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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4499 | 22 de Janeiro de 2019

COOPAVEL: Com crescimento de 19%, Coopavel encerra 2018 com faturamento de R$ 2,5 bilhões

 

Apesar de um ano difícil e desafiador, a Cooperativa Agroindustrial de Cascavel (Coopavel) faturou R$ 2,5 bilhões em 2018, o que representa aumento de 19% sobre os R$ 2,1 bilhões movimentados no exercício anterior, de acordo com o relatório aprovado pelos cooperados em Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada na manhã desta terça-feira (22/01), em Cascavel.  “Os desafios foram vencidos com confiança, dedicação e persistência de todos os produtores rurais associados e de todos os colaboradores”, comentou o presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, ao acrescentar que também o número de cooperados aumentou 6% chegando a 5.289 associados frente aos 5.066 de 2017. Grolli e equipe também apresentaram dados do relatório, como balanço patrimonial e demonstração de sobras, que foram aprovados por unanimidade. 

 

Participação - Cerca de 300 cooperados participaram da AGO, que foi a última de um ciclo de 16 pré-assembleias que contemplaram as 28 filiais da Coopavel, e a primeira de 2019 das cooperativas ligadas ao Sistema Ocepar. Diversas autoridades participaram, entre elas o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. 

 

Desenvolvimento - Em seu discurso, Ricken lembrou que 2018 foi um ano dramático para o agronegócio e para a economia brasileira. “Foi politicamente complicado, com enormes desafios internacionais ao mercado de carnes e com dificuldades de acesso ao crédito.” Mesmo assim, segundo ele, o crescimento de faturamento das cooperativas foi de R$ 13 bilhões superior ao ano anterior, mas com redução de resultados, consequência da junção de dificuldades de um ano de crise bastante séria.

 

Eficiência - Em apenas oito anos, o faturamento das cooperativas no Paraná aumentou de R$ 26 bilhões para R$ 83,5 bilhões. “E em dois anos vamos alcançar R$ 100 bilhões, com crescimento líquido acima de 10% ao ano”. O avanço se deve, especialmente, aos novos investimentos em agroindustrialização e em infraestrutura, na casa de R$ 2 bilhões por ano. As 215 cooperativas paranaenses, juntas, geram 97 mil empregos. E em mais de 130 municípios a maior empresa é uma cooperativa.

 

Desafios - O desempenho das cooperativas e a expectativa de anos melhores com um novo governo, também foram destacados por José Roberto Ricken. “Mesmo que o clima seja de otimismo, temos inúmeros desafios pela frente, como de reconstruir vários contatos que se perderam ao longo dos últimos anos. Porém, mudanças importantes no governo permitem vislumbrar dias melhores sempre de olho na nossa missão primeira que é o compromisso com o desenvolvimento”, disse. 

 

Demanda - Ricken falou também que na próxima década o mercado exigirá 10% a mais de alimentos, e dessa soma significativa 40% deverão ser produzidos no Brasil. “Queremos poder trabalhar com segurança, com respeito e com perspectivas. Queremos crescer junto com o Brasil”, afirmou. 

 

Conselho - A Assembleia Geral da Coopavel elegeu também o novo Conselho Fiscal da cooperativa para o ano de 2019, que ficou assim constituído: Gustavo Riepenhoff, Ademir Sebold, Luiz Carlos Magro, Luiz Boni, Gilmar Mossoi e Valmor Stofela.

 

Destaque - A capa do relatório de 2018 foi um dos destaques da Assembleia Geral Ordinária da Coopavel, realizada na manhã desta terça-feira (22/01), no auditório da sede da cooperativa, em Cascavel. A bandeira do Brasil, sobre um fundo branco, é a representação de uma propriedade rural, com áreas agrícolas, reflorestamento, silo, máquinas e moradias. Na parte de cima à esquerda, uma frase que resume o otimismo do campo com uma nova era que se inicia no País: Um novo caminho para o amanhã. (Assessoria de Imprensa Coopavel)

 

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SUSTENTABILIDADE: Projeto no Paraná pretende estabelecer parâmetros para implantação de projetos conservacionistas

 

sustentabilidade 22 01 2019.JPGA cooperativa Cocamar, a Embrapa Soja e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) deram início na safra 2018/19 a um projeto que pretende avaliar, nas próximas três safras, a qualidade física, química e biológica do solo em propriedades rurais de diferentes regiões do Paraná. O objetivo é criar um banco de dados para estabelecer parâmetros e auxiliar na elaboração de projetos conservacionistas nas propriedades rurais do estado. “Queremos gerar dados que comprovem para o produtor a importância de um manejo adequado e como isto influencia na produtividade da lavoura”, explica o pesquisador Henrique Debiasi, da Embrapa Soja.

 

Difusão - Depois do levantamento dos dados, o projeto prevê o compartilhamento dos resultados com os produtores para reforçar a relevância do manejo adequado do solo na sustentabilidade da propriedade. O gerente técnico da Cooperativa Cocamar, Renato Watanabe, destaca que tanto os produtores campeões de produtividade, assistidos pela cooperativa, quanto os produtores que se sobressaem por suas médias elevadas, apresentam um ponto em comum: o manejo adequado do solo. “Este trabalho, realizado em parceria com a Embrapa, quer mostrar como o manejo influencia a capacidade de produção. Estamos visitando diversos ambientes de produção e analisando diferentes formas de manejo, para saber como o solo consegue absorver mais água e ter melhor estrutura física”, diz Watanabe.

 

Relevância - Para a Embrapa, conduzir as pesquisas em parceria com a iniciativa privada é importante, porque aproxima a Empresa da assistência técnica e dos produtores, que são os usuários da tecnologia. “Quando eles fazem parte do processo, a legitimidade dos resultados é muito maior”, avalia. “É muito diferente o produtor dizer que o manejo adequado traz retorno, a partir da experiência pessoal, e com o respaldo de dados científicos”, conta Debiasi. “Isso é relevante também para outros produtores que ainda não estão adotando as mesmas práticas conservacionistas, porque conseguem visualizar que não é algo inacessível, pelo contrário, apesar do esforço, traz muitas vantagens.”

 

Amostragem - As 24 áreas amostradas foram escolhidas de acordo com o tipo de solo (arenoso e argiloso) e as diferentes altitudes. “A altitude é importante porque influencia a temperatura e a chuva, fatores que afetam o acúmulo de matéria orgânica no solo. Áreas com temperatura mais alta têm maior dificuldade de acumular matéria orgânica porque a decomposição é mais rápida”, explica Julio Franchini, pesquisador da Embrapa Soja. Uma das regiões que compõe a amostra é a do Arenito Caiuá, que tem menos de 500 metros de altitude e possui solos arenosos (Iporã e Jussara). A outra região é a de basalto com solos argilosos. Neste caso, há lavouras a menos de 500 metros de altitude, que ficam no norte do estado (Maringá e Londrina) e lavouras com mais de 500 metros (São Sebastião da Amoreira, por exemplo). Também compõem a amostra áreas de Integração Lavoura Pecuária e outras formas de diversificação de culturas no sistema plantio direto. 

 

Indicadores - Nos pontos de amostragem, Franchini explica que foram determinados quatro indicadores: a taxa de infiltração de água no solo, o índice de qualidade estrutural do solo (estimado pela metodologia Diagnóstico Rápido da Estrutura do Solo – DRES <www.embrapa.br/dres>), a porcentagem e a massa de cobertura do solo, a fertilidade química (teor de nutrientes e acidez) e o Índice de Qualidade Participativo do Plantio Direto (IQP2), metodologia desenvolvida pela Federação Brasileira de Plantio Direto (Febrapdp) e outros parceiros. O projeto pretende estabelecer relações entre estes atributos. “O IQP2, por exemplo, é um valor que reflete a qualidade do sistema plantio direto adotado pelo produtor. Quanto mais próximo de 10, melhor é a qualidade do sistema”, define Franchini “Esta metodologia dimensiona o nível de diversificação de culturas da propriedade, a frequência de intervenção mecânica no solo, se existem terraços e suas características, se há erosão, entre outros indicadores”, revela.

 

Qualidade - O pesquisador exemplifica ainda que conhecer a taxa de infiltração de água é um indicador de qualidade estrutural do solo porque a água que não infiltra não fica disponível para as plantas. “Uma alta taxa de infiltração é essencial para aumentar a disponibilidade de água às plantas, evitando seu escoamento e erosão”, reforça, ao esclarecer que, “além disso, a infiltração de água é o parâmetro básico para a construção dos terraços nas propriedades. E hoje carecemos de dados precisos em diferentes situações para o planejamento próximo da realidade”

 

Projeto - Iniciado na safra 2018/19, o trabalho será conduzido ao longo das próximas três safras. O projeto foi inserido no calendário do Rally Cocamar de Produtividade e teve como trajeto os seguintes municípios paranaenses: Iporã, Mandaguaçu, Jussara, Florai, Maringá e São Jorge do Ivaí, Primeiro de Maio, Sertanópolis, São Sebastião da Amoreira e Santa Cecília do Pavão. Ao final da safra de soja, os resultados serão repassados aos produtores por meio de dias de campo e outros eventos técnicos. (Assessoria de ImprensaEmbrapa Soja)

 

FEIRA TECNOLÓGICA: Com muitas novidades, Safratec será aberto nesta quarta-feira

 

Máquinas ultramodernas realizando todas as operações na lavoura, produtos inovadores para apoiar no aumento da produtividade, palestras técnicas sobre o que há de mais avançado em tecnologias, oportunidade de dialogar com outros produtores e especialistas e aproveitar o dia, também, para fazer negócios. 

 

Evento - Em síntese, isto é o que o produtor cooperado vai encontrar no Safratec 2019 , evento que se consolida entre as principais realizações do agronegócio no estado, a ser promovido pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial nestas quarta e quinta-feira (23 e 24), das 8 às 17 horas, em sua Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) em Floresta, região de Maringá. Em uma área de 36 hectares, ao lado da rodovia PR-317, o Safratec promete muitas atrações, oferecidas por mais de uma centena de empresas parceiras da cooperativa, que instalaram seus estandes e experimentos, com destaque para fabricantes de produtos diversos para o setor, instituições de pesquisa e prestadores de serviços. A previsão da Cocamar é que a feira seja visitada por mais de 5 mil produtores cooperados, provenientes de todas as regiões de atuação da cooperativa (Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul). (Assessoria de Imprensa Cocamar)

SHOW RURAL I: Homenagem ao para pequeno empresário que divulga evento todos os anos

 

Há muito tempo o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, diz que o Show Rural não é mais um evento apenas da cooperativa,  que o promove há 31 anos. “É um evento de Cascavel, da região, do Paraná e de todas as pessoas que, de uma forma ou outra, contribuem para que ele seja um grande sucesso”. Na tarde desta segunda-feira (21/01), Grolli, o coordenador geral Rogério Rizzardi, colaboradores da Coopavel e parceiros prestaram uma homenagem especial ao microempresário Charles Kurtz, que, há anos, de forma gratuita e dedicada, ajuda a divulgar o Show Rural Coopavel.

 

Divulgador - Kurtz, 44 anos, é natural de Pelotas, interior do Rio Grande do Sul, e há 15 anos mora em Cascavel. Ele é um dos sócios da agência de viagens da Hélios no município. Há anos ele assumiu também a condição de um dos divulgadores mais entusiasmados do Show Rural Coopavel. “Fico atento e peço os folders do evento tão logo eles ficam prontos. Recebo uma quantia considerável e faço questão de entregá-los pessoalmente, um a um”. O folder é entregue no guichê da Hélios e também no interior dos ônibus. “Falo de boca cheia a cada um dos nossos clientes sobre esse importante evento, que orgulha todos os cascavelenses.”

 

Importância - O Show Rural Coopavel merece ser apoiado por todos, porque ele é um disseminador de inúmeros benefícios, segundo Kurtz. “Traz um impacto gigante na economia local e regional, coloca Cascavel no mapa mundial dos grandes eventos do agronegócio e, com a disseminação de tecnologias, fortalece o campo, uma de nossas principais fontes de empregos e receitas”. Ele também compartilha os filmes e publicidades preparados para o evento em canais de youtube.

 

Reconhecimento - Grolli e Rizzardi agradeceram a Kurtz pela dedicação e disseram que esse é o sentimento das pessoas que realmente entendem o alcance e a importância de um evento que há 30 anos é exemplo de trabalho, superação e bons resultados. O microempresário ganhou uma lembrança e um chapéu personalizado do Show Rural Coopavel. (Assessoria de Imprensa Coopavel)

 

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SHOW RURAL II: Agência de governo australiano confirma presença no evento

 

A Australian Trade and Investiment Commission, agência do governo federal australiano, estará representada na 31ª edição do Show Rural Coopavel, que será realizado entre os próximos dias 4 e 8 de fevereiro. A confirmação vem do Consulado Geral da Austrália, em São Paulo, que enviará ao evento o diretor da Trade, Fábio Nave.

 

Prospecção - A função do diretor é promover oportunidades de negócios e investimentos entre o Brasil e a Austrália. “Vemos neste evento, que é um dos maiores do mundo no seu segmento, uma grande chance de estabelecer novos contatos e parcerias”, antecipa Nave, ao acrescentar que  “durante o Show Rural Coopavel, vou me reunir com clientes e expositores, além de conhecer a feira com mais detalhes para futura divulgação de potenciais e participantes na Austrália”, diz. As oportunidades de negócios entre os dois países, principalmente na área do agronegócio, serão apresentadas em Cascavel em encontros e reuniões no dia 6 de fevereiro.

 

Caravanas - A exemplo do que ocorre todos os anos, o evento vai receber caravanas dos mais diferentes cantos do Brasil e também do exterior. Nos últimos meses foi feito um trabalho especial com autoridades e produtores rurais de províncias do Paraguai e Argentina, que vão participar ativamente do Show Rural Coopavel 2019, diz o coordenador-geral, o engenheiro agrônomo Rogério Rizzardi. (Assessoria de Imprensa Coopavel)

UNIMED LONDRINA: Política de participação seleciona entidades que serão beneficiadas com doações

 

Com o intuito de ampliar o número de instituições que são atendidas pelos projetos sociais da Unimed Londrina, a cooperativa publica uma política de participação, na condição de beneficiada, para selecionar as entidades que irão receber as cadeiras de rodas adquiridas pela campanha Eu Ajudo na Lata 2019.

 

Objetivo - Segundo a gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti, o objetivo da iniciativa é dar oportunidade para que outras instituições, que ainda não têm contato com a cooperativa, possam se inscrever. “Isso também permitirá que a Unimed Londrina amplie seu relacionamento com a comunidade”, comenta.

 

Requisitos - Podem participar instituições filantrópicas e/ou sem fins lucrativos, cujo trabalho social seja voltado prioritariamente a um público carente, visando à promoção do atendimento à saúde e/ou da melhoria da qualidade de vida de pessoas de baixa renda.

 

Contrapartida - As instituições inscritas serão analisadas por uma comissão composta de especialistas e funcionários da área de Sustentabilidade da Unimed Londrina. Como contrapartida, as entidades selecionadas devem se tornar pontos de coletas dos lacres de alumínio para a campanha.

 

Caminhos - As regras que habilitam a inscrição estão disponíveis na política. Acesse a integra do documento no site www.unimedlondrina.com.br.  E as inscrições, iniciadas no último dia 15, encerram-se às 23h59 do dia 15 de fevereiro. Os interessados devem preencher o formulário que está disponível no link https://goo.gl/forms/k3EDV7brlwIziNou1 .

 

Projeto - Idealizada pela Unimed Brasil, a campanha Eu Ajudo na Lata é replicada na região pela Unimed Londrina. A iniciativa arrecada anéis de latas de alumínio, que serão revertidos na compra e doação de cadeiras de rodas e demais equipamentos de mobilidade para instituições beneficentes. Este ano, a arrecadação começou no dia 15 de janeiro e termina no dia 15 de agosto. A entrega das cadeiras de rodas está prevista para setembro. (Assessoria de Imprensa Unimed Londrina)

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Cooperado ganha prêmio em sorteio do seguro de vida

 

O seguro de vida da Sancor Seguros, disponibilizado aos cooperados do Sicoob através da Unicoob Corretora, é um produto que alia qualidade, comodidade, segurança. Ao contrário do que possa parecer, além da proteção financeira por morte, pode oferecer também benefícios como proteção em caso de desemprego, invalidez temporária ou permanente, doenças graves e descontos em medicamentos. Isso sem falar nos sorteios mensais realizados pela loteria federal, com prêmio de R$ 5 mil

 

Sortudo - Cooperado do Sicoob Três Fronteiras em São Miguel do Iguaçu desde 2016, João Paulo Babinski teve a felicidade de ser o sorteado da vez. O produto foi contratado por ele em meio a uma campanha de seguro promovida no ano passado pela cooperativa.

 

Planos - “O seguro foi oferecido a mim na época como uma oportunidade de proteção. A contemplação me surpreendeu. Esse dinheiro é uma renda extra que vou usar para fazer uma viagem com a família no Carnaval. Estou muito feliz”, disse João.

 

Premiação - O cooperado recebeu o cheque simbólico da premiação pelas mãos do gerente da agência, Andryus Heming; da supervisora de Seguros, Consórcios e Previdência do Sicoob Três Fronteiras, Tayane Ramos, e da gerente de Relacionamento, Naiara Oliveira. Esteve presente também a executiva de Contas da Sancor, Rosangela Campos, que parabenizou o Sicoob Três Fronteiras pelo trabalho de conscientização que faz com os cooperados sobre a importância de zelar pela vida, já que o produto oferece outras coberturas além do caso de morte.

 

Investimento - “As pessoas têm tabu em relação ao seguro. O importante é deixarmos claro para nossos cooperados que esse tipo de seguro é um investimento que garantem coberturas ainda em vida. Além disso, pode ser considerado um suporte para que a família se reestruture financeiramente após a perda do ente querido”, completou Rosangela. (Assessoria de Imprensa Sicoob Três Fronteiras)

 

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INTERCÂMBIO: Sicoob Metropolitano recebe visita de cooperativa mineira

 

Como forma de valorizar e estimular a intercooperação, o Sicoob Metropolitano frequentemente recebe visitas de outras cooperativas e empresas que buscam trocar experiências. Na última sexta-feira (18/01), foi a vez do Sicoob Saromcred, de São Roque de Minas (MG), conhecer a singular.

 

Agenda - Recebidos pela diretoria, os representantes da cooperativa mineira conheceram as melhores práticas de gestão do Sicoob Metropolitano. Entre os temas abordados, estiveram as estratégias de posicionamento institucional para expansão da rede de atendimento, as ações de comunicação e relacionamento com o cooperado, o modelo de gestão e segmentação de carteiras aplicado pela cooperativa, além dos projetos desenvolvidos com a comunidade de Maringá e em todos os municípios da área de atuação da singular. Em seguida, o grupo visitou a estrutura da Unidade Administrativa e também conheceu a Evoa Aceleradora.

 

Presenças - Integraram a comitiva do Sicoob Saromcredi o presidente, João Carlos Leite; o diretor administrativo coordenador, Honero Geraldo Pereira; o gerente de agência, Juarez Leite; o diretor de Negócios; Eder de Oliveira Melo; o gerente de agência, Kênio Geraldo Pereira e o assessor Institucional, Fernando Frederico da Silva. Também participaram da visita o gerente de Políticas Públicas Sebrae-MG, Alessandro Flávio Barbosa Chaves, o gerente Regional do Sebrae-MG, Leonardo Mól de Araújo e a analista do Sebrae de Friburgo, Ana Paula Silva. (Assessoria de Imprensa Sicoob Metropolitano)

ASSEMBLEIAS: Sicredi União faz reuniões de prestação de contas aos associados das agências do norte do estado

 

A instituição financeira cooperativa Sicredi União PR/SP  realiza nesta semana as assembleias de prestação de contas aos associados das agências de Primeiro de Maio, Sertanópolis, Sabáudia e Pitangueiras, localizadas na região norte do Paraná. Em Primeiro de Maio e Sertanópolis, as reuniões ocorrerão no dia 23 e, em Sabáudia e Pitangueiras, no dia 24. Todas serão conduzidas pelo diretor executivo da Sicredi, Rogério Machado.

 

Transparência - O objetivo é demonstrar aos associados os resultados da cooperativa em 2018 e participem das decisões das assembleias. Ao todo, a Sicredi União realizará 79 assembleias, de 15 de janeiro a 18 de março, em todas as cidades em que têm agências, no norte e noroeste do Paraná, centro e leste paulista. 

 

Primeiro de Maio - A agência de Primeiro de Maio é uma das mais novas da Sicredi União, inaugurada em agosto do ano passado. A gerente local, Sibele Passos Oliveira, espera a participação de cerca de 150 associados. “Como nossa agência é nova, temos uma grande expectativa com a realização da assembleia. Será um momento especial, evidenciando a transparência da cooperativa e nosso compromisso com os associados, que são os donos da instituição”, destaca. O evento será às 11h, no Buffet Kelen Andrade. 

 

Sertanópolis - Em Sertanópolis, a assembleia está marcada para as 19h do dia 23, na Associação dos Funcionários do Moinho Globo. A estimativa do gerente Thiago Andrez dos Santos é que participem em torno de 280 associados. “É o principal momento do ano para a agência, pois reunimos os associados e mostramos como estamos cuidando da cooperativa deles e também pedimos que decidam o que faremos no futuro. A cada assembleia, trabalhamos forte para que os associados entendam a importância deles nesse processo e nos ajudem a multiplicar isso”, enfatiza.

Sabáudia e Pitangueiras - A assembleia conjunta das agências de Sabáudia e Pitangueiras será realizada na quinta-feira (24/01), às 19h, no Spazzio Eventos, em Sabáudia, com previsão de participação de aproximadamente 500 pessoas.

 

Próximas reuniões - Na Regional Norte, as próximas reuniões ocorrem nos dias 28, em Cambé; 29 em Londrina (Agência Zona Norte),  e, no dia 30, em Prado Ferreira e  Bela Vista do Paraíso. Em fevereiro, a agenda contempla Cafeara e Porecatu, no dia 11; Jaguapitã, no dia 12; Ibiporã, dia 13; Londrina, (Agência Higienópolis), dia 22; Londrina (Agência Santos Dumont), dia 25; Londrina (agências Duque de Caxias e Guaravera), dia 25. Em março, no dia 14, está marcada a assembleia da agência Tiradentes, de Londrina. (Assessoria de Imprensa Sicredi União)

ECONOMIA: Governo deve privatizar mais aeroportos e ferrovias, diz secretário do PPI

 

economia 22 01 2019O governo deve anunciar a privatização de aeroportos no sul do país, incluindo o de Curitiba, no segundo trimestre, como parte de um plano para atrair capital privado para melhorar a logística do Brasil, disse o secretário do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Adalberto Vasconcelos.

 

Planos - O secretário disse  que os projetos ferroviários Ferrogrão e Fiol, que atendem o cinturão central de grãos, estarão prontos para licitações este ano ou no início de 2020. A Vale e a empresa de logística Rumo podem assinar a renovação antecipada das concessões ferroviárias neste ano, o que incluirá um compromisso com novos investimentos, disse ele.

 

China - O investimento chinês seria "muito bem recebido" em projetos de infraestrutura brasileiros, disse Vasconcelos. Durante a campanha eleitoral do ano passado, o agora presidente Jair Bolsonaro criticou a China por "comprar" o Brasil. O secretário do PPI  esclareceu, no entanto, que ele se referia a ativos estratégicos e "meios de produção", como terras agrícolas.

 

Impulso - Bolsonaro está impulsionando o PPI, lançado em 2016 pelo governo de Michel Temer, com o propósito de melhorar a infraestrutura deficiente que aumenta o custo de exportação de soja e outros produtos. 

 

Aeroportos - Para melhorar as viagens aéreas para turismo, agricultura e indústria petrolífera, 20 aeroportos serão leiloados em 15 de março, em três blocos regionais, como planejado. Vasconcelos disse que mais um ou dois blocos de concessões de aeroportos serão anunciados após março, incluindo o de Curitiba, mas excluiu o de Congonhas, em São Paulo, e o Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Estes não estarão no leilão por enquanto, porque são fundamentais para o financiamento da Infraero, a estatal que administra os aeroportos.

 

Logística - O governo planeja reduzir a forte dependência do Brasil no transporte rodoviário de cargas, construindo mais ferrovias e fazendo com que as atuais operadoras invistam em expansões enquanto assinam a renovação de concessões. Até 2025, o governo espera dobrar a parcela de carga movida por ferrovias de 15% para 31%, segundo Vasconcelos. A Vale e a Rumo já concordaram e seus contratos só precisam de aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU), adiantou.

 

Projeto - O secretário informou que a Ferrogrão levará 10 anos para ser construída. E vai de Sinop (MT) até Miritituba (PA), no rio Tapajós, de onde as barcas transportarão colheitas para transbordo na Amazônia e para os mercados internacionais.

 

Norte-Sul - As ferrovias Fico e Fiol vão conectar produção agrícola à linha Norte-Sul e aos portos do Atlântico, com capacidade para movimentar 8 milhões de toneladas de grãos por ano.

 

Setor elétrico - O controle da Eletrobras será vendido a investidores privados, por meio da venda de ações, após a cisão de duas subsidiárias estratégicas, a Eletronuclear e a Itaipu Binacional, na fronteira com o Paraguai. (Fonte: Notícias Agrícolas/Reuters)

 

MILHO: Expectativa para o cereal da segunda safra é de boa produtividade e aumento das exportações

 

milho 22 01 2019A semeadura da segunda safra de milho já se iniciou em diversas localidades do Brasil. Com a antecipação do plantio de soja, as colheitas também começaram mais cedo e propiciaram o aparecimento de áreas já plantadas do milho safrinha, em especial nos dois maiores estados produtores do país, Mato Grosso e Paraná.

 

Avanço - Segundo informações do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), até a terceira semana de janeiro já haviam sido plantadas 6,61% do total de 4,6 milhões de hectares esperados para o cereal no estado. Esses números representam um aumento de 1% com relação ao plantado na safra 2018 e a expectativa é de crescimento na produtividade de 2,36% de 99 sacas por hectares para 101 esse ano.

 

Otimismo - “Vamos ter bastante área plantada de milho, até com um acréscimo no plantio do ano passado aqui no município, já que algumas usinas de etanol na nossa região estão buscando a nossa produção de milho. Logicamente que vai depender do clima lá na frente, mas a tendência é de que a safra seja boa para o produtor nesse ano”, conta Albino Castilho Ruiz, presidente do Sindicato Rural de Nova Ubiratã/MT, uma das primeiras cidades do estado a iniciarem a colheita da soja.

 

Início - Já no estado do Paraná, o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e Abastecimento aponta que cerca de 9% do total da área de milho, que deve ser de aproximadamente 2,1 milhões de hectares, já foi plantada para a segunda safra do grão, que até o final de segunda semana de janeiro registrava 90% da área plantada em boas condições de qualidade e 10% como média. Entre as cidades que tem os plantios mais avançados estão Irati, que já plantou 50% dos 10 mil hectares previstos, Pato Branco com 25% dos 50 mil hectares e Cascavel com 22% dos 315 mil hectares.

 

Preocupação - De acordo com o presidente da Aprosoja Paraná, Márcio Bonesi, a falta de chuvas que atingiu o estado, principalmente no mês de dezembro, deve deixar os produtores atentos com relação ao desenvolvimento do milho. “Muitas áreas de soja já foram colhidas e plantado o milho, mas, como as chuvas ainda estão irregulares, temos algumas áreas de milho sofrendo para emergir. O produtor tem que estar atento à previsão do tempo, e ter muito cuidado para plantar esse milho segunda safra, pois é muito arriscado o produtor plantar sem previsão de chuva boa.”

 

Mercado - A expectativa no estado é de aumento da área plantada para esta segunda safra de milho. “Com a proibição do plantio da soja safrinha no Paraná, os produtores passaram a plantar milho safrinha, principalmente produtores da região do sudoeste, como Pato Branco, Mariópolis e Itapejara do Oeste. Dessa maneira, acredito que deve ter aumento de área neste ano. Outro fator são os preços, embora os custos tenham aumentado, os contratos do milho foram feitos a preços compensadores entre R$ 30,00 e 34,00 por saca de 60 quilos de milho”, explica Valdir Edemar Fries, produtor rural de Itambé (PR).

 

Tempo - No Mato Grosso do Sul, por exemplo, a seca do mês de dezembro ameaçou prejudicar também a cultura do milho, mas as chuvas voltaram em janeiro e as expectativas aumentaram também. “O produtor aproveitou as chuvas do começo do ano para iniciar o plantio do milho dessa safra, que já estava programada antes de termos a seca de dezembro no estado. O produtor vem aplicando os adubos e insumos no solo e estudando muito as estratégias de como se defender em anos difíceis. E vai seguir utilizando as tecnologias para buscar grandes produtividades”, diz Juliano Schmaedecke, presidente da Aprosoja MS.

 

Em Goiás - O fator climático segue sendo uma preocupação para os produtores de Goiás iniciarem os plantios. De acordo com o presidente da Aprosoja GO, Adriano Antônio Barzotto, o plantio do milho deve acontecer dentro da melhor janela possível para diminuir os possíveis impactos do clima adverso. “O produtor está organizado e faz o planejamento de uma safra seguinte a outra. Então o plantio do milho safrinha já está totalmente definido, mas o que nos preocupa é o clima. Sabemos que vai haver um pouco de variação climática também para a safrinha, mas o produtor tem o calendário com a melhor janela de plantio. A orientação aos produtores é que façam o plantio dentro do período correto que é o mês de fevereiro, não invadindo março porque a tendência de termos uma frustração de safra é maior a cada dia que passa de março.”

 

Importância - Segundo levantamento do IBGE, o milho safrinha cada vez mais ganha importância dentro da agricultura do Brasil. Em 2006, por exemplo, a segunda safra representava 25% do total de milho do país, crescendo para 50% em 2012. Atualmente, representa quase 70% do total de área plantada de milho.

 

Rentabilidade - A importância da rentabilidade também cresce para essa segunda safra do grão. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq de Piracicaba, os preços domésticos do milho têm apresentado comportamentos distintos dentre as regiões acompanhadas, refletindo as ofertas e demandas regionais. Quanto ao ritmo de negócios, acompanhando as especulações com relação ao impacto das chuvas irregulares no desenvolvimento das lavouras, tem feito com que produtores posterguem a venda de grandes lotes e negociem apenas pontualmente. Compradores, por sua vez, ainda não têm retomado as aquisições de forma mais expressiva, o que, de certa maneira, sustenta as cotações internas. 

 

Exportação - Os preços devem favorecer os produtores também na hora de exportar o milho. “As vendas da safrinha vão acontecer entre julho e agosto e o mercado deve se balizar pela exportação, que deve voltar a crescer em 2019. Nossa expectativa é de preços entre US$ 9,5 e US$ 10,5 no porto, podendo atingir picos entre novembro e dezembro de até US$ 11,00. Com isso, o volume exportado deve sair dos 23,9 milhões de toneladas de 2018 para algo em torno de 27 ou 28 milhões de toneladas em 2019”, analisa Vlamir Brandalizze, analista de mercado da Brandalizze Consulting. (Fonte: Notícias Agrícolas)

 

INTERNACIONAL: Economia da China cresce 6,6% em 2018

 

internacional 22 01 2019A economia da China encerrou 2018 com crescimento de 6,6%, acima da meta oficial de 6,5%, segundo dados do Departamento Nacional de Estatísticas (NBS), mas com uma leve desaceleração.  O crescimento no quarto trimestre ficou em 6,4%, abaixo dos 6,5% vistos no terceiro trimestre, segundo dados oficiais.

 

Estável - A produção industrial subiu 6,2%, em 2018, 0,4 ponto percentual menor do que em 2017. O emprego permaneceu estável, com mais de 13 milhões de empregos criados em áreas urbanas, e a taxa de desemprego urbana pesquisada ficou em 4,9% em dezembro. O chefe do NBS, Ning Jizhe, disse que a economia do país teve desempenho dentro de um intervalo razoável em 2018 com o crescimento econômico estável e melhora.

 

Global - De acordo com Jizhe, o crescimento chinês contribuiu com quase 30% no âmbito econômico mundial, pois a economia do país continua sendo a maior contribuinte no cenário mundial.

 

Dados - Em uma base trimestral, a economia cresceu 1,5% no quarto trimestre, um nível abaixo do aumento de 1,6% registrado no terceiro trimestre. O produto interno bruto (PIB) totalizou cerca de US$ 13,28 trilhões em 2018, com o setor de serviços respondendo por mais da metade do total.

 

Mercado interno - A China busca mudar sua economia para um modelo de crescimento baseado na demanda doméstica. O consumo é o principal impulsionador, contribuindo com 76,2% para o crescimento do PIB no ano passado. As vendas no varejo, uma medida principal de consumo, aumentaram 9% em relação ao ano anterior.

 

Inflação - Os dados também mostraram que o investimento em ativos fixos da China aumentou 5,9%  em 2018, abaixo do aumento de 7,2% em 2017. O índice de preços ao consumidor subiu 2,1%, atingindo a meta do governo de limitar a inflação ao consumidor abaixo de 3%.

 

Perspectivas - Para Ning Jizhe, a China pode enfrentar um ambiente externo mais complexo para o desenvolvimento em 2019. Porém, segundo ele, o país tem base sólidas e condições para enfrentar os desafios, mantendo o crescimento econômico dentro de uma faixa razoável, garantindo desenvolvimento econômico sustentável e saudável. E enfatizou que há perspectivas de condições favoráveis ​​para o desenvolvimento, incluindo oportunidades trazidas por mudanças na situação doméstica e global e o aumento do mercado consumidor. (Agência Brasil)

 


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