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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4598 | 14 de Junho de 2019

PREVIDÊNCIA I: Parecer impacta no cooperativismo

 

previdencia I 14 06 2019O deputado Samuel Moreira (SP), relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, apresentou nesta quinta-feira (13/06), na comissão especial na Câmara, o parecer sobre o texto enviado ao Congresso pelo governo federal. Antes de seguir para análise do plenário, o parecer do relator ainda precisa ser votado na comissão. A expectativa é de que isso ocorra até o fim deste mês. Depois de passar pela Câmara, o texto segue para o Senado.

 

Cooperativa - No documento apresentado nesta quinta-feira, alguns pontos que envolvem as cooperativas merecem destaque. São eles:

 

APOSENTADORIA RURAL: O relatório manteve as regras atuais para quem exerce atividade econômica familiar, incluindo trabalhadores rurais, garimpeiros e pescadores artesanais. Ou seja, a idade mínima deve permanecer em 55 anos para mulheres e 60 para homens - contudo, eles deverão contribuir por 20 anos, ao invés dos 15, previstos na regra atual. No caso das mulheres, o tempo de contribuição não sofre alterações. Essas considerações também valem para os casos de segurados especiais.

 

Idade mínima e tempo de contribuição - A proposta do governo previa idade mínima de 60 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com 20 anos de tempo de contribuição para ambos os sexos.

 

EXPORTAÇÕES: O relatório acaba com a imunidade tributária para exportações no caso dos setores que participam da desoneração da folha. No caso das cooperativas os segmentos afetados são aves, suínos, álcool e açúcar. Segundo o Art. 149, §2º, inciso I da Constituição Federal, é vedada a cobrança de impostos de todas as naturezas, a fim de estimular a venda de produtos brasileiros fora do país.

 

Recolhimento - De acordo com o relatório do deputado Samuel Moreira (SP), relator da PEC da reforma da Previdência, as empresas e cooperativas que exportam produtos como carnes de aves e suínos e, também, as do setor sucroalcooleiro deverão recolher a Previdência para seus funcionários e a incidência não seria sobre a folha de pagamentos, mas sobre a receita das operações de comércio exterior.

 

OCB - A OCB continua acompanhando a tramitação da matéria no Congresso Nacional. (Informe OCB)

PREVIDÊNCIA II: Moreira propõe aumento de imposto e fim de repasse a BNDES

 

Mesmo com ajustes na proposta apresentada pelo governo federal, o relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentou nesta quinta-feira (13/06) seu parecer com a promessa de uma economia de R$ 1,13 trilhão em dez anos.

 

Fim de repasses - Essa potência fiscal, que ficou próxima do R$ 1,2 trilhão do projetado pela equipe econômica, seria garantida com o fim de repasses de arrecadação do PIS/Pasep para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e aumento de tributação dos bancos.

 

Redirecionamento - O BNDES, que hoje recebe 40% do PIS/Pasep, já perderia 12% para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) na proposta do governo. Moreira redirecionou os outros 28% para financiar o pagamento de aposentadorias e pensões, uma receita de R$ 217 bilhões em dez anos. Não fosse isso, a economia esperada com as mudanças previdenciária ficaria em R$ 913,4 bilhões em uma década, já incluindo a tributação dos bancos. A proposta do presidente Jair Bolsonaro não penalizava de forma tão significativa o BNDES e nem ampliava a tributação do setor financeiro.

 

Custo - Apesar de seu próprio partido, o PSDB, ser um dos que mais cobrou informações do governo sobre os impactos financeiros das mudanças, o relator não detalhou o custo de cada alteração ou supressão feito em seu texto. Um dos ajustes mais pesados é no abono salarial, que reduz a economia de R$ 168 bilhões para entre R$ 80 bilhões e R$ 90 bilhões.

 

Ampliação - O relator ampliou para até R$ 1.364,43 a faixa de renda para direito ao abono salarial (espécie de 14º salário pago); criou uma nova regra de transição para servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada; garantiu a vinculação do salário mínimo à pensão por morte no caso dessa renda ser a única do trabalhador.

 

Professores - No caso dos professores de educação infantil e ensino médio, Moreira reduziu a idade mínima para aposentadoria das mulheres, dos 60 anos propostos pelo governo para 57 anos, com 25 anos em sala de aula. Os professores homens se aposentarão com 60 anos. Ele estabeleceu que lei complementar definirá regras para isso, mas, até lá, a idade mínima será essa.

 

Resistências - As flexibilizações reduziram as principais resistências à aprovação da matéria, como mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e nas aposentadorias rurais, capitalização e parte de questões relacionadas às mudanças na previdência de Estados e municípios. Mesmo assim, em cinco horas de reunião, foi possível verificar que ainda há pontos em que os parlamentares querem ajustar no parecer. A partir de agora, afirmam os líderes, começa a verdadeira pressão das categorias não atendidas.

 

Regra de transição - Uma alteração já aguardada foi a criação de mais uma regra de transição que será válida para os servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada. Com a proposta, o trabalhador terá que cumprir um "pedágio" de 100% sobre o tempo que estiver faltando de contribuição para solicitar a aposentadoria e alcançar a idade limite para transição, de 57 anos no caso de mulher e de 60 anos para o homem.

 

Antes de 2003 - A mudança visou atender os servidores que ingressaram no serviço público antes de 2003 - quando ocorreu a reforma do governo Lula - e que reclamavam que tinham a regra de transição mais dura: para se aposentarem com aposentadoria integral e reajustes iguais aos da ativa, seria exigido que chegassem até a idade mínima final da reforma, de 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres. As outras três regras de transição propostas pelo governo, e consideradas "confusas" pelos parlamentares, continuam como opções.

 

“Gatilho” - Também foi retirado o "gatilho" que permitiria o aumento da idade mínima de forma automática, a cada quatro anos, a partir de 2024. A medida havia sido proposta pelo governo para impedir o desgaste de ter que apresentar uma emenda constitucional toda vez que precisasse elevar a idade mínima devido ao aumento da idade de sobrevida.

 

Ajustes - O relator manteve pontos da proposta com ajustes. No caso da regra de cálculo do valor da aposentadoria, será considerado a média de todas contribuições previdenciárias feitas ao longo da vida laboral. Hoje são consideradas 80% das maiores contribuições, ou seja, o trabalhador pode descartar 20% dos pagamentos mais baixos e melhorar o valor da aposentadoria.

 

Nova norma atenuada - Mas a nova norma foi atenuada: um artigo do parecer permite que o trabalhador possa desprezar contribuições previdenciárias de baixo valor, descartando da média a época em que ganhava menos, mas, com isso, o tempo trabalhado não será considerado no cálculo. A conta dependerá da realidade de cada trabalhador.

 

Rejeitado - O relator também rejeitou pagar o salário-família e o auxílio-reclusão apenas para aqueles que recebem ou recebiam até um salário mínimo (R$ 998) e determinou que terão direito a esses benefícios aqueles com renda de até R$ 1.364,43.

 

Pagamento - Diferentemente da proposta do governo, o auxílio-reclusão continuará pago a presos do regime semiaberto e não apenas do fechado.

 

Pensão integral - Também foi garantida pensão integral e vitalícia para policiais federais e agentes penitenciários mortos por agressão sofrida em decorrência da função. Para as demais categorias, a pensão será equivalente aos anos trabalhados. Se o profissional tiver até 20 anos de contribuição para a previdência, receberá 60% da média de seus salários-contribuição. A cada ano adicional, a média aumentará em mais 2% do salário.

 

Alíquotas progressivas - Ele ainda manteve a previsão de alíquotas progressivas que, no caso dos servidores públicos, podem chegar a até 22% para quem recebe mais de R$ 39 mil, acima do teto do funcionalismo. Para os de menor renda, haverá redução. (Valor Econômico)

 

previdencia II quadro 14 06 2019

COOPERATIVISMO: OCB e Receita Federal debatem pauta tributária

 

cooperativismo 14 06 2019O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, apresentou e debateu temas tributários do cooperativismo com o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Dentre os tópicos discutidos estiveram o ato cooperativo, a reforma tributária e o entendimento sobre o imposto de renda sobre aplicações financeiras.

 

Apoio - Segundo o líder cooperativista, o cooperativismo está pronto para apoiar o governo nas reformas que precisam ser implementadas. “Nós entendemos que é necessária uma simplificação tributária, mas o que preocupa o movimento cooperativista é a inclusão do adequado tratamento tributário, assegurado pela Constituição Federal, no ambiente das reformas, sobretudo na tributária”, argumentou o presidente.

 

Adequado tratamento tributário - Márcio Freitas também destacou a importância de o governo lembrar que o adequado tratamento tributário não representa condição privilegiada, isenção ou imunidade às cooperativas no recolhimento de tributos. “Diz respeito, exclusivamente, a fixar a incidência tributária onde ela realmente deve ocorrer”, comenta. Para o cooperativista, se toda a riqueza gerada pela cooperativa é transferida ao associado, ela não possui renda ou faturamento, logo, não deve sofrer a incidência de tributos, que fica alocada em seus cooperados.

 

Aplicações financeiras - A respeito das aplicações financeiras, o presidente do Sistema OCB também reforçou que, com exceção das cooperativas de crédito, as aplicações financeiras efetuadas pelos demais modelos de cooperativa não estão inseridas no conceito de ato cooperativo previsto na legislação, resultando em ganho de capital para os cooperados e, consequentemente, sujeitos à tributação do imposto de renda.

 

Súmula 262 - “Ocorre que, diversamente do que acontece nos demais modelos societários em que é possível utilizar as deduções das despesas financeiras para apuração do resultado, nas cooperativas não tem sido admitido tais abatimentos, por força de uma interpretação equivocada da Súmula 262 do STJ. Tal entendimento fere os princípios constitucionais de isonomia, de apoio e estímulo ao cooperativismo, na medida em que impõe uma tributação mais gravosa a essas sociedades em relação a outros tipos societários”, explicou.

 

Encaminhamento - Ao final do debate, que também contou com a participação do deputado José Silva (MG), integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o Secretário sugeriu a criação de um grupo técnico de trabalho, entre a Receita Federal do Brasil e a OCB, a fim de debater o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo e o impacto da reforma tributária para o cooperativismo. (Informe OCB)

SUESPAR: Mercadinho Coop divulga produtos das cooperativas agropecuárias do PR

Os participantes do 27º Simpósio das Unimeds do Estado do Paraná (Suespar) estão tendo a oportunidade de conhecer produtos de varejo processados pelas cooperativas agropecuárias paranaenses. Eles estão expostos no Mercadinho Coop, iniciativa que é resultado de uma parceria entre a Unimed Paraná e os Sistemas Ocepar e OCB, cujo objetivo é mostrar a força da agroindústria cooperativista no Estado. Também visa divulgar o movimento SomosCoop, uma mobilização de âmbito nacional que tem o propósito de despertar o orgulho de fazer parte de um dos modelos de negócios mais humanizados do mundo – o cooperativismo – e, ainda, mostrar para a sociedade a importância das cooperativas e seus produtos para o país.

Abertura - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, estiveram no local, na noite desta quinta-feira (13/06), quando participaram da solenidade de abertura do evento, que é promovido pela Federação Unimed Paraná, no Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu, Oeste do Paraná.

O Simpósio - O Suespar se estende até o fim de semana. Nesta edição, tem como tema “O cliente no centro da estratégia”. Todos os anos, aproximadamente mil pessoas, entre colaboradores, médicos cooperados e dirigentes das Unimeds, e grandes líderes – nacionais e internacionais – do setor de saúde e do cenário político, econômico e empresarial, prestigiam o evento. A programação é dividida em plenárias, oficinas e mini eventos. Há ainda a Feira de Negócios, onde está montado o Mercadinho Coop. Clique aqui para mais informações sobre o 27º Suespar.

Números da Unimed no Paraná - No Paraná, o Sistema Unimed é composto por uma federação e 22 cooperativas singulares. Ao todo são quase 10 mil médicos cooperados ativos, 1,5 milhão de beneficiários e 5.872 colaboradores no Estado.

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VISITA: Estudantes da UFPR conhecem a Ocepar e discutem desafios da inovação

Na manhã desta sexta-feira (14/06), 35 estudantes da turma de associativismo e cooperativismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) visitaram a sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. O grupo foi recebido pelos superintendentes da Ocepar, Robson Mafioletti, e da Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), Nelson Costa, e pelo analista técnico Maiko Vinicius Zanella, que repassaram informações sobre o sistema de representação cooperativista existente no estado, bem como indicadores econômicos do setor.

Futuro - Segundo o professor Gilson Martins, que acompanhou os estudantes, a disciplina tem por objetivo disponibilizar conhecimento sobre a doutrina e prática cooperativista. “Os alunos dessa disciplina cursam agronomia e zootecnia. O objetivo da visita é a compreensão do cooperativismo do Paraná, em específico seu sistema de organização e representação”, afirmou. “Os estudantes também irão debater os rumos do cooperativismo do futuro, com ênfase nos desafios da inovação”, completou.

Qualificação - De acordo com Nelson Costa, para manter os indicadores de desenvolvimento, o cooperativismo paranaense precisa contar com profissionais qualificados e motivados a ingressar no setor. “Importante receber os estudantes e aproximá-los ainda mais da realidade das cooperativas, abordando com clareza os desafios e oportunidades. Muitos desses jovens poderão estar, no futuro, atuando no sistema”, concluiu.

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DIA DE COOPERAR I: Cooperativas de Arapoti revitalizam Linha Verde no Dia C 2019

 

dia cooperar I 14 06 2019A cidade de Arapoti (PR) recebe, no dia 6 de julho, a ação “Linha + Verde”, uma iniciativa das cooperativas Capal, Ceral e Sicredi Novos Horizontes. A ação será realizada por conta do Dia de Cooperar (Dia C), um movimento criado com o objetivo de divulgar o cooperativismo por meio de ações sociais voluntárias. Em Arapoti, a ideia é revitalizar os espaços utilizados pela população da cidade para caminhar, correr e pedalar na Linha Verde. A ação conta ainda com a adesão da Prefeitura de Arapoti, que realizará o recapeamento da pista.

 

Atividades - Os cerca de 70 voluntários, funcionários da Capal, Ceral e Sicredi Novos Horizontes, praticarão o voluntariado fazendo o corte da grama, poda das árvores, plantio de flores, pintura na pista, pintura da escada que atravessa a linha e a instalação de placas de sinalização.

 

Parceria - A participação das três cooperativas no Dia C reedita uma parceria que já vem dando certo há alguns anos, sempre com ações de muita relevância para o município de Arapoti. No ano passado elas se juntaram para revitalizar a Biblioteca do Colégio Rui Barbosa. O espaço recebeu 200 livros novos, nova decoração e uma área externa de leitura.

 

Promoção - A campanha é promovida em âmbito nacional pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), com a participação de vários Estados. (Imprensa Capal)

DIA DE COOPERAR II: Em Maringá, Dia C deve reunir 500 voluntários para preparar 2 mil pizzas

 

dia cooperar II 14 06 2019A edição deste ano do Dia Internacional do Cooperativismo, no primeiro sábado de julho (06/07), planeja reunir 500 voluntários em Maringá (PR), mantendo o nível de participação dos anos anteriores, com a meta de preparar 2 mil pizzas. 

 

Cooperativas - O chamado Dia C vai unir em um só time, como das outras vezes, colaboradores, cooperados e familiares representando cooperativas de diferentes ramos sediadas na cidade. Estão confirmados Cocamar, Sicredi, Sicoob, Unimed, Uniodonto e Unicampo.

 

Doação - Por possuir estrutura ampla e adequada à preparação do alimento, o Recanto Espírita Somos Todos Irmãos, situado ao lado da UniCesumar, na rua José Moreno Júnior, vai sediar o evento. Ao final, cada cooperativa terá direito a uma quantidade para doar a uma instituição assistencial à sua escolha que, dessa forma, poderá arrecadar com a venda. 

 

Sistema - O Dia C é marcado por realizações semelhantes em várias regiões do país, com destaque para o Paraná, que possui um bem estruturado sistema cooperativista. Entre associados e colaboradores, são mais de 1,2 milhão de pessoas diretamente relacionadas, segundo a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar). 

 

Destaque - Nesse contexto, a realização em Maringá – que aspira o título de capital nacional do cooperativismo - se sobressai entre as mais importantes pela grande mobilização e o sucesso alcançado a cada edição. (Imprensa Cocamar)

DIGITAL AGRO I: Lançada a plataforma sigmaABC

 

digital agro I 14 06 2019Entre os dias 11 e 13 de junho, foi realizada, em Carambeí (PR), a Digital Agro, uma das principais feiras de tecnologia e inovação do agronegócio no Brasil. Durante esta terceira edição, organizada pela Frísia Cooperativa Agroindustrial com apoio técnico da Fundação ABC, foi lançado o sigmaABC, uma plataforma que reúne as informações geradas nas propriedades e cria um banco de dados da fazenda, na cloud, como máquinas, implementos, custos de produção e outras informações.

 

Integração - A plataforma também permite a integração com laboratórios, prestadores de serviços e sistemas, como um de gestão agronômica, por exemplo. A primeira versão da plataforma estará disponível a partir da safra de verão 2019/2020 para os cooperados da Frísia, Castrolanda e Capal. O projeto foi desenvolvido pela Fundação ABC em parceria com o Instituto de Pesquisas Eldorado e as três cooperativas.

 

Dados - Com base na localização das suas áreas, informadas pela geolocalização, a plataforma ainda reúne dados meteorológicos, levantamentos geofísicos e recomendações da pesquisa, com modelos matemáticos (doenças, pragas, plantas daninhas, água no solo e produtividade), agricultura de precisão e modelos de sensoriamento remoto (índices de vegetação), entre outros.

 

Conhecimento multidisciplinar - Segundo Rodrigo Yoiti Tsukahara, responsável técnico do projeto, com as informações reunidas em um banco de dados, será possível submetê-las a técnicas estatísticas e linguagens matemática e computacional para geração de um conhecimento multidisciplinar no formato de relatórios, mapas, tabelas, gráficos, mensagens de texto e notificações, que vão contribuir para que o produtor tome as decisões de forma mais assertiva e ágil. “Nosso objetivo é promover uma integração maior entre o produtor, o assistente, a cooperativa e o setor de pesquisa, a fim de difundir mais conhecimento, reduzindo a incerteza durante o processo decisivo e aumentando a resiliência dos produtores”, explica Tsukahara.

 

Encerramento - Durante os dois dias de feira, os mais de oito mil visitantes puderam conferir o que há de mais inovador no setor e participar de palestras com grandes nomes da tecnologia e inovação. Ao todo, o evento contou com mais de 40 marcas expositoras, um incremento de 30% em relação à edição anterior. Além disso, teve a apresentação de diversas iniciativas tecnológicas voltadas ao setor e discussões pertinentes ao tema.

 

Aumento da produtividade - O produtor rural de Castro, Robie Los, conta que já utiliza um sistema para o gerenciamento e monitoramento da lavoura como uma ferramenta para aumentar a produtividade das suas plantações de milho, soja, feijão e trigo. “Esta é a primeira vez que eu visito a feira, mas já conheci muitas novidades interessantes e penso em aperfeiçoar o que já estou fazendo na minha propriedade”, afirma.  

 

Entendimento - Para o estudante de agronomia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Alan Pereira, eventos como a Digital Agro são de extrema importância para o meio acadêmico. "Discutir o impacto e a importância da inovação na agropecuária nos ajuda a entender o cenário atual e a nos prepararmos para a profissão”, explicou.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

 

Sobre a Fundação ABC - A Fundação ABC é uma instituição de pesquisa agropecuária que realiza trabalhos para desenvolver e adaptar novas tecnologias, com o objetivo de melhorar as produtividades de forma sustentável aos mais de cinco mil produtores rurais filiados às cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, além dos agricultores contribuintes. O trabalho da fundação abrange uma área de 467,2 mil hectares, além de uma bacia leiteira de mais de 678 milhões de litros/ano. A instituição também realiza projetos de pesquisa com empresas privadas, por contratos de cooperação técnica, e mantém vínculos com empresas de pesquisa pública. A sede é em Castro (PR) e os cinco campos demonstrativos e experimentais ficam estrategicamente espalhados pela área de atuação. (Imprensa Frísia)

DIGITAL AGRO II: Startups do Brasil e do exterior apresentam soluções

 

Gestão de riscos, biodefensivos e monitoramento da propriedade são algumas das soluções apresentadas pelas startups que marcaram presença no Pavilhão de Exposições Frísia, em Carambeí (PR), no Espaço Startup. A terceira edição da Digital Agro reuniu as principais agtechs do mercado. A americana Indigo, que foi uma das primeiras a alcançar o status de “unicórnio das agtechs” e atualmente é avaliada em US$ 3,5 bilhões, foi uma das patrocinadoras do Espaço.

 

Atuações - A AgBiTech, startup australiana, atua no mercado de biodefensivos e investe em pesquisa e inovação para o manejo inteligente de pragas agrícolas. O SURTIVO Plus, uma pré-mistura que controla uma ampla variedade de lagartas, foi a solução levada pela empresa para a feira. A CowMed desenvolveu um sistema de monitoramento de vacas. Por meio das coleiras desenvolvidas pela startup, o produtor consegue acompanhar em tempo real a ruminação, atividade e ócio dos animais e ainda recebe alertas e avisos de manejo pelo aplicativo.

 

Gestão de risco - A Gestão Integrada de Recebíveis do Agronegócio (GIRA) também levou suas soluções ao evento. Ela oferece uma solução para a gestão de risco, visando auxiliar nos recebíveis durante todo o processo, a fim de garantir o planejamento correto e uma execução segura. A solução possibilita ainda a diminuição dos riscos daquela operação viabilizando o acesso ao mercado de capitais.

 

Monitoramento agrícola - Kuhlmann atua no monitoramento agrícola. O software desenvolvido cruza dados de todos os atores da cadeia – produtor, bancos, tradings, empresas de defensivos químicos e fertilizantes – e fornece informações que auxiliam os envolvidos a terem uma visão real e transparente da situação.

 

Propriedade - A terceira edição da Digital Agro também apresentou inovação quando o assunto é gestão da propriedade. É o caso da AgriWin, que integra os dados financeiros do produtor, como notas fiscais e despesas internas, ajudando a controlar os gastos e lucros da fazenda. O sistema é atualizado automaticamente todos os dias e permite atualizações em tempo real pelo produtor com a plataforma de forma dinâmica. A Azship também é uma startup focada na gestão, mas em outra esfera: a logística. A plataforma oferece facilidades para os diversos agentes envolvidos no processo, desde o embarcador até o transportador, com serviços como cotação de frete e catálogo de transportadoras e motoristas, com acompanhamento da carga em tempo real, proporcionado uma tomada de decisão mais ágil.

 

Interações - Já a YouAgro desenvolveu um aplicativo, disponível para Android e iOS, para promover interações entre pessoas envolvidas com o agronegócio, desde o produtor até o consumidor.

 

Palestras - O segundo e último dia da Digital Agro 2019 (13 de junho) também contou com a presença de estudiosos e instituições de referência na agropecuária. Kevin Kimle, diretor do Departamento de Empreendedorismo e Economia Agrícola da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, abriu a programação do dia falando sobre inovação e sustentabilidade na agropecuária. Kimle fez uma retomada histórica das mudanças ocorridas na indústria alimentícia desde 1920. “Apesar de termos vivenciado muitas mudanças até hoje, o que deve acontecer nos próximos dez anos vai mudar completamente os padrões atuais de produção e certamente vai determinar quais empresas vão sobreviver à essas mudanças”, ressaltou Kimle.

 

Embrapa Territorial - Em "Inteligência, gestão e monitoramento territorial aplicados aos desafios da agropecuária brasileira", Lauro Rodrigues Nogueira Junior, integrante do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Territorial, apresentou o trabalho desenvolvido pela instituição para o monitoramento da produção agropecuária brasileira. "O agronegócio brasileiro alimenta 1,5 bilhão de pessoas no mundo, é um setor gigante e que precisa de uma boa infraestrutura e de investimento. Entre os anos 1976 e 2018, os ganhos de produtividade pouparam 128 milhões de hectares do desmatamento. Uma amostra do que a tecnologia pode fazer pela agropecuária mundial", salientou. Nogueira também apresentou o Projeto Carponis: um satélite brasileiro de alta resolução operado pela Embrapa que deve ser lançado em breve.

 

Mapa - Benedito João Gai Neto, coordenador-geral de Articulação para Inovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), apresentou os objetivos e iniciativas do Mapa para fomentar a inovação no Brasil e destacou a realização do 1º Fórum Regional de Inovação Agropecuária promovido em Carambeí, no dia 11 de junho, e a importância de formar uma pauta qualificada para avançar nesse campo. “Nós temos muita tecnologia disponível para o campo, mas temos dificuldade em difundir esse conhecimento. Por isso estamos criando programas de difusão para levar essa tecnologia até o consumidor final. E apesar de criarmos uma grande demanda por inovação para esse campo, pouca tecnologia é produzida aqui. Não temos dúvida de que, com a ajuda de todos, em pouco tempo o Brasil se tornará um grande desenvolvedor de novas tecnologias para o campo”, finalizou.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

 

Sobre a Fundação ABC - A Fundação ABC é uma instituição de pesquisa agropecuária que realiza trabalhos para desenvolver e adaptar novas tecnologias, com o objetivo de melhorar as produtividades de forma sustentável aos mais de cinco mil produtores rurais filiados às cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, além dos agricultores contribuintes. O trabalho da fundação abrange uma área de 467,2 mil hectares, além de uma bacia leiteira de mais de 678 milhões de litros/ano. A instituição também realiza projetos de pesquisa com empresas privadas, por contratos de cooperação técnica, e mantém vínculos com empresas de pesquisa pública. A sede é em Castro (PR) e os cinco campos demonstrativos e experimentais ficam estrategicamente espalhados pela área de atuação. (Imprensa Frísia)

 

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COCAMAR: Mais de 400 participantes no Encontro do Núcleo Feminino

Com mais de 400 participantes, a Cocamar promoveu nesta quinta-feira (13/06) em Maringá (PR), o Encontro do Núcleo Feminino, formado por cooperadas e esposas de produtores associados da cooperativa.

Desenvolvimento - Na abertura, o presidente Divanir Higino destacou a importância de as mulheres e jovens conhecerem melhor e se integrarem mais ao dia a dia da cooperativa, assegurando a perpetuação de uma estrutura que pertence a seus associados. “Nosso objetivo é que deixem de ser apenas esposas e filhas de cooperados e se tornem todas cooperadas atuantes, entendendo que cooperar é mais do que comprar e vender, é trabalhar para que haja desenvolvimento pessoal, social e transferência de conhecimentos para que todos cresçam juntos. Não só incrementar ganhos, mas proporcionar um crescimento em todos os aspectos, que é o fundamento básico da cooperativa”, afirmou. O vice-presidente José Cícero Aderaldo também participou do encontro, ao seu final.

Santo Antônio - Neste ano, o tradicional evento ocorreu em ritmo de festa junina, já que a data coincidiu com a celebração do dia de Santo Antônio, um dos santos mais populares e festejados. Em trajes típicos, as mulheres participaram de uma agenda de palestras e entretenimentos organizados para fortalecer ainda mais o relacionamento entre elas.

Superar - Um dos palestrantes, Maurício Louzada, falou sobre o papel das mulheres no agronegócio e a necessidade de que elas estejam preparadas para enfrentar os seus desafios. Baseando-se em suas próprias experiências, mostrou como é possível, a partir de uma atitude mental positiva, vencer o medo e, com planejamento, minimizar possíveis condições negativas, utilizando as próprias dificuldades para alavancar o crescimento.

Desafios - Um painel sobre os desafios da mulher no campo e no mundo corporativo teve como convidadas a empresária Anália da Rosa Nasser, considerada uma mulher influente, inovadora e possuidora de comprovado senso organizacional; a cooperada Flávia Giansante, jovem empresária rural de Primeiro de Maio, exemplo de superação e sucesso; e a jornalista e coordenadora de Comunicação e Eventos da Cocamar, Sabrina Morello.

Atrações - A programação incluiu ainda uma apresentação do grupo musical Ruffato, premiação aos melhores trajes típicos e foi encerrada com uma quadrilha. As participantes também fizeram a doação de roupas e agasalhos para a campanha Inverno Solidário, da Cocamar.

Núcleos - Atualmente as cooperadas representam 15% do quadro social da Cocamar e, no total, mais de 600 produtoras integram os mais de 30 núcleos mantidos pela cooperativa em municípios do Paraná. (Imprensa Cocamar)

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SICREDI: Instituição conquista Prêmio Efinance 2019 com projeto que aproxima associados do modelo cooperativista

 

sicredi 14 06 2019O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – foi vencedor do Prêmio Efinance 2019, na categoria “Governança”, com o case “Nova Ferramenta para o Programa Pertencer”.

 

Nova plataforma - O projeto consiste na estruturação e desenvolvimento de uma nova plataforma – simples, intuitiva, integrada e sistêmica – que melhore a experiência dos usuários, colaboradores do Sicredi, no processo de cadastro e controle dos eventos realizados ao longo do ano, principalmente as assembleias. Momento máximo de participação dos associados nas decisões de suas respectivas cooperativas de crédito, as assembleias ocorrem nos diversos municípios brasileiros onde a instituição atua.

 

Agilidade - Para os associados, por sua vez, a nova ferramenta proporciona mais agilidade em processos como o registro de suas presenças nas assembleias, auxiliando na sua organização, bem como oportuniza a eles experimentarem novas tecnologias intuitivas e transparentes no processamento de informações das suas respectivas Cooperativas.

 

Apoio - Para Romeo Balzan, superintendente da Fundação Sicredi, a iniciativa apoia a entrega da proposta de valor da instituição, de aprimorar o relacionamento cada vez mais ativo, simples e próximo com os associados. Ao mesmo tempo, fortalece o modelo de gestão, que tem, entre outros diferenciais, a participação dos associados nas decisões da sua cooperativa de crédito.

 

Evolução - “A ‘Nova Ferramenta para o Programa Pertencer’ representa uma grande evolução no processo de realização das assembleias, desde o início, quando os eventos são cadastrados e os associados convidados, passando pelo registro das presenças, das votações e pesquisa durante os encontros, até o encerramento deles, quando são realizados as contabilizações e o arquivamento de documentos legais. Por isso, a premiação representa um grande reconhecimento ao Sicredi e indica que estamos no caminho certo de nossos objetivos”, afirma Alexandre da Silveira, superintendente de Sistemas do Sicredi. 

 

Promoção - Em sua 19ª edição, o Prêmio Efinance 2019 é promovido e organizado pela Editora Executivos Financeiros. Uma comissão julgadora, formada por professores especialistas, seleciona e indica os cases vencedores de Tecnologia da Informação (TI) implementados pela indústria financeira – bancos, seguradoras, corretoras, empresas das áreas de crédito, investimentos e meios de pagamentos, fintechs, entre outros players – que mais contribuíram para facilitar o dia a dia dos usuários.

 

Por dentro do Programa Pertencer - No Sicredi, o modelo de gestão valoriza a participação dos associados, que exercem o papel de donos do negócio, conforme os princípios do cooperativismo. O Programa Pertencer foi criado, justamente, como forma de organizar e estimular essa participação nos processos decisórios dos associados em relação as suas respectivas cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi. Com isso, o Programa traz ainda mais transparência para o Sistema como um todo e qualifica a participação desses associados nos rumos e na governança das cooperativas.

 

Organização - O Programa Pertencer também atua na organização dos associados em núcleos, levando em consideração a proximidade geográfica de cada um em função do seu endereço. Essa divisão faz com que todos possam acompanhar a gestão, planejar e participar ativamente das decisões de maneira organizada. Cada núcleo elege um representante, que é chamado de coordenador de núcleo ou delegado, e que tem voto representativo, bem como é responsável por levar as decisões dos demais associados do seu núcleo à assembleia geral da cooperativa de crédito.

 

Assembleias - Todos os anos, o Sicredi realiza as assembleias de núcleo e assembleias gerais, nas quais são colocados em prática os valores do cooperativismo. Nelas, os principais temas da gestão são debatidos e decididos, como a eleição de representantes, a prestação de contas das cooperativas de crédito e a distribuição dos resultados aos associados, seguindo a lógica de modelo cooperativista, no qual predominam a intensa colaboração e participação. Neste ano, foram realizadas em todo o Brasil mais de 1.500 assembleias, com a participação de mais de 500 mil pessoas. Algumas assembleias chegam a receber mais de mil pessoas.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI INTEGRAÇÃO: Voluntários levam educação financeira para mais de mil crianças, jovens e adultos

 

Mais de 62 milhões de brasileiros estão inadimplentes, sendo que a faixa etária entre 30 e 39 anos representa mais da metade deste total, com quase 18 milhões de pessoas nos cadastros de devedores. Os números da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam a importância de aprender a planejar gastos e traçar metas para melhorar os hábitos de consumo. Pensando nisso, o Sicredi - instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados em todo o País, desenvolve uma série de ações voltadas à educação financeira dos associados e das comunidades onde atuam.

 

Ações e oficinas - Alinhada à Semana Nacional de Educação Financeira (Semana Enef), a Sicredi Integração PR/SC realizou 25 ações e oficinas sobre a importância de planejar despesas e controlar o orçamento. As atividades foram realizadas com crianças, jovens, adultos e idosos de 16 municípios na Região Metropolitana de Curitiba, litoral do Paraná e parte de Santa Catarina.

 

Voluntários - As oficinas gratuitas de educação financeira foram realizadas por colaboradores voluntários da cooperativa que foram capacitados com conteúdo baseado no Caderno de Educação Financeira e Gestão de Finanças Pessoais do Banco Central. O trabalho desenvolvido impactou diretamente mais de 1,3 mil pessoas na área de atuação da cooperativa.

 

Dedicação - “Todo esse resultado positivo só é possível graças a dedicação dos nossos colaboradores que entendem a importância da colaboração. Além disso, como instituição financeira cooperativa, somos conscientes da nossa responsabilidade social como agente transformador da sociedade. Nada melhor que ajudar ensinar as pessoas a manterem uma vida financeira saudável”, destaca o presidente da Sicredi Integração PR/SC, Luiz Roberto Baggio.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Integração PR/SC)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB OURO VERDE: Colaboradores iniciam Trilha de Inteligência Financeira

 

Um grupo formado por 17 gerentes de negócios do Sicoob Ouro Verde participou nos dias 29 e 30 de maio do primeiro módulo da Trilha de Inteligência Financeira. As aulas aconteceram na Unidade Administrativa da cooperativa, em Londrina (PR), com apoio do Sicoob Central Unicoob e do Sescoop/PR.

 

Mercado financeiro - O objetivo do curso é capacitar os colaboradores com conhecimentos, técnicas e certificações necessárias para atuação no mercado financeiro. Além disso, o treinamento aborda os produtos e serviços do portfólio do Sicoob, para que eles avaliem o perfil de cada cooperado da carteira e identifiquem oportunidades que podem ser oferecidas.

 

Diálogo - Segundo o gerente de Negócios, Leandro Ruiz Gobbo, além de todo o conteúdo técnico envolvendo o contexto econômico atual do país, o curso tratou sobre o embasamento para diálogo com os cooperados no dia a dia. “Nos fez desenvolver o senso crítico sobre tudo que acontece em nossa economia, desenvolvendo nossas opiniões e pontos de vista sobre os diversos assuntos relacionados ao tema”, explica.

 

Área comercial - Já os colaboradores da área comercial estiveram reunidos na Unidade Administrativa da cooperativa para um treinamento sobre Negociação. O curso, promovido em parceria com o Sicoob Central Unicoob e com o Sescoop/PR, aconteceu no dia 24 de maio.

 

Técnicas de negociação - O facilitador Rodrigo Bastos Monteiros ensinou aos participantes técnicas de negociação, que irão auxiliar no atendimento aos cooperados. Com o aperfeiçoamento da equipe, a cooperativa espera incrementar o volume de vendas nos pontos de atendimento.

 

Mudança de pensamento - Para o assistente de agência, Miguel Angelo de Souza, o treinamento serviu para mudar seu pensamento em relação ao tema. “Aprendemos sobre como diferenciar os tipos de associados para uma melhor abordagem. Além disso, o curso me fez aprimorar vários pontos na hora da negociação, formas de agir, atitudes e palavras para o relacionamento com os cooperados”, explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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UNIMED LONDRINA: Nova base do serviço de urgência será inaugurada na segunda-feira

O SOS Unimed Londrina agora está de casa nova. A partir do dia 17 de junho, a base de serviço será na sede administrativa, cujo endereço é Av. Ayrton Senna, 1065, em Londrina, Norte do Paraná. Para comemorar esta novidade, na próxima segunda-feira (17/06), ao meio-dia, a cooperativa médica realiza um evento de inauguração do novo espaço, com a presença de autoridades do município e dirigentes da operadora de planos de saúde.

Novo espaço - O serviço, que passou a ser recurso próprio da cooperativa, ocupará um espaço no subsolo do prédio, onde abrigará a equipe de atendimento (médicos, enfermeiros e motoristas). Próximo à base, estarão posicionadas as cinco novas ambulâncias, que terão acesso para a rua Luiz Marcio Moressi. “Estas novidades vão aprimorar a qualidade do nosso serviço, que agora contará com equipes próprias e ambulâncias com tecnologia avançada para transporte de vidas”, destaca a gerente de Negócios da Unimed Londrina, Zenaide Leão.

Presenças - Estarão presentes no evento o diretor-presidente da Unimed Londrina, Omar Taha, o diretor de Mercado da cooperativa médica, Antonio Carlos Valezi, e demais membros da diretoria e gerentes da operadora de planos de saúde. Foram convidados para a inauguração o secretário municipal de Saúde, Carlos Felippe Marcondes Machado, e o diretor de Urgência e Emergência em Saúde de Londrina, Marco Rogério Yamaguchi.

Serviço - O SOS Unimed Londrina é um serviço particular de atendimento de urgência ou emergência, disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. A partir do dia 16 de junho, o novo número de telefone para acionar o serviço será o 0800 1234-777. Neste número, o cliente poderá solicitar uma ambulância para atendimento médico ou esclarecer dúvidas de saúde por telefone. (Imprensa Unimed Londrina)

COMÉRCIO EXTERIOR I: China retoma importações de carne bovina do Brasil

 

comercio exterior 14 06 2019A China anunciou a retomada das importações de carne bovina do Brasil que estavam suspensas desde 3 de junho, devido à notificação de caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como doença da vaca louca, detectado no estado de Mato Grosso.

 

Protocolo sanitário - A China é o único país, entre os importadores do Brasil, que tem protocolo sanitário que exige a suspensão temporária das importações de carne quando detectado caso atípico da doença.

 

Conhecimento - A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, tomou conhecimento da notícia na madrugada desta quinta-feira (13/06). A ministra voltou a dizer que continuará negociando um novo protocolo com as autoridades sanitárias chinesas.

 

Medidas - Segundo o ministério, “a doença foi confirmada em uma vaca de corte, com idade de 17 anos. Todo o material de risco específico para EEB foi removido do animal durante o abate de emergência e incinerado no próprio matadouro".

 

Sem riscos - Demais "produtos derivados do animal foram identificados, localizados e apreendidos preventivamente, não havendo ingresso de nenhum produto na cadeia alimentar humana ou de ruminantes. Não havia, portanto, risco para a população”.

 

Informações - A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) encerrou, no último dia 3, o pedido de informações complementares do Brasil sobre o caso e concluiu não haver risco sanitário. As exportações de carne bovina continuaram normalmente para os demais países. (Agência Brasil)

COMÉRCIO EXTERIOR II: Saldo da balança do agronegócio foi de US$ 8,6 bilhões em maio

 

As exportações do agronegócio foram de US$ 9,80 bilhões em maio deste ano, recuo de 1,7% em relação ao mês de 2018. A redução das exportações ocorreu principalmente em função da diminuição do índice de preço dos produtos de exportação do agronegócio brasileiro, de 9,1%. De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o índice de quantum (volume) contribuiu para evitar uma queda maior do valor exportado, registrando elevação de 8,1%.

 

Recuo - A participação do agronegócio na balança comercial brasileira de maio recuou de 51,6% para 46,1%, devido à queda das exportações do agronegócio em 1,7% e a elevação das exportações dos demais setores em 22,5%

 

Importações - As importações de produtos do agronegócio, por sua vez, subiram de US$ 1,08 bilhão em maio de 2018 para US$ 1,18 bilhão em maio de 2019. O saldo da balança comercial do Agronegócio ficou em US$ 8,6 bilhões.

 

Recorde - Os produtos agropecuários que tiveram recorde em quantidade vendidas ao exterior para o mês de maio, desde a série histórica de 1997, foram a carne bovina e suína in natura, celulose e café verde.

 

Volume - As vendas externas de carne bovina in natura alcançaram 123 mil toneladas, com destaque para três mercados: Emirados Árabes (+7,8 mil toneladas), Rússia (+7,1 mil toneladas) e China (+6,2 mil toneladas).

 

PSA - Quanto à carne suína, os casos de Peste Suína Africana (PSA) já estão gerando impacto nas exportações brasileiras, de acordo com a SCRI/Mapa. Alguns mercados mereceram evidência quanto ao incremento da quantidade exportada em maio: China (+7,2 mil toneladas), Rússia (+3,1 mil toneladas), Chile (+2,1 mil toneladas) e Vietnã (+1,8 mil toneladas).

 

Produtos florestais - O principal produto exportado pelo setor de produtos florestais foi a celulose, com recorde na quantidade exportada de 1,58 milhões de toneladas para maio. Também o valor de US$ 859,18 milhões em celulose (+18,0%) foi recorde. Praticamente a metade das exportações de celulose brasileira foi adquirida pela China, que comprou US$ 413,52 milhões do produto (+52,3%) ou 784,5 mil toneladas.

 

Café - O Brasil exportou US$ 438,3 milhões no setor de café (+71,7%), com forte expansão da quantidade exportada de 205 mil toneladas do grão (125%), embora os preços internacionais dos produtos do setor tenham caído, em média, 23,7%. O café verde teve incremento de 130% na quantidade embarcada, recorde para todos os meses de maio, desde 1997, totalizando 196 mil toneladas. (Mapa)

 

Confira a nota e o resumo da balança comercial do Agronegócio

Confira o Agrostat - Sistema de Estatísticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro

 

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BANCO CENTRAL: IBC-Br cai 0,47% em abril ante março, no piso das estimativas

banco central 14 06 2019

 

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central (BC) registrou queda de 0,47% em abril sobre o mês anterior. O desempenho, medido pela série com ajuste sazonal, veio após uma retração de 0,30% em março (dado revisado de uma queda de 0,28% divulgada anteriormente).

 

Mais forte- A queda da atividade no quarto mês do ano veio mais forte que a mediana das projeções dos economistas consultados pelo Valor Data, de recuo de 0,1%. O dado ficou no extremo de baixo das estimativas, que variavam de queda de 0,5% a alta de 0,53%.

 

Comparação - Na comparação com abril do ano passado, sem ajuste sazonal, o IBC-Br apresentou queda de 0,62%. No acumulado em 12 meses até abril, houve alta de 0,72%. No ano até abril, acumula expansão e 0,06%.

 

Diferenças - Embora os índices tenham diferenças metodológicas e conceituais, o IBC-Br é considerado um indicador antecedente do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado trimestralmente pelo IBGE. De frequência mensal, o IBC-Br é calculado a partir de indicadores da produção dos três principais setores da economia — agricultura, indústria e serviços.

 

PIB - Já o PIB mede a soma dos bens e serviços produzidos no país tanto pela ótica da produção quanto pela ótica do consumo das famílias, empresas e governo. Os dados utilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para cálculo do PIB são mais abrangentes e desagregados do que os usados pelo BC. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA: Órgãos reguladores pretendem flexibilizar regras para fintech

 

economia 16 06 2019A Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia, o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Superintendência de Seguros Privados divulgaram nesta quinta-feira (13/06) comunicado conjunto anunciando a intenção de flexibilizar regras para empresas inovadoras de serviços financeiros, conhecidas como fintech (no termo em inglês).

 

Novos desafios - Segundo o informe, a emergência de novas tecnologias coloca novos desafios aos modelos de negócio e às formas de oferta de serviços financeiros (como abertura de contas e meios de pagamento). Entre essas inovações estão tecnologias distribuídas (distributed ledger technologies), blockchain, inteligência artificial, computação em nuvem, internet das coisas e plataformas digitais.

 

Adaptação - “Esse cenário impõe aos reguladores o desafio de atuar com a flexibilidade necessária, dentro dos limites permitidos pela legislação, para adaptar suas regulamentações às mudanças tecnológicas e constantes inovações, de forma que as atividades reguladas mantenham conformidade com as regras de cada segmento, independentemente da forma como os serviços e produtos sejam fornecidos”, destaca o comunicado.

 

Sandbox - A intenção é adotar um tipo de regulação conhecida internacionalmente como sandbox, uma espécie de prática de testes regulatórios com novos serviços. Uma fintech com intenção de criar um novo produto e que atendesse a determinados requisitos poderia ter durante tempo determinado uma flexibilidade maior, com menos exigências para que entrasse no mercado.

 

Menos obrigações - Durante esse período determinado, e numa atuação ainda com um número limitado de clientes, as empresas teriam menos obrigações. Mas também seriam avaliadas pelos órgãos reguladores para identificar eventuais riscos ao mercado e prejuízo aos consumidores. A partir dessa avaliação, essas autoridades poderiam liberar a oferta do serviço em larga escala, requisitar mudanças ou até mesmo determinar a sua proibição.

 

Estudo - A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia divulgou estudo juntamente com o comunicado em que aponta benefícios da adoção deste tipo de regulação. Conforme o documento, ele seria menos baseado em regras, que poderiam trazer maior dificuldades a pequenas empresas, para uma lógica calcada em princípios.

 

Ambiente de teste - “Trata-se de um ambiente de teste cujo sucesso não é garantido. Por conta disso, existe a previsão de salvaguardas, medidas com o propósito de atenuar os riscos associados aos sandboxes e evitar repercussão direta sobre os consumidores”, sublinha o estudo da secretaria. Ainda de acordo com o documento, experiências bem-sucedidas deste tipo de regulação já foram adotadas em Singapura e no Reino Unido. (Agência Brasil)

 

Foto:Pixabay

PARANÁ: Governo prepara bases para criar 500 mil empregos no Estado

 

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou, nesta quinta-feira (13/06), no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), do lançamento do programa Mobilização pelo Emprego e Produtividade para Todos A iniciativa é do Ministério da Economia, em parceria com os governos estaduais e o Sebrae.

 

Iniciativas - Ratinho Junior apresentou as principais iniciativas do Estado para alavancar a economia paranaense e afirmou que a expectativa é criar 500 mil novos empregos Paraná nos próximos quatro anos. Ele destacou, como base da retomada da economia estadual, o bom ambiente político no Estado, os investimentos em infraestrutura e o apoio do Estado à tecnologia e inovação.

 

Investimento - “O Estado está motivado para fazer mais investimento e, automaticamente, gerar mais empregos, sempre apostando em um setor produtivo muito inovador”, afirmou o governador na solenidade, com a presença de Carlos Alexandre da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

 

Premissas - O governador afirmou que essas premissas conduziram o Estado a se posicionar como o quarto lugar na geração de postos de trabalho no primeiro quadrimestre - com 37.876 novos empregos formais, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.

 

Geração de vagas - Além disso, ressaltou Ratinho Junior, o Paraná foi o terceiro do País que mais gerou vagas nos pequenos negócios em abril, um dos principais focos do programa federal. Foram om 8.464 novos empregos – apenas nos primeiros quatro meses deste ano, as empresas de micro e pequeno porte representaram 69% da geração de vagas (26.304 postos criados).

 

Novas iniciativas - O Governo do Estado desenvolve três novos programas para seguir na escalada da abertura de postos de trabalho. O Paraná mais Empregos quer levar oportunidades para as 50 cidades com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Nesses municípios haverá subsídio de energia e juros com taxas mais baixas, via Fomento Paraná ou Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), para investimento, criando bolsões de emprego.

 

Empreendedorismo feminino - Outro ponto mira o apoio ao empreendedorismo feminino, com linhas de crédito facilitadas por meio da Paraná Fomento para mulheres que querem iniciar ou ampliar atividades e negócios.

 

Banco do Agricultor - A terceira iniciativa, o Banco do Agricultor Paranaense, consiste em uma linha de financiamento, também com recursos do BRDE e da Fomento Paraná, que apoie a inovação e sustentabilidade na agricultura e o desenvolvimento tecnológico em micro, pequenas e médias empresas inovadoras.

 

Turismo - Segundo o governador Ratinho Junior o governo também dará apoio ao desenvolvimento do setor turístico e para reforçar a atuação das cooperativas. “É o momento de unir esforços para que o Paraná possa continuar crescendo”, disse o governador.

 

Programa federal - O Paraná é o terceiro Estado a receber o programa Mobilização pelo Emprego e Produtividade para Todos. O programa quer mapear os entraves que prejudicam o desenvolvimento da economia local e apresentar soluções em prol da competitividade.

 

Medidas - A proposta chegará a todas as unidades da Federação para traçar medidas – em conjunto com empresários, empreendedores, gestores públicos estaduais e municipais – para a retomada do crescimento econômico.

 

Disposição - Ratinho Junior reforçou a disposição do Paraná em atuar com o governo federal em prol da geração de empregos e reiterou a preocupação da administração estadual com a retomada do crescimento da economia do País e a consequente diminuição do desemprego no País. “O Poder Público tem que colaborar com o setor produtivo, buscando a modernização”, disse ele.

 

Parceria - O secretário especial, Carlos Alexandre da Costa, afirmou que o governador é um grande parceiro no projeto de simplificar a vida das empresas e melhorar o ambiente de negócios. “A verdade é que o empresário brasileiro é um herói, que ao longo dos anos sobrevive apesar de todos os problemas burocráticos”, acrescentou.

 

Previdência - O presidente da Fiep, Edson Campagnolo, aproveitou a oportunidade para reforçar o apoio do setor produtivo à reforma da Previdência. Ele apresentou um documento que prega o “apoio incondicional para melhorar o ambiente de negócios, criando um ciclo virtuoso da economia”.

 

Aplicativo - Na solenidade, o Governo Federal lançou também o web aplicativo Mobiliza Brasil – canal pelo qual qualquer cidadão pode sugerir melhorias para o ambiente de negócios de sua localidade. A ferramenta já está disponível (mobilizabrasil.economia.gov.br) e permite reunir sugestões e organizar dados que servirão de subsídios para a elaboração de políticas públicas.

 

Participações - Desde o dia 3 de maio, quando foi ao ar, o web aplicativo já recebeu mais de 10 mil participações. “É uma cruzada em busca de soluções para descomplicar o Brasil. O País está começando a destravar”, ressaltou o diretor do Sebrae nacional, Carlos Melles.

 

Presenças - Participaram do lançamento o secretário nacional de Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Serviços e Inovações, Caio Megale; o superintendente da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Bona; o secretário de Estado da Segurança Pública, Rômulo Marinho Soares; o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski; o diretor-Presidente da Agência Paraná de Desenvolvimento, Eduardo Bekin; o presidente do Sistema Ocepar e coordenador do G7, José Roberto Ricken; o diretor superintendente do Sebrae-PR, Vitor Roberto Tioqueta; o presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Gláucio Geara; o presidente da Fetranspar, Sergio Malucelli, e os deputados estaduais Galo, Delegado Recalcatti, Soldado Adriano José e Subtenente Everton. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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FOMENTO PARANÁ: Linha de crédito é lançada para caminhoneiros

 

fomento parana 14 06 2019A Fomento Paraná oferta a partir de segunda-feira (17/06) a linha BNDES Crédito Caminhoneiro, lançada pelo BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. O crédito de até R$ 30 mil é destinado a financiar gastos de caminhoneiros autônomos com manutenção e conservação de caminhões para prestação de serviços de frete – troca de pneus, compra de autopeças, serviços gerais em oficinas e seguro.

 

Transportadores autônomos - Podem utilizá-la transportadores autônomos inscritos no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga (RNTRC no Estado do Paraná). O prazo para pagamento é de até 30 meses, podendo-se incluir no prazo uma carência de até três meses. A garantia exigida será na modalidade de aval de terceiros.

 

Formalização - Para contratar os financiamentos dessa linha de crédito os caminhoneiros devem entrar em contato e formalizar a solicitação em um ponto de atendimento ativo da Rede de Parceiros da Fomento Paraná (Agentes de Crédito e Correspondentes), disponível no portal institucional www.fomento.pr.gov.br/#mapa.

 

Segurança - O objetivo com a nova linha de financiamento é oferecer um mecanismo para que os caminhoneiros possam diluir os custos necessários para preservar por mais tempo os ativos que eles financiaram anos atrás.

 

Manutenção - A melhoria da manutenção desses veículos proporciona também ganhos em segurança para os profissionais e usuários das estradas, além de empresas contratantes de fretes e instituições que financiaram os veículos.

 

Problema - De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a falta de manutenção dos veículos é um dos principais problemas identificados nas operações de fiscalização, com severos impactos na segurança nas rodovias brasileiras.

 

Dois caminhões registrados - Para atingir especificamente os caminhoneiros autônomos, o crédito será limitado àqueles empreendedores que possuem no máximo dois caminhões registrados em seu nome. Inicialmente, a Fomento Paraná disponibilizará R$ 3 milhões para atender os profissionais interessados até o prazo de 26 de maio de 2020. (Agência de Notícias do Paraná)

SAÚDE: População deve tomar a vacina contra febre amarela

 

saude 14 06 2019A Secretaria de Estado da Saúde segue com as ações de combate à febre amarela, principalmente com a vacinação em todas as unidades de saúde. O boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (13/06) pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública registra 17 casos confirmados de febre amarela no Paraná, desde 1º de julho de 2018. O informe anterior apresentava 16. A nova confirmação ocorreu em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba.

 

Alerta - A coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde alerta que mesmo com a aproximação do inverno a imunização é fundamental. “A febre amarela é transmitida pelo mosquito infectado e todos estamos sujeitos a ela. A vacina é segura e continua sendo a principal arma contra a doença”, afirma.

 

Público-alvo - O público-alvo para vacinação são pessoas de nove meses até 60 anos que não tenham comprovação anterior de vacinação. Uma dose única da vacina é suficiente para proteção por toda a vida.

 

Em números - De 1º de julho de 2018 até agora, o Paraná tem um óbito por febre amarela. Esta morte ocorreu em 6 de março, tendo como residência e local provável de infecção o município de Morretes. Ao todo, foram notificados 467 casos da doença no Estado e 76 continuam em investigação.

 

Hospedeiro - O boletim desta quinta-feira também soma 42 casos de epizootias (mortes) em macacos, contra 33 do anterior. As novas ocorrências foram em Jaguariaíva (4), Carambeí (2), São José dos Pinhais (1), Campo Largo (1) e em Balsa Nova (1).

 

Necessidade - Assim como o homem, os macacos são picados pelo mosquito e contaminados pelo vírus. Segundo Acácia Nasr, a morte de primatas é um alerta sobre a necessidade de vacinação da população humana na região. “Por isso ressaltamos a necessidade da imunização”.

 

Multivacinação - A Secretaria de Estado da Saúde realiza em agosto, conforme orientação do Ministério da Saúde, a campanha nacional de multivacinação para atualização da caderneta de vacinação da criança e do adolescente e a vacinação contra sarampo e febre amarela.

 

Período - A campanha acontece de 5 a 23 de agosto e o “Dia D”, de mobilização nacional, será em 17 de agosto. “Vamos atualizar a situação vacinal de crianças até 9 anos e de adolescentes de 10 até 14 anos, 11 meses e 29 dias”, informa a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

 

Alvo - Ela explica que no Paraná o alvo será a imunização contra a febre amarela em virtude da situação atual. “Com apoio dos municípios, a intensificação acontecerá de forma seletiva, com busca ativa por aqueles que nunca receberam a dose da vacina”, disse Maria Goretti. (Agência de Notícias do Paraná)

ENTREVISTA: União é uma ferramenta de sucesso, diz Ana Maria Braga

 

entrevista 14 06 2019Uma das 250 mulheres mais poderosas do mundo (Fortune Magazine-2017), a brasileira Ana Maria Braga, conhecida dentro e fora do país por sua atuação como apresentadora de programas de culinária, acaba de selar uma parceria com a Coamo, a maior cooperativa agropecuária do país. Ela é a entrevistada da mais nova edição da Revista Coamo.

 

Carta - A apresentadora diz que a parceira com a Coamo começou quando recebeu uma carta do presidente da Coamo e se emocionou muito com todas as lutas e conquistas da cooperativa. “Depois pedi para conhecer cada produto e saber se realmente eles eram de qualidade. Isso tudo comprovado, selamos nossa história. Sempre digo que conquistar credibilidade demora uma vida e vi na Coamo a mesma responsabilidade e credibilidade, então não tinha o porquê não unir nossas histórias”, comenta. Confira um trecho da entrevista!

 

Pela primeira vez em sua história, a Coamo elegeu uma personalidade para ser a embaixadora da sua linha alimentícia. Como se sente sendo a escolhida?

Muito prestigiada em ter sido escolhida por essa cooperativa que há décadas atua no Brasil e que escreve uma história com qualidade no que produz, reúne milhares de associados e com certeza ainda tem muito a crescer e se desenvolver. Estar junto nessa história me traz muito orgulho.

 

Neste ano, a parceria entre Alimentos Coamo e Ana Maria Braga foi renovada. Como foi o início dessa história? Como decidiu aceitar a proposta da Coamo?

A parceria começou com uma carta do presidente da Coamo que me emocionou muito com todas as lutas e conquistas da cooperativa. Depois pedi para conhecer cada produto e saber se realmente eles eram de qualidade. Isso tudo comprovado, selamos nossa história. Sempre digo que conquistar credibilidade demora uma vida e vi na Coamo a mesma responsabilidade e credibilidade, então não tinha o porquê não unir nossas histórias.

 

Qual tem sido a repercussão da parceria Alimentos Coamo e Ana Maria Braga?

Muito positiva, tenho retornos maravilhosos, inclusive de produtores que se sentem orgulhosos de sermos parceiros desse negócio. Os cooperados da Coamo sabem que o produto final só terá qualidade se o trabalho que começa no campo for também de qualidade e com a escolha das melhores sementes.  Por isso, os Alimentos Coamo têm origem e todo o processo de produção é rastreado, conferindo segurança a esse produto final.

 

Para você que conhece bem o ramo alimentício, acredita que isso faz a diferença?

Com certeza, essa cadeia de produtividade consciente e com qualidade traz ao consumidor um produto que tem 100% de aproveitamento na hora do preparo de qualquer receita.

 

Qual a importância da agricultura para o desenvolvimento do Brasil?

A agricultura é um dos grandes pilares econômicos no Brasil, é de vital importância, pois mexe diretamente com o desenvolvimento do país. É inegável que se trata de uma área que requer muita atenção, não podemos perder de vista a competitividade. É preciso cada vez mais investimentos no universo rural.

 

Como observa a presença do cooperativismo impulsionando a economia, gerando empregos e qualidade de vida para milhões de brasileiros?

No Brasil e no mundo o cooperativismo só cresce e vejo que esse movimento permite que, com muita democracia, todos os envolvidos sejam donos do seu negócio. Os cooperados enfrentam as necessidades juntos, resolvem problemas em parceria. A união é uma ferramenta de sucesso das cooperativas.

 

Revista CoamoClique aqui para ler a entrevista na íntegra e acessar os outros conteúdos da Revista Coamo. (Revista Coamo / Informe OCB)


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