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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4618 | 15 de Julho de 2019

G7: Grupo técnico discute viabilidade da criação de um banco de projetos em infraestrutura

O secretário de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes do governo do Paraná, Valdemar Bernardo Jorge, participou, na tarde da última sexta-feira (12/07), de reunião do grupo técnico do G7, grupo formado pelas principais federações representativas do setor produtivo paranaense. O encontro ocorreu na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. Jorge reforçou o pedido feito pelo governador Ratinho Junior a lideranças cooperativistas na reunião da diretoria da Ocepar, realizada no dia 4 de julho, no Palácio Iguaçu. Na oportunidade, ele sugeriu a criação de um banco de projetos por parte do G7 para a área de infraestrutura, contemplando especialmente rodovias. A ideia é que as empresas e cooperativas se encarreguem da elaboração dos projetos e os doem para o governo do Estado. Segundo Ratinho Junior, o Estado dispõe de recursos para as obras, porém, além de não haver projetos, a sua elaboração exige a realização de licitação, cujo processo é mais demorado.

Propostas - Na reunião de sexta-feira, o grupo técnico debateu como constituir esse banco de projetos e se existe a disposição do G7 em fazer a doação dos projetos. De acordo com superintendente da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), duas propostas foram elaboradas no encontro: numa delas, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), cujos representantes também participaram do debate sobre o assunto, se dispôs a conceder empréstimo a empresas e cooperativas, com prazo longo e juros reduzidos, para contratar empresas de consultoria com o propósito de elaborar os projetos. “Na segunda sugestão extraída da reunião, as entidades do G7 propuseram a elaboração de um estudo jurídico visando à criação de uma lei estadual que estabeleça uma Política de Fomento de Projetos que será enviada à Assembleia Legislativa e que autoriza a conversão dos créditos de ICMS para capitalizar o Fundo de Projetos, cujos recursos serão destinados para elaborá-los, mediante a contração de uma Fundação”, explica Costa.

Presidentes - Os presidentes das entidades que integram o G7 vão analisar as propostas do grupo técnico nesta segunda-feira (15/07), na sede da Associação Comercial do Paraná (ACP), em Curitiba.

G7 - Fazem parte do G7: Fecoopar/Ocepar, Fiep, Faep, Fecomercio PR, Fetranspar, Faciap e ACP.

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GETEC: Informe mostra expectativas de instituições financeiras sobre indicadores econômicos

getec 15 07 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (15/07), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

COOPERATIVISMO: Setor conhece nova tabela de preço mínimo para frete

cooperativismo 15 07 2019Representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras acompanharam, na quinta-feira (11/07) a apresentação da nova proposta de piso mínimo para fretes no país, realizada durante o 33ª Reunião do Fórum Permanente do TRC, ocorrido em Brasília. O documento é o resultado de Consulta Pública promovida pela ANTT, e que contou com as contribuições da OCB.

Apresentação - O responsável técnico do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Esalq-Log, professor José Vicente Caixeta, conduziu a apresentação da proposta de Política Nacional de Pisos Mínimos de Frete, baseada nas contribuições recepcionadas via audiência pública, promovida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Aprovação - Segundo informações da Agência, o relatório final dessa audiência pública já se encontra finalizado, mas aguardando a aprovação da Diretoria Geral da ANTT, para que seja publicado. A expectativa é de que esse relatório esteja disponível no site da Agência, até o dia 20 de julho.

Compromisso - Um dos compromissos assumidos pelo Ministério de Infraestrutura, foi a criação de um aplicativo de cálculo do valor do frete, baseado na metodologia proposta na Política Nacional de Pisos Mínimos. De acordo com representantes do Ministério, o aplicativo encontra-se em fase de teste e será disponibilizado nas lojas virtuais após publicação da nova tabela. Os interessados podem acessá-lo por aqui. Vale destacar que o aplicativo já apresenta os valores validados de acordo com a nova metodologia apresentada pela ANTT. (Informe OCB)

 

PREVIDÊNCIA I: Câmara conclui votação da reforma em 1º turno

previdencia I 15 07 2019A Câmara dos Deputados concluiu, na madrugada de sábado (13/07), a votação em primeiro turno da proposta de reforma da Previdência (PEC 6/19). O texto terminou de ser analisado em Plenário na noite de sexta-feira (12/07) e, em seguida, passou pela comissão especial que preparou a redação a ser votada no segundo turno. A comissão aprovou o texto por 35 votos contra 12.

Destaques e emendas - O texto-base da reforma, na forma do substitutivo do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), foi aprovado na última quarta-feira (10/07) por 379 votos a 131. Desde lá, os deputados votaram 12 destaques e emendas apresentados pelos partidos.

Mudanças - Destes, foram aprovados quatro, com mudanças em regras para aposentadoria de policiais, no cálculo de benefícios para as mulheres, em idade mínima para professores e em tempo mínimo de contribuição para homens.

Pedágio - O único destaque aprovado nesta sexta-feira foi do PDT (465 votos a 25) e reduziu a idade exigida do professor para se aposentar pelo pedágio de 100% do tempo de contribuição que faltar na data de publicação da futura emenda constitucional. A idade passa de 55 anos se mulher e 58 anos se homem para 52 anos se mulher e 55 anos se homem.

Cinco anos a menos - Dessa forma, os professores de educação infantil e do ensino básico poderão se aposentar com cinco anos a menos que o exigido para os demais trabalhadores.

Principais regras - A reforma da Previdência aumenta o tempo para se aposentar, limita o benefício à média de todos os salários, eleva as alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS e estabelece regras de transição para os atuais assalariados.

De fora- Em relação ao texto originalmente encaminhado pelo governo, ficaram de fora a capitalização (poupança individual) e mudanças na aposentadoria de pequenos produtores e trabalhadores rurais.

BPC - Quanto ao pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ao idoso ou à pessoa com deficiência, foi mantido no texto constitucional o parâmetro de renda mensal per capita familiar inferior a um quarto do salário mínimo para ter acesso a esse benefício, admitida a adoção de outros critérios de vulnerabilidade social.

Lei de assistência social - Esse valor constava da lei de assistência social e foi considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2013, mas o tribunal não declarou nula a norma e famílias com renda de até meio salário têm obtido o benefício na Justiça.

Estados - Os estados ficaram de fora das novas normas, devendo apenas adotar fundos complementares para seus servidores dentro do prazo de dois anos da futura emenda, além de poderem cobrar alíquotas progressivas, nos moldes da instituída para os servidores federais.

Idade mínima - Na nova regra geral para servidores e trabalhadores da iniciativa privada que se tornarem segurados após a reforma, fica garantida na Constituição somente a idade mínima. O tempo de contribuição exigido e outras condições serão fixados definitivamente em lei. Até lá, vale uma regra transitória.

Requisitos - Para todos os trabalhadores que ainda não tenham atingido os requisitos para se aposentar, regras definitivas de pensão por morte, de acúmulo de pensões e de cálculo dos benefícios dependerão de lei futura, mas o texto traz normas transitórias até ela ser feita.

Valor inferior ao salário mínimo - Já a pensão por morte poderá ser inferior a um salário mínimo quando essa não for a única fonte de renda do dependente. O valor depende de cálculo vinculado ao tempo de contribuição.

Direito adquirido - Quem já tiver reunido as condições para se aposentar segundo as regras vigentes na data de publicação da futura emenda constitucional terá direito adquirido a contar com essas regras mesmo depois da publicação.

Déficit - O objetivo da reforma, segundo o governo, é conter o déficit previdenciário – diferença entre o que é arrecado pelo sistema e o montante usado para pagar benefícios. Em 2018, o déficit previdenciário total da União, que inclui os setores privado e público mais militares, foi de R$ 264,4 bilhões.

Economia - A expectativa do Planalto com a reforma da Previdência era economizar R$ 1,236 trilhão em dez anos, considerando apenas as mudanças para trabalhadores do setor privado e para servidores da União. Estima-se que, com as alterações, a economia poderá ficar em torno de R$ 1 trilhão nesse mesmo período.

CSLL - Na parte da receita, o relator propõe a volta da alíquota de 20% da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para os bancos. Essa alíquota estava vigente até dezembro de 2018, quando passou a ser de 15%.

Cinco regras - Para os atuais trabalhadores segurados do INSS (Regime Geral da Previdência Social – RGPS), o texto cria cinco regras de transição – e a pessoa poderá optar por uma delas. (Agência Câmara)

>Veja como ficou a reforma da Previdência após a votação do 1º turno no Plenário

>Compare a legislação atual com o texto da reforma da Previdência aprovado em 1º turno

 

PREVIDÊNCIA II: Matéria será votada em 2º turno a partir de 6 de agosto

previ II 15 07 2019O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, anunciou o início da votação do segundo turno da reforma da Previdência para o dia 6 de agosto, assim que recomeçar o semestre legislativo. A previsão, segundo o presidente, é concluir esta etapa no dia 8. Maia afirmou que o adiamento da votação para o segundo semestre não representa uma derrota. Segundo ele, o mais importante foi terminar o primeiro turno da proposta neste semestre e isso foi cumprido.

Construção suprapartidária - “Ninguém é sozinho o dono da pauta da Câmara. É uma construção suprapartidária, e foi o que se construiu: se eu tivesse anunciado a votação do segundo turno na próxima semana, a oposição teria feito uma obstrução e a gente não teria votado os destaques”, explicou o presidente. (Agência Câmara)

 

PRIMATO I: Cooperativa completa 22 anos

primato I 15 07 2019Nesta segunda-feira (15/07), a Primato Cooperativa Agroindustrial completa 22 anos de atuação e são inúmeros os motivos para celebrar. Nessas mais de duas décadas, nasceu com a missão de representar pequenos e médios produtores rurais, que atuavam com suinocultura e pecuária de leite e que ficaram desassistidos depois da falência da Coopagro. Com muito trabalho e perseverança, foram vários os que contribuíram para que a Cooperlac se transformasse em Primato.

Evolução - A evolução veio na sequência desta transformação e com ela novas oportunidades para o desenvolvimento de novos negócios. “Olhando para trás percebemos como nossa cooperativa evoluiu e cresceu nestes 22 anos. Iniciamos nossas atividades na parte agropecuária, evoluindo para nutrição animal, disponibilizando uma das melhores linhas de rações do mercado, demonstrando aos nossos cooperados que o caminho era desafiador mas com muitas possibilidades”, expressou o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter, que complementou, “e a partir desta última década adentramos no setor varejista, com nossa rede de supermercados, proporcionando uma nova fase aos consumidores de Toledo e Vera Cruz do Oeste, com horários ampliados, produtos de qualidade e matéria prima selecionada, em grande parte na cadeia de fornecedores locais, alguns deles cooperados”.

Crescimento - Através da expansão geográfica, a Primato, com sede em Toledo (PR), está atuante nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. “Conseguimos desenvolver, aprimorar e disponibilizar uma linha de nutrição animal de alta performance, o que abriu o mercado no estado do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Por essa demanda, adentramos no sudoeste do Estado com a unidade industrial em Verê, além da unidade agropecuária e agrícola em Francisco Beltrão, o que fez com que nossa marca tivesse mais visibilidade”, enalteceu o diretor executivo da Primato, Anderson Sabadin que complementou, “tudo isso através de um planejamento estratégico 7130 traçado para ser alcançado em sua totalidade em 2021. Vale ressaltar que somos uma cooperativa relativamente nova, por isso, buscamos focar nos resultados com profissionais capacitados, sempre norteados pelos valores do cooperativismo”.

Referência - O planejamento 7130 refere-se a 7 mil cooperados (já atingido em 2018), 1 bilhão de faturamento e 30 milhões de lucro líquido.

Cooperados - Um dos grandes responsáveis pelo crescimento e evolução da cooperativa é o seu cooperado, que acredita no trabalho desenvolvido pela diretoria executiva e se faz presente e participativo. “Cada vez que incorporamos um novo negócio buscamos aprimorar a relação com nossos cooperados, fechando o ciclo de negócios. Por isso em 2017 além das operações da unidade industrial de nutrição animal no sudoeste, iniciamos a parte de recebimento de grãos e agrícola em todas as unidades de negócio, para que cada vez mais o cooperado tenha a disposição, produtos e serviços e possa ser parceiro de sua cooperativa”, enfatizou o vice presidente da Primato, Cezar Dondoni que ainda ponderou, “por isso, também entramos no segmento de posto de combustível e agora com o lançamento de nossa seguradora, além de melhorias nas estruturas do varejo, principalmente os supermercados, indústria de panificação e atacarejo”.

Aniversário - E para comemorar essa data tão especial, toda a cooperativa está com a Promoção Aniversário Premiado Primato – 22 anos. “A Campanha vale para as lojas agropecuárias, farmácia, restaurantes e a rede de supermercados da Primato, que conta com diversos prêmios em alusão aos 22 anos de nossa cooperativa”, explicou o encarregado de marketing e comunicação da Primato, Thiago Renner que concluiu, “é uma forma de celebrarmos essa importante data e também convidar nossos cooperados e clientes a participarem e serem contemplados com uma gama de prêmios disponíveis, em forma de reconhecimento, afinal, são eles que fazem a Primato ser o que ela é”. (Imprensa Primato)

 

PRIMATO II: Sucessão familiar na suinocultura de integração

primato II 15 07 2019O desenvolvimento da suinocultura na região oeste do Paraná tem uma característica. Em sua grande maioria, é feita por famílias de cooperados. Por isso, o trabalho de sucessão familiar é fundamental para que os trabalhos da gestão da propriedade possam ser feitos com a participação de todos, com ênfase na busca por aprimoramento, gestão e implementação de tecnologias.

Incentivadoras - As cooperativas são as grandes incentivadoras do processo de sucessão familiar. Mas a pergunta é: Quando ela deve ocorrer? A resposta é relativa, mas em geral, o ideal é os pais envolverem seus filhos desde cedo para que seja possível o acompanhamento e entendimento de como funciona a propriedade. Além disso, estarem presente nas visitas da assistência técnica para que possam compreender o que os profissionais podem compartilhar e contribuir no desenvolvimento do trabalho.

Toledo - A Primato Cooperativa Agroindustrial é uma das grandes incentivadoras do processo de envolvimento e sucessão familiar e traz um grande exemplo vindo do cooperado Valdir José Klein, do distrito de Concórdia do Oeste, em Toledo, no Paraná. “Temos duas propriedades no distrito de Concórdia do Oeste, sendo uma delas exclusiva para suinocultura integrada com a Primato. Na atividade, trabalhamos meu filho e minha esposa, que não somente me ajudam na lida na atividade, mas sim, contribuem na gestão da propriedade”.

Integração - O cooperado é integrado da Primato há mais de seis anos. “Na parte da suinocultura temos a propriedade com dois alqueires, com um plantel de 1.500 animais na fase de terminação, que finaliza o ciclo com 117 dias”, comentou o cooperado.

Ração - Valdir fez questão de enaltecer a performance da ração em seu plantel. “Sobre a ração não tenho queixas, é muito boa, o animal vem bem, engordando rápido e tem um bom ganho diário. Ao meu ver, é uma ração excelente”. O Cooperado ainda classificou que a nutrição animal é um dos fatores que fazem a diferença na atividade. “Com certeza trabalhar com uma ração de qualidade é um dos motivos de ter os excelentes resultados de nosso plantel, atendendo as expectativas nossas e da cooperativa”.

Primato - A relação com a cooperativa também foi classificada como positiva pelo cooperado. “Estamos com a Primato há mais de seis anos e posso garantir que a relação é muito boa. Estive em outras empresas já, mas a Primato para nós é a melhor, afinal, temos estrutura, assistência técnica constante e uma ração de qualidade”, enfatizou Valdir que concluiu, “estamos muitos satisfeitos com essa parceria e esperamos continuar por muito tempo, quando o meu filho possa assumir o comando das atividades, tendo os nossos conselhos de experiência, assim como meu pai fez comigo”.

Família - Valdir atua na propriedade com sua esposa Derci Maria Klein e o filho Daniel André Klein. (Imprensa Primato)

 

COCAMAR: Videoconferência conclui agenda de reuniões com os cooperados

cocamar I 15 07 2019As reuniões semestrais que a Cocamar promove com os produtores cooperados em suas unidades de atendimento foram concluídas na sexta-feira (12/07). A agenda, que teve início no dia 4, somou 51 eventos presenciais para uma prestação de contas do primeiro semestre e o debate de vários outros assuntos, em municípíos dos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Interatividade - A novidade é que, na tarde de sexta-feira, o ciclo de reuniões foi finalizado com uma videoconferência para 19 cidades. De um lado, na sede da cooperativa em Maringá, o presidente Divanir Higino e o vice-presidente de Negócios, José Cícero Aderaldo, apresentaram as informações, enquanto, de outro, nas unidades, cooperados participavam de forma interativa, à frente dos monitores da TV Cooperado.

TV Cooperado - Mantida há vários anos, a TV Cooperado conta com um aparelho de televisão localizado em área estratégica em cada unidade, por meio do qual, comodamente, os produtores já se acostumaram, em seu dia a dia, a se informar dos detalhes acerca do mercado das principais commodities, a acompanhar o dia a dia do plantio e colheita da safra brasileira e dos Estados Unidos, a saberem de oportunidades para a aquisição de insumos e equipamentos agropecuários e, também, a participarem de videoconferências, que já ocorrem desde o ano passado, quando do lançamento de campanhas de vendas de insumos para as safras de verão e inverno.

Satisfatória - Os dirigentes pronunciaram-se no início da apresentação e retornaram ao final para responder perguntas, sendo que a participação dos produtores nesse novo modelo de reunião à distância foi considerada satisfatória. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Associados participam de reunião de prestação de contas em Diadema

sicredi vale piquiri 15 07 2019A noite com 16°C e o cansaço da semana não foram obstáculos para as pessoas que estiveram presentes no evento realizado pela Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP em Diadema (SP) na sexta-feira (12/07).

Prestação de contas - A instituição financeira cooperativa reuniu seus associados, convidados, autoridades locais, executivos e colaboradores no Teatro Clara Nunes em mais um evento “casa cheia” para a sua tradicional reunião anual de prestação de contas.

Apresentação - Além de informações sobre o desempenho do empreendimento e o fortalecimento da transparência em sua gestão, inúmeras iniciativas realizadas pela cooperativa desde o início deste ano foram apresentadas. “O cooperativismo de crédito se destaca no mercado pela sua forma democrática e participativa de conduzir o negócio e de dar voz aos associados, evidenciando a transparência, elemento-chave neste modelo de negócios”, explica o presidente da Sicredi Vale do Piquiri, Jaime Basso, que conduziu a reunião.

Palestras - Uma das atrações da noite, aplaudida de pé pelos presentes, foi a palestra “O Brasil que Coopera Supera”, realizada pelo jornalista, professor e também associado Sicredi, José Luiz Tejon, que apresentou os benefícios do cooperativismo sob diferentes óticas. “Tudo isso é muito novo para gente, mas é muito legal saber que o cooperativismo olha para as pessoas enquanto muitas empresas visam especificamente o lucro. Hoje aqui eu pude ver um equilíbrio e o que é positivo para as pessoas, cuidar do próximo. O cooperativismo não abandona as pessoas”, afirma o convidado e empresário Rogério Valente da Graça da Rodoqualy.

Próximos eventos - Se você quer conhecer mais sobre o Sicredi e o cooperativismo, confira as datas e locais dos próximos eventos que serão realizados em São Paulo e ABCD:

15/07 às 19h30 – São Bernardo do Campo, no São Nobre do CAMP

16/07 às 19h30 – São Paulo/Berrini, no Gran Estanplaza Hotel

17/07 às 19h30 – São Paulo/Av. Paulista, no Teatro Gazeta

18/07 às 19h30 – São Paulo/Vila Maria, no Cond. Ed. Sebastião Ubson Carneiro Ribeiro

19/07 às 19h30 – São Paulo/Mooca, no Novotel São Paulo Center Norte

29/08 às 19h30 – São Caetano do Sul, no Samyr Buffet

30/08 às 19h30 – Mauá, na Rua Dr. Fernando Costa, 391

(Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

SICREDI VANGUARDA: Presidente interino e diretor-executivo apresentam decisões para novo Conselho de Administração

sicredi vanguarda 15 07 2019Na tarde de sexta-feira (12/07), na sede do Sicredi Vanguarda, em Medianeira (PR), foi realizada uma coletiva de imprensa com o presidente interino, Ivanir Antônio Reginatto, e o diretor-executivo, Aldo Dagostin, que foi o nome indicado para assumir o cargo da presidência da cooperativa.

Falecimento - Após o falecimento de Luiz Hoflinger, presidente do Conselho de Administração da cooperativa, na última terça-feira (09/07), um remanejamento das posições atuais foi necessário para alinhar as decisões.

Assembleia Extraordinária - Uma reunião foi realizada com a presença do presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Alfonso Dasenbrock, em que também foram discutidas regras do Banco Central, ficou decidido, através do Conselho de Administração, que uma Assembleia Geral Extraordinária de Delegados será convocada para o dia 06 de agosto em Medianeira, quando será indicado a assumir a presidência da cooperativa o atual diretor executivo, Aldo Dagostim.

Remanejamento - Para que isso seja possível a indicação, Aldo Dagostim será remanejado para o Conselho de Administração.

Momento delicado - Para o presidente interino, o momento é muito delicado, mas de extrema necessidade para dar continuidade aos trabalhos da cooperativa dentro das normas exigidas pelo Banco Central: "Estamos bastante entristecidos, não esperávamos uma situação assim, embora soubéssemos da condição do senhorLuiz, do caso de depressão que ele tinha, estivemos acompanhando seu tratamento, e vimos que ele estava bem nos últimos tempos, e não conseguimos entender esse fato lamentável. Graças a toda a nossa organização e a estrutura do Sicredi, tivemos uma reunião conjunta com três colegiados, e tratamos todos os assuntos pertinentes ao momento, principalmente as normativas do Banco Central e terminamos o encontro com alegria pelas decisões, porque acreditamos que são assertivas pelo momento".

Escolha - Ivair também frisou a escolha de Aldo Dagostin para assumir o cargo: "Ele é nosso diretor executivo, e tem uma caminhada longa dentro do Sicredi, eu também tenho a minha caminhada, e o colegiado entendeu que o nome do Aldo é o mais indicado, principalmente pelos crivos do Banco Central, que avaliam os nomes, avaliação essa pela qual o Aldo já passou ao assumir como diretor executivo. Ele tem toda a condição e nós confiamos no trabalho que ele irá realizar".

Novo desafio - O indicado, Aldo Dagostin falou sobre a delicadeza do momento e o novo desafio: "Estamos tristes, nós não esperávamos, esse é um fato relevante para o Sicredi, mas precisamos continuar, atendendo bem o associado, que pode ficar tranquilo que a diretoria executiva vem conduzindo a empresa, teremos um momento de transição e eu assumindo após a Assembleia, garanto que daremos continuidade a todo esse trabalho que vinha sendo realizado pelo Luiz, desde nosso planejamento de longo prazo, com expansões, crescimento, e o principal esse trabalho social que fazemos, para apoiar e incentivar ainda mais a comunidade".

Conselhos - A indicação de Aldo foi algo trabalhado com os dois conselhos: "Além dos conselhos, o presidente da Central e o Banco Central foram decisivos nessa indicação, até porque o meu currículo já foi avaliado, isso facilita para aprovação do nome. Tenho um respeito grande pelo nosso grupo de coordenadores, e iremos ratificar isso na Assembleia do dia 06, inclusive, aprovada pelo Luiz, que sempre dizia que eu teria capacidade para assumir o cargo".

Processo - Um grande desafio: "Teremos que arregaçar as mangas, principalmente neste começo, para alcançar tudo isso, temos uma série de agendas para cumpri, que já estavam pré-agendadas, mas vamos superar tudo isso. O processo é difícil neste momento, mas foi um acordo com o Banco Central, que precisava desta decisão o quanto antes, para que isso não prejudicasse os trabalhos da cooperativa e evitar especulações dentro do mercado".

Carreira - Aldo Dagostim tem 53 anos, é graduado em Ciências Contábeis, com mais de 35 anos de experiência profissional, com especialização em contabilidade e finanças, pela Cepe/UFPR, além de MBA Executivo em Varejo Bancário pela Estação Business School/IBMEC, MBA em Gestão Estratégia de Pessoas pela FGV e MBA em Gestão e Controladoria, Auditoria e Tributos também pela FGV.

Mais - Também integrou cursos de aperfeiçoamento do Sicredi realizados pela Fundação Dom Cabral, Universidade de Wharton (EUA), Insead (Singapura), Kellog (EUA) Universidade de Cambridge (Inglaterra), Singularity University (EUA), entre outros. Aldo iniciou suas atividades na Central Sicredi PR/SP/RJ em 1994, atuando como auditor interno. Também trabalhou na Gerência de Controladoria do Banco Cooperativo Sicredi até retornar à Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ em 2002, primeiramente como Superintendente Regional e posteriormente assumindo o cargo de Diretor Executivo da Instituição Financeira Cooperativa, executando com sucesso os indicadores estabelecidos pela cooperativa para chegar aos atuais 143 mil associados, 61 agências, R$ 408 milhões em patrimônio líquido e R$ 3,2 bilhões em ativos, fazendo da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ uma das maiores cooperativas do Sistema Sicredi atualmente. (Redação Guia Medianeira, com informações da Assessoria Sicredi Vanguarda)

 

SICREDI RIO PARANÁ: Lançado o dado do Programa A União Faz a Vida

Em busca de incorporar boas atitudes, as escolas Aníbal Israel Liutti, Flavio Luiz Botter, José Miranda Gomes, Maria de Lourdes Roque; CMEI: Atílio Fonzar, Creches: Marlene Alcebíades, CMEI Raio de Luz, CMEI Santa Maria, escola particular Brasileirinho e Apae Maria do Rosa Torre, todas do município de Santa Cruz de Monte Castelo (PR), ganharam o Dado do Programa A União Faz a Vida (PUFV). O PUFV é desenvolvido no município paranaense há cinco anos, em parceria o setor de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Rio Paraná PR/SP.

Uso - De acordo com as assessoras de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Tabata Furlan e Clelia Ruiz, esse dado já era utilizado em sala de aula, porém em tamanho reduzido. A ideia de criar um maior partiu dos próprios professores. “Foi demandado um maior, que estivesse visível para todos e fosse lembrado todos os dias. Após análise e levando em consideração o tempo já trabalhado com essa prática e tempo de programa no município, que já soma 5 anos, foi decidido pela colocação em todos os centros educacionais participantes”, explicam as assessoras.

Prática - A ideia agora é que a prática constante da atividade leve a incorporação dessas boas atitudes. “já tivemos relato de professora que a mãe a procurou para saber o que a professora tinha trabalhado com o aluno, pois ele estava diferente, ajudando em casa,”, lembram as assessoras da cooperativa.

Base - A ideia de criá-lo foi com base no dado da paz. Em cada face do dado consta uma dimensão do programa: solidariedade, justiça, empreendedorismo, diversidade ou diálogo e em outra face os princípios cooperação e cidadania.

Diário - Todos os dias, conduzidos pelo professor, os alunos girarão o dado e a face que “parar” é a prática que eles farão na escola/casa/comunidade ao longo do dia. Ao lado do dado tem uma placa com as orientações.

Informações - Confira as informações do dado:

Gire o dado e proponha colocar em prática ao longo do dia:

1 - Ter atitude de ajudar e servir:

Realize alguma ação quer você possa ajudar/servir, mesmo com aquele que você não tenha muita afinidade;

2 – Diálogo: quando posso falar e escutar:

Dialogue com diferentes alunos da sala. Dialogue com todas as pessoas sem excluir ninguém

3 – Empreendedorismo: ter atitudes inovadoras e de liderança:

Tenha ideias criativas, persistência, comprometimento e autoconfiança.

4 – Justiça: direitos e deveres:

Pratique algo que você perceba a importância de ser justo e compreender seus direitos e deveres

5 – Diversidade: respeitar as diferenças:

Se coloque no lugar do outro. Faça ao outro o que gostaria que fosse feito a você

6 – Solidariedade: ser solidário com o próximo:

Seja solidário com o amigo em qualquer situação: tristeza, alegria, dificuldade, bulling, no recreio, em uma brincadeira em sala de aula, etc.

(Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

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AGRONEGÓCIO: Vendas externas do setor em junho somam US$ 8,34 bi

agronegocio 15 07 2019As exportações do agronegócio em junho foram puxadas pelos embarques das carnes (bovina, suína e de frango) e milho. De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), as vendas representaram US$ 8,34 bilhões, recuo de 8,9% nas divisas em relação a junho de 2018, em função da queda de 9,5% no índice de preço dos produtos agropecuários exportados pelo Brasil. A participação do agronegócio na balança comercial brasileira de junho ficou em 46,3%.

Elevação - As exportações de carne tiveram forte elevação em junho de 2019 na comparação com o mesmo mês de 2018. Foram exportadas US$ 1,32 bilhão em carnes (+84,8%). Grande parte dessa expansão ocorreu em função do aumento da quantidade de carne exportada (+72,2%) embora o preço médio de exportação das carnes também tenha subido (+7,3%). Todas os principais tipos de carnes exportadas pelo Brasil tiveram elevação no valor exportado, a exceção às carnes de peru (-20,2%).

Frango - A principal carne exportada foi a carne de frango, com US$ 629,95 milhões (+76,7%). As vendas externas de carne bovina subiram 93%, atingindo US$ 514,41 milhões (+93%). A carne suína teve o maior incremento dentre as carnes, subindo 112,1% e atingindo US$ 136,30 milhões.

Milho - O milho, com elevação de 932% nas vendas, alcançou US$ 272 milhões, com embarques de 1,4 milhão de toneladas do grão. Os principais países compradores foram Vietnã (US$ 85,1milhões), Irã (US$ 78,2 milhões) e Japão (US$ 24,4 milhões).

Resultado do semestre - No semestre, as exportações do agronegócio somaram US$ 47,69 bilhões, 3,6% inferior ao que foi registrado de janeiro a junho de 2018, de US$ 49,48 bilhões. As vendas para o exterior de carnes (bovina, suína e de frango) e milho tiveram relevância no primeiro semestre do ano (janeiro a junho) com aumento do valor e da quantidade exportada.

Valores - Segundo o boletim elaborado pela SCRI, as exportações de carnes subiram de US$ 6,32 bilhões para US$ 7,42 bilhões (+17,5%), principalmente, para os destinos China (US$ 1,4 bilhão), Hong Kong (US$ 947 milhões) e Emirados Árabes Unidos (US$ 515,4 milhões).

Volume - O volume exportado de carne bovina registrou 826,1 mil toneladas ou o equivalente a US$ 3,11 bilhões em vendas externas (+16,3%) no primeiro semestre deste ano.

Principal - As exportações de carne de frango, principal carne exportada pelo Brasil em valor, foram de US$ 3,39 bilhões (+19%) entre janeiro e junho de 2019. Já as vendas externas de carne suína atingiram US$ 698,53 milhões (+26%) no mesmo período de análise.

Divisas - O Brasil exportou 9,3 milhões de toneladas de milho no primeiro semestre, com divisas de US$ 1,7 bilhão (+100%), principalmente, para o Irã (US$ 470,3 milhões), Vietnã (US$ 288,2 milhões) e Taiwan (US$ 152,5 milhões).

Primeiro semestre - As exportações do agronegócio no primeiro semestre foram de US$ 47,69 milhões, recuo de 3,6%. Trata-se do quinto maior valor exportado do agronegócio brasileiro para o período. O valor exportado entre janeiro e junho de 2019 foi ultrapassado somente nos seguintes anos: 2013 (US$ 49,55 bilhões), 2014 (US$ 49,10 bilhões), 2017 (US$ 48,13 bilhões) e 2018 (US$ 49,48 bilhões).

Queda - Houve queda de 7,1% no índice de preços dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil e houve expansão de 3,8% no índice de quantum das exportações no período em estudo. Para os analistas da SCRI, parte da queda dos preços foi compensada pelo incremento do volume dos produtos exportados pelo Brasil.

Importações - As importações de produtos agropecuários também diminuíram 1,2%, para US$ 6,96 bilhões no primeiro semestre deste ano. O saldo da balança do agro no semestre foi superavitário em US$ 40,7 bilhões. A participação ficou em 43,4% do total das exportações brasileiras. (Mapa)

Confira a nota e o resumo da Balança Comercial do Agronegócio

Confira o Agrostat - Sistema de Estatísticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro

 

EVENTO: Topigs Norsvin abre inscrições ao Brasil Pork Event 2019

Produtores, pesquisadores e executivos de empresas e cooperativas que compõe a elite da cadeia produtiva de suínos têm encontro marcado em Foz do Iguaçu, dias 11 e 12 de setembro, para o Brasil Pork Event 2019, maior encontro latino-americano de negócios em suinocultura.

Desafios e oportunidades - Promovido a cada dois anos pela Topigs Norsvin, com o apoio de empresas de ponta como Tectron Tecnologia e Inovação, Dechra, Nedap, MSD Saúde Animal, Ceva, IMV Technologies e Vaccinar, o evento vai passar a limpo o cenário de desafios e oportunidades que se abre à suinocultura brasileira.

Presença recorde - Segundo André Costa, diretor-geral da Topigs Norsvin no Brasil, "o sucesso das edições anteriores e o bom momento vivido pelo setor ampliam a expectativa de presença recorde. "A ideia é reunir as principais lideranças da cadeia da suinocultura, não só para atualizar conhecimentos, mas também para antever mercados, projetar caminhos e estratégias para o maior desenvolvimento e consolidação do setor", diz. A programação inclui palestras, troca de experiências e mesa redonda com debate entre criadores, especialistas e pesquisadores.

Inscrições abertas - As inscrições ao Brasil Pork Event 2019 que acontecerá no Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, em Foz do Iguaçu, já estão abertas e o número de vagas é limitado. Interessados podem garantir sua participação através do site www.eventos.academiatn.com.br. (VS Comunicacão)

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SINAFLOR: Paraná se destaca no uso de sistema para gestão de florestas

1sinaflor 15 07 2019O uso adequado do Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor) no Paraná garante ao Estado uma das gestões de florestas mais eficientes do País. De acordo com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), isso é resultado do treinamento realizado para utilização da ferramenta em todo o território paranaense.

Maior em número de empreendimentos - O Paraná é o estado com o maior número empreendimentos cadastrados no sistema (1,7 mil) e também o que emitiu mais autorizações florestais – são 400 desde que o Sinaflor foi implantado no Estado, em maio de 2018, das 2.049 autorizações concedidas em todo o Brasil para corte de árvores. No mesmo período, 7.814 empreendimentos em todo o país foram cadastrados.

Benefícios - De acordo com o diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto Água e Terra, José Volnei Bisognin, esse uso eficiente do Sinaflor traz inúmeros benefícios. “Além de um controle mais rigoroso da área florestal do Estado, há mais agilidade nas emissões de autorização florestais e, consequentemente, na execução de projetos, a maior parte deles de utilidade pública, como obras de rodovias, hidrelétricas e infraestrutura”, explica.

Código Florestal - O Sinaflor atende o novo Código Florestal (Lei Federal 12.651/2012), que estabelece a necessidade de um sistema nacional para a gestão de florestas no país. O objetivo da nova ferramenta é dar transparência às autorizações e às transações florestais, dificultar fraudes na emissão de documentos, além de possibilitar a elaboração de relatórios para auxiliar nos procedimentos de licenciamento e fiscalização ambiental em todo o país.

Meio físico - Antes, toda solicitação de autorização florestal para corte isolado, corte raso e desmate de espécies nativas era feita por meio físico. O solicitante tinha que protocolar o pedido pessoalmente em um dos escritórios do IAP e todos o processo era registrado em papel.

Quadro geral - No quadro geral de 7.818 projetos cadastrados no Sinaflor em todo o Brasil, 1.549 foram registrados no Paraná. Segundo Bisognin, esse número reforça a qualidade dos treinamentos realizados pelo IAP e o Ibama de Brasília para uso do sistema.

Ações - “O Sinaflor é um sistema difícil de operar, mas o Estado do Paraná, sabendo dessa complexidade, promoveu várias ações para que nossos usuários utilizassem melhor essa ferramenta”, destaca Bisognin.

Melhorias - Ele acrescenta que o IAP também listou alguns problemas e ajustes necessários e os apresentou para a equipe de Brasília trabalhar nas melhorias. “Dentro de dois a três meses o sistema estará muito melhor, propiciando que o Estado evolua ainda mais nesses resultados”, disse o diretor.

Solicitação - Podem fazer a solicitação por meio do sistema, consultores, técnicos municipais, empresários e demais entidades que atuam no setor florestal do Estado. Os pedidos são analisados e autorizados por técnicos do IAP e do Ibama.

Sinaflor - O Sinaflor integra dados de todos os estados e informações do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar), do Ato Declaratório Ambiental (ADA), do Documento de Origem Florestal (DOF) e, ainda, autorizações de exploração emitidas pelos órgãos competentes.

Sistema online - Para protocolar uma solicitação no sistema, os empreendimentos que atuam na área florestal, assim como seus responsáveis técnicos, também devem ser cadastrados no sistema online. Para os empreendimentos localizados em área rural também é necessário que o imóvel esteja obrigatoriamente com o seu cadastro ativo junto ao Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Manuais - Manuais para o uso interno e externo do sistema estão disponíveis no site do Ibama e dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail //sinaflor.sede@ibama.gov.br/">http://sinaflor.sede@ibama.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Empresa Portos do Paraná propõe ampliação da capacidade ferroviária

infraestrutura 15 07 2019A administração dos Portos do Paraná desenvolveu um projeto para melhorar e gerar novas alternativas ao sistema viário e aos modais que operam no Porto de Paranaguá. A ideia é concentrar a descarga ferroviária dos granéis sólidos para exportação.

Apresentação - O projeto foi apresentado pela Portos do Paraná aos representantes dos Terminais do Corredor de Exportação de Paranaguá, durante a reunião mensal da Associação dos Terminais do Corredor de Exportação de Paranaguá (Atexp).

Cadeia logística - Desenvolvido pela Diretoria de Engenharia e Manutenção, em parceria com a Rumo, o projeto prevê benefícios para a cadeia logística (portos, operadores, transportadores), com o aumento da capacidade de descarga e redução dos custos, e também para toda a comunidade.

Imediatas - Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, as melhorias imediatas serão a eliminação das interferências rodoferroviárias; aumento da segurança; fluidez na circulação urbana; e redução de ruídos, principalmente os gerados pelas buzinas dos trens.

Planejamento - “Ao tempo que a produção cresce e o movimento dos portos aumentam faz-se necessário o planejamento de uma melhor organização logística especial no que tange o transporte ferroviário. Por isso, iniciamos um processo de estruturação de uma melhor recepção ferroviária, em modelo único ainda no país”, afirma Garcia.

Concentração - O projeto propõe a construção de uma moega (instalação para receber e destinar graneis sólidos às correias transportadoras) exclusiva para a descarga dos trens no Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. Ou seja, os granéis sólidos, como soja, milho e farelo, vindos pela ferrovia chegariam nesta estrutura e seguiriam aos terminais por correias transportadoras.

Linhas independentes - Em princípio, seriam três linhas independentes de correias. Cada uma com capacidade para receber carga de até 60 vagões simultaneamente, de produtos diferentes. Essas correias transportadoras seriam conectadas com os terminais arrendados pela Portos do Paraná: Cargill, Centro Sul, Dreyfus, Cotriguaçu e Interalli. Porém, os demais terminais poderiam se interligar ao sistema ou operar em conjunto.

Reduz interferências - Essa mudança, segundo a Diretoria de Engenharia da Portos do Paraná, reduz significativamente as interferências rodoferroviárias, os cruzamentos entre as vias rodoviárias e as linhas dos trens. Os 16 cruzamentos atuais seriam reduzidos a apenas cinco. “Nessas interferências há várias composições, ao longo do dia, com trens menores. O que significa mais interrupções, mais perturbações no tráfego”, esclarece Cristiano Donati, gerente-executivo da área de projetos estratégicos da Rumo.

Modernização da frota - Para complementar o projeto da concentração da descarga, a Rumo se comprometeu a contribuir com investimentos em modernização da frota de vagões e das locomotivas, além de capacitação da ferrovia. “A intenção é ter trens maiores. Teremos menos vagões, com mais capacidade e velocidade. Ou seja, uma redução de tempo e do número de vezes que o trem passa por essas interferências”, diz Donati.

Crescimento - Para Donati, o projeto torna a descarga ferroviária de granéis de exportação mais eficiente, o que pode ampliar a participação do modal de 30% para 50%. “Estamos trabalhando para o futuro, diante da previsão de movimentação de 80 milhões de toneladas daqui a 20 anos. Isso não vai acontecer se considerarmos apenas o modal rodoviário. O projeto tenta harmonizar os modais e reduzir a dependência doe caminhões”, explica. Os números apresentados estimam a redução de 700 caminhões/dia em Paranaguá, com aumento de 532 vagões/dia e redução de até 30% nos custos logísticos.

Proposta - Segundo o diretor-presidente, os operadores portuários vão analisar a proposta e apresentar, já nas próximas reuniões da Atexp, observações e contribuições. “Esta é a ideia inicial que a nossa equipe criou e propõe. Uma ideia completamente nova e inovadora. Junto com os terminais, vamos modelar até chegar ao projeto ideal para executarmos”, conclui.

Soma - Presente na apresentação do projeto, o diretor administrativo-financeiro da Ferroeste, Fábio Aquino Vieira, destacou a Portos do Paraná e a Rumo pela proposta e se colocou à disposição para somar. “As ferrovias e o transporte ferroviário de Paranaguá têm um potencial muito grande a ser explorado por esse projeto. Queremos contribuir e trabalhar em harmonia, considerando as linhas do Oeste do Estado, fundamentais para o escoamento das safras”, afirma. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOCUS: Mercado reduz estimativa de crescimento da economia para 0,81%, diz BC

focus 15 07 2019A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano continua em queda. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central (BC) com instituições financeiras, a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – desta vez foi reduzida de 0,82% para 0,81%. Essa foi a 20ª redução consecutiva.

2020 - Para 2020, a expectativa é que a economia tenha crescimento maior, de 2,10%, na semana passada, a estimativa era de 2,20%. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação - A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 3,80% para 3,82% este ano. A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2020 é 3,90%. A meta para o próximo ano é 4%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Centro da meta - Para 2021, o centro da meta de inflação é 3,75% e para 2022, 3,5%, também com intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 e 2022 permanece em 3,75%.

Taxa básica de juros - Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, mantida em 6,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,50% ao ano, mesma projeção da semana passada. Para o fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica baixe para 6% ao ano e, no fim de 2021 e 2022, chegue a 7% e 7,5% ao ano, respectivamente.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o comitê aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Suficientes - A manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. (Agência Brasil)

 

IBC-BR: Atividade econômica sobe 0,54% em maio

ibc br 15 07 2019Após queda nos quatro primeiros meses do ano, a economia brasileira registrou aumento em maio. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) subiu 0,54%, em maio, em relação a abril deste ano, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (15/07) pelo Banco Central (BC).

Comparação - Na comparação com maio de 2018, o aumento chegou a 4,40% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). Em maio do ano passado, entretanto, a atividade econômica foi fortemente prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros.

Doze meses - Em 12 meses encerrados em maio, o indicador teve crescimento de 1,31%. No ano, o IBC-Br teve expansão de 0,94%.

Evolução - O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio, serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Antecipação - O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. O indicador oficial, entretanto, é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Melhora da massa salarial no 1º tri fica restrita a famílias das classes A e B

O início do ano foi marcado pela ascensão mais veloz da massa salarial das famílias das classes A e B, o topo da pirâmide social, mostram cálculos da consultoria Tendências. Pelos diferentes "Brasis", essa elite da renda teve um desempenho distinto, melhor na região Sul e mais negativo na região Norte.

Cálculos - Conforme os cálculos da consultoria, baseados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a massa de renda do trabalho cresceu 7,2% para as famílias da classe A no primeiro trimestre deste ano, frente ao mesmo período do ano passado. Para a classe B, o avanço foi de 7,4% O bolo da renda das famílias da classe C ficou praticamente estável, com aumento de apenas 0,2% por essa base de comparação. Para as classes D/E, o quadro foi pior, com queda de 0,9% na massa salarial no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado.

Escolaridade mais elevada - De acordo com Camila Saito, analista da Tendências e autora dos cálculos, o resultado melhor das famílias de maior renda pode ser explicado pela recuperação do mercado de trabalho concentrado em pessoas de escolaridade mais elevada, característica mais marcada na classe A - que soma 2,6 milhões de famílias.

Trabalhadores ocupados - Dados do IBGE mostram que o número de trabalhadores ocupados cresceu 1,8% no primeiro trimestre, na comparação com igual período do ano passado. Entre as pessoas de ensino fundamental, a ocupação recuou 3,1%. Já o número de ocupados com ensino superior completo ou incompleto avançou 7,2%.

Empregadores - Outro fator para o melhor desempenho da classe A seria a maior presença de empregadores. São desde pequenos empreendedores até grandes empresários, que têm parte da renda atrelada ao lucro do negócio. O lucro das empresas tem crescido, mesmo com a lenta recuperação da atividade econômica.

Tendência - "Em períodos de recessão, a massa de renda das famílias da classe A tende a mostrar pior desempenho e uma das razões é a maior concentração de empregadores. Em oposição, em períodos de retomada, a recuperação também tende a ser mais rápida nas famílias da classe A", disse a economista da Tendências.

Renda familiar - A consultoria estabelece que as famílias da classe A são aquelas com renda familiar total ao mês de R$ 18.462. Esse valor médio de renda cai a cada degrau social, para as classes B (de R$ 5.929 a R$ 18.461), C (de R$ 2.459 a R$ 5.928), D e E (até 2.459). O critério é da própria consultoria, já que não existe um critério oficial.

Regiões - Na abertura do resultado por regiões, os destaques de avanço da massa da classe A foram as regiões Sul (21%) e Nordeste (15,5%) no primeiro trimestre, frente ao mesmo período de 2018. No Norte do país, a massa de renda da classe A apresentou queda de 8%, o pior desempenho das cinco grandes regiões.

Sul - "A região Sul apresenta melhores desempenhos em quase todos os indicadores de alta frequência neste ano, como na produção industrial, nas vendas do comércio e na massa de renda. A região tem desemprego estruturalmente menor que as demais regiões e informalidade também bem menor", diz Camila.

Percentual - O estudo mostra ainda que 19,1% das famílias brasileiras pertencem às classes A e B neste início de ano. Isso corresponde a cerca de 13,1 milhões de famílias. A proporção permanece inferior àquela registrada antes da recessão, quando 19,5% das famílias brasileiras pertenciam a esse topo da renda nacional.

Estimativa - O estudo também estima que 25,7% das famílias brasileiras estão na chamada "nova classe média" brasileira, a classe C. Essa classe respondia por 28,6% das famílias em 2016. No caso das classes D/E, são 41 milhões de famílias, mais do que a metade da população brasileira (55,7%).

Consequência - "A grave crise político-econômica tem forte consequência na reversão do processo de mobilidade social", diz a economista. "O menor dinamismo da economia, aliado a um mercado de trabalho com aumento da informalidade, é um fator que limita a retomada da mobilidade das classes. (Valor Econômico)

economia 15 07 2019

IBGE: Paraná é o estado com maior crescimento na produção industrial

ibge 15 07 2019A produção industrial do Paraná cresceu 10,4% entre janeiro e maio deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado na sexta-feira (12/10). Esse foi o melhor resultado entre todos os estados brasileiros.

Retomada gradual - O balanço aponta retomada gradual da economia e leva em consideração a produção de carros, caminhões, máquinas agrícolas reboques e o agronegócio, impulsionado pela industrialização de carnes.

Automóveis - O setor automobilístico, com alta de 29% em comparação com o mesmo período de 2018, inclui tanto automóveis quanto caminhões para reboques e semirreboques. Também tiveram destaque na alavancada o setor de máquinas e equipamentos, que inclui tecnologia para colheita agrícola, com aumento de 28,9%, e de produtos alimentícios, alta de 13%.

País - De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal, no mesmo período, a produção industrial total no Brasil registrou queda de 0,7%, pendente de investimentos e de uma cadeia mais sólida na economia. Apenas Paraná, Rio Grande do Sul (8,8%), Santa Catarina (6,1%), Ceará (3,6%), Goiás (3,2%), Pernambuco (1,5%), São Paulo (0,5%) e Bahia (0,1%) registraram dados positivos nos primeiros meses de 2019 em relação ao começo de 2018.

Maio - O Paraná também se destacou no comparativo do crescimento registrado em maio deste ano e maio de 2018, com alta de 27,8%, melhor resultado do Brasil. Esse índice ajudou a puxar o resultado do País, com crescimento na ordem de 7,1%. Dois fatores influenciaram esse avanço, segundo o IBGE: o efeito-calendário (maio de 2019 teve um dia útil a mais) e uma base de comparação diminuta, pois em maio de 2018 a atividade industrial havia recuado -6,3%, refletindo os efeitos da paralisação dos caminhoneiros.

Acumulado - No acumulado do ano, apesar dos 10,4% do Paraná, houve redução na produção nacional, que alcançou sete dos quinze locais pesquisados, com destaque negativo para Espírito Santo (-11,8%), Pará (-6,2%) e Minas Gerais (-4,3%). Esses estados foram pressionados, principalmente, pelos recuos assinalados por indústrias extrativas e em celulose, papel e produtos de papel. Mato Grosso (-2,7%), Amazonas (-1,8%), Rio de Janeiro (-1,5%) e Região Nordeste (-1,4%) completaram o conjunto de locais com recuo acumulado no ano.

Abril a maio - Na variação mensal, a produção industrial paranaense teve alta de 0,7%, enquanto a média nacional teve queda de -0,2%. Na série da Pesquisa Industrial Mensal, oito dos quinze locais mostraram taxas negativas. Apenas Pará (59,1%), Rio de Janeiro (8,8%), Goiás (1,6%), Amazonas (1,2%), Bahia (1,1%), Paraná (0,7%) e São Paulo (0,1%) tiveram alta.

Últimos doze meses - Os números do Paraná também são positivos numa perspectiva de médio prazo, com crescimento de 6,3% nos últimos doze meses. O acumulado nacional passou de -1,1% em abril de 2018 para 0% em maio de 2019 e apenas interrompeu a trajetória descendente iniciada em julho de 2018.

Principais ganhos - Segundo o IBGE, os principais ganhos de ritmo foram no Paraná (de 3,1% para 6,3%), Rio Grande do Sul (de 6,5% para 9,2%), Goiás (de -4,9% para -2,5%), Santa Catarina (de 2,8% para 5%), Bahia (de -0,8% para 1,4%), Mato Grosso (de -2,6% para -0,9%) e Ceará (de -0,1% para 1,5%). (Agência de Notícias do Paraná)

 

CONFAZ: Estados irão compartilhar dados de contribuintes a partir de 2020

confaz 15 07 2019As Fazendas estaduais poderão compartilhar informações de contribuintes a partir de 1º de janeiro. A medida consta no Ajuste Sinief nº 8, publicado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), e deverá facilitar os processos de fiscalização, segundo advogados. Essa troca de dados vai ocorrer no ambiente do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) — que congrega todas as obrigações acessórias das empresas. Pela norma, o Estado interessado em saber sobre as operações do contribuinte deverá apresentar requerimento com o motivo e período de apuração desejado, e o Estado de origem terá prazo de dez dias para enviar a resposta.

Ampliação - Trata-se de uma ampliação do atual formato. Hoje, os dados que constam na Escrituração Fiscal Digital (EFD) ficam restritos ao Estado de origem do contribuinte. Os de fora, que são os destinos das vendas, por exemplo, têm acesso basicamente às notas fiscais que são emitidas.

Pagamento - E não é possível, só com a nota, saber se o imposto foi efetivamente pago ou se o percentual destacado era aquele mesmo — se tiver algum tipo de benefício, por exemplo, a empresa, no momento da apuração, repassará um valor menor ao seu Estado do que o registrado no documento.

Alternativa - “Se não existe um convênio, a alternativa, quando há suspeita de irregularidade, é pedir os documentos para o próprio contribuinte”, diz Leo Lopes, sócio do FAS Advogados. “Não é que o Fisco fique de mãos atadas e não consiga cobrar valor nenhum. Mas se não tiver a informação completa, vai partir de presunções e gerar autos de infração em valores, por vezes, exorbitantes”, acrescenta.

CTN - A possibilidade de as Fazendas Públicas da União, dos Estados e dos municípios compartilharem informações está prevista no Código Tributário Nacional (CTN). Consta no artigo 199. Mas desde que estabelecida, em caráter geral e específico, por meio de lei ou convênio.

Convênio - O Confaz tratou pela primeira vez desse assunto quando publicou o Convênio ICMS de nº 190, em 2017, que ficou conhecido como o “convênio da guerra fiscal”, por prever a divulgação de benefícios fiscais concedidos às empresas pelos Estados. Na cláusula 14 consta que “as unidades federadas concordaram em permitir, mutuamente, o acesso irrestrito às informações” e diz que os termos serão previstos em um Ajuste Sinief.

Data - Publicado na semana passada, o Ajuste Sinief nº 8 define a data em que o compartilhamento começará a ser feito e estabelece os critérios que deverão ser seguidos pelos Estados. “Existe um ritual para ter o acesso. Não será automático e os Estados também não vão poder pedir informações de vários contribuintes ao mesmo tempo. Deverá ser feito um requerimento para cada contribuinte”, comenta o advogado Douglas Mota, do escritório Demarest Advogados.

Checagem - Mas é fato que vai facilitar a checagem de informações e, consequentemente, a cobrança de tributos, enfatiza o consultor Douglas Campanini, da Athros Consultoria e Auditoria. “Porque se houver indícios de que uma empresa de outro Estado não existe ou que está simulando operações com o Estado de destino das mercadorias, esse Estado, com o acesso aos dados, vai conseguir a prova do que está acontecendo”, afirma.

Créditos - Os Estados vão poder se certificar, ainda, se operações que geram créditos são reais ou fictícias e se a repartição de alíquotas, no caso das vendas interestaduais que têm como destino o consumidor final, estão sendo feitas da forma correta, exemplifica Douglas Mota, do escritório Demarest.

Controle maior - Ele entende também que, com a troca de informações entre os Estados, poderá haver um controle maior aos casos mais específicos. O advogado cita como exemplo as operações interestaduais que envolvem petróleo e energia e não são tributáveis quando aquele que está comprando o produto for utilizá-lo para a revenda ou para industrializar. “O Estado pode querer ter acesso aos dados da unidade de destino para checar se aquele objeto está sendo cumprido”, diz.

Movimento mundial - Há um movimento mundial de compartilhamento de dados fiscais — de país para país. E mesmo dentro do Brasil, alguns Estados já se utilizam de informações que são declaradas à Receita Federal para efetuar cobranças de tributos. O advogado Marcelo Bolognese, do escritório que leva o seu nome, cita o exemplo de São Paulo.

Declarações - O Estado utiliza as declarações de Imposto de Renda da Pessoa Física que são transmitidas à Receita Federal para identificar lançamentos que possam ser geradores de ITCMD, o imposto que incide sobre doações e heranças. “Isso vem acontecendo com base no artigo 199 do CTN”, afirma. “E São Paulo tem autuado muitos contribuintes pela falta de pagamento do imposto”, acrescenta.

Cuidado - Para Leo Lopes, do escritório FAS Advogados, é preciso ter cuidado, no entanto, com a forma como esses dados compartilhados serão utilizados pelas Fazendas estaduais. “Porque qualquer informação protegida pelo sigilo fiscal precisa ter um processo administrativo prévio regular”, diz. “Se os dados forem utilizados para a cobrança de tributos ou lançamento de autos de infração será preciso demonstrar a regularidade do procedimento e também comprovar a base de dados que está sendo utilizada.” (Valor Econômico)

Foto: Pixabay

ANS: Em 2018, beneficiários de planos de saúde realizaram 1,57 bilhão de procedimentos

ans destaque 15 07 2019Os beneficiários de planos de saúde realizaram 1,57 bilhão de procedimentos como consultas, exames e internações no ano de 2018. O número representa um aumento de 4,1% em relação ao total de procedimentos realizados em 2017 (1,51 bilhão). Os dados fazem parte do Mapa Assistencial, publicação anual divulgada na quinta-feira (11/07) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Segmentos - Na segmentação de assistência médica, a realização de exames complementares somou o maior número de procedimentos no ano, totalizando 861,4 milhões (aumento de 5,45% em relação a 2017). Na sequência, vêm consultas, com 274,3 milhões (aumento de 1,49% em relação a 2017); outros atendimentos ambulatoriais, como consultas e sessões com psicólogo e fisioterapeuta, com 164,2 milhões (aumento de 4,61 em relação a 2017); terapias, com 93,4 milhões (aumento de 20,97% em relação a 2017); e internações, com 8,1 milhões de ocorrências no ano (aumento de 1,67% em relação a 2017). O número de procedimentos odontológicos somou 176,1 milhões ao longo de 2018, sendo o único tipo de procedimento em que foi registrada redução (5,34%) em relação ao ano anterior.

Por beneficiário ou grupos - O Mapa Assistencial também informa o número de procedimentos realizados por beneficiário ou por grupos de beneficiários, possibilitando, assim, comparação mais fidedigna sobre o uso do sistema de um ano para outro. De acordo com essa análise, o número de consultas e de internações apresentou redução em relação ao ano anterior: em 2018, foram realizadas 5,8 consultas por beneficiário (em 2017 foram 5,9) e 179 internações por grupo de mil beneficiários (em 2017 foram 180 por mil beneficiários).

Atendimento ambulatorial - Por outro lado, houve aumento no quantitativo de outros atendimentos ambulatoriais realizados por beneficiários – foram 3,5 procedimentos por beneficiários em 2018 (em 2017 foram 3,4); e no número de terapias, que registrou 2 procedimentos por beneficiário em 2018 (no ano anterior foram 1,7). O número total de exames e de procedimentos odontológicos não contempla análise por beneficiário.

Transparência - O diretor de Normas e Habilitação dos Produtos, Rogério Scarabel, destaca que o Mapa Assistencial contribui para dar maior transparência aos dados e informações da saúde suplementar. Ele aponta, ainda, outros aspectos importantes da publicação: “A informação de boa qualidade sobre os procedimentos e eventos realizados pelos beneficiários de planos de saúde é fundamental para a promoção da coordenação das ações em saúde e para a sustentabilidade do setor”, avalia. “Com o aumento da incidência de doenças crônicas não transmissíveis, o envelhecimento da população e mudanças nos hábitos de vida, há uma necessidade de melhor acompanhar a condição de saúde dos beneficiários. Para que ações reestruturantes sejam implementadas, é imprescindível o conhecimento epidemiológico e demográfico da população que utiliza plano de saúde. Dessa forma, o Mapa Assistencial possibilita que as operadoras analisem sua própria atuação de forma comparada e tracem metas capazes de melhorar a saúde da população e o funcionamento do sistema suplementar como um todo”, ressalta o diretor.

Tabela - Confira na tabela abaixo o número de procedimentos realizados em 2018 pelos planos de saúde:

ans quadro 15 07 2019

 

 

 

 

 

 

 

Doenças crônicas - Esta edição do Mapa Assistencial destaca alguns procedimentos para diagnóstico e cuidado de condições crônicas que são bastante prevalentes na população brasileira: as doenças cardiovasculares, o diabetes e a hipertensão arterial. O tema vai além da relevância em saúde e abrange também o aspecto financeiro: segundo o Ministério da Saúde, as doenças crônicas não transmissíveis estão entre as doenças que mais demandam ações, procedimentos e serviços de saúde, representando cerca de 70% dos gastos com saúde no Brasil.

Exames - Nos último cinco anos (2014 a 2018), o número de exames de hemoglobina glicada (para detecção de diabetes) apresentou um significativo aumento, tendo passado de 0,17 para 0,29 exames por ano, o que corresponde a um incremento anual de cerca de 13%.

Outro destaque - Outro destaque é o Holter 24 horas, um dos exames de informação obrigatória pelas operadoras relacionados ao diagnóstico e acompanhamento de doenças do aparelho circulatório – segunda maior causa de internação dentre tipos selecionados. De 2014 e 2018, houve um aumento de aproximadamente 6% ao ano no número de exames desse tipo realizados por mil beneficiários.

Dados - Confira alguns dados extraídos do Mapa Assistencial 2018

Consultas: Em consultas médicas ambulatoriais, a especialidade clínica médica liderou o número de ocorrências dentre as especialidades detalhadas pelas operadoras, totalizando 27.062.874 procedimentos em 2018. Em seguida, vêm as especialidades ginecologia e obstetrícia, com 19.737.282 ocorrências, e pediatria, com 16.665.256 ocorrências.

Outros atendimentos ambulatoriais: O maior número de ocorrências nessa segmentação (dentre os tipos detalhados pelas operadoras) foi consulta com fisioterapeuta, que totalizou 47.133.272 atendimentos, seguido por consulta com psicólogo, que totalizou 6.703.304 atendimentos.

Terapias: Hemodiálise crônica liderou o número de procedimentos entre os tipos que são obrigatoriamente detalhados pelas operadoras, totalizando 2.281.463 ocorrências.

Exames: O exame mais realizado em 2018 (na lista dos que devem ser detalhados pelas operadoras) foi radiografia, com 31.823.039 ocorrências, seguido por hemoglobina glicada (13.490.622 ocorrências) e ressonância magnética (7.904.467 ocorrências). Destaca-se também o expressivo número de exames de tomografia computadorizada (7.386.876) realizados em 2018.

Tipo de internações: Dentre os diferentes tipos de internações (clínica, cirúrgica, obstétrica, pediátrica e psiquiátrica), o maior número foi cirúrgica (3.492.750 ocorrências, sendo que, dessas, 49.521 foram para bariátrica).

Causas de internações: Dentre as causas selecionadas de internações (neoplasias, diabetes mellitus, doenças do aparelho circulatório, doenças do aparelho respiratório e causas externas), o maior número foi relacionado a doenças do aparelho respiratório, com 506,6 mil ocorrências, seguido por doenças do aparelho circulatório (465.845 ocorrências). (ANS)

Clique aqui e confira a íntegra da publicação

 

OPINIÃO: Seguro Agrícola, investimento que pode garantir a sua produção

opiniao 15 07 2019*Felipe Michels Caballero

As mudanças climáticas que têm pautado discussões mundo afora sobre o futuro do planeta estão deixando o campo das previsões e estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. No campo, as altas temperaturas, o excesso de chuva e, em muitos casos, a falta dela, têm forçado os agricultores não somente a se adaptarem ao clima instável, mas também a se precaverem financeiramente dos estragos que essa realidade tem trazido.

Diante deste cenário, os seguros agrícolas representam uma alternativa importante para garantir a tranquilidade dos produtores haja vista atenderem uma ampla gama de culturas, e oferecerem proteção contra praticamente todos os riscos climáticos.

Atualmente, 12 seguradoras estão ofertando as mais diversas soluções no mercado, com coberturas que variam desde ameaças pontuais, como granizo, até outras mais completas que incluem o risco de preço do produto. A expectativa é de que nos próximos anos a oferta de produtos seja ainda maior com a entrada de novas seguradoras em busca de diversificação dos seus nichos de negócios.

Tão importante quanto falar de futuro é preciso estar ciente do que se tem no presente. Foram inúmeros os avanços obtidos em produtos nos últimos anos, o que têm oportunizado produtos muito mais atrativos e aderentes às necessidades dos produtores. Adequações de taxas, liberações de novas culturas, coberturas e aumento dos percentuais de contratação em relação a produtividade esperada são apenas alguns dos exemplos das melhorias realizadas. Para se ter ideia, enquanto no passado os níveis de cobertura permitidos (aplicáveis sobre a Produtividade Esperada do IBGE) variavam entre 50% e 70% da média histórica do IBGE, hoje estes percentuais oscilam entre 65% e 85%, dependendo da seguradora e da região de risco.

Importante lembrar também a relevante contribuição do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), que desde o decreto que o regulamentou em 2004 tem apoiado financeiramente os produtores rurais mediante o pagamento de uma parte dos seus prêmios de seguros. Apesar de os valores dos últimos anos não terem sido suficientes para o atendimento pleno da demanda, muitos produtores só puderam contratar seus seguros por conta do subsídio governamental. Para o próximo ano as perspectivas são extremamente positivas em razão da previsão de R$ 1 bilhão em recursos para subvenção, valor recorde no Programa.

A combinação entre evolução do mercado de seguros agrícolas com o amadurecimento do PSR também tem beneficiado os produtores. Exemplo claro disso está na quantidade de apólices e culturas subvencionadas: Se em 2006 o Programa beneficiou em torno de 21 mil apólices distribuídas em 4 culturas, em 2018 atendeu mais de 63 mil apólices distribuídas em mais de 70 culturas.

A aceleração deste contexto de evolução e desenvolvimento depende essencialmente da formação de uma cultura de seguros consistente, que possibilite a massificação dos riscos no maior número de produtores, culturas e regiões possível. A partir disso é que a mutualidade fará a sua parte, dando o conforto necessário para que seguradoras e resseguradoras viabilizem, além de novas melhorias, a oferta de coberturas e condições que hoje não são tecnicamente viáveis.

*Felipe Michels Caballero é gerente da Corretora de Seguros Sicredi  

 


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