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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4592 | 06 de Junho de 2019

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Mendonça de Barros vai apresentar cenário econômico e político do país

forum destaque 06 06 2019O Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses vai debater o cenário econômico e político do Brasil com a participação do consultor da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros. A programação contempla ainda a apresentação do modelo de atuação da Sicoob Central Unicoob no Paraná, que será feita pelo presidente do Conselho Administrativo, Jefferson Nogaroli. O Sistema Ocepar promove o evento no dia 26 de junho, na sede do Sicoob Central Unicoob, em Maringá, Noroeste do Estado, das 14h às 18h, com a presença de lideranças cooperativistas de todas as regiões.

Inscrições – As inscrições devem ser efetivadas com Neuza Oliveira ou Luana da Luz por meio dos telefones (41) 3200 1105 / 3200 1104 ou pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

 

 

 

forum folder 06 06 2019

 

FLORESTAS: Lar sedia próximo módulo do Ciclo de Aprimoramento na Produção e Uso da Madeira

florestas 06 06 2019“Manejo florestal para fins energéticos”. Esse é o tema do quinto módulo do Ciclo de Aprimoramento na Produção e Uso da Madeira, que ocorrerá no dia 18 de junho, na sede da Cooperativa Lar, em Medianeira, Oeste do Paraná. Serão tratados temas como escolha de espécie, espaçamentos, tratos culturais, ciclos de produção, planejamento e introdução à otimização florestal. A formação será realizada das 8h às 17h30.

Iniciativa – A iniciativa é do Sistema Ocepar, em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR). A formação é destinada a profissionais das cooperativas paranaenses. Os interessados em participar devem confirmar presença até o dia 12 de junho pelo e-mail: jessica.costa@sistemaocepar.coop.br.

Cronograma – O Ciclo de Aprimoramento na Produção e Uso da Madeira teve início em novembro de 2018, com atividades na Copacol, em Cafelândia, também no Oeste do Estado. Foram ainda realizados dois módulos em Curitiba, em março deste ano, e outro na C.Vale, em abril, em Palotina. Os próximos estão previstos para agosto, na Cocamar, em Maringá, na região Noroeste; em outubro, na Agrária, em Entre Rios, Centro-Sul, em novembro, na Frísia, nos Campos Gerais.

 

 

ASSISTÊNCIA TÉCNICA: OCB e Mapa debatem tema em Brasília

assistencia tecnica 06 06 2019O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, se reuniu com o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke, o Diretor de Cooperativismo e Acesso à Mercados da Secretaria, Márcio Madalena, e o presidente da Agência Nacional de Assistência Técnica Rural (Anater), Ademar Silva Junior. A reunião ocorreu na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília, na terça-feira (04/06).

Assuntos - Foram discutidas questões relacionadas à importância do Plano Safra para o setor produtivo, previsto para ser divulgado na semana que vem, e sobre a necessidade da multiplicação de boas práticas cooperativas, por meio da intercooperação técnica e de negócios.

Extensão rural - As lideranças também debateram questões ligadas à importância da inovação e tecnologia para a assistência técnica e extensão rural, principalmente para o alcance dos pequenos e médios produtores.

Relevância - O presidente do Sistema OCB destacou a relevância da presença de cooperativas na oferta de assistência técnica aos produtores rurais cooperados e, também, no acesso às políticas públicas voltadas ao agricultor familiar.

Representatividade - A participação das cooperativas no PIB do agronegócio é de cerca de 11%. Elas também respondem por 21% da capacidade estática de armazenagem de grãos do país e, ainda, por 19,7% da assistência técnica rural, segundo informações do IBGE. (Informe OCB)

 

ENCA: Cooperativas agropecuárias têm encontro nacional

enca 06 06 2019O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, participou na terça-feira (04/06), em Campinas (SP), da abertura do Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias (Enca), realizado pelo Grupo Conecta, com apoio da OCB. O evento vai até esta quinta-feira (06/06) e reúne centenas de lideranças do setor agropecuário para debater questões como aceleração do crescimento, governança, tecnologias digitais e, ainda, finanças e gestão de risco nas cooperativas.

Programação - A programação conta com discussões, palestras práticas e inovadoras e networking com grandes players do mercado. O encontro recebe palestrantes renomados como o jornalista Ricardo Amorim, que apresenta uma leitura clara e objetiva de grandes tendências e transformações futuras da economia mundial e brasileira, além de as oportunidades e riscos que elas criam para o público.

Mais - Também compõe a lista de palestrantes o jornalista Alexandre Garcia, que faz uma análise do mundo da política e da sociedade contemporânea, Max Gehringer, administrador de empresas, escritor articulista da revista Época, apresentador de quadro semanal no programa Fantástico, da Rede Globo e comentarista na Rádio CBN e o ex-ministro da Agricultura, o engenheiro agrônomo Roberto Rodrigues, que também é embaixador especial da FAO para o cooperativismo e grande defensor da agropecuária brasileira.

Participação - O encontro conta ainda com a participação dos presidentes de grandes cooperativas: Dilvo Grolli, da Coopavel; Fernando Degobbi, da Coopercitrus; Luiz Carlos Chiocca, da Coopercampos; Carlos Paulino, da Cooxupé. Eles apresentam cases e participam das discussões sobre os desafios enfrentados pelo setor. (Informe OCB)

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DIA C: Dia de Cooperar ilustra bilhete da loteria federal

dia cooperar 06 06 2019A extração da loteria federal do dia 6 de julho homenageará o Dia de Cooperar (Dia C). A Caixa Econômica Federal é um dos parceiros do movimento realizado pelas cooperativas brasileiras e, pelo terceiro ano consecutivo, divulga a marca para todo o país, mostrando que também acredita no papel transformador das atitudes simples.

Distribuição - Segundo a Caixa, o bilhete começou a ser distribuído nas casas lotéricas de todo o país na semana passada e já podem ser adquiridos. O prêmio principal da extração nº 5.403-8 é no valor de R$ 500 mil. No total, 100 mil bilhetes concorrem aos prêmios. O sorteio dos números da sorte ocorre a partir das 19h do dia 6 de julho, quando as cooperativas celebram o Dia C e, também, o Dia Internacional do Cooperativismo – efeméride que ocorre em mais de 100 países simultaneamente, no primeiro sábado dos meses de julho.

Sobre o Dia C - O Dia C é um grande movimento nacional de estímulo às iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, com o irrestrito apoio do Sistema OCB e de suas unidades estaduais, e faz parte da agenda estratégica do cooperativismo brasileiro. A ideia surgiu em Minas Gerais, há 10 anos, e está alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, objetivando a erradicação da pobreza extrema no mundo até 2030. Todos os anos, cerca de 1,5 mil cooperativas beneficiam mais de dois milhões de pessoas, por meio do trabalho de quase 121 mil voluntários. (Informe OCB)

 

BOM JESUS: Entre as três melhores cooperativas do Paraná

bom jesus 06 06 2019Durante a manhã do dia 05 de junho, na Lapa (PR), foi realizada, na sede da Cooperativa Bom Jesus, a reunião institucional da Ocepar. Estiveram presentes os integrantes dos Conselhos de Administração e Fiscal, gerentes do G8 (grupo de gerências da sede da cooperativa), agentes do Sescoop/PR, da Bom Jesus, além do diretor-presidente Luiz Roberto Baggio, do diretor vice-presidente, Milton Locatelli, e do diretor-secretário, Marcelo Kosinski. Entre os representantes do Sistema Ocepar estavam o superintendente do Sescoo/PR, Leonardo Boesche, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira, o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo,João Gogola, o gerente de Desenvolvimento Técnico, Flavio Turra, e o analista de Desenvolvimento Técnico, Maiko Zanella.

Análise - A pauta do evento foi direcionada à análise atual e futura do cenário mundial e brasileiro para o agronegócio e seu ambiente econômico que influencia diretamente o setor, como, por exemplo, as tendências de taxas de juros e Selic que podem influenciar diretamente o crédito rural, sendo que, no dia 12 de junho, será apresentado o Plano Agrícola e Pecuário 2019/2020, em Brasília.

Panorama - Outro ponto destacado foi o panorama das cooperativas paranaenses e seus indicadores. Em 2018, as 215 cooperativas ligadas ao Sistema Ocepar somaram ativos de mais de R$ 99,5 bilhões, faturamento de R$ 83,7 bilhões, sobras à disposição dos cooperados no montante de R$ 3,1 bilhões, contabilizando ainda 1.768.253 associados.

Comparativo- Analisando o grau comparativo com outras cooperativas do Paraná, tomando como base os dados fechados em 2018, no que se refere à solvência e grau de risco, a Bom Jesus está em as três melhores do Estado, segundo detalhou Leonardo Boeshe e João Gogola, ou seja, sua gestão é eficiente e referência para cooperativas. Já no ranking de faturamento, a Bom Jesus é de porte médio-grande, sendo a maior cooperativa da categoria, e está na 16ª posição entre todas as cooperativas paranaenses.

Trabalho sério- “O trabalho sério de ser balizador de preço no mercado, atuando de maneira séria e ética com o produtor, coloca a Bom Jesus entre as melhores e mais eficientes cooperativas do estado, sempre favor do cooperado, disponibilizando um serviço qualificado e de referência ao produtor local”, afirma o presidente da cooperativa, Luiz Roberto Baggio. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Bom Jesus)

 

COPAGRIL: Cooperativa realiza plantio de mudas e enfatiza importância de conservar o meio ambiente

Para manifestar a sua consciência ambiental e o seu compromisso com a conservação da natureza, a Cooperativa Agroindustrial Copagril realizou, nesta quarta-feira (05/06), Dia do Meio Ambiente, o plantio de mudas de árvores em sua sede administrativa, localizada em Marechal Cândido Rondon (PR).

Celebração - A ação simbólica foi promovida com intuito de celebrar a data e reforçar entre os colaboradores a Política Ambiental da cooperativa: “Fomentamos a criação de valor com incentivo ao desenvolvimento sustentável e estímulo à conservação do meio ambiente”.

Postura consciente - Por ocasião do ato, o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, ressaltou que todos devem ter uma postura consciente em relação à importância da natureza para o ser humano, o que se consegue por meio de formação e educação. “Observamos que nas atividades agropecuárias o Brasil já evoluiu muito em termos ambientais, mas ainda é possível fazer mais.

Legislação - A legislação também está ficando cada vez mais exigente e nós estamos sempre em uma busca de atendê-la. Os cuidados com o meio ambiente precisam ser uma constante em nosso dia a dia, além de orientarmos as pessoas que estão a nossa volta. Além dos produtores, a Copagril também tem feito a sua parte”, enfatizou.

Sustentabilidade - De acordo com o engenheiro ambiental da Copagril, Maycon Zimermann, o cooperativismo é exemplo de desenvolvimento sustentável, por atuar nas três bases da sustentabilidade: social, ambiental e econômica. “A Copagril cumpre o seu papel com base nesses três pilares. Todas as nossas unidades possuem licenciamento. Hoje gerenciamos 64 licenças ambientais para o funcionamento dos nossos estabelecimentos. Também realizamos o monitoramento atmosférico de todas as unidades próximas às áreas urbanas para garantir que todas estejam operando dentro dos padrões de emissão exigidos pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP), além da emissão de gases de caldeiras, monitoramento e tratamento de efluentes líquidos do abatedouro de aves”, acrescenta.

Tratamento - Segundo ele, diariamente a cooperativa trata adequadamente e devolve para a natureza 4,2 milhões de litros de água usados em sua unidade industrial de aves. “No frigorífico temos ainda uma área de preservação com trilha ecológica, em que recebemos a visita de estudantes da comunidade para em um projeto de educação ambiental, fazendo também nosso papel social”, enfatiza.

Recuperação de nascentes - A Copagril também possui projeto de recuperação de nascentes desenvolvido em parceria com agentes públicos e programas de recebimento de embalagens de produtos veterinários e de defensivos agrícolas, para encaminhá-los para destinação adequada.

Energia elétrica - Uma equipe de profissionais da Copagril realiza, ainda, a gestão da energia elétrica das unidades para verificar índices de consumo, além de tocar o projeto de energias alternativas. No abatedouro é utilizado biogás gerado no condomínio da Linha Ajuricaba, sendo que 5% do consumo diário de queima de lenha é substituído por biogás. Também conta com projeto-piloto na Unidade Copagril de Quatro Pontes, onde funciona a usina de transformação fotovoltaica, a qual cobre 100% do custo de energia do estabelecimento, além de ter um excedente que está sendo aproveitado na Unidade de Porto Mendes.

Consultoria - Por meio da sua Assessoria Técnica de Projetos, recentemente a Copagril ampliou a gama de atendimentos realizados aos produtores rurais associados, além de ter participação ativa na reformulação de normativas relacionadas a licenciamentos.

Licenciamento ambiental - Hoje, a cooperativa presta serviço de licenciamento ambiental para os produtores rurais nas atividades de avicultura, suinocultura, bovinocultura de leite e piscicultura, assim como desenvolve um trabalho de extensão oferecendo orientação técnica nas propriedades para que os seus associados tenham condições de produzir de forma adequada aos padrões exigidos pelos órgãos ambientais. (Imprensa Copagril)

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FRÍSIA: Diversificação de produtos e investimento em tecnologia marcam expositores da Digital Agro

frisia 06 06 2019A Digital Agro, uma das principais feiras de tecnologia digital voltada para o agronegócio do Brasil, acontece entre os dias 11 e 13 de junho em Carambeí (PR). Promovida pela Frísia Cooperativa Agroindustrial com a parceria técnica da Fundação ABC, a terceira edição do evento conta com aproximadamente 40 expositores, aumento de cerca de 30% em relação à edição passada.

Expositores - Confira abaixo a relação de expositores e novidades que serão apresentadas:

Bayer - A gigante global vai apresentar na Digital Agro a Climate FieldView, uma plataforma de agricultura digital que coleta e processa dados de campo em tempo real, com armazenamento simples, fácil e unificado, auxiliando o produtor rural na tomada de decisão. Após dois anos no mercado brasileiro, a plataforma já é compatível com máquinas e equipamentos de plantio, pulverização e colheita das principais marcas do mercado.

ADAMA - A ADAMA leva o destaque ADAMA Air, um equipamento que ajuda a reduzir um dos maiores problemas da pulverização aérea: a deriva, efeito que afeta a qualidade da aplicação do defensivo, provoca o desperdício do produto e pode resultar em contaminação ambiental. O serviço funciona com um equipamento instalado na barra de pulverização do avião que a protege do efeito da borda de fuga, causado pela passagem do vento pelas asas da aeronave.

BASF - A BASF mostrará na Digital Agro 2019 o AgroStart, seu programa de interação com startups focadas em soluções tecnológicas e digitais para o agronegócio. Desde 2016, cerca de 340 startups já se registraram no programa, que foi pioneiro na América Latina.

SuperBAC - A empresa de biotecnologia com mais de 20 anos de mercado vai participar da 3ª Digital Agro apresentando os fertilizantes de alta performance Supergan. Entre os destaques do produto, estão a capacidade de aceleração da decomposição da matéria orgânica e a promoção da fixação do nitrogênio e disponibilização de fósforo e potássio para as plantas.

John Deere - A John Deere mostrará recursos como machine learning, Internet das Coisas e análise de dados que, integrados, colaboram para maior eficiência e rentabilidade das lavouras e ajudam a superar um dos maiores obstáculos dos produtores rurais: a deficiência em infraestrutura de telecomunicações nos campos do Brasil. Com tecnologias de última geração, a marca une o que há de mais moderno em serviços e soluções.

New Holland Agriculture - A New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial, e a concessionária Tratornew apresentam na feira o Precision Land Management (PLM), o sistema de agricultura de precisão. Outro destaque da marca é FarmCommand, plataforma que gerencia agronomicamente a propriedade, integrando dados de fertilidade do solo, de produtividade, dados meteorológicos e imagens de satélites diárias da lavoura. Esses itens ajudam o produtor a entender e a intervir no local e no momento correto. Além disso, os visitantes também poderão conferir a iniciativa ConectarAGRO, que tem como objetivo democratizar o acesso à internet nas regiões agrícolas do Brasil.

Coonagro - A Coonagro é a cooperativa central que representa nove cooperativas, entre elas a Frísia, e atua no mercado dos principais insumos agrícolas. Criada em 2008, a Coonagro tem como objetivo proteger suas cooperativas dos efeitos da concentração de alguns setores, como o de fertilizantes, e conta com um portfólio amplo e diversificado.

CWS - Transformação Digital - A CWS, startup que desenvolve projetos completos para empresas que operam com grandes estoques, vai apresentar no evento a SaaS, uma plataforma que integra informações de logística, finanças e comunicação em um só lugar. Para isso, utiliza ferramentas digitais como Inteligência Artificial e gerenciamento de dados.

Compass Minerals - Todos os produtos de alta tecnologia da Compass Minerals - Plant Nutrition estarão na Digital Agro. A empresa desenvolve soluções para suprir as demandas nutricionais das plantas garantindo maior produtividade, e está em nova fase. Com a aquisição da Produquímica, a marca agora é internacional e conta com mais investimentos em tecnologia e desenvolvimento de produtos, soluções e processos, além de 3,5 mil colaboradores trabalhando para o progresso do campo. A marca tem a experiência de pesquisadores renomados em nutrição foliar e fisiologia de plantas.

FMC Agricultural Solutions - A FMC vai destacar na Digital Agro as suas principais soluções, que têm como objetivo auxiliar no desenvolvimento sustentável das lavouras. Um exemplo é o Stone, um herbicida que promove um caminho limpo para a produtividade, já que apresenta simplicidade no manejo e foi desenvolvido com tecnologia de formulação superior. Oferece maior conveniência de aplicação, atuando no controle das plantas daninhas, como buva, capim amargoso e trapoeraba.

AGRO 1 - Um painel de controle financeiro em tempo real com acompanhamento de títulos a pagar, saldos bancários, fluxo de caixa e gastos por produtor e operação, entre outros dados. Esse é o Agrogestão Web, novo módulo da plataforma da AGRO1, que tem o compromisso de gerar informações rápidas e precisas para a tomada de decisão do produtor rural.

Timac Agro - A Timac Agro, empresa francesa especializada em nutrição animal e vegetal de alta tecnologia, apresenta na Digital Agro o fertilizante NP Plus. Lançado recentemente no mercado, o fertilizante é utilizado para áreas com ocorrência de nematoides, vermes microscópicos que agem como parasitas de animais, insetos e plantas. A nutrição inteligente do NP Plus protege naturalmente as plantas, aumentando a produtividade mesmo em áreas de alta infestação.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

Sobre a Fundação ABC - A Fundação ABC é uma instituição de pesquisa agropecuária que realiza trabalhos para desenvolver e adaptar novas tecnologias, com o objetivo de melhorar as produtividades de forma sustentável aos mais de cinco mil produtores rurais filiados às cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, além dos agricultores contribuintes. O trabalho da fundação abrange uma área de 467,2 mil hectares, além de uma bacia leiteira de mais de 678 milhões de litros/ano. A instituição também realiza projetos de pesquisa com empresas privadas, por contratos de cooperação técnica, e mantém vínculos com empresas de pesquisa pública. A sede é em Castro (PR) e os cinco campos demonstrativos e experimentais ficam estrategicamente espalhados pela área de atuação. (Imprensa Frísia)

SERVIÇO

Digital Agro

Quando: de 11 a 13 de junho

Onde: Parque de Exposições Frísia

Anexo ao Parque Histórico de Carambeí (PR). Avenida dos Pioneiros, 4.050

www.digitalagro.com.br

 

COCAMAR I: Curso modular para cooperadas tem 45 participantes

cocamar I 06 06 2019O presidente da Cocamar, Divanir Higino, havia lançado o desafio e o resultado atendeu suas expectativas. Com a participação de 45 produtoras cooperadas, a cooperativa deu início a um curso modular, inédito, que faz parte do Programa de Desenvolvimento de Liderança Feminina. A iniciativa tem como parceira a empresa Trecsson, de Maringá (PR), conveniada da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Gestão - A proposta do presidente é que as cooperadas busquem aprimorar-se a cada ação proposta e, ao lado de seus familiares, tornem cada vez mais profissional e eficiente a gestão de suas atividades. No curso serão abordados, justamente, temas relacionados ao processo de gestão, de maneira a aproveitar todo o potencial produtivo, vindo ao encontro com técnicas já ofertadas pela cooperativa aos seus cooperados como a aplicação de modernas tecnologias, com racionalização de custos e maior rentabilidade.

Fortalecer - Segundo Divanir, o público feminino, que hoje representa cerca de 15% do quadro associativo, “tem papel dos mais importantes no fortalecimento da cooperativa e do próprio sistema cooperativista”. Ele ressalta que muitas das produtoras que ingressaram na atividade após um infortúnio familiar, como a perda do marido, venceram seus desafios e se transformaram em referências regionais. No entanto, observa, a participação feminina nos negócios familiares deve acontecer naturalmente.

Preparo - Para o gerente de Cooperativismo, João Sadao, “o programa coloca o trabalho da Cocamar com as mulheres num novo patamar, trazendo a elas o que tem de melhor no mercado em termos de gestão e administração. Esperamos que elas saiam do programa fortemente preparadas para serem lideranças na propriedade e na cooperativa”.

Potencial - A preocupação da cooperativa com o aprimoramento se aplica também aos cooperados, que têm a oportunidade de participar de cursos de certificação de conselheiros cooperativistas, já em sua quinta edição. Esses cursos, abertos também ao público feminino, incluem jovens produtores e visam a desenvolver o potencial profissional dos participantes, bem como formar novas lideranças. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Unidade de Santa Cruz de Monte Castelo deve ser entregue em julho

cocamar II 06 06 2019A estrutura operacional da unidade da Cocamar em Santa Cruz de Monte Castelo, na região noroeste do Paraná, deve ser entregue oficialmente aos cooperados, pela diretoria da cooperativa, no início de julho, a tempo de receber a safra de milho de inverno.

Recebimento e armazenamento - Nessa cidade, a Cocamar vai concentrar o recebimento e o armazenamento de grãos (soja e milho), cujos silos têm capacidade para 27 mil toneladas, permanecendo o fornecimento de insumos agropecuários na vizinha Querência do Norte, a 27 quilômetros, que possui armazém para mais 9 mil toneladas.

Dirigentes - A solenidade de inauguração vai coincidir com a presença de dirigentes da cooperativa, no município, para a reunião semestral de prestação de contas do exercício. A data será confirmada nos próximos dias.

Desenvolvimento - Com a estrutura, a Cocamar não apenas garante apoio aos produtores que já investem na região, como deve impulsionar o desenvolvimento da agropecuária, uma vez que há ali, segundo a cooperativa, potencial para a expansão de programas como integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). (Imprensa Cocamar)

 

COAMO: Gallassini recebe 53º título de Cidadania Honorária, em Honório Serpa (PR)

O engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, idealizador e presidente da Coamo Agroindustrial Cooperativa, José Aroldo Gallassini, é o mais novo cidadão honorário do Município de Honório Serpa, no Sudoeste do Paraná. A sessão solene aconteceu na noite de 4 de junho, no salão paroquial, com a presença de cooperados, lideranças e autoridades.

Honrado - "Estou feliz e honrado por receber esta honraria, a Coamo está presente e contribuindo para o aumento das produtividade nas lavouras dos cooperados em Honório Serpa há 35 anos, desde a chegada da cooperativa no Município. Para se ter uma ideia da evolução nesses anos na safra de 1995/96 o total de 100% dos cooperados colhiam até 300 sacas por alqueire, e agora na safra 2018/19 cerca de 40% dos produtores colheram acima das 400 sacas por alqueire e com áreas chegaram a 600 sacas por alqueire", afirma Gallassini.

História - O presidente da Câmara Municipal de Honório Serpa, Paulo Sérgio da Silva, falou que a comunidade viveu uma noite especial e a entrega do título é um reconhecimento a quem muito fez pela agricultura local e também nacional. "Esta noite entra para a história de Honório Serpa, o doutor Aroldo merece esta honraria por tudo o que fez pelo cooperativismo e agricultura do Brasil. Honório Serpa mudou muito com a chegada da Coamo.".

Proposição - A proposição da honraria foi do vereador e também cooperado Rotílio Antunes de Chaves, e aprovada por unanimidade no Poder Legislativo e sancionada pelo prefeito Luciano Dias, que no seu pronunciamento enalteceu o trabalho da Coamo e a liderança do homenageado.

Aprendizado - "Trabalhei na Coamo durante 13 anos e aprendi muito com o doutor Aroldo os princípios de honestidade e transparência, os quais são valores da cooperativa e servem para a vida. Estou lendo o livro do Gallassini e vejo grandes ensinamentos que servem para a vida pública. Está homenagem é um reconhecimento para o presidente da Coamo que é um expoente no Cooperativismo e agricultura brasileira."

Título - O título em Honório Serpa é o de número 53 recebido pelo engenheiro agrônomo em municípios nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, sem contar as honrarias a nível estadual e nacional. (Imprensa Coamo)

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UNIMED LONDRINA: Vinte e oito pessoas são capacitadas para atuarem como atendentes na área da saúde

A Unimed Londrina realizará a formatura dos 28 alunos do curso de Atendentes na Área da Saúde na sexta-feira (07/06), às 19h, na sede administrativa (Av. Ayrton Senna, 1065, Londrina-PR). O curso está em sua terceira edição e tem como objetivo propor nova capacitação profissional às pessoas que buscam oportunidades de emprego ou melhoria no currículo.

Propósito - A gerente de Sustentabilidade, Fabianne Piojetti, conta que, ao desenvolver o projeto do curso, sua equipe tinha como propósito melhorar a experiência profissional dos participantes. “A gente visa a capacitar os alunos com disciplinas que vão ao encontro dos nossos negócios, permitindo que estas pessoas possam concorrer a vagas oferecidas pelos nossos prestadores”, explica.

Módulos - O curso, que é gratuito, é dividido em quatro módulos que abordam assuntos como: imagem pessoal e comunicação, competência profissional em atendimento na área da saúde, Sistema Unimed e informática. A carga horária total é de 75h.

Parcerias - Fabianne comenta que para uma empresa realizar um curso de capacitação, como o da Unimed, não é necessário grande soma de recursos financeiros. “Aqui na Unimed Londrina a gente conta com parcerias de empresas e trabalho voluntário de nossos funcionários para ministrar as aulas. Então, não precisa de muito dinheiro para organizar um curso como este. Precisa mesmo é de dedicação e força de vontade”, declara.

Currículos - Ao fim do curso, os currículos dos alunos serão disponibilizados no site da Unimed Londrina, na área logada dos médicos cooperados e prestadores da Cooperativa. De 2017 até o momento, nove pessoas foram contratadas por meio da iniciativa. (Imprensa Unimed Londrina)

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SICOOB SUL: Clínicas Financeiras são realizadas no centro de Curitiba

Quem passou pelo centro de Curitiba, nos dias 24 e 25 de maio, teve a oportunidade de participar das Clínicas Financeiras promovidas pelo Sicoob Sul. A ação fez parte da 6ª Semana Nacional de Educação Financeira e foi realizada em parceria com o Instituto Sicoob.

Atendimento individualizado - A iniciativa ofereceu atendimento individualizado gratuito para que a população pudesse tirar dúvidas sobre organização do orçamento, como lidar com as dívidas e evitá-las, investimento e outros assuntos ligados à educação financeira.

Gastos invisíveis - Segundo o estudante, Marcos Aurelio, o atendimento nas Clínicas ajudou bastante, especialmente nas percepções dos chamados gastos invisíveis. “Descobri que existe uma parte do meu orçamento que sobra e não sei para onde vai. Por isso, vou começar a pensar em um investimento para poder me organizar melhor”, afirma.

Auxílio - “Esse tipo de ação auxilia muito as pessoas que participam e é um benefício a todos. Me sinto feliz em conseguir compartilhar um pouco do nosso conhecimento com a comunidade”, explica o assistente de Crédito, Ryszard Antunes De Sa. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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APASEM: Laboratórios recebem primeiras amostras para emissão do Boletim Oficial da Safra Verão

apasem 06 06 2019Os Laboratórios de Análise de Sementes (LAS) da Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas (Apasem), em Toledo, Oeste do Paraná, e em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, já estão recebendo as primeiras amostras para emissão do Boletim Oficial da Safra Verão 2018/2019. Visando dar suporte para o produtor, no que diz respeito ao prazo de comercialização, a Apasem vai trabalhar para que a entrega dos resultados seja realizada em 20 dias, mesmo para espécies em que a metodologia oficial indicada exija períodos superiores a 10 dias.

Autorização - Tendo necessidade de extensão do período, devido à repetição de algum teste por exemplo, o laboratório responsável solicitará autorização ao produtor, garantindo, desta forma, a confiabilidade de resultados. “O importante é que o produtor de sementes se antecipe, enviando suas amostras para que possamos atender dentro do prazo necessário a cada pedido, diante das necessidades de cada um”, orienta o diretor-executivo da Apasem, Oribel Silva. (Assessoria de Imprensa da Apasem)

 

SERVIÇO

LAS de Toledo

Rua General Estilac Leal, 142 - Toledo/PR

Contato - (45) 3278-8184

E-mail: lasptoledo@apasem.com.br

 

LAS de Ponta Grossa

Av. Visconde de Taunay, 1.989 - Ponta Grossa/PR

Contato - (42) 3224-1339 - lasppontagrossa@apasem.com.br

 

PLANTIO DIRETO: Tecnologia desenvolvida no Paraná contribui para o equilíbrio ambiental

plantio direto 06 06 2019As fortes chuvas que atingiram o Paraná provocaram diversos problemas para o campo e as cidades. Na agricultura, a erosão é um exemplo. Nas cidades, lagos e rios caudalosos, com excesso de sedimentos. Uma tecnologia de produção agrícola surgida no Paraná, com o Iapar à frente, ajuda a enfrentar esses problemas e contribui para o equilíbrio ambiental urbano e rural.

Plantio direto - É o sistema de plantio direto, que consiste em semear sobre a palhada que ficou da colheita anterior removendo o mínimo possível o solo. A importância do plantio direto é ressaltada no Dia Internacional do Meio Ambiente, comemorado nesta quarta-feira (05/06).

Iapar - O Iapar trabalha nesta tecnologia há décadas. A disseminação do sistema nos campos do Paraná e do Brasil envolveu o Instituto Emater, além de agricultores e entidades do setor, como a Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação. Atualmente, o plantio direto é empregado em 32,8 milhões de hectares no Brasil, o que corresponde a 60% da área plantada no país. No Paraná são 4,8 milhões de hectares - quase 80% da área plantada no estado.

Benefícios - O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, ressalta que o plantio direto trouxe grandes benefícios para a agricultura mundial. “Começou no Paraná, se espalhou e ganhou o mundo. Hoje, as grandes culturas são implantadas sem técnicas antigas, que implicavam na desagregação de solo e na facilitação da erosão, com consequências nefastas para a agricultura”, diz Ortigara.

Técnica revolucionária - “É uma técnica revolucionária, que permitiu um avanço fantástico da produtividade em todas as lavouras, além do grande benefício para o solo e para o meio ambiente. Contribuiu largamente para não termos erosão”, afirma o secretário. “A gente tem um reconhecimento do avanço dessa metodologia, do esforço da pesquisa pública que colocou à disposição da agricultura mundial esse modo mais eficaz de produção”, enfatiza.

Retenção de água no solo - O pesquisador do Iapar, Arnaldo Colozzi, destaca que o sistema traz vários benefícios, sendo um dos mais importantes aumentar a retenção de água no solo, uma necessidade cada vez maior nos períodos de estiagem ou de chuvas intensas, que se tornaram mais comuns.

Temperatura - Heverly Moraes, também pesquisadora do Iapar, explica que a temperatura tem aumentado gradativamente ao longo do tempo na grande maioria dos municípios do Paraná. Segundo ela, em Londrina, no Norte do Estado, onde está a sede do Iapar, a temperatura média em janeiro deste ano foi 25,8ºC, superando a média histórica de 23,9ºC dos últimos 44 anos.

Estiagem - Heverly lembra que a agricultura do Paraná vem sofrendo com estiagem desde novembro de 2018. Foram registradas perdas no feijão, milho e soja, além das hortaliças. “Toda essa adversidade climática que prejudica a agricultura tem reflexo direto na cidade. O principal impacto é a elevação de preço dos alimentos da cesta básica e, consequentemente, aumento da inflação”, adverte a pesquisadora.

Carbono no solo - Para amenizar os efeitos das altas temperaturas, aliadas a menos chuva e maior intensidade das precipitações, o sistema de plantio direto contribui de forma efetiva com o produtor rural e com o morador de áreas urbanas. Pesquisas feitas pelo Iapar mostram que a infiltração de água no solo é de 100%, enquanto no solo descoberto um terço da água se perde.

Erosão - “Essa água que vai embora faz falta para a lavoura na estiagem e ainda carrega muita terra, ocasionando erosão no campo”, explica o pesquisador Cezar Araujo. “O solo que perdemos na agricultura também pode encarecer o tratamento de água e ainda contribuir para o assoreamento de rios e lagos, prejudicando a todos”, complementa.

Eficiência - Araujo ainda destaca o quanto o plantio direto mantém o carbono no solo. “Na pesquisa que conduzimos retemos 22 gramas de carbono por quilo de solo, quase a mesma quantidade de uma mata nativa. Isso quer dizer que em determinadas condições o plantio direto é tão eficiente quanto uma floresta para manter o carbono no solo”, destaca.

Componente químico - O carbono é um componente químico retirado da natureza pela ação humana, como na fabricação de combustíveis. Quando uma tecnologia retém carbono no solo está ajudando a minimizar os impactos do aquecimento global e melhorando a qualidade de vida de toda a sociedade.

Simulador de chuva - Para facilitar a visualização de como o plantio direto é eficaz e eficiente, foi montado no Iapar de Londrina um simulador de chuva e aberta uma trincheira. O simulador constitui-se em uma máquina que mostra quais os efeitos que a chuva forte ou moderada pode causar no solo, facilitando a visualização da água carregando sedimentos, por exemplo. Já a trincheira é buraco no solo em uma área com milho, no sistema de plantio direto. Neste local é possível visualizar o quanto o plantio direto é eficaz para reter carbono no solo e ainda o quanto o solo fica fértil com matéria orgânica.

Impactante - O plantio direto é uma das tecnologias mais tradicionais e impactantes que o Iapar já trabalhou. Começou a ser pesquisada no fim da década de 1960 no Instituto de Pesquisa Agropecuária Meridional (Ipeame), que deu origem ao Iapar em 1972. A tecnologia do Plantio Direto foi usada pela primeira vez em escala comercial na América Latina por Herbert Bartz em Rolândia, em 1972, que acreditou no potencial do sistema e começou uma verdadeira revolução na agricultura brasileira como um modelo de produção que respeita o meio ambiente.

Estudos - O Iapar, logo em 1976, iniciou uma série de estudos sobre o que se transformou no Sistema Plantio Direto que hoje é adotado em mais de 32 milhões de hectares no Brasil.

Tecnologias - O diretor de pesquisa do Iapar, Rafael Fuentes, destaca que a pesquisa agrícola pública desenvolve tecnologias que contribuem para o aumento de produtividade no campo e que são amigáveis ao meio ambiente, diferentemente do foco das empresas privadas.

Meio ambiente - “O trabalho de preservação de solo, os estudos sobre clima, a preocupação com o carbono no solo são necessários para termos uma agricultura moderna e produtiva, mas que respeite o meio ambiente”, diz Fuentes, ressaltando o trabalho de pesquisa realizado por instituições públicas, como o Iapar. (Agência de Notícias do Paraná)

 

AGRICULTURA: Mapa aprova Plano Nacional de Florestas Plantadas para fortalecer o segmento

agricultura 06 06 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aprovou o Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PNDF). O plano tem a meta de ampliar a área de produção florestal em dois milhões de hectares até 2030, o que representa aumento de 20% sobre a área atual.

Portaria - A Portaria Nº 111, que aprova o Plano, foi assinada pela ministra Tereza Cristina e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (05/06), data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente. De acordo com a portaria, a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Florestas Plantadas do Ministério da Agricultura será responsável por monitorar, avaliar e atualizar o plano.

Ações - Com ações previstas para os próximos dez anos, o Plano busca dar segurança jurídica para investimento nas culturas agrícolas de origem florestal, desde o segmento fornecedor de insumos até o consumidor final, além de reconhecer a importância econômica, social e ambiental do setor.

Expansão - O coordenador-geral de Apoio à Comercialização da Agricultura Familiar, João Fagundes Salomão, destaca que o setor de florestas plantadas está em expansão no Brasil e pode se firmar como uma atividade agrícola que protege os recursos naturais.

Interesse - “O governo tem interesse em que se plante florestas e quer criar condições de segurança jurídica para que, quem quiser plantar ou aumentar seu plantio, faça da melhor forma possível”, ressaltou.

Culturas certificadas - Ele acrescenta que mais da metade da área de florestas plantadas tem culturas certificadas internacionalmente, que observam a questão do manejo sustentável, da preservação de recursos naturais e adotam boas práticas socioambientais e trabalhistas.

Preservação - “O setor de florestas plantadas também preserva. 90% de toda a madeira para fins industriais em todo o Brasil vem de florestas plantadas. Isso diminuiu muito a pressão sobre as florestas primárias, é uma forma indireta de preservar”, destacou.

Mercado em expansão - Segundo o Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 10 milhões de hectares de árvores plantadas. Desse total, 6 milhões de hectares são destinados à conservação, somando áreas de restauração, preservação permanente (APP), reserva legal (RL) e Reserva Particular do Patrimônio Natural.

Mapeamento - Mapeamento do setor mostra que 35% das áreas de florestas plantadas no Brasil são de propriedade das indústrias de celulose e papel; 13% siderurgia e carvão vegetal; 6% painéis de madeira e pisos laminados; 9% investidores financeiros; 30% produtores independentes; 4% produtos sólidos de madeira; 3% outros.

Produção - Por ano, o Brasil produz uma média de 35,7 metros cúbicos por hectare para o plantio de eucalipto e, no caso do pinus, o plantio atinge 30,5 por hectare, média que coloca o país na liderança do ranking global de produtividade florestal, de acordo com balanço da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).

Estoque - A entidade também calcula que o setor é responsável pelo estoque de aproximadamente 1,7 bilhão de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2eq), além de gerar e manter de reservas de carbono da ordem de 2,48 bilhões de toneladas.

Outros setores - A produção florestal brasileira fica atrás apenas da soja, das carnes e do setor sucroalcooleiro e representa hoje 6,1% da Produção Interna Bruta (PIB) Industrial do país.

Valor bruto - Em 2016, o valor bruto da produção florestal alcançou R$ 18,5 bilhões, sendo que a silvicultura respondeu por 76,1% desse total, e o extrativismo vegetal participou com 23,9%. Em 2017, o setor atingiu 5% das exportações brasileiras e 10% das exportações do agronegócio, com um saldo positivo de US$ 10 bilhões na balança comercial.

Cobertura vegetal - Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Brasil tem cerca de 66% das terras cobertas por vegetação nativa, incluindo terras indígenas, unidades de conservação, áreas de reserva legal e proteção em propriedades privadas. As lavouras e florestas plantadas ocupam 9% do território nacional.

Potência - A entidade destaca ainda que o Brasil é uma das poucas potências na produção de alimentos, fibras e biocombustíveis que concilia a possibilidade de expandir suas fronteiras agrícolas e preservar os recursos naturais.

Dentro da lei - Um dos produtores que seguem a legislação ambiental para produzir eucalipto é Stanley Bianchini, do Espírito Santo. Com uma plantação de 320 hectares de eucalipto, Bianchini está no setor há 15 anos e fornece a matéria-prima para indústrias de papel e celulose da região.

Fomento - Bianchini conta que a cultura do eucalipto se desenvolveu no estado graças à presença de grandes empresas que fomentam os agricultores e toda a logística da cadeia produtiva, desde o plantio, desenvolvimento de tecnologias de cultivo e colheita até a comercialização.

Rendimento - O rendimento da produção varia de acordo com as condições climáticas. No primeiro ciclo de produção do eucalipto, que dura em média cinco anos, Bianchini conseguiu colher 240 metros cúbicos por hectare. Já no segundo ciclo, a produção caiu devido a uma forte estiagem que perdurou por três anos na região.

Acesso - Ele ressalta que para ter acesso aos benefícios do fomento conhecido como “Poupança Florestal”, os produtores devem se adequar à legislação ambiental. “A empresa não compra se você não estiver com a documentação em dia”.

Exigências - Entre as exigências para a prática da silvicultura está a obediência à distância de pelo menos 30 metros entre as plantas e cursos de água, entre outros requisitos, como reflorestar plantas nativas em uma parte da propriedade.

Área reflorestada - “Nós temos 210 hectares de área reflorestada, pelo menos 150 mil mudas nativas plantadas. Você tem que preservar as nascentes, respeitar o espaçamento, reflorestar os barrancos, não colocar fogo nos resíduos”, explica o produtor.

Queixa - Mesmo seguindo as regras ambientais, Bianchini se queixa que o setor de florestas plantadas, especialmente o de plantas exóticas como o eucalipto, que é originário da Austrália, ainda não é reconhecido como uma cultura de valor e enfrenta uma imagem ruim na sociedade. “Você plantando tudo certinho, dentro da lei, no espaçamento certo, obedecendo a legislação, não é esse deserto verde que a sociedade coloca, que vai acabar com tudo”, comenta.

Commodity - O produtor ressalta que o eucalipto é uma commodity importante para a economia do país e principalmente para o estado do Espírito Santo, onde é o “carro chefe”, depois do minério de ferro”. “Nós não temos aqui a variedade de culturas de outros estados, então, o eucalipto é uma válvula de escape pra você trabalhar”, afirmou.

Técnicas - Bianchini também explica que o setor tem desenvolvido técnicas de melhoramento genético para tornar as plantas mais produtivas e sustentáveis. E destacou que é possível fazer a rotação de culturas para preservar o solo. Em sua propriedade, por exemplo, ele deixou de produzir gado e começou a cultivar café. O antigo pasto hoje é tomado por área verde.

Renovação - “Você planta eucalipto, daí em dez anos, em dois ciclos, você volta com o café e a terra fica renovada. Vai produzir o dobro do café porque a terra é nova, está descansada”, explica.

Demandas - A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Florestas Plantadas tem trabalhado para aperfeiçoar a legislação e encaminhar as demandas do setor. Entre as principais reivindicações está o aproveitamento da biomassa florestal como fonte de produção de energia.

Plano Decenal - O Plano Decenal de Energia já prevê a participação do setor florestal como potencial fonte da matriz energética brasileira nos leilões do Ministério de Minas e Energia, mas a inclusão formal deve ser efetivada a partir dos próximos editais. (Mapa)

 

SEGURO RURAL: No Paraná, sistema informatizado garante transparência ao programa

A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) firmaram na terça-feira (04/06) um acordo de cooperação que contribuirá para maior agilidade à gestão de informações públicas. O sistema informatizado, em uso desde o ano passado como projeto-piloto pelo programa Seguro Rural, traz rapidez ao levantamento e divulgação de dados, conferindo também mais eficiência à fiscalização dos profissionais para o Crea-PR.

Três dias - Antes, o processo entre o envio da solicitação de cobertura da apólice e a aprovação por parte da secretaria levava até três dias. Com o novo sistema, os trâmites duram algumas horas.

Avanço - Para o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, a parceria representa um grande avanço no gerenciamento do programa Seguro Rural no Paraná, com menor gasto e necessidade de mão de obra. Ele acrescenta que o seguro é uma ferramenta importante para a proteção dos cultivos, da renda e do patrimônio dos agricultores e que há anos o Estado investe para subsidiar o acesso dos produtores ao seguro rural, mas o controle era um tanto quanto arcaico.

Agilidade - “O sistema informatizado permite maior agilidade no lançamento e controle de informações, obtenção de estatísticas, enfim, na transparência. É uma parceria inteligente. O Estado ganhou uma ferramenta moderna de controle e mais eficiência da gestão pública”, diz.

Na prática - A nova ferramenta foi desenvolvida por técnicos do Crea-PR e do Deral e possibilitou a troca das antigas planilhas de dados do programa Seguro Rural por uma plataforma ágil que reúne e organiza as informações automaticamente.

Fácil - Segundo a engenheira agrônoma do Deral Gianna Cirio, ficou mais fácil para o departamento desenvolver pesquisas e coletar dados referentes à área, produção e produtividade das atividades agropecuárias. “É um banco de dados fundamental para a realização de estudos e formulação de políticas públicas para atender às demandas do setor”, diz. Uma das vantagens, destaca, é que podem ser gerados relatórios que identifiquem duplicidades, erros de inserção e gravação.

Transparência - O chefe do Deral, Salatiel Turra, salienta que essa cooperação técnica e administrativa permite sistematizar e dar mais confiabilidade aos dados dos programas de governo ligados à Secretaria de Estado da Agricultura, começando pelo Seguro Rural. “Além disso, os produtores têm mais acesso às informações sobre o processo, já que a lista de apólices aprovadas está publicada no site da secretaria”.

Fiscalização - Em contrapartida, o Crea-PR pode fiscalizar informações de interesse público nas áreas de engenharia, agronomia e geociências, e cooperar tecnicamente no desenvolvimento de sistemas informatizados. “Nós temos parceria com vários órgãos públicos há muitos anos para que possamos recolher informações sobre a atuação dos nossos profissionais e garantir uma checagem mais eficiente. No caso da Secretaria da Agricultura havia demanda de georreferenciamento, pois teríamos a localização do seguro agrícola”, explicou o presidente do Crea-PR, Ricardo Rocha de Oliveira.

Programa - Criado em 2009, o programa Seguro Rural tem o objetivo de reduzir o risco de perda nas atividades agropecuárias. O programa é destinado a produtores não-beneficiários do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), do governo federal, que já atende pequenos e médios agricultores.

Atividades - São 28 atividades cobertas pelo Seguro Rural, incluindo grãos, frutas, hortaliças, pecuária e florestas plantadas. O Governo do Estado subsidia 20% do prêmio total e o restante é coberto pelo governo federal e pelo produtor. É uma forma de garantir a produtividade e estimular a produção de alimentos, promovendo a segurança alimentar e nutricional do Estado.

Relação - Os produtores interessados em participar precisam procurar um dos seis corretores credenciados. Confira AQUI a relação dos produtores atendidos e as respectivas seguradoras credenciadas em 2019. (Agência de Notícias do Paraná)

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LEGISLATIVO I: Câmara aprova PEC do Orçamento Impositivo para emendas de bancada

legislativo I 06 06 2019O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (05/06), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC 34/19) do Orçamento Impositivo de emendas de bancada, que prevê a execução obrigatória desse tipo de emenda, a exemplo o que já ocorre com as emendas individuais. Foram 378 votos a 4 no segundo turno.

Execução obrigatória - Segundo a parte do texto que irá à promulgação, as emendas de bancada serão de execução obrigatória e corresponderão a 1% da receita corrente líquida realizada no exercício anterior.

2020 - Entretanto, em 2020, ano seguinte ao da promulgação da futura emenda constitucional, esse montante será de 0,8% da receita corrente líquida.

Texto de gastos - Quanto ao teto de gastos (EC 95/16), a proposta determina a trava de correção pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) anual a partir do terceiro ano após a futura emenda constitucional e até o último exercício de vigência desse regime.

Recursos - As emendas parlamentares são recursos do Orçamento que o Congresso direciona para obras e benfeitorias nas cidades brasileiras. Em geral, os deputados e senadores direcionam esses recursos para suas regiões de origem.

LDO - Atualmente, as emendas impositivas de bancadas estaduais são amparadas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que muda todos os anos. Com esse caráter obrigatório, elas passaram a integrar o Orçamento federal em 2016. O Orçamento de 2019 destinou R$ 169,7 milhões por bancada, a serem distribuídos em até seis emendas de execução obrigatória.

Substitutivo - O texto que será promulgado é igual ao do substitutivo do senador Esperidião Amin (PP-SC), que tomou como base a PEC 2/15, do deputado Hélio Leite (DEM-PA), presidente da atual comissão especial da Câmara que analisou o tema.

Outros temas - Outros temas incluídos pelo relator, deputado Carlos Henrique Gaguim (DEM-TO), como a divisão com estados, Distrito Federal e municípios de recursos do pré-sal, deverão ser incluídos em proposta a ser votada pelos senadores com outro número de tramitação.

Independência - Para Hélio Leite, a PEC “representa não só recursos para municípios e para o estado, mas também a independência deste poder tão importante para a Nação”.

Contingenciamento - A execução das emendas de bancada seguirá regras já vigentes para as de autoria individual, como submissão a contingenciamentos para cumprimento de meta de resultado fiscal e não entrar no cálculo da receita corrente líquida para fins de limites de despesa com pessoal no caso de recursos direcionados a estados, Distrito Federal e municípios.

Efetiva entrega - Gaguim também manteve o texto do Senado que prevê o dever de a administração executar as programações orçamentárias, adotando os meios e as medidas necessários para garantir a efetiva entrega de bens e serviços à sociedade.

Impedimentos - Quanto aos impedimentos de ordem técnica, relativos, por exemplo, a falta de projetos que amparam a execução de despesas para as quais são exigidos esses documentos e estudos, a proposta retira critérios da Constituição sobre prazos para correção desses impedimentos e realocação da despesa.

Parâmetros - A partir da nova emenda, os órgãos de execução deverão observar parâmetros definidos na lei de diretrizes orçamentárias, como cronograma para análise e verificação de eventuais impedimentos e outros procedimentos para viabilizar a execução.

Mesma bancada - No caso das emendas de bancada, se elas forem destinadas a investimentos com duração de mais de um exercício financeiro ou se a execução da obra já tiver sido iniciada, esses objetos contemplados deverão receber recursos da mesma bancada estadual a cada exercício até a conclusão da obra ou do empreendimento.

Restos a pagar - Um destaque do PRB retomou texto dos senadores sobre o uso de restos a pagar, que são compromissos de anos anteriores ainda não pagos após o serviço ou obra ter sido concluído, em etapas ou totalmente. No caso específico das emendas, os restos a pagar deverão estar vinculados às emendas de anos anteriores.

Parcela da receita corrente - De acordo com o texto, para as emendas individuais poderão ser considerados até 0,6% da receita corrente líquida para fins de cumprimento da execução financeira no caso de emendas individuais. Em emendas de bancada, o limite será de 0,5%.

Outra proposta - A principal mudança feita pela Câmara dos Deputados e que terá de passar por votações no Senado é a repartição de recursos arrecadados nos leilões de excedentes de petróleo na cessão onerosa com estados, Distrito Federal e municípios.

Divisão - Descontado o pagamento que a União terá de fazer à Petrobras em acordo para viabilizar a licitação do óleo em blocos por ela explorados, 15% do restante ficarão com estados e o DF, e outros 15% irão para os municípios, segundo critérios e condições estabelecidos em lei.

Exclusividade - Destaque apresentado pelo PDT e aprovado pelos deputados retirou da Presidência da República a exclusividade de apresentação do projeto dessa lei ao Congresso.

Lei - Em 2010, a Lei 12.276/10 permitiu à Petrobras pagar diretamente à União pela exploração, sem licitação, de um total de 5 bilhões de barris de óleo equivalente na Bacia de Santos em campos do pré-sal. Entretanto, após outras avaliações da reserva, descobriu-se que ela tem 6 bilhões a 15 bilhões a mais de barris. É esse excedente que deverá ser licitado.

Cálculo - Os valores transferidos aos outros entes federados e o pagamento da União à Petrobras não entrarão no cálculo do teto de gastos.

Órgãos federais - A nova PEC também contém dispositivo que muda a regra geral de direito de acesso a recursos de royalties do petróleo, de geração de energia elétrica e de minerais. Com a mudança, não fica mais assegurado na Constituição o direito a participação nos resultados da exploração de petróleo, de recursos hídricos e minerais para órgãos da administração direta da União.

Meio Ambiente - Atualmente, pela Lei 7.990/89, o Ministério do Meio Ambiente recebe 10% dos royalties pagos pelas concessionárias de usinas hidrelétricas; e o Comando da Marinha também recebe recursos para atender a encargos de fiscalização da exploração de petróleo na plataforma continental.

Fundo Social - No regime de partilha de produção (Lei 12.351/10), o Fundo Social foi criado para contar com parte dos recursos de royalties, bônus de assinatura (pago na assinatura do contrato) e venda de petróleo que cabe à União.

Áreas - Esses recursos são destinados a várias áreas: educação, cultura, esporte, saúde pública, ciência e tecnologia, do meio ambiente e mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

Metade em investimento - Sobre a execução obrigatória de emendas de bancadas estaduais, deverá ser votada pelo Senado a determinação de que metade dos valores dessas emendas seja destinada a investimentos.

Registro centralizado - Outra novidade no texto de Gaguim é a manutenção pela União de um registro centralizado de projetos de investimento contendo, por estado, análises de viabilidade, estimativas de custos e informações sobre a execução física e financeira.

Anexo - Também deverá constar da lei de diretrizes orçamentárias, para o exercício a que se refere e pelo menos para os dois subsequentes, um anexo com previsão de recursos para investimentos que serão alocados na lei orçamentária anual para a continuidade daqueles em andamento.

Plano plurianual - A PEC enviada ao Senado terá ainda de analisar a exclusão de dispositivo da Constituição que proíbe o começo de investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro sem antes ser incluído no plano plurianual, sob pena de crime de responsabilidade. (Agência Câmara)

 

LEGISLATIVO II: Plenário aprova novos prazos para votação de medidas provisórias

legislativo II 06 06 2019O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (05/06) mudanças no rito de tramitação das medidas provisórias (PEC 70/11). O texto aprovado estabelece prazos para votação em cada Casa (Câmara e Senado), proíbe os chamados “jabutis” e limita o trancamento da pauta. Como foi alterada pelos deputados, a proposta voltará para análise do Senado Federal.

Emenda - Os deputados aprovaram um novo texto, na forma de uma emenda, apresentada em Plenário nesta quarta. A proposta obteve 394 votos favoráveis no primeiro turno e 351 no segundo. Não houve votos contrários.

Queixa - A intenção é atacar a principal queixa do Plenário da Câmara e também do Senado: que as medidas provisórias demoram nas comissões mistas e chegam para votação sem que haja tempo suficiente para discutir o texto. Nesta semana, por exemplo, o Senado analisou a Medida Provisória 871/19, que revisa benefícios previdenciários, no último dia do prazo de vigência (3).

Vigência - Na regra atual, uma medida provisória tem vigência de 120 dias úteis, sem prazos específicos para cada Casa.

Calendário mínimo - Relator da proposta, o deputado Walter Alves (MDB-RN) destacou a definição de um calendário mínimo para cada etapa. “A partir de agora, a comissão mista terá 40 dias para votar assim que a MP for editada; depois serão 40 dias na Câmara dos Deputados; 30 dias no Senado Federal; e, se houver emenda, a Câmara voltará a analisar a matéria“, disse.

Prazos - O texto aprovado mantém as comissões mistas de análise das medidas provisórias, mas estabelece prazos para todas as fases de tramitação. Se a etapa não for cumprida no prazo determinado, a MP perderá a eficácia:

- a comissão mista terá 40 dias para votar o parecer;

- o Plenário da Câmara dos Deputados terá 40 dias para aprovar a MP ou o projeto de lei de conversão;

- o Plenário do Senado Federal terá 30 dias;

- se os senadores aprovarem emendas à MP ou ao projeto de lei de conversão da Câmara, a PEC aprovada dá 10 dias de prazo para que as mudanças sejam aprovadas pela Câmara, ou a medida provisória perderá a eficácia.

Contagem - Esses prazos serão contados a partir do segundo dia útil da fase anterior – edição pelo Executivo, aprovação na comissão mista, aprovação no Plenário da Câmara e aprovação no Senado. Serão suspensos nos períodos de recesso, como ocorre atualmente.

Flexível - Na prática, esse novo calendário acaba tornando flexível a vida útil de uma medida provisória. Contadas todas as etapas e os prazos, uma MP poderá ficar em vigência por cerca de 130 dias contados o tempo de cada etapa e os dois dias úteis entre cada fase de tramitação. Por outro lado, se uma das etapas não for cumprida, a MP pode ter um prazo de vigência muito menor do que o atual – cerca de 40 dias para as que não forem votadas na comissão mista.

Determinação - Fica mantida a determinação de que, no caso de perda de eficácia da medida provisória, o Congresso Nacional deverá disciplinar, por decreto legislativo, as relações jurídicas no prazo em que a MP surtiu efeitos.

Reedição - A proposta também proíbe que uma medida provisória rejeitada ou não votada seja reeditada no mesmo ano legislativo. O texto não fala sobre MPs revogadas e depois reeditadas, tema objeto de ação no Supremo Tribunal Federal (STF).

Tramitação mais objetiva - O deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) destacou que a PEC torna mais objetiva a tramitação das medidas provisórias. “Vamos ter definidos o espaço e o papel de cada um: a comissão, o Senado e a Câmara”, comentou. Ele acrescentou que a proposta valoriza as comissões mistas. “Se elas não decidirem, a MP morre, ou seja, terão uma responsabilidade muito grande.” (Agência Câmara)

 

LEGISLATIVO III: CMO suspende reunião que analisa crédito de R$ 248,9 bi para o Executivo

legislativo III 06 06 2019O presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), senador Marcelo Castro (MDB-PI), suspendeu até a próxima terça-feira (11/06) a reunião para discutir o parecer sobre ao projeto de crédito suplementar em que o Executivo pede autorização do Congresso Nacional para quitar, por meio de operações de crédito, despesas correntes de R$ 248,9 bilhões (PLN 4/2019).

Análise - O colegiado iniciou, na manhã desta quarta, a análise do parecer do relator, deputado Hildo Rocha (MDB-MA). Ele recomendou a aprovação do texto como apresentado pelo Executivo, apesar de anteriormente ter questionado o montante pedido. Em resposta a requerimento do relator, técnicos da equipe econômica informaram que, na pior das hipóteses, seriam necessários R$ 146,7 bilhões. Mas, nesse caso, as leis orçamentárias teriam ser alteradas, colocando em risco os pagamentos.

Discussão - Durante a reunião da CMO, deputados do PT, do PCdoB e do PL disseram que vão retomar a discussão sobre o montante necessário, sob argumento de que áreas como educação, saúde e habitação foram objeto de contingenciamento e agora precisam de dinheiro. O deputado Nelson Pellegrino (PT-BA) cobrou um compromisso do Executivo para recomposição desses gastos. Com o impasse, após reunião dos líderes partidários na CMO, a análise do parecer foi adiada.

Acordo - Em entrevista, Hildo Rocha disse que houve um acordo entre os líderes partidários para que a votação na CMO fosse suspensa, abrindo a oportunidade de o Congresso analisar nesta tarde 24 vetos – dos quais 23 trancam a pauta. Ele disse que o PLN 4/2019 deve ser aprovado. “Não tem alternativa, sem a autorização do Congresso o governo não poderá pagar essas despesas”, afirmou.

Regra de ouro - A Constituição proíbe a realização de operações de crédito (emissão de títulos públicos) que excedam as despesas de capital (investimentos e amortizações de dívida). Essa “regra de ouro” só pode ser contornada por meio de créditos suplementares ou especiais com finalidade específica e aprovados pelo Congresso por maioria absoluta – pelo menos 257 deputados e 41 senadores.

Objetivo - O objetivo do PLN 4/2019 é buscar essa autorização – sem ela, já neste mês faltará dinheiro para cobrir as despesas obrigatórias listadas no projeto de crédito suplementar. A maior parte (R$ 201,7 bilhões) corresponde a benefícios previdenciários, como pensões e aposentadorias. O texto trata ainda de Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Plano Safra, entre outros itens.

Recomendação - Especialistas recomendaram à CMO a aprovação do PLN 4/2019. “Qualquer risco que se corra pode fazer com que faltem recursos para coisas absolutamente básicas. É impensável faltar dinheiro para o BPC”, disse o secretário de Macroavaliação Governamental do Tribunal de Contas da União (TCU), Leonardo Albernaz, em audiência pública.

Congresso - Depois da CMO, o parecer seguirá para análise dos deputados e senadores em sessão conjunta do Congresso Nacional. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, declarou ontem que a votação do PLN 4/19 é prioritária para assegurar “celeridade e tranquilidade” ao Executivo. “Conversei com todos os senadores da CMO, que também tiveram várias audiências com a equipe econômica. Está praticamente acertada a aprovação do valor que o governo pediu de crédito”, disse. (Agência Senado)

 

INFRAESTRUTURA: Governo avalia seguro cambial em rodovias

infraestrutura 06 06 2019O governo Jair Bolsonaro avalia incluir uma espécie de seguro cambial nas próximas concessões de rodovias federais. A ideia é ter um mecanismo para suavizar o impacto de desvalorizações muito bruscas do real no fluxo de caixa em dólares das futuras concessionárias. Com isso, espera-se diminuir a aversão ao risco de investidores estrangeiros nos leilões de estradas a partir de 2020.

Proposta - O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, confirmou ao Valor a intenção de desenhar uma proposta de proteção cambial para discussões com o setor privado. "Está em estudo. Não temos uma definição ainda, mas está em estudo", observou.

Cobrança de outorga - Segundo ele, o mecanismo é pensado apenas para as concessões que tenham cobrança de outorga. Nos últimos governos, os leilões têm sido feitos com base em uma tarifa máxima de pedágio, ganhando quem oferece o maior desconto sobre esse valor.

Próximas licitações - Em parte das próximas licitações, avalia-se uma tarifa fixa e um pagamento mínimo de outorga à União. Venceria a disputa quem se comprometesse com o valor mais alto. Esse critério seria adotado a depender do volume de investimentos da concessionária. Aí entraria o seguro cambial.

Variações muito fortes - No caso de variações muito fortes da moeda, esse mecanismo poderia gerar um abatimento da parcela anual de outorga que é devida ao governo pela operadora privada da rodovia. Freitas citou o edital da BR-153, entre Anápolis (GO) e Aliança do Tocantins (TO), como o primeiro em que a proteção cambial pode ser usada. A estimativa do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) é leiloar essa rodovia no início de 2020. Os estudos técnicos, incluindo a questão do novo mecanismo, estão sendo tocados pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e recebendo auxílio do IFC, braço do Banco Mundial.

Candidatas - Também são candidatas a ter o mecanismo em seus novos contratos as relicitações da Nova Dutra (Rio-São Paulo), da Concer (Rio-Juiz de Fora) e da CRT (Rio-Teresópolis). Todas essas estradas têm suas concessões atuais vencendo em 2021, devem ir a leilão no quarto trimestre do ano que vem e com cobrança de outorga.

Grupos estrangeiros - Grupos estrangeiros especializados na operação de rodovias são vistos como menos demandantes de seguro cambial porque costumam ficar à frente dos projetos por 30 anos ou mais. No longo prazo, as depreciações do real tendem a ser compensadas por períodos de maior valorização da moeda. O "hedge" contratual é tido como produto essencial, porém, para investidores internacionais que realizam lucros a qualquer momento - como os fundos de pensão ou de private equity.

Inibidor - "Realmente ouvimos de muitas empresas estrangeiras que o risco cambial é um inibidor de investimentos no país", diz o presidente da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), César Borges. Para ele, é bem-vinda a possibilidade de inclusão de um mecanismo para suavizar altas do dólar nas concessões federais. "Agora, se isso vai ser suficiente ou não [para mitigar o risco], teremos que ver no detalhe."

Modelagem - Borges lembra que a associação também tem defendido uma mudança na modelagem dos leilões, com o pagamento de outorga como critério para definir os vitoriosos em cada disputa. O ex-ministro dos Transportes ressalta que, com uma tarifa fixa de pedágio estabelecida pelo poder concedente, as operadoras têm mais previsibilidade do fluxo de caixa e evitasse que lances mais ousados prejudiquem a viabilidade do negócio ao longo do contrato.

Mecanismo optativo - As rodovias paulistas leiloadas pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) incluem, desde 2017, um mecanismo optativo de proteção cambial. As licitações preveem cobrança de outorga fixa e variável.

Taxa variável - Em uma das estradas, a taxa variável corresponde a 3% da receita bruta anual da concessionária. Se a operadora tiver optado pelo "hedge" no contrato, ela poderá pagar entre zero (se o real tiver se desvalorizado muito) a 6% (se houver valorização expressiva da moeda brasileira), com percentuais intermediários. Não há flexibilidade na parcela fixa. (Valor Econômico)

 

JUDICIÁRIO: Fux pede inclusão de ações sobre preço mínimo do frete

judiciario 06 06 2019O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta quarta-feira (05/06), a inclusão em pauta de ações da Associação do Transporte Rodoviário de Cargas do Brasil (ATR Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) contra a política de preços mínimos do frete. A medida foi tomada pelo governo Michel Temer como resposta à greve dos caminhoneiros no ano passado.

Data do julgamento - Cabe agora ao presidente do STF, ministro Dias Toffoli, definir a data do julgamento. Segundo o Estadão/Broadcast apurou, Toffoli pode marcar a análise do tema para o segundo semestre deste ano - a pauta do Supremo para o mês de agosto já está fechada e a de setembro deve ser divulgada nos próximos dias.

Desrespeito - A ATR-Brasil, a CNA e a CNI apontam desrespeito aos princípios da livre iniciativa e da livre concorrência com a adoção do tabelamento do frete.

Crise - Em manifestação encaminhada ao Supremo em abril, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse que a medida não fere a Constituição Federal. Segundo Raquel, a regulação dos preços é uma forma legítima de enfrentar uma situação excepcional de crise e assegurar a regularidade do mercado.

Regulação estatal - “A regulação estatal de preços é legítima para fazer frente à situação excepcional de crise, a fim de assegurar a regularidade do mercado e preservar os princípios da dignidade humana e da valorização do trabalho”, escreveu Raquel Dodge. (O Estado de S.Paulo)

 

ECONOMIA: Banco Mundial reduz previsão de avanço da economia brasileira em 2019

economia 06 6 2019O Banco Mundial reduziu a previsão de crescimento da economia brasileira. De acordo com o Relatório de Perspectivas Econômicas Global, divulgado nesta quarta-feira (04/06), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, neste ano, foi reduzida em 0,7 ponto percentual para 1,5%.

Estimativa - Para 2020, a estimativa subiu 0,1 ponto percentual para 2,5%, e para 2021, a previsão foi reduzida em 0,1 ponto percentual para 2,3%. A última previsão desse relatório foi divulgada em janeiro.

Consumo privado - “A recuperação regional será impulsionada predominantemente pelo consumo privado, enquanto a inflação se mantém moderada e a confiança retorna e, em 2020-21, por uma recuperação do investimento. No entanto, as perspectivas de crescimento para 2019 e 2020 foram rebaixados, refletindo atividade mais fraca que o esperado no Brasil e México, mas também nas economias menores”, diz o relatório.

América Latina e Caribe - A projeção de crescimento da economia da América Latina e Caribe também foi reduzida neste ano. A previsão caiu 0,4 ponto percentual para 1,7%. O crescimento da região deve chegar a 2,5% em 2020 e 2,7%, em 2021. A previsão para o próximo ano foi reduzida em 0,2 ponto percentual e a de 2021 permaneceu estável em relação a estimativa divulgada pelo Banco Mundial em janeiro.

Redução - A previsão para o crescimento da economia mundial foi reduzida em 2,6%, 0,3 ponto percentual abaixo da previsão anterior, refletindo o comércio internacional e o investimento mais fracos do que o esperado. Para 2020, a estimativa de crescimento foi reduzida em 0,1 ponto percentual para 2,7%. A previsão para 2021, foi mantida em 2,8%. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: País busca acordo com Reino Unido

comercio exterior 06 06 2019O ministro das Relações exteriores, Ernesto Araújo, recebeu, nesta quarta-feira (06/06), um grupo de empresários e uma comitiva do Reino Unido para tratar de acordos bilaterais e opções de investimento. Na reunião foi decidido que o Instituto Brasil 200, que trouxe a comitiva de Londres, vai coordenar um grupo de estudo com acadêmicos e empresários para elaborar o melhor acordo de livre comércio entre os dois países.

Próximo encontro - O próximo encontro deve acontecer em Londres, a princípio em agosto, e, segundo o presidente do Instituto Brasil 200, Gabriel Kanner, a ideia é que assim que concluída a saída do Reino Unido da União Europeia já haja a possibilidade de um amplo acordo entre os dois países. "Houve entendimento de ambas as partes de que estamos em um momento único, que talvez não aconteça de novo, de ter no Brasil um governo pró-mercado, que veja com bons olhos o livre-comércio", afirmou. "As duas partes acreditam que possamos ter acordos ambiciosos."

Exemplo - Como exemplo do que está na mesa de negociação, Kanner cita um possível intercâmbio entre agentes do mercado financeiro dos dois países. "A ideia de que os profissionais possam trabalhar fora sem nenhuma restrição trará muitos ganhos", avalia.

Metas - Entre as metas já discutidas pelo grupo, está também uma questão envolvendo regularização de produtos. O objetivo é que qualquer item liberado e regulamentado no Brasil também possa ser legalizado no Reino Unido e vice-versa. (Valor Econômico)

Foto: Wikipedia

 

EUA: Atividade econômica melhorou entre abril e maio

eua 06 06 2019A atividade econômica nos Estados Unidos teve leve melhora nesta primavera, com as empresas parecendo indiferentes aos efeitos da imposição de tarifas ao comércio exterior, de acordo com o relatório de condições econômicas compilado pelo Federal Reserve, o Livro Bege.

Distritos regionais - Os 12 distritos regionais que compõem o sistema Fed reportaram crescimento na atividade econômica entre abril e meados de maio, com leve melhora em relação ao período anterior, apontou o Livro Bege, com coleta de dados até o dia 24 passado.

Impacto - O relatório sugere que a retomada das tensões comerciais com a China, observada desde 5 de maio, ainda não produziu impacto significativo sobre as indústrias dos EUA, embora muitas tenham manifestado preocupação quanto ao futuro.

Relatos positivos - Tanto os relatos sobre a indústria como sobre os consumidores se mostraram, em geral, positivos no período de coleta das informações. Na maioria dos distritos, os preços têm subido em ritmo modesto, sem pressões significativas a partir da evolução da renda salarial, apontou o Livro Bege. (Valor Econômico)

 


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