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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4494 | 15 de Janeiro de 2019

REFORMA: Previdência pode ter fundo para transição de regime

 

O governo estuda a possibilidade de criar um fundo para custear a transição do regime de repartição simples para o de "capitalização". Dentre as ideias avaliadas estão o direcionamento para o fundo de ativos como imóveis, recursos de privatização ou vinculação com receitas futuras. O secretário da Previdência Social, Rogério Marinho, afirmou ao Valor que o modelo ainda não foi definido. No regime de repartição simples, os trabalhadores da ativa contribuem para viabilizar o pagamento dos atuais aposentados. Já no regime de capitalização, as pessoas têm contas individuais, os recursos são aplicados e o benefício corresponde ao que valor poupado ao longo da vida. 

 

Proposta - A expectativa de técnicos da equipe econômica é que a proposta de reforma da Previdência seja apresentada ao presidente Jair Bolsonaro antes da viagem a Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial entre os dias 22 e 25 de janeiro. Nesta terça-feira (15/01), o texto da reforma seria debatido entre os ministros Guedes e Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Recentemente, o ministro da Economia afirmou que a previsão de criação de um regime de capitalização estará previsto na proposta de Reforma da Previdência, que a equipe do presidente pretende encaminhar em fevereiro ao Congresso Nacional. 

 

Baixa renda - A proposta, que vem sendo desenhada pelo governo, prevê que o regime de capitalização não atingiria a baixa renda. Por isso, seria definido um limite de renda para separar os brasileiros que permanecerão no regime de repartição simples (os de menor renda) e os que irão para o novo regime de capitalização, que cria contas individuais para os trabalhadores. A implantação seria gradual, ajudando a diluir o impacto nas contas públicas. Tanto a proposta de reforma encaminhada por um grupo de economistas, coordenada pelo ex-presidente do Banco Central (BC), Armínio Fraga, quanto a Fipe, do economista e pesquisador da entidade, Hélio Zylberstajn, defendem que a população de menor renda continue no regime de repartição simples. 

 

Linha divisória - Na proposta do grupo de Fraga, a linha divisória entre os dois sistemas seria inicialmente de R$ 4.798,94, valor equivalente a 85% do atual teto da Previdência. No caso da Zylberstajn, da Fipe, esse limite seria de R$ 2,2 mil. A partir desse valor, pelo menos 30% dos depósitos do FGTS seriam redirecionados para contas individuais de capitalização compulsória. Zylberstajn propõe, assim como estuda o governo, a criação de fundos para ajudar a financiar os custos de uma migração de regime. 

 

PIS/PASEP - Segundo ele, artigos da Constituição Federal já permitem que esses fundos sejam criados. Ele sugere ainda que 40% da arrecadação do PIS/PASEP que hoje, pela legislação existentes, são direcionados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), passassem a ser destinados para fundo de Previdência Social. Para o especialista em Previdência Luis Eduardo Afonso, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP (FEA/USP), a criação de um regime capitalizado torna a Previdência Social mais sustentável e equilibrada. Porém, segundo ele, existem riscos como concentração do mercado de previdência, de cobrança de taxas elevadas para administração dos recursos e de baixa rentabilidade. (Valor Econômico)

UNIMED LONDRINA: Aposentada doa lacres de alumínio suficientes para adquirir quase uma cadeira de rodas

 

A sétima edição do Eu Ajudo na Lata começa nesta terça-feira, dia 15 de janeiro. A campanha da Unimed Londrina, que arrecada lacres de alumínio para serem revertidos na compra e doação de cadeiras de rodas, é um sucesso graças à ajuda voluntária de clientes, médicos cooperados, funcionários e comunidade. Dona Ivone Caineli é um exemplo de parceria voluntária. Há vinte anos, a aposentada de Assaí (norte pioneiro do Paraná) precisou de uma cadeira de rodas para a sua filha, que sofria de uma doença grave na época. Por conta desta experiência, há alguns anos ela  contribui com a campanha da Unimed. Em 2018, Dona Ivone entregou, com a ajuda dos moradores de Assaí, mais de 130 garrafas PET de dois litros cheias de lacres de alumínio. “Eu não ajudo sozinha, as pessoas me ajudam com os lacres [...] eu ganho da comunidade e passo para a comunidade”, explica. Com a doação da voluntária, foi possível adquirir quase uma cadeira de rodas, já que são necessárias 140 garrafas para a compra de um equipamento. 

 

Voluntária - Além de juntar os lacres, dona Ivone vai à Pastoral da Criança de Assaí recolher e consertar as cadeiras que estão em péssimas condições. “Isso faz bem para a minha cabeça, porque quando você faz bem para os outros, você faz bem para si mesma”, comenta. Para esse ano, Dona Ivone já conta com 48 litros de lacres arrecadados. “Estou querendo participar mais, seu Deus quiser. E tudo o que é bom, eu falo que Ele quer”.

 

A campanha - A edição 2019 da campanha se encerra no dia 15 de agosto. Para participar, junte o maior número de lacres de alumínio e entregue em um dos pontos de atendimento da Cooperativa (sede administrativa, Clínica Multiprofissional, Pronto Atendimento, Clínica de Vacinas e escritórios regionais de Arapongas, Cambé, Ibiporã e Rolândia). Os lacres são comercializados por peso e podem ser guardados em qualquer recipiente. As garrafas PET são apenas uma sugestão, porque facilitam a contagem e armazenagem do produto. 

 

Resultados - Em 2018, a campanha Eu Ajudo na Lata alcançou a marca de 100 cadeiras de rodas doadas ao longo de seis anos. Os equipamentos beneficiaram 36 instituições de Londrina e região e mais de 27 mil pessoas. Este resultado equivale a mais de nove mil quilos de alumínio arrecadados e reciclados. 

 

Edital - Neste ano, a Unimed Londrina publicará um edital no próprio site, para que as instituições da cidade possam se inscrever e serem selecionadas para a doação dos equipamentos. A gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti, explica que o objetivo do edital é dar oportunidade para que outras entidades, que ainda não têm contato com a Cooperativa, sejam beneficiadas. “Isso também permitirá que a Unimed Londrina amplie o relacionamento com a comunidade”, diz. (Assessoria de Imprensa Unimed Londrina)

RAMO CRÉDITO: Cooperativas crescem e colaboram com o avanço do agronegócio brasileiro

 

No bojo do crescimento do agronegócio brasileiro ao longo dos últimos anos está a participação cada vez maior das cooperativas de crédito. Foram essas instituições que mais contribuíram para os avanços da produção rural, possibilitando investimentos em mais tecnologia e eficiência da porteira para dentro. O cooperativismo de crédito existe há mais de 100 anos, mas foi principalmente a partir de 1980 ou 1990, após resoluções do Banco Central, que o sistema passou a se expandir com força maior. As vantagens das cooperativas de crédito foram a presença mais forte em cidades e regiões onde os bancos tradicionais ainda não haviam chegado, aponta Maiko Zanello, analista técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Atualmente, existem 967 cooperativas de crédito em atividade no Brasil. Há cinco anos, eram 1.149. A redução, no entanto, não se deve a problemas ou riscos enfrentados por estas instituições. “O sistema se profissionalizou mais e se concentrou no sentido de aproveitar melhor as estruturas existentes para reduzir custos e crescer de maneira consistente”, explica o especialista.

 

Indicadores - Outros números comprovam a avaliação de Zanello. Um deles é o número de cooperados deste sistema, que passou de 6,2 milhões em 2013 para 9,6 milhões em 2017. O crescimento anual foi de 8%, ou seja, em torno de 60 mil novos cooperados a cada ano. Os depósitos nas cooperativas de crédito também cresceram neste período, destaca o analista. Em 2014, o montante – 64% apenas de pessoas físicas – era de R$ 67,6 bilhões. O volume fechou 2017 em R$ 95,8 bilhões. As operações em cartão de crédito também aumentaram 35% de 2016 a 2017. “A própria natureza do sistema leva ao crescimento. Quando uma pessoa conhece e sente confiança de trabalhar, vê que é muito melhor que o sistema bancário convencional”, explica o analista da Ocepar. Segundo Zanello, o nível de risco das carteiras de crédito das cooperativas do segmento está classificado entre A e B. Além disso, as cooperativas de crédito possuem grande liquidez, porque não se arriscam muito no mercado, ele acrescenta. Em geral, os investimentos dessas instituições são conservadores, mantendo o foco na segurança do negócio.

 

FGCoop - As cooperativas de crédito também são reguladas pelo Banco Central e os cooperados tem a proteção do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), que garante até R$ 250 por associado. “O sistema também faz parte da Ocepar e da Organização das Cooperativas de Crédito do Brasil, que monitoram os balanços financeiros e, caso não estejam bem, economistas e contadores vão à cooperativa para apresentar possíveis soluções. É um sistema bem consolidado”, afirma Zanella. O fundo garantidor regulado pelo banco central e operação de até 250 mil por cooperado, o que traz mais segurança ao segurado. O sistema também faz parte do Ocepar e sistema OCB que monitoram elas. Sescoop tem a função de monitorar todas as cooperativas do PR. Mandam para Sescoop todo o balanço financeiro dela. Em casos que não estejam bem, economistas e contadores vão à cooperativa e apresentam soluções possíveis para elas. O sistema, em último caso, se organiza para que cooperado não seja impactado por eventual falência de cooperativa. É um sistema muito bem consolidado.

 

Diferencial - Um diferencial das cooperativas de crédito é que não existem clientes ou correntistas. Na verdade, estes são cooperados e ainda se tornam donos das cooperativas. “Todos os anos, as cooperativas de crédito devolvem as sobras no fim do exercício”, conta o especialista. Neste sentido, se nos bancos tradicionais os recursos se concentram nas mãos de famílias ou donos, nas cooperativas de crédito o dinheiro permanece nas regiões atendidas. “É uma nova forma de operar no mercado, no qual não se tira o dinheiro de onde ele está, pois os recursos circulam por ali”. Esse olhar dos correntistas como cooperados que também proporcionam um atendimento diferenciado dos funcionários no atendimento das agências. “O tratamento é especial, uma vez que qualquer cooperado pode um dia ser o presidente da cooperativa”, ressalta Zanello.

 

Sul - A região Sul é onde se concentra a maior parte das cooperativas de crédito. Mais de 50% dos cooperados vivem nos municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Se antes as agências das maiores cooperativas do segmento estavam presentes até mesmo nas menores cidades desses Estados, agora o movimento é inverso. “As cooperativas tem aumentado o numero de postos de atendimento e agências, em uma tendência contrária à do sistema bancário convencional, e estão crescendo nas capitais”, diz Zanello. De 2016 para 2017, o número de agências de cooperativas de crédito cresceu 5%. O foco são cidades como Curitiba e São Paulo, por exemplo. As maiores cooperativas do setor são aquelas que possuem centrais, como Sicoob, Sicredi, Unicred e Cresol. Com exceção da Unicred, as demais têm forte presença no agronegócio, afirma Maiko Zanello. O Sicoob possui atualmente 16 centrais e 464 singulares. Já o Sicredi, tem cinco cooperativas centrais e 116 singulares, enquanto a Cresol conta com quatro centrais e 110 singulares.

 

Uma história de mais de 100 anos O modelo do cooperativismo de crédito chegou ao Brasil em 1902, em uma iniciativa do padre suíço Theodor Amstad. A cidade era Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul. Em conjunto com outras 19 pessoas, ele fundou a primeira cooperativa de crédito da América Latina, que até hoje está em funcionamento: a Sicredi Pioneira. Manfred Dasenbrock, presidente Nacional do Sistema Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, é quem conta essa história. “O sacerdote inspirou-se em um movimento que começou com Friedrich Wilhelm Raiffeisen, alemão que criou em 1864 a Associação de Caixa de Crédito Rural de Heddesdorf. A partir dessa iniciativa, o movimento não somente se expandiu pela Alemanha, mas também por outros países, conquistando amplitude mundial”, relata.

 

Agronegócio - A cooperativa sempre teve grande ligação com o agronegócio, focando a atuação no desenvolvimento dessa atividade. Atualmente, cerca de 18% dos mais de 3,9 milhões de associados são de perfil agro, o que representa mais de 600 mil pessoas distribuídas nos 22 Estados em que o Sicredi está presente, conta Mandredi. “Atendemos produtores de todos os portes, mas nossa principal atuação é com a agricultura familiar, que responde por cerca de 90% da nossa base de associados ligados ao agronegócio”.

 

Capilaridade - Neste sentido, a cooperativa de crédito cresceu nas regiões com maior força no agronegócio. Primeiramente, na região Sul e, em seguida, no Centro-Oeste. O Sicredi possui atualmente mais de 1.600 agências em 22 Estados e no Distrito Federal. Um dos grandes marcos do crescimento do Sicredi foi a partir de 2003, de acordo com Manfredi, quando o Banco Central do Brasil permitiu a todas as cooperativas de crédito trabalharem com todos os públicos (a chamada livre admissão, quando qualquer pessoa, de qualquer segmento, poderia ser admitida como associada das cooperativas). Até este momento o Sicredi, contava com cerca de um milhão de associados. “Após a livre admissão, iniciamos uma trajetória acelerada de crescimento, chegando também em cidades de médio e grande porte”, ressalta.

 

Woop Sicredi - Chegar ao Nordeste brasileiro e ampliar uso dos meios digitais agora são a chave para a cooperativa de crédito continuar crescendo, afirma o presidente. Neste último ponto, a instituição lançou o Woop Sicredi, aplicativo que permite a pessoas se associarem e abrirem suas contas de maneira totalmente digital, sem precisar ir em uma agência. “Em poucos cliques e escaneando os documentos necessários você tem a sua conta aberta”, conta.

 

Estratégias - As estratégias têm dado resultado positivo anualmente, segundo Manfredi. Em 2017, a instituição registrou 20% de crescimento, alcançando o resultado líquido de R$ 2,35 bilhões. Os ativos totais apresentaram crescimento de 17,3%, na comparação com o ano anterior, chegando a R$ 77,3 bilhões. Em patrimônio líquido, o Sicredi também conquistou resultado positivo, com aumento de 18,2%, totalizando R$ 12,8 bilhões. Para 2018, a previsão de crescimento permanece em torno de 20%, com investimento de mais de R$ 400 milhões para modernização de sistemas e abertura de novas agências até o fim do ano. Em 2019, permanecem os planos de ampliação do número de agências por todo o País, destaca o presidente da cooperativa central. São mais de 200 agências planejadas para inaugurar, especialmente em Minas Gerais, no Nordeste e em São Paulo e “mantendo o reforço da operação digital para atingir a mais e mais públicos”.

 

O crédito solidário - O foco do Sistema Cresol atende em torno de 200 mil famílias brasileiras com o objetivo de promover a inclusão na agricultura. Foi no sentido de promover o desenvolvimento local que a cooperativa de crédito se tornou referência nacional e internacional no chamado Crédito Solidário, aponta o diretor Superintendente da Central Cresol Baser, Adriano Michelon. “O Sistema Cresol Baser nasceu há 23 anos com a missão de incluir famílias agricultoras ao sistema financeiro nacional, proporcionando crédito para investir e gerar renda na propriedade familiar. O sistema, ao longo dos anos, se desafiou em ser e fazer a diferença e hoje é referência em crédito solidário, sendo a maior cooperativa do Brasil”, conta ele.

 

Presença - Atualmente, são mais de duzentas mil famílias cooperadas em dez Estados – Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Rondônia e Amazonas –, onde as cooperativas trabalham para o desenvolvimento econômico e social dos seus associados, proporcionando serviços financeiros a custos inferiores em relação aos do sistema financeiro bancário tradicional.

 

Atendimento - Segundo Michelon, com foco no atendimento e nas necessidades e demandas do cooperado, a Cresol dispõe de soluções financeiras, como soluções para crédito e movimentação financeira, onde disponibiliza de linhas de recursos próprios para atender às necessidades momentâneas dos cooperados, com créditos rotativos, aquisição de bens móveis, imóveis e serviços. “Mantendo a essência de ser uma cooperativa completa, com produtos e serviços tecnológicos, de uso fácil e inteligente, a Cresol preza pelo grande diferencial de mercado que é o atendimento pessoal, onde nossas equipes estão organicamente ligadas a realidade da comunidade, das necessidades financeiras e de serviços complementares, levando aos cooperados a solução ideal no momento que ele mais precisa”, diz.

 

Soluções - Para o público que busca soluções para aplicação financeira, a Cresol possui linhas para aplicação, investimento em cota capital, investimento em planos de Previdência Complementar Privada, os planos de consórcios de serviços, bens móveis e imóveis. Já para garantir, tranquilizar e dar solução de segurança para os cooperados fazerem investimentos a médio e longo prazo, a Cresol possui um grande portfólio de seguros. A Cresol possui até o momento 240 agências de relacionamento e um patrimônio de referência de R$ 512 milhões. Os depósitos totais somam R$ 881,64 milhões. Segundo a cooperativa, o crédito rural para investimento é de R$ 1,17 bilhão, enquanto o de custeio atingiu 647,82 milhões em 2017.

 

A maior rede - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui 4,2 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por 460 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação), segundo informações da assessoria de imprensa. O sistema foi criado em 1997 com o objetivo de organizar e fortalecer um grupo de instituições financeiras cooperativas com foco na solidariedade e intercooperação.

 

Sistema - Integram o sistema, ainda, o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas de cartões, consórcios, DTVM, seguradora, previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. Com tudo isso, segundo a cooperativa, a rede Sicoob é a quinta maior entre as instituições financeiras que atuam no país com 2,8 mil pontos de atendimento.

 

Crescimento - A cooperativa informa que diferentes questões impulsionaram o crescimento do Sicoob ao longo de sua história. Dentre eles, o modelo de negócio, o propósito, o foco na comunidade, além da atratividade de suas taxas e tarifas, tecnologia de ponta. Por fim, contribuíram a ampliação da gama de produtos e serviços ofertadas aos seus cooperados. “Gestão eficiente e pautada em sólidos conhecimentos de mercado. Cada vez mais pessoas se interessam pelo modelo, que representa ótima alternativa em relação aos bancos tradicionais”, aponta a instituição.

 

Vantagens - Conforme o Sicoob, uma das principais vantagens da instituição é que “sua finalidade maior é o desenvolvimento regional das comunidades onde as cooperativas atuam, e não o lucro”. As singulares investem seus recursos no mercado local em que estão inseridas e dão tratamento igual a cada associado, afirma. Nos últimos 20 anos, o Sicoob registrou crescimento médio anual de 21% em seus ativos, passando de R$ 1,8 bilhão em 1998 para R$ 100 bilhões até setembro de 2018. Segundo a cooperativa de crédito, isso denota o modelo sustentável de suas atividades. (Suinocultura Industrial)

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Inaugurado mais um espaço na Avenida Paulista

 

A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP inaugurou nesta segunda-feira (14/01) mais um espaço na capital do estado de São Paulo em um dos principais endereços empresariais e financeiros do país, a Avenida Paulista. Este foi o local escolhido pela instituição para sediar seu escritório regional, com uma ampla estrutura, uma ambientação moderna e funcional compõe a arquitetura do espaço que foi desenvolvido e pensado para atender aos associados e parceiros, promover o desenvolvimento e capacitação dos colaboradores, realizar mais negócios e contribuir com o fortalecimento do Cooperativismo no Brasil.

 

Expansão - Dando sequência ao seu plano de expansão, a Cooperativa - que já possuía uma agência na Av. Paulista - finalizou o ano de 2018 com 15 espaços de atendimento na cidade de São Paulo. E, segundo o Presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, virão muitas novidades em 2019. “Firmamos um acordo com a ACSP – Associação Comercial de São Paulo e, neste ano, iremos inaugurar mais 15 novos espaços Sicredi nas distritais da entidade. Com certeza, esta será uma parceria muito positiva para todos os associados da ACSP e do Sicredi.”, acrescenta Jaime.

 

Relacionamento - Em um movimento contrário ao mercado financeiro, o Sicredi segue ampliando sua rede física de atendimento e fortalecendo o relacionamento através do atendimento próximo e personalizado. “Iremos ampliar a nossa atuação em São Paulo e oferecer o que temos de melhor em nosso portfólio de produtos e serviços financeiros. Queremos que mais pessoas e empresas conheçam e entendam o que o Cooperativismo pode fazer para melhorar seus negócios e suas vidas”, conclui Moacir Niehues, Diretor Executivo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP. (Assessoria de Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

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SICREDI UNIÃO: Cooperativa realizará 79 assembleias de prestação de contas

 

Para que os associados, que são os donos da instituição, possam conhecer os resultados e participar das decisões, a Sicredi União PR/SP realizará 79 assembleias de núcleos. São eventos de prestação de contas que acontecerão de 15 de janeiro a 18 de março em todas as cidades em que a Sicredi União tem agências no norte e noroeste do Paraná, centro e leste paulista. 

 

Eventos - Os eventos acontecerão às 11 e às 19 horas para a prestação de contas relativas ao exercício de 2018 e a apresentação da destinação dos resultados (sobras) e dos recursos advindos do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (Fates). Nas assembleias também haverá eleição dos membros do conselho fiscal e apresentação da política de governança.

            

Assembleias - As primeiras assembleias acontecerão em 15 de janeiro referentes às agências de São Jorge do Ivaí e Indianópolis, ambas às 11 horas, e das agências Cianorte Centro, Mandaguaçu e Ourizona, às 19 horas. Como algumas assembleias acontecem no mesmo horário, o presidente da Sicredi União, Wellington Ferreira, e o diretor executivo, Rogério Machado, se dividirão. 

            

Cooperados - Todos os mais de 200 mil associados poderão participar e deliberar sobre os assuntos discutidos. Inclusive, a Sicredi União incentiva a participação dos associados nas decisões, por meio de programas como o Crescer e Pertencer. No caso do Crescer, os associados recebem, por meio de três fases, informações sobre o cooperativismo, o papel na cooperativa, programas sociais que a instituição realiza, entre outros. E o Pertencer conta com assembleias, comitês e reuniões de apresentação de resultados. 

            

Agenda - Confira a agenda das assembleias entre 15 e 18 de janeiro:

Dia 15: Agência São Jorge do Ivai, 11 horas, no Salão Padre Urbano Giacobo, na rua Santos Dumont, 1528

Dia 15: Agência Indianópolis, às 11 horas, no Salão Paroquial da Igreja Santo Antônio, na rua Antônio Dias, 924

Dia 15: Agência Cianorte Centro, 19 horas, na Villa do Farol, na PR 323- Km 221

Dia 15: Agências Mandaguaçu e Ourizona, 19 horas, no Restaurante Porco no Tacho, na rua Pioneiro Aquino Cantagalli, 165

Dia 16: Agência São Carlos do Ivaí, 11 horas, na Associação dos Servidores Públicos, na rua Baia, sem número

Dia 16: Agência Jussara, 11 horas, no Salão Paroquial, na rua Bandeirantes 830

Dia 16: Agência Tuneiras do Oeste, 19 horas, no Salão da Igreja, na rua Espírito Santo, 723

Dia 16: Agência Paraíso do Norte, 19 horas, no CTG, no prolongamento da Avenida Tapejara, sem número

Dia 17: Agência Tapira, 11 horas, no Salão Paroquial, na praça da Matriz, 130

Dia 17: Agências Douradina e Maria Helena, 19 horas, na Mitra Diocesana de Douradina, que fica na rua Paraná, sem número

Dia 18: Agência Graciosa, 11 horas, no Salão Paroquial, na avenida Oswaldo Cruz, sem número

Dia 18: Agência Paranavaí, 19 horas, no Centro de Eventos, na avenida Heitor de Alencar, 3.260

(Assessoria de imprensa Sicredi União PR/SP)

SICOOB: Personagens reais estrelam campanha da cooperativa para o Show Rural 2019

 

sicoob 15 01 2019Entre os dias 4 e 8 de fevereiro, acontece em Cascavel (PR) a 31ª edição do Show Rural Copavel, um dos maiores eventos de novidades do agronegócio do mundo, que reúne o que há de melhor em tecnologia, inovações e tendências para o agronegócio. Por mais um ano, o Sicoob levará à feira o stand e as ações de marketing com o tema "Sou Rural", que remetem ao orgulho de ser do campo e de se trabalhar com a terra. Em 2019, a campanha traz uma nova proposta, que remete ao propósito do Sistema Sicoob Unicoob: humanizar as relações financeiras.

 

Participantes - Participaram o cooperado Elimar Michaelsen e a colaboradora Fernanda Lopes Gebauer, do Sicoob Credicapital (Cascavel) e também o cooperado Airton Marques da Silva e o colaborador Edson Máximo, do Sicoob Aliança (Apucarana). Pensando nisso, a campanha contou com a participação de personagens reais. Dois cooperados e dois colaboradores foram convidados para representar as pessoas que fazem o crédito rural do Sicoob e o homem do campo.

 

Apoio - Cooperado há cerca de dois anos, o agricultor Elimar Michaelsen conta que o apoio do Sicoob foi essencial para ampliar e diversificar a produção na propriedade da família. “Eu precisava de um parceiro que tivesse confiança em mim, algo que outros bancos não tinham. Eu não tinha experiência e nem como provar renda, consequentemente não tinha crédito. Fui no Sicoob e consegui o primeiro financiamento da minha lavoura de soja”, afirma. Sobre o convite para participar da campanha, Elimar conta que ficou surpreso, mas muito feliz. “Nada melhor que um cooperado real retratando o quão bom é o Sicoob. Me senti importante”, diz.

 

Honra - Para a colaboradora Fernanda Lopes Gebauer, representar as equipes de crédito rural do Sicoob Unicoob foi uma honra. “Me sinto muito feliz por tornar realidade o propósito de humanizar as relações financeiras. Por mostrar como Sicoob é e o que podemos proporcionar aos nossos cooperados”, complementa.

 

Materiais - Os materiais produzidos pela equipe de Comunicação, Marketing e Eventos do Sicoob Central Unicoob para a campanha serão utilizados para estampar os cartazes, filipetas, anúncios, painéis internos e externos do stand, painel rodoviário e painéis de publicidade durante o Show Rural Coopavel. No link você confere o vídeo dos bastidores da produção: http://intranet.sicoobpr.com.br/?menu_id=180&n=2403.  (Assessoria de Imprensa Sicoob)

 

COOPAVEL: Escola do Campo premiará alunos durante 31º Show Rural

 

coopavel 15 01 2019Doze alunos de escolas da rede municipal de ensino da região de abrangência da Coopavel vão receber prêmios durante o 31º Show Rural Coopavel. Os trabalhos deles foram escolhidos entre mais de 200 inscritos para a etapa de 2018 do projeto Escola do Campo, realizado há mais de 15 anos pela Unicoop (Universidade Coopavel) em parceria com a Syngenta e a Abrinq, a Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos.

 

Parcerias - Nessa edição, 90 escolas de cidades da região Oeste e Sudoeste, somando 1.993 alunos de quintas séries, participaram da parceria. Durante todo o ano eles receberam informações sobre preservação da natureza e recursos naturais e da importância da tecnologia para a produção sustentável de alimentos. “E os alunos estão muito mais atentos a essas demandas do que se imagina”, diz o coordenador da Unicoop, Antônio Augusto Putini.

 

Preparação - Os professores envolvidos no projeto são, anteriormente ao debate dos temas em sala de aula, preparados por técnicos ligados à Universidade Coopavel. “A aceitação ao projeto é surpreendente, porque todos entendem o alcance de se preocupar e de também colaborar para a preservação do meio ambiente e dos seus recursos, que são finitos”, diz Putini. Todas as informações que os alunos recebem durante as aulas sobre o tema são, no fim dos encontros, sintetizadas em desenhos. 

 

Compartilhamento - Com a colaboração da professora, eles fazem composições que mostram propriedades rurais com áreas agricultáveis, silos, moradias e até agricultores devidamente protegidos para a aplicação de agroquímicos. Ao mesmo tempo em que aprendem, as crianças compartilham essas informações em casa e com pessoas da sua comunidade e isso é muito importante para a conscientização sobre o tema, diz o coordenador da Universidade Coopavel.

 

Projeto - O projeto criado pela Syngenta em parceria com o governo do estado de São Paulo, em 1991, hoje alcança boa parte do Brasil. São mais de 300 mil alunos de quintas séries conectados pelos conteúdos. Na etapa de 2018, que tem como parceiros a Coopavel, a Syngenta e a Abrinq, cada um dos alunos com trabalhos escolhidos entre os 12 melhores será presenteado com um aparelho de celular. Será entregue premiação também às professoras.

 

O evento - O Show Rural Coopavel vai ser realizado em sua 31ª edição de 4 a 8 de fevereiro de 2019 em uma área de 720 mil metros quadrados em Cascavel, no Oeste do Paraná. Neste ano serão 520 mil expositores e a expectativa de visitantes é superior a 250 mil pessoas. O volume de recursos movimentados deverá ficar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões. A principal novidade dessa edição é o Show Rural Digital, voltado a empresa de tecnologia e inovação. (Assessoria de Imprensa Coopavel)

 


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