceiros da Copagril e colaboradores que representando a cooperativa apresentaram um trabalho de alto padrão. E é claro, agradecer aos cooperados e visitantes que prestigiaram nossos espaços”, afirma.

 

Slogan e identidade visual - Primon ainda destaca que o grande momento da festa, para a Copagril, foi o lançamento do slogan e identidade visual dos 50 anos, os quais serão comemorados em 9 de agosto de 2020, mas a cooperativa já está preparando uma grande campanha e muitas atividades que marcarão de forma especial o cinquentenário.

 

Expomar - A Expomar, feira de comércio e serviços da Expo Rondon, é tradicionalmente uma grande vitrine para expositores e oportunidades de negócios para os visitantes. Neste ano, a Copagril novamente esteve presente, junto com a Frimesa, expondo e apresentando a linha de produtos. Aqueles que passaram pelo espaço, puderam conversar com coladores e preencher cupons para participar do Show de Prêmios - brindes e produtos sorteados aos visitantes da festa.

 

Pavilhão do Agronegócio - Um local especialmente preparado para receber amigos e visitantes da Copagril, o Pavilhão do Agronegócio, concentrou algumas das ações comerciais como produtos da Loja Agropecuária, balcão de negócios sobre serviços e setor agronômico. Ainda contou com cafeteria, onde foram servidos lanches e bebidas dos Mercados Copagril e áreas interativas, com simulador de corrida de Fórmula 1 – uma parceria dos Postos Copagril, e simulador de montanha-russa com óculos de realidade virtual para as crianças, no espaço Kids. E também, não faltou o regular espaço do chimarrão, onde os visitantes puderam saborear o tradicional mate quente.

 

Expopecuário - O setor pecuário recebeu a atenção especial da Copagril, a qual participou da organização e foi a grande parceira na realização da exposição. Os setores de fomento aves e fomento suínos preparam duas estruturas demonstrativas: o miniaviário e o minicrechário de suínos, que atraíram a atenção das crianças e adultos.

 

Leite - O fomento leite trouxe ao evento o julgamento de pista e classificação da 33ª Exposição Regional de Bovinos da Raça Holandesa, onde foram apresentados e escolhidos os melhores animais. Conforme destaca Primon, foi uma exposição e julgamento de alto nível, com parceiros que investiram e trouxeram animais de alta qualidade e que realçou a atividade pecuária.

 

Máquinas e implementos - O espaço de máquinas e implementos é destaque todos os anos, com equipamentos modernos para o trabalho no campo e com novidades e melhorias nos diversos segmentos, da produção de grãos ao manejo com os animais. Mais uma oportunidade de negócios e também de troca de informações entre técnicos e o homem do campo.

 

Boi no Rolete - Em parceria com a Frimesa, a Copagril também participou da Festa Nacional do Boi no rolete, e neste ano contou com a presença do vice-governador do Paraná, Darci Piana, e também do secretário de Agricultura, Norberto Ortigara. Também passou pelo box, o ex-jogador da seleção brasileira de vôlei Nalbert Bittencourt.(Imprensa Copagril)

MAPA I: Superintendência Federal do Paraná promove Semana de Reuniões Técnicas em Curitiba

A ações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizadas com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável da agropecuária brasileira estarão em debate na Semana de Reuniões Técnicas que a Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Estado do Paraná promove, entre os dias 12 e 16 de agosto, no auditório da entidade, em Curitiba. Entre os temas em debate estarão a importância da defesa agropecuária e do trabalho da fiscalização agropecuária, as novas diretrizes do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), a agricultura familiar no âmbito do Mapa, a nova estrutura e os desafios da Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), entre outros.

Confirmação de presença - Os interessados devem confirmar presença pelo e-mail gab-pr@agricultura.gov.br ou pelo telefone (41) 3361-4047, informando os dias que pretende participar.

Clique aqui para conferir a programação na íntegra

MAPA II: Brasil promove simulado para atendimento rápido a possíveis focos de aftosa

mapa II 30 07 2019Para garantir a resposta rápida e o atendimento célere a possíveis focos de febre aftosa, será realizado no Paraná, de 11 a 17 de agosto, o treinamento simulado em emergência para o atendimento à um foco de febre aftosa. O simulado faz parte do Plano Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), com a Coordenação Técnica do Comitê Veterinário Permanente do Mercosul (CVP/Mercosul) e Centro Pan Americano de Febre Aftosa (Panaftosa).

Participação - Além do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), irão participar todos os envolvidos com a sanidade agropecuária do Brasil, incluindo produtores, representantes dos Serviços Veterinários Estaduais e da Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. O simulado já foi notificado à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Área - Na área onde será realizado o simulado, há cerca de 740 propriedades, sendo que no estado do Paraná existem 176.368 fazendas com bovinos e bubalinos. Segundo o coordenador de emergência zoosanitária do Ministério, Nilton de Morais, para o Brasil e os países da América do Sul, o simulado é uma oportunidade para reforçar a cooperação e a capacidade de resposta em um território com status de livre de febre aftosa.

Interesse - “Todos têm interesse que este simulado aconteça: o Mapa, para treinar os profissionais das Superintendências Federais de Agricultura e dos Serviços Veterinários Estaduais; o CVP/Mercosul e Panaftosa, para treinar veterinários de cinco países, e o Paraná, que poderá retirar a vacinação contra a febre aftosa a partir de novembro de 2019, de acordo com o Plano Estratégico do Plano Nacional de Erradicação e Controle da Febre Aftosa (PNEFA) 2017/2026", diz.

Teoria e prática - O simulado vai abordar a teoria e a prática de como deve ser feito o diagnóstico, colheita de amostras, investigação epidemiológica, rastreabilidade, sistema de informação e registro de investigações, medidas de biossegurança, procedimentos de contenção e erradicação de um foco de febre aftosa, seguindo as diretrizes do Plano Nacional de Contingência para a doença, integrante do PNEFA.

Participação - Está prevista a participação de 160 veterinários no simulado: 64 da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar); 12 da Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai; 37 do Mapa; 38 dos Serviços Veterinários Estaduais e de todos os Estados brasileiros; 7 da Defesa Civil do Paraná e 2 da Prefeitura de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

Reunião preparatória - Na semana passada, dias 25 e 26, em Curitiba, foi realizada reunião com a Defesa Civil, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e SFA/PR, preparatória para os ajustes necessários à realização do simulado. (Mapa)

 

SOJA: Sementes de alta qualidade aumentam produção de entre 10% e 15%

 

soja 30 07 2019A cada safra aumenta a busca por sementes vigorosas, com alto poder de germinação e com potencial genético de produzir soja de maior qualidade e mais resistente a pragas e doenças. Para atender a essa demanda dos produtores, investimentos no beneficiamento de sementes vem crescendo. Pesquisas de campo realizadas por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) revelaram que sementes de alta qualidade rendem ganhos em produtividade que variam de 10 a 15%. 

 

Produtividade - “Nós conseguimos produtividade de aproximadamente 3,4 mil quilos por hectare. Uma semente de qualidade média rende em torno de três mil quilos por hectare. Ou seja, o produtor ganha 400 quilos por hectare. Quem não quer ganhar 400 quilos por hectare?”, ressaltou José França Neto, pesquisador da Embrapa Soja.

 

Lucro embutido - “Qual é o insumo que você investe e tem 10% a mais de produtividade? É muita lucratividade embutida nas sementes de alto vigor. Se for em campos experimentais, os ganhos podem chegar a 25%, 30%. Então, a gente só vê vantagens em começar a safra com semente de alta qualidade”, acredita França.

 

Desempenho - O pesquisador acrescenta que as plantas formadas por sementes de alto vigor têm desempenho agronômico diferenciado, pois demandam menos fertilizantes e defensivos agrícolas, e aproveitam melhor os recursos naturais, como luz, água, nutrientes do solo causando menos impacto ambiental.

 

População ideal - “Uma população ideal de plantas é fundamental para estabelecer o alicerce de tudo o que vem em seguida na lavoura. Você vai estabelecer a lavoura com população adequada composta por plantas de alto desempenho agronômico, mais robustas, com um sistema radicular maior, mais profundo, parte aérea mais robusta que resultará numa produção maior de vagem e, consequentemente, mais produtiva”, explicou.

 

Cada hectare rende em 3,2 kg de soja no Brasil - Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Sementes (Abrasem), o Brasil produziu no ano passado mais de três milhões de toneladas de sementes de soja. Considerando que a estimativa da safra atual é de aumentar a área plantada de 35,8 milhões para 36,6 milhões de hectares de soja, o setor de produção de sementes espera crescer ainda mais.

 

Qualidade - “A gente nota que os produtores têm uma preocupação muito grande em colocar no mercado produto de alta qualidade e isso é um diferencial de mercado pra eles. A tendência é que os sojicultores procurem esses produtores. Todos saem ganhando”, comentou.

 

Produção total - O Brasil é o segundo produtor mundial de soja, atrás dos Estados Unidos. Em todo o mundo, foram produzidos mais de 362 milhões de toneladas de soja em área plantada de 125,6 milhões de hectares. Os norte-americanos produziram 123,6 milhões de toneladas do grão em 35,6 milhões de hectares, atingindo produtividade de 3,4 quilos por hectare, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

 

Volume - E no Brasil, a produção anual de soja, liderada pelo estado do Mato Grosso, alcançou 115 milhões de toneladas em área plantada de 35,8 milhões de hectares. A produtividade brasileira é de 3,2 quilos por hectares, segundo levantamento do mês de junho realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 

Destinação - De todo o volume produzido no país no ano passado, 44 milhões de toneladas foram consumidos internamente e outros 83 milhões de toneladas foram exportados. Para a próxima safra, a previsão é que sejam plantados 36,6 milhões de hectares de soja.

 

Valor agregado - A tendência de produção de sementes de qualidade ganha força, principalmente no Centro Oeste, que apresenta altitude e clima favoráveis para o melhoramento de sementes, como tempo mais seco, por exemplo, que contribui para manter o nível adequado de umidade da semente.

 

Visita - Equipe do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento visitou a unidade considerada a maior no ramo de beneficiamento de sementes de soja da Boa Safra, empresa sediada em Formosa (Goiás) e que fornece insumos para mais de dez estados do país.

 

Maior estabelecimento - O maior estabelecimento da empresa fica no município de Cabeceiras, a 130 km de Brasília, e beneficia mais de 2,6 milhões de sacos por ano. A empresa tem cerca de 136 produtores cooperados, que produzem sementes de qualidade em área de 91 mil hectares.

 

Distribuição - As sementes são distribuídas para grandes produtores de soja de vários estados, como Mato Grosso, Bahia, Pará, São Paulo, Minas Gerais, além do sudoeste goiano, entre outros. O processo de beneficiamento de sementes é bem-sucedido no interior de Goiás devido à altitude e climas diferenciados.

 

Região propícia - “Estamos numa região propícia para a produção de sementes. A cada nove sementes plantadas no Brasil, uma vem dessa região”, disse Tiago Pimentel, engenheiro agrônomo da Boa Safra.

 

Seleção - A empresa seleciona os campos de produção a partir de requisitos de segurança e manejo ambiental. Os campos são monitorados e fiscalizados por auditores do Ministério da Agricultura. Depois de autorização do órgão federal, as sementes são levadas para unidades de beneficiamento, onde os lotes são auditados novamente pelo Ministério antes da liberação para venda e distribuição.

 

Descarte - Quando não há aproveitamento da semente, é feito o descarte ainda em campo. Na unidade, as sementes passam por todas etapas de beneficiamento e são mantidas em câmaras frias, abaixo de 15 graus e com 60% de umidade, para manter seu vigor e poder germinativo.

 

Investimento - “A empresa vem investindo, no campo, em laboratório, em estrutura, junto com cooperados para obter o produto final, fomentando o agronegócio e entregando resultado ao agricultor”, comenta Pimentel.

 

Bonificação - O engenheiro agrônomo explica que os produtores de sementes recebem bonificação sobre o volume absoluto entregue à beneficiadora. Os produtores ainda são isentos do pagamento de frete e há economia com a estrutura de armazenagem.

 

Boa oportunidade - “Para o produtor cooperado, é uma boa oportunidade para agregar mais valor ao produto, porque ele recebe bonificação no preço da soja. Para a empresa, o benefício é que ela vende insumos de alto padrão para os produtores, trabalha fomentando o agronegócio para que lá na ponta haja altas produções nas lavouras. É um novo ciclo na cadeia produtiva de soja”, analisa. (Mapa)

TRIGO: Risco de geada e neve põe em alerta produtores no Sul do Brasil

 

trigo 30 07 2019A massa de ar frio que deve atingir o país no próximo final de semana, inclusive com possibilidade de formação de geadas e neve no Centro-Sul do país, está colocando em alerta muitos produtores de trigo e de outras culturas de inverno. Apesar de os modelos meteorológicos afirmarem que esta massa de ar polar será menos intensa que ocorreu na primeira semana de julho, ela pode provocar estragos em muitas lavouras, especialmente as que estão em fase mais avançada de desenvolvimento.

 

Frente fria - De acordo com o Somar Meteorologia, uma frente fria seguida de uma área de alta pressão deve chegar na sexta (02/08), com potencial para provocar geada – e até neve – em todo o Centro Sul do Brasil, derrubando as temperaturas. “Mas ela pode perder intensidade ou se dirigir para o oceano e não impactar com tanta força a agricultura. Em pontos mais altos do Sul o frio vai ser mais intenso”, revela a meteorologista Heloisa Pereira.

 

Fatores - Segundo ela, para que ocorram geadas é preciso três fatores: baixa temperatura (abaixo de 5°C); noite de céu aberto; e pouco vento. No caso de neve, além da ocorrência dos mesmos fatores da geada, é preciso também que haja nuvens de chuva, o que pode acontecer na sexta-feira, pois isso a possibilidade de nevar.

 

Probabilidade grande - Para o meteorologista Luiz Renato Lazinski, a probabilidade de neve é grande e pode chegar até a Região Metropolitana de Curitiba (PR). “Vai ser geada praticamente generalizada, mais fraca só no Litoral do Paraná e moderada no Noroeste do estado. Em outras áreas vai ser de moderada a forte, inclusive no Norte Pioneiro, pegando um pouco do sul de SP e do MS. Mas não vai afetar as plantações de café no norte de SP e no sul de Minas”, diz o especialista. As temperaturas mínimas, segundo ele, podem chegar a -4°C em Guarapuava, no Centro-Sul do PR, 0°C em Cascavel, no Oeste, e em Apucarana (Norte).

 

Dúvidas - De acordo com o Climatempo, ainda há dúvidas se a massa de ar frio será mais intensa ou não do que a onda de frio que passou pelo Brasil entre 5 e 10 de julho. De qualquer forma, a nova frente deve trazer neve para o Sul. “A chance de voltar a nevar no Sul do Brasil é prevista para a sexta-feira (2 de agosto) nas serras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e também no Planalto Sul catarinense. A previsão inicial é de que a neve ocorra a qualquer hora deste dia. A região de Bom Jesus (RS), São José dos Ausentes (RS), São Joaquim (SC), Urupema (SC), Urubici (SC) e também Lages (SC) estão entre as cidades com possibilidade de ver a neve cair”, informou o instituto meteorológico.

 

RS e SC - Para o Rio Grande do Sul e o meio oeste catarinense, Lazinski prevê “neve em todo canto”. As plantações localizadas nos pontos mais altos devem ser mais afetadas. No Paraná, a região Oeste do estado é a que mais preocupa, por ter trigo em fase mais suscetível, segundo ele. “Mas é natural, pois estamos em pleno inverno e de agosto até o começo de setembro o fenômeno é normal. Só que esse vai ser muito forte”, pontua. O meteorologista afirma ainda que neste ano o frio não terá influência de El Niño ou La Niña. Após a chuva que ocorreu no final de maio, de lá para cá, não houve mais precipitações significativas.

 

Lavouras em pleno desenvolvimento - No entanto, de acordo Heloisa Pereira, o frio intenso deve afetar apenas as lavouras de trigo, aveia e canola cujas plantas estão em fase plena de desenvolvimento – algo em torno de 30% delas. “Cerca de 70% das lavouras de inverno estão em fase de germinação, ou seja, em fase bem inicial de desenvolvimento, que não alcançou o estágio de maior risco de ser afetada pela geada. Mas pode haver perdas sim, principalmente no trigo que está em fase de desenvolvimento, vai depender do estágio de cada lavoura.”

 

Milho segunda safra - As áreas de milho segunda safra não preocupam tanto, segundo a meteorologista, pois como a grande maioria está em fase de colheita os danos seriam pequenos, no máximo queimando as folhas da planta sem afetar o grão. “A menos que lavoura esteja muito atrasada”, observa. No caso do café, a especialista diz que os possíveis efeitos do inverno só poderão ser observados na primavera, quando ocorre a florada das plantas.

 

Danos - E, ao contrário do que se possa imaginar, não é a neve o que mais preocupa, e sim a geada. “Como a neve vem acompanhada de umidade, os danos na planta costumam ser menores”, explica Hugo Godinho, analista do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral). Segundo ele, hoje 2/3 das lavouras de trigo do estado estão suscetíveis à geada, pois estão em fase de floração ou frutificação até a etapa de secamento do grão. Godinho lembra que as geadas de julho passado já comprometeram 16% da produção do cereal no Paraná, especialmente da região Oeste.

 

Frio aguardado - O frio invernal, no entanto, já era aguardado pelos produtores. Áreas de trigo na Serra Gaúcha, por exemplo, costumam plantar o trigo mais tarde, prevendo o frio intenso dessa época do ano e evitando perdas, conforme observa Heloisa. Mais perigoso, seria uma geada fora de época, que pegue os produtores de surpresa. De acordo com o Somar, ainda está prevista uma onda de frio para o final de agosto, mas menos intensa do que as anteriores. Em julho deste ano, a queda nas temperaturas foi recorde em 6 anos no Centro-Sul do Brasil e não devemos ter outro frio tão intenso para a agricultura até o próximo inverno.

 

Risco - Godinho afirma que só será possível saber o grau de risco para a produção agrícola do Sul 72 horas antes do evento climático, seja geada ou neve. “A princípio esta geada não deve ser tão intensa quanto a anterior, mas somente próximo da data é que vamos ter os primeiros alertas mais factíveis”, reitera. Quanto mais baixa for a temperatura e a exposição das plantas à geada, na mesma noite, maior será o estrago, explica o analista do Deral. No caso de duas geadas consecutivas, mas de intensidades mais baixas, o efeito não seria tão catastrófico. (Gazeta do Povo)

CONAB: Companhia regulamenta comercialização eletrônica para iniciativa privada

 

conab 30 07 2019Produtores rurais, cooperativas, associações e entidades públicas que pretendam ampliar seus negócios utilizando o Sistema de Comercialização Eletrônica da Conab terão em breve uma forma mais segura para a negociação. A participação de terceiros no sistema de leilão eletrônico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está em fase de regulamentação para adequar as normas no sentido de garantir segurança tanto para quem oferta quanto para quem arremata os produtos nos leilões.

 

Consulta pública - Para isso, foi colocado, nesta semana, para consulta pública, o Regulamento para Comercialização de Produtos para Terceiros. Com a divulgação, qualquer interessado pode sugerir melhorias para ampliar o processo de segurança do regulamento pelo e-mail conab.gecom@conab.gov.br.

 

Estrutura segura - A intenção, segundo os criadores da medida, é criar uma estrutura segura para que os produtores rurais e outros segmentos tenham a possibilidade de ofertar seus produtos, comprar insumos ou até mesmo realizar trocas. Com esta oportunidade, suas margens de lucro poderão ser ampliadas graças ao vínculo de trabalho com as Bolsas de Mercadorias e Cereais. E ainda mais, com o amparo da Conab intermediando as operações. (Conab)

 

Confira aqui o modelo do novo regulamento disponível para apreciação.

CMN: Conselho conclui regulamentação de cadastro positivo

 

cmn 30 07 2019Sancionada há três meses, a lei que facilitou o cadastro positivo – lista de bons pagadores – agora pode entrar efetivamente em vigor. O Conselho Monetário Nacional (CMN) concluiu nessa segunda-feira (29/07) a regulamentação do registro dos diretores e dos controladores responsáveis pelas empresas e pelos bancos de dados que acompanharão a vida financeira dos consumidores em todo o país.

 

Capacitação técnica - A resolução aprovada pelo conselho obriga os diretores das empresas que recolhem os dados dos pagadores a comprovar capacitação técnica para a função. Os controladores dos bancos de dados (empresas que processam as informações e dão notas aos consumidores) deverão ter reputação ilibada (sem suspeita). Somente com esses dois requisitos, essas companhias poderão obter o registro no Banco Central (BC) exigido pela nova lei do cadastro positivo.

 

Critérios - Segundo o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC, João André Calvino Pereira, a resolução do CMN lista critérios semelhantes aos aplicados para controladores e diretores das demais instituições financeiras. Ele estimou que, com a nova lei, o número de brasileiros na lista de bons pagadores, que podem obter juros e taxas mais baixas, salte dos atuais 10 milhões para 70 milhões, 80 milhões ou até 90 milhões de pessoas. O representante do BC, no entanto, não deu um prazo para que isso ocorra.

 

Decreto - Um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro publicado no dia 25  listava mais critérios para a formalização das empresas de coleta de informações e os bancos de dados. Além de terem de cumprir padrões de segurança, de proteção das informações, eles precisam ter patrimônio líquido de pelo menos R$ 100 milhões e terem diretores separados para a gestão dos cadastros e para a segurança da informação.

 

Procedimentos - O decreto também detalhou os procedimentos a serem seguidos no caso de vazamento de dados. Caso as informações vazadas tratem do sistema financeiro, o Banco Central deverá ser comunicado. Se dados de consumidores forem divulgados indevidamente, a apuração caberá à Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça. Caso os vazamentos digam respeito a dados de pessoas físicas não relacionados ao consumo, a recém-criada Autoridade Nacional de Proteção de Dados deverá ser avisada.

 

Crédito rural - O CMN também simplificou o processo de comunicação de indícios de irregularidades penais ou fiscais nas operações de crédito rural. Até agora, caso o banco detectasse alguma suspeita, deveria comunicar ao Banco Central, que repassaria as informações aos órgãos competentes. Agora, os dados poderão ser enviados diretamente ao Ministério Público, no caso de delitos ou crimes penais, e à Receita Federal, no caso de problemas fiscais, como suspeita de sonegação. (Agência Brasil)

ECONOMIA I: Rombo do setor público no 1º semestre é o menor em 4 anos

 

O setor público consolidado teve no primeiro semestre deste ano o menor déficit primário (que exclui gastos com juros) para o período desde 2015. Nos seis meses iniciais de 2019, o resultado foi negativo em R$ 5,7 bilhões, contra déficit de R$ 14,4 bilhões no mesmo período do ano passado e superávit de R$ 16,2 bilhões há quatro anos. Nos cálculos, divulgados nesta segunda-feira (29/07) pelo Banco Central, entram os desempenhos de governo central, Estados, municípios e estatais, com a exceção de Petrobras e Eletrobras.

 

Melhoria do déficit - "Permanece a trajetória de melhoria do déficit, ou seja, de diminuição em relação aos anos anteriores", diz o chefe de departamento de estatísticas do BC, Fernando Rocha. Ainda assim, apesar do déficit menor, as contas públicas seguem em situação crítica. Em junho, a dívida bruta do setor público subiu de R$ 5,479 trilhões em maio para R$ 5,499 trilhões em junho, permanecendo em um patamar equivalente a 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB). 

 

Dívida líquida - Já a dívida líquida passou de R$ 3,811 trilhões para R$ 3,859 trilhões, alta do equivalente a 54,7% do PIB para 55,2% do PIB. "O crescimento da dívida líquida e da dívida bruta é a tendência a ser esperada", afirma Rocha.

 

Números fiscais - Ele destaca que os números fiscais do primeiro semestre normalmente são mais favoráveis do que os do segundo. Na primeira metade do ano, por exemplo, está concentrada a arrecadação do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). Na segunda metade, por sua vez, o setor público tem uma despesa a mais, com o pagamento do 13º salário do funcionalismo.

 

Gastos com a Previdência - Parte considerável da piora das contas públicas vem sendo causada pelos gastos com a Previdência. Entre o primeiro semestre de 2018 e o mesmo período deste ano, o déficit do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) saltou de R$ 91 bilhões para R$ 95 bilhões, de acordo com o BC. Enquanto isso, o superávit do governo federal foi na direção oposta e subiu de R$ 62,7 bilhões para R$ 70,5 bilhões. Na comparação entre junho deste ano e do ano passado, o quadro é similar: o déficit do INSS foi de R$ 14,5 bilhões para R$ 14,9 bilhões (o pior resultado para o mês em toda a série histórica); e o superávit da União passou de R$ 416 milhões para R$ 2,8 bilhões. "Isso se repete mês a mês", afirma Rocha.

 

Governos regionais - Já os governos regionais, mesmo com graves problemas fiscais, elevaram o superávit de R$ 13,2 bilhões nos primeiros seis meses de 2018 para R$ 19 bilhões neste ano. Diretor do departamento de pesquisas econômicas para a América Latina do Goldman Sachs, Alberto Ramos afirma que, dado "o lento progresso em direção à consolidação fiscal", a dívida bruta deve superar o nível "inquietante" de 80% do PIB antes de se estabilizar. "Isso deixa o quadro fiscal, e a economia como um todo, vulnerável a choques adversos domésticos e do exterior", diz, em relatório.

 

Acumulado de 12 meses - No acumulado de 12 meses, o déficit primário teve ligeiro recuo, de R$ 100,3 bilhões para R$ 99,5 bilhões, o que, em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), significa queda de 1,44% para 1,42%. A meta para o setor público consolidado é de déficit de R$ 132 bilhões neste ano.

 

Desafio - Para Pedro Schneider, economista do Itaú Unibanco, o cumprimento da meta "exige disciplina, mas não deve constituir grande desafio". Segundo ele, a permanência dentro do limite será mais fácil "principalmente se houver sucesso no leilão dos campos de petróleo da cessão onerosa". Schneider calcula que o leilão pode ter um impacto positivo sobre o resultado primário de até R$ 52 bilhões neste ano. (Valor Econômico)

 

economia I 30 07 2019

ECONOMIA II: IPCA tem forte queda, mas segue acima da inflação de países da AL

 

economia II destaque 30 07 2019Na visão de boa parte dos economistas, a inflação do Brasil está em nível confortável e propício para que o Banco Central comece a cortar os juros já na reunião desta terça e quarta-feira (30 e 31/07) do Comitê de Política Monetária (Copom). Mesmo tendo desacelerado bastante, porém, ela segue mais alta do que em três de quatro de seus pares latino-americanos que adotam metas inflacionárias e mostram desempenho econômico mais forte.

 

Preços ao consumidor - Segundo cálculos de Alberto Ramos, chefe de pesquisa para a região do Goldman Sachs, os índices de preços ao consumidor subiram, em média, 3% no Chile, na Colômbia, no México e no Peru, considerando os 12 meses encerrados em junho. No Brasil, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 3,37%. No Chile e no Peru, a inflação foi de 2,3%.

 

Motivos - Entre os motivos para a inflação um pouco maior aqui, mesmo com grande ociosidade, economistas apontam a meta inflacionária mais elevada, a baixa produtividade e o menor grau de abertura comercial.

 

México - Dos quatro países, o único que registra inflação superior à brasileira é o México, onde o índice aumentou 3,9% no ano encerrado em junho, acima da meta perseguida pelo BC do país, de 3% ao ano. Colômbia e Chile têm 3% como alvo central, enquanto o Peru mira variação de preços de 1% a 3%. Argentina e Venezuela ficaram de fora da amostra por não usarem o regime de metas.

 

Itens voláteis - Não só a "inflação cheia" no Brasil segue mais alta. Também à exceção do México, os núcleos - que excluem ou reduzem o impacto de itens voláteis - estão em nível maior por aqui. A média dos três núcleos mais acompanhados pelos analistas e pelo BC subiu 3,2% nos 12 meses até junho. No Chile, Peru e Colômbia, os núcleos ficaram em 2,1%, 2,3% e 3%, pela ordem.

 

Serviços - Já a inflação de serviços brasileira recuou mais de cinco pontos percentuais entre seu pico - de 9,2%, atingido em junho de 2014 - e junho de 2019, quando marcou 3,95% em 12 meses. Ainda assim, permanece mais alta do que nesses quatro países latino-americanos.

 

Capacidade ociosa - Ramos também chama atenção para a enorme capacidade ociosa na economia brasileira, o que, em sua avaliação, deveria ter contribuído para reduzir ainda mais a inflação. O hiato do produto, uma medida de ociosidade na economia, está negativo em cerca de 4,5% no Brasil, estima. Esse é também o nível mais elevado de ociosidade entre os cinco países analisados por ele. Na média de México, Peru, Chile e Colômbia, o hiato está negativo em 1%.

 

Abaixo da meta - É fato que a inflação está abaixo da meta definida para este ano, de 4,25%, e o BC tem espaço para cortar juros já na reunião desta semana, diz Ramos. Isso se deve, além da fraqueza da atividade, à credibilidade da autoridade monetária e às expectativas sob controle. No entanto, quando se colocam as variáveis brasileiras na chamada curva de Phillips, que estabelece uma relação inversa entre desemprego e inflação, o resultado esperado seria de uma queda maior dos índices de preços, pondera. 

 

Hiato - "A margem de ociosidade é enorme, o hiato do produto está negativo há quatro anos. O Brasil tem 13 milhões de desempregados, com desemprego de 12%. Ter uma inflação de serviços em 3,8% não é motivo para grande celebração", afirma Ramos, para quem o Brasil não tem um problema com o nível de preços, mas um IPCA ao redor de 3% em 12 meses não pode ser considerado baixo. Para padrões brasileiros, o IPCA está baixo, tendo recuado com força nos últimos anos. Em 2015, atingiu 10,7%.

 

Alvo - Em sua avaliação, a meta no Brasil ainda é alta, o que já está sendo normalizado pelo BC, que definiu em 3,5% o alvo de 2022. O processo de redução da meta precisa continuar rumo aos 3%, afirma Ramos, que também propõe reduzir a banda de tolerância para o IPCA, de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Além da meta menos rigorosa, problemas de produtividade e gargalos de oferta contribuem para que os preços subam mais por aqui, diz ele.

 

Fechada - Professor da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha aponta que a economia brasileira é mais fechada, o que também contribui para manter os preços em nível um pouco mais alto. "Os preços não comercializáveis, como serviços, ficam com um peso maior", explica Cunha, que não vê a inflação ao redor de 3% como um patamar consolidado no Brasil. É de se esperar que, quando o país voltar a crescer, o IPCA acelere para cerca de 4%, o que seria um nível razoável, avalia. "Não vejo como indústria, serviços e comércio não melhorarem suas margens, que estão muito baixas."

 

Perspectivas - Para Fabio Ramos, do UBS, a perspectiva para os preços no Brasil é favorável, e a inflação deve convergir para os níveis mais "civilizados" das outras economias latino-americanas. A ideia de que a desinflação ocorrida teria de ser maior, em sua visão, era mais válida há dois anos, principalmente levando em conta os choques de 2018. O principal foi a greve dos caminhoneiros, que fez o IPCA subir 1,26% em junho passado.

 

Câmbio - Ramos também lembra da expressiva desvalorização do câmbio em 2018, quando o dólar terminou o ano em R$ 3,84 -18% acima da cotação de janeiro. "E durante as eleições chegou a R$ 4,17", observa ele, o que poderia ter pressionado mais os preços em sua opinião. "O hiato do produto negativo está funcionando." (Valor Econômico)

 

economia II quadro 30 07 2019

INFRAESTRUTURA I: Mudança em marco legal de PPPs e concessão entra na mira de deputados

 

infraestrutura 30 07 2019Na volta do recesso parlamentar, a Câmara vai instalar no dia 6 de agosto uma comissão especial que avaliará mudanças no marco legal das concessões, Parcerias Público-Privadas (PPPs) e fundos de investimento em infraestrutura. Num quadro de forte restrição fiscal, parcerias com empresas são a aposta não só do governo federal, como também de Estados e municípios, para avançar com investimentos em infraestrutura.

 

Aperfeiçoamentos - No entanto, a base legal desses negócios ainda precisa de aperfeiçoamentos. "A legislação sobre o tema é antiga e não incorpora avanços tecnológicos", disse ao Valor o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que será o relator da comissão.

 

Iniciativa - A criação da comissão foi uma iniciativa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que vem impulsionando uma agenda econômica independente do Executivo. "Do ponto de vista macroeconômico, vamos terminar a votação da reforma da Previdência e enfrentar a questão da reforma tributária", disse o Jardim. "Uma terceira vertente é aprimorar o marco regulatório das concessões, PPPs e fundos de investimento em infraestrutura."

 

Sintonia - Embora seja integrante da pauta própria da Câmara, essa comissão trabalha em sintonia com o Executivo, assegurou Jardim. A interlocução vem sendo feita com os ministros da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e de Minas e Energia, Bento Albuquerque. A intenção é levar os temas para discutir também com a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, nos próximos dias.

 

Viracopos - A base jurídica de uma solução para o aeroporto de Viracopos é um dos temas a serem analisados pela comissão. Esse é o primeiro caso de uma concessão federal que está em recuperação judicial. Caso o contrato chegue ao ponto de ser declarado caduco, não há clareza sobre como será feito o encontro de contas entre a concessionária, pelos investimentos que já realizou, e o governo federal.

 

Prorrogações de contrato - Outro tema que pode ganhar uma nova regulamentação são as prorrogações de contratos. O deputado cita como exemplo o Estado de São Paulo, onde várias concessões de rodovia estão chegando ao fim. Estão em curso novas licitações, como a dos 1.273 Km do lote Piracicaba Panorama, que exigirá investimentos de R$ 14 bilhões.

 

Vantagem - Mas, em alguns casos, o governo do Estado poderia ver mais vantagem em prorrogar os contratos em vigor, em vez de fazer um novo. É para essa situação que a comissão pretende elaborar uma nova legislação.

 

Base jurídica mais segura - Essa mesma norma poderia dar uma base jurídica mais segura para as prorrogações de contratos de ferrovia em análise no governo federal, com investimentos previstos de ao menos R$ 34 bilhões para cinco projetos: Rumo Malha Paulista, Estrada de Ferro Carajás, Ferrovia Centro Atlântica, Estrada de Ferro Vitória a Minas e MRS. O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) fez ressalvas a essas operações. "São as primeiras concessões que foram feitas, e os contratos são muito frágeis", disse Jardim.

 

Ferrovias - Ainda no campo das ferrovias, a comissão deverá incorporar, após aprovado, um projeto de lei que se encontra em análise no Senado. Permite que linhas férreas sejam construídas e exploradas sob regime de autorização, e não de concessão como é hoje. É um modelo usado nos Estados Unidos, em que a empresa interessada propõe ao governo a construção de uma ferrovia. Autorizada, pode construir e explorar. Na concessão, a iniciativa de escolher a rota e buscar interessados é do governo federal.

 

Candidata - Uma candidata ao regime de autorização é a Ferrogrão, uma linha de 933 km ligando Sinop (MT) a Miritituba (PA). Segundo Jardim, a comissão vai analisar a autorização em outras áreas. Também pretende discutir a inclusão de empreendimentos imobiliários em fundos de investimento em infraestrutura. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA II: Governo investe R$ 50 milhões em estradas nos Campos Gerais

1infra II 30 07 2019O Governo do Estado está investindo R$ 48,9 milhões em obras de rodovias da região dos Campos Gerais. Estão em andamento a pavimentação da PR-090, próximo a Castro; a implantação da terceira faixa e de uma trincheira na PR-160, entre Telêmaco Borba e Imbaú; a reconstrução da pista atingida por deslizamento de terra na PR-340; e a realização de melhorias na PR-441, próximo a Reserva. As obras são executadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR).

Beneficiados - Os investimentos beneficiam diretamente quase 200 mil moradores locais, além de todos os setores que utilizam essas rodovias. “Os Campos Gerais se destacam na agropecuária, indústria e turismo, todas áreas muito ligadas à malha rodoviária paranaense. É para garantir que esses setores continuem produzindo, se desenvolvendo e atraindo visitantes, que vamos investir cada vez mais nas rodovias do Paraná, melhorando e ampliando nossas pistas”, afirma o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Pavimentação - R$ 13,1 milhões estão sendo investidos na pavimentação da PR-090, em uma extensão de 2,6 quilômetros, iniciando no entroncamento com a PR-340. A obra também inclui serviços de terraplenagem, drenagem, sinalização, iluminação, melhorias ambientais, monitoramento arqueológico e serviços complementares.

PR-441 - Na PR-441 estão sendo investidos R$ 4 milhões para realização de melhorias nas características geométricas de quatro curvas da rodovia, o que inclui serviços de terraplenagem, drenagem, pavimentação, sinalização e serviços complementares no Km 10, Km 11, Km 18 e Km 20 da pista.

Avaliação - As necessidades de cada rodovia são avaliadas pelo DER/PR, que determina os serviços que irão melhor atender seus usuários. “As obras do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná são realizadas de acordo com critérios técnicos, visando beneficiar o maior número de usuários da malha rodoviária, e atender os pontos mais críticos. Isso inclui tanto serviços contínuos de conservação e recuperação quanto obras pontuais”, explica o diretor-geral João Alfredo Zampieri.

Klabin - Na PR-160 está sendo feita a implantação de uma terceira faixa entre os municípios de Telêmaco Borba e Imbaú, em uma extensão de 25 quilômetros, com valor de R$ 20,6 milhões, e implantação de trincheira no mesmo trecho, com valor de 10 milhões. Ambas as obras são resultado de uma parceria entre o Governo do Estado e a empresa Klabin no programa Paraná Competitivo.

Crédito outorgado - Nestes dois casos, a empresa faz os serviços por meio de crédito outorgado, ou seja, os valores investidos em infraestrutura são revertidos em abatimentos futuros no Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS). “A parceria entre a Klabin e o Governo do Paraná é um dos melhores exemplos de parceria bem-sucedida entre o setor público e a iniciativa privada. Ganha a população, com melhorias nas estradas, ganha a empresa, que pode transportar seus produtos com agilidade e segurança”, afirma Sandro Alex.

Mais - A Klabin também faz as obras de recuperação de encosta e reconstrução de pavimento na PR-340, no trecho entre a BR-153, próximo a Tibagi, e a PR-160. Com valor previsto de R$ 1 milhão, os serviços incluem terraplenagem da encosta que cedeu devido a deslizamentos de terra, pavimentação próxima à área atingida, drenagem, sinalização e serviços complementares.

Semana - Além de obras pontuais, o Departamento de Estradas de Rodagem também mantém programas de conservação e melhorias de rodovias. “O DER nunca para. Toda semana estão sendo realizados serviços de conservação de pavimento, pintura, roçada ou limpeza. Quem viaja com frequência pelas rodovias estaduais provavelmente já passou por uma equipe fazendo esses trabalhos”, diz o superintendente da Regional Campos Gerais do DER, Hamilton Boing.

Serviços - Na semana de 29 de julho a 02 de agosto estão sendo realizados os seguintes serviços nos Campos Gerais:

PR-090: pintura de ponte, de meio-fio e de ponto de ônibus, do entroncamento com a PR-340 até Abapã, extensão de 18,83 quilômetros.

PR-151: serviços de limpeza de sarjeta e bueiros, pintura de ponte, de meio-fio e de ponto de ônibus em 5,24 quilômetros, a partir do entroncamento com a PRC-373. E nos 6,80 quilômetros do trecho entre a BR-376 e a PR-438 são feitos limpeza de sarjeta e bueiros, pintura de ponte, de meio-fio e de ponto de ônibus.

PR-160: limpeza de sarjetas e bueiros no trecho entre os dois entroncamentos com a PR-340, próximo a Telêmaco Borba, em uma extensão de 18,72 quilômetros; roçada e lavagem de placas nos 29,18 quilômetros entre Imbaú e Reserva.

PR-239: lavagem de placas em 47,67 quilômetros, de Reserva até o entroncamento com a PRC-487.

PR-340: o trecho entre Castrolanda e Castro recebe remendos superficiais pelo programa de Conservação do Pavimento (COP); roçada manual em 59 quilômetros entre Castro e Tibagi; lavagem de placas, pintura de meio-fio, de abrigo de ônibus e de pontes entre a PR-160 e Tibagi, em 37,64 quilômetros.

PR-438: entre Guaragi e o entroncamento com a PR-151, são serviços de limpeza de sarjeta e bueiros, pintura de ponte, de meio-fio e de ponto de ônibus em 15,22 quilômetros.

PR-441: lavagem de placas no trecho de 28 quilômetros entre a BR-376 e o entroncamento com a PR-239, em Reserva.

Cronograma - Ao concluir estes serviços, as equipes se deslocam para outros trechos, seguindo cronograma de trabalho já definido.

Regionais - As obras em rodovias dos Campos Gerais são executadas e acompanhadas pela Superintendência Regional Campos Gerais do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná. A mesma superintendência também é responsável pelo Escritório Regional Cerne, com sede em Piraí do Sul, Escritório Regional Centro-Oeste, com sede em Guarapuava, e Escritório Regional Centro-Sul, com sede em Irati. Atualmente o DER/PR conta com 5 superintendências regionais e 14 escritórios regionais, todos com obras, serviços de conservação e de melhorias em andamento. (Agência de Notícias do Paraná)

 


Versão para impressão


RODAPE