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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4611 | 04 de Julho de 2019

DIA INTERNACIONAL I: Investir para gerar emprego digno, a contribuição social e econômica das cooperativas paranaenses

Em todo o mundo, o Dia Internacional do Cooperativismo é comemorado no primeiro sábado do mês de julho. Dessa forma, neste ano, cooperativas de diversas partes do planeta estarão, neste sábado (06/07), celebrando a data, instituída oficialmente pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) em 1994, com o propósito de promover a confraternização de todos os povos ligados ao setor. Desta vez, o tema escolhido pela ACI para marcar a passagem do Dia Internacional é “Cooperativas em prol do trabalho decente”. Em sua mensagem, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, destaca que: “Em sintonia com a reflexão que o tema promove, o cooperativismo paranaense demonstra sua força e importância econômica e social para o Paraná e o Brasil. Neste ano, as 215 cooperativas paranaenses superaram a marca histórica de 100 mil empregos diretos gerados”. Veja abaixo a mensagem na íntegra.

dia internacional 04 07 2019

 MENSAGEM DO PRESIDENTE DO SISTEMA OCEPAR

 97º Dia Internacional do Cooperativismo (*) 

 

Investir para gerar emprego digno, a contribuição social e econômica das cooperativas paranaenses

 

Por José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar

“Cooperativas em prol do trabalho decente”. Este é o tema do Dia Internacional do Cooperativismo 2019, divulgado pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI). No entendimento da entidade, as cooperativas são empresas centradas nas pessoas e se caracterizam pela autogestão e o controle democrático, priorizando o desenvolvimento humano e a justiça social, gerando empregos e promovendo o trabalho em condições dignas em todos os ramos econômicos em que atuam. Há 97 anos a ACI celebra o dia do cooperativismo, definindo a cada edição um tema de reflexão aos cooperativistas.

No mundo, o cooperativismo gera 280 milhões de empregos, o que equivale a 10% dos postos de trabalho existentes no globo. Empregos que não se concentram apenas em grandes centros, mas se disseminam tanto em áreas urbanas quanto rurais. O tema proposto pela ACI pretende destacar a relevância das cooperativas em assegurar condições dignas de trabalho num contexto mundial de precarização e desigualdade. Outro aspecto da escolha é apoiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), que visam impulsionar a inclusão e a dignidade no trabalho.

Em sintonia com a reflexão que o tema promove, o cooperativismo paranaense demonstra sua força e importância econômica e social para o Paraná e o Brasil. Neste ano, as 215 cooperativas paranaenses superaram a marca histórica de 100 mil empregos diretos gerados. Anualmente, as cooperativas paranaenses destinam R$ 2 bilhões para seus funcionários, incluindo salários, benefícios, FGTS, INSS e outros encargos. Além de contribuir para ampliar o consumo dos setores do comércio e serviços, esses recursos, muitas vezes, se materializam na conquista da casa própria, na garantia de estudo para os filhos, enfim, na chance de uma vida com mais qualidade e conforto.

O objetivo primordial do cooperativismo é potencializar os negócios de seus cooperados. As pessoas se unem em cooperativas para ganhar escala, ter acesso a novas tecnologias, capacitação, serviços e mercados, num modelo sustentável que aumenta a competitividade e as chances de crescimento. Nos últimos cinco anos, no Paraná, o setor investiu R$ 11,2 bilhões, a maior parte dos recursos destinados à melhoria da atividade produtiva, industrialização, logística de armazenagem e estruturas de serviços e modernização tecnológica. Neste ano de 2019, a previsão dos investimentos das cooperativas paranaenses é de R$ 2,14 bilhões, nas indústrias de carnes e lácteos (pecuária), processamento de grãos (agrícola), armazenagem e serviços estratégicos.

A consequência direta destes investimentos será a multiplicação dos postos de trabalho. Em dez anos, o número de funcionários das cooperativas paranaenses quase dobrou, com 49.390 pessoas contratadas no período, gerando atualmente 101.228 empregos diretos, com carteira assinada. Ao criar postos de trabalho e potencializar os negócios de seus associados, origina-se um círculo virtuoso de desenvolvimento social, com consequências positivas para a economia, num processo de interiorização dos investimentos. Na outra ponta, as atividades constantes de capacitação proporcionadas pelo Sescoop/PR aprimoraram tanto profissionais operacionais, quanto gestores e dirigentes, aperfeiçoando mecanismos de governança e planejamento.

Essa é a receita do cooperativismo para o crescimento e a geração de renda e empregos, mesmo num período de crise e desemprego. O tema do Dia Internacional do Cooperativismo é adequado ao momento que vivemos, e deve ser objeto de reflexão neste 06 de julho. A geração de empregos dignos e os investimentos constantes em qualificação de seus funcionários, são importantes contribuições sociais do cooperativismo, algo que nos diferencia e deve ser destacado e divulgado, com orgulho, por todos os cooperativistas paranaenses e brasileiros.

(*) Embora a data oficial tenha sido criada em 1994, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) celebrou pela primeira vez o Dia Internacional em 1923, instituindo a data com o objetivo de comemorar, no primeiro sábado de julho de cada ano, a confraternização de todos os povos ligados ao cooperativismo.

 

 

DIA INTERNACIONAL II: Reunião comemorativa é realizada no Palácio Iguaçu

Para comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo, data mundialmente celebrada no primeiro sábado de julho, o Sistema Ocepar realizou sua reunião mensal de diretoria, nesta quinta-feira (04/07), excepcionalmente no Palácio Iguaçu, em Curitiba, sede do Governo do Estado do Paraná. “Nós temos total diálogo com o atual governo, participamos de projetos em conjunto, apresentamos nossas reivindicações sempre que é necessário. Então, a reunião de hoje foi um encontro comemorativo ao 97º Dia Internacional do Cooperativismo, em que pudemos apresentar ao governo o que o cooperativismo do Paraná representa para a economia do estado”, disse o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Presenças – Participaram da reunião, o governador Carlos Massa Ratinho Júnior, o vice-governador Darci Piana, os secretários estaduais Norberto Ortigara (Agricultura), Sandro Alex (Infraestrutura) e  Valdemar Bernardo Jorge (Planejamento), o deputado estadual Marcel Micheletto, o diretor da Agência Paraná Desenvolvimento (APD), José Eduardo Bekin, o presidente o Conselho de Administração do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley, e o diretor do banco, Luiz Carlos Borges da Silveira. Também estiveram presentes os superintendentes Leonardo Boesche (Sescoop/PR), Nelson Costa (Fecoopar) e Robson Mafioletti (Ocepar), gerentes e coordenadores da organização. 

Empregos – Além de indicadores com a evolução de receitas, número de cooperados, capacidade de armazenagem, exportações, entre outros dados do setor, na ocasião o presidente da Ocepar destacou a capacidade de geração de empregos das cooperativas paranaenses. “Atingimos a marca de 101 mil empregos com carteira assinada no Paraná, sem mencionar que milhões de oportunidades de trabalho são geradas por conta da atuação das cooperativas. Nós, como setor organizado, temos um compromisso com o desenvolvimento o Paraná.  Então, essa interação com o governo do estado é muito importante”, frisou Ricken. O trabalho que o Paraná vem desenvolvendo para conquistar o status de área livre de febre aftosa sem vacinação, demanda de investimentos e créditos tributários, também foram assuntos tratados durante a reunião.

Infraestrutura – Os projetos para resolver os gargalos de infraestrutura foram tratados pelo governador Ratinho Júnior e também pelo secretário Sandro Alex. “Faremos o maior leilão de concessões do Brasil e precisamos que vocês nos ajudem a divulgar isso porque, quando mais concorrentes, melhores são as chances de conseguirmos preços mais baixos”, disse Ratinho Júnior. Segundo ele, a proposta é solucionar questões críticas, como a PR 280, no sudoeste do estado, e PR 151, entre Jaguariaíva e Sengés, e modernizar a infraestrutura já existente. “Por isso, incluímos na proposta de concessão quatro aeroportos - Afonso Pena, Bacacheri e Foz do Iguaçu – além da construção de um segundo anel de integração. Queremos transformar o Paraná num grande corredor logístico”, disse.

Aprovação – Ratinho Júnior elogiou a iniciativa da Ocepar em realizar sua reunião mensal no Palácio Iguaçu, pela oportunidade de interação e aproximação com o governo. “É muito oportuno podermos sentar à mesa e colocar aquilo que o governo está fazendo e também ouvir de vocês, demandas e sugestões. Então, proponho aqui que reuniões como a de hoje aconteçam com mais frequência”, afirmou.

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COMUNICAÇÃO: Sistema Ocepar lança aplicativo Paraná Cooperativo

comunicacao 04 07 2019A partir de agora, será possível acessar as notícias, áudios, vídeos, revistas e indicadores econômicos do cooperativismo paranaense disponíveis no site do Sistema Ocepar (www.paranacooperativo.coop.br) de uma forma mais cômoda, intuitiva e imediata. Foi lançado o aplicativo Paraná Cooperativo, na manhã desta quinta-feira (04/07), durante reunião ocorrida entre a diretoria da entidade e o governador Ratinho Junior, no Palácio Iguaçu, em Curitiba, em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado neste ano no dia 06 de julho. 

Apresentação - A apresentação foi realizada pelo coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, que lembrou que o desenvolvimento do aplicativo faz parte de projetos de inovação. “É uma mistura de novação e experiência. Inovador por ser um aplicativo que vem digitalizar nossos conteúdos, contribuindo para o rápido acesso, unindo a experiência dos 48 anos de atuação do Sistema Ocepar. Este app surgiu por meio do programa de inovação interna, onde colaboradores apresentaram sugestões para o desenvolvimento desta ferramenta, que agilizará o acesso das pessoas a num conteúdo personalizado em tempo real”, frisou. 

Principais fatos - Por meio do aplicativo, será possível ficar por dentro dos principais fatos sobre o setor. São fontes e conteúdo de qualidade, com cobertura dos principais eventos, de forma rápida no celular – tudo produzido pelo Sistema Ocepar.

Temas - Além de ficar bem informado sobre o cooperativismo paranaense, o leitor também terá acesso a notícias de outras áreas que impactam o setor, como agronegócio, infraestrutura, economia, política, legislação, meio ambiente, saúde, tecnologia, entre outras.

Categorias - Há ainda a possibilidade de personalizar os temas de interesse, com a escolha das categorias de sua preferência.

Indicadores - O aplicativo também permite pesquisar os indicadores econômicos das cooperativas do Paraná, gerados em tempo real pela área de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR.

Sem custo - O acesso às informações é gratuito e sem necessidade de assinatura.

QR Code - O aplicativo Paraná Cooperativo está disponível para os sistemas operacionais Android e iOS. Por meio do QR Code publicado no folder abaixo, é possível acessar as lojas da Google e da Apple para baixá-lo.

 

comunicacao folder 04 07 2019

PRÊMIO IMPAR: Cooperativas entre as marcas preferidas do público curitibano

 

premio impar 04 07 2019A 10ª edição do Prêmio Impar, realizada pelo Grupo RIC em parceria com o Ibope Inteligência, aconteceu na noite da última quinta-feira (27/06), durante jantar de entrega dos certificados de reconhecimento. Entre as marcas preferidas pela população curitibana, se destacaram as cooperativas Coamo (35,42%), como cooperativa agropecuária, Sicredi (36,51%), cooperativa de crédito e Unimed Curitiba (52,78%), como plano de saúde. O coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho recebeu a menção em nome da cooperativa Coamo. Além de Curitiba, este levantamento do Ibope Inteligência foi realizado nas cidades de Londrina, onde a Cativa foi a primeira colocada, Maringá a Cocamar, Toledo a Primato e Cascavel a Coopavel, entre as mais lembradas. No quesito de cooperativas de crédito e plano de saúde, em todas as regiões, o Sicredi e a Unimed ficaram com os primeiros lugares, respectivamente.

 

Pesquisa - A premiação é resultado de uma ampla pesquisa que se realiza em todas as regiões do Estado para melhor entender a nuvem imaginária da mente do consumidor paranaense. O Prêmio Impar revela o valor intangível de uma marca. Além do Ibope Inteligência, com seu trabalho minucioso e excelência em pesquisa, a pesquisa conta com patrocinadores que acreditam e incentivam este projeto. “O Impar utiliza um critério único desenvolvido pelo IBOPE Inteligência para descobrir seus vencedores e não se limita apenas à lembrança, mas sim, à preferência de consumo do público. A premiação nos ajuda a dimensionar o valor intangível de uma marca, e uma grande marca merece ser reconhecida”, avalia o presidente do Grupo RIC, Leonardo Petrelli.

 

Presenças - Além do presidente do Grupo RIC, Leonardo Petrelli, prestigiaram o evento, o vice-governador Darci Piana; o presidente da assembleia legislativa do Paraná (Alep), Ademar Traiano; o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo; presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Gláucio José Geara; presidente da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB-PR), Eduardo Jaime Martins.

 

Os vencedores - As marcas não apenas lembradas, mas preferidas pelo público local, em 26 categorias por ordem alfabética foram:

Banco: Caixa Econômica Federal

Clínica Odontológica: Odonto Excellence

Colégio Particular: Bom Jesus

Construtora de Imóveis: Thá

Cooperativa de Agronegócio: Coamo

Cooperativa de Crédito: Sicredi

Ensino à Distância: Uninter

Ensino de Capacitação Faculdade: Senai

Universidade Particular: PUCPR

Farmácia: Nissei

Hotel: Bourbon

Imobiliária: Apolar Imóveis

Joalheria: Prata Fina

Ótica: Ponto de Visão

Loja de Calçados: Andaraki

Loja de Material de Construção: Balaroti

Loja de Móveis e Decoração: Aliança e Móveis Campo Largo

Loja de Tintas: Verginia

Operadora de Telefonia: TIM

Perfume e Cosméticos Regionais: O Boticário

Plano de Saúde: Unimed Curitiba

Restaurante: Madalosso

Revenda de Automóveis: Servopa e CCV

Revenda de Moto: Cabral Motos

Shopping Center: Shopping Palladium

Supermercado: Condor

PREVIDÊNCIA: Relator apresenta complementação de voto

O deputado Samuel Moreira (SP), relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência, apresentou uma complementação de voto na terça-feira (02/07), na Comissão Especial na Câmara dos Deputados. Antes de seguir para análise do Plenário, o novo texto do relator ainda precisa ser votado na comissão. A expectativa é de que isso ocorra antes do recesso parlamentar que começa no dia 18 de julho. Depois de ser aprovado pela Câmara, o texto segue para análise do Senado.

Pontos de destaque - No novo documento apresentado, alguns pontos que envolvem as cooperativas e seus cooperados merecem destaque. São eles:

- CSLL PARA COOPERATIVAS DE CRÉDITO: o relator retornou alíquota de 17% de CSLL para as cooperativas de crédito. As demais instituições financeiras terão alíquota de 20%. Nas palavras do relator, deputado Samuel Moreira (SP), “A intenção do substitutivo em relação às alíquotas de CSLL das instituições financeiras sempre foi a de retomar aquelas vigentes em 2018. Para alcançar este objetivo, introduzimos, no art. 33, a alíquota de 17% aplicável às cooperativas de crédito, além de corrigir erro de remissão do qual resultava referência indevida às bolsas de valores”.

- APOSENTADORIA RURAL: O relatório manteve as regras atuais para quem exerce atividade econômica familiar, incluindo trabalhadores rurais, garimpeiros e pescadores artesanais. Ou seja, a idade mínima deve permanecer em 55 anos para mulheres e 60 para homens - contudo, eles deverão contribuir por 20 anos, ao invés dos 15, previstos na regra atual. No caso das mulheres, o tempo de contribuição não sofre alterações. Essas considerações também valem para os casos de segurados especiais.

Idade mínima - A proposta do governo previa idade mínima de 60 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com 20 anos de tempo de contribuição parta ambos os sexos.

- EXPORTAÇÕES: O relatório acaba com a imunidade tributária para exportações no caso dos setores que participam da desoneração da folha. No caso das cooperativas os segmentos afetados são aves, suínos, álcool e açúcar. Segundo o Art. 149, §2º, inciso I da Constituição Federal, é vedada a cobrança de impostos de todas as naturezas, a fim de estimular a venda de produtos brasileiros fora do país.

Produtos - De acordo com o relatório do deputado Samuel Moreira (SP), relator da PEC da reforma da Previdência, as empresas e cooperativas que exportam produtos como carnes de aves e suínos e, também, as do setor sucroalcooleiro deverão recolher a Previdência para seus funcionários e a incidência não seria sobre a folha de pagamentos, mas sobre a receita das operações de comércio exterior.

Manutenção de direitos - A OCB entende que o processo de desenvolvimento do nosso país demanda mudanças e aperfeiçoamentos graduais e constantes nas políticas públicas, especialmente em relação ao seu financiamento. Para ter sucesso, tais alterações precisam garantir competitividade ao setor produtivo, com segurança jurídica e condições favoráveis aos investimentos. Ao mesmo tempo, é preciso garantir a manutenção dos direitos sociais conquistados na Constituição e dar sustentabilidade e credibilidade ao nosso sistema previdenciário.

Realidade - Assim, a OCB defende a aprovação da Reforma da Previdência, levando em consideração a realidade dos cooperados e cooperativas brasileiras e a importância social e econômica desse setor para o Brasil. Dessa forma, será possível estabilizar as contas públicas e estimular o retorno da confiança no crescimento econômico brasileiro e permitiremos que o cooperativismo continue contribuindo com a geração de renda e emprego em nosso país. (Informe OCB)

PUBLICAÇÃO: OCB lança Anuário do Cooperativismo

publicacao destaque 04 07 2019Nesta quinta-feira (04/07), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) lançou o Anuário do Cooperativismo Brasileiro – 2019, durante uma sessão solene em homenagem aos 50 anos da entidade. O evento ocorreu de manhã no plenário do Senado Federal. O anuário reúne informações socioeconômicas que mostram a contribuição das cooperativas para a economia do país entre os anos de 2010 e 2018. Dentre os grandes destaques a serem apresentados estão indicadores como empregabilidade, ingresso de cooperados e faturamento das cooperativas.

Presenças - A solenidade contou com a presença de Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB, do deputado Evair de Melo, presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e de outros integrantes da bancada cooperativista no Congresso.

Dia Internacional - A sessão solene também marcou a comemoração do 97º Dia Internacional do Cooperativismo e, ainda, os 10 anos do Dia de Cooperar (Dia C), ambos celebrados no dia 6 de julho. Vale destacar que o Dia C é um grande movimento nacional de estímulo às iniciativas voluntárias, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, e que fazem parte da agenda estratégica do cooperativismo brasileiro. (Informe OCB)

 Clique aqui para conferir o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2019

 

DIA C I: Ação social beneficia crianças da Vila Zumbi, em Curitiba

 

dia c I 04 07 2019Consciente de sua responsabilidade social com o agente transformador da sociedade, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados, realiza nesta sexta-feira (05/06), uma ação voluntária no projeto Educa - iniciativa ligada ao ABC Vida (Associação Beneficente Curitibana), que oferece diversas atividades no contraturno escolar para cerca de 70 crianças da Vila Zumbi, em Curitiba (PR).  

 

Pintura e horta - Durante a ação, colaboradores voluntários da Central Sicredi PR/SP/RJ trabalharão para a pintura de quatro salas da instituição e ajudarão na construção de uma horta. Os participantes também irão ministrar uma oficina de educação financeira voltada para as crianças, que contará com a “ajuda” dos gibis especiais da Turma da Mônica sobre orçamento doméstico e a importância de poupar.

 

Dia C - A iniciativa integra as ações em comemoração ao Dia de Cooperar, também conhecido como Dia C - celebrado no dia 6 de julho. Com o slogan “Atitudes simples movem o mundo”, a data tem o apoio do Sistema OCB e faz parte das celebrações do Dia Internacional do Cooperativismo, cujo objetivo é colocar em prática valores e princípios cooperativistas estimulando iniciativas voluntárias em todo o Brasil.

 

ODS - Além da participação no Dia C, o Sicredi desenvolve uma série de ações diretamente ligadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas para um mundo melhor. A instituição atende a 13 das 17 metas estabelecidas pela ONU, reafirmando o compromisso com o desenvolvimento das comunidades onde as cooperativas atuam. 

 

Ciclo virtuoso - “Trabalhamos com o propósito de promover o ciclo virtuoso nas comunidades e fazemos isso valorizando o coletivo. As ações do Dia C são uma oportunidade de exercitarmos ainda mais o voluntariado com o objetivo de promover a paz e fazer um mundo cada vez melhor, mais ético e colaborativo”, destaca o presidente nacional do Sistema Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

DIA C II: Voluntariado transforma escola de Palotina

 

A Escola Municipal Celino Rocha de Araújo, localizada no Bairro Cohapar, em Palotina (PR), foi beneficiada com uma ação social alusiva ao Dia C (Dia de Cooperar). Durante dois finais de semana, de forma voluntária, funcionários e associados das cooperativas C.Vale, Sicredi, Cotriguaçu, Unimed, Uniprime, Sicoob e Cerpa, se juntaram a empresários, pintores, servidores do município e da UFPR, pais de alunos e integrantes da Associação de Senhoras de Rotarianos para revitalizar a escola. O local foi totalmente transformado. Foram feitas pinturas dos muros, paredes, quadras, bancos, reparos nas mesas e parquinhos e construção de novos espaços para recreação. A Escola Municipal Celino Rocha de Araújo fica em estrutura anexa ao Colégio Estadual Domingos Francisco Zardo. Assim, alunos do ensino fundamental e médio também poderão usufruir das melhorias.

 

Solenidade - Na tarde desta sexta-feira (05/07), às 15h, diretores das cooperativas e lideranças da comunidade farão a entrega simbólica das melhorias às direções das instituições de ensino.

 

Sobre o Dia C - O Dia C é uma promoção do Sistema OCB, em parceria com a Ocepar, em comemoração do Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado anualmente do primeiro sábado do mês de julho. As iniciativas do movimento estão alinhadas aos Dezessete Objetivos do Desenvolvimento Sustentável propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). (Imprensa C.Vale)

 

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DIA C III: Sicredi Fronteiras PR/SC/SP apoia o 1º Pedal Cooperativo em Capanema

dia c III 04 07 2019Beneficiar a comunidade e contribuir com um mundo melhor por meio de uma enorme corrente do bem. Esse é o objetivo do Dia C, o Dia de Cooperar. As ações são promovidas pelo OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e têm apoio de diversas cooperativas do Brasil, inclusive da Sicredi Fronteiras. A cooperativa participa do Dia C desde o ano de 2015. Uma das ações que contemplam o dia C, cujo lema é “Atitudes simples movem o mundo”, será o 1º Pedal da Cooperação.

Por que o Pedal? - Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são um apelo universal da Organização das Nações Unidas à ação para acabar com a pobreza, proteger o planeta e assegurar que todas as pessoas tenham paz e prosperidade. O Pedal Cooperativo vem com o intuito de seguir quatro, dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável.

1- Erradicação da pobreza: o valor da inscrição do Pedal Cooperativo é 1 kg de alimento não perecível, que será doado para ONGS e famílias carentes.

2- Comunidades e cidades sustentáveis: O percurso realizado pelo Pedal, será repleto de pontos turísticos, rios e montanhas. O participante irá ter outra visão do município onde vive, o que provavelmente lhes trará o desejo de ajudar na preservação do mesmo.

3- Energia sustentável e limpa: Desejamos incitar, além da prática de exercícios físicos, a utilização de um meio de transporte não poluente, como por exemplo, a bicicleta, que possui baixo custo de manutenção e diminui o fluxo de veículos nas cidades.

4- Parceria em prol das metas: O evento é promovido pela Frimesa, Coagro, Beto Bike Cresol, Sicoob e Sicredi. Todas estas entidades se uniram para um bem comum, ajudar àqueles que mais precisam. Por isso, usamos da intercooperatividade para cooperar com a comunidade onde estamos inseridos.

Data - O evento ocorrerá no dia 6 de julho, com largada às 14h, na rua coberta da Praça Municipal, em Capanema (PR). As primeiras 120 inscrições receberão uma camiseta. Para se inscrever, basta levar 1 kg de alimento não perecível à Frimesa, Coagro, Beto Bike Cresol, Sicoob e Sicredi e retirar a ficha de inscrição.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI/BOM JESUS: Cooperativas fecham acordo com seguradora agrícola

 

Várias intempéries podem prejudicar o desenvolvimento das culturas durante o período de uma safra. O manejo é um dos pontos que pode ser controlado pelos agricultores em busca do aumento da produtividade, já que o clima não é controlável e pode resultar em maiores produtividades ou prejudicar de maneira direta o desenvolvimento das culturas.

 

Parceria - Nesse contexto, a Sicredi Integração PR/SC e a Cooperativa Bom Jesus fecharam uma parceria com a Sancor Seguros para amenizar os fatores de risco do período agrícola. O seguro é contratado diretamente nas agências Sicredi na área de abrangência da cooperativa. Para o engenheiro agrônomo da área Comercial Agronegócios da Sancor Seguros João Luiz Szimanski, o produto é “mais um insumo na lavoura” e pode auxiliar a tomada de decisão em períodos críticos.

 

Beneficiados - Para o presidente da Cooperativa Bom Jesus e da Sicredi Integração PR/SC, Luiz Roberto Baggio, os associados serão beneficiados pela parceria. “Nós conseguimos reduzir o prêmio do seguro agrícola para os associados Sicredi Integração PR/SC e Bom Jesus em mais de 50%. Ao invés de ele ter um custo de seguro agrícola sem a subvenção em torno de 8%, ele terá 4,6%. Se ele tiver a subvenção do prêmio, o custo do seguro para os cooperados vai baixar de 4,6% para em torno de 3%. Muito viável”, explica Baggio.

 

Riscos cobertos - O associado da cooperativa tem diversos riscos cobertos: incêndio e raio; tromba d’agua; ventos fortes; ventos frios; granizo; chuvas excessivas; seca; geada; variação excessiva de temperatura; e, como diferencial, são ainda garantidas pela cobertura básica as despesas efetuadas com o replantio da área segurada e sinistrada até 20% do limite máximo de indenização.

 

Requisitos - Para isso, há alguns requisitos a serem cumpridos: (1) o dano à cultura segurada deve ocorrer em uma área superior a 20% do total segurado; (2) provocados exclusivamente por tromba d'água, granizo, chuva excessiva e incêndio. No caso de não-emergência/replantio incluso, (1) os danos devem ser provocados exclusivamente por tromba d'água, granizo, chuva excessiva e incêndio; (2) a necessidade de replantio ser superior a 20% da unidade segurada.

 

Quem é a Sancor? - É um Grupo Segurador que tem sua sede na Argentina. Hoje, expande sua atuação pela América, levando a experiência e os valores que nos consagraram como a maior e mais importante seguradora no país de origem. A preocupação e compromisso da Sancor Seguros é satisfazer as necessidades de um mercado promissor.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Agência é inaugurada na Vila Morangueira, em Maringá, nesta sexta

 

sicredi uniao 04 07 2019O plano de expansão da Sicredi União PR/SP segue a todo vapor. Somente em Maringá (PR) foram duas inaugurações em junho e nesta sexta-feira (05/07), às 19 horas, será ativada a oitava agência no município. Desta vez, o bairro escolhido foi a Vila Morangueira, com ponto de atendimento instalado na avenida Pedro Taques, 1538. Para a ocasião são esperadas cerca de 200 pessoas, entre diretores da cooperativa, associados e autoridades municipais convidadas.

 

Alcance - O gerente da agência Maringá Pedro Taques, Carlos Henrique Cavalheiro, destaca que a agência fica a uma quadra do Jardim Alvorada e, por isso, a ideia é que o atendimento alcance os dois bairros. “É uma região histórica, com grande área residencial e comércio forte, diversificado e independente. Nossa expectativa é tornar a Sicredi União cada vez mais relevante nessas localidades, regionalizando o atendimento para estarmos mais próximos da população e dos associados”, enfatiza.

 

Agente transformador - Para atender a comunidade, Cavalheiro ressalta que a Sicredi União PR/SP não só disponibiliza produtos e serviços com custos operacionais mais baixos do que o mercado, mas também atua como agente transformador por promover educação financeira. “Há ainda os programas sociais, que é outra forma de contribuir com o desenvolvimento socioeconômico e, com certeza, vamos levar v árias iniciativas da cooperativa para os bairros”, garante.

 

Contas - A agência Pedro Taques inicia operação com cerca de 350 contas, entre pessoas físicas e jurídicas, graças ao trabalho iniciado em maio. Em relação à mobília e decoração, o gerente adianta que a agência segue o novo padrão de leiaute da Sicredi União PR/SP, com design moderno, ambientes aconchegantes, e disposição interna que garante fluxos mais rápidos.

 

Mais uma - Até o final do ano, a Sicredi União PR/SP vai inaugurar mais uma agência em Maringá, na avenida Kakogawa. Além da agência Maringá Pedro Taques, a cidade conta com outras sete agências em operação: Maringá Cocamar, Maringá Tuiuti, Maringá Velho, Maringá Cerro Azul, Maringá Centro, Maringá Mandacaru e Maringá Vila Operária.

 

Plano de expansão - Ao todo, o plano de expansão da Sicredi União PR/SP prevê inaugurar 25 agências até o final de 2019, sendo 14 em São Paulo e 11 no Paraná. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

CRESOL: Certificada pela GPTW como um Excelente Lugar para Trabalhar

 

cresol 04 07 2019A Cresol, uma das maiores instituições financeiras cooperativas do país, foi certificada no último mês de junho pelo Great Place to Work (GPTW) como um excelente lugar para trabalhar.

 

Pesquisa - De acordo com a metodologia da GPTW – empresa global de pesquisa, para se certificar, 70% dos colaboradores da empresa precisam responder uma pesquisa de clima organizacional, por meio de uma ferramenta online que faz a medição de forma prática da percepção dos funcionários em relação à empresa e, desses, 70% precisam afirmar que possuem um excelente ambiente de trabalho.

 

Pessoas no centro da estratégia - A Cresol foi certificada porque acredita que as pessoas são o centro da estratégia. “Em uma empresa com colaboradores satisfeitos e motivados o nível de trabalho prestado aos nossos cooperados aumenta. Essa certificação demonstra que estamos no caminho certo, acreditando e valorizando nossos profissionais que são a base para a excelência da instituição”, destacou o superintendente da Cresol, Adriano Michelon.

 

O Sistema - O Sistema Cresol nasceu há 24 anos em Francisco Beltrão, interior do Paraná, e hoje possui mais de 1800 colaboradores que atum em dez estados brasileiros. Sempre aprimorando o ambiente de trabalho dos seus profissionais, seja na central, sedes administrativas ou nas agências, a Cresol prioriza um espaço que promova bem-estar aos colaboradores.

 

Formação - Muito além do espaço físico, a cooperativa se preocupa com a formação e incentiva a capacitação, com cursos presenciais e a distância por meio da plataforma Cresol Ead, além de contar com diversos benefícios aos colaboradores.

 

Começo - A certificação como excelente lugar para trabalhar e só o começo, outras ações serão realizadas ainda este ano para que a Cresol seja reconhecida como uma instituição que se preocupa com seus colaboradores, assim como com seus cooperados. (Imprensa Cresol)

SICOOB MÉDIO OESTE: Colaboradores recebem treinamento sobre excelência no atendimento

 

sicoob medio oeste 04 07 2019Buscando a excelência no atendimento, o Sicoob Médio Oeste promoveu um treinamento sobre o assunto para um grupo composto por 35 colaboradores das agências da cooperativa. A capacitação ocorreu nos dias 25 e 26 de junho, em Assis Chateaubriand e foi ministrada pelo professor Rodrigo Bastos Monteiro.

 

Ferramentas - O curso trouxe informações importantes sobre as ferramentas de atendimento e teve como objetivos promover a troca de conhecimento entre os participantes e também agilizar os processos realizados na cooperativa.

 

Impacto - Segundo a colaboradora Sandra Passoni, o treinamento teve um importante impacto, já que com os ensinamentos aprendidos ela poderá se atentar a detalhes que antes não julgava importante. “Priorizar as necessidades de cada cooperado faz o brotar o sentimento de pertencimento, isso é bom para todos”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

COCAMAR: Reuniões semestrais com cooperados iniciam nesta quinta

 

cocamar 04 07 2019Prestar contas do desempenho da Cocamar no primeiro semestre, apresentar projeções para o restante do ano e dialogar diretamente com os cooperados para ouvir comentários, sugestões e esclarecer eventuais dúvidas. 

 

Ciclo de reuniões - Com essa finalidade, dirigentes da cooperativa iniciam nesta quinta-feira (04/07) um ciclo de reuniões com os produtores em suas unidades de atendimento, espalhadas por cidades dos Estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. 

 

Governança - Os encontros fazem parte da governança da cooperativa, que estabelece transparência no relacionamento com os cooperados, realizados sempre ao término de cada semestre. Serão 51, no total, até o dia 15 deste mês. 

 

Municípios - Nesta quinta-feira, oito municípios serão visitados. Às 8h, a programação inicia por Doutor Camargo e Paranavaí e, às 10h, em Jussara, Paraíso do Norte e Iporã, encerrando às 16h em Japurá, Floraí e Altônia. (Imprensa Cocamar)  

MERCOSUL-UE: Acordo vai aumentar a competitividade da agricultura brasileira, diz ministra

 

mercosul ue 04 07 2019O acordo entre o Mercosul e a União Europeia vai modernizar e aumentar a competitividade da agricultura brasileira, avaliou a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) nesta quarta-feira (03/07). Em entrevista à imprensa, ela afirmou que o acordo irá permitir que os produtos do país se tornem mais atraentes e alcancem um mercado de aproximadamente 700 milhões de pessoas.

 

Igualdade de condições - "Vai trazer para o Brasil uma busca de mais qualidade e competitividade para acessar esse mercado, que é um mercado acessado por países como Canadá, Coreia. O Brasil vai estar em igualdade de condições", disse a ministra. 

 

Pequenos e médios - Além de tornar as exportações para a União Europeia mais acessíveis para os grandes produtores, a ministra afirmou que a intenção do governo com a parceria é colocar os pequenos e médios produtores num patamar para que eles possam atingir esse mercado. "Nós vamos trazer essa possibilidade para esses produtos agrícolas que já são muito competitivos dentro da porteira". 

 

Principais pontos - Durante a entrevista, a ministra ainda esclareceu os principais pontos do acordo, como o princípio da precaução, os prazos para ele entrar em vigor e as cotas com as quantidades de produtos alguns produtos agrícolas que poderão ter benefícios fiscais ao serem vendidos ao bloco europeu.

 

Novos acordos - Ela também lembrou que a parceria poderá abrir caminho para novos acordos comerciais do Brasil, lembrando que há quatro acordos em vista que podem ser fechados nos próximos anos: com Associação Europeia de Livre Comércio, Canadá, Coreia do Sul e Cingapura

 

França - A ministra avaliou que a resistência da França ao acordo Mercosul-UE revela que os produtores daquele país "estão temendo a nossa competitividade". "Para os brasileiros é muito bom, mostra que estão temendo nossa entrada no mercado”, afirmou. Para Tereza Cristina, a reação é "normal e esperada". "Assim como nós vamos ter que fazer alguma adaptação, eles também terão que fazer".

 

Princípio da precaução - O secretário de Comércio e Relações Internacionais, Orlando Ribeiro, explicou a inclusão do princípio da precaução acordo. Segundo ele, esse era um elemento central para que o acordo fosse assinado. “A gente manteve a expressão mas encapsulou completamente qualquer possibilidade de uso do princípio contra o Brasil. Nós buscamos garantias para evitar ou reduzir o risco desse abuso que justificassem barreiras ao comércio”, disse.

 

Meio ambiente - Ele também explicou que princípio não consta do capítulo fitossanitário, apenas no capítulo sobre meio ambiente e sustentabilidade. “Isso já tira qualquer possibilidade de aplicação do princípio da precaução para temas sanitários”, disse.

 

Garantias - “Nós colocamos várias garantias para que isso não fosse usado politicamente”, disse a ministra, lembrando que o princípio da precaução é um ponto que a União Europeia coloca como base nos seus acordos. 

 

Prova - O secretário explicou que, em teoria, o princípio da precaução permite que um país rejeite a importação de um produto alegando que ele faz mal à saúde humana e quem tem que provar o contrário é o país exportador. “Se a gente aceitasse na acepção original, toda vez que fôssemos exportar os europeus poderiam dizer que não queriam importar um produto porque acham que faz mal à saúde”.

 

Cláusulas expressas - No entanto, foram incluídas nas negociações cláusulas expressas para evitar restrições arbitrárias. Assim, no acordo Mercosul-União Europeia, haverá a necessidade de basear as medidas em evidências cientificas. Caso essas evidências sejam inconclusivas, a aplicação do dispositivo ficou restrita a situações que ocorram no território da parte que aplica a medida, que deverá também assumir o ônus da prova.

 

Alíquotas - O secretário Orlando Ribeiro lembrou que, com o acordo, 82% das exportações agrícolas brasileiras ficarão com tarifa zero em dez anos. “O acordo cobre 99% das exportações. Ficou o mínimo com cotas e essas cotas são bastante generosas. Arroz, por exemplo, ficou com uma cota de 60 mil toneladas, frango 180 mil toneladas, açúcar 180 mil toneladas. A reação do setor produtivo tem sido bastante favorável”, disse.

 

Café solúvel - A ministra também citou o caso do café solúvel e torrado, cujas tarifas serão totalmente zeradas em quatro anos. Ela lembrou que o Brasil hoje só exporta café verde, em grão, e que países como  Alemanha e Itália fazem os blends e vendem caro o produto, como café gourmet. "Café é um exemplo muito bom. Teremos alíquota de 9% e desgravação em quatro anos", explicou.

 

Frutas - Tereza Cristina destacou, ainda, que houve grandes ganhos ao Brasil na exportação de frutas, um grande potencial brasileiro, ainda pouco explorado. Ela anunciou que a uva, por exemplo, terá a tarifa eliminada assim que o acordo entrar em vigor. E abacate terá alíquota zerada em quatro anos. O Brasil também se beneficiou com cotas de açúcar, etanol e carnes, setores tradicionalmente protegidos na Europa.

 

Meio ambiente - Sobre questões envolvendo o meio ambiente, a ministra afirmou que isso não será um entrave para a execução do acordo. Ela lembrou que o Brasil tem leis ambientais como o Código Florestal que devem ser cumpridas. "Não muda nada para nós, onde a produção está, ela tem que estar legalizada. O Brasil assinou o acordo de Paris e deve cumprir todas as suas metas”, afirmou.

 

Prazos - Antes de entrar em vigor, o acordo precisa ser aprovado pelos parlamentos da União Europeia e do Mercosul. A ministra disse confiar que isso ocorra em aproximadamente dois anos. (Mapa)

SANIDADE: Ministério lança programa para prevenir o ingresso de pragas ausentes no país

 

sanidade 04 07 2019Foi publicada nesta quarta-feira (03/07), no Diário Oficial da União, a portaria n° 131, que institui o Programa Nacional de Prevenção e Vigilância de Pragas Quarentenária Ausentes (PNPV). O principal objetivo do programa é evitar o ingresso das pragas quarentenárias ausentes no país.

 

Vigilância - De acordo com a portaria, o programa também visa manter um sistema de vigilância para detectar e identificar as pragas nas áreas mais vulneráveis, além de aplicar medidas de mitigação de risco nos casos de suspeita de entrada de uma praga quarentenária ausente.

 

Planos nacionais - O programa prevê que sejam criados planos nacionais específicos de prevenção e vigilância para cada praga considerada como prioritária, a partir de critérios definidos pelo Departamento de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.

 

Livro - As 20 pragas e doenças que apresentam mais riscos para economia brasileira estão identificadas no livro “Priorização de Pragas Quarentenárias Ausentes no Brasil”. A publicação, elaborada pelo Departamento de Sanidade Vegetal em parceria com especialistas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), será lançada nesta quinta-feira (04/07) no Mapa.

 

Principal objetivo - O principal objetivo do livro é desenvolver uma metodologia para priorizar as pragas de maior potencial de dano, desenvolver planos mais robustos de prevenção e evitar os riscos de entrada de novas doenças para as plantas. A partir da priorização, a publicação quer garantir atenção especial às pragas quarentenárias para o trabalho de vigilância e barreira sanitária, pesquisa e legislação.

 

Cuidados específicos - Segundo a Coordenadora Geral de Proteção de Plantas do Mapa, Graciane Gonçalves, é importante prestar atenção às pragas que não são encontradas no Brasil, mas que requerem cuidados específicos e mais elaborados pelos riscos que trazem a saúde das plantas.

 

Merecem - “Temos as pragas presentes, sob controle oficial, e as ausentes, que não estão no Brasil, mas são de preocupação. A nossa lista de pragas quarentenárias ausentes tem quase 700 pragas, mas dentre essas, algumas merecem um trabalho mais estruturado de prevenção pelo impacto que elas podem causar, pelos riscos que têm”, explica Graciane. (Mapa)

PARANAGUÁ: Porto tem ganho operacional de 25% com novo calado

 

paranagua 04 07 2019O Porto de Paranaguá está pronto para receber navios de contêiner com maior capacidade de carga, graças à aprovação da nova profundidade em que as embarcações ficam submersas na água, no novo berço 218. O calado, como é chamado em termos náuticos, passou de 9,5 para 12,5 metros. Com isso, o porto paranaense terá um ganho operacional de 25%, flexibilizando o uso dos quatro berços exclusivos para carga conteinerizada e sobre rodas.

 

Autoridades - A aprovação do calado foi feita pelas Autoridades Marítima e Portuária. O novo berço contou ainda com a Autorização de Operação pelo Órgão Ambiental Licenciador – o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

 

Equalização - Outro avanço é a equalização das condições de navegação durante o dia e a noite, o que reduz o tempo de atracação e faz com que os usuários ganhem agilidade nas operações. Segundo o presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, as mudanças atendem às expectativas do mercado e devem movimentar a economia no Estado.

 

Impacto direto - “A ampliação do calado tem impacto direto na capacidade de embarque e reduz os custos operacionais, garantindo maior competitividade no mercado internacional. Com mais cargas movimentadas, temos mais negócios, mais empregos gerados, mais renda e maior arrecadação de impostos”, destaca Garcia.

 

Segurança - O capitão dos Portos do Paraná, capitão de mar e guerra Rogerio Antunes Machado, ressalta que processo considerou as condições de segurança da navegação. “A equalização está condicionada à eficiência dos sinais náuticos das boias de balizamento na área de manobras, à visibilidade mínima e à manutenção das restrições operacionais referentes aos canais internos e berços a serem operados”, conta.

 

Qualidade no tráfego - O membro da Diretoria da Praticagem de Paranaguá Renato Alves considera que a nova profundidade vai dar mais qualidade no tráfego das embarcações. “O calado de 12,5 metros eleva imensamente o padrão do Berço 218. Esse é o máximo permitido no canal de Paranaguá e traz muita versatilidade”.

 

Evolução - O berço 218 é administrado pela Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) e faz parte de um projeto considerado o maior investimento do setor portuário do Brasil na atualidade. A empresa investe cerca de R$ 550 milhões nas obras de ampliação da capacidade de movimentação, que deve passar dos atuais 1,5 milhão de contêineres/ano para 2,5 milhões de unidades anuais.

 

Alinhamento - O diretor institucional da TCP, Juarez Moraes e Silva, enfatiza que a liberação foi possível graças ao alinhamento entre as autoridades e operadores portuários, ao trabalho de planejamento estratégico e alinhamento entre todos os atores envolvidos. “Como resultado, a TCP e, consequentemente, o Porto de Paranaguá, entrega ainda mais capacidade operacional para os usuários e armadores. Trata-se de um berço apto a operar, se necessário, além de contêineres, também carga projeto, carga geral e veículos”, ressalta. (Agência de Notícias do Paraná)

ESOCIAL: Governo lançará mudanças nos próximos dias, diz secretário

 

esocial 04 07 2019O governo suspendeu os módulos de expansão do eSocial, disse nesta quarta-feira (03/07) o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa. Segundo ele, o governo está “ultimando” uma reforma do sistema - que consolida digitalmente informações e permite o cumprimento de obrigações tributárias, previdenciárias e trabalhistas - que será lançada nos próximos dias.

 

Reunião - Da Costa não informou data para divulgação das mudanças, mas disse que técnicos estão reunidos em caráter permanente desde ontem — está em curso uma “rave” do eSocial, brincou o secretário — e os trabalhos devem ser concluídos nesta quinta-feira (04/07).

 

Versão mais simplificada - Reportagem do Valor mostra que, enquanto o fim do eSocial apareceu na versão preliminar da MP da Liberdade Econômica, o governo trabalha para que uma versão muito mais simplificada seja colocada no lugar. O objetivo é reduzir o número de obrigações e exigências impostas aos empregadores de forma geral pelo programa. (Valor Econômico)

METEOROLOGIA: Iapar e Simepar alertam para geadas na região cafeeira

O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) alertam que há previsão de geadas na madrugada deste sábado (06/07) e domingo (07/07) para toda a região cafeeira paranaense. Um alerta de confirmação será emitido nesta sexta-feira (05/07).

Recomendação - A recomendação para os plantios novos de café, com até seis meses de campo, é enterrar as mudas. Viveiros devem ser protegidos com várias camadas de cobertura plástica ou aquecimento, com a opção de adotar as duas práticas simultaneamente.

Retirada - Nos dois casos (lavouras novas e viveiros), a proteção deve ser retirada logo que a massa de ar frio se afastar e cessar o risco imediato de geada.

Seis meses a dois anos - Nas lavouras com idade entre seis meses e dois anos, a recomendação aos produtores é amontoar terra no tronco das plantas até o primeiro par de folhas. Essa proteção deve ser mantida até meados setembro, e depois retirada com as mãos.

Mais informações - Mais informações sobre o “Alerta Geada” e técnicas de proteção de cafeeiros podem ser obtidas nos endereços www.iapar.br, www.simepar.br, ou ainda pelo disque-geada (43) 3391-4500.

Iapar Clima - A partir deste ano, os avisos de “Alerta Geada” passam a ser divulgados também pelo aplicativo Iapar Clima, que está disponível para aparelhos Android e pode ser baixado gratuitamente no Google Play. (Agência de Notícias do Paraná)

 

OPINIÃO: A construção de um grande negócio de R$ 1,5 bilhão

 

opiniao 04 07 2019*Dilvo Grolli

 

O Brasil tem rebanho de 217,2 milhões de cabeças de gado, e o Paraná 9,2 milhões. A produção de carne do Brasil é de 11 milhões de toneladas por ano, e o Paraná responde por 500 mil toneladas/ano. Com status sanitário de livre de febre aftosa sem vacinação, os pecuaristas terão ganho de R$ 500 milhões ao ano pelo melhor preço da arroba.

 

A notícia é fantástica também aos produtores de leite. Serão 70 mil pecuaristas diretamente alcançados que, juntos, respondem por 14,5% da produção brasileira, o equivalente a 5 bilhões de litros de leite/ano. Se forem abertas as exportações de lácteos do Paraná, haverá ganho de R$ 0,10 o litro, ou seja, injeção de R$ 500 milhões na atividade pecuária leiteira do Estado.

 

O Paraná é o segundo maior produtor de carne suína do Brasil com 20% da produção. A produção nacional é de 3,8 milhões de toneladas, e o estado produz 700 mil toneladas. Se exportarmos 20% desta produção os ganhos para a suinocultura chegarão a R$ 500 milhões.

 

Com maior conhecimento do mercado sobre os nossos produtos, com boa organização sanitária e com o status sanitário do Paraná livre de aftosa sem vacinação, inicia-se uma nova etapa para o agronegócio estadual. Os consumidores estrangeiros vão valorizar os nossos produtos. No mercado interno, os consumidores se tornaram mais exigentes e poderosos, pois também se apropriaram de maior número de informações, principalmente quanto à qualidade dos produtos.

 

Para alguns pecuaristas que questionam o fim da vacinação, mas que concordam que o ideal é deixar de vacinar o gado, é importante ressaltar o ponto central da questão, que é o ganho de toda a cadeia que chegará a R$ 1,5 bilhão por ano. Isso é uma tendência mundial e sem volta.

 

A nova filosofia da economia é partilhar com todos da cadeia da pecuária e pensar grande e grandiosamente, desenvolvendo um raciocínio para gerar conexão com o mercado mundial e doméstico. Pensar somente na propriedade individual com base em teses do passado é perda de tempo. É subjugar a capacidade do Estado, dos técnicos e da agroindústria.

 

Neste sentido, o maior exemplo de sucesso é do estado de Santa Catarina, que foi pioneiro no País a conseguir reconhecimento como área livre de aftosa sem vacinação. Hoje, Santa Catarina comercializa a carne de suíno com o mundo ao preço de R$ 12,00 o quilo de carcaça, e o Paraná vende o mesmo produto no mercado interno por R$ 8,50 o quilo. Isso significa uma perda para a cadeia de 40% no preço final do quilo de carne suína.

 

O Ministério da Agricultura e Pecuária aprovou para o Paraná a antecipação da mudança de status, pois as auditorias mostraram que o estado tem condições de retirar imediatamente a vacina. O último caso de aftosa registrado no Paraná foi em 2006.

 

O pensamento disruptivo é uma realidade e os fundamentos da retirada da vacinação têm bases técnicas e econômicas. Quanto mais os técnicos do governo, os pecuaristas e as agroindustriais dominarem esse processo, mais resultados econômicos teremos no futuro. O caminho natural do Brasil e do Paraná é o das exportações.

Como já citado no preâmbulo deste, precisamos buscar um novo status sanitário. Isto significa superação e a superação faz parte dos grandes empreendedores e nossa economia será beneficiada com R$ 1,5 bilhão de lucro por ano.

 

*Dilvo Grolli é diretor-presidente da Cooperativa Coopavel, sediada em Cascavel (PR)


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