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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4610 | 03 de Julho de 2019

AGRICULTURA FAMILIAR: Mapa publica portaria que ajusta condições para emissão da DAP

agricultura familiar 03 07 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, publicou, no Diário Oficial da União (DOU), desta quarta-feira (03/07), a Portaria nº 62, de 02 de julho de 2019, que ajusta as condições para a emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). “A nova regra atende ao pleito do setor cooperativista, reduzindo o percentual exigido para a obtenção de DAP jurídica pelas cooperativas singulares, que era de mais de 60%, para mais de 50% dos cooperados com DAP física ativa”, esclarece o analista de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Maiko Zanella. Ainda de acordo com ele, as cooperativas centrais podem emitir DAP jurídica, desde que a soma dos agricultores familiares com DAP ativa constitua mais de 50% do número de cooperados pessoas físicas, da totalidade das cooperativas singulares.

 

Clique aqui e confira na íntegra a Portaria nº 62, publicada no Diário Oficial da União

 

Foto: AEN

COMÉRCIO EXTERIOR: Empresários da Rússia e do Golfo Pérsico prospectam negócios no Paraná

Na tarde desta terça-feira (02/07), o vice-governador do Paraná, Darci Piana, e representantes de empresas da Rússia, Omã e Irã, estiveram na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. A visita teve por objetivo prospectar possibilidades de negócios com as cooperativas paranaenses. O grupo foi recebido pelo presidente da entidade, José Roberto Ricken, e pelos superintendentes da Ocepar, Robson Mafioletti, e da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná), Nelson Costa. Também participaram da reunião o gerente técnico Flavio Turra e o analista Maiko Vinicius Zanella.

Produtos - As empresas do Golfo Pérsico e da Rússia prospectam negócios para vender petróleo, gás e fertilizantes, e, em contrapartida, comprar milho, madeira e celulose. Segundo o vice-governador Darci Piana, os empresários também sinalizam interesse em participar de investimentos de infraestrutura, em projetos ferroviários, rodoviários e aeroportuários. “As cooperativas representam um setor fundamental para a economia do Paraná. Por isso é importante que os empresários conheçam o Sistema, abrindo um canal de comunicação que pode resultar em bons negócios, mais investimentos e empregos”, afirmou.    

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ENTREVISTA: Meta das cooperativas é faturar R$ 100 bilhões até 2021

entrevista 03 07 2019O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, afirma que mesmo com as incertezas econômicas e políticas, as cooperativas do Paraná mantêm a meta de faturar R$ 100 bilhões até meados de 2021. “Os produtos de cooperativas paranaenses são exportados para mais de 100 países. Crescemos 19% em 2018, com uma movimentação econômica de R$ 83,7 bilhões”, disse Ricken, em entrevista exclusiva à Associação de Diários do Interior - ADI Paraná.

Mecanismos - Ele defende mecanismos que viabilizem o escoamento da safra de forma multimodal, em que as rodovias deem vazão de forma satisfatória das safras em curtas distâncias até chegar em portos de hidrovias ou pontos de carregamentos de ferrovias. “Não podemos ficar dependendo apenas do modal rodoviário”.

Principais trechos - Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

ADI - Como o senhor avalia os principais pontos da Reforma da Previdência do relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) e o impacto que podem causar nas cooperativas? Quais os prós e os contras da reforma para o cooperativismo?

José Roberto Ricken - Esta reforma se faz necessária para restabelecer o equilíbrio das contas da previdência social e dar fôlego ao governo. No caso específico do agronegócio, a regra atual de aposentadoria para os pequenos e médios produtores rurais ficou mantida. A reforma prevê ainda, aumento das contribuições previdenciárias sobre a receita bruta, desoneração da folha de pagamento, fazendo que ocorra recolhimento da contribuição sobre as exportações que até então estão imunes do tributo. Esta medida deve acarretar um aumento nos custos com a mão de obra e contraria aos reais objetivos para qual foi criada, ou seja, permitir o aumento da contratação de funcionários, elevando a oferta de empregos.

Caso não ocorra alteração na proposta, deverá impactar negativamente a renda do produtor, porque esse aumento de carga tributária terá que ser repassado no preço. Já em relação às cooperativas do ramo crédito, um ponto de atenção é quanto a majoração da alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) de 15%, atualmente, para 17%, aumento que certamente impactará nas suas operações e atingirá o cooperado tomador de crédito. Mas estamos otimistas que essa reforma seja aprovada com as devidas modificações e que não impactem o setor.

ADI - As cooperativas paranaenses faturaram em 2018 R$ 83,7 bilhões e investem R$ 2 bilhões por ano. Nós já estamos na metade do ano, como está o plano de expansão para 2019, apesar do quadro de estagnação econômica do país, as cooperativas do Paraná vão continuar a crescer?

J.R.R. - O setor não está imune aos efeitos das incertezas econômicas e políticas. Atualmente, os produtos de cooperativas paranaenses são exportados para mais de 100 países, e entraves ao comércio internacional têm reflexos imediatos ao setor. Mesmo assim, crescemos 19% em 2018, com uma movimentação econômica de R$ 83,7 bilhões. Tudo isso é resultado de planejamento. O Plano Paraná Cooperativo 100 (PRC 100), plano estratégico do cooperativismo paranaense, iniciado em 2015, não tem prazo, tem meta: atingir R$ 100 bilhões de faturamento. E se continuarmos a realizar nosso trabalho dentro do planejado, em meados de 2021 atingiremos os três dígitos. O PRC 100 representa a soma dos planos estratégicos das cooperativas. É claro que a situação econômica e política traz incertezas, mas continuamos firmes em nossos propósitos, sobretudo porque, se existe possibilidade de crescimento em tempos difíceis, ele só pode acontecer se tivermos planejamento.

ADI - O governador Ratinho Junior tem falado que o Paraná é maior produtor de alimentos por metro quadrado do mundo e quer tornar o Estado um hub logístico da América do Sul. Como as cooperativas avaliam o projeto do governador e quais as principais demandas na área de infraestrutura que podem atender o cooperativismo e agilizar o escoamento da produção e contribuir na competitividade dos produtos paranaenses?

J.R.R. - O Paraná é responsável por 18% da produção nacional, apesar de contar com apenas 2,3% da área territorial. O Estado se destaca pela produção de soja, milho, feijão e trigo, enquanto na área de proteína animal, somos o maior produtor de frangos, primeiro produtor em peixe de água doce, segundo em leite e na produção de suínos. Mesmo com este diferencial de diversificação e volume de produção, temos o desafio de intensificar a produção de alimentos com foco na agregação de valor e na exportação, aumentando a relação econômica externas e atendendo a demanda crescente no mundo. Para isso, precisamos resolver os gargalos da logística para que o estado possa ofertar todo este potencial de produção de alimento. É fundamental que sejam realizados investimentos em infraestrutura que auxiliem no escoamento da safra das cooperativas para aumentar nossa competitividade, tanto fora como dentro do país.

Entre as principais ações de infraestrutura, destaco a melhoria do escoamento via modal ferroviário, permitindo que a carga vinda do oeste do estado chegue até Paranaguá. Outro importante investimento é a linha férrea prevista para chegar até Maracaju no Mato Grosso do Sul, que poderá aliviar o fluxo de caminhões em nossas rodovias. Caso esses projetos aconteçam, consequentemente teremos novos e importantes investimentos no estado. Uma alternativa para acelerar essas obras é o estudo para renovar as concessões atuais que vencem em 2021. Esperamos que o novo modelo de concessão aconteça dentro de uma realidade econômica financeira e que venha duplicar nossas estradas e com tarifas justas.

ADI - As 215 cooperativas vinculadas a Ocepar faturaram R$ 83,7 bilhões em 2018, um crescimento de 18,9% em relação ao montante obtido no ano passado. Para este ano, a projeção é manter os 20% de crescimento?

J.R.R. - As cooperativas conseguiram, nos últimos anos, aproveitar bons momentos para planejar e investir. Hoje, 48% do faturamento das cooperativas agropecuárias advém da agroindustrialização. Isso possibilita maior flexibilidade em momentos difíceis. Não arriscaria dizer que vamos crescer nos mesmos percentuais do ano passado ou dos anteriores. Todos os anos, o cooperativismo tem desenvolvido novos projetos para ampliar sua capacidade de atendimento aos cooperados e de processamento da produção. Dos 399 municípios do nosso estado, em 130 as cooperativas são as principais empresas, gerando emprego, renda e distribuindo riquezas. Em mais de 70 municípios, as nossas cooperativas de crédito são a única instituição financeira. São indicadores que demonstram o quanto o cooperativismo hoje faz parte da vida das pessoas. Por isso precisamos dar continuidade ao trabalho de representação, defesa e fomento para que nossas cooperativas tenham um ambiente favorável e continuem crescendo e desenvolvendo as regiões em que atuam.

Perfil - Natural de Manoel Ribas, José Roberto Ricken é formado em engenharia agronômica pela UFPR, mestre em administração pela Ebape – Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas e especialista em Cooperativismo, com vários cursos no Brasil e no exterior. Atua no Sistema Ocepar desde abril de 1988, inicialmente como assessor no departamento técnico e econômico. Em 2016 assumiu a presidência do Sistema Ocepar, sendo reconduzido ao cargo neste ano para um mandato de quatro anos. (Associação de Diários do Interior - ADI Paraná)

 

FALECIMENTO: Willen de Geus, fundador da Frísia, morre aos 93 anos

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, lamentou o falecimento do cooperativista Willen de Geus, ocorrido nesta terça-feira (02/07), na cidade de Carambeí, região dos Campos Gerais. “Deixa um legado importante, exemplo de vida e de dedicação ao cooperativismo paranaense, tanto como presidente da antiga Batavo, hoje Frísia e como fundador da Cooperativa Central de Laticínios do Paraná (CCLPL). Externamos nossos sentimos a todos os familiares e a cooperativa Frísia”, lembrou Ricken.

Trajetória- Aos 93 anos, Willen de Geus era o cooperado mais antigo do Paraná. Ele é sócio da Batavo desde o dia 1º de março de 1950, onde já exerceu o cargo de diretor-presidente, entre 1965 e 1986, fundando os entrepostos de Ponta Grossa, Tibagi e Imbaú e participando da construção do supermercado da cooperativa e de armazéns graneleiros em Carambeí. Foi ainda diretor vice-presidente, no período de 1986 a 1989; diretor conselheiro de 1959 a 1961e conselheiro fiscal da Batavo em 1951, 1957, 1962 e 1964. Também ocupou o cargo de diretor presidente da Cooperativa Central de Laticínios do Paraná Ltda (CCLPL) de 1972 a 1987, quando foi construída a indústria de iogurte.

Troféu Ocepar - No dia 02 de abril de 2013, durante Assembleia Geral Ordinária, o então presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, entregou a Willen de Geus o Troféu Ocepar, em reconhecimento ao seu trabalho em prol do cooperativismo e do setor leiteiro no Brasil. Um ano antes, 2012, Willen havia sido homenageado pela Assembleia Legislativa do Paraná durante solenidade comemorativa ao Ano Internacional das Cooperativas quando recebeu da Ocepar a medalha do mérito cooperativista paranaense.

Velório – Casado com Sra. Hiltje, deixa nove filhos, 25 netos e 39 bisnetos. O velório ocorre no Elim, em Carambeí e o sepultamento no Cemitério da Colônia, as 15 horas desta quarta-feira (03/07).

Entrevista -  O cooperativista Willen de Geus foi entrevistado na edição de agosto de 2015 da revista Paraná Cooperativo, produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar. Clique aqui para conferir a entrevista.

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ALEP: Assembleia vai criar comitê permanente para revisão da legislação tributária

 

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) vai criar um comitê permanente para a revisão e simplificação da legislação tributária no Estado. A criação do grupo de trabalho foi proposta durante a Audiência Pública “Paraná Empreendedor: Uma Nova Perspectiva sobre a Substituição Tributária do ICMS”, realizada nesta terça-feira (02/07) no Plenarinho. A audiência discutiu o regime de substituição tributária (ST) no Paraná. A proposição foi do deputado Subtenente Everton (PSL).

 

Opiniões e experiências - De acordo com o parlamentar, o grupo vai reunir opiniões e experiências de entidades de classe, empresários, advogados, entre outros, para formular um documento oferecendo soluções para a burocracia tributária. “O empresariado é o grande motor da sociedade e precisa de apoio. Estabelecemos um prazo de 30 e 60 dias para trabalhar o assunto. Vamos fazer um relatório e traçar metas a partir dos temas debatidos na audiência”, explicou o deputado. Ele disse que a discussão faz parte do projeto Paraná Empreendedor, que está propondo tornar o Estado um ambiente harmonioso e competitivo economicamente.  

 

Participação - A audiência contou com a participação dos deputados Homero Marchese (PROS), Arilson Chiorato (PT), do advogado especialista em direito tributário, Edson Garcia Júnior, além de empresários e representantes de classe. Garcia explanou os principais pontos de reclamação do empresariado sobre o regime de substituição tributária, um mecanismo de arrecadação de tributos utilizado pelos governos federais e estaduais. “Este é um tema muito importante, temos de trocar experiência para avançar. Precisamos desburocratizar o modelo para que o setor empresarial possa gerar empregos”, comentou Chiorato. “Temos de facilitar a vida do empresário que gera emprego em renda”, completou Marchese.

 

ST - O regime de substituição tributária está previsto na Constituição Federal de 1988 e estabelece que a lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição; ou seja, uma terceira pessoa assume a obrigação tributária em lugar do contribuinte natural. Em outras palavras, o regime consiste na cobrança do imposto devido em operações subsequentes, antes da ocorrência do fato gerador, antes de uma posterior saída ou circulação da mercadoria.

 

Venda - Dessa forma, na venda de mercadoria sujeita a ST efetuada por um industrial ao distribuidor, o primeiro deverá reter e recolher o ICMS que será gerado nas operações subsequentes com esta mercadoria. Assim, deverá ser retido o ICMS que será devido na venda do distribuidor para o varejista e na venda do varejista para o consumidor final.

 

Preços mais altos - De acordo com o especialista em direito tributário, o advogado Edson Garcia Junior, quase nenhum produto no Paraná fica fora do regime de ST. Com isso, os preços ficam mais altos. Ele defendeu a mudança na forma como é realizada a tributação. “Não tenho dúvidas que uma mudança vai ter reflexos no preço dos produtos nas gôndolas dos supermercados. Desburocratizar é a chave para o sucesso do Brasil e do Paraná”, disse.

 

Mudanças - Outros participantes da audiência defenderam a necessidade de mudanças, como a redução do número de mercadorias sujeitas ao regime. É o que diz o diretor contábil-financeiro do Condor Supermercados, Adailton de Souza Santos. “A antecipação do ST faz com que o empresário tenha de ter dinheiro para pagar o tributo antes. Isso gera problemas como a diminuição dos estoques, pois muitos empresários não têm o dinheiro antecipadamente”, exemplificou.

 

Apoio - Em seu pronunciamento na audiência pública, o coordenador jurídico do Sistema Ocepar, Rogério Croscato, reforçou a importância de se promover a simplificação na aplicação do regime de substituição tributária do ICMS, como defenderam outras entidades do setor produtivo paranaense que integram o G7. “A Ocepar, em nome do presidente José Roberto Ricken, coordenador do G7, apoia a iniciativa e fica à disposição para participar do Comitê de Estudos proposto na Audiência Pública”, acrescentou Croscato. Fazem parte do G7, a Fecomércio PR, Faep, Fiep, Fecoopar, Faciap, Fetranspar e ACP.

 

Presenças - Participaram também do debate representantes da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), do Conselho Federal de Contabilidade, do Sescap-PR, da Havan, da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), da Ordem dos Advogados do Brasil – seção do Paraná (OAB-PR), da Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio), do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidores do Estado do Paraná, Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), entre outros. (Com informações da Assessoria de Comunicação da Alep)

 

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RAMO SAÚDE: A ajuda que a Unimed quer do ministro ex-Unimed

 

A diretoria do maior sistema de planos de saúde privados do país bateu na porta de um antigo colega para pedir ajuda. O grupo é a Unimed - com seus 18 milhões de clientes - e o colega, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Em meados de junho, Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil, instituição que representa as 344 cooperativas Unimeds pelo país, foi recebido pelo ministro em Brasília. 

 

Diretores - Pullin estava acompanhado de um grupo de diretores da Unimed. Foi um encontro de ex-companheiros de trabalho. Mandetta já ocupou o cargo de presidente da Unimed de Campo Grande, e Pullin os demais sabiam que estavam falando com alguém que conhecia de perto as demandas das operadoras privadas. 

 

Ativo garantidor - O assunto principal foi o que no setor é denominado de ativo garantidor. Trata-se de uma parte do capital das operadoras que fica bloqueada, conforme prevê a Lei 9.656, dos planos e seguros privados de saúde, de 1998. Ele serve para lastrear despesas médicas das operadoras junto aos prestadores de serviços de assistência à saúde. É um recurso que pode ser usado, por exemplo, para cobrir gastos quando a operadora está mal das pernas. 

 

Total - De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o total reservado a título de ativo garantidor está hoje em R$ 50,94 bilhões. O pedido que Pullin levou ao ministro foi direto: liberar 50% do total desses ativos para que os planos possam investir em novos hospitais, clínicas etc. Isso valeria não só para a Unimed, mas para todo o setor de saúde suplementar. Só a Unimed, segundo Pullin, tem cerca de R$ 8 bilhões bloqueados como ativo garantidor. "Cada hospital no interior custa entre R$ 50 milhões e R$ 100 milhões", diz Pullin. 

 

Hospitais, clínicas e laboratórios - Seriam centenas de hospitais, clínicas, laboratórios que poderiam ser construídos pelo país. "Isso geraria trabalho, geraria emprego, geraria infraestrutura de saúde nova." "Isso seria bom para todo o setor de saúde suplementar, para o país e para o governo. É um dinheiro que fica parado, num país que está precisando tanto de dinheiro." O que a Unimed defende é que, mesmo liberando 50% para a construção e ampliação de infraestrutura médica, a ANS teria esses imóveis como ativo garantidor. Presidente da Associação Brasileira dos Planos de Saúde, Reinaldo Sheibe diz que o pleito faz todo o sentido para as operadoras.

 

Tema recorrente - "Esse é um tema recorrente nas nossas conversas com a ANS." Para ele, é certo que é preciso determinada reserva como garantia, mas ele pondera que cabe uma revisão nos valores de modo que libere mais recursos para as operadoras alargarem seus investimentos. No país, cerca de 50 milhões de pessoas possuem planos privados de saúde. Orestes Pullin diz que a Unimed já tratou do assunto com a ANS e com o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), que foi relator do projeto que tratou de rever a lei dos planos de saúde (hoje ele é secretário da Previdência). E diz que, por meio da Unimed do Rio Grande do Sul, levou o pleito ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS). 

 

Passo - A visita ao ministro foi mais um passo da investida que a Unimed e outros planos têm feito junto ao governo por regras mais flexíveis em relação às garantias. A Unimed tem o peso de ter 37% do mercado de saúde suplementar do Brasil; de ter 115 mil médicos cooperados, 2,5 mil hospitais credenciados e 120 hospitais próprios. No ano passado, o sistema Unimed faturou R$ 65 bilhões. Não fosse só isso, contam com um interlocutor privilegiado no ministério. "A gente tem uma facilidade de interlocução por causa desse conhecimento que ele tem do sistema e nós já nos conhecíamos", diz Pullin. E qual foi a reação do ministro da Saúde na audiência com ex-colegas de Unimed na segunda-feira 17 de junho? "Muito favorável porque ele conhece essa dificuldade", disse Pullin. "Ele é favorável desde a época em que estava dentro do sistema Unimed." 

 

Confirmação - O Valor tentou confirmar com a assessoria do ministro se essa era mesmo a posição dele. A resposta foi de que "apenas a ANS pode se posicionar". A questão é que, se houver mesmo convergência do atual ministro com os planos privados nesse tema, uma briga está comprada. Porque a ANS discorda com bons argumentos dos pedidos da Unimed e das demais operadoras. "A liberação de ativos garantidores financeiros para investimento em rede hospitalar não é recomendável", disse a agência. "Não por acaso, tal possibilidade não encontra paralelo em mercados com regulação similar, como o de seguros, e tampouco é amparada pela prática regulatória e literatura internacionais sobre o tema." 

 

Rentabilidade - E, continua, dizendo que ativos financeiros costumam ter rentabilidade superior a imóveis. "Além disso, há dificuldades operacionais derivadas de uma eventual necessidade de liquidação de um imóvel assistencial para geração de recursos. A necessidade de venda urgente de um imóvel traz o valor da negociação a patamares muito abaixo do que poderia ser obtido em condições normais." 

 

Vinculação - A ANS já permite que as operadoras vinculem imóveis assistenciais - no limite de 20%, como lastro de ativos garantidores. Isso não significa permitir que os planos "saquem" 20% de suas garantias para construir um hospital. Um dos argumentos que as operadoras repetem é que os recursos dos ativos garantidores não têm sido usados em casos de planos que quebram. A ANS afirma que, nos "raros casos" em que uma operadora em liquidação ou falência possua ativos garantidores vinculados à agência, esses valores podem ser usados para pagar credores. 

 

Reservas - "Entretanto, a situação mais comum é que uma operadora chegue a uma liquidação ou falência sem ativos garantidores vinculados à ANS. A razão é simples: operadoras em dificuldades financeiras, que não geram caixa positivo, não conseguem compor reservas financeiras e vincular ativos à ANS." Se os argumentos do presidente da Unimed encontram um ambiente acolhedor no gabinete do ministro e ex-Unimed Mandetta, na agência reguladora as portas parecem bem fechadas. Quem terá mais força nessa discussão é ainda uma incógnita. (Valor Econômico)

DIA C I: Sicredi Aliança impacta 13.533 pessoas no Dia de Cooperar

 

Anualmente as cooperativas de todo o país se unem no Dia de Cooperar. O Dia C tem como objetivo desenvolver ações de responsabilidade social em prol das comunidades, mostrando que atitudes simples movem o mundo. Neste contexto, a Sicredi Aliança PR/SP desenvolveu uma série de ações que impactaram 13.533 pessoas nas suas 17 cidades de atuação.

 

Corrente do bem - Conforme a assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo, Francielle Carla Trento Raupp, o Dia C é uma grande corrente do bem que ano após ano ganha mais força. “É o momento de colocarmos em prática a intercooperação. Desenvolvemos ações em todas as nossas cidades de atuação tanto no Paraná como em São Paulo, unindo forças em prol de uma mesma causa que é fazer o bem ao próximo”, disse.

 

Propósito - O presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag, ressalta que a cooperativa abraça iniciativas como esta pois elas vão ao encontro com o propósito que é agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas. “Ficamos muito felizes com o envolvimento das pessoas em vestir a camisa de forma voluntária, bem como com as parcerias que foram fundamentais para os bons resultados e para dar ainda mais força ao movimento. Cooperativismo é isso!”, destacou.

 

Paraná - No Paraná, as ações beneficiaram 11.930 pessoas. A agência de Guaíra realizou a arrecadação de roupas, calçados e cobertores para o Centro de Referência e Assistência Social. Mercedes realizou a revitalização da Escola Municipal Tiradentes. Pato Bragado arrecadou alimentos para a Pastoral de Idosos e para a Associação de Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais. Entre Rios do Oeste realizou ação de arrecadação de pilhas e lixo eletrônico, além de aferição de pressão arterial e entrega de sementes de Crotalária. Quatro Pontes realizou arrecadação de lixo eletrônico. São José das Palmeiras arrecadou leite longa vida para o CRAS, através de um torneio de pênaltis e Marechal Cândido Rondon realizou a arrecadação de roupas, calçados e produtos de limpeza, leite longa vida e livros que beneficiaram o Asilo Lar Rosas Unidas, a Associação Beneficente Cristo (Abec), a Cooperagir, Apae, Cooperlindeiros, Pastoral Auxilio Fraterno, Centro de Recuperação Caminho da Vida, Secretaria de Educação e Secretaria de Assistência Social – Provopar.

 

São Paulo - Em São Paulo, foram 1.603 pessoas beneficiadas. Barretos arrecadou recursos para compra de um compressor de ar para Cadeira Odontológica do Instituto Rosentino Bispo. Orlândia arrecadou querosene, álcool em gel, cera incolor líquida, feijão, café, leite longa vida para a Apae e para o Lar Frederico Ozanan, através de passeio ciclístico. Guaíra arrecadou produtos de limpeza e higiene pessoal para o Asilo Guaíra. São Joaquim da Barra arrecadou leite longa vida para o Asilo São Vicente também através de passeio ciclístico. Ituverava arrecadou produtos de limpeza e higiene pessoal para o Abrigo de Idosos Comendador Takayuki Maeda. Bebedouro realizou doação de sangue no Hemocentro. Monte Alto arrecadou biscoitos, suco e lanches em geral para atender crianças carentes no contraturno escolar do Projeto Osmar Luz. Jaboticabal arrecadou alimentos não perecíveis, materiais de higiene e limpeza para o Recanto Menina e Jaboticabal arrecadou alimentos e cestas básicas para as famílias carentes do município.

 

Sobre o Dia C - Um movimento nacional de estímulo às iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas. Este é o Dia de Cooperar que, em 2019 completa 10 anos, beneficiando brasileiros e mostrando que o movimento cooperativista se diferencia dos demais modelos econômicos por sua capacidade de mudar, para melhor, a vida das pessoas.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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DIA C II: Dia de Cooperar, no sábado, espera reunir 500 voluntários em Maringá

 

dia c II 03 07 2019Em contagem regressiva, a realização do Dia de Cooperar, no sábado (06/07), promete ficar na história. Nessa data, em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo, seis cooperativas de Maringá (PR) devem mobilizar 500 voluntários para, em mutirão, das 8 às 14h, prepararem 2 mil pizzas no Recanto Espírita Somos Todos Irmãos. O alimento vai ser doado a entidades beneficentes da cidade para que seja vendido a R$ 30,00 a unidade. 

 

Engajamento - Participam da iniciativa as cooperativas Cocamar, Sicredi, Sicoob, Unimed, Uniodonto e Unicampo. De acordo com os organizadores, os voluntários (funcionários, seus familiares e pessoas da comunidade que quiserem participar) serão divididos em três equipes: pré-preparo, montagem e entrega em dois turnos. As pizzas vão ser entregues, aos seus destinatários, entre as 10 e 15h. O Recanto Espírita Somos Todos Irmãos possui estrutura adequada e ampla para a produção.  

 

Dia C - Desenvolver ações para apoiar o trabalho de entidades assistenciais tem marcado as realizações do Dia C em Maringá. Em 2017 e 2018, por exemplo, foram produzidas mais de 40 mil fraldas geriátricas, entregues para asilos da cidade, graças a união das seis cooperativas. Celebrado todos os anos no primeiro sábado de julho, o Dia de Cooperar, também chamado de Dia C, é um grande movimento nacional de estímulo às iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas. A mobilização conta com o apoio do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e das unidades estaduais (Ocepar, no Paraná), fazendo parte da agenda estratégica do cooperativismo brasileiro. (Imprensa Cocamar)

 

SERVIÇO

Dia de Cooperar 

Data: 06/07

Local: Recanto Espírita Somos Todos Irmãos (Rua José Moreno Júnior, 725 - Jardim Aclimação, ao lado da Unicesumar) 

Horário: 8h às 14h (produção) | 10h às 15h (entrega das pizzas)

DIA C III: Em Medianeira, cooperativas arrecadam alimentos

 

A Associação Anjos do Bem será beneficiada com alimentos para destinar ao CEONC - Hospital do Câncer e Hospital Ministro Costa Cavalcanti. A arrecadação será feita por colaboradores da Frimesa em parceria com Sicredi, Sicoob, Lar e Unimed através de uma ação social que acontecerá no sábado (06/07). Os pontos de recolha serão no Supermercado Lar Centro, Supermercado Lar Park no Parque Independência e Cotrasul das 09h30 até as 14h30. “As cooperativas dão um grande suporte, porque sozinho não conseguimos ir longe. Esse apoio mostra que estamos no caminho certo”, agradece a presidente da entidade Ana Cláudia dos Santos Lima.

 

Cerimônia - Às 15 horas haverá a cerimônia de entrega dos alimentos para a entidade em frente ao Supermercado Lar Centro, em Medianeira, Oeste do Paraná.

 

Colaboração - A responsável da área de Gestão de Pessoas da Frimesa, Elisa Fredo, pede que toda a comunidade colabore na doação de alimentos. “Qualquer doação é bem-vinda. O tema do Dia C nesse ano é: ‘Atitudes Simples Movem o Mundo’, por isso, qualquer ajuda trará grandes resultados. O cooperativismo é isso, se doar, ajudar, unir para crescer, amor ao próximo. Queremos enaltecer isso, não apenas nesse dia, mas em nossa convivência diária”, explica. 

Para o gerente da agência Sicoob de Medianeira, Sérgio Isotton, a união das cooperativas no Dia C demonstra a preocupação de todos com os princípios do cooperativismo sendo que um deles é o interesse pela comunidade onde está inserido.  

 

Dia C - Em 2019, o Dia de Cooperar – Dia C completa dez anos e envolve 1,5 mil cooperativas em todo o Brasil, beneficiam mais de dois milhões de pessoas por meio do trabalho de quase 121 mil voluntários. O Dia C acontece em âmbito nacional pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e  Serviço de Aprendizagem Nacional do Cooperativismo – Sescoop, e conta com empresas de todos os 13 ramos do cooperativismo no Brasil – incluindo o cooperativismo agropecuário, no qual atua a Frimesa, com ações nas áreas de saúde, educação, cidadania e preservação do meio ambiente em diversos estados. (Imprensa Frimesa)

 

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DIA C IV: Integrada arrecada mais de 55 mil fraldas geriátricas; 10 mil unidades já foram distribuídas

 

A campanha "Compartilhe Solidariedade" da Cooperativa Integrada fez a entrega nesta terça-feira (02/07), de 10 mil fraldas ao Hospital do Câncer (HC) de Londrina. A ação faz parte da comemoração do Dia C – Dia de Cooperar e, também, do Dia do Cooperativismo, celebrado neste ano em 6 de julho. Neste ano, a Integrada arrecadou mais de 55 mil fraldas geriátricas.

 

HC Cascavel - Além das 10 mil fraldas que foram doadas para o HC de Londrina, a cooperativa doará mais 5 mil ao HC de Cascavel e restante das fraldas serão distribuídas para entidades assistenciais nas regiões de atuação da Integrada.

 

Espírito cooperativista - Este tipo de ação faz parte do espírito cooperativista, afirma o diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto que agradece a todos os cooperados e colaboradores que ajudaram na conquista desse volume de arrecadação. Hashimoto completa que compartilhar é o grande motivo do cooperativismo existir.

 

Apoio - Iracema Fabian, coordenadora do departamento de campanhas, voluntariado e captação de recursos do HC Londrina, explica que qualquer doação é bem-vinda e o hospital precisa do apoio da comunidade para atender da melhor forma possível todos os pacientes.

 

Propósito - Mobilizar as pessoas pelo amor ao próximo é o propósito da campanha de fraldas, explica Ana Almeida, coordenadora de sustentabilidade da Integrada. “Temos que ser solidários com o outro em pequenas atitudes”, salienta a coordenadora. Há mais de uma década a campanha de fraldas da Integrada já beneficiou milhares de pessoas.

 

Envolvimento - Durante a entrega, Ana ressaltou a importância do envolvimento dos coordenadores de núcleo, coordenação do núcleo feminino e liderança jovem nas definições locais que ajudaram a Integrada a chegar a este volume arrecadado. (Imprensa Integrada)

 

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COPAGRIL: Difusão de conhecimento e homenagens marcam o Seminário Anual de Produtores de Aves

 

Alcançar a excelência nas atividades produtivas desempenhadas é uma conquista desejada por qualquer produtor rural, porém, para alcançar este patamar é necessário muita dedicação e conhecimento. Tendo em vista este fato, a Cooperativa Agroindustrial Copagril realizou na tarde desta terça-feira (02/07) o Seminário Anual de Produtores de Aves, evento que foi realizado no salão social da AACC, em Marechal Cândido Rondon (PR), e que levou informações importantes aos avicultores, visando contribuir com o alcance da excelência de seus produtores na atividade exercida, com foco, na prevenção à salmonela e na melhora constante da taxa de conversão nos aviários. No evento também foram homenageados os produtores com os melhores índices da cooperativa, visando reconhecer o empenho para se alcançar bons resultados. 

 

O evento - O Seminário teve sua abertura realizada pelo diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, o qual agradeceu a presença de todos e enfatizou a importância da avicultura, que cada vez mais, precisa ser vista como fornecedora de alimentos saudáveis e seguros. “A avicultura é um desafio constante, nas atividades do dia a dia, na produção, nos processos, na comercialização e por isso temos que estar sempre preparados para mudanças e claro, temos que ter conhecimento para interpretar o que é o melhor para cada propriedade. Por isso, a presença dos associados nos eventos como o seminário é muito importante, pois aqui são disseminadas informações que auxiliam o produtor a ter resultados cada vez melhores em suas propriedades”, destacou Ricardo Sílvio Chapla.

 

Biosseguridade - O diretor-presidente da Copagril salientou ainda o desafio dos produtores quanto à Biosseguridade. “Precisamos que o produtor trabalhe cada vez mais junto com a assistência técnica da nossa cooperativa, pois todos precisam estar ligados e juntos fazer os procedimentos certos para evitar a salmonela. Todos temos que pensar os impactos que ela pode causar, por isso, essa preocupação deve ser de todos”, pontuou Ricardo Chapla.

 

Palestra - Após a abertura do evento, os produtores puderam acompanhar uma palestra ministrada por, Antônio Mário Penz Júnior, Diretor Global de Contas Estratégicas da Cargill Nutrição Animal, Doutorado em Nutrição pela University of California, com 45 anos de experiência na avicultura, que abordou o tema "O cenário mundial do mercado de carne de frango e melhores práticas para uma boa conversão alimentar".

 

Bons resultados - Na palestra, Mário Penz destacou a importância do produtor no alcance de bons resultados. “O trabalho do produtor é o mais importante de toda a produção avícola. Estamos melhorando todos os anos, mas queremos mais. Precisamos trabalhar pensando cada vez mais na biosseguridade e cada produtor tem essa responsabilidade”, comentou Mário Penz.

 

Dicas - Na palestra Penz repassou aos produtores 23 dicas para se alcançar bons resultados de conversão na propriedade. “Para melhorar a conversão são 23 passos muito importantes: granja limpa; arborização e proteção; silos limpos; boa vedação de teto; boa vedação do galpão; temperatura ambiente ideal; qualidade do ar ambiente; temperatura adequada do piso; não haver presença de amônia; comedouros em número certo, sem excesso de alimento; regulagem adequada dos bebedouros; qualidade da água; realizar flushing; cloração da água; evitar cama úmida; divisórias bem distribuídas dentro do aviário; medir a temperatura cloacal das aves; bem-estar para as aves desde o recebimento; medir o peso individual na chegada dos frangos; medir a presença de alimento no papo das aves 24 horas após a chegada no aviário; estimular a movimentação dos frangos nas primeiras horas; monitorar a evolução do peso após 7 dias. Contemplando esses 23 pontos, as propriedades têm tudo para grandes resultados”, informou Mário Penz. 

 

Homenagens - Após a palestra, a diretoria da Copagril realizou entrega de premiação aos produtores que se destacaram na atividade nos últimos 12 meses em relação ao Índice de Eficiência Produtiva (IEP) e fidelização. Também foi realizada a homenagem para a Granja Destaque no Programa 5S, para o melhor produtor de ovos férteis e ao produtor com maior IEP da Copagril no período 2018/2019. Os homenageados foram:

 

Melhores em I.E.P e fidelização 

1º Lugar

Edson Schug 

Linha Sanga Forquilha \ Mercedes 

I.E.P/Ano: 422,84 

2º Lugar 

Césio Alves 

Linha Sanga Mineira \ Mercedes 

I.E.P/Ano: 413,54 

3º Lugar 

Vilmar Miguel Lohmann 

Linha Guavirá \ Marechal Cândido Rondon 

I.E.P/Ano: 408,81 

 

Granja destaque em qualidade (Programa 5S) 

Adriana Kunz 

Linha Ajuricaba \ Marechal Cândido Rondon 

Nota: 9,42 

 

Maior I.E.P e fidelização 

Alexandre Ricardo Wickert 

Linha Tereza \ Quatro Pontes 

Aviário 01 \ Lote 06

I.E.P/Ano: 453,56 

 

Destaque em produção de ovos férteis 

João Wochner 

Índice De Eficiência De Produtividade (I.E.P.): 109,55% 

Índice De Eficiência De Eclodibilidade (I.E.E.): 100,63% 

Índice De Eficiência De Viabilidade (I.E.V): 101,85% 

Atendimento de 5S: 95,14% 

Auditorias Biosseguridade: 98,12% 

 

Sorteio - Após as homenagens, houve o sorteio de brindes, tendo como principal deles uma televisão, a qual foi o ganhador Mateus Gabriel Batschke. (Imprensa Copagril)

 

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COCARI: Seminário aborda a importância da fertilidade do solo

Em mais uma ação da Cocari voltada para a difusão de informações em busca do aumento da produtividade dos cooperados, a cooperativa promoveu, na manhã desta quarta-feira (03/07), um Seminário de Fertilidade do Solo. Realizado em parceria com a Universidade Estadual de Maringá, o evento ocorreu na Associação Atlética Cocari, em Mandaguari (PR), reunindo integrantes do Departamento Técnico (Detec), cooperados e representantes de empresas parceiras.

Produtividade – Na abertura do evento, presidente da Cocari, Vilmar Sebold, reforçou a necessidade de cuidados com o solo, citando recordes de produtividade com lavouras de soja na região e também mundialmente. “Sabemos o que tem de potencial na cultura, o quanto nós podemos buscar alcançar. Temos utilizado tudo de tecnologia da semente para frente, mas se o nosso solo não for fértil, se não estiver preparado para que a planta expresse efetivamente o máximo de potencial, nós vamos ficar limitados àquilo que nosso solo produz”, ressaltou. “É preciso discutir com os produtores o quanto podemos agregar de produtividade, esse é nosso grande desafio”, afirmou Sebold.

Ciclo de palestras – Jacy Cesar Fermino da Rocha, superintendente de Logística Integrada, salientou que o seminário faz parte de um conjunto de ações que a cooperativa vem promovendo para orientar aos produtores. “É mais um momento em que a Cocari estrategicamente está trabalhando a questão de manejo adequado dos solos. Já tratamos sobre compactação do solo, rotação de culturas, uso de braquiárias consorciadas com milho, e hoje estamos abordando a fertilidade do solo, voltada à nutrição da soja”, frisou o superintendente.

Temas – Os palestrantes foram Tadeu Takeyoshi Inoue, que abordou o “Efeito da Omissão de Nutrientes sobre o Crescimento e Desenvolvimento da Soja”; e Marcelo Augusto Batista, que discorreu sobre “Manejo Químico do Solo: Fertilidade do Solo e Produtividade”. Os conteúdos podem ser assistidos na íntegra pelos links:

https://www.youtube.com/watch?v=eHE9MFw9-Lg&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=-ife8RHbhp8

Informativo- A cooperativa vem realizando trabalho intenso com os cooperados, com a realização de palestras e publicação de uma série de reportagens no Informativo Cocari. Acesse os conteúdos nos links:  

http://www.cocari.com.br/infcocari/2019/marco_2019/ic_marco_2019.pdf

http://www.cocari.com.br/infcocari/2019/abril_2019/ic_abril_2019.pdf

http://www.cocari.com.br/infcocari/2019/maio_2019/ic_maio_2019.pdf

http://www.cocari.com.br/infcocari/2019/junho_2019/ic_junho_2019.pdf

(Imprensa Cocari)

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COCAMAR: Cocamar Máquinas agora também no norte do Paraná

Concessionário desde 2016 de produtos e serviços John Deere para a regiões de Maringá, Paranavaí, Querência do Norte e São Pedro do Ivaí, a Cocamar Máquinas finalizou negociação para adquirir a concessão da mesma companhia para o norte do Paraná e, na noite de terça-feira (02/07), em um evento no município de Cambé com a participação de mil convidados, formalizou sua chegada à nova região.

Novo capítulo - Após 22 anos representada pela Horizon e com estruturas de atendimento em Cambé, Apucarana, Cornélio Procópio e Ivaiporã, a John Deere, líder do mercado nacional de máquinas agrícolas, inicia um novo capítulo de sua história com a Cocamar Máquinas, agora também com suas instalações no quilômetro 87 da Rodovia Celso Garcia Cid.

Presenças - Além de produtores cooperados da região e autoridades do município de Cambé, entre as quais o prefeito José do Carmo, participaram do evento dirigentes da Cocamar – o presidente do Conselho de Administração Luiz Lourenço, vários outros integrantes do mesmo Conselho e também dos Conselhos Fiscal e Consultivo, o presidente-executivo Divanir Higino, o vice-presidente-executivo José Cícero Aderaldo, os superintendentes Arquimedes Alexandrino, Alair Zago e Osmar Liberato, gerentes de unidades e de departamentos da Cocamar e da Cocamar Máquinas; pela John Deere Brasil, entre outros, o presidente Paulo Renato Herrmann, e os diretores Gaston Transtemberg (Vendas América Latina), Rodrigo Bonato (Vendas Brasil) e João Pontes (Suporte ao Produto América Latina).

Melhorar para os produtores - Depois do contato de segurança feito pelo gerente de Gestão de Pessoas da cooperativa, Fernando Castro Vieira Filho, o presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, fez sua saudação. De acordo com Lourenço, a chegada da Cocamar à região norte do Estado, em 2010, teve como objetivo melhorar as condições para os produtores, ao reorganizar o sistema cooperativista. “Refizemos todas as estruturas para oferecer o melhor atendimento aos produtores e o nosso desafio é trabalhar com as melhores tecnologias, pois está vindo por aí um desenvolvimento tecnológico muito intenso”, frisou.

Responsabilidade - Lourenço destacou que a Cocamar Máquinas oferece os equipamentos mais modernos e mais procurados pelo mercado. “Quando aumentamos a nossa região, aumentou também a nossa responsabilidade”, enfatizou, citando que uma das bandeiras da cooperativa é ajudar a elevar as médias regionais de produtividade, lembrando haver uma grande dispersão. E disse, ao concluir, que os produtores devem se sentir valorizados com a chegada da Cocamar Máquinas: “para nós, é um grande orgulho estar inaugurando essas instalações”.

Valores - Ao pronunciar-se, o presidente da John Deere Brasil, Paulo Herrmann, fez um agradecimento à família que detinha a concessão e enfatizou que a equipe da Cocamar Máquinas, com seus 130 colaboradores em Cambé, liderada pelo gerente Milton Garcez, inicia uma nova etapa, com muitos planos de crescimento. “Trabalhamos com ética, comprometimento, qualidade e inovação e a Cocamar Máquinas trabalha com esses valores”, disse, ao mencionar que a concessionária é a única em todo o mundo, nos 182 anos de história da John Deere, que pertence a uma cooperativa.

Tecnologias - “A maioria das nossas concessionárias é formada por empresas familiares, que vai passando de geração em geração”, observou, destacando residir aí o sucesso da parceria. Segundo Herrmann, em um planejamento agronômico, a máquina não é um elemento que se pode escolher ao acaso. “A John Deere trabalha do pequeno ao médio e ao grande produtor, oferecendo a mesma qualidade em tecnologias”, afirmou, citando que os tempos são de tecnologias, conectividade e agricultura digital.

Perspectivas - Herrmann disse também que as perspectivas são as maiores possíveis para o agronegócio brasileiro: “acabamos de fechar um grande acordo com a Europa, que vai incrementar as nossas exportações. Podemos dizer que estamos ainda aquecendo os pneus”. (Imprensa Cocamar)

 

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LAR: Lar Week reúne autoridades no Centro de Eventos da cooperativa, em Medianeira

A abertura da Lar Week Cooperativismo, realizada na noite de segunda-feira (01/07), no Centro de Eventos da Cooperativa, em Medianeira, no Oeste do Paraná, reuniu prefeitos, empresários, reitores de universidades, autoridades locais e regionais, as quais participaram de um circuito dinâmico de estandes, para conhecerem as diversas áreas de atuação da Lar e sua relevância.

Oportunidade - Para o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que também prestigiou o evento, a Lar Week foi uma oportunidade de perceber a grandeza da Lar. “Nós que convivemos com o cooperativismo no Paraná não sabemos dos detalhes, e aqui em cada um desses espaços as pessoas apresentaram com propriedade o que é a Lar dentro de sua determinada área. É criativo, didático e descomplicado,” afirmou Ricken, que na ocasião anunciou para o mês de dezembro a realização do próximo Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses que reunirá cerca de 2 mil de líderes cooperativistas no Lar Centro de Eventos em Medianeira.

Inovação - De acordo com o diretor-presidente Irineo da Costa Rodrigues, o propósito dentro dos 55 anos da Lar é comemorar a Semana do Cooperativismo de uma forma inovadora. Após o giro de visitas aos stands, houve ainda o lançamento oficial da Universidade Corporativa Lar a qual tem como objetivo contribuir para o crescimento dos funcionários, da Cooperativa e consequentemente de toda a região. "Para que isso aconteça, é preciso focar principalmente nas áreas do conhecimento, por isso estamos oficialmente lançando uma universidade corporativa, onde não terá campus, nem professores, mas haverá métodos e grupos internos se reunirão para estudar e se atualizar", concluiu o diretor-presidente Irineo. (Imprensa Lar)

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SICREDI: Lançada campanha com 26 histórias de diferentes regiões conectadas pelos impactos positivos do cooperativismo

 

sicredi 03 07 2019O sonho de um imigrante haitiano se concretizou recentemente quando foi possível viabilizar a vinda de sua família ao Brasil. Atividades esportivas gratuitas têm sido oferecidas a crianças carentes graças a um projeto que saiu do papel. Uma vila de pescadores passou a ter acesso à internet em razão da aposta de um microempresário provedor de internet. Essas são algumas das histórias que serão contadas pelo Sicredi em sua campanha institucional que irá ao ar a partir de 1º de julho. 

 

Trajetórias e vivências - Serão 13 vídeos que evidenciarão um intercâmbio de trajetórias pessoais e de vivências dos associados com o Sicredi, que têm algo em comum: todos eles tiveram suas realidades transformadas com o apoio da instituição financeira cooperativa. “O Sicredi faz parte da vida dos associados, como ferramenta de trabalho e de conquistas pessoais. Nada mais natural, então, que ressaltemos também nos filmes suas histórias e vivências, pois enriquecem ainda mais a troca de experiências”, explica Ana Paula Cossermelli, superintendente de Comunicação, Marketing e Canais do Banco Cooperativo Sicredi.

 

Proximidade - Em cada um dos vídeos que compõem a principal ação de publicidade institucional do Sicredi em 2019, um associado vai até a região onde mora outro associado, para conhecer uma realidade diferente da sua. “Muito mais que meros deslocamentos e visitas a uma cidade até então desconhecida, os encontros mostrados nos vídeos evidenciam as trajetórias pessoais e os benefícios gerados pelo relacionamento de proximidade dos associados com o Sicredi”, afirma Ana.

 

Temas - Os 13 programetes, como também são chamados os filmes, abordam temas como a presença nacional e solidez do Sicredi, o seu papel no desenvolvimento regional e das comunidades onde atua, as empresas que cresceram com o apoio da instituição, a sua participação na realização dos sonhos dos associados, as diferentes formas de relacionamento deles com suas cooperativas de crédito, o fomento ao agronegócio e o empreendedorismo feminino. 

 

Norte a sul - Produzidos pela Mythago Produções, com roteiro da agência Morya, os vídeos foram captados em locações de norte a sul do país. Os programetes contam com imagens feitas em território cearense, com passagem por Caucaia; catarinense, com gravações em Imbituba; e gaúcho, em Caiçara, Cambará do Sul, Campestre da Serra, Nova Petrópolis, Santo Cristo e Victor Graeff. A equipe também passou por Arenópolis e Urutaí, em Goiás; Alta Floresta, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso; Maringá, Moreira Sales, Realeza e São José dos Pinhais, no Paraná; Boituva e Marília, em São Paulo; além das capitais Belém (PA), Campo Grande (MS) e São Paulo (SP). 

 

Veiculação - Os vídeos irão ao ar nos intervalos do Jornal Nacional, durante 13 semanas, na Rede Globo, além dos canais por assinatura GloboNews, SporTV e Discovery H&H. Também estarão disponíveis no site do Sicredi e nos perfis da instituição nas redes sociais, no Facebook, LinkedIn, Twitter e YouTube. 

 

A vida do associado como ela é - “Cruzando suas trajetórias e experiências pessoais, de forma verdadeira, nossa campanha tem a delicadeza de mostrar a vida dos associados como ela é, sempre com o viés da conquista, do positivo, do otimismo. Afinal, compartilhar vivências e colher resultados têm tudo a ver com a essência do Sicredi e a dos seus associados”, finaliza a superintendente de Comunicação, Marketing e Canais.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com   desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

Ficha técnica:

Direção de Criação: Gregório Leal e Fábio Bernardi

Direção de Arte: Leonardo Curtis

Redação: Rodrigo Pompêo da Silveira

Produção Gráfica: Ernani Furtado

Produção Eletrônica: Alessandra Santos e Ernani Furtado

Mídia: Denise Marusiak e Mariana Velloso

Planejamento: Daniele Lazzarotto, Edgar Demutti e Augusto Bornhausen

Atendimento: Tânia Grigoletto, Giana Oliveira e Marília Jung

Fotografia: Clarissa Londero

Tratamento de Imagem: Patrícia Thiesen

Produtora de Filme: Mythago Produções

Diretor do Filme: Mocita Fagundes e Diogo Santoro

Produtora de Áudio: Radioativa 

Aprovação do cliente: Ariel Ferraz, Bianca Franchini, Elemara Swbilowiez, Fernando Di Diego, Paula Kuss e Rochele Boschetti

SICOOB ALIANÇA: UDC promove capacitação de delegados

 

A Unidade de Desenvolvimento Cooperativo (UDC) do Sicoob Central Unicoob promoveu, no dia 24 de junho, em Apucarana (PR), um treinamento para delegados do Sicoob Aliança. O grupo, formado por cooperados da singular, é o responsável por representar os outros associados nas decisões durante as assembleias.

 

Temas - A capacitação, que teve a duração de 8 horas e contou com 17 delegados titulares e suplentes, abordou temas como o panorama atual da economia, a história do cooperativismo, função, deveres e obrigações dos delegados, entre outros.  

 

Qualificação - De acordo com o gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sicoob Central Unicoob, Sérgio Gini, o treinamento teve o objetivo de qualificar os delegados para que possam exercer o mandato que lhes foi confiado de forma plena e eficiente. “É um dever da cooperativa oferecer conhecimento e ferramentas adequadas para que os seus delegados desempenhem a contento o mandato que foi outorgado pelos demais cooperados. O delegado, que representa o quadro social, precisa estar preparado, em todos os aspectos, para decidir sobre os rumos e o futuro da cooperativa. Por isso, o treinamento é essencial”, explicou. 

 

Excelente - E quem participou gostou do que viu. É o que garante o empresário e consultor Augustus Jaime Massey, que ocupa a função de suplente de delegado no Sicoob Aliança. “O curso foi excelente. Eu nunca havia participado de algo similar. Na primeira vez em que atuei como suplente, encontrei um delegado e perguntei qual era a função e ele me respondeu que não sabia. Esse treinamento foi excelente, pois conseguimos entender qual é o papel do delegado e tivemos acesso a informações e materiais que não tínhamos antes, como o Estatuto, e que vão ajudar muito em nossa atuação de forma independente, sabendo da responsabilidade que temos em representar os associados nas decisões e decidir o andamento da cooperativa.”

 

Mais treinamentos - Com a criação da Unidade de Desenvolvimento Cooperativo, a Central Unicoob irá promover mais treinamentos como esse com o objetivo de conscientizar os delegados de outras cooperativas sobre a importância e responsabilidade da participação dos delegados nas decisões durante as assembleias. 

 

Delegados - Os delegados são associados eleitos que têm o objetivo de representar todo o quadro social da cooperativa nas Assembleias Gerais e reuniões, a fim de tornar as discussões mais participativas, objetivas e eficazes. O modelo é um dos mecanismos que as cooperativas dispõem para solucionar as dificuldades de representatividade e participação nas assembleias. O mecanismo é previsto em lei e permite este tipo de representação em singulares com número de associados superior a três mil, ou com filiados residindo a mais de 50 quilômetros da sede. O modelo também facilita o diálogo com os associados e possibilita a percepção das suas reais necessidades, promovendo o crescimento de todos os envolvidos. (Imprensa Sicoob Unicoob

 

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SICOOB MÉDIO OESTE: Cooperado ganha R$ 2 mil na Poupança Premiada

 

sicoob medio 03 07 2019A Poupança Premiada do Sicoob já fez muitos ganhadores. Um deles foi o cooperado do Sicoob Médio Oeste, Márcio Luiz Mikolic Gazzola. O empresário esteve na agência da cooperativa em Assis Chateaubriand (PR) no último dia 26 para receber o prêmio de R$ 2 mil.

 

Entrega - A entrega do cheque foi feita pelo gerente de relacionamento Edimilson Leite da Silva e acompanhada pelos colaboradores da agência, que comemoraram com o cooperado. “Vou continuar poupando no Sicoob, pois assim além de termos chances de ganhar na promoção, temos a tranquilidade de ter dinheiro guardado para o futuro”, afirma Márcio.

 

Como participar - A cada R$ 200 depositados na poupança Sicoob, o cooperado recebe um número da sorte para concorrer a prêmios. Quanto mais aplicar, mais chances de ganhar. Para mais informações consulte o regulamento em: http://www.sicoob.com.br/poupancapremiada. (Imprensa Sicoob Unicoob)

ENGENHARIA AGRONÔMICA: AEACM tem nova diretoria e presta homenagem aos fundadores

 

O engenheiro agrônomo Oderlando Katsumi Maeda é o novo presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Campo Mourão (AEACM). Ele tomou posse em evento festivo realizado na sexta-feira, 28 de junho, na sede da entidade com a presença de associados, autoridades e convidados.  

 

Homenagem - Juntamente com o encerramento da gestão 2017/19 e a posse da diretoria para a gestão 2019/21 foi prestada homenagem aos fundadores da entidade com o descerramento de placa, que foi prestigiada pelo presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, Clodomir Ascari.

 

Gestão - Maeda estará à frente da entidade que representa os agrônomos da região de Campo Mourão nos próximos dois anos, em substituição a Breno Rovani, que foi presidente no biênio 2017/2019, da quarta mais antiga associação dos engenheiros agrônomos do Paraná.

 

Convívio - “Tudo que fizemos nestes dois anos foi pensando no convívio familiar dentro da associação, em manter um ambiente saudável e preparado para receber o nosso bem maior, que é a nossa família. Preservamos e conservamos esta associação e suas estruturas, com as melhorias e adequações que foram necessárias”, disse Breno Rovani no encerramento da sua gestão. 

 

Agradecimento - O novo presidente agradeceu a diretoria anterior e conclamou o quadro social para participar cada vez mais dos eventos da associação. “A AEACM é fruto dos ideais de agrônomos que há 46 anos sonharam e construíram a entidade, por isso eles são merecedores da honraria e merecem destaque também o trabalho e a dedicação das diretorias anteriores e dos associados na representação da nossa classe valorizando a agronomia e a agricultura, e colocando em destaque a nossa AEACM  em nível regional e estadual.

 

Participação social - O novo presidente ressaltou o trabalho realizado pela gestão presidida por Breno Rovani no biênio 2017/2019. “Faço questão de destacar a participação social da nossa classe com eventos que beneficiaram entidades de Campo Mourao e também a grande conquista do equilíbrio financeiro da nossa associação. Esses são dois bons exemplos desta gestão, que servem de inspiração para nossa atuação”, afirma o novo presidente, que é sócio da entidade há 12 anos.

 

Placa - Os engenheiros agrônomos José Aroldo Gallassini e Ricardo Accioly Calderari, ao lado do presidente da gestão 2017/2019, Breno Rovani e o presidente da gestão 2019/2021, Oderlando Katsumi Maeda, descerraram placa contendo os nomes de todos os colegas que fundaram em 1972 a AEACM. 

 

Sonho - “É um sonho realizado, vivemos uma grande emoção nesta noite, é muito bom olhar para trás e ver que a nossa associação surgiu, amadureceu, cresceu, ganhou estrutura e contribuiu de forma significativa para uma agricultura sustentável e o desenvolvimento regional e estadual. São quase cinco décadas de trabalho e dedicação, que resultaram em grandes transformações na região, que foi a segunda do país a implantar o sistema de plantio direto”, disse Ricardo Accioly Calderari, que contou a história da entidade, falando em nome dos colegas fundadores.

 

Fundadores - São fundadores da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Campo Mourão: Abelegy Alves, Antonio Alvaro Massareto, Dirceu Sponholz, Eduardo Massignan, Egon Simm, Humberto Vignolli, Imar Borges, João Carlos Flores, José Aroldo Gallassini, Lourenço Tenório Cavalcanti, Nei Leocádio Cesconetto, Newton Sponholz, Ricardo Accioly Calderari e Vânio do Amaral Lima. (Assessoria de Imprensa)

 

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PRÊMIO NEW HOLLAND: Últimos dias para conhecer as melhores fotos do campo da América do Sul

 

new holland 03 07 2019O público poderá acompanhar até o dia 6 de julho a exposição itinerante do 13º Prêmio New Holland de Fotojornalismo, instalada na Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba. As 30 imagens foram selecionadas em um universo de 3.040 inscritas. A entrada é gratuita. Com as quatro vencedoras, o júri também escolheu, de forma excepcional, quatro fotos como menção honrosa. Outras 22 completam a lista. Além de Curitiba e Cuiabá (onde ficará até agosto), as exposições do prêmio acontecerão em Córdoba (Argentina), Petrolina (PE) e Bogotá (Colômbia).

 

Tradicional - O Prêmio New Holland de Fotojornalismo é um dos mais tradicionais concursos do segmento da América do Sul. Em 13 anos de história, cerca de 25 mil imagens foram inscritas. A organização do prêmio já realizou 60 workshops e 200 exposições em 115 cidades de cinco países, para um público total de 510 mil pessoas. O prêmio é um projeto cultural realizado pela Mano a Mano Projetos, apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e patrocinado pela New Holland e Banco CNH Industrial. Esta mostra conta ainda com o apoio da Biblioteca Pública do Paraná.

 

Sobre o Prêmio New Holland de Fotojornalismo - O Prêmio New Holland de Fotojornalismo é um projeto cultural apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e patrocinado pela New Holland e pelo Banco CNH Industrial, com realização da Mano a Mano Produções Artísticas. Criado com o objetivo de valorizar o trabalho dos repórteres fotográficos, o projeto passou a premiar também fotógrafos não profissionais — pessoas aficionadas pela fotografia. Inicialmente restrito ao Brasil, o concurso foi ampliado primeiramente para o Mercosul e, ao completar dez anos, para toda a América do Sul, tornando-se o principal concurso fotográfico desses países. Além da premiação, o projeto realiza exposições fotográficas itinerantes e workshops nos países participantes. (Assessoria de Imprensa)

 

SERVIÇO

13º Prêmio New Holland de Fotojornalismo

Exposição Itinerante

Últimos dias – até 6 de julho (sábado)

Biblioteca Pública do Paraná

Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba

Entrada gratuita

MAPA: Ministério adota iniciativas para modernizar processos de inspeção internacional

 

mapa 03 07 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tem adotado diferentes iniciativas para simplificar e modernizar os procedimentos de controle e fiscalização de produtos de interesse agropecuário para exportação e importação nas unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), em todos os estados do país.

 

Impacto - Além de agilizar o processo de análise documental, de gerenciamento de riscos e liberação das cargas que entram e saem do país, a informatização do sistema visa minimizar o impacto causado pela redução no número de agrônomos, veterinários e agentes nos portos, aeroportos e estações de fronteira do país.

 

Eficiência - “Se é importante controlar importações e exportações para evitar a entrada de pragas e doenças e para continuar vendendo produto de qualidade, com segurança no cenário internacional, temos que fazer isso de forma mais eficiente e inteligente”, comentou Fernando Mendes, secretário adjunto de Defesa Agropecuária.

 

Preparação - O secretário ressaltou que o Ministério já vem se preparando há dois anos para ampliar a informatização do sistema em articulação com a Receita Federal, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o setor privado, o IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia), entre outras instituições.

 

Mais celeridade - Uma das mudanças já implementadas e que tem apresentado resultados foi a inclusão dos produtos de origem animal submetidos ao Serviço de Inspeção Federal (SIF) no Portal Único de Comércio Exterior. As informações também podem ser acessadas por outros órgãos, como Receita Federal e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

Certificação - A nova plataforma de gerenciamento e controle das operações de trânsito internacional de produtos agropecuários (SIGVIG 3.0) permitiu que a certificação dada pelo auditor federal, atestando que o produto nacional pode acessar o mercado exterior, seja visualizada pelos importadores pelo meio eletrônico, eliminando etapas burocráticas, como protocolo de documentos físicos e preenchimento manual de certificados.

 

Em vigor - A informatização das emissões de certificados está em vigor desde o ano passado. Em abril de 2018, foram integradas as operações de exportação de carne bovina, aves e suínos. Na época, o tempo médio para intervenção dos fiscais nos portos caiu, segundo levantamento realizado pela Universidade de São Paulo, de uma média de 58 horas no Porto de Santos e 109 horas no Porto de Navegantes para 15 minutos de forma padronizada em todo o território nacional.

 

Carne - “No caso da carne, dos mais de 300 processos por dia, só no Porto de Paranaguá, por exemplo, 99% está sendo liberado automaticamente. Só um por cento da carga está caindo nas mãos dos fiscais. Então, o controle continua sendo feito de forma mais inteligente e, com isso, a gente conseguiu reduzir a necessidade de pessoal”, afirmou Fernando Mendes, secretário adjunto de Defesa Agropecuária.

 

Fiscais - O secretário ressalta que o número de fiscais no Porto de Paranaguá caiu de 10 para 3 nos últimos anos, no entanto, o tempo de liberação de cargas não ficou mais lento como esperado. “Quando tinha dez fiscais, demorava 60 horas e, hoje, demora questão de minutos. O tempo de liberação reduziu drasticamente porque a gente investiu em tecnologia. O ministério nesses últimos anos se reinventou e mesmo com uma redução do quadro para um terço de fiscais, em Paranaguá, conseguiu elevar muito a eficiência e a redução de tempo para o usuário”, completou Mendes.

 

Demandas crescentes - Ele destaca ainda que a tecnologia permitiu dar vazão à demanda crescentes de produtos agropecuários exportados. Nos últimos 20 anos, a agropecuária brasileira aumentou consideravelmente o volume de produtos exportados, saltando de cerca de US$ 20 bilhões, em 1998, para US$ 102 bilhões, em 2018.

 

Tempo menor - “O agro brasileiro quintuplicou a exportação e o número de fiscais reduziu pela metade. Matematicamente, o processo deveria estar demorando dez vezes mais, e, na verdade, estamos reduzindo o tempo”, reiterou o secretário.

 

Vegetal - Em abril deste ano, o Ministério da Agricultura liberou a certificação eletrônica para as exportações da área vegetal também integrada ao Portal Único do Comércio Exterior. Desde abril, o Ministério já identificou em alguns pontos a redução de uma média de 30 a 60 dias para 24 horas no processo de emissão de certificados de produtos de origem vegetal.

 

Média - Em uma extração de dados contemplando o mês de maio de 2019, imediatamente após a implantação do novo processo eletrônico para emissão dos Certificados Fitossanitários de exportação de produtos de origem vegetal, a média de tempo nacional para emissão do documento era de 80,64 horas corridas (pouco mais de 3 dias) após a declaração do exportador. Nesse período, a carga é inspecionada e sua documentação analisada.

 

Processos corretos - Esse número contempla os processos corretos e os que tiveram algum problema e precisaram ser refeitos por meio da emissão de uma Notificação Fiscal Agropecuária (NFA). Os processos que possuem algum vício de origem, como informação incorreta ou falta de apresentação de documentação comprobatória, resulta na emissão da NFA para o exportador e o respectivo tempo para corrigir o que for necessário.

 

Participação - Se considerados somente os processos que não possuem NFA, ou seja, que chegaram sem erros de vício documental ou físico, o tempo de emissão médio é de 20 horas. Por isso, os especialistas reforçam que a participação do setor privado na agilidade dos procedimentos de fiscalização é fundamental.

 

Levantamento - O levantamento da USP aponta ainda que somente 28% dos pedidos de emissão de Certificados Fitossanitários nas unidades do Vigiagro não precisaram de notificação fiscal para correção de problemas ou inclusão de documentos.

 

Integração - Os trabalhos relativos à integração das operações de importação com o Portal Único já estão avançados e a expectativa é que até agosto o novo sistema seja aberto também para produtos importados, incluindo bebidas.

 

Análise remota - Outra ação que está em curso é a análise remota da rotulagem de mercadorias por meio de câmeras, como já é feito no sistema Confere, da Receita Federal. A inclusão da agropecuária no sistema está sendo iniciada no Porto de Santos e deve ser adotado em outras unidades do país. “Hoje, o fiscal tem que passar pessoalmente em cada terminal do porto. Pelo sistema remoto, um fiscal que está ali com três painéis de imagem pode analisar três armazéns ao mesmo tempo”, comenta Fábio Florêncio Fernandes, coordenador geral do Vigiagro.

 

Documental - Segundo o coordenador, a análise remota também deverá ser feita em breve para a parte documental. Uma experiência piloto da avaliação remota de documentos está em andamento no Porto de Paranaguá (PR) para fertilizantes importados a granel e madeira para exportação. O prazo de teste termina em setembro.

 

Responsabilidade - “Estamos tirando a responsabilidade do fiscal analisar a documentação na ponta e passando para as demais Unidades do Vigiagro localizadas no interior do País e o fiscal da ponta ficará disponível para fazer apenas a inspeção física da mercadoria”, explicou Florêncio. Tudo isso só é possível com a adoção massiva de tecnologias de informação e comunicação.

 

Segurança - Para garantir a segurança do processo, será publicada uma portaria que reforçará a responsabilidade dos executores de cada etapa, desde a análise documental, inspeção física até a emissão do certificado.

 

Competência privativa - Por meio do Vigiagro, órgão da Secretaria de Defesa Agropecuária responsável pela vigilância agropecuária internacional, o Ministério da Agricultura tem a responsabilidade legal privativa de executar as atividades de controle e fiscalização de animais, vegetais, insumos, rações, produtos de origem animal e vegetal, além de embalagens e suportes de madeira importados, exportados e em trânsito internacional pelo Brasil. (Mapa)

PREVIDÊNCIA: Relator faz ajustes no parecer da reforma; votação é adiada

 

previdencia 03 07 2019O relator da reforma da Previdência (PEC 6/19), deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), fez ajustes no parecer apresentado por ele em 13 de junho. Nesta terça-feira (02/07), ao ler a complementação de voto, avisou: “Antes de iniciar a exposição dos itens alterados, esclareço que as modificações resultaram da necessidade de aperfeiçoamento do texto, sem alterações significativas de conteúdo”. 

 

Ideia mínima - O relator manteve na Constituição a idade mínima para aposentadoria de servidores da União, de 65 anos para o homem e 62 anos para a mulher – esses patamares são, hoje, de 60 e 55 anos, respectivamente. Propôs ainda a redução da idade mínima (de 60 para 57 anos) para professoras da rede pública que ingressaram até 31 de dezembro de 2003, com direito ao último salário (integralidade) e reajustes da ativa (paridade). E determinou que a pensão dos agentes de segurança também seja igual ao último salário.

 

Cobranças extraordinárias - Ainda em relação aos servidores públicos, Moreira reintroduziu no substitutivo a possibilidade, originalmente apresentada no texto do Poder Executivo, de eventual cobrança de contribuições extraordinárias aos regimes próprios de previdência social. Ele ainda deixou claro que as mudanças não se aplicam aos estados e municípios, que terão de aprovar legislação local.

 

CSLL - O relator também corrigiu trecho que aumenta a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) paga pelos bancos, que voltará a ser de 20%, como praticado até 2018 – em janeiro deste ano, havia sido reduzida para 15%. No caso das cooperativas de crédito, ele especificou um patamar menor, de 17%, e explicitou que não haverá aumento para a Bolsa de Valores (que hoje paga 9%).

 

PIS/Pasep - Moreira retomou proposta do Executivo para prever a transferência de 28% dos recursos do PIS/Pasep para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financiará projetos no País. “Acrescentei dispositivo para garantir que os programas de desenvolvimento financiados por tais verbas sejam devidamente divulgados ao público”, ressaltou o relator.

 

Recursos regimentais - Deputados que se opõem à reforma da Previdência utilizaram recursos regimentais para atrasar o início da leitura da complementação de voto. O próprio presidente da comissão especial, Marcelo Ramos (PL-AM), leu a ata da última reunião, a fim de agilizar os trabalhos. “Não teremos nenhuma etapa de votação após a leitura”, anunciou, na tentativa de assegurar a continuidade da reunião.

 

Destaques - Ao final de quase quatro horas, o presidente do colegiado anunciou que foram apresentados 109 destaques ao texto, mas, em função da complementação de voto, será necessária uma reavaliação. Marcelo Ramos marcou para esta quarta-feira (03/07) uma reunião com os coordenadores das bancadas, a fim de definir os próximos passos da comissão especial.

 

Regra transitória - O substitutivo mantém as diretrizes do texto original do Executivo – como a idade mínima para a aposentadoria dos trabalhadores nos setores público e privado – e cria uma regra de transição para os atuais segurados, com pedágio de 100% do tempo de contribuição que faltar na data da promulgação da futura emenda constitucional.

 

Regra geral transitória - O texto propõe uma regra geral transitória, com idade mínima de 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres. Até que lei específica trate do tema, o tempo de contribuição no setor privado será de pelo menos 15 anos para a mulher e 20 para o homem; no setor público, 25 para ambos os sexos. Como acontece atualmente, há regras para categorias específicas, como professores.

 

Fórmula única - O substitutivo prevê uma fórmula única para cálculo dos benefícios – média aritmética de todas as contribuições até o dia do pedido – que poderá ser mudada por lei futura. A aposentadoria corresponderá a 60% dessa média – se for a única fonte de renda, é assegurado o valor do salário mínimo (hoje R$ 998). A partir dos 20 anos de contribuições efetivadas, o percentual subirá 2 pontos percentuais por ano, até chegar a 100% com 40 anos.

 

Justificativa - O objetivo da reforma, segundo o governo, é conter o déficit previdenciário – diferença entre o que é arrecado pelo sistema e o montante usado para pagar os benefícios – ocasionado por despesas crescentes e de difícil redução. Em 2018, o déficit previdenciário total da União, que engloba os setores privado e público mais os militares, foi de R$ 264,4 bilhões.

 

Expectativa - A expectativa do Executivo com a reforma da Previdência era economizar R$ 1,236 trilhão em dez anos, considerando apenas as mudanças para os trabalhadores vinculados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e para os servidores da União. Com as mudanças até agora, o substitutivo poderá economizar algo perto de perto de R$ 1,071 trilhão no mesmo período, segundo a assessoria do relator. (Agência Câmara)

E-SOCIAL: Sistema pode ter versão mais simples em vez de extinção

 

esocial I 03 07 2019Enquanto o fim do E-Social apareceu na versão preliminar da MP da Liberdade Econômica, o governo trabalha para que uma versão muito mais simplificada seja colocada no lugar. Um grupo de trabalho para isso foi criado, e o objetivo, segundo apurou o Valor, é reduzir fortemente o número de obrigações e exigências impostas aos empregadores de forma geral pelo programa, que consolida digitalmente informações e permite o cumprimento de obrigações tributárias, previdenciárias e trabalhistas.

 

Consenso - Há um amplo consenso no governo que "do jeito que está o E-Social precisa acabar", mas a visão majoritária é que não é possível também ficar sem nada, como chegaram a sugerir algumas fontes da própria equipe econômica e, em sua versão preliminar do relatório, o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) chegou a propor.

 

Revisão - O parlamentar, contudo, admite rever essa proposta na apresentação de sua versão final para a comissão mista, prevista para ocorrer na próxima semana. A condição, segundo Goergen disse ao Valor, é que o governo apresente concretamente o que pretende colocar no lugar. "Do jeito que está o E-Social não fica de jeito nenhum, pois é burocrático e tem alto custo para o cidadão. Mas eu não vou extingui-lo desde que tenha a convicção de que está resolvido o problema", disse o parlamentar.

 

Reunião - Ele se reuniu com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, que está coordenando o grupo de trabalho para revisão do E-Social. Esse colegiado envolve outras secretarias especiais do Ministério da Economia.

 

Bloco K - Goergen disse que não recebeu demanda e não pretende rever a extinção do chamado Bloco K, sistema de informações das empresas como estoque e produção. Ele afirmou que estuda melhorar a redação de outros pontos de seu relatório preliminar - a questão da presença de farmacêuticos nos estabelecimentos, por exemplo. Ele explicou que a ideia não era retirar a obrigação, mas sim construir a alternativa virtual para os horários vagos, como almoço e plantões noturnos. Por isso, informou, deve tentar uma redação mais clara ou até mesmo retirar esse ponto.

 

Texto - A equipe econômica tem trabalhado junto com o relator na construção do texto. Oficialmente, contudo, ninguém quer falar sobre o assunto. Mas fontes ouvidas pelo Valor explicaram que, em relação ao E-Social, a ideia é reduzir fortemente o número de informações prestadas pelas empresas, ficando com o "estritamente necessário" e eliminando repetições ou situações de excesso de controle sobre empresas e trabalhadores, como uma mudança de endereço do funcionário. "Do jeito que está hoje é muito burocrático. Mas há coisas úteis, como a possibilidade de se consolidar obrigações acessórias das empresas em um único sistema, ter uma escrituração digital, entre outras", disse uma fonte graduada do governo.

 

Evolução - O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, que tem tratado do tema com representantes do governo, avalia que o ideal seria não ter o E-Social, mas considera que seria uma evolução importante se a equipe econômica realmente simplificar o sistema.

 

Custos - Ele diz que, hoje, uma empresa média tem que prestar entre 170 e 180 informações sobre os funcionários. "O E-Social reporta tudo o que acontece com o funcionário, até mesmo se ele se divorciou", criticou Roscoe. "O mecanismo tem que ser muito simplificado ou extinto", comentou, explicando que o preenchimento desse sistema demanda equipes nas empresas só para isso, gerando custos altos, que podem ser ainda maiores se houver erros, que levam a multas. "Prefiro a solução do relatório, que era acabar, mas, se não for assim, que se preserve apenas o que teve de avanços", disse, citando como exemplo a possibilidade de compensação de tributos.

 

Obrigação - Em relação ao Bloco K, Roscoe disse que o sistema é ruim porque obriga os empresários a darem ao governo até informações de sigilo empresarial, como fórmulas de produtos não patenteados. Além disso, exige a criação de sistemas que as empresas não precisariam ter porque demanda detalhes por unidade produzida. (Valor Econômico)

POLÍTICA: Nishimori participa do encontro do G20 no Japão

Nos dias 28 e 29 de junho, o deputado federal Luiz Nishimori (PL-PR) participou de uma série de reuniões em Osaka, no Japão, junto com o presidente Jair Bolsonaro. A comitiva brasileira esteve no país para participar do G20, encontro dos 20 países mais ricos e influentes onde são discutidos assuntos de interesse do mundo todo, como o acordo de livre comércio, os novos rumos da agricultura e a preocupação com o meio ambiente.

Banco Mundial e OCDE - Durante o dia 28, a comitiva se reuniu com o presidente do Banco Mundial, David Malpass, e com o secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), José Ángel Gurría Treviño, o presidente, Jair Bolsonaro recebeu também uma homenagem da Câmara de Comercio Brasileira no Japão e recebeu o prêmio Sakura Awards 2019, em agradecimento ao apoio do presidente aos brasileiros que vivem no Japão.

Brics - Bolsonaro presidiu a reunião informal dos líderes do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, participaram do encontro o presidente da China Xi Jinping, o presidente da Rússia Vladimir Putin, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Bolsonaro criticou o protecionismo econômico, “A persistência de correntes protecionistas e de práticas econômicas desleais é fonte de tensões comerciais e põe em risco a estabilidade das regras internacionais de comércio”.

França - Durante as reuniões informais, Jair Bolsonaro conversou com o presidente da França, Emmanuel Macron, o convidou para conhecer a Amazônia e reafirmou o compromisso com o Acordo de Paris para o clima.

EUA - A comitiva brasileira também se reuniu com o presidente dos Estados Unidos Donald Trump, segundo Nishimori a conversa foi muito amistosa e produtiva, “Melhor impossível, um encontro muito positivo, estamos trabalhando por uma relação bilateral de resultados concretos, e este ano já demos o primeiro passo incluímos a isenção de visto para turistas Norte Americanos, o que contribui de forma significativa com nossa economia, gerando emprego e renda para o setor de turismo e hotelaria. Tivemos a assinatura do Acordo de Salvaguardas de Alcântara, o apoio formal para a entrada do Brasil na OCDE e para ser aliado extra OTAN”.

Japão - A comitiva ainda se reuniu com o primeiro ministro do Japão, Shinzo Abe, Nishimori ressaltou a importância da relação bilateral entre o Brasil e o Japão “temos uma parceria de sucesso, que tem promovido o desenvolvimento de vários projetos em conjunto com os dois países, esta reunião tende a fortalecer ainda mais os lações entre os dois países”.

Líderes - No último dia da cúpula, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com outros líderes asiáticos, como príncipe saudita Mohammed bin Sauman e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi, que demonstrou interesse em cooperação em áreas como agricultura e biocombustíveis. (Assessoria de Imprensa do deputado Luiz Nishimori)

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INTERNACIONAL: Acordo Mercosul-UE abre mercado no transporte de cabotagem do país

 

internacional destaque 03 07 2019O Mercosul abriu parte de seu mercado de transporte de cabotagem no acordo com a União Europeia. Dez anos após sua implementação, navios europeus poderão transportar contêineres no serviço regional, ou seja, entre países do bloco sul-americano. "Mas preservamos o mercado nacional", disse ao Valor o secretário Nacional de Portos, Diogo Piloni. Ou seja, ficam de fora rotas como Manaus a São Paulo, por exemplo. "Essa foi uma decisão estratégica."

 

Ponto sensível - O transporte de cabotagem constituiu-se num dos pontos mais sensíveis na reta final das negociações do acordo, informou o secretário. De acordo com o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, a concordância na abertura foi um "deal breaker", ao lado da eliminação da taxa de uso de faróis para embarcações europeias, também incluída no acordo.

 

Trigo e minérios - Além de permitir o transporte de contêineres, que era o principal pleito dos europeus, o acordo deu segurança jurídica ao transporte de cabotagem de trigo e minérios. Para esses produtos, já são admitidas embarcações estrangeiras. Porém, essa regra não constava de nenhum instrumento legal.

 

Volume - Atualmente, são transportados aproximadamente 200 mil TEUs (medida correspondente a um contêiner de 20 pés) ao ano nas rotas regionais. O valor do frete de toda essa carga chega a US$ 50 milhões. É esse, em teoria, o mercado que os europeus poderão acessar.

 

De fora - Grandes fatias do mercado, portanto, ficarão fora do alcance das embarcações europeias. Estão fora, por exemplo, o transporte em granel de soja e milho e o chamado ro-ro (roll-on roll-off), o transporte de cargas que entram e saem do navio por seus próprios meios - automóveis, por exemplo.

 

Hidrovia Paraná-Paraguai - A abertura tampouco atinge a hidrovia Paraná-Paraguai, que se estende pelos quatro sócios do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e pela Bolívia. Nela, a cabotagem continua restrita às embarcações com bandeiras do bloco.

 

Razão estratégica - Uma razão estratégica que levou o Brasil a preservar o mercado local de cabotagem é a constância de preços. Segundo o diretor do Departamento de Navegação e Hidrovias do Ministério da Infraestrutura, Dino Antunes, o transporte de um contêiner de Santos (SP) a Xangai, na China, custava US$ 400 em 2015. Hoje, está em US$ 2.700. No mesmo período, o custo do frete na cabotagem se manteve constante. Uma frota nacional também aumenta a segurança quanto à oferta do serviço. Além disso, não há evidências de que a abertura do mercado traria necessariamente fretes mais baratos.

 

Nova legislação - Piloni informou que trabalha numa proposta de nova legislação para desburocratizar e estimular a entrada de novas operadoras no transporte de cabotagem. O governo pretende que o transporte em navios ao longo da costa brasileira possa competir com o transporte rodoviário, que responde por 65% da matriz. (Valor Econômico)

 

internacional quadro 03 07 2019

 

INMET: Frio a partir desta quinta pode ocasionar geada em regiões produtoras de café

 

inmet 03 07-2019Nota divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê uma massa de ar frio na Região Sul do país a partir de quarta-feira (03/07), avançando para a região Sudeste e parte da Região Centro-Oeste. A passagem da frente fria pode provocar ampla formação de geadas nas regiões serranas das Regiões Sul e Sudeste, alerta o instituto.

 

Fim de semana - Durante o fim de semana, o ar frio vai ocasionar possíveis geadas nas regiões produtoras de café, ou seja, no norte do Paraná, sul de Minas Gerais e na região de Franca em São Paulo.

 

Temperaturas - Os modelos de previsão de tempo do Inmet indicam que as temperaturas poderão atingir valores abaixo de zero grau Celsius (até -6°C) nas áreas serranas da Região Sul, conforme ilustra a Figura 1 da nota.

 

Divulgação - O Inmet divulgará as previsões do ar frio, de acordo com as novas atualizações dos modelos numéricos de previsão de tempo, adianta o diretor Carlos Carvalho Gomes. 

 

Site - Acompanhe no site do Inmet: www.inmet.gov.br(Mapa)


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