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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4490 | 09 de Janeiro de 2019

PLANO SAFRA: Corte em subsídio deve atingir crédito rural, aumentando juros

 

plano safra 09 01 2019A intenção do governo de reduzir os subsídios que garantem juros mais baixos no crédito rural deve se refletir no Plano Safra 2019/2020, que trará o montante de recursos e as condições de financiamento para o ciclo de produção que começa em julho. Tradicionalmente, o Plano Safra é anunciado entre o fim de maio e o mês de junho. As discussões ainda não começaram, mas o novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, já sinalizou que a dinâmica tende a mudar. O próprio setor acredita que a tendência é de que os juros caminhem para valores próximos dos cobrados hoje no mercado.

 

Críticas - As críticas aos subsídios ao setor agrícola são antigas em Brasília. Uma visão recorrente entre técnicos de governos anteriores era de que, apesar de necessário em alguns casos, o crédito subsidiado distorce o mercado. Um dos principais efeitos é de que o Tesouro acaba arcando com a despesa que o juro menor aos produtores rurais acarreta.

 

Transferência - Em 2017, o Tesouro pagou R$ 5 bilhões ao Banco do Brasil, principal financiador do setor agropecuário, a título de “equalização” de juros, ou seja, o órgão transfere recursos públicos à instituição para que ela possa cobrar taxas menores do setor produtivo. No primeiro semestre de 2018, o montante ficou em R$ 1,6 bilhão.

 

Em vigor - No Plano 2018/2019, em vigor, a taxa de juro cobrada no Pronamp – um dos principais programas que atende produtores com renda bruta anual de até R$ 2 milhões – é de 6% ao ano. O porcentual está abaixo da taxa Selic, em 6,5% ao ano. Considerando todas as taxas reguladas no crédito rural, o juro médio em novembro foi de 7% ao ano, segundo dados do Banco Central. O porcentual é inferior aos 9,2% da média das operações com crédito direcionado para empresa e crédito do BNDES. O custo também está bem abaixo dos 20,3% ao ano cobrados, em média, em operações com crédito livre (sem recursos da poupança e do BNDES). (O Estado de S. Paulo)

 

SEGURO RURAL: Tereza Cristina defende mais recursos para o seguro agrícola

 

seguro rural 09 01 2019A nova ministra da Agricultura, Tereza Cristina, defende que o orçamento do programa de subvenção ao prêmio do seguro rural seja fortalecido no governo do presidente Jair Bolsonaro. Dificilmente o montante reservado pelo governo para o seguro ultrapassa R$ 400 milhões anuais. “Nosso principal desafio se chama seguro e precisamos resolver esse entrave”, disse a ministra logo depois da posse do novo presidente do novo Banco do Brasil, Rubem Novaes. O aumento das verbas destinadas ao seguro agrícola é uma demanda antiga do setor de agronegócios. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem recomendado que o orçamento aumente para R$ 1,2 bilhão. (Valor Econômico)

 

AGROPECUÁRIA: Municípios do agronegócio lideram crescimento do PIB

 

Cerca de 82% dos municípios brasileiros classificados como os maiores produtores do agronegócio tiveram crescimento nominal superior à taxa anual do PIB do país, que foi de 4,4% entre 2014 e 2016. O levantamento foi realizado pelo Ministério da Agricultura, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes aos números de mais de 5.000 municípios em 2016. Quando isolados os 100 maiores produtores agrícolas, o crescimento médio foi de 9,81% no período. De acordo com a Agricultura, esses municípios respondem por 7,2% do PIB do país, e por 27,5% do Valor Bruto da Produção (VBP Lavouras).

 

Matopiba - “Em diversos municípios do Nordeste, o valor da produção agropecuária teve acentuada redução em 2017. Isso ocorreu muito fortemente entre os que integram a região chamada Matopiba, considerada importante área de expansão da fronteira agrícola”, destacou o coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Garcia Gasques. “Nos estados da Bahia, Piauí e Maranhão, muito afetados pelas secas ocorridas nos últimos anos, a redução de safras foi muito forte, ocasionando redução do valor da produção”, afirmou. Entre os 100 maiores produtores agrícolas, o aumento médio foi de quase 10%, superior à taxa anual do país, na casa de 4%. (Canal Rural/Estadão Conteúdo)

PREVIDÊNCIA: Guedes quer incluir capitalização em proposta de reforma

 

previdencia 09 01 2019A proposta de reforma da Previdência que vem sendo desenhada pela equipe técnica do ministro da Economia, Paulo Guedes, pode já ser encaminhada com a previsão de um regime de capitalização. O texto ainda deve endurecer as regras de aposentadoria de regimes especiais como os que contemplam os professores, policiais militares e bombeiros. Além disso, pode fazer com que em 10 anos todos brasileiros estejam se aposentando com a idade mínima que será definida por lei. Também quer mexer nas regras das Forças Armadas, elevando o tempo de serviço para aposentadoria para 35 anos. O objetivo é antecipar o impacto fiscal da reforma da Previdência Social, reforçando os ganhos em termos de repercussão nos mercados e nas contas públicas. 

 

Versões - A área econômica tem ao menos duas versões alternativas, uma delas que mantém direitos (ou privilégios, na visão de alguns técnicos) a algumas categorias, como indicou desejar o presidente Jair Bolsonaro na semana passada. Na terça-feira (08/01), o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, foi ao Ministério da Economia em mais uma tentativa de abafar os rumores de briga com Guedes. O normal é o titular da área econômica ir à Casa Civil. Na pauta, estava a reforma da Previdência Social, que havia sido discutida em reunião de secretários do ministério da Economia poucas horas antes. Onyx afirmou que os técnicos vão alinhar detalhes acerca da reforma da Previdência com objetivo de apresentar uma proposta a Bolsonaro na próxima semana. Segundo Onyx, a partir daí o presidente escolherá os caminhos a serem tomados sobre o tema antes da viagem a Davos - daqui a duas semanas. A intenção é encaminhar o texto ao Congresso em fevereiro, até a segunda semana, quando estará definida a composição do comando das duas Casas. 

 

Futuras gerações - Guedes disse que, além de reformar o sistema atual, a intenção é incluir na mesma proposta de emenda constitucional (PEC) o regime de capitalização (em que cada trabalhador tem conta separada) para o futuro. "A proposta de capitalização que estamos desenhando é mais robusta. É mais difícil, o custo de transição é alto, mas estamos trabalhando para as futuras gerações". Ao ser perguntado se a proposta do governo vai aproveitar a que já está na Câmara, Guedes respondeu apenas: "Aí já é estratégia política." 

 

Militares - "O presidente Bolsonaro tem capacidade muito grande de sinalizar caminhos. E quando ele falou, e a gente comentou na última semana, ele quer mostrar o que estamos mostrando a ele, que vai ser uma reforma humana, mas que dá condições de o Brasil buscar equilíbrio fiscal", disse Onyx. No caso das Forças Armadas, o vice-presidente Hamilton Mourão já havia admitido em entrevista ao Valor que existe uma ideia de elevar o tempo de serviço militar de 30 para 35 anos. Os técnicos já começaram a conversar sobre mudanças nas regras de aposentadorias dos militares para definir em qual momento as encaminha ao Congresso Nacional. Se em fevereiro, junto com todas as mudanças que pretendem implementar, ou se mais para frente. "Ideia é que todos devem dar sua contribuição", disse uma fonte ao Valor. Esse assunto ainda é visto como espinhoso pois enfrenta resistência do presidente Jair Bolsonaro.

 

Rural - No caso do trabalhador rural, por enquanto o tema segue de fora da reforma. Os ajustes para esse público serão feitos pela medida provisória a ser apresentada a Bolsonaro e que tem como objetivo reduzir o elevado índice de fraudes, retirando, por exemplo, dos sindicatos o poder de emitir certificado de comprovação de trabalho rural. Uma discussão importante é sobre a regra de transição para todos trabalhadores. 

 

Transição - O texto aprovado em comissão especial da Câmara em 2017 prevê o estabelecimento de uma idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres - idades que seriam atingidas após uma transição de 20 anos. Mas os técnicos do atual governo querem reduzir à metade esse prazo, mesmo com a fala de Bolsonaro indicando uma regra mais branda para idade mínima. Para os professores, uma das propostas é colocar uma idade cinco anos inferior que o previsto na regra geral. Hoje um professor solicita a aposentadoria após comprovar contribuição previdenciária de 30 anos, para homens, ou 25 anos, para mulheres. (Valor Econômico)

 

DÍVIDAS: União deve sofrer calote de R$ 154 bilhões de Estados

 

Até 2022, cerca de R$ 154 bilhões deixarão de entrar no caixa do Tesouro Nacional por causa de benefícios concedidos aos Estados, segundo estimativa preliminar da área econômica. Entre 2016 e 2018, o socorro do governo federal aos Estados atingiu R$ 80,7 bilhões. Técnicos informam que os Estados estão conseguindo liminares na Justiça para deixar de pagar dívidas com a União ou empréstimos bancários garantidos pelo Tesouro, o que aumenta ainda mais o subsídio. 

 

Casos - Os governos de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul não estão pagando suas dívidas, informam fontes credenciadas. Mesmo assim, os dois Estados não assinaram acordo com o governo federal para aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Na segunda-feira (07/01), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, ordenou que a União se abstenha de bloquear R$ 443,3 milhões de Minas. O valor era uma contragarantia do Estado a empréstimos concedidos pelo Banco do Brasil. Em 2014, Rondônia obteve liminar que impediu a União de bloquear recursos destinados a pagar dívida do Estado. O governo estadual alegou situação de calamidade por causa de uma enchente. Passados quatro anos, a liminar perdura. 

 

Crédito - De 2009 a 2013, a União autorizou R$ 143 bilhões em operações de crédito para os Estados, muitos deles sem condições de honrar os compromissos. Do socorro previsto de R$ 154 bilhões, R$ 33,6 bilhões serão para cobrir calotes dados por Estados em empréstimos com garantia do Tesouro. Cerca de R$ 114,8 bilhões decorrerão da redução do fluxo de pagamento dos Estados, referente a dívidas renegociadas pela União. Haverá ainda perda de R$ 5,94 bilhões relacionada ao Banerj. Os recursos que deixam de ingressar no Tesouro não afetam o cumprimento da meta de superávit primário, pois resultam de operações financeiras realizadas, ou seja, não são receitas primárias. Mas afetam a dívida da União. (Valor Econômico)

LOGÍSTICA: Porto de Santos fecha o ano com recorde de movimentação de carga

 

O Porto de Santos fechou o ano de 2018 com recorde na movimentação de cargas, atingindo 131,5 milhões de toneladas, um aumento de 1,3% sobre o ano anterior, quando o volume ficou em 129,8 milhões de toneladas. O resultado consta de balanço inicial feito pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), autoridade portuária e administradora do complexo portuário santista. 

 

Soja - A soja destacou-se como a carga de maior volume movimentado e bateu recorde anual: 20,3 milhões toneladas, um crescimento de 23% sobre a maior marca anterior estabelecida, em 2017. O açúcar e o milho destacaram-se também, mas tiveram desempenho inferior aos recordes estabelecidos no ano passado. Foram movimentadas 14,2 milhões de toneladas de açúcar, cerca de 24,3% abaixo do ano anterior (18,7 milhões de toneladas). De milho foram movimentadas 12,4 milhões de toneladas, volume cerca de 12,6% menor do que o verificado em 2017. 

 

Celulose - Outro importante destaque foram os embarques de celulose que contaram com novo terminal no porto para escoar a produção de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. As exportações do produto atingiram 4,5 milhões de toneladas, correspondendo a uma expansão de 46,4% frente ao resultado de 2017. Para este ano, a Codesp estima movimentação de 136,4 milhões toneladas de mercadorias no porto, uma expansão de 3,7% sobre o resultado de 2018. (Agência Brasil de Notícias)

COOPAVEL: Dia de campo ajuda produtor a obter silagem de alta qualidade

 

A adoção de alguns cuidados faz enorme diferença na preparação de silagem de alta qualidade para o rebanho leiteiro. É disso que tratou dia de campo nesta terça-feira, 8 de janeiro, no parque que há 31 anos recebe o Show Rural Coopavel. O evento contou com a participação de técnicos, cooperados e agricultores de cidades da área de abrangência da cooperativa. “Todos que compareceram puderam agregar informações valiosas aos seus conhecimentos que, devidamente colocadas em prática, darão grande contribuição à área da pecuária de leite da propriedade rural”, diz um dos responsáveis pela área de pecuária da Coopavel, o médico veterinário Fábio Taborda.

 

Atenção - A agropecuária é uma atividade das mais dinâmicas e estar atento às novidades é fundamental para elevar a produtividade, a qualidade e os resultados, ressaltou o gerente de filiais Daltro Estivem Pestana, que agradeceu a presença de todos no evento, o primeiro com essa característica desenvolvido na área experimental que recebe uma das maiores mostras do mundo em transmissão de conhecimentos para o campo. 

 

Eficiência - O primeiro aspecto trabalhado foi fertilizantes, com o gerente da área da cooperativa, Paulo Eduardo de Siqueira. “Nosso desafio permanente é de sempre melhorar a eficiência agronômica dos fertilizantes que a Coopavel coloca à disposição do produtor rural”. Paulo deu destaque especial às características especiais encontradas na linha premium. Os presentes foram divididos em grupos e participaram de palestras técnicas em diferentes tendas instaladas no ambiente. Eles foram informados sobre plantio, adubação, processamento, compactação e vedação do silo-bolsa. 

 

Dúvidas - Uma das primeiras dúvidas trabalhadas foi o correto conceito de silagem, que é um processo biológico que consiste na conservação de material forrageiro, mantendo a qualidade e preservando os valores nutricionais e sanitários, por meio da fermentação lática. Um dos cuidados básicos é quanto à adoção de meios que possam inibir a presença de bactérias, oferecendo ao gado então alimento altamente nutritivo.

 

Orientações - Os técnicos das empresas parceiras do dia de campo informaram sobre práticas fundamentais para garantir a alta qualidade da silagem. Eles ressaltaram, entre outros pontos, quanto a aspectos associados à produtividade, qualidade nutricional, adaptação e estabilidade, sanidade foliar e de grãos, tolerância à seca, resistência a insetos, sobre riscos de uso de materiais de rápida secagem e quanto a diferentes grupos de maturação.

 

Informações - Os produtores foram informados sobre a época correta para colher o milho destinado à silagem. O mais indicado é quando a linha do leite estiver na metade do grão. Para o corte, a recomendação é com 35% de presença de matéria seca, observando a bromatologia recomendada. E quanto à altura de corte, o ideal é entre 25 e 35 centímetros do chão. O processamento é outra fase considerada determinante, buscando sempre o maior volume possível de grãos amassados. Se a presença de grãos inteiros for maior a 7%, então deve-se regular a máquina e repetir o passo. (Assessoria de Imprensa Coopavel)

 

Inoculação - Um dos assuntos que mais chamaram atenção foi o uso da inoculação para melhorar a qualidade bromatológica da silagem. Um dos benefícios dela, conforme o médico veterinário Fábio Taborda, é a redução do tempo necessário para o processamento dos alimentos que então serão fornecidos aos animais. Com o uso da bolsa-silo, em vez de até 45 dias de espera a inovação reduz o tempo de preparação para quatro, cinco dias no máximo.

 

Atualização - O agropecuarista Valmir Oldoni dedica 50 alqueires por ano para a produção de silagem. Segundo ele, dias de campo contribuem para trazer novidades e manter os produtores atualizados. “As tecnologias avançam e precisamos estar conectados às mudanças”. Neri Cabral é dono de uma área rural em Lindoeste e participa ativamente de eventos técnicos para se manter informado sobre novidades. “Estou sempre em dias de campo e no Show Rural Coopavel, eventos de enorme contribuição a todos os interessados em produzir mais e melhor”, afirma. O dia de campo desta terça-feira (08/01) foi realizado pela Coopavel em parceria com a Forseed, Menta, Basf e Pacifil Brasil. Todos os procedimentos ensinados durante o evento vão ser colocados em prática no 31º Show Rural Coopavel.

 

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UNIMED LONDRINA: Grupo Perca Peso doa em panetone a mesma quantidade de quilos perdidos no fim do tratamento

 

A segunda edição do Grupo Perca Peso encerrou as atividades no último mês de dezembro com uma ação social. Ao final do acompanhamento, os participantes converteram os 30 quilos eliminados no grupo em panetones para doação. A casa abrigo Lar Santo Antônio, de Cambé, instituição indicada pela área de Sustentabilidade, recebeu os 36 panetones. O Grupo Perca Peso é um programa da Clínica Multiprofissional da Unimed Londrina. A iniciativa já era realizada com clientes, mas desde o ano passado é desenvolvida uma edição exclusiva para os colaboradores da Singular. Nela, os integrantes participam de dez encontros semanais, com a presença da nutricionista Danielle Schimidt e da psicóloga Lilian Sanches. As profissionais auxiliam o emagrecimento dos participantes desenvolvendo atividades que visam ao autoconhecimento e à reeducação alimentar.

 

Saúde - "Estendemos o Grupo Perca Peso para os colaboradores tendo em vista o resultado obtido com os pacientes atendidos na Clínica Multiprofissional. Nossa equipe possui profissionais qualificados e está empenhada em promover a saúde e a qualidade de vida a todos nossos pacientes", afirma o gerente de Assistência Multiprofissional da Unimed Londrina, Mike Darlan.

A consultora de vendas Márcia Aparecida Gouvea frequentou os encontros do segundo grupo em busca de dicas que auxiliassem no emagrecimento. “Obtive informações e muito úteis que estou aplicando no meu dia a dia. Sem contar que em equipe um ajuda o outro compartilhando dicas muito boas”, comenta Márcia.

 

Desafios - Nessa segunda edição, foram acrescentados desafios semanais de mudanças de hábitos, maior ingestão de água, inclusão de três frutas diárias na alimentação e valorização de pratos mais coloridos. Além disso, a importância de incluir atividades físicas, o cuidado com a regulação intestinal e a busca por um tempo a mais para respirar e se acalmar do stress do dia a dia também fizeram parte das atividades dos encontros. (Assessoria de Imprensa Unimed Londrina)


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