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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4477 | 17 de Dezembro de 2018

SHOW RURAL 2019: Sistema Ocepar inicia preparativos para participar do evento

show rural 17 12 2018Já estão em andamento os preparativos para a participação do Sistema Ocepar no 31º Show Rural Coopavel, que ocorrerá de 4 a 9 de fevereiro de 2019, em Cascavel, no Oeste do Paraná. A entidade vai receber os visitantes e divulgar as ações do cooperativismo paranaense em um estande de 100 metros quadrados. Quem passar pelo local também receberá orientações sobre prevenção ao câncer de pele e de mama e a respeito de alimentação saudável, por meio de ação realizada em parceria com o Sesi Paraná, que desenvolve o Programa Cuide-se Mais. No ano passado, cerca de mil pessoas receberam atendimento.

Show Rural - Centenas de milhares de agricultores do Brasil inteiro dirigem-se a Cascavel no início de fevereiro para conhecer as novidades do Show Rural Coopavel, que é o primeiro do calendário de grandes eventos do agronegócio no País. A mostra também recebe comitivas estrangeiras, que vêm de todos os continentes. A novidade desta edição é o Show Rural Digital. Será uma grande mostra de inovação e tecnologias que ocorrerá em um espaço de 2,8 mil metros quadrados. Além de empresas do setor, lá estarão também startups com muitas novidades para o agronegócio. Serão realizados hackathons, espécie de maratona que busca soluções para problemas do setor produtivo, nesse caso específicos da área rural, e palestras. Ao todo serão 520 expositores. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Coopavel)

 

GETEC: Informe Expectativas de Mercado traz projeções desta semana

getec destaque 17 12 2018A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (17/12), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2018, 2019 e 2020.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br  / 41 3200-1133).

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado

 

GRADUAÇÃO: Senac lança faculdade em Maringá

senac 17 12 2018O Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná promoveu, na manhã desta segunda-feira (17/12), em Maringá, no Noroeste do Estado, o lançamento da Faculdade Senac Maringá, com a presença do presidente da entidade e vice-governador eleito, Darci Piana. Com a abertura da unidade, o Senac Paraná completa o ciclo educacional, com oferta de cursos da aprendizagem comercial ao ensino superior. Na Faculdade Senac Maringá, localizada na av. Colombo, 6225, serão ofertados os cursos de graduação de Tecnologia em Gastronomia e Gestão da Tecnologia da Informação.

Informações – Mais informações pelo fone (44) 3218-5100 ou no site www.pr.senac.br/superiores.

 

SICREDI INTEGRAÇÃO: Implantado o Comitê de Sustentabilidade

 

Dividido em três pilares - relacionamento e cooperativismo, soluções responsáveis e desenvolvimento local - o Comitê de Sustentabilidade, constituído na Sicredi Integração PR/SC, teve sua oficialização na segunda-feira passada (10/12). A cerimônia ocorreu na sede da Central Sicredi PR/SP/RJ, em Curitiba, e contou com a presença do presidente nacional do Sicredi e da Central PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, do diretor executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Maroan Tohmé, do presidente da Sicredi Integração PR/SC, Luiz Roberto Baggio, do diretor executivo da cooperativa, Rafael Augusto Preis e dos integrantes eleitos para compor o Comitê.

 

Função - Com o intuito de avaliar os indicadores que estão em prática nas agências, o conselho tem como função aumentar as iniciativas locais voltadas para a sustentabilidade e sugerir possíveis melhorias, que gerem impactos positivos tanto para a cooperativa quanto para a sociedade. Assim, o Comitê deve zelar e propagar a política de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental, o comprometimento com os temas sustentabilidade e materialidade dentro do Sicredi e da cooperativa.

 

Ampliação das ações - “Com o Comitê, conseguimos ampliar nossas ações, com um olhar mais voltado ao tema de sustentabilidade. Além de agregar e inspirar a nossa comunidade com ações sustentáveis”, explica o presidente da Sicredi Integração PR/SC, Luiz Roberto Baggio.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI PARANAPANEMA: Cooperativa chega ao município de Assaí

 

Somente neste ano de 2018, o Sicredi inaugurou mais de 100 novas agências em todo o Brasil e, na noite desta última quinta-feira (13/12), a instituição financeira cooperativa chegou ao município de Assaí-PR. 

 

Participação - A inauguração da nova agência, que pertence a Sicredi Paranapanema PR/SP, contou com a participação de mais de 200 pessoas, entre elas autoridades locais, dirigentes, colaboradores e associados da Sicredi Paranapanema PR/SP, representantes da Central Sicredi PR/SP/RJ e cooperativas parceiras como a Sicredi Valor Sustentável PR/SP, Integrada Cooperativa Agroindustrial e Cocamar Cooperativa Agroindustrial, munícipes de Assaí e imprensa. 

 

Experiência mais cooperativa - Projetada para criar uma experiência ainda mais cooperativa, a agência Sicredi Assaí apresenta um espaço amplo, a fim de oferecer conforto, proximidade e interação entre os associados, fortalecendo ainda mais o relacionamento. Segundo o presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Claudio Marcos Orisini, o local foi preparado como uma segunda casa do associado. “A entrega dessa agência segura, aconchegante, e confortável é uma referência de atendimento e de cordialidade para todos de Assaí que precisarem de nossa estrutura e de nossos serviços”, declarou.

 

Alegria - Orsini ainda relatou a alegria de inaugurar a nova agência no município. “Estamos muito felizes em poder estar nessa cidade que nos recebeu tão bem. Conduziremos um trabalho muito comprometido e transparente com o objetivo de atendermos as demandas dos associados da melhor maneira possível, pois este é um dos diferenciais do Sicredi”.

 

Honra - Para o gerente da agência, Osvaldo Francisco Alves, o momento é de grande alegria e orgulho por poder oferecer a comunidade soluções que vão além financeira. “É uma honra poder contribuir com o desenvolvimento do município através de nossas produtos, serviços e ações. Nossa equipe está engajada com a missão do Sicredi e os princípios do cooperativismo para somarmos forças e gerar grandes benefícios em prol dos associados e da comunidade. Contem conosco”, concluiu. 

 

Localização - A nova agência está instalada na Rua Richi Tatewaki, 529, com atendimento ao público de segunda a sexta das 10h às 15h. Essa é a 25ª da Sicredi Paranapanema que conta com mais de 37 mil associados.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Inaugurado terceiro espaço em Palotina

 

Palotina, cidade-sede da Cooperativa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP recebeu, na sexta-feira (14/12), mais um ponto de atendimento Sicredi para os seus associados. Localizada no bairro Osvaldo Cruz, a agência é a terceira do município que já conta com a estrutura anexa à C.Vale e com a agência do Centro.

 

Novo conceito - O espaço inaugurado segue o novo conceito de ambientação arquitetônica do Sicredi, que busca valorizar ainda mais um dos seus principais diferenciais: o relacionamento. Ao todo, são cerca 300m² de área construída, que trazem consigo um conceito mais moderno e proporcionam uma nova experiência ao associado.

 

Motivo de alegria - Segundo o presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, é um motivo de grande alegria para a cooperativa entregar à Palotina, sua cidade de origem, mais um espaço confortável e moderno, onde os associados poderão fazer seus negócios com conforto, segurança e proximidade. “A abertura desta agência segue a nossa estratégia de expansão, que deve encerrar o ano de 2018 com mais de 20 agências inauguradas e distribuídas em nossa área de atuação nos estados do Paraná e São Paulo”, comenta Jaime.

 

Acolhida e receptividade - Dyorge Del Coli, gerente da nova agência, agradeceu a acolhida e receptividade dos palotinenses e, juntamente com sua equipe, já está a dispor para atender aos associados e à comunidade. “Já estamos à disposição para tirar dúvidas e apresentar todo o portfólio de produtos e serviços financeiros cooperativos para empresas e pessoas físicas e convidamos a todos para fazer-nos uma visita e tomar um café conosco”, convida Dyorge.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI FRONTEIRAS: Agências em Campo Limpo Paulista e Mairiporã são inauguradas

 

O Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, inaugurou na semana passada, mais duas agências no Estado de São Paulo. Na quarta-feira (12/12), a agência inaugurada foi na cidade de Campo Limpo Paulista e na quinta-feira (13/12), em Mairiporã.

 

Presença - As solenidades contaram com a presença da diretoria e do conselho administrativo e fiscal da cooperativa. Estavam presentes o presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, José César Wunsch, os vice-presidentes, Paulo Alencar da Silva e Jorge Luiz Hoppe e a diretora executiva Adriana Mêes. Estavam presentes também, em Campo Limpo Paulista, o prefeito Roberto Antônio Japim e em Mairiporã, o prefeito Antônio Aiacyda.

 

Honra - Para o presidente José César Wunsch, é uma honra para a cooperativa se estabelecer nas duas cidades paulistas. “Nós somos uma instituição feita para todos. Se nós nos desenvolvemos, se nós crescemos, é porque somos todos. Independente do seu ramo de atividade, seja pessoa física ou jurídica, o Sicredi possui soluções financeiras completas para o seu desenvolvimento”, declarou o presidente da cooperativa.

 

Endereços - As duas agências já estão em pleno funcionamento, veja abaixo o horário e endereço de cada agência:

 

Agência Campo Limpo Paulista

Endereço: rua Presidente Vargas, 111 – Vila Tavares

Horário de funcionamento: das 10h às 16h

 

Agência Mairiporã

Endereço: Praça Bento de Oliveira Nascimento, 26 – Centro

Horário de funcionamento: das 10h às 16h

(Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

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AGRÁRIA: Divulgados os vencedores do 6º Prêmio Franz Jaster de Comunicação

Com participação recorde de trabalhos e jornalistas concorrentes, a sexta edição do Prêmio Franz Jaster de Comunicação conheceu os vencedores na noite da última quinta-feira (13/12). O resultado foi divulgado em evento realizado no Centro Cultural Mathias Leh, na Colônia Vitória, na presença ilustre de Marietta Jaster, viúva do ex-pesquisador homenageado pela premiação. Ao todo, os três primeiros colocados em cinco categorias foram contemplados com um total de R$ 15 mil.

Promoção - Com 40 trabalhos inscritos em 2018, o Prêmio Franz Jaster de Comunicação é promovido anualmente pela Cooperativa Agrária Agroindustrial e realizado pela Unicentro – através da Coordenadoria de Comunicação Social –, com o objetivo de recompensar trabalhos jornalísticos dedicados a destrinchar o principal evento de cereais de inverno do país, o WinterShow, bem como as pesquisas desenvolvidas pela FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária).

Parceria - O presidente da Agrária, Jorge Karl, e o reitor da Unicentro, Aldo Nelson Bona, enfatizaram novamente a parceria. “Entendemos que o prêmio tem trazido bons frutos: para a Agrária, por contribuir na divulgação do WinterShow e dos trabalhos de pesquisa da FAPA; e para a Unicentro, na medida em que colabora com a qualificação cada vez maior da cobertura jornalística desse tipo de evento”, destacou Bona.

Evolução - Karl ressaltou a evolução observada tanto na quantidade quanto na qualidade das matérias. “Esse é o nosso objetivo: contribuir para que os profissionais de imprensa se aprofundem e se interessem cada vez mais pelo agronegócio”, frisou.

Categorias - As categorias concorrentes do Prêmio Franz Jaster 2018 foram Fotografia; Jornalismo Impresso ou Online; Material Televisivo; Reportagem Radiofônica; e Universitários. Destaque para os jornalistas Antonio Carlos Senkovski, do Sistema FAEP, com a primeira colocação nas categorias Rádio e Jornalismo Impresso ou online (além de um segundo lugar em Material Televisivo), e Kleber Erivelton Fernandes, do Na Hora Notícias Guarapuava, que apareceu quatro vezes entre os cinco melhores, com destaque para a primeira colocação na categoria Fotografia e terceira em Rádio.

Cobertura - “Esse ano a gente já conhecia mais sobre a Agrária, o WinterShow e o prêmio, que é uma forma de valorizar nosso trabalho”, destacou o jornalista Kleber Erivelton Fernandes, que já havia conquistado a primeira colocação na categoria Material Televisivo, em 2017. “Todos os anos, assim que sai a data do WinterShow colocamos na agenda para organizarmos a cobertura”, acrescentou.

Conquistas - As conquistas do jornalista Antonio Carlos Senkovski no Franz Jaster de Comunicação foram as primeiras, desde que ele se formou. “É uma iniciativa muito bacana, porque os cereais de inverno merecem uma atenção maior no Brasil e isso começa por um incentivo para que se façam matérias mais aprofundadas. E o WinterShow é um momento para que isso possa acontecer”.

Jurados - Em 2018, o corpo de jurados técnicos foi formado por professores da Unicentro, da UEL (Universidade Estadual de Londrina), Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), da Uninassau (Centro Universitário Maurício de Nassau) e da Unoeste (Universidade do Oeste Paulista); além de profissionais da Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação) e da RIC TV Record de Joinville (estes últimos apenas para o julgamento da categoria Universitários).

Professores - Os professores que julgaram os méritos informativos das peças em suas especificidades foram: Alessandra Ferreira, Alexandre Lara, Ariane Pereira, Daniela Ota, Edna Mello, Fernando Almeida, Iluska Coutinho, Jorge Felz, Letícia Ferrari, Luãn Chagas, Marcio Fernandes, Paulo Boni, Renata Caleffi e Thaisa Bacco. O professor Marcelo Cruz Mendes, de Agronomia da Unicentro, avaliou a correção das informações técnicas contidas nas reportagens.

Franz Jaster- Franz Jaster foi pioneiro na realização e condução de pesquisas que contribuíram decisivamente para o desenvolvimento agrícola dos cooperados da Agrária. O concurso tem por objetivo honrar essa história.

Vencedores - Confira os vencedores, por categoria:

Categoria: Fotografia

1º lugar: Kleber Erivelton Fernandes - Na Hora Notícias Guarapuava – “WinterShow: o maior evento técnico-científico do país começou hoje (16)”

2º lugar: Fernando Santor - Boletim Informativo Sistema Faep/Senar-PR – “Trigo: do campo ao mercado por meio da segregação”

3º lugar: Ana Lígia Sena - Assessoria Prefeitura de Guarapuava – “WinterShow 2018 – imagens e cores”

4º lugar: Kleber Erivelton Fernandes - Na Hora Notícias Guarapuava – “Durante três dias de evento, WinterShow apresentou o que há de mais moderno no cultivo de cereais de inverno”

5º lugar: Alexandre Pessoa - Integração Online – “A percepção do futuro por meio de princípios cooperativistas”

Categoria: Jornalismo Impresso ou online

1º lugar: Antonio Carlos Senkovski - Boletim Informativo Sistema Faep/Senar-PR – “Cada trigo no seu quadrado”

2º lugar: Geyssica Caetano Reis - Revista do Produtor Rural do Paraná – “WinterShow 2018: tecnologia e informação sobre cereais de inverno”

3º lugar: Alexandre Pessoa - Integração Online – “A percepção do futuro por meio de princípios cooperativistas”

4º lugar: Ygor Lemes Dores - Integração Online – “Prevenir para melhor produzir”

5º lugar: Kleber Erivelton Fernandes - Na Hora Notícias Guarapuava – “Durante três dias de evento, WinterShow apresentou o que há de mais moderno no cultivo de cereais de inverno “

Categoria: Jornalismo Audiovisual

1º lugar: Ana Ligia Sena e Adriano Ferreira - RIC TV Record - WinterShow: grande aliado dos agricultores que buscam produzir com eficiência e qualidade

2º lugar: Antonio Carlos Senkovski - Canal do YouTube Sistema Faep/Senar-PR “Segregação do trigo aumenta faturamento em toda a cadeia produtiva”

3º lugar: Fernanda Motter - Jornal Café Diário – “Reportagem especial – WinterShow 2018: agricultura de precisão do campo para a mesa”

4º lugar: Priscila Pollon Galina - TV Humaitá – “WinterShow se despede com inovações tecnológicas”

5º lugar: Esther Devantier e Adriano Ferreira - RIC TV Record – “WinterShow 2018”

Categoria: Rádio

1º lugar: Antonio Carlos Senkovski - Site do Sistema Faep/Senar-PR – “Segregar trigo é tendência inevitável para cadeia avançar”

2º lugar: Cléber Moletta - Rádio Cultura – “Novas cultivares de trigo apresentadas no WinterShow 2018”

3º lugar: Kleber Erivelton Fernandes - Na Hora Notícias Guarapuava – “Durante três dias de evento, WinterShow apresentou o que há de mais moderno no cultivo de cereais de inverno

4º lugar: Fernanda Motter - Jornal Café Diário – “WinterShow reúne produtores rurais do Texas”

5º lugar: Cléber Moletta - Rádio Cultura – “Perspectivas da importação de trigo em 2018”

Categoria: Universitários

1º lugar: Priscila Pollon Galina – “WinterShow em detalhes”

2º lugar: Sandra Denicievicz – “WinterShow em foco”

3º lugar: Amanda Crissi – “WinterShow 2018”

4º lugar: André Frutuoso – “WinterShow: cenas do maior evento de cereais de inverno do país”

5º lugar: Lucas Sidor Herdt – “Cevada e trigo, alimentos do dia a dia”

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UNIMED MARINGÁ: Instituto Unimed faz entrega de aparelhos de mobilidade para entidades assistenciais

 

unimed maringa 17 12 2018Quem frequenta as praças de alimentação de dois shoppings de Maringá, talvez nem saiba, mas têm, literalmente, na ponta dos dedos o poder de ajudar pessoas que precisam de aparelhos de mobilidade: como cadeiras de roda, cadeiras de banho, andadores e muletas. É o projeto 'Eu Ajudo na Lata', que arrecada lacres de alumínio que, depois de vendidos, permitem a compra de aparelhos e a doação para entidades assistenciais.

 

Outros locais - Além dos shoppings, que disponibilizam um espaço para o descarte dos lacres, a arrecadação é feita na sede da Unimed Maringá e por iniciativa de entidades, escolas e pessoas da comunidade. Apenas uma escola de Maringá conseguiu, graças ao envolvimento dos alunos, encher cerca de 130 garrafas pets.

 

Total - Com o trabalho desenvolvido de julho de 2017 a dezembro de 2018, foram arrecadados mais de 1100 quilos de lacres e com o valor adquirido foi possível comprar seis cadeiras de roda, três de banho, quatro andadores e duas muletas que serão entregues para seis entidades assistenciais de Maringá e região.

 

Iniciativa - O projeto ‘Eu Ajudo na Lata’ é uma iniciativa da Unimed Brasil que chegou em Maringá em 2013 e, desde então, tem ajudado inúmeras entidades. Para participar basta mobilizar um grupo, arrecadar os lacres e entregar ao longo do ano na sede da cooperativa, no Instituto Unimed Maringá.

 

Entidades - Entidades atendidas nesta edição: 

Entidade Ecumênica Amor ao Próximo (Maringá); 

Clínica Odontológica da UEM (Maringá); 

Asilo São Vicente de Paulo (Mandaguaçu); 

Sociedade São Vicente de Paulo (Astorga); 

Asilo São Vicente de Paulo (Nova Esperança); 

Hospital Municipal Arlindo Santana Lins (Presidente Castelo Branco). 

 

SERVIÇO 

Entrega de aparelhos de mobilidade 

Dia: 17/12/208 

Horário: 12h30 

Local: Auditório da Unimed Maringá

(Imprensa Unimed Maringá)

 

FOCUS: Mercado mantém estimativa de inflação em 3,71% este ano

focus 17 12 2018Depois de sete reduções consecutivas, a estimativa de instituições financeiras para a inflação este ano ficou estável. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPC-A) permanece em 3,71%, este ano. As informações são do boletim Focus, publicado toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com estimativas do mercado financeiro para os principais indicadores da economia.

2019 - Para 2019, a projeção também não foi alterada em relação à semana passada: 4,07%. Em 2020, a expectativa é que a inflação fique em 4% e em 2021, 3,75%.

Meta - As estimativas estão abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Para este ano, o centro da meta é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Já para 2020, a meta é 4%. Para 2021, 3,75%. O intervalo de tolerância é de 1,5 ponto percentual para os dois anos.

Taxa de juros - O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu manter a Selic em 6,5% ao ano.

Expectativa - Para as instituições financeiras, a Selic deve subir em 2019, encerrando o período em 7,5% ao ano. A primeira reunião do Copom de 2019 ocorrerá em fevereiro.

Tendência - Quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança

Atividade econômica - A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi mantida em 1,30%.

Ajuste - Para 2019, a estimativa foi ajustada de 2,53% para 2,55%. As instituições financeiras projetam crescimento de 2,50% do PIB em 2020 e 2021.

Cotação do dólar - A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar passou de R$ 3,78 para R$ 3,83 no fim deste ano e para 2019 permanece em R$ 3,80. (Agência Brasil)

 

BANCO CENTRAL: BC anuncia que atividade econômica cresce 0,02% em outubro

banco central 17 12 2018O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou alta de 0,02% em outubro, comparado a setembro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (17/12), em Brasília. Na comparação com outubro de 2017, houve crescimento de 2,99% nos dados sem ajustes, já que a comparação é entre períodos iguais.

Expansão - Em 12 meses encerrados em outubro, o indicador teve expansão de 1,54%. No ano, até outubro, houve crescimento de 1,40%.

Evolução - O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Antecipação - O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (Agência Brasil)

 

MAPA: Abertura de mercados e desburocratização foram destaques em balanço de Maggi

mapa 17 12 2018Em balanço de sua gestão em dois anos e sete meses de governo, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi destacou que o ambiente do setor tornou-se mais dinâmico, desde então. Enumerou soluções trazidas aos produtores pelo Programa Agro+, criado logo após sua posse, abertura de mercados e mudanças no sistema de fiscalização, entre outras iniciativas, além de falar sobre desafios que enfrentará sua sucessora Tereza Cristina.

 

Agro+ - De acordo com o ministro, “1.070 ações foram realizadas no âmbito do programa Agro+, por meio de normativos, que contribuíram para desburocratizar a atividade e para que fossem adequados à realidade atual”. Isso, com a participação de 153 entidades representativas do agronegócio.

 

Legado - O fim da interferência política nos processos de fiscalização e a verticalização das funções nessa área é um dos legados da atual gestão, lembrou, destacando a participação de sua antecessora Katia Abreu que havia editado medida determinando o fim de nomeações políticas nas superintendências estaduais. Ainda na área de Defesa Agropecuária, “foram 400 novos registros agroquímicos, aumentando as opções de produtos de uso agrícola”.

 

Integridade - Citou a criação do programa de Integridade do Mapa e estímulos aos empresários para que também elaborassem suas regras de compliance.

 

Viagens internacionais - Disse que as viagens internacionais, na maioria para a China e países árabes renderam resultados como a abertura de 30 novos mercados para 78 produtos brasileiros. 

 

Exportações - A ampliação de mercados contribui para que neste ano seja superada a barreira de US$ 100 bilhões em exportações na pauta do agronegócio.

 

Economia - Blairo Maggi incluiu feitos da área de gestão, comandada pelo seu executivo Eumar Novacki, como a economia de R$ 20 milhões em despesas de consumo (produtos e serviços), que permitiram realizar investimentos como a compra de 50 camionetes a serem utilizadas na fiscalização pelas superintendências.

 

Desafio - Como desafio da sua sucessora, Maggi disse acreditar que a aglutinação de novas atribuições, como assuntos fundiários e agricultura familiar, que serão incorporadas ao ministério, deverão dar mais trabalho. Comentou sobre a Secretaria da Pesca, que “quando estava sendo possível organizá-la foi transferida do Mapa” e que, agora, também está voltando para a pasta.

 

Mercados - Destacou a importância de manter e ampliar mercados dos produtos do agro e adiantou que a ministra deverá viajar logo no início para a China e países árabes, “que valorizam o contato pessoal, a conversa olho no olho, para mostrar que somos confiáveis.”

 

Presidente eleito - Disse ainda que cumprimentará o presidente eleito se ele realmente for contrário à mudança do nome atual do Ministério. Segundo o ministro, a mudança implicará em despesas elevadas já que deverão ser alterados certificados e embalagens da indústria. “Além disso, até os chineses que não falam português, se referem a pasta como Mapa. É assim que eles tratam o ministério”. (Mapa)

 

TRABALHO: Atual Ministério será fatiado entre duas secretarias da Economia

 

trabalho 17 12 2018Com a extinção do Ministério do Trabalho no futuro governo Jair Bolsonaro, grande parte da atual estrutura da pasta será fatiada entre duas secretarias especiais do Ministério da Economia, segundo apurou o Broadcast.

 

Previdência - O secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, vai ficar responsável pelas áreas que cuidam das relações do trabalho e da fiscalização. Marinho também cuidará das negociações para aprovar a reforma da Previdência. 

 

Produtividade - Já o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, responderá pelas competências da atual Secretaria de Políticas Públicas de Emprego (SPPE).

 

Plano - Em entrevista ao Broadcast no domingo retrasado, Costa antecipou que o próximo governo vai lançar o Plano Nacional de Qualificação de Capital Humano para elevar a qualidade da mão de obra do País.

 

Registros sindicais - A área que cuida dos registros sindicais - recentemente alvo de investigações - ficará sob o comando do futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, como já havia informado o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni.

 

Desenho final - O desenho final das estruturas ainda está sendo fechado pela equipe de transição, mas já está decidido que o Ministério da Economia terá sete secretarias especiais.

 

Denominação - Antes, a denominação usada era secretaria-geral, mas a mudança foi feita porque o termo já é historicamente usado com outro sentido em pastas como Relações Exteriores.

 

Desmembramento - Inicialmente, Guedes previa seis secretarias em seu ministério, mas acabou desmembrando a Previdência da Arrecadação para sinalizar a importância da reforma nas regras de pensão e aposentadoria no País.

 

Status - Com isso, a Receita Federal manterá o status atual no segundo escalão do ministério, em vez de ficar sob o guarda-chuva de uma das secretarias (o que a colocaria no terceiro escalão e desagradava ao corpo técnico). Assim, o economista Marcos Cintra será o secretário especial da Receita Federal e terá um secretário-adjunto, cujo nome ainda não foi definido, para cumprir o papel de comandar a equipe.

 

PGFN - A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), órgão de assessoria jurídica do Ministério, deve continuar se reportando diretamente ao ministro da Economia, como é hoje no organograma do Ministério da Fazenda.

 

Titular - A Secretaria Especial de Fazenda, que terá como titular Waldery Rodrigues Junior, vai comandar as atuais estruturas do Tesouro Nacional, Secretaria de Orçamento Federal (hoje no Ministério do Planejamento) e Secretaria de Política Econômica.

 

Transição - A equipe de transição avalia que a reformulação na Esplanada dos Ministérios levará menos tempo do que no início do governo Michel Temer para ser concluída. Desde quando Temer assumiu, foi preciso cerca de um ano para concluir todo o processo.

 

Formatação atual - De acordo com uma fonte, o tempo menor se deve ao fato de que o governo Bolsonaro manterá alguns ministérios na formatação atual. Além disso, a reformulação será menos ampla, já que Temer também modificou estruturas de autarquias e fundações. Outra vantagem é que agora há um grupo maior de pessoas trabalhando na reestruturação, com possibilidade de aproveitar muita coisa que já está construída.

 

MP - O futuro governo precisará editar uma Medida Provisória no dia 1º de janeiro de 2019 para estabelecer os novos ministérios. Bolsonaro vai reduzir das atuais 29 pastas para 22. Além disso, cada ministério terá um decreto com dois anexos. Um para apontar suas atribuições, estrutura regimental e organizacional e áreas de atuação, e outro para indicar o quantitativo de cargos.

 

Decreto - Também será necessário um decreto para reorganizar o Orçamento das pastas, mas a maior parte será feita por meio do chamado "de/para" para indicar que, onde se lê determinada pasta ou órgão, passará a se designar o novo título.

 

Economia - Na Economia, Guedes já indicou que pretende cortar 20% dos cargos atuais. Segundo apurou o Broadcast, esses cortes devem ocorrer sobretudo em áreas de apoio ao trabalho da pasta, já que haverá redução nas estruturas de gabinetes.

 

Número total - O número total de secretarias que ficarão abaixo das secretarias especiais, no entanto, pouco deve mudar. A avaliação é de que há "sombreamento" entre alguns departamentos dentro das secretarias, mas não entre estruturas inteiras.

 

Assuntos distintos - Mesmo no caso das atuais Secretarias de Assuntos Internacionais da Fazenda e do Planejamento, ambas cuidam de assuntos distintos, apesar do nome semelhante.

 

Estrutura física - Além disso, a mudança na estrutura física dos ministérios pouco deve se alterar no início do novo governo. Isso porque cada prédio atual tem de 2,5 mil a 3 mil funcionários trabalhando diariamente e não há como reorganizar a distribuição deles de maneira ágil. (O Estado de S.Paulo)

 

ANS: Lançado programa para incentivar a atenção básica

 

ans 17 12 2018A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está lançando o Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde. A iniciativa visa incentivar as operadoras de planos de saúde a desenvolverem um cuidado cada vez mais qualificado aos seus beneficiários, através da implantação de redes de atenção ou linhas de cuidado em atenção primária certificadas por entidades acreditadoras reconhecidas pela ANS. 

 

APS - A primeira iniciativa do programa é o Projeto de Atenção Primária à Saúde (APS), que prevê a concessão de uma certificação às operadoras que cumprirem requisitos pré-estabelecidos nessa estratégia. O objetivo é estimular a qualificação, o fortalecimento e a reorganização da atenção básica, por onde os pacientes devem ingressar preferencialmente no sistema de saúde. Também estão em elaboração projetos para certificação em duas outras linhas de cuidado: atenção oncológica e atenção ao parto. 

 

Certificação - A certificação em APS propõe um modelo para reorganização da porta de entrada com base em cuidados primários em saúde, de forma a induzir à mudança do modelo de atenção e do modelo de remuneração para geração de valor. O programa é baseado nos principais pilares de estruturação dos cuidados primários em saúde previstos na literatura científica nacional e internacional: acolhimento, acompanhamento do paciente, coordenação e integralidade do cuidado, reconhecimento da heterogeneidade das demandas, centralidade na família e orientação comunitária.

 

Melhoria - “O programa de certificação de boas práticas busca induzir à melhoria do cuidado através do acesso à rede prestadora de serviços de saúde, da qualidade da atenção à saúde e da experiência do beneficiário”, resume o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar. “A atenção primária pode ser considerada a pedra fundamental do cuidado em saúde e isso é visto em diferentes sistemas e na experiência de muitos países. A disponibilidade de serviços de cuidados primários na saúde suplementar no Brasil, embora apresente desafios, oferece oportunidade ímpar de melhoria da qualidade e redesenho do arranjo assistencial que hoje é caracterizado pela fragmentação e descontinuidade do cuidado existentes no setor”, explica o diretor. 

 

Formas e condições de participação - A participação no programa é voluntária e as operadoras podem integrar a iniciativa de duas formas: através da certificação ou com a implantação de projetos-piloto que se enquadrem nessa finalidade. A certificação será realizada por meio de entidades acreditadoras em saúde reconhecidas pela ANS, que farão a avaliação in loco dos requisitos e itens de verificação. A ANS homologará a certificação e realizará o acompanhamento dos indicadores, com a finalidade de avaliar o impacto do programa no setor.  

 

Indicadores - Os indicadores vão medir: a ampliação do acesso a médicos generalistas na rede de cuidados primários da saúde suplementar e do número de médicos generalistas por beneficiário; a vinculação de pacientes com condições crônicas complexas a coordenadores do cuidado; a redução de idas desnecessárias a unidades de urgência e emergência; a redução de internações por condições sensíveis à atenção primária; e a ampliação da proporção de pessoas que faz uso regular de um mesmo serviço de saúde. 

 

Níveis - A operadora poderá obter a certificação em APS em três níveis – básico (nível 3), intermediário (nível 2), ou pleno (nível 1). Para obter a certificação em qualquer nível, a operadora deve atender condições obrigatórias de cobertura populacional, composição de equipe e oferta de carteira mínima de serviços. 

 

População-alvo e cobertura populacional - A ANS estimula que as operadoras incluam toda a população da carteira no programa, mas estabelece como condição obrigatória a inclusão de idosos e adultos para obtenção da certificação básica. A certificação intermediária deverá compreender, além de adultos e idosos, crianças e adolescentes e mulheres grávidas, em situação de parto e puerpério. Já a certificação plena deverá envolver todos os módulos para toda a carteira, independente de faixa etária ou condição de saúde dos beneficiários, ou seja, inclui também saúde mental, saúde funcional e saúde bucal para os beneficiários de planos com odontologia. 

 

Cobertura mínima - A operadora deverá assegurar uma cobertura mínima de acordo com o número total de beneficiários da sua carteira, considerando uma equipe de APS para, no máximo, 2,5 mil beneficiários. Para as operadoras com porte reduzido (até 3.572 beneficiários), a regra geral de uma equipe de APS para cada 2,5 mil beneficiários fica flexibilizada. Nesses casos, a operadora deverá contar com pelo menos uma equipe de APS, que deverá cobrir pelo menos 70% da sua população de beneficiários. Para operadoras com mais de 16 mil beneficiários, o número de equipes deverá ser maior e proporcional ao número de beneficiários. Todas as especificações estão detalhadas no Manual de Certificação que a ANS está disponibilizando em seu portal. 

 

Equipe multiprofissional - A equipe mínima de APS deve ser multiprofissional e interdisciplinar, composta por, no mínimo, médico de família e comunidade ou médico especialista em clínica médica com capacitação e experiência em APS; enfermeiro especialista em saúde da família ou generalista; e outro profissional de saúde de nível superior. Caso a carteira de serviços da APS inclua procedimentos, um segundo profissional de enfermagem (enfermeiro ou técnico de enfermagem) torna-se obrigatório.  

 

Outros profissionais - Podem ser acrescentados a essa composição outros profissionais de saúde de acordo com as condições de saúde abrangidas e a carteira de serviços da APS, como nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, assistentes sociais, etc. Profissionais de saúde com outras formações serão necessários, de acordo com as especificidades de cada projeto. Por exemplo: caso a APS contemple saúde bucal, um cirurgião dentista na equipe torna-se obrigatório, proporcional ao número de beneficiários de planos com odontologia. 

 

Pontuação - As operadoras que participarem do Programa receberão pontuação no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS).  

 

Resolução Normativa - A Resolução Normativa que estabelece o Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde foi publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira (14/12). Confira aqui.  

 

Consulte aqui o Manual de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde

Confira aqui a Carteira de Serviços em Atenção Primária à Saúde (exemplificativa).

Confira o Glossário de Atenção Primária à Saúde

 

(ANS)

 

INTERNACIONAL: Acordo entre UE e Mercosul fracassa e negociação dependerá de governo Bolsonaro em 2019

 

internacional 17 12 2018Terminou sem qualquer tipo de acordo a última rodada de negociações entre o Mercosul e a União Europeia. Na ausência de uma aproximação das posições entre os dois blocos, um eventual acordo fica adiado para 2019 e caberá ao governo de Jair Bolsonaro tomar uma decisão sobre o destino do processo.

 

Frustração - O fracasso na negociação frustrou a esperança do governo de Michel Temer de deixar o País com um tratado de dimensões importantes. Em 2017, o pacote esteve próximo de ser fechado, depois de 18 anos de negociações, mas o Mercosul considerou que a UE não fez qualquer gesto significativo para abrir seu mercado. 

 

Mobilização - Com a eleição de Bolsonaro, a Comissão Europeia se mobilizou para tentar fechar um entendimento com o Mercosul antes do final do ano. Reuniões proliferaram e delegações dos dois lados do Atlântico foram enviadas para tentar encontrar uma aproximação.

 

Pressão - Mas os objetivos de Bruxelas foram rapidamente frustrados, diante de uma pressão de governos como o da França, da Irlanda e de alguns outros do Leste Europeu, refratários a uma abertura de seus mercados para os bens agrícolas do Mercosul.

 

Alerta - Também foi recebida como uma ducha de água fria o alerta que o presidente da França, Emmanuel Macron, lançou durante o G-20, apontando que apenas assinaria um acordo com o Mercosul se Bolsonaro seguisse no Acordo Climático de Paris.

 

Última chance - Mesmo assim, as delegações dos dois blocos decidiram tentar uma "última chance" na semana passada em Montevidéu. Mas, segundo o Mercosul, os europeus uma vez mais não apresentaram propostas de abertura suficientes. Se houvesse uma sinalização positiva, os grupos técnicos anunciariam uma reunião ministerial para, então, realizar a fase final das concessões. Mas nada disso ocorreu.

 

Preocupação - Em meio ao processo na semana passada, no Uruguai, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, se mostrou preocupada e alertou, no Parlamento em Berlim, que o "tempo estava se esgotando" para um acordo com o Mercosul. Para ela, um processo sob a gestão de Bolsonaro e do chanceler Ernesto Araújo seria mais difícil.

 

Mais distante - A cobrança de Merkel, porém, foi interpretada como um alerta interno na Europa. Berlim tentou pressionar os países mais protecionistas a ceder, insinuando que, se não houvesse um acordo agora, em 2019 essa possibilidade seria ainda mais distante.

 

Derrota - Mas nem isso funcionou. Em Bruxelas, fontes admitiram ao Broadcast que o fracasso foi considerado como uma "derrota" para os planos da ala mais liberal do bloco. Com Bolsonaro no poder, o que predomina é uma incerteza sobre o papel que Brasília dará aos europeus, principalmente depois de todos os sinais que Araújo apontou de privilegiar uma relação com os EUA de Donald Trump.

 

Itamaraty - No Itamaraty, a orientação é de que, no início de 2019, um novo contato seria estabelecido entre Brasília e Bruxelas para avaliar quais seriam os próximos passos. Mas experientes negociadores admitiram que, com um novo governo no poder, alguns meses serão necessários para que a nova administração possa conduzir sua política externa e fixar seus objetivos comerciais.

 

Argentina - O Broadcast apurou que a diplomacia argentina também saiu frustrada das conversas, admitindo que, em 2019, um acordo sob a gestão de Bolsonaro poderia estar ainda mais distante. Mauricio Macri, presidente da Argentina, havia estabelecido a aproximação com a UE como uma de suas prioridades de política externa. (O Estado de S.Paulo)

 

CLIMA: Conferência da Polônia termina com aval a regras do Acordo de Paris

 

clima 17 12 2018A conferência do clima da Polônia terminou na madrugada de sábado (15/12) fechando a maioria das regras do Acordo de Paris. Não houve decisão sobre o capítulo referente aos mecanismos de mercado, que produziu muita controvérsia nos últimos dias. O tema foi postergado para a próxima rodada de negociações, no Chile.

 

Alívio - “O acordo de Katowice foi um alívio. Os países reconhecem a necessidade da colaboração global para lidar com a crise climática. O Acordo de Paris está vivo e operante, a despeito do crescimento do populismo e nacionalismo”, disse o climatologista Johan Rockström, um dos diretores do Instituto de Potsdam para Impactos Climáticos, um dos mais importantes da Alemanha.

 

Corte maior - Rockström, contudo, preocupa-se com a necessidade urgente de os países cortarem mais gases-estufa. Essa oportunidade de compromisso político acontecerá em setembro, em Nova York, durante a cúpula convocada por António Guterres, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). “Continuamos no caminho que nos levará a um aumento de temperatura de 3º C a 4º C neste século e isso é muito perigoso. Hoje, com apenas 1º C de aquecimento já temos eventos extremos que fazem vítimas ao redor do mundo.”

 

Medidas mais concretas - O alemão Ottmar Edenhofer, que dirige o instituto de Potsdam com Rockström, lembrou que “o mundo precisa de medidas mais concretas que devem ser tomadas agora.” Ele é um defensor da ideia de se dar preço ao carbono. A medida, diz “não irá resolver tudo, mas sem ela, nada pode ser resolvido”.

 

Ferramentas - Em nota à imprensa, o ministro do Meio Ambiente Edson Duarte disse que a conferência produziu um conjunto de “ferramentas que funcionam para conter o aquecimento global”, mas que “agora é hora de todos arregaçarem as mangas e trabalhar, e de os países desenvolvidos entregarem os resultados de seus compromissos para antes de 2020”. E completou: “Ficar olhando para um horizonte distante não vai evitar que nosso planeta continue aquecendo.”

 

Ação antecipada - O chefe dos negociadores brasileiros, José Antonio Marcondes, falou sobre a polêmica do mecanismo de mercado defendido pelo Brasil, mas rechaçado pelos outros países. “Viemos à CoP preparados para criar um mecanismo de ação antecipada para incentivar ações do setor privado além daquelas previstas” nas metas climáticas dos países, explicou.

 

Satisfação - “Nem todos estavam preparados para dar este passo, mas estamos satisfeitos por ter chegado a um acordo em relação ao caminho para viabilizar maiores reduções pelo setor privado”, concluiu.

 

Avanço - Alden Meyer, um dos observadores mais veteranos das rodadas climáticas, avaliou que a CoP 24 conseguiu avançar em três pontos: fechou o livro de regras do Acordo de Paris em quase todos os itens, deixou claro que os países terão que fazer metas climáticas mais ambiciosas e, também, que terão que conferir previsibilidade aos compromissos.

 

Questionamento - “O presidente Donald Trump continua a questionar o consenso de cientistas em todo o mundo que pedem por mais ações climáticas”, disse o americano. “Com os recentes furacões, enchentes, incêndios florestais e outros eventos de clima relacionados a eventos extremos, uma clara maioria dos americanos apoia uma rápida transição que abandone os combustíveis fósseis e se volte a energias limpas e renováveis.”

 

Urgente - Mark Lutes, chefe da delegação do WWF em Katowice, disse que, embora a CoP 24 tenha conseguido progredir no Livro de Regras do Acordo de Paris, o aumento no nível de ambição é urgente. “O resultado mais importante é que se conseguiu acordo em regras básicas mas adequadas, mesmo se a peça dos mercados de carbono ainda esteja faltando e a ambição para metas mais fortes”, continuou.

 

Expectativas - “Os resultados não correspondem às expectativas de milhões de pessoas. A conferência não conseguiu responder à pergunta mais urgente: quando, finalmente, os governos começarão a reduzir a emissão de gases de efeito-estufa, de forma relevante?”, comentou Martin Kaiser, diretor do Greenpeace Alemanha.

 

Carvão e petróleo - Ele lembrou que depois dos resultados do relatório do IPCC de outubro, dos impactos do aquecimento global com um aumento de 1,5º C de temperatura, “as pessoas esperam que uma conferência de clima acelere a saída do uso de carvão e do petróleo”, seguiu. “Mas justamente isso falta nas decisões da conferência.”

 

Sinal positivo - Na sua opinião, a CoP 24 produziu, contudo, um sinal positivo, ao criar regras para os relatos dos avanços dos países. O capítulo que trata de transparência tem agora normas para relatos sobre os progressos das nações em cortar emissões. Há alguma flexibilidade para os países em desenvolvimento, que têm mais dificuldades em fazer estes diagnósticos.

 

Regras - Há regras agora para transparência nas ações de mitigação e também de financiamento, adaptação, tecnologia e capacitação.

 

Confiança - O consenso no tópico da transparência cria “uma base de confiança” entre os países, destacou Kaiser. Esse sempre foi um ponto fundamental para os Estados Unidos em sua relação com a China, desde a gestão do presidente Barack Obama. O time de negociadores de Trump insistia neste tópico, em se ter um sistema padronizado e único de ações climáticas, nos debates de Katowice. (Valor Econômico)

 

Foto:Agência Brasil

 


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