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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4496 | 17 de Janeiro de 2019

TRANSPORTE: Cooperativistas se reúnem com o novo ministro da Infraestrutura

 

transporte 17 01 2019Representantes do setor cooperativista se reuniram nesta quarta-feira (16/01), em Brasília, com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas para tratar de questões relacionadas ao transporte rodoviário de cargas. Dentre os assuntos abordados estiveram o tabelamento mínimo de fretes e a manutenção da boa interlocução com o Ministério e com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Também estiveram presentes na reunião o secretário executivo da pasta, Marcelo Sampaio, e representantes da ANTT e de empresas transportadoras. O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, e o diretor da OCB na região Sul, José Roberto Ricken (presidente do Sistema Ocepar), destacaram dentre outros aspectos a busca pelo equilíbrio dos interesses entre as cooperativas de transporte, que oferecem seus serviços, e as cooperativas agropecuárias, que os contratam.

 

Estudo técnico - Durante a audiência, os cooperativistas entregaram ao ministro um estudo técnico, encomendado pela OCB em 2018, ao Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (ESALQ-LOG), institucionalmente ligado ao Departamento de Economia, Administração e Sociologia da ESALQ/USP. O documento apresenta uma proposta de consenso entre os interesses das cooperativas que contratam e daquelas que prestam os serviços de transporte rodoviário de cargas no país. O ministro, por sua vez, informou que o Governo Federal acaba de contratar a elaboração de um estudo similar, ao mesmo grupo, e que o documento apresentado pelos cooperativistas contribuirá bastante para encontrar uma solução à questão.

 

Era de diálogo - Tarcísio Freitas fez questão de ressaltar que o novo governo está disponível para dialogar e que as portas do Ministério estão abertas a todos aqueles que querem contribuir com o desenvolvimento do país. Sobre o cooperativismo, o ministro frisou que conta com as cooperativas e com o Sistema OCB como “sócios” na busca por soluções e nas tomadas de decisão. Segundo ele, é intenção do governo incentivar o modelo cooperativo no setor rodoviário. Para o ministro, a cooperativa garante muito mais força para negociar em nome de seus cooperados. “Acredito muito no cooperativismo e nos ganhos de escala que advém desse modelo de negócio”, argumenta. Com relação aos aplicativos de transporte de passageiros, Tarcísio Freitas acredita que eles podem ser coordenados por cooperativas e não, necessariamente, pelas empresas que, atualmente, operam no mercado.

 

Desafios - Dentre os desafios de sua gestão, Tarcísio enfatizou terem “planos audaciosos, porém possíveis”, dentre eles, promover transporte ferroviário e de cabotagem, segurança nas rodovias, aumentar a renda dos motoristas, desburocratizar normas e processos, reduzir custos e eliminar a insegurança jurídica para os transportadores. (Sistema OCB)

 

BALANÇA COMERCIAL: China e commodities lideram aumento das exportações brasileiras

 

As exportações para a China e as commodities são os principais responsáveis pelo superavit de US$ 58,7 bilhões nas transações comerciais com o exterior. Embora inferior ao de 2017, quando o superavit fechou em US$ 67 bilhões, foi o segundo maior valor na série histórica da balança comercial brasileira. Os dados fazem parte do Indicador de Comércio Exterior (Icomex) de janeiro divulgado nesta quinta-feira (17/01) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). A FGV destacou três resultados que mais chamaram a atenção quanto ao comportamento da balança comercial em 2018: além da liderança da China e do crescimento das commodities.

 

Petróleo - Segundo a FGV, a China atingiu a sua maior participação como destino das exportações brasileiras, ao responder por 26,8% do total, o que resultou numa diferença de mais de 10 pontos percentuais em relação ao segundo maior parceiro, os Estados Unidos, responsável por 12% das vendas externas do Brasil. Já o terceiro principal parceiro, a Argentina, reduziu a sua participação nas exportações de 8,1% para 6,2% em 2018. “A participação da China supera a dos principais parceiros países/blocos do Brasil, desde 2014. Chama atenção o aumento da participação entre 2017 e 2018, de 21,8% para 26,8%, explicado por um crescimento de 35,2% puxado pelas três principais commodities exportadas para esse país. Soja em grão, petróleo bruto e o minério de ferro que, juntas, explicam 82% das exportações brasileiras para aquele país asiático”, diz o documento.

 

Produtos - Por sua vez, o petróleo superou a participação do minério de ferro pela primeira vez nas vendas externas brasileiras para a China. A importância da China para as exportações brasileiras é reafirmada quando analisamos os 10 principais produtos exportados pelo Brasil. Assim, o segundo principal produto exportado pelo Brasil é o óleo bruto de petróleo e a participação da China no total exportado passou de 44,2% para 57%, entre 2017 e 2018. Nas exportações de carne bovina, oitavo principal produto, o percentual da China foi de 18,3%, em 2017, e de 27,2%, em 2018.

 

Índices - Os dados do Icomex indicam que o setor de agropecuária liderou o aumento do volume exportado pelo país em 2018, com variação de 15,3%, seguido da extrativa (6,4%) e da transformação (1,3%). No entanto, excluindo as plataformas de petróleo, a variação recua em 2,1%. Nas importações, a liderança ficou com a indústria de transformação, com 11,6% de participação. Novamente, excluindo as plataformas, o aumento reduz para 6% e fica abaixo da variação do volume importado pela indústria extrativa (6,8%). O Indicador de Comércio Exterior ressalta que o comportamento do setor automotivo influenciou tanto as exportações como as importações de bens duráveis.

 

Expectativas - Para 2019, em um primeiro momento, há expectativas otimistas quanto à melhora na economia argentina, o que poderá favorecer as exportações, ao contrário do que aconteceu no ano passado. O estudo ressalta, porém, que “a grande incógnita para 2019 é se o governo irá ou não implementar uma reforma tarifária que visa reduzir as tarifas e qual será o cronograma temporal previsto”. Além disso, alerta para o fato de que os anúncios de possíveis novos acordos e/ou revisões dos acordos existentes no âmbito do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e também na agenda de relações bilaterais (China e Estados Unidos) poderão impactar os resultados da balança comercial. O estudo aponta ainda para o fato de que a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China ainda perdura e que não há certeza se os últimos movimentos de distensão das relações comerciais irão se manter. (Agência Brasil de Notícias)

DÉFICIT: Contas públicas devem ficar negativas em R$ 102,385 bilhões

 

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Economia aumentaram a previsão para o resultado negativo das contas públicas, neste ano. A estimativa do déficit primário do Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, passou de R$ 100,031 bilhões para R$ 102,385 bilhões, em 2019. Mesmo assim, a estimativa está abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo de R$ 139 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

 

Dados - Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, todos os meses, com base em informações do mercado financeiro. Para 2020, a estimativa das instituições financeiras é déficit de R$ 68,778 bilhões, contra R$ 63,293 bilhões previstos em dezembro. A meta de déficit primário para o próximo ano é 110 bilhões. A previsão das instituições financeiras para as despesas manteve-se em R$ 1,426 trilhão, neste ano, e passou de R$ 1,484 trilhão para R$ 1,483 trilhão, em 2020. A estimativa de receita líquida do Governo Central foi alterada de R$ 1,322 trilhão para R$ 1,324 trilhão, em 2019, e de R$ 1,418 trilhão para R$ 1,419 trilhão, no próximo ano.

 

Projeção - A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, deve ficar em 78,2% do Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), neste ano. A previsão anterior era 78,34% do PIB. Para 2020, a estimativa ficou em 79,8% do PIB, ante 80% previstos no mês passado. (Agência Brasil de Notícias)

COPEL: Privatização não está nos planos do governo, diz novo presidente

 

A nova gestão da estatal paranaense Copel vai se concentrar em resgatar o "DNA" da companhia, com foco nas atividades de geração, transmissão e distribuição. Uma eventual privatização não está nos planos do governo, disse o novo presidente da companhia, Daniel Pimentel Slaviero, em entrevista exclusiva ao Valor. Indicado pelo governador Carlos Massa Junior, o Ratinho Junior, Slaviero veio do setor de telecomunicações. O executivo, que presidiu a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) por oito anos, ocupava o cargo de diretor de rede do SBT desde 2017, depois de ter sido diretor-geral da emissora em Brasília desde 2010. 

 

Carreira - Sua carreira começou no grupo Paulo Pimentel, conglomerado de mídia do Paraná que pertencia ao ex-governador do Estado Paulo Pimentel - avô de Slaviero e também ex-presidente da estatal paranaense, entre 2003 e 2005. "É um setor que, de certa maneira, não é totalmente estranho para mim", afirmou Slaviero, se referindo ao histórico do avô à frente da companhia, durante o segundo mandato de Roberto Requião no governo do Paraná. "Está sendo fascinante conhecer um setor tão complexo, mas tão estratégico para o Brasil e para a infraestrutura." 

 

DNA - O primeiro passo de seu mandato será dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito, com foco na redução de custos, gestão eficiente e conclusão do ciclo de investimentos iniciado no passado. "A diretriz do governador Ratinho Junior é que a Copel volte a seu DNA, volte às suas origens, que são gerar, transmitir e distribuir energia. Tudo que não estiver alinhado com esse propósito será reavaliado", disse o executivo. Ele citou, como exemplos, as participações na Copel Telecom, sua subsidiária integral, e na Companhia Paranaense de Gás (Compagás), na qual tem 51%, que serão alvo de "estudo profundo" para possíveis desinvestimentos. 

 

Empresa eficiente - Ativos de energia que não tenham sinergias com as operações principais da companhia também serão reavaliados. "A privatização da Copel não está na agenda desse governo. A Copel é uma empresa eficiente, gerando caixa, tem seus objetivos de disciplina, economia e capacidade de alocação de capital, endividamento abaixo dos limites contratuais", disse Slaviero. "Não vemos necessidade de privatização de uma empresa eficiente, que busca investimentos", completou. 

 

Lucro - Nos primeiros nove meses de 2018, a Copel teve lucro líquido de R$ 1,05 bilhão, alta de 6,9% em relação ao mesmo intervalo de 2017. A receita subiu 11,4% no mesmo período, para R$ 11,2 bilhões. O endividamento, contudo, subiu para uma relação entre dívida líquida e Ebitda de 3,2 vezes, ante 3,1 vezes ao fim de 2017. A ideia do governo é que a companhia possa voltar a investir em novos ativos com a conclusão do ciclo de investimentos passado, que vão começar a gerar caixa e ajudar a reduzir o endividamento. "Queremos ampliar o papel da empresa, usar a entrada de R$ 450 milhões de receita", disse, se referindo ao faturamento adicional previsto para este ano com a conclusão de obras em atraso.

 

Hidrelétricas - A companhia está trabalhando para concluir as obras das hidrelétricas de Colíder e Baixo Iguaçu e também do complexo eólico de Cutia. "Vemos perspectiva de aumento de receita ao redor de R$ 450 milhões em 2019, isso vai dar fôlego para que possamos reduzir a alavancagem financeira, assunto sensível no passado mas hoje em trajetória descendente." Depois de vários adiamentos, a primeira turbina da usina de Colíder finalmente iniciará testes neste mês, segundo o executivo. Ele contou que problemas registrados no passado nas comportas foram solucionados. A licença de operação da hidrelétrica saiu em 3 de janeiro. Pelo cronograma previsto pela empresa, em março, será inaugurada a Baixo Iguaçu. Em abril, o complexo de Cutia. Até maio, Colíder estará totalmente em funcionamento. "O primeiro semestre será muito auspicioso para a Copel", disse. 

 

Orgulho dos paranaenses - O objetivo é retomar a rentabilidade da companhia, um "orgulho dos paranaenses". "O povo do Paraná escolheu uma nova geração para comandar o Estado, e isso foi traduzido em 7 de outubro, quando o governador Ratinho Junior foi eleito no primeiro turno. O recado das urnas foi claro, é uma nova forma de política com atuação transparente, ética, sem privilégios e com redução da máquina pública", disse Slaviero. Apesar de não ter experiência prévia em energia, Slaviero apontou que o setor de telecomunicações também é muito regulado e importante no país. "O governador busca capacidade de gestão", completou o executivo de 38 anos. 

 

Conselho - O nome de Slaviero foi aprovado pelo conselho de administração da companhia na semana passada, quando também foi eleito Eduardo Vieira de Souza Barbosa como diretor jurídico e de relações institucionais, e David Campos como diretoradjunto. A diretoria financeira e de relações com investidores continua com Adriano Moura. Segundo Slaviero, por enquanto, as mudanças a nível da holding estão concluídas. "Nas subsidiárias integrais, ainda é um processo avaliado internamente", disse, reiterando que os quadros técnicos serão mantidos. A Copel também não prevê a realização de novo programa de demissão voluntária (PDV). "O último PDV deu resultados expressivos, 563 colaboradores aderiram e teremos economia de R$ 200 milhões em 2019", disse o executivo. Em dois anos, houve um total de 811 adesões. (Valor Econômico/Camila Maia)

PECUÁRIA: Presença diária de fiscais em frigoríficos deverá ser mantida

 

Ciente do risco de perda de importantes mercados para as exportações de carne do Brasil, o Ministério da Agricultura, agora sob o comando de Tereza Cristina, prepara um projeto de lei para ampliar o alcance do "autocontrole" na inspeção de frigoríficos, uma antiga demanda das indústrias. No entanto, a presença diária dos auditores fiscais federais agropecuários nas linhas de abate não será dispensada. Tratado como prioridade "zero" pela nova gestão do ministério, a ideia é estender o autocontrole não só para a inspeção de carnes e de produtos como lácteos, mel, ovos e pescado, mas principalmente para bebidas e insumos agropecuários como fertilizantes, rações e sementes. 

 

Novo modelo - Caso implantado o novo modelo, os fiscais poderão reduzir as auditorias anuais -- uma ao invés de duas, por exemplo -- em agroindústrias que cumprem à risca os padrões de qualidade exigidos e tirar o peso do sistema de fiscalização, que sofre com a crônica falta de pessoal, sobretudo em abatedouros. Na visão do Ministério da Agricultura, a medida também permitiria aumentar a frequência de inspeção sobre os estabelecimentos com problemas sanitários. A carência de fiscais alimenta críticas frequentes de importadores como os europeus, cujas exigências aumentaram após a Carne Fraca, operação policial que revelou em 2017 um esquema de corrupção entre os fiscais do ministério e funcionários de frigoríficos. 

 

Proposta - Incumbido da difícil tarefa de ampliar o autocontrole, missão tentada - e não cumprida - pelos ex-ministros Kátia Abreu e Blairo Maggi, o novo secretário de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, o fiscal de carreira e engenheiro agrônomo José Guilherme Tollstadius Leal, diz que a ideia é encaminhar a proposta ao Legislativo ainda no primeiro semestre. Pela frente, contudo, o secretário terá um Congresso em grande parte renovado e uma bancada ruralista que encolheu à metade nas últimas eleições. "Autocontrole não é substituir o trabalho do fiscal e nem é só para inspeção animal. O papel do Estado vai continuar, mas as empresas terão mais responsabilidades", afirma Leal em entrevista ao Valor. 

 

Problema - O secretário sustenta que, no caso dos frigoríficos, o auditor hoje perde tempo verificando obrigações como a temperatura da carne. O secretário evita falar em "terceirização", tema caro ao sindicato dos fiscais, mas ressalta que o Tribunal de Contas da União (TCU) já vem alertando que o ministério precisa dar soluções ao problema crônico da falta de fiscais em 2019, ano em que vão expirar os 300 contratos de fiscais temporários chamados no ano passado. Além disso, mais fiscais devem se aposentar. Diante desse cenário, o Ministério da Agricultura pretende exigir das empresas informações prévias que dispensam fiscalização frequente, seja diária ou semestral, por exemplo. E otimizar a força do trabalho de auditoria.

 

Casos - Bandeira antiga principalmente dos frigoríficos, o autocontrole, porém, não evita por completo casos de fraude nos controles de produção. O caso da BRF, maior exportadora de carne de frango do mundo, comprova a dificuldade. No âmbito da Operação Trapaça, a dona das marcas Sadia e Perdigão é investigada por fraudar testes de laboratórios para a bactéria salmonela em lotes de carne de frango destinados, principalmente, à União Europeia. Em reação, o bloco proibiu a companhia de exportar. Ao Valor, o novo secretário, que antes de assumir a função foi chefe de gabinete da SDA e secretário de Agricultura do Distrito Federal, admite que sistema nenhum está isento de "problemas de conduta". No entanto, ele avalia que o caso da BRF não pode ser impeditivo para avanços no aprimoramento do sistema de inspeção nacional. 

 

Autocontrole - Na indústria, o autocontrole também é defendido, inclusive para o abate. "O autocontrole, em tese, é uma coisa muito boa, até para o abate. O ministério não tem gente para fiscalizar tudo. Mas caso alguém [empresas] faça algo errado, tem que ter um mecanismo para evitar problemas", afirmou Péricles Salazar, presidente da Abrafrigo, entidade que representa frigoríficos de pequeno e médio porte. Ex-ministra da Agricultura, a senadora Kátia Abreu (PDT-TO) lembra que em sua gestão implantou a inspeção periódica em todas as indústrias de produtos de origem animal, com exceção dos frigoríficos, que exigem inspeção permanente. "No caso das carnes, é preciso revisar todos acordos internacionais ou poderão suspender exportações. Para mudar leva tempo e negociações infindáveis", disse. (Valor Econômico/Cristiano Zaia)

C.VALE: Estande no Dia de Campo atrai grande público em busca de emprego

 

Mais de mil pessoas já passaram pelo estande Agroprofissões no Dia de Campo C.Vale. A equipe do Departamento de Recursos Humanos da cooperativa está recebendo currículos, fazendo testes de aptidão e apresentando as oportunidades de trabalho através de palestras e testemunhos de profissionais que já fazem parte do quadro da empresa. A C.Vale está ofertando 600 novas vagas para indústrias e unidades de negócios em todas as suas áreas de negócios.

 

Interesse - Ruth Ribeiro da Silva, de Paulistânia, região de Alto Piquiri, trabalha há seis meses no abatedouro de aves. Ela aproveitou o estande para fazer o teste de aptidão e se conhecer um pouco mais. “Fiquei feliz com a devolutiva dada pela psicóloga. Ela disse que sou participativa, gosto de trabalhar em equipe”. Já Yuri Mehret, acadêmico de agronomia da região de Guarapuava veio em busca de estágio. “A C.Vale é uma cooperativa muito respeitada no mercado. Fazer estágio ou até mesmo trabalhar nela será uma conquista”, enfatizou após deixar seu currículo e fazer o teste de aptidão.    

 

Oportunidade - A gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da C.Vale, Sandra Cantu Hendges revela que a procura por oportunidade de trabalho e o teste de aptidão têm atraído grande público. “As pessoas querem se conhecer e esse teste ajuda muito”, enfatiza. A assistente de RH, Renata de Souza Silva reforça que tem mais de 15 profissionais atendendo no estande. “A busca pelo autoconhecimento e as 600 vagas disponibilizadas pela cooperativa têm sido nosso carro-chefe”. 

 

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SICOOB: Missão, visão e valores são apresentados aos colaboradores da Unicoob Corretora

 

Com foco no Planejamento Estratégico, em novembro de 2018 os colaboradores da Unicoob Corretora participaram do Pensar Inovação. Dando continuidade ao trabalho desenvolvido durante o evento, eles conhecerem a missão, visão e valores definidos para a empresa controlada do Sicoob Unicoob durante um café da manhã realizado nesta quarta-feira (16/01), na Central. Os novos componentes da identidade organizacional da Unicoob Corretora foram apresentados pelo diretor Fernando Bertasson. “É uma ideia que foi nascendo e crescendo pela contribuição de todos. Cabe a nós engajar as pessoas para que, de fato, vivenciem isso”, comentou.

 

Pilares - Na oportunidade, o diretor-presidente do Sicoob Central Unicoob, Marino Delgado, falou sobre como o momento é importante para a corretora de seguros. “Definidos esses pilares, vamos dar sequência ao nosso trabalho, visando sempre a melhoria do ambiente de trabalho e dos resultados. O Sicoob Unicoob está passando por uma fase muito boa e a Unicoob Corretora faz parte disso”, afirma. Depois da apresentação, os participantes ouviram a equipe da Unidade de Gestão Estratégica (UGE), que falou sobre a importância da experiência do cliente para o sucesso dos negócios.

 

Saiba mais - Missão: Promover a tranquilidade, protegendo a vida, as conquistas e os sonhos dos nossos clientes.Visão: Ser reconhecida por nossos clientes como uma empresa parceira, com a qual eles mantenham um relacionamento duradouro.Valores: Empatia, ética, inovação, criatividade, cooperativismo, desenvolvimento contínuo e comunicação assertiva. (Assessoria Sicoob)

 

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COCAMAR: Instituições importantes são parceiras da cooperativa no Safratec

 

Oito estações técnicas mantidas em parceria com instituições como a Embrapa, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade Estadual Norte do Paraná (UENP), estão entre os destaques do Safratec 2019. Marcada pela inovação e o objetivo de contribuir para o aumento da produtividade das lavouras, a feira será promovida pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial na quarta e quinta-feira da próxima semana (dias 23 e 24/1) em sua Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) – ao lado da rodovia PR-317 - no município de Floresta, região de Maringá (PR).

 

Setores - Com mais de uma centena de estandes de empresas participantes, entre fornecedoras de insumos (sementes, fertilizantes, corretivos e defensivos químicos), pneus, lubrificantes, maquinários e implementos agrícolas, a segmentos diversos na área comercial – concessionárias de veículos, fabricantes de produtos e prestadores de serviços – o Safratec é a principal mostra tecnológica do agronegócio regional e vai estar aberta das 8 às 17h. 

 

Público - A previsão é que 5 a 6 mil produtores cooperados, representando todas as regiões de atuação da cooperativa no Paraná e nos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, visitem o local. 

 

Temas - A Cocamar mantém parceria com a Embrapa em duas estações: Manejo de solo e Inoculação e Co-Inoculação em Soja. Já os trabalhos desenvolvidos com a UEM têm foco em Plantas Daninhas (Manejo do Capim Amargoso e Manejo da Soja Voluntária), Adubação Potássica (melhor estratégia de adubação potássica para solos argilosos) e Deficiências Nutricionais em Milho. A UENP vai abordar Tecnologia de Aplicação, enquanto a área técnica da cooperativa responderá por duas Estações: Nematóides (em que o produtor terá a oportunidade de conhecer melhor as diferentes espécies, com base nos danos que podem causar, e também as opções de manejo químico e biológicos) e Café (mecanização e qualidade).  

 

Máquinas - A exposição de tratores e colheitadeiras John Deere, da concessionária Cocamar Máquinas, em espaços que incluem atividades dinâmicas, promete ser, também, uma das atrações do evento. (Assessoria de Imprensa Cocamar)

FRÍSIA: Terceira maior produtora de sementes do Paraná marca presença na Showtec 2019

 

frisia 17 01 2019Entre os dias 16 e 18 de janeiro, a Showtec 2019 oferece aos seus visitantes a oportunidade de entender que um bom cultivo começa com uma decisão a ser tomada antes mesmo do plantio: a escolha das sementes. A Sementes Batavo, marca da Frísia Cooperativa Agroindustrial, quer mostrar para a maior feira de tecnologia agro do Mato Grosso do Sul, em Maracaju, a 150 km de Campo Grande, que a qualidade das sementes é fundamental para definir o potencial da produtividade agrícola. A Sementes Batavo tem a terceira maior produção do Paraná. Isso equivale a mais de 700 mil sacas de diversas variedades de sementes, seguindo altos padrões de qualidade. Entre elas estão a soja, o trigo e a aveia.

 

Rastreabilidade - Na Frísia, a rastreabilidade da produção faz parte de um controle rigoroso e envolve cuidados minuciosos – estipulados pela própria cooperativa – que vão do plantio à distribuição. É o caso, por exemplo, das sementes de soja. “Realizamos testes que asseguram um potencial de germinação de 85%, acima da regulamentação vigente que prevê 80%”, afirma Antônio Alberto Gomes da Silva, coordenador comercial da área de Sementes.

 

Vistorias - Para garantir esse padrão, os campos são frequentemente vistoriados ao longo de todo o ciclo da cultura e a cooperativa trabalha apenas com produtores que fazem uso de maquinário adequado. Após a colheita, as variedades são recebidas e processadas sem que haja misturas. Elas ainda passam por mais dois pontos de avaliação: na entrega e após o beneficiamento, onde são 100% resfriadas a 12ºC para conferir maior longevidade.

 

Padrões - Por fim, o produto chega à análise oficial do Ministério da Agricultura, que prevê padrões mínimos de classificação. Se não atende aos requisitos, a semente é “descartada” como grão. “O resultado desse longo processo é um produto com alto padrão de qualidade, capaz de atender às condições específicas de áreas de cultivo no Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, explica Silva.

 

Variedades - Em atividade há mais de 40 anos, o setor de sementes da Frísia trabalha atualmente com uma média de 30 variedades de soja ao ano. A região onde a cooperativa está inserida, com condições climáticas amenas, também contribui para o poder germinativo e o vigor das sementes durante o armazenamento – período pelo qual também passam por constantes análises.

 

Sobre a Frísia - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade         e          Atitude.(Frísia).

 

COOPAVEL: Balança de passagem e cross ventilation vão ser as atrações no Show Rural 2019

 


coopavel 17 01 2019Uma balança de passagem e uma nova técnica de confinamento para gado de leite serão as duas principais atrações da área pecuária do Show Rural Coopavel 2019. A pecuária ganha impulso há três anos no evento e vira sensação devido à quantidade de novidades desenvolvidas para avanços ao segmento, informa o coordenador da área, o médico veterinário Fábio Taborda.

A Embrapa (Embrapa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e a Coimma, indústria do interior de São Paulo que é a maior do Brasil e da América Latina na produção de equipamentos para a pecuária, vão apresentar a balança de passagem, novidade que chega com força nas propriedades dedicadas à pecuária pelo País afora.

 

Tempo real - O equipamento foi desenvolvido para dar informações em tempo real sobre as condições de cada animal do plantel ao proprietário e aos gestores do rebanho. A balança é posicionada em uma área na qual os animais obrigatoriamente terão de passar para beber e se alimentar. No retorno, eles passam sobre o equipamento que registra inúmeras informações que então permitem conhecer a situação geral do plantel.

 

Leituras - Os animais recebem brinco ou colar com chip que se comunica com o software da balança de passagem. Em tempo real na tela do computador ou em aplicativo de smartphone, o proprietário e os ajudantes têm leituras precisas sobre peso (e de quanto o animal ingeriu em cada refeição), o quanto bebeu e também informações que têm relação com o mercado, que indicam quando é o melhor momento para vender e o ponto de equilíbrio financeiro de cada animal.

 

Ventilação cruzada - A sueca DeLaval, fundada em 1845 e líder no mundo na fabricação de soluções para a pecuária de leite, vai apresentar no Show Rural Coopavel uma técnica de confinamento bastante conceituada em países europeus e em rápida disseminação nas principais propriedades leiteiras do Brasil. É o método conhecido por cross ventilation (ventilação cruzada), que melhora o conforto animal e eleva a qualidade da produção.

 

Técnica - A técnica consiste em confinamento em barracão dotado de toda infraestrutura para acomodação, alimentação e ordenha dos animais. O uso de placas evaporativas permite, dentro do ambiente, temperatura até 12 graus inferior à externa, diz o médico veterinário da Coopavel Augusto Cesar Mezzon. Em uma das paredes são instalados exaustores, que expulsam o ar quente. E em outra, além desses equipamentos, há uma espécie de cortina com fluxo contínuo de água, que tem por função reduzir a temperatura do ar lançado para dentro do espaço.

 

Ambiente controlado - O ambiente controlado reduz o estresse e melhora a performance dos animais. Técnicos da Embrapa, da Coimma e da DeLaval estarão no Show Rural Coopavel, de 4 a 8 de fevereiro de 2019, para dar detalhes do funcionamento dessas tecnologias desenvolvidas para tornar a pecuária ainda mais eficiente e rentável. Neste ano, com novos currais que acabam de ser construídos ao lado de seis pavilhões, a área pecuária vai receber 400 animais de 15 raças de corte e leite. (Assessoria de Imprensa Coopavel)

 

CAFÉ: Conab confirma queda da colheita brasileira em 2019

 

A produção brasileira de café deverá alcançar entre 50,5 e 54,5 milhões de sacas de 60 quilos na safra 2019/20, conforme o primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a nova temporada, divulgado nesta quinta-feira (17/01). O volume tende a ser, portanto, de 11,6% a 18,1% menor que o estimado para o ciclo 2018/19 - 61,7 milhões de sacas, um recorde histórico. Segundo a Conab, a colheita prevista é resultado de uma área em produção de 1,8 milhão de hectares, 1,2% menor que em 2018/19, e de uma produtividade que deverá oscilar entre 27,4 sacas e 29,58 sacas por hectare, ante as 33,07 da colheita do ano passado. 

 

Produtividade - Essa queda de produtividade - e, portanto, da produção - se deve à bienalidade negativa do café arábica em 2019/20. Para uma safra com essa característica, o volume previsto é considerado elevado. Conforme a Conab, a produção do arábica deverá atingir entre 36,1 milhões e 38,2 milhões de sacas, uma queda entre 19,6% e 23,9%. Já para a colheita de café conilon a perspectiva é de crescimento para entre 14,4 milhões (alta de 1,3%) e 16,3 milhões (avanço de 15,2%), em razão do clima favorável e pelo fato de essa espécie não sofrer tanto os impactos da bienalidade. A área em produção de arábica cairá 2,2%, para 1,5 milhão de ehctares, enquanto a de conilon crescerá 2,9%, para 377,94 mil hectares. 

 

MG e ES - O Estado de Minas Gerais, que lidera a produção de arábica e é responsável por mais da metade do volume total de café colhido no país, deverá produzir entre 26,4 milhões e 27,7 milhões de sacas de café, uma retração de até 20,8% ante as 33,3 milhões de sacas colhidas na safra anterior. O Espírito Santo, que responde pela maior produção do café conilon, com cerca de 65% do total nacional, deve colher entre 12,5 milhões e 14,7 milhões de sacas. Em 2018/19, foram 13,74 milhões. Segundo analistas, a colheita prevista, somada aos estoques da temporada passada, deverão motivar um aumento dos embarques do Brasil, que lidera as exportações globais de café, e manter as cotações internacionais da commodity sob pressão. (Valor Econômico/Cristiano Zaia)


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