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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4522 | 22 de Fevereiro de 2019

CRÉDITO AGRÍCOLA: Investimentos do Plano Agrícola e Pecuário terão adicional de R$ 791 milhões

Os produtores rurais terão mais R$ 791 milhões para seus investimentos no Plano Agrícola e Pecuário 2018/19, com a autorização de remanejamento de verbas, dada pelo BNDES, por solicitação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A medida é destinada a atender a demanda por empréstimos que superou os R$ 40 bilhões (somadas todas as fontes de recursos além do BNDES) que estavam programados para os investimentos nesta safra.

Recursos - O Moderfrota receberá o maior volume de recursos com injeção de R$ 470 milhões (R$ 390 milhões com juros de 7,5% ao ano e R$ 80 milhões com taxas de 9,5% anuais). O segundo maior beneficiado foi o Programa ABC (Agricultura de Baixo Carbono) e demais finalidades com R$ 95 milhões; Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) com R$ 76 milhões; o Prodecoop com R$ 43 milhões; Moderagro, R$ R$ 29 milhões; Pronamp Investimento, Moderinfra e Inovagro R$ 26 milhões para cada um.

Juros - Os juros aplicados as linhas são de 5,25% e 6% anuais no PCA; 6% a/a no Pronamp, ABC e Inovagro; 7% no Moderinfra, Moderagro e Prodecoop. O prazo de carência médio é de três anos. Segundo o diretor do Departamento de Financiamento e Informação, da Secretaria de Política Agrícola, Wilson Vaz, “a medida concede fôlego adicional ao crédito de investimento, principalmente para o Moderfrota, cuja expectativa de contratações é alta, por ocasião das próximas feiras agropecuárias, que intensificam a venda de máquinas e implementos agrícolas”.

Divisão - A divisão dos R$ 791 milhões a seguir:

 • Pronamp Investimento: R$ 26 milhões

• Moderagro: R$ 29 milhões

• Moderfrota à taxa de 7,5% a.a.: R$ 390 milhões

• Moderfrota à taxa de 9,5% a.a.: R$ 80 milhões

• Prodecoop: R$ 43 milhões

• Programa ABC demais finalidades: R$ 95 milhões

• Inovagro: R$ 26 milhões

• PCA: R$ 76 milhões

(Mapa)

VISITA: República Tcheca quer estabelecer novas parcerias comerciais com o Paraná

1visita 22 02 2019Na manhã desta sexta-feira (22/02), o conselheiro da Embaixada da República Tcheca, Ondrej Kasina, visitou a sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. O diplomata participou de reunião com representantes de entidades do setor produtivo paranaense, Ocepar e Fecomércio, além de Seab e Instituto Araucária de Pesquisa. O diretor da Seab, Rubens Niederheitmann, representou o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara. O encontro foi coordenado pela deputada federal Aline Sleutjes, com a participação do superintendente da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná) Nelson Costa, do diretor de relações internacionais da Fecomércio, Rui Lemes, e técnicos do Sistema Ocepar. O país europeu quer estabelecer parcerias comerciais com o setor produtivo paranaense, em especial no segmento de carnes.

Oportunidades - Segundo a deputada federal Aline Sleutjes, o interesse da República Tcheca em desenvolver parcerias comerciais com o Paraná pode trazer novas oportunidades de negócios às cooperativas e empresas do estado. “Meu papel é ajudar na articulação entre os setores produtivos e os representantes do país europeu, identificando as áreas com potencial para negócios e promovendo a exportação de nossos produtos. As cooperativas podem oferecer e atender com qualidade às demandas da República Tcheca”, afirmou. “Novos negócios contribuem para o aumento de emprego e renda no Paraná, uma das minhas funções essenciais como parlamentar”, concluiu. O representante do país europeu visitará, na tarde desta sexta-feira (22/02), as cooperativas Frísia e Castrolanda, além de propriedades rurais da região dos Campos Gerais. Em agosto, uma missão brasileira visitará a República Tcheca.

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UNIMED LONDRINA: Cooperativa distribuirá protetores solares de graça no Lago Igapó

Neste mês de fevereiro do Calendário da Saúde 2019, a Unimed Londrina discute com clientes, médicos cooperados, secretárias, funcionários e comunidade em geral a importância do combate ao câncer. Para isso, a operadora de planos de saúde desenvolve inúmeras ações. Uma delas é a distribuição gratuita de mini protetores solares no Lago Igapó. A iniciativa será neste domingo, dia 24, a partir das 15h, próximo à rotatória da Av. Ayrton Senna. O objetivo da ação é conscientizar as pessoas sobre os cuidados com o câncer de pele, um dos mais recorrentes no país.

Tenda -Neste evento, além da entrega de protetores solares, haverá uma tenda da Unimed com distribuição de água e frutas, aferição de pressão realizada pela equipe de Promoção de Saúde da operadora e orientações de combate à doença, por meio de materiais gráficos (cartazes, banners e folders) disponibilizados no local. “Pensamos neste evento como uma forma de mostrar as inúmeras maneiras de prevenção ao câncer. Nesta ação, a Unimed dá destaque à importância do cuidado diário com a pele, já que o câncer nesta região do corpo é um dos mais frequentes no país”, afirma Dayane Santana, gerente de Marketing e Comunicação da Unimed Londrina.

Prevenção -Érico Zanini, gerente de Promoção de Saúde da Cooperativa, ressalta a necessidade de falar sobre o tema com a comunidade. “É essencial debatermos este assunto. Devemos incentivar as pessoas para que façam consultas e exames preventivos, pois o câncer, quando identificado em estagio inicial, aumenta, consideravelmente, a possibilidade de cura”, alerta. (Assessoria Unimed Londrina)

AUTOCONTROLE: Governo prepara medida provisória que muda inspeção sanitária

Após apresentar ao Congresso Nacional a proposta de emenda constitucional para a reforma da Previdência Social (PEC 6/19) e o chamado Pacote Anticrime, o governo vai editar uma medida provisória (MP) modificando a inspeção sanitária de alimentos de origem vegetal e animal e de produtos agroindustriais, como celulose e álcool. A intenção do governo é que as empresas façam autocontrole da qualidade e integridade dos seus produtos antes de levá-los aos mercados interno e externo.

Gestão -As inspeções em diferentes cadeias produtivas incluem melhor gestão de processos nas propriedades das lavouras e de criação de animais; fiscalização dos insumos utilizados (como sementes, agrotóxicos e ração para animais), na etapa de transformação industrial e de comercialização. Segundo a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina,as empresas deverão adotar protocolos mais rígidos de inspeção direta. O Estado manterá a fiscalização e a certificação final dos produtos, mas as auditorias serão “modernizadas”, inclusive nas plantas exportadoras (com vendas a mais de 190 países).

Responsabilidade - “No sistema de autocontrole, o empresário fica responsável pela qualidade do produto que fabrica e comercializa, e o Estado fiscaliza”, afirmou a ministra em discurso na abertura do Seminário Boas Práticas de Fabricação e Autocontrole, realizado em Brasília (na sede do Tribunal de Contas da União) nesta quinta-feira (21/02). Ela garantiu que o auditor fiscal “continuará responsável pela fiscalização, porém, de forma mais ágil e moderna, sem a necessidade de estar presente diariamente, acompanhando a atividade rotineira das empresas”. A ministra detalhou que “cada segmento do agronegócio terá uma definição específica de controle de sua própria produção”.

Desaparecimento de marcas -Na avaliação da ministra, o autocontrole tem que estar em todas as cadeias produtivas em que o ministério é responsável. "Acontece que o Estado não tem mais pernas, o Brasil cresceu muito, a nossa economia no agronegócio é gigante e não temos mais como fazer esse controle diário, mas nós podemos fazer ele bem feito”. A mesma visão ela repetiu ao falar com os jornalistas após o seminário: “o Brasil tem potencial enorme de produção e o ministério vai ter cada dia menos perna para isso”.

Comitê -Para Tereza Cristina, “o maior responsável por esse patrimônio de segurança é o dono da marca. O empresariado está consciente e o ministério também”, disse ao perguntar “quantas marcas já desapareceram?” Conforme Tereza Cristina, a MP “já tem um boneco, uma minuta”. As regras que não exigirem modificação de lei pelo Parlamento, serão alteradas por instrução normativa do próprio Ministério da Agricultura. Um comitê com técnicos e dirigentes do ministério e representantes do setor privado deverá discutir a versão final da medida, a ser enviada para aprovação de deputados e senadores.

Amadurecimento mútuo - De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do ministério, José Guilherme Leal, “não se trata de pensar em uma ação do Estado mais branda, fiscalização mais omissa, mas sim em uma forma mais inteligente de atuação, com mais informações disponíveis”. Segundo ele, “pensar em autocontrole é conferir mais responsabilidade ao agente econômico da produção, que deve ter capacidade de controlar seus processos, seus produtos – pensando em qualidade e segurança, cabendo regular a verificação da conformidade por diversos meios, entre eles a auditoria e fiscalização”.

Aperfeiçoamento - A iniciativa do governo foi bem recebida pelo Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários. Segundo Antônio Andrade, médico veterinário e diretor de Política Profissional da entidade, “o aperfeiçoamento do autocontrole é bem-vindo” e “será um processo de amadurecimento mútuo” do Estado e das empresas. Ele lembra que há experiência de autorregulamentação e autofiscalização em defesa sanitária desde a década de 1970, mas para o passo que o governo pretende dar o orçamento da área (hoje de cerca de R$ 230 milhões) deverá aumentar a fim de viabilizar investimentos em tecnologia da informação e avaliação de risco. (Agência Brasil)

LÁCTEOS: Senai intensifica apoio à indústria de leite

1lacteos 22 02 2019As indústrias de laticínios do Paraná já podem contar com uma nova estrutura no Estado. O Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos e Lácteos, do Sistema Fiep, com sede em Toledo, no Oeste paranaense, atua em três grandes frentes para atender o setor: consultoria, ensaios laboratoriais e desenvolvimento de novos produtos. O anúncio foi feito na última segunda-feira (18/02) pelo diretor regional do Senai no Paraná, José Antonio Fares, durante reunião do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Paraná (Sindileite), que teve a presença do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Potencialização- “Há uma necessidade premente de potencialização da indústria de lácteos, com agregação de valor. O espaço do IST de Alimentos e Lácteos e toda a sua estrutura devem ser ocupados por este segmento industrial”, disse Fares à diretoria do Sindileite e empresários do setor. Segundo ele, o que ainda não for possível atender com a estrutura própria do Instituto será viabilizado por meio de parcerias com universidades e centros de pesquisa. “Vamos estabelecer uma grande aliança para que isso aconteça de fato”, frisou, acrescentando que o compromisso do Senai é responder fortemente às demandas do setor. “Não podemos dizer não a vocês”, reforçou.

Subsídios e capacitação- O diretor do Senai lembrou também que quando se fala em inovação é preciso pensar em subsídios e na captação de recursos para investimentos. “Nós sabemos que é muito difícil para as indústrias colocarem recursos em inovação e, por isso, estamos também criando alternativas com este fim. O IST está na Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), e tem instrumentos para a captação de recursos para investimentos”, informou.      

Investimentos - Em relação a investimentos voltados à inovação, há programas de fomentos que podem cobrir até 2/3 dos custos de um projeto, o que viabiliza que mesmo micro e pequenas indústrias possam investir em pesquisa e tecnologia.

Rumo ao mercado internacional- O presidente executivo do Sindileite, Wilson Thiesen, disse que o IST de Alimentos e Lácteos será de fundamental importância para o setor. “O Instituto Senai pode contribuir formando e treinando pessoal, incorporando novas tecnologias, prestando consultoria para diminuição de custo industrial e no lançamento de novos produtos. Além disso, segundo Thiesen, o apoio do IST será decisivo na realização de análises laboratoriais, especialmente aquelas exigidas pelo mercado externo uma vez que agora o comércio internacional passa a ser o grande foco do setor. “Temos que preparar nossas indústrias para que possam exportar e nisso o Senai vai nos apoiar tanto nas análises que serão exigidas quanto no próprio credenciamento das empresas para atuarem no comércio internacional”, informou.

Estrutura e serviços- A estrutura do IST de Alimentos e Lácteos inclui laboratórios especializados, equipamentos de ponta e equipes formadas por mestres e doutores com experiência na indústria. Com isso, é possível trabalhar no desenvolvimento de novos produtos, em processos mais eficientes e no aumento de produtividade, seja melhorando processos ou adaptando as indústrias para a era 4.0 a partir da estrutura já existente.

Legislação e certificações- O Instituto trabalha também para adequar os produtos à legislação e na conquista de certificações e melhoria do desempenho por meio de ensaios e serviços de metrologia. O resultado é mais produtividade, mais economia e maior competitividade.

Visitas - O gerente executivo de Tecnologia e Inovação do Sistema Fiep, Fabrício Lopes, explicou que para atender o setor lácteo um grupo de indústrias foram visitadas. “Fomos ouvir dessas indústrias quais são os seus gaps de produtividade e gaps tecnológicos para identificar o que mais devemos implantar no IST para atendê-las em todas as suas demandas”, disse. Uma das demandas são ensaios laboratoriais obrigatórios que normalmente são feitos em São Paulo e outros estados. Já estamos hoje com processo de certificação do nosso instituto para que estes ensaios possam ser feitos aqui no Senai do Paraná”, informou.

Demandas - Há também demandas do setor relacionadas a linhas de pesquisa, equipamentos e perfis profissionais específicos. “Estamos implantando tudo isso para que possamos fazer um atendimento melhor a estas indústrias”, disse. Lopes explicou que as visitas às indústrias do setor lácteo vão continuar e serão sistemáticas. “Vamos fazer visitas periódicas para entender todas as necessidade e poder atender da melhor forma, buscando sempre soluções que tornem as empresas mais eficientes e preparadas para competir e conquistar novos mercados”.

Parcerias - Esse trabalho também contará com a parceria de outras entidades que integram o Sistema ‘S”: Senar/PR, Sebrae/PR, Senac/PR e Sescoop/PR. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Fiep)

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AVICULTURA: Copacol vai acelerar os abates de frangos

copacol 22 02 2019Sócias na Frimesa, central de cooperativas que processa suínos e leite, as cooperativas Lar e Copacol, sediadas no oeste do Paraná, estão em lados opostos quando o assunto são as perspectivas para a economia do país. Enquanto a primeira demonstra reticência com a realização das reformas econômicas, a segunda aposta na retomada do consumo e ampliará a produção. "Nada é milagroso, mas tudo está mostrando que existe uma expectativa melhor", afirmou o presidente da Copacol, Valter Pitol, em entrevista durante a feira de alimentos Gulfood, que acontece esta semana em Dubai. Na contramão, o presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, demonstra cautela. "As reformas têm que dar certo, e são muitas para fazer", disse o dirigente.

Ampliação - Mais otimista, a Copacol vai acelerar os abates de frangos em 2019. De acordo com Pitol, a cooperativa concluiu no ano passado o projeto de ampliação da capacidade do abatedouro que possui em sociedade com a Coagru, outra cooperativa, em Ubiratã (PR). Ao todo, foram investidos R$ 330 milhões. O projetou chegou a ser adiado em 2016, quando a forte alta dos preços do milho e a crise econômica derrubaram as margens dos frigoríficos no país.

Faturamento - Pelas projeções de Pitol, a ampliação dos abates, que passarão de cerca de 520 mil frangos por dia para 720 mil até meados de 2020 - neste ano chegarão a 600 mil cabeças -, impulsionará o faturamento da Copacol, que tem sede em Cafelândia (PR) e abatedouros de aves no município de sua sede e em Ubiratã. A expectativa do dirigente é que as vendas da totalizem R$ 4,1 bilhões em 2019, aumento de 8% ante os R$ 3,8 bilhões do ano passado.

Exportações - Além da melhora do consumo doméstico, Pitol conta com a recuperação das exportações de carne de frango. Nos últimos dois anos, as vendas externas do produto brasileiro recuaram. "A expectativa é que a avicultura tenha um ano bem melhor do que foi o ano passado", disse. Pitol acredita que a alta do preço em dólar da carne de frango exportada pelo Brasil compensará o impacto negativo da desvalorização do real, movimento previsto no caso da retomada da economia.

Lar - Do lado da Lar, cooperativa sediada em Medianeira (PR), a maior receio com a perspectiva econômica talvez tenha relação com a frustração de receita que a cooperativa deverá amargar em 2019. Em razão da quebra da safra de soja no Paraná, a Lar já admite que não atingirá a meta de faturar R$ 6,9 bilhões neste ano. Segundo Rodrigues, é mais provável que o faturamento fique próximo de R$ 6,5 bilhões. No ano passado, as vendas da Lar somaram R$ 6,3 bilhões. No segmento de carne de frango, a produção da Lar deverá ficar estável, em torno de 520 mil aves por dia. A Lar possui dois abatedouros de frango, em Matelândia e em Cascavel, no Paraná. (Valor Econômico)

C.VALE: Cooperativa atinge a marca de 10 mil funcionários

cvale 22 02 201921 de fevereiro de 2019 é dez! Isso mesmo, nessa data a C.Vale atingiu a marca de 10 mil funcionários. São 10 mil pessoas que com comprometimento trabalham para entregar aos clientes e consumidores a excelência e a qualidade dos produtos e serviços com a marca C.Vale. São 10 mil profissionais que juntos exercem um papel fundamental na história da cooperativa. Definitivamente, são 10 mil colaboradores que diariamente mostram a força e o talento pessoal e de uma marca reconhecida mundialmente. (Imprensa C.Vale)

SICREDI FRONTEIRAS: Começam as contratações de custeio agrícola

sicredi fronteiras 22 02 2019O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal – iniciou em fevereiro as contratações de trigo. O custeio agrícola é uma linha de crédito para produtores rurais associados ao sicredi que necessitam de apoio para cobrir as despesas dos ciclos produtivos. Ele destina-se à aquisição de insumos, realização de tratos culturais e colheita, beneficiamento ou industrialização do produto financiado e produção de mudas e sementes certificadas e fiscalizadas. Os programas variam de acordo com o beneficiário, limites, prazos e encargos.

A Sicredi Fronteiras em números- No ano safra 2016/2017, a cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, liberou R$ 18.815.989,64 milhões de reais para a contratação de trigo. Já no ano safra 2017/2018 foi liberado R$ 24.214.949,10 milhões, apresentando assim um crescimento de 28.69% em relação ao período anterior.

  

Otimismo - A cooperativa está otimista para este ano safra de 2018/2019 e tem a perspectiva de chegar à casa dos 30 milhões de reais em contratações. “Neste sentido, convidamos você associado a fazer seu projeto técnico com a Assistência de Técnica de sua preferência e então vir até uma de nossas agências, para que possamos garantir que você aproveite os melhores preços de adubos, insumos e sementes que o mercado tem a oferecer”, afirma Rudinei Dalek, Assessor de Negócios - Crédito Rural.

  

Mais informações– Os associados podem procurar sua agência para obter mais informações sobre formas de pagamento, limites de financiamento e características de contratação de cada enquadramento.

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICOOB METROPOLITANO: Colaboradores que foram promovidos e completaram 10 e 15 anos de empresa são homenageados

sicoob metropoliano 22 02 2019O Sicoob Metropolitano, cooperativa com sede em Maringá (PR), reconhece a importância da dedicação de seus colaboradores para a trajetória de sucesso que vem construindo há 20 anos e por isso, a cada trimestre, realiza uma homenagem aos colaboradores que completaram 10 e 15 anos de trabalho. A iniciativa faz parte das ações do Programa FIC (Felicidade Interna do Cooperativismo), que busca estimular o bem-estar e a qualidade de vida entre os colaboradores.

Troféu - No último dia 14, com a presença de membros da diretoria e também de familiares, o grupo se reuniu na Unidade Administrativa da singular para um café da manhã. Eles relembraram um pouco da trajetória de cada um e em seguida, receberam um troféu simbólico.

Honrada - Colaboradora há 15 anos, a tesoureira Isaura Kimiko Tanaka se sente honrada e feliz em fazer parte da família do Sicoob Metropolitano. “Agradeço imensamente à cooperativa por ter me ajudado a crescer, tanto como pessoa como profissional”, afirma.

Evolução constante- Um processo de crescimento e evolução constante. É assim que o analista de prospecção, Leandro Weverson Lima Pimenta, define seus 10 anos na cooperativa. “Muitas empresas tem causado um processo de transformação no mercado com a substituição da mão-de-obra convencional pela tecnologia, mas no Sicoob Metropolitano isso foi diferente. A cooperativa tem investido em tecnologia sim, porém sem se esquecer do capital humano. Por isso, me sinto valorizado aqui. Sinto que cresço junto, em um processo cíclico e de aprendizagem”.

Promovidos - Na ocasião, também foram homenageados os colaboradores que foram promovidos no último trimestre. Um deles é o gerente de agência, Jhonathan Mingroni Bonancin. Ele conta que começou como caixa e foi promovido ao cargo atual em menos de quatro anos. “Aprendi e aprendo muito com o Sicoob. A cooperativa tem a capacitação como um ponto forte, seja por meio de treinamentos, cursos online e palestras. Isso ajuda muito na carreira”, explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

ITAIPU: Ex-ministro da Defesa Silva e Luna é nomeado diretor-geral

itaipu dir 22 02 2019O ex-ministro da Defesa Joaquim Silva e Luna foi nomeado como novo diretor-geral brasileiro da Usina Hidrelétrica de Itaipu, no rio Paraná, na divisa entre o Brasil e Paraguai. A escolha foi publicada nesta quinta-feira (21/02) no Diário Oficial da União (DOU). O vice-almirante Anatalício Risden Júnior vai ocupar a diretoria financeira da usina. Os dois substituem Marcos Vitório Stamm e Mário Antônio Cecato, respectivamente. Os mandatos vão até 16 de maio de 2022.

Compromissos - Luna comandará a parte brasileira da usina hidrelétrica, que pertence ao Brasil e ao Paraguai, e terá, entre outros compromissos, iniciar as tratativas para a renegociação do Anexo C do Tratado de Itaipu. Assinado em 1973, o tratado prevê que em 2023 haverá revisão dos valores para a venda ao Brasil de parte da energia produzida a que o Paraguai tem direito. Tanto o Brasil quanto o Paraguai tem direito a 50% da energia produzida.

Grupo de trabalho- No último dia 13, o Ministério de Minas e Energia criou um grupo de trabalho para coordenar os estudos do processo de revisão do tratado da hidrelétrica binacional Itaipu. O GT tem 60 dias para apresentar um plano de trabalho com as etapas necessárias para conclusão dos estudos.

Revisão - Entre outros pontos, a discussão sobre a revisão do Anexo C vai recair sobre o custo da tarifa e a possibilidade de permitir que a energia da usina seja vendida a qualquer comprador e não somente entre Brasil e Paraguai. Depois dessa data, nova revisão só ocorrerá em 2073

Abastecimento- A energia vendida ao Brasil abastece clientes nas regiões Sul e Sudeste. Uma redução no volume ofertado ao Brasil ou o aumento no preço cobrado pela energia importada poderiam afetar a tarifa de energia elétrica no Brasil.

Custo - A tarifa de Itaipu é calculada pelo custo, e um componente importante nessa conta é o pagamento da dívida - de aproximadamente US$ 27 bilhões - contraída para construção da usina. Esse financiamento, cujo pagamento equivale a cerca de dois terços da tarifa, estará totalmente amortizada em 2023.

Orçamento - Com um orçamento de US$ 3,5 bilhões, a usina de Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada. Atualmente a usina responde por 17% do mercado brasileiro de eletricidade e 85% do consumo paraguaio.

Carreira - O general da reserva, Silva e Luna foi o primeiro militar a ocupar a chefia do Ministério da Defesa. Luna é doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército

Financeiro - O novo diretor financeiro, vice-almirante Anatalício Risden Júnior, é mestre em Ciências Navais e doutor em Altos Estudos de Política e Estratégia – Marítimas. Desde 2015, é consultor da Fundação Getulio Vargas (FGV). (Agência Brasil)


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