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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4622 | 19 de Julho de 2019

TRANSPORTE DE CARGAS: Nova resolução da ANTT entra em vigor neste sábado

transporte cargas 19 07 2019Entra em vigor, neste sábado (20/07), a Resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de nº 5.849/2019, que estabelece as regras gerais, da metodologia e dos coeficientes dos pisos mínimos, referentes ao quilômetro rodado na realização do serviço de transporte rodoviário remunerado de cargas, por eixo carregado, instituído pela Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM). A elaboração da medida contou com a participação de transportadores autônomos, empresas e cooperativas de transporte, contratantes de frete, embarcadores e diversos outros agentes da sociedade.

Histórico – A Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (Tabela de Frete) foi estabelecida pela Medida Provisória nº 832/2018 e convertida na Lei nº 13.703/2018. Em cumprimento às normas legais, a ANTT publicou, por meio da Resolução ANTT nº 5.820/ 2018, as tabelas com os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização de fretes, por eixo carregado. As tabelas de pisos mínimos têm natureza vinculativa e foram elaboradas conforme as especificidades das cargas, sendo divididas em: carga geral, a granel, frigorificada, perigosa e neogranel.

Atualização - As primeiras tabelas, constantes do Anexo II da Resolução ANTT nº 5.820/2018, foram atualizadas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em janeiro/2019, além das atualizações decorrentes de oscilação do preço do óleo diesel, conforme determinação legal.

Publicação - A Lei nº 13.703/2018 estabelece que a publicação dos pisos ocorrerá até os dias 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano, e os valores serão válidos para o semestre em que a norma for editada.

Resultado - A nova Resolução é resultado do primeiro ciclo regulatório do projeto entre a ANTT e a entidade sem fins lucrativos Esalq-Log/Fealq-USP, que será desenvolvido durante 21 meses (contados a partir de janeiro de 2019). De acordo com o cronograma, o próximo ciclo regulatório será desenvolvido até 20/01/2020. (Com informações da ANTT)

Clique aqui para conferir na íntegra a Resolução ANTT nº 5.849/2019

 

AGRONEGÓCIO: Mapa apresenta no Paraná as projeções de longo prazo para o setor

agronegocio 19 07 2019A agropecuária brasileira vai continuar expandindo nos próximos 10 anos, consolidando o país como grande fornecedor de alimentos para o mundo. É o que mostra o estudo feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresentado pelo especialista da Secretaria de Política Agrícola, José Garcia Gasques, que esteve em Curitiba na quarta-feira (17/07) para falar sobre as projeções para o setor. O evento contou com a participação de representantes de diversas entidades representativas do setor produtivo paranaense e foi realizado no auditório da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab). O Sistema Ocepar foi representado pelo gerente de Desenvolvimento Técnico, Flávio Turra.

Grãos - A partir da safra 2018/19 até a safra 2028/29, Gasques projeta um crescimento das atuais 240 milhões de toneladas de grãos produzidas no País para cerca de 300 milhões de toneladas. As projeções indicam que a região Sul do País e o Centro-Oeste vão liderar a maior parte desse crescimento. O Paraná deverá avançar de uma produção média de soja das atuais 23,3 milhões de toneladas, para 28,9 milhões de toneladas na safra 2028/29. Considerando as duas safras de milho, o Estado avança de uma média de 17,6 milhões de toneladas de milho, na safra 2018/19, para cerca de 27,4 milhões de toneladas na safra 2028/29.

Carnes - Na produção de carnes, o Paraná deve passar das atuais 26 milhões de toneladas para 33 milhões de toneladas, segundo estimativas do técnico do Ministério da Agricultura. (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

Clique aqui para conferir na íntegra a apresentação de José Garcia Gasques

 

28º JOVEMCOOP: Jovens cooperativistas se reúnem em Palotina (PR)

Jovens líderes de 17 cooperativas do Paraná vão se reunir, dias 24 e 25 de julho, em Palotina, região oeste do estado, para participar do 28º Encontro Estadual da Juventude Cooperativista Paranaense. Com o tema “Qual é a nossa missão?”, o Jovemcoop 2019 vai promover o desenvolvimento e a troca de experiências entre os jovens, fortalecendo o cooperativismo em todo o estado.

Presenças - Nesta edição, aproximadamente 250 pessoas devem participar do encontro, organizado pelo Sistema Ocepar, com apoio da C.Vale, cooperativa anfitriã. Estarão presentes comitivas de jovens da Castrolanda, Copertradição, Copacol, Copavel, Coagru, Camisc, Lar, Agrária, Integrada, Coprossel, Copagril, Cocamar, Primato, Sicredi, Sicoob e Bom Jesus.

Programação - Todas as atividades ocorrerão na Asfuca (Associação dos Funcionários da C.Vale). Durante os dois dias, os participantes terão palestras com o analista de Mercado Paulo Molinari e o ex-integrante do Bope e consultor de segurança Rodrigo Pimentel. Os jovens também participarão dinâmicas e atividades em grupo conduzidas pelo consultor Eliseu Hoffmann. (Imprensa C.Vale)

jovemcoop cartaz 19 07 2019Capturar

DIA C: Agência Bandeirantes da Sicredi União PR/SP realiza ação com crianças do Lar Anália Franco

 

dia c 19 07 2019As ações comemorativas ao Dia C continuam nas agências da Sicredi União PR/SP. A agência Bandeirantes, de Londrina (PR), realiza uma grande confraternização com as crianças do Lar Anália Franco neste sábado (20/07), a partir das 7h30, começando com um café da manhã. Depois, mãos à obra. Crianças, colaboradores, integrantes dos Comitês Jovem, Mulher e Máster da agência e voluntários vão se unir para trabalhar no jardim do lar.

 

Bem-estar - A gerente da agência, Suelen Lopes, informa que o objetivo é deixar o local bastante agradável e bonito. Serão plantadas 400 mudas da folhagem Érica. Após a atividade de plantio, haverá recreação, com Jean Carlos, técnico de Handeball. E, antes de encerrar, as crianças irão receber medalhas pela participação nas atividades.

 

Parceiros - A agência conta como parceiros, na ação, com a Panificadora e Restaurante Pão Pérola, de Cambé; Garden Holambra, que doou parte das mudas; e associados Janecir Aparecido Alves Queiroz e MC Cópias, que também doaram mudas.

 

Cambé - A agência de Cambé também realizou uma ação com crianças. A equipe e voluntários passaram uma tarde com as crianças atendidas pelo Lar Marília Barbosa. As 103 crianças receberam presentes e participaram de várias brincadeiras, acompanhadas e muitas guloseimas. 

Mobilização - O Dia C mobiliza, todos os anos, centenas de colaboradores da Sicredi União. A cooperativa realiza  diversas ações relacionadas à responsabilidade social, ambiental, saúde, esporte, lazer, entre outras. O objetivo é mostrar a força do cooperativismo e como a cooperação pode transformar realidades. (Imprensa Sicredi PR/SP)

SICREDI ALIANÇA: Cooperativa comemora crescimento e chega a R$1 bilhão em ativos

 

sicredi alianca 19 07 2019Após o fechamento do primeiro semestre de 2019, a Sicredi Aliança PR/SP comemora a importante marca de R$1 bilhão em ativos, mostrando que a proposta que teve início em 1985 a partir da determinação de 21 agricultores sócios-fundadores, elencada ao propósito de agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas, resulta na solidez da cooperativa ano após ano.

 

Confiança - Para o diretor executivo, Fernando Barros Fenner, esta conquista é resultado da confiança do quadro social. “É um número que estava no planejamento para ser alcançado até o ano de 2020 e conseguimos atingi-lo antes mesmo. Este é um dos objetivos traçados pela nossa diretoria executiva e pelos conselhos fiscal e de administração. Com esta importante marca também conseguimos mostrar o quanto conduzimos a administração da Sicredi Aliança PR/SP com seriedade e foco e o quanto nossa estrutura de governança está alinhada. Chegar a este número também nos coloca entre as maiores cooperativas do estado e do país. Somos a quinta cooperativa do estado do Paraná a operar com mais de R$1 bilhão em ativos. O Sicredi tem se consolidado em todo o Brasil e nossa cooperativa segue este caminho”, disse.

 

Agradecimento - “Pedimos que os associados continuem confiando a sua vida financeira à Sicredi Aliança PR/SP. A soma das movimentações financeiras dos associados nos levou a alcançar esse número e para nós é uma grande conquista nos colocarmos entre as grandes. Agradecemos a todos os órgãos envolvidos na administração da cooperativa, aos mais de 400 colaboradores e, principalmente, aos associados. São quase 50 mil associados a qual devemos esse marco e o nosso reconhecimento. Nestes 34 anos de história da cooperativa muita coisa mudou. Ampliamos nossa atuação. Crescemos em estrutura, área de atuação e pessoas. Aumentamos o nosso portfólio de produtos e serviços e estamos cada vez mais juntos das comunidades, desenvolvendo o nosso papel enquanto cooperativa”, considerou o Presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag.

 

Expansão - Dando sequência no plano de expansão, a Sicredi Aliança PR/SP irá inaugurar mais duas agências neste segundo semestre. A cooperativa chegará a Olímpia e Morro Agudo, ambas no norte de São Paulo, passando para 22 agências e 19 cidades.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI: Instituição apoia programa de potencialização de startups com foco no agro

 

sicredi 19 07 2019O Intensive Connection é um programa de potencialização de startups e a mais recente iniciativa do AgTech Garage, maior hub de inovação da América Latina para o agronegócio, que inaugurou seu novo espaço em abril deste ano, em Piracicaba (SP), com apoio do Sicredi, instituição financeira cooperativa com forte atuação no setor agro e com mais de 4 milhões de associados no Brasil. As inscrições são gratuitas e as startups interessadas no programa devem realizar inscrição até 31 de julho, no site www.agtechgarage.com

 

Transformação - “O campo está passando por um processo de transformação, com novas tecnologias chegando para auxiliar os produtores, aumentar a produtividade e garantir o crescimento sustentável do setor. Como nós acompanhamos de perto o dia a dia dos nossos associados e sabemos que boa parte deles está ligada ao agronegócio, procuramos fomentar cada vez mais essa conexão com a tecnologia. O AgTech Garage surgiu com esse objetivo e o Intensive Connection vem reforçar esse nosso propósito de facilitar e acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras”, explica Gustavo Freitas, diretor executivo de Crédito do Sicredi. 

 

Startups - O programa é voltado para agritechs, ou seja, startups ligadas ao agro. Os empreendedores devem apresentar ideias relacionadas com sustentabilidade do agronegócio, agricultura familiar e soluções que impactam positivamente a cadeia de valor dos fertilizantes, que contribuam para a saúde animal, ou que otimizem o processo de concessão de crédito, a avaliação de risco e a regularidade ambiental. 

 

Seleção - Serão selecionadas 16 startups que, no dia 22 de agosto, se apresentarão a um comitê formado por executivos das instituições parceiras nesta ação. Nessa etapa, serão escolhidas oito startups finalistas para iniciar a programação da primeira edição do Intensive Connection, no dia 12 de setembro. 

 

Quatro meses - Serão quatro meses de encontros e conexões com executivos das empresas parceiras, produtores e especialistas de mercado, explorando conteúdos essenciais para superação dos desafios das startups e realização de proofs of concept (POCs), sigla em inglês utilizada pelas startups para definir demonstrações de validação de ideias ou conceitos. Alguns dos encontros presenciais já estão agendados para os dias 10 de outubro e 14 de novembro deste ano. Além de outros benefícios, os selecionados terão acesso ao hubdo AgTech Garage, exposição ao mercado e viagens custeadas para visitas às áreas de inovação dos parceiros do programa para estreitar relacionamento e aumentar chances de fechar negócios. 

 

Experiências - O Intensive Connection é equity free, ou seja, não requer que o empreendedor inscrito venda parte de seu negócio por um valor pré-determinado no início do programa. "Será uma jornada de experiências: de aprendizado, de relacionamento e de negócios. No final do dia, o que a gente faz é potencializar as oportunidades de negócios entre as startups e os nossos parceiros, elevando a maturidade das startups para um novo patamar”, afirma José Tomé, CEO do AgTech Garage. 

 

Apoio - Além do Sicredi, o programa Intensive Connection conta com o apoio da Bayer, OCP e Ourofino Saúde Animal. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SERVIÇO

Programa Intensive Connection

Inscrições: até 31 de julho, no site www.agtechgarage.com

Comitê de seleção: 22 de agosto, no AgTech Garage

Kick-off: 12 de setembro, no AgTech Garage 

Encontros: 10 de outubro e 14 de novembro, no AgTech Garage

Pitch Day: 12 de dezembro, no AgTech Garage

SICOOB METROPOLITANO I: Com apenas sete anos, cooperada é sorteada na Campanha Poupança Premiada

 

sicoob metropolitano I 19 07 2019A pequena Luiza Maria Ferreira Christiano, de apenas sete anos de idade, foi contemplada na Campanha Poupança Premiada do Sicoob. A conta foi aberta pelo pai da menina assim que ela nasceu, na agência do Sicoob Metropolitano que fica na Vila Operária, em Maringá (PR).

 

Faculdade - Valdemir Carlos Christiano, que também é cooperado, conta que a ideia é poupar desde já para que, futuramente, Luiza utilize o valor depositado para fazer uma faculdade. “Assim como ela, meu outro filho, que tem um ano e meio, também já tem uma poupança”, explica.

 

Entrega - O prêmio foi entregue no dia 9 de julho, pela gerente da agência Adelia Maria Bego da Silva. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB METROPOLITANO II: Entre os patrocinadores do TICNOVA

 

sicoob metropolitano II 19 07 2019Nos dias 20, 21 e 22 de agosto, acontece em Maringá a 7º edição do TICNOVA, um dos principais eventos de tecnologia do sul do país promovido pela Software by Maringá, entidade que reúne mais de 100 empresas de TI e startups. A iniciativa conta com o apoio de diversas empresas de Maringá (PR), entre elas, o Sicoob Metropolitano.

 

Articulação e fomento - O objetivo do TICNOVA é articular e fomentar o ecossistema de TI de Maringá e região, além de trazer principais tendências de mercado, promovera integração entre empresas, universidades, poder público e sociedade civil organizada.

 

Temas - Neste ano, os principais temas abordados serão a inovação como chave para melhorar a vida das pessoas e para potencializar a criação de novos negócios. Outro assunto relevante abordado será o Parque de TI de Maringá, que contará com 179 mil metros quadrados e abrigará empresas do setor e instituições de ensino, centros de pesquisa e inovação, ambientes de coworking voltados para o desenvolvimento de startups, espaços de criação, áreas de alimentação, locais para reuniões debates e treinamentos.

 

Nomes - O TICNOVA 2019 também terá alguns nomes de destaque nacional do setor de software, para compartilhar experiências com os participantes. Para fazer a inscrição basta acessar o site https://www.ticnova.com.br/. (Imprensa Sicoob Unicoob)

COCAMAR: Cocamar Máquinas inaugura instalações na região norte

As cidades de Ivaiporã, na região centro-norte do Estado, e Cornélio Procópio, ao norte, sediaram no início da noite de quarta e quinta-feira (17 e 18/07), respectivamente, eventos de inauguração das instalações da Cocamar Máquinas, concessionário John Deere.

Apucarana - A empresa, que no dia 2 havia inaugurado sua estrutura em Cambé, no entorno de Londrina, completa o ciclo de inaugurações nesta sexta-feira (19/07), às 19h, com a solenidade no município de Apucarana.

Ivaiporã - O vice-presidente de Negócios, José Cícero Aderaldo, e o superintendente Arquimedes Alexandrino, ao lado de representantes da John Deere, recepcionaram autoridades, lideranças e produtores locais no Scaramal Eventos para formalizar o início de operação da empresa.

Cornélio Procópio - Na inauguração, que aconteceu no espaço Di Carmine, além de Aderaldo e Alexandrino, a Cocamar e a Cocamar Máquinas foram representadas também pelo presidente Divanir Higino. Em ambas as ocasiões, os dirigentes ressaltaram que a empresa se propõe a apresentar as melhores soluções em maquinários e equipamentos para apoiar os produtores no incremento da eficiência e na busca pelo aumento da produtividade.

Desde 2016 - A Cocamar Máquinas é concessionário dos produtos John Deere desde 2016, quando começou a operar nas regiões de Maringá, Paranavaí, Querência do Norte e São Pedro do Ivaí. (Imprensa Cocamar)

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FRÍSIA: Carambeí recebe o 41º Zeskamp

 

Carambeí, município nos Campos Gerais do Paraná, é sede do 41º Zeskamp, encontro anual de descendentes da imigração holandesa no Brasil. O evento teve início na quarta-feira (17/07), e vai até o dia 20/07, promovendo atividades esportivas e gincanas para 1.800 atletas inscritos. O Zeskamp tem o apoio da Frísia Cooperativa Agroindustrial e do Clube Social Carambeí, sendo uma das formas de manter viva a cultura holandesa no Brasil, principalmente para as novas gerações.

 

Público e atividades - O Zeskamp reúne, em quatro dias, milhares de descendentes, entre familiares e jovens que acompanham apresentações artísticas, seis atividades esportivas, duas gincanas e um jogo de mesa. Os participantes são das colônias holandesas de Arapoti (PR), Campos de Holambra (SP), Carambeí, Castrolanda (PR), Holambra I (SP) e Não-Me-Toque (RS), que também se revezam como sede do evento.

 

Confraternização - Segundo o presidente da Comissão Organizadora e vice-presidente da Frísia, Gaspar de Geus, o Zeskamp surgiu como uma forma de confraternização. A última vez que Carambeí sediou foi em 2011, na comemoração dos 100 anos da imigração holandesa. “O Zeskamp é muito importante para nós, e tem a Frísia como apoiadora. É uma forma de confraternização com a comunidade local, inclusive, com famílias da cidade que recebem os visitantes em suas casas, mas também muitos têm a possibilidade de acampar”.

 

Comunidade - Durante o evento de abertura, nas dependências do Ginásio de Esportes Frísia, as três gerações participantes do Zeskamp foram representadas pela família Biersteker (Pieter Rienk Biersteker, Pieter Arthur Biersteker, Amanda A. Biersteker e Manuela A. Biersteker) que conduziram a tocha para acendimento do fogo Olímpico. O juramento do atleta foi conduzido por Richard F. Dijkstra e as apresentações artísticas contaram com a presença de ginastas campeãs brasileiras e sul-americanas. Coube a banda de música do 13º Batalhão de Infantaria Blindado tocar o hino do Brasil e Holanda, acompanhando o protocolo de autoridades presentes. Para o prefeito de Carambeí, Osmar Blum, a imigração holandesa tem fundamental importância para o desenvolvimento da região, sendo exemplo de união, trabalho e determinação.

 

Modalidades - Os esportes realizados são: futsal, futebol de campo, futebol society, vôlei, vôlei de praia e tênis. Além disso, será praticado o rummikub, jogo de mesa que combina elementos de dominó, carta e xadrez.

 

Quatro décadas - O evento acontece há quatro décadas, todos os anos, e sempre no mês de julho, para inscritos. A programação completa pode ser acompanhada no aplicativo ou no site: www.zeskamp.com.br

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

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SANIDADE: China realiza inspeção virtual em frigoríficos brasileiros

 

sanidade 19 07 2019Nesta sexta-feira (19/07) a China irá inspecionar quatro frigoríficos de aves e suínos de forma virtual. As imagens serão feitas por auditores fiscais federais agropecuários, com câmeras instaladas nas linhas de inspeção, e enviadas para os chineses via aplicativo. Das quatro unidades submetidas a inspeção, uma foi escolhida pelos chineses e a três indicadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento (Mapa).

 

Boa vontade - De acordo com a ministra Teresa Cristina a ação mostra a boa vontade dos chineses em relação ao Brasil. Ela afirmou que o país tem condições de aumentar bastante os embarques de cortes de frango. Mas as vendas de suínos dependem de um excedente de produção, pois a China já vem comprando muito.

 

Aplicativo - A decisão do uso do aplicativo conhecido como Webchat, o mais popular em troca de mensagens na China, é driblar as dificuldades logísticas dando mais rapidez aos processos de habilitação dos frigoríficos. (Suinocultura Industrial)

INVENTÁRIO: Florestas ocupam 35% do território paranaense

inventario 19 07 2019Na quarta-feira (17/07) foi celebrado o Dia de Proteção às Florestas. E, embora possa não parecer (em especial para quem mora nas zonas mais urbanizadas de Curitiba), no Paraná há floresta para todo lado, em todo lugar. Ao menos é isso o que revela o Inventário Florestal Nacional, estudo coordenado pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), o qual revela existir no Paraná um total de 6.909.910,7 hectares (ha) de área florestal, o equivalente a 34,7% de todo o território paranaense.

Naturais - Apenas nas áreas com florestas naturais, que somam aproximadamente 5,8 milhões de há (29,3% do território), foram identificadas 587 espécies arbóreas (árvores e palmeiras), distribuídas em 265 gêneros e 86 famílias. Considerando-se todas as espécies vegetais (árvores, palmeiras, arbustos, palmeiras, cactos, lianas e herbáceas), registraram-se 587 espécies distribuídas em 279 gêneros e 89 famílias botânicas.

Ameaçadas - A má notícia é que, desse total de espécies, 19 se encontram em categorias ameaçadas de extinção. Dentre elas, algumas são de interesse econômico e social, como a Araucaria angustifolia (araucária), e o Euterpe edulis (palmito juçara). Quanto á tipologia, predomina a Floresta Estacional Semidecidual, que representam cerca de 47% das áreas de florestas naturais no estado (cerca de 2,8 milhões de ha). Já a Floresta Ombrófila Mista vem em seguida, somando 2,7 milhões de ha (45%); as várzeas (3,1%), as florestas ombrófilas densas (2,9%), mangues (0,5%) e restinga (0,1%).

Sanidade - Outro esforço feito pelo estudo foi de identificar a sanidade das árvores nas florestas do Paraná. 73% foram consideradas sadias, 17% apresentaram sinais de deterioração, 4% apresentaram comprometimento da sanidade pela presença de sinaisa avançados de deterioração e 5% das árvores encontravam-se mortas em pé. Importante destacar que os indicadores de sanidade das árvores são diversos, como a aparência, estágio de deterioração e grau de comprometimento da árvore.

Interferência - Também se destaca no Inventário a interferência humana nas áreas florestais, uma vez que foram encontradas evidências de antropismo (ação do ser humano sobre o meio ambiente) em 76% dos locais amostrados. A ocorrência mais frequente refere-se à presença ou vestígio de animais domésticos de grande porte (46%). A segunda são os sinais de exploração de madeira (17%), seguido pelos vestígios de caçadores (8%) e sinais de incêndios (5%). Em apenas 24% dos locais visitados não foram observadas evidências de antropismo.

Dados - Para produzir o Inventário, o SFB realizou, a partir de 2013, a coleta de dados em 550 pontos amostrais, distribuídos sobre todo o território estadual. Os esforços para coleta de dados foram finalizados em 2017, ao passo que o relatório com os principais dados sobre o Paraná foi divulgado no ano passado. Para conferir o estudo completo, acesse o site www.florestal.gov.br/inventario-flore

Estado é o terceiro com maior área de florestas plantadas - Outra revelação feita pelo IFN é que o Paraná possui 1.066.479 há de florestas plantadas, as quais ocupam 5,4% do território estadual.Considerando-se todas as unidades da federação, o Paraná fica atrás apenas de São Paulo (1.070.303 ha) e Minas Gerais (1.426.796 há).

Plantios - Os plantios florestais no Paraná se concentram, principalmente, em dois gêneros: Pinus spp. e Eucalyptus spp, sendo o estado o maior detentor de plantios de Pinus do país, representando 65,8% da área total plantada no estado, enquanto o gênero Eucalyptus abrange 34,2% da área total plantada. A região Centro-Sul se destaca com 83% da área de plantio do estado, principalmente devido à presença de grandes empresas florestais, com destaque para a indústria de celulose e papel e indústria de painéis. Em outras regiões, é possível observar uma predominância de plantios de Eucalyptus.

Espécies - Espécies nativas listadas como ameaçadas de extinção:

Araucaria angustifolia (araucária)

Colletia exserta

Dicksonia sellowiana (xaxim)

Eugenia malacantha

Eugenia pruinosa

Myrcia isaiana

Ocotea odorifera (canela-sassafrás)

Ocotea porosa (imbuia)

Quillaja brasiliensis(sabão-de-soldado)

Virola bicuhyba (bicuíba-branca)

Apuleia leiocarpa (grápia)

Butia eriospatha (butiá-da-serra)

Campomanesia reitziana (guabiroba)

Cedrela fissilis (cedro)

Euterpe edulis (palmito-juçara)

Gleditsia amorphoides (sucará)

Nectandra paranaensis

Ocotea catharinensis (canela-preta)

Ocotea mosenii (canela-preta)

Fonte: Inventário Florestal Nacional (IFN)

(Bem Paraná)

 

INDICAÇÃO GEOGRÁFICA: Acordo Mercosul-União Europeia valoriza produtos típicos paranaenses

O acordo de livre comércio firmado recentemente entre o Mercosul e a União Europeia deve abrir novos mercados para produtos típicos paranaenses que têm o registro de Indicação Geográfica (IG). O bloco europeu reconheceu, na semana passada, 36 Indicações Geográficas de produtos agrícolas brasileiros, dos quais seis são do Paraná.

Nomes protegidos - O café do Norte Pioneiro, a erva-mate de São Mateus do Sul, as uvas finas de mesa de Marialva, a goiaba de Carlópolis e o mel de Ortigueira e do Oeste do Paraná terão seus nomes protegidos. Isso significa que mercadorias com esses nomes só poderão ser comercializadas, no Mercosul e na União Europeia se tiverem sido produzidas nessas regiões específicas.

Perspectiva - O secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, ressalta que o acordo abre perspectiva para ampliar o comércio do Cone Sul com o grande mercado consumidor europeu. “Temos qualidade, grande escala de produção e preços competitivos, que são condições importantes para abocanhar esse grande mercado”, diz. “No caso dos produtos com procedência conhecida e registro de indicação geográfica, o apelo é ainda maior, dada a sua qualidade diferenciada e reconhecida por padrões internacionais”, afirma.

Visibilidade - Para o coordenador do Fórum Origem Paraná, Helinton Lugarini, mais do que a proteção da marca, o acordo dará visibilidade aos produtos típicos no mercado que mais valoriza o registro de Indicação Geográfica. “Foi a Europa que iniciou o registro de produtos por sua origem. O consumidor europeu pode não conhecer a erva-mate, por exemplo, mas reconhece a qualidade dos produtos com Indicação Geográfica e tende a consumi-los por esse motivo”, afirma.

O que é - O registro de Indicação Geográfica é conferido a produtos ou serviços característicos do seu local de origem, por terem identidade única em função dos recursos naturais usados, como solo, vegetação e clima, e o processo de fabricação. No Brasil, o registro é feito pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que aplicou o reconhecimento a 61 produtos brasileiros.

Terceiro - O Paraná é o terceiro estado com o maior número de registros, com sete no total. Além dos que tiveram o nome protegido no acordo, há também os queijos da Colônia de Witmarsum, em Palmeira. Outros cinco produtos estão com processos abertos no INPI: o melado e açúcar mascavo de Capanema, bala de banana de Antonina, a farinha, o barreado, e a cachaça do Litoral.

Processo - O processo para reconhecimento desses produtos se iniciou em 2007, capitaneado pelo Sebrae. A Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento é parceira do projeto, por meio do Instituto de Agronomia do Paraná (Iapar) e da Emater, que auxiliam no processo de diagnóstico e identificação dos produtos típicos, além de prestar auxílio aos produtores.

Certificações - O acordo com a União Europeia encurta caminhos para os produtos de origem, já que só o registro de Indicação Geográfica não garantia, até então, a venda no mercado europeu. O bloco exige outras certificações, como o Global GAP, um protocolo para a entrada de produtos primários produzidos de forma segura e sustentável, e o Fair Trade, ou Comércio Justo, que chancela práticas comerciais éticas. Recentemente, produtores de Carlópolis conseguiram a certificação Global GAP para comercializar a goiaba.

Validade - “O acordo deve começar a valer no final de 2020 e, até lá, vamos aproveitar essa divulgação para começar as negociações com o mercado europeu. Sem ele, o processo seria muito mais demorado, já que são necessárias outras certificações ou o pedido de registro na própria União Europeia”, explica Lugarini.

Venda - “No caso da erva-mate, algumas empresas já vendem para o mercado europeu, mas sem especificar o registro de origem. Com isso, elas poderão agregar valor aos seus produtos, já que a indicação geográfica pode garantir um ganho de 20% a 50% no valor final”, diz.

Novos pedidos - De acordo com Andréia Claudino, coordenadora Estadual de Agronegócio, Alimentos e Bebidas do Sebrae-PR, o acordo de livre comércio deve influenciar no pedido de novas Indicações Geográficas no Estado. Além dos cinco que já iniciaram o processo no INPI, outros produtos têm potencial, como o porco-moura, uma raça de suínos originária no Sul do Brasil, e a uva de casca grossa de Bituruna.

Organização - “Tudo vai depender da organização dos produtores, que estão se profissionalizando cada vez mais para acessar novos mercados. O acordo vem em um momento oportuno, pois integra os protocolos, amplia a capacidade de negociação e dá uma abertura maior para esses produtos”, afirma Andréia.

Modalidade - Existem duas modalidades de Indicação Geográfica: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO). A Indicação de Procedência refere-se ao país, cidade, região ou localidade de produto ou serviço que ficou conhecido pela extração, produção ou fabricação.

Denominação - A Denominação de Origem é o nome do país, cidade, região ou localidade que designe produto ou serviço cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos.

Mercosul concedeu proteção a 356 indicações europeias - O acordo Mercosul-União Europeia estabelece reconhecimento mútuo dos produtos com Indicação Geográfica. Por isso, o bloco formado pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai concedeu proteção a 356 indicações europeias. De acordo com o Ministério da Agricultura, foram negociadas a manutenção de alguns nomes de bebidas e alimentos que são produzidos no Mercosul, mas têm o registro de origem em regiões específicas da Europa.

Itens - O conhaque e prosecco poderão ser usados pelos países sul-americanos nos rótulos por sete e 12 anos, respectivamente. Depois desse período, terão de mudar os nomes. No caso do parmesão e gorgonzola, empresas registradas até 2017 poderão continuar usando os nomes em seus produtos, mecanismo chamado de grandfather. Já as marcas criadas após esse período terão de adotar nova denominação para os produtos. (Agência de Notícias do Paraná)

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ECONOMIA: Fazenda quer ajustes em LDO, mas apoia investimento plurianual

 

economia 19 07 2019O secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, apoia a ideia incluída no relatório do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de colocar no Orçamento previsão para recursos de investimentos não só no seu ano de execução, mas também para os períodos seguintes, conforme noticiou o Valor na última quarta-feira (17/07).

 

Revisão - Por outro lado, Waldery disse ao Valor que vai conversar com o relator do projeto, deputado Cacá Leão (PP-BA), para tentar rever o desenho do anexo de metas e prioridades criado pelo parlamentar e também as mudanças no fundo eleitoral, que não têm concordância da equipe econômica. "A questão da plurianualidade é central porque a política de investimento só tem efetiva implementação se há previsibilidade orçamentária. Projetos de infraestrutura requerem desembolsos ao longo de vários anos", disse Waldery, lembrando outras propostas legislativas, como a PEC 98 e o projeto de nova lei de finanças públicas.

 

Erro - "Um dos piores erros de alocação orçamentária é quando se tem um projeto, inicia desembolso, para desembolso, cria obras paradas, incompletas, que entram em deterioração e isso é exemplo grave de má alocação", completou. 

 

Inclusão - Ele também elogiou a inclusão de um comando na LDO para a criação de espécie de "banco" de projetos públicos que poderão ser realizados e que têm relação com o artigo que cria o conceito de plurianualidade dos investimentos. "O ideal é que os projetos sejam hierarquizados não por cronologia, mas por importância, por função, valores", acrescentou.

 

Queda nos investimentos públicos - O secretário reconheceu o quadro de queda nos investimentos públicos, que torna mais complicado um processo de orçamento plurianual. Ele afirmou que a tendência é que essa rubrica mantenha valores baixos por causa do "estresse fiscal" e que a abertura de mais espaço para despesas públicas em obras depende de reformas, como a da Previdência.

 

Privado - "O mais importante é termos investimento privado. O investimento público precisa ser qualificado, mais efetivo e que seja derivado de um processo de 'crowding in', de um investimento privado somando-se ao investimento público, e não sendo afastado", disse o técnico do governo, afirmando que no crédito já tem ocorrido maior presença privada.

 

Tendência - "O investimento total vai crescer. A tendência é trabalhar com investimento público mais eficiente e com crescimento do investimento privado", acrescentou.

 

Reformas e projetos - O secretário-adjunto de Orçamento, Geraldo Julião, acrescentou que o investimento privado deve crescer na esteira de reformas liberalizantes e projetos como o leilão do pré-sal (da área da cessão onerosa) e outras concessões ao setor privado.

 

Seleção - Segundo ele, a situação de escassez decorrente do estresse fiscal favorece uma seleção melhor de projetos públicos. Nesse sentido, avaliou, os instrumentos trazidos pela LDO, como a plurianualidade e o banco de projetos, ajudam o processo. Waldery afirmou que vai conversar com o relator para tentar rever as novas regras criadas para o fundo eleitoral. Ele explicou que a nova redação tem impacto relativamente pequeno do ponto de vista fiscal agregado, da ordem de R$ 300 milhões, dado que a emenda constitucional das emendas impositivas, aprovada no primeiro semestre, já tinha elevado a despesa com emendas. O problema é que a divisão de recursos entre emendas de bancada e financiamento específico de campanha não agradou à equipe econômica.

 

Composição - "Vamos conversar sobre essa composição do fundo", disse. "O relator diminuiu a emenda de bancada em cerca de R$ 2 bilhões e aumentou um valor alto para o financiamento de campanha. Nós teremos diálogo com relator para ter composição que se aproxime da Emenda Constitucional 100 [impositiva]", disse, evitando avançar mais devido à "sensibilidade do tema, pois ano que vem haverá eleições".

 

Modelo - Outro ponto que a equipe econômica quer negociar é o modelo do anexo de metas e prioridades trazido pelo relator para o PLDO. Segundo o secretário especial, ao definir metas físicas para 117 ações, o dispositivo pode gerar incompatibilidade da LDO com o Plano Plurianual (PPA) e com Orçamento, que serão enviados só no fim de agosto. Por isso, caso não haja entendimento, o governo pode até recomendar o veto a isso. "O mais natural é ter o PPA e depois as LDOs seguirem essas diretrizes", disse, lembrando que, se o comando for aprovado, terá que ser contemplado no Orçamento.

 

Contra - Waldery também se posicionou contra a inclusão de um anexo de despesas "ressalvadas", que ficariam blindadas de contingenciamento. A preocupação é que isso deixe ainda mais engessada a gestão. "Há muitos anos não temos despesas ressalvadas exatamente porque nosso espaço de contingenciamento, de gestão fiscal, está muito reduzido pelo estresse fiscal", explicou Geraldo Julião.

 

Elevação do gasto mínimo - Outro elemento que preocupa a área econômica é a elevação do mínimo a ser gasto com saúde, por meio da inclusão do crescimento populacional além da correção pela inflação. Segundo ele, isso vai gerar uma despesa extra da ordem de R$ 900 milhões. (Valor Econômico)

COMBUSTÍVEL: Petrobras baixa gasolina em R$ 0,03 e diesel em R$ 0,04

 

combustivel 19 07 2019A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (18/07), uma redução no preço do litro da gasolina de R$ 0,0360 e no litro do diesel de R$ 0,0444. Os valores são referentes aos preços médios dos combustíveis vendidos pelas refinarias aos distribuidores e valem a partir da meia-noite desta sexta-feira (19/07).

 

Percentual - O presidente Jair Bolsonaro informou, em sua conta no Twitter, que a redução [média] foi de 2,1% na gasolina e de 2,2% no diesel.

 

Variação - Os preços variam segundo cada refinaria da estatal, nos diversos estados brasileiros. Os menores valores da gasolina são praticados em São Luís (MA), R$ 1,51; Itacoatiara (AM), R$ 1,55; e Manaus (AM), R$ 1,58. Os maiores valores da gasolina estão nas refinarias de Brasília, R$ 1,81; Senador Canedo (GO), R$ 1,80; e Uberaba, R$ 1,80.

 

Menores - Os menores preços do diesel S500, mais vendido nas estradas, estão em Itacoatiara (AM), R$ 1,93; São Luís, R$ 1,94; Guamaré (RN), R$ 1,96; e Manaus (AM), R$ 1,96. Os maiores valores são os praticados em Senador Canedo (GO), R$ 2,17; Brasília, R$ 2,17; e Uberaba (MG), R$ 2,17.

 

Base - Segundo a estatal “os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias”.

 

Combustíveis tipo A - A gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis. Os preços divulgados pela estatal se referem aos produtos tipo A.

 

Margem - Sobre esses valores, vão incidir a margem de lucro das distribuidoras e dos postos de combustíveis, os impostos, que variam de um estado para outro, o custo da mão de obra, entre outras variáveis. A tabela completa com os valores pode ser conferida no site da Petrobras. (Agência Brasil)

POLÍTICA: Governo cria Conselho Brasil-OCDE e revoga centenas de decretos

 

politica 19 07 2019Em evento que marcou a passagem dos 200 dias de seu governo, o presidente Jair Bolsonaro assinou, nesta quinta-feira (18/07), o decreto que cria o conselho que vai acompanhar a adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O colegiado será responsável pela aprovação da estratégia de preparação, acompanhamento e adesão do Brasil ao órgão, além da política de comunicação do processo. Pelo decreto, vão compor o conselho o ministro-chefe da Casa Civil, que será o coordenador, e os ministros das Relações Exteriores, da Economia e da Secretaria-Geral da Presidência da República. 

 

Candidato - Com o apoio formal dos Estados Unidos ao governo brasileiro, o país se tornou forte candidato a se tornar membro pleno da organização. Além do Brasil, são candidatos: Argentina, Romênia, Croácia, Hungria e Bulgária. Destes, o Brasil é o que está mais avançado na disputa, assumindo a liderança com folga sobre os demais, já tendo adotado cerca de 30% dos instrumentos exigidos pela OCDE.

 

Aprovação - Para se tornar membro pleno da instituição, o Brasil dependerá ainda da aprovação dos seguintes países europeus: Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Grécia, Islândia, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, Suécia, Suíça, Alemanha, Espanha, Finlândia, República Tcheca, Polônia, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, Letônia e Lituânia. Fora da Europa, além dos Estados Unidos, o Brasil precisará do respaldo da Austrália, do Canadá, do Japão, de Israel, da Coreia do Sul, do México, do Chile e da Nova Zelândia.

 

Tempo - O tempo necessário que um país passe a integrar a OCDE é de 2 a 3 anos. Durante esse período, o país-candidato terá que adaptar toda a sua legislação aos regulamentos das nações integrantes da OCDE. "Desde a transição, nós estamos trabalhando no padrão de governança da OCDE", afirmou o chefe da Casa Civil, ministro Onyx Lorenzoni, no discurso sobre os 200 dias de governo. 

 

Benefícios - O ingresso de um país no grupo de nações que compõem a OCDE traz benefícios em vários setores, especialmente na atração de investimentos. Grupos econômicos e financeiros normalmente dão prioridade aos países-membros da OCDE porque estes já adaptaram suas regras econômicas ao padrão de competitividade e inovação tecnológica própria dos países altamente industrializados.

 

Decretos revogados - Na cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro assinou também a revogação de 324 decretos considerados implicitamente revogados ou com validade prejudicada, com o intuito de simplificar o arcabouço legal brasileiro. Um projeto de lei ainda será encaminhado ao Congresso Nacional para extinção de 583 leis e decretos-lei que já não tem mais aplicação prática. (Agência Brasil)

TRIBUTAÇÃO: Especialistas sugerem 'melhorar' contribuição sobre a folha de salários

 

tributacao 19 07 2019A proposta em estudo pelo governo de criar uma contribuição sobre pagamentos (CP) para substituir a contribuição previdenciária das empresas, de 20% sobre a folha de salários, geraria uma cobrança de impostos em cascata e trataria de forma igual empresas grandes e pequenas e de diversos setores, o que não contribuiria para promover a criação de empregos no país, segundo a Associação Brasileira de Advocacia Tributária (Abat).

 

Emenda - Depois do recesso parlamentar de julho, a entidade vai propor uma emenda à proposta de reforma tributária do deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP), a PEC 45/19, para tratar das contribuições previdenciárias.

 

Melhorar - A ideia, segundo o presidente da entidade, Halley Henares Neto, não é romper com o sistema atual, mas melhorá-lo. A proposta da entidade é baseada em quatro pontos, que preveem um escalonamento de alíquotas em três faixas, de 10%, 12% e 15%, para indústria e comércio. O enquadramento nessas faixas se daria de acordo com um cálculo que considera a massa salarial e o número de empregados. Prestadores de serviços em geral e empresas de pequeno porte teriam uma alíquota na faixa de 5% sobre a folha de salários.

 

Base de cálculo - O terceiro e quarto pontos seriam o alargamento da base de cálculo. Segundo o presidente da Abat, existem mais de 50 tipos de "excepcionalidades" definidas por lei, que dizem respeito especialmente ao conceito do que é remuneração do trabalho, que reduzem a base de contribuição. É necessário extingui-las. E seria criada uma tributação que envolva plataformas eletrônicas, como os aplicativos de transportes e entregas, em que não há relação de trabalho entre empresas e seus colaboradores. Nesses dois últimos casos, o aumento da base de contribuintes compensaria a redução das alíquotas propostas.

 

Mundo 4.0 - "O mundo 4.0 em que a relação de trabalho é cada vez mais informal e as bases salariais serão menores precisa ser contemplado", afirma Henares. "Com isso, será possível aprimorar o sistema atual, sem excluir a diversidade de base de financiamento da seguridade social: folha, receita bruta e lucro." O ajuste fino das alíquotas, segundo ele, seria fechado no processo de discussão da reforma tributária.

 

Simplificação - O tributarista Edison Fernandes, da FF Advogados e professor da GV Law, diz que simplificar a tributação previdenciária sobre a folha de salários deveria ser um dos principais pontos da reforma tributária. Hoje, por causa dessa tributação, o salário fica um quarto mais caro para a empresa. "É o pior tributo que temos", diz.

 

Emprego - Melhorar essa tributação geraria emprego e reduziria a burocracia e a chamada pejotização, acredita. O recolhimento poderia ser sobre a receita, como ocorreu no governo Dilma Rousseff, ou sobre transações financeiras, como quer o governo. "A tributação sobre a receita me parece interessante. Alguns críticos dizem que não adiantou nada, não se criou emprego formal. Não aumentou porque logo em seguida entramos numa recessão econômica", argumenta.

 

Alíquota ideal - No caso da proposta do governo, o desafio é calibrar qual seria a alíquota ideal, que deve ser baixa, diz. "A proposta expande a base de contribuição. Mas não dá para ser um imposto único total. O ideal é que apenas substitua a contribuição em folha", diz. Se a alíquota ideal é a de 0,6% aventada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, só os cálculos poderão mostrar.

 

Vantagem - A vantagem de uma contribuição única sobre pagamentos, segundo Fernandes, é que o tributo não oneraria a folha de salários. "Independe do quanto de gente a empresa contrata. E é mais simples de recolher e fiscalizar", diz.

 

Movimento - O tributarista também aponta que a maioria dos países está buscando maneiras de tributar empresas de alta tecnologia e pouca mão de obra. "É preciso ter uma tributação que capte esse movimento. A folha de salários não capta mais", diz. "Um dos caminhos para tributar essas plataformas não é lucro, não é folha de salários, mas receita, essa tem sido a tendência." (Valor Econômico)

CNI: Confiança dos industriais cresce em julho

 

cni 19 07 2019O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) teve alta de 0,5 ponto em julho, atingindo 57,4 pontos, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (18/07), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse é o segundo aumento consecutivo do indicador, após uma sequência de queda na confiança desde fevereiro deste ano. Nos últimos meses, o Icei acumula alta de 0,9 ponto. Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Quando estão acima de 50 pontos indicam empresários confiantes. 

 

Despenho da economia - A avaliação da CNI é que o otimismo dos industriais aumentou porque as expectativas em relação ao desempenho da economia e das empresas nos próximos seis meses melhoraram. O índice que mede expectativas subiu de 61,7 pontos em junho para 62,1 pontos em julho.

 

Previdência - As expectativas com relação à economia brasileira, especificamente, cresceram quase um ponto, de 58,7 pontos em junho para 59,6 pontos em julho. Para o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, essa melhora pode estar ligada às perspectivas de aprovação da reforma da previdência. "O levantamento cobriu os primeiros dez dias de julho, quando a reforma estava sendo encaminhada para votação com perspectivas bastante positivas de aprovação", afirma.

 

Percepção - Apesar do otimismo, a percepção dos empresários industriais sobre a situação atual dos negócios e da economia piorou. O indicador de condições atuais caiu de 47,6 pontos em junho para 47 pontos em julho e continua abaixo da linha dos 50 pontos, o indica falta de confiança.

 

Pequenas - A pesquisa revela que, em julho, a confiança dos empresários das pequenas empresas diminuiu 0,4 ponto em relação a junho. Já a confiança dos empresários das grandes e médias empresas aumentou na mesma comparação.

 

Predisposição - Para Castelo Branco, a confiança é importante porque aponta a predisposição dos empresários para tomar riscos e tocar projetos de investimentos, de aumento de produção e contratação de funcionários. "Um empresário confiante no desempenho da empresa e da economia está disposto a levar à frente seus projetos. Com baixa confiança, ele se torna uma pessoa mais conservadora, mais temerosa do futuro e, portanto, reduz os investimentos", explica o economista em nota divulgada pela CNI.

 

Período - A pesquisa da CNI foi feita entre os dias 1º e 11 de julho, com 2.391 empresas. (O Estado de S.Paulo)


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