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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4612 | 05 de Julho de 2019

DIA INTERNACIONAL I: Cooperativas celebram a data neste sábado

dia internacional I 05 07 2019Em mais de 100 países ao redor do mundo será celebrado, neste sábado (06/07), o Dia Internacional do Cooperativismo. No Brasil, a comemoração ocorre junto com as ações festivas e sociais do Dia C – o Dia de Cooperar. Somente no Paraná, 167 cooperativas estarão desenvolvendo atividades de cooperativismo e voluntariado. O Sistema Ocepar também celebrou a data realizando a reunião mensal de diretoria nesta quinta-feira (04/07), na sede do governo do Estado, no Palácio do Iguaçu, em Curitiba, com a presença do governador Ratinho Júnior e secretários de Estado. “Nós temos total diálogo com o atual governo, participamos de projetos em conjunto, apresentamos nossas reivindicações sempre que é necessário. Então, a reunião desta quinta foi um encontro comemorativo ao 97º Dia Internacional do Cooperativismo, em que pudemos apresentar ao governo o que o cooperativismo do Paraná representa para a economia do estado”, disse o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Trabalho decente - O Dia Internacional do Cooperativismo é comemorado sempre no primeiro sábado do mês de julho. A data foi instituída oficialmente pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) em 1994, com o propósito de promover a confraternização de todos os povos ligados ao setor. Desta vez, o tema escolhido pela ACI para marcar a passagem do Dia Internacional é “Cooperativas em prol do trabalho decente”. A escolha levou em conta a crescente desigualdade vivenciada atualmente, o aumento da insegurança no emprego e altos níveis de desemprego, particularmente entre os jovens. Assim, de acordo com a ACI, o tema deste ano visa apoiar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 8: “Desenvolvimento inclusivo e trabalho decente”. Ainda segundo a Aliança, como empresas centradas nas pessoas e atores-chave do desenvolvimento, as cooperativas têm um papel importante a desempenhar na criação de empregos decentes e no empoderamento econômico e social das comunidades locais. As cooperativas em todo o mundo empregam ou são a principal fonte de renda para mais de 279 milhões de pessoas – quase 10% do total de todos os postos de trabalho do planeta.

Mensagem - Em sua mensagem, Ricken, destaca que: “Em sintonia com a reflexão que o tema promove, o cooperativismo paranaense demonstra sua força e importância econômica e social para o Paraná e o Brasil. Neste ano, as cooperativas paranaenses superaram a marca histórica de 100 mil empregos diretos gerados”. Clique aqui para conferir na íntegra.

Sistema Ocepar - Atualmente, o Sistema Ocepar possui 220 cooperativas registradas em sete ramos de atuação: agropecuário, crédito, saúde, transporte, infraestrutura, consumo e produção de bens e serviços. Juntas, essas organizações cooperativas somaram em 2018, R$ 83,7 bilhões de faturamento, montante que equivale a 17,9 % do PIB do Estado do Paraná. Possuem mais de 1,8 milhão de cooperados. Estima-se que mais de 3,8 milhões de pessoas estejam ligadas, direta ou indiretamente, ao cooperativismo do Paraná.

Principais empresas - Dos 399 municípios do nosso estado, em 130 as cooperativas são as principais empresas, gerando emprego, renda e distribuindo riquezas. Em mais de 70 municípios, as nossas cooperativas de crédito são a única instituição financeira. São indicadores que demonstram o quanto o cooperativismo hoje faz parte da vida das pessoas. Segundo Ricken, “precisamos dar continuidade ao trabalho de representação, defesa e fomento para que nossas cooperativas tenham um ambiente favorável e continuem crescendo e desenvolvendo as regiões em que atuam”, disse.

Desenvolvimento das pessoas - A opção do cooperativismo é pelo desenvolvimento das pessoas e comunidades de seu entorno. Um trabalho que resulta na geração de emprego e renda, dinamização das economias locais, acesso a serviços de crédito e saúde, e apoio à formação profissional. Também são ações prioritárias no cotidiano das cooperativas, os investimentos em projetos de agregação de valor (agroindustrialização), diversificação da produção e novas tecnologias, bem como atividades e capacitações para melhorar os processos produtivos e de prestação de serviços aos cooperados.

Confiança - A confiança nesse modelo de organização econômica fez com que mais de 295.721 mil pessoas se associassem às cooperativas paranaenses, em 2018. A credibilidade do Sistema Cooperativo, construída com trabalho, profissionalismo, oferta de produtos de qualidade, e investimentos nos mercados consumidores, se confirmou em recente pesquisa de opinião feita pelo Instituto Datacenso, em que 96% dos entrevistados aprovaram a qualidade e o preço justo dos produtos das cooperativas.

Agropecuárias - As 61 cooperativas agropecuárias do Paraná encerraram o exercício de 2018 com R$ 70,4 bilhões de faturamento. Estima-se que 77% dos associados às cooperativas agropecuárias do Paraná são pequenos e médios produtores (área de até 50 hectares). Outro dado que evidencia a importância das cooperativas agropecuárias é a sua infraestrutura de armazenagem da produção, a qual representa 54% da capacidade estática de armazenagem do Estado, ou seja, as cooperativas têm capacidade para armazenar 16,5 milhões de toneladas de grãos. Na área ambiental, além de programas educativos, a prática do desenvolvimento sustentável é feita através de projetos de recuperação da vegetação ao longo de rios (mata ciliar) e nascentes de água, tratamento de efluentes, coleta seletiva de lixo, reflorestamento, geração de energia limpa, entre outras ações. Os investimentos em agroindustrialização vêm transformando o Paraná de exportador de matérias-primas para exportador de bens de consumo. Atualmente, cerca de 48% da produção primária do cooperado passa por processos de transformação e agregação de valor.

Curiosidades - Alguns dados curiosos sobre o cooperativismo no mundo:

- 92% da exploração mineral na Bolívia é feita por cooperativas

- A maior rede bancária da França, o Credit Agricole, é uma cooperativa e detém 59 milhões de clientes e 24% do mercado francês

- 80% de todos os fertilizantes produzidos na Índia vem de cooperativas

- Em Israel, uma cooperativa possui a maior rede de supermercados 

- 92% de todo alimento produzido no Japão vem de uma central de cooperativas

- 98% da produção de leite da Nova Zelândia tem origem nas cooperativas

- 95% do leite produzido no México vem de cooperativas

 

INDICADORES DO COOPERATIVISMO

PARANÁ

· Nº de cooperativas: 220 
· Nº de cooperados: 1,8 milhão 
· Nº de empregados: 101.228 
· Faturamento: R$ 83,7 bilhões
· Impostos e tributos recolhidos: R$ 2 bilhões

· Exportações: US$ 3,6 bilhões

BRASIL

· Nº de cooperativas: 6.828
· Nº de cooperados: 14,6 milhões
· Nº de empregados: 425,3 mil
· Faturamento: R$ 259,9 bilhões
· Impostos e tributos recolhidos: R$ 7 bilhões

 

DIA INTERNACIONAL II: OCB completa 50 anos e divulga números do cooperativismo

 

dia internacional II 05 07 2019O cooperativismo gera trabalho, emprego, renda e confirma sua importância socioeconômica para o desenvolvimento estratégico do país. É o que apontam os números do Anuário do Cooperativismo Brasileiro (2019), lançando nesta quinta-feira (04/07), durante sessão solene conjunta realizada no Plenário do Senado Federal, em homenagem aos 50 anos da OCB, celebrados em 2019.

 

Participação - Senadores, deputados federais, representantes dos poderes Executivo e Judiciário, e cooperativistas participaram do evento e – atentos – acompanharam o discurso do presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, que discursou em nome dos 50 milhões de brasileiros ligados ao cooperativismo.

 

Olhar mais cuidadoso - Além do resultado das 6.828 cooperativas, a liderança cooperativista destacou a necessidade de um olhar mais cuidadoso por parte dos parlamentares, para as questões que tramitam no Congresso Nacional.

 

Demandas - “Diante da relevância das cooperativas para o país, gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a todos pelo empenho em desenvolver o cooperativismo brasileiro, mas também para pedir que continuem olhando com o cuidado que as cooperativas merecem. Nós já fazemos muito social e economicamente falando, mas queremos e podemos fazer muito mais! Por isso contamos com cada um de vocês... inclusive dos representantes do governo federal e do Judiciário aqui presentes. Temos demandas urgentes tramitando nas Comissões desta Casa de Leis e nos ministérios e, juntos, podemos transformar o Brasil num país muito mais cooperativo”, enfatizou.

 

Trabalho e emprego - Dentre os principais resultados obtidos pelas cooperativas nos últimos anos e destacados pelo presidente da OCB estão o aumento no ingresso de novos cooperados e o crescimento na geração de empregos diretos. “Estamos na contramão do desemprego! Geramos, entre 2014 e 2018, cerca de 18% a mais de postos de trabalho – bem mais do que os outros setores econômicos. Segundo o IBGE, a empregabilidade brasileira, no mesmo período, cresceu apenas 5%. Tanto que o número de cooperados, ou seja, quem trabalha por um país melhor, também cresceu e o percentual é de encher os olhos: 15%”, destaca o presidente da OCB.

 

DEPOIMENTOS 

 

Crescimento - “O cooperativismo promove, diariamente, o crescimento da nação e, por isso, me coloco a disposição das cooperativas brasileiras para defender seus interesses. Acredito muito nesse jeito de olhar o mundo, fazer negócios e de agir em prol de um mundo melhor.” Senador Luis Carlos Heinze (RS), que propôs a sessão solene pelo Senado.

 

Desafio - “Celebrar 50 anos pode ser traduzido como superação de dificuldades e em aprendizados importantes. O grande desafio agora é saber aproveitar as oportunidades de um mercado cada vez mais exigente, sem, contudo, esquecer dos valores e princípios, praticados em mais de 100 países e que torna o cooperativismo um modelo de negócios único.” Deputado Evair de melo (ES), que propôs a sessão solene pela Câmara dos Deputados.

 

História - “Aproveito esta celebração para agradecer a todas as pessoas que trabalharam, ao longo dessas cinco décadas, para fortalecer o cooperativismo. A história não nasce sozinha. É gente que a faz e não podemos esquecer daqueles que não mediram esforços para chegarmos nesses 50 anos.” Roberto Rodrigues, embaixador especial da FAO para o cooperativismo mundial

 

Agricultura - “Hoje, o Brasil pode dizer que só tem uma agricultura, integrando os grandes, os médios e os pequenos para alimentar o país e o mundo. É assim que as cooperativas agem: direcionando o esforço para um único foco. Não temos dúvida de que as cooperativas agropecuárias vão fortalecer o papel do Brasil no cenário internacional”. Fernando Schwanke, Secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura

 

Crédito - “Pretendemos aumentar de 8% para 20% a participação das cooperativas no Sistema Financeiro Nacional e, para isso, pretendemos estimular o crescimento delas nas regiões Norte e Nordeste, não apenas para levar crédito, mas para levar o espírito cooperativo”. Paulo Souza, diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil

 

LINKS

ANUÁRIO: Clique aqui para acessar os dados.

ENTREVISTA: Clique aqui para conferir a entrevista com Márcio Freitas sobre outros destaques do anuário.

FOTOS: clique aqui para conferir as fotos da sessão solene.

(Informe OCB)

DIA INTERNACIONAL III: Um cooperativismo forte é sinônimo de uma nação forte

 

dia internacional III 05 07 2019O Anuário do Cooperativismo Brasileiro (2019), lançado pela OCB nesta quinta-feira (04/07), apresenta os principais números e resultados das cooperativas do país e marca a celebração dos 50 anos da OCB, dos 10 anos do Dia de Cooperar e da 97ª edição do Dia Internacional do Cooperativismo. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, comentou os resultados do anuário que, em geral, reúne dados que retratam a relevância socioeconômica do movimento cooperativista brasileiro. Confira abaixo:

 

O anuário mostra que as cooperativas estão na contramão do desemprego. Poderia explicar o porquê?

É muito simples: enquanto os demais setores econômicos geraram 5% de postos de trabalho entre 2014 e 2018, as cooperativas conseguiram mais que triplicar esse percentual. Geramos praticamente 18% a mais de empregos, no mesmo período.

Além do número de postos diretos de trabalho, outro indicador extremamente relevante para nós é o ingresso de novos cooperados. De 2014 para 2018, esse percentual cresceu 15%, ou seja, saltamos de 14,2 milhões para 14,6 milhões de um ano para o outro.

Se nós somarmos esses números (cooperados + empregados) podemos, com segurança, afirmar que 50 milhões de brasileiros, ou seja, 25% da população do país, está ligada diretamente ao cooperativismo. É um bom percentual, mas estamos trabalhando para elevar esse percentual, porque acreditamos no nosso modelo de negócios e sabemos que, quanto mais o cooperativismo for compreendido e vivido pela sociedade, mais cooperativo será o Brasil. E o que isso quer dizer? Que todos terão oportunidades melhorar de vida e de realizar seus sonhos.

 

Poderia nos dizer como foram os resultados econômicos das cooperativas em 2018?

No que diz respeito ao ativo total e ao ingresso e receitas brutas, nossas cooperativas também fizeram bonito. Elas registram, respectivamente, R$ 351,4 bi e R$ 259,9 bi. E se a gente cresce, todo mundo cresce. Para ter uma ideia, as cooperativas recolheram aos cofres públicos R$ 7 bilhões, em impostos e tributos, apenas em 2018. Também fizemos a economia girar no ano passado, ao injetarmos mais de R$ 9 bilhões, apenas com o pagamento de salários outros benefícios destinados a colaboradores. Como se vê, quanto mais forte forem as cooperativas, mais forte será a economia do país.

 

Quanto aos ramos, poderia citar os destaques principais?

Sim, e podemos começar pelas cooperativas de crédito. Como sempre dizemos, elas têm um papel estratégico na inclusão financeira de milhões de pessoas e na democratização do crédito. Falamos de um total de 9,8 milhões de cooperados, de uma presença em 594 municípios brasileiros onde outras instituições financeiras não estão presentes, e de um crescimento de 18,6% em depósitos só em 2018, totalizando mais de R$ 151 bilhões.

Esse papel estratégico foi, inclusive, ressaltado recentemente pelo presidente do Banco Central, Ricardo Campos Neto, que esteve com a gente, na nossa sede, aqui em Brasília, para falar da Agenda BC# - desafios e ações que o Banco Central estabeleceu para fortalecer ainda mais o Sistema Financeiro Nacional. E a ideia é fazer isso a partir de quatro pilares centrais: inclusão, educação, competividade e transparência. Pilares esses que estão totalmente ligados à natureza cooperativista e à forma de trabalhar e atuar das nossas cooperativas.

Outro ramo que teve destaque foi o Saúde. As cooperativas médicas, por exemplo, respondem por 31% do mercado de saúde suplementar. Hoje, as 786 cooperativas de saúde se fazem presentes e atuantes em praticamente 85% do território nacional. Nossos cooperados trabalham diariamente para oferecer um atendimento de qualidade e diferenciado à população, pensando em cuidar, mas também em promover a saúde a partir de um trabalho de educação e de conscientização, pontos fundamentais para a prevenção. Hoje, elas respondem pelo atendimento de praticamente 25 milhões de brasileiros, e nas várias áreas da saúde – médica, odontológica, psicológica, em tantas outras.

Além do Crédito e Saúde, também temos o Transporte. Nesse segmento o sucesso não foi diferente! Transportamos dois bilhões de pessoas, seja na modalidade individual, como os táxis, ou coletiva, como os ônibus. Também respondemos pelo escoamento de praticamente 450 milhões de toneladas de bens, dentro e fora do país. São cerca de 1351 cooperativas reunindo 98 mil cooperados em todo o Brasil.

Essas são apenas algumas das provas de que um cooperativismo forte é sinônimo de uma economia forte. Os números que reunimos e apresentamos nessa edição do Anuário do Cooperativismo Brasileiro retratam a expressividade, o tamanho, a força e a contribuição do nosso modelo de negócio para o Brasil.

São dados que reforçam a importância do cooperativismo como agente de transformação e de desenvolvimento, afinal, nós trabalhamos por um mundo feliz, equilibrado, justo e com melhores oportunidades para todos. 

 

E como as cooperativas podem conhecer mais detalhes do anuário?

Basta acessar o nosso site. Todas as nossas publicações estão lá. O endereço de acesso é: https://somoscooperativismo.coop.br/assets/arquivos/Publicacoes/Anuario-2018.pdf.

 

E para finalizar, a OCB está completando 50 anos. Qual sua mensagem aos cooperados brasileiros?

Gostaria apenas de reforçar que nós, cooperativistas de todos os cantos do país, temos a certeza de que o futuro é cooperativista. É isso o que querem as gerações que estão aí. Hoje celebramos os 50 anos da OCB, mas também iniciamos a nossa jornada rumo aos próximos 50 anos. E assim, convido a todos – deputados, senadores, representantes do governo, do Poder Judiciário e, também, a sociedade civil – a trabalhar por um Brasil mais cooperativo, onde cada cooperado seja valorizado como alguém que assume seu protagonismo e faz sua parte por um país mais próspero e por mundo melhor. Contamos com vocês. Vamos juntos! Afinal, nós SomosCoop! (Informe OCB)

DIA INTERNACIONAL IV: Sicredi se destaca em contratações com mais de 2.500 novos empregos

 

dia internacional IV 05 07 2019Com atuação em diversos setores da economia, o cooperativismo emprega mais de 250 milhões de pessoas, de acordo com o Sistema OCB (Organização das Cooperativas do Brasil). Não por acaso, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) definiu "Cooperativas em prol do trabalho decente" como tema para Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado em 6 de julho.

 

Crédito - No setor de crédito, o cooperativismo vem registrando crescimento significativo nos últimos anos. O Sicredi, pioneiro no setor, conta com mais de 4 milhões de associados em todo o País. Em 2009, a instituição possuía 1.109 agências. Dez anos depois, são mais de 1.700 pontos de atendimento - um crescimento de 53%. A expansão segue aliada à abertura de novas vagas. Para se ter uma ideia, somente em 2018, o quadro de colaboradores das cooperativas do Sicredi que atuam em São Paulo, no Paraná e no Rio de Janeiro foi ampliado com 2.590 contratações, um incremento de 1.338 novos empregos em relação ao ano anterior. 

 

Alinhamento - O crescimento e as contratações seguem alinhadas aos diferenciais do cooperativismo, que trazem contribuições significativas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Queremos oferecer condições de trabalho que permitam o crescimento profissional e pessoal do nosso colaborador. Constantemente, realizamos programas de formação e desenvolvimento. Em 2018, foram mais de oito mil profissionais capacitados nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro pela Central Sicredi PR/SP/RJ. Tudo isso para reforçarmos também os conceitos de colaboração, ética e desenvolvimento econômico e social que impactam diretamente os nossos associados”, explica o gerente de Gestão de Pessoas da Central Sicredi PR/SP/RJ, Marcos Antonio Primão. 

 

Reconhecimento - O trabalho realizado já resultou em reconhecimento. “Com esse cuidado com o ciclo de vida do colaborador, por meio de modernas práticas e políticas de Gestão de Pessoas, o Sicredi está pelo oitavo ano consecutivo entre as 150 Melhores Empresas para se trabalhar no Brasil”, destaca o gerente. 

 

Tecnologia - O investimento em pessoal segue com o avanço das tecnologias que agregam valor ao usuário, como o chatbot Theo, um robô de atendimento interno que auxilia colaboradores do Sicredi em dúvidas sobre os produtos e serviços disponíveis ou para resolver questões técnicas. “A tecnologia agiliza o processo e ajuda nossos associados, mas não substitui o relacionamento, que é um dos grandes diferenciais da nossa instituição. Somente em 2019, estimamos inaugurar cerca de 200 agências em todo o País. Vamos seguir contratando profissionais e trabalhando para proporcionar formação e treinamento de qualidade para continuar oferecendo produtos e serviços financeiros capazes de gerar desenvolvimento nas regiões onde atuamos”, finaliza o presidente Nacional do Sistema Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

DIA INTERNACIONAL V: Ministério da Agricultura lança programa Brasil Mais Cooperativo

 

dia internacional V 05 07 2019Para fortalecer o cooperativismo rural brasileiro, o ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou nesta quinta-feira (04/07) o programa Brasil Mais Cooperativo. Além dessa iniciativa, foi assinada uma portaria que amplia o acesso das cooperativas à emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e uma proposta de decreto que cria o Selo Biocombustível Social. O objetivo é beneficiar cerca de 1,6 mil cooperativas em atividade no país.

 

Assinatura - A ministra Tereza Cristina assinou as três medidas no fim da manhã e afirmou que esses incentivos são importantes para “tirar da pobreza, da desinformação, da falta de tecnologia os pequenos proprietários rurais do Brasil”.

 

Assistência especializada - O texto que cria o Brasil Mais Cooperativo estabelece que a iniciativa apoie o cooperativismo rural brasileiro por meio da oferta de assistência especializada. O secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, ressaltou que muitas cooperativas e associações ainda apresentam pouca capacidade de planejamento de médio e longo prazos e baixos investimentos na modernização dos seus processos.

 

Parceiras - “As cooperativas são grandes parceiras da agricultura familiar e nós vamos utilizar esse sistema para potencializá-la. Organizados cooperativamente, pequenos e médios agricultores passam a ter maiores vantagens em termos de escala de produção, redução de custos, logística, facilidade de acesso a insumos e tecnologias de produção”, afirmou.

 

Foco - Outro foco do Brasil Mais Cooperativo é a ampliação do acesso, por cooperativas e associações, aos mercados privados, como redes supermercadistas, e aos mercados institucionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Para isso, realizadas parcerias e articulação de iniciativas com entidades governamentais e representantes do cooperativismo.

 

DAP - Outra portaria assinada pela ministra altera as regras para a emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) para pessoas jurídicas. A DAP é o documento que identifica e qualifica o público da agricultura familiar, inclusive suas organizações econômicas.

 

Mais da metade do quadro - De acordo com o texto, as cooperativas singulares e associações com quadro societário composto por mais da metade de agricultores familiares com DAP ativa terão direito à emissão do documento. Pela regra anterior, era necessário que ao menos 60% do quadro societário fosse composto por agricultores familiares com DAP ativa.

 

Selo Biocombustível Social - O decreto encaminhado para a Casa Civil propõe mudança do nome do Selo Combustível Social, que passa a ser Selo Biocombustível Social. Essa alteração permitirá que cooperativas agropecuárias que não detenham DAP Jurídica sejam habilitadas para comercializar matéria prima da agricultura familiar com as empresas produtoras de biodiesel.

 

Participação - Segundo a Organização das Cooperativas do Brasil, isso vai possibilitar que mais de 40 mil pequenos produtores participem do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. (Informe OCB)

DIA C I: Celebração do Dia de Cooperar é neste sábado

 

dia c I 05 07 2019Mais de 10 milhões de atendimentos, realizados em 1/5 dos municípios brasileiros. Esses são os números que traduzem a força das cooperativas, ao realizarem, ao longo de 10 anos, o Dia de Cooperar (Dia C), um movimento nacional de estímulo a iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras.

 

Celebração simultânea - E, para comemorar esse resultado, cooperativas de todas as partes do país realizam neste sábado, dia 6 de julho, em mais de 400 cidades, uma celebração simultânea do Dia C. Serão oferecidos serviços sociais e ministrados cursos e aulas. A intenção é mostrar à sociedade que as cooperativas acreditam que as atitudes simples movem o mundo e que elas estão engajadas em ser protagonistas da transformação que o país precisa e merece.

 

Iniciativas - “Embora tenha o nome de Dia C, o Dia de Cooperar é formado por iniciativas que ocorrem ao longo do ano, mudando a realidade de muitos brasileiros. Esse é o maior programa de voluntariado do cooperativismo e, por isso, foi reconhecido pela ONU. Tanto que todas as iniciativas estão alinhadas com pelo menos um ODS, que preveem a erradicação da pobreza extrema no mundo até o ano de 2030”, comenta o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

 

Tempo real A programação das atividades de celebração do Dia C será acompanhada por uma equipe de jornalistas que farão a cobertura em tempo real. Para acompanhar tudo o que acontecerá, basta acessar o site do Dia de Cooperar. (Informe OCB)

DIA C II: Dia de Cooperar será celebrado com feijoada beneficente em Pato Branco

 

Neste sábado (06/07), será realizada, em Pato Branco (PR), a segunda edição da Feijoada do Bem, evento beneficente promovido por seis cooperativas para celebrar o Dia de Cooperar, também chamado de Dia C.

Horários- A feijoada acontecerá no Pavilhão São Pedro, a partir das 11h30, para retiradas, e ao meio dia para refeição no local. Para retiradas será necessário levar vasilhame. Não há necessidade de levar pratos e talheres para o almoço no local. 

 

Espaço kids - O evento também terá espaço kids, supervisionado por um monitor, com cama elástica e piscina de bolinhas, e apresentação musical com a artista Juliane Baseggio. 

 

Arrecadação - Toda a arrecadação será revertida ao Hospital do Câncer de Pato Branco, que atende centenas de pessoas em tratamento da doença na região sudoeste do Paraná e oeste de Santa Catarina, e para o projeto Missão SOS Vida, que atua na recuperação de dependentes químicos e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

 

Promoção - Promovem o evento as cooperativas: Coopertradição, Evolua, Sicoob, Sicredi, Unimed e Uniprime. Os ingressos custam R$ 30,00. Para crianças entre 06 e 12 anos de idade, os ingressos custam R$ 15,00; e crianças com menos de 06 anos de idade não pagam.

 

Ação entre amigos - Também está sendo promovida uma ação entre amigos, com números a R$ 10,00, que sorteará um prêmio em dinheiro no valor de R$ 5 mil. Tanto ingressos quanto números estão disponíveis nas agências e unidades de atendimento das cooperativas organizadoras. 

 

Dia de Cooperar - O Dia de Cooperar nasceu em 2009, por iniciativa do Sistema OCEMG, com o propósito de estimular a realização de ações de responsabilidade social e assim colocar em prática os valores e princípios do cooperativismo.

 

Ampliação - Em 2013, um projeto piloto estendeu as ações do Dia C para outros seis estados, e já no ano seguinte a iniciativa passou a ser aplicada em todo o país. Em 2015, o Sistema OCB vinculou as ações do Dia de Cooperar à agenda dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Expectativa - A expectativa é que cerca de 1500 cooperativas estejam mobilizadas na edição 2019 do Dia C.

 

Palavra dos presidentes e diretores - A seguir, o depoimento de presidentes e diretores das cooperativas envolvidas na atividade. 

“O Dia C é um grande momento para praticarmos o bem através de doações e trabalhos voluntários em prol da comunidade. A união das cooperativas de Pato Branco para a realização da Feijoada do Bem é um belo exemplo de intercooperação, um dos princípios cooperativistas. Por meio deste evento, toda a comunidade poderá participar desta celebração ao cooperativismo, para que possamos angariar fundos para entidades do nosso município, que sempre contam com a ajuda de todos para dar continuidade aos seus trabalhos”.  (Julinho Tonus – diretor-presidente da Coopertradição)

“A cooperativa Evolua apoia o evento Feijoada do Bem. Um evento marcante na comunidade de Pato Branco, que faz parte do movimento nacional de estímulo ao cooperativismo. O dia que marca a presença das cooperativas na comunidade, fazendo a diferença na vida das pessoas”. (Kelvi Krauspenhar – diretor da Cooperativa Evolua)

"Esta é uma causa nobre. Nós estamos muito felizes em poder contribuir com este evento e também com o hospital do Câncer, que hoje é uma referência na região. Através do evento, incluindo a sua organização, podemos praticar a intercooperação entre as cooperativas de Pato Branco e também estreitar ainda mais nosso relacionamento com a comunidade". (Alcir Luiz Freisleben – presidente do Conselho de Administração do Sicoob Integrado)

“O Dia C é muito importante. Primeiramente porque fomenta a intercooperação entre as instituições envolvidas e seus colaboradores. E a partir do momento que isso acontece causas nobres são beneficiadas, como o Hospital do Câncer e o SOS Vida. É um projeto que traz muitos resultados positivos, nós somos parceiros e continuaremos sendo parceiros dessa ideia”. (Clemente Renosto – presidente da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

“O cooperativismo é importante na nossa vida, no nosso cotidiano. Nós que trabalhamos com uma cooperativa, queremos passar uma mensagem de otimismo, e por tratarmos de saúde esse evento contribuirá para o bem estar da comunidade. Essa união de cooperativas é muito importante para a conscientização da população”. (Antônio Motizuki - presidente da Unimed Pato Branco)

“A Feijoada do Bem é uma grande realização das cooperativas participantes. Conseguimos mostrar que juntos podemos alcançar grandes objetivos. A intercooperação é possível e necessária, nos engrandece e reforça nosso propósito maior que é cooperar, gerando renda e desenvolvimento a nossa comunidade. Agradecemos aos voluntários dessa iniciativa, e vamos trabalhar para que esse evento torne-se tradicional e reconhecido a cada ano”. (César Augusto Macedo de Souza – presidente do Conselho de Administração da Uniprime)

(Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

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CRÉDITO: Sistema Ocepar lança Programa de Fortalecimento do Ramo

Representantes de cooperativas do ramo crédito estão reunidos na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, nesta sexta-feira (05/07), para a 1ª reunião do Comitê de Técnico do Ramo Crédito. “Hoje oficializamos a criação desse Comité que, mediado pela Ocepar, tem o objetivo de discutir temas que são comuns às cooperativas, entre os quais, o ambiente organizacional competitivo, a expansão de mercado e a constante evolução tecnológica, que demanda investimentos, decisões rápidas e entregas estratégicas”, explica o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Temas - Durante a reunião, que também contou com a participação do superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e da gerente geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella, foram tratados diversos aspectos ligados ao cooperativismo de crédito, entre os quais, representação institucional, cenários e legislação. Os participantes também foram informados sobre a pesquisa qualitativa realizada pelo Sistema Ocepar com dirigentes do ramo crédito, que apontou algumas questões que precisam ser trabalhadas internamente pelo ramo, entre a quais, fazer com que as cooperativas apostem num relacionamento mais próximo e harmônico, como estratégia para fortalecer a competitividade e ampliar o market share mercado nacional.

O Programa - A criação do Comitê é uma as ações do Programa de Fortalecimento da Cooperativas de Crédito do Paraná proposto pelo Sistema Ocepar. “Houve uma demanda da nossa diretoria em relação a questões estratégicas do ramo de crédito no Paraná”, conta Mafioletti. Em paralelo, um grupo de profissionais da organização, que participava do curso High Performance, iniciativa de capacitação da equipe interna voltada à formação de consultores especializados em cooperativismo, recebeu a tarefa de elaborar um projeto propondo caminhos para intensificar a atuação do Sistema Ocepar junto às cooperativas de crédito, auxiliando-as em seu desenvolvimento”, completa o superintendente. A proposta do Programa de Fortalecimento das Cooperativas de Crédito foi, então, apresentada por Eliane Goulart, Flávio Turra, Jessé Rodrigues e Marli Vieira. “Com o aval da diretoria executiva, foi levada para apreciação da diretoria da Ocepar e aprovada por unanimidade pela diretoria, sendo que a primeira ação desse Programa é a criação do Comitê de Técnico, constituído por representantes das centrais, singulares e cooperativas independentes”, conta o superintendente.

Cooperativas de crédito - As cooperativas de crédito são uma alternativa de acesso ao sistema financeiro. Regulamentadas pelo Banco Central do Brasil oferecem todos os serviços e produtos de um banco, com o diferencial de taxas mais atrativas e atendimento personalizado. Isto porque, numa cooperativa o usuário dos serviços financeiros é cliente e também dono da cooperativa. No Paraná, atuam 56 cooperativas de crédito singulares e 4 Centrais – Sicredi, Sicoob Unicoob, Uniprime e Cresol. Juntas, administraram R$ 25,4 bilhões em recursos. O total de ativos chegou a R$ 43,8 bilhões e o faturamento das cooperativas de crédito paranaenses passou de R$ 6,2 bilhões. As operações de crédito ultrapassaram R$ 18 bilhões. O número de associados ultrapassou 1,5 milhões de paranaenses, distribuídos em 907 pontos de atendimento, empregando mais de 12 mil funcionários. O ramo crédito no Estado gerou mais de 857 milhões de sobras em 2018, segundo dados da Ocepar.

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PREVIDÊNCIA: Aprovado texto base da reforma

 

previdencia 05 07 2019A comissão especial da reforma da Previdência (PEC 6/2019) aprovou, nesta quinta-feira (04/07), por 36 votos favoráveis a 13 contrários, o texto-base elaborado pelo relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). Também foram analisados os destaques para votação em separado, que podem alterar trechos específicos do substitutivo.

 

Cooperativas e cooperados - No novo documento apresentado, alguns pontos que envolvem as cooperativas e seus cooperados merecem destaque. São eles:

CSLL PARA COOPERATIVAS DE CRÉDITO: após mobilização da OCB e da Frencoop, o relator retornou alíquota de 15% de CSLL para as cooperativas de crédito. No caso dos bancos, a alíquota foi ampliada para 20%.

- APOSENTADORIA RURAL: O relatório manteve as regras atuais para quem exerce atividade econômica familiar, incluindo trabalhadores rurais, garimpeiros e pescadores artesanais. Ou seja, a idade mínima deve permanecer em 55 anos para mulheres e 60 para homens - contudo, eles deverão contribuir por 20 anos, ao invés dos 15, previstos na regra atual. No caso das mulheres, o tempo de contribuição não sofre alterações. Essas considerações também valem para os casos de segurados especiais.

 

Idade mínima - A proposta do governo previa idade mínima de 60 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com 20 anos de tempo de contribuição parta ambos os sexos.

 - EXPORTAÇÕES:O relatório acaba com a imunidade tributária para exportações no caso dos setores que participam da desoneração da folha. Atualmente, segundo o Art. 149, §2º, inciso I da Constituição Federal, é vedada a cobrança de impostos de todas as naturezas, a fim de estimular a venda de produtos brasileiros fora do país.

 

Recolhimento - De acordo com o relatório do deputado Samuel Moreira (SP), relator da PEC da reforma da Previdência, as empresas e cooperativas que exportam produtos como carnes de aves e suínos e, também, as do setor sucroalcooleiro deverão recolher a Previdência para seus funcionários e a incidência não seria sobre a folha de pagamentos, mas sobre a receita das operações de comércio exterior.

 

Manutenção de direitos - A OCB entende que o processo de desenvolvimento do nosso país demanda mudanças e aperfeiçoamentos graduais e constantes nas políticas públicas, especialmente em relação ao seu financiamento. Para ter sucesso, tais alterações precisam garantir competitividade ao setor produtivo, com segurança jurídica e condições favoráveis aos investimentos. Ao mesmo tempo, é preciso garantir a manutenção dos direitos sociais conquistados na Constituição e dar sustentabilidade e credibilidade ao nosso sistema previdenciário.

 

Realidade - Assim, a OCB defende a aprovação da Reforma da Previdência, levando em consideração a realidade dos cooperados e cooperativas brasileiras e a importância social e econômica desse setor para o Brasil. Dessa forma, será possível estabilizar as contas públicas e estimular o retorno da confiança no crescimento econômico brasileiro e permitiremos que o cooperativismo continue contribuindo com a geração de renda e emprego em nosso país. (Informe OCB)

COOPAVEL: Redução de emissão de CO2 rende prêmio

 

coopavel 05 07 2019A produção sustentável de alimentos e a proteção do meio ambiente e de seus recursos naturais acaba de render mais um prêmio para a Coopavel. A cooperativa foi premiada pela DSM pela incorporação de enzimas Ronozyme às suas dietas em 2018. A medida trouxe importante impacto na redução de emissão de CO2, um dos gases do efeito estufa.

 

Volume - Com o uso das referidas enzimas e considerando a produção anual de alimentos pela Coopavel foi possível diminuir, segundo a DSM, em 41.527 toneladas a emissão de gás carbônico. Esse volume é considerável e equivale a retirar 17.303 veículos das ruas, ao plantio de 1.075.545 árvores e a apagar 1.470.050 lâmpadas. “A Coopavel se sente orgulhosa em aliar sua marca e história a atitudes tão responsáveis e relevantes”, diz o presidente da cooperativa Dilvo Grolli.

 

Digestibilidade - A utilização de enzimas exógenas busca melhorar a digestibilidade das matérias-primas, informa o gerente da área de rações da Coopavel, Jurandir de Mattos. Os benefícios com isso são inúmeros, informa ele, como melhorar a disponibilidade de nutrientes (fósforo, cálcio, aminoácidos e energia) para aves e suínos, melhor conversão alimentar e ganho de peso dos animais, otimização de custos de formulação, e diminuir a eliminação de resíduos indesejáveis no ambiente (fósforo e nitrogênio), preservando a natureza.

 

Presenças - A entrega do prêmio trouxe a Cascavel diretores da DSM, uma gigante mundial do segmento de rações e nutrientes. Estiveram na Coopavel para a cerimônia de premiação o gerente nacional de Serviços Técnicos Rogério Balestrin, o representante de suínos para o Paraná Rodrigo Geraldini, o gerente de contas da Coopavel (segmento ruminantes) Henrique Stofella e o gerente de contas Paraná (monogástrico) Gustavo Larsen. (Imprensa Coopavel)

C.VALE: Certificado coloca a cooperativa entre melhores para se trabalhar

 

cvale 05 07 2019A C.Vale conquistou a certificação Great Place To Work (Melhor Empresa Para se Trabalhar). O selo de qualidade é concedido pelo instituto internacional de consultoria GPTW, uma organização que atua em 61 países, após pesquisa por amostragem com 760 funcionários da cooperativa, agora em 2019. A organização aplicou questionário com 63 questões que permitem avaliar a percepção e a experiência dos funcionários em relação à confiança na empresa, trabalho em equipe e orgulho no desempenho das atividades. 

 

Orgulho - O embaixador do instituto no Brasil e diretor do GPTW no Paraná, Hilgo Gonçalves, explica que a nota mais alta apontada pela pesquisa foi o orgulho dos funcionários em trabalhar na C.Vale. Na sequência aparecem confiança nas lideranças da cooperativa e prazer de trabalhar em equipe. Para Gonçalves, a conquista da certificação é consequência da “gestão de pessoas, investimento em treinamentos e do excelente clima interno”. Segundo ele, a pesquisa permitiu concluir que as pessoas se sentem valorizadas e tem orgulho de trabalhar na C.Vale. “Isso se reflete também no alto índice de recomendação dos funcionários para que outras pessoas também façam parte da cooperativa”, explica. 

 

Avaliação - O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, entende que o selo de qualidade concedido pelo Instituto GPTW mostra que os funcionários têm prazer em atuar na cooperativa e se sentem responsáveis por ela. “Eles gostam do ambiente de trabalho, sentem que a cooperativa confia neles para vencer desafios e têm a cooperativa como parte da família”, avalia. Para o dirigente, a certificação revela, ainda, que os funcionários valorizam os treinamentos e têm percepção sobre as oportunidades que a cooperativa oferece para crescimento profissional. (Imprensa C.Vale)

CASTROLANDA: Julgamentos na Arena Agroleite terão início no dia 15 de agosto

 

castrolanda 05 07 2019Os julgamentos dos animais terão início na programação do Agroleite, a partir da quinta-feira (15/08). A estreia da pista 2019 será da Raça Jersey, às 9 horas e no período da tarde, a partir das 14 horas, será a vez dos animais jovens e adultos da Raça Holandesa Vermelho e Branco. 

 

Avaliação - Na sexta-feira (16/08), a pista inicia pela manhã, às 9 horas com a avaliação dos animais adultos da Raça Jersey e, no período da tarde haverá o julgamento da Raça Holandesa P&B. 

 

Clube de Bezerras - No sábado (17/08), a agenda abre com o julgamento do Clube de Bezerras, às 9 horas, seguido da Copa dos Apresentadores e a manhã encerra com as crianças do julgamento Fraldinha. 

 

Mais - Ainda no sábado, a partir das 14h30 se apresentam em pista os animais da Raça Holandesa P&B Adulto e, a partir das 19 horas o grande julgamento Vaca do Futuro, Desfile das Campeãs, Seleção e Premiação da Campeã Suprema Agroleite 2019.

Portões - A organização alerta que os portões da Cidade do Leite permanecerão abertos no Parque até as 20 horas. A entrada é gratuita. 

Agroleite 2019 - Um novo olhar é o tema da edição 2019 do Agroleite que será realizado no período de 13 a 17 de agosto, na Cidade do Leite e Parque de Exposições Dario Macedo em Castro. Confira as informações e a programação completa em www.agroleitecastrolanda.com.br. (Imprensa Agroleite)

Agroleite 2019

19ª edição 

Data: 13 a 17 de agosto 

Local: Cidade do Leite e Parque de Exposições Dario Macedo – Castro/PR

Horário: Das 8h às 18h

Mais informações sobre o evento podem ser acessadas pelo site www.agroleitecastrolanda.com.br

SICOOB UNICOOB: Inovação no cooperativismo financeiro foi tema de evento internacional que reuniu 750 pessoas em Maringá

 

sicoob unicoob 05 07 2019Na última semana, cerca de 750 lideranças e especialistas cooperativistas do Brasil e do exterior estiveram reunidos em Maringá para a Conferência Internacional de Inovação no Cooperativismo Financeiro – Cri8. 

 

Dirigentes e especialistas - Promovido pelo Sicoob Unicoob, o evento trouxe a Maringá dirigentes cooperativistas e especialistas em mercado financeiro, empreendedorismo e inovação que são referência no cenário nacional e internacional.

 

Temas - Os temas abordados na programação da Cri8 trataram da inovação no mercado financeiro, como as transformações tecnológicas têm impactado o setor e colocado o cooperativismo frente a novos desafios. Para os fundadores da StartSe, Mauricio Benvenutti e Junior Borneli, um desses grandes desafios é aceitar que as falhas fazem parte do processo de evolução.

 

Inovação a seu favor - “Embora muitas empresas ainda atuem de forma tradicional, com medo de mudar, estamos vivendo um tempo em que as organizações que estão se tornando líderes em seu mercado são as que sabem usar a inovação a seu favor, sem se distanciar do cliente. Em qualquer negócio, quem não falha, não inova”, disse Mauricio Benvenutti.

 

Maior erro - “O maior erro que uma empresa pode cometer hoje em dia é não inovar. A tecnologia proporciona crescimento exponencial, mas ir longe necessita de mudança na maneira de pensar”, complementou Junior Borneli.

 

Mudança de mindset - A importância da mudança de mindset também foi um dos temas abordados pelo diretor digital do Volksbank na Áustria, Horst Weichselbaumer-Lenck, que contou como a troca de experiências com fintechs e startups tornou a relação do banco com seus clientes mais próxima e colaborativa. 

 

Experiência efetiva - “Percebemos que não tínhamos uma experiência efetiva com nossos clientes e, a partir dessa aproximação, conseguimos pensar em coisas novas. As fintechs e startups têm processos ágeis, sem hierarquia e com foco no cliente. Mudamos nossa perspectiva e convidamos nossos clientes a participarem dos nossos projetos e discutirem conosco melhorias nos processos. Para nós, essa troca é uma grande oportunidade de aprendizado, pois nos possibilita conhecer o perfil de cada cliente e melhorar a experiência que oferecemos através dos nossos produtos”, disse.

 

Inovação e pessoas - Os painéis e palestras da Cri8 falaram sobre tecnologia, mas também abordaram a importância das pessoas no processo de inovação. Em sua fala, a idealizadora do Programa No Coração do Cliente e especialista no Método Disney, Jacqueline Ferreira Gomes, ressaltou que é essencial ter recursos tecnológicos como aliados, mas o ponto mais importante é fazer com que as pessoas se envolvam e se comprometam em fazer diferente para fazer a diferença. 

 

Processo - “Podemos ter as melhores entregas em inovação tendo a tecnologia como parceira, mas nada disso será possível sem as pessoas. A inovação é um processo desafiador e contínuo, que precisa ser pensado diariamente. Não podemos parar no primeiro obstáculo, precisamos continuar para que as pessoas entendam a importância disso”, disse ela.

 

Segredo - Seguindo o mesmo pensamento, o CEO da Ideality Roads e um dos articuladores do desenvolvimento de Israel como potência tecnológica, Oren Gershtein, afirmou que incentivar as pessoas é o grande segredo da inovação. “A peça fundamental é não julgar as falhas delas, deixar que elas tentem.  Para ser inovador é preciso ser flexível”, finalizou.

 

Intercooperação - Para o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Unicoob, Jefferson Nogaroli, a Conferência Internacional de Inovação no Cooperativismo Financeiro cumpriu seu propósito de levar conhecimento, oportunizar a troca de experiências e o debate entre cooperativas. 

 

Espaço - De acordo com Nogaroli, outra contribuição importante do evento foi servir como um espaço para divulgar as iniciativas com foco na inovação que já estão sendo colocadas em prática no Brasil e no mundo. “A Cri8 foi um sucesso e em 2020 teremos mais a segunda edição do evento, em Foz do Iguaçu. O caminho para o futuro é a cooperação e o primeiro passo foi dado. Vamos continuar com esse movimento pois mais do que discutir assuntos importantes, o que queremos é edificar pessoas para incentivá-las a contribuir por um mundo melhor”, finalizou. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB OURO VERDE I: Formação Continuada do Programa Cooperjovem é realizada em escolas municipais de cinco cidades

 

sicoob ouro verde I 05 07 2019Desde o final do mês de maio, o Sicoob Ouro Verde está promovendo o primeiro módulo da Formação Continuada do Programa Cooperjovem nas escolas municipais de cinco cidades. Cada turma conta com cerca de 40 pessoas, entre professores das instituições participantes do programa promovido pelo Instituto Sicoob e membros das secretarias de educação.

 

Municípios - O curso já foi realizado em Rolândia (29/05), Jataizinho (08/06), Bandeirantes (18/06) e Santo Antônio da Platina (24/06). O próximo município a receber a capacitação é Guapirama (19/08). Até o final do ano, serão aplicados mais dois módulos, todos focados em capacitar os professores na elaboração e execução do PEC (Projeto Educacional Cooperativista).

 

Disseminação - “Parabenizo a palestrante, que abordou o tema de forma interessante, dinâmica e esclarecedora. Com o projeto, iremos disseminar o cooperativismo com base no desenvolvimento social e educacional, envolvendo toda a comunidade escolar”, comenta Érica Brunharo Vieira, diretora da Escola Nohêmia Lopes Galvão Neimann, de Santo Antônio da Platina.

 

Sobre o programa - O Cooperjovem é um programa criado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) com objetivo de disseminar a cultura da cooperação, baseada nos princípios e valores do cooperativismo, por meio de atividades educativas. Possui resolução nacional e está disponível para todas as cooperativas vinculadas a esta organização.

 

Público-alvo - O Instituto Sicoob desenvolve este programa desde 2013, tendo como público alvo professores do ensino fundamental de escolas públicas e privadas. Capacita os professores para que de forma interdisciplinar e transdisciplinar consigam aprimorar a prática educativa junto com seus alunos e comunidades escolares, se apropriando da cultura da cooperação como uma ferramenta propulsora de mudança e transformação social. Desta forma, o Cooperjovem reforça o 5º e o 7º princípios do Cooperativismo adotados em todo o mundo, respectivamente: Educação, Formação e Informação e o Interesse pela Comunidade. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB OURO VERDE II: Agência na Zona Norte de Londrina ganha novas instalações

 

Na última segunda-feira (01/07), o Sicoob Ouro Verde reinaugurou sua agência localizada na Av. Saul Elkind, Zona Norte de Londrina (PR). O ponto de atendimento mudou para um novo endereço, que tem pelo menos duas vezes a área do imóvel anterior e está em uma localização de fácil acesso, com estacionamento exclusivo.

 

Participantes - Participaram do evento conselheiros, diretores, colaboradores e cooperados do Sicoob na região, além de membros da comunidade, imprensa e autoridades, como o vereador Ederson Junior Santos Rosa.

 

Ações - Em seu discurso, o vereador relembrou as ações em prol da comunidade realizadas pela cooperativa antes mesmo de instalar seu ponto de atendimento nos Cinco Conjuntos, região que hoje é um importante polo comercial e industrial da cidade. Dentre as parcerias já estabelecidas pelo Sicoob Ouro Verde junto à comunidade local, Ederson citou a Biblioteca Digital Comunitária como uma importante ferramenta social. 

 

Humanização das relações - O presidente do Sicoob Ouro Verde, Rafael de Giovani Netto, reiterou que mesmo após a reinauguração, a cooperativa continuará investindo na Zona Norte de Londrina dentro de seu propósito de humanizar as relações financeiras, para que assim, seja possível promover o desenvolvimento de seus cooperados e de toda a comunidade.

 

Próximos passos - Além disso, divulgou a todos os presentes os próximos passos do plano de expansão do Sicoob Ouro Verde: as primeiras inaugurações no estado de São Paulo, que ocorrerão nos meses de julho e agosto, nas cidades de Campinas, Hortolândia e São Carlos. Nos meses seguintes, a cooperativa iniciará suas atividades na capital paulistana, nos bairros do Brás e Bom Retiro.

 

Novo endereço - O novo endereço da agência do Sicoob Ouro Verde é Av. Saul Elkind, 2970. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB METROPOLITANO: Cooperadas da Agência Mulher participam de palestra sobre inteligência emocional

 

sicoob metropolitano 05 07 2019Inteligência emocional e gestão de conflitos foram tema de uma palestra promovida pela ACIM Mulher para as cooperadas da Agência Mulher, do Sicoob Metropolitano. O evento aconteceu no dia 25 de junho, na Associação Comercial e Empresarial de Maringá e contou com a presença de 32 participantes, que colaboraram com a doação de um litro de leite cada.

 

Tomada de decisões - A palestra foi ministrada por Michel Marcolino e abordou a importância de se manter uma gestão das emoções e a influência que elas exercem na tomada de decisões. As cooperadas também puderam aprender estratégias para serem utilizadas em momentos de conflitos emocionais.

 

Gestão de conflitos - Para Marcolino, entender e praticar a inteligência emocional pode auxiliar as mulheres empreendedoras na gestão de conflitos pessoais e profissionais. “Esse modelo favorece a capacidade de avaliação e planejamento em momentos de crise, contribuindo para melhores tomadas de decisões e atitudes mais acertadas”, afirma.

 

Importante e atual - A cooperada Daniela Assumpção Alves Tramquilini elogiou o evento e ressaltou que o tema abordado é importante e atual. “Amei a palestra! Já participei de outros treinamentos com que abordavam assuntos similares, mas nunca de forma tão clara e prática”, destaca. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICREDI RIO PARANÁ: Cooperativa lança Plano Safra 2019/ 2020

 

Com a presença de produtores rurais e técnicos, a Sicredi Rio Paraná PR/SP apresentou o Pano Safra. No dia 4, foram realizadas reuniões de manhã em Nova Londrina, com a presença de produtores do município, além de Diamante do Norte e Marilena. 

 

Tarde - No período da tarde, em Cidade Gaúcha, com produtores da cidade e, também, de Nova Olímpia. Já no Dia 5, em Loanda, com produtores de Loanda mesmo, de Santa Mônica e de Planaltina do Paraná. 

 

Plano nacional - O plano nacional tem R$ 225,59 bilhões, sendo R$ 169,33 bilhões para crédito rural (custeio, comercialização e industrialização) e R$ 53,41 bilhões para investimentos.

 

Juros - As taxas de juros foram mantidas em níveis que permitem apoio ao produtor rural, segundo o Governo Federal. No caso de custeio, comercialização e industrialização, será de 3% ao ano e 4,6% ao ano para os pequenos produtores (Pronaf), 6% ao ano para médios produtores (Pronamp) e 8% ao ano para demais produtores. Nos programas de investimentos, as taxas irão variar de 3% a 10,5% ao ano.

 

Próximos eventos - Na próxima semana, dia 12/7, o evento será realizado nas cidades de Santa Cruz de Monte Castelo e Guairaçá, ambas no Paraná e no dia 19/7 em Teodoro Sampaio e Presidente Venceslau, em São Paulo. 

 

Mais - Para saber mais, o associado deve procurar seu gerente na agência do Sicredi. Acesse nossas redes sociais @sicredirioparana. (Imprensa Rio Paraná PR/SP)

 

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Agência em Centenário do Sul será inaugurada dia 10

 

sicredi uniao 05 07 2019Com cerca de 12 mil habitantes, Centenário do Sul passará a contar com uma agência da cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP a partir do próximo dia 10. A inauguração está marcada para 19 horas, na Avenida Prefeito Wanderlei Antunes de Moraes, 25, onde a nova agência está instalada, num prédio de 340 metros quadrados.

 

Soluções - “Centenário é referência entre as cidades vizinhas, principalmente quando o assunto é comércio”, comenta o gerente da agência, Ramon Miroto Montanha. A terra fértil da região atraiu, na década de 40, fazendeiros e homens de negócios e até hoje tem nessas atividades o motor de sua economia. “Centenário é uma cidade formada por gente de muita garra e que agora terá à disposição uma bela agência da Sicredi, com soluções para todas as suas necessidades”, completa Ramon.

 

Expectativas - O prefeito da cidade, Luiz Nicácio, afirma que a cidade aguarda com boas expectativas a abertura da agência. “Vemos que o sistema financeiro cooperativo vem crescendo e consegue atender as necessidades dos associados. Tem um serviço ágil e também retorno financeiro para os associados e para a cidade”, comenta.

 

Incremento - Nicácio acredita que a instalação da agência em Centenário irá incrementar a economia da cidade e região. Um dos aspectos ressaltados pelo prefeito é a forma como a cooperativa se insere na comunidade onde atua. “Já nos apresentaram alguns projetos sociais. O que vemos que a Sicredi faz para outras regiões, também queremos para a nossa”, comentou.

 

Expansão - A Sicredi União PR/SP está num processo de expansão em todas as regionais em que atua – Norte e Noroeste do Paraná, Leste e Centro-Leste Paulista - e terminará 2019 com 25 novas agências. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

BNDES: Engenheiro Gustavo Montezano é eleito presidente do banco

 

bndes 05 07 2019O engenheiro Gustavo Henrique Moreira Montezano, de 38 anos, foi eleito nesta quarta-feira (03/07) presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A eleição ocorreu em reunião extraordinária do Conselho de Administração do BNDES, mas ainda não há data para a posse.

 

Secretário adjunto - Quando foi convidado no mês passado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para presidir o banco de fomento, Montezano ocupava o cargo de secretário especial adjunto da Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados.

 

Formação - O novo presidente do BNDES, que substituirá o economista Joaquim Levy no cargo, é mestre em economia pela Faculdade de Economia e Finanças do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro e graduado em engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia. Levy deixou o cargo no dia 16 de junho.

 

Carreira - Montezano foi analista de private equity (fundo de investimentos para a compra de ações de companhias promissoras) no Banco Opportunity, no Rio de Janeiro, mas pouco tempo depois se transferiu o BTG Pactual, do qual se tornou sócio em 2009. Em 2016, mudou-se para Londres e chegou a ser executivo chefe da Engelhart Commodities Trading Partners, braço do BTG Commodities. (Agência Brasil)

ECONOMIA I: Governo estuda fim das deduções médicas no IR

 

economia I 05 07 2019 Estudo do Ministério da Economia propõe o fim das deduções médicas em troca de um corte de todas as alíquotas do Imposto de Renda da Pessoa Física. Deduções permitem diminuir o valor do imposto a ser pago ou aumentar a restituição a receber.

 

Compensação - Cálculos do estudo apontam que o fim da dedução de despesas médicas pode ser compensado com a redução de 8% das alíquotas de todas as faixas de renda. A mudança, avalia a equipe do governo Jair Bolsonaro, tem potencial de atingir um número maior de brasileiros que pagam Imposto de Renda e custaria mais barato para os cofres públicos.

 

Beneficiados - Hoje, as renúncias das despesas médicas beneficiam apenas os 20% mais ricos da população brasileira. O resultado do estudo mostrou que a política de concessão desse subsídio dado pelo governo por meio da dedução das despesas médicas alimenta o caráter regressivo do Sistema Tributário Nacional, no qual quem ganha menos paga proporcionalmente mais do que os de renda mais elevada. Ou seja, as deduções médicas tendem a aumentar a desigualdade de renda do País.

 

Projeções - Pelas simulações feitas pelo Ministério da Economia, um corte de 8% de cada uma das alíquotas atuais (7,5%, 15%, 22,5%, 27,5%) implicaria uma renúncia de R$ 14,6 bilhões. O gasto tributário (subsídio) com as deduções, em 2017, foi maior, chegando a R$ 15,1 bilhões – o equivalente a 32,8% do total de subsídios em saúde e 8,9% da arrecadação do Imposto de Renda da Pessoa Física.

 

Maior item - Esse é o maior item na conta de R$ 45,9 bilhões que o governo federal tem de subsídios na área de saúde e que incluem também a desoneração da produção de medicamentos (R$ 11,2 bilhões) e a isenção da contribuição previdenciária patronal para as entidades filantrópicas (R$ 7,8 bilhões).

 

Simulações - As simulações foram feitas pela Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria (Secap) como parte da política de avaliação da eficiência dos subsídios concedidos pelo governo federal.

 

Reforma tributária - A avaliação acontece no momento que o governo está debruçado na elaboração de uma proposta de reforma tributária que pode mexer também no IRPF e no imposto de renda das empresas (IRPJ).

 

Saúde - Os dados mostram também que o volume dos subsídios concedidos para o setor de saúde não apenas é expressivo, mas também apresenta ritmo de crescimento superior aos gastos diretos da União (orçamentários) nessa área. Em 2017, os subsídios tributários em saúde corresponderam a 40% do total de gastos diretos no setor. Na prática, esse porcentual elevado indica uma ampliação do uso de subsídios tributários para o financiamento da política de saúde.

 

Subsídios - Dessa forma, o crescimento dos subsídios tributários para os consumidores de serviços privados de saúde ocorre em oposição às necessidades de financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). “Os gastos tributários com a dedução das despesas médicas no IRPF são concentrados do ponto de vista da renda individual e regional”, diz o secretário Alexandre Manoel Angelo da Silva, que comanda a Secap. Segundo ele, as simulações da secretaria mostram que, se o objetivo for manter o atual nível de arrecadação, compensar a eventual extinção desses subsídios com redução das alíquotas marginais (em todas as faixas) do IRPF estimulará a economia.

 

Distorções - “Também vai reduzir distorções alocativas e incentivar a oferta de trabalho, assim como aumentará a transparência orçamentária”, diz. Ele destaca que os subsídios não são explícitos na peça principal do orçamento nem discutidos anualmente pelo Congresso. O estudo projeta que a renúncia com as deduções médicas deve saltar de R$ 15,1 bilhões em 2017 para R$ 26,3 bilhões em 2030. (O Estado de S.Paulo)

 

Foto: Freepik

ECONOMIA II: Poupança registra menor captação para junho em três anos

 

economia II 05 07 2019Depois de dois meses de retiradas, a poupança voltou a atrair o interesse dos investidores. Em junho, os depósitos superaram os saques em R$ 2,5 bilhões, informou hoje (4) o Banco Central. Esse resultado representa recuo de 55,7% em relação a junho do ano passado, quando os correntistas tinham depositado R$ 5,64 bilhões a mais do que tinham retirado. Desde junho de 2016, a aplicação não registrava captação tão baixa.

 

Acumulado - Com o resultado de junho, a caderneta de poupança acumula saques líquidos de R$ 14,5 bilhões nos seis primeiros meses de 2019. No mesmo período do ano passado, as captações (depósitos) tinham superado as retiradas em R$ 7,35 bilhões.

 

Mais depósitos - Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

 

Maior retirada - Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018 (captação líquida de R$ 38,26 bilhões.

 

Rendimento - Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança está se tornando menos atrativa porque os juros básicos estão no menor nível da história, em 6,5% ao ano. Nos últimos meses, o investimento não tinha conseguido garantir rendimentos acima da inflação, mas a aplicação voltou a atrair o interesse dos investidores porque a inflação está em queda.

 

Rendimento - Nos 12 meses terminados em junho, a poupança rendeu 4,16%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15, que funciona como uma prévia da inflação oficial, acumula 3,84% no mesmo período. No próximo dia 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA cheio de junho. (Agência Brasil)

SAÚDE: Secretaria consolida dados da febre amarela no Paraná

 

saude 05 07 2019O Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (Coes) da Secretaria da Saúde do Paraná consolida nesta semana dados do monitoramento da Febre Amarela no Estado de 1 de julho de 2018 até 30 de junho de 2019. No período de ano houve 480 notificações, 17 casos confirmados e uma morte causada pela doença. Neste ciclo, a febre amarela atingiu principalmente a população das regiões de Paranaguá, Curitiba e Ponta Grossa, mas as notificações e investigações aconteceram em todo o Estado.

 

Período sazonal - Entre 1 de julho de 2018 até 30 de junho de 2019 é considerado o período sazonal estabelecido pelo Ministério da Saúde, ou seja, época em que podem ocorrer os maiores agravos. “O monitoramento da doença segue junto a todas as Regionais de Saúde do Estado, tanto dos casos de febre amarela em humanos como das epizootias, que registram os casos em macacos”, afirma a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Acácia Nasr.

 

Vacinação - Continua também a vacinação nas Unidades de Saúde do Paraná. “A população não pode se descuidar. A febre amarela é uma doença infecciosa grave, transmitida por um mosquito, e a melhor forma de prevenção é a vacina”, alerta a médica.

 

Locais prováveis - Os casos de febre amarela confirmados no Paraná têm como locais prováveis de infecção os municípios de Antonina, Guaraqueçaba, Paranaguá, Morretes, São José dos Pinhais, Adrianópolis e Quatro Barras. O óbito causado pela doença tem Morretes como município de residência e local provável de infecção.

 

Gênero e idade - Entre os casos confirmados, 88,2% (15 casos) são do sexo masculino, com idade média de 35 anos.

 

Epizootias - Neste período de acompanhamento foram confirmadas 49 epizootias em 73 municípios. Laurina Tanabe, do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública, destaca que os macacos não transmitem a febre amarela. Também são vítimas da doença e podem ser considerados verdadeiros sentinelas para o sistema de vigilância.

 

Óbitos - “O óbito de macacos em determinada área é um dos principais indícios de circulação do vírus em regiões de matas e florestas, servindo como um alerta para as autoridades de saúde adotarem medidas de prevenção, com a vacinação dos moradores”, explica Laurina.

 

Vigilância - A Secretaria de Estado da saúde mantém o trabalho de Vigilância Epidemiológica da febre amarela em todo o Estado e a publicação de novos boletins sobre a doença acontecerá de acordo com o registro de casos.

 

Vacinação - A secretaria reforça a importância da vacinação dentro da faixa etária a partir de 9 meses até 59 anos, 11 meses e 29 dias. A imunização acontece com única dose da vacina. (Agência de Notícias do Paraná)

INTERNACIONAL: Trump e Bolsonaro estudam acordo Mercosul-EUA

 

internacional 05 07 2019O presidente Jair Bolsonaro e o americano Donald Trump conversaram sobre a viabilidade de um acordo comercial entre o Mercosul e os Estados Unidos durante a cúpula do G-20 no Japão, apurou o Valor junto a fontes do governo brasileiro. Os dois presidentes realizaram um encontro bilateral na última sexta-feira, horas antes do anúncio de que o bloco sul-americano e a União Europeia (UE) haviam assinado um tratado de livre-comércio após mais de duas décadas de  negociações.

 

Natureza - No diálogo que mantiveram sobre o tema, Trump e Bolsonaro não detalharam qual seria a natureza desse possível acordo, se seria de livre-comércio ou de outro tipo. Fontes do governo brasileiro afirmam que há interesse dos países do Mercosul em avançar nas conversas com os

americanos. 

 

Interesse compartilhado - "Há interesse compartilhado dos países do Mercosul de fazer um acordo comercial com os EUA. E os países [do bloco] estão dialogando sobre a possibilidade de avançar em um acordo com os EUA. Se houvesse a oportunidade, avançaríamos", disse uma fonte do governo brasileiro. "Há uma visão compartilhada de que haveria interesse em um acordo [de livre-comércio] com os americanos. Precisamos ver se os americanos também estão interessados."

 

Macri - Na manhã desta quinta-feira (04/07), o presidente argentino, Mauricio Macri, afirmou em um evento em Buenos Aires que está conversando com o Brasil sobre um acordo comercial com os EUA. Ele falava a uma plateia de empresários, em um ato de celebração do Dia da Pequena e Média Empresa, exaltando o acordo firmado na semana passada entre o bloco sul-americano e a UE. "No ano que vem, vamos ter na agenda a Coreia [do Sul] e estamos falando com o Brasil para um acordo de livre-comércio com os Estados Unidos", disse Macri, segundo o jornal argentino "La Nación".

 

Falso - Macri disse que "é falso" o entendimento de que o pacto com a União Europeia prejudicará o mercado argentino. Nesta quinta, em sua "live" semanal no Facebook, Bolsonaro comemorou o acordo com os europeus. E usou de uma metáfora futebolística para elogiar a atuação de três de seus ministros no caso. Tereza Cristina (Agricultura), Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores), que estava a seu lado, foram comparados a craques históricos da seleção brasileira de futebol. "Pelé foi a Tereza Cristina. Você foi o Garrincha", disse Bolsonaro, voltando-se para o chanceler. "E o Nilton Santos foi o nosso querido Paulo Guedes", completou.

 

OCDE - Araújo, por sua vez, afirmou que o pacto firmado com os europeus facilitará o ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o chamado clube dos países ricos. "Esse acordo com a UE vai acelerar a nossa entrada na OCDE, que já está tudo acertado", disse o chanceler brasileiro. "O acordo favorece outros processos e as coisas vão fazendo sentido."

 

Críticas - Horas antes, em um café da manhã com a bancada ruralista, Bolsonaro fez críticas ao presidente da França, Emmanuel Macron, e à chanceler da Alemanha, Angela Merkel, pelas cobranças que eles fizeram sobre compromissos brasileiros com o ambiente. Segundo Bolsonaro, "eles não têm autoridade para vir discutir essa questão conosco". "Mudou a maneira do Brasil se portar perante o mundo", disse.

 

Câmara - Bolsonaro lembrou sua passagem pela Câmara e disse que acredita ter votado "100% com a bancada ruralista" na questão ambiental, contra a cobrança da imprensa e de ONGs estrangeiras. "Muitas vezes as questões nasciam ali como se fossem um parto de rinoceronte. Era a imprensa batendo em vocês, ONGs e eram também governos de outros países", afirmou o presidente.

 

Percepção - Bolsonaro disse que o comportamento de Merkel e Macron durante o encontro do G-20 confirmou sua percepção de que eles não entenderam que o governo brasileiro mudou. "Esses dois em especial achavam que estava tratando com governos anteriores, que, após reuniões como essa, vinham para cá, demarcavam dezenas de áreas indígenas, demarcavam quilombolas, ampliavam área de proteção. Ou seja, dificultavam cada vez mais nosso progresso aqui no Brasil", disse.

 

Recusa - Bolsonaro lembrou ainda que recusou a proposta de Macron de participar de uma reunião com ele e o líder indígena Raoni Metuktire. "Dei-lhe um rotundo não", disse. "Não reconheço o Raoni como autoridade. Ele é um cidadão, como outro qualquer, que nós devemos respeito e consideração. Mas [para] estar ao meu lado para tomarmos uma decisão pelo nosso Brasil, ele não é autoridade", destacou.

 

Convite - O presidente disse ainda que convidou Macron e Merkel para sobrevoarem a Amazônia e reclamou ainda que ao passar pela Europa não avistou nenhuma floresta. "Se encontrassem no espaço entre Boa Vista e Manaus um quilômetro quadrado de desmatamento, eu concordaria com eles", disse. "Eu sobrevoei a Europa duas vezes e também lhes disse que não encontrei 1 km2 de floresta naquela região".

 

Conceito ruim - Bolsonaro afirmou também que por décadas, "com a conivência com chefes de Estado", o Brasil acabou criando um "péssimo conceito de ambiente lá fora". E destacou que a Alemanha "não vai cumprir Acordo de Paris no tocante a energia fóssil". C"O Brasil tem tudo para cumprir quase tudo o que está lá e o que for possível nós faremos", disse.

 

Bom senso - Aos parlamentares ruralistas Bolsonaro lembrou que desde a campanha dava importância ao segmento, citou que quis fundir o Ministério do Meio Ambiente ao da Agricultura. Mas afirmou que mesmo mantendo duas pastas houve "bom senso" na escolha de Ricardo Salles para comandar o Meio Ambiente. "Tivemos aqui a oportunidade e o bom senso de escolher um ministro que casa a questão ambiental e o desenvolvimento", disse. (Valor Econômico)


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