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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4523 | 25 de Fevereiro de 2019

SISTEMA OCEPAR: Diretoria executiva discute planejamento estratégico de 2019 com equipe de trabalho

As atividades que o Sistema Ocepar irá executar ao longo do ano com foco no desenvolvimento do cooperativismo paranaense esteve em pauta na manhã desta segunda-feira (25/02), em Curitiba, durante reunião promovida pela diretoria executiva com os funcionários das entidades que compõem o Sistema Ocepar: Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) e Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo). O encontro teve a presença do presidente da entidade, José Roberto Ricken, e dos superintendentes Nelson Costa, Robson Mafioletti e Leonardo Boesche.

Apresentações - Na oportunidade, os gerentes e coordenadores de área apresentaram as metas delineadas pelas equipes de trabalho para 2019, em consonância com as linhas de atuação do Sistema Ocepar e com o PRC100, o planejamento estratégico do cooperativismo do Paraná.

Mudanças - De acordo com o coordenador do setor de Planejamento e Controle, Marcelo Bomsenhor Martins, o Sistema Ocepar está investindo cada vez mais no aprimoramento do seu planejamento estratégico. “Estamos implementando uma mudança de cultura em todas as áreas das três casas (Fecoopar, Ocepar e Sescoop). Temos agora um planejamento focado nos resultados, além do compliance com mapeamento de processos e de riscos. Para chegarmos a esta entrega final para 2019 do planejamento de todas as áreas, realizamos, entre os dias 11 e 19 de fevereiro, 14 reuniões com as gerências e coordenadores”, esclareceu.

Avaliação positiva - Ricken aproveitou para agradecer ao consultor externo em planejamento, Marlon Vaz, pelo apoio dado para que os resultados fossem atingidos no dia de hoje. Ele avaliou todas as apresentações de forma positiva e disse ter notado que cada gestor se preocupou em apresentar algo diferenciado, sempre tendo como base o compliance para 2019. "Precisamos ter segurança em todas as ações realizadas, passando por um planejamento dentro dos interesses das nossas cooperativas e as ações com o acompanhamento da auditorias rotineiras externas e internas. É importante focar naquilo que é relevante para o sistema".

Desafio - O presidente do Sistema Ocepar lançou um desafio para as gerências: mapear dez ou mais pontos de sucesso de uma cooperativa e ter isso como um direcionamento que possa ser adaptado por outras. “Disseminar as boas práticas de gestão também é a nossa missão", frisou. Ele também falou sobre uma iniciativa que está sendo implementada neste ano, que é a realização de quatro pré-assembleias do Sistema Ocepar nos Encontros de Núcleos Cooperativos, que serão realizados de 18 a 22 de março, no interior do Estado. "Em março, pela primeira vez, realizaremos pré-assembleias para levar a um maior número de lideranças a prestação de contas das atividades realizadas no ano passado e o que pretendemos para o ano de 2019. Queremos ouvir essas lideranças e, também, trazer sugestões para nosso planejamento e, daí, validarmos na Assembleia Geral, no dia 1º de abril".

Etapas - O presidente ainda detalhou as etapas de decisão do sistema cooperativista, que iniciam pela assembleia, passam pela diretoria e conselhos administrativos e fiscal. Segundo ele, a missão do presidente e da diretoria executiva é assessorar as cooperativas e a diretoria para que a melhor decisão seja tomada, além de coordenar a execução das medidas aprovadas. "Esse espírito colaborativo de decisões democráticas tem despertado interesse de aproximação com outras entidades, demonstrando que estamos no caminho certo e servindo como interlocutores junto às entidades do setor produtivo, como o G7, onde a coordenação passou a ser exercida neste momento de mudanças políticas e legislativa pelo Sistema Ocepar”, disse.

Pesquisa - Ao encerrar a reunião, Ricken mencionou uma recente pesquisa realizada pela Universidade Harvard, que ouviu profissionais de várias áreas de atuação para descrever três perfis de atuação de um funcionário e seus objetivos: 1 - Ter um emprego, pensar apenas no salário e nos seus benefícios; 2 - Ter uma carreira, aquele que pensa no emprego, no salário mas quer busca se desenvolver; 3 - Ter uma missão. "Esse último se refere àquele que pensa mais profundamente no desenvolvimento da sua carreira profissional mas que também pensa em deixar um legado, entregar algo a mais. Qual a nossa missão? Essa é a reflexão que desejo deixar para todos aqui hoje, qual nosso propósito dentro do cooperativismo paranaense e brasileiro? O que vamos deixar para aqueles que virão após nossa passagem aqui no sistema? Onde queremos e desejamos chegar e de que forma podemos cooperar para isso? Com certeza, assim poderemos deixar um legado para um mundo melhor", completou.

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GETEC: Informativo traz expectativas da semana sobre indicadores econômicos

gerencia tecnica destaque 28 02 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (25/02), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella ( maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi ( jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

OCESP: Técnicos do Paraná e Rio Grande do Sul participam de intercâmbio em São Paulo

ocesp 25 02 2019Na sexta-feira (22/02), a Casa do Cooperativismo Paulista recebeu comitivas da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e da Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs) para um intercâmbio sobre o sistema TOTVS. Cinco profissionais gaúchos e quatro paranaenses participaram de apresentações sobre os módulos do software de gestão, realizadas por colaboradores do Sistema Ocesp.

Recepção - O presidente da Ocesp, Edivaldo Del Grande, cumprimentou os integrantes e as integrantes das comitivas e afirmou que a Casa do Cooperativismo Paulista estava à disposição do grupo. “A nossa casa é uma extensão das unidades estaduais de vocês. Sempre que vamos ao Paraná e ao Rio Grande do Sul somos bem recebidos e pedi à nossa equipe para recebê-los da melhor maneira possível aqui”, disse o presidente.

Troca - O superintendente técnico corporativo do Sistema Ocesp, Flávio Bersani, ficou feliz em receber o grupo e trocar experiências com outras unidades estaduais. “Nossa equipe que esteve envolvida na implantação das ferramentas do TOTVS está à disposição para que possamos compartilhar nossas experiências”, disse aos visitantes.

Conhecimento - Durante todo o dia, técnicos de diferentes áreas do Sescoop/SP compartilharam e trocaram conhecimentos com os colegas dos Sistema Ocepar e do Sistema Ocergs sobre os módulos “RH”, “Contrato”, “Compras”, “Estoque e Patrimônio”, “Contábil e Financeiro” e “Orçamento” do TOTVS. (Assessoria Ocesp)

 

CIDADANIA: OCB apresenta prioridades a Lelo Coimbra

cidadania 25 02 2019A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) continua seu trabalho de sensibilizar os novos integrantes do governo federal sobre a importância do cooperativismo para o desenvolvimento econômico do país. Na quinta-feira (21/02), o presidente Márcio Lopes de Freitas, se reuniu com o secretário especial do Desenvolvimento Social do Ministério da Cidadania, Lelo Coimbra, para tratar de questões que dizem respeito às cooperativas brasileiras, inclusive sobre como o cooperativismo pode contribuir com o fortalecimento da economia nacional.

Apreço - Lelo Coimbra possui grande apreço pelo movimento cooperativista, adquirido durante sua longa jornada como integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Dentre as muitas ações que levam a marca de Coimbra está a relatoria da Lei Geral do setor (PL 519/2015), na Comissão de Trabalho (CTASP) da Câmara dos Deputados.

Participação - A reunião contou ainda com a participação do futuro secretário de Inclusão Social e Produtiva Urbana, Raimundo Gomes de Matos, profundo conhecedor do modelo de negócio cooperativo, e do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.

Demandas - O presidente do Sistema OCB, Márcio Freitas, apresentou as questões de competência da pasta mais urgentes para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras e que necessitam do olhar do governo federal. Dentre os pontos de maior destaque estão, por exemplo:

- O desenvolvimento do decreto regulamentador da Lei nº 12.690/2012, que dispõe sobre a organização e o funcionamento das cooperativas de trabalho;

- A parceria entre OCB e o Ministério da Cidadania, sobre os programas de compras públicas da agricultura familiar, especialmente o PAA, que segundo a pasta, não será interrompido;

- A retificação do Decreto nº 8.538/2015, que busca garantir o acesso das cooperativas de pequeno porte aos mesmos benefícios não-tributários atualmente conferidos às micro e pequenas empresas, agricultores familiares, no processo de contratações públicas.

Compromisso - De acordo com o presidente Márcio Freitas, Lelo Coimbra se comprometeu a debater internamente os pontos discutidos e, no que for possível, dar o devido encaminhamento no âmbito do Ministério da Cidadania, por acreditar que a parceria com as cooperativas pode resultar em ganhos estruturais para o país. (Informe OCB)

 

FRIMESA: Faturamento atinge R$ 2,92 bilhões em 2018

“Temos uma história que nos enche de orgulho e nos inspira a continuar crescendo mesmo diante de tantos desafios” afirma Valter Vanzella em referência aos 22 anos na Frimesa. Em 22 de fevereiro, além da reconduzir Vanzella ao cargo diretor presidente, a Assembleia Geral Ordinária  aprovou relatório anual 2018 e elegeu o conselho de administração e fiscal.

Participação - Participaram do evento os delegados das cooperativas filiadas bem como o deputado estadual, Marcel Micheletto (PR) e o presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), José Roberto Ricken.

Resultado - Em um ano considerado difícil, a Frimesa faturou R$ 2,925 bilhões, 3,3% a mais do que no ano anterior. Em 2018, os volumes de produção, atingiram a casa dos 3,6%, um salto de 365,6 para 379 toneladas/ano. Afetado pelo consumo baixo e queda de preços, as sobras chegaram a R$ 28 milhões, um recuo de quase 54%. “O mais importante é que sustentamos toda a cadeia mantendo a produção em dia dos nossos produtores”, complementa Vanzella. A produção da Frimesa vem das cinco cooperativas filiadas - Copagril, Lar, C.Vale, Copacol e Primato – que somam 2.524 produtores de leite e 1.026 suinocultores.

Fatores - Alguns fatores influenciaram diretamente os resultados da Frimesa principalmente no setor de carne com o desdobramento das operações “Carne Fraca” e “Trapaça” ao fechamento do mercado Russo, além do aumento nos custos. Outro ponto foi a crise dos transportes que produziu dias de agonia com as fábricas paralisadas por quase uma semana prejudicando a produção e as vendas gerando prejuízos à empresa. “2018 foi difícil, mas mesmo assim, conseguimos apresentar bons resultados para todos da cadeia produtiva, geramos bastante emprego, conseguimos buscar novas alternativas de mercado, principalmente na inovação de produtos. Tivemos 10% do faturamento dos últimos dois anos gerados pelos novos produtos e melhorias nos processos industriais que gerou economia”, avalia o diretor executivo, Elias Zydek. Agora para 2019, o planejamento estratégico da Frimesa prevê um crescimento de 20% nos volumes de produção e 18 % no faturamento, chegando R$ 3,47 bilhões, com sobras na ordem de 2,39%.

Vagas - A Frimesa gerou 1.232 novas vagas, fechando 2018 com 8472 colaboradores contratados.

Modelo - Para o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, as cooperativas se tornaram modelo de gestão no Paraná e possuem uma grande importância para a economia, pois geram impostos, emprego, renda e faz com que aconteça o desenvolvimento de todos. “Estamos lutando junto com as cooperativas para que os órgãos públicos e demais envolvidos possam melhorar os serviços na área da agricultura em demandas como a o Paraná livre da aftosa, prestígio ao BRDE para termos acesso a financiamentos a longo prazo, investimentos no Porto de Paranaguá, manutenção e ampliação da rede de energia elétrica, infraestrutura das rodovias, ferrovias, plano agrícola e agilidade na liberação dos licenciamentos”, explica.

Eleição - O destaque da Assembleia foi a eleição do Conselho de Administração e Fiscal. No caso do Conselho de Administração para 2019, formado pelos presidentes das Cooperativas filiadas, ficou no Conselho Efetivo: Ricardo Silvio Chapla (Copagril), Irineo da Costa Rodrigues (Lar), Valter Pitol (Copacol), Alfredo Lang (C.Vale), Ilmo Werle Welter (Primato). Conselho Vogal: Valter Vanzella (Copagril), Urbano Inácio Frey (Lar), Silvério Constantino (Copacol), Walter Andrei Dal’Boit (C.Vale) e Moacir Jovino Scuziatto (Primato).

Conselheiros fiscais - Para a função de conselheiros fiscais para exercício de 2019 a AGO elegeu Pedro Avancini (Copacol), Adriano José Finger (Lar), Cezar Luiz Dondoni (Primato), Cezar Luiz Petri (Copagril), Antônio de Freitas (C.Vale) e Elton Alceu Endler (Primato).

Aprovação - Os números do balanço da Frimesa foram aprovados por unanimidade. Os delegados observaram que mês diante das dificuldades enfrentadas em 2018, toda a cadeia de valor foi mantida com preços pagos aos produtores acima do mercado, e além, de pagar todos os impostos, ainda teve sobras para dividir entre as cooperativas filiadas.

Recepção - Em 2018, recebeu 2.227.006 cabeças de suínos, 5,3% a mais comparando com 2017 quando recebeu 2.115.567. O volume movimentou a indústria com uma produção de 262.568 toneladas de alimentos. Com a missão de fomentar a cadeia produtiva de suínos, a Frimesa tem cumprido o dever de casa sustentando o custo do suíno vivo, em média, R$ 0,34 a mais que o mercado. Enquanto o mercado pagou R$ 3,05, a Central repassou à cadeia R$ 3,40. Levando em conta as quase 270 toneladas produzidas no ano, a sustentação na cadeia chega a quase R$ 92 milhões.

Leite - Na área de leite, conseguiu manter os preços pagos pela matéria-prima acima do mercado, chegando à média ano de R$ 1,39 enquanto a média Conseleite chegou a R$ 1,16, quase 19% a mais.

Volume médio - Na prática, as indústrias de lácteos operaram com um volume médio de 610.422 mil litros de leite/dia, totalizando 222.804.143 litros ao ano, alcançando um valor aproximado de R$ 843 milhões em faturamento. (Imprensa Frimesa)

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COOPERTRADIÇÃO: Agricultura vai fortalecer relação entre governo e o campo, diz Ortigara

evento coopertradicao 25 02 2019O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, afirmou na quinta-feira (21/02), em Pato Branco, que o governo do Paraná vai fortalecer o agronegócio com mais pesquisa, assistência técnica e diálogo com o governo federal.

Outros fatores - Para o secretário, que participou do Dia de Campo da Coopertradição, o bom desenvolvimento da agricultura também depende da relação com outros fatores, como infraestrutura. “Queremos ajudar os municípios a terem estradas melhores, em trechos prioritários, para facilitar o escoamento, colaborando para investimentos das cooperativas, ser duros na questão sanitária, criando um movimento importante para a economia paranaense”, disse.

Negociação - Ele afirmou que está negociando com a Embrapa e o Ministério da Agricultura para que se repense o zoneamento de risco climático de soja no sudoeste e sul do Paraná, uma demanda dos produtores da região. Ortigara também descatou a abertura de mercados que deve ocorrer com a suspensão da vacinação contra febre aftosa no Paraná, autorizada pelo Ministério da Agricultura e prevista para depois da campanha de maio de 2019.

Colaboração - O chefe do Núcleo Regional da Secretaria em Pato Branco, Ivano Carniel, disse que há um trabalho de colaboração e uma parceria muito grande com as cooperativas e, por extensão, com os produtores. “Sempre tenho dito que o insumo mais barato para o produtor é o conhecimento. Essa divulgação de novas técnicas, novas tecnologias, é que dá a condição de sustentação para o crescimento da agricultura no estado do Paraná”, diz.

Cooperativa - A Coopertradição, organizadora do evento, tem 1.812 cooperados em 12 entrepostos e está desenvolvendo um centro de pesquisa experimental. Cerca de 74% são pequenos produtores. “O intuito é cada dia proporcionar aos nossos cooperados maior tecnologia e maior produtividade”, afirmou o diretor-presidente Julinho Tonus. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COOPAVEL: Ideias e sugestões para um Show Rural ainda melhor em 2020

Coordenadores e pessoas diretamente envolvidas na organização do 31º Show Rural estiveram reunidas na noite de quinta-feira (21/02), na Associação Atlética Coopavel, em Cascavel, no Oeste do Paraná. A proposta foi analisar a edição mais recente, de 4 a 8 de fevereiro, mas principalmente buscar novas ideias e sugestões para fazer do próximo um evento ainda melhor. A noite também foi de agradecimentos e de reconhecer o sucesso do Show Rural Digital, a maior novidade da edição que acaba de ser realizada.

Empenho e colaboração - O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, destacou o empenho e a colaboração de todos que não mediram esforços para fazer da feira um grande êxito. “Vi resiliência, alegria, talento, criatividade e compromisso combinados”. Ele citou também a atenção dada à família e à troca do eu pelo nós. O coordenador geral Rogério Rizzardi falou da capacidade de todos os envolvidos em se superar e em estar conectados à inovação proposta, a principal marca da 31ª edição. “Sinto orgulho em participar desse time de guerreiros”, pontuou o vice-presidente da Coopavel, Jeomar Trivillin.

Diferença - Para o coordenador-executivo Acir Palaoro, a dedicação, a gentileza e o espírito de equipe fizeram enorme diferença para os bons resultados alcançados. “Ouvi relatos sinceros e entusiasmados de diretores de grandes empresas nacionais e estrangeiras que ressaltaram a qualidade e a organização do Show Rural Coopavel”, revelou o gerente de Filiais, Daltro Estiven Pestana.

Evolução - Ao citar a evolução do evento em 30 anos de existência, que saiu de apenas 110 para quase 289 mil visitantes, Dilvo Grolli pediu para que os coordenadores do Show Rural Digital falassem da experiência de organizar, em tão pouco tempo, um evento que já se torna referência. José Rodrigues da Costa Neto, Rogério Aver e Samuel Grolli fizeram relatos de como foi possível, de apenas uma ideia, materializar em menos de três meses um evento que reuniu 116 empresas de inovação, algumas delas grandes ícones mundiais em suas áreas de atuação.

Sugestões - Os presentes foram divididos em grupos e em um exercício de 40 minutos coloram no papel pontos que podem ser melhorados e, principalmente, sugestões que façam da edição de 2020, a 32ª, um novo marco de superação na trajetória do Show Rural Coopavel. Todas as propostas foram entregues e serão, a partir de agora, analisadas e estudadas por uma comissão especialmente formada para pensar o evento agendado para 3 a 7 de fevereiro do ano que vem. (Imprensa Coopavel)

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RODOCOOP: Cooperativa realiza AGO e comemora as conquistas

A Rodocoop - Cooperativa de Transportes e Serviços Rodoviários, realizou na sexta-feira (22/02), sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), ocorrida na Associação Atlética Cocari, em Mandaguari, oportunidade em que prestou contas sobre o exercício de 2018, bem como apresentou para aprovação dos associados o planejamento para o ano de 2019.

Metas cumpridas - O presidente, Marcos Trintinalha, destacou o ano de 2018 como período de grandes realizações para a Rodocoop, apesar da instabilidade política e econômica do país. “Foi um ano de muita prosperidade, o que possibilitou cumprirmos todas as metas estabelecidas e alcançarmos com grande eficiência o propósito de constituição da cooperativa, que é a prestação de serviços de transportes que preze pela qualidade, gerando também o desenvolvimento econômico e social dos cooperados”, afirmou.

Sonho realizado - A principal conquista do ano foi a inauguração da sede da cooperativa, que possibilita que o associado tenha aonde deixar seu caminhão com segurança, com escritório bem organizado para atendimento, ponto de abastecimento amplo para utilização. A estrutura permite otimizar o tempo e facilitar ainda mais a rotina de trabalho dos motoristas que compõem o quadro social, e representa economia, pois o fornecimento de combustível traz grande diferencial de preço em relação ao mercado.

Investimentos e sobras - Fundada em 2006, a Rodocoop tem conseguido ano a ano chegar ao final dos exercícios com sobras a serem distribuídas. Em 2018, apesar do investimento significativo na construção da sede, a cooperativa fez antecipação de sobras aos associados.

Oportunidade de negócios - Durante a AGO, o presidente salientou a importância da intercooperação com a Cocari, Aurora e Colari, que passou a fazer parte da carteira de clientes. “As conquistas de nossos clientes repercutem diretamente nos negócios da Rodocoop, fortalecendo e ampliando a oportunidade de promoção da intercooperação, tão necessária para o cooperativismo de maneira geral”, apontou.

Parcerias - A Rodocoop também trabalha para manter as parcerias que tem com empresas privadas, como a Cervejaria Petrópolis e Café Basa, e conquistar novos clientes. “São as parcerias que viabilizam os negócios da Rodocoop”, ressaltou o presidente.

Resultados animadores - Os resultados demonstram a evolução da Rodocoop no segmento do cooperativismo de transportes, sendo referência pelas buscas de melhoria para o setor. “Seguimos cumprindo o nosso objetivo de agregar forças por meio do cooperativismo, visando ao bem comum dos trabalhadores de transportes de cargas, que na Rodocoop somam 176 associados, a aplicação de recursos na comunidade, contribuindo para o desenvolvimento local”, observou Marcos Trintinalha. A Rodocoop encerrou o ano de 2018 com 176 associados.

Agradecimentos - A Rodocoop pode comemorar a bela trajetória que está conseguindo traçar. E o presidente agradeceu a todos os envolvidos nas conquistas: associados, colaboradores e parceiros. “Cada elo dessa corrente, que se fortalece ano a ano, nos impulsiona a buscar o crescimento e aprimoramento, para continuarmos prestando serviços de qualidade, satisfazendo as expectativas e possibilitando traçarmos novas metas, em busca da realização de novos sonhos”, concluiu Marcos Trintinalha. (Imprensa Rodocoop)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Assembleias em Londrina devem reunir quase dois mil associados

Nesta segunda-feira (25/02), duas assembleias de prestação de contas, em Londrina, encerram a programação das reuniões de fevereiro na Regional Norte da Sicredi União PR/SP.

Agências - Os associados da agência Santos Dumont serão recebidos no Buffet Laguna, às 19h, em reunião conduzida pelo presidente da Sicredi União, Wellington Ferreira. Já a assembleia conjunta das agências Duque de Caxias e Guaravera acontece no Buffet Planalto, também às 19h, apresentada pelo diretor- executivo da cooperativa, Rogério Machado.

Participação - O gerente da agência Duque de Caxias, Rosiel Martins, aguarda a participação do expressivo número de cerca de mil associados. “A participação do associado é muito importante. Ele sabe quais os caminhos que a cooperativa está trilhando e tem sua opinião respeitada”, analisa Martins.

Momento importante - Vania Pereira, gerente da agência Santos Dumont, estima a presença de aproximadamente 900 associados na assembleia. “Estamos realmente aguardando com muita alegria. É um momento muito importante para o associado que poderá conhecer os resultados de 2018 e todo o trabalho que a Sicredi vem desenvolvendo nas comunidades em que atua”, frisa Vania.

Total - No total, a Sicredi União PR/SP realizará 79 assembleias, no período de 15 de janeiro a 18 de março, em todas as cidades em que têm agências, no norte e noroeste do Paraná, centro e leste paulista.

Última - Na Regional Norte, a próxima e última reunião de prestação de contas será no dia 14 de março, com os associados da agência Tiradentes, de Londrina. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICOOB SUL: Financiamento estudantil é oferecido para alunos da Universidade Positivo

O Sicoob Sul e a Universidade Positivo se uniram para oferecer uma condição especial de pagamento para os alunos da instituição. Com o programa de financiamento, calouros e veteranos podem pagar apenas metade do valor das mensalidades durante o curso e postergar o pagamento do saldo financiado para depois da formatura.

Taxas - Para o assistente de Produtos e Serviços do Sicoob Sul, Samuel Tenchini da Silva, além da oportunidade de ingressar na faculdade, com o financiamento o aluno pode contar com taxas e condições que somente a cooperativa pode oferecer. “Servimos como a principal ponte entre o aluno e seu sonho profissional. Mesmo ofertando o produto há pouco tempo, já ouvimos e presenciamos histórias de esperança e superação”, conta ele.

Graduação presencial - O financiamento estudantil pelo Sicoob está disponível para os cursos de graduação presenciais da Universidade Positivo e a cooperativa já trabalha em parceria com a instituição de ensino para também disponibilizar o crédito para os estudantes de medicina.

Pré-requisitos - Os pré-requisitos para o parcelamento das mensalidades e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Universidade Positivo. Para esclarecer dúvidas e saber mais informações, os alunos podem entrar em contato com a cooperativa através do e-mail financiamento@sicoobsul.com.br ou pelo telefone (41) 3317-3000. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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FOCUS: Projeção de instituições financeiras para inflação fica em 3,85%

focus 25 02 2019Instituições financeiras, consultadas pelo Banco Central (BC), reduziram levemente a estimativa para a inflação, neste ano. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,87% para 3,85%.

Próximos anos - Para 2020, a previsão para o IPCA permanece em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na estimativa: 3,75%. Essas projeções são do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.

Meta - A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta (4%). Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Selic - Para controlar a inflação e alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019. Para o final de 2020, a estimativa para a taxa é 8% ao ano, assim como a previsão para 2021 e 2022.

Referência - A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Suficientes - A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Tendência - Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Atividade econômica - A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – permanece em 2,48%. Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB subiu de 2,58% para 2,65%. Em 2021 e 2022, a expectativa segue em 2,50% de crescimento do PIB.

Dólar - A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano e em R$ 3,75, no fim de 2020. (Agência Brasil)

 

BANCO CENTRAL: Sabatina do futuro presidente do BC será realizada na terça-feira

banco central 25 02 2019A sabatina do economista Roberto de Oliveira Campos Neto, indicado pela Presidência da República para o cargo de presidente do Banco Central será realizada nesta terça-feira (26/02), na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Substituição - Campos Neto assumirá o lugar de Ilan Goldfajn, que decidiu não permanecer à frente do BC. No ano passado, Goldfajn disse que a decisão foi tomada por motivos pessoais. Ele permanece presidente do BC até que Campos Neto seja sabatinado e tenha o nome aprovado pelo Senado Federal.

Relatório - Na última terça-feira (19/02), foi lido o relatório do senador Eduardo Braga (MDB-AM) que indica o nome do economista Roberto Campos Neto para o cargo de presidente do BC. Com pedido automático de vista coletiva no colegiado, a sabatina ficou marcada para a semana seguinte.

Currículo - Nascido em 1969, Roberto Campos Neto graduou-se como bacharel em Economia em 1993 pela Universidade da Califórnia, Los Angeles, instituição onde concluiu o mestrado em Economia em 1995. Campos Neto tem longa trajetória no sistema financeiro, especialmente no banco Santander. Entre 2010 e 2018, foi membro do Conselho Executivo do Santander Investment no Brasil e no mundo. Foi membro do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, em 2018.

Assessor - O postulante ao cargo de presidente do Banco Central é atualmente assessor do ministro da Economia, Paulo Guedes, e integrou a comitiva brasileira no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. O indicado é neto do economista, diplomata e escritor Roberto Campos (1917-2001), defensor do liberalismo econômico, que participou do governo Juscelino Kubitschek e foi ministro do Planejamento do governo Castello Branco. Seu avô foi deputado federal e senador, além de membro da Academia Brasileira de Letras e embaixador em Washington e Londres.

Diretores do BC - Além de Campos Neto, também serão sabatinados Bruno Serra Fernandes e João Manoel Pinho de Mello, indicados para as diretorias de Política Monetária e de Organização do Sistema Financeiro do BC, respectivamente, e Flávia Martins Sant’anna Perlingeiro, indicada para o cargo de diretora da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). (Agência Brasil)

 

IBGE: Paraná apresenta menor taxa de desocupação desde 2015

ibge 25 02 2019A taxa de desocupação do quarto trimestre de 2018 no Paraná foi a mais baixa desde 2015, na comparação com o mesmo período, com um recuo de 9,30%. O Estado é o quinto do país com o menor número de desocupados, na comparação do terceiro com o quarto trimestre do ano passado, quando a taxa caiu de 8,6% para 7,8%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Série histórica - “Essa taxa é a mais baixa para a séria histórica desde o quarto trimestre de 2015, quando a taxa de desocupação era da 5,8%. O ano de 2018 registrou também a melhor taxa média anual de desocupação desde 2016, com 8,8%”, explica o economista do Observatório do Trabalho da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, Alexandre Chaves.

Outros estados - À frente do Paraná (7,8%), quanto à menor taxa de desocupação no quarto trimestre de 2018, estão os estados de Santa Catarina (6,4%), Mato Grosso (6,9%), Mato Grosso do Sul (7%) e Rio Grande do Sul (7,4%). Os números mostram que a Região Sul do Brasil teve a menor taxa de desocupação do País.

Prioridades - De acordo com o secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, uma das prioridades é avançar nas questões de emprego e renda. “Vamos qualificar os atendimentos nas agências do trabalhador para que cada vez possamos diminuir o número de desocupados no Paraná, levando à população paranaense mais emprego e renda”, destacou Ney.

Setores - A maioria dos setores analisados pelo IBGE no Estado apresentou variações. Entre aqueles em que o contingente de desocupados mais cresceu, destacam-se os da construção civil (-4,7%) e de transportes (-3,9). Os setores que mais puxaram a taxa de desocupação para baixo foram comércio e reparação de veículos e automóveis (4,4%) e trabalhador familiar auxiliar (12,6%).

Salário mensal - Com relação ao salário mensal, no Paraná ficou estável com uma variação mínima de 2,06% e média de R$ 2.477,00, no período. No País, o rendimento médio registrado foi de R$ 2.254,00, com variação de (0,76%), na comparação do terceiro com o quarto trimestre de 2018. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ESTUDO: Com alta de 3,4% em contratações, saúde suplementar emprega 114,1 mil

estudo 25 02 2019O emprego formal no setor de saúde privada terminou 2018 com 114,1 mil vagas em todo o país. As contratações cresceram 3,4% na comparação com 2017. O resultado faz parte do Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar, divulgado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess).

Mercado formal - “Mesmo com a economia crescendo 1% [em 2018], o mercado formal no setor de saúde privada cresceu mais de 3%. Isso mostra que é um setor da economia que tem ganho mais expressão nos últimos anos”, comparou o superintendente executivo da entidade, Luiz Augusto Carneiro.

Causa - Segundo ele, uma das causas para o crescimento do setor é a mudança do perfil demográfico da população, que está envelhecendo rápido, o que eleva os gastos individuais com saúde. “Isso gera mais oferta de serviços e mais emprego formal”. Essa é uma tendência que se observa em vários países. Nos Estados Unidos, a saúde suplementar é um dos setores que mais empregam.

Faixa - Desde 2013, a faixa acima dos 59 anos é a que mais cresce; a de 0 a 18 anos já começa a ter crescimento negativo. “Estamos passando por um período de envelhecimento muito rápido da população. Há uma concentração cada vez maior de pessoas idosas com planos de saúde, que demandam mais serviços de saúde, que são mais complexos e mais caros, o que exige ajuste dos prestadores de saúde a essa necessidade.”

Cadeia produtiva - O superintendente do Iess destacou que 47 milhões de brasileiros têm alguma cobertura privada de saúde. “Isso viabiliza você ter uma cadeia produtiva, com hospitais, clínicas, médicos, laboratórios, e todos esses prestadores de serviços de saúde consomem materiais, equipamentos, medicamentos”. Ao todo, 65% dos beneficiários de planos de saúde estão em planos coletivos empresariais. O setor de saúde suplementar emprega 3,5 milhões de pessoas, ou o correspondente a 8,1% da força de trabalho brasileira.

Regiões - O relatório mostra que todas as regiões tiveram aumento nas contratações em 2018, com destaque para o Sudeste, com 62,868 mil postos. “É no Sudeste que está [concentrado] o Produto Interno Bruto [soma de todos os bens e serviços produzidos no país]. Há correlação forte”. O Nordeste detém o segundo lugar em vagas formais geradas (19,268 mil), mas foi a Região Centro-Oeste que mais sobressaiu porque o saldo de contratações foi mais que o dobro do ano anterior, ao passar de 7,5 mil postos, em 2017, para 16,4 mil, no ano seguinte. (Agência Brasil)

 

ENERGIA ELÉTRICA: Bandeira tarifária da conta de luz continua verde em março

energia eletrica 25 02 2019A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em março será verde, ou seja, sem custo extra para os consumidores, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A bandeira verde é aplicada desde dezembro do ano passado.

Nível - Em nota, a Aneel diz que, apesar da pouca ocorrência de chuvas em janeiro, “o nível de produção da energia hidrelétrica no país ainda se mantém elevado”, o que garante a manutenção da bandeira verde.

Sinalização - O sistema de bandeiras tarifárias, criado pela Aneel, sinaliza o custo real da energia gerada. As cores verde, amarela ou vermelha, nos patamares 1 e 2, indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Transparência - Segundo a Agência, com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

Combate ao desperdício - A Aneel alerta que mesmo com a bandeira verde, é necessário manter as ações relacionadas ao uso consciente e ao combate ao desperdício.

Dicas - Algumas dicas são: tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos; não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado; só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário; utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo.

Mais - Mais dicas estão disponíveis no portal da Aneel. (Agência Brasil)

 

EXPOLONDRINA: Paraná quer ser referência mundial em tecnologia no agronegócio

expolondrina 25 02 2019Durante o lançamento da 59ª edição da Expolondrina, na noite de sexta-feira (22/02), o governador Carlos Massa Ratinho Junior afirmou que o Estado deve, a médio prazo, exportar tecnologia e conhecimento em agronegócio para o mundo. “A ideia é fazer com que o Paraná possa ser competitivo também na área de tecnologia para o agronegócio. O Estado é o maior produtor de alimentos por metro quadrado do mundo e tem que se preparar tecnologicamente para o setor”, disse. 

Completa - A Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina se consagra como uma das mais completas exposições do agronegócio do Paraná. Nesta edição, o evento, que movimenta a economia de Londrina e região, alia inovação tecnológica à tradição da produção rural e disponibiliza agenda técnica que valoriza a excelência e estimula o desenvolvimento do agronegócio nacional.

Fomento - Ratinho Junior ressaltou que ela é uma das maiores feiras da América Latina e motiva empresários. “O agronegócio do Paraná vem melhorando a cada dia e a ideia é fomentar cada vez mais esse tipo de exposição”, afirmou. “O Brasil vive um bom momento, mas o Paraná em especial, vive um clima de otimismo na área econômica, pois existe uma tranquilidade política”, disse o governador, ao lembrar que três ministros visitaram o Estado em menos de 40 dias. 

Reuniões - “Já estive sete vezes em Brasília para reuniões com os ministros e já tivemos agenda com senadores do Estado no Palácio Iguaçu, então quando todos caminham para o mesmo norte, existe um reflexo na segurança do empresário para investir”, completou.   

Agrotech - No pronunciamento para empresários e patrocinadores, Ratinho Junior lembrou que viaja para o Vale do Silício no sábado (23/02). Acompanham o governador na viagem o secretário do Planejamento, Valdemar Bernardo Jorge; o presidente da Celepar, Allan Costa; e o presidente da Paraná Desenvolvimento, Eduardo Bekin. 

Desafio - A comitiva busca conhecer e entender como funciona o Vale do Silício, com o desafio de instalar um escritório do Paraná na região, para que as startups que produzem tecnologia no Estado possam vender para os Estados Unidos e para outros lugares do mundo. “Nós queremos fazer com que o Paraná possa ser o Estado com a maior capacidade do mundo de gerar startups na área de agrotecnologia e a Expolondrina é um importante canal de conhecimento, que mostra a força do agronegócio paranaense”, destacou o governador. 

Valor agregado - O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, afirmou que o Paraná tem uma grande e diversificada produção e é preciso continuar o processo de agregação de valor, em qualquer escala de tamanho. Ele salientou que o governo vai lançar, em breve, um programa de fortalecimento das mais de 200 pequenas cooperativas do Estado. “Elas serão apoiadas para produzir, processar e entregar. O governo será um cliente comprador para fornecer a pessoas em situação de vulnerabilidade, para a alimentação escolar e para o mercado", explicou.

Evento - Com o tema “O Agro nos Move”, a edição deste ano da ExpoLondrina será realizada de 5 a 14 de abril, no Parque Ney Braga. “As pessoas voltaram a acreditar em investir nos seus negócios e é esse clima que deve dominar a exposição”, ressaltou Antonio Sampaio, presidente da Sociedade Rural do Paraná, entidade organizadora da ExpoLondrina.

Objetivos - Com público médio de 550 mil visitantes por edição, a feira tem três objetivos: informação técnica, venda de maquinários e diversão. Gera 9 mil empregos e movimenta em torno de R$ 680 milhões em negócios. A programação inclui exposições, palestras, cursos, debates, oficinas, gastronomia e entretenimento. Ao todo, serão mais de cem eventos técnicos.

Fazendinha - O Governo do Paraná, através do Instituto Emater, Iapar, UEL e Secretaria da Agricultura e Abastecimento, promove a Fazendinha, espaço com diversas unidades didáticas expositivas, como cultivo de cogumelos, avicultura de corte, produção de hortaliças, café qualidade, produção de palmáceas, aquicultura, ervas medicinais, entre outros.

Sede do governo - O governador anunciou que, assim como fez em Cascavel, durante a Coopavel, em fevereiro, a sede do Governo do Estado será transferida para a Expolondrina. “Vamos trazer toda a estrutura do governo, com os secretários em agenda de trabalho, em todas as áreas”, disse. 

Impacto econômico - O prefeito de Londrina, Marcelo Belinatti salientou que a Expolondrina movimenta toda a economia da região. "A rede hoteleira, por exemplo, fica cheia de Londrina a Maringá durante o evento, atingindo lanchonetes, restaurantes, táxis, aeroporto e rodoviária, gerando emprego e renda do pequeno ao grande empresário", comentou.

Agradecimento - O prefeito agradeceu o apoio do Governo do Estado e lembrou que os recursos para a construção da cidade industrial de Londrina estão garantidos. Ele destacou que, em janeiro, o Paraná teve 14% de aumento na abertura de empresas e 244% nas exportações de caminhões de cargas. "Isso representa a valorização do empresariado e dos trabalhadores, além do espírito de prosperidade do novo Paraná", avaliou.

Presenças - Também participaram do evento os secretários estaduais do Desenvolvimento Urbano, João Carlos Ortega e da Segurança Pública, Luiz Felipe Carbonell; o deputado estadual Tiago Amaral; os deputados federais Diego Garcia; Felipe Barros e Luiza Canziani; o presidente do Tribunal de Contas do Paraná, Nestor Batista; o reitor da UEL, Sérgio Carvalho; os prefeitos de Cambé, José do Carmo Garcia, de Ibiporã, João Coloniezi, de Bela Vista do Paraíso, Edson Vieira Brene; presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins; diretor do Detran Paraná, Cesar Vinicius Kogut; e gerente regional da Emater Londrina, Sergio Luiz Carneiro. (Agência de 

 

PEIXES: Produção no Estado puxa resultado brasileiro

peixes destaque 25 02 2019A produção de peixes cresceu 16,0% em 2018 ante 2017 no Paraná, que é o principal estado do País no cultivo e puxou o resultado brasileiro. A tilápia é o filé dessa atividade e já é considerada a principal aposta para conquistar mercados bilionários no exterior, como os Estados Unidos. Ao mesmo tempo, a expectativa é que a economia brasileira se recupere e garanta poder de compra ao consumidor nacional, que ainda demanda apenas 9,7 quilogramas de peixe por habitante ao ano.

Espécies - No País, a piscicultura cresceu 4,5% no ano passado na comparação com o anterior. Houve aumento de 11,9% na produção de tilápias e de 8,0% na categoria chamada de outras espécies, composta principalmente por carpas, trutas e pangas. Ambas as divisões são criadas em cativeiro. Já a pesca de peixes nativos recuou 4,8%. Todos os números são do Anuário de 2019 da Peixe BR (Associação Brasileira da Piscicultura).

Produção total - Foram produzidas 722,5 mil toneladas (t) de peixes em geral no ano passado, no País, dos quais 129,9 mil, ou 18,0%, pelo Paraná. Somente no mercado de tilápias, o Brasil chegou a 400,3 mil t e a participação paranaense atinge quase um terço, ou 30,8%. Foram 123 mil t do peixe que conquista paladares por aqui e é um dos principais produtos lá fora, pelo sabor suave e por oferecer um filé generoso e de poucas espinhas.

Mercado internacional - O problema é que, no mercado internacional, o Brasil ainda usa a vara de pescar enquanto os concorrentes trabalham com redes. Foram US$ 5,5 milhões em tilápias brasileiras compradas pelos EUA no ano passado, ante mais de US$ 4 bilhões do mesmo produto chinês, conforme dados da Peixe BR obtidos junto à Secex (Secretaria de Comércio Exterior). Os norte-americanos são reconhecidamente os maiores importadores de peixes do mundo, com demanda de 50% de tudo o que consomem em pescados e 95%, em tilápias.

Consumo interno - Entretanto, mais importante ainda é o consumo interno. Os brasileiros consomem uma média de 9,7 kg por ano, menos do que os 9,9 kg per capita do continente africano. O volume é muito distante dos 20 kg da média mundial, diz o presidente da Peixe BR, Francisco Medeiros. "No mercado interno, estamos trabalhando para promover o consumo, porque é produzimos um peixe de excelente qualidade, premium pelos padrões internacionais, que é saboroso e bom para a saúde das pessoas", diz.

Modelo nacional O presidente da associação afirma que o Paraná cresce acima da média porque se adiantou na regulamentação ambiental e porque oferece uma cadeia interligada e completa, do fornecimento de insumos até a industrialização. "O Paraná criou um sistema regulatório próprio, que precisa de melhorias como qualquer outro, mas que funciona e garante segurança jurídica. Por isso, cresce acima da média", diz.

Demanda - Ao se especializar em tilápias, saiu na frente também em um mercado que tem demanda hoje em todos os estados brasileiros. Cenário que permitiu à Aquabel, com sede em Rolândia, Região Metropolitana de Londrina, tornar-se a líder no fornecimento de alevinos de tilápia, com foco em melhoramento genético, alto volume de produção e fornecimento contínuo ao longo do ano. Hoje a empresa tem dez unidades nas cinco regiões do País e desde 2016 formou uma joint-venture com o EW Group, maior empresa de genética animal do mundo, sediada na Alemanha.

Perspectivas - O CEO da Aquabel, Ricardo Neukirchner, que fundou a empresa com Claudio Batirola, afirma que as perspectivas são excelentes para os próximos anos. "Tivemos uma acomodação normal do mercado, porque a curva de crescimento nunca é exatamente uma curva, mas uma escadinha. E começamos a ter uma sinalização de crescimento grande, porque essa acomodação foi pela crise no País", diz Neukirchner, que também é diretor de Aquicultura da SRP (Sociedade Rural do Paraná).

Resultado - Com quase 20% de crescimento da empresa em 2008, ele afirma que a expectativa é repetir o resultado, porque a tilápia é um peixe voltado para a produção industrial e há novos atores entrando na atividade. "Temos pessoas de fora do Brasil que querem investir aqui, da engorda a frigoríficos", conta.

Cooperativas - Para o presidente da Peixe BR, a participação de cooperativas também é uma vantagem regional. "As grandes cooperativas do Paraná estão mexendo rápido a régua da produção e comercialização de tilápias e acreditamos que há espaço para novos processadores, porque o peixe é vendido em todo o País", diz Medeiros. (Folha Rural / Folha de Londrina)

peixes quadro 25 02 2019

 

SANIDADE: Vacinação contra febre aftosa imunizou 98,50% do rebanho previsto

A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, realizada em novembro, imunizou 94,87 milhões de bovinos e búfalos no país, dos 96,31 milhões previstos, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Com isso, a cobertura vacinal atingiu 98,50%. A maior parte dos estados vacinou animais com idade de até 24 meses. As exceções foram o Acre, Amapá, Espírito Santo e Paraná, que vacinaram animais de todas as idades, de acordo com dados informados pelo Departamento de Saúde Animal e Insumos Pecuários.

Dosagem - Na etapa de novembro de 2018 foi usada pela última vez a vacina de 5 ml. A partir deste ano, nas etapas de vacinação, nova dose de 2 ml bivalente (para dois tipos de vírus) será utilizada. As campanhas iniciarão em 15 de março no Amazonas, concentradas nos meses de maio (1ª etapa) e de novembro (2ª etapa) na maioria das unidades federativas.

Atenção - Os produtores precisam estar atentos para usar a dose correta da vacina - 2 ml - para não haver sobredosagem no animal, que pode provocar caroços, edemas, inchaços e até abscesso, no caso eventual de contaminação.

Cuidados - Cuidados na vacinação:

Compre as vacinas somente em lojas registradas.

Verifique se as vacinas estão na temperatura correta (2° C a 8° C).

Para transportá-las, use caixa térmica, coloque três partes de gelo para uma de vacina e lacre.

Mantenha a vacina no gelo até o momento da aplicação. Escolha a hora mais fresca do dia e reúna o gado. Mas lembre-se: só vacine bovinos e búfalos.

Durante a vacinação, mantenha a seringa e as vacinas na caixa térmica e use agulhas novas, adequadas e limpas. A higiene e a limpeza são fundamentais para a boa vacinação.

Agite o frasco antes de usar e aplique a dosagem certa em todos os animais: 2 ml.

O lugar correto de aplicação é a tábua do pescoço, podendo ser no músculo ou embaixo da pele. Aplique com calma.

Não esqueça de preencher a Declaração de Vacinação e entregá-la no Serviço Veterinário Oficial do seu Estado junto com a Nota Fiscal de compra das vacinas. (Mapa)

Confira no link os resultados da vacinação 

Siga o calendário de vacinação de 2019

EXECUTIVO: Darci Piana assume o Governo do Estado até 11 de março

executivo 25 02 2019O vice-governador do Paraná, Darci Piana, assumiu o Governo do Estado no sábado (23/02). Ele permanece no exercício do cargo até o próximo dia 11 de março em razão da viagem do governador Carlos Massa Ratinho Junior aos Estados Unidos.

Agenda - Piana destaca a importância da agenda do governador, cujo o objetivo é conhecer soluções tecnológicas, principalmente de Agrotech, que possam contribuir com o desenvolvimento do Paraná. Os compromissos incluem reuniões com startups de agronegócio e encontros com empresários do Vale do Silício.

Fecomércio - O economista e contador Darci Piana foi presidente do Sistema Federação do Comércio do Estado do Paraná (Fecomércio). Nascido no município de Carazinho (RS), o empresário de 76 anos veio para o Paraná ainda jovem.

Carreira - Foi presidente do sindicato do Comércio Varejista de Veículos, Peças e Acessórios do Paraná (Sincopeças), fundador e primeiro presidente da Cooperativa de Crédito do Sincopeças (Sincocred) e presidente do Conselho da Paranacidade.

Outros cargos - Também exerceu a superintendência regional da Companhia de Financiamento da Produção do Paraná, além da presidência do Conselho Deliberativo do Sebrae Paraná. Piana também presidiu o Paraná Clube nos anos de 1992 e 1993. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INTERNACIONAL: Trump adia entrada em vigor de alta de tarifas sobre produtos chineses

internacional 25 02 2019O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (24/02) que vai adiar o aumento nas tarifas dos produtos chineses que deveria entrar em vigor no próximo dia 1º de março, citando "progressos substanciais" em questões como propriedade intelectual e transferência de tecnologia após um fim de semana de negociações.

Cúpula - Por meio do Twitter, Trump disse que, se o progresso continuar, os Estados Unidos planejam uma cúpula com o líder chinês, Xi Jinping, para "concluir um acordo" que resolveria uma luta comercial de um ano entre as duas nações.

Tempo - Os tuítes de Trump não especificaram por quanto tempo a prorrogação de uma trégua comercial duraria ou qualquer data para uma cúpula em potencial.

Alta - As tarifas americanas, sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses, subiriam para patamares entre 10% e 25% a partir de meia-noite do próximo sábado.

Oferta - Nas negociações deste fim de semana, Pequim ofereceu aumentar as compras de produtos e serviços agrícolas e de energia dos Estados Unidos, facilitar as restrições às empresas americanas em serviços financeiros e fabricação de automóveis e melhorar a proteção dos direitos de propriedade intelectual dos Estados Unido, segundo pessoas informadas sobre as discussões.

Interesses - Mas a liderança da China vê todas essas medidas como alinhadas com os próprios interesses da nação. Até agora, Pequim não deu muita importância a questões que considera cruciais para a manutenção do regime do Partido Comunista, incluindo subsídios governamentais e outros tipos de apoio a empresas estatais e políticas que sustentam seu modelo econômico liderado pelo Estado.

Essenciais - Muitos na administração Trump veem tais passos como essenciais para nivelar o campo de atuação das empresas dos Estados Unidos que operam na segunda maior economia do mundo. "Estamos tomando medidas para reformar empresas estatais para torná-las mais competitivas, mas não da maneira que os Estados Unidos querem", disse uma autoridade chinesa.

Queixas - Divisões também permanecem sobre como lidar com reclamações dos Estados Unidos de que as autoridades e empresas chinesas pressionam as empresas americanas a compartilhar tecnologia. Autoridades chinesas negam que Pequim aplique tamanha pressão e argumentam que empresas estrangeiras voluntariamente compartilham tecnologia em troca de acesso aos mercados da China.

Tecnologia - Empresas americanas de semicondutores, produtos químicos e automóveis, em particular, reclamam que Pequim tem várias maneiras de obter tecnologia dos Estados Unidos, inclusive por meio de joint-venture e por painéis reguladores que transmitem os segredos tecnológicos americanos para empresas chinesas.

Policiamento - Durante a última rodada de negociações comerciais, disseram as fontes, os negociadores chineses afirmaram que Pequim estava disposta a policiar melhor as práticas locais e encorajar empresas americanas que operam na China a relatar coerção aos reguladores. Os negociadores dos Estados Unidos estão pressionando por mudanças muito mais amplas.

Sem consenso - Os dois lados também não concordaram em como fazer cumprir qualquer acordo. Autoridades americanas, que há anos reclamam do fraco desempenho da China, estão pressionando por provisões que permitiriam que Washington reimponha tarifas sobre produtos chineses caso Pequim não atenda a certos marcos - chamados de "snapback" na linguagem comercial - ou deixe as taxas no lugar e remova-as gradualmente se Pequim cumprir os parâmetros acordados.

Abordagem - Autoridades chinesas criticaram essa abordagem como injusta e dizem que os dois lados deveriam avaliar as reclamações em conjunto.

Padrões - Outra questão: quais padrões devem ser usados para julgar a conformidade com um acordo. Se uma ou duas empresas dos Estados Unidos continuarem a ter problemas de propriedade intelectual na China, por exemplo, isso seria suficiente para reimpor as tarifas? Se isso não for suficiente, o que seria?

Pedidos - Algumas autoridades chinesas dizem que os Estados Unidos subestimam os problemas políticos internos enfrentados por Pequim, devido ao crescente sentimento nacionalista em casa. Os dois lados estão trabalhando em uma longa lista de pedidos de comércio dos Estados Unidos, entregue a Pequim em maio passado, que inclui o corte do desequilíbrio comercial bilateral em US$ 200 bilhões em dois anos e a suspensão de subsídios para tecnologias avançadas.

Comparação - Muitos chineses compararam essas exigências às infames "21 Exigências" feitas pelo Japão em 1915, o que teria ampliado enormemente o controle do Japão sobre a economia chinesa durante a Primeira Guerra Mundial.

Prioridade - Trump fez do acordo comercial com a China uma prioridade. Seu principal negociador comercial, Robert Lighthizer, há muito tempo tem adotado uma linha dura com as práticas comerciais chinesas - e nas últimas semanas tem alertado sobre os grandes obstáculos que permanecem antes que os dois lados possam chegar a um acordo.

Questões estruturais - Lighthizer concentrou-se nas chamadas questões estruturais, incluindo subsídios e transferência de tecnologia. (Valor Econômico)

 


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