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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4526 | 28 de Fevereiro de 2019

COOPERATIVISMO: Crédito rural é discutido com parlamentares em Brasília

A diretoria do Sistema OCB esteve reunida, nesta quarta-feira (27/02), em Brasília, com os deputados federais José Carlos Schiavinato (PR), Zé Silva (MG), Evandro Roman (PR), Pedro Lupion (PR), Arnaldo Jardim (SP), Evair de Melo (ES) e Sérgio Souza (PR). O encontro, cujo objetivo foi debater a situação do crédito rural, ocorreu na sede da entidade e contou com a participação do presidente do Sistema Ocepar e diretor da OCB representando a região Sul, José Roberto Ricken. Ele acompanhou outra reunião, realizada com deputados e senadores da bancada da região Norte no Congresso Nacional e lideranças do movimento cooperativista nos estados nortistas. O evento também foi realizado na sede da OCB. O assunto principal da pauta foi discutir o cooperativismo como ator-chave para o desenvolvimento do Norte do país.

União - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou que o cooperativismo já faz e pode fazer muito mais pelo Brasil. “Nosso modelo de negócios é baseado da união das pessoas em prol de um mesmo objetivo. E é isso que queremos para o Norte. Unir as pessoas para que, juntas, encontrem soluções coletivas para suas necessidades e, assim, melhorem sua qualidade de vida”, disse a liderança, que também explicou um pouco sobre como a OCB trabalha pelo fortalecimento das cooperativas do país.

Frencoop - O mesmo foi feito pelo presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Evair de Melo. Ele fez questão de destacar a necessidade de um trabalho eficaz e comprometido com a causa cooperativista, no âmbito do Congresso Nacional, para que o setor continue ajudando o país a crescer. Na oportunidade, Evair convidou os colegas a compor a Frencoop, para atuar junto com a OCB na representação do cooperativismo no Congresso Nacional. (Com informações da OCB)

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SESCOOP/PR: Agentes de desenvolvimento humano participam de treinamento

Na manhã desta quinta-feira (28/02), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, teve início o Treinamento para Novos Agentes de Desenvolvimento Humano das cooperativas do Paraná. Trinta profissionais participam do evento, que foi aberto pela gerente do Sescoop/PR, Maria Emilia Pereira Lima, e o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Leandro Macioski. As equipes de trabalho do Sescoop/PR foram apresentadas aos novos agentes, que também vão conhecer em detalhes o funcionamento do sistema, normativas, resoluções e portarias que regem a atuação deste profissional. Os agentes participantes atuam nas cooperativas Agrária, Castrolanda, Frísia, Sicredi União PR/SP, Unimed Maringá, Unimed Londrina, Cocamar, Confepar, Nova Produtiva, Coamo, Coopertradição, Primato, Codepa, C.Vale, Cotriguaçu, Coopavel, Lar e Aurora.

Programação Os coordenadores João Gogola e Marcelo Martins falaram sobre suas funções no Sescoop/PR. O coordenador Humberto Bridi fez palestra sobre o cooperativismo e o funcionamento do Sistema Ocepar. As analistas técnicas Ketlyn Sharon Zipperer Mali e Carla Jeane Lampe serão as instrutoras dos novos agentes durante o treinamento desta quinta-feira (28/02). Pela manhã, os participantes também percorreram todos os setores da Ocepar, conhecendo as diferentes equipes de trabalho da casa.

Aproximação“Os agentes são os responsáveis pelos treinamentos nas cooperativas e administração dos recursos descentralizados do Sescoop/PR. A maior parte dos participantes são profissionais novos na cooperativa ou na função, por isso a importância deste evento. O foco é aperfeiçoá-los, para que conheçam as regras (resoluções, normativos e portarias), o que deve ser feito para a melhor aplicação dos recursos. Outro aspecto, é promover a aproximação e o contato direto dos agentes com a Casa do Cooperativismo, para que compreendam de que forma o Sistema Ocepar e o Sescoop/PR auxiliam no desenvolvimento das cooperativas”, explicou a analista Ketlyn Sharon Zipperer Mali.

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CREDICOAMO: Cooperativa tem sobras líquidas de R$ 98,68 milhões

Os associados da Credicoamo Crédito Rural Cooperativa aprovaram, nesta quinta-feira (28/02), em Assembleia Geral Ordinária (AGO) ocorrida em Campo Mourão (PR), a prestação de contas e a distribuição de sobras do exercício de 2018. A Credicoamo registra ativos de R$ 2,39 bilhões, com crescimento de 9,55% e um patrimônio líquido de R$ 631,19 milhões, com crescimento de 15,72%. Na demonstração do resultado do exercício apresentou receita global de R$ 207,91 milhões e sobras no valor de R$ 98,68 milhões, com crescimento de 18,45% em relação ao ano de 2017.

Solidez - “Em 2018 a Credicoamo registrou novamente bons resultados, os quais somente foram possíveis pela efetiva participação dos associados no dia a dia de nossa cooperativa. Os resultados foram positivos também pelo profissionalismo e dedicação dos nossos funcionários”, comenta o diretor-presidente da Credicoamo, José Aroldo Gallassini. Ele diz que o grau de solvência ou índice de Basiléia de 44,15%, que é a relação do patrimônio líquido com os ativos ponderados pelo risco, é bem superior ao índice mínimo de 15%, determinado pelo Conselho Monetário Nacional, em conformidade com o Comitê da Basiléia, superando em 29.15 pontos, o que demonstra a solidez da Credicoamo.

Operações - Em 2018 foram contratadas 15.157 operações de crédito e aplicados recursos na ordem de R$ 1,46 bilhão. A cooperativa ocupou a 17ª posição entre as instituições aplicadoras de crédito rural (custeio, investimento e estocagem), conforme dados do Banco Central do Brasil, sendo que no custeio agrícola ocupou a 10ª posição. “Destacamos o expressivo volume de seguro agrícola contratado no ano 2018, com importância segurada de R$ 1,07 bilhão, para uma área de 407.852 hectares e 5.245 apólices”, destaca Gallassini. Informa ainda que foram instaladas novas agências em Itaporã e Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul e as agências de Brasilândia do Sul, Cândido de Abreu e de Dez de Maio, no Paraná.

Fatos - Dentre os fatos relevantes ocorridos em 2018, estão o lançamento do novo site da Credicoamo, que com um visual moderno, disponibiliza várias informações como por exemplo produtos e serviços, canais de atendimento e informações institucionais. Outro marco histórico foi o lançamento do serviço de atendimento por internet banking, que agrega modernidade e comodidade para os milhares de associados da cooperativa que podem realizar consultas e transações financeiras de um jeito simples, prático e seguro. Os associados podem acessar suas contas correntes através do aplicativo no celular ou através do computador pessoal pelo site.

Crescimento - A Credicoamo encerrou o ano com 19.381 associados, com crescimento de 4,27% em relação a 2017, os quais são atendidos nas 46 agências localizadas no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. “Podemos dizer que 2018 foi de sucesso para a Credicoamo, onde não nos faltou compreensão e apoio daqueles que sempre estiveram conosco: nossos associados, funcionários, instituições financeiras, órgãos governamentais e entidades de classe. A todos, os nossos sinceros agradecimentos”, finaliza Gallassini.

Lançamento do livro - Durante a AGO da Credicoamo foi lançado um livro com a biografia do engenheiro agrônomo, José Aroldo Gallassini, idealizador e diretor-presidente da Coamo e da Credicoamo. A obra tem o título “José Aroldo Gallassini – Uma Visão Compartilhada, a inspiradora trajetória do presidente da maior cooperativa agrícola da América Latina” e foi entregue para o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti.

Realizações - No livro, Gallassini partilha sua experiência, empreendedorismo e cooperativismo, e mostra o que foi realizado com êxito nesses anos todos. Ele conta um pouco da sua trajetória empresarial e também da sua origem, bem como relata sua opção de vida pela agricultura e cooperativismo, e o compromisso com os associados da Coamo e da Credicoamo. (Imprensa Coamo)

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CREDIALIANÇA: Assembleia Geral aprova prestação de contas do exercício de 2018

credialianca 28 02 2019A CrediAliança promoveu, no dia 22 de fevereiro, sua Assembleia Geral de prestação de contas do exercício de 2018, aprovada pelos associados por unanimidade. O evento foi realizado no Sindicato Rural de Rolândia.

Números - No ano passado, a Credialiança somou ativos totais de R$ 220 milhões, depósitos totais de R$ 145,8 milhões, operações de crédito/convênio BRDE de R$ 75 milhões, patrimônio de referência de R$ 38 milhões e sobras de R$ 2 milhões. Com sede em Rolândia, a cooperativa possui 14 agências na região norte do Paraná, 3.800 associados, 58 funcionários diretos e 27 terceirizados.

Eleições - Além da prestação de contas, foram eleitos na Assembleia os integrantes do novo Conselho de Administração para gestão 2019 a 2022 e do Conselho Fiscal para a gestão 2019 a 2021.

 

COOPAVEL: Dilvo diz que Show Rural é um evento movido pela inovação

coopavel 28 02 2019O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, foi convidado a participar de um encontro histórico nesta semana em Cascavel, no Oeste do Paraná. Ele prestigiou reunião entre diretores do Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável e presidentes e vices de associações de moradores de bairros. O objetivo da aproximação é ampliar o diálogo para pensar estratégicas para o futuro do município.

Show Rural - Dilvo falou sobre o Show Rural Coopavel e do que ele representa para o produtor rural, para o agronegócio e para as empresas que atuam no setor. “Somos movidos pela inovação e é isso que faz com que a feira avançasse tanto ao longo dos anos. Por se reinventar, ela atrai o interesse de um público responsável pelos contornos de uma das mais importantes cadeias econômicas do Brasil e do mundo”. A 31ª edição acabou de ser realizada e o evento de 2020 já está em preparação.

Dados - Alguns dados comprovam o quanto o Show Rural Coopavel cresceu em 30 anos. A primeira edição, em 1989, contou com a participação de 110 pessoas e a mais recente, de 4 a 8 de fevereiro, recebeu 288.802 visitantes do Brasil e exterior. O número de expositores saltou de 15 para 520 e a movimentação financeira aumentou substancialmente com os anos e a mais recente atingiu a cifra de R$ 2,2 bilhões. “O crescimento quantitativo praticamente está em seu limite máximo, até pelo tamanho físico da área onde ele acontece, mas o que não pode estacionar jamais é a qualidade”, afirmou Dilvo.

Novidade - A principal novidade do 31º Show Rural Coopavel foi a sua versão digital, que esperava contar com a participação de 20 mas alcançou 116 participantes. “Esse é o resultado quando o trabalho é feito com planejamento, trabalho duro, coragem e determinação”. Dilvo e o coordenador-geral Rogério Rizzardi reuniram cerca de 120 pessoas, na semana passada, para avaliar e começar a arquitetar o próximo. “E tudo o que puder agregar para que a inovação seja a tônica do evento é muito bem-vindo”, diz o presidente, lembrando que R$ 60 milhões foram injetados em apenas cinco dias no comércio de Cascavel e região. (Imprensa Coopavel)

 

AGRÁRIA: Informação e conhecimento fazem a diferença no agronegócio

A informação e o conhecimento estão fazendo a diferença para quem quer permanecer no agronegócio, afirmou o secretário da Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, durante abertura, nesta quarta-feira (27/02), do Dia de Campo Verão 2019, da Cooperativa Agraria, de Entre Rios, em Guarapuava (PR). 

Inovações tecnológicas - Promovido pela Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária – Fapa, o Dia de Campo sobre as culturas de verão segue nesta quinta-feira (28/02) e apresenta as inovações tecnológicas disponíveis para as culturas de soja e milho, que predominam na região Central do Paraná.

Investimento - “Temos que investir cada vez mais naquilo que somos bons. E se essa é a nossa vocação, devemos estar antenados com todas as novidades nesse setor e fazer bem o nosso trabalho. E isso se faz buscando conhecimento e treinamento como está ocorrendo aqui na cooperativa”, disse Ortigara.

Estratégia inteligente - Ele afirmou que a realização de eventos de cunho técnico e científico por parte das cooperativas de produção, representa uma estratégia inteligente e adequada. “Em vez de o produtor procurar as empresas para procurar obter informações sobre avanços de suas pesquisas, de suas soluções para o agro, as empresas vêm para um local único, se reúnem, se encontram e colocam seus experimentos ao agricultor”.

Facilidade - Além de ser gratuito, o produtor tem a facilidade de conversar com os profissionais que vão dar as explicações sobre os resultados dos experimentos. “Os investimentos crescentes que estão sendo feitos em dias de campo, em shows tecnológicos, dão grande impulso àquilo que a gente tá colhendo que é o resultado do crescimento da agricultura”.

Infraestrutura - Norberto Ortigara falou sobre a importância da infraestrutura e lembrou que o investimento no setor é uma das prioridades na gestão do governador Carlos Massa Ratinho Júnior, ao lado de Educação, Saúde e Segurança Pública.

Pedágio - Ele destacou que o governo do Paraná está se empenhando junto ao governo federal para que as tarifas de pedágio baixem ao menos a metade e que as concessionárias se comprometam com a realização de obras, cenário fundamental para alavancar o agronegócio com o escoamento da produção. (Agência de Notícias do Paraná)

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Nova Cantu agora conta com o Programa “A União Faz a Vida”

Desenvolvido há mais de 20 anos, O Programa A União Faz a Vida chegou ao município de Nova Cantu na última terça-feira (26/02). Durante a Assembleia de Núcleos do Sicredi, onde os associados exercem o papel de dono do negócio, decidem e participam da gestão da cooperativa, os mais de 700 associados e convidados presentes puderam participar do lançamento do Programa, oficializado por meio da assinatura do termo de compromisso, em uma parceria entre o Sicredi, Prefeitura e Secretaria Municipal de Educação.

Abrangência - Na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, o Programa existe desde 2011 e atualmente está implantado em 16 municípios da área de atuação da cooperativa. De acordo com Cláudia Bonatti, gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, o Programa traz consigo um novo jeito de ensinar, e propõe que o aluno seja o protagonista e não apenas um mero receptor da informação. “O União Faz a Vida está entre os maiores programas privados ligados à educação em nível nacional e destinado a promover a educação cooperativa e o Sicredi desenvolveu esta iniciativa porque acredita em uma forma de aprender e ensinar que fortaleça valores de cooperação e cidadania e proporciona a formação de pessoas com interesse social e desenvolvimento coletivo”, explica.

Formação continuada - Para isso, o Programa A União Faz a Vida também promove a formação continuada dos educadores, através de encontros orientados pelas assessorias pedagógicas no universo educacional do município. A proposta está alicerçada em uma rede de compromisso atuante, formada pelo Sicredi, Prefeitura, Secretaria Municipal de Educação, assessoria pedagógica e apoiadores que se empenham pelo mesmo objetivo e caminham na mesma direção. “A chegada deste Programa aqui em Nova Cantu representa um marco na Educação em nossa cidade. Resgatar o brilho nos olhos dos nossos alunos é o nosso grande objetivo enquanto educadores e só temos a agradecer ao Sicredi pelo apoio e iniciativa.”, comenta Iara Cristiane Leal, secretária municipal de Educação.

Resultados - Entre os resultados positivos da implantação de programas sociais como estes, estão o melhor desempenho escolar dos alunos - aumento médio de 30% no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nas cidades que receberam o programa - e o maior engajamento dos pais, que passam a demonstrar mais interesse pelas experiências escolares dos filhos. “Estamos muito felizes e animados com o União Faz a Vida em nosso município e já vemos reflexos muito positivos em toda a comunidade escolar. A Administração Municipal está à disposição para apoiar e fomentar esta iniciativa que, certamente, renderá muitos e bons frutos para Nova Cantú e região”, afirma o Prefeito Municipal de Nova Cantu, José Carlos Gomes.

Alegria - Para Jaime Basso, presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, é um motivo de muita alegria para a cooperativa poder implantar o Programa A União Faz A Vida em Nova Cantú. “Através da parceria e apoio da Prefeitura, Secretaria Municipal de Educação, assessores pedagógicos e toda a comunidade, iremos contribuir com a formação de cidadãos para um Brasil melhor e transformar realidades através da educação. Mais uma vez exercemos nosso papel e responsabilidade de trabalharmos ativamente pelo desenvolvimento e qualidade de vida das pessoas e das comunidades onde estamos inseridos.”, destaca Jaime.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB ARENITO: Processos e boas práticas são apresentados à diretora do Sicoob Unidas

sicoob arenito 28 02 2019Colocando em prática o sexto princípio do cooperativismo, que é a intercooperação, o Sicoob Arenito recebeu a visita do Sicoob Unidas, de Belém (PA). Nos dias 18 e 19 de fevereiro, a diretora administrativa e financeira Rowana Silva esteve em Umuarama (PR) para trocar experiências com a cooperativa paranaense.

Honra - De acordo com o diretor superintendente do Sicoob Arenito, Fábio Junio Viar, foi uma honra poder apresentar os processos da cooperativa. “Tivemos também a oportunidade de falar sobre nossos números e as boas práticas desenvolvidas. Temos processos muitos ajustados, contamos com o apoio e engajamento das equipes e o nosso clima organizacional contribui muito para a entrega de resultados. Tudo isso colaborou para crescermos 50% só no ano passado. Este ano, queremos atingir R$ 30 milhões em ativos”, explica ele.

Experiência - Para Rowana, a experiência foi enriquecedora e muito proveitosa. “Tive uma ótima recepção. Além disso, foi uma ótima oportunidade para conhecer o trabalho do Sicoob Arenito e entender como funciona a logística de trabalho. Com certeza o que vimos de bom, queremos levar para o Pará”, ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIMED MARINGÁ: Projeto Unimed Alegria está com inscrições abertas

unimed maringa 28 02 2019Proporcionar alegria durante o tratamento médico: esta é a missão do Projeto Unimed Alegria. Há quatro anos, os ‘doutores do riso’ da cooperativa surpreendem pacientes e seus acompanhantes com momentos de descontração e bem-estar. Para participar é preciso passar por um processo seletivo, e a boa notícia é que as inscrições estão abertas. Depois da seleção, os voluntários recebem um treinamento oferecido de graça pela cooperativa.

Humanização hospitalar - De acordo com um dos coordenadores do projeto, o ator Hudson Zanoni, a equipe trabalha com humanização hospitalar e leva bem-estar aos pacientes e acompanhantes. “Todos são impactados pela ação dos palhaços. Desde a zeladora, o segurança, o pessoal do administrativo, até o paciente e acompanhantes, todos recebem a abordagem dos doutores palhaços, transformando assim o ambiente da Unimed Maringá”, diz.

Início - A ideia começou em 2015 e já formou mais de cem palhaços voluntários, entre médicos cooperados, secretárias de consultórios, clientes e colaboradores da cooperativa. As visitas dessa equipe tão especial acontecem dentro da Unimed, nas clínicas de Fisioterapia, Nutrição e Psicologia, na Oncologia, além do Pronto-atendimento adulto e infantil.

Inscrições - As inscrições devem ser feitas até o dia 6 de março pelo site: http://unimed.me/1007qR. As aulas são semanais e começam no dia 14 do mesmo mês e vão das 19h às 20h30. As vagas são limitadas. (Imprensa Unimed Maringá)

 

UNIMED LONDRINA: Inscrições abertas para a corrida diurna 2019

A Unimed Londrina já iniciou as inscrições para etapa day das Corridas Unimed Inspira 2019. Os interessados devem se inscrever no site oficial do evento: www.corridasunimedinspira.com.br/day. Esta edição conta com 1.500 vagas para pessoas interessadas em correr 4 km ou 8 km, participar da caminhada (2,7 km), cãominhada (2,7 km) ou da corrida kids (500 m).

Kit - O tão esperado kit de brindes está com novidades. Os inscritos receberão uma camiseta, medalha (etapa day), mochila, copo porta-salada e bandana para o cachorro que participar da cãominhada.

Primeiro lote - O primeiro lote, válido até o dia 09 de março, tem valor de R$ 55,00 (mais taxa para emissão do boleto) para médicos cooperados e cliente da Unimed Londrina e R$ 70,00 (mais taxa para emissão do boleto) para os demais públicos. O valor do segundo lote, vigente até o dia 27 de março ou quando atingir o limite de inscrições, é de R$ 65,00 (mais taxa para emissão do boleto) para médicos cooperados e clientes e R$ 80,00 para demais interessados.

Valor especial - A organização oferece um valor especial para quem se inscrever nas duas etapas (day e night): para clientes e cooperados, o valor é de R$ 95,00 (mais taxa para emissão do boleto), e demais públicos, R$ 125,00 (mais taxa para emissão do boleto). As inscrições se encerram quando o site registrar 1.500 inscritos para etapa day.

Alongamento e aquecimento - Além das provas em si, haverá alongamento e aquecimento no gramado do aterro para todos os presentes. A equipe da Unimed Londrina estará fazendo aferição de pressão, teste de glicemia e orientações de saúde. As pessoas que quiserem poderão fazer pilates e quick massage, participar da escalada e de outras atividades disponíveis. Haverá também espaço kids e arena pet, além de uma academia para bebês.

Data e local - A etapa day das Corridas Unimed Inspira 2019 será no dia 31 de março, domingo, a partir das 8 horas, no aterro do Lago Igapó II. (Imprensa Unimed Londrina)

AGRICULTURA: Ministra diz que já garantiu R$ 200 bi para 2019/20

agricultura 28 02 2019Diante da forte demanda dos produtores por crédito rural na atual temporada, a ministra Tereza Cristina afirmou nesta quarta-feira (27/02), em audiência pública na Comissão de Agricultura do Senado, que já garantiu no governo um aumento de pelo menos 5% no montante que será oferecido aos produtores no Plano Safra 2019/20.

Recursos - O Plano Safra 2018/19, que entrou em vigor em 1º de julho do ano passado e terminará em 30 de junho, disponibilizou R$ 191,1 bilhões, entre crédito a juros controlados (R$ 153,7 bilhões) e livres (R$ 37,4 bilhões). Segundo Tereza, serão, no mínimo, R$ 200 bilhões no total em 2019/20.

Fim - Na audiência, a ministra lembrou que os recursos do atual Plano Safra estão no fim. Como informou o Valor, de julho do ano passado até janeiro, os desembolsos dos bancos somaram R$ 110,1 bilhões, 12,8% mais que em igual intervalo do ciclo 2017/18. Em fevereiro, o ritmo de liberações continuou acelerado, e Tereza adiantou que os recursos a juros controlados estão no fim - para operações de custeio, de fato terminaram.

Medida emergencial - Como medida emergencial, o Ministério da Agricultura obteve recentemente aval do BNDES para remanejar quase R$ 800 milhões de linhas com demanda menor para outras muito procuradas para investimentos - sobretudo o Moderfrota, que financia a aquisição de máquinas agrícolas. É um alento, mas fabricantes de tratores e colheitadeiras queriam mais.

Banco do Brasil - O Valor apurou que no Banco do Brasil, líder do mercado nacional de crédito rural, não há mais recursos a juros controlados para operações de custeio de grandes produtores - apenas a juros livres, com taxas que variam de 9,75% a 11%.

Negociação - No sentido de conseguir mais recursos para os produtores em 2019/20, seguindo a lógica de reduzir os subsídios para grandes produtores e mantê-los para pequenos e médios, a ministra disse que está negociando com a equipe econômica um aumento de 35% para 50% do percentual das captações de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) que os bancos precisam direcionar para operações de crédito rural.

Recuo - Essa medida chegou a ser proposta na gestão da ex-ministra Kátia Abreu, em 2015, mas por pressão dos bancos o governo recuou. Esses recursos, porém, têm juros livres, mais elevados que os das linhas controladas, cujas taxas são equalizadas pelo Tesouro. "Mas é preciso uma transição segura para que o produtor tenha previsibilidade", ponderou Tereza Cristina.

Seguro rural - A ministra também voltou a cobrar mais recursos para o programa federal de subvenções aos prêmios do seguro rural. "Queremos avançar muito no seguro rural. Temos consciência da situação fiscal, mas com mais seguro acho que a gente tem condições de ter mais crédito", disse.

Valor - No orçamento deste ano, o governo reservou R$ 440 milhões para o seguro rural, mesmo patamar dos últimos anos. A ministra defende no mínimo R$ 1 bilhão. (Valor Econômico)

 

TECNOLOGIA: Robô contador ajuda produtor rural a antecipar cálculo do imposto de renda

tecnologia 28 02 2019A startup gaúcha Essent Agro desenvolveu um aplicativo, apelidado de robozinho, que importa notas fiscais eletrônicas e faz, mês a mês, o cálculo da prévia do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) a ser pago no ano seguinte. O aplicativo também organiza receitas e gastos do produtor rural.

Antecipação - “Estamos nos antecipando ao que o produtor vinha fazendo de forma tradicional, que era comprar um insumo ou vender um produto, guardar a nota consigo e lá pelo mês de fevereiro ou março levar isso para o seu contador, que simplesmente inseria as informações no programa do governo e emitia um boleto para pagar o imposto de renda, ou seja, executar aquilo que ocorreu no ano fiscal anterior”, explica o CEO da Essent Agro, Giandrei Basso."

Contabilidade - "O robô contador, por sua vez, além de automatizar todo o processo, lança a contabilidade dentro do próprio ano fiscal. “Ele busca a nota no momento da emissão, em tempo real, seja de uma receita ou de um gasto, traz para dentro da plataforma esses dados, que são conferidos, classificados e ao final de cada mês é feito um cálculo da prévia do imposto a pagar no ano seguinte. Por trabalhar dentro do ano vigente, é possível fazer o planejamento tributário, adotando estratégias legais para reduzir ou mesmo isentar o produtor do imposto de renda”, afirma.

Insumos - Uma dessas estratégias é antecipar os insumos que serão utilizados no ano seguinte, pagando dentro do regime de caixa daquele ano, o que permite abater como despesa no imposto, segundo Basso. Outra possibilidade é trocar o imobilizado em um maquinário agrícola, fazer uma reforma num armazém ou em uma UBS. “Em vez de você dar esse dinheiro para o governo você pode investir na propriedade”, diz o CEO da Essent Agro.

Empresários rurais - Segundo levantamento da consultoria e fundo de investimentos AgFounder, o Brasil possui hoje 338 startups com soluções tecnológicas voltadas para a agricultura. “Isso veio para ficar. Os produtores cada vez mais terão que se inserir nessas tecnologias para terem mais rentabilidade, tornando-se empresários rurais”, pontua Jhony Möller, analista de desenvolvimento técnico do Sistema Ocepar.

Acessíveis - De acordo com Möller, as ferramentas digitais estão mais acessíveis hoje em dia e com interfaces mais amigáveis, utilizando gráficos e imagens para ajudar o produtor a ter, de modo facilitado e compreensível, todos os dados sobre a produção da sua fazenda, dos seus recursos financeiros e da sua capacidade de investimento.

Lavoura - Na lavoura, as tecnologias da agricultura 4.0, que agrega o uso de drones, estações meteorológicas, sensores em máquinas agrícolas e dados de satélite, também ajudam o produtor a melhorar o seu processo produtivo, otimizando o uso de insumos e implementos, segundo Möller. Plataformas que geram indicadores agronômicos e permitem a rastreabilidade completa da safra ainda permitem avaliar a condição das plantas na lavoura, como a sua densidade foliar, o estado nutricional e identificar qualquer tipo anomalia. (Gazeta do Povo)

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: EUA diminuem área plantada e Brasil será maior produtor mundial de soja em 2020

O conflito comercial entre Estados Unidos e China tem o Brasil como principal vencedor. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as lavouras norte-americanas de soja foram reduzidas em 5% em comparação ao último ciclo, marcando 1,7 milhão de hectares plantados. O resultado americano coloca a produção brasileira como líder mundial já no ciclo 2019-2020, com 130 milhões de toneladas contra 128 milhões de toneladas. Esse foi um dos temas abordados na 95ª edição do Agricultural Outlook Forum, que aconteceu nos 21 e 22 de fevereiro na cidade de Arlington, estado da Virgínia (EUA).

Brasil - Sem negociação com os Estados Unidos, a China buscou no Brasil seu principal fornecedor de soja. Somente em 2018, os chineses importaram 69 milhões de toneladas da oleaginosa, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Esse montante equivale a 84% da produção nacional dessa cultura, registrada em 83,6 milhões de toneladas neste ciclo.

Prejuízos - “Para os norte-americanos, os prejuízos com esse conflito devem ficar na casa de US$ 7,9 bilhões. A expectativa é que o país aposte ainda mais no cultivo de milho, que vem registrando altas consecutivas em seu preço, devendo crescer cinco centavos por bushel nesta próxima safra. Com isso, a área cultivada dessa cultura deve crescer 3,3%, chegando a 37,2 milhões de hectares”, explica o coordenador da Expedição Safra e gerente do núcleo de agronegócio da Gazeta do Povo, Giovani Ferreira.

Acomodação - Ainda segundo Ferreira, o Brasil não pode se acomodar com esse cenário comercial. Com a volatilidade dos acordos chineses, concentrar quase toda sua produção em um único exportador pode trazer sérios prejuízos ao setor. “É importante que nossas exportações sejam diversificadas. Neste ano a China sobretaxou o frango brasileiro, por exemplo. Buscar acordos com novos centros como a União Europeia é fundamental para a estabilidade da produção nacional dessa cultura”.

Relações diplomáticas - Outro tema debatido no evento foi a busca da melhora das relações diplomáticas entre Estados Unidos com seus vizinhos México e Canadá. Vale ressaltar que houve estreitamento do comércio entre brasileiros e mexicanos nos últimos anos, com a habilitação de 26 plantas frigoríficas avícolas nacionais para exportação aos hispânicos, além de terem iniciado a importação do milho do Brasil a partir de 2017.

Roteiro - Pelo décimo ano consecutivo, a Expedição Safra realizou a cobertura do Agricultural Outlook Fórum. O levantamento técnico e jornalístico, que confere a produção e analisa tendências do mercado, já percorreu desde outubro de 2018 os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A equipe ainda irá passar por Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia, que compõem o polo produtor do Matopiba, além do México.

Sobre a Expedição Safra - A Expedição Safra faz um levantamento técnico-jornalístico da produção de grãos da América do Sul à América do Norte. O projeto percorre 12 estados brasileiros nas etapas de plantio e colheita. Para ampliar a discussão sobre mercado, desde a temporada 2010/11 a equipe realiza roteiros extraordinários, com incursões à Alemanha, Holanda, Bélgica, França, China, Índia, Israel, Rússia e ao Canal do Panamá. Neste ano, a Expedição irá ao México que, devido aos conflitos comerciais com os Estados Unidos, tem aumentado o comércio de produtos agropecuários com o Brasil, abrindo uma janela de novas oportunidades. A Expedição Safra é uma iniciativa do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo e é apresentada pelo Sistema Confea-Crea, com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, Sementes e Fertilizantes Castrolanda, Agrotec, Alta, Solaris e Expo Londrina. O apoio logístico é do Groupe Renault. (Assessoria de Imprensa)

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AVESUI: Você sabe onde fica o maior centro produtivo de proteína animal do mundo?

avesui 28 02 2019O metro quadrado com a maior produção animal do mundo fica região Sul do Brasil, com sua tríplice fronteira com Paraguai, Argentina e Uruguai. O oeste do Paraná é hoje o principal polo transformador de grãos em proteína animal do País. Com uma vocação natural para o agronegócio, a região registrou um forte desenvolvimento de atividades como avicultura, suinocultura, piscicultura e bovinocultura leiteira.

Agroindústrias - Região tradicional produtora de milho e soja, as agroindústrias têm investido nas últimas décadas na transformação desses insumos em carnes e leite, agregando cada vez mais valor a seus produtos a partir de novas tecnologias e processos, o que vem sendo acompanhado da construção de plantas industriais modernas e sustentáveis. “A região mostra uma expansão incrível, com inovação gerando produtividade e novos produtos para o mercado brasileiro e externo”, comenta Andrea Gessulli, diretora da Gessulli Agribusiness, empresa organizadora da AveSui EuroTier South America, evento que agrega os setores produtivos de aves, ovos, suínos, peixes e leite.

Liderança - O Paraná ocupa atualmente a liderança brasileira no ranking de Estados produtores e exportadores de carne de frango. A avicultura paranaense é responsável por 34,32% do total produzido no país e por 37,20% do volume total embarcado para o mercado internacional. As regiões oeste e sudoeste do Estado concentram mais de 16 mil granjas avícolas distribuídas em sistema de integração mantidos por cooperativas e agroindústrias. Dos produtos exportados pelo Paraná, oriundos da região oeste, 70% é carne de frango. O tamanho da avicultura no oeste está atrelado à importância da produção de grãos na região, que corresponde a mais de 20% do total colhido no Estado, sendo que cerca de 40 mil famílias trabalham com produção avícola em suas propriedades na região.

Suínos - Já a suinocultura tem registrado importantes investimentos nos últimos anos. Santa Catariana é o maior produtor de carne suína no Brasil. Com um plantel de aproximadamente dois milhões de matrizes produtivas o estado é responsável por 28,38% doa abates do país e responsável por 40,28% das exportações de carne suína brasileira. A produção suinícola paranaense detém um plantel de 667 mil matrizes alojadas, com um rebanho representativo de 17,85% do total brasileiro. O Paraná ocupa a segunda posição no ranking produtivo do país, com 21,01%, e a terceira colocação entre os Estados exportadores, com 14,22%.

Leite - O setor lácteo vive um período de expansão em toda a região Sul do País, principalmente no Paraná. O Estado já é o segundo maior produtor nacional com 4,7 bilhões de litros, perdendo apenas para Minas Gerais. O município de Francisco Beltrão, no oeste paranaense, ocupa a liderança estadual, com 564 milhões de litros ordenhados/ano. Próximo dali, no oeste de Santa Catarina, Chapecó tem uma produção anual de 810 milhões de litros. Somados, os três Estados do Sul produzem 12,4 bilhões de litros de leite, o que representa 37% da produção nacional. O trio apresentou um crescimento 153,06% entre 2000 e 2016 e agora pretende ampliar consideravelmente a participação no mercado externo. Nesse objetivo, devem crescer os investimentos em tecnologias visando melhorias de qualidade, processos fabris e eficácia do campo à indústria. O modelo deve ser próximo dos adotados pelas cooperativas paranaenses, que passaram a atender o mercado doméstico com uma ampla variedade de produtos lácteos, chegado aos mais diversos nichos de consumidores.

Peixes - O oeste paranaense se transformou na maior região produtora de peixes do país, tendo a tilápia como principal espécie cultivada. O sistema de integração implantado por cooperativas, dentro do mesmo modelo aplicado na criação de aves e suínos, foi o que impulsionou a expansão da piscicultura em 48 municípios próximos a Toledo e Cascavel. O oeste representa 69% de toda a produção do Paraná, maior produtor nacional com 112 mil toneladas. Desse montante, 91% se referem a criações de tilápias. A região ainda tem instalado o maior abatedouro de peixes do Brasil, com capacidade para o abate de 75 mil peixes/dia. Pertencente a C.Vale, e inaugurado no ano passado em Palotina, a planta industrial é resultado de um investimento de R$ 110 milhões. A expectativa é de aumento no consumo per capita de peixes no país, fixado em 9,5 kg, metade da média mundial. Tanto, que várias cooperativas da região têm investido em cortes congelados de peixes e outros produtos à base dessa proteína animal.

Investimentos - E os investimentos nesta região são constantes. Somente no oeste paranaense já foram anunciados para este ano mais de um bilhão de investimentos para os setores de proteína animal. O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, bem como as cooperativas de crédito como Sicred e Cresol foram os que mais contribuíram para os avanços da produção rural, possibilitando investimentos em mais tecnologias. E é nesta região que a maior parte das cooperativas de créditos estão presentes, viabilizando estes investimentos.

Decisão estratégica - A realização da AveSui EuroTier South America em Medianeira, município cerca de 60 km de Foz do Iguaçu, no oeste paranaense, foi uma decisão estratégica. Trouxe o evento para próximo dos produtores – grandes interessados em tecnologias e conhecimento técnico –, criando uma grande oportunidade para empresas expositoras promoverem lançamentos e estarem em contato direto com clientes e potenciais compradores. Além disso, a região fica muito próxima do oeste de Santa Catarina, outro importante polo ligado à produção animal e berço de várias das principais agroindustriais do País. Também, da fronteira com Argentina e Paraguai, de onde vem muitos produtores em busca de inovações tecnológicas para as suas criações agropecuárias.

Acerto - Em 2019, a AveSui EuroTier South America será realizada novamente em Medianeira, entre os dias 23 e 25 de julho. A edição desse ano confirmou o acerto de levar o evento para o oeste do Paraná. A feira registrou excelente presença de público, com um alto nível de satisfação dos expositores. “Os corredores da feira estiveram ocupados por produtores, presidentes, diretores e técnicos das cooperativas, assim como representantes de agroindústrias, os quais entendem a AveSui EuroTier South America como um catalisador de inovações tecnológicas, negócios focados e conhecimento técnico-científico”, pontua Ricardo Gessulli, diretor da Gessulli Agribusiness.

Mais - Outras informações sobre a AveSui EuroTier South America entre em contato conosco por meio do telefone (11) 4013-1277 ou e-mail: gessulli@gessulli.com.br. (Assessoria de Imprensa)

AveSui EuroTier South America 2019

Data: 23, 24 e 25 de julho de 2019

Local: Lar Centro de Eventos - Av 24 de Outubro, nas margens da BR 277, km 669

Informações: (11) 4013-1277

E-mail: avesui@gessulli.com.br

 

PORTOS DO PR: Movimentação de cargas terá ritmo mais intenso nesta safra

portos pr 28 02 2019Os Portos do Paraná se preparam para um ritmo mais intenso no escoamento dos grãos destinados para exportação, com a chegada da safra 2018/19, que vem do interior do Estado e dos estados do Sudeste e Centro-Oeste do país.

Expectativa - A partir desta semana, a expectativa é um amento tanto no fluxo de caminhões para descarga do produto quanto no número de navios para carregar as commodities com destino a outros países.

Evitar filas - A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina trabalha junto com a comunidade portuária para evitar filas nas estradas e vias de acesso, além de manter a eficiência no embarque dos navios, reduzindo o tempo de permanência das embarcações. “Estamos preparados para receber uma quantidade de carga. No trânsito, nossa maior preocupação é finalizar a construção do viaduto na BR 277, na entrada da cidade. Estamos dentro do cronograma e esperamos finalizar ainda neste primeiro semestre”, disse o diretor-presidente Luiz Fernando Garcia.

Aumento gradativo - A equipe operacional do Porto de Paranaguá prevê um aumento gradativo na quantidade de caminhões com destino aos terminais paranaenses. O fluxo no Pátio de Triagem, que normalmente é de mil veículos por dia, subiu para1,7 mil caminhões e pode alcançar até dois mil veículos já no início de março.

Navios - Desde o início do ano, 47 navios saíram do Paraná carregados com a produção agrícola brasileira, 27 deles só com soja. No total, foram carregadas mais de 2,7 milhões de toneladas de soja, milho e farelo de soja, nos três berços do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá e outros dois (201 e 204) que também carregam granéis sólidos para exportação.

Carregamento - Nesta terça-feira (26/02), dois navios carregavam 125,5 mil toneladas de farelo e um recebia 66,5 mil toneladas de soja. Na mesma data, outros dois navios estavam programados para atracar e carregar 130,3 mil toneladas de soja e seis embarcações aguardavam ao largo para receber um total de mais de 319,1 mil toneladas de grãos.

10 de março - Até o dia 10 de março são esperados três navios para carregar soja, três para farelo e dois para receber milho.

Referência - Segundo o chefe da Divisão de Silo da Appa, Gilmar Francener, o maior diferencial paranaense é o sistema de embarque de grãos no Corredor de Exportação, formado por um conjunto de terminais que trabalham em pool.

Agilidade - “Paranaguá não tem filas de espera de navios. Os navios chegam e, praticamente, são liberados para atracar. Existe uma agilidade muito grande que reduz o tempo de embarque. Além disso, somos referência na qualidade dos produtos e no cuidado com o peso dos produtos embarcados”, afirma.

Modelo único - O modelo é único no Brasil. A carga pode ser embarcada simultaneamente nos três berços de atracação exclusivos para granéis (212, 213 e 214) e é possível que um mesmo navio receba mercadoria de diferentes produtores - inclusive dos pequenos. Todos os grãos passam por avaliação da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar).

Descarga - Não é apenas o carregamento dos navios que se destaca nas operações dos Granéis Sólidos de Exportação. O sistema adotado para receber os caminhões também garante organização, agilidade e produtividade.

Pátio de Triagem - O Pátio de Triagem é onde os caminhões chegam e aguardam para descarregar nos terminais. Os veículos são todos cadastrados na origem da carga, pelos operadores portuários.

Cota - Cada operador tem uma cota de cadastro que é liberada de acordo com a performance de cada terminal. Essa performance é a capacidade que o terminal tem para descarregar os caminhões que chegam. “Por exemplo, um terminal cadastrou 300 caminhões para aquele dia. Então, ele tem até 14 horas, a partir da entrada no Pátio, para chamar e descarregar estes caminhões. Passado esse tempo, o sistema bloqueia novos cadastros por três dias. Se esse tempo exceder ainda mais, chegando a completar até 24 horas, o bloqueio permanece até que toda a cota desde terminal seja baixada”, explica Marcos Hauly, responsável pelo Pátio de Triagem da Appa.

Tempo de permanência - Esse sistema que considera o tempo de permanência dos caminhões no Pátio funciona como um “medidor de performance”. Caminhões que chegam sem cadastro, são multados pela Antaq. A multa, que chega a R$ 2 mil, vai para o operador responsável.

Previsão - Considerando os operadores do Corredor de Exportação e os demais (que utilizam outros berços do cais comercial), atualmente são 21 empresas que movimentam grãos pelo porto paranaense (10 terminais privados e 11 que operam pela estrutura pública).

Volume - Juntos, para os próximos três meses, esses terminais esperam receber um volume de mais de 7,5 milhões de toneladas de grãos, para descarga, principalmente soja (mais de 4,7 milhões de toneladas).

Destinos - Da soja exportada pelo Porto de Paranaguá, segundo Francener, 72% são produção do próprio Estado, outros 10% vêm do Mato Grosso, 9% de Goiás, 3% do Mato Grosso Sul e uma parcela em torno de 2% ainda vêm de Santa Catarina, São Paulo e outros Estados. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: China diz que Brasil não deve temer acordo com EUA

comercio exterior 28 02 2019Segundo o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, os exportadores brasileiros não precisam se preocupar com o impacto de um acordo no qual o país asiático se comprometa a importar mais produtos agrícolas do Estados Unidos. Para o diplomata, os exportadores brasileiros precisam ser "otimistas".

Mercado - O mercado chinês, diz o embaixador, é muito grande. Segundo ele, estima-se que nos próximos 15 anos as importações chinesas de bens e serviços vão superar US$ 30 trilhões e US$ 10 trilhões, respectivamente. Por isso, há perspectiva positiva sobre o futuro da relação comercial entre Brasil e China.

Outros - Uma guerra comercial entre as duas maiores economias globais, segundo o diplomata, afetaria não somente os dois países mas também todos os outros. Na visão dele, China e EUA podem chegar a um consenso por meio de conversas, o que ajudaria a todos. Como grandes países em desenvolvimento, destaca Yang, Brasil e China enfrentam desafios como protecionismo e violação a mecanismos comerciais de multilateralismo e, por isso, o consenso ajudará o ambiente econômico mundial.

Intensificação da cooperação - O embaixador, que assumiu o posto no Brasil há dois meses, afirmou ainda que encontrou autoridades do novo governo brasileiro e que os ministros manifestaram interesse em intensificar a cooperação entre os dois países. O presidente Jair Bolsonaro, segundo ele, expressou sua vontade de aprofundar o relacionamento, sobretudo a relação comercial.

Nova etapa de desenvolvimento - Com o governo Bolsonaro, diz ele, o Brasil entra em uma nova etapa de desenvolvimento, dedicando-se a reformas institucionais políticas e econômicas. A China deseja sucesso às reformas, para que tragam bem-estar ao povo brasileiro, afirmou o embaixador em São Paulo, em evento promovido pelo Lide China.

Potencial - Num momento em que o crescimento da economia mundial está anêmico, diz o embaixador, o Brasil e a China devem aproveitar o enorme potencial de mercado e a complementaridade das duas economias. Ele destaca o comércio bilateral de US$ 100 bilhões e o estoque de investimentos chineses no Brasil, de US$ 70 bilhões. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA I: PIB fecha 2018 com crescimento de 1,1%, mostra IBGE

economia I 28 02 2019O Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – fechou 2018 com crescimento acumulado de 1,1%, em relação a 2017, na série com ajuste sazonal. É o segundo crescimento consecutivo do PIB, que soma R$ 6,8 trilhões. Os dados fazem parte das Contas Trimestrais (PIB) para o 4º trimestre de 2018 já com o fechamento do ano e estão sendo divulgados nesta quinta-feira (28/03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Anos anteriores - O PIB também fechou 2017 com expansão de 1,1%, mas nos dois anos anteriores registrou queda: 3,3% em 2016 e 3,5% em 2015.

Destaque - O destaque foi o setor de serviços com o maior crescimento (1,3%), seguido da indústria (0,6%) e da agropecuária (0,1%).

Per capita - O PIB per capita variou 0,3% em termos reais, alcançando R$ 32.747 em 2018. Já a taxa de investimento em 2018 foi de 15,8% do PIB, abaixo do observado em 2017 (15,0%), enquanto a taxa de poupança foi de 14,5% (ante 14,3% em 2017).

Trimestre - Frente ao 3º trimestre do ano passado, na série com ajuste sazonal, o PIB teve alta de 0,1% no 4º trimestre do ano, registrando o oitavo resultado positivo consecutivo nesta base de comparação. A agropecuária e os serviços apresentaram variação positiva de 0,2%, enquanto a Indústria recuou (-0,3%).

Quarto trimestre - Em relação ao 4º trimestre de 2017, o PIB cresceu 1,1% no último trimestre de 2018, o oitavo resultado positivo consecutivo, após 11 trimestres de queda. Agropecuária (2,4%) e serviços (1,1%) cresceram, enquanto a indústria caiu (0,5%).

Setor de serviços - Principal destaque para o desempenho da economia em 2018, o setor de serviços respondeu por 75,8% do PIB, ao registrar taxas positivas em todas as sete atividades pesquisadas.

Atividades - Os principais destaques do setor foram registrados nas atividades imobiliárias, que cresceram 3,1%, e no comércio, com alta de 2,3%. “Essas atividades foram beneficiadas por um mercado mais estabilizado, aliadas à inflação mais controlada e ao desemprego ligeiramente menor que o do ano passado”, destacou a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Cláudia Dionísio.

Agropecuária - Ainda na avaliação da gerente de Contas Nacionais do IBGE, a agropecuária também apresentou um bom resultado no ano, mesmo se mantendo praticamente estável em relação a 2017, ao crescer apenas 0,1%; enquanto a Indústria, que cresceu 0,6% vem dando sinais de recuperação.

Indústria - No caso específico da indústria, os destaques foram as atividades de eletricidade e gás, água, esgoto e gestão de resíduos, que subiram 2,3%. Já o destaque negativo foi a construção, que sofreu contração de 2,5%.

Expressivo - “Mesmo com a estabilidade, pode-se dizer que a agropecuária teve um resultado expressivo, uma vez que em 2017 foi o ano de safra recorde. A indústria, por sua vez, vem mostrando sinais de recuperação, embora tenha sido prejudicada por quedas nas demandas por exportação”, ressaltou Cláudia.

Consumo das famílias - Outro dado que reforça a melhora nas condições da economia do país diz respeito à despesa de consumo das famílias, que cresceu 1,9% em relação a 2017. “[Comportamento] explicado por fatores como comportamento dos indicadores de inflação, juros, crédito, emprego e renda ao longo do ano", explicou a gerente do IBGE. A despesa do consumo do governo ficou estável.

Valor adicionado - Para o crescimento de 1,1% do PIB, foram importantes os dados relativos ao valor adicionado a preços básicos, que fechou com expansão de 1,1%, em R$ 5,8 trilhões; e dos impostos sobre produtos líquidos e subsídios, com alta de 1,4% (R$ 994,5 bilhões).

Setor externo - No setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 4,1%, enquanto as importações de bens e serviços avançaram 8,5%. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: Superávit primário do Governo Central supera a expectativa em janeiro

economia 28 02 2019Mesmo sem o reforço do Refis (programa de renegociação de dívidas com a União), o Governo Central, composto pelo Tesouro Nacional, pela Previdência Social e pelo Banco Central, iniciou o ano com superávit primário acima das expectativas. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (27/02) pelo Tesouro, a economia de recursos chegou a R$ 30,238 bilhões em janeiro.

Segundo melhor resultado - Esse foi o segundo melhor resultado para o mês, só perdendo para janeiro do ano passado (R$ 30,842 bilhões). De acordo com o Prisma Fiscal, pesquisa do Ministério da Fazenda com instituições financeiras, o mercado esperava um superávit de R$ 28,4 bilhões para janeiro.

Economia de recursos - O superávit primário é a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública. Tradicionalmente, o mês de janeiro registra superávit por causa do pagamento de Imposto de Renda e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das empresas, que subiu 7,71% acima da inflação em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, influenciado pelo maior lucro das empresas.

Royalties - Segundo o Tesouro, outro fator que favoreceu o resultado em janeiro foi a melhoria da arrecadação de royalties da exploração de recursos naturais (principalmente petróleo), cujas receitas aumentaram de R$ 7,9 bilhões em janeiro do ano passado para R$ 10,2 bilhões em janeiro deste ano, alta de 28,1% acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Reforço - O superávit primário só não foi maior porque, em janeiro do ano passado, o Governo Central contou com R$ 8,2 bilhões de reforço de caixa do pagamento da parcela única ou da primeira parcela do Programa Especial de Renegociação Tributária (Pert), também chamado de Refis. Neste ano, as receitas extraordinárias não se repetiram, o que torna o resultado primário mais relacionado à recuperação da economia do que a medidas tomadas pelo governo.

LDO - Apesar do superávit primário em janeiro, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estipula meta de déficit primário de R$ 139 bilhões para o Governo Central em 2019. O Tesouro informou que espera, para fevereiro, déficit primário decorrente da repartição com os estados e os municípios das receitas arrecadadas em janeiro.

Despesas - O superávit piorou levemente em relação ao ano passado porque as receitas caíram em ritmo maior que as despesas. Sem a arrecadação do Refis, as receitas líquidas em janeiro caíram 3%, descontada a inflação oficial pelo IPCA, em relação ao mesmo mês do ano passado. As despesas, em contrapartida, recuaram 2,3% na mesma comparação, também considerando a inflação acumulada.

Previdência Social - A Previdência Social, que tradicionalmente registra déficits recordes, teve resultado negativo de R$ 13,8 bilhões em janeiro. O valor indica leve melhora em relação ao déficit de R$ 14,7 bilhões registrado no mesmo mês de 2018. O rombo da Previdência foi compensado pelo superávit de R$ 44,03 bilhões do Tesouro Nacional e do Banco Central.

Despesas - Em relação às despesas, os gastos de custeio (manutenção da máquina pública) caíram 7,7% descontada a inflação. As despesas com a Previdência Social subiram 2,5% acima da inflação, e os gastos com o funcionalismo federal recuaram 1,9%, também descontando o IPCA.

Investimentos federais - Os investimentos federais (obras públicas e compra de equipamentos) somaram R$ 1,310 bilhão em janeiro, queda de 15,2% em relação ao mesmo mês do ano passado em valores corrigidos pela inflação. Segundo o Tesouro Nacional, essa retração é esperada em início de governo, quando os novos ministros ainda estão tomando conhecimento da máquina pública. (Agência Brasil)

 


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