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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4594 | 10 de Junho de 2019

PARANA.COOP+10 I: Sistema Ocepar realiza 1ª primeira reunião técnica com parlamentares do PR que integram a Frencoop

Dando continuidade às atividades do Programa de Educação Política do Cooperativismo Paranaense, o parana.coop+10, o Sistema Ocepar realizou, na manhã desta segunda-feira (10/06), na sede da entidade, em Curitiba, a primeira reunião técnica com a presença parlamentares paranaenses eleitos no ano passado e que integram a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), entre os quais 11 deputados federais e um senador. O encontro ocorreu com a participação do presidente da Frencoop, deputado federal pelo Espírito Santo, Evair Viera de Melo, e de diretores da Ocepar e Fecoopar e do Conselho de Administração do Sescoop/PR. “Estamos aqui com todo o comando do Sistema Ocepar, com integrantes das três entidades representam os mais de 1,8 milhão de cooperados do Paraná”, afirmou o presidente o Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. “A reunião de hoje tem como objetivo de melhorar a sintonia do cooperativismo com os deputados e senadores paranaenses que integram a Frente, para que eles possam nos representar no Congresso Nacional. E a presença dos parlamentares no evento superou nossas expectativas”, destacou no início do encontro. Na oportunidade, os participantes receberam um documento com os principais projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional que impactam direta ou indiretamente nas atividades do cooperativismo. Clique aqui para acessá-lo na íntegra

Educação política  O líder cooperativista lembrou que em 2018 o Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) lançou um programa de educação política que contou com a adesão do Sistema Ocepar e aqui ganhou o nome de “parana.coop+10”, cujo propósito foi estimular o voto consciente e fortalecer a Frencoop. Uma das ações do programa paranaense foi envolver todo o público ligado às cooperativas por meio de uma rede de comunicação. “Os parlamentares que estão aqui participaram do programa, foram eleitos e hoje compõem a Frente”, disse Ricken. “Mas permanecemos abertos à adesão de mais parlamentares. Nossa intenção é dar atenção especial à Frente e realizar outro evento como esse em Brasília, invertendo os papéis. Hoje, nós ouvimos os parlamentares. Da próxima vez, o espaço será aberto para as nossas lideranças se manifestarem. E, no próximo semestre, iremos organizar uma outra reunião como essa. No Paraná, vamos também nos reunir com os deputados estaduais”, frisou.

Exemplo – Também presente ao evento, o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, afirmou ser fundamental esse trabalho de aproximação com os parlamentares. “Foi muito assertivo convidá-los para esse encontro com a diretoria do Sistema Ocepar. Parabéns ao Paraná por essa quebra de paradigma. Mais uma vez, vocês estão inovando. O parana.coop+10 teve uma efetividade muito grande. Foi muito importante e queremos extrapolar essa experiência e irradiá-la para as em outros estados”, disse.

Prioridades – Já a gerente de relações institucionais da OCB, Fabíola Motta, falou sobre o papel de representação do cooperativismo no Congresso Nacional, explicando como a entidade faz o acompanhamento das matérias em tramitação no Congresso. “Nós nos organizamos em âmbito nacional para trabalhar em prol do desenvolvimento do cooperativismo. Junto aos parlamentares, nós sugerimos propostas, apresentamos estudos técnicos relacionados às matérias e mostramos os impactos dos projetos em tramitação para o setor. Somente em 2018, havia 1.415 projetos de lei que impactavam o cooperativismo de alguma forma”, destacou. Ela também apontou alguns dos alguns dos temas de interesse do setor, entre os quais, o ato cooperativo (PLP 271/2005), a lei geral das cooperativas (PL 519/15), a Lei Kandir (PL 42/2019), a reforma da Previdência (PEC 6/2019, a reforma tributária (PEC 293/2004), entre outros.

Pronunciamentos – Na sequência, houve o pronunciamento de todos os parlamentares presentes à reunião promovida pelo Sistema Ocepar: professor Oriovisto, Rubens Bueno, Aline Sleutjes, Leandre Dal Ponte, Evandro Roman, José Schiavinato, Gustavo Fruet, Cristiane Yared, Pedro Lupion, Luiz Nishimori, Ricardo Barros e Sergio Souza. O senador Flavio Arns não pode comparecer por problemas de saúde na família e foi representando pelo chefe de gabinte no Paraná, Rafael Bertoldi. O evento contou ainda com a presença do deputado estadual, Marcelo Micheletto, e do ex-deputado Luiz Carlos Hauly, que atualmente presta assessoramento à OCB em questões tributárias.

A Frencoop – Composta ao todo por 264 deputados, dos quais  22 do Paraná, e 37 senadores, entre eles, três paranaenses, a Frencoop tem a missão de pautar os temas de interesse do cooperativismo no Congresso, divulgando e defendendo as principais ações para o desenvolvimento do setor no país. Tem o principal objetivo de garantir um ambiente favorável para que o cooperativismo possa se desenvolver. Isso pode ocorrer por meio de votações de projetos no Poder Legislativo ou no processo de formulação de normativos e de políticas públicas do governo. Periodicamente, a Diretoria Executiva da OCB se reúne com a Diretoria da Frencoop, em Brasília, para definir prioridades.

Revista PR Cooperativo – A partir da edição de julho, a revista Paraná Cooperativo irá publicar uma seção com a divulgação das atividades dos parlamentares paranaenses na Frencoop. As informações serão coletadas com apoio das assessorias dos deputados e senadores que integram a Frente. O próximo número da publicação trará ainda uma reportagem especial sobre o evento ocorrido nesta segunda-feira, em Curitiba.

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PARANA.COOP+10 II: O Paraná tem muito a pautar o Brasil, afirma o presidente da Frencoop

“A nossa agenda de trabalho é o Brasil, feita a partir do cooperativismo, que tem princípios, valores, ética. É isso que nos fortalece. É o que falta para o nosso país: essa disciplina, essa hierarquia que existe no setor, não de comando e controle, mas uma hierarquia de prioridades, de agenda”, afirmou o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Evair Viera de Melo. “E o Paraná tem muito a pautar o Brasil. O país precisa de gente que pensa acima dos interesses pequenos, limitados à sua organização. Até porque precisamos construir riquezas, distribui-las, produzir prosperidade, organizar a sociedade para, naturalmente, a partir daí, oferecer oportunidades a todos os brasileiros. Vou levar para o país inteiro esse exemplo que o Paraná está dando”, acrescentou. A declaração foi feita durante a primeira reunião organizada pelo Sistema Ocepar com parlamentares do Estado que fazem parte da Frente. O evento ocorreu na manhã desta segunda-feira (10/06), em Curitiba.

Protagonismo - Ainda de acordo com ele, o setor tem um papel de protagonismo. “O cooperativismo brasileiro veio como uma resposta à fome, à guerra. Também é muito ligado à igreja e ao sentimento de comunidade. O cooperativismo foi a nossa ferramenta de proteção e precisa continuar sendo para que possamos dar passos importantes. O cooperativismo é pautado em múltiplas agendas e tem esse papel de protagonismo e de transformação e a grande ferramenta para viabilizar isso é por meio da política. Por isso, é um setor que necessita efetivamente ter cada vez mais uma atuação presente. Temos que ocupar esse espaço e tenho trabalhado para isso. É algo que se constrói com protagonismo e diálogo com todos os segmentos”, sublinhou.

Aproximação - Melo também falou sobre o que considera um dos grandes desafios: trabalhar para que os melhores brasileiros estejam na Câmara dos Deputados. “Porque nós podemos ter limitações com o presidente do Executivo ou divergências com o judiciário, mas se os melhores brasileiros de conteúdo, de moral, de ética, estiverem dentro da Câmara dos Deputados, tenho certeza de que a casa terá capacidade política e de resultado para poder pautar essa agenda desse país com tanta diversidade. Portanto, me sinto muito honrado por estar aqui na Ocepar e, naturalmente, acho que vocês fazem escola para o Brasil. Ou seja, nós parlamentares precisamos do carinho de vocês, da atenção de vocês. Não nos abandonem porque a vida pública é uma vida de exposição e, de vez em quando, precisamos encontrar uma mão amiga, um carinho, esses valores do cooperativismo. Peço para as cooperativas que abram as portas para receber os parlamentares. Porque se vocês não abrirem as portas para receber os parlamentares, outros vão abrir”, afirmou.

Superação - “Na semana passada, alguém me disse: a idade da pedra não acabou por falta de pedra. A idade do fogo não acabou por falta de fogo. Ou seja, o tempo do mal não vai acabar porque o mal vai acabar. O mal vai acabar existindo. Gente que pensa diferente, sem compromisso coletivo vai continuar existindo e a nossa única forma de enfrentamento é efetivamente construindo bases, na política, na atuação com o público, para que possamos criar essas condições dignas e possamos dar um passo à frente, ou seja, superar as tentações, superar os interesses e, assim, defender as causas do dia a dia”, complementou.

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GETEC: Informe mostra expectativa de instituições financeiras sobre indicadores econômicos

getec destaque 10 06 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (10/06), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

COOPAVEL: Brasil já tem 2% das áreas de soja com produtividade de 100 sacas/ha

 

O mundo de André Pessoa é formado por números, gráficos e indicadores. Tudo o que parametrizar o agronegócio está na zona de interesse do consultor de renome internacional e líder da Agroconsult, empresa especializada que há 16 anos estuda a partir de bases técnicas e científicas o desempenho das principais commodities brasileiras. O Rally da Safra foi criado para aferir a performance das safras nacionais e para apurar o reflexo das tecnologias sobre culturas que impulsionam a economia e turbinam a balança comercial.

 

Avanços - Em Cascavel, no Oeste do Paraná, para o encerramento da edição de 2019 do Rally da Safra, André trouxe uma informação importante e que mostra o tamanho dos avanços já possíveis nas lavouras brasileiras. Para um público formado por agricultores e técnicos na Associação Atlética Coopavel, o consultor apresentou um número histórico e que demonstra o sucesso do casamento entre produção e tecnologia. “Em 2% das áreas dedicadas à soja no País, a produtividade já rompeu a marca das 100 sacas por hectare”. O dado reforça a posição do Brasil como um dos principais celeiros do mundo.

 

Show Rural - O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, mostrou gráficos da recente edição do Show Rural que confirmam o dado. Os testes de produtividade de sementes soja (evento faz também de milho) mostraram, em fevereiro, que algumas variedades já alcançam produtividades de 102 a 105 sacas por hectare, ou 248 a 255,9 sacas por alqueire, correspondendo a até 6.344,84 quilos por hectare. “São números fantásticos e essas produtividades, desde que empregadas as recomendações técnicas corretamente, já estão ao alcance dos produtores rurais”, afirmou Dilvo. “O índice de 2% com produtividade de soja acima de 100 sacas/hectare foi apurado em várias regiões do País”, segundo o que constatou a expedição Rally da Safra.

 

Compartilhamento - Dilvo mostrou números com a produtividade média de soja no Brasil, onde é de 3.193 quilos/hectare, no Paraná, com 2.989, e no Oeste do Estado com 3.7 mil quilos por hectare. “Então se já estamos atingindo mais de seis mil quilos é imprescindível levar esse conhecimento técnico com rapidez e eficiência aos agricultores. E aí entram eventos como o Show Rural Coopavel, dias de campo, entre outros, que aproximam essas marcas da realidade de quem cultiva e produz as principais commodities nacionais”, afirmou ele. “O desafio é criar núcleos de produtores que, compartilhando o melhor de cada um, cheguem com velocidade e qualidade a esses números tão expressivos”, ressaltou o presidente da Coopavel.

 

Desempenho - No mesmo gráfico, André traz outros dados que mostram a evolução da produtividade de soja nas regiões de cultivos pelo País. Cinco por cento das áreas com soja produzem entre 90 e 100 sacas, 8% entre 70 e 80 e 20% entre 60 e 70 sacas por hectare. O avanço pode ser ainda melhor compreendido, conforme o consultor, considerando outros indicadores igualmente importantes. Na safra 2015/2016, 12% das propriedades agrícolas brasileiras tinham produtividade de soja acima de 70 sacas por hectare, na de 2016/2017 o índice subiu para 24%, na seguinte chegou a 29% e na atual, alcança 30%.

 

Genética - Com base nessas informações, o Rally da Safra atesta que a genética é a principal responsável pelos saltos em produtividade apurados nos últimos anos, que se repetem também no milho. “Na soja, produtividades abaixo de 50 sacas por hectare somente ocorrerão quando existir forte interferência de fatores climáticos”, observou o diretor da Agroconsult, que fez uma detalhada leitura do atual cenário de performance das principais commodities pelo mundo. Nos últimos dois anos, o Rally da Safra foi realizado em parceria com a Coopavel -na região de Cascavel. Em agradecimento, André Pessoa fez a entrega de uma placa ao presidente Dilvo Grolli. (Imprensa Coopavel)

 

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PRIMATO: Cooperativa participa da 8ª Via Tecnológica do Leite em Francisco Beltrão (PR)

 

primato 10 06 2019De 13 a 15 de junho, no Centro de Eventos do Parque de Exposições de Francisco Beltrão (PR), será promovida a 8ª edição da Via Tecnológica do Leite. Na programação constam palestras, exposição e julgamentos de bovinos da raça Holandesa e do Clube da Bezerra, além de eventos culturais. A Via acontece a cada dois anos e se tornou um dos principais acontecimentos do setor leiteiro do Paraná, reunindo produtores, agrônomos, veterinários, zootecnistas, técnicos e convidados de toda região.

 

Leite - A produção de leite no Sudoeste vem crescendo constantemente e se tornou o sustentáculo das pequenas propriedades, gerando renda e oportunidades para as famílias rurais, com participação expressiva na economia da maioria dos municípios. A Via envolve toda a cadeia produtiva do leite. De forma conjunta são debatidas as ações e rumos da atividade. 

 

Entidades - Conforme a secretária municipal de Agricultura, Maria Lucia Matarezi, durante o evento acontecerá o encontro de entidades ligadas à cadeia produtiva, além de palestras direcionadas a atividade leiteira. “A cada edição a Via vem crescendo graças à integração e conexão dos segmentos públicos, privados e demais organizações que trabalham com o objetivo de ampliar as oportunidades para a tecnologia e renda das propriedades rurais”, disse Maria.

 

Realização - A realização é da Administração Municipal de Francisco Beltrão, por meio da secretaria municipal de Agricultura, Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Instituto Emater, Associação Empresarial, Sociedade Rural e Bonetti AgroNutri, contando com  apoio da Cresol, Pionner, Ordemaster, Sicoob, Primato, Macrogen, CRV Lagoa, Senac, Semex, Concen, Sistema Faep, Tortuga, Agrária Nutrição Animal e a indústria Rumo.

 

Portfólio - “Um importante evento que reúne toda a cadeia leiteira da região e para a Primato é uma grande oportunidade para apresentarmos nosso portfólio de produtos e serviços, estreitar o relacionamento com cooperados, produtores rurais e profissionais que atuam na pecuária leiteira, assim como estar presente junto com a comunidade de Francisco Beltrão”, avaliou o presidente da Primato Ilmo Werle Welter.

 

Clube da Bezerra - A Via também se tornou uma vitrine para mostrar o trabalho realizado no município pelo Clube da Bezerra, formado por crianças e adolescentes com idade entre 5 e 14 anos que residem no meio rural. O clube é coordenado pela secretaria municipal de Agricultura.

Os animais do clube serão julgados no dia 15 de junho. Os cinco melhores serão premiados. O objetivo é incentivar crianças e adolescentes a continuar no campo. Para tanto são capacitados sobre manejo, trato e criação das bezerras. “Nossa meta é envolver as crianças nas atividades da família e da produção para que elas cresçam neste ambiente e continuem no campo, promovendo a sucessão familiar”, esclarece Maria. (Imprensa Primato, com informações da assessoria de imprensa PMFB)

 

PROGRAMAÇÃO

 

13/06 – Quinta-feira

09h00: Abertura oficial no auditório do Centro de Eventos

09h25: Milk Break

09h30: Palestra: Perspectiva e Desafios da Produção de Leite na Região Sul do Brasil. Palestrante: Airton Spies

11h00: Palestra: Perspectiva Case de Sucessos da Granja Cichelero. Palestrante: Daniel Cichelero.

14h00: Palestra: Seleção de Acasalamento Genômico. Palestrante: Rafael Tavares Ribeiro.

19h00: Palestra: Fatores que determinam o Sucesso de um Produtor de Leite. Palestrante: Mikael Neumann.

20h30: Jantar e apresentações artísticas do CTG Recordando os Pagos.

Prato: Carreteiro

 

14/06 – Sexta-feira

09h15: Milk Break

09h30: Palestra: Como obter Produtividade com Qualidade. Palestrante: Robson Fernando de Paula.

10h30: Palestra: Empreendedorismo e Sucessão Familiar: Caso de sucesso. Palestrante: Marlene Kaiut.

11h30: Palestra: Empoderamento Feminino. Palestrante: Flávia Saturnino de Sá.

14h00: Julgamento e ranqueamento de Animais

19h00: Palestra: Sinais da Vaca. Palestrante: Samuel Hylario.

20h30: Jantar e Apresentações Artísticas pelo CTG Herdeiros da Tradição. Chegada da Cavalgada da Lua Cheia.

Prato: Vaca Atolada

 

15/06 – Sábado

07h00: Mateada e sapecada de pinhão com gravação do Programa Cheiro de Galpão pelo CTG Rancho Crioulo.

10h30: Julgamento do Clube da Bezerra.

12h30: Almoço: Tertúlia e Gaitas com o CTG Herdeiros da Tradição/Rancho Crioulo.

Prato: Costelão de Fogo de Chão

COCAMAR: Campeões de produtividade serão conhecidos dia 18 em Londrina

 

cocamar 10 06 2019Os campeões da edição de 2018/2019 do Desafio CESB de Máxima Produtividade de Soja, realizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), serão conhecidos no dia 18 de junho, em Londrina (PR), durante o Fórum Nacional de Máxima Produtividade da Soja a ser promovido em parceria com a Cocamar e a Sociedade Rural do Paraná.

 

Detalhes - As informações dos ganhadores da 11ª edição do Desafio vão ser apresentadas pelos consultores, membros e especialistas do CESB durante o Fórum, explicando-se os métodos e técnicas utilizados para produzir mais soja em uma mesma área. 

 

Técnicas - Neste ano, o Fórum terá como convidado o palestrante Gustavo Spadotti, da base Territorial da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em sua palestra, ele abordará técnicas que podem ser aplicadas por sojicultores brasileiros para melhorar a sua produtividade. 

 

Troca - “O evento será um meio de os produtores e especialistas da área agrícola realizarem uma troca de informações sobre a produção de soja no Brasil”, destaca o presidente do CESB, Leonardo Sologuren.

 

Crescimento - O Fórum é realizado anualmente e tem por objetivo revelar os números recordes de alguns dos melhores sojicultores e consultores do Brasil, que ao longo de dez anos de história do Desafio demonstraram crescimentos em produtividade acima da média nacional. 

 

Médias - A produtividade média dos primeiros colocados das áreas avaliadas nesses dez anos variou de 77,8 a 109,4 sacas por hectare, com taxa de crescimento anual de aproximadamente 4,9%. Enquanto a média nacional, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apresentou variação de 43,8 a 56 sacas por hectare, crescendo ano a ano aproximadamente 3,5%.

 

No topo - O recorde é do produtor Marcos Seitz, de Guarapuava (PR), que alcançou a marca de 149,08 sacas de soja por hectare. Ele foi o campeão da edição de 2016/2017 do Desafio. O campeão da última edição (2017/2018) foi Gabriel Bonato, de Sarandi (RS), que alcançou 127,01 sacas de soja por hectare.  (Imprensa Cocamar)

INTEGRADA: Unidade de Combustíveis amplia frota

integrada 10 06 2019No final deste primeiro semestre a Integrada Combustíveis completa um ano de comercialização de óleo diesel para todo o norte do Paraná. Nesse período, foram distribuídos mais de 6,3 milhões de litros de diesel, atendendo mais de mil cooperados. Para suprir toda essa demanda, a Integrada conta com uma frota recém ampliada de seis caminhões.

Dobro - Quando começou a atuar em julho de 2018, a frota era três caminhões. Com o crescimento da demanda, a Integrada Combustíveis teve que dobrar a frota. A Integrada conquistou o respeito do mercado de combustíveis e já se consolidou como a distribuidora oficial de combustíveis de muitos produtores.

Fatores - A qualidade dos combustíveis da Integrada e a confiabilidade na entrega foram fatores que conquistaram a preferência dos associados. Samuel Romero Sanches, cooperado na região de Jataizinho, por exemplo, explica que a boa qualidade do combustível, a entrega pontual e as condições de pagamento são fatores que tornaram os produtos Integrada um diferencial.

Facilidade de aquisição - A instalação da Integrada Combustíveis em Ibiporã (PR) facilitou a aquisição de combustíveis para a sua propriedade que fica dentro do raio de atuação da Integrada Combustíveis, que é de 180 quilômetros. No período de safra, Sanches consome em torno de cinco mil litros de óleo diesel e na entressafra cerca de dois mil litros.

Segurança - A segurança na entrega e a qualidade do combustível também foram fatores que conquistaram a cooperada Marcia Brunati de Artorga (PR). A produtora compra óleo diesel não só para a sua propriedade, mas também para toda a sua família. “A entrega é rápida e pontual”, parabeniza Márcia.

Diesel - Todos os equipamentos de sua propriedade utilizam diesel S10. Devido à utilização do diesel em veículos que demandam um produto de qualidade, a cooperada optou pela Integrada Combustíveis. Ela completa que inclusive usa o diesel em sua caminhonete, com foco na eficiência do motor.

Crescimento - A Integrada Combustíveis está crescendo e os três tanques de armazenamento na unidade de Ibiporã comportam 30 mil litros de óleo diesel cada um. (Imprensa Integrada)

 

COPACOL: Presidente da cooperativa é o novo Cidadão Honorário de Iracema do Oeste

 

O presidente da Cooperativa Copacol, Valter Pitol, recebeu o título de Cidadão Honorário de Iracema do Oeste (PR), na noite de sexta-feira ()7/06), em sessão solene da Câmara dos Vereadores. A homenagem foi realizada para agradecer a colaboração no desenvolvimento do município, que recebeu investimentos significativos. 

 

Exemplos - Entre eles, a Unidade de Recebimento e Armazenagem de Cereais inaugurada em 1988, a construção do Matrizeiro de Recria de aves em 2008, os investimentos na manutenção e nas melhorias das estradas rurais e na parte social com os patrocínios do Apoio Cultural, o Busão da Imaginação e a doação de um terreno para a construção da Apae. 

 

Renda e qualidade de vida - Segundo Pitol, ao longo destes anos a Copacol investiu em Iracema do Oeste para proporcionar a geração de renda e uma melhor qualidade de vida para os cooperados, colaboradores e toda a sociedade. 

 

Agradecimento - “Gostaria de agradecer o prefeito, os vereadores e toda a população de Iracema, por ter me concedido a honra de receber esta homenagem, que compartilho com toda a nossa diretoria, cooperados e colaboradores da Cooperativa e a minha família”, ressalta Pitol. 

 

Benefício - Para o prefeito de Iracema do Oeste, Donizete Lemos, a homenagem é uma forma de agradecer por tudo o que o presidente da Copacol fez, e está fazendo em benefício do município e de toda a região. 

 

Desenvolvimento - “Temos a sorte de ter um presidente da principal empresa da nossa região com a humildade e sabedoria do Pitol, porque o seu trabalho e as suas decisões, promovem o desenvolvimento e a sustentação de milhares de pessoas que vivem nos aqui na nossa cidade e nos municípios de atuação da Cooperativa”, afirma o prefeito Donizete. 

 

Oportunidades - O presidente da Câmara de Vereadores de Iracema, Gilmar Jorge destacou que o título é uma forma de reconhecimento pelo desenvolvimento que Iracema vem passando os últimos anos. “Faltam palavras e adjetivos para expressar o que o presidente Pitol representa para todos nós, porque foram geradas diversas oportunidades para o nosso município que beneficiam hoje diversas famílias de Iracema’, agradece o presidente da Câmara.

 

Empregos - Hoje a unidade conta com 195 associados e são gerados para o município 190 empregos, contato as vagas do abatedouro de aves e peixes, entre outras estruturas da cooperativa. 

 

Homenagens recebidas - Além do Título de Iracema do Oeste, Valter Pitol também já recebeu os Títulos de Cidadão Honorário do Paraná, do Oeste do Paraná e dos municípios de Cafelândia, Nova Aurora, Goioerê, Jesuítas e Formosa do Oeste. 

 

Ordem do Pinheiro - O presidente também já recebeu a Condecoração da Ordem do Pinheiro, outorga da mais alta comenda do Estado, entregue pelo governador do Paraná. 

 

Troféu Ocepar - Outra importante homenagem recebida foi o Troféu Ocepar, pelos trabalhos prestados em prol do cooperativismo, desde 1973, quando chegou em Cafelândia para trabalhar na Copacol entre outras diversas homenagens já recebidas ao longo destes mais de 46 anos de serviços prestados em prol do desenvolvimento da Cooperativa e de toda a região. (Imprensa Copacol)

 

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COAMO: Gerente é premiado como um dos mais admirados profissionais da área financeira do País

coamo 10 06 2019O gerente Financeiro da Coamo, Joel Makohin, recebeu recentemente premiação em São Paulo, como um dos mais admirados financeiros do Brasil, no ranking dos Executivos Financeiros Mais Admirados 2019. No perfil do Anuário, ele está na 22ª colocação entre 1.211 profissionais da área Financeira participantes do ranking do Anuário.

Levantamento - A premiação é resultado de levantamento da edição do Anuário Análise Executivos Jurídicos e Financeiros 2019, onde foram pesquisados executivos jurídicos e financeiros de 2.326 companhias, identificados profissionais de 1.405 empresas das quais 273 são grupos empresariais, que respondem por outras 471 companhias. O anuário apresenta 1.254 profissionais jurídicos, 1.211 executivos financeiros e 94 são líderes nas duas áreas de um total de 2.559 executivos, de companhias representando 23 estados brasileiros e o distrito federal. Entre os 23 premiados na área Financeira, além da Coamo estão profissionais de outras importantes companhias do país, como Petrobrás Distribuidora, Vale, CVC, BRF, grupo Carrefour, Votorantin e Embraer.

Representantes - A Publisher Silvana Quaglio, do Anuário, informa que os executivos das companhias que fazem parte da lista representam mais de 2.000 companhias e instituições, resultado de um esforço editorial para representar a economia brasileira de forma abrangente criteriosa, e não se baseia apenas um resultado financeiro das companhias embora o faturamento líquido seja considerado para o corte da lista. A relação busca aferir também sua contribuição para o desenvolvimento do país e a capacidade de entender e explicar os movimentos econômicos e sociais e sua influência nas decisões tomadas.”

Respostas - Joel Makohin respondeu no Anuário questões referentes a alguns temas. 1. Conselho que daria para si mesmo se pudesse voltar ao início da carreira? Joel: começar estudar mais cedo os detalhes da gestão de pessoas. 2. O último livro que leu? Uma visão compartilhada - José Aroldo Gallassini. 3. Uma viagem inesquecível: Alemanha, viagem que fiz as famílias que hospedaram meu filho em um intercâmbio. 4. Primeiro emprego: Office-boy em uma empresa de transporte de passageiros. 5. Do que não abre mão na rotina de seu trabalho? Conversar com os líderes das equipes que estão sob minha responsabilidade. 6. Líder que admira? Walt Disney, falecido em 1966 - produtor cinematográfico e co-fundador da Walt Disney Company. 7. Sobre liderança? É essencial colocar as pessoas em uma posição que elas se sintam felizes e faça o seu melhor

Realização - “É motivo de satisfação e orgulho receber esta honraria, é muito bom ser votado pelo pessoal do mercado, que veem na Coamo uma empresa reconhecida nacionalmente por sua seriedade, administração e solidez. Trata-se de um reconhecimento dos profissionais de finanças no país, pois este prêmio é resultado de uma construção de muita gente, da minha família, do apoio da diretoria da Coamo e dos colegas de trabalho e de modo especial, dos profissionais da nossa área Financeira, que com comprometimento e competência realizam um trabalho de qualidade.”

Valores - "Os resultados do Anuário reforçam a mensagem de que as pessoas são a verdadeira alma do negócio. Os dois pontos de maior identificação para os executivos são os estabelecimentos de uma cultura governada pela importância da tomada de riscos e da inovação, e a relevância dos processos de recrutamento mais focados na aderência do perfil do profissional aos propósitos da empresa, envolvendo a presença dos futuros colegas” destaca o Anuário 2019.

Orgulho - Para o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, a honraria concedida ao gerente Financeiro da cooperativa Joel Makohin é motivo de orgulho e reconhecimento ao trabalho realizado por ele e toda a equipe da sua gerência. “Trabalhamos com o foco na agregação de valor as atividades dos cooperados, e promovemos investimentos na profissionalização dos nossos funcionários por meio de cursos, treinamentos, buscando o aprimoramento buscamos e o cumprimento da visão da Coamo que é ser a melhor opção de realização profissional dos funcionários, além de ser a melhor opção de desenvolvimento dos cooperados, de produtos aos clientes e negócios aos parceiros.” (Imprensa Coamo)

 

SICREDI: Últimos dias de inscrições para 2ª edição do programa de conexão com startups

 

sicredi 10 06 2019Atenção startups! As inscrições para a segunda edição do Inovar Juntos, programa de conexão com startups do Sicredi, em parceria com a consultoria Innoscience, estão na reta final. Empreendedores deste segmento podem inscrever seus projetos até o dia 14 de junho. A iniciativa é uma oportunidade de startups se relacionarem com a instituição financeira cooperativa, que possui mais de 4 milhões de associados e atua em 22 estados e no Distrito Federal.

 

Desafios - Nesta segunda edição do programa, o Sicredi lançou dez desafios: aprimorar inteligência para oferta de crédito, conectar produção agrícola familiar e consumidores, orientar investimentos, educar sobre finanças e cooperativismo, prover advisor financeiro, vender seguros via autoatendimento on-line para associados, oferecer alternativas adicionais de renda, oferecer gestão financeira para PJ/MEI, inteligência artificial da recuperação de crédito e meio eletrônico de pagamento para o público infanto-juvenil.

 

Participação - Podem participar startups de todo o Brasil que tenham aderência aos desafios e que possuam um MVP (Produto Mínimo Viável) desenvolvido e validado, ou mesmo que já tenham seu produto ou serviço disponível no mercado.

 

Seleção - Após o período de inscrições, o Sicredi selecionará até 20 startups para apresentações em um Pitch Day. As startups classificadas para a próxima fase passarão por um período de imersão junto à área responsável da instituição e colocarão em prática um projeto piloto. As startups que mais se destacarem poderão se tornar parceiras ou fornecedoras do Sicredi. Para saber mais, basta acessar o site https://sicredi.com.br/inovarjuntos.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Maringá ganha mais uma agência nesta segunda

 

sicredi uniao 10 06 2019Quatro novas agências da Sicredi União PR/SP serão abertas em Maringá até o final do ano. A primeira delas será nesta segunda-feira (10/06), a partir das 19 horas, na avenida Mandacaru, 1107. Para a ocasião são esperadas cerca de 200 pessoas, entre diretores da cooperativa, associados e autoridades municipais convidadas, incluindo o vice-prefeito Edson Scabora.

 

Contas abertas - O gerente da agência Maringá Mandacaru, Jair Fernandes Júnior, informa que o trabalho de associação foi iniciado em abril e, por isso, o ponto de atendimento será inaugurado com cerca de 300 contas abertas. “Também realizamos a Mobilização Crescer em maio, quando reunimos mais de 270 pessoas interessadas em conhecer como funciona o cooperativismo em uma instituição financeira. Os participantes também entenderam os diferenciais de ser um associado e não um cliente”.

 

Aproximação - Com design moderno e ambientes aconchegantes, a agência oferece leiaute que garante fluxos rápidos e seguros. Além disso, vai intensificar as ações dos programas sociais da cooperativa nessa região da cidade. “A expansão tem o propósito de nos aproximar ainda mais da comunidade. Por isso, essa unidade vai permitir atendimento regionalizado e trabalhos sociais em prol do desenvolvimento local”, enfatiza Jair Júnior.

 

Outras agências - As outras três novas agências da Sicredi União PR/SP em Maringá serão instaladas na Vila Operária (inauguração em 3 de julho); na avenida Pedro Taques (5 de julho) e na avenida Kakogawa, com abertura prevista para o final do ano. O município já conta com cinco agências em operação, são elas: Maringá Cocamar, Maringá Tuiuti, Maringá Velho, Maringá Cerro Azul e Maringá Centro.

 

Plano de expansão - Até o final deste este ano, o plano de expansão da cooperativa prevê inaugurar o total de 25 agências, sendo 14 em São Paulo e 11 no Paraná. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

 

SICOOB METROPOLITANO: Agência em Presidente Venceslau é reinaugurada

 

No fim do ano passado, o Sicoob Metropolitano se uniu ao Sicoob Crediaciprev (Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empresários de Presidente Venceslau). No último dia 3, a cooperativa que tem sede em Maringá (PR), reinaugurou o ponto de atendimento na cidade paulista.

 

Espaço mais moderno - A agência, que fica localizada na Rua Carlos Gomes, 305, ganhou um espaço mais moderno e amplo com 250m² para melhor atender os cooperados.

 

União de forças - Segundo o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, com a incorporação todos passaram a integrar uma só cooperativa. “Unimos forças para continuar praticando a nossa missão de desenvolver as comunidades e gerar resultados para os nossos cooperados”, explica.

 

Presenças - Estiveram presentes na cerimônia, dirigentes, cooperados, autoridades locais, colaboradores e os sócios fundadores, que foram homenageados com seus nomes gravados na placa de reinauguração.

 

Sonho - O sócio fundador, José Carlos Tavares Bonfim, afirma ter sonhado com o momento. “Existiram dificuldades desde a fundação, mas sempre tivemos o sonho de se tornar grande e ser referência na cidade. Com a união com o Sicoob Metropolitano, pudemos tornar realidade”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SANIDADE VEGETAL: Começa o vazio sanitário da soja no Paraná

 

sanidade vegetal 10 06 2019O Paraná inicia, nesta segunda-feira (10/06), o vazio sanitário da soja, uma das principais estratégias para o manejo do fungo causador da ferrugem-asiática da soja. A partir do dia 15 de junho, o vazio sanitário se estende para outros cinco estados brasileiros: Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. No Brasil, 13 estados e o Distrito Federal adotam a medida, estabelecida por meio de normativas estaduais. Confira aqui o calendário completo com os períodos do vazio sanitário no Brasil e no Paraguai. 

 

Sem sementes ou plantas vivas - O vazio sanitário é o período de, no mínimo, 60 dias em que não se pode semear ou manter plantas vivas de soja no campo. A medida objetiva reduzir a sobrevivência do fungo causador da ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi ) durante a entressafra e assim, atrasar a ocorrência da doença na safra. De acordo com a pesquisadora Claudine Seixas, da Embrapa Soja, o fungo que causa a doença precisa da planta de soja para se desenvolver e se multiplicar. “Por isso, é importante que o produtor elimine as plantas de soja guaxa ou voluntária (plantas de soja que nascem espontaneamente) na entressafra para interromper o ciclo de multiplicação do fungo e reduzir a quantidade de esporos presentes no ambiente, retardando o surgimento da doença na safra”, diz Claudine.

 

Consórcio - O Consórcio Antiferrugem, por meio de um mapa interativo em sua página na internet, irá registrar também na entressafra a identificação de ocorrências de soja guaxa com a doença. Esses focos serão marcados em amarelo, enquanto os registros de ferrugem-asiática, que ocorrerem durante a safra comercial, serão destacados em vermelho. 

 

Importância - A pesquisadora Cláudia Godoy reforça a importância da adoção do vazio sanitário para reduzir a população do fungo nas semeaduras comerciais precoces. “Com a disponibilidade de cultivares precoces de alta produtividade no mercado, muitos produtores têm adotado o plantio precoce para semear uma segunda safra de milho e escapar das altas pressões do fungo causador da ferrugem”, diz Cláudia.

 

Opções de cultivares - Apesar de não existir soja imune à doença, há opções de cultivares com genes de resistência que reduzem o seu desenvolvimento. Essas cultivares não dispensam o uso de fungicidas, mas auxiliam no manejo da doença, porque o fungo se multiplica menos e a pressão da ferrugem-asiática é menor. Associada a esta questão, estas cultivares são mais estáveis em situações de alta pressão de doença como, por exemplo, semeaduras tardias ou situações onde ocorre atraso de aplicações em função de condições climáticas desfavoráveis”, explica Cláudia. 

 

Resistência - “A cultivar com gene de resistência tem a mesma limitação dos fungicidas sítio-específicos e essa resistência pode ser vencida pelo fungo, por isso, o uso dessas cultivares tem que estar sempre associada ao controle químico”, reforça. A pesquisadora explica que as duas estratégias, quando utilizadas juntas, colaboram para reduzir a seleção de populações do fungo com resistência aos fungicidas e também diminuir o risco de “quebra” de resistência das cultivares.

 

Ferrugem da soja - O controle da ferrugem-asiática da soja possui um custo médio de US$ 2,8 bilhões por safra. Além da eliminação de plantas de soja voluntárias durante o vazio sanitário, as estratégias de manejo da ferrugem-asiática incluem: a utilização de cultivares de ciclo precoce e semeaduras no início da época recomendada; a utilização de cultivares com genes de resistência; o monitoramento da lavoura desde o início do desenvolvimento da cultura e a utilização de fungicidas no aparecimento dos sintomas na região afetada.

 

Pesquisas - Pesquisas conduzidas pelos membros do Consórcio Antiferrugem confirmam reduções na eficiência dos fungicidas, desde a safra 2007/08, em função da adaptação do fungo. Ao ser identificada no Brasil, em 2001, a doença foi controlada com a aplicação de fungicidas triazóis isolados e misturas de triazóis e estrobilurinas. Desde 2008, produtos isolados não são recomendados em decorrência da menor eficiência, sendo recomendados somente misturas comerciais de fungicidas com diferentes mecanismos de ação. Na safra 2016/17, a pesquisadora explica que alguns fungicidas com carboxamidas - que entraram no mercado em 2012 - apresentaram redução de eficiência nos ensaios cooperativos, em relação aos resultados da safra anterior, em regiões específicas. “Dessa forma, o rigor na adoção do vazio sanitário é extremamente importante para a redução do inóculo entre as safras, auxiliando assim no manejo da ferrugem-asiática”, relata Cláudia. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

GRÃOS: Pressão à vista sobre as margens do sojicultor

 

O produtor que não efetivar logo a venda da soja que colheu nesta safra 2018/19 terá margens mais pressionadas que o desejado neste ano. Estudo elaborado pelo banco holandês Rabobank mostra que, mesmo que as cotações permaneçam em alta na bolsa de Chicago, o que é pouco provável dado o excesso de oferta do grão, o câmbio tende a pressionar os preços em real.

 

Cenário político-econômico - Nesse aspecto, o que mais pesa é o imponderável que cerca o cenário político-econômico. Novidades sobre a tão aguardada Reforma da Previdência e novos tuítes tanto do presidente brasileiro Jair Bolsonaro quanto do seu homólogo americano Donald Trump podem fazer o dólar despencar ou alçar voos.

 

Retração do dólar - Na visão de Victor Ikeda, analista do Rabobank, o mais provável é que haja retração do dólar ante o real, refletindo a aprovação da Reforma da Previdência. O último boletim do Banco Central (BC) com estimativas do mercado aponta para dólar em R$ 3,80 ao fim do ano.

 

Produção americana - Com relação à produção americana, que será prejudicada pelo excesso de chuvas, a dúvida é qual será o tamanho do tombo. A tendência é que não seja grande o suficiente para elevar os patamares de preços para além dos US$ 9 por bushel (27,2 quilos) em Chicago. Como a janela de clima ideal para a semeadura da oleaginosa nos EUA vai até meados de junho, existe uma grande chance de ocorrer uma redução de área plantada menos expressiva que o previsto inicialmente.

 

Queda - "Eu acredito em uma queda de até 2,4 milhões de hectares em relação ao ano passado [36,3 milhões de hectares]", disse Ikeda. A última pesquisa de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) apontou para 34,2 milhões de hectares.

 

Mercado - E o mercado segue bem abastecido de soja. A perspectiva do USDA é que o ciclo 2018/19 termine com 113 milhões de toneladas de soja no mundo, 14,1% mais que ao fim do ciclo 2017/18. "Considerando na conta uma queda do consumo de soja pela China em decorrência da peste suína, é provável que as cotações em Chicago fiquem entre US$ 8,60 e US$ 8,80 o bushel", afirmou Ikeda.

 

Armazenagem - O estudo do Rabobank calculou também custos de armazenamento da soja. Em Mato Grosso, Estado que responde por 30% da produção brasileira, os custos operacionais estimados para a safra 2018/19 foram de R$ 2.535 por hectare, com produtividade média de 56 sacas por hectare, resultando em custo operacional de R$ 45,30 a saca de 60 quilos, de acordo com informações do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O custo de armazenagem no Estado do Centro-Oeste, apontou o Rabobank, estão entre R$ 1,50 e R$ 2,00 por saca.

 

Valor - Ao analisar os números levantados, o estudo mostra que a soja precisaria ficar na casa dos R$ 70,50 a saca nos próximos 6 meses para que uma eventual comercialização em novembro tenha resultados melhores para as margens que os obtidos com os atuais patamares de preços balcão da soja em Sorriso (MT).

 

Proteção - "O produtor que queira vender no segundo semestre terá de adotar alguma proteção para as volatilidades de mercado", disse Ikeda. Segundo ele, há muito tempo que não compensa manter o produto físico armazenado. "Isso faz sentido na Argentina, que tem uma inflação assustadora e uma variação cambial muito grande", afirmou. (Valor Econômico)

 

graos quadro 10 06 2019

CARNE BOVINA: Exportação total de 150,2 mil toneladas em maio é o melhor resultado do ano

 

carne bovina 10 06 2019A exportação total de carne bovina (in natura e processada) apresentou aumento de 35% em volume no mês de maio, na comparação com o igual mês de 2018, no melhor resultado para um mês registrado neste ano. Foram embarcadas 150.216 toneladas do produto no mês passado, ante 111.502 toneladas em maio de 2018, segundo informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), que compilou os dados fornecidos pelo Ministério da Economia, por meio da Secex/Decex. 

 

Receita cambial - A receita cambial no mês passado foi um pouco menor: US$ 573,7 milhões em comparação com US$ 462,9 milhões em maio de 2018, representando aumento de 24%.

 

Acumulado - A Abrafrigo informa em comunicado que, no acumulado do ano, a exportação de carne bovina alcança 694.314 toneladas ante 590.013 toneladas movimentadas em 2018, num crescimento de 18%. A receita cambial subiu de US$ 2,39 bilhões em 2018 para US$ 2,59 bilhões este ano, num aumento de 8%.

 

China - Conforme a Abrafrigo, embora tenha comprado mais, a China reduziu a participação relativa nas exportações totais até maio de 2019. Em 2018, a importação realizada por Hong Kong e pelo continente, no mesmo período, foi de 267.713 toneladas (45,4% do total). Em 2019, o total foi de 271.575 toneladas (39,2%).

 

Outros destinos - O Egito foi o segundo maior comprador do produto brasileiro com 60.687 toneladas no acumulado até maio. Na sequência veio o Irã com 41.746 toneladas; Emirados Árabes, com 40.714 toneladas, Chile, com 40.330 toneladas e a Rússia com 24.997 toneladas. No total, 95 países aumentaram suas importações da carne bovina in natura e processada e outros 53 reduziram.

 

Embarques - Os embarques foram realizados na sua maior parte pelo Porto de Santos (SP), que concentrou 63,5% da exportação brasileira de carne bovina, ante 55% no mesmo período de 2018. São Francisco do Sul (SC) movimentou 8,1%; Paranaguá (PR) 11,4%; Itajaí (SC) 4,2% e Rio Grande (RS) 3,0%. (O Estado de S.Paulo)

ENERGIA: Copel seleciona projetos para novas parcerias

 

energia 10 06 2019A Copel abre uma oportunidade para empresas que possuam projetos de Geração Distribuída, sobretudo no Paraná. Poderão ser selecionados para parceria com a Copel os projetos que tenham maior nível de maturidade e permitam agilidade na implantação. Interessados podem se inscrever até o dia 17 de junho por meio do site da Copel pelo endereço http://bit.ly/ApresenteSeuProjetoEmGeracaoDistribuida.

 

Regulamentação - O mercado de Geração Distribuída é regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) desde 2012 e tem sido revisado tanto do ponto de vista regulatório quanto comercial pelo grande número de novos projetos e a popularização dos equipamentos de geração de energia por meio de fontes renováveis como a solar e a biomassa, que possibilitaram não apenas os grandes projetos quanto também os microssistemas residenciais.

 

Prioridades - “Especificamente nesta chamada estamos priorizando oportunidades para projetos maiores de geração distribuída com até 5MW de potência instalada e que possam ser implantados até dezembro de 2019”, diz o diretor de Desenvolvimento de Negócios, Cassio Santana da Silva. “Para aquelas empresas que estão com projeto já aprovado nos órgãos ambientais e reguladores e querem contar com a experiência técnica da Copel na parceria, é uma ótima oportunidade de negócio”.

 

Geração própria de energia - Os projetos serão recebidos, analisados e classificados de acordo com a fase em que se encontram visando atender futuramente clientes interessados em gerar sua própria energia.

 

Produtores independentes - Estima-se que no Brasil existam mais de 20 mil produtores independentes compensando seu consumo de energia através de sistemas de Geração Distribuída, segundo a Aneel. Um mercado que interessa não apenas aos investidores e consumidores mas, também, para as empresas do setor elétrico. “Queremos diversificar o portfólio de empreendimentos no qual a Copel poderá se associar e fomentar o mercado do nosso Estado”, afirma o diretor. (Agência de Notícias do Paraná)

INFRAESTRUTURA: Governo vai retomar obras paralisadas em outras gestões

 

infraestrutura 10 06 2019O Governo do Paraná instituiu um grupo de trabalho para dar andamento às obras de grande porte que foram paralisadas em gestões anteriores. Formado por representantes de várias secretarias e órgãos do Estado e coordenado pela Casa Civil, o grupo será responsável por elaborar um plano de retomada e programar a conclusão das obras.

 

Levantamento - No levantamento feito pelo governo e entregue ao Tribunal de Contas do Estado no primeiro trimestre deste ano foram identificadas 43 obras paradas, todas com valores superiores a R$ 1,5 milhão. Destas, 30 são de responsabilidade única do Estado e 13 realizadas em parceria com municípios e União.

 

Destaques - Entre elas se destacam o Corredor Aeroporto-Rodoferroviária e o corredor da Marechal Floriano Peixoto, em São José dos Pinhais, orçadas em mais de R$ 70 milhões, que deveriam ter sido concluídas na Copa do Mundo de 2014.

 

Determinação - “A determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior é que todas sejam concluídas”, afirma o chefe da Casa Civil, Guto Silva. O custo global das 43 obras listadas é de R$ 281,2 milhões – 35,9% já foram desembolsados pelo Governo do Estado.

 

Retomada - “Já temos 27 obras com previsão de retomada e agora o grupo que formamos vai se concentrar em avaliar a questão orçamentária e jurídica de cada uma e estabelecer um cronograma de trabalho para a conclusão”, acrescenta.

 

Relatório preliminar - Outra missão será ampliar o relatório preliminar, que se concentrou apenas em obras acima de R$ 1,5 milhão. “O governo quer ter uma visão real de tudo que está parado, conhecer a situação de cada um desses projetos”, adianta o presidente do grupo de trabalho, João Augusto Branco Cobra, assessor especial da Casa Civil.

 

Necessidades - Segundo ele, o trabalho multidisciplinar do grupo vai permitir que profissionais e ferramentas das diversas secretarias e órgãos do Estado possam suprir a necessidade de outros, a fim de que as atividades essenciais para a continuidade das obras sejam realizadas de forma mais rápida e com menor custo.

 

Integrantes - Fazem parte do grupo de trabalho representantes da Casa Civil; Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec); Fundepar; Paraná Edificações; Paranacidade; Departamento de |Estradas de Rodagem (DER/PR); Secretaria da Infraestrutura e Logística; Secretaria da Justiça, Família e Trabalho; Secretaria da Segurança Pública, Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas e Secretaria da Fazenda. Copel e Sanepar, que também estão listadas no relatório inicial de obras paralisadas, farão seu planejamento de retomada individualizado. (Agência de Notícias do Paraná)

FOCUS: Previsão de crescimento do PIB cai pela 15ª vez seguida e fica em 1%

focus 10 06 2019A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia neste ano chegou a 1%, após 15 reduções consecutivas. É o que mostra o boletim Focus, resultado de pesquisa do Banco Central (BC) a instituições financeiras, divulgado às segundas-feiras.

PIB - A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - desta vez foi reduzida de 1,13% para 1%.

Maior em 2020 - A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020, entretanto, a previsão para o próximo ano foi reduzida de 2,50% para 2,23%. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação - A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 4,03% para 3,89% este ano, foi mantida em 4% para 2020 e em 3,75% para 2021 e 2022.

IPCA - Na última sexta-feira (07/06), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou em maio, ao variar 0,13%, 0,44 ponto percentual abaixo da taxa de abril (0,57%). Esse foi o menor resultado para maio desde 2006 (0,10%). A variação acumulada no ano ficou em 2,22% e em 12 meses chegou a 4,66%.

CMN - A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Centro - A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

2021 - Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa básica de juros - Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,50% ao ano até o fim de 2019.

Projeção - Para o fim de 2020, a projeção caiu de 7,25% ao ano para 7%. Para o fim de 2021, a previsão passou de 8% ao ano para 7,50% e para o final de 2022, segue em 7,50% ao ano.

Selic - A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Alterações suficientes - A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Tendência - Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Demanda aquecida - Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar - A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no fim de 2019 e de 2020. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA I: Investimentos crescem 0,5% em abril

 

economia I 10 06 2019Os investimentos aumentaram 0,5% em abril, na comparação com o mês anterior. É o que mostra o Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), na série com ajuste sazonal.

 

Comparação - Na comparação com o mesmo mês do ano passado, porém, houve queda de 0,9%. No acumulado em 12 meses, os investimentos desaceleraram, com a taxa de crescimento passando de 3,7% em março para 2,7% em abril.

 

PIB - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) explica que o FBCF é um dos componentes do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Esse indicador mostra o quanto as empresas aumentaram a capacidade produtiva e se os empresários estão confiantes no futuro.

 

Construção civil - Segundo o Ipea, o item construção civil foi o destaque positivo, com crescimento de 1% em abril em relação ao mês de março deste ano. Ainda assim, o setor encerrou o trimestre terminado em abril com retração de 0,7% em relação ao período imediatamente anterior.

 

Máquinas e equipamentos - O consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à produção interna, descontadas as exportações e acrescidas as importações – avançou 0,3%. O terceiro componente da FBCF, classificado como “outros ativos fixos”, também contribuiu positivamente para o desempenho dos investimentos em abril, registrando avanço de 0,5%.

 

Disseminado - De acordo o Ipea, quando comparado a abril de 2018, o fraco desempenho da FBCF foi disseminado. Com exceção do componente outros ativos fixos, que cresceu 6,4%, todos os demais registraram variação negativa. Tanto o Came quanto a construção civil recuaram 2,1% em relação a abril do ano passado. (Agência Brasil)

 

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ECONOMIA II: Campanha para divulgação do novo cadastro positivo começa nestas segunda

 

economia II 10 06 2019Nesta segunda-feira (10/06) começa a campanha nacional para divulgação do cadastro positivo. Os comerciais institucionais serão veiculados por um mês em TVs e rádio para esclarecer a população sobre o funcionamento do sistema. A campanha será promovida pela Associação Nacional dos Bureaus de Crédito.

 

Lei - A lei que institui o novo cadastro foi sancionada em abril. O banco de dados que apresenta uma avaliação de risco de pessoas físicas e empresas para contrair empréstimos existe desde 2011. No entanto, com a nova legislação, a adesão passa ser automática, enquanto até o momento era voluntária. O sistema será operado por instituições autorizadas pelo Banco Central.

 

Estimativa - A estimativa é que, com a mudança, o serviço passe de 6 milhões de cadastros para até 130 milhões. Cada consumidor terá uma nota elaborada a partir do histórico de pagamentos de contas e dívidas. Com isso, pessoas e empresas bem avaliadas poderão ter acesso facilitado a crédito e, eventualmente, com taxas menores.

 

No ar - A campanha informativa ficará no ar até o dia 9 de julho. Depois dessa data, todos os consumidores serão incluídos automaticamente no sistema, porém, será possível fazer um pedido de exclusão em qualquer momento. As informações sobre o histórico de pagamento de pessoas físicas e empresas só poderão ser usadas para a avaliação para concessão de crédito.

 

Composição - Na composição da nota atribuída aos consumidores não serão incluídos elementos relacionados à origem social, etnia, saúde, informações genéticas, sexo, e convicções políticas, religiosas e filosóficas.

 

Inadimplência - De acordo com o Banco Mundial, a nova lei pode reduzir em até 45% a inadimplência no país, que atualmente atinge mais de 60 milhões de pessoas. (Agência Brasil)

 

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MERCADO I: Brasil e México querem ampliar comércio bilateral

 

mercado I 10 06 2019O Brasil e o México concordaram em avançar nas negociações para ampliar o comércio bilateral, informaram na sexta-feira (07/06) os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores. Em negociação conjunta, os dois países concordaram em revisar dois acordos comerciais para aumentar as trocas bilaterais.

 

Primeiro acordo - O primeiro acordo a ser revisto será o que estabeleceu preferências tarifárias a cerca de 800 produtos, assinado em setembro de 2002. O segundo acordo, assinado entre o Mercosul e o México, trata sobre o comércio automotivo. O documento também foi firmado em setembro de 2002, mas foi revisto no fim de 2012 para incluir quotas anuais de importação de veículos com tarifa zero.

 

Fim de maio - As reuniões ocorreram no fim de maio, mas só foram divulgadas na sexta pelos dois ministérios.

 

Delegação - A delegação brasileira foi chefiada pelo secretário de Negociações Bilaterais e Regionais nas Américas do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Pedro Miguel da Costa e Silva, e pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz. A delegação mexicana foi chefiada pela subsecretária de Comércio Exterior da Secretaria de Economia, Luz María de la Mora. (Agência Brasil)

MERCADO II: País tem 35 acordos internacionais fechados que não saem do papel por burocracia

 

mercado II 10 06 2019O Brasil tem hoje uma fila de 35 acordos já negociados e assinados com outros países, mas que ainda aguardam a burocracia andar para que possam entrar em vigor. As empresas brasileiras, por exemplo, já poderiam disputar licitações para compras dos governos de Argentina, Paraguai e Uruguai – um mercado potencial de US$ 80 bilhões.

 

Regras - Mas, apesar de um pacto nesse sentido já ter sido firmado com os vizinhos, as regras não entraram em vigor. Os brasileiros também já poderiam estar livres de pagar a tarifa de “roaming” ao usar o celular no Chile. O acerto que permitirá tal vantagem, no entanto, ainda não foi validado. 

 

Acelerar - O governo vem tentando acelerar a assinatura de novos tratados. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta semana que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia deve ser firmado “em três ou quatro semanas”.

 

Canadá - Há outros em negociação, como o de livre-comércio com o Canadá. É um esforço para promover a abertura comercial do País, considerado muito fechado. 

 

Dificuldade - Mas o “estoque” atual de 35 acordos, compilados pela secretaria executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), indica que o problema não está somente na dificuldade em fechar novos tratados.

 

Trâmites - Após assinado, cada acordo tem de percorrer um longo caminho em Brasília. A primeira etapa ocorre no Executivo, responsável pela negociação com o outro país. Após assinado, o acordo é enviado ao Congresso. Lá, passa por comissões e pelo plenário das duas Casas.

 

Decreto presidencial - Se aprovado, é devolvido ao Executivo para que seja publicado um decreto presidencial. É a partir desse momento que as novas regras começam a valer.

 

Constituição - O vaivém entre os Poderes é uma exigência da Constituição, que determina que o Congresso aprecie o mérito do acordo. O problema é que tanto o Legislativo quanto o Executivo têm demorado muito tempo para cumprir sua parte no processo.

 

Quatro anos - Em média, são quase quatro anos e meio entre a assinatura do acordo e sua entrada em vigor, indica estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que analisou 19 acordos considerados como de maior impacto econômico da lista de 35 monitorados pelo governo.

 

Mais penoso - A morosidade para a validação de acordos é uma dificuldade antiga, mas nos últimos anos novos trâmites burocráticos tornaram o processo mais penoso, segundo representantes do empresariado e integrantes do governo ouvidos pelo Estado.

 

Manifestação jurídica - Desde o governo Dilma Rousseff, a Casa Civil passou a solicitar a manifestação jurídica dos ministérios afetados pelo acordo antes de enviá-lo ao Congresso.

 

Formalização - Em muitos casos, uma nova manifestação é exigida quando o texto retorna do Legislativo. No governo de Michel Temer, um decreto acabou formalizando essa praxe.

 

Itamaraty - Ocorre que, ao costurar um acordo, o Itamaraty já ouve os ministérios. Segundo a secretaria executiva da Camex, o objetivo da nova consulta antes do envio ao Congresso é garantir que todos os órgãos se manifestem.

 

Principal gargalo - A Camex admite, porém, que essa etapa constitui hoje o principal gargalo para a tramitação dos atos internacionais. 

 

Avançado - Para Diego Bonomo, gerente executivo de Assuntos Internacionais da CNI, o processo de inserção internacional do País poderia estar muito mais avançado não fosse a burocracia. “Gastamos muita energia para negociar novos acordos, mas passamos a ter um problema muito maior quando finalmente os assinamos.”

 

Acordo com o Chile está parado há seis meses - A morosidade do Executivo está emperrando, por exemplo, o acordo de livre-comércio com o Chile, considerado um dos mais modernos e abrangentes já firmados pelo Brasil.

 

Seis meses - Negociado em menos de sete meses, um prazo recorde, está há seis parado no Planalto à espera da manifestação final dos ministérios para ser enviado ao Congresso. 

 

Redução de tarifas - Além da redução de tarifas para setores importantes para o Brasil, como o de carnes, o acerto com os chilenos traz medidas para reduzir o tempo de exportação e importação de produtos e facilidades como o fim do roaming em ligações para viajantes brasileiros.

 

África - Acordos de investimentos firmados pelo Brasil com os países africanos Malauí e Moçambique estão há quatro anos na fila de espera. Assinados em 2015, foram aprovados pelo Congresso em maio de 2017. Dois anos depois, ainda aguardam o decreto presidencial para que possam começar a valer.

 

Segurança - Quando entrarem em vigor, darão segurança a investimentos de US$ 5 bilhões feitos por empresas brasileiras em projetos de mineração nos dois países. (O Estado de S.Paulo)

OIT: Conferência internacional da Organização discute futuro do trabalho

 

oit 10 06 2019No ano em que comemora 100 anos de sua criação, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) realiza, a partir desta segunda-feira (10/06), sua 108ª conferência, em Genebra (Suíça). A expectativa da entidade é reunir mais de 5 mil participantes credenciados em todo o mundo até o próximo dia 21.

 

Oportunidade - Promovida anualmente pela agência multilateral da Organização das Nações Unidas (ONU), a Conferência Internacional do Trabalho é uma oportunidade de representantes dos Estados-Membros discutirem os futuros desafios do trabalho, tentando antecipar problemas e encontrar soluções.  

 

Representantes - Cada Estado-Membro é representado por dois delegados do governo, um delegado de empregadores e um de trabalhadores, além dos respectivos assessores. Os delegados de empregadores e trabalhadores são nomeados pelas organizações nacionais mais representativas e têm direito a voto. Membros de organizações internacionais e não governamentais (ongs) também podem participar como observadores do evento, não tendo direito à fala ou a voto.

 

Delegação brasileira - A delegação brasileira contará com representantes da Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia e do Itamaraty; de todas as centrais sindicais de trabalhadores e de confederações de empregadores. A comitiva governamental será chefiada pelo secretário de Trabalho, Bruno Dalcolmo. A empresarial será coordenada pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro (CNF), e a dos sindicatos de trabalhadores, pela Força Sindical.  

 

Questões sociais e trabalhistas - Considerado um fórum onde questões sociais e trabalhistas de importância para o mundo inteiro são debatidas, a conferência é um espaço para a proposição da elaboração e adoção de normas internacionais de trabalho. Seus membros também supervisionam a implementação de convenções e recomendações em nível nacional e vota resoluções que fornecem orientação para a política geral e atividades futuras da OIT.

 

Comissões - Entre as várias comissões que discutirão temas diversos, a de Aplicação de Normas (responsável por fiscalizar que os Estados-Membros implementem as convenções e recomendações ratificadas) voltará a analisar a denúncia de que a chamada Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) fere a Convenção 98 da agência multilateral da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual o Brasil é signatário. (Agência Brasil)


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