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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4472 | 10 de Dezembro de 2018

ENCONTRO ESTADUAL: Números do cooperativismo do PR divulgados no evento repercutem na imprensa

encontro estadual 10 12 0218Os resultados do cooperativismo do Paraná de 2018, divulgados na sexta-feira (07/12), pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, em Curitiba, repercutiram na imprensa. Diversos veículos de comunicação divulgaram os números anunciados no evento. Neste ano, as 215 cooperativas vinculadas à Ocepar devem atingir faturamento de R$ 83,5 bilhões, valor 18,9% superior ao montante obtido no ano passado, que foi de R$ 70,3 bilhões. Também foi registrado aumento no número de cooperados, atualmente são 1,8 milhão, ou seja 19,2% a mais em comparação ao registrado no ano passado (1,5 milhão). As exportações do setor atingiram US$ 3,9 bilhões neste ano, montante 17,67% superior ao de 2017 (US$ 3,3 bilhões). As cooperativas paranaenses também estão fechando o exercício contabilizando R$ 1,9 bilhão em investimentos, R$ 2,1 bilhões em impostos recolhidos e aumento de 3,8% nos empregos diretos gerados, passando de 93.144 postos em 2017 para 96.666 neste ano.

Links - Clique nos links abaixo para conferir na íntegra as matérias divulgadas na imprensa sobre o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses.

GAZETA DO POVO 

JORNAL VALOR ECONÔMICO

AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

REVISTA AMANHÃ

A REDE – CAMPOS GERAIS

A REDE – CAMPOS GERAIS

JORNAL O DIÁRIO DE MARINGÁ

JORNAL O PARANÁ DE CASCAVEL

JORNAL O PARANÁ DE CASCAVEL

JORNAL O PRESENTE RURAL – MARECHAL CÂNDIDO RONDON

REVISTA SUINOCULTURA INDUSTRIAL

JORNAL CORREIO DO POVO

SITE AQUI AGORA

JORNAL INTEGRAÇÃO

JORNAL TRIBUNA DO INTERIOR

JORNAL DIÁRIO DOS CAMPOS

RTV CANAL 38

AGORA PARANÁ

ALERTA PARANÁ

JORNAL TRIBUNA DO INTERIOR

SITE VVLALE

 

 

PRC100: Workshop de planejamento estratégico será realizado na quinta-feira, em Curitiba

 

prc 100 10 12 2018O Sistema Ocepar vai realizar o 1º Workshop de Planejamento Estratégico do PRC100, na quinta-feira (13/12), na sede da entidade, em Curitiba. O evento ocorre das 8h30 às 17h e é aberto a profissionais de todos os ramos. Na oportunidade, serão apresentados cases de cooperativas agropecuárias paranaenses que estão aplicando a ferramenta de planejamento estratégico na gestão de suas atividades, entre as quais Cocari, Copagril, Cooperaliança, Coamo e Coonagro. O professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Tomas Sparano, irá mediar um painel de debates ao final de cada bloco de apresentações.

Diretrizes - “As cooperativas estão cada vez mais expostas a muitos fatores externos e inseridas em um ambiente cada vez mais competitivo e de grande complexidade. Diante deste cenário e buscando incorporar conjuntos estruturados de monitoramento das ações de planejamento, o Sistema Ocepar idealizou o PRC 100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, que serve como um instrumento importante, utilizado na definição de diretrizes para o futuro do setor do Estado do Paraná. O workshop integra mais uma ação nesse sentido”, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

Encerramento– O evento será encerrado com palestra June Alisson Westarb Cruz, professor do programa de mestrado e doutorado em administração na pucpr e diretor executivo da Província Marista Brasil Centro-Sul. Em 2019, os workshops terão prosseguimento com o debate de experiências bem-sucedidas de outros ramos, como saúde e crédito.

Informações – Mais informações com Leandro Macioski (41 32001128 / e-mail: leandro.macioski@sistemaocepar.coop.br)  

 

Clique aqui para conferir a programação completa do Workshop de Planejamento Estratégico

 

GETEC: Informe Expectativas de Mercado traz projeções da semana

getec destaque 10 12 2018A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (10/12), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2018, 2019 e 2020.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br  / 41 3200-1133).

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado

 

COAMO: Cooperados recebem R$ 109 milhões em antecipação de Sobras

A movimentação em todas as unidades da Coamo no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul começou logo cedo nesta segunda-feira, 10 de dezembro. O motivo é que os associados receberam a antecipação das sobras referentes ao Exercício de 2018. São R$ 109 milhões distribuídos conforme a movimentação de cada cooperado na comercialização de soja, trigo, milho e insumos.

Tradição - A antecipação das Sobras, apelidada de 13º do produtor rural associado à Coamo, é uma tradição e ajuda a movimentar o comércio no final do ano nas cidades em que a cooperativa está inserida.

Lembranças - Alexandre de Lima Moreira, de Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná), diz que é uma satisfação poder receber esse dinheiro extra. “Já há mais de 25 anos participo da distribuição das sobras. Essa antecipação utilizo para comprar algumas lembranças para a família e para as festas de final de ano”, comenta.

Viagem - A associada Lindaura Lanza Ribeiro, também de Campo Mourão, é de família cooperativista e tradicional da Coamo. Ela revela que usará o dinheiro para viajar no final do ano. “Já está tudo planejado. Vou visitar um irmão no interior de São Paulo e depois viajar para a praia. Meus filhos já estão formados e com as suas respectivas famílias, então, uso o dinheiro para curtir a vida. Já trabalhei bastante e merece esse momento”, destaca.  

Satisfação - Conforme o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, é uma satisfação para a diretoria da cooperativa antecipar as Sobras ao quadro social. “A Coamo possui tradição do pagamento antecipado das sobras nesta época do ano. Essa condição é realizada desde a sua fundação, há 48 anos”, comenta Gallassini.

Solidez - Ele destaca que a antecipação só é possível devido a solidez, administração, participação dos associados e bons resultados que a cooperativa vem obtendo. “Comemoramos novamente esses bons resultados, fruto da participação efetiva dos cooperados e da boa administração da diretoria. Neste ano que estamos prestes a encerrar, mais uma vez, o balanço é positivo. Apesar da crise que diversos setores do país vêm passando, a agricultura consegue se manter muito bem como âncora da economia, e ainda apresenta bons números, os quais são bem recebidos pelos associados”, assinala Gallassini. (Imprensa Coamo)

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CAPAL: Cooperativa deve crescer 17% em 2018

 

capal 10 12 2018A Capal deve crescer 17% no faturamento em 2018, alcançando R$ 1,4 bilhão ante R$ 1,2 bilhão do ano anterior. Anualmente, os conselhos de Administração e Fiscal, Diretoria Executiva, gerências e coordenações da cooperativa se reúnem para uma retrospectiva das estratégias do ano, discutem as metas e lançam o orçamento do ano seguinte.

 

Primeiro dia - No primeiro dia do encontro, a Capal reuniu 50 pessoas, entre conselheiros, diretores e gerentes e familiares para assistirem a palestra de Eugenio Mussak sobre o equilíbrio entre vida pessoal e carreira. Além de palestrante, Mussak é professor e empresário. Ele contabiliza cerca de 20 mil aulas ministradas e mais de mil palestras realizadas para empresas, universidades e congressos no Brasil e exterior.

 

Otimismo - O presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Erik Bosch, está otimista quanto ao próximo ano, pois o cenário é diferente. Segundo ele, haverá uma conjuntura positiva no País em 2019, o que envolve o setor agrícola, o mercado interno e externo e o novo Governo Federal.

 

Aprovação - Em reunião que contou com os conselhos de Administração e Fiscal, foi aprovado o orçamento do próximo ano; na ocasião, diretores, funcionários e familiares acompanharam palestra do professor Eugenio Mussak “Apesar do segmento agropecuário estar em situação melhor que outros, os temores de 2018 estavam na falta de perspectiva quanto aos investimentos. Durante o ano, os ânimos estavam negativos, com medo de investir. Mas, com o novo governo, vemos uma formação ministerial mais técnica e podemos acreditar no futuro. Temos que confiar e investir no Brasil”, afirma Bosch.

 

Planejado - O diretor financeiro da Capal, Marco Rumen, destaca que, mesmo com todas as dificuldades que o Brasil atravessou, a cooperativa conseguirá completar o ano realizando o que foi planejado. A exceção, informa ele, é o setor de carne suína, mas que também traz uma expectativa melhor para 2019. “O ânimo dos investidores está maior no Brasil, além disso, a Rússia começou a abrir mercado para a carne suína brasileira.

 

Mercado interno - Apesar de nem todas as plantas do País terem sido ainda contempladas, essa abertura começa a desafogar o mercado interno”, avalia Rumen. Bosch reforça que, diante de uma crise, é necessário apresentar novas soluções. “No caso da suinocultura, mesmo com essa situação, vamos continuar investindo, mas focados em eficiência. Vamos produzir mais com menos”, afirma.

 

Cenário atual - Para o orçamento do próximo ano ser apresentado, profissionais da Capal levam em consideração a atual situação do País e do mundo e as perspectivas sobre questões como preço de commodities, mercado, política e fatores que envolvem a cadeia agropecuária.

 

Situação mais clara - Nessa época, estava, segundo o presidente, “extremamente difícil, seja pela greve dos caminhoneiros ou pelo Governo que não conseguiu trabalhar mais”. Com o tempo, a situação ficou mais clara, segundo ele. “É o décimo ano que o orçamento é apresentado e aprovado neste formato, em que cada gerente apresenta os números e os resultados da sua área de negócio. “Essa forma de apresentação é muito positiva”, conclui Rumen. (Informativo Capal)

 

PRIMATO: Iniciado ciclo de pré-assembleias em Toledo

 

primato 10 12 2018Com o objetivo de prestar contas e alinhar o que foi desenvolvido no exercício de 2018 que a Primato Cooperativa Agroindustrial iniciou na última quarta-feira (05/12), em Toledo, as pré-assembleias. Serão dez encontros no total até o dia 19 de dezembro.

 

Pré-assembleias - A primeira pré-assembleia aconteceu em Toledo e foi muito proveitosa. “Esse é um importante momento para que diretoria possa repassar informações importantes aos cooperados sobre o exercício de 2018”, explicou o presidente da Primato Ilmo Werle Welter que complementou, “nessa primeira reunião foram sanadas inúmeras dúvidas, feitos esclarecimentos e apresentação de projeções para 2019, feitas principalmente pelo planejamento estratégico desenvolvido em novembro”.

 

Cascavel - Na quinta-feira (06/12), foi a vez de Cascavel sediar a reunião de pré-assembleia. “Vamos passar ainda por mais oito cidades para nossas reuniões e esperamos obter o melhor proveito para que seja sanada todas as dúvidas e assim alinharmos informações para nossa Assembleia Geral Ordinária, que vai acontecer em fevereiro de 2019”. (Imprensa Primato)

 

COPAGRIL: Certificação de 5 unidades armazenadoras são renovadas

 

A Cooperativa Agroindustrial Copagril obteve na sexta-feira (07/12) a renovação das certificações de cinco unidades armazenadoras de grãos conforme a Instrução Normativa IN 29, do Ministério da Agricultura e do Abastecimento (Mapa). Foram recertificadas as unidades localizadas em Mercedes, Bela Vista (Guaíra), Sub-Sede (Santa Helena), Margarida (Marechal Cândido Rondon) e São José das Palmeiras. 

 

Auditoria - O trabalho de auditoria nas cinco unidades teve início na segunda-feira (03/12) e foi concluído na sexta-feira (07/12), sendo realizado pelo auditor Vilson Kist, da empresa Certificadora WQS, de Botucatu (SP). 

 

Satisfação - Durante a reunião de encerramento das atividades, na tarde desta quinta, o auditor agradeceu pela forma favorável como foi possível desenvolver o seu trabalho. “Aqui na Copagril basta conferir todos os requisitos na Instrução Normativa e constatar que estão sendo atendidos, por isso é uma grande satisfação realizar esta auditoria e conferir à cooperativa esta recertificação das suas unidades armazenadoras”, declarou Vilson Kist. 

 

Resultado - Em seguida, o gerente da Divisão Pecuária da Copagril, Enoir José Primon, expressou sua satisfação com o resultado. “Desenvolvemos um trabalho contínuo em nossas unidades para mantê-las em funcionamento dentro dos critérios da IN 29. A renovação das certificações é muito importante, pois evidencia a qualidade que a Copagril oferece aos seus associados na prestação dos serviços de armazenamento de grãos”, enfatizou. 

 

Esforços - Por sua vez, o encarregado da Assessoria Ambiental da cooperativa, Dimas José Detoni, enalteceu os esforços das equipes operacionais para o alcance do resultado que era almejado. Segundo ele, dentre os critérios avaliados para obtenção da recertificação estiveram: qualidade da infraestrutura, documentação relativa a processos de armazenagem, além de capacitação e segurança do trabalho. (Imprensa Copagril)

 

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FRÍSIA: Agro+Lean discute transformações realizadas na gestão das propriedades rurais

 

A Frísia Cooperativa Agroindustrial foi a anfitriã do Agro+Lean, encontro anual que visa a troca de experiências sobre a gestão em propriedades rurais. O evento reúne produtores, consultores e profissionais ligados ao agronegócio de todo o Brasil. Estiveram presentes 380 pessoas, sendo 70% de outros estados do País.

 

Tema - O tema desta edição foi “O agronegócio do futuro: pessoas mobilizadas para melhorar, todos os dias”, e mostrou a importância do engajamento das pessoas envolvidas no processo para o sucesso do negócio. O diretor-presidente da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Renato Greidanus, considerou um orgulho receber o evento. “Ser a primeira cooperativa a receber o evento, fora de Piracicaba, nos engrandece. O conteúdo nos traz muita discussão sobre a forma como precisamos encarar os nossos negócios, seja dentro da cooperativa como também junto aos nossos cooperados. Termos gestão profissional vai fazer cada vez mais parte das nossas vidas”, destacou Greidanus.

 

Filosofia - O gerente de Pecuária da Frísia, Mauro Souza, lembrou a importância da filosofia empregada na gestão das propriedades. “O grande reflexo vem da mudança de comportamento das pessoas, onde cada um começa a entender o seu papel no negócio e a montar equipes que caminham por si só, não necessariamente ter alguém gerenciando o processo o tempo todo”.

 

Programa Master - Feito em parceria com a Clínica do Leite, junto ao Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), a Frísia aplicou o programa Master Dairy Administration (MDA), que estabelece diretrizes para administração das propriedades, levando em consideração princípios de qualidade e motivação de equipe. Os assistentes-técnicos da cooperativa são treinados para detectar pontos de melhoria com base na coleta de dados fornecida pelos produtores, que também passam por uma capacitação.

 

Modelo de gestão - O MDA é um modelo de gestão criado pelo Prof. Paulo Fernando Machado para negócios agropecuários, com base na filosofia lean. Para difundir seu sistema em todo o País, Machado fundou o movimento “Agro+Lean”, para promover programas de formação, projetos estratégicos e o evento anual.

 

Origem e filosofia do programa - A filosofia lean revolucionou a forma de gerenciar a indústria manufatureira, gerando produtos melhores, de forma mais rápida e mais barata. A metodologia é baseada nos trabalhos de Walter Andrew Shewhart, físico, engenheiro e estatístico americano, conhecido como o "pai do controle estatístico de qualidade", e nos princípios gerenciais criados por William Edwards Deming, estatístico conhecido por difundir a melhoria de processos produtivos no Japão.

 

Diferencial - “Toda a empresa que tem experimentado a filosofia lean em seus negócios tem se diferenciado, tem conseguido ambientes melhores de produção, mas, principalmente, equipes mais felizes, e isso tem feito muita diferença para a Frísia”, conclui Souza.

 

Aplicação - O Agro+Lean é dedicado a discutir a aplicação da filosofia lean na gestão de negócios agropecuários. Com palestras, painéis e fóruns, serão apresentadas as práticas, conquistas e desafios vivenciados por fazendas e empresas de diferentes portes e regiões, que buscam a melhoria contínua de seus sistemas de gestão. 

 

Atividades - As atividades se estenderam até a manhã de sexta-feira (07/12), quando foram realizadas as visitas a fazendas produtoras de leite de cooperados Frísia. As visitas tiveram como objetivo observar na prática a aplicação do MDA.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

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COCAMAR I: Hackathon movimenta estudantes em Assaí

A primeira realização de um hackathon (maratona de programação digital) promovida de sexta-feira a domingo (7 a 9/12) pela Cocamar e uma instituição de ensino de Assaí (PR)– o Centro Estadual de Educação Profissional (Ceep) Maria Lydia Cescato Bomtempo – , movimentou um grande número de estudantes dos cursos de Agronegócio, Eletroeletrônica, Mecânica e Edificação e foi considerada um sucesso, segundo o gerente da unidade local da cooperativa, Gustavo Ferreira. “Houve o envolvimento também de cooperados e lideranças do município”, disse.

Otimizar - O objetivo do desafio, que é inédito entre uma cooperativa e uma escola pública, contou com o apoio do Sebrae e da BrasilNet Telecom, foi de buscar soluções para otimizar o processo produtivo da unidade da cooperativa no município. Os temas explorados pelos estudantes foram Transporte dos Grãos, Acúmulo de Resíduos, Caixa de Resíduos e Controle de Fluxo do Produto.

Aproximação - A ideia de realizar o hackathon surgiu de um entendimento entre a Cocamar e o Ceep, cujos alunos se destacam em competições do gênero, no Paraná. Segundo a instituição, há o interesse em aproximar-se cada vez mais de organizações como a Cocamar, cooperativa a que estão ligadas muitas famílias de estudantes – a maior parte deles da faixa entre 14 e 18 anos.   

Maratona - Após a abertura no início da noite de sexta-feira, os alunos passaram o sábado envolvidos com o desafio, sendo que a banca examinadora aconteceu no domingo à tarde, com a presença, entre outros, do gerente de Marketing e Inovação da Cocamar, Lázaro Pinheiro Domiciano.

Validação - O evento despertou a atenção, inclusive, do secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), George Hiraiwa, que é natural de Assaí. Foi dele a ideia de realizar os hackathons nas exposições de Londrina e Maringá e, com isso, fortalecer o avanço da agricultura 4.0 nas regiões. Hiraiwa parabenizou a Cocamar e o Ceep por realizarem o evento, afirmando que “as cooperativas são as grandes validadoras das inovações”. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Em clima festivo, Copa de Cooperados reúne mais de 3 mil participantes

Mais de 3 mil pessoas, entre competidores e familiares, participaram no sábado (8/12), na Associação Cocamar em Maringá, da edição 2018 da Copa Cocamar de Cooperados. O evento que finaliza o calendário de realizações técnicas e sociais da cooperativa em 2018, teve início às 8h30, na arena principal, quando foi promovida a solenidade de abertura com a presença das delegações representantes de dezenas de municípios do Paraná e um do Estado de São Paulo.

Ano bom - Ao fazer sua saudação, o presidente Divanir Higino destacou que a Copa fechava “com chave de ouro” o ano da Cocamar, em que foi registrado um crescimento expressivo na comparação com o período anterior, alavancado em grande parte pelo bom desempenho da safra de verão 2017/18. “Chegamos ao momento de comemorar as conquistas de 2018 e fazemos isso, todos os anos, por meio do congraçamento dos cooperados no esporte”, acrescentou. Além de alguns integrantes do Conselho de Administração, participaram da abertura, também, o vice-presidente José Cícero Aderaldo, os superintendentes Osmar Liberato e Alair Zago, gerentes, técnicos e colaboradores.

Vampeta - Convidado especial, o ex-jogador Vampeta (pentacampeão mundial com a seleção brasileira em 2002) prestigiou a festa, permanecendo todo o dia na Associação para conversar com os produtores, distribuir autógrafos, fazer fotos e comentar algumas das partidas finais na Rádio Ingamar que, do palco, fez a transmissão ao vivo.

Jogos - Os cooperados competiram em quatro categorias de futebol suíço (principal, veteranos, máster e supermáster), e torneios de bocha e truco, enquanto seus familiares participaram de diversas atividades na Associação, como jogos em várias modalidades e rodadas de bingo.

Os ganhadores - No futebol principal, São Jorge do Ivaí ganhou mais um título ao vencer Jussara, na partida decisiva, por 3 a 0. Entre os veteranos, deu Altônia: 1 a 0 contra Cambé. No máster, Primeiro de Maio sagrou-se campeão ao derrotar Maringá nos pênaltis e, no supermáster, vitória de Cianorte na final diante do Guerra por 2 a 0.

Bocha e truco - A dupla de bocha de Paiçandu, formada pelos Antonio Arias Reginato e Ademar Arrias Reginato, bateu a de Douradina na decisão e ficou com o título. Já no truco, os representantes de Atalaia, José Maurício Bosso e Juraci Felipes, ganharam da dupla de Maringá e ficaram em primeiro.

Destaques - No encerramento dos jogos, a diretoria agradeceu a participação dos cooperados e também da equipe envolvida na organização da Copa, com dezenas de integrantes de vários departamentos. E enalteceu o prestigiamento de produtores que desde a primeira edição acompanham os jogos, dentro ou fora dos campos. É o caso, por exemplo, de Luiz Bruschi, de 76 anos, de Maringá, o atleta de mais idade a integrar uma equipe de futebol suíço. Ele jogou pelo supermáster, categoria em que o time campeão, Cianorte, conta com Ivo Palaro, o único atleta a competir em todas as 34 edições da Copa Cocamar.

Alimentos – Na chegada das delegações, pela manhã, foram arrecadados mais de 800 quilos de alimentos não perecíveis na entrada da Associação Cocamar. Era o ingresso solidário que contou com a adesão de grande número de participantes. Os alimentos serão destinados a entidades assistenciais de Maringá. (Imprensa Cocamar)

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UNIPRIME PIONEIRA DO PR: Nova sede recebe certificação internacional de sustentabilidade

 

A menos de oito meses de sua inauguração, a nova sede da Uniprime Pioneira do Paraná em Toledo foi reconhecida internacionalmente como uma construção verde. Ela recebeu a certificação internacional LEED. A obra conquistou a categoria Platinum, a mais alta em uma escala de quatro níveis, atestando os altos níveis de eficiência e sustentabilidade da edificação. Com isso, a Uniprime Pioneira do Paraná é a primeira instituição financeira de obra nova do Brasil que recebe o selo LEED Platinum e a primeira a ser certificada do Oeste do Estado. 

 

Ciclo de sustentabilidade - “Fechamos o ciclo da sustentabilidade, que já incluía o econômico e o social. Demonstramos para a sociedade que somos uma empresa responsável, preocupada em deixar um legado para as futuras gerações, abraçando a modernidade”, comemora o presidente da cooperativa, Orley Campagnolo. 

 

Entrega oficial - A entrega oficial do símbolo aconteceu na Conferência Internacional Smart Energy e Green Council Brasil, realizado em novembro na capital paranaense, promovida pelo capítulo brasileiro dessa entidade com sede em Washington, que emite todas as certificações LEED. Nesse evento, Orley recebeu das mãos da diretora para a América Latina da Green Building Council Brasil a placa que simboliza essa conquista. 

 

Uma obra diferenciada - Uma série de conceitos projetados e práticas aplicadas tornaram possível a obtenção do selo Platinum da Certificação LEED para a obra de 2 mil metros quadrados que abriga a sede administrativa e agência de Toledo da cooperativa. Projetada dentro dos conceitos de arquitetura bioclimática que otimiza, entre outros aspectos, aproveitamento da luz, isolamento térmico e acústico, bem como da melhor circulação de ar. Contempla, portanto, a eficiência energética, e leva em conta a utilização de materiais sustentáveis ou de baixo impacto na geração de CO2 e o uso racional de água e luz. 

 

Eficiência energética - A eficiência energética, aliás, é um dos destaques do empreendimento: com luminárias LED dimerizáveis, é possível aproveitar a iluminação natural e ajustar a potência de iluminação automaticamente. Além disso, vidros especialmente projetados permitem a entrada da iluminação natural e barram o calor externo, moderando o uso dos equipamentos de ar condicionado.

 

Climatização - A climatização merece um tópico próprio. A tecnologia empregada, auto-ajustável e independente para cada ambiente, sem concentração do jato, com controle dos níveis de CO2 por sensores, adapta-se de acordo com a necessidade específica de refrigeração do ambiente. Além de melhorar a sensação térmica, promove a redução do consumo de energia ao controlar, de forma independente, as necessidades térmicas de diferentes andares e divisões, individualmente, reduzindo o consumo de energia geral, bem como confere vida útil superior aos sistemas convencionais.

 

Painéis fotovoltaicos - O projeto possui também um sistema de painéis fotovoltaicos no telhado, que suprem 35% da energia consumida no edifício.

 

Captação de água - Ademais, o edifício se destaca pela captação da água da chuva, que é tratada numa miniestação e utilizada para vasos sanitários, limpeza e irrigação das várias paredes verdes e de um terraço com gramado e plantas no último piso. 

 

Redução - A adoção de materiais como sistema drywall, entre as inúmeras iniciativas adotadas, colabora com a redução anual de 80% no consumo de água e 70% no de energia, gerando também benefícios financeiros para a cooperativa. 

 

Sustentável desde a construção - A preocupação com a sustentabilidade começou na escolha do terreno que considerou a geografia do local e localização cardeal, com face para o norte. A execução seguiu os mesmos parâmetros com a utilização de materiais industrializados (como pré-moldados e blocos de concreto), fornecidos por empresas localizadas em um raio de até 500 quilômetros da base para minimizar a poluição causada pelo transporte além de valorizar os negócios regionais. Os resíduos gerados foram destinados de forma a desviar de aterros, seja para reuso, seja para reciclagem. 

 

Entorno - No período da execução foram respeitados também o entorno, ao evitar a poluição sonora e física, tão presente em construções comuns.

 

Invisível aos olhos, mas perceptível nas sensações - Dá para dizer, sem hipérboles, que, sob certa óptica, poderíamos comparar a tecnologia empregada na obra da Uniprime Pioneira do Paraná, localizada no interior do Estado, a do maior arranha-céu do mundo, em Dubai. O que está por trás do concreto é a tecnologia KNX que tem protocolo mundial de comunicação para Domótica, isto é um conceito de integração dos mecanismos automáticos em um determinado espaço. Esta tecnologia pode ser atribuída a questões e itens de segurança, comunicação, energia ou conveniência e conforto. 

 

Monitoramento - Os keypads (interruptores) ou sensores enviam informações para outros dispositivos, como as de gestão de lâmpadas, sistemas de segurança, gestão de energia, aquecimento, sistemas de ar condicionado e ventilação, entre outros, de maneira que possam ser monitorados e sinalizados uniformemente, sem a necessidade de centrais. Assim, o empreendimento ganha vida própria de acordo com as condicionantes e não com a interação humana. É uma edificação inteligente que visa ao bem-estar dos usuários e atemporal, apta a receber mais acessórios tecnológicos em um longo prazo de tempo. 

 

TI - A infraestrutura de Tecnologia da Informação foi equipada com a moderna solução Laserway, que diminui o uso de espaços para área técnica, eletrocalhas e dutos ao distribuir, por meio de fibra óptica, informações de vários usuários para cada porta. Com isso, o número de consumo de energia é reduzido bem como a necessidade de equipamentos para refrigeração e alimentação das salas técnicas: mais um ponto importante visando à redução em investimentos de materiais, custos de operação e manutenção.  

 

Beleza além do estético - Com uma arquitetura extremamente arrojada que causa um bom impacto aos olhos, a obra valorizou e se harmonizou com o entorno. A ambientação interna promovida pela iluminação, pelo mobiliário, paisagismo, revestimentos e elementos de decoração promove o bem-estar físico, emocional e relacional dos usuários. 

 

Diferenciais - “Há diferenciais desde a fase de execução até o início da operação do edifício. Há, ainda, o retorno intangível que envolve proteção ao meio ambiente, qualidade de vida e conforto às pessoas que usufruírem do local, benefícios que não têm preço”, registra o presidente Dr Orley Campagnolo.

 

Pontos de sustentabilidade - O projeto conta com as seguintes características:

- Uso de pré-moldados;

- Reaproveitamento de materiais; 

- Utilização de materiais com o selo verde;

- Materiais adquiridos em fornecedores presentes em um raio de 500 km; 

- Paredes internas pré-moldadas;

- Aberturas em faces adequadas para não ter excesso de calor, com esquadrias que isolam a construção do ambiente externo;

- Uso de equipamentos com baixo consumo de energia, como aparelhos de ar-condicionado e elevador;

- Área drenante;

- Pisos drenantes;

- Poços de luz;

- Placas solares para gerar energia à iluminação externa;

- Reutilização da água da chuva e do próprio espaço interno;

- Presença de bicicletário para incentivar o uso da bicicleta;

- Área de convivência na entrada do prédio, com jardim e bancos, para oportunizar maior interação entre os cooperados;

- Telhado verde, com grama: mais adequada à oscilação da temperatura.

- Tomada para carregar carro elétrico.

 

Sobre a Uniprime Pioneira do Paraná - A Uniprime Pioneira do Paraná é uma cooperativa de crédito com 22 anos de história. Foi a pioneira em seu segmento neste Estado e desde então atua na oferta de crédito e serviços de forma mais simples e vantajosa, por meio de um atendimento personalizado, moldado às necessidades dos cooperados. Conta com nove agências distribuídas nas cidades de Toledo, Assis Chateaubriand, Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Ubiratã, Goioerê, Palotina, Guaíra e Santa Helena. (Imprensa Uniprime Pioneira do PR)

 

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Reunião de prestação de contas do 4º trimestre será realizada em Maringá

 

Nesta segunda-feira (10/12), a Sicredi União PR/SP promove reunião de prestação de contas referente ao quarto trimestre do ano, em Maringá. O evento será no Moinho Vermelho, a partir das 19 horas, e além da apresentação de resultados da instituição financeira cooperativa, a programação inclui discussões e sugestões para o edital de convocação das assembleias de núcleos para 2019.

 

Reunião geral - Por causa desse acréscimo na pauta, a Sicredi União optou por apenas uma reunião geral, diferente dos encontros trimestrais de prestação de contas, destinados aos coordenadores de núcleos, que são realizados em todas as regionais – Norte e Noroeste do Paraná, Leste e Centro Leste Paulista.

 

Presença - A reunião vai contar com a presença de diretores, gerentes e assessores da superintendência, gerentes de agências, coordenadores de núcleos, conselheiros consultivos, e conselheiros de administração e fiscais. A expectativa é reunir cerca de 400 pessoas, tendo em vista que a instituição financeira cooperativa conta com 122 núcleos nas quatro regionais, compostos por 366 coordenadores.

 

Apresentação - De acordo com o assessor de Desenvolvimento do Cooperativismo, Alessandro do Carmo Pelegrini, a prestação de contas inclui a apresentação de números referentes à quantidade de associados, depósitos, capital social, créditos totais e patrimônio líquido. Na oportunidade também será abordado o demonstrativo de destinações (juros ao capital e destinação de resultado e do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social - Fates) e as inaugurações de agências, tanto as realizadas neste ano quanto as previstas para 2019.

 

Gestão transparente - “O objetivo de toda reunião de prestação de contas é manter a prática do princípio de gestão transparente da Sicredi União, afinal os associados são os donos do negócio”, enfatiza Pelegrini.    Ele destaca ainda que todos os associados poderão acessar as informações da prestação de contas no site da instituição financeira cooperativa (www.sicrediuniao.com.br/). (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Programa A União Faz a Vida apresenta à comunidade escolar os projetos desenvolvidos no ano

 

O Programa A União Faz a Vida, desenvolvido pelo Sicredi há mais de 20 anos, está entre os maiores programas privados ligados à educação em nível nacional e destinado a promover a educação cooperativa. Está alicerçado em uma rede de compromisso: gestores, parceiros, assessores pedagógicos e apoiadores que se empenham por um mesmo objetivo e caminham na mesma direção.

 

Abrangência - Na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, o projeto existe desde 2011 e atualmente está implantado em 16 municípios da área de atuação da cooperativa. Ao final de cada ano, acontecem os eventos de encerramento para mostrar à comunidade os projetos desenvolvidos pelos alunos durante o ano. Na última semana, os municípios de Rancho Alegre D’Oeste, Quarto Centenário e Goioerê encerraram a agenda de 11 eventos realizados pela Cooperativa. Os três municípios reuniram aproximadamente 1800 pessoas, entre alunos, pais, educadores e assessores pedagógicos, bem como lideranças e demais envolvidos.

 

Desafio - A tarefa de formar um cidadão é um grande desafio. De acordo com Cláudia Bonatti, Gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, o Programa propõe um novo jeito de ensinar, de forma que o aluno passe a ser o protagonista e não um mero receptador de informação. “O Sicredi desenvolveu esta iniciativa porque acredita em uma forma de aprender e ensinar que fortalece valores de cooperação e cidadania e proporciona a formação de pessoas com interesse social e desenvolvimento coletivo”, explica.

 

Formação continuada - Para isso, o Programa A União Faz a Vida também promove a formação continuada dos educadores, através de encontros orientados pelas assessorias pedagógicas e intensificadas, no universo educacional do município, com as práticas de cooperação e cidadania. A proposta está alicerçada em uma rede de compromisso atuante, formada pelo Sicredi, prefeituras, assessoria pedagógica e apoiadores e pela comunidade.

 

Implantado - Nos municípios de Rancho Alegre D’Oeste, Quarto Centenário e Goioerê, o Programa está implantado em 20 escolas municipais. Ao todo, são 145 educadores envolvidos e 1430 alunos que desenvolveram ao longo do ano 34 projetos totalmente pautados em exemplos e práticas cooperativas. Entre os resultados positivos da implantação de projetos sociais como estes, estão o melhor desempenho escolar dos alunos - aumento médio de 30% no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nas cidades que receberam o programa - e o maior engajamento dos pais, que passam a demonstrar mais interesse pelas experiências escolares dos filhos.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI VANGUARDA: Entregues carros da campanha 35 Anos de Histórias Cooperativas

 

Neste ano, a Sicredi Vanguarda completou 35 anos e preparou uma campanha especial para comemorar com os seus associados: 35 Anos de Histórias Cooperativas. A Vanguarda realizou no dia 10 de novembro, o último sorteio da Campanha, que contemplou os associados com dois carros.

 

Sorteio - Nessa última fase da campanha, foram sorteados: um GM Ônix e uma Fiat Toro. Ao longo da campanha aconteceram sorteios de smart tvs, smartphones e motocicletas.

 

Ganhadores - Confira os ganhadores do sorteio final:

• GM Ônix – Ernesto Cogi Niwa – Agência São José dos Campos

• Fiat Toro – João Bosco da Silva – Agência Cruzeiro

 

Entrega - A entrega dos prêmios finais foi realizada nas agências contempladas, e contou com a presença da diretoria, lideranças e colaboradores da cooperativa, além dos ganhadores e seus familiares com direito a carreatas pelas cidades.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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UNIMED MARINGÁ: Promovida ação sobre câncer de pele

 

unimed maringa 10 12 2018Neste domingo (09/12), das 8h30 ao meio-dia, a Unimed Maringá promoveu uma ação no Parque do Ingá para conscientizar a população sobre o câncer de pele. A ação faz parte do Movimento Dezembro Laranja, criado em 2014 pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) com o objetivo de reduzir os casos da doença. Neste ano a campanha teve o slogan: ‘Se exponha, mas não se queime’.

 

Filtro solar - Para estimular o hábito de usar o protetor solar e se prevenir do câncer de pele, a cooperativa disponibilizou dois totens com filtro solar com uso liberado para a população. Também teve aulas de zumba, yoga e funcional, sorteios de mil viseiras, acessório que ajuda a proteger a pele dos raios solares, e distribuição de frutas e água.

 

Ação gratuita - Cada aula teve duração de aproximadamente 40 minutos. A ação foi gratuita para a comunidade. (Imprensa Unimed Maringá)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Peste suína africana na China valoriza exportação do Brasil

 

comercio exterior destaque 10 12 2018O surto de peste suína africana que atingiu a China e já levou ao sacrifício de cerca de 600 mil animais já teve reflexos para a indústria brasileira. O preço da carne suína exportada pelo Brasil teve forte valorização em novembro, no que pode ser o início de um movimento intenso que poderá se estender ao longo de 2019 e impulsionará a rentabilidade dos frigoríficos.

 

Preço médio - De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) na semana passada, o preço médio da carne suína in natura exportada pelas empresas do país atingiu US$ 1.855 por tonelada em novembro, aumento de 3,5% em relação ao preço médio de US$ 1.791 por tonelada registrado em outubro.

 

Valor - O valor ainda está distante dos melhores tempos, antes do embargo da Rússia ao produto brasileiro. Em novembro do ano passado, o preço médio da carne suína era de US$ 2.416 por tonelada. Em todo o caso, a reação observada em novembro é motivo de alívio, tendo em vista que na maior deste ano as indústrias de carne suína do Brasil trabalharam com rentabilidade negativa.

 

Expressivo - Considerando apenas as exportações de carne suína do Brasil à China, o aumento de preço foi ainda mais expressivo. De acordo com dados da Secex compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o preço médio da carne suína in natura exportada pelos frigoríficos brasileiros ao país asiático subiu 7% entre outubro e novembro, de US$ 1,82 o quilo para US$ 1,95.

 

Fatores - Ao Valor, o executivo de uma das maiores agroindústrias brasileiras disse que a alta dos preços é explicada por dois fatores. De um lado, a demanda por carne suína no mercado interno é tradicionalmente mais forte no fim de ano, o que tem reflexos na formação do preço de exportação. Além disso, acrescentou, já existem "movimentos especulativos" de importadores tentando se posicionar para o cenário de menor oferta global de carne suína em 2019.

 

Problema - O problema da peste suína na China não é trivial - a doença já chegou na Província de Sichuan, a maior produtora de suínos do país. Os asiáticos lideram a produção e o consumo da proteína no planeta, respondendo por cerca de 50% da oferta mundial.

 

Perda - Se a produção da China cair 10%, como projeta o Rabobank, o país perderá 5 milhões de toneladas. Esse volume equivale a mais da metade do que é exportado anualmente pelos países produtores, afirmou recentemente, durante evento em São Paulo, o economista e sócio-diretor da consultoria MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros.

 

Demanda - A redução da oferta chinesa é de tal monta que será impossível para o mundo atender à demanda apenas com carne suína, afirmou o vice-presidente de mercados da ABPA, Ricardo Santin. "Vai ter um processo de substituição inclusive para as aves", disse, sinalizando que os exportadores de carne de frango também deverão ser favorecidos pela crise sanitária no país asiático.

 

Otimismo - Na agroindústria brasileira, o otimismo é tamanho que já há quem projete um déficit na oferta de carne suína em 2019. Seria uma reversão completa do atual cenário, marcado por excedente de oferta. "Apostaria que teremos déficit. Rússia e China precisarão de nós", disse um executivo de uma agroindústria, ressaltando a necessidade do país asiático diante dos problemas sanitários.

 

Rússia - No caso da Rússia, a esperança é que a flexibilização do embargo, anunciada no mês passado, seja apenas o início de uma abertura maior. Desde 1º de novembro, quatro abatedouros de suínos - dois da Alibem, um da Aurora e um da Adelle - podem exportar à Rússia. O número é restrito se comparado aos 18 frigoríficos que podiam exportar aos russos antes do embargo, que começou em dezembro de 2017.

 

Avaliação - De toda maneira, a avaliação é que Moscou aos poucos vai liberar mais unidades para evitar um choque de preços decorrente da escassez do produto na China. Segundo Santin, da ABPA, as unidades que foram autorizadas a exportar para a China já podem provocar um "desvio" de cerca de 5 mil toneladas mensais de carne suína. Essa competição entre China e Rússia é positiva para o exportador do Brasil.

 

Margens melhores - Diante do cenário previsto, os frigoríficos brasileiros devem registrar melhores margens - e positivas. Isso porque, além de contarem com uma demanda crescente devido ao surto de peste suína africana na China, os exportadores de carne suína do país devem ser beneficiados por custos de produção mais baixos. A colheita de uma safra recorde de grãos no em 2019 deve beneficiar a suinocultura brasileira. (Valor Econômico)

 

comercio exterior tabela 10 12 2018

 

ILPF: Financiamentos do Plano ABC somam R$ 1,03 bilhão desde julho

 

ilpf 10 12 2018Os financiamentos do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono) no Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019 já atingiram R$ 1,03 bilhão entre julho e novembro deste ano, comparado com igual período de 2017. Foi registrado crescimento de 57% no número de contratos, alta de 104% no valor contratado e 74% maior em área financiada. A redução de 8% para 6,5% ao ano na taxa de juros da linha de crédito em relação ao ano anterior foi um estímulo aos produtores para a tomada de crédito, de acordo com o coordenador do Plano ABC, Elvison Ramos.

 

Cinco meses - Nos cinco meses da safra atual, as tecnologias principais do Plano ABC, recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária -floresta, sistema de plantio direto e florestas plantadas, obtiveram incremento nos valores em quase todos os itens (contratos, valor financiado e área financiada), exceto na linha de florestas plantadas, que apresentou redução de 4% na sua área. Todos as outras modalidades apresentaram aumento de 20% a 266%, sendo este último em termos de valor contratado nos projetos de ILPF (Integração, Lavoura, Pecuária, Floresta). Faltando sete meses para acabar o atual plano safra, foi de 71% o crescimento no número de municípios que contrataram financiamentos, via Programa ABC, na comparação com os 12 meses do ano-safra 2017/2018.

 

Crescimento - Desde janeiro de 2013, até o mês passado a linha de crédito alcançou mais de 34 mil contratos, ultrapassou a marca de R$ 17 bilhões de reais e agregou mais de 9,1 milhões de hectares com as práticas conservacionistas. Essa área equivale a quase 13 milhões campos de futebol agregados com produção sustentável. Os números foram obtidos com financiamento realizado em mais da metade dos 5.570 municípios brasileiros, diferentes regiões e biomas do Brasil.

 

Expansão - Todas as regiões registraram expansão no número de contratos do ABC, no valor financiado e na área atual safra. A região que obteve o maior incremento foi a Centro Oeste, seguida da região Sudeste. A região Nordeste foi a terceira em contratos e valor financiado e a região Norte, a terceira em área financiada. A região Sul foi a que apresentou os menores índices de crescimento, mas ainda assim, o menor incremento foi na área financiada, com aumento de cerca de 20%.

 

Desempenho dos estados - O desempenho dos estados no atual ano-safra foi bem distribuído entre as regiões brasileiras, com o Pará sendo o de melhor desempenho na variação percentual em relação ao ano safra passado nos contratos, valor financiado e área financiada, seguido do Espírito Santo, Mato Grosso e Pernambuco. As maiores expansões na área financiada foram para o Pará (aumento de 880%), Espírito Santo (aumento de cerca de 680%) e Mato Grosso (aumento de 500%).

 

Valor contratado - Quanto ao valor contratado, o maior incremento foi novamente no Pará (mais de 825%), Pernambuco (quase 590%) e Espírito Santo (mais de 500%). O incremento no número de contratos, foi liderado também pelo Pará com 475% de aumento, após o Espírito Santo com 375% e Mato Grosso com 216%.

 

Números absolutos - Contudo, quando se fala em números absolutos, Minas Gerais é o estado que mais contribuiu para os números obtidos neste atual ano-safra nos números de contratos, valor financiado e área financiada, com mais de 19% do nº de contratos, mais de 15% do valor contratado e quase 14% da área financiada. São Paulo é o que vem a seguir em número de contratos (mais de 14%) e Tocantins fecha a lista com mais de 9,6% neste quesito.

 

Valor contratado - Quanto ao valor contratado, Minas Gerais é seguido da Bahia com mais de 10% e, logo a seguir, vem o Pará com 9,3%. E, quando se fala em área financiada, a lista das maiores participações, se completa com a Bahia (13,5%) e com Mato Grosso (11,6%). (Mapa)

 

REFIS: Prazo para consolidar dívidas do programa começa nesta segunda

 

refis 10 12 2018Os contribuintes que aderiram ao Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), também conhecido como Novo Refis, devem prestar as informações à Receita Federal para consolidar o parcelamento na modalidade demais débitos (que exclui as dívidas com a Previdência Social). O prazo começa nesta segunda (10/12) e vai até o dia 28. Quem não fizer o procedimento será excluído da renegociação.

 

Indicação dos débitos - Na consolidação, o contribuinte deverá indicar os débitos a serem incluídos no parcelamento, com a possibilidade de incluir ou retirar dívidas; a quantidade de parcelas pretendidas e o valor dos créditos tributários – parcela que a Receita Federal deve ao contribuinte – para abatimento no débito total. Se, no momento da adesão ao Pert o contribuinte indicou indevidamente uma modalidade para a qual não tem débitos, será possível corrigir a informação.

 

Desconto - O Pert dá desconto nas multas e nos juros e permite o parcelamento de débitos com a União em até 180 meses (cinco meses para parcelar a entrada de 20% do débito total, mais 175 meses para quitar o restante). A adesão ao programa ocorreu ao longo de 2017. Depois do parcelamento da entrada, o contribuinte passou a pagar o restante do débito total informado na adesão, dividido pelo número de parcelas escolhidas, enquanto o valor final da prestação não era consolidado. A parcela mínima equivale a R$ 200 para pessoa física e R$ 1 mil para pessoa jurídica.

 

Procedimento - Quem pediu a renegociação de débitos com a Previdência Social e fez a consolidação em agosto precisará repetir o procedimento, caso tenha pedido o parcelamento de outros tipos de dívidas com a União. A consolidação pode ser feita nos Centros de Atendimento Virtual (e-CAC) da Receita Federal. (Agência Brasil)

 

BC: Copom realiza última reunião do ano, com expectativa de manter Selic

 

bc I 10 12 2018A última reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic, será realizada nesta terça-feira (11/12) e quarta-feira (12/12), em Brasília. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reunirá pela oitava vez este ano. A expectativa de instituições financeiras ouvidas pelo BC é de manutenção da Selic em 6,5% ao ano, o menor patamar histórico.

 

Evolução - De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% em julho de 2015. Nas reuniões seguintes, a taxa foi mantida nesse patamar.

 

Cortes - Em outubro de 2016, foi iniciado um longo ciclo de cortes na Selic, quando a taxa caiu 0,25 ponto percentual para 14% ao ano. Esse processo durou até março deste ano, quando a Selic chegou ao seu mínimo histórico. Nas reuniões de maio, junho, agosto, setembro e outubro de 2018, o Copom optou por manter a Selic em 6,5% ao ano.

 

Instituições financeiras - Para as instituições financeiras, a Selic deve voltar a subir em 2019, encerrando o período em 7,75% ao ano. A primeira reunião do Copom de 2019 será realizada em fevereiro.

 

Negociações - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia.

 

Inflação oficial - A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

 

Acumulado - Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula alta de 4,05% nos 12 meses terminados em novembro, abaixo do centro da meta de inflação, que é de 4,5%. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

 

Indicativo - A manutenção da Selic na reunião que começa terça-feira, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação, objetivo que deve ser perseguido pelo BC.

 

Tendência - Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Entretanto, as taxas de juros do crédito não caem na mesma proporção da Selic. Segundo o BC, isso acontece porque a Selic é apenas uma parte do custo do crédito.

 

Preços sob controle - Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. (Agência Brasil)

 

FOCUS: Mercado estima inflação menor para 2018 pela sétima vez seguida

focus 10 12 2018A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2018 teve a sétima queda seguida, agora de 3,89% para 3,71%, de acordo com a pesquisa semanal Focus, do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira (10/12) com estimativas coletadas até o fim da semana passada.

Ponto-médio - Para 2019, o ponto-médio das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também recuou, de 4,11% para 4,07%, o que representou seu quinto corte semanal consecutivo. Para os próximos 12 meses, a estimativa registrou alta, de 3,73% para 3,77%.

Top 5 - Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a mediana para a inflação oficial também recuou em 2018, de 3,91% para 3,66%, mas subiu de 3,96% para 4,20% em 2019.

Deflação - O IPCA de novembro registrou deflação de 0,21%, após subir 0,45% em outubro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira. Trata-se da maior deflação para o mês desde o Plano Real, de 1994. O resultado negativo foi maior do que as expectativas mais baixas de 37 consultorias e instituições financeiras consultadas pelo Valor Data, que iam de -0,17% a -0,04%, resultando numa média de -0,10%.

Alta acumulada - Faltando um mês para o fechamento do ano, o IPCA acumula alta de 3,59% em 2018. O índice caminha para ficar abaixo do centro da meta de inflação do governo, de 4,5% neste ano — o patamar tem uma margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic - Talvez respondendo aos ajustes dos próprios analistas em suas projeções para a inflação no ano que vem, as medianas das estimativas para a taxa básica de juros de 2019 se movimentaram em direções opostas entre os economistas do mercado em geral e os que mais acertam as projeções, os chamados Top 5 de médio prazo. Enquanto a mediana do mercado recuou para 7,50%, vindo dos 7,75% a que tinha chegado duas semanas atrás, após 45 pesquisas parada em 8,00%, o ponto-médio do seleto grupo de campeões de acertos subiu de 7,00% para 7,25%.

Projeções - Com o ano próximo do fim e apenas uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) remanescente — nesta semana, com anúncio da decisão na quarta-feira —, as projeções para 2018 não sofreram alterações: ficaram em 6,50% no fim deste ano, tanto entre os economistas em geral (pela 29ª semana consecutiva) quanto entre os Top 5 de médio prazo (pela 30ª semana seguida).

Último encontro - No último encontro, encerrado em 31 de outubro, o Copom manteve novamente a Selic em 6,5%, patamar em que está desde a reunião de março. Na ata da reunião, divulgada na semana seguinte, a autoridade monetária avaliou que a redução das incertezas domésticas — em referência indireta à eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência da República —, que gerou queda nos prêmios de risco de ativos brasileiro como juros e câmbio, está por trás da melhora no balanço de risco para a inflação que permitiu a manutenção da taxa básica de juros.

Indicação - O BC, no entanto, não retirou a indicação de que poderá subir os juros se o cenário inflacionário e/ou se o balanço de riscos para a inflação piorarem.

Dólar - Mas os economistas voltaram a elevar as apostas para o dólar no fim de 2018, agora de R$ 3,75 para R$ 3,78, segundo a mediana das estimativas. Apesar do aumento, a cotação projetada ainda é inferior à do dólar comercial no mercado. A moeda americana abriu a semana acima de R$ 3,90 nesta segunda-feira, e em alta.

Mediana - Para 2019, a mediana das projeções permaneceu nos mesmos R$ 3,80 da semana passada. Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, o ponto-médio das apostas ficou parado: em R$ 3,80 no fim de 2018 e R$ 3,70 no de 2019. (Valor Econômico)

 

EXECUTIVO I: Guedes anuncia seis secretários da nova equipe econômica

 

executivo I 10 12 2018O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou no sábado (08/12) o nome de Marcelo Guaranys, ex-diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), como secretário-executivo da pasta.

 

Mestre - Servidor da carreira de Analista de Finanças e Controle do Tesouro Nacional, Guaranys é mestre em Direito Público pela Universidade de Brasília e é o atual Subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República.

 

Equipe - Guedes confirmou, em nota, seis novos nomes de sua equipe. Como secretário geral da Fazenda, o escolhido foi Waldery Rodrigues Júnior. Engenheiro formado pelo ITA, mestre e doutor em economia, Rodrigues Junior tem larga experiência no setor público. É pesquisador concursado pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e consultor do Senado Federal na área política econômica.

 

Secretário geral adjunto - O atual ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago, será o secretário geral adjunto da Fazenda. 

 

Desburocratização - O secretário geral de Desburocratização, Gestão e Governo Digital será Paulo Uebel, ex-diretor executivo do Instituto Millenium, fundado por Guedes para promover o liberalismo econômico. Ele é especialista em direito tributário, financeiro e econômico. Foi secretário de Gestão da prefeitura de São Paulo e CEO Global do Lide - Grupo de Líderes Empresariais.

 

Secretário adjunto - Servidor da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, Gleisson Cardoso Rubin será o novo secretário geral adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital. Atualmente, ele ocupa o cargo de secretário-executivo do Ministério do Planejamento.

 

Produtividade e Competitividade - O economista Carlos da Costa ocupará o cargo de secretário geral de Produtividade e Competitividade. Ele já foi diretor de Planejamento, Crédito e Tecnologia do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Antes disso, presidiu o Instituto de Performance e Liderança e foi sócio-diretor do Ibmec Educacional. (Agência Brasil)

 

EXECUTIVO II: Ex-secretário de Alckmin será o ministro do Meio Ambiente

 

executivo II 10 12 2018O presidente eleito Jair Bolsonaro definiu neste domingo (09/12) o último integrante da Esplanada dos Ministérios, que terá 22 pastas. Em comunicado nas suas redes sociais, Bolsonaro informou que o advogado e administrador Ricardo de Aquino Salles será o ministro do Meio Ambiente. "Comunico a indicação do sr. Ricardo de Aquino Salles para estar à frente do futuro Ministério do Meio Ambiente", escreveu no Twitter.

 

Vínculo - Salles é vinculado ao ex-governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, derrotado nas eleições presidenciais deste ano. Entre 2013 e 2014, foi secretário particular de Alckmin. De 2016 a 2017, Salles foi secretário de Meio Ambiente de São Paulo.

 

MEB - Em 2006 participou da fundação do Movimento Endireita Brasil (MEB), juntamente com quatro amigos. A entidade ficou conhecida por criar o Dia da Liberdade de Impostos em São Paulo, em 2010, evento que ocorre no mês de maio.

 

Formação - O futuro ministro é formado em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cursou pós-graduação nas universidades de Coimbra e de Lisboa, além de ter especialização em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas. Em 2012, juntamente com o advogado Guilherme Campos Abdalla, pediu o impeachment do ministro Dias Toffoli, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, por crime de responsabilidade, no julgamento da ação penal do mensalão. (Agência Brasil)

 


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