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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4601 | 19 de Junho de 2019

G7: Lideranças do setor produtivo paranaense se reúnem com dirigentes do BRDE

 

Temas de interesse das cooperativas e da sociedade paranaense estiveram em debate na reunião ocorrida na manhã desta quarta-feira (19/06) entre lideranças do G7, grupo formado pelas principais entidades representativas do setor produtivo no Estado, e dirigentes do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O encontro ocorreu na sede da agência do BRDE no Paraná, em Curitiba. Os debates foram conduzidos pelo coordenador do G7 e presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Em pauta estiveram assuntos ligados a financiamentos, sanidade, educação e tributação. Na oportunidade, houve ainda uma apresentação sobre a atuação do BRDE no Estado e os principais resultados.

Sobre o G7 - Fazem parte do G7, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e Associação Comercial do Paraná (ACP).

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FÓRUM: Auditoria interna e tecnologia estarão em debate na semana que vem, em Curitiba

 

Auditores internos que atuam nas cooperativas paranaenses estarão reunidos, na próxima terça-feira (25/06), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, das 9h às 16h, para participar de um fórum que vai discutir temas relativos à tecnologia. “Este evento visa proporcionar um ambiente de troca de informações a respeito das boas práticas de auditoria interna, sobretudo no que se refere ao uso das recentes tecnologias, como Big Data, Data Analytics e Data Science”, informa o analista técnico do Sescoop/PR, Tiago Fernandes Gomes.

 

Programação – As atividades serão abertas pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. Na sequência, o coordenador do curso de especialização em Data Science & Big Data da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Wagner Bonat, apresenta a palestra com o tema “Ciência de dados: visão geral e perspectivas futuras.” Os participantes terão ainda a oportunidade de conhecer cases de sucesso do Sicredi, Castrolanda e Volvo. O representante da empresa de consultoria Crossover Brazil, especializada em gestão empresarial, auditoria interna e governança corporativa, Marcos de Martino, vai falar sobre as transformações da auditoria interna pelo uso da tecnologia. Haverá ainda um painel com os palestrantes.

 

Inscrições e informações – Informações adicionais com Tiago (41 3200148 / tiago.gomes@sistemaocepar.coop.br). As inscrições devem ser efetivadas com Esdras Silva (41 3200 1159 / esdras.silva@sistemaocepar.coop.br).

 

formacao folder 19 06 2019

UNIMED: Sistema cresce 10% em faturamento com planos de saúde e investe na expansão da rede própria

 

unimed 19 06 2019 Maior sistema cooperativo de saúde do mundo, com 345 cooperativas, a Unimed registrou faturamento de R$ 63,9 bilhões em 2018 com planos de saúde. A receita é 9,8% superior à obtida em 2017 (R$ 57,2 bi). A receita total cresceu 2,9% na comparação entre os anos: R$ 71,9 bilhões em 2018 x R$ 70 bilhões em 2017. No que tange às despesas assistenciais, a Unimed consolidou gastos de R$ 51,4 bilhões no período, 7,5% a mais do que no ano anterior (R$ 47,8 bi). As despesas totais foram de R$ 68,5 bilhões em 2018, contra R$ 67,2 bilhões em 2017.

 

Mercado - O Sistema Unimed detém 37% do mercado de saúde suplementar brasileiro – a maior fatia entre as operadoras no País, com mais de 18 milhões de beneficiários e 115 mil médicos cooperados – e está presente em 84% do território nacional, sendo o mais abrangente do segmento. Com 119 hospitais gerais e 9.296 leitos, possui a segunda maior rede própria hospitalar do Brasil, atrás apenas das Santas Casas. Sua relação de serviços próprios contempla também 15 hospitais-dia, 199 prontos atendimentos, 102 laboratórios, 131 centros de diagnósticos e 91 farmácias.

 

Expansão - Esta rede crescerá nos próximos anos, com a expansão da estratégia de verticalização da Unimed. Somente em 2018, foi investido R$ 1,052 bilhão na construção e estruturação de recursos próprios do sistema cooperativo. Sete hospitais estão em obras no momento, nas regiões Sul, Norte e Sudeste: Costa do Sol (RJ), previsto para 2020; Regional Jaú (SP), previsto para 2020; Araguaína (TO), previsto para 2022; Sul Capixaba (ES), previsto para 2020; Nova Iguaçu (RJ), previsto para 2021; Vale dos Sinos (RS), previsto para, no máximo, 2026; e Brusque (SC), previsto para 2021. 

 

Inaugurados - Além destes, foram inaugurados em março de 2019 o novo hospital em Juiz de Fora (MG) e em abril a primeira parte da nova unidade da Unimed BH, em Betim (MG), com as alas de internação clínica, lactário, centro de imagem, laboratório e áreas administrativa e de apoio. Em junho terá início a segunda fase do hospital, quando passarão a operar as internações cirúrgicas, UTI’s adulto, pediátrico e neonatal, centros cirúrgico e obstétrico – incluindo os quartos de pré-parto, parto e puerpério imediato (PPPs) – endoscopia e hemodinâmica, além de atendimento em 27 especialidades médicas e consultas em pronto-socorro com capacidade para 900 atendimentos por dia e 27 mil por mês.

 

Tecnologias avançadas - Com um projeto inovador e tendo como foco a melhor assistência ao cliente, o novo Hospital Unimed – Unidade Betim terá as mais avançadas tecnologias do setor de saúde aliadas ao cuidado. A unidade conta com um sistema de correio pneumático, que liga todas as áreas do hospital e agiliza a circulação de medicamentos e exames entre os setores, reduzindo o tempo de atendimento ao cliente. Além disso, as estruturas possuem isolamento acústico e de calor em todas as áreas e reservatório de água pluvial para irrigação.

 

Hospitais acreditados - A Unimed possui, ainda, a maior rede de hospitais acreditados do Brasil pela ONA (Organização Nacional de Acreditação). Ao todo, são 32 com a classificação, que considera critérios de segurança do paciente, gestão integrada de processos, comunicação e cultura organizacional. 

 

Internacional - No que se refere à Acreditação Internacional, tem sete hospitais certificados com os maiores índices pela HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society) - EMRAM (Electronic Medical Record Adoption Model), considerada uma das principais do mundo em Tecnologia da Informação em Saúde, além de três unidades hospitalares acreditadas pela ACI (Accreditation Canada International), que monitora padrões validados mundialmente em alta performance de qualidade e segurança, e um pela NIAHO (National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations), certificado americano de excelência clínica e em negócios e segurança para o paciente.

 

Sustentabilidade - Os números crescentes apresentados pela Unimed são respaldados pela intensificação dos trabalhos para sustentabilidade das cooperativas. Como resultado disso, na última medição do IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar), da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), considerada a principal avaliação qualitativa dos serviços prestados pelas operadoras de planos de saúde no País, 98% das Unimeds foram classificadas nas duas faixas mais elevadas da listagem: “Os principais focos do Sistema Unimed para 2019 estão em uma agenda pautada por assuntos como a mudança de modelos assistencial e remuneratório, com o crescimento da implementação dos polos de Atenção Primária à Saúde (APS) (atualmente são 67 Unimeds em todo o Brasil, atendendo a aproximadamente 400 mil beneficiários)”, ressalta Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil, representante institucional do Sistema Unimed. 

 

Especialistas - Defendida por especialistas como um dos caminhos para a sustentabilidade da saúde no Brasil, a inserção da APS no modelo assistencial encara ainda a escassez de especialistas na área. Tendo em vista esse cenário, a Unimed do Brasil, em parceria com a Faculdade Unimed e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), vai capacitar mil profissionais em APS até 2021. Para isso, lançou um curso de aperfeiçoamento para a área, voltado a médicos cooperados (especialistas em Medicina da Família e Comunidade, Clínica Médica, Pediatria, Geriatria, Ginecologia e Obstetrícia, Medicina Preventiva e Social), enfermeiros e gestores de APS ligados às cooperativas do Sistema Unimed. O curso acontece na modalidade de ensino a distância (EAD), e conta com 10 módulos teóricos e um módulo prático.

 

Outros pontos - Outros pontos importantes para a Unimed são a redução de desperdícios na atenção à saúde; as diretrizes assistenciais concentradas na medicina baseada em evidências; a entrada cada vez maior da filosofia do Jeito de Cuidar Unimed nas cooperativas, visando inserir as pessoas no centro das atenções em todo contato com a marca; a expansão do projeto de Registro Eletrônico de Saúde (RES) entre as cooperativas; a intensificação do investimento em projetos de inovação e de prevenção e qualidade de vida, como o movimento Mude1Hábito. 

 

SomosCoop - “O reforço do DNA cooperativista, com a propagação da iniciativa SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da qual é apoiadora desde o ano passado, também está entre as prioridades do Sistema para os próximos meses”, conclui Orestes Pullin.

 

Sobre a Unimed - A Unimed, maior sistema cooperativo de saúde do mundo, possui 52 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 345 cooperativas médicas, com assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País. Entusiasta do movimento SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Unimed conta com mais de 115 mil médicos, 119 hospitais próprios e 2.506 hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias para garantir a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas. Sua marca é ratificada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) como de alto renome por seu grande nível de conhecimento pelo público, autoridade incontestável e fama que ultrapassa os limites do segmento de saúde. (Imprensa Unimed do Brasil)

SICREDI: Assembleias reuniram mais de 500 mil pessoas e distribuíram R$ 664 milhões aos associados

 

sicredi 19 06 2019Previstas em estatuto, as assembleias são um dos principais diferenciais do cooperativismo de crédito, pois são a oportunidade que os associados têm para decidirem o futuro da cooperativa de crédito da qual fazem parte, já que são literalmente donos do negócio, diferentemente do que acontece no sistema financeiro convencional. No Sicredi, instituição com atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal, os cerca de 1,5 mil encontros em 2019, realizados entre os meses de janeiro e abril, reuniram mais de 500 mil pessoas. 

 

Votação - Durante as assembleias ocorre, por exemplo, a votação que define o destino dos resultados do exercício anterior. O resultado líquido do Sicredi foi de R$ 2,7 bilhões em 2018 e, desse total, parte do recurso foi destinada ao fundo de reserva que visa garantir a solidez e saúde financeira do Sistema. Outra parte foi destinada ao Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social dos associados, seus familiares e colaboradores para o desenvolvimento de programas sociais e educacionais executados pelas cooperativas e coordenados pela Fundação Sicredi, braço da instituição no terceiro setor. 

 

Saldo - O saldo restante, R$ 664 milhões, ficou à disposição da assembleia geral para que os associados definissem a sua utilização. O volume, 45% superior aos R$ 456 milhões em 2018, foi a maior distribuição de resultados registrada na história da instituição, e ficou à disposição da assembleia geral para que os associados definissem a sua utilização. 

 

Distribuição - A distribuição desse valor é definida proporcionalmente ao uso dos produtos e serviços pelos associados junto à sua cooperativa. Na maioria dos casos, os associados optam por destinar os recursos para a sua conta corrente ou para depósitos em capital social, aumentando assim o saldo da sua cota capital na Cooperativa e possibilitando que ela tenha maior capacidade de crescimento e de atendimento às novas demandas.

 

Decisões igualitárias - Além de discutir a forma como os resultados serão distribuídos, as assembleias são o momento máximo de participação dos associados nas decisões da sua cooperativa de crédito, em que o seu voto contribui para escolher, por exemplo, as suas lideranças e avaliar a prestação de contas. “O cooperativismo de crédito se destaca no mercado pela sua forma democrática e participativa de conduzir o negócio e as assembleias são um dos modos de dar voz aos associados e evidenciar a transparência, elemento-chave neste sistema financeiro”, explica Romeo Balzan, superintendente da Fundação Sicredi.

 

Crescimento - Segundo Balzan, a gestão que valoriza a participação igualitária no Sicredi também tem contribuído com o crescimento da instituição e atraído cada vez mais associados para as cooperativas de crédito filiadas ao Sistema – em janeiro deste ano, o Sicredi ultrapassou a marca dos 4 milhões de associados. No Brasil, em 2018, segundo o Banco Central do Brasil, quase 1 milhão de pessoas aderiram a este modelo financeiro. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

CNCOOP: Contribuição confederativa vence no dia 30 de junho

 

cncoop 19 06 2019Os sindicatos exercem importante papel de representação em diversos âmbitos da sociedade, para garantir os direitos de seus associados (empregados e empregadores). No cooperativismo isso também ocorre. Para se ter uma ideia, todos os dias, os interesses das cooperativas, enquanto categoria econômica, são defendidos no âmbito dos Três Poderes da República por sindicatos, federações e pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop).

 

Atuação - Essa estrutura de defesa também possui três níveis de atuação: municipal, estadual e nacional, com prerrogativas exclusivas, dentre elas a possibilidade de propor ações diretas de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal e a participação em fóruns, conselhos e demais órgãos colegiados dos poderes públicos.

 

Contribuição - E, se de um lado existe a atuação dos sindicados de empregados, do outro, existe um trabalho consistente voltado aos empregadores, no caso, as cooperativas. Por isso é tão importante ter um sistema sindical fortalecido. “Todo esse trabalho é custeado por uma contribuição confederativa anual, baseada na classe de capital social de cada cooperativa. É essa contribuição que nos permite atuar pela defesa do cooperativismo brasileiro, buscando avanços e melhorias para o setor. É muito importante, em um estado democrático de direito, a organização sindical em prol das categorias representadas e da coletividade, e isso não é diferente para o cooperativismo”, comenta a gerente sindical da CNCoop, Jucélia Ferreira, que faz um alerta: “Essa contribuição vence no próximo dia 30/06”.

 

Informações - Os interessados podem encontrar todas as informações a respeito do trabalho dos sindicados, federações e da própria CNCoop, clicando aqui.

 

Breve histórico - Anteriormente, o cooperativismo era representado, na esfera sindical, por entidades genéricas que representavam outras categorias econômicas e, assim, os interesses das cooperativas acabavam ficando em segundo plano.

 

Entidades específicas - Por isso, desde a década de 90, as cooperativas começaram a ser representadas por entidades sindicais específicas, que hoje contam com três níveis: os sindicatos de cooperativas (1º grau), que atuam no âmbito municipal, estadual e nacional; as federações (2º grau), que agrupam esses sindicatos; e, em terceiro grau, a CNCoop, que reúne as federações.

 

Organização - Essa organização sindical, que completa quase 30 anos, foi fundamental para a representação das cooperativas enquanto categoria econômica. A relação entre os sindicatos dos empregados em cooperativas (representação laboral) e os sindicatos das cooperativas (representação patronal) funciona muito melhor. É uma linguagem paralela e simétrica na promoção do cooperativismo como gerador de trabalho, emprego, renda e desenvolvimento social.

 

Saiba mais - Atualmente, existem, no Brasil, cerca de 50 sindicatos de cooperativas, 6 federações e a CNCoop. E mais: o Sistema Sindical Cooperativista é fundamental para gerar espaços de interlocução com o governo, com outras instituições públicas e privadas, para colaborar com a divulgação e o aprimoramento da doutrina cooperativista. O Sistema Sindical também auxilia as cooperativas em assessoria e consultoria jurídicas; assistência em negociações coletivas, estrutura física para eventos e reuniões; e outros muitos serviços. (Informe OCB)

COPAGRIL: Cooperativa revela nomes dos alunos classificados no Prêmio de Redação do Cooperjovem

copagril 19 06 2019A Cooperativa Agroindustrial Copagril revelou, nesta quarta-feira (19/06), os nomes dos alunos classificados na etapa local do Prêmio de Redação do Cooperjovem promovido pelo Sescoop/PR – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná. São eles: Matheus Fiedler Heinzen, da Escola Municipal Tiradentes, de Mercedes; e Kauã Gabriel de Souza e Natalia Cristina Mai, ambos da Escola Municipal Érico Veríssimo, de Marechal Cândido Rondon.

Tema - O Prêmio de Redação Cooperjovem Paraná edição 2019 teve como tema: “Por que o Cooperjovem merece o ‘Oscar’ da educação?”. Na área de ação da Copagril participaram do Prêmio estudantes de 18 escolas dos municípios de Marechal Cândido Rondon, Mercedes, Guaíra, Quatro Pontes e Pato Bragado.

Critérios - As redações foram avaliadas segundo critérios estabelecidos no regulamento: conteúdo coerente com o tema, clareza e sequência de ideias, vocabulário, criatividade e originalidade.

Próxima etapa - Os três estudantes se destacaram na categoria 4º e 5º anos do Ensino Fundamental e tiveram suas redações selecionadas em nível de cooperativa. Agora, os textos deles serão avaliados em nível estadual, concorrendo na etapa do concurso que vai selecionar as três melhores redações de todo o Paraná e cuja revelação dos vencedores será no dia 31 de julho.

Caiobá - Matheus, Kauã e Natalia participarão de uma viagem para Caiobá, nos dias 04 e 05 de setembro, onde haverá solenidade de entrega de premiação aos alunos que forem considerados ganhadores da etapa estadual.

Reconhecimento - O objetivo do Prêmio é reconhecer publicamente as melhores produções de texto vinculadas ao tema, com o intuito de promover a reflexão dos alunos quanto à importância da pesquisa, do hábito da leitura e do aprimoramento da escrita. (Imprensa Copagril)

 

GRÃOS: Previsão de safra recorde 'congestiona' cooperativas no Paraná

 

graos 19 06 2019A previsão de recorde nesta safra no Paraná e a antecipação da colheita estão “congestionando” as cooperativas do oeste do estado. Em Toledo, por exemplo, caminhoneiros estão tendo que esperar mais de dois dias para descarregar.

 

Movimento - O movimento constante começou a cerca de dez dias e deve se estender até o fim da colheita. Nesta terça-feira (18/06), em apenas uma das cooperativas, cerca de 50 caminhões estavam parados na fila. Na semana passada, chegou a 100.

 

Primeiro passo - Descarregar o caminhão é só o primeiro passo. Antes de ser armazenado, o grão precisa ser limpo e seco para evitar que fermente ou fique embolorado, por isso a demora. Em épocas mais quentes, este processo pode levar até uma semana.

 

Recorde - O Paraná ocupa o segundo lugar no ranking brasileiro de produção de grãos, que inclui, entre outros, o milho, a soja, o feijão e a cevada. No total, a produção paranaense pode chegar a 37,1 milhões de toneladas, uma previsão de crescimento de 5%.

 

Safrinha - Quanto ao milho safrinha, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a expectativa é que sejam colhidas 13 milhões de toneladas, um aumento de 42% em relação à safra anterior.

 

Antecipação do plantio - O bom resultado se deve à antecipação do plantio, que começou em janeiro. Sem geadas e com chuva durante a formação do grão, o resultado tem sido uma safra melhor e com a colheita adiantada, também beneficiada pelo bom tempo.

 

EUA - De acordo com o analista de mercado Camilo Motter, a situação é diferente da registrada nos Estados Unidos, o principal produtor mundial, o que abre uma excelente oportunidade para a exportação do produto nacional. “O preço internacional vem guiando o preço interno. A tendência é, se agravando a situação americana, subir ainda mais”, comentou.

 

Reflexos - Para o consumidor brasileiro, no entanto, deverá haver reflexos nos preços de alguns produtos, como a carne, já que o milho é responsável por boa parte do custo da produção.(G1 Paraná / RPC Cascavel)

 

Clique aqui para conferir a reportagem exibida pela RCP

VBP: Valor da Produção Agropecuária de R$ 600 bilhões deve ser o segundo maior da história

vbp destaque 19 06 2019O Valor Bruto da Produção Agropecuária deste ano (VBP), estimado em R$ 600,93 bilhões, está próximo ao recorde alcançado em 2017, de R$ 604,16 bilhões (em termos reais), que foi o maior desde o início da série em 1989. A alta em relação ao fechamento do ano passado é de 1,4%. De acordo com José Garcia Gasques, coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, o montante não deve ficar muito diferente até o fim do ano, uma vez que faltam apenas as culturas de inverno e o trigo para o fechamento.

Liderança - A pecuária vem liderando o crescimento, com aumento real de 4,1%, revelando recuperação da atividade, enquanto as lavouras se mantêm estáveis em relação ao ano anterior com valor parecido ao do ano passado.

Produtores - “Há uma quantidade relativamente grande de produtos que vêm apresentando bom desempenho”, destaca Gasques. “Mas os de maior destaque são algodão, amendoim, banana, batata inglesa, feijão, laranja, milho, tomate e trigo”. Alguns se recuperaram na comparação com 2018. “Cabe observar que os resultados favoráveis de feijão e milho devem-se à segunda safra do milho, que teve aumento excepcional de produtividade, e à segunda e terceira safras do feijão”.

Pecuária - Na pecuária, o crescimento deve-se principalmente a bovinos, suínos e frangos. Entre esses, o destaque maior é do frango, com crescimento de 13% no valor da produção. As duas atividades com pior resultado são leite e ovos, ambos com redução do VBP.

Faturamento menor - Produtos com redução de faturamento são o café (23,8%), Arroz (7,5%), cana-de-açúcar (5,4%), mandioca (9,6%), soja (13,6%) e uva (5,4%). A maior redução absoluta ocorreu em soja, na ordem de R$ 20 bilhões. “São poucos produtos, mas com peso enorme no valor da produção”, observa o coordenador. “Esses vêm afetando negativamente o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) agropecuário, como o IBGE apresentou nas Contas Nacionais ao divulgar os dados do primeiro trimestre.

Preços maiores - Preços maiores do que os do ano passado têm sido observados em diversos produtos. Isso vem ocorrendo, principalmente, com amendoim, banana, batata-inglesa, cebola, feijão, laranja e tomate. Com exceção de amendoim e laranja, os outros têm variação de preços determinada principalmente pela estacionalidade.

Desempenho regional - Como mostrado em relatórios anteriores, os resultados regionais do VBP mostram a liderança do Centro-Oeste, com valor de R$ 171 bilhões, Sul, R$ 148,8 bilhões, Sudeste, R$ 146 bilhões, Nordeste, R$ 57, e, o Norte, R$ 35,7 bilhões. Entre os estados, a liderança é de Mato Grosso, com VBP de R$ 91 bilhões. (Mapa)

Confira os principais produtos e dadosregionais

vbp 19 06 2019

 

CARNE SUÍNA: Exportações somam 26,7 mil toneladas em junho

carne suina 19 06 2019Na segunda semana de junho, as exportações de carne suína in natura têm mantido a média diária de maio de 2,7 mil toneladas. No total nos primeiros 10 dias úteis do mês o volume de exportado é de 26,7 mil toneladas, US$ 61,1 milhões em valores monetários.

Preço - Já o preço pago por tonelada registrou uma variação de 1,2% passando de US$ 2260,20 em maio para US$ 2286,30 em junho. Em comparação com o mesmo período de 2018, houve valorização de quase 18%, visto que no período o valor pago por tonelada era de US$ 1946,40.

Superior a maio - Com a média se mantendo em 2,7 as exportações de carne suína não devem superar maio em volume, devido ao número de dias úteis do mês, mas com a alta nos preços o montante monetário acumulado deve crescer cerca de 1,5%.

Resultados gerais - Na segunda semana de junho de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,219 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,522 bilhões e importações de US$ 3,303 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,121 bilhões e as importações, US$ 6,781 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,339 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 101,970 bilhões e as importações, US$ 77,519 bilhões, com saldo positivo de US$ 24,450 bilhões. (Suinocultura Industrial)

 

PISCICULTURA: Congresso Internacional reúne todos os elos da cadeia de pescados

piscicultura 19 06 2019A produção de pescados, e nele a aquicultura, é um setor estratégico no desafio de dobrar a produção de alimentos com a mesma área de produção até 2050 para alimentar um planeta com 9 bilhões de habitantes. A eficiência na conversão alimentar desta proteína para o produtor e o apelo da saudabilidade para o consumidor levam analistas a projetarem crescimento para a produção e consumo de pescados nos próximos anos. Para se ter uma ideia, a FAO prevê um crescimento no consumo total de pescados da ordem de 33% até 2030 apenas na América Latina e Caribe.

Menor consumo per capita - Apesar de ser exportadora de peixes e grande produtora de aquicultura, a região tem o menor consumo per capita do mundo, com apenas 9,8 quilos por ano. Entretanto, a entidade espera uma alta na casa de dois dígitos para o consumo total de pescados até 2030 em todas as regiões e sub-regiões. A expectativa é de aumento de cerca 33% na América Latina, por volta de 37% na África, de 28% na Oceania e de 20% na Ásia. Em termos de consumo per capita, o consumo mundial deve atingir 21,5 quilos em 2030 com as maiores taxas de crescimento projetadas para a América Latina, com alta de 18%. Enquanto Ásia e Oceania devem avançar cerca de 8%, o consumo por habitante na África deve retrair 2% na próxima década.

 

Organização da cadeia produtiva - Diante deste quadro, uma maior organização da cadeia produtiva para atender este impulso da demanda nunca foi tão importante. O 1º International Congress Fish Congress & Fish Expo Brasil vão reunir os principais agentes deste mercado para debater os principais desafios e oportunidades de um segmento em expansão. Pela primeira vez, um evento vai reunir todos os elos da cadeia produtiva em nível internacional em uma iniciativa que vai realizar simultaneamente um congresso com debatedores de vários países e uma feira com rodadas de negócios com participantes internacionais. Serão debatedores da Europa, Ásia e Américas destacando suas perspectivas para a indústria, a produção, mercado e consumo, anunciou o presidente do International Fish Congress (IFC), Altemir Gregolin.

 

Participantes - De 17 a 19 de setembro o encontro vai receber cerca de 2 000 participantes em Foz do Iguaçu, entre aquicultores, pescadores, empresários, prestadores de serviços, compradores, decisores, profissionais do setor, pesquisadores e formadores de opinião. Em um evento único para esta cadeia, serão mais de 30 palestras sobre sistemas de produção, desafios da indústria e de mercado, tecnologias de produção e processamento, nutrição, sanidade e manejo, além de uma feira com os principais players apresentando novidades tecnológicas para a atividade e apresentação de trabalhos científicos em uma iniciativa que visa incentivar a produção de conhecimento neste segmento no País.

 

O Congresso - Com o objetivo de discutir entraves à competitividade e estratégias de desenvolvimento, o IFC vai apresentar cases de sucesso de outros países, debater formas de aperfeiçoar práticas de produção e seu desenvolvimento sustentável, além de possibilitar a produtores e empresários o acesso a novas  tecnologias e inovações para melhorar a eficiência  e competitividade da cadeia de pescados e a sustentabilidade da atividade sob os aspectos econômico, social e ambiental, destacou Gregolin. “Para isso teremos a participação dos mais renomados pesquisadores e cientistas em nível nacional e internacional, bem como governos, empresários e profissionais dos principais países produtores, como Noruega, Chile, China, Peru e Espanha, entre outros”, antecipou o executivo.

 

A Feira - Para viabilizar a inclusão de pequenos negócios na feira de exposições, sejam empresas de tecnologias, processamento, comercialização ou prestadores de serviços na aquicultura e pesca, o evento vai disponibilizar uma área para estandes com preços acessíveis e até mesmo compartilháveis, divulgou a organizadora da feira e executiva de negócios da primeira edição da Fish Expo Brasil, Eliana Panty. “A ideia é contribuir de alguma maneira com o desenvolvimento de espírito empreendedor dos participantes dos diversos elos da cadeia produtiva através deste espaço. Desta forma, queremos viabilizar aos participantes, sejam micro, pequeno e médio empreendedor aquícola e pesqueiro, o acesso a investidores e conhecimento que possam colaborar com sua formação empresarial e principalmente ser a ferramenta para o acesso a novas tecnologias e inovações no mundo dos negócios”, disse. Outras informações sobre o I International Fish Congress & Fish Expo Brasil estão disponíveis no site do evento www.internationalfishcongress.com.br, ou podem ser obtidas através do e-mail executiva@internationalfishcongress.com.br ou do telefone +55 48 99980 4920.

 

International Fish Congress - Com o lema “Das águas ao consumo” o evento tem o apoio das principais entidades do setor Abipesca – Associação Brasileira da Indústria da Pesca, PeixeBR - Associação Brasileira da Piscicultura, Sindipi – Sindicado dos Armadores e Indústria da Pesca, Abrapes – Associação Brasileira de Fomento ao Pescado e Abpa – Associação Brasileira de Proteína Animal, CNA/Senar e Abras – Associação Brasileira de Supermercadistas. As discussões têm o apoio da FAO - Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e Mapa através da Secretaria da Aquicultura e Pesca. Entre os apoiadores estão ainda BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, Fundação Terra, Governo do Estado do Paraná, Adapar e Emater. O evento tem ainda o apoio científico da Unila, Unioeste, UFFS, Univali e Instituto Federal Paraná Campus Foz do Iguaçu e Copacol. (Assessoria de Imprensa do evento)

FLORESTAS: Curso de atualização em estradas florestais será realizado em Bituruna e Palmas

 

A terceira edição do curso de atualização em estradas florestais está sendo organizada pela Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre). A capacitação, destinada a gestores, coordenadores, supervisores e demais envolvidos em projetos de estradas florestais, vai acontecer no dia 25 de junho, na Fazenda Lageado, em Bituruna (PR), e no dia 26 de junho, na Fazenda Santa Cruz, em Palmas (PR), ambas da Remasa. As inscrições, que deverão ser feitas pelo site da Associação, custam R$ 450,00 para profissionais das empresas associadas e R$ 650,00 para não associados.

 

Apresentações - No primeiro dia, os participantes poderão acompanhar as apresentações de Lonard Santos, consultor de vendas para o mercado florestal e diretor da Master Soluções Florestais, que vai falar sobre “Custos x oportunidades”. Segundo Santos, a proposta é mostrar aos profissionais que é preciso pensar “fora da caixa”. 

 

Abordagem diferente - “Vou abordar os custos de uma maneira diferente. Quero mostrar que é preciso sempre procurar outras possibilidades. Apesar de, muitas vezes, o orçamento já estar aprovado, até a execução pode-se pensar melhor e encontrar meios para reduzir custos. Vou propor um levantamento de ideias, para que eles percebam de que forma podem ajudar a empresa, buscando novas técnicas, novos conhecimentos, procurando conhecer e entender operações em outras empresas etc, pois tudo isso pode facilitar no dia a dia. Os participantes do curso são os executores e, mais do que ninguém, devem propor sugestões, melhorias, outras formas de fazer o que foi definido no orçamento”, garante. 

 

Palestras - Além desse assunto, a programação do curso traz duas palestras do consultor independente de estradas florestais Osmar Kretschek - “Abordagem econômica, ambiental, social e treinamento de pessoas” e “Tecnologias de apoio - mapas (Google, com restituição e com curvas de nível) e geoprocessamento”. De acordo com Kretschek, o foco é melhorar a acessibilidade das florestas, porque as estradas utilizadas ainda são as mesmas feitas para tirar a madeira nativa que existia há 50 anos, com uma condição técnica completamente diferente do que se tem hoje. Ele ressalta que os meios de transportes evoluíram, e, atualmente, o transporte é feito por caminhões, bi-trens, carretas etc.

 

Traçado - “Ao longo dos anos, as empresas melhoraram as mesmas estradas, gastando dinheiro bom em ‘coisa ruim’, apenas ençaibrando, alargando. O traçado continua o mesmo, e é uma grande dificuldade sair com um caminhão, por exemplo, nessas estradas cheias de curva. Por isso, precisamos transformá-las em estradas utilizáveis com veículos grandes em qualquer tempo”, declara.

 

Investimento - Segundo ele, as empresas precisam investir e fazer estradas decentes para o futuro, utilizáveis a longo prazo, porque a estrada não será usada uma vez só, haja vista que existe replantio, manutenção de floresta nova, tratos silviculturais etc, ou seja, uso múltiplo. Outra vantagem apresentada por Kretschek é a questão da valorização da terra. “A terra é nosso bem maior. Se essa terra tem estradas precárias, o valor é um. Mas se tiver acessibilidade, o valor, no mínimo, dobrará”, explica.

 

Fluxo - Além disso, ele ressalta que é fundamental garantir o fluxo de matéria-prima para parques industriais. “Temos temporadas de chuva, e, hoje, quando chove, não sai madeira da floresta. Por isso, as estradas precisam garantir suprimento para a indústria, pois um dia parado é um grande desperdício. É claro que as estradas não serão iguais, já que não existe apenas uma categoria de estradas, mas o importante é ter as estradas principais, que, de uma forma ou de outra, garantirão o transporte. As estradas têm que ser definitivas, não podem ser provisórias”, reforça.

 

Primeiro passo - O primeiro passo para se chegar nesse ponto, segundo Kretschek, é uma mudança de cultura, pois a maioria das pessoas tem uma visão imediatista, de resolver o problema agora. Essa, para ele, é a parte mais trabalhosa, pois a quebra de paradigmas não acontece da noite para o dia. 

 

Futuro - “As empresas precisam enxergar esse tema como investimento. Se apropriar o valor como custo de determinada rotação, vai inviabilizar. É um investimento, algo de futuro, serve para aquele momento e para o futuro. Na região da Lapa, por exemplo, fizemos uma estrada de 21 quilômetros. Por ela, saiu um grande volume de madeira. Fizemos uma conta que apontou que com a madeira que saiu em dois anos por aquela estrada, o investimento foi pago. Qual investimento tem retorno em dois anos? Com aquela estrada, a empresa conseguiu um barateamento de custo, pois os transportadores aceitaram que tinham uma estrada viável e baixaram o valor de frete. Neste caso, houve redução de um real e meio por tonelada, sem considerar, ainda, a valorização das propriedades beneficiadas. Essa é a noção que precisamos ter”, completa.

 

Mais- Por fim, o evento vai contar com a apresentação do colaborador da Remasa Thomas Ramos, sobre “Construção e manutenção de estradas florestais”; cases de empresas florestais; e palestras de empresas de máquinas florestais. No segundo dia, os participantes farão uma visita às operações de construção e manutenção de estradas da Remasa. (Assessoria de Imprensa da Apre)

 

SERVIÇO

3º Curso de Atualização em estradas Florestais

Público-alvo: gestores, coordenadores, supervisores e demais envolvidos em projetos de estradas florestais

Local: Fazenda Lageado- Bituruna (PR) | Fazenda Santa Cruz – Palmas (PR)

Inscrições: R$ 450,00 para associados da Apre - R$ 650,00 para não associados

 

Informações: http://www.apreflorestas.com.br/evento/2o-curso-de-controle-de-formigas-cortadeiras-para-supervisores/

 

florestas cartaz 19 06 2019

LEGISLAÇÃO: Governo amplia autorização para trabalhar em domingos e feriados

 

legislacao 19 06 2019O governo ampliou a relação de atividades que terão, em caráter permanente, autorização para o trabalho aos domingos e feriados. Agora, 78 setores estão autorizados a funcionar nesses dias – até então, eram 72. Entre os novos segmentos autorizados está o comércio em geral. A autorização será dada por meio de portaria assinada pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

 

Mais empregos - “Muito mais empregos! Assinei hoje portaria que autoriza empresas funcionarem aos domingos e feriados. Com mais dias de trabalho das empresas, mais pessoas serão contratadas. Esses trabalhadores terão suas folgas garantidas em outros dias da semana. Respeito à Constituição e à CLT”, escreveu o secretário, na rede social Twitter. 

 

Segmentos - De acordo com a minuta da Portaria, passam a ficar autorizados para o trabalho aos domingos e feriados, em caráter permanente, os seguintes segmentos: comércio em geral; estabelecimentos destinados ao turismo em geral; indústria de extração em óleos vegetais e indústria de biodiesel, excluídos os serviços de escritório; indústria do vinho, do mosto de uva, dos vinagres e bebidas derivados da uva e do vinho, excluídos os serviços de escritório; indústria aeroespacial; serviços de manutenção aeroespacial.

 

Normas regulamentadoras - Na tentativa de diminuir o contingente de desempregados, que chega a 13,2 milhões, Marinho anunciou, no mês passado a modernização de 37 normas regulamentares de saúde e segurança do trabalhador - as chamadas NRs. Segundo ele, essas regras impactam diretamente a produtividade das empresas brasileiras, desde uma padaria até um forno siderúrgico. A ideia é simplificar e modernizar as normas.

 

Primeira - A primeira a ser revisitada será a NR 12, que trata da instalação de máquinas no País. Prestigiado, Rogério Marinho pode ganhar até um ministério após a aprovação da reforma da Previdência, disse o presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, “por enquanto”, não há espaço para o secretário especial.

 

Ministério - “Não vamos criar o 23º ministério, não pretendemos criar ministério, mas havendo possibilidade, ele sabe que mora no meu coração”, disse Bolsonaro. “Rogerio Marinho conheço há tempo. Ele não foi reeleito, perdeu porque foi relator da reforma trabalhista e está fazendo excelente trabalho. Nós temos 22 ministérios… Acabando a reforma da Previdência e havendo possibilidade nós vamos dar o posto de destaque que ele merece.”

 

Negação - Ricardo Patah, presidente da UGT e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, disse que a portaria “é a negação do negociado sobre o legislado, que está na reforma trabalhista, feita pelo próprio Marinho. Desrespeita também os contratos coletivos, respaldados pela Constituição.” (O Estado de S.Paulo)

IPEA: Em 22,7% dos domicílios, não há renda do trabalho

 

ipea 19 06 2019Quase um quarto dos domicílios brasileiros viveu sem renda decorrente de trabalho no primeiro trimestre de 2019, revelou um estudo divulgado nesta terça-feira (18/06), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que prevê melhora para o mercado de trabalho apenas a partir de 2020, se a reforma da Previdência for aprovada este ano. Com o agravamento da crise econômica no País nos últimos anos, está crescendo também o número de pessoas sem trabalho há mais de dois anos.

 

Alta - A proporção dos domicílios sem renda do trabalho – onde se incluem aposentados, Bolsa Família, investimentos em ações, entre outros – subiu de 19% no primeiro trimestre de 2014 para 22,7% de janeiro a março de 2019. Foi o maior crescimento entre todas as faixas de renda pesquisadas pelo Ipea. Já os domicílios que vivem de renda alta pouco se mexeram em cinco anos, caindo de 2,2% para 2,1%. 

 

Crise - “Hoje, 22,7% dos domicílios não têm nenhuma renda do trabalho, o que é muita coisa. A crise bateu muito forte no mercado de trabalho e mais fortemente no trabalhador menos escolarizado, com emprego de pior qualidade e esse trabalhador tem sofrido mais com a crise”, explicou a economista Maria Andréia Lameiras, técnica em planejamento e pesquisa do Ipea, órgão ligado ao Ministério da Economia.

 

Desempregados - O Ipea identificou também uma alta na parcela de desempregados que estão nessa situação há mais de dois anos. No primeiro trimestre de 2015, quando o emprego começou a declinar no País, essa parcela representava 17,4% do total, subindo para 24,8% no primeiro trimestre deste ano, ou 3,3 milhões de pessoas. Em quatro anos, o crescimento das pessoas que estão há mais de dois anos sem emprego foi de 42,4%, segundo o Ipea.

 

Pior retrato - “Isso mostra que o mercado de trabalho é o pior retrato da crise econômica que o Brasil está passando. Estamos saindo da crise, mas muito lentamente, e o mercado de trabalho reage depois da economia como um todo”, avaliou Lameiras.

 

Recuperação - De acordo com o pesquisador da área de economia aplicada da FGV Ibre, Daniel Duque, ainda falta muito para a recuperação do mercado de trabalho, tanto que muitas pessoas já desistiram de procurar emprego (desalento) e muitos se aposentam para ter uma renda mínima, enquanto aguardam o mercado melhorar, o que fez crescer o número de domicílios sem renda do trabalho.

 

Piora - “A gente teve realmente uma gigantesca reversão da tendência que a gente tinha tido de 2004 a 2014, de melhora muito acentuada do mercado de trabalho, e com uma piora muito acentuada nos últimos quatro anos”, avaliou, estimando em pelo menos um ano para se ter alguma melhora no mercado de trabalho consistente no Brasil.

 

Próximos trimestres - Duque prevê que a economia deverá começar a se recuperar nos próximos trimestres, mas a melhora do mercado de trabalho não será imediata, como aponta o estudo do Ipea. (O Estado de S.Paulo)

FGV: Produtividade do trabalho cai no 1º tri

fgv destaque 19 06 2019A produtividade do trabalho voltou ao terreno negativo no primeiro trimestre deste ano, recuando 1,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Nessa base de comparação, o indicador caiu 1,2% no setor de serviços e 1,2% também na indústria, nos dois casos um resultado pior do que no trimestre anterior. Na agropecuária, a produtividade por hora trabalhada cresceu 0,4% sobre igual intervalo de 2018, mas, apesar do número positivo, houve uma desaceleração expressiva comparado ao aumento de 2,8% do quarto trimestre do ano passado. Os cálculos são dos economistas Fernando Veloso, Silvia Matos e Paulo Peruchetti, pesquisadores do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Horas menos produtivas - "No primeiro trimestre, o número de horas trabalhadas aumentou mais do que a produção [em relação ao mesmo trimestre de 2018]. Foram horas menos produtivas", diz Veloso. O economista chama a atenção para o mau desempenho do segmento de serviços. Concentrando 70% das horas trabalhadas na economia, o comportamento do setor é determinante para a produtividade do trabalho agregada na economia. Com a queda de 1,2% ocorrida de janeiro a março em relação aos primeiros três meses de 2018, o indicador do segmento de serviços encolheu pelo vigésimo trimestre consecutivo nessa base de comparação.

Informalidade - Veloso aponta os efeitos do aumento da informalidade para explicar a piora da produtividade no setor de serviços e também na construção civil, um segmento importante da indústria. Com a crise, aumentaram o emprego e as horas trabalhadas no setor informal, menos produtivo do que o formal. "São empresas que não têm muita escala, com menos capital físico, com funcionários de escolaridade menor, que usam tecnologias pouco avançadas", diz Veloso.

Composição - Além disso, a composição do emprego dentro do setor de serviços também tem sido desfavorável a segmentos mais eficientes, segundo ele. É o caso do ramo de atividades profissionais, voltadas a empresas. Já um dos segmentos com maior expansão é o de serviços pessoais, aqueles prestados a famílias - de menor produtividade.

Por conta própria - Veloso destaca ainda que, num ambiente de grave crise econômica, houve um aumento de pessoas trabalhando por conta própria. Muitas pessoas abriram empresas como um mecanismo de sobrevivência. num momento muito ruim do mercado de trabalho. "Isso impediu que o desemprego fosse ainda maior, mas agravou o quadro de proliferação de pequenas empresas, pouco o produtivas", diz.

Acumulado - No acumulado em quatro trimestres até março deste ano, a produtividade por hora trabalhada no setor de serviços está negativa em 0,8%. Por essa métrica, o indicador está no vermelho desde o terceiro trimestre de 2014. No caso do agregado na economia, a produtividade do trabalho recuou 0,3% no acumulado dos últimos quatro trimestres.

2017 - Em 2017, houve um aumento de 0,9%, sugerindo uma recuperação dos ganhos de eficiência, movimento que perdeu força ao longo de 2018 - no ano passado, a produtividade do trabalho caiu 0,1%, nos cálculos dos economistas do Ibre/FGV, que comparam o valor adicionado das Contas Nacionais com as horas trabalhadas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, ambas do IBGE. O valor adicionado mostra o quanto cada atividade agrega aos bens e serviços consumidos no processo produtivo.

Indústria - A produtividade do trabalho na indústria no primeiro trimestre também teve um desempenho ruim. Houve uma queda de 1,2% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, interrompeu uma sequência de 12 trimestres consecutivos de alta no setor. "A produtividade da indústria já havia dado sinais de que estava perdendo fôlego desde o início de 2018, dado que a sua taxa de crescimento havia diminuído de 2% no primeiro trimestre de 2018 para 0,9% no quarto trimestre", diz o texto de Veloso, Silvia e Peruchetti. Na agropecuária, a produtividade também perdeu gás, mas ainda ficou no azul no primeiro trimestre, com alta de 0,4%.

Problemas - Além do efeito da maior informalidade sobre a eficiência no trabalho, Veloso destaca dois outros problemas. O primeiro é uma questão estrutural, causada pelo ambiente hostil aos negócios, com muita intervenção estatal na economia e um sistema tributário complexo, que fez a produtividade crescer pouco, em torno de 0,5% ao ano desde a década de 1980.

Políticas - O outro é o efeito das políticas adotadas entre 2007 e 2015, caso de muitos investimentos malfeitos - como em refinarias de petróleo - e do salto do crédito direcionado na economia. Essa má alocação de recursos tem um impacto negativo sobre a produtividade do capital e também sobre a do trabalho, segundo Veloso.

Desafio - Nesse cenário, ele aponta o grande desafio da economia brasileira. Com o fim do bônus demográfico (o período em que a população em idade ativa cresce acima da população total) e sem um boom de commodities, o aumento da renda per capita vai depender exclusivamente da evolução da produtividade. "O nosso problema crônico, a produtividade, é que vai determinar o crescimento, e ela tem sido muito baixa", diz Veloso. "O longo prazo chegou." (Valor Econômico)

 

fgv quadro 19 6 2019

 

JUSTIÇA: Governo reforça pleito por instalação do Tribunal Regional no Paraná

 

justica 19 06 2019A instalação do Tribunal Regional Federal no Paraná (TRF), com sede em Curitiba, pode acelerar a tramitação de processos e facilitar o acesso da população à Justiça. O assunto foi tratado na terça-feira (18/06) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, em reunião, no Palácio Iguaçu, com representantes da comunidade jurídica e do setor produtivo que defendem a implantação do órgão no Estado. O vice-governador Darci Piana participou do encontro.

 

Julgamentos - Atualmente, os julgamentos de segunda instância da Justiça Federal são feitos no TRF-4, em Porto Alegre. Ratinho Junior afirmou que será organizada uma audiência no próximo mês com deputados federais, senadores e juízes para defender a proposta, que é discutida desde o início de sua gestão. No começo do ano, ele se reuniu com os presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, para defender a implantação do TRF no Estado.

 

Ponto de partida - “Essa reunião será o ponto de partida para demonstrar nossa unidade em torno da implantação do Tribunal no Paraná”, disse o governador. “Hoje tudo fica concentrado no Rio Grande do Sul, no TRF-4, e há muitos anos o Paraná pleiteia poder abrir um tribunal regional aqui. Não é uma questão simples, mas estamos avançando nessa agenda positiva em defesa do Estado”, afirmou.

 

Entidades - A criação do TRF é defendida pela Associação Paranaense dos Juízes Federais (Apajufe), seção paranaense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), Defensoria Pública da União (DPU), Associação Comercial do Paraná (ACP), Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), entre outras entidades. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também endossa a descentralização. A questão se arrasta desde 2013 no STF.

 

Estrutura - Segundo a Apajufe, a própria estrutura do Poder Judiciário evidencia a importância de novos tribunais federais. Os 26 estados e o Distrito Federal têm tribunais estaduais e eleitorais e outros 24 têm tribunais regionais do trabalho, mas apenas cinco têm tribunais federais.

 

Aprovação - O Conselho da Justiça Federal, também presidido pelo ministro Noronha, aprovou a criação de um Tribunal apenas em Minas Gerais, deixando de lado os estados do Paraná, Bahia e Amazonas, que também pleiteavam a implantação.

 

Pretensão - “Não queremos que a sede de Minas Gerais não seja criada, mas nossa pretensão é que o Paraná, com toda a sua importância e características, possa ser contemplado com um Tribunal com sede em Curitiba”, afirmou o presidente da Apajufe, Fabrício Bittencourt da Cruz.

 

Cidadania - De acordo com ele, a manutenção dos recursos em Porto Alegre impacta diretamente na cidadania da população do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, estados que seriam atendidos pela nova sede. “Dificilmente as pessoas têm condições de pagar advogados para fazer sustentação oral das teses no Rio Grande do Sul. Com o processo em Curitiba tudo se tornaria mais barato, viável e rápido”, afirmou.

 

Custos - O advogado Cleverson Marinho Teixeira, que preside a Comissão Especial da OAB-PR Pró-Instalação do TRF, defendeu que os custos para os cidadãos são maiores que os possíveis gastos públicos para a instalação. “A desconcentração dos tribunais é fundamental para tornar a Justiça mais próxima do cidadão”, afirmou.

 

Concentração - “A concentração dos tribunais cria uma pirâmide administrativa cada vez maior, que fica tão cara quanto criar tribunais em outros estados. E o custo maior é do cidadão brasileiro, que precisa se deslocar longas distâncias para os julgamentos”, disse. (Agência de Noticias do Paraná)

 

SAÚDE: Paraná tem 15,3 mil casos de dengue confirmados

 

saude 19 06 2019O boletim semanal da dengue divulgado nesta terça-feira (18/06) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma 15.396 casos da doença no Paraná desde junho de 2018. São 1.892 casos a mais que na semana anterior.

 

Casos autóctones - Os casos autóctones, adquiridos no município de residência dos infectados, são a maioria: 14.961. Outros 435 foram adquiridos em outros estados e “importados” para o Paraná.

 

Epidemia - Setenta municípios estão em epidemia e sete aparecem pela primeira vez nesta relação – Capanema, Realeza, Rancho Alegre D´Oeste, Mandaguari, Jataizinho, Sertaneja e Palotina. Outros 59 estão em alerta para a dengue.

 

Óbitos confirmados - O Paraná registra 17 óbitos confirmados causados pela doença desde junho de 2018 até agora. São quase 76 mil notificações neste período nas 22 Regionais de saúde do Estado.

 

Situação graves - Ivana Belmonte, coordenadora de Vigilância Ambiental da secretaria estadual da Saúde, alerta que a situação é grave e que com os índices elevados de infestação é necessário fazer uma busca minuciosa em todos os terrenos e quintais.

 

Atenção - Além de eliminar os criadouros que se formam em recipientes mais visíveis com água parada, como pratos de vasos de plantas, ralos descobertos e pneus velhos, é preciso ter atenção com locais menos visíveis. “Telhados, antenas de TV, calhas, troncos ocos de árvores e caixas de água também devem ser vistoriados. O mosquito vai em busca de recipientes com água ou lixo acumulados”, reforça a coordenadora.

 

Apoio - A secretaria segue apoiando os municípios nas ações de orientação e de busca ativa por focos e criadouros. (Agência de Notícias do Paraná)


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