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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4627 | 26 de Julho de 2019

ENCONTROS FOLHA: Cooperativismo avança no Paraná

 

O cooperativismo está em franca expansão no Paraná. Sessenta por cento das exportações do País originadas de cooperativas partem do Estado. Em 2018, os empreendimentos paranaenses que operam por esse modelo de negócio movimentaram R$ 83,5 bilhões, valor que corresponde a 32% do total de movimentações do cooperativismo nacional, e a expectativa é atingir o objetivo expresso no plano PRC 100 (Plano Paraná Cooperativo 100) e chegar aos R$ 100 bilhões.

 

EncontrosFolha - Os números expressivos e animadores foram apresentados nesta quinta-feira (25/07), em Londrina (PR), durante o 14º EncontrosFolha, promovido pelo Grupo Folha, e que teve como tema “Cooperativismo – A união que traz resultados”.

 

Ramos - Das 218 cooperativas em atividade nos municípios paranaenses, 70 são do agronegócio, setor que lidera o cooperativismo no Estado, seguido pelo crédito (55) e saúde (33). Mas ainda há muito espaço para crescer, conforme avalia o superintendente da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e do Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Renato Nobile, que ressalta a capacidade de injeção de recursos na economia que o cooperativismo promove. O importante desempenho da atividade no País é apresentado por ele em valores.

 

Tributos - No ano passado, as cooperativas pagaram R$ 7 bilhões em tributos e impostos e outros R$ 9 bilhões foram pagos em salários e benefícios. No Paraná, a movimentação de 16 cooperativas soma R$ 1 bilhão. “Em 130 municípios do estado do Paraná, a cooperativa é a maior empresa. O cooperativismo paranaense é muito grande. O segmento fomenta a tecnologia, a assistência técnica e a extensão rural”, afirmou Nobile.

 

Postos - Diretor-presidente da Integrada Cooperativa Agroindustrial, Jorge Hashimoto comemora o crescimento no Estado de todos os setores do cooperativismo, que abriu mais de cem mil postos de trabalho. “Há um crescimento em todos os ramos da atividade e o agronegócio não é diferente. As cooperativas no Paraná hoje representam mais de 60% do PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio. E a cooperativa não é apenas uma atividade econômica. Ela trabalha também no social e na questão do meio ambiente”, ressaltou.

 

Participação - Para além da inovação tecnológica, o presidente da Unimed Londrina, Omar Taha, um dos painelistas do evento, lembrou que o cooperativismo traz uma grande colaboração para o novo momento da sociedade, pregando um novo modelo de governança, com a abertura de espaço para a participação efetiva de todos os sócios, com maior transparência e sem conflito de interesses. Taha frisou ainda o aumento da qualidade dos serviços. “A qualidade do serviço prestado levantou a base dessa prestação de serviço e todas as outras empresas têm que acompanhar.”

 

Contribuição - Utilizando como exemplos alguns cases de sucesso apresentados no evento, o superintendente do Grupo Folha de Comunicação, José Nicolás Mejía, avaliou que o cooperativismo tem muito a contribuir para o desenvolvimento das pequenas comunidades. “Tivemos o caso do Sicredi, assim como as cooperativas agrícolas, focadas nos pequenos produtores e, se não fosse por isso, talvez inviabilizasse o negócio deles.”

 

Crédito - Durante o painel, o superintendente de Negócios da Sicredi União PR/SP, David Conchon, contou sobre o projeto piloto iniciado em Cafeara (Norte), com a inauguração da primeira instituição financeira do município de 2,8 mil habitantes. Os resultados obtidos com a agência Smart da cooperativa de crédito foi reconhecido dentro e fora do País como modelo de inclusão financeira e social. “Temos que elevar o cooperativismo para 95% do mercado que ainda não sabe como é o cooperativismo de crédito”, disse Conchon.

 

Agregação de valor - “Também vejo a importância do crescimento das cooperativas de agregar valor à produção agrícola no sentido de tornar produtos industrializados e que podem ser comercializados e exportados com melhor preço”, acrescentou Mejía. Ele defende que com a ampla divulgação dos benefícios do cooperativismo a população em geral poderá enxergar as vantagens desse modelo de negócio, “principalmente na área de crédito, que está crescendo”. (Folha de Londrina)

 

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TRANSPORTE DE CARGAS: Setor cooperativista discute tabela de frete com ministro

 

transporte cargas 26 07 2019Representantes do Sistema OCB e do Sistema Ocepar participaram na quarta-feira (24/07), da reunião extraordinária do Fórum do Transporte Rodoviário de Cargas convocada pelo ministro Tarcísio Freitas. O evento ocorreu na sede do Ministério de Infraestrutura, em Brasília, com objetivo de promover o alinhamento das ações do Ministério frente ao impasse gerado pela suspensão da Resolução 5.849/2019 ANTT, que se refere à tabela de pisos mínimos de fretes.

 

Acordo - A reunião foi conduzida pelo próprio ministro que mencionou que o impasse só será solucionado com um acordo entre autônomos, embarcadores e transportadores. Para ele, uma das formas de se corrigir a “imperfeição” da tabela é inserindo um determinado percentual de margem de lucro.

 

Legalidade - O questionamento sobre a legalidade da tabela foi remetido para o Supremo Tribunal Federal (STF). A previsão é de que o julgamento ocorra no dia 4 de setembro. O ministro ainda mencionou a possibilidade de “modulação dos efeitos da suspensão das ações junto ao STF”, em fase final de acordo com os ministros do Supremo Luís Fux e Dias Toffoli.

 

Acordos coletivos - Foi amplamente reforçado pelo ministro que a solução se dará por meio da realização de acordos coletivos entre os segmentos, representando os 11 tipos de cargas atualmente existentes na tabela, proposta que – segundo o ministro – acatada pelos embarcadores, numa reunião realizada no dia 23/7.

 

Assinatura - Freitas também disse que deseja finalizar a discussão e assinatura dos possíveis acordos nos próximos dias, passo imprescindível para o início do processo de auto regulação do segmento de transporte de cargas.

 

Setorial - O acordo seria realizado de forma setorial definindo o percentual (margem de lucro) a ser incorporada na tabela. O ponto de maior apreensão ficou ancorado na questão de quem teria legitimidade para assinar os acordos, em especial, por parte dos transportadores autônomos. O ministro garantiu que a formalização dos acordos será o gatilho para que o governo garanta o não bloqueio de estradas e direito de livre circulação nas estradas.

 

Monitoramento - O Sistema OCB continuará monitorando o assunto e participando das reuniões e audiências a fim de apresentar o lado das cooperativas brasileiras. (Informe OCB)

 

Foto: Ministério da Infraestrutura

DIA C: Voluntariado transforma praça do Hospital Santa Casa em Goioerê

 

dia c 26 07 2019A praça da Santa Casa de Misericórdia Maria Antonieta, localizada em Goioerê (PR), foi beneficiada com uma ação social alusiva ao Dia C - Dia de Cooperar. Durante 15 dias de trabalho, de forma totalmente voluntária, colaboradores das Cooperativas Sicredi e Unimed e Jovens da Ordem Demolay se uniram a associados, empresários, pintores, arquitetos e apoiadores para revitalizar o espaço de convivência, que além da pintura completa e bancos novos, também ganhou um novo jardim. 

 

Praça da União - A revitalização trouxe vida ao local que, agora passou a se chamar “Praça da União” e irá contribuir muito na cura dos pacientes, pois transformou-se em um lugar agradável, com plantas e cores que alegram e encorajam pessoas que estejam em tratamento, além de ser um local em que as pessoas podem conversar e respirar um ar diferente do de dentro dos leitos do hospital.

 

Agradecimento - O provedor Gerson de Brito parabenizou os envolvidos pelo belíssimo trabalho de revitalização e paisagismo realizado, bem como agradeceu aos inúmeros apoiadores da sociedade goioerense, e salientou que este é o caminho: "Não podemos ficar reféns do poder público, a nossa sociedade é capaz de contribuir para o desenvolvimento e progresso de nossas instituições. A praça revitalizada contribuirá acelerando o processo de cura proporcionado pelo bem-estar do local”, concluiu. 

 

Desenvolvimento local - De acordo com Diego Vendrame, gerente da Agência do Sicredi de Goioerê, a ação teve o direcionamento por meio da iniciativa social "Dia C – Dia de Cooperar”, que tem por objetivo principal o lema “Gente cuidando de gente”. Esse é também o propósito do Sicredi, que busca contribuir cada vez mais com o desenvolvimento social das comunidades onde está presente”, destacou.

 

Sobre o Dia C - O Dia C é uma iniciativa do Sistema OCB, em parceria com a Ocepar, em comemoração do Dia Internacional do Cooperativismo. As iniciativas do movimento estão alinhadas aos Dezessete Objetivos do Desenvolvimento Sustentável propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

UNIMED: Saúde 4.0 norteia primeiro dia da programação técnica de Congresso em São Paulo

 

São tempos de Saúde 4.0, ou seja, da incorporação tecnológica plena e acelerada no setor. Da mesma forma que assuntos como big data, inteligência artificial e internet das coisas já nos impactam diariamente em áreas como transporte, alimentação, compras, entre outras, a tecnologia tem sido implementada cada vez mais para que possamos viver mais e melhor. Esse foi o tom das apresentações e discussões do primeiro dia, na quarta-feira (24/07), de plenárias técnicas do 2º Congresso Nacional Unimed de Gestão em Saúde, realizado no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

 

Norte - O uso inteligente de dados e outros temas ligados à gestão estratégica e eficaz nortearam as conversas no evento que reúne técnicos e dirigentes do Sistema Unimed das áreas de Tecnologia da Informação, Serviços Próprios, Regulação e Atenção à Saúde e também conta com a participação de especialistas de outras empresas e entidades e de personalidades públicas, como Paulo Hartung. O ex-governador do Espírito Santo abriu as atividades falando sobre a necessidade de diálogo entre a saúde pública e a privada para a evolução da gestão nas duas esferas. “O privado pode trazer suas experiências positivas de administração ao público, que, por sua vez, pode apoiar com propriedade as empresas em assuntos como a Atenção Primária, por exemplo”, destacou Hartung.

 

Desafios e oportunidades da incorporação tecnológica - A Unimed conduz um dos maiores projetos de integração de dados da saúde mundial, o Registro Eletrônico de Saúde (RES), que em 2019 iniciou o processo de recebimento de informações de beneficiários do Sistema Unimed. Segundo o presidente da Unimed do Brasil, Orestes Pullin, ressaltou no Congresso, trata-se “da base de dados que interliga praticamente todas as informações de saúde obtidas pelas pessoas”. “Com a digitalização e integração de dados clínicos, além dos administrativos, abrimos inúmeras possibilidades de evolução do cuidado com a saúde”, refletiu o dirigente.

 

LGPD - Tida como um desafio para a expansão dessa incorporação tecnológica, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é vista como item necessário para maior segurança e transparência aos beneficiários. “A legislação não é um entrave, mas algo que agrega à estratégia de entrada da tecnologia na área. Se o paciente entende que ela será utilizada de maneira positiva para ele e sente confiança na empresa que receberá suas informações, não se importa e autoriza o compartilhamento de seus dados”, afirmou Daniel Greca, sócio diretor da consultoria KPMG. Ele levantou um panorama para a saúde brasileira e mundial até 2030 e a entrada de serviços que priorizarão cada vez mais a prevenção. Tema também enfatizado pelo influenciador digital e CEO da GesSaúde, Roberto Gordilho. “Muito do que esperamos para 2030 tem que ser feito agora, senão não acontecerá até lá. E o uso inteligente de dados é parte fundamental disso”, salientou Gordilho.

 

Primeiro dia - O primeiro dia técnico do encontro ainda apresentou assuntos como o cuidado centrado no paciente e sua família, incorporações para o rol da ANS em 2020, desafios do envelhecimento populacional, a Atenção Primária, entre outros. O 2º Congresso Nacional Unimed de Gestão em Saúde tem seu encerramento neste dia 25, com novos painéis. Mais informações em https://www.unimed.coop.br/web/eventos2019/informacoes.

 

Sobre a Unimed - A Unimed, maior sistema cooperativo de saúde do mundo, possui 52 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 345 cooperativas médicas, com assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País. Entusiasta do movimento SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Unimed conta com mais de 115 mil médicos, 119 hospitais próprios e 2.506 hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias para garantir a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas. Sua marca é ratificada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) como de alto renome por seu grande nível de conhecimento pelo público, autoridade incontestável e fama que ultrapassa os limites do segmento de saúde. (Imprensa Unimed)

 

SERVIÇO

2º Congresso Nacional Unimed de Gestão em Saúde

Onde: Expo Center Norte – São Paulo (SP)

Quando: de 23 a 25 de julho

Informações: https://www.unimed.coop.br/web/eventos2019/informacoes

 

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CAPAL: Cerimônia marca abertura da 47ª edição da Expoleite em Arapoti

 

A 47ª edição da Expoleite, principal feira de pecuária leiteira da região, teve início na noite de quarta-feira (24/07) em Arapoti (PR). A cerimônia de abertura contou com a presença de autoridades políticas, produtores rurais, associados e representantes das cooperativas Frísia e Castrolanda.

 

Importância - O diretor-presidente do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural, Natalino Avance de Souza, que também estava representando o governador do Paraná, Ratinho Júnior, e o secretário de Agricultura, Norberto Ortigara, deu início à abertura da feira e destacou a importância da produção leiteira para o cenário estadual. “Sem dúvida, o leite tem sido a atividade mais expressiva do agronegócio paranaense da última década. Estamos engajados com o fortalecimento e desenvolvimento da cadeia leiteira e reconhecemos a Expoleite como um evento técnico primordial para a área”, ressaltou.

 

Papel essencial - Para a prefeita de Arapoti, Nerilda Penna, a Capal desempenha um papel essencial não apenas para o município de Arapoti, mas para todo o Brasil. “A cooperativa está entre as maiores do País e seus cooperados são responsáveis por produzir alimentos que chegam às mesas das famílias brasileiras”, salientou. 

 

Qualidade genética - O presidente-executivo da Capal, Adilson Fuga, ressaltou a qualidade genética do gado leiteiro da região. “Todos os anos contamos com mais animais expostos e com qualidade genética superior a do ano anterior. Trazemos para a Expoleite o que há de melhor na genética bovina do leite, o resultado de um trabalho constante entre a cooperativa e os cooperados”, destacou.

 

Tradição - O presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Erik Bosch, destacou a tradição da feira para a história do município. Ele lembrou que exposições de gado acontecem desde os anos 1960 em Arapoti, mas o formato que a Expoleite possui hoje foi desenvolvido apenas nos anos 2000. “Já cogitamos, em diversas ocasiões, a possibilidade de acabar com a feira, mas percebemos que faltaria algo na essência de Arapoti, e é por isso que decidimos que ainda teremos a Expoleite por muito tempo, com uma edição melhor a cada ano”, afirmou.

 

Mais - Estiveram presentes também o presidente da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Renato Greidanus, o presidente da Castrolanda Cooperativa Agroindustrial, Frans Borg, o presidente da Câmara de Arapoti, Marineo Ferreira, e o promotor de justiça, Esdras Soares Vilas Boas Ribeiro.

 

Programação - A feira, que deve receber 20 mil visitantes, conta com cerca de 60 expositores que apresentam os avanços tecnológicos no setor, além de promover palestras dedicadas à difusão de conhecimento sobre pecuária leiteira e suinícola. Outra atração da Expoleite são os tradicionais Julgamentos da Raça Holandesa. Nesta edição da feira foram inscritos 280 animais, das variedades Holandês Preto e Branco e Vermelho e Branco. O juiz de pista será o gerente de Desenvolvimento Genético da Semex, Mike West. O canadense, que é formado em Ciências Leiteiras pela Universidade de Guelph, já julgou exposições em diversos países, como Japão, México e Austrália.

 

Evento gratuito - Promovida pela Capal, o evento gratuito acontece no Parque de Exposições da cooperativa e segue até o dia 27 de julho, com a apresentação do Clube de Bezerras e Exposição de Flores.

 

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3 mil associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil ha. O volume de leite negociado pela CAPAL mensalmente é de 9 milhões de litros, proveniente de 360 produtores com uma média de produção de 2,5 mil litros/dia. (Imprensa Capal)

 

SERVIÇO

47ª Expoleite

Quando: 25 a 27 de julho

Onde: Parque de Exposições Capal

Rua Luís Binoto, 164, Arapoti (PR)

www.capal.coop.br/expoleite

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COPAGRIL: Lançado novo slogan de comemoração dos 50 anos

 

A Cooperativa Agroindustrial Copagril lançou, na noite de quinta-feira (25/07), a marca e o slogan para a campanha dos 50 anos da cooperativa, os quais serão comemorados em 2020, quando será realizada a maior campanha da Copagril em atividades e ações, incorporando todas as áreas de atendimento e participação. O lançamento foi realizado no estande da cooperativa dentro da Expo Rondon e, assim, somando-se ao grande evento do município de Marechal Cândido Rondon (PR). Ato que contou com a participação da diretoria executiva, conselheiros, autoridades, convidados e público em geral.

 

Valorização das pessoas - No próximo dia 9 de agosto, a Copagril completará 49 anos, mas as ações para a grande comemoração do cinquentenário já iniciaram, em especial com a nova identidade da marca e slogan: “O valor está nas pessoas”. Um conceito que busca a valorização dos grandes responsáveis pelo marco dos 50 anos, as pessoas, um slogan pautado naquilo que é mais importante para a cooperativa e que ao mesmo tempo, está em sua origem, a união das pessoas.

 

História - O slogan lançado para campanha comemorativa da Copagril se remete às pessoas que fizeram a história da cooperativa, que iniciou em 1970 quando produtores rurais sentiram a necessidade de se unir para o desenvolvimento e progresso, assim como, a característica mais marcante do cooperativismo e sua essência, as pessoas. Conforme destaca o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, tudo se faz pelas pessoas. “Uma estrutura boa e` importante, mas também as pessoas são fundamentais, são elas que fazem acontecer”, aponta.

 

Força - A nova identidade foi elaborada para destacar a grande forca da Copagril, as pessoas que fizeram, fazem e ainda farão a história de desenvolvimento da cooperativa, são eles: cooperados, colaboradores, clientes e parceiros. São homens e mulheres que plantam, que colhem, que criam, comercializam, industrializam e fazem a parte da Copagril todos os dias.

 

Escolha - O presidente ainda explica que a escolha do lançamento na festa foi importante, pois ela é destaque em nível nacional e trata-se de uma amostra de tudo que se trabalha no município e região. “Lançamos o slogan e entramos no planejamento e programação daquilo que buscamos para os 50 anos da Copagril. Muitas coisas ainda vão acontecer e haverá muitas surpresas”, complementa.

 

Ponto de partida - O ponto de partida da campanha de 50 anos será em janeiro de 2020, quando a contagem regressiva iniciará para os 50 anos. Para marcar o ano serão preparadas várias atividades alusivas ao cinquentenário, especialmente a maior campanha promocional da cooperativa. (Imprensa Copagril)

 

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SICREDI RIO PARANÁ I: Servidor Público de Mirante ganha moto em promoção do Sicredi

 

sicredi rio parana I 26 07 2019Na manhã de quarta-feira (24/07), o servidor público de Mirante do Paranapanema-SP, Osvaldo Santos da Silva Júnior, recebeu a notícia que foi o quarto sorteado na campanha “Servidor Público Premiado”, realizada pela Sicredi Rio Paraná PR/SP. 

 

Participação - Para participar, o servidor público deve procurar a agência do Sicredi de sua cidade, fazer a abertura de conta, ou então um crédito consignado ou ainda a portabilidade do crédito consignado. 

 

Mais - Os outros sorteados foram: Ismael dos Santos Queiroz, de Teodoro Sampaio-SP, Silvanei Gonçalves de Azevedo, de Presidente Venceslau (SP), e o terceiro vencedor foi o Raimundo Rodrigues de Souza, de Amaporã. 

 

Prêmios - A Sicredi Rio Paraná PR/SP ainda sorteará 5 motos e um Onix 0km até o final do ano. Para saber mais, procure sua agência do Sicredi.

 

Link - Acesse https://www.sicredi.com.br/promocao/servidorpublicopremiado/  ou @sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

SICREDI RIO PARANÁ II: Divulgada parceria com o Sincomércio

 

sicredi rio parana II 26 07 2019Com um café da manhã realizado na agência do Sicredi Rio Paraná PR/SP, em Presidente Venceslau (SP), foi apresentada a parceria da Sicredi Rio Paraná PR/SP junto ao Sincomércio do Pontal do Paranapanema. 

 

Presenças - No evento estavam presentes o presidente do Sincomércio do Pontal do Paranapanema, Guido Denippotti, o presidente da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Jorge Bezerra Guedes, o diretor executivo do Sicredi, Vanderlei Gonçalves de Oliveira, o gerente regional do Sicredi, José Gongora Dardosse, e o gerente da agência em Presidente Venceslau, Rômulo Bono.

 

Benéfica - O presidente da cooperativa comentou da parceria: “Ela é benéfica tanto para o Sicredi como para o Sincomércio, pois vai contribuir para alavancar os negócios nas cidades atendidas pelo sindicato e o mesmo tempo fortalecer o trabalho de associativismo”. 

 

Benefícios - Com o convênio, todos os associados do Sincomércio podem utilizar os benefícios oferecidos pela cooperativa, como: investimento empresarial, capital de giro, entre outros. 

 

Agências - Na área de atuação do Sincomércio, o Sicredi tem agências em Presidente Venceslau, Presidente Epitácio, Primavera-Rosana, Teodoro Sampaio e Mirante do Paranapanema e Santo Anastácio. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

COAMO: Final da Copa de Futebol Suíço de Cooperados será no sábado, dia 27

 

Depois de sete regionais realizadas entre 27 de abril e 06 de julho chegou a hora de decidir o campeão da Copa Coamo Futebol Suíço de Cooperados 2019. A grande final será no próximo sábado (27/07), em Campo Mourão. O evento reunirá os 33 classificados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso Sul. A solenidade de abertura está marcada para as 08h20 no ginásio da Arcam, na saída para Cascavel. A cerimônia contará com desfile das delegações, ascendimento da pira, juramento do atleta e apresentações culturais. 

 

Tema - Assim como ocorre em todas edições, o tema da Copa Coamo e a apresentação artística é mantido em sigilo. A novidade para este ano é que as cerimônias de abertura e de encerramento serão transmitidas ao vivo pelo facebook.com/CopaCoamo. 

 

Campeões - Para o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, os cooperados são verdadeiros campeões e esperam com expectativa a cada dois anos para participar deste importante projeto de esporte e lazer. “É um evento muito esperado que tem futebol, costelão e, também, muita alegria e integração da família Coamo”, comenta. Ele acrescenta que o evento é uma festa, um projeto que fortalece a amizade e a integração da família Coamo. “A integração dos cooperados e de suas famílias é um dos motivos do sucesso deste evento que se tornou um projeto bem-sucedido de esportes e lazer.”

 

Detalhes - O coordenador geral da Copa Coamo, Paulo Gilmar Fuzeto, revela que os detalhes estão sendo devidamente acertados para que tudo ocorra conforme o programado. “As regionais foram um sucesso e a final não será diferente. Estamos todos empenhados em fazer uma final para ficar marcada, uma grande festa de integração com os cooperados”, comenta. De acordo com ele, as partidas terão início às 10 horas nos cinco campos da Arcam, com previsão do jogo final iniciar às 17h30. A expectativa é de servir cerca de três mil almoços e a presença de mais de cinco mil pessoas durante o dia. 

 

Sorteio - O sorteio dos grupos e jogos da fase final da Copa Coamo 2019 foi realizado no dia 11 de julho na Administração Central. As 33 equipes foram sorteadas em 11 grupos com três times cada que jogarão entre si, classificando para a fase seguinte o campeão de cada grupo e, também, os vice-campeões dos grupos A, B, C, D, E, totalizando 16 equipes, que disputarão as fases seguintes no sistema de eliminatória simples (mata-mata). Na primeira fase, os jogos serão 10 min. por 10 min. e na segunda fase 15 por 15.

 

Primeiros jogos - Os primeiros jogos da fase final da Copa Coamo de Cooperados – Futebol Suíço serão entre as equipes Mamborê - Placa América x Boa Ventura - Linha Forekevicz - A (campo 1), Manoel Ribas - Linha Esperança x Cândido de Abreu - Capinzal (campo 2), Toledo - Concórdia ""B"" x Ivaiporã - Beija-Flor (campo 3), Engenheiro Beltrão - Figueira do Oeste x Tupãssi - Fica Gelo (campo 4), Ouro Verde do Oeste - Ouro Verde ""C"" x Juranda - Grupo União (campo 5). (Imprensa Coamo)

 

NÚMEROS DAS REGIONAIS

Etapas Regionais: 33

Jogos: 673 

Gols: 1.657

Média: 2,46

Participantes: 30.000

Voluntários: 2.677

 

Chave A                               

Laguna Carapã - Veteranos F.C.

Mamborê - Placa América

Boa Ventura de São Roque - Linha Forekevicz – A

 

Chave B

Mariluz - Sabatine Esporte Clube Mariluz

Manoel Ribas - Linha Esperança

Cândido de Abreu - Capinzal

 

Chave C

Mangueirinha - Canhada Funda

Toledo - Concórdia ""B""

Ivaiporã - Beija-Flor

 

Chave D

Boa Esperança - Meia Boca

Engenheiro Beltrão - Figueira do Oeste

Tupãssi - Fica Gelo

 

Chave E

São João do Ivaí - A Província

Ouro Verde do Oeste - Ouro Verde ""C"

Juranda - Grupo União

 

Chave F

Vila Nova - Lajeado

Barbosa Ferraz - Sítio do Dinho

Candói - Foz do Jordão

 

Chave G

Iretama - Águas de Jurema

Roncador - Palmital 43

Goioxim - Vista Alegre

 

Chave H

Altamira do Paraná - Barcelona

Peabiru - Nossa Senhora Aparecida

Palmital - Sanga Funda

 

Chave I

Cruzmaltina - Atlhetic Club Borrazópolis

São Domingos - Nova Arvorezinha

Luiziana - Santa Maria

 

Chave J

Campo Mourão - Sambatti

Araruna - Primavera

Dourados - União Douradense

 

Chave K

Pitanga - U.T.I Unidade Travamento Intensivo

Coronel Vivida - Alto Jacutinga

Abelardo Luz - Pinheiro Marcado B

 

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SANIDADE: Primeira etapa de vacinação contra febre aftosa atinge mais de 98% de cobertura

 

sanidade 26 07 2019O Brasil atingiu 98,34% de cobertura vacinal (índice de imunização) na primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, realizada em maio, conforme dados preliminares do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Do rebanho de 197 milhões de bovinos e búfalos de todas as idades previstos para serem vacinados, foram imunizados 193,7 milhões. Os estados do Acre, Paraná e Espírito Santo vacinaram apenas os animais de até 24 meses.

 

Amapá e Santa Catarina - Apenas o Amapá e Santa Catarina não participaram da primeira etapa. Isso porque o Amapá aplica a vacina em todo o rebanho no segundo semestre e Santa Catarina deixou de vacinar em 2007, sendo a única unidade da federação reconhecida internacionalmente como livre da aftosa sem vacinação. O Ministério recomenda cobertura vacinal (animais e propriedades) de, no mínimo, 90%.

 

Satisfatória - Segundo a chefe substituta da Divisão de Febre Aftosa do Mapa (Difa), Ana Vidor, a cobertura vacinal nessa primeira etapa de 2019 foi satisfatória, atinge os índices estabelecidos pelo Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) e demonstra também um comprometimento do setor produtivo em continuar combatendo a doença contra a qual vem lutando há muitos anos.

 

Ações - “Para que a gente consiga fazer uma retirada gradual da vacina é necessário sejam executadas diversas ações, algumas de nível nacional, outras em nível estadual com participação do setor produtivo. É preciso comprometimento não só do Serviço Veterinário Oficial, mas também da cadeia produtiva incluindo o produtor rural”, explicou.

 

Segunda etapa - A partir de 1º de novembro, quase todos os estados vão iniciar a segunda etapa de vacinação dos animais jovens. Apenas os estados do Acre, Amapá, Roraima, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul irão vacinar o rebanho de todas as idades. 

 

Paraná - O Paraná prossegue suas ações para que não vacine mais o rebanho na campanha de novembro, mudança que dependerá do atendimento de ações pendentes e que estão previstas no plano estratégico do PNEFA. (Mapa)

 

Veja o calendário de vacinação contra a aftosa de 2019

ECONOMIA: Cresce aposta em corte da Selic para 6%

A aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara dos Deputados tirou da frente do Banco Central (BC) uma das principais fontes de risco, abrindo espaço para que a autoridade inicie já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) um novo ciclo de corte da Selic. Sem essa incerteza, o BC vai conseguir responder diretamente ao quadro macroeconômico: inflação caminhando para ficar abaixo da meta e a atividade insistentemente fraca.

Movimento mais intenso - Pesquisa com economistas realizada pelo Valor mostra que a expectativa de corte na taxa Selic, hoje em 6,5% anuais, na próxima semana é praticamente consenso e que o movimento inicial poderá ser, inclusive, mais intenso do que se imaginou inicialmente. Do levantamento com 48 economistas, 44 (ou 92% do total) esperam corte da Selic. E a maioria tem apostas mais ousadas: 25 casas, ou 52%, esperam redução de 0,50 ponto percentual. O Copom anuncia na próxima quarta-feira (31/07) sua decisão sobre o rumo dos juros.

Fatores - Fatores externos e internos abrem espaço para a retomada do ciclo de corte de juros no país, segundo Camila de Faria Lima, economista-chefe da Canvas Capital. Ela afirma que, do lado externo, a perspectiva de desaceleração da economia global e os planos cada vez mais disseminados de diferentes bancos centrais de retomar uma política monetária mais acomodatícia são fatores que abrem espaço para o Copom buscar um estímulo monetário maior.

BCE - Um exemplo disso foi a sinalização do Banco Central Europeu (BCE), nesta quinta-feira (25/07), após sua reunião, de que seu próximo movimento na política deve ser de corte de juro, além de estar preparando a retomada do programa de recompra de ativos - embora o discurso de seu presidente, Mario Draghi, tenha frustrado investidores com seu tom considerado menos "dovish" (inclinado ao afrouxamento).

Fed - Também é esperado que o Fed (o BC dos EUA) caminhe na mesma direção na próxima semana e ajuste os juros básicos.

Cenário benigno - Leonardo Porto, economista-chefe do Citi, vê um cenário externo ainda benigno. Além do movimento dos maiores BCs, ele destaca a acomodação de riscos provenientes das tensões comerciais. O ambiente interno também fornece uma série de variáveis, que corroboram o cenário de queda da Selic, segundo o profissional. "Progresso no quadro de reformas estruturais, quadro de demanda agregada ainda bastante frágil com a economia operando com alto nível de ociosidade e, por fim, a suavização da volatilidade de ativos brasileiros, como o câmbio, e consequentemente da inflação e suas expectativas no horizonte relevante."

Dados macroeconômicos - Dados macroeconômicos que foram divulgados ao longo desta semana influenciaram os cenários tanto dos economistas quanto dos investidores, que aceleraram as apostas na queda da taxa básica. O destaque foi o IPCA-15 de julho, que funciona como antecedente da inflação oficial do país, que avançou apenas 0,09% no mês e ficou abaixo da expectativa do mercado. No acumulado de 12 meses, o índice está em 3,27% e sinaliza que a inflação pode ficar bem abaixo da meta de 4,25% de 2019.

Corte - Atualmente, a curva de juros futuros dos contratos negociados na B3 indica um corte de 0,42 ponto percentual na reunião da semana que vem e uma queda de 1,25 ponto em 2019.

Apostas - Na esteira do quadro macroeconômico local e externo, já começam a surgir algumas apostas ainda mais ousadas para o novo ciclo de corte de juros. O Bank of America Merrill Lynch revisou seu cenário base e passou a projetar a Selic abaixo do patamar de 5% no fim do ano, aos 4,75%. A mudança segue a revisão da projeção de crescimento do PIB, que saiu de 1,2% para 0,7%.

Mudança importante - "Vemos uma mudança importante no cenário externo, com o afrouxamento monetário global. Em particular, vemos a diminuição do risco de valorização do dólar americano e desvalorização das moedas emergentes com as sinalizações do Fed", diz David Beker, chefe de economia e estratégia para Brasil e América Latina do BofA.

Projeções dispersas - Já as projeções dos economistas consultados para a Selic no fim de 2019 são bastante dispersas, indicando que ainda não está claro para o mercado o ritmo e a profundidade do ciclo de cortes. Dos 48 profissionais, 38% esperam que a taxa esteja em 5% no fim do ano e 31% esperam que a taxa chegue aos 5,50%.

Dúvida - Uma dúvida para esta reunião é se o Banco Central irá dar sinais mais firmes sobre os próximos passos da política monetária. Silvio Campos Neto, economista da Tendências, acredita que não. "É razoável que o Copom procure manter o controle das expectativas e evitar uma queda ainda mais acentuada da curva de juros", diz.

Reação - Entre os fatores em defesa de um posicionamento desse por parte do BC, diz o economista da Tendências, está o patamar historicamente já baixo da taxa básica, fazendo-se necessário monitorar a reação da economia e dos mercados a níveis nunca antes alcançados. Ele destaca ainda as incertezas sobre o desfecho da reforma da Previdência no Congresso, as incertezas sobre como será o comportamento da economia brasileira a partir da aprovação da reforma e da superação de choques ocorridos nos últimos meses.

Estabilidade - São poucas as casas que esperam estabilidade na taxa na próxima semana. A REAG Investimentos é uma delas. Simone Pasionotto, economista-chefe da casa, defende que o regime de política monetária não deve ser indexado a decisões do Congresso, ou seja, o andamento da reforma previdenciária não deve ser atrelado ao início do ciclo de corte de juros. (Valor Econômico)

CAGED: Paraná fecha o semestre com saldo positivo de 40.022 empregos formais

 

caged 26 07 2019O Paraná gerou 40.022 vagas formais de emprego no primeiro semestre deste ano, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (25/07) pelo Ministério da Economia. Os setores que mais empregaram no Estado foram serviços e construção civil.

 

Variação positiva - O resultado representa uma variação positiva de 1,54% em relação ao mesmo período de 2018 e corresponde a 629.437 admissões e 589.415 desligamentos. No consolidado do ano, o Paraná aparece em terceiro lugar no número absoluto de contratações e na quarta posição no saldo total de vagas de trabalho, atrás apenas de São Paulo (151.722), Minas Gerais (88.238) e Santa Catarina (49.895).

 

Segmentos - O emprego no Paraná cresceu em sete dos oito segmentos analisados. Os maiores resultados foram nos setores de serviços (25.061 vagas), construção civil (7.320) e indústria de transformação (5.996). Apenas o setor extrativista mineral apresentou um pequeno recuo, com a redução de 71 postos de trabalho.

 

Esforço - Para o secretário de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, o resultado é fruto de um esforço do governador Carlos Massa Ratinho Junior para criar um ambiente propício aos empreendedores. Ele destaca que investimentos estão chegando para gerar mais empregos. “Apenas nos primeiros meses do ano foram prospectados mais de R$ 12,5 bilhões em complexos privados”, informa.

 

Foco - Leprevost ressalta ainda que o trabalho da Secretaria está focado em agilizar a intermediação de mão-de-obra para as empresas, por meio das Agências do Trabalhador, acelerando o processo de contratação. “Também estamos investindo na qualificação, aumentando a empregabilidade e oferecendo uma possibilidade de aumento na renda para os trabalhadores”, aponta.

 

Diversos setores - A economista Suelen Glinsk, do Departamento do Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, afirma que o Paraná se destaca no País por gerar postos de trabalhas em diversos setores. “É difícil visualizar essa pulverização nos outros estados, de diversificar a economia e manter o nível de emprego em alta”, aponta.

 

Sazonalidades - Segundo a economista, esse resultado mais complexo é difícil de alcançar porque não depende de sazonalidades na produção agropecuária, por exemplo. “O Paraná vem recuperando investimentos, o ânimo para os negócios e se mantém como um dos líderes na geração de empregos em todas as áreas”.

 

Números otimistas - Em relação a junho de 2019, o Paraná figura entre os Estados que registraram variação positiva no saldo de emprego, melhor índice desde 2013, antes da crise econômica. Foram 90.992 admissões e 90.834 desligamentos. Curitiba foi a quinta capital que mais gerou vagas com carteira assinada no mês, saldo de 1.629.

 

Investimento - “Os empresários estão voltando a investir no Paraná e o Governo está fazendo a sua parte para garantir esse boom, com investimentos em infraestrutura de estradas e no setor de energia, luz e telecomunicação”, informa a economista do Departamento do Trabalho da Secretaria de Estado.

 

Modesto - Suelen Glinski aponta que junho costuma ser um mês com resultados mais modestos, por conta de hiatos na produção agrícola, mas que o resultado interrompe um ciclo de cinco baixas seguidas. Em 2018, por exemplo, o saldo do mês foi negativo em 6.609 empregos.

 

Variação - A variação dos últimos doze meses do Paraná também é positiva, com saldo de 48.709 empregos, resultado de 1.188.521 admissões e 1.139.812 desligamentos, o que representa 1,88% a mais do que nos doze meses anteriores.

 

Cidades - Em relação aos municípios, a capital paranaense lidera o ranking da geração de empregos no acumulado do ano, com 12.883 postos, seguido por Maringá (3.873), Cascavel (1.988), Pato Branco (1.925), São José dos Pinhais (1.479), Colombo (1.097), Londrina (1.094) e Rio Negro (1.033).

 

Dados nacionais - O Brasil abriu 48.436 vagas de emprego com carteira assinada em junho, o que representa o melhor saldo em seis anos. No acumulado do primeiro semestre, o País registrou a criação de 408.500 vagas com carteira.

 

Junho - Em junho, os dados positivos no nível de emprego foram consolidados com o crescimento no setor de serviços (23.020 postos), agropecuária (22.702), construção civil (13.136), serviços industriais de utilidade pública (2.525), extrativa mineral (565) e administração pública (483). (Agência de Notícias do Paraná)

 

BNDES: Desembolsos caem 9% no primeiro semestre

 

bndes 26 07 2019Os desembolsos efetuados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiram R$ 25 bilhões no primeiro semestre, queda de 9% em comparação a igual período do ano passado. Em 12 meses, houve expansão de 3% ante o período anterior, com liberações de R$ 66,7 bilhões. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (25/07).

 

Infraestrutura - Do total de desembolsos feitos entre janeiro e junho, 45,5% (R$ 11,4 bilhões) se destinaram a projetos da área de infraestrutura, alta de 4% em relação ao primeiro semestre de 2018. Destaque para os setores de energia elétrica (R$ 4,793 bilhões), alta de 17% e participação de 19,1% no total de desembolsos, e transportes (R$ 6,1 bilhões), apresentando estabilidade comparativamente ao mesmo semestre anterior, com participação de 24,3% no volume liberado.

 

Consultas - Em termos de consultas para novos financiamentos e aprovações de projetos, o BNDES apurou retração de 49% e 39%, respectivamente, nos seis primeiros meses do ano, alcançando R$ 24,7 bilhões e R$ 18,7 bilhões.

 

Liberações - De acordo com o BNDES, o setor de agropecuária recebeu recursos da ordem de R$ 6,36 bilhões, expansão de 10%. Em contrapartida, os setores de indústria e comércio e serviços tiveram redução nas liberações de 7% e 56%, com R$ 4,78 bilhões e R$ 2,57 bilhões liberados, respectivamente.

 

Micro, pequenas e médias - Os dados revelam que as micro, pequenas e médias empresas (MPMES) receberam 45,6% dos desembolsos efetuados pelo banco no semestre (R$ 11,5 bilhões). Do total de 114.003 operações registradas de janeiro a junho deste ano, 96,7% foram realizadas com MPMES.

 

Norte - A Região Norte foi o destaque dos desembolsos do BNDES no primeiro semestre de 2019, devido aos projetos de energia elétrica. As liberações para o Norte brasileiro totalizaram R$ 1,6 bilhão, aumento de 108%. O Sul do país também elevou em 10% o montante de recursos recebidos (R$ 7 bilhões). As demais regiões mostraram quedas nos desembolsos de 17% (Nordeste), 19% (Sudeste) e 28% (Centro-Oeste).

 

Perspectiva - O superintendente da Área de Planejamento do BNDES, Pedro Iootty, disse que a perspectiva para o ano é de desembolsos da ordem de R$ 60 bilhões a R$ 70 bilhões. A efetivação desses valores, tanto para cima como para baixo, dependerá do ritmo de retomada da economia. Ele disse que a queda observada nas consultas de projetos foi resultado da mudança no processo de concessão de empréstimos, ocorrida em outubro do ano passado, que deu ao BNDES “maturidade no processo interno de análise, que ganhou velocidade. O banco está mais próximo do cliente”.

 

Ação complementar - O volume liberado de R$ 25 bilhões até junho foi o menor para o primeiro semestre desde 2000 (R$ 21,7 bilhões). Pedro Iootty disse que a tendência de apresentar desembolsos menores está dentro do novo papel do banco como estruturador de bons projetos, “atuando em uma lógica mais complementar para o mercado”.

 

Orientação - A orientação é que o BNDES seja complementar ao mercado, disse, acrescentando que com a economia acelerando, as liberações poderão voltar a evoluir.

 

Mudanças de governo - Além da mudança no processo interno de concessões, contribuíram ainda para a retração dos desembolsos no semestre as mudanças de governo, da direção do BNDES e o processo de retomada da economia, “que ainda não acelerou”, segundo Iootty.

 

Prioridade - O superintendente de Planejamento do BNDES reafirmou que o setor de infraestrutura é prioridade para a instituição, com o objetivo de manter a competitividade e produtividade do país. (Agência Brasil)

BRDE: Maior repassador de recursos do BNDES na região Sul

 

brde 26 07 2019O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é o maior repassador de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na região Sul do país. No primeiro semestre de 2019, o banco gerenciado por Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul desembolsou R$ 739,3 milhões com fundos da instituição nacional.

 

Percentual - O valor corresponde a 5,4% de todas as operações indiretas do BNDES – quando a solicitação de financiamento é intermediada por um agente financeiro. De acordo com o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, o número é expressivo, já que atuando somente em três estado, o BRDE está na 6ª colocação no comparativo nacional.

 

Missão - “O BRDE está mantendo e focando cada vez mais no centro da missão para a qual foi criado, que é financiar, com recursos de longo prazo projetos produtivos”, destaca o diretor. Ele acrescenta que o número de projetos financiados nestes seis primeiros meses também demonstra a vocação do banco para a maior diversidade de projetos. “Foram 1.206 projetos apoiados. E queremos financiar mais, também com outros recursos, além do BNDES”, disse Bley.

 

Meta estratégica - Uma das metas estratégicas do banco é diversificar as fontes de recursos disponíveis. Em 2017, 93,1% dos financiamentos do banco foram feitos com fundos do BNDES. Em 2019, até julho, este número caiu para 70,7%.

 

Contratações - As contratações com recursos do Fundo de Garantida por tempo de Serviço (FGTS) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) foram ampliadas e, pela primeira vez na história, a instituição tem recursos de fontes internacionais à disposição. Foram captados R$ 50 milhões da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e R$ 80 milhões do Banco Europeu de Investimento (BEI).

 

Destaques - “Eu destaco a relevante participação do BRDE no financiamento ao turismo, no financiamento à inovação, ao agronegócio e às pequenas empresas”, disse Wilson Bley.

 

Fundos - O BRDE também tem atuação de destaque no Fundo Geral de Turismo (Fungetur), onde é responsável por cerca de 50% das operações. Opera também o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), destinado ao fortalecimento do setor do café na Região Sul. (Agência de Notícias do Paraná)

SAÚDE I: Tratamentos farmacêuticos ficam mais sofisticados e caros, aumentando desigualdade

 

saude I destaque 26 07 2019Um dos efeitos colaterais do avanço da tecnologia é aprofundar as desigualdades, por paradoxal que seja. O setor farmacêutico é um exemplo vivo disso. Na corrida acirrada pela inovação, em especial a experimentada pelos grandes laboratórios privados do mundo, o grau de sofisticação dos produtos tem ficado tão alto que apenas pacientes com mais dinheiro conseguem acessá-los. Nos países onde o grande comprador é o governo, como o Brasil, os custos crescentes aumentam a dificuldade de oferecer os produtos à população em geral.

 

Riscos - Ao mesmo tempo, crescem os riscos de oferta de medicamentos mais básicos, por falta de interesse econômico da indústria, como é o caso emblemático da penicilina, sem falar do problema histórico das doenças negligenciadas, sofridas especialmente pela população de baixa renda de países em desenvolvimento e até hoje sem resposta adequada por parte do setor farmacêutico.

 

Custo - A tecnologia que encarece determinados medicamentos também torna mais onerosos os exames laboratoriais, os equipamentos de diagnóstico, o tratamento médico como um todo. Melhor e mais avançada, a saúde custa naturalmente mais, e isso parece ser só o começo.

 

Terapias gênicas - Depois que a biotecnologia e a nanotecnologia vieram embasar uma nova geração de medicamentos para câncer, doenças autoimunes e crônico-degenerativas, com investimentos e margens de lucro bem superiores às dos sintéticos, a medicina agora explora a fronteira dos produtos de transformação celular, as terapias gênicas. Trata-se da farmácia sob medida: o fabricante coleta o sangue do paciente, modifica e injeta de volta.

 

Específico - "É um medicamento feito especificamente para o indivíduo, para tratar doenças como as oncológicas e a esclerose lateral amiotrófica [ELA]. Alguns produtos têm uma eficácia sensacional, mas o custo disso é astronômico. Um produto lançado agora nos Estados Unidos e na Suíça está na casa dos US$ 2,5 milhões", afirma Nelson Mussolini, presidente-executivo da Sindusfarma. "Aí começa aquele dilema: quanto vale uma vida?"

 

Outro dilema - Outro dilema: quem paga a conta dessa evolução? "No Brasil temos uma regra segundo a qual a saúde é um direito de todos. Só que lá não diz: 'É um direito de todos, mas tem custo'. Tem que falar isso. Alguém tem de pagar essa conta", afirma Mussolini.

 

Equação - A equação, no entanto, não fecha, avalia Dante Alario, diretor técnico e científico da Biolab Sanus Farmacêutica. Ele cita uma perversa combinação de fatores. De um lado, o custo é crescente, pelas tendências de avanço tecnológico, mas também por questões regulatórias, que têm ficado mais exigentes, com uma série de testes que oneram a produção. De outro, a população que envelhece a passos largos. Mais idosos e menos jovens formam uma combinação explosiva: ao mesmo tempo que cresce a parcela que mais consome remédios, diminui a que mais contribui para o governo.

 

Dificuldade - Com restrições fiscais e orçamentárias, o Estado encontra mais dificuldade em suprir as demandas da população e em investir em laboratórios públicos que poderiam se dedicar à produção de medicamentos de pouco interesse comercial. "Como compatibilizar o crescimento da população idosa, o aumento de consumo, os medicamentos mais caros e os orçamentos cada vez mais apertados?", questiona Alario, para quem o grande desafio da indústria farmacêutica hoje é a compatibilização de preço dos produtos com as necessidades da população. Para ele, a indústria terá de melhorar a sua produtividade e mexer nos seus processos produtivos para que esses produtos mais modernos possam ser acessados pela população ou pelo governo comprador.

 

Consumidor - O diretor da Biolab foi a um evento em que foi apresentado um custo de desenvolvimento de produto de US$ 2,6 bilhões. "Não sei se tem alguma base de realidade ou se isso é falado para justificar e jogar o preço lá em cima. O fato é que assim não haverá consumidor. O grande consumidor é governo, e não tem governo no mundo com orçamento para bancar esses produtos. Essa é uma lição de casa que a indústria farmacêutica terá de fazer."

 

Equilíbrio - Equilíbrio é o elemento-chave da equação, nas palavras de Mariângela Simão, diretora-geral-assistente da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo relatório da organização, a cada U$ 1 investido em pesquisa e desenvolvimento, a indústria obteve um retorno de aproximadamente US$ 14. "Isso significa que alguma parte da indústria multinacional está se concentrando em produtos de alto retorno para o investimento. E isso vem trazendo uma falta de equilíbrio no mercado", afirma.

 

Debate - O que vem se discutindo nas assembleias mundiais de saúde, segundo Mariângela, é um desenho do mercado que responda à necessidade de saúde pública. "A discussão é sobre preço justo. Ou seja, um preço que seja sustentável, possa ser pago pelo governo, e até mesmo por indivíduos em algumas situações, e ao mesmo tempo proporcione retorno atraente para o fabricante", diz ela. "Não importa que as indústrias privadas visem só ao lucro e invistam em altas tecnologias, desde que as drogas que se destinam a tratar as doenças de interesse público continuem no mercado. Mas esse é um balanço difícil de ser atendido quando o objetivo principal da indústria é maximizar o lucro."

 

Desativação - A declaração da diretora da OMS vem num momento em que o Brasil assiste à desativação de unidades que produzem medicamentos clássicos, os sintéticos. É o caso da suíça Roche e da americana Eli Lilly, que preferiu não se pronunciar para esta reportagem. "Além delas, a MSD já tinha reduzido a produção local, a Novartis terceirizou toda a sua produção local e vendeu a fábrica. Isso é uma estratégia de todas as empresas. Elas estão partindo, terceirizando, ou levando sua produção para vários países onde há custo de produção menor ou uma logística mais eficiente", diz Mussolini.

 

Sintéticos - Embora a nova geração bio e nanotecnológica e seus biossimilares proporcionem maior eficácia e menores efeitos colaterais, Alario diz acreditar que o mercado de remédios sintéticos deva perdurar por 15 a 20 anos. "Os produtos biológicos não vieram para acabar com os clássicos, mas é uma nova terapia que os médicos têm à disposição e que são melhores para determinados casos", explica.

 

Grandes instalações - A questão é que, para a fabricação desses medicamentos mais avançados, não são necessárias grandes instalações fabris. O importante é que a produção esteja estrategicamente localizada no mundo para atender aos mercados mais demandantes, que se encontram no hemisfério Norte. "A Roche está tirando a fábrica dela do Brasil e mandando uma parte para a Espanha e uma parte para América Central. A Eli Lilly, a mesma coisa, ambas por uma questão de logística", diz Mussolini. A Europa possui 20% do mercado farmacêutico mundial, enquanto o Brasil tem só 4%, e América Latina inteira, 7%, explica ele. "É melhor [para as empresas] levar uma fábrica para locais que permitam uma distribuição mais efetiva, e importar os produtos para o Brasil."

 

Decisão - A decisão pode ser boa para os negócios, mas não para o país, que perde vagas de emprego e arrecadação.  No caso da Lilly, a produção de medicamentos sólidos das unidades do Morumbi, em São Paulo, e da Espanha será concentrada em Porto Rico. Já a Roche atribuiu a decisão de fechar a fábrica de Jacarepaguá, no Rio, ao fato de os remédios ali produzidos estarem no fim do ciclo da vida. (Valor Econômico)

 

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SAÚDE II: Obesidade aumenta 67% no Brasil, embora população coma mais frutas e hortaliças

 

saude II 26 07 2019Brasileiros estão mais obesos e com maior excesso de peso da última década, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (25/07) pelo Ministério da Saúde. O aumento de 67,8% nos índices de obesidade é o maior dos últimos 13 anos. O número assusta principalmente porque, nos últimos três anos, país mantinha números estáveis da condição, em 18,9%. Agora, a doença alcançou 19,8% da população.

 

Público - Entre o público mais atingido pela obesidade estão os adultos em duas faixas etárias: entre 25 a 34 anos (84,2% de obesos) e entre 35 e 44 anos (81,1%). Na divisão entre homens e mulheres, elas foram as maiores vítimas: 20,7% delas apresentam obesidade em comparação a 18,7% dos homens.

 

Gordura corporal - Obesidade, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, é apontada como o acúmulo de um excesso de gordura corporal. O diagnóstico é realizado através do cálculo do Índice de Massa Corporal, ou mais conhecido como IMC. Calcula-se o IMC dividindo o valor do peso da pessoa pela altura elevada ao quadrado.

 

Valor - Quando o IMC indica um valor entre 18,5 e 24,9, a pessoa é considerada com um peso adequado à sua altura. Acima de 30, indica-se a obesidade. Faça o teste aqui

 

Pesquisa - Os dados anunciados pela pasta foram identificados pela Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018, realizada com maiores de 18 anos nas 26 capitais, mais o Distrito Federal. No total, foram entrevistadas 52.395 pessoas, entre fevereiro e dezembro de 2018, por telefone.

 

Excesso de peso - Quando o IMC indica valores entre 25 e 29,9, a pessoa é considerada acima do peso, ou com excesso de peso. Nos dados da pesquisa, esse público também teve um aumento significativo no país. Mais da metade dos brasileiros estão com excesso de peso (55,7%) — aumento de 30,8% quando o número é comparado aos dados do ano anterior, onde menos da metade da população recebeu esse alerta (42,6%).

 

Prevalência - Nesse ano, a prevalência foi maior na faixa etária dos 18 aos 24 anos, com 55,7%, e as mulheres, novamente, merecem maior atenção: eles tiveram um crescimento de 21,7% no excesso de peso enquanto elas tiveram um aumento de 40%.

 

Mais frutas na dieta? - Mas nem todos os números divulgados pelo Ministério da Saúde são ruins. Na contramão dos dados de obesidade e excesso de peso, o brasileiro está, sim, comendo mais frutas e verduras.

 

Aumento - A pesquisa identificou um aumento de 15,5%, entre 2008 e 2018, na quantidade de pessoas que dizem consumir regularmente frutas e hortaliças. Entre as mulheres, o hábito é mais frequente, sendo que 27,2% delas responderam adotar as frutas e hortaliças com mais frequência do que eles, 18,4%. Ainda assim, de acordo com o Vigitel 2018, apenas um em cada quatro adultos consomem a quantidade recomendada: cinco porções diárias em cinco dias na semana.

 

Redução - Do consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas (como sucos de caixinha e outros industrializados), redução significativa: 53,4% dos adultos deixaram esse hábito de lado. Nesse caso, todas as faixas-etárias e gêneros demonstraram uma redução significativa. Ainda assim, vale o destaque ao público entre 55 e 64 anos, que reduziu 58.8% do hábito.

 

Exercícios e saúde própria - Ainda na linha saudável, houve um aumento de 25,7% entre aqueles que responderam que praticam atividades físicas no tempo livre. A pesquisa levou em consideração as práticas que envolviam, pelo menos, 150 minutos na semana e, nesse ponto, homens ganharam vantagem entre as mulheres: 45,4% deles responderam fazer alguma atividade física, enquanto que apenas 31,8% delas tiveram a mesma resposta.

 

Faixa etária - O aumento nos exercícios também foi mais expressivo em uma faixa etária: 35 aos 44 anos. Já entre os inativos, que não fazem absolutamente nada, também houve uma queda de 13,8%, em relação a 2009.

 

Consciência - Os brasileiros também estão mais conscientes, pelos dados da Vigitel 2018. Ao receber um diagnóstico de diabetes, 40% a mais de pessoas, em relação a 2006, demonstraram ter maior conhecimento sobre a própria saúde." (Gazeta do Povo)


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