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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4527 | 01 de Março de 2019

FÓRUM: Cooperativas de transporte discutem estratégias para 2019

Vinte dirigentes e representantes de cooperativas participam do Fórum de Transportes da Ocepar, na sede da entidade, em Curitiba. O evento foi aberto na tarde desta sexta-feira (01/03) pelo superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e terá como temas de discussões os indicadores do ramo em 2018, ações realizadas pelo setor, a questão da tabela de fretes e as perspectivas e estratégias do Sistema em 2019. Ao fim do Fórum, está prevista a realização de Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGO e AGE) do Sincoopar Transporte (Sindicato das Cooperativas de Transporte do Estado do Paraná), com a eleição de nova diretoria.

Participantes - Também participam do evento, o superintendente e o gerente da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná), respectivamente, Nelson Costa e Anderson Lechechem, além dos coordenadores do Sistema Ocepar, João Gogola e Jesse Rodrigues, e os analistas Carlos Roberto Goncalves e Rodrigo Gandara Donini. No Paraná, o ramo transporte tem 31 cooperativas filiadas ao Sistema Ocepar.

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CAPACITAÇÃO: Auditores internos participam de curso de gestão de riscos e investigação de fraudes

Nos dias 19 e 20 de fevereiro foram realizadas em Curitiba, no Hotel Confiance, as capacitações em Gestão Baseada em Riscos e Investigação de Fraudes que compõem o Programa de Formação de Auditores Internos. “O objetivo do Programa é qualificar os participantes nas melhores práticas de Auditoria Interna com foco em Metodologias de Gestão Baseada em Riscos”, explica o analista técnico Tiago F. Gomes, que acompanhou o evento. Foram capacitados 40 auditores internos de 17 cooperativas do ramo Agropecuário. “O auditor interno tem um importante papel na estrutura de governança nas cooperativas, dessa forma, é necessário investir de forma constante na capacitação destes profissionais”, ressalta.

Porto - Como forma de integrar teoria à prática, no dia 21 foi realizada uma visita técnica à Cotriguaçu Cooperativa Central, no Porto de Paranaguá, que teve por finalidade conhecer as atividades portuárias da cooperativa e suas boas práticas de auditoria interna e de Gestão de Riscos.

Visita presencial - Para o auditor interno da Primato Cooperativa Agroindustrial, Leandro Chiella, "não basta ter as informações em noticiários e não presenciar de fato como é a estrutura e o funcionamento da grandiosa estrutura do nosso Porto de Paranaguá. Com a visita técnica pude ter a certeza do quanto nossa região tem de benefício no escoamento de nossas produções. Tive contato com uma excelente gestão dos colaboradores e cooperativas parceiras, assim como o grau de tecnologia e segurança implantadas para assegurar a qualidade e credibilidade dos contratos feitos com China e demais países que chegam ao nosso porto para carregamento", avaliou.

Intercâmbio - Na opinião de Rafael Rubiales, analista de auditoria da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, o intercâmbio de experiências proporcionada pela visita técnica foi um dos diferenciais da capacitação. “Tive a oportunidade de conhecer o Terminal Portuário de Paranaguá onde foram apresentados pela Cotriguaçu alguns controles existentes que garantem a segurança nas operações de desembarque e embarque das principais commodities exportadas através do Terminal. A troca de informações entre os participantes do evento é fundamental na ampliação do conhecimento para a identificação de melhorias nos nossos processos.”

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INTEGRADA: Cooperativa cresce 24% em 2018

integrada 01 03 2019Com um crescimento de 24% em seu faturamento em um ano de crise, a Cooperativa Integrada apresenta nesta sexta-feira (01/03), o balanço geral da cooperativa para os seus associados durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), que acontecerá a partir das 16h, no Recinto Milton Alcover, no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina (PR). O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participa da AGO.

Faturamento - A Integrada ultrapassou em 2018 a barreira dos R$ 3 bilhões em faturamento, atingindo a marca de R$ 3,3 bilhões, sendo a maior empresa de Londrina de acordo com os rankings da revista Exame e jornal Valor Econômico. De acordo com o diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, a chegada da cooperativa a casa dos R$ 3 bilhões em faturamento é um marco histórico, já que a Integrada é uma das primeiras cooperativas a conseguirem, em pouco mais de 20 anos de existência, atingir este valor.

Confiança - Hashimoto atribui à conquista a todos os cooperados pela confiança e colaboradores pela dedicação na superação dos desafios. A Integrada vem crescendo a passos largos, inclusive em território. Recentemente, a cooperativa chegou ao município de Santa Cruz do Rio Pardo (SP). Com esta, são 64 unidades de recebimento.

Potencial produtivo- A Integrada tem trabalhado cada vez mais para aumentar o potencial produtivo de seus associados. Para isso, tem investido forte em tecnologias, a exemplo das sementes de soja especiais e também na prestação de serviços pelo departamento de agricultura de precisão. Com isso, a cooperativa visa potencializar os ganhos dos associados e, consequentemente, da cooperativa como um todo.

Investimento forte- A cooperativa também tem investido forte nos últimos anos na verticalização da cadeia produtiva por meio da agroindustrialização com suas três indústrias, a de processamento de milho, localizada em Andirá (PR), a de suco de laranja em Uraí (PR) e a de rações em Londrina (PR).

Diálogo - De acordo com o superintendente geral da Integrada, Haroldo Polizel, vale lembrar o tema da Convenção com colaboradores de janeiro, cujo tema foi “Mudanças que transformam”. “Precisamos estar abertos ao diálogo e construir ações que atendam a necessidade de mudança para aumentar o nosso potencial de crescimento e alcançar nosso objetivo de gerar valor ao cooperado nesse mercado de rápidas transformações”.

Rentabilidade - Polizel afirma que é necessário elevar a produtividade e proporcionar maior rentabilidade ao cooperado. Uma das ações apontadas pela equipe gestora da Integrada é trabalhar o relacionamento com o associado por meio de um atendimento de excelência em todas as etapas do sistema produtivo.

Sobre a Integrada- A Integrada Cooperativa Agroindustrial foi fundada em Londrina (PR) no dia 6 de dezembro de 1995 por um grupo de agricultores confiantes no sistema cooperativista. Com mais de duas décadas de existência, a Integrada se tornou uma das principais cooperativas do Brasil, com mais de 64 unidades de recebimento distribuídas em diversas regiões do Paraná e São Paulo.

Cooperados - A Integrada conta com mais de 9.800 cooperados e 1.745 colaboradores. A maior parte do faturamento vem da comercialização de grãos como soja, milho, trigo e café. Além de laranja e outras culturas. (Com informações da Imprensa Integrada)

CAPAL: Reeducação alimentar melhora saúde de funcionários

No início, o objetivo era perder peso, mas foi muito mais expressivo: a reeducação alimentar. O resultado foi obtido por 30 funcionários da Capal, Ceral e Sicredi de Arapoti (PR). Eles participaram do programa Cuide-se Mais, promovido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR).

Balanço - Foram 108,5 kg eliminados, 75 cm de cintura reduzidos, até 80% da diminuição de dores de cabeça, melhoria de 90% na concentração e memória, 40% dos participantes apresentaram evolução na qualidade do sono, aumento em 45% da atividade física e elevação entre 50% e 60% no consumo de água.

Seis meses- Esses números alcançados ocorreram em seis meses de acompanhamento nutricional, com consultas individuais e oficinas em grupo sobre alimentação saudável, que foram colocadas em prática por participantes como Marcelo Alvarez Ferreira, gerente da Capal nas unidades de Curiúva e Ibaiti. Ele foi o integrante do grupo que mais perdeu peso, conseguindo reduzir 18,9 quilos. “E isso mesmo com Natal, festas de Ano Novo e férias”, brinca.

Outros objetivos- Mas Ferreira participou do programa não somente pela redução de peso, mas ainda pela busca na qualidade de vida, aumento da disposição e reeducação alimentar. “O resultado foi além da minha expectativa. As dores que tinha no corpo, joelho, pé e cabeça acabaram”, comemora.

Mudança de hábito- A nutricionista Marília Nejain de Resende, contratada para o trabalho no programa, explica que as mudanças nas vidas dos participantes aconteceram pela alteração do cardápio diário. “A dieta deles era basicamente formada por proteínas, carboidratos e gorduras, com pouca ingestão de vitaminas”, conta.

Reeducação diária- Como o foco do programa é a busca por uma alimentação saudável, foi feita uma reeducação diária, diminuindo o consumo de produtos à base de frituras e refrigerantes, por exemplo, e inserindo frutas, legumes, verduras e mais água.

Saúde - “Houve melhora da pressão arterial, eliminação de câimbra e medicamentos antialérgicos. Cerca de 50% dos participantes tomavam medicamentos para dor de cabeça e já no primeiro mês pudemos ver mudança na saúde de alguns deles. Outros iniciaram o programa com pré-diabetes e terminaram com exames normais”, reforça a nutricionista.

Atividades físicas- Marília lembra que houve busca por atividades físicas, principalmente caminhada e corrida, algo que aconteceu com Marcelo Ferreira, inclusive com a esposa dele aderindo.

Doação- Por iniciativa dos participantes, o peso perdido por eles devido ao programa foi revertido em alimentos. Cada um entregou a quantidade de quilos que eliminou. As doações foram para o Programa de Atendimento à Criança e ao Adolescente de Arapoti (PACAA), e consistiam em arroz, café, macarrão, sal, feijão, açúcar, óleo, leite, trigo e molho de tomate.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial- Fundada em 1960, a Capal Cooperativa Agroindustrial conta atualmente com quase 3.000 associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos estados do Paraná e de São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. (Imprensa Capal)

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SICOOB METROPOLITANO: Marca histórica de R$ 31,6 milhões em resultados à disposição dos cooperados

O Sicoob Metropolitano anuncia os resultados de 2018 com números positivos, que confirmam a força do cooperativismo de crédito e o engajamento dos profissionais da cooperativa e seus associados.

Resultado - No ano passado, a instituição registrou mais de 30% de crescimento em resultado, alcançando o montante anual bruto de R$ 31,6 milhões. Os ativos totais, por sua vez, apresentaram crescimento de 28,58% na comparação com o ano anterior. Já o patrimônio líquido cresceu 20,88% e as operações de crédito 30,11%.

Número de cooperados e agências- No ano em que ampliou sua rede de atendimento e expandiu sua área de atuação, passando a atender 22 cidades do Paraná e o município de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, o Sicoob Metropolitano cresceu 15,09% em número de cooperados e ultrapassou a marca dos 50 mil. Ao todo, são 39 agências e mais de 400 colaboradores.

Participação - Para maior participação dos cooperados e efetividade do princípio da transparência, os assuntos que antecedem a Assembleia Geral Ordinária do Sicoob Metropolitano estão sendo apresentados e discutidos durante as pré-assembleias. As reuniões, que tiveram início em 25 de fevereiro e seguem até 20 de março, serão realizadas nas cidades de Colorado, Campina da Lagoa, Ubiratã, Cianorte, Pitanga, Goioerê, Campo Mourão, Astorga, Maringá e Presidente Venceslau (SP).

Compartilhamento - Segundo o presidente, Luiz Ajita, os méritos da conquista desses resultados devem ser justamente compartilhados com dirigentes, colaboradores e cooperados. “Mesmo diante de um cenário desafiador ao longo de 2018, seguimos acreditando em nosso trabalho e a dedicação foi recompensada com números expressivos. Estamos muito orgulhos e seguimos firmes na nossa missão de promover o cooperativismo financeiro e contribuir para o desenvolvimento das comunidades, inspirados pelo nosso propósito, que é humanizar as relações financeiras”. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICREDI VANGUARDA: Agência na Avenida Carlos Gomes é reinaugurada em Cascavel (PR)

A Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ reinaugurou a agência Carlos Gomes, em Cascavel, com uma cerimônia que contou com diretores da cooperativa, associados da região e representantes de entidades locais. A agência esteve em reforma ao longo dos últimos meses e foi totalmente remodelada ao novo layout do Sicredi, que visa privilegiar o conforto e a troca de informações entre os associados e os colaboradores.

Atendimento - Para Luiz Hoflinger, presidente da Cooperativa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, a reinauguração do espaço continuará atendendo aos cooperados da região que contam com a agência há 12 anos. “Cascavel é uma cidade que merece o nosso reconhecimento. Hoje temos cinco agências na área urbana e três em comunidades, estamos construindo mais uma agência na rua Rio Grande do Sul esquina com a Avenida Carlos Gomes e reinaugurar a agência da Avenida Carlos Gomes mostra que somos preocupados com os nossos associados e comunidade. Queremos ser uma instituição simples, próxima, ativa e praticante do nosso propósito, compartilhando conquistas e resultados com bom atendimento”, complementa.

Colaboradores capacitados- De acordo com Vilson Silveira Junior, gerente da agência Carlos Gomes, é importante que cada associado se sinta atendido da forma adequada, dentro das suas necessidades. “O nosso papel, além de oferecer um espaço confortável, é garantir que os colaboradores estejam capacitados para disponibilizar as melhores soluções financeiras para o associado”, ressalta.

Área total- O novo espaço conta com uma área total de 665 metros quadrados, os associados contam com mais privacidade no atendimento, além de estacionamento para 18 veículos e bicicletário. A agência já está atendendo, com horário de funcionamento das 9h às 15h, e no autoatendimento das 7h às 21h.

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI FRONTEIRAS: Programa Trator Solidário contempla associado em Santa Izabel do Oeste

No dia 21 de fevereiro, a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, realizou a entrega de um trator New Holland TL 75 financiado pela linha de crédito vinculada ao Programa Trator Solidário, promovido pelo Governo do Paraná através da Secretaria da Agricultura e Abastecimento e escritórios da Emater.

Investimento - O associado Jair Bolivar Bielak, de 59 anos, morador de Santa Izabel do Oeste/PR, decidiu crescer e investir na modernização, redução de custos e aprimoramento das condições de trabalho para que o seu filho Lucas, de 17 anos o acompanhasse na manutenção da sua propriedade.

Apoio - O Sicredi visa apoiar o crescimento dos seus associados ligados ao agronegócio, disponibilizando linhas de crédito com taxas especiais, adequadas as suas necessidades.

Após encaminhar a documentação necessária à cooperativa, Jair comentou que em menos de 20 dias, recebeu seu novo trator.

Condição de pagamento- O associado comenta que há mais de 20 anos utiliza os serviços da cooperativa. Ele cultiva soja, milho e trigo. Por este motivo, pensando no futuro, eles decidiram por um financiamento. “Nós escolhemos o Sicredi pela condição de pagamento. Com ele, conseguimos escolher o número de parcelas que nos fosse viável e com uma baixa taxa de juros”. Comenta Bielak.

Filho - O filho Lucas tem o desejo de ajudar o pai no plantio. Diz que agora o seu trabalho será feito com mais eficiência e de maneira mais econômica. “Escolhemos financiar este trator, pois sabemos no ano que vem apenas tratores cabinados poderão fazer pulverização de veneno. Ele irá ser muito útil nas nossas atividades”, afirma Lucas.

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI ALIANÇA: Mais seis entidades são beneficiadas com doação de computadores

sicredi alianca 01 03 2019Na noite de quarta-feira (27/02), a parceria entre Sicredi Aliança PR/SP, Rondotec Informática e Rotary Marechal viabilizou a entrega de mais sete computadores, beneficiando seis entidades da região Oeste do Paraná: Asilo Lar Rosas Unidas, CMEI Zilda Arns e Escola Municipal Ana Paula, de Marechal Cândido Rondon; Escola de Dança do CTG, de Santa Helena, Escola Municipal Comandante Luiz de Moraes Rego, do distrito rondonense de Porto Mendes; e Seminário São Cura D’Ars, de Quatro Pontes.

Parceria - Esta foi a segunda entrega de computadores deste ano, através da parceria que consiste na seleção de equipamentos cedidos pela Sicredi Aliança PR/SP e que não comportam mais os atuais sistemas. O Rotary Marechal atua como intermediário da ação e a Rondontec Informática realiza o remanejamento das peças e a montagem das máquinas. Com mais este repasse, 60 computadores já foram montados e destinados a entidades da região, desde o início da ação em 2017.

Propósito - A Sicredi Aliança PR/SP sempre estará junto de iniciativas como esta, que vai ao encontro do propósito da cooperativa, agregando agregar renda e melhorando a qualidade de vida das pessoas.

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

MAPA: Ministra empossa diretoria da Conab e informa que parte dos armazéns será leiloada

mapa 01 03 2019A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) deu posse nesta quinta-feira à diretoria da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O novo presidente, Newton Araújo Silva Júnior, é funcionário de carreira da empresa há 40 anos e foi aplaudido pelos funcionários ao ser chamado para assinar o termo de posse. A ministra informou que parte dos armazéns da companhia será leiloada nos próximos meses, por estar subutilizada. Segundo ela, a rede de armazenamento da Conab é grande e antiga, e deixou de fazer sentido mantê-la num momento em que os traders do setor agropecuário são mais ágeis e possuem esquemas mais modernos de armazenagem e escoamento da produção.

Atenção - “Precisamos que a Conab dê atenção às coisas para as quais ela é imprescindível, como trabalhar mais perto do produtor, fazendo previsão de safra, estatísticas e prestando as informações oficiais sobre o setor, que são ferramentas essenciais para cuidarmos das políticas públicas”, disse a ministra. “Não podemos ter empresas públicas com um patrimônio enorme, porque custa mais caro mantê-lo do que a sua utilidade", explicou.

Mudanças radicais- Em discurso durante a posse, a ministra disse aos servidores da Conab que não haverá mudanças radicais na companhia, mas uma modernização de sua estrutura e de suas práticas administrativas. Segundo ela, ninguém vai impor coisas na companhia de cima para baixo, pois tudo será discutido com a diretoria, o conselho administrativo e todos os envolvidos. Disse que a proximidade entre o Ministério da Agricultura e a Conab precisa ser cada vez maior, em prol da agropecuária brasileira. “O sucesso da Conab será o meu sucesso também”, afirmou, sendo aplaudida pelos funcionários, que lotavam o auditório da empresa.

Patrimônio - O novo presidente observou que a Conab tem atualmente 178 armazéns, dos quais 67 estão subutilizados e, num estudo preliminar, podem ser leiloados ou mesmo cedidos à iniciativa privada por meio de permutas. “É preciso tirar essa gordura da companhia para fazê-la se fortalecer”, disse Silva Júnior, informando que a desmobilização do patrimônio será rápida e ocorrerá já nos próximos meses. Segundo ele, a Conab dispõe de orçamento de R$ 1,5 bilhão para equalização dos preços dos produtos da safra.

Informes semanais- Tereza Cristina declarou que gostaria de passar a receber informes semanais do setor. Em seu discurso, afirmou que a Conab precisa se comunicar melhor com a sociedade, e mostrar sua importância para a segurança alimentar do brasileiro, com todo o seu trabalho na regulação de estoques e distribuição dos produtos. E explicou que a Conab detém as informações oficiais sobre o que acontece no setor rural brasileiro, e não pode deixar a iniciativa privada divulgar as notícias antes da companhia. (Mapa)

ANVISA: Aprovada consulta pública sobre glifosato

anvisa 01 03 2019A Anvisa aprovou, na terça-feira (26/02), a abertura da consulta pública com o resultado da reavaliação do glifosato. O texto traz as propostas de mudanças para o produto, que é o agrotóxico mais utilizado no Brasil.

Avaliação técnica- A proposta é resultado da avaliação feita por técnicos da Agência, com base nas evidências científicas mais atuais sobre o glifosato. Ao todo, o processo contou com 16 pareceres da Anvisa e outros três pareceres externos.

Dados - Além dos estudos publicados sobre a substância em questão, a Anvisa também analisou uma série de dados nacionais sobre agrotóxicos. Entre as informações avaliadas estão os números mais recentes do monitoramento de resíduos de agrotóxicos. Neste caso, a Agência avaliou a presença do glifosato em 906 amostras de arroz, manga e uva, que foram as culturas coletadas nos últimos dois anos.

Sinan - Também foram analisados dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que revelaram qual é o perfil de intoxicações por glifosato no Brasil.

Monitoramento - Os dados sobre monitoramento de água para consumo humano no Brasil produzidos entre 2014 e 2016 também fizeram parte do esforço para entender o real risco do glifosato para seres humanos no Brasil. O monitoramento inclui 22.704 amostras de água e mostrou que em apenas 0,03% dos casos havia presença de glifosato em nível acima do limite permitido.

Trabalhadores rurais- A principal conclusão da reavaliação é que o glifosato apresenta maior risco para os trabalhadores que atuam em lavouras e para as pessoas que vivem próximas a estas áreas. Por isso, as principais medidas propostas estão voltadas para medidas relacionadas ao manejo do produto durante a sua aplicação e a sua dispersão.

Legislação - Outra conclusão do trabalho é que o produto não se enquadra nos critérios proibitivos previstos na legislação. Isso porque o produto não foi classificado como mutagênico, carcinogênico, tóxico para a reprodução, teratogênico (que causa malformação fetal), entre outros.

Outros países- A conclusão é semelhante à obtida em outros países que recentemente fizeram revisão do uso do glifosato no campo, como os Estados Unidos e o Canadá, além da União Europeia.

Ajustes - A proposta inclui, ainda, ajustes e definição de limites de exposição e proibição do produto concentrado para jardinagem amadora. (Anvisa)

ANS: Agência abre Consulta Pública para regra de capital regulatório das operadoras

ans 01 03 2019A partir de 07 de março, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) receberá contribuições da sociedade relativas à consulta pública sobre proposta de Resolução Normativa que disciplina os critérios para definição do capital regulatório das operadoras de planos de assistência à saúde. A proposta visa implementar de forma gradual o modelo de capital baseado em riscos na saúde suplementar e as contribuições poderão ser enviadas através do formulário eletrônico que ficará disponível na página da ANS.

Tema - O tema vem sendo estudado pela ANS nos últimos anos, em especial, no âmbito da sua Comissão Permanente de Solvência. “A proposta que segue para consulta pública é resultado de estudos da área técnica da ANS que observaram as melhores práticas nacionais e internacionais para supervisão de solvência. Não há mudança de regra no meio do jogo: a necessidade de constituição da margem de solvência permanece; todavia, incentiva-se a adoção antecipada do capital baseado em riscos”, explica o diretor de Normas e Habilitação das Operadoras, Leandro Fonseca.

Possibilidade - A norma propõe a possibilidade de as operadoras manterem o regime de solvência atual até dezembro de 2022 (quando a regra estará integralmente constituída pelas operadoras), ou optarem por iniciar a utilização do modelo padrão de capital baseado em riscos estabelecido pela ANS. A possibilidade de utilização de modelo próprio de capital, embora já fosse prevista, fica melhor explicada também na proposta de normativo. A consulta pública também traz proposta de alteração da IN nº 14/2007 da DIOPE, que regulamenta os critérios para utilização de modelo próprio de capital pelas operadoras de planos de saúde.

Desejável - A adoção antecipada do capital baseado em riscos pelas operadoras é desejável para o Regulador, na medida em que essa metodologia implica uma adequação da exigência de patrimônio ao risco individual de cada ente regulado. Com isso, os riscos de operar planos de saúde de cada operadora estarão dimensionados e será exigido capital correspondente pela ANS. A medida proposta, portanto, busca promover maior sustentabilidade setorial e garantir a continuidade da assistência aos beneficiários.

Regras de conduta- “Operadoras que administram corretamente os seus riscos são capazes de prover a cobertura contratada quando o beneficiário necessitar. A fim de garantir a adoção de práticas prudentes na gestão, é papel da ANS estabelecer regras de conduta que implicam na manutenção de ativos e capital para garantia dos riscos previstos e das oscilações não previstas, assegurando assim não só o atendimento, mas também a qualidade da assistência prestada ao consumidor”, afirma Leandro Fonseca. (ANS)

SAÚDE: Registrado mais um caso de febre amarela

saude 01 03 2019O boletim epidemiológico que monitora a ocorrência de febre amarela no Paraná registra mais um caso da doença – agora são cinco –, desta vez no município de Curitiba, mas com contaminação ainda sob investigação pela Secretaria da Saúde. Os outros dois estão em Antonina e Campina Grande do Sul; nestes, as pessoas foram contaminadas em Guaraqueçaba.

Busca ativa- Para intensificar a vacinação, que é a única prevenção contra a doença, a Secretaria de Estado da Saúde recomenda que as equipes façam busca ativa principalmente nas áreas rurais. E para apoiar o município de Adrianópolis, a secretaria enviou um veículo e uma equipe para percorrer as zonas mais remotas em busca de pessoas não vacinadas.

Estratégia - “Esta é uma das estratégias de intensificação de vacinação seletiva”, disse a superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria, Acácia Nasr. Segundo ela, a prioridade neste momento são as 1ª e 2ª Regionais de Saúde (Litoral e Região Metropolitana de Curitiba), onde a doença já foi identificada. Nestas regiões estima-se que esteja metade da população não vacinada do Paraná, cerca de 2,5 milhões de pessoas.

Total - No total, desde o início do ano foram notificados 168 suspeitos de febre amarela em todo o Estado. Desses, 115 foram descartados e 48 prosseguem em investigação. Em macacos, que são importante alerta sobre a circulação do vírus, foi confirmada sua presença apenas nos animais encontrados mortos em Antonina, em janeiro. Há 13 casos em investigação.

Providências - Desde as primeiras notícias da circulação do vírus na região do Vale do Ribeira, em São Paulo, a Secretaria da Saúde do Paraná vem tomando providências para conter o avanço do vírus.

Casos - Em São Paulo foram 503 casos da doença em 2018; com 176 mortes. Neste ano, de janeiro a 15 de fevereiro, foram confirmados 38 casos, com nove mortes no Estado vizinho.

Vacina - A vacina contra a febre amarela está disponível nas unidades de saúde de todos os municípios do Paraná. Esta é a única forma comprovada de prevenção, lembrando que são necessários dez dias para que faça efeito imunizando a pessoa. Para quem está próximo à mata, a Secretaria da Saúde também recomenda o uso de camisa de manga longa, calça comprida e repelente. (Agência de Notícias do Paraná)

CAGED: Brasil cria 34,3 mil empregos formais em janeiro

caged 01 03 2019O mercado de trabalho brasileiro criou 34.313 empregos com carteira assinada em janeiro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (28/03), pelo Ministério da Economia.

Saldo - O saldo de janeiro decorre de 1,325 milhão de admissões e 1,290 milhão de demissões. Em janeiro de 2018, a abertura líquida de vagas havia chegado a 77.822, na série sem ajustes, mais que o dobro do desempenho do mês passado.

Abaixo da projeção- O resultado de janeiro ficou muito abaixo da projeção mais modesta de abertura de vagas. As estimativas dos analistas do mercado financeiro, consultados pelo Projeções Broadcast, iam de geração de 59.192 a 107.360 vagas, com mediana de 89.048 postos de trabalho.

Dezembro - Em dezembro de 2018, havia ocorrido o fechamento líquido de 334.462 vagas com carteira assinada, como é comum para o último mês do ano.

Setores - O resultado do mês foi puxado pelo setor de serviços, que gerou 43,449 postos formais, seguido pela indústria de transformação, que abriu 34.929 vagas de trabalho. Também tiveram saldo positivo no mês a construção civil (14.274 postos), a agropecuária (8.328 postos) e a extração mineral (84 postos).

Comércio - Já o comércio fechou 65.978 vagas em janeiro, enquanto a administração pública encerrou 686 vagas no mês passado. Os serviços industriais de utilidade pública também fecharam 88 vagas no começo do ano.

Contrato intermitente- Os dados do Caged também mostram a criação líquida de 3.352 empregos com contrato intermitente em janeiro. De acordo com os dados do Ministério do Economia, o emprego intermitente registrou criação total de 7.768 postos ao mesmo tempo em que houve fechamento de 4.416 vagas.

Jornada parcial- Houve ainda a abertura de outras 135 vagas pelo sistema de jornada parcial. As duas novas modalidades foram criadas pela Reforma Trabalhista.

Desligamentos - O Caged informou ainda que houve 17.754 desligamentos por acordo no mês de janeiro.

Segundo melhor- O secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, avaliou que janeiro teve o segundo melhor resultado para o mês na criação de empregos nos últimos seis anos. “Ainda sofremos um pouco com o realinhamento das expectativas e com a retomada de investimentos. Mas a tendência de geração de empregos deve continuar”, avaliou.

Em linha- O coordenador geral de estatísticas da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Mário Magalhães, argumentou que o saldo de geração de empregos no mês passado está em linha com o observado no começo de 2013 e 2014 – os dois últimos anos antes da recessão.

Fechamento líquido- Magalhães apontou o fechamento líquido de 65.978 vagas pelo comércio em janeiro representou metade da queda do ritmo de abertura de vagas no mês passado, mas ponderou que a quantidade de trabalhadores temporários que continuaram empregados no setor aumentou neste ano.

Temporárias - “Isso tem a ver com o maior número de contratações temporárias em novembro e dezembro do ano passado. O resultado do comércio parece negativo, mas houve 108 mil contratações pelo setor no fim de 2018, ante 74 mil no fim de 2017. Com o ajuste de janeiro, cerca de 26 mil trabalhadores continuaram trabalhando no comércio no começo do ano passado, saltando para 42 mil no começo deste ano”, detalhou. (O Estado de S.Paulo)


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