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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4474 | 12 de Dezembro de 2018

PRC100: Workshop sobre planejamento estratégico terá cases de cooperativas agropecuárias

prc 100 12 12 2018Cases de cooperativas agropecuárias paranaenses que estão aplicando a ferramenta de planejamento estratégico na gestão de suas atividades serão apresentados no 1º Workshop de Planejamento Estratégico do PRC100, que o Sistema Ocepar promove, nesta quinta-feira (13/12), na sede da entidade, em Curitiba. O evento ocorre das 8h30 às 17h e é aberto a profissionais de todos os ramos. Na oportunidade, representantes da Cocari, Copagril, Cooperaliança, Coamo e Coonagro vão falar sobre a experiência de suas cooperativas. O professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Tomas Sparano, irá mediar um painel de debates ao final de cada bloco de apresentações.

Diretrizes - “As cooperativas estão cada vez mais expostas a muitos fatores externos e inseridas em um ambiente cada vez mais competitivo e de grande complexidade. Diante deste cenário e buscando incorporar conjuntos estruturados de monitoramento das ações de planejamento, o Sistema Ocepar idealizou o PRC 100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, que serve como um instrumento importante, utilizado na definição de diretrizes para o futuro do setor do Estado do Paraná. O workshop integra mais uma ação nesse sentido”, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

Encerramento - O evento será encerrado com palestra de June Alisson Westarb Cruz, professor do programa de mestrado e doutorado em administração na PUCPR e diretor executivo da Província Marista Brasil Centro-Sul. Em 2019, os workshops terão prosseguimento com o debate de experiências bem-sucedidas de outros ramos, como saúde e crédito.

Informações - Mais informações com Leandro Macioski (41 32001128 / e-mail: leandro.macioski@sistemaocepar.coop.br)

Clique aqui para conferir a programação completa do Workshop de Planejamento Estratégico

 

CAPACITAÇÃO: Parceria Embrapa-Sistema OCB forma nova turma

 

capacitacao 12 12 2018Mais uma turma de técnicos de cooperativas acaba de se formar na capacitação realizada pela Embrapa Trigo e Sistema OCB. A cerimônia ocorreu no dia 29 de novembro, em Passo Fundo (RS). Ao longo de quatro anos do projeto, as ações de transferência de tecnologias em sistemas produtivos de cereais de inverno podem impactar mais de 220 mil produtores cooperados nos estados de SP, MG, PR, SC e RS.

 

Qualificação - Em 2015, a Embrapa Trigo e o Sistema OCB (Organização das Cooperativas do Brasil) iniciaram uma série de capacitações em cereais de inverno com o objetivo de qualificar os departamentos técnicos das cooperativas, atualizando com os conhecimentos gerados pela pesquisa e aproximando os profissionais do setor.

 

Total de treinados - Desde então, já passaram pelo treinamento 115 técnicos de cooperativas, contabilizando mais de 700 horas de curso. A parceria envolve diversas unidades da Embrapa, universidades, empresas/instituições de assistência técnica e extensão rural, fundações, associações, produtores rurais e cooperativas.

 

Representatividade - De acordo com o Chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Trigo Jorge Lemainski, participaram das capacitações profissionais de 35 cooperativas, integrantes de equipes que prestam assistência técnica a 85% dos produtores de trigo no Brasil. “As cooperativas participantes representam 2 milhões de toneladas de trigo, ou seja, 33% da produção nacional do cereal em 2018”, conta Lemainski.

 

Foco - Segundo ele, um levantamento junto ao setor cooperativista apontou foco em duas demandas para a Embrapa: genética/cultivar e transferência de tecnologia: “A genética exige mais tempo e investimento na pesquisa, mas decidimos investir nos treinamentos intensivos como ferramenta de transferência e já colhemos bons resultados no campo”, explica Jorge Lemainski, lembrando que no próximo ano uma série de ações serão realizadas para quantificar e divulgar os resultados diretos das capacitações na vida do produtor cooperado.

 

Parceira - A Universidade de Passo Fundo é uma das instituições parceiras do programa de capacitações. O professor da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Vilson Klein, destacou a importância da atualização da assistência técnica: “é preciso que o profissional de campo esteja sempre abastecido de resultados científicos para embasar suas decisões. Existem muitos ‘produtos milagrosos’ para salvar a lavoura e o produtor depende da avaliação do técnico para decidir o quanto vale o custo do investimento e qual a melhor opção para resolver os problemas. Sem dúvidas, esta aproximação com a pesquisa abre caminhos para o desenvolvimento do agronegócio”.

 

Aproximação - Para o superintendente da OCB, Renato Nobile, a aproximação com a Embrapa preenche uma lacuna no campo: “o contingente técnico das cooperativas precisa atuar como vetor para levar as tecnologias até o produtor. A aproximação com a pesquisa é uma necessidade, a melhor forma para enfrentar os desafios crescentes na agropecuária brasileira”.

 

Trigo nas cooperativas - De acordo com o analista da Embrapa Trigo Adão Acosta, a fundação de muitas cooperativas, especialmente na Região Sul, foi estabelecida na produção de trigo, onde até hoje a cultura compõe o nome das organizações, como Coopatrigo, Cotrirosa, Cotriel, Cotripal, Cotrijal, Cotriguaçu, Cotrisal, Cotricampo, entre outras.

 

Base - Para Acosta, hoje, apesar da cultura estar relegada ao papel de coadjuvante no cenário nacional de grãos, cada vez mais o trigo desponta como importante base do sistema de produção, tanto na movimentação das propriedades durante o inverno, como para o melhor desempenho dos cultivos de verão. “É preciso reconhecer que sem cooperativa, não existe trigo. Sozinho o produtor nem sempre consegue o melhor preço para a aquisição de insumos, acompanhamento técnico na lavoura ou fazer a comercialização da safra. Porém, a cooperativa também teria dificuldade para se manter rodando com apenas uma safra no ano. Enfim, nesta parceria todos ganham: a Embrapa que vê o conhecimento chegar ao campo; a cooperativa com seus departamentos técnicos qualificados e com a estrutura em movimento; e o produtor que pode ampliar com segurança a geração de renda na propriedade”, conclui Acosta.

 

Depoimentos - Na turma de 2018, as estratégias para controle de plantas daninhas chamaram a atenção do técnico da COASA (unidade de Gentil, RS) Catio De Conto: “já na implantação desta safra de verão, seguimos rigorosamente as recomendações do pesquisador da Embrapa e, até o momento, não tivemos problemas no controle da buva, por exemplo. Também estamos aplicando os cuidados com a rotação de culturas, ajudando os produtores no planejamento para evitar o pousio”.

 

Monitoramento - O representante da Cotripal, Gert Müller, avaliou que o monitoramento da lavoura, recado destacado em todos os módulos da capacitação, pode ser o limiar entre o sucesso e o fracasso da lavoura: “estamos trabalhando no monitoramento das lavouras, mas dependemos muito da qualificação técnica do produtor. Onde conseguimos o apoio do cooperado para fazer o acompanhamento da lavoura, os ganhos são muito bons, tanto em rendimento de grãos quanto no retorno financeiro”.

 

Participantes - Participaram da turma 2018 da capacitação na cadeia produtiva em cereais de inverno Embrapa - Sistema OCB 35 profissionais dos departamentos técnicos das cooperativas Camnpal, Coasa, Cotrijal, Coagrisol, Copermil, Cotriel, Auriverde, Cotricampo, Cooperalfa, Cotripal, Cotribá, Coagril, Frísia e Cotapel. (Embrapa / Informe OCB)

 

SICREDI I: Destaque no Guia Valor/FGV 2018

 

sicredi I 12 12 2018O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,9 milhões de associados e atuação em 22 estados e Distrito Federal – foi contemplado com mais uma premiação em 2018. Desta vez, recebeu o prêmio como destaque na categoria de Fundos Balanceados com mais de 30% em ações, do Guia Valor/FGV. Nesta categoria, o Sicredi se destacou entre os gestores com histórico mais recente de gestão, também aparecendo no ranking de Previdência Renda Fixa.

 

Conquista - A conquista é decorrente de pesquisa conduzida pelo Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, com exclusividade para o Valor Econômico. A cerimônia de entrega do prêmio aconteceu na segunda-feira, 10 de dezembro, em São Paulo, e o guia na íntegra foi publicado pela Valor Investe, revista do Valor Econômico, na mesma data.

 

Efetividade - “Este reconhecimento sinaliza para o Sicredi a efetividade da nossa atuação, assim como chancela a credibilidade e transparência de nossas operações, indicando que os nossos fundos de investimento são uma opção segura e rentável para os nossos associados”, declara Ricardo Sommer, diretor de Gestão de Recursos de Terceiros da Confederação Sicredi.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Agência é inaugurada em Campo Limpo Paulista

sicredi II 12 12 2018A primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, o Sicredi, vai inaugurar nesta quarta-feira (12/12), a partir das 19h, mais uma agência no estado de São Paulo. Desta vez a cidade escolhida foi Campo Limpo Paulista, situada a 58 quilômetros da Capital. 

 

Investimentos - Com investimentos na faixa de R$ 1,5 milhão, 450 m² de área construída, e estrutura moderna e atualizada com os novos padrões, a unidade de Campo Limpo chega para consolidar ainda mais o Sicredi na região e impulsionar o crescimento econômico e social do município. 

 

Fatores - Para Orivaldo Nascibem, gerente da agência de Campo Limpo, são diversos os fatores que resultam em otimismo com a inauguração da nova agência. “A cidade de Campo Limpo apresenta um comércio importante. Por isso, a vinda de uma nova instituição financeira, que possui um serviço de qualidade e um atendimento mais humano só vem a somar para o crescimento do município”, enfatiza Orivaldo.

 

Novo padrão - A agência de Campo Limpo segue o novo padrão de design ambiental, que busca explorar um dos principais diferenciais da instituição, o relacionamento. O projeto desenvolvido pela consultoria Interbrand traz um conceito mais moderno, espaços de interação social, além dos tradicionais caixas eletrônicos e guichês de gerentes para um atendimento personalizado. A ideia é que o diferencial de ser cooperativa seja também estendido à experiência de um atendimento financeiro mais humano.

 

Localização - A agência de Campo Limpo Paulista fica na rua Presidente Vargas, 111 – Vila Tavares. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SERVIÇO

Inauguração Sicredi – Agência Campo Limpo Paulista

Quando: 12/12/2018

Horário: a partir das 19h

Local: rua Presidente Vargas, 111 – Vila Tavares

 

Foto:Pixabay

 

SICREDI VALE O DO PIQUIRI: Espaço é inaugurado na Av. Berrini em São Paulo

 

Dando sequência à sua estratégia de expansão, o Sicredi – primeira instituição financeira cooperativa do país, inaugurou na manhã desta terça-feira (11/12), seu mais novo espaço localizado na Av. Berrini, 853, zona sudoeste de São Paulo. Uma ambientação moderna e de acordo com a nova identidade visual do Sicredi compõe a arquitetura dos 223m² de área construída totalmente voltados para que o relacionamento com os associados aconteça de forma mais personalizada, simples e próxima.

 

Força e diferenciais - Segundo o presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, agora a Av. Berrini é mais um endereço que conta com a força e diferenciais do modelo de negócio cooperativista. “Continuamos na contramão do mercado, ampliando nossa rede de atendimento, fortalecendo as regiões onde estamos inseridos e objetivando o desenvolvimento do associado, ao invés do lucro. Trabalhamos para os nossos associados e os bons resultados deste processo vêm por consequência”, explica Jaime Basso.

 

Donos do negócio - Já Moacir Niehues, Diretor Executivo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, ressalta o diferencial do papel de ‘dono’ que cada associado deve exercer. “Nossos números ganham maior expressão a cada dia porque nossos associados também são donos do negócio e participam ativamente da gestão. O atendimento diferenciado que prestamos também faz a diferença e nos motiva a fortalecer cada vez mais este relacionamento”, afirma o executivo. 

 

Alegria - Para Kíssila Araújo, Gerente Geral do Sicredi Av. Berrini, é motivo de grande alegria poder entregar aos associados este espaço tão moderno, funcional e confortável. “A nossa equipe já está à disposição para tirar dúvidas e apresentar todo o portfólio de produtos e serviços financeiros cooperativos para empresas e pessoas físicas e convidamos a todos para fazer-nos uma visita e tomar um café conosco.”, convida Kíssila.

 

Endereço - A nova agência fica na avenida Engenheiro Luis Carlos Berrini, 853. O telefone é (11) 3137-1300.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI RIO PARANÁ: Cooperativa comemora 30 anos e lança registro histórico

 

Com o lançamento de um livro, a Sicredi Rio Paraná PR/SP celebrou seus 30 anos de fundação. A obra intitulada, “A conquista da confiança” e escrita pelo autor Rogério Recco, contou com entrevistas e resgates históricos da trajetória de criação da cooperativa. 

 

Capa - A imagem que ilustra a obra em sua capa foi feita por Régis Gentil Scota, desenvolvida pela Agência Luz Própria Web e idealização do presidente da cooperativa, Jorge Guedes. 

 

História de Nova Londrina - Com ilustrações históricas e depoimentos de colaboradores e associados, o livro, com 150 páginas, passeia também pela história da cidade de Nova Londrina-PR e o desenvolvimento do cooperativismo de crédito no país. Também fala sobre a vida de um de seus idealizadores, entre eles Olivier Grendene, Pedro Paulo de Mello e Jorge Guedes. 

 

Trechos - “No início não foi fácil. Mesmo com todas as vantagens tão propaladas do cooperativismo de crédito rural para os produtores, estes se mostravam arredios, hesitantes, demorando a apoiar a ideia”, trecho da obra. Pg 57. 

“Não havia outra opção a não ser sair para enfrentar os grandes bancos e buscar os resultados”, pg 101. 

“Com a cooperativa de crédito, os recursos da região ficam na própria região, promovendo o seu desenvolvimento”, pg 106. 

 

Jantar - O lançamento ocorreu durante um jantar em que foram homenageados associados que contribuíram para o desenvolvimento da cooperativa. 

Os associados interessados em ter um exemplar, podem procurar a agência do Sicredi em sua cidade. Ainda nas comemorações, em setembro, os associados de Nova Londrina-PR puderam assistir a um show da dupla Thaeme e Thiago a preço promocional, R$ 2,00, dentro da Expo Nova. 

 

Abrangência - A Sicredi Rio Paraná PR/SP atua em 44 cidades da região que fica na divisa dos estados do Paraná e São Paulo. Hoje são 24 agências para atender os associados. 

 

Redes sociais - Saiba mais em nossas redes sociais @sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

 

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SICREDI FRONTEIRAS: Capanema se encanta com a abertura do Natal na Roça

 

O município de Capanema recebeu, na noite de 7 de dezembro, o Papai Noel do Sudoeste do Paraná, durante a abertura da programação Natal na Roça, realizado em parceria entre o Sicredi, a Prefeitura Municipal, a Associação Comercial e Empresarial de Capanema - ACEC e entidades parceiras.

 

Papai Noel - As crianças tiveram uma noite de magia e encanto ao receber o “Bom Velhinho” e assistir as diversas programações, que incluiu apresentações culturais e de canto, como a do Coral Infanto-juvenil Serviço Social da Indústria - Sesi, que lançou seu reportório de Natal na solenidade de abertura do Natal na Roça, e que agora, se estende durante todo o mês de dezembro.

 

Chegada - Após a nominação das autoridades, o Papai Noel chegou acompanhado de gaiteiros e violeiros, alegrando a comunidade de Capanema com músicas natalinas, luzes e o clima de Natal.

 

Chaves - O Papai Noel recebeu as chaves da cidade, para que, em seguida, pudesse abraças e distribuir doces para as criançadas que o aguardavam ansiosamente.

 

Acendimento de luzes - O lançamento do Natal na Roça aconteceu juntamente com o acendimento simultâneo das luzes da Praça e Avenidas e da sede da Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP. “Foi uma festa iluminada, mágica e muito bonita, que nos permitiu vivenciar momentos de emoção e alegria. Nosso agradecimento a toda comunidade e as pessoas que se envolveram na organização”, agradeceu José César Wunsch, presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB NORTE DO PR: Prédio de antiga rodoviária é transformado em espaço de serviços essenciais

 

O antigo prédio da Rodoviária Municipal de Alvorada do Sul, na região Metropolitana de Londrina (PR), já assistiu a muitas chegadas, partidas, reencontros e despedidas. Mas após ficar por anos abandonado, o prédio, agora, volta a ser cenário para novas histórias. O espaço foi reinaugurado como Centro Integrado de Cultura e de Atendimento ao Empreendedor Cidadão e vai abrigar operadores de serviços administrativos para atender à população. A reforma é fruto da parceria do Sicoob Norte do Paraná com a prefeitura.

 

Investimento - Para a reforma do espaço, a cooperativa de crédito investiu mais de R$ 500 mil na estrutura que agora abriga sedes de serviços básicos como a agência do INSS, Sine, Agência do Trabalhador, Instituto de Identificação, Agência Fomento Paraná, Sala do Empreendedor, serviço de emissão de CTPS e Junta Militar. A revitalização do prédio irá proporcionar, ainda, a retomada dos serviços da Associação Comercial e Empresarial de Alvorada do Sul (Aceas) que também terá sua sede administrativas no local.

 

Valioso - O conselheiro do Sicoob Norte do Paraná, Alfredo Carvalho, que esteve presente no evento de reinauguração, destaca que viabilizar um espaço de atendimento tão valioso para a população foi uma grande satisfação para a cooperativa. Principalmente porque o investimento decorreu de uma parceria transparente, que surpreendeu durante todo o processo. "A prefeitura teve uma postura exemplar conosco, demonstrando real interesse no benefício que o Centro irá proporcionar. Isso demonstra que quando o poder público e privado querem e andam lado a lado com seriedade e comprometimento, as coisas acontecem", afirma.

 

Preservação da história da cidade - O antigo prédio da Rodoviária Municipal de Alvorada do Sul foi construído em 1968 na gestão do então prefeito Antonio de Souza Lemos. Na reforma financiada pelo Sicoob, a arquitetura do edifício foi mantida em prol da preservação da história e da memória da cidade. O nome original do prédio também permaneceu: Ursolino Leite de Santana, pioneiro de Alvorada do Sul.

 

Agência Sicoob em Alvorada - A reforma da antiga rodoviária é fruto da parceria entre o Sicoob e Prefeitura de Alvorada do Sul. Há cerca de um ano, durante a fase de estudos para a instalação da nova agência Sicoob na região, a cooperativa de crédito procurou a administração municipal. Por conta da localização e estrutura, a antiga sede da prefeitura de Alvorada, na esquina das avenidas Joaquim e José Alves de Lima, foi escolhida para abrigar o ponto de atendimento.

 

Revitalização - “Em contrapartida à utilização de um antigo prédio público, chegamos a um acordo com a prefeitura que poderíamos, também, revitalizar o prédio da rodoviária que estava abandonado. Assim, conseguimos disponibilizar um espaço que centraliza serviços administrativos essenciais para o cidadão e melhorar a qualidade de vida não só dos nossos cooperados, mas de toda a sociedade em que estamos inseridos. Isso é preceito básico do nosso espírito cooperativista”, explica o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Norte do Paraná, Rafael de Giovani Netto. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB MERIDIONAL: Inaugurados dois espaços conceito voltados para coworking em Caxias do Sul

 

Assim como em Bento Gonçalves (RS), o Sicoob Meridional inaugurou mais dois espaços conceito para o público jovem, o Inov@, em Caxias do Sul. A segunda e a terceira unidade do modelo, que é o inédito no sistema Sicoob, foram inaugurados nos dias 26 e 27 de novembro.

 

Escritório de negócios - O local, que funciona como escritório de negócios, também oferece espaços de coworking. Segundo a gerente regional do Rio Grande do Sul, Andressa Wagner, o Inov@ é um espaço do futuro, com designer inovador, descontraído e alegre. “O local pode ser ponto de encontro entre amigos e associados, dos jovens que buscam uma internet mais rápida, daqueles que têm uma ideia de empreender e precisam de espaço para discutir suas ideias, dos cooperados que precisam de um espaço para fazer reuniões, negociações com clientes e fornecedores”, afirma.

 

Uso - A presidente do Conselho de Administração, Solange Martins, falou ainda sobre como os cooperados de Bento Gonçalves já estão usufruindo da infraestrutura oferecida. “O modelo está encantando as pessoas que lá entram e temos tido uma resposta muito boa na associação de novos clientes, o que consequentemente irá gerar negócios para a cooperativa”, avalia.

 

Benefícios - Além disso, a presidente explica os benefícios do espaço para a cooperativa. “Após o conhecimento da agência e a constatação da eficiência do nosso Mobile Bank, dificilmente alguém não se associa. Outro ganho muito importante é o de nossa marca estar na vanguarda desse modelo, que sabemos ser o futuro das agências bancárias”, explica.

 

Localização - Os espaços Inov@ em Caxias do Sul estão localizadas na Rua Luiz Michelon, 1405 e Avenida Ruben Bento. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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UNIMED LONDRINA: Cooperativa apadrinha mais de 140 pedidos de crianças e idosos neste Natal

Todo ano no Natal, milhares de crianças esperam um presente do Papai Noel. Além delas, os idosos também fazem pedidos ao bom velhinho. Para atender a estes desejos, a Unimed Londrina realiza o apadrinhamento das cartinhas escritas por eles. Os funcionários puderam escolher as cartas e transformar o Natal destas pessoas em uma data inesquecível. Nesta edição, foram atendidos 72 crianças e 69 idosos. A entrega dos presentes acontece nesta quinta-feira (13/12) e sábado (15/12).

Cartinhas - As cartinhas ficaram disponíveis em um espaço da Sede Administrativa ou via Whatsapp para os funcionários que trabalham em outras unidades. Fabianne Piojetti, gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, ressalta a importância de realizar esta iniciativa na Unimed. “Promovemos ações de voluntariado o ano todo, porém notamos que, no Natal, as pessoas ficam mais motivadas a contribuir”, conta a gerente. “Muitos funcionários ainda escrevem de volta para as crianças e idosos que apadrinharam. Realmente é um momento mágico!”, completa.

Satisfação - Daiana Steffen, enfermeira auditora da cooperativa, apadrinhou mais de uma carta. “Sinto-me muito bem em ajudar e fico imensamente feliz ao imaginar a alegria que elas sentem ao receber o presente. E é neste momento que a magia do Natal acontece”, justifica.

CMEI - Neste ano, o CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Carolina Benedita dos Santos foi escolhido para receber os presentes de Natal. Aliny Marendaz, assistente de Sustentabilidade, contou sobre a reação da instituição ao receber a notícia. “A diretora do CMEI ficou contente ao saber que íamos realizar essa entrega especial. Iremos levar um Papai Noel, que será o Edno Souza (analista de Suporte de Sistema), funcionário e voluntário da Cooperativa, para a festa de fim de ano deles”, conta.

Participação - Edno comenta que participa como Papai Noel nesta iniciativa há alguns anos. “Faço com muita felicidade. O melhor presente é poder atingir o sentimento de alguém. E eu também tenho muita emoção por poder tirar um sorriso das crianças e dos idosos e dar um abraço neles”, conta o analista. “Sou o Papai Noel mais feliz desse mundo”, completa. Além do centro de educação infantil, o asilo Lar Maria Tereza Vieira também será beneficiado com os presentes. A diretoria da instituição adorou a ideia de participar novamente da ação. “O Lar nos recebeu carinhosamente e ficaram muito felizes ao saber que voltaremos lá esse ano”, comenta Aliny.

Distribuição - O acompanhamento da imprensa na entrega dos presentes só está permitido no Lar Maria Tereza Vieira. Os presentes serão distribuídos na instituição a partir das 15h. O endereço é Rua Santa Clara, 165. O Papai Noel e os funcionários da Unimed Londrina estarão presentes na ação. Para mais informações, a assessoria de comunicação da cooperativa está disponível nos telefones 3375-6258 ou 3375-6172. (Imprensa Unimed Londrina)

PUBLICAÇÃO: Cartilha de Boas Práticas na Gestação de Suínos é lançada pelo Mapa

 

publicacao 12 12 2018O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou nesta terça-feira (11/12), em Brasília, a cartilha digital de Boas Práticas na Produção de Suínos voltada para a Gestação Coletiva. Também serão apresentadas as conclusões recebidas na consulta pública sobre boas práticas na produção comercial de suínos.

 

Série - Esta publicação é a primeira de uma série de materiais técnicos para estimular as boas práticas de produção junto à cadeia de suínos. O objetivo das ações é apoiar o produtor para uma atitude proativa com relação ao bem-estar na gestação e maternidade das matrizes.

 

Parceria - O material é fruto da parceria entre o Mapa e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). Segundo a chefe de Divisão de Bem-Estar Animal e Equideocultura do ministério, Liziè Buss, a publicação de materiais técnicos informativos para a cadeia é fundamental para facilitar a disseminação de conhecimentos e adoção de melhores práticas. A estratégia atende aos objetivos da Área de Boas Práticas e Bem-estar Animal (BEA), que são a sensibilização, capacitação e sustentabilidade da cadeia produtiva.

 

Movimentação - Liziè lembra que no mundo todo existe uma forte movimentação acerca do BEA. “Desde 2013, a União Europeia proíbe o alojamento de fêmeas em gaiolas na totalidade do período gestacional. Outros países também possuem orientações sobre este tema: Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, e África do Sul”. “Em outubro deste ano, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) publicou o capítulo internacional para boas práticas na produção de suínos. E o Brasil, como signatário e um dos maiores players na produção e exportação de suínos, deve fomentar a adoção destas práticas”, completa a especialista. (Mapa)

 

COP 24: Brasil atinge meta de redução de emissões

 

cop destaque 24 12 12 2018Dados divulgados nesta terça-feira (11/12) na Conferência do Clima (COP 24), na Polônia, mostram que, neste ano, o Brasil já alcançou sua meta de redução de emissões de gases de efeito estufa proposta para 2020. O objetivo foi cumprido com base nas ações do setor florestal, que permitiram a redução de 1,28 bilhão de toneladas de carbono somente em 2018. O país anunciou, ainda, queda de 11% do desmatamento no Cerrado e levantamento de áreas em processo de recuperação.

 

Setor florestal - Os números também mostram que o Brasil, em 2018, atingiu a meta de reduzir em 60% as emissões do setor florestal. Também era esperado que esse patamar só fosse alcançado daqui a dois anos, em 2020. “Os dados são um lembrete eficaz de que mesmo países em desenvolvimento que enfrentam desafios econômicos e sociais podem cumprir seus compromissos pré-2020 com ações fortes e focadas”, declarou o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, na COP 24.

 

Cálculo - Baseadas em cálculo de remoção de carbono pelas florestas brasileiras, as informações mostram que, em 2018, somente o setor florestal absorveu 538 milhões de toneladas de carbono, dos quais 179 milhões de toneladas correspondem às Terras Indígenas (TIs), 220 milhões às Unidades de Conservação (UCs) federais e 139 milhões às Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal (RL), registradas no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR).

 

Período - A redução de 1,28 bilhão de toneladas foi registrada no período de agosto de 2017 a julho de 2018. O cálculo é relativo às emissões projetadas para 2020, conforme o compromisso apresentado pelo Brasil, em 2009, durante Conferência do Clima de Copenhague.

 

Cerrado - A área desmatada no bioma Cerrado no período de agosto de 2017 a julho de 2018 foi de 6.657 km² (Prodes Cerrado 2018), valor que corresponde a 11% de redução em relação ao período anterior. É a menor área desmatada já registrada na série histórica. Os dados foram divulgados pelo MMA e pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

 

Menor - O desmatamento observado no Cerrado em 2018 é 33% menor do que o mapeado em 2010, ano em que foi iniciado pelo governo federal o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado).

 

Mensuração - A mensuração foi realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no âmbito do Projeto de Monitoramento Cerrado (Prodes Cerrado). O mapeamento utilizou imagens de satélite para quantificar as áreas suprimidas maiores do que um hectare. Foi considerada como desmatamento a remoção completa da vegetação nativa, o que inclui todos os tipos de vegetação do bioma: florestais, savânicas e campestres.

 

Recuperação - O Brasil também divulgou números iniciais das áreas em processo de recuperação na Amazônia. A partir da análise dos dados do TerraClass Amazônia, que avalia o uso das áreas que foram desmatadas até 2014, foi possível observar 9,4 milhões de hectares em processo de recuperação. 

 

Áreas - Desse total, pelo menos 1,4 milhão de hectares estão em unidades de conservação ou terras indígenas, o que confere maior grau de proteção e possibilidade de permanência para as áreas que estão em regeneração. As análises utilizaram como referência o tamanho e a idade dos polígonos de vegetação secundária para chegar aos valores apresentados.

 

Caminho certo - “Os resultados mostram que o Brasil está no caminho certo para atingir suas metas de recuperação da vegetação nativa. É importante agora entender melhor as condições dessas áreas, pois isso pode diminuir os custos da recuperação em larga escala na Amazônia”, declarou o ministro Edson Duarte. (MMA)

cop tabela 12 12 2018

TRANSPORTE: Novas tarifas do pedágio começam a valer nesta quinta-feira

 

transporte 12 12 2018A partir desta quinta-feira (13/12), as tarifas de pedágio do Anel de Integração do Paraná vão subir de 6,6% a 17,6%. Os índices eram para ser reajustados no último dia 1º de dezembro, mas um impasse judicial atrasou a alteração. Das seis concessionárias que atuam no Paraná, apenas a Econorte não terá reajuste por ser alvo da Operação Lava Jato.

 

Autorização - Após receber as resoluções homologatórias da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar), o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) autorizou o aumento de preço nas empresas Ecovia, Caminhos do Paraná, Ecocataratas, Rodonorte e Viapar. Ao todo, 24 praças de pedágio sofreram o acréscimo no valor da tarifa.

 

Inflação - O reajuste aprovado é quase 5% maior que a inflação acumulada no período. Conforme o DER, o reajuste está acima da inflação em porque é baseado em uma fórmula paramétrica composta por índices setoriais divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), conforme previsão contratual.

 

Menor e maior - Com o reajuste, a menor tarifa para carros será na praça de Balsa Nova, com valor de R$ 8,70. Já a maior é a de São José dos Pinhais, no trecho que liga Curitiba ao litoral do Paraná, onde o valor será de R$ 20,90. (Rádio CBN Curitiba / Portal Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Conforme acordo de transição, Cida propõe alterações na lei das PPPs

 

infraestrutura 12 12 2018A governadora Cida Borghetti encaminhou nesta terça-feira (11/12) para a Assembleia Legislativa projeto de lei que altera a legislação relacionada à desestatização e aos contratos de parcerias público-privadas (PPPs). O texto foi integralmente redigido pela equipe de transição do governador eleito Ratinho Jr.

 

Programa e fundo - A proposta estabelece o Programa de Parcerias do Paraná (PAR), institui um Fundo para o Desenvolvimento de Projetos de Infraestrutura (Funpar) e altera a lei 17.046 de 2012.

 

Documento - O documento visa propiciar a racionalização dos ativos públicos, a ampliação da eficiência e da qualidade dos empreendimentos públicos e dos serviços estatais e a atração de investimentos para o desenvolvimento do Estado do Paraná.

 

Aperfeiçoamento - Segundo o texto encaminhado para análise dos deputados, a proposta pretende aperfeiçoar a estrutura administrativa voltada aos projetos que venham a ser incluídos no PAR. Da mesma forma que propõe fomentar o desenvolvimento dos referidos projetos, com atualização da regulação do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI).

 

Funpar - O projeto cria também o Funpar que terá a finalidade de financiar a estruturação e o desenvolvimento dos estudos e dos projetos de parceria do Estado do Paraná, inclusive dos municípios paranaenses.

 

Gestão - O Fundo será gerido pela Fomento Paraná e contará com aportes do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), transferências realizadas por instituições governamentais e não governamentais entre outros.

 

Urgência - O ofício encaminhado pela governadora Cida Borghetti também solicita a apreciação do projeto em regime de urgência. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Mudanças tributárias podem render R$ 52,6 bi em três anos

 

economia 12 12 2018Em seu cenário fiscal básico para os próximos anos, o Ministério da Fazenda considerou ser possível arrecadar, com novas mudanças na tributação, R$ 16,4 bilhões em 2020, R$ 17,5 bilhões em 2021, R$ 18,7 bilhões em 2022 – um total de R$ 52,6 bilhões em três anos.

 

Fontes - As novas receitas seriam obtidas com a tributação das aplicações em LCI/LCA, redução de créditos presumidos do PIS/Cofins e "outras medidas", não especificadas. Os dados constam do documento "Panorama Fiscal Brasileiro", encaminhado à equipe de transição de governo. Em outro trecho do documento, a equipe fala sobre a alternativa de elevar em cinco pontos percentuais a tributação sobre aplicações financeiras.

 

Foco - Ao montar o seu cenário fiscal básico, a Fazenda colocou foco, principalmente, na redução das despesas, incluindo as obrigatórias, defendendo com ênfase a reforma da Previdência Social. Mas considerou também possível uma elevação da receita tributária, em razão de mudanças na legislação.

 

Receita líquida - A avaliação é que a receita líquida da União deverá cair de 17,7% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano para 17,2% do PIB em 2019, por causa da redução de receitas não recorrentes, como Refis e concessões de blocos de petróleo. "A partir de 2020 a receita líquida retoma o crescimento em relação ao PIB, tanto pela melhora dos indicadores econômicos como pela entrada de novas medidas de receita", diz o documento.

 

Projeção - A projeção é que a receita líquida da União atinja 18% do PIB em 2022, no cenário em que o governo consegue fazer a reforma da Previdência e adotar medidas microeconômicas que melhorem a produtividade da economia. Na sua projeção, a atual área econômica não considerou a receita do leilão do excedente de petróleo da área da cessão onerosa.

 

2019 - Para 2019, o aumento decorrente de mudanças tributárias seria pequeno, de R$ 10,3 bilhões. Na conta, foram consideradas a elevação de 11% para 14% da alíquota de contribuição dos servidores para o Regime Próprio de Previdência do Servidor (RPPS), a redução, de 20% para 4%, do IPI sobre concentrado de xarope produzido na Zona Franca de Manaus, a mudança no Reintegra e a revogação do Regime Especial da Indústria Química.

 

Receita adicional - Para 2020, a receita adicional com as mudanças nos impostos atingiria R$ 68,4 bilhões, sendo que R$ 30,6 bilhões seriam decorrentes da redução linear de 10% nos atuais benefícios. Na conta, foram consideradas a mudança na tributação dos fundos de investimentos exclusivos, tentada e não conseguida por meio da medida provisória 806/2017, e outras alterações nos impostos, entre elas a tributação das LCI/LCA.

 

Controle do gasto - Em conversa com o Valor, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou que o aumento de receita que consta do cenário fiscal "é marginal" e que o foco do ajuste proposto é o controle das despesas. "A nossa intenção foi mostrar que sem o controle do gasto não haverá ajuste e, aí sim, a carga tributária irá aumentar", disse.

 

Correção - Algumas mudanças na tributação, segundo o ministro, foram consideradas para corrigir distorções, como é o caso da atual isenção do Imposto de Renda das aplicações em LCI/LCA. "Temos também benefícios tributários com os quais não concordamos e que devem ser reduzidos, o que também aumenta a arrecadação", explicou. (Valor Econômico)

 

EXECUTIVO I: Governo eleito tenta formar base para a Previdência

 

executivo I 12 12 2018A 20 dias da posse, o presidente eleito Jair Bolsonaro intensificou a articulação política, a fim de tentar aprovar a reforma da Previdência ainda no primeiro semestre. Enquanto ele completou nesta terça-feira (11/12) reuniões com seis bancadas, o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni foi ao encontro dos tucanos no Senado. Em outra frente, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, discutiu a reforma previdenciária com os deputados do PSL, sigla de

Bolsonaro.

 

Apoio - Até o momento, das bancadas com as quais Bolsonaro se reuniu, apenas o PR, com 33 parlamentares, afirmou que vai compor a base do novo governo. Somados ao PSL, são 85 deputados que formalmente integram a base governista. Os demais declaram "apoio independente". "Não será nada com imposição goela abaixo", explicou o líder do Podemos, Diego Garcia (PR).

 

Ponto fundamental - Na mesma tarde, em reunião reservada com os deputados do PSL, Paulo Guedes argumentou que a reforma da Previdência é "ponto fundamental" da política econômica, a ser tratado com prioridade máxima. Segundo relatos de participantes, o ministro disse que o ideal seria que, ainda neste ano, o governo de Michel Temer conseguisse aprovar ao menos uma fatia da proposta, sem especificar qual seria.

 

Mínimo - "Ele falou em algo mínimo da reforma para que o avião andasse um pouquinho mais", relatou um dos participantes da reunião. Segundo este parlamentar, Guedes criticou os "privilégios" de algumas categorias de servidores públicos no atual regime previdenciário. O ministro teria afirmado que o Poder Judiciário é o mais privilegiado, seguido dos funcionários do Legislativo e do Executivo, nessa ordem. Por último, viriam os trabalhadores do regime geral do INSS, que seriam os mais sacrificados pelas regras em vigor. Guedes confirmou nesta terça a nomeação do deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN) para ser secretário da Previdência.

 

Senado - Em outra frente, Onyx Lorenzoni dedicou-se à interlocução com o Senado, onde nos bastidores aliados de Bolsonaro tentam impedir a eleição de Renan Calheiros (MDB-AL), mais uma vez, para a presidência da Casa em fevereiro.

 

Sinalização - Em um almoço com senadores do PSDB, Onyx sinalizou que o próximo governo quer apoiar "a mudança, seguindo o sentimento das urnas" na eleição à presidência do Senado. A fala, por si, já é um indicativo contra a possível candidatura de Renan, que tem se colocado de forma cada vez mais aberta na disputa.

 

Encontro - O encontro ocorreu no gabinete do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que avalia concorrer contra o emedebista. Por isso, o gesto foi recebido pelos tucanos como um aval, ainda que tímido. Onyx falou à bancada que Bolsonaro quer contar com o apoio do PSDB, ainda que sem falar de aliança formal. Os integrantes da sigla afirmaram que, como partido reformista que é, darão apoio às reformas. A correlação de forças à qual o governo Bolsonaro estará submetido no Senado é diferente da Câmara. 

 

Parlamentares eleitos - Se na Casa vizinha o partido do presidente eleito é a segunda maior bancada, no Senado a sigla fez apenas 4 senadores. Em comparação, o MDB será o maior partido, com 12 senadores, e negocia a filiação de outros três, podendo chegar a 15 das 81 cadeiras.

 

Reunião - Nesta quarta-feira (12/12) Bolsonaro vai receber a bancada do PSL, e parlamentares de mais três legendas dispostas a endossar sua gestão: Pros, DEM e PP. Em todos os encontros, ele tem feito apelos por apoio às reformas estruturantes, em especial às mudanças das regras previdenciárias. (Valor Econômico)

 

EXECUTIVO II: Relação entre China e EUA vai ditar os rumos da política externa

 

executivo II 12 12 2018O ano que vem promete confusões na cena internacional, dependendo de como vai evoluir a relação entre os Estados Unidos e a China, as maiores potências globais. De seu lado, o governo de Jair Bolsonaro quer recuperar influência brasileira no exterior. No entanto, sua política externa deverá navegar na defensiva.

 

Campanha - Na campanha, Bolsonaro usou uma retórica inflamada, sugerindo alinhamento com os EUA, jogou suspeita sobre fluxos de investimento e comércio da China, assumiu postura de confrontação com Venezuela e Cuba, defendeu a revisão do Acordo de Paris (sobre mudanças climáticas) e a transferência da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém.

 

Custo - A retórica diminuiu de tom, uma vez eleito. Mas retrocessos retóricos ou práticos têm um custo. Não basta a percepção sobre a política econômica - que é boa, até agora. A imagem do Brasil estará muito associada, sobretudo nas democracias ocidentais, a temas como ambiente e direitos humanos. A capacidade de o país gerar simpatia deteriorou-se. Os primeiros ataques mais incisivos contra o novo governo certamente virão de fora, de uma oposição bem aparelhada no exterior desde o impeachment de Dilma Rousseff.

 

Contexto - Bolsonaro chega ao poder num contexto de reconcentração do poder no mundo. Primeiro, com certos elementos da volta de bipolaridade, em que os EUA e a China ocupam espaços de potências diferentes dos demais.

 

Segundo plano - No imediato segundo plano vem a Rússia, graças a seu arsenal de mísseis nucleares. Vladimir Putin continua a praticar uma política geopolítica ofensiva pelo qual restabelece parte do poder que a União Soviética tinha em sua zona de influência.

 

Europa - Vem em seguida outro grupo, em que a Europa tem força econômica, soft power, mas está enfraquecida. Atravessa uma crise política que não deixa um bom presságio. Ninguém sabe quanto tempo mais Angela Merkel poderá governar a Alemanha. Emmanuel Macron perdeu a credibilidade para fazer grandes reformas depois das reações violentas de rua na França. Com Theresa May, que enfrenta contestação ao acordo sobre o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia), a questão é se ela ainda será a chefe de governo na semana seguinte. A Itália está nas mãos de populistas de direita que causam tremores no mercado.

 

Emergentes - No patamar seguinte estão emergentes como Índia e Brasil, cada um com momentos diferentes. A Índia cresce bem economicamente, mas enfrenta sempre muitas debilidades decorrentes da pobreza em que vive. E a tensão é permanente com a China.

 

América Latina - Na América Latina, há uma orientação mais de centro-direita. Já o México vai na direção oposta do Brasil pela primeira vez em décadas, com um governo de esquerda populista. E não se pode excluir as chances de Cristina Kirchner voltar ao poder na Argentina.

 

Reação - Um desafio para o governo Bolsonaro é como vai reagir ao que está em jogo - não apenas pelos discursos, mas pela situação concreta. E, assim, como evitar inflexões gratuitas e desnecessárias na relação com os parceiros, porque tudo tem um preço.

 

Sinais - Há sinais de compreensão nesse sentido. A equipe de transição indica que mudança de embaixada para Jerusalém vai ocorrer, mas não se sabe quando.

 

Fusão - Além disso, Bolsonaro acabou desistindo a fusão dos Ministérios da Agricultura e do Meio-Ambiente, que iria gerar muito ruído internacional e piorar a percepção da qualidade das exportações agrícolas brasileiras.

 

Trump - Por outro lado, a dosagem da convergência com Donald Trump necessita de cuidado. A crença excessiva em relação à aproximação com os EUA não faz sentido, até e porque nem Washington está pedindo alinhamento automático. O que Trump disse em 2017 em discurso na ONU foi o contrário, ao martelar seu credo de "America First" (América em primeiro lugar) e que cada um devia cuidar de si.

 

Temer - O governo de Michel Temer tentou maior aproximação com os EUA. Mas não foi correspondido, porque Trump preferia esperar a eleição. O americano diz ver em Bolsonaro um novo parceiro. Mas não há indicação de Washington sobre o que pode oferecer ao Brasil. No plano internacional, Trump continua agindo com alto grau de imprevisibilidade, teatralidade e improviso.

 

Muito a fazer - O Brasil tem muito a fazer com os EUA, independentemente do comando na Casa Branca. A ideia de tentar abrir o mercado americano e ter acesso a tecnologia de ponta é interessante. Mas encontrar nichos nas cadeias de valor será complicado.

 

Quebra - Trump justamente está quebrando essas cadeias globais. O que interessa é produzir perto de onde se vai vender. Quem aposta que o "céu é o limite" na relação com os EUA pode amargar decepções. De um lado, isso exigirá também se criar uma verdadeira competição no Brasil, abrir bem mais o mercado interno. De outro, produtores de Estados que votam em Trump ocupam os mesmos nichos de produção do Brasil, como bens agrícolas, carnes, soja, minerais.

 

Imposição - Trump busca nos confrontos impor um comércio administrado que favoreça seus eleitores. Quem espera recompensa por parte dos EUA, com maior aproximação, pode se decepcionar. Pode até surgir plano de "chegar ao céu" por uma nova cadeia produtiva centrada na América do Sul, oposta aos chineses, mas é algo para o futuro.

 

Aproximação - O governo Bolsonaro deve se aproximar mesmo dos EUA. O complicado é, ao mesmo tempo, colocar o dedo na cara do seu maior cliente, a China, que representa 45% do superávit brasileiro neste ano. Se com os EUA há concorrência agrícola, com a China a complementaridade é importante. Se o próximo governo quer mudar o ritmo do fluxo comercial, é preciso mostrar alternativas para onde vai vender soja, suínos etc.

 

Insatisfação - Enquanto o próximo governo suspeita dos investimentos chineses, em Pequim as informações são de crescente insatisfação em círculos do Partido Comunista com a ambição internacional do presidente Xi Jinping. Sobretudo, incomodam segmentos do PC a dita generosidade de financiamento externo para países sem condições de pagar de volta, como a Venezuela.

 

Presença massiva - A presença massiva da China na África e na América do Sul não gera necessariamente ganhos para o Brasil. Se os chineses começarem a produzir soja na África, será um problema para produtores brasileiros. Uma eventual base militar na América do Sul seria outra dificuldade. Enquanto os chineses estiverem ocupados com os EUA, tanto melhor para outros parceiros.

 

Determinante - Os rumos da relação EUA-China serão determinantes para o estado da economia global em 2019. A questão é se haverá algum grau de distensão ou acirramento do confronto. A se presumir que exista racionalidade nos dois lados, que têm seus linhas duras, seria de se esperar distensão. Mas isso depende até que ponto Trump vai usar a retórica anti-China na eleição.

 

Confronto geoeconômico - O Brasil não tem por que escolher entre EUA e China. O grande confronto geoeconômico está se dando pela indústria de semicondutores, inteligência artificial, robótica, dos quais o Brasil não é um "player" e não precisa se meter. A disputa das sobretarifas deflagrada por Trump é um instrumento para conseguir concessões no curto prazo. O risco é de esse conflito conduzir a uma recessão. O Brasil teria ainda mais dificuldades, num cenário menos benevolente, para corrigir seus desequilíbrios, especialmente o déficit fiscal.

 

Dividida - Quanto à Europa, que poderia ser o sócio brasileiro mais factível para investimentos, continua muito dividida e não consegue ter política conjunta para pesar mais na cena internacional.

 

Esvaziamento - A Alemanha, principal motor econômico do bloco, vai passar um período de lento esvaziamento de Merkel, o que já foi sentido na negociação com o Mercosul. A Alemanha é que tinha de liderar o acordo. Isso não foi feito, prevalecendo interesses defensivos de França e Irlanda, entre outros.

 

Parlamento europeu - Com o euroceticismo aumentando, a possibilidade é grande de a renovação do Parlamento Europeu, em maio de 2019, resultar numa nova Comissão Europeia (o braço executivo da UE) mais conservadora e mais debilitada.

 

Questionamento - De outro lado, questionamento no Brasil da mudança do clima e sugestões de flexibilidade na proteção ambiental têm impacto na Europa e subsidiariamente nos EUA. Na Europa, pode motivar protecionismo contra produtos brasileiros. Nos EUA, competidor na área agrícola, ajuda o país a desmontar a imagem de produtos brasileiros e a tentar abocanhar fatias na Europa e no Oriente Médio para frango e soja, por exemplo.

 

Trégua - No comércio, a recente trégua anunciada entre os EUA e a China deixou parceiros na Organização Mundial do Comércio (OMC) numa situação delicada. O que estava se desenhando era os EUA buscarem apoio e influência, para emparedar a China e reduzir seu peso na cena internacional.

 

Influência - Se o chamado G-2 tiver um entendimento muito afinado para negociar regras do futuro do comércio na OMC, os outros parceiros perdem poder relativo. Se estiverem menos afinados, e, portanto, com menor grau de convergência, o Brasil e outros países ganham alguma perspectiva de influência.

 

Pouca presença - O Brasil é um país com pouca presença no comércio internacional e está num segmento excessivamente regulado, que é a agricultura. Seus exportadores precisam de normas internacionais para diminuir dificuldades no dia a dia das transações comerciais. O sistema multilateral comercial é essencial. A equipe de Bolsonaro pode até insistir mais em busca de acordos bilaterais. Mas será um erro se negligenciar o multilateral, especialmente quando se buscam formas de agilizar acordos e definir o futuro do comércio internacional. Iniciativas plurilaterais (participa quem quer) devem prosperar.

 

Ações unilaterais - Os EUA podem ser dar ao luxo de ações unilaterais, como estão fazendo. Mas o diferencial de poder entre EUA e Brasil é avassalador. A constatação é clara: o Brasil não pode fazer menos do que tem capacidade de fazer, mas não pode pretender mais do que pode fazer. O país não tem cacife para querer ser mais trumpiano do que Trump em matéria de comportamento internacional. O custo vai ser elevado.

 

Cúpula - Para 2019, o governo de Jair Bolsonaro deverá organizar a cúpula dos líderes do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul). O plano é de ser realizada em novembro, em Brasília.

 

Fundamental - O próximo governo não deve se limitar a uma presidência minguada do grupo. A aproximação do Brics com o setor privado para estimular participação em projetos de infraestrutura é fundamental. Ainda mais quando se sabe que certos investidores de países desenvolvidos visivelmente não têm interesse em construir estrada no Brasil, por exemplo.

 

Negociações - Já uma ideia que circula entre alguns membros do futuro governo de Bolsonaro não tem como decolar tão cedo: a negociação de um acordo de livre-comércio entre os cinco membros do Brics. A China fez a proposta, há dois anos, com apoio explícito da Rússia. Na ocasião, o governo brasileiro fez uma dita reflexão interna, com a participação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), e concluiu que não apoiaria a iniciativa.

 

Situação mais complicada - Agora, a situação parece mais complicada. A Índia provavelmente não concordaria. A política comercial que o primeiro-ministro Narendra Modi vem implementando tem sinais explícitos de substituição de importações.

 

Melhora na imagem - Uma melhora da imagem do Brasil no exterior passa pela economia, pois depende também para atrair mais fluxo de investimentos. A provável vinda de Bolsonaro ao Fórum de Davos, nos Alpes suíços, será a primeira visita de grande visibilidade. Sobretudo, seu governo poderia se inspirar em parte de seu lema da campanha. "Brasil acima de tudo" deveria ser o mote de uma política externa independente e de não alinhamentos. (Valor Econômico)

 

AFOCA: Associação dos Funcionários do Sistema Ocepar elege nova diretoria

A Associação dos Funcionários do Sistema Ocepar (Afoca) realizou a eleição da nova diretoria, em Assembleia Geral Ordinária (AGO), ocorrida nesta terça-feira (11/12), em Curitiba, com a presença de colaboradores da Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) e Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná).

Componentes – Foram eleitos: Taghert Brunno Toledo (presidente), Allan Ruschmann (vice-presidente), Maurício Carlos Roesner (diretor administrativo-financeiro), Matheus Felipe da Silva (diretor-secretário) e Rodrigo Gandara Donini (diretor social). Vão compor o Conselho Fiscal: Edite Viana dos Santos Alves, Marcelo Martins e Graziel Pedrozo de Abreu, como titulares. Os suplentes são Emerson Barcik, Ana Lúcia Soares Gonçalves e Sandra Schmidt. A nova diretoria vai atuar na gestão 2019/20. Na AGO, também foi realizada a prestação de contas dos exercícios de 2016 e 2017 e um balanço das atividades executadas nos dois últimos anos pela atual gestão, presidida por Carlos Eduardo de Sousa Nunes Kaiss.

Sorteio – Ao final da AGO, foram sorteados três ingressos para a final da Copa Sul-Americana, oferecidos pela Cooperativa Copacol, patrocinadora do Atlético Paranaense. O time vai enfrentar o Júnior Barranquila, na noite desta quarta-feira (12/12), em Curitiba. O vice-presidente da Copacol, James Fernando de Morais, participou do sorteio.

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