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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4500 | 23 de Janeiro de 2019

DAVOS I: Para empresários, presidente Bolsonaro diz que sua equipe "sabe o dever de casa"

 

davos I 23 01 2019Em Davos, o presidente Jair Bolsonaro participou de jantar com empresários que participam do Fórum Econômico Mundial. Em discurso, o presidente disse que seu governo sabe o que precisa ser feito para mudar o Brasil, citando a reforma da Previdência, e que tem confiança nos investidores internacionais.

 

Esperança - "Minha equipe sabe o dever de casa que tem que ser feito e esperamos obter esse apoio do Parlamento", disse Bolsonaro. "Minha confiança nos senhores é muito grande e sei da minha responsabilidade", acrescentou o presidente, em vídeo publicado em sua conta pessoal do Twitter. 

 

Compromisso - Bolsonaro afirmou que os contratos serão respeitados e que buscará restabelecer a confiança dos investidores internacionais com o Brasil. Segundo o presidente, ao ser eleito, a "esperança passou para o nosso lado" e que o compromisso agora é "transformar essa esperança em realidade".

 

Humor - O presidente iniciou o discurso dizendo que foi informado que na sala estava o equivalente a US$ 23 trilhões e fez uma brincadeira: "O Brasil só precisa de 10% disso [US$ 2,3 trilhões]", brincou. 

 

Garantia - Mais cedo, Bolsonaro fez discurso na abertura do Fórum Econômico Mundial e reafirmou os compromissos de campanha. Ele destacou a determinação de abrir a economia, atrair investidores, fazer reformas, diminuir o peso do Estado e combater a corrupção. “Representamos um ponto de inflexão.” (Agência Brasil)

 

DAVOS II: Guedes reuniu-se com ministros de Israel e Holanda, no início da agenda

 

davos II 23 01 2019No primeiro dia de eventos do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), nesta terça-feira (22/01), o ministro da Economia, Paulo Guedes, reuniu-se com presidentes de duas multinacionais e com os ministros dos Países Baixos e de Israel. Ele iniciou o dia com o encontro com o presidente do conselho da indústria química e de plásticos Lyondell Basell NV, Jacques Algrain. 

 

Compromissos - Ainda de manhã, Guedes encontrou-se com o presidente da empresa de energia espanhola Iberdrola, José Ignacio Sánchez Galán, e, em seguida, participou de um almoço privado promovido pelo banco Itaú. 

 

FMI - Apesar de fontes do Ministério da Economia terem informado na semana passada que Guedes estaria em uma sessão pública com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, o ministro não participou do evento. A assessoria de imprensa da pasta esclareceu que a sessão plenária não constava da agenda de Guedes para hoje, negando que o compromisso tenha sido cancelado de última hora.

 

Agenda - No período da tarde, Guedes teve encontro de 15 minutos com o fundador e o presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, e, depois de assistir ao discurso do presidente Jair Bolsonaro na sessão plenária do evento, encontrou-se com a ministra do Comércio Exterior e Cooperação Internacional dos Países Baixos, Sigrid Kaag, e participou de encontro do Conselho Internacional de Negócios. Também teve encontro com o ministro da Economia de Israel, Eli Cohen.

 

Pauta - Segundo o Ministério da Economia, Guedes tem informado, nos encontros, que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial. Além de comprometer-se com a modernização da economia, o ministro está assegurando que os empresários estrangeiros terão segurança jurídica para investir no Brasil.

 

Informes - Guedes está informando ainda que o Brasil pretende dobrar os investimentos (públicos e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). De acordo com o ministro, a abertura comercial ocorreria de forma gradual, para não prejudicar a indústria nacional.(Agência Brasil)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI ABCD PR/SP: Instituição financeira cooperativa chega a mais um município paranaense

 

Mariluz, município localizado na região noroeste do Paraná, recebeu nesta terça-feira (22/01), sua primeira agência da cooperativa de crédito. Uma ambientação moderna e de acordo com a nova identidade visual do Sicredi compõe a arquitetura da agência, cuja obra teve início no mês de junho e conta com uma área de 400m². O objetivo é aprimorar e enriquecer a relação com o associado, tornando o relacionamento mais simples, próximo e ativo.

 

Expansão - Esta é o espaço de número 69 da cooperativa, que já tem mais duas inaugurações previstas para o início de fevereiro: a terceira agência na cidade de Campo Mourão (PR) e a primeira em Mamborê (PR). “É um motivo de grande alegria para nós, poder disponibilizar à comunidade de Mariluz este bonito e confortável espaço para atender aos associados e disponibilizar nosso portfólio de produtos e serviços financeiros cooperativos”, comenta Jaime Basso, Presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

 

Contribuição - A estratégia de expansão da Cooperativa está a todo vapor. Modernos e confortáveis espaços estão sendo entregues com o objetivo de oferecer o melhor atendimento aos associados. “Queremos estar presentes em todas as cidades de nossa área de atuação e contribuir com o desenvolvimento econômico de social destas localidades”, complementa Moacir Niehues, Diretor Executivo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP. (Assessoria de Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

Sobre o Sicredi:

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados*, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. 

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 

 

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SICREDI: Nas assembleias, prevalece a decisão dos associados, os donos do negócio

 

Imagine poder escolher o destino de parte dos resultados de sua instituição financeira e quais serão suas prioridades de investimento daqui para frente? Isso já é realidade, ao menos para os cerca de 4 milhões de associados que integram o Sistema Sicredi em quase todo o país. De janeiro a abril, são realizadas as assembleias de núcleo anuais, que reúnem diretores, colaboradores e associados de cada uma das 115 cooperativas de crédito existentes no país para aprovar contas e decidir o planejamento da cooperativa.

 

Maioria - A principal diferença entre um banco e uma cooperativa – que atuam sob as mesmas regras exigidas pelo Banco Central – está no fato de o banco ser controlado por acionistas, que buscam lucro, enquanto a cooperativa seguirá o caminho determinado pela maioria dos associados. Dessa forma, todos os associados têm participação econômica, com uma parte em quotas do negócio, de acordo com o volume de recursos investido e sua movimentação, garantindo os pilares da transparência e da democracia, dois princípios do cooperativismo.

 

Decisão - Está incluído nos direitos – e até nos deveres dos associados – participar das assembleias, fazendo questionamentos, pedindo mais informações. Em outras palavras, exercendo o seu papel de verdadeiro dono do negócio. Em 2018, por exemplo, o Sicredi atingiu R$ 96,8 bilhões de ativos, com resultados que chegaram a R$ 1,5 bilhão. Parte desse resultado integra as chamadas sobras, que são, na realidade, o lucro das cooperativas, um valor do qual os associados podem decidir o futuro, inclusive os distribuindo (conforme a movimentação de cada um) entre os próprios cooperados.

 

Transparência - “A assembleia é um dos momentos de maior importância para a cooperativa e para os associados. É nesse encontro que serão decididos os caminhos seguidos pela organização ao longo deste ano. A participação de todos é fundamental para que o sistema cooperativo, de fato, se concretize, além de ser um modelo justo e transparente”, afirma o presidente nacional do Sistema Sicredi e da Central PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

 

Responsabilidade - Neste ano a expectativa é reunir mais de 250 mil pessoas nos eventos nas comunidades em que o Sicredi está presente. No Paraná, é comum que os encontros superem mais de mil participantes. Em Cianorte, por exemplo, cerca de 700 pessoas estiveram presentes no encontro realizado neste ano. “No Sicredi, nós acreditamos no valor das pessoas. Quanto mais crescemos, maiores são as responsabilidades e desafios em todos os sentidos. Ainda assim, seguimos com o raciocínio de que nosso maior patrimônio são as pessoas”, ressalta Dasenbrock.

 

Capacitação - Entre 2017 e 2018, o número de associados ao Sicredi saltou de 3,67 milhões para 3,97 milhões, um aumento de 8,2%. Dessa forma, há necessidade de uma capacitação constante dos associados. Nesse sentido, a instituição financeira investe em um programa de educação cooperativa, por meio do Programa Crescer. No ano passado, nove mil associados foram capacitados – dando as ferramentas necessárias para a compreensão do sistema cooperativo e a importância da sustentação financeira às cooperativas. (Assessoria de Imprensa Sicredi)

 

Sobre o Sicredi:

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa disponibiliza consórcio mobiliário a partir deste mês

 

A Sicredi União PR/SP inicia o ano com novidade na área de consórcios. A partir da próxima segunda-feira (28/01), a instituição financeira cooperativa disponibiliza a modalidade para a aquisição de móveis. Os valores das cartas de crédito serão de R$ 15 a R$ 30 mil - é possível adquirir mais de uma cota, caso o valor não seja suficiente. Além disso, o associado tem 48 meses para pagar e, quando contemplado, poderá comprar o mobiliário que desejar. Nessa modalidade, a taxa de administração é de 16%.

 

Portfólio - O consórcio é uma modalidade que tem atraído muita gente interessada em planejar a compra de bem ou serviço. Na Sicredi União há consórcio de imóveis, automóveis, motocicletas, pesados (caminhões e tratores), sustentável, serviços, drones e náuticos. Os dois últimos passaram a ser oferecidos no ano passado. No caso de drones, a carta varia de R$ 8 mil a R$ 450 mil, com taxa de administração de 10%, e para náuticos os valores vão de R$ 9,3 mil a R$ 239 mil, também com taxa de 10%.

 

Balanço - O volume de crédito comercializado via consórcio pela Sicredi União superou R$ 184,5 milhões em 2018. Foram vendidas 5.019 cotas, número 10% maior que o ano anterior. Deste total, foram 1.970 de serviços. Já o consórcio de imóveis foi o que somou maior valor, com R$ 52 milhões. “Nossa cooperativa é a possui maior carteira de consórcio do Sistema Sicredi”, conta a assessora de consórcio, Tatiane da Silva.

 

Vantagens - Apenas no ano passado foram contempladas mais de 3,8 mil cotas, disponibilizando mais de R$ 122 milhões em crédito. A modalidade é vantajosa, segundo Tatiane, porque não há incidência de juros. A despesa é com a taxa de administração e a praticada pela Sicredi União é uma das menores do mercado. 

 

Opções - A modalidade é fiscalizada pelo Banco Central e há várias opções de crédito e parcelas. O prazo mais longo é o de imóveis, com até 200 meses para pagar. Há créditos a partir de R$ 5 mil para serviços até R$ 460 mil para pesados e imóveis. As taxas variam de acordo com o segmento.

 

Critérios - Mensalmente, o consorciado tem duas formas de ser contemplado: por meio do sorteio nas assembleias ou ofertando um lance, com antecipações de parcelas. Ao ser contemplado, o consumidor pode usar parte da carta de crédito para pagamento do lance e depois tem a opção de adquirir bem novo ou usado. (Assessoria de Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI FRONTEIRAS PR/SC/SP: Clube Atlético Bragantino anuncia novo patrocínio para temporada

 

O Clube Atlético Bragantino, conhecido com o “Massa Bruta”, firmou parceria com a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP. Com isso, a agremiação, que já entrou na disputa do Paulistão, que serve de preparação para o Campeonato Brasileiro da Série B, passa a contar com o apoio da instituição financeira cooperativa.

 

Parceria - A parceria foi oficializada na sede do clube e contou com a presença do vice-presidente do Bragantino, Luiz Antonio Abi Chedid, do gerente regional de Desenvolvimento da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, Sérgio Roberto Jordani, do gerente da agência de Bragança Paulista, Diogo Perondi, e do diretor do marketing do clube, Dinal Cruz.

 

Apoio - Para Perondi, a parceria foi uma conquista importante para as duas instituições. “O Bragantino é um dos clubes mais queridos e mais prestigiados de São Paulo e o Sicredi sempre apoiou o esporte regional”, comentou. “Estamos muito felizes com a parceria. Quem vai ganhar é a comunidade e o esporte da cidade”, comemorou. Além disso, o gerente informou que, com a realização da parceria, os torcedores do clube podem esperar muitos benefícios. 

 

Benefício - Por sua vez, Jordani acredita que o maior ganhador desta parceria é a comunidade. “O propósito do Sicredi é desenvolver as comunidades nas quais ele está inserido, fomentar os negócios e compartilhar as riquezas geradas pelo comércio local. Com a parceria, estaremos ainda mais presentes e ativos na região, além de apoiarmos um esporte coletivo que é paixão nacional", destaca. (Assessoria de Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

Sobre o Sicredi:

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

COCARI: Cooperativa avança no Cerrado e inaugura entreposto em Paracatu (MG)

 

Dando sequência ao plano de expansão no Cerrado, a Cocari – Cooperativa Agropecuária e Industrial inaugurou, na última sexta-feira (18/01), um entreposto em Paracatu, em Minas Gerais, sendo a segunda unidade naquele estado. A cooperativa já atua com mais de 30 unidades no Paraná e em Goiás.

                                            

Região frondosa - Em seu pronunciamento, o vice-presidente da Cocari, Marcos Trintinalha, destacou a visão de negócios que levou ao investimento no município, obedecendo ao planejamento estratégico. “Paracatu é um município cheio de atrativos, que sempre se mostrou uma região frondosa, aberta ao desenvolvimento. Muitos produtores já trabalhavam com a Cocari, precisavam que a cooperativa se instalasse aqui e essa unidade será bastante promissora com o acolhimento e participação da comunidade”, acentuou.  

 

Foco - Trintinalha contou um pouco da história da Cocari, enfatizando o desenvolvimento da cooperativa no Paraná, o avanço para o Cerrado, e o compromisso que a cooperativa tem com seus cooperados e os negócios em que atua. “Desde 1962, a Cocari vai aonde o produtor tem necessidade. E no tocante ao crescimento geográfico, o foco da cooperativa está no Cerrado”, destacou.  

 

Prerrogativa - A Cocari chega a Paracatu para trabalhar com os produtores que optarem por se unir à cooperativa, prestando todo suporte necessário. “Nossa promessa é respeitar a história e tudo que já existe em Paracatu. Serão bem-vindos os produtores que se identificarem com a Cocari, que prima pelos princípios cooperativistas”, apontou Trintinalha.

 

Feedback - A equipe que atuará na nova unidade é formada por pessoas da região, que conhecem a história da cidade e vão poder fazer o melhor trabalho. O feedback positivo já começou. “É gratificante ver o público que se reuniu na inauguração, produtores que se mostram satisfeitos e esperançosos com a cooperativa. Essa aceitação nos dá a sensação do primeiro dever cumprido e motivação para que o trabalho comece a todo vapor”, declarou o gerente de Operações Cerrado, Fábio de Souza Xavier. 

 

Paracatu - Com cerca de 90 mil habitantes e PIB per capita de R$ 35 mil, Paracatu é referência na região noroeste de Minas Gerais. A economia se destaca prioritariamente pela agropecuária e extração de minérios. Na pecuária, o destaque é para a criação de gado nelore. Na agricultura, o município é forte na produção de soja, milho, feijão, café e algodão, além da fruticultura, com mais de 40 mil hectares de área irrigada e mecanizada. 

 

Resultado - O objetivo da Cocari em Paracatu, assim como em toda a área de atuação, é ser parceira do produtor rural, disponibilizando insumos, prestando assistência técnica, para fomentar o resultado no campo, promovendo melhorias para a cooperativa e para os cooperados. 

 

Presenças - Também participaram da solenidade autoridades locais, os diretores conselheiros Milton Jorge Dariva, Ricardo Taliari e José Carlos Rosseto, superintendentes, gerentes e colaboradores de unidades da Cocari no Cerrado. Diversos produtores da região prestigiaram a inauguração da unidade. (Assessoria de Imprensa Cocari)

 

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SHOW RURAL: Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bilhões em crédito

 

Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e os prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

 

Movimentação - O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol, BRDE e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

 

Novidades - O Show Rural Coopavel, que será realizado de 4 a 8 de fevereiro, contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

 

Preparativos - Pelo menos 40% dos estandes que abrigarão os 520 expositores do Show Rural Coopavel já estão em ritmo adiantado de montagem. Toda estrutura de recepção dos 250 mil visitantes aguardados para a 31ª edição deverá estar pronta até o fim da tarde do dia 30 de janeiro. A montagem da cobertura de sete quilômetros dos 15 quilômetros de ruas que cortam o parque começará no dia 31.

 

Setores - Cerca de 40% dos estandes do evento abrigam empresas dos setores de máquinas e implementos. Parte considerável é de empresas das áreas de sementes e agroquímicos. Há também empresas públicas de pesquisa, como Embrapa, Iapar, Emater, Seab, além de companhias como Itaipu, Cibiogás e entidades como o POD, Programa Oeste em Desenvolvimento, e Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná), entre muitas outras.

 

Gigantes - Como traz novidades todos os anos, uma das maiores desta edição será o Show Rural Digital, que trará pela primeira vez muitas empresas de tecnologia e inovação ao evento. Entre elas, Microsoft, HP, Totvs, Cisco, Aruba e Coca Cola. (Assessoria de Imprensa Coopavel)

 

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GESTÃO: Cooperativa é exemplo de como maximizar o microempreendedor

 

gestao 23 01 2019A gestão solitária de artesãos, pequenos agricultores e demais microempresários pode ser transformada por meio da união com seus pares, nas cooperativas. A atividade reúne membros do mesmo setor que pretendem desempenhar o trabalho juntos, com o objetivo de obter maior resultado financeiro e dividi-lo em partes iguais. É possível, então, compartilhar o bônus e o ônus de empreender e ainda transformar o “micro” em “macro”, como é o caso da produção de leite da Nova Zelândia, que é 98% dominada por cooperativas, segundo levantamento da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

 

Fortalecimento - Além de diluir a gestão, a união por meio de cooperativas pode ajudar na obtenção de certificados ou selos (como o de orgânicos) e na capacitação do trabalho dos envolvidos. “A cooperativa dá musculatura e maior dimensão ao trabalho que, sozinho, seria muito mais difícil para o microempreendedor conseguir”, diz o diretor do Sebrae-SP, Guilherme Campos.

 

Dimensão - No Brasil, são 6.887 mil cooperativas que representam 14,2 milhões de cooperados, segundo a OCB. Além de fortalecer seu próprio grupo, eles ainda ajudam a fortalecer a economia de uma região inteira. É o caso dos pequenos produtores de uva da Serra Gaúcha (RS), reunidos na Cooperativa Vinícola Garibaldi. Fundada em 1931 por 73 agricultores, hoje a cooperativa conta com 400 famílias localizadas em 15 municípios.

 

Agregação de valor - Até os anos 1990, diz o presidente da cooperativa, Oscar Ló, o foco era a produção de vinho a granel (commodity); a partir dos anos 2000, eles começaram a apostar em produtos envasados e de maior qualidade, como os espumantes. Para proporcionar essa guinada da Garibaldi, a cooperativa apostou no apoio técnico aos cooperados.

 

Sintonia - “Nós temos técnicos agrícolas e engenheiros agrônomos que fizeram o acompanhamento de reconversão de vinhedos dos produtores, com o cultivo de novas variedades de uvas. É mais uma possibilidade de valorização financeira do trabalho. Enxergamos o que o mercado demandava e então ajustamos a cooperativa”, explica Ló.

 

Sobras - Há seis anos o cooperado da Garibaldi também recebe parte das sobras, que é o lucro das vendas ao mercado, expandindo as possibilidades de lucro para além da produção no campo. “Ao final do ano, 40% dos resultados é distribuído para os associados”, completa o presidente. 

 

Reconhecimento - Sobre ampliar a produção, Ló diz que as prioridades são o bem-estar e o aumento da renda dos atuais cooperados. “A Garibaldi já passou por uma crise financeira muito grande, os associados nem recebiam por toda a produção de uva. Passaram por dificuldades e permaneceram na cooperativa. Agora, nada mais justo de que a oportunidade de melhoria seja para quem aguentou esse processo todo.”

 

Credibilidade - Para o agricultor Sérgio dos Reis Oliveira, cooperado desde 2005 na Cooperativa de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), no sul de Minas Gerais, o modelo de negócio como cooperativa passa segurança. “Sempre trabalhei no sistema de cooperativa. São muitos os benefícios, como a certeza da comercialização da produção, a facilidade na compra dos insumos, as garantias de preço do produto. Além disso, a cooperativa dá credibilidade para o meu café e gera confiança nas pessoas”, diz. A Cooxupé foi criada em 1932 e atualmente tem 14 mil cooperados. Desses, 95% são pequenos cafeicultores distribuídos em 200 municípios de Minas e interior de São Paulo.

 

Ramos - Além do setor agropecuário, os setores mais promissores para a criação de cooperativas no país são o de crédito, pois em muitos casos a atividade é a única instituição financeira do município, e o de saúde, mostra um levantamento do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo (Sescoop-SP). Ainda de acordo com o Sescoop-SP, os maiores desafios das cooperativas ainda são a falta de conhecimento sobre o modelo e a sucessão, devido à falta de estímulo para a participação de jovens.

 

União - Há 10 anos, uma oficina de capacitação em corte e costura para mulheres realizada em Santo André (SP) deu origem à Retece, grupo com pilar na moda consciente e que produz peças de vestuário e ecobags com retalhos de tecidos. Atualmente com a participação de quatro mulheres, o grupo não pode ser legalmente enquadrado como cooperativa (o mínimo exigido são 20 pessoas), mas é fato que a união fortalece o empreendedorismo dessas mulheres.

 

Consciência - “Temos entre oito e 10 parceiros que nos contratam para produzir as peças de suas marcas. Todas nós recebemos o mesmo valor, e 10% do dinheiro vai para o fundo mensal, que é para comprarmos de café da manhã a linhas e agulhas, além de podermos fazer reparos nas máquinas. No fim do ano, fazemos as contas e dividimos esse excedente por igual, como se fosse um décimo terceiro”, conta Edilma Souza dos Santos, responsável pelas finanças da Retece. (Letícia Ginak – O Estado de S. Paulo)

 

AGRONEGÓCIO: Arábia Saudita suspende importação de frango de 33 frigoríficos do Brasil

 

agronegocio 23 01 2019A Arábia Saudita, maior importadora de carne de frango do Brasil, desabilitou cinco frigoríficos da lista dos exportadores brasileiros para o país árabe. Dos 58 frigoríficos habilitados a exportar para a Arábia Saudita, restaram, portanto, apenas 25 com autorização, mas nem todos efetivamente vendem ao país. Entre as unidades descredenciadas pelos árabes estão frigoríficos da BRF e JBS, empresas bastante atuantes no setor. O governo brasileiro recebeu uma mensagem dos árabes comunicando o descredenciamento.

 

Represália - De acordo com pessoas do setor de avicultura, suspeita-se que a retirada de empresas brasileiras do mercado da Arábia Saudita possa ser o começo das barreiras econômicas colocadas devido à intenção de transferir a embaixada brasileira para Jerusalém. A Arábia Saudita ficou com 14% das exportações de carne de frango do Brasil no ano passado. A China, segunda maior importadora, ficou com 11%.

 

Situação delicada - A embaixada do Brasil em Israel está localizada na cidade de Tel Aviv , internacionalmente reconhecida como a capital do país. Há mais de 100 anos, árabes e judeus travam uma intensa batalha para assumir Jerusalém como a capital da Palestina e de Israel, respectivamente. Por isso, a transferência da embaixada é um movimento que pode ser interpretado como o reconhecimento, por parte do Brasil, de que Jerusalém é a capital de Israel, e não da Palestina – uma decisão considerada polêmica e que pode até ser prejudicial. Para países do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, a iniciativa é tida como uma provocação

 

Nota - Por meio de nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) confirmou que a Arábia Saudita mantém a autorização de 25 plantas frigoríficas de carne de frango, entre 58 habilitadas para exportar ao país árabe. As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas.  As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos.  Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações. A ABPA está em contato com o governo brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. (Folha de São Paulo e IG)

(Foto: Ueslei Marcelino/Reuters/Agência Brasil)

 

RANKING: Banco do Brasil é considerado o primeiro do setor financeiro no Global 100 de 2019

 

ranking 23 01 2019O Banco do Brasil foi considerado a instituição financeira mais sustentável do mundo e está entre as top 10 Corporações Mais Sustentáveis no ranking Global 100 de 2019, da Corporate Knights. O anúncio foi feito nesta terça-feira (22/01), no Fórum Mundial Econômico em Davos, na Suíça.

Dentre as mais de 7.500 empresas avaliadas, o BB ficou em primeiro lugar no segmento financeiro e em oitavo no ranking mundial.

 

Ambiental - Segundo o BB, um dos destaques do banco para a classificação na lista de 2019 foi a alocação de R$ 193 bilhões em setores da chamada economia verde, que tem como caraterísticas a baixa emissão de carbono, eficiência no uso de recursos e busca pela inclusão social.

 

Ranking - O Global 100 é um índice que classifica as empresas pela excelência em sustentabilidade, considerando as dimensões econômica, social e ambiental. A metodologia de avaliação é baseada em 21 indicadores de desempenho como: práticas de governança corporativa; racionalização de recursos naturais, resíduos e emissões; gestão de fornecedores; boas práticas com funcionários; capacidade de inovação; receita obtida de produtos ou serviços com benefícios sociais ambientais, entre outros.

 

Critérios - Para determinar o ranking, foram analisadas 7.536 empresas de 21 países diferentes com base em dados públicos (dados financeiros e relatórios de sustentabilidade, dentre outros) e por meio do contato direto com empresas com ações negociadas em bolsas de valores, com receita bruta anual superior a US$ 1 bilhão e questionário específico, onde as empresas selecionadas são convidadas a complementar suas informações.

 

Economia Verde - Segundo o Banco do Brasil, integram essa carteira as operações de crédito relacionadas a investimentos e empréstimos para energias renováveis, eficiência energética, construção sustentável, transporte sustentável, turismo sustentável, água, pesca, floresta, agricultura sustentável e gestão de resíduos. Para fomentar uma economia inclusiva também fazem parte da carteira áreas de cunho social, como educação, saúde e desenvolvimento local e regional.

 

Método - A metodologia foi desenvolvida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e considera setores de acordo com a classificação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e também produtos temáticos e específicos de atividades relacionadas à economia verde. (Agência Brasil)

 

As 10 corporações mais sustentáveis no ranking Global 100 de 2019:

1. Chr Hansen Holding – Dinamarca

2. Kering – França

3. Nestle Corporation – Finlândia

4. Orsted – Dinamarca

5. GlaxoSmithKline – Reino Unido

6. Prologis – Estados Unidos

7. Umicore – Bélgica

8. Banco do Brasil – Brasil

9. Shinhan Financial Group – Coreia do Sul

10. Taiwan Semiconductor – Taiwan

 

ECONOMIA I: Confiança da indústria cresce 2 pontos na prévia de janeiro

 

economia I 23 01 2019O Índice de Confiança da Indústria (ICI) cresceu 2 pontos na prévia de janeiro deste ano, na comparação com o resultado consolidado de dezembro de 2018. Com a alta, o indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV) chegou a 97,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior patamar desde agosto de 2018.

 

Expectativa - A alta foi puxada principalmente pela melhora nas expectativas dos empresários em relação ao futuro dos negócios, já que a prévia do Índice de Expectativas cresceu 3,7 pontos, para 98,9 pontos. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no momento presente, avançou 0,4 ponto, para 96,4 pontos.

 

Queda - Apesar disso, o resultado preliminar sinaliza queda de 0,3 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci) em janeiro, para 74,5%, menor patamar desde setembro de 2017 (74,1%). O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima terça-feira (29). (Agência Brasil)

 

ECOMOMIA II: Aneel fará audiência pública para debater regras de microgeração

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta quarta-feira (22/01) a abertura de audiência pública para discutir alterações nas regras da mini e microgeração de energia elétrica, a chamada geração distribuída. Por esse modelo, o consumidor é quem produz a própria energia, a exemplo do uso de painéis solares. A audiência pública ocorrerá entre os dias 24 de janeiro e 19 de abril.

 

Benefícios - Pelas regras atuais, quem produz a própria energia pode injetar a energia excedente gerada na rede da distribuidora. Essa energia pode ser utilizada para abater até a totalidade da conta de luz de uma ou mais unidades do mesmo titular.

 

Alternativas - No modelo atual, os consumidores não pagam pelo uso da rede de fios das distribuidoras de energia. De acordo com a Aneel, a audiência tem por objetivo analisar diferentes alternativas para "o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, previstos na Resolução Normativa 482/2012, tendo em vista a necessidade de definir uma forma de valoração da energia injetada na rede que permita o crescimento sustentável da geração distribuída no Brasil."

 

Situação - Dados da Aneel mostram que, atualmente, há mais de 53 mil unidades consumidoras usando o sistema de micro ou minigeração distribuída e gerando um total de 660,13 MegaWatts (MW) de energia, a maior parte delas usam placas solares para gerar energia.

 

Valorização - A distribuidora guarda essa sobra da energia para ser usada em momentos que o sistema não está gerando energia. Assim, a energia injetada na rede pelo micro ou minigerador acaba sendo valorada pela tarifa de energia elétrica estabelecida para os consumidores.

 

Manutenção - A proposta da Aneel é que as regras atuais sejam mantidas até que a potência de micro e minigeração distribuída instalada em cada distribuidora alcance determinado nível, tanto para sistemas remotos como locais (quando a compensação ocorre no mesmo endereço onde a energia é gerada).

 

Alteração - Segundo a agência, "a manutenção das regras atuais indefinidamente pode levar a custos elevados para os demais usuários da rede, que não instalaram geração própria. Nesse sentido, seria necessária uma modificação nas regras após uma maior consolidação do mercado de geração distribuída".

 

Empoderamento - O diretor-geral da Aneel, André Pepitone, disse que as novas regras valerão para os novos usuários na geração distribuída. Para quem já está no mercado, valem as regras atuais. “Temos estabilidade regulatória, a regulação é para o futuro, para novos entrantes”, disse, ao acrescentar que o crescimento da geração distribuída é um “movimento inexorável, que permite o empoderamento do consumidor”.

 

Passos - A revisão nos regulamentos terá sessões presenciais no dia 21 de fevereiro, em Brasília, e em 14 de março, em São Paulo. Uma terceira reunião será realizada em Fortaleza (CE), em 11 de abril. (Agência Brasil)


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