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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4596 | 12 de Junho de 2019

FORMAÇÃO: Fórum vai discutir auditoria interna e tecnologia

O Sistema Ocepar vai reunir os auditores internos que atuam nas cooperativas paranaenses, no dia 25 de junho, na sede da entidade, em Curitiba, das 9h às 16h, durante um fórum que irá discutir temas relativos à tecnologia. “Este evento visa proporcionar um ambiente de troca de informações a respeito das boas práticas de auditoria interna, sobretudo no que se refere ao uso das recentes tecnologias, como Big Data, Data Analytics e Data Science”, informa o analista técnico do Sescoop/PR, Tiago Fernandes Gomes.

Programação – As atividades serão abertas pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. Na sequência, o coordenador do curso de especialização em Data Science & Big Data da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Wagner Bonat, apresenta a palestra com o tema “Ciência de dados: visão geral e perspectivas futuras.” Os participantes terão ainda a oportunidade de conhecer cases de sucesso do Sicredi, Castrolanda e Volvo. O representante da empresa de consultoria Crossover Brazil, especializada em gestão empresarial, auditoria interna e governança corporativa, Marcos de Martino, vai falar sobre as transformações da auditoria interna pelo uso da tecnologia. Haverá ainda um painel com os palestrantes.

Inscrições e informações – Informações adicionais com Tiago (41 3200148 / tiago.gomes@sistemaocepar.coop.br). As inscrições devem ser efetivadas com Esdras Silva (41 3200 1159 / esdras.silva@sistemaocepar.coop.br).

 

formacao folder 12 06 2019

DIGITAL AGRO I: Importância do agronegócio brasileiro marca abertura da feira, referência em tecnologia para o campo

A terceira edição da Digital Agro, principal feira de tecnologia para o campo do Brasil, começou na noite desta terça-feira (11/06) com a presença de autoridades políticas e representantes do agronegócio. Promovida pela Frísia Cooperativa Agroindustrial com parceria técnica da Fundação ABC, o evento segue até o dia 13 de junho, em Carambeí, na região dos Campos Gerais do Paraná.

Agricultura 4.0 - O diretor-presidente da Frísia, Renato Greidanus, deu início à abertura da feira ressaltando a importância da agricultura 4.0, que é o futuro do campo. “Somos muito gratos a todos que estão aqui, que acreditam no poder do campo como nós. As tecnologias e inovações, quando trabalhadas em conjunto, podem ser potencializadas, e o maior beneficiado é o produtor”, destacou. Greidanus destacou ainda a importância da valorização das pessoas. “Os produtores são a força da cooperativa, o centro do nosso trabalho, e é para eles que geramos essas oportunidades”, destacou o diretor-presidente da Frísia.

Campos Gerais - O vice-governador do Paraná, Darci Piana, que representou o governador Ratinho Júnior, avaliou que a região dos Campos Gerais é de grande importância para os produtores rurais brasileiros. “Cada vez que visito Carambeí saio mais orgulhoso por saber que temos aqui o celeiro do mundo”. O secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, ressaltou a importância do investimento em inovação e tecnologia, porque “conhecimento aplicado gera resultado e aumenta a produção. A nossa visão, do produtor paranaense, é a de transformar não só o nosso Estado, mas sim o Brasil”.

Informação - Para o gerente-técnico da Fundação ABC, Luís Henrique Penckowski, o maior insumo da agricultura é a informação. “Mais uma vez a Frísia reúne em um só lugar pessoas inovadoras que estão deixando um legado muito importante para o agronegócio brasileiro”, ressaltou.

Pioneirismo do cooperativismo- Já o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, destacou o pioneirismo do cooperativismo paranaense nas áreas de inovação e tecnologia. “Foi esse diferencial que fez com que, mesmo em um momento de crise, o agronegócio paranaense continuasse crescendo”, salientou.

Mapa - A noite contou ainda com a apresentação do secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Fernando Silveira Camargo, que destacou a importância do agronegócio brasileiro no contexto mundial. “O Brasil é uma potência alimentar. Um estudo da Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) estima que, para alimentar 10 bilhões de habitantes em 2050, precisaremos aumentar a produção de alimentos atual em 70%. Nesse cenário, o papel do Brasil é importantíssimo e a nossa missão é elevar a produtividade, sem expandir a área, para não prejudicar o meio ambiente”, relatou.

Vídeo - A abertura oficial do evento foi finalizada com um vídeo feito pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que não pode estar presente na feira porque está em Brasília discutindo o Plano Safra, mas elogiou e destacou a importância da iniciativa. Estiveram presentes também o prefeito de Carambeí, Osmar Blum, o presidente da Fundação ABC, Andreas Los, e o deputado estadual no Paraná Emerson Bacil (PSL).

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

Sobre a Fundação ABC - A Fundação ABC é uma instituição de pesquisa agropecuária que realiza trabalhos para desenvolver e adaptar novas tecnologias, com o objetivo de melhorar as produtividades de forma sustentável aos mais de cinco mil produtores rurais filiados às cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, além dos agricultores contribuintes. O trabalho da fundação abrange uma área de 467,2 mil hectares, além de uma bacia leiteira de mais de 678 milhões de litros/ano. A instituição também realiza projetos de pesquisa com empresas privadas, por contratos de cooperação técnica, e mantém vínculos com empresas de pesquisa pública. A sede é em Castro (PR) e os cinco campos demonstrativos e experimentais ficam estrategicamente espalhados pela área de atuação. (Imprensa Frísia)

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DIGITAL AGRO II: Paraná recebe primeira edição do Fórum Regional de Inovação Agropecuária

O 1º Fórum Regional de Inovação Agropecuária promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi realizado na manhã dessa terça-feira (11/06), em Carambeí (PR). Esse foi o primeiro de 40 fóruns regionais que terão como objetivo propor pautas a fim de favorecer a prática da inovação no campo e a imagem do Brasil como agregador da produção. Essas pautas serão reunidas e discutidas em um fórum que acontecerá em Brasília no primeiro semestre de 2020. O evento antecedeu a abertura da Digital Agro, feira promovida pela Frísia Cooperativa Agroindustrial.

Painéis e debates - Com uma programação que abrangeu toda a manhã, o evento foi dividido em três painéis. O primeiro painel, mediado pelo secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Fernando Silveira Camargo, discutiu “Diretrizes para promover o ambiente regional de inovação”. O conselheiro agrícola da Embaixada do Reino dos Países Baixos, Bert Rikken, abriu o painel e apresentou o ecossistema holandês de inovação no agronegócio.

Ecossistemas - Já o gerente de Inovação do Sistema Fiep (Federação da Indústrias do Estado do Paraná), Filipe Cassapo, falou sobre os ecossistemas de inovação criados pela entidade e os desafios de, com o auxílio da tecnologia, aliar produtividade e responsabilidade. “Por isso é tão importante fomentarmos cada vez mais o ambiente de inovação tecnológica, com incentivo às startups, investimento em pesquisa e big data, os estudos do futuro”, comentou Cassapo.

Sebrae - Julio Cezar Agostini subiu ao palco do Fórum representando o Sebrae-PR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). O diretor de Operações apresentou o cenário de inovação na cidade de Ponta Grossa, que conta com mais de 340 “agentes inovadores”, incluindo instituições, empresas inovadoras e startups. Agostini também mostrou o trabalho de planejamento do ecossistema de inovação que vem sendo realizado pela instituição para fomentar e incentivar ambientes inovadores na região dos Campos Gerais, incluindo as cidades de Ponta Grossa, Carambeí, Palmeira e Castro.

Universidades - O pró-reitor de Relações Empresariais e Comunitárias da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Douglas Renaux, que fechou o primeiro painel, destacou as universidades como ambientes promotores de inovação. Para ele, “o Brasil precisa aprender a passar pelo ‘vale da morte’, etapa do processo de maturidade tecnológica em que o setor de pesquisa não consegue se conectar ao setor produtivo”.

Programa de Inovação - O segundo painel do Fórum, intitulado “Demandas regionais de inovação para a agropecuária”, também foi mediado por Filipe Cassapo. Nelson Costa, superintendente da Federação e Organização das Cooperativas do Paraná (Fecoopar) apresentou o Programa de Inovação criado pela entidade a fim de incentivar projetos inovadores dentro das próprias cooperativas. Criado no primeiro semestre de 2018, o programa já conta com soluções efetivas nas áreas de crédito, saúde e agronegócio.

Demandas - O superintendente da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Emerson Moura, pontuou as principais demandas dos produtores rurais brasileiros, como o acesso à informação e maior conectividade no campo, a gestão integrada da propriedade e o acesso a uma linha de crédito voltada exclusivamente para inovação, ressaltando o cenário das mudanças climáticas. “Nesse contexto de restrição de recursos naturais, elevar a produtividade sem expandir a área de produção será uma demanda cada vez mais frequente e, para isso, precisamos de investimento e incentivo”, ressaltou. Moura também destacou a importância das cooperativas em relação à implantação prática dessas inovações, já que reduzem riscos para o produtor ao mesmo tempo em que têm credibilidade para testar novas ferramentas.

Obstáculos - Já o chefe-adjunto de Pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Sergio Gaiad, focou nos obstáculos enfrentados pelo setor, passando pela dificuldade de aproximação com o setor produtivo e de financiamento nesse campo. O diretor geral do campus de Pato Branco da UTFPR, Idemir Citadin, destacou as ferramentas de inovação da instituição e como elas têm atendido às demandas do agronegócio no sudoeste do Estado.

Desafios e oportunidades - O terceiro e último painel do evento, mediado pelo coordenador-geral de articulação para inovação da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Benedito João Gai Neto, debateu os "Desafios e oportunidades para desenvolver e implantar inovações na agropecuária regional". O líder de inovação da Bosch em Curitiba, Daniel Lange, apresentou o cenário de transformação da multinacional, que decidiu desenvolver estratégias de inovação a partir da criação de times multifuncionais. “Decidimos focar no modelo de negócio, para assim agregarmos benefícios para a demanda local. Um exemplo disso é o desenvolvimento de soluções focadas na mobilidade do agronegócio aqui no Paraná”, explicou.

Conectividade - Em “4G Tim no Campo – Tecnologia de Conectividade”, Leandro Guerra apresentou o panorama atual da conectividade no meio rural e ressaltou as dificuldades econômicas para a sua expansão. O diretor de Relações Internacionais da Tim também apresentou o ConectarAGRO, iniciativa apoiada por diversas empresas que busca democratizar o acesso à internet nas regiões agrícolas do País.

Comunicação - O CEO da Brazilian Trade, Rafael Ortolan, palestrou sobre a inovação tecnológica de comunicação para o agro e as ferramentas desenvolvidas pela empresa que podem potencializar os resultados no agronegócio. “Fazendas digitais custam menos e vendem mais”, comentou. A líder para Desenvolvimento e Implementação das Soluções da Airbus Intelligence, Esther Querat, encerrou a programação do evento falando sobre o aumento da produtividade na agricultura com informações das imagens recolhidas em satélites e outras tecnologias da agricultura de precisão. “Com o fornecimento de dados locais, conseguimos tornar o agronegócio brasileiro mais estratégico e competitivo”, reiterou.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

Sobre a Fundação ABC - A Fundação ABC é uma instituição de pesquisa agropecuária que realiza trabalhos para desenvolver e adaptar novas tecnologias, com o objetivo de melhorar as produtividades de forma sustentável aos mais de cinco mil produtores rurais filiados às cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, além dos agricultores contribuintes. O trabalho da fundação abrange uma área de 467,2 mil hectares, além de uma bacia leiteira de mais de 678 milhões de litros/ano. A instituição também realiza projetos de pesquisa com empresas privadas, por contratos de cooperação técnica, e mantém vínculos com empresas de pesquisa pública. A sede é em Castro (PR) e os cinco campos demonstrativos e experimentais ficam estrategicamente espalhados pela área de atuação. (Imprensa Frísia)

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RAMO CRÉDITO: FGCoop garante a solidez do cooperativismo, diz Jabur

O diretor da Ocepar e presidente da Uniprime Norte do Paraná e Central Uniprime, Alvaro Jabur, foi eleito membro efetivo do Conselho de Administração do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). “Minha atuação vai ser pautada em contribuir para que o Fundo Garantidor continue a ser a salvaguarda da solidez do cooperativismo de crédito, assegurando a proteção das aplicações dos cooperados. Os pressupostos que regem o FGCoop são transparência, cooperação, equidade, comprometimento, proatividade e excelência”, afirmou.

PatrimônioO Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) existe há cinco anos e, em 2018, cresceu 29,66% em seu patrimônio, alcançando R$ 1,033 bilhão, segundo o relatório de gestão apresentado em abril, durante sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada na sede da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), em Brasília. A AGO contou com as presenças de representantes da OCB, do Banco Central e do Conselho Consultivo do Ramo Crédito (CECO). Os cooperativistas do ramo crédito aprovaram por unanimidade as demonstrações financeiras do Fundo.

Nova diretoria Durante a AGO houve a eleição dos novos presidente e vice-presidente do FGCoop: João Carlos Spenthof, do Sistema Sicredi, e Francisco Silvio Reposse Júnior, do Sistema Sicoob, respectivamente. Também foram eleitos os novos integrantes do Conselho de Administração do Fundo. O mandato é de três anos. “Assumo essa responsabilidade no Conselho do FGCoop com o objetivo de representar o Paraná, visando promover o diálogo entre os cooperativistas, debatendo com profundidade as demandas e aspirações do Sistema, em sintonia com entidades representativas como a OCB e Ocepar”, completou Alvaro Jabur.

O Fundo Garantidor O FGCoop tem por objeto prestar garantia de créditos às instituições associadas nas situações de decretação da intervenção ou da liquidação extrajudicial e pode contratar operações de assistência e de suporte financeiro, incluindo operações de liquidez com as instituições associadas, diretamente ou por intermédio de central ou confederação. O valor máximo de garantia proporcionada pelo FGCoop é de R$ 250 mil, somados todos os créditos de cada cooperado identificado pelo CPF ou CNPJ na mesma instituição associada.

Indicadores:

11,3 milhões de pessoas e empresas têm suas aplicações garantidas pelo Fundo

R$ 250 mil  Éovalor da garantia de depósito dada a cada cooperado

Instituições associadas

2 bancos cooperativos (Bancoob e Banco Sicredi)

740 cooperativas singulares de crédito

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SICREDI: Líder na categoria 'IPCA no Curto Prazo' no Top 5 do Banco Central

 

sicredi 12 06 2019O Banco Central do Brasil (BCB) divulgou, na última sexta-feira (07/06), o Top 5 Mensal relativo a maio com as principais instituições financeiras em relação às expectativas de mercado. Na categoria "IPCA no Curto Prazo", a liderança ficou para o Sicredi, que obteve o menor erro de previsão nos últimos seis meses. A instituição financeira cooperativa, que tem mais de 4 milhões de associados e atua em 22 estados e no Distrito Federal, também figura nas categorias "Taxa de Juros Selic" em curto e médio prazo. 

 

Consolidado - Em fevereiro deste ano, o Sicredi ainda foi destaque no Top 5 consolidado de 2018, com as projeções econômicas mensais mais consistentes ao longo do ano passado. Participaram da lista mais de cem organizações, incluindo as maiores instituições financeiras e consultorias de economia do País. Na ocasião, o Sicredi integrou a lista dos cinco primeiros em expectativa de inflação nas categorias “IGP-M (Atacado) – em Curto Prazo” (3ª posição) e Médio Prazo (5º lugar) e nas projeções da “Taxa de Juros Selic” (5ª colocação).

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI FRONTEIRAS: 2º Summit do Comitê Mulher é realizado em Capanema

sicredi fronteiras 12 06 2019Com o objetivo de aumentar a participação das mulheres na cooperativa, a Sicredi Fronteiras criou o Comitê Mulher. O 2º Summit do Comitê Mulher ocorreu no dia 3 de junho, na sede administrativa da cooperativa, em Capanema (PR). A primeira edição nos estados do Paraná e Santa Catarina foi no dia 09 de outubro do ano passado.

Recepção - Este dia especialmente preparado para o público feminino contou com música ao vivo, para receber com carinho as mais de 50 mulheres presentes no evento.

Programa Crescer - Com início às 09h, as associadas do Paraná e Santa Catarina participaram do programa Crescer. O Programa Crescer visa promover a compreensão sobre o funcionamento das sociedades cooperativas. Neste momento, elas puderam entender com mais clareza quais são os diferenciais competitivos do Sicredi e seus projetos em andamento na área de desenvolvimento do cooperativismo. Todas elas receberam um certificado de participação no programa.

Desafio - Na parte da tarde, as mulheres foram desafiadas a desenvolver um projeto que visa engajar mais mulheres na cooperativa, aumentando assim as lideranças femininas.

Disparidade - O presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, José César Wunsch, chama a atenção para a disparidade entre o número de homens e mulheres inseridos na cooperativa e afirma que o objetivo é que se atinja a igualdade. "Quando nós olhamos a base da Sicredi, nosso quadro social, que são de 62 mil cooperados, 38% são mulheres. O desafio é ampliar esse número, sabemos que muitas mulheres desenvolvem suas atividades seja no meio urbano ou no meio rural e nós queremos também ouvir essas mulheres e suas expectativas do modelo cooperativo." (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

SICOOB ARENITO: Palestra sobre Educação Ambiental é apresentada para crianças

 

sicoob arenito 12 06 2019No dia 5 de junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Para comemorar a data, colaboradores do Sicoob Arenito visitaram a Escola Municipal Cândido Portinari, em Umuarama, Noroeste do Paraná, para uma ação de conscientização com os alunos.

 

Temas - Durante o evento, que teve apoio do Instituto Sicoob, os voluntários falaram sobre ações para economizar energia e gastar menos água, além de orientações a respeito do descarte correto de lixo, principalmente pilhas e baterias que causam grandes danos no meio ambiente. O objetivo é preparar as crianças para que elas cresçam mais conscientes e responsáveis com a natureza.

 

Gratificante - Para o assistente de agência Lucas Martini Almeida, que participou pela primeira vez de uma ação apoiada pelo Instituto Sicoob, o momento foi gratificante. “Fiquei encantado com a atenção e interação que as crianças tiveram na palestra de Educação Ambiental. Fico feliz em fazer parte de uma instituição que se preocupa com o meio ambiente e com as pessoas", ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB CREDICAPITAL: Coral leva arte e alegria à comunidade

 

A música é uma das mais belas e puras formas de expressão já criadas. E o canto-coral é uma das vertentes mais apreciadas dessa arte. A versatilidade e a pluralidade de repertório estão entre as principais características dessa manifestação artística tão bem representada pelo Coral Sicoob Novos Cantos, do Sicoob Credicapital.

 

Perpetuação - Oficialmente criado em 2010, em Cascavel (PR), o objetivo do coral é contribuir para perpetuar uma forma de arte bastante apreciada há séculos e que resiste às provações do tempo e da tecnologia. Com um repertório abrangente, o grupo busca levar cultura, por meio da música, a toda a comunidade.

 

Interpretações - As interpretações vão de sucessos de Almir Sater, Alceu Valença, passando por clássicos religiosos como Ave Maria, a cantores mundialmente conhecidos como Roberto Carlos e Mercedes Sosa. O repertório traz ainda o melhor de Elvis Presley e baladas da banda inglesa Queen.

 

Escolha - A escolha do que será levado ao público é feita por uma comissão, mas costuma respeitar o gosto pessoal e as sugestões dos integrantes do coral. As músicas sugeridas são submetidas a uma avaliação da regente, Flávia Regina Palma, que analisa alguns pontos importantes com o cuidado de levar ao público o melhor que o grupo pode apresentar. Ela também propõe algumas das canções, que são inseridas no repertório de acordo com o evento e o público esperado a cada apresentação.

 

Orgulho - “O Coral do Sicoob Credicapital é um orgulho aos cooperados e à comunidade, porque além de talento, tem a sensibilidade de se preocupar com o próximo”, diz o presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Guido Bresolin Júnior.

 

Sobre o coral - O Coral Novos Cantos é formado por 25 pessoas e não há limite de idade para participar. Os membros podem ser cooperados ou não do Sicoob Credicapital. Segundo a regente, o importante é gostar de cantar e ter alguma afinidade com a música.

 

Apresentações - O grupo se apresenta nos mais diversos lugares e para os mais diferentes públicos, como inaugurações, comemorações, eventos solenes e religiosos. Mas, segundo a regente, vai além disso. “Pelo menos três vezes por ano, cantamos para pacientes e funcionários, percorrendo alas e leitos de hospitais e de instituições de saúde. Esse é um jeito de dedicar parte do nosso tempo para levar consolo e alívio a pessoas em dificuldades”, explica.

 

Ensaios semanais - Os ensaios são semanais, sempre às segundas-feiras das 18h15 às 20h15, no Teatro Municipal de Cascavel. “É uma oportunidade para quem gosta de música e de cantar, levar alegria e descontração aos mais diferentes públicos”, afirma o empresário Roberto Pelizzetti, que integra o grupo. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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COOPAVEL: Realizado encontro de sensibilização sobre a sucessão no campo

 

coopavel 12 06 2019Pais e filhos que atuam na atividade rural participaram, na segunda-feira (10/06), na Unicoop (Universidade Coopavel), de encontro de sensibilização sobre o programa Herdeiros do Campo. Metodologia desenvolvida pela Federação da Agricultura do Estado Paraná em parceria com o Senar, o treinamento trata de um tema cada vez mais importante para o campo, a sucessão nas propriedades rurais.

 

Conteúdos - A apresentação dos conteúdos foi feita pelo consultor Luiz Tiradentes, que envolveu os presentes em exercícios práticos para abordar o assunto. “Tudo para estabelecer o diálogo como principal ferramenta para a gradual construção de uma nova cultura, de colocar a sucessão no campo em pauta no cotidiano das famílias rurais”. Um dos exercícios apresentou quatro perguntas básicas sobre a importância da sucessão aos participantes.

 

Questões - A primeira pede de quem você é sucessor? E as demais são: Sua propriedade é lucrativa? Qual é o seu custo de produção?, e Em quem você confia? Luiz Tiradentes apresentou raciocínios que dão corpo ao questionamento e informou que cada pergunta será então aprofundada em encontros específicos, com início no dia 18 de junho, na Unicoop – parque industrial da Coopavel, em frente ao Autódromo Internacional de Cascavel.

 

Mudanças - O programa Herdeiros do Campo é desenvolvido há cerca de dois anos e Tiradentes afirma que já é possível perceber mudanças entre as famílias integradas ao conteúdo. “A primeira delas é estabelecer o assunto como um hábito na propriedade, porque a sucessão familiar é um processo, uma construção que traz benefícios, principalmente de manter a família unida e preservar o patrimônio”.

 

Continuidade - O treinamento se estenderá por encontros que serão realizados nos dias 18 de junho, 2 e 25 de julho, 8 e 26 de agosto, 26 de setembro, 3 e 11 de outubro. Ainda há algumas vagas em aberto a cooperados da Coopavel que queiram participar. O treinamento é gratuito. Outras informações e inscrições, que podem ser feitas nesta semana com a secretaria da Unicoop, pelo telefone 3218-5095. (Imprensa Coopavel)

COPAGRIL: Olimpíadas da ACJC envolverão cerca de 300 jovens cooperativistas

 

copagril 12 06 2019Será realizada, no próximo domingo (16/06), a abertura das Olimpíadas da ACJC – Associação dos Comitês de Jovens da Copagril. O evento, que terá início às 09 horas, no Ginásio de Esportes do distrito de Iguiporã, em Marechal Cândido Rondon, será marcado pelo acendimento da pira olímpica e juramento do atleta, além do ato oficial de abertura.

 

Participantes - Em torno de 300 jovens cooperativistas participarão das Olimpíadas da ACJC 2019 para organizar e disputar 14 modalidades esportivas e recreativas.

 

Intercâmbio - Conforme o presidente da ACJC, Sérgio Führ, as olimpíadas dos comitês de jovens da Copagril têm por finalidade desenvolver o intercâmbio socioesportivo entre a juventude cooperativista, incrementar o bom relacionamento entre os dirigentes e atletas, exaltar a prática desportiva aos jovens como instrumento de superação, além de formar a personalidade e favorecer o surgimento de novos valores no panorama desportivo da região.

 

Etapas - Ao todo serão desenvolvidas quatro etapas: durante a primeira, nesse domingo, serão realizadas as disputadas da modalidade de vôlei, envolvendo em torno de 20 equipes nos naipes masculino e feminino.

 

Sequência - Na sequência, ocorrerão as etapas de futebol suíço, futsal e, na última etapa, os jogos diversos, que incluem bolãozinho de mesa, canastra, truco, tênis de mesa, sinuca, atletismo 50 metros, atletismo 400 metros, atletismo 4x50 metros, cabo de guerra, bodoque e caçador. A final acontecerá em novembro com entrega de premiação aos campeões gerais.

 

Vôlei - Sérgio menciona que neste domingo as partidas de vôlei se estenderão durante todo o dia e será servido almoço por adesão, sob responsabilidade do Comitê de Jovens sediante, o CJC Flor da Serra. As fichas custam R$ 25 (adulto) e R$ 12 (infantil). Interessados podem entrar em contato com membros do referido comitê. (Imprensa Copagril)

 

 

AGRÁRIA: Fundação Cultural Suábio-Brasileira recebe concerto “Coisas de flauta e piano” do Duo 2Feb8

Há fatos na vida difíceis de distinguir, se são mera coincidência ou destino. Caberá ao público decidir no próximo dia 15 de junho, às 19h30, no Centro Cultural Mathias Leh, se o dueto formado pelos músicos Daniel Vieira e Guilherme dos Anjos se encontrou por acaso ou por conspiração mística.

Compatibilidade artística - Os músicos se formaram em universidades diferentes, tiveram trajetórias distintas na carreira, mas se encontraram pela grande compatibilidade artística e musical e pela descoberta inusitada de que fazem aniversário na mesma data: 28 de fevereiro. Formaram assim o Duo 2Feb8, que desde 2016 já se apresentou em várias cidades brasileiras e realizou uma turnê pela Alemanha e Holanda com a soprano Luisa Vogt (como trio FusaBreve).

Séculos 20 e 21 - No concerto intitulado “Coisas de flauta e piano”, o dueto apresenta um programa que divulga a pesquisa de repertório e possibilidades sonoras próprias da música dos séculos 20 e 21. A mescla entre piano e flauta doce surpreende os ouvidos do público, rebatendo possíveis estranhamentos causados pela natureza distinta de ambos os instrumentos.

Peças - O concerto traz peças dos compositores Osvaldo Lacerda, César Guerra-Peixe, Claude Bolling, Edmundo Villani-Côrtes, Peter Altmann, Liduíno Pitombeira, Alfredo Votta e Sandra Mohr.

Músicos - Daniel Vieira possui bacharelado em música – piano (Escola de Música e Belas Artes do Paraná), mestrado e doutorado em música (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e lecionou na Universidade Federal da Bahia. Atua como pianista colaborador no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli (Uberlândia, MG).

Guilherme - Guilherme dos Anjos é bacharel em instrumento antigo (Universidade Estadual Paulista) e mestre em música (Universidade de São Paulo). Tem experiência na área de artes, com ênfase em performance historicamente orientada, tendo atuado principalmente nos temas performer, obra aberta e flauta doce. (Imprensa Agrária)

SERVIÇO

Concerto “Coisas de flauta e piano”

Data: 15 de junho

Horário: 19h30

Local: Centro Cultural Mathias Leh

Entrada: contribuição voluntária

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UNIMED LONDRINA: Estudantes e professores são premiados no Concurso de Desenhos 2019

 

unimed londrina 12 06 2019A Unimed Londrina realizou, na manhã desta quarta-feira (12/06), no auditório da sede administrativa (Av. Ayrton Senna, 1065) a premiação dos melhores desenhos e práticas pedagógicas do Concurso de Desenho 2019. O evento contou com a apresentação do Plantão Sorriso e a presença das escolas municipais participantes.

 

Alunos - Nesta sétima edição, 3.970 alunos do terceiro ano do ensino fundamental da rede pública participaram desenvolvendo ilustrações com o tema Saúde e Meio Ambiente. Destes, trinta desenhos foram selecionados para a mostra itinerante – que será exposta em algumas lojas da rede Super Muffato a partir do mês que vem - e três ilustrações serão premiadas. O concurso também premiou três professores que realizaram as melhores práticas pedagógicas. Neste ano, 33 práticas foram inscritas e doze selecionadas.

 

Escolha - A escolha dos melhores desenhos e melhores práticas pedagógicas ficou a cargo de uma comissão julgadora, composta por funcionários da Unimed Londrina e membros da Secretaria Municipal de Educação.

 

Revelação - A revelação dos ganhadores foi feita pelo grupo de palhaços Plantão Sorriso. Os prêmios do concurso foram: sorteio de um voucher de beleza (escova, pé e mão) do Studio Ribas entre os professores participantes com as “Melhores Práticas Pedagógicas”; pares de passaporte do Pula Futrika e kits da Itamaraty para os trinta estudantes finalistas; relógios da Sueko Joias e bicicletas doadas pela Litz Estratégia e Marketing para os três alunos autores das melhores ilustrações; voucher de beleza (penteado e maquiagem) do Studio Ribas, relógio da Sueko Joias e luminária decorativa da Eletro Conduluz para os três professores autores das melhores práticas pedagógicas.

 

Reconhecimento - Fabianne Piojetti, gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, destaca o reconhecimento que o concurso vem recebendo ao longo das edições. "Conseguimos ampliar o número de ilustrações e práticas pedagógicas selecionadas e também obtivemos nesta edição o patrocínio da Lei Rounet. Isso mostra que o concurso vem ganhando credibilidade e visibilidade", valoriza. Ao somar todas as edições, o concurso já registrou mais de 27 mil estudantes participantes.

 

Realização - O Concurso de Desenhos é uma realização do Instituto de Responsabilidade Social da Unimed Londrina, em parceira com a Secretaria Municipal de Educação. Neste ano, a iniciativa recebeu o patrocínio de empresas como Irra Studio, Sueko Joias e Pula Futrika, apoio da Embra Gráfica, Litz Estratpégia e Marketing, W2, Super Muffato, Itamaraty, Eletro Condoluz e Plantão Sorriso, além da parceria institucional da Prefeitura de Londrina e do IAP (Instituto Ambiental do Paraná). (Imprensa Unimed Londrina)

PESQUISA: Embrapa e Epamig lançam publicação sobre nematoide causador da soja louca II

 

pesquisa 12 06 2019A Embrapa Soja e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) acabam de lançar uma publicação sobre O nematoide da haste verde Aphelenchoides besseyi, causador da Soja Louca II. A Circular Técnica 147 está disponível aqui para download. Nas lavouras de soja, o problema foi identificado há mais de dez anos e há registro de que pode causar reduções de até 100% na produtividade. A doença causa abortamento de flores e vagens, enrugamento e escurecimento das folhas. O nematoide da haste verde predomina em regiões quentes e chuvosas como os estados do Mato Grosso, Pará, Maranhão, Tocantins e Amapá. 

 

Estratégias de controle - “A. besseyi, conhecido mundialmente como um patógeno que afeta as culturas do arroz, do morangueiro e de algumas plantas ornamentais, nunca foi problema para a soja e o algodão e, em função da sua menor expressão econômica sobre culturas agrícolas quando comparado aos nematoides-de-galha, de cisto e das lesões radiculares, esses nematoides eram pouco estudados”, contam os pesquisadores Maurício Meyer, da Embrapa Soja, e Luciany Favoreto, da Epamig Oeste. “Porém, é imprescindível gerar resultados de pesquisa para o estabelecimento de estratégias de controle, no menor prazo possível, para minimizar as perdas na produção de soja e de algodão”, alertam.

 

Histórico da Soja Louca II - Por mais de dez anos, diversos pesquisadores brasileiros tentaram identificar a causa da Soja Louca II (SL-II). Somente em 2015, os pesquisadores da Embrapa e da Epamig Oeste identificaram o nematoide da haste verde da soja, Aphelenchoides besseyi, como agente causal da Soja Louca II.

 

Sintomas - Meyer diz que os sintomas da SL-II são observados no início da fase reprodutiva da soja, que apresenta afilamento das folhas do topo das plantas, enrugamento das folhas e engrossamento das suas nervuras. Além disso, as folhas com sintomas apresentam coloração mais escura e menor pilosidade em relação às folhas normais. Também é observado que as hastes exibem deformações e engrossamento dos nós. As vagens podem apresentar lesões, rachaduras, apodrecimento, redução do número de grãos e menor pilosidade.

 

Abortamento - Os pesquisadores revelam ainda que as plantas afetadas registram um alto índice de abortamento de flores e vagens, provocando, muitas vezes, a indução de uma nova floração e sintomas de superbrotamento. “Esse abortamento de flores e vagens impede o processo natural de maturação da planta, permanecendo com as hastes, pecíolos e folhas verdes, mesmo após a aplicação de herbicidas dessecantes”, relatam.

 

Capacidade de multiplicação - Favoreto destaca a elevada capacidade de multiplicação de A. besseyi em soja, podendo completar um ciclo vital num período de oito a dez dias. Além disto, este nematoide pode sobreviver também, em algumas plantas invasoras (trapoeiraba, agriãozinho-do-pasto, cordão-de-frade e caruru), ou alimentando-se de fungos decompositores de matéria orgânica em restos culturais.

 

Download O nematoide da haste verde Aphelenchoides besseyi - Circular Técnica 147 está disponível aqui para download(Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

AVESUI 2019: Adoção de novas tecnologias é desafio da próxima década para produção animal

 

avesui 12 06 2019Para o palestrante do IV Congresso de Zootecnia de precisão, Iran José Oliveira da Silva, um dos grandes desafios dentro da cadeia de proteína animal para a próxima década é a adoção de novas tecnologias para aprimorar cada vez mais a redução de perdas e maximizando, potencializando os ganhos.  “Dessa forma a gente proporcionará ao produtor, as empresas produtos de melhor qualidade com maior eficiência e com um retorno financeiro melhor para todos”, completa.

 

Preparo - Silva explica que a cadeia deve estar preparada para a produção animal 4.0. “Nós temos que estar preparados pra essa mudança que vem numa velocidade rápida cada vez maior e que não possa pegar os nossos seguimentos das cadeias produtivas de forma despreparada”, pontua.

 

Debate - O tema será amplamente discutido no dia 23 de julho durante o IV Congresso de Zootecnia de Precisão dentro da AveSui EuroTier South America. “Essa é grande importância de trazer a cadeia para proporcionar aos ouvintes dessa palestra onde nós podemos chegar e pra que caminhos estão sendo tomados em rumo da melhoria das vantagens e dos ganhos da cadeia produtiva”, afirma Silva.

 

Destaque - Segundo o professor, o destaque de sua palestra será onde o setor pode chegar e quais as tecnologias já temos disponíveis. “o destaque vai ser exatamente onde nós chegaremos e a quanto anda as tecnologias disponíveis e que os pesquisadores hoje têm que pensar a frente de seu tempo preconizando para o futuro”.

 

Mudanças tecnológicas - A vantagem de se investir nessas tecnologias estão relacionadas a estar acompanhando as mudanças tecnológicas que acontece no decorrer dos anos e aprimorar cada vez mais o sistema produtivo e evitando com isso a redução de perdas.

 

Ferramentas - O palestrante destaca que as ferramentas relacionadas à inteligência artificial atuam no processo de identificação dos gargalos e, ao mesmo tempo, trabalhar dados que possam ser mais assertivos nas tomadas de decisão e essas tomadas de decisões na verdade são baseados em dados históricos confiáveis  com uma precisão maior. “Então eu acredito que todo processo de inteligência artificial envolvendo todas as ferramentas matemáticas proporcionam assertividade das ações” finalizas

 

Palestra - A palestra “Tecnologias disruptivas na produção animal - Presente e Futuro” será ministrada pelo professo Iran durante o IV Congresso de Zootecnia de precisão, a partir das 14h45min do dia 23 de junho. As inscrições são limitadas e devem ser feitas pelo site do evento.

 

Diferentes aplicações - De acordo com a coordenadora do Congresso, Fabiana Ribeiro Caldara, a temática da zootecnia de precisão abrange diferentes aplicações sejam para os setores de aves, suínos, bovinos de corte e leite, como também para otimização do desempenho na piscicultura. “O evento abordará propostas para fomentar a transformação digital na pecuária, além de temas relacionados à utilização da visão computacional para identificação de padrões térmicos e comportamentais de animais de produção e potencial de utilização da termografia infravermelha na predição de exigências energéticas de aves e suínos”, cita.

 

XVIII Seminário Técnico Científico - Além do IV Congresso de Zootecnia de Precisão, a programação técnica da AveSui EuroTier South America conta também com o XVIII Seminário Tecnico Científico, que serão realizados durante os três dias de evento.

 

Painéis - Serão nove painéis e workshops que abordaram diversos temas ligados a produção animal como biosseguridade, métodos de eliminação, mercado, fábrica de rações, processamento de carnes, Inseminação artificial, bem-estar na produção de ovos, biomassa e bioenergia e piscicultura.

 

Informações - Mais informações sobre a AveSui EuroTier South America entre em contato conosco por meio do telefone (11) 4013-1277 ou e-mail: gessulli@gessulli.com.br. (Assessoria de Imprensa do evento)

SAFRA 2018/2019 I: Conab estima colheita recorde de 238,9 milhões de toneladas de grãos

 

safra 2018 19 I 12 06 2019O 9º Levantamento da Safra de Grãos 2018/2019, divulgado nesta terça-feira (11/06), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), indica que a produção no Brasil para este período pode chegar a 238,9 milhões de toneladas, a maior da história. O recorde anterior foi registrado no período 2016/17, de 237,6 milhões, apurado após a atualização da safra de inverno e culturas de 2ª e 3ª safras.

 

Milho - O resultado positivo se deve especialmente ao crescimento da produção de milho. A estimativa da Conab representa crescimento de 4,9% ou 11,2 milhões de t, na comparação com a safra 2017/18. A área plantada deve ficar em 62,9 milhões, superando os 61,7 milhões de ha a safra anterior, com aumento de 1,9%. O maior crescimento área ocorreu nos plantios de soja, 672,8 mil hectares, milho segunda safra, 795,3 mil hectares e algodão, 425 mil hectares.

 

Estimativa - A produção do milho primeira safra está estimada em 26,3 milhões de t. O destaque é para a Região Sul do país, que representa mais de 45% do total. Houve uma redução de 2% na área cultivada desta cultura, especialmente em Minas Gerais, Maranhão e no Piauí. Já o milho segunda safra teve aumento de 31,1% na produção, impulsionado principalmente pelos incrementos esperados em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. A área cultivada também alcançou um acréscimo de 6,9%, em comparação com 2017/18.

 

Soja - A soja deve alcançar 114,8 milhões de t, 3,7% a menos do que na safra 2017/18. Desse total, 8% estão nas Regiões Centro-Oeste e Sul. Houve um crescimento de 1,9% na área de plantio.

 

Arroz - A produção de arroz está prevista em 10,5 milhões de t, 12,9% a menos que na safra passada, principalmente em razão das reduções ocorridas nos estados produtores de destaque: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso e Tocantins.

 

Feijão primeira safra - No feijão primeira safra houve diminuição de 13,2% na área e 22,8% na produção em comparação com 2017/18. O feijão segunda safra teve 1,47 mil hectares cultivados, com destaque para Ceará, Mato Grosso e Paraná, como as maiores áreas plantadas no período. O plantio do feijão terceira safra está em andamento, com estimativa de área semeada de 591 mil hectares.

 

Safra inverno 2019 - Com o início do plantio, a partir de abril, estima-se a produção das culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) em cerca de 0,8% superior à obtida em 2018. (Mapa)

Clique para obter mais informações sobre a produção de grãos no Brasil

SAFRA 2018/2019 II: IBGE eleva estimativa para 2019

 

safra 2018 19 II 12 06 2019A estimativa para a safra de grãos de 2019 foi elevada em maio, divulgou nesta terça-feira (11/06) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A projeção é que serão colhidas 234,7 milhões de toneladas, 3,2 milhões a mais do que havia sido estimado em abril.

 

Percentuais - Em termos percentuais, o montante de cereais, leguminosas e oleaginosas previsto agora é 1,4% maior do que o foi projetado em abril e deve superar a safra de 2018 em 3,6%.

 

Crescimento - O IBGE também divulgou que espera um crescimento de 2,7% na área colhida em 2019, que deve somar 62,6 milhões de hectares. A área prevista divulgada hoje supera a previsão de abril em 0,5%.

 

Arroz, milho e soja - O arroz, o milho e a soja correspondem a 92,4% de toda a safra nacional e ocupam 87,4% da área colhida. Enquanto as áreas do milho (+6,3%) e da (+2,1%) soja devem crescer em relação a 2018, a do arroz deve ter uma queda de 10,3%. Em relação à produção, o milho deve ter uma alta de 15,7%, contrastando com a queda de 4,5% para a soja e de 11,2% para o arroz.

 

Estados - Mais de um quarto da safra de cereais, leguminosas e oleaginosas do Brasil está concentrada no Mato Grosso (27,5%), seguido do Paraná (15,7%) e do Rio Grande do Sul (14,7%). Consequentemente, as regiões Centro-Oeste (45,2%) e Sul (33,2%) detêm quase 80% da produção nacional.

 

Queda - Em relação ao ano passado, apenas o Sudeste deve ter queda na produção, de 3,3%. Norte (+4,3%), Centro-Oeste (+5,1%), Sul (+4,5%) e Nordeste (+0,3%) devem ter uma safra maior em 2019.

 

Outros grãos - Entre todos os grãos monitorados pelo IBGE, a aveia teve o maior crescimento na estimativa de safra em maio, com 18% a mais do que havia sido projetado em abril. Cevada (11,5%), trigo (10,1%) e sorgo (4%) também se destacam.

 

Feijão - O feijão teve a estimativa da terceira safra elevada em 2,1%, enquanto as estimativas da primeira (-2%) e da segunda (-0,4%) foram reduzidas em relação a abril. Também foram revisadas para baixo as safras do café canephora (-1,9%) e do café arábica (-2,6%)

 

Comparativo - Em relação a 2018, o café deve ter uma produção 12,1% menor, e o feijão, uma queda de 0,7%. (Agência Brasil)

SAFRA 2019/20: USDA reduz números do milho nos EUA, mas mantém os da soja

 

Confirmando as expectativas do mercado, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe uma correção considerável nos números do milho da nova safra norte-americana diante de todos os problemas que vêm sendo ocasionados pelas adversidades climáticas. O efeito sobre as cotações do grão em Chicago é imediato e os ganhos entre os futuros passam de 2%. 

 

Safra 2019/20 - O departamento reduziu a área plantada de milho de 37,56 para 36,34 milhões de hectares, e a colhida de 34,56 para 33,35 milhões. A produtividade caiu para 173,64 sacas por hectare, enquanto o número de maio era de 184,11 scs/ha. Assim, a produção também foi corrigida de 381,78 para 347,49 milhões de toneladas. 

 

Estoques finais - Do mesmo modo, o USDA tirou também dos estoques finais, que passaram de 63,12 para 45,55 milhões de toneladas, e das exportações, corrigidas de 57,79 para 54,61 milhões de toneladas. As importações, por sua vez, aumentaram de 890 mil para 1,27 milhão de toneladas. 

 

Expectativas - As expectativas do mercado para os estoques finais de milho da safra nova dos EUA tinham média de 43,97 milhões de toneladas, variando entre 28,78 e 61,06 milhões de toneladas. 

 

Safra 2018/19 - Da safra 2018/19, o USDA revisou os estoques para cima, passando de 51,69 para 55,76 milhões de toneladas, também como já era esperado pelo mercado. Do mesmo modo, reduziu as expectativas para as exportações norte-americanas para 55,08 milhões de toneladas e reduziu o uso do cereal para produção de etanol para 138,44 milhões de toneladas. 

 

Importações - As importações de milho dos EUA estimadas pelo USDA também foram reduzidas e ficaram em 890 mil toneladas. 

 

Milho mundo - A produção mundial de milho da safra velha subiu de 1.107,38 para 1.120,47 bilhão de toneladas, com aumento previstos para o Brasil - com 101 milhões de toneladas - e a 

 

Argentina - com 49 milhões. Assim, os estoques globais também foram revisados para cima, ficando em 325,38 milhões de toneladas. 

 

Quebra - Já na safra nova, o USDA corrigiu para baixo diante da quebra severa nos EUA. A produção global caiu de 1.133,78 para 1.099,19 bilhão de toneladas. Assim, os estoques finais passaram de 314,71 para 290,52 milhões de toneladas. 

 

Brasil - Para o Brasil, o número da safra foi mantido em 101 milhões de toneladas, mas os estoques subiram para 8,31 milhões. As exportações se mantiveram em 34 milhões de toneladas. 

 

Argentina - A safra da Argentina, todavia, passou de 49 para 50 milhões de toneladas, enquanto os estoques foram corrigidos para menos e ficaram em 5,09 milhões de toneladas. As exportações foram estimadas em 33,5 milhões de toneladas, contra 32,5 milhões de maio. 

 

Soja - Se as mudanças foram drásticas para o milho, na soja as correções praticamente não apareceram e os números da safra nova ficaram inalterados. A produção 2019/20 ainda foi mantida em 112,94 milhões de toneladas, com produtividade de 55,48 sacas por hectare. 

 

Áreas plantadas e colhidas - Entre as áreas plantada e colhidas foram mantidos, respectivamente, os números de 34,24 e 33,91 milhões de hectares. 

 

Diferença - A diferença veio apenas nos estoques finais norte-americanos, que subiram de 26,4 para 28,44 milhões de toneladas. O mercado esperava algo entre 22,45 e 36,63 milhões de toneladas, com média das expectativas de 26,86 milhões de toneladas. 

 

Safra anterior - O USDA mexeu ainda nos estoques finais da safra velha, que ficaram em 29,12 milhões de toneladas, contra a estimativa de maio de 27,08 milhões de toneladas. Além disso, reduziram as exportações norte-americanas de 48,31 para 46,27 milhões de toneladas. 

 

Soja no mundo - No quadro mundial, a soja teve a produção 2018/19 mantida em 362,08 milhões de toneladas, mas os estoques caíram para 112,8 milhões. As safras do Brasil e da Argentina foram mantidas em 117 e 56 milhões de toneladas. Já os estoques argentinos foram revisados para baixo e ficaram em 29,45 milhões de toneladas. 

 

China - Sobre a China, as importações foram mantidas em 86 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais foram corrigidos para 21,2 milhões de toneladas. 

 

Cenário global - Sobre a safra 2019/20, o USDA subiu ligeiramente sua estimativa no cenário global que foi de 355,66 para 355,79 milhões de toneladas. Os estoques, porém, passaram de 113,09 para 112,66 milhões de toneladas. 

 

Produção brasileira - A produção brasileira está estimada em 123 milhões de toneladas, a da Argentina em 53 milhões. Para a China, projeção das importações é de 87 milhões de toneladas. (Notícias Agrícolas)

 

POLÍTICA: Bolsonaro faz concessões e fecha acordos no Congresso

 

politica 12 06 2019O presidente Jair Bolsonaro celebrou nesta terça-feira (11/06) acordos com partidos do centro e até da oposição. As negociações foram bem-sucedidas - o Congresso Nacional aprovou, por unanimidade, projeto de lei que libera crédito extra de R$ 248,9 bilhões, a ser destinado ao pagamento de despesas correntes. Com isso, a "regra de ouro" da política fiscal será cumprida. Prevista pela Constituição, o dispositivo proíbe que a União se endivide além do orçamento previsto para investimentos públicos.

 

Pagamentos - Sem possibilidade de cumprir a regra de ouro, Bolsonaro vinha ameaçando não pagar benefícios sociais e abortar o Plano Safra. A aprovação do crédito suplementar resolve o problema. O presidente só teve sucesso após fechar acordo que redireciona R$ 2,8 bilhões para a área de educação, obras do Minha Casa, Minha Vida e bolsas do CNPq.

 

Novas concessões - Em outra frente, num dia em que governadores desembarcaram em Brasília para pedir a manutenção de Estados e municípios na reforma da Previdência, o governo demonstrou disposição de fazer novas concessões. Nos bastidores, avalizou algumas mudanças que deverão constar do parecer do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP): um novo sistema de transição para contemplar servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada, além de regras distintas para homens e mulheres nas aposentadorias de professores. O relatório deve ser apresentado amanhã pelo relator.

 

Danos - Ambos os movimentos foram feitos enquanto o governo buscava reduzir possíveis danos causados pela divulgação de mensagens trocadas entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e integrantes da força-tarefa da Lava-Jato. O presidente recebeu Moro no Palácio da Alvorada pela manhã, de onde seguiram de barco para uma solenidade às margens do Lago Paranoá. Chancelado no cargo, Moro seguiu para o Senado e conversou com líderes. Ele deve participar de audiência pública, no dia 19, para dar explicações sobre as mensagens.

 

Interlocução - Bolsonaro tenta iniciar nova fase em sua interlocução com o Congresso. Após comemorar nas redes sociais mais uma redução do preço da gasolina, aproveitou para retomar contato com o setor produtivo. Encerrou o dia ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento promovido por empresários e industriais na Fiesp. (Valor Econômico)

 

Foto: Agência Brasil

COMBUSTÍVEL: Castello Branco nega mudança na regra do diesel

 

combustivel 12 06 2019O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, defendeu nesta terça-feira (11/06) que a estatal não deve mexer na fórmula de reajuste dos preços dos combustíveis e argumentou que já foram tomadas todas as medidas possíveis em relação ao diesel, foco de insatisfação de caminhoneiros desde o ano passado. Mesmo diante da pressão da categoria, Castello Branco disse que o problema não é do preço nos postos de gasolina, mas sim do excesso de caminhões para uma demanda menor no mercado.

 

Desequilíbrio - "Se gerou uma situação clássica de desequilíbrio entre oferta e demanda. Tem mais caminhão do que serviços no mercado. Há muito caminhão batendo lata nas estradas. O tabelamento de frente agravou essa situação. Muito empresário do agronegócio resolveu criar sua própria frota", disse. "A Petrobras pouco pode fazer, acabamos com o reajuste diário do combustível e lançamos o cartão do caminhoneiro", minimizou.

 

Audiência pública - O presidente da estatal falou sobre o assunto, durante audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. Ele foi convidado pelos deputados para explicar a elevação dos preços dos combustíveis no País. Na audiência, Castello Branco procurou se contrapor à política de preços do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo ele, o fato de a gestão petista ter baseado o preço do diesel em seus custos, em vez de usar o mercado global como referência, resultou um prejuízo que varia entre R$ 100 bilhões e R$ 180 bilhões para a empresa.

 

Commodities globais - "Os combustíveis são commodities globais, dependem da oferta e demanda global. Se insistirmos na metodologia de custo, estaremos ignorando a regra mais básica da ciência econômica, que é o custo de oportunidade. O que aconteceu entre 2011 e 2014? O governo mandou a Petrobras ignorar a ciência econômica e basear o preço [dos combustíveis] no custo, isso resultou numa grande perda, de R$ 100 bilhões, da Petrobras. Aí a Petrobras reconheceu o seu erro e passou a outro extremo, o reajuste diário de preços", disse.

 

Refinarias - Castello Branco também usou a gestão petista quando o assunto foi a venda de refinarias da petroleira. Questionado sobre o "desmonte" da estatal, ele rebateu que o governo está fazendo, na verdade, uma "gestão de porfólio". "Não vamos vender todas [as refinarias], não vamos sair do negócio de refino. Escuto que há desmonte na Petrobras, não há desmonte nenhum. A companhia pretende investir US$ 105 bilhões em cinco anos e vender ativos no valor de US$ 30 bilhões. Desses US$ 105 bilhões, US$ 90 bilhões vão ser investidos em petróleo e gás. Não há desmonte, há simplesmente uma gestão de portfólio. É necessário retirar aqueles ativos que nas nossas mãos não são rentáveis e deixar na mão da Petrobras aqueles que são rentáveis", disse.

 

Gás natural - O presidente da Petrobras ainda respondeu perguntas sobre o mercado de gás natural e reafirmou intenção de "abrir caminho" para a entrada da iniciativa privada no setor. Isso porque, segundo ele, o monopólio do setor não trouxe benefícios nem para a sociedade nem para própria empresa brasileira. "O gás é um negócio em que a Petrobras tem praticamente um monopólio em todas as fases. Isso não se traduziu em nenhum benefício tanto para a sociedade como para a empresa monopolista. Vamos abrir caminho para que a iniciativa privada e investidores privados se juntem a nós, eu não gosto de solidão nos mercados, gosto de companhia", disse.

 

Frota - Sobre esse assunto, ele acrescentou que, apesar da abertura do mercado, a Petrobras deve investir, inclusive, para que a frota de caminhões brasileiros passe a usar gás natural, em vez de diesel. "Vamos utilizar mais gás e fazer isso através do gás natural liquefeito. Nós podemos adotar tecnologia semelhante a da China, que está fazendo isso. A Petrobras vai fazer esforços para que isso seja viável no país", disse aos parlamentares. (Valor Econômico)

ENERGIA ELÉTRICA: Brasil ultrapassa marca de 1GW em geração distribuída

 

energia eletrica 12 06 2019O Brasil ultrapassou a marca de 1 gigawatt de potência instalada em micro e minigeração distribuída de energia elétrica. Trata-se de um grande avanço, proporcionado em grande medida pela regulação da Aneel (Resoluções Normativas 482/2012 e 687/2015). Graças a essas ações, o consumidor pode gerar sua energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada e fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade.

 

Marca histórica - “Histórica, a marca de 1 GW na geração distribuída é resultado do trabalho da Aneel para viabilizar o empoderamento do consumidor de energia elétrica. Como reguladores, nos preocupamos em manter o equilíbrio do sistema, mas sempre tendo em vista a incorporação de novas tecnologias. A geração distribuída equivale, no setor elétrico à revolução do smartphone nas telecomunicações”, disse o diretor-geral da Aneel, André Pepitone.

 

Mais utilizada - A fonte mais utilizada para micro e minigeração distribuída, pelos consumidores brasileiros, é a solar fotovoltaica, com 82,6 mil micro e mini usinas e cerca de 870 megawatts (MW) de potência instalada. Em segundo lugar em potência instalada está a produção por centrais geradoras hidrelétricas (CGHs), com 86 usinas e 81,3 MW de potência.

 

Potencial - “A expressiva marca de 1GW da geração distribuída no Brasil é fruto do nosso grande potencial para exploração de fontes renováveis e também da confiança no marco regulatório. Temos a convicção que o crescimento será ainda mais robusto nos próximos anos, o que torna ainda mais importante o debate de revisão da Resolução nº 482, para que esse crescimento ocorra de forma sustentável, com equilíbrio entre os consumidores”, disse o diretor da Aneel, Rodrigo Limp, relator da revisão da norma.

 

Estados - Os estados que mais aderiram à micro e à minigeração, superando 10 mil unidades consumidoras, foram Minas Gerais (16,7 mil unidades de geração e 212,3 MW de potência instalada), Rio Grande do Sul (12 mil unidades, 144,4 MW) e São Paulo (14,5 mil unidades, 117,4 MW). Ao todo, existem 82,9 mil usinas geradoras no país, com 114,3 mil unidades consumidoras que recebem os créditos pela energia gerada.

 

Mais - Leia mais sobre o tema em: www.aneel.gov.br/geracao-distribuida. (Aneel)

 

BNDES: Banco reestrutura áreas-chave para enfrentar desafios da economia

 

bndes 12 06 2019Com o objetivo de dar uma resposta mais rápida aos novos desafios do desenvolvimento econômico e social do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta terça-feira (11/06) a aprovação da reestruturação de algumas de suas áreas-chave. As mudanças preveem a simplificação de processos, inclusive no âmbito da carteira de subsidiária BNDES Participações (BNDESPAR), além de "facilitar a atuação do banco no apoio aos governos federal, estaduais e municipais, especialmente na área de infraestrutura", informou a assessoria de imprensa da instituição.

 

Setor empresarial - A reestruturação implica também em agilizar o financiamento ao setor empresarial, com destaque para as empresas de pequeno e médio porte, "promovendo a inovação, melhora de gestão e aumento da produtividade da economia brasileira".

 

Diretoria de Investimento - Com essa meta, a atual diretoria de Investimento será reformulada e dividida em duas. Uma ficará responsável pelas áreas de privatização e estruturação de projetos, relacionamento institucional e internacional do banco, atendendo demandas do governo. Está incluída nessa nova diretoria a participação do BNDES na estruturação da venda de ações da União em empresas privadas, bem como a venda de outros ativos ou empresas, de acordo com demanda do Ministério da Economia e do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

 

BNDESPAR - A segunda diretoria cuidará do alinhamento da carteira da BNDESPAR às necessidades do banco. Essa diretoria responderá pela venda de participações do BNDES em empresas listadas e não listadas. O fomento do mercado de capitais seguirá como um dos objetivos do banco.

 

Área industrial - Também a área industrial, ligada à diretoria de Empresas, será dividida em duas superintendências, que oferecerão aos clientes todas as linhas de crédito do BNDES. A área de Comércio Exterior teve a dimensão reduzida, passando a ser um departamento de produtos voltados à exportação, esclareceu a assessoria.

 

Custos - De acordo com o banco, as alterações promovidas não representarão aumento de gastos, uma vez que os custos adicionais foram compensados com a redução de cargos e departamentos. Com a reformulação, a participação feminina subiu de quatro para sete nos 20 cargos de chefia de áreas existentes, ampliando a representatividade das mulheres na alta administração do BNDES. (Agência Brasil)

 

VAREJO: Comércio recua 0,6% de março para abril, diz IBGE

varejo 12 06 2019O volume de vendas do comércio varejista brasileira caiu 0,6% de março para abril deste ano, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio divulgados nesta quarta-feira (12/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda foi registrada depois de uma alta de 0,1% na passagem de fevereiro para março.

Média móvel trimestral - Em abril, também houve uma queda de 0,2% na média móvel trimestral. No entanto, foram registradas altas de 1,7% na comparação com abril, 0,6% no acumulado do ano e de 1,4% no acumulado de 12 meses.

Recuos - A queda de março para abril foi provocada por recuos em cinco das oito atividades pesquisadas pelo IBGE: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,8%), tecidos, vestuário e calçados (-5,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,7%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,4%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-8%).

Alta - Por outro lado, três atividades tiveram alta na passagem de março para abril: móveis e eletrodomésticos (1,7%), combustíveis e lubrificantes (0,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (4,3%).

Ampliado - Segundo o IBGE, o volume de vendas do comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos e de material de construção, ficou estável de março para abril. Os veículos e peças tiveram alta de 0,2% e os materiais de construção, de 1,4%.

Crescimento - O varejo ampliado cresceu 3,1% ante abril do ano passado, 2,5% no acumulado do ano e 3,5% no acumulado dos últimos 12 meses (3,5%).

Receita nominal - A receita nominal do comércio varejista caiu 0,3% na comparação com março, mas cresceu 0,3% na média móvel trimestral, 7,1% na comparação com abril de 2018, 4,8% no acumulado do ano e 5,2% no acumulado de 12 meses.

Queda - A receita do varejo ampliado teve queda de 0,1% na comparação com março deste ano, mas teve altas de 0,4% na média móvel trimestral, 7,4% na comparação com abril do ano passado, 5,8% no acumulado do ano e 6,5% no acumulado de 12 meses. (Agência Brasil)

 

JUSTIÇA: STF pode derrubar trecho da reforma trabalhista nesta quarta; 30 ações questionam lei

justica 12 06 2019A reforma trabalhista está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta quarta (12/06), os ministros julgam a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5826, que trata do trabalho intermitente, ou seja, serviços prestados de maneira esporádica. No caso mais recente sobre a reforma trabalhista no STF, os ministros decidiram sobre a presença de grávidas e lactantes em ambientes insalubres.

Relatoria - A ADI sobre trabalho intermitente é de relatoria do ministro Edson Fachin. Em maio, os ministros derrubaram, por 10 votos a 1, o trecho da reforma que permitia o trabalho – em algumas situações – de mulheres grávidas e lactantes em atividades insalubres. O STF proibiu que essas mulheres trabalhem nesses locais em qualquer circunstância. Foi a primeira vez que o Supremo declarou inconstitucional um trecho da reforma trabalhista.

Decisão - A decisão foi tomada após os ministros analisarem uma ADI (ação direta de inconstitucionalidade) ajuizada pela CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos) contra trecho da reforma trabalhista que diz que, para a gestante ser afastada de atividades de insalubridade média ou mínima, é preciso "apresentar atestado de saúde emitido por médico de confiança da mulher, que recomende o afastamento". A relatoria foi do ministro Alexandre de Moraes.

Alvo - No ano passado, a contribuição sindical foi o primeiro trecho alvo de discussão no Supremo. E a expectativa é de que outras alterações feitas pela reforma venham parar nas mãos do Supremo para a análise da constitucionalidade.

Contribuição sindical na reforma trabalhista - Além das ações sobre trabalho intermitente e sobre mulheres grávidas e lactantes em atividades insalubres, em junho do ano passado, os ministros analisaram a ADI que declarou a contribuição sindical como constitucional. O texto da reforma alterou o entendimento sobre o desconto referente ao imposto sindical que passou a ter exigência de autorização pelo trabalhador.

Ação - A ação foi ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aquaviário e Aéreo, na Pesca e nos Portos (Conttmaf). Antes da reforma, o trabalhador tinha descontado do salário um dia de serviço. Após entrar em vigor, esse desconto passou a precisar da concordância do empregado.

Entendimento - A alteração foi entendida como inconstitucional por sindicatos, federações, confederações e centrais, pois afetou consideravelmente a arrecadação das entidades.

Reforma trabalhista no STF - Desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), no Rio de Janeiro, Volia Bomfim ressalta as diversas ações diretas de inconstitucionalidade sobre a reforma trabalhista no STF questionando a validade de pontos da Reforma Trabalhista.

Padrão - “Muda um padrão de proteção ao trabalhador que as legislações anteriores prescreviam. A reforma tornou um pouco mais flexível as relações trabalhistas para adequá-las à realidade socioeconômica enfrentada pelas empresas e pelo país”, afirma.

Mais de 30 ADIs - O juiz aposentado e professor de Direito do Trabalho Manoel Antonio Teixeira Filho lembra que são mais de 30 ADIs no Supremo envolvendo a reforma. Algumas com temas semelhante foram anexadas a outros pedidos já em tramitação. Ele diz que é “difícil prever o resultado desses julgamentos e quando isso ocorrerá” o que coloca, segundo o especialista, “os magistrados e os jurisdicional em situação de incerteza jurídica no tocante ao futuro”.

Tendência - Para a juíza e presidente da Associação dos Magistrados do Trabalho da 9ª Região, no Paraná, Camila Gabriela Greber Caldas, não é possível verificar uma tendência para declarar a reforma totalmente constitucional ou totalmente inconstitucional.

Parte interessada - Caldas diz que nacionalmente a associação ingressou com duas ADIs, envolvendo depósito recursal e tarifação do dano moral, e está como amicus curiae - parte com grande interesse no processo - em outras duas ações. "Tanto que [o STF] decidiu pela constitucionalidade da alteração da contribuição sindical e pela inconstitucionalidade da alteração do trabalho da gestante e da lactante. Esse cenário mostra que o STF está adequadamente cumprindo seu papel constitucional, atuando juridicamente", ressalta.

Trechos da reforma questionados no Supremo - Entre os temas questionados da reforma trabalhista no STF por ADIs estão: contribuição sindical, índices de atualização dos débitos e depósitos trabalhistas, indenização por dano moral, jornada 12 por 36 horas, justiça gratuita, depósito recursal, trabalho intermitente, entre outros.

Maior destaque- Merecem maior destaque, segundo a desembargadora do TRT-1, o art. 879, parágrafo 7º, da CLT. O dispositivo trata do índice de correção monetária em ações trabalhistas. “Pela redação atual, a correção dos créditos trabalhistas deve ser feita pela TR (taxa referencial), enquanto o que se pretende na ADIn é a aplicação do IPCA-E, muito mais favorável ao trabalhador”, comenta.

Tabelamento - Volia Bomfim ainda cita o tabelamento da indenização do dano extrapatrimonial (moral), previsto no art. 223-G, da CLT, e o pagamento dos honorários periciais e advocatícios para o beneficiário de gratuidade de justiça na esfera trabalhista.

Poucos pontos - Apesar disso, a desembargadora acredita que poucos pontos são realmente inconstitucionais ou que podem ser interpretados de forma diferente para se adequar à Constituição.

Não cabe recurso às ADIs julgadas no STF - Teixeira Filho explica que do ponto de vista da doutrina, alguns entendimentos do STF são necessários para ajustar a reforma à Constituição. “Os impactos são de grande magnitude, considerando que as decisões do STF nas ADIs, além de obrigarem a todos, são irrecorríveis”, comenta.

Motivação - O especialista ainda avalia o motivo que levou a tantas ADIs envolvendo a reforma no Supremo. “Não foi, previamente, submetida a um amplo debate popular, e à consulta a juristas especializados, como seria desejável. Na parte processual, a Reforma foi algo muito próximo a um desastre”, opina.

Súmulas - Segundo Teixeira filho, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) precisa alterar súmulas em razão da reforma trabalhista. “Entretanto, somente poderá fazê-lo após o STF julgar uma ADI que tem como objeto os parágrafos 3 e 4 do artigo 702, da CLT, acrescentados pela Lei n. 13.467/2017. Esses parágrafos dispõem sobre o estabelecimento ou a alterações de súmulas e de outros enunciados da jurisprudência do TST”, comenta.

Normal - Para a presidente da Amatra, é absolutamente normal que parte das alterações da reforma tenham a constitucionalidade questionada no STF. "Nenhuma lei, por mais importância econômica, social e política que lhe seja atribuída, está imune ao crivo da análise constitucional, e essa análise é fundamental para a existência coesa do nosso sistema jurídico", diz." (Gazeta do Povo)

 

SAÚDE: Secretaria divulga boletim semanal da dengue

 

saude 12 06 2019A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (11/06) o informe técnico número 37, com os novos números da dengue. Houve aumento de 12,02% na ocorrência de novos casos, com 1.449 confirmações. Agora o Estado totaliza 13.504 casos desde agosto de 2018.

 

Autóctones - Nesta semana, seis municípios anunciaram pela primeira vez casos autóctones da doença no período epidemiológico, ou seja, contraídos no próprio local de moradia. Guaraniaçu (1), Corumbataí do Sul (1), Nova Cantu (1), Inajá (5), Santa Mônica (2) e Ariranha do Ivaí (1) confirmaram os casos.

 

Novos - Dos 63 municípios em epidemia, três são novos: Alto Piquiri, Entre Rios do Oeste e Guaíra. O boletim também revela que mais 14 municípios estão em estado de alerta, somando 55 no total: Matinhos, Ubiratã, Brasilândia do Sul, Ivaté, São Tomé, Diamante do Norte, Inajá, Ângulo, Doutor Camargo, Santa Inês, Marechal Cândido Rondon, Santa helena, Godoy Moreira, e Ivaiporã.

 

Nenhum caso - Esta semana não foi registrado nenhum novo caso de morte no Estado. No total são 17 óbitos em todo o Paraná. O boletim epidemiológico contabiliza os dados a partir da primeira semana de agosto de 2018 até o momento.

 

Ações preventivas - A Secretaria segue com várias ações preventivas, como a capacitação de profissionais para o diagnóstico e manejo clínico da doença.

 

Mutirão - O município de Jacarezinho, da 19ª Regional de Saúde, no Norte do Paraná, promoveu um grande mutirão para remover criadouros de mosquitos Aedes egypti em vários bairros da cidade.

 

Parceria - Agentes comunitários de saúde e de combate a endemias trabalharam em parceria com a Polícia Militar e Tiro de Guerra, do Exército, num esforço para controle do vetor. “A ideia foi também conscientizar a população”, diz o diretor da Regional, Antonioni Palhares, já que a maior parte dos locais com água parada está dentro de propriedades particulares. “Sem a ajuda dos moradores, o mosquito vai continuar se espalhando”, alerta diretor.

 

Inverno - Mesmo com a aproximação do inverno, a médica veterinária Ivana Belmonte, do Centro de Vigilância Ambiental, ressalta que os cuidados não podem parar. “Não podemos baixar a guarda. Mesmo com a chegada do inverno, muitas regiões do Estado apresentam condição climática favorável para a proliferação do Aedes aegypti. Por isso, devemos nos manter alertas, eliminando todo e qualquer recipiente que possa acumular água”, afirma.

 

Cuidados - Orientações para evitar criadouros do mosquito transmissor da dengue: 

- Evitar o acúmulo de lixo e entulhos; 

- Deixar fechados sacolas e recipientes com lixo; 

- Manter as caixas d’água, galões, tonéis ou tambores sempre vedados; 

- Remover a sujeira das calhas e ralos; 

- Não deixar pneus com água e em lugares descobertos; 

- Deixar garrafas ou baldes com a boca para baixo; 

- Verificar bandejas de ar-condicionado e geladeiras mantendo-as limpas e sem água; 

- Colocar areia até a borda nos pratos de vasos de flores e plantas; 

- Manter vasos sanitários sem uso fechados; 

- Tratar a água de piscinas e fontes uma vez por semana; 

- Esticar lonas para não formar poças; 

- Lavar os recipientes de água dos animais com esponja e sabão.

(Agência de Notícias do Paraná)


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