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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4593 | 07 de Junho de 2019

SUESPAR: Produtos de varejo das cooperativas do Paraná estarão em exposição no evento

suespar 07 06 2019Uma das novidades deste ano do Simpósio das Unimeds do Estado do Paraná (Suespar) será a exposição de produtos de varejo processados pelas cooperativas agropecuárias paranaenses no Mercadinho Coop. Lá, os participantes do evento vão poder conferir itens como óleo de soja, sucos, cafés, laticínios, farinha de trigo, entre outros. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Unimed Paraná, promotora do Suespar, com os Sistemas Ocepar e OCB e tem o objetivo de mostrar a força da agroindústria cooperativista no Estado.

O Simpósio - O Suespar ocorre de 13 a 16 de junho, no Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu. Trata-se da 27ª edição do Simpósio, que terá como tema “O cliente no centro da estratégia”. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobilie, participam da abertura. De acordo com os organizadores, o Suespar nasceu com o intuito de reunir as Unimeds para a discussão de questões em comum, composição de soluções, troca de experiências e implementação do desenvolvimento de suas equipes. Todos os anos, aproximadamente mil pessoas, entre colaboradores, médicos cooperados e dirigentes das Unimeds, e grandes líderes – nacionais e internacionais – do setor de saúde e do cenário político, econômico e empresarial, prestigiam o evento.

Programação - A programação é dividida em plenárias, oficinas e mini eventos. Há ainda a Feira de Negócios, onde estará montado o Mercadinho Coop. Clique aqui para mais informações sobre o 27º Suespar

 

EBPC: Inscrições de pesquisadores encerram nesta sexta

 

ebpc 07 06 2019Pesquisador, se o foco de seu trabalho é o cooperativismo, corra para inscrever seu material. Ele pode ser um dos escolhidos para ser apresentado durante a quinta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). O prazo para garantir a participação na seleção termina nesta sexta-feira (07/06). Basta acessar o site do evento e seguir o passo-a-passo.

 

Três artigos - Cada autor pode participar com até três artigos, sendo que cada um dos materiais pode ter no máximo cinco escritores. Os autores selecionados virão à Brasília com todas as despesas pagas para mostrar que teoria e prática podem caminhar de mãos dadas. O encontro ocorrerá em Brasília, entre 9 e 11 de outubro de 2019, e o tema norteador será Negócios sustentáveis em cenários de transformação. A previsão é de que o resultado da seleção seja divulgado no dia 16 de agosto.

 

Eixos - Vale destacar que serão considerados válidos os trabalhos que estejam correlacionados com pelo menos um dos seguintes eixos: Identidade e Cenário Jurídico; Educação e Aprendizagem; Governança, Gestão e Inovação; Capital, Finanças e Desempenho; Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais.

 

Objetivo - O EBPC tem por objetivos: estimular o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas sobre as cooperativas e contribuir com o crescimento do setor e, consequentemente, do país. Leia mais (Informe OCB)

 

UNIUM: Moinho Herança Holandesa completa cinco anos de atuação

 

unium 07 06 2019Inaugurado em junho de 2014, o moinho Herança Holandesa se destaca por sempre obter resultados positivos, mesmo com a instabilidade do mercado. Parte da intercooperação Unium, no início, a unidade industrial trabalhava com apenas 10% da capacidade produtiva, que era de 400 toneladas por dia. “Levou um tempo até conseguir entrar no mercado. No segundo ano, passamos a operar com 85% da capacidade, e aumentamos até chegar em 95%, no ano de 2018”, conta o gerente de negócios industriais, Estefano Stemmer Junior.

 

Investimento - No mesmo ano, o moinho fez um investimento de cerca de R$ 10 milhões em equipamentos de alta tecnologia para trabalhar com farinhas domésticas e pré-misturas, de 1 e 5 kg, para atender o mercado regional. “Descobrimos um mercado diferente e nos especializados. Hoje, fazemos essas farinhas para grandes marcas”, explica o gerente. Entre os parceiros comerciais, estão Wickbold, DoceD'ocê, Pitlak, Santa Massa, Gold Pão, Vilma Alimentos, Nissin, Selmi, Santa Amália, Romariz, Nestlé, Jasmine Alimentos, Marvi, Rações Batavo, Castrolanda, Capal e Nutrialfa.

 

Colaboradores - Atualmente, aproximadamente 70 colaboradores fazem parte do moinho, que concentra sua venda nos estados de São Paulo e Paraná. “Buscamos encontrar nichos de mercados específicos para produzir e oferecer nossos produtos. O que todo mundo faz não se destaca e precisamos desse diferencial para sermos reconhecidos. Temos toda a cadeia de valor do trigo na mão, com a produção de sementes, produção agrícola a nível de campo, e isso agrega valor”, explica Estefano. Rio de Janeiro e Minas Gerais também surgiram na lista dos estados explorados pelo moinho.

 

Certificação - A certificação ISO 22000:2005, que atesta que a planta industrial é livre de contaminantes físicos, químicos e biológicos, faz parte da história do moinho. “Todas as nossas etapas de produção são monitoradas, desde a armazenagem de matéria-prima até os produtos finais. Temos um controle de qualidade rigoroso em nossa planta”, afirma Estefano.

 

Números - Em 2018, foram moídos cerca de 120 mil toneladas de trigo, que geraram um faturamento de R$ 137,8 milhões.”Esperamos chegar a 135 mil toneladas em 2019, e aumentar significativamente nossa receita”, diz o gerente.

 

Sobre a Unium - A Unium é a marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal e representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. As marcas reunidas pela Unium são reconhecidas pela qualidade e excelência, e entre elas está a Alegra. A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22.000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

 

COCAMAR: Cooperativa quer intensificar uso de aplicativo entre os cooperados

 

cocamar 07 06 2019Colaboradores de todas as unidades da Cocamar, nos Estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, estão sendo preparados para que estimulem e orientem os produtores cooperados, de suas regiões, a adotarem rotineiramente o uso do aplicativo Cocamar, que pode ser baixado por meio das plataformas Google Play ou APP Store.

 

Baixar - “A ideia é potencializar o uso do aplicativo, que traz muitas facilidades aos cooperados”, explica o analista de processos de TI da cooperativa, Carlos Grigio. Sabendo-se de antemão que muitos dos produtores ainda não têm familiaridade com os recursos oferecidos pelos smartphones, os colaboradores que fazem o atendimento se dispõem a baixar o aplicativo para eles e passar-lhes algumas noções básicas para que percebam o quanto é prático manuseá-lo e fazer negócios.

 

Fixar e se informar - Por meio de seus telefones, por exemplo, eles podem efetuar a comercialização de sua produção, obter extratos, ter acesso ao diário do produtor - acompanhando o andamento da safra regional com imagens e dados em tempo real -, inteirar-se das notícias da cooperativa e do setor e participar dos classificados, em que podem colocar bens à venda ou prospectar oportunidades. “Com isso o produtor otimiza a sua visita nas unidades”, acrescenta o analista.  

 

Segunda casa - O gerente executivo de Unidades, Leandro Cezar Teixeira, observa que “é muito importante o cooperado continuar frequentando a unidade, até porque ela é considerada a sua segunda casa. O aplicativo está sendo oferecido para que ele tenha mais comodidade ao relacionar-se com a cooperativa”. 

 

Relançado - Com uma nova reconfiguração, o aplicativo foi relançado no início deste ano durante a Safratec, a feira de inovação tecnológica promovida pela Cocamar em Floresta, região de Maringá (PR). São 14,5 mil cooperados que produzem soja, milho, trigo, café e lidam com a atividade pecuária. (Imprensa Cocamar)

 

FOTO: Pixabay

 

SICREDI CAMPOS GERAIS: Agência é inaugurada no Jockey Plaza Shopping, em Curitiba

 

Para ampliar ainda mais a presença na capital paranaense, o Sicredi - instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados - inaugurou na terça-feira (04/06) nova agência, desta vez no Jockey Plaza Shopping, localizado no Tarumã, o empreendimento é o maior do Sul do Brasil. Somente em 2019, a Sicredi Campos Gerais PR/SP dobrou seus pontos de atendimento em Curitiba, de quatro para oito, investindo cerca de R$ 7 milhões.

 

Expansão - “Com foco na nossa constante expansão e aproximação com a comunidade de Curitiba, apostamos neste projeto e somos a única instituição financeira atuando no Jockey Plaza Shopping. É um grande avanço para o Sicredi, poder oferecer soluções financeiras com o diferencial da modelagem de atendimento cooperativo”, comenta o presidente da Sicredi Campos Gerais PR/SP, Popke Ferdinand Van Der Vinne.

 

Ambientação - Com 175 m² de área construída, a nova agência segue o conceito de ambientação arquitetônica do Sicredi, e busca atrair novos associados valorizando ainda mais um dos seus diferenciais: o relacionamento.

 

Quarta agência na capital - Essa é a quarta agência inaugurada pela Sicredi Campos Gerais PR/SP na capital paranaense, em 2019. A cooperativa segue em expansão na região e, ainda em junho, prevê abrir novo ponto de atendimento no Alto Maracanã, terceira agência do Sicredi em Colombo, região metropolitana de Curitiba. 

 

Serviços financeiros - “Qualquer pessoa, física ou jurídica, pode se tornar um associado. Oferecemos os mesmos serviços financeiros de um banco tradicional com o grande diferencial que, no Sicredi, os associados são os donos do negócio e participam ativamente da gestão, das decisões durante as assembleias, bem como dos resultados, onde parte do lucro é distribuído entre os sócios proporcionalmente à sua movimentação. Nosso principal objetivo é oferecer as melhores soluções financeiras para agregar renda e contribuir com a qualidade de vida do nosso associado”, finaliza o presidente.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Campos Gerais PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB TRÊS FRONTEIRAS I: Colaboradores ministram palestras para crianças e adultos na Semana de Educação Financeira

 

sicoob tres fronteiras I 07 06 2019Durante a 6ª Semana Nacional de Educação Financeira, colaboradores da agência do Sicoob Três Fronteiras em Missal, estimularam iniciativas a favor das comunidades e dos cooperados. A equipe se engajou para compartilhar conhecimentos sobre a importância da conscientização em relação ao dinheiro com públicos de todas as idades.

 

Visita técnica - Por meio de uma parceria com a Escola Municipal Novo Milênio, alunos do quarto ano foram à agência para fazer uma visita técnica e participar de uma palestra interativa sobre de educação financeira.

 

Laticínios - A equipe de colaboradores voluntários do Instituto Sicoob também levou o tema educação financeira para além das paredes da agência, em uma palestra para funcionários do Laticínios Costa, empresa cooperada.

 

Conhecimentos - “Gostei muito de participar da palestra e vou compartilhar o conhecimento que adquiri com meus familiares e amigos. Também quero me associar ao Sicoob”, destacou um dos funcionários do Laticínios, Douglas William Junges.

 

Sementes - Segundo a gerente da agência de Missal, Lislaine Abreu, ações como essas são como sementes lançadas em terra fértil. “Se cultivadas e semeadas com dedicação, comprometimento e informação elas darão frutos representados por cidadãos e cooperados mais conscientes e preparados financeiramente”, afirmou. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS II: Parceiro na realização do Workshop de Gestão e Liderança, em Missal

 

sicoob tres fronteiras II 07 06 2019Empresários de Missal e região, no Oeste do Paraná, participaram de um mini workshop de Gestão e Liderança, promovido pela Associação Comercial de Missal (Acimi), em parceria com o Sicoob Três Fronteiras. A capacitação ocorreu nesta quinta-feira (06/06), na nova sede da associação.

 

Experiência - O tema, que está em alta nos ambientes corporativos, foi pensado para agregar no dia a dia das empresas a partir da experiência e vivência da Master Coach de Negócios, Lays Amaral, e a empresária, Margarete Caovilla.

 

Tema - Na ocasião, Lays abordou o tema “Você no controle da sua vida e do seu negócio”. Já Margarete fez uma reflexão sobre as atitudes necessárias para lidar com o momento atual, em que profissionais de várias gerações estão ocupando o mesmo espaço, a partir da pergunta “5 gerações juntas, e agora?”.

 

Planejamento - Segundo a gerente do Sicoob em Missal, Lislaine Abreu, o planejamento de ações em parceria com a Acimi é feito anualmente para surpreender dos associados de ambas as instituições. “Este ano nós pensamos em ‘sair da caixa’ para oferecer eventos que vão além da saúde financeira do empresário e da empresa”, disse a gerente.

 

Primeira ação - A primeira ação promovida por meio da parceria aconteceu no mês de fevereiro com foco na equipe dos empresários. Foram dois dias focados na educação e conscientização sobre as finanças dos funcionários levando em conta suas motivações e necessidades.

 

Maior proximidade - “Para nós do Sicoob, essas ações trazem maior proximidade com os empresários e nos fazem cumprir nosso propósito de humanizar as relações financeiras e a missão de contribuir com o desenvolvimento da nossa comunidade”, finalizou Lislaine. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB MERIDIONAL: Colaboradores participam do Dia do Desafio

 

sicoob meridional 07 06 2019No dia 29 de maio, o Sicoob Meridional participou do Dia do Desafio, uma disputa entre cidades para estimular a adoção de hábitos mais saudáveis. A ação faz parte das atividades do programa de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC), que tem como objetivo promover o bem-estar e qualidade de vida entre os colaboradores.

 

Atividades - Com apoio dos felicitadores, os colaboradores da Unidade Administrativa e das agências realizaram 15 minutos de atividade física, como alongamento e caminhada. Depois, todos registraram a participação pelo site ou pelo telefone do Sesc para concorrer com outras instituições.

 

Saúde física e mental - Segundo o assistente de Crédito, Luiz Felipe Cameran, além de incentivar a prática regular de atividades, a ação gera benefícios para a saúde física e mental. “Os 15 minutos separados neste dia, possuíram finalidades simples e objetivas, entre elas reeducação postural, alívio do estresse, diminuição do sedentarismo e melhora na disposição do colaborador”, explica.

 

Sobre o Dia do Desafio - É uma campanha mundial de incentivo à prática de atividades físicas em benefício da saúde e do bem-estar. O objetivo é mobilizar o maior número de participantes em várias cidades. A disputa é realizada entre municípios do mesmo porte que exercitam a integração, a criatividade, a liderança e o espírito comunitário por meio da atividade física. Toda a população pode participar. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIPRIME NORTE DO PR: Cooperativa parcela crédito imobiliário em até 300 meses

 

uniprime norte pr 07 06 2019De acordo com uma pesquisa recente realizada pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), a casa própria é o segundo maior sonho do brasileiro (39%), ficando atrás apenas da compra de um carro novo (41%). A consolidação desse desejo, no entanto, costuma esbarrar em um item capaz de tirar o sono de muita gente: o crédito imobiliário.

 

Financiamento - É aí que as instituições financeiras entram em cena para efetuar o financiamento, que consiste no pagamento integral da quantia acertada entre comprador e o vendedor. E a dor de cabeça de quem precisa do empréstimo fica por conta dos juros e do alto valor da parcela, itens que muitas vezes inviabilizam a compra.

 

Linhas de crédito - Pensando em tudo isso, a Uniprime possui duas linhas de crédito: uma para quem quer comprar um imóvel e outra para quem deseja construir, ambas destinadas para imóveis residenciais, comerciais e terrenos. 

 

Prazo de pagamento - "Ao contratar o crédito, na Uniprime o cooperado tem até 300 meses para pagar. Além disso, pode financiar até 90% do valor avaliado", explica Geraldo Nazareno Martini, Gerente da Agência Uniprime Maringá. 

 

Retorno - Além de oferecer agilidade na aprovação do crédito e flexibilidade na amortização das parcelas, outro grande benefício que vale a pena destacar é o retorno de parte dos juros pagos na distribuição das sobras. (Imprensa Uniprime Norte do Paraná)

 

FOTO: Pixabay

 

 

UNIMED LONDRINA: Diretor da Unimed Paraná realiza palestra para cooperados, em Londrina

 

O diretor de Mercado e Comunicação da Unimed Paraná, o médico Alexandre Gustavo Bley, realizou, na última quarta-feira (05/06), na Unimed Londrina, uma palestra sobre o mercado da saúde suplementar e os impactos no Sistema Unimed e na medicina.

 

Qualidades - No evento, o diretor reforçou as qualidades do Sistema Unimed, sua presença no mercado e as vantagens de ser uma cooperativa.

 

Situação - Ele também discorreu sobre a situação do mercado de saúde suplementar no Brasil, apresentando a verticalização do negócio em algumas operadoras concorrentes e como o desempenho delas impacta no diferencial Unimed. Bley ainda comentou a entrada de capital estrangeiro em outras operadoras e a pressão do órgão regulador na saúde suplementar.

 

Gestão inteligente - O diretor da Federação Paranaense também discutiu a importância de uma gestão inteligente do custo assistencial da cooperativa para melhorar o pagamento ao cooperado. Ele aproveitou para falar das tecnologias que interferem ou irão interferir na medicina e como utilizá-las a seu favor, além fazer um panorama sobre a formação do profissional no país e no mundo atualmente.

 

Reflexão - No fim da palestra, Bley estimulou que os cooperados repensassem o papel de sócio e a forma como veem a cooperativa.

 

Unimed Participe - A palestra do diretor integrou o Unimed Participe, iniciativa da Unimed Londrina realizada todos os meses para os médicos cooperados da singular, sediada em Londrina, Norte do Paraná. (Imprensa Unimed Londrina)

 

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AGRONEGÓCIO: Ministério da Agricultura adia anúncio do Plano Safra

agricultura 07 06 2019O governo não vai mais anunciar o Plano Safra 2019/20 no dia 12, como havia agendado. Como o Congresso ainda não aprovou o projeto de lei que libera um crédito extra no Orçamento deste ano para pagamento de subsídios e benefícios sociais como Previdência e Bolsa Família ("regra de ouro"), os planos do Ministério da Agricultura foram comprometidos.

Nova data - O secretário de Política Agrícola do ministério, Eduardo Sampaio, disse ao Valor que ainda não há uma nova data prevista para o anúncio. Ela só será definida após a aprovação definitiva do PLN 4. Caso o Congresso aprove o projeto de lei na terça-feira, a previsão é que o Plano Safra seja lançado na semana seguinte.

Previsão - A previsão era que o projeto fosse aprovado ainda nesta quarta-feira (05/06) tanto na Comissão Mista de Orçamento (CMO) como em sessão conjunta do Congresso. No entanto, a oposição pediu vistas na comissão e tornou ainda mais incerta a aprovação do PLN4.

Primeira vez - É a primeira vez que o tradicional pacote de crédito a juros controlados voltado aos agricultores depende de uma autorização do Congresso para ser lançado, dizem técnicos do Ministério da Agricultura. Ocorre que o Plano Safra precisa de orçamento para gastos de equalização das taxas de juros de diversas linhas, que a Agricultura quer manter em torno de R$ 10 bilhões, como na atual safra 2018/19.

Parte - Uma fonte da equipe econômica explicou que, na pior das hipóteses, caso o Congresso demore mais ainda para aprovar o PLN4, uma alternativa será lançar apenas parte do plano, já que nem todo o volume de crédito com recursos controlados é subsidiado. No entanto, seria um "plano capenga", alerta a fonte.

Acerto - "Acertei com a ministra Tereza Cristina ontem à noite que não daria mais para lançarmos o Plano Safra na semana que vem", disse Sampaio. "O ideal seria que o produtor não tivesse a incerteza de datas todo ano ou dependesse cada vez menos do Plano Safra. Hoje, um terço da necessidade de financiamento do setor vem do Plano Safra, mas o ideal é que fosse 20% ou 15%", afirmou. (Valor Econômico)

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Finanças autoriza banco privado a operar com equalização de juros no crédito rural

 

camara deputados 07 06 2019A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (05/06) projeto de lei que permite aos bancos privados conceder subvenção econômica nas operações de crédito rural, na modalidade de equalização de taxas de juros e outros encargos financeiros. Pela proposta, as confederações de cooperativas de crédito também poderão conceder o benefício.

 

Autoria - O Projeto de Lei 7740/17 é de autoria do deputado Covatti Filho (PP-RS) e recebeu parecer favorável do deputado Celso Maldaner (MDB-SC).

 

Semelhante - A versão aprovada é semelhante ao texto que saiu da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. A única diferença é a inclusão das agências de fomento entre as instituições financeiras autorizadas a operar a equalização da taxa de juros no crédito rural. A inclusão foi sugerida pelo deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA).

 

Lei - Atualmente, a lei que trata de subvenção econômica nas operações de crédito rural (Lei 8.427/92) permite a operação apenas por bancos públicos federais e cooperativos.

 

Diferença - Por meio da equalização, o governo cobre a diferença entre a taxa de juros cobrada pelo banco emprestador e a taxa efetivamente paga pelo produtor. Quem paga a diferença ao banco é o Tesouro Nacional. A equalização é um subsídio federal que visa tornar o crédito rural mais barato.

 

Importância - Maldaner destacou a importância do projeto. “A proposição busca universalizar o benefício da equalização da taxa de juros, de forma a estimular maior competitividade entre os agentes financeiros”, disse. Para ele, a atuação de novos atores “contribuirá para a redução do custo unitário da subvenção”.

 

Leilões - O texto aprovado estabelece ainda a adoção de leilões públicos para a definição do montante de subvenção a que cada agente financeiro terá direito. O objetivo é reduzir os custos ao Tesouro Nacional e conferir mais transparência ao processo. “Hoje, a equalização é calculada separadamente para cada agente financeiro, o que é um processo burocrático e de pouca transparência”, disse Maldaner.

 

Tramitação - O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara)

 

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Exportação de suínos cresce 73% e pode aumentar no 2º semestre

 

comercio exterior I 07 06 2019O Paraná exportou 11,1 mil toneladas de suínos para o mundo em abril, com valor de US$ 23 milhões. Esse volume representa crescimento de 73,3% em peso acumulado, em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

 

Segundo maior produtor - O Estado é o segundo maior produtor e o terceiro maior exportador de suínos do Brasil. Esse salto no mercado internacional em abril ajudou a engordar também os índices nacionais. Em abril de 2019, o Brasil exportou 57,2 mil toneladas e US$ 118,7 milhões, crescimento de 44,8% e 47,8%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2018.

 

Quatro meses - O saldo acumulado das exportações do ano (janeiro a abril) no Estado também é superior em relação ao primeiro quadrimestre de 2018, com crescimento de 10,7%, salto de cerca de 3,4 milhões de toneladas. Os maiores compradores do ano foram Hong Kong, Uruguai, Cingapura, Argentina e África do Sul. Os países asiáticos consomem mais de 50% da cadeia produtiva da suinocultura paranaense.

 

Momento positivo - O técnico do Deral, Edmar Wardensk Gervásio, diz que os números apontam para um momento positivo depois de um primeiro trimestre apenas regular. “O mercado se abriu um pouco mais com a crise da peste suína em países asiáticos, e o Paraná, com o crescimento acumulado do quadrimestre, mostra que pode crescer ainda mais na segunda metade do ano”, afirmou.

 

Números nacionais - Esse momento positivo leva em conta também os números nacionais já divulgados. O Brasil embarcou 58,1 mil toneladas de suínos em maio, aumento de 35% comparativamente a 2018, o que deve se refletir em novo crescimento do Paraná – o balanço oficial regional só será apresentado na segunda quinzena deste mês.

 

Indústria - O secretário de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, ressalta que há um esforço da indústria paranaense em aumentar a produção de frangos e suínos nos próximos meses. Ele disse que esse movimento de curto prazo tem a ver fundamentalmente com a questão sanitária da China.

 

Problema sanitário - “Com o problema sanitário da China, o setor de frango pode crescer em torno de 10% no Paraná e o setor de suínos em torno de 20% neste ano. Temos frigoríficos com capacidade para triplicar a produção”, destacou. “O mercado de suínos teve um 2018 fraco, com preços ruins, e agora houve uma inversão positiva. Estamos aproveitando essa oportunidade porque temos qualidade e capacidade de produzir”.

 

Abate na China - Para Luiz Eliezer Ferreira, economista do Departamento Técnico e Econômico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), as estimativas internacionais apontam para o abate de 30% do rebanho chinês em função da peste suína. O país é o principal mercado consumidor de suínos do mundo.

 

Meses anteriores - “Os resultados dos meses anteriores não foram melhores do que o ano passado, mas houve um boom em abril em função da peste. Isso gerou uma janela de oportunidade para outros grandes países produtores como o Brasil, então há mesmo uma perspectiva de aumento nas exportações para os próximos meses”, reforçou.

 

Novo ciclo - Norberto Ortigara disse que o Paraná tem a pretensão de ampliar muito a sua produção e presença no mundo a partir do selo de área livre de febre aftosa. “Não à toa que o Estado e o setor privado fazem esse movimento para encerrar a vacinação contra febre aftosa nos bovinos e búfalos. A vacinação do rebanho bovino ainda inibe a presença dos suínos paranaenses no mundo. Estamos fora de 65% do mercado mundial de carne suína”, afirmou.

 

Incremento - O secretário vislumbra a possibilidade de incremento de 80% da produção suína nos próximos cinco a sete anos com o fim da vacinação, com ganho de preço e volume. O reconhecimento junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deve acontecer em 2021. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Embarque recorde destaca eficiência do Porto de Paranaguá

 

comercio exterior II 07 06 2019O carregamento recorde de 90 mil toneladas de farelo de soja em um único navio graneleiro no Porto de Paranaguá se destaca pelo volume expressivo, mas também por reafirmar a capacidade operacional do Corredor de Exportação do porto paranaense.

 

Estrutura marítima - O diretor de Operações dos Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, disse que um dos fatores que permitem ao terminal paranaense fazer uma operação deste porte é a estrutura marítima. "Damos total condição de segurança para operações e movimentações de embarcações deste porte", afirma.

 

Corredor de Exportação - Outro diferencial, segundo ele, é a configuração do Corredor de Exportação - não apenas pela capacidade técnica e operacional dos equipamentos de carregamento, localizados no cais, mas também pela estrutura de armazenagem e retaguarda. "O modelo adotado, com vários terminais interligados para carregar em três berços prioritários, permite que mais de um terminal embarque em um único navio simultaneamente. Esse fator cria maior flexibilidade de utilização de capacidade estática de cada terminal e permite uma maior produtividade de cada berço de atracação", afirma.

 

Correx - Segundo Gilmar Francener, chefe da Divisão de Silos, a regulamentação dos Portos do Paraná dá segurança para o exportador trabalhar com o Porto de Paranaguá. “São reuniões diárias para elaborar a programação de atracação de navios do Corredor de Exportação e formatar o line up, que é o nosso cronograma das operações. As regras são claras e as reuniões são públicas, o que garante maior transparência e eficiência à logística do complexo”, diz.

 

Organização e controle - A logística de recebimento das cargas, na chegada à cidade, é pensada na organização e controle. “Não temos filas. Há janelas de agendamento para os caminhões, controle do fluxo de veículos através de cotas diárias, dentro do sistema Carga On Line, e estarmos atentos à performance de cada terminal”, explica Gilmar.

 

Performance - Esse controle é feito por um “medidor” de performance dos terminais, que avalia o desempenho da descarga de cada terminal e, com base nisso, controla o cadastro dos caminhões para cada local de descarga. “Temos um medidor do número de veículos na via de acesso aos terminais. Os algoritmos desenvolvidos pelo sistema Carga On Line analisam e controlam esse fluxo de caminhões”, diz.

 

Complexo - O Corredor de Exportação é formado por nove terminais privados: Cargill, AGTL, Interalli, Centro Sul, Coamo, Louis Dreyfus, Cotriguaçu, Cimbesul e Rocha. Além de dois terminais públicos: um silo vertical, com capacidade estática de cem mil toneladas, e um silo horizontal, com capacidade total de 60 mil toneladas.

 

Silos públicos - Pelos silos públicos, atualmente, operam Céu Azul, Grano Logística, Gransol, Marcon, Sulmare, Tibagi e Transgolf, que trabalham com diversos exportadores menores.

 

Linhas próprias - Todos os terminais têm condições de direcionar a carga para os seis carregadores de embarque (shiploaders). Em linhas próprias, eles direcionam a carga para seis linhas centrais, que levam o produto até o navio. Desta área de ligação até o carregador são 8,4 quilômetros de correias transportadoras, que recebem manutenção preventiva diária, 24 horas por dia.

 

Direcionamento - O painel central do complexo controla, de forma automatizada, o direcionamento dessas linhas para todo e qualquer navio. Essa operação do painel central é feita pelos funcionários da Associação dos Terminais Exportadores do Porto de Paranaguá (ATEXP), sob fiscalização dos funcionários dos Portos do Paraná.

 

Produtividade - A produtividade para grãos é de 40 mil toneladas por dia, para cada navio. No caso de farelo de soja, são 28 mil toneladas por dia, por navio. “Apesar de conseguirmos carregar até 700 toneladas por hora, o farelo de soja é uma operação mais lenta. O produto, além de menos peso, tem mais volume. Ou seja, ocupa mais espaço na esteira e não tem o mesmo escoamento que os grãos de milho e soja”, explica Teixeira.

 

Operação - O navio que recebeu a carga recorde é o chinês Lan Hua Hai, que partiu para a Holanda na tarde de quarta-feira (05/06). Nos sete porões da embarcação, quatro terminais carregaram: Cotriguaçu, Coamo, Cargill e do Silo Público. Os operadores carregam o farelo de soja comprado de empresas como Cargill e ADM, e de cooperativas como as paranaenses Coamo, Cocamar e Agrária, e a goiana Comigo.

 

Origem - Dos caminhões que descarregaram farelo no Porto de Paranaguá, 60,6% trazem produção do próprio Estado, Paraná. Na sequência, compõem o estoque do produto o farelo de soja vindo de Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia. (Agência de Notícias do Paraná)

 

 

ECONOMIA I: IPCA desacelera em maio ao variar 0,13%, a menor alta desde 2006

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio variou 0,13% e ficou 0,44 ponto percentual abaixo da taxa de abril (0,57%). Esse foi o menor resultado para maio desde 2006 (0,10%).

Maio - Em maio de 2018, a taxa havia sido de 0,40%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (07/06), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Variação acumulada - A variação acumulada no ano ficou em 2,22% e em 12 meses chegou 4,66%, abaixo dos 4,94% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Grupos - De acordo com o IBGE, quatro dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados mostraram deflação em maio.

Impacto negativo - O impacto negativo mais intenso (-0,14 ponto percentual) sobre o IPCA de maio veio de Alimentação e bebidas (-0,56%), que havia subido 0,63% em abril. Também apresentaram deflação: Artigos de Residência (-0,10%), Educação (-0,04%) e Comunicação (-0,03%). (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Poupança registra retirada líquida de R$ 718,7 milhões em maio

 

economia 07 06 2019Pelo segundo mês seguido, a poupança voltou a registrar mais retiradas que depósitos. No mês passado, os saques superaram os depósitos em R$ 718,7 milhões, informou nesta quinta-feira (06/06) o Banco Central. Em maio do ano passado, os correntistas tinham depositado R$ 2,4 bilhões a mais do que tinham retirado.

 

Acumulado - Com o resultado de maio, a caderneta de poupança acumula saques líquidos de R$ 16,997 bilhões nos cinco primeiros meses de 2019. No mesmo período do ano passado, as captações (depósitos) tinham superado as retiradas em R$ 1,71 bilhão.

 

2014 - Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

 

Maior retirada - Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018 (captação líquida de R$ 38,26 bilhões.

 

Rendimento - Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança está se tornando menos atrativa porque os juros básicos estão no menor nível da história, em 6,5% ao ano. Nos últimos meses, o investimento não tem conseguido garantir rendimentos acima da inflação.

 

Doze meses - Nos 12 meses terminados em abril, a poupança rendeu 4,16%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15, que funciona como uma prévia da inflação oficial, acumula 4,93% no mesmo período. Nesta sexta-feira (07/06), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA cheio de maio. (Agência Brasil)

 

ANS: Agência disponibiliza números de abril do setor

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou na quarta-feira (05/06) os dados atualizados do setor de planos de saúde relativos ao mês de abril. A consulta pode ser feita por meio da Sala de Situação, ferramenta disponível no portal da ANS. 

 

Acesse aqui a Sala de Situação

 

Beneficiários - Em abril, o setor contabilizou, em todo o país, 47.133.325 beneficiários em planos de assistência médica e 24.557.481 em planos exclusivamente odontológicos.  

 

Unidade Federativa - Também podem ser verificados os números por Unidade Federativa. Esse recorte mostra que 15 estados, incluindo o Distrito Federal, registraram crescimento de usuários no período de um ano, sendo DF, MT e ES os líderes em números absolutos (assistência médica). Na segmentação odontológica, apenas Amapá não registrou aumento de beneficiários.   

 

Modificações - A ANS lembra que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras. 

 

Tabelas - Confira nas tabelas abaixo a evolução de beneficiários por tipo de contratação do plano e por Unidade Federativa. (ANS)

 

 

ans tabela I 07 06 2019

 

ans tabela II 07 06 2019

 

ans tabela III 07 06 2019

ENTREVISTA: IBGE mira melhora de dados após acordo tecnológico com BID

 

entrevista 07 06 2019O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) fecharam um acordo de cooperação técnica, a ser formalizado nos próximos dias, com o objetivo de avançar a tecnologia de coleta, supervisão e avaliação de dados do instituto, por meio de ferramentas como aplicativos, plataformas on-line e de telefonia celular.

 

Informação - A informação é da presidente do IBGE, Susana Cordeiro Guerra, em entrevista ao Valor. Ela diz que o acordo inédito é fruto de uma reunião entre ela e o presidente do BID, Luis Alberto Moreno, e contou com o apoio do ministro da Economia, Paulo Guedes. Os valores dessa parceria ainda estão sendo negociados, mas Guerra reforça que o foco é a transferência de conhecimento tecnológico ao IBGE.

 

Vantagem - "A vantagem é conseguir caminhar com mais força para melhorar a abordagem ao cidadão. Esse é um dos grandes desafios da operação de campo do censo e de outras pesquisas do IBGE, a abordagem ao cidadão. Isso cria uma alternativa para o cidadão poder compartilhar seus dados e uma facilidade para conseguir participar dessas pesquisas de diferentes formas", diz ela.

 

Parceria - A parceria será renovada de acordo as demandas, mas deve durar até o fim do Censo Demográfico 2020, que vai a campo de agosto a outubro do ano que vem. O Censo 2020 será, inclusive, a primeira operação em que essas formas alternativas de coleta, supervisão e avaliação de pesquisas devem ser testadas, de modo a depois serem replicadas em outras pesquisas.

 

Cruzada - No cargo há pouco mais de cem dias, Guerra, de 37 anos, fez uma cruzada pela redução do questionário do censo, com foco na melhoria da qualidade da pesquisa. A ideia é que, ao reduzir o tempo gasto por domicílio, cada recenseador poderá realizar mais tentativas de abordagem aos lares nos quais não foram anteriormente recebidos, melhorando a cobertura do censo. A pesquisa passou de 112 questões para 76 perguntas.

 

Desafio crescente - Esse acesso aos lares tem sido apontado como um desafio crescente para o Censo 2020. Com medo da violência, as famílias tenderiam a ser mais resistentes a receber os recenseadores. Além disso, o tempo de atenção das pessoas seria menor.

 

Formas alternativas - Neste sentido, as formas alternativas de coleta que serão testadas a partir da parceria podem auxiliar o IBGE a buscar novas abordagens. "O foco principal [para o censo] é desenvolver soluções para avançar numa coleta de dados por meio de uma plataforma on-line", diz a presidente do IBGE.

 

Atraso - Guerra reconhece que o instituto está atualmente atrás de outros países em termos de tecnologia, após um salto inicial promovido pelo Censo 2010, quando os recenseadores utilizaram dispositivos móveis para coletar eletronicamente os dados, infraestrutura que possibilitou agilidade na apuração dos dados.

 

Redução do orçamento - Em paralelo a tudo isso, o IBGE estuda formas de reduzir o orçamento do censo para R$ 2,3 bilhões, dos R$ 3,1 bilhões inicialmente previstos. Essa redução foi estipulada a partir de consultas ao Ministério da Economia e ao Tesouro Nacional, diante das restrições fiscais do país. Em outra entrevista ao Valor, há um mês, Guerra garantiu que o corte do questionário não tem relação com o orçamento.

 

Valor: Qual é o objetivo da parceria do IBGE com o BID?

Susana Cordeiro Guerra: Estamos fechando um acordo de cooperação técnica com o BID para contribuir para avanços tecnológicos na coleta, supervisão e avaliação de dados do IBGE.

 

Valor: A senhora poderia detalhar como será esse acordo?

Guerra: Ele tem três componentes. O primeiro é ter uma melhoria em formas alternativas de coleta de dados através de novas tecnologias, como plataformas on-line, aplicativos, plataformas de telefonia celular. O segundo componente seriam formas mais eficientes de se coletar o mesmo dado, com foco, neste caso, em dados de mobilidade. E o terceiro componente é avançar no armazenamento e no processamento de grandes volumes de dado, através do "big data". Ir

avançando nessa linha. A ideia é realmente por meio dessa cooperação técnica dar um salto tecnológico na nossa coleta, supervisão e avaliação de pesquisa de campo.

 

Valor: Existe um prazo de duração da cooperação com o BID?

Guerra: A parceria começa na semana que vem e vai ser renovada de acordo com as demandas, mas a princípio até o fim da operação censitária. A parceria é diretamente com o BID em Washington. Eu tive uma reunião com o presidente do BID, Luís Alberto Moreno, e ele apoiou nosso projeto e nossa estratégia e visão para o IBGE, e o ministro Paulo Guedes também.

 

Valor: Há valores envolvidos?

Guerra: É uma cooperação técnica, então é uma transferência de conhecimento, e esses valores ainda estão sendo negociados. É a primeira vez que é feito um acordo focado com o BID, focado em tecnologia.

 

Valor: O IBGE vai ter um aplicativo próprio para coletar os dados. Vai usar outros aplicativos existentes de coleta de dados?

Guerra: Vai ser uma mistura. Estamos em uma fase em que vamos avaliar e testar diferentes soluções e ver quais vão ter um desempenho melhor. É uma competição para testar diferentes soluções de tecnologia e ver quais funcionam melhor no campo.

 

Valor: As ferramentas tecnológicas são do próprio BID ou ele vai contratar empresas desenvolvedoras dessas tecnologias?

Guerra: Isso vai ser desenvolvido em conjunto.

 

Valor: No caso de uma pesquisa por amostra, o IBGE teria a possibilidade de evitar uma visita ao domicílio e coletar os dados por telefone, por aplicativo?

Guerra: É isso que queremos estudar: formas alternativas de coleta, supervisão e avaliação de pesquisas de campo. Isso inclui tanto alternativas que poderiam ser testadas dentro do censo e depois replicadas em outras pesquisas da casa. 

 

Valor: O censo seria então o primeiro teste dentro do acordo de cooperação?

Guerra: Esse acordo também vislumbra trabalho e formas alternativas de coleta para o censo, faz parte também. No caso do censo, o foco principal é desenvolver soluções para avançar numa coleta de dados através de uma plataforma on-line.

 

Valor: Qual a vantagem das ferramentas? Custo, acesso a informações mais facilmente?

Guerra: A vantagem é conseguir caminhar com mais força para melhorar a abordagem ao cidadão. Este é um dos grandes desafios da operação de campo do censo e de outras pesquisas do IBGE, a abordagem ao cidadão. Isso cria uma alternativa para o cidadão poder compartilhar seus dados e uma facilidade para conseguir participar dessas pesquisas de diferentes formas.

 

Valor: E como seria isso na prática, para chegar ao cidadão. Como a pessoa saberia que precisa baixar o aplicativo, por exemplo?

Guerra: Esse protocolo de abordagem está sendo estudado. Estamos estudando e analisando diferentes formas de publicidade, de abordagem, de aproximação com o cidadão. Todas essas formas envolveriam e teriam o objetivo de criar uma maior simplicidade e agilidade nessa operação de campo.

 

Valor: Outros países estão mais avançados do que o Brasil em tecnologia nesse sentido?

Guerra: Sim, estão. Muitos deles têm as tecnologias. (Valor Econômico)

 

 


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