Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4608 | 01 de Julho de 2019

COMÉRCIO EXTERNO: Cooperativismo brasileiro celebra acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

comercio externo 1 01 07 2019Um marco para a economia e para o cooperativismo! Após quase 20 anos de negociações, as autoridades do Mercosul e da União Europeia anunciaram, na sexta-feira (28/06), a conclusão das negociações em torno do Acordo de Associação entre os dois blocos. A decisão foi anunciada após reunião das equipes negociadoras em Bruxelas, na Bélgica. O acordo comercial tem grande potencial para a ampliação das exportações brasileiras, já que consolida-se, assim, uma área de livre-comércio composta por mais de 775 milhões de habitantes e US$ 20 trilhões de Produto Interno Bruto unificado.

Ganhos - Falando especialmente sobre o setor cooperativista, os ganhos podem chegar a cerca de US$ 70 bilhões na exportação de produtos gerados por cooperativas, com 98% deste valor concentrado no ramo agropecuário, sendo carnes (US$ 12 bilhões, principalmente para carne de frango), açúcar (US$ 9 bilhões) e milho (US$ 4 bilhões) os com mais potencial. As cooperativas produtoras de café, rações, sucos, frutas, especiarias, mel e algodão também serão beneficiadas. O acordo traz pontos de atenção para as cooperativas focadas em vinhos, lácteos, trigo e malte e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) destaca que sempre defendeu o posicionamento destes setores com relação as propostas do acordo.

Demais ramos - Os ramos Mineral, de Produção, Transportes, Consumo, Infraestrutura e Saúde também são contemplados e somatizam potencial de US$1,4 bilhão em exportações. Neste contexto, as cooperativas de garimpo de quartzo e estanho, e as produtoras de alguns tipos de calçados (especialmente sandálias e componentes de calçados), são as principais beneficiadas.

Importação - Na importação, o potencial de venda dos produtos de cooperativas da União Europeia para o Brasil também se aproxima de US$ 70 bilhões, sendo 70% no agronegócio. A inclusão de produtos como fertilizantes ou maquinário europeu no acordo de livre-comércio, e a possível autorização de participação de prestadores europeus de serviços na economia brasileira, podem reduzir o custo de produção no campo e nas cidades do país. Cooperativas de Transportes, Consumo, Infraestrutura e Saúde, por exemplo, podem ter os custos de compra de seus insumos reduzidos pelo acordo.

Macro - Este é o marco da finalização das tratativas. Contudo, para que entre em vigor, o acordo ainda deverá passar pela ratificação dos Parlamentos das nações envolvidas. Nos últimos acordos semelhantes esse processo levou até 5 anos, e a Organização das Cooperativas Brasileiras seguirá acompanhando os novos passos e empenhada, ao lado da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), na defesa dos interesses do setor junto ao Poder Executivo e ao Congresso Nacional. 

Documento – A Gerência Técnica e Econômica do Sistema Ocepar (Getec) elaborou um documento contendo informações sobre o fechamento do acordo Mercosul e União Europeia, como as notas oficiais divulgadas pelo governo federal, o que prevê o acordo, seus efeitos, entre outros itens. Clique aqui para conferir. 

(Com informações da OCB)

Foto: Agência Brasil

 

GETEC: Informe traz projeções do mercado sobre indicadores econômicos

getec 01 07 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (01/07), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

COOPERAÇÃO: Entrega de mural encerra primeira fase do Projeto Fazendo Arte Cooperando com a Vida

Na tarde de sábado (29/06), na Escola Municipal Professora Nancyr Cecato Cavichiolo, no bairro Parolin, em Curitiba, foi realizada a última entrega da primeira fase do Projeto Fazendo Arte Cooperando com a Vida. Desenvolvido dentro do escopo de ações do Cooperjovem, tendo a curadoria da Unicultura e o apoio do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), e a parceria da Prefeitura de Curitiba e da Secretaria Municipal de Educação, o projeto tem por objetivo estimular atitudes cooperativas e colaborativas nas crianças, por meio de artes (pintura, desenho, dança, teatro, música) e atividades lúdicas. Nesta primeira etapa, os estudantes tiveram aulas de arte e realizaram, de forma conjunta, a pintura de muros em dez escolas curitibanas.

Solenidade - Durante a entrega do mural na escola Nancyr Cecato, houve o descerramento de placa em alusão ao fim da primeira etapa do projeto. Participaram da solenidade o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, a gerente Maria Emilia Pereira Lima, a analista técnica e coordenadora do Cooperjovem no Paraná, Fabianne Allage Y. Ratze, e o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Humberto César Bridi.

Propósito - “É muito importante incentivar nas crianças o senso de cooperação, a ideia de que agindo de forma coletiva, ampliam-se as possibilidades de desenvolvimento para todos. O projeto Cooperando com a Vida tem um propósito fundamental de mostrar às crianças que juntos, trabalhando em parceria, podemos muito mais, crescendo de forma coletiva e inclusiva”, afirmou Ricken. “Agradecemos o importante apoio da Secretaria Municipal de Educação e da Prefeitura de Curitiba”, completou.

O Projeto - O projeto Fazendo Arte Cooperando com a vida é uma iniciativa do Programa Cooperjovem, do Sescoop/PR, em parceria com a Unicultura, Prefeitura Municipal de Curitiba e Secretaria de Educação. A iniciativa abrange a apresentação de um vídeo, produzido pela Unicultura, em que artistas circenses encenam situações rotineiras e que demonstram a diferença quando algo é feito em cooperação. Além disso, pedagogos desenvolvem jogos cooperativos e a artista plástica Janete Mehl coordena uma oficina de vivência e reflexão, visando despertar a inspiração e a criatividade. 

O Cooperjovem - O programa da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), desenvolvido em âmbito nacional pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), atualmente propicia o ensino da cooperação para quase 300 mil estudantes, de Norte a Sul do país. No Paraná, o Cooperjovem é coordenado pelo Sescoop/PR e acontece em 370 escolas de 68 municípios. Proporciona a mais de 1.700 educadores a vivência do trabalho coletivo e a identificação de práticas educacionais pautadas na cultura da cooperação. Com isso, mais de 31 mil alunos paranaenses do Ensino Fundamental recebem uma formação baseada na filosofia da cooperação, que é a essência do modelo cooperativista.

{vsig}2019/noticias/07/01/fazendo_arte/{/vsig}

RAMO SAÚDE: Sescoop/PR e Unimed PR lançam programa personalizado de desenvolvimento de dirigentes

Diretores de cooperativas singulares da Unimed no Paraná começaram a ser capacitados por meio do Programa Estadual de Desenvolvimento de Dirigentes, uma iniciativa do Sistema Ocepar, executada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), em parceira com a Federação Unimed Paraná. O módulo inaugural ocorreu na sexta-feira e sábado (28 e 29/06), no Centro de Eventos do Hotel Rayon, em Curitiba. Ao todo, serão oito encontros presenciais com 12 horas cada, que serão realizados até o mês de setembro. A formação é personalizada e irá tratar de temas ligados às esferas institucional, administrativo/financeiro, mercado e saúde.

Presenças - O primeiro módulo teve como palestrantes o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, o presidente da Unimed Brasil, Orestes Pullin, o advogado Paulo Roberto Störbel, e o ex-presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski. Foram tratados diversos aspectos ligados ao cooperativismo, como atuação no cenário nacional e mundial, legislação, judicialização, entre outros. Os participantes também conheceram o trabalho de representação institucional e política do cooperativismo paranaense realizado pelo Sistema Ocepar.

Construção - O Programa começou a ser construído em conjunto com o Sescoop/PR no ano passado, quando um grupo de profissionais da entidade que participava do curso High Performance iniciou a discussão de um projeto de consultoria que atendesse às necessidades das cooperativas médicas ligadas ao Sistema Unimed. “O Programa Estadual de Desenvolvimento de Dirigentes foi criado a partir de uma constatação: todas as ações, propostas e discussões são canalizadas para os presidentes das cooperativas. Os nossos outros diretores não recebem as correspondências, deixando-os num nível de informação abaixo da presidência e faz com que a presidência leia, analise tudo o que recebe e as canalize para os outros diretores. Notamos que, com isso, os outros diretores não se envolvem adequadamente, não participam da gestão com o mesmo ímpeto que a presidência. Dessa forma, resolvemos criar um programa que levasse mais informação, mais conhecimento a todos os nossos dirigentes e até para os presidentes, a fim de alavancar a área de gestão e atender as necessidades da nossa atividade. Nossa atividade mudou muito nos últimos 20 anos, desde a criação a Agência Nacional de Saúde, e hoje ela é bastante complexa e regulada. O objetivo é empoderar toda a diretoria para que todos participem de fato da gestão”, afirma o presidente da Unimed Paraná, Paulo Roberto Faria.

Números da Unimed no Paraná - No Paraná, o Sistema Unimed é composto por uma federação e 22 cooperativas singulares. Ao todo são quase 10 mil médicos cooperados ativos, 1,5 milhão de beneficiários e 5.872 colaboradores no Estado.

{vsig}2019/noticias/07/01/ramo_saude/{/vsig}

CAMINHOS DO CAMPO: Superintendente da Ocepar destaca importância do ILPF

caminhos campo 01 07 2019O sistema de Integração Lavoura, Pecuária e Florestas (ILPF) foi o tema de reportagem veiculada no programa Caminhos do Campo, da RPCTV, neste domingo (30/06). A matéria mostrou o trabalho feito nas propriedades de José Volpato e João Garcia, que adotam o a prática no Noroeste do Paraná. O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, ressaltou a importância do ILPF e as ações das cooperativas na difusão da técnica. “Muda o modo de enxergar a propriedade, que passa a ser vista como um sistema, e isso é bem interessante porque o produtor que lida somente com agricultura tem que aprender um pouco mais sobre pecuária. Aquele que lida só com pecuária, tem que aprender agricultura. É um momento de conhecimento na propriedade. Acreditamos que a maior parte dos produtores brasileiros vai entrar nesse sistema de produção, ou integração lavoura, pecuária e florestas, ou integração lavoura e florestas, ou lavoura e pecuária, dependendo de cada bioma do nosso país”, afirmou Mafioletti na reportagem.

Leite – Na sequência, o programa Caminhos do Campo mostra também o apoio dado pelo cooperativismo a pequenos produtores de leite.

Clique aqui para conferir na íntegra as reportagens exibidas no Programa Caminhos do Campo

 

DIA C: Programação é encerrada com entrega de doações para nove entidades rondonenses

Foi encerrada, no final da tarde de sábado (29/06), a programação do Dia de Cooperar (Dia C), que aconteceu ao longo do dia na Praça Willy Barth, em Marechal Cândido Rondon, Oeste do Paraná. O evento, que teve como tema “Atitudes simples movem o mundo” e buscou conectar pessoas que se dedicam ao próximo, foi concluído com o repasse das doações arrecadadas no Dia C.

Itens - Foram arrecadados diversos itens, como alimentos e materiais de limpeza, roupas e calçados, livros, leite longa vida e fraldas geriátricas, os quais foram divididos e destinados para entidades que, por sua vez, farão a entrega para as famílias necessitadas. As entidades beneficiadas são:

• Asilo Lar Rosas Unidas

• Associação beneficente cristo (ABEC)

• Cooperagir

• Apae

• Cooperlindeiros

• Pastoral Auxilio Fraterno

• Centro de Recuperação Caminhos da Vida

• Secretaria de Educação (livros para bibliotecas das escolas)

• Secretaria de Assistência Social – Provopar

Programação - A programação contou com exames de acuidade visual, caminhão do sesi cuide-se + prevenção do câncer (exames de prevenção de câncer de pele, próstata, mama e colo de útero), cadastro de doadores de sangue, tenda da saúde (exames de aferição de pressão, testes de glicemia (hgt) e cálculo de imc), tenda da mateada, atividades recreativas e esportivas, apresentações culturais, contação de histórias, corte de cabelos e orientações jurídicas.

Copagril - Além de arrecadar doações para o Dia C em seus estabelecimentos e realizar uma ação de saúde no Supermercado Copagril II, realizando gratuitamente a aferição da pressão arterial e a análise da glicemia na última sexta-feira (29), a Cooperativa Agroindustrial Copagril também organizou uma pedalada com seus colaboradores de sua Loja Agropecuária da sede de Marechal Cândido Rondon até o evento realizado sábado, estimulando assim a participação de seu quadro funcional no Dia de Cooperar, evento que para todas as cooperativas é de suma importância e que proporciona inúmeros benefícios em todos os locais em que é realizado.

Cooperativas envolvidas - As ações do Dia C, desenvolvidas através da intercooperação firmada entre as cooperativas de diversos ramos do conselho de cooperativismo da Acimacar e também pelos parceiros: Cercar, Coofamel, Cooperlindeiros, Cooperagir, Copagril, Cresol, Frimesa, Sicoob, Sicredi, Unimed, Uniprime, Cojem, Conselho Da Mulher Empresária, Sesc, Hospital De Olhos Rondon, Senac, Isepe Rondon, Associação Sangue Bom, Saae, Ctg Tertúlia Do Paraná E Prefeitura De Marechal Rondon. (Imprensa Copagril)

{vsig}2019/noticias/06/01/dia_c/{/vsig}

UNIMED PONTA GROSSA: Hospital e Laboratório conquistam certificação nível pleno

O Hospital Geral Unimed (HGU) e o Laboratório Unimed, da Unimed Ponta Grossa, receberam, no dia 26 de junho, a certificação de Acreditação nível II – pleno, da Organização Nacional de Acreditação (ONA). As instituições receberam, em maio, os avaliadores do Instituto de Planejamento e Pesquisa para a Acreditação de Saúde (IPASS), que verificaram os processos de trabalho, fluxos internos, estruturas sanitária e física, capacitação profissional e qualidade de atendimento nas áreas assistencial e administrativa. Após uma semana de auditoria, a equipe do IPASS indicou o HGU e o Laboratório para a mudança de nível, que foi homologada pela ONA. Ser acreditado pleno significa que tanto o hospital quanto o laboratório atendem os critérios de segurança do paciente e também apresentam gestão integrada, com processos fluidos e plena comunicação entre as equipes.

Qualidade - De acordo com Rafael Francisco dos Santos, presidente da Unimed Ponta Grossa, a conquista demonstra o comprometimento da instituição com a qualidade da assistência. “O foco não é somente nos processos da segurança do paciente, há também um foco muito importante na gestão clínica. O nível II é resultado do engajamento de vários profissionais do corpo técnico, do corpo clínico e médicos envolvidos no tratamento dos pacientes”.

Referência - O HGU foi o primeiro de Ponta Grossa e região, e também entre os hospitais próprios do Sistema Unimed no Paraná, a receber o título de acreditação hospitalar nível I, em 2012. Atualmente, a instituição realiza, em média, 800 cirurgias por mês, entre baixa e alta complexidade. Além disso, conta com sete serviços próprios, como laboratório de análises clínicas, centro de diagnóstico por imagem, pronto atendimento de urgência e emergência, unidade de hemodinâmica, unidade de tratamento oncológico e unidade de terapia intensiva adulto, neonatal e pediátrica.

Acreditação hospitalar - A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade não-governamental, e responsável pelo desenvolvimento e gestão dos padrões brasileiros de qualidade e segurança em saúde e trabalha para que as instituições de saúde no país adotem práticas de gestão e assistenciais que levem à melhoria do cuidado para o paciente. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

{vsig}2019/noticias/07/01/unimed_ponta_grossa/{/vsig}

SICREDI: Destaque no ranking 'Finanças Mais' pelo 3º ano consecutivo

 

sicredi 01 07 2019O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – foi ranqueado em terceiro lugar na categoria “Bancos – Financiamento” do anuário “Estadão Finanças Mais Broadcast+”. A instituição está presente no ranking pelo terceiro ano consecutivo.

 

Banco Cooperativo - Participando do anuário por meio do Banco Cooperativo Sicredi, a instituição teve entre os indicadores destacados o total de ativos, que chegaram a R$ 47 bilhões em dezembro de 2018 (2º lugar no ranking, considerando somente este indicador) e total de crédito, que foi de R$ 23,6 bilhões também em dezembro do ano passado (1º lugar no ranking apenas desse indicador). A lista classificatória ainda leva em consideração os indicadores de patrimônio líquido, receita de serviços, capitalização, liquidez imediata, eficiência, geração de rendas, liderança de mercado, custo operacional, entre outros.

 

Radiografia - O ranking “Estadão Finanças Mais Broadcast+” é publicado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Em parceria com a agência classificadora de risco de crédito Austin Rating, ele apresenta uma radiografia das instituições líderes do setor financeiro no País, com base na análise das demonstrações contábeis publicadas em seus respectivos balanços do ano anterior ao da publicação. A entrega do prêmio ao Sicredi, assim como demais vencedores nas demais categorias da premiação, aconteceu em cerimônia realizada na capital paulista, em 27 de junho.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

PLURICOOP: Avança o Programa de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC)

 

pluricoop 01 07 2019O programa de monitoramento do índice de Felicidade Interna do Cooperativismo, o FIC, avança entre as cooperativas paranaenses. “Como ferramenta de gestão, a proposta do FIC é estimular o bem-estar e a qualidade de vida dos profissionais”, explica Cleide Bulla, presidente da Pluricoop Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão e Treinamento, sediada em Maringá (PR). 

 

Cocamar - Pioneira no ramo agro brasileiro, em 2018, o programa foi adotado pela Cocamar e no início deste ano estendeu o FIC para suas Unidades Operacionais, contanto com aproximadamente 1.200 colaboradores.  

 

Diagnóstico - De acordo com a presidente da Pluricoop, a partir do cumprimento de nove etapas previstas na implantação do FIC, as cooperativas recebem um diagnóstico completo dos fatores que levam à apuração do quociente de felicidade existente. E a partir do qual, elabora-se um plano de ação, objetivando o alcance do equilíbrio e a melhoria do indicador FIC, contribuindo positivamente no padrão de bem-estar das pessoas em seu ambiente de trabalho”, afirma. 

 

Execução - O ciclo de execução do programa é realizado no período de 12 meses, contados a partir do seu início na cooperativa, havendo um novo ciclo de aplicação a partir de 02 anos de sua aplicação. Em agosto, na Cocamar, iniciam a realização dos Workshops para ouvir todas as sugestões apresentadas pelos colaboradores, que serão tabuladas,  e definidas as prioridades para serem trabalhadas durante o ano de 2019.

 

Modelo FIB - O Indicador FIC foi inspirado no modelo FIB – Felicidade Interna Bruta, que ao invés de mensurar o progresso de uma nação a não só, pelo  crescimento econômico, baseia-se, também,  no princípio de que o desenvolvimento de uma sociedade ocorre a partir do equilíbrio entre os fatores emocional e material. 

 

Quatro pilares - O FIC – Felicidade Interna do Cooperativismo se baseia em quatro pilares do FIB: promoção de um desenvolvimento socioeconômico sustentável e igualitário; preservação e promoção dos valores culturais; conservação do meio ambiente natural; e o estabelecimento de uma governança em consonância aos princípios e valores do cooperativismo.

 

Dimensões - Os princípios que norteiam os indicadores usados no diagnóstico que mede a Felicidade Interna do Cooperativismo estão distribuídos em 9 dimensões: bem-estar psicológico, saúde, uso do tempo, vitalidade da participação comunitária, cultura, educação, meio ambiente, governança e padrão de vida. (Imprensa Cocamar)

AGROPAR: Cooperativa capacita funcionários em gestão de relacionamento com os clientes

A Cooperativa Agroindustrial do Médio Oeste do Paraná – Agropar, com sede em Assis Chateubriand, realizou, no dia 19 de junho, capacitação de seus colaboradores da área técnica para a utilização do CRM (Customer Relationship Management), ferramenta que auxilia na gestão, atração e fidelização de cooperados e clientes. Quinze funcionários participaram do curso, que abordou os diferenciais competitivos do CRM, compreensão da filosofia empresarial de formação de inteligência estratégica e mudança de cultura organizacional. A cooperativa utiliza a ferramenta CRM da empresa Datacoper Software. O engenheiro agrônomo e responsável pelo Departamento Técnico, Maciel Eliseu Jagnow, e o responsável pelo Departamento de TI, Rafael Dell Antonia, acompanharam o dia de capacitação das equipes técnicas da Agropar.

Tecnologia - “Para melhorar os resultados do CRM, é necessário investir em tecnologia e preparar os colaboradores para utilizar o sistema, reforçando os benefícios, facilitando e agilizando o trabalho, ajudando-os a obter melhores resultados”, afirma Dell Antonia. “Quanto mais os funcionários dominarem a ferramenta, menos tempo vão levar para finalizar uma atividade. O treinamento permite que os colaboradores aproveitem o melhor que o CRM pode oferecer, criando mais oportunidades de negócios”, completa.

{vsig}2019/noticias/07/01/agropar/{/vsig}

 

PRIMATO: Finalista na categoria varejo do Prêmio Quem é Quem 2019

 

primato 01 07 2019As cooperativas ocupam cada vez mais uma posição de protagonismo no agronegócio brasileiro, desenvolvendo um trabalho de excelência que resulta em progresso e distribuição de renda no campo, beneficiando inúmeras famílias rurais. 

 

Reconhecimento - O Prêmio Quem é Quem reconhece a cada ano todo esse esforço diário empreendido pelas cooperativas, com a premiação das melhores performances produtivas, ideias inovadoras e resultados econômicos, sociais e ambientais em onze categorias.

 

Categorias - São três categorias que concorrem com ajuda do voto dos participantes. Mulher Cooperada, Inovação e Varejo. O resultado da votação terá peso na nota final que irá determinar os ganhadores de cada categoria. São elas:

– Mulher Cooperada: As propriedades que integram o sistema produtivo cooperativista tem na mulher uma figura central. Pilar de sustentação da família no campo, ela desempenha o papel de mãe, dona de casa e ajuda na rotina de trabalho das granjas, mantendo firme a união familiar. Essa categoria quer reconhecer essa dedicação e engajamento da mulher, ressaltando o papel social que desempenha. 

– Varejo: Adequadas formas de apresentar o produto nos pontos de vendas, posicionamento da marca e desenvolvimento de embalagens inovadoras estão entre as estratégias para se conquistar o consumidor. O objetivo dessa categoria é destacar as iniciativas comerciais e de marketing das cooperativas junto ao varejo visando alavancar as vendas de seus produtos.

– Inovação: Saltos de eficiência e produtividade no agronegócio são resultados da incorporação de inovações tecnológicas ao processo produtivo. Com isso, a categoria busca reconhecer iniciativas de projetos inovadores implantados pelas cooperativas que resultaram na melhoria de uma ou várias etapas de sua produção com impacto positivo para seus cooperados.

 

Primato - A Primato Cooperativa Agroindustrial está entre as três finalistas da categoria Varejo. “Ser finalista da categoria varejo através das embalagens de corte de frangos Primato é uma grande satisfação para nós, fruto de um trabalho em conjunto de todos os envolvidos neste projeto de intercooperação”, enalteceu o presidente da Primato Ilmo Werle Welter que complementou, “por isso, contamos com o apoio de todos para votação online que está acontecendo para que possamos, quem sabe, sermos o vencedor da categoria”.

 

Cortes de frango - A linha de cortes de frango está disponível na rede de supermercados Primato em Toledo e Vera Cruz do Oeste. 

 

Votação - Para participar da votação, basta acessar o link www.aviculturaindustrial.com.br/quem-e-quem/2019. A votação vai até o dia 30 de junho e o evento de premiação será em 23 de julho, em Medianeira (PR). (Imprensa Primato)

COPAGRIL: Cooperativa recebe Exército Brasileiro para tratar sobre interiorização de venezuelanos no Brasil

 

A diretoria executiva, superintendentes, gerentes e encarregados da Cooperativa Agroindustrial Copagril estiveram reunidos na manhã desta sexta-feira (28/06) com uma comitiva do Exército Brasileiro, composta por Jair Chagas, 1º Sargento da Companhia de comando da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada de Cascavel; Capitão Bruno Trentini Lopes Ribeiro, Adjunto da Célula de Interiorização; além de Carla Lorenzi, Assistente de projetos da Organização Internacional para as Migrações (OIM), da Agência das Nações Unidas para as Migrações, para uma explanação referente à Operação Acolhida, a qual visa inserir imigrantes e refugiados venezuelanos em diversas regiões do Brasil.

 

Operação Acolhida - Segundo informações apuradas pela ONU Migração, desdobramentos políticos, sociais e econômicos na Venezuela levaram à saída de mais de 3 milhões de refugiados e migrantes do país venezuelano. Destes, cerca de 200 mil entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima, no estado de Roraima, onde se inicia a Operação Acolhida através de um centro de triagem para identificação e acolhimento dos imigrantes.

 

Força-tarefa - Após o acolhimento em Pacaraima, a ONU, em conjunto com o Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e Força Aérea Brasileira pretendem realizar uma força-tarefa logística humanitária visando a interiorização dos venezuelanos, para assim inseri-los na comunidade e mercado de trabalho de várias regiões do país, visando o bem-estar dos venezuelanos, além de auxiliar o estado de Roraima, já que devido ao aumento populacional desordenado no estado através das imigrações, o Governo Federal reconheceu a situação de vulnerabilidade do estado.

 

Apoio à operação - Para que os objetivos se concretizem, a Operação Acolhida precisa do apoio das empresas e comunidades, para inserir os venezuelanos dentro de seus meios. E tendo em vista a importância da Cooperativa Agroindustrial Copagril no mercado de trabalho, a visita foi realizada com o objetivo de solicitar o auxílio da cooperativa para esta causa. Após a reunião, a diretoria executiva da Copagril demonstrou sua solidariedade com a operação e propôs a realização de planejamentos para apoiar a causa. (Imprensa Copagril)

 

{vsig}2019/noticias/07/01/copagril/{/vsig}

COAMO: Com a etapa Centro, Copa de Cooperados já tem 29 campeões regionais classificados para a fase final

Milhares de cooperados e familiares, e comunidades, prestigiaram no sábado (29/06), a penúltima etapa da Copa Coamo de Cooperados – Futebol suíço promovida com sucesso nos municípios de Pitanga, Manoel Ribas, Cândido de Abreu, Boa Ventura de São Roque e Palmital, na região Centro do Paraná.

Classificados - Com os cinco campeões da etapa Centro, agora a Copa Coamo já tem definidos 29 classificados para a grande final dia 27 de julho, em Campo Mourão, faltando apenas conhecer neste sábado, 6 de julho, os quatro campeões das regionais de Campo Mourão, Peabiru, Araruna e Luiziana. As disputas no geral foram equilibradas e com bom nível técnico, grande alegria e integração da família cooperativista.

Campeões - Os vencedores das regionais Centro foram: por Cândido de Abreu que teve 12 times, o Capinzal com vitória por 1x0 sobre o Agro Amigos. Em Manoel Ribas, campeão pela primeira vez foi a equipe Linha Esperança, que derrotou o São Marcos por 1x0. O Sanga Funda ficou com o título em Palmital ao vencer por 1x0 o Jaguatirica). O campeão em Pitanga foi o time UTI - Unidade Travamento Intensivo após derrotar o Rio do Susto por 3x0. Em Boa Ventura de São Roque o Linha Forekevicz "A" derrotou o São Cristóvão por 1x0 e sagrou-se campeão da regional.

Inédito - Em Palmital, os cooperados festejaram a realização da Copa Coamo, mas um de maneira especial estava todo radiante. O cooperado Estefano Gulicz, do time Sanga Funda, após a vitória na decisão e a conquista da vaga pela regional para estar na final da Copa Coamo. “Participo da Copa Coamo há 13 edições e o meu sonho era um dia ganhar a Copa e ir à final em Campo Mourão e conseguimos nesta edição. Então a nossa alegria imensa, porque esteve evento é maravilhoso com tudo muito bem organizado   e a gente passa um dia muito feliz. E se ganhar no final como ganhamos então a festa é maior ainda”, comemora o cooperado, que para manter acesa da Copa Coamo fez até um campo de futebol na sua propriedade.

Sede - Neste sábado, 6 de julho, será realizada a última etapa da Copa Coamo 2019, com jogos pela Sede nas Regionais de Luiziana, Campo Mourão, Peabiru e Araruna. Após a etapa Sede, os dirigentes campeões das equipes finalistas terão o compromisso de participarem no dia 11 de julho em Campo Mourão, do congresso técnico para definição dos grupos e da tabela de jogos da grande final, que terá início às 8h20 no ginásio da Arcam com o cerimonial de abertura. (Imprensa da Coamo)

{vsig}2019/noticias/07/01/coamo/{/vsig}

SOJA: Mais de 500 representantes da cadeia produtiva reuniram-se na RPS em Londrina

 

soja 01 07 2019O custo de produção de soja, a análise de investimento financeiro e de tempo de retorno econômico foi tema de um dos painéis debatidos durante a 37ª edição da Reunião de Pesquisa de Soja (RPS), realizada nos dias 26 e 27 de junho de 2019, em Londrina (PR), pela Embrapa Soja. Neste painel, o produtor Henrique Menarim, de Ventania (PR), apresentou os desafios que interferem no planejamento produtivo e nos resultados econômicos. 

 

Rentabilidade menor - Menarim destacou que, a cada ano, a rentabilidade dos produtores, de forma geral, vem sendo reduzida, por isso, considera essencial buscar alternativas de manejo tradicionais e de novas tecnologias, além de resultados de pesquisa que consigam reduzir os custos para garantir a sustentabilidade do negócio. “A ferrugem é um exemplo de problema que onera muito nos nossos custos de produção, desta forma, precisamos estar inteirados das discussões técnicas para auxiliar nas nossas tomadas de decisão e minimizar as perdas”, relatou.

 

Resultados dos ensaios - Neste sentido, a Rede de Avaliação de Fungicidas para Controle de Doenças na Cultura da Soja apresentou durante a Reunião os resultados dos ensaios cooperativos realizados na safra 2018/19 em diferentes regiões produtoras, que avaliam a eficiência dos fungicidas, o que ajuda na tomada da melhor decisão no campo, conforme detalhado aqui. 

 

Importância - O presidente da Reunião de Soja, Osmar Conte, ressaltou a importância do evento - que reuniu 550 participantes - como o maior fórum de pesquisa do complexo agropecuário da soja. “Procuramos trazer temas atuais como, por exemplo, o cenário sobre o uso de agrotóxicos na cultura de soja apresentamos ainda um panorama sobre a safra de soja 2018/19, discutimos os desafios fitossanitários, além de promovermos uma análise do mercado de soja apresentando as oportunidades para as diferentes plataformas tecnológicas, inclusive, para a produção de soja convencional que hoje ocupa aproximadamente 5% da área com soja, segundo o Instituto Soja Livre”, enfatizou.

 

Programação técnica - A programação técnica contou com cinco palestras em plenária, sete painéis técnicos englobando 19 apresentações e 24 apresentações em comissões técnicas que trataram de atualidades e problemáticas nos sistemas de produção em que a soja está inserida. “A abordagem nas comissões possibilita discussões mais específicas nas diversas áreas oportunizando também maior interação entre os participantes”, comemora Conte.

 

Oportunidades e soluções - O presidente do evento disse que o foco do evento esteve centrado em apontar oportunidades e apresentar soluções aos desafios que a soja enfrenta. “Por isso, a programação é abrangente em termos de temática, resultados de pesquisa e relatos de experiências práticas de produtores que enfrentam problemas reais no campo”, explica.

 

Erros e acertos - Um dos painéis, por exemplo, destacou os erros e os acertos no uso das ferramentas genéticas no manejo fitossanitário – doenças e nematoides, pragas e plantas daninhas. O pesquisador Fernando Adegas, da Embrapa Soja, avaliou as ferramentas de biotecnologia, principalmente as sojas resistentes a herbicidas usadas no Brasil. “A análise é relevante para contribuir para que os erros cometidos não sejam repetidos e valorizar os acertos para garantir a sustentabilidade das futuras tecnologias que vão ser lançadas no mercado”, diz.

 

Manejo e controle de doenças do solo - O pesquisador Maurício Meyer moderou o painel sobre as atualidades no manejo e no controle de doenças do solo, com foco em nematoides, mofo-branco e a prática de manejo de solo do solo. “As informações apresentadas trouxeram um amplo panorama sobre medidas que podem auxiliar no manejo das doenças radiculares da soja, que é um dos desafios para produtores e técnicos”, enfatizou Meyer. 

 

Influência do clima - O professor Paulo César Sentelhas, da Universidade de Agronomia Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo destacou a influência do clima na produtividade da soja “Introduzimos conceitos de eficiência climática e como eles impactam na produtividade da soja nas diferentes regiões brasileiras, assim como é relevante adotar manejos adequados do solo e da cultura para garantir maior sustentabilidade nas lavouras”.

 

Análise de mercado - O evento contou ainda com palestra do consultor econômico da ARC, Matheus Pereira, que fez uma análise do mercado de soja, considerando primeiramente de que forma a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China traz benefícios e prejuízos para o Brasil. Outro ponto levantado pelo consultor foi sobre a demanda reduzida da China por soja e a retração nas exportações do grão. “Nossa ideia é apresentar estes pontos e tentar elucidar as desinformações que acabam atrapalhando nas tomadas de decisão”, disse.

 

Trabalhos técnicos - A Reunião de Pesquisa de Soja também aprovou 65 trabalhos técnicos que estão disponíveis no site do evento www.rps2019.com.br. Houve ainda o lançamento da Tecnologia Block, cujos detalhes podem ser consultados aqui. Outra novidade foi o lançamento do livro O produtor pergunta e a Embrapa responde, da Coleção 500 perguntas, 500 respostas. Consulte mais informações aqui. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

ANEEL: Agência define bandeira amarela nas contas de energia de julho

 

aneel 01 07 2019A bandeira tarifária utilizada como referência nas contas de luz do mês de julho será a amarela. O anúncio foi feito na sexta-feira (28/06) em comunicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a medida, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.

 

Seca - O adicional retorna às contas após a autoridade reguladora ter definido bandeira verde em junho, situação em que não é cobrado acréscimo nas contas. No comunicado, a Aneel justificou a bandeira amarela pelo fato de julho ser um mês “típico da seca nas principais bacias hidrográficas do país”.

 

Vazões abaixo da média - “A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela”, justificou a agência.

 

Sinalização - O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores, a verde, a amarela e a vermelha (nos patamares 1 e 2), que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

 

Cálculo - O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico e o preço da energia. Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

 

Reajuste - No dia 21 de maio, a Aneel aprovou um reajuste no valor das bandeiras tarifárias. Com os novos valores, caso haja o acionamento da bandeira amarela, o acréscimo cobrado na conta passou de R$ 1 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh e no patamar 2, passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra. (Agência Brasil)

PCH: Governo propõe liberar 19 centrais de geração de energia

 

pch 01 07 2019O Governo do Estado encaminha para a Assembleia Legislativa nesta semana um projeto de lei propondo a aprovação para construção de 19 empreendimentos de geração de energia. São 14 Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH), duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), além de duas termelétricas e uma usina eólica.

 

Licença - Todos já possuem Licença Prévia (LP) ou Licença de Operação de Regularização (LOR) concedidas pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). As atividades devem cumprir as normas ambientais e serem regidas pelas legislações municipal, estadual e federal.

 

Cidades - Os empreendimentos hidrelétricos serão construídos nas cidades de Palmeira, Cascavel, Honório Serpa, Clevelândia, Francisco Beltrão, Boa Ventura do São Roque, Pitanga, Santo Antônio do Sudoeste, Nova Tebas, Palmas, Tibagi, Rio Branco do Sul, Renascença, Toledo, Nova Aurora e Marechal Cândido Rondon. As duas termelétricas serão implantadas em Jacarezinho e Pitanga e a usina eólica em Palmas.

 

Hidrelétricas - Os 16 empreendimentos hidrelétricos que receberam licenciamentos do IAP neste ano representam 15% do total de licenciamentos concedidos em sete anos, de 2012 a 2018. “Todo o setor ambiental do Paraná está dando mais celeridade para análise dos pedidos de licenciamento de PCHs e CGHs, empreendimentos que possuem impacto ambiental muito baixo, ajudam, inclusive, na produção de energia limpa e contribuem para o desenvolvimento econômico dos municípios”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

Previsão - Ele destaca que para este ano a previsão é de mais 41 projetos para geração de energia limpa, que aguardam licenciamento ambiental no Estado. “A energia elétrica é um fator decisivo para a melhoria da qualidade de vida da população. Estamos enviando esse projeto de lei para que os paranaenses tenham acesso à energia elétrica gerada por fontes de baixo impacto ambiental”, explica o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.

 

Potencial - Segundo a Associação Brasileira de PCHs e CGHs (Abrapch), o Paraná possui centenas de áreas possíveis de aproveitamento hidroelétrico para geração de energia. Há 271 empreendimentos (totalizando 1.934 megawatts) já cadastrados na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aguardando licenciamento.

 

Empregos - Isso deve corresponder a mais de 100 mil empregos e investimentos na ordem de R$ 13,5 bilhões para o Estado. “O Governo do Estado será parceiro nestes projetos e avaliará os pedidos de estudo de viabilidade”, disse o governador Ratinho Junior.

 

Entraves - Um dos principais entraves para empreendimentos neste setor é o licenciamento ambiental. A demora média é de nove anos, segundo levantamento da Abrapch. O presidente da entidade, Paulo Arbex, diz que após a emissão da licença prévia, exigida para que o projeto dispute leilões de energia, o processo ambiental leva, em média, mais cinco anos e nove meses, extrapolando o prazo exigido pela Aneel para o início de operação da usina.

 

Pagamentos de indenizações e benfeitorias - O projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa propõe a aprovação da construção dos empreendimentos hidrelétricos que receberam a Licença Prévia do IAP e exige o cumprimento das normas ambientais, observadas as legislações municipal, estadual e federal.

 

Condição - O documento condiciona a autorização a comprovação do pagamento de indenização das terras e benfeitorias aos proprietários diretamente atingidos pelo empreendimento e aprova a empreendimentos hidrelétricos, já implantados e em operação, que obtiveram a regularização do empreendimento através da Licença de Operação de Regularização – LOR.

 

Nascentes - Além do potencial disponível e do tamanho do mercado, as PCHs apresentam vantagens como, por exemplo, o impacto ambiental baixo e distribuído, a criação de áreas de preservação permanente, a proteção de nascentes, o estímulo ao turismo e a garantia do fornecimento de energia elétrica de baixo impacto ambiental.

 

IDH - “Além disso, a maioria das PCHs em construção, em análise ou em estudo está situada em áreas com baixos índices de desenvolvimento humano (IDH), proporcionando para estes municípios desenvolvimento, geração de emprego e renda”, destaca o vice-presidente do Conselho Executivo da Abrapch, Pedro Dias.

 

Fontes de energia - As PCHs estão situadas em 3º lugar entre as fontes de energia do país com 5.943 MW gerados. São 1.124 PCHs e CGHs em operação, que geram 420 mil empregos diretos. Apenas para os projetos de 1.806 centrais que podem ser viabilizados no Brasil, os investimentos previstos são da ordem de R$ 49 bilhões.

 

Empreendimentos - Ao todo, no Brasil, 493 empreendimentos aguardam licenciamento ambiental. Considerando aquelas em operação, em construção, em estudos e inventariadas, totaliza-se algo em torno de 3 mil plantas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOCUS: Mercado reduz estimativa de crescimento da economia para 0,85%

focus 01 07 2019A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano continua em queda. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com instituições financeiras, a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - desta vez foi reduzida de 0,87% para 0,85%. Essa foi a 18ª redução consecutiva.

2020 - Para 2020, a expectativa é que a economia tenha crescimento maior, de 2,20%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação - A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,82% para 3,80% este ano, na quinta redução seguida. A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Queda - A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2020 caiu de 3,95% para 3,91%. A meta para o próximo ano é de 4%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

2021 - Para 2021, o centro da meta de inflação é 3,75% e para 2022, 3,5%, também com intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 e 2022 permanece em 3,75%.

Taxa básica de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, mantida em 6,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Expectativa - Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,50% ao ano. Na semana passada, a projeção era de 5,75% ao ano. Para o fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica baixe para 6% ao ano e, no fim de 2021 e 2022, chegue a 7,5% ao ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o comitê aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Manutenção - A manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Na indústria, emprego só voltará ao que era antes da crise em 2032

 

economia 01 07 2019Com a produção estagnada neste início de ano, a indústria é o setor mais distante de recuperar os empregos perdidos ao longo da crise econômica. Cálculos do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) mostram que, mantido o atual ritmo de contratações, o setor levará 13 anos para retomar o nível pré-recessivo de vagas - ou seja, apenas em 2032.

 

IBGE - Para chegar a essa conclusão, o Iedi levou em conta dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na sexta-feira (28/06). A indústria geral (que inclui transformação e extrativa, sem a construção) empregava 11,86 milhões de pessoas no trimestre móvel até maio, 0,8% a mais do que no mesmo período de 2018. Isso representa um incremento de apenas 92 mil postos de trabalho no período de um ano.

 

Dinamismo baixo - "A indústria está com dinamismo muito baixo neste começo de ano. A fase recessiva que a produção vem enfrentando nos últimos meses fez o setor perder o protagonismo que tinha apresentado na saída da crise, em 2017", diz Rafael Cagnin, economista-chefe do Iedi, acrescentando que o emprego no setor industrial chegou a crescer 5% na virada de 2017 para

2018.

 

Combinação de fatores - O momento mais negativo da indústria é resultado de uma combinação de fatores como as turbulências do período eleitoral e as incertezas sobre o avanço da agenda de reformas estruturais do governo, aliadas a um cenário externo mais desafiador, com a desaceleração da economia mundial e da crise comercial entre os EUA e a China. A crise da Argentina também pesa.

 

Postos a menos - Com o lento ritmo de recuperação, o setor industrial tem hoje 1,2 milhão de postos de trabalho a menos do que no trimestre móvel até maio de 2015, ano em que a crise econômica chegou ao mercado de trabalho. É o pior desempenho entre as dez atividades acompanhadas pelo IBGE, seguido por agropecuária (-830 mil) e construção (-702 mil).

 

Comportamento - Um levantamento do Iedi obtido pelo Valor detalha o comportamento do emprego especificamente na indústria de transformação, segmento industrial que paga melhores salários (em média, 10% acima dos demais). O quadro, porém, não difere muito do restante da indústria, mostrando perda de dinamismo.

 

eTransformação - No primeiro trimestre de 2018, a indústria de transformação havia adicionado 230 mil postos de trabalho em relação ao mesmo período de 2017. Porém, essa recuperação perdeu fôlego. Na comparação entre os primeiros trimestres de 2019 e 2018, o acréscimo foi menor, na faixa de 85 mil empregos, segundo os cálculos do Iedi, baseados nos microdados do IBGE.

 

Ramos - Dentre os cinco ramos da indústria de transformação com maiores contingentes de empregados com carteira assinada, três tiveram aumento no número de trabalhadores de 2017 a 2019: borracha (12,7%), veículos automotores (8,4%) e produtos de metal (3,2%). No lado negativo estavam confecção e vestuário (-6,7%) e fabricação de produtos alimentícios (-3%).

 

Implicações ruins - Para o Iedi, o fraco desempenho do emprego na indústria de transformação tem implicações ruins para o mercado de trabalho tanto do ponto de vista quantitativo quanto qualitativo. Além de ser o terceiro maior empregador, atrás de serviços e comércio, o setor tem 63% de sua mão de obra formalizada, com carteira assinada.

 

Desemprego - Na sexta-feira (28/06), o IBGE divulgou a taxa de desemprego para o trimestre encerrado em maio. A desocupação ficou em 12,3%, o equivalente e 12,984 milhões de pessoas. Esse total é 0,5% menor do que nos três meses imediatamente anteriores (o equivalente a 70 mil pessoas) e 1,6% menor do que no mesmo período do ano passado (206 mil pessoas a menos).

 

Rendimento - Já o rendimento dos trabalhadores foi de R$ 2.289 no trimestre l encerrado em maio. Esse valor é 1,5% inferior ao registrado nos três meses encerrados em fevereiro (R$ 2.323) e 0,2% menor que o apurado no mesmo período do ano passado (R$ 2.292). (Valor Econômico)

 

INTERNACIONAL: Nova trégua EUA-China traz alívio, mas incerteza continua

 

internacional 01 07 2019O pior foi evitado no comércio internacional no G-20 (grupo das maiores economias do mundo) em Osaka, Japão. A nova trégua anunciada por Donald Trump e Xi Jinping, no sábado (29/06), remove uma ameaça iminente sobre a economia mundial e deve dar um impulso nos mercados no curto prazo. No entanto, as incertezas permanecem envolvendo o confronto entre os EUA e a China.

 

Retomada as negociações - As duas maiores economias do mundo decidiram retomar as negociações. Trump prometeu não aumentar pelo momento as tarifas sobre US$ 300 bilhões em importações chinesas. E vai atenuar a proibição imposta sobre tecnologia americana que poderá ser vendida para a Huawei, a mais bem-sucedida multinacional chinesa.

 

Produtos agrícolas - Segundo Trump, a China por sua vez prometeu retomar a compra de vários produtos agrícolas. "Vamos dar uma lista a eles [chineses] de coisas que gostaríamos que eles comprassem", afirmou antes de partir de Osaka.

 

Planos - No G-20, Xi Jinping anunciou planos de abrir mais a economia chinesa. A promessa é de expandir as importações chinesas em geral, de melhorar as condições para as empresas estrangeiras que investem na China, mais proteção dos direitos de propriedade intelectual e aceleração das negociações de vários acordos comerciais.

 

Avaliação - Na avaliação de um importante participante do G-20, o que Trump e Xi acertaram "não foi bem um cessar-fogo, porque não estão parando [o conflito], apenas deixam a situação como está, um atirando no outro, mas com menos intensidade".

 

Opções - Trump tinha duas opções no encontro de Osaka: cumprir com a sua ameaça e deflagrar uma guerra comercial total contra os chineses com sobretaxas de 25% sobre os produtos que ainda não foram atingidos; ou reconhecer que mais escalada do conflito seria um tiro no pé, uma vez que eleva os custos das empresas americanas e exportadores agrícolas.

 

Reconhecimento - Na prática, Trump reconheceu que não podia manter o tiroteio do jeito que estava fazendo, porque os EUA sofreriam também cada vez mais. Os chineses engrossaram sua reação, condicionando um acordo a um acerto prévio sobre a Huawei - acusada de espionagem por Washington.

 

Expectativa - Para importantes fontes no G-20, a expectativa é de que, à medida em que se aproximar a eleição presidencial americana a situação ficará mais perigosa para os EUA e a China. Se Trump continuar recuando vai perder o que resta de credibilidade.

 

Ações unilaterais - E para evitar o risco eleitoral de parecer fraco, pode impor mais ações unilaterais, e aí será custo alto para os chineses. O encontro do G-20 em Osaka foi ofuscado pela expectativa em torno da bilateral Trump-Xi, que deixou a agenda multilateral de lado. A insatisfação foi manifestada pelo presidente francês Emmanuel Macron. "Nosso futuro não pode depender de um bom acordo bilateral entre duas potências. É preciso restaurar o quadro multilateral eficaz."

 

Incertezas - As incertezas na economia mundial se prolongam. Enquanto isso, os chineses começam a usar mais produtos baratos asiáticos, deixando vários fornecedores americanos para trás. Isso custa centenas de milhões de dólares em negócios para essas empresas. Pequim anunciou no sábado que vai impulsionar o desenvolvimento doméstico de softwares considerados cruciais, como contingência no caso de produtos estrangeiros se tornarem inacessíveis.

 

Fábrica - Ao mesmo tempo, a China como fábrica do mundo sofre com o movimento de transferência da etapa final da cadeia de produção para países como o Vietnã, como nota o "The New York Times".

 

Previsto - O cenário de sucessivas pausas no confronto EUA-China era previsto. A competição bilateral por supremacia econômica e pela tecnologia de ponta deve persistir por um longo tempo, nota o professor japonês Masahiro Kawai.

 

Superioridade tecnológica - Para Atsuhi Sunami, do National Graduate Institute for Policy Studies, de Tóquio, garantir "superioridade tecnológica, no sentido de adquirir e desenvolver certas tecnologias, habilita os países a exercer influência significativa na construção de uma nova ordem para a comunidade internacional. E essa batalha entre uma China em ascensão, com tremenda capacidade científica e tecnológica, e um EUA receosos tende a durar". (Valor Econômico)

 

Foto: Agência CMA


Versão para impressão


RODAPE