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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4469 | 05 de Dezembro de 2018

ENCONTRO ESTADUAL: Evento inicia nesta quinta-feira (06/12) com anúncio dos resultados do cooperativismo

encontro estadual 05 12 2018Os dados preliminares que revelam o desempenho obtido em 2018 pelas 215 cooperativas vinculadas ao Sistema Ocepar serão anunciados, nesta quinta-feira (06/12), em Curitiba, no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, vai apresentar, em seu pronunciamento, os principais números do setor, como faturamento, exportações, empregos gerados, investimentos, resultado líquido, entre outros.

Celebração - As atividades iniciam às 18h, no Teatro Positivo. O evento é promovido pelo Sistema Ocepar com o objetivo de celebrar as conquistas alcançadas pelo setor ao longo do ano. São esperados cerca de dois mil participantes, entre dirigentes, cooperados, colaboradores e familiares.

Presenças – Já estão confirmadas as presenças do governador eleito, Carlos Massa Jr, o Ratinho, e de deputados federais que irão integrar a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) a partir do ano que vem.

Mais - O evento prossegue na sexta-feira (07/12). O coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP) e embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, ministra palestra sobre as perspectivas para o cooperativismo. Depois, haverá debate sobre as propostas do Paraná que serão levadas à discussão no XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá em 2019, em Brasília. O mestre em Educação e especialista em Coaching, Homero Reis, fala na sequência sobre “O futuro quem faz é você”.

Shows - Dois shows culturais também fazem parte da programação do segundo dia do Encontro Estadual. O grupo folclórico ucraniano brasileiro Vesselka se apresenta às 8h30 e, a partir das 14h, está prevista a realização do Concerto das Rosas, com a Orquestra Ladies Ensemble.

 

 

encontro folder 05 12 2018

 

PR COOPERATIVO: Melhoria do clima organizacional é tema da reportagem especial

parana cooperatico 05 12 2018Além do empenho em oferecer a melhor prestação de serviços aos cooperados, as cooperativas do Paraná também têm se preocupado em proporcionar um ambiente de trabalho agradável aos seus funcionários. Esse é o tema da reportagem de capa da edição 165 da revista Paraná Cooperativo, produzida pela Assessoria de Comunicação Social do Sistema Ocepar e que começou a circular nesta semana. “As cooperativas estão investindo na melhoria do clima organizacional e diversas obtiveram reconhecimento de instituições como o Great Place to Work (GPTW), estando listadas entre as melhores empresas para se trabalhar no Paraná”, destaca José Roberto Ricken na seção Palavra do Presidente. Ele lembra ainda que a Ocepar também está executando ações voltadas ao aprimoramento do ambiente interno. “Estamos buscando gerar um ambiente de confiança e cooperação, algo que é intrínseco aos valores e princípios do cooperativismo. A preocupação com o ambiente de trabalho nas cooperativas e no Sistema Ocepar traz qualidade de vida aos colaboradores e, por consequência, impulsiona a produtividade e o desempenho dos negócios”, acrescenta Ricken.

Entrevista – O entrevistado deste número é Alexandre Pellaes. Ele possui 15 anos de experiência em gestão de equipes e mais de 20 anos em gestão estratégica de resultados em grandes empresas. Pesquisador e palestrante organizacional, ele acredita que o trabalho vem deixando de ser visto, exclusivamente, como uma forma de conquista financeira ou meio de sobrevivência, para ganhar destaque como uma forma de expressão.

Mais – A publicação traz ainda matérias sobre o Encontro Interestadual dos Programas A União Faz a Vida e Cooperjovem, ocorrido dia 24 de outubro, em Curitiba, com a presença de cerca de dois mil participantes; sobre o HSM Expo 2018, considerado o maior evento de gestão, realizado de 5 a 7 de novembro, em São Paulo, e que contou com a presença de uma delegação de cooperativistas paranaenses, entre outros assuntos. Há ainda um artigo do ex-extensionista da Emater, Egor Webster, em que ele fala sobre as cinco décadas dos Comitês Educativos no Paraná, completadas no mês de novembro.

Clique aqui para conferir na íntegra a edição nº 165 da revista Paraná Cooperativo

 

RAMO CRÉDITO: FGCoop realiza III Fórum de Monitoramento

 

ramo credito 05 12 2018Fortalecer o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Esse é um dos objetivos da edição 2018 do Fórum de Monitoramento do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), que ocorre nesta quarta e quinta-feira (05 e 06/12), em Brasília. O evento, que conta com o apoio do Sistema OCB, é voltado a representantes de cooperativas, centrais e confederações.

 

Novo modelo - Dentre os assuntos a serem abordados ao longo dos dois dias do fórum estão a apresentação do novo modelo de monitoramento, construído a partir da realidade das cooperativas de crédito, por integrantes do SNCC e, também, do Sistema OCB. “A forma de assistência financeira do FGCoop também será apresentada aos participantes, pois, na nossa avaliação, é muito importante que todos saibam como e quando obter esse tipo de apoio do Fundo”, explica Cláudio Weber, diretor do FGCoop.

 

Compromisso - Segundo o diretor, a realização dessa terceira edição do fórum mostra o compromisso do FGCoop com o desenvolvimento sustentável das cooperativas de crédito. “Nossa missão é muito clara: é proteger os depositantes do SNCC nos limites da regulamentação, contribuindo para sua solidez, perenidade e imagem. Por isso, nos empenhamos em marcar nossa presença numa ampla rede de proteção ao sistema financeiro brasileiro que envolve regulação prudencial, supervisão eficiente, legislação, práticas adequadas de gestão e metodologias adequadas de contabilidade e de transparência na divulgação de informações à população”, reforça Weber.

 

Gestão - Representantes do Sistema OCB apresentarão o cenário de governança cooperativa no Brasil. A intenção é iniciar o debate sobre a importância do tema para o SNCC. Por fim, uma equipe do Banco Central do Brasil marcará sua presença discorrendo sobre auditoria cooperativa.

 

Programação - Nesta quarta-feira, o evento começa às 14h e segue até às 18h30. Na quinta, dia 6, a programação será iniciada às 9h. A conclusão do fórum está prevista para as 12h30. (Informe OCB)

 

SICOOB UNICOOB: Sistema apresenta projeto de expansão no Pará

 

O dia 30 de novembro marcou o lançamento oficial do projeto de expansão do Sicoob Unicoob para as regiões Sul e Sudeste do Pará e Transamazônica. O evento reuniu empresários, representantes de entidades e instituições locais, além de autoridades e dirigentes do Sicoob Central Unicoob, em Marabá.

 

Novas unidades - Além de tratar sobre o projeto, que prevê a inauguração de diversas novas unidades no interior do Pará nos próximos anos, o objetivo do evento foi apresentar sobre os diferenciais e benefícios do cooperativismo de crédito, bem como das oportunidades de negócios com o Sicoob. Além disso, também foram apresentados os números do Sicoob Unicoob, que possui mais de 300 mil cooperados atendidos em 166 municípios do Pará, Amapá, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

 

Balizamento - Segundo o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Central Unicoob, Jefferson Nogaroli, as cooperativas de crédito contribuem para balizar o comportamento do mercado. “O nosso propósito é oferecer aos cooperados uma experiência financeira diferente para desenvolver as comunidades onde o Sicoob está inserido, humanizando as relações e promovendo a justiça financeira”, afirma.

 

Diferenciais - O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, falou sobre os diferenciais práticos do cooperativismo. “Além de vantagens financeiras, as cooperativas cumprem a função social de aplicar o capital integralmente na região onde atuam, gerando desenvolvimento econômico e social. Estamos muito orgulhosos desse projeto de expansão e nos colocamos à disposição para auxiliar no que for necessário para a continuidade desse processo", conclui.

Parceria - Durante o evento, foi formalizada a assinatura de cooperação comercial com a Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM). O Sicoob Unicoob destinará um valor inicial de R$ 3 milhões para capital de giro voltado a micro e pequenas empresas associadas com taxas diferentes. 

 

Aporte - A ACIM fará o aporte de R$ 1 milhão que irá compor o capital societário para a abertura da agência em Marabá, conforme informou o presidente da Associação Comercial, Ítalo Ipojucan. Segundo o diretor presidente do Sicoob Transamazônica, Lucas Gelain, Marabá recebeu o maior evento de cooperativismo de crédito do Pará em 2018 e já está trazendo resultados. “Assim como em Marabá, lideranças do município de Redenção, no sul do Pará, também endossaram a expansão e uma nova agência será inaugurada lá no segundo semestre de 2019”, revela. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB ARENITO: Primeira instituição financeira cooperativa de Icaraíma

 

A cidade de Icaraíma acaba de ganhar uma agência do Sicoob Arenito. A unidade, que é a primeira de uma cooperativa de crédito da cidade, foi inaugurada no dia 28 de novembro, em um evento que reuniu dirigentes, conselheiros, colaboradores, cooperados e convidados.

 

Melhores produtos e serviços - Para o diretor superintendente, Fábio Júnior Viar, a cidade precisava de uma instituição financeira como o Sicoob. “Nosso objetivo é levar os melhores produtos e serviços, com taxas mais acessíveis e atendimento personalizado. Dessa forma, vamos contribuir para o desenvolvimento sustentável da comunidade”, diz.

 

Orientação financeira - O diretor também lembrou que no dia 24 de novembro, o Instituto Sicoob esteve na cidade para oferecer orientação financeira e dar dicas de como investir. “Chegamos a Icaraíma não apenas para prestar serviços financeiros, mas para agregar valor à comunidade e disseminar a cultura cooperativista”, explica.

 

Região beneficiada - Segundo a gerente da agência, Aline Silvestre Megda, toda a região será beneficiada pelas vantagens que o Sicoob oferece. “Icaraíma é rica no agronegócio, assim como o comércio local que é muito forte. É uma região com grande potencial. No evento de inauguração tivemos grande participação da população, isso demonstra o interesse das pessoas em conhecer mais sobre o cooperativismo de crédito”, afirma.

 

Presenças - Entre os presentes, estiveram no evento o presidente e o vice-presidente do Conselho de Administração do Sicoob Arenito, Waldir Armelino Campana e José Celso Zolim; o diretor Superintendente, Fábio Júnior Viar; o diretor Administrativo e Financeiro, Edemilson Cruz Santana; o prefeito de Icaraíma, Marcos Alex.

 

Localização - A nova agência do Sicoob Arenito em Icaraíma está localizada na Av. Hermes Vissoto, 796. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa se une ao Sicoob Crediaciprev

 

sicoob metropolitano 05 12 2018Reunidos em Assembleia Geral Extraordinária Conjunta, realizada no dia 1º de dezembro, membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva, delegados, cooperados e colaboradores do Sicoob Metropolitano e Sicoob Crediaciprev (Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empresários de Presidente Venceslau) formalizaram a união das duas cooperativas.

 

Abrangência - A cooperativa Sicoob Metropolitano, que tem sede em Maringá e já atua em 22 municípios do Paraná, agora passa a ter 49.352 cooperados e vai atender outros municípios do interior de São Paulo. A incorporação do Sicoob Crediaciprev faz parte do processo de expansão da singular e, de acordo o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, irá fortalecer o cooperativismo na região de Presidente Venceslau.

 

Ajuda mútua - “Cooperação significa ajuda mútua e a incorporação é justamente isso. Estamos somando esforços para aumentar a nossa participação no mercado financeiro. A junção vai nos proporcionar aumentar a produtividade e baixar custos, sem esquecer da qualidade. Também será uma grande oportunidade para replicarmos o modelo de agência sustentável que já temos no Paraná e tem funcionado muito bem”, afirma.

 

Origem - Ajita lembra ainda que a origem do Sicoob Metropolitano e do Sicoob Crediaciprev é parecida. “As duas cooperativas nasceram a partir da iniciativa de empresários ligados às associações comerciais, que buscavam uma instituição financeira que oferecesse condições diferenciadas e um relacionamento mais próximo”, diz.

 

Humanização - Por fim, ele reforça que o Sicoob Metropolitano levará para Presidente Venceslau e para as cidades da região o seu propósito de humanizar as relações financeiras. “Vamos cumprir nossa missão de atender as necessidades dos cooperados e promover o desenvolvimento socioeconômico das comunidades”, explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB NOROESTE DO PR: Presente na Feira Internacional da Mandioca em Paranavaí

 

sicoob noroeste pr 05 12 2018O Sicoob Noroeste do Paraná esteve presente na 2ª edição da Fiman (Feira Internacional da Mandioca). O evento, considerado o maior do setor, aconteceu entre os dias 20 e 23 de novembro, em Paranavaí. 

 

Expositores e visitantes - A feira reuniu mais de 50 expositores e visitantes de diferentes partes do mundo, que participaram da programação com palestras, rodadas de negócios e apresentação de novas tecnologias voltadas para toda a cadeia produtiva da mandioca.

 

Visitantes - As mais de 5 mil pessoas que passaram pelo Parque de Exposições Arthur da Costa e Silva puderam conhecer os diferenciais do Sicoob e as opções em produtos e serviços oferecidos pela cooperativa, com destaque para as linhas de crédito rural disponíveis.

 

Importância - O presidente do Sicoob Noroeste do Paraná, Rafael Benjamim Cargnin Filho, falou da importância da participação do evento, que proporcionou a prospecção e fechamento de novos negócios. “A Fiman vai ao encontro de todos os interessados por essa importante cadeia produtiva. Por isso, é preciso apoiar, oportunizando momentos de estudos e troca de informações visando a expansão do setor, cujo mercado se mostra cada vez mais amplo”, afirma.

 

Projeção internacional - Pela projeção internacional e importância econômica para o estado, a governadora do Paraná, Cida Borghetti, prestigiou a abertura do evento. Ela visitou estandes e mencionou a importância de buscar a troca de tecnologia e busca de novos mercados consumidores em todo o mundo.

 

Hackathon - Durante a feira, o Sebrae Paranavaí e Sicoob Noroeste do Paraná promoveram a Hackathon Fiman 2018. A maratona, iniciada na tarde do dia 21, teve como propósito discutir e propor soluções para problemas reais da cadeia da mandioca, desde o plantio até a comercialização.

 

Atividades - Foram 24 horas de atividades com cerca de 50 alunos dos cursos de Agronomia, Tecnologia e Administração de instituições de ensino de Paranavaí.

 

Análise - As ideias apresentadas pelos universitários foram analisadas por especialistas do setor, entre empresários, industriais e produtores. As três melhores receberam prêmios.

 

Premiação - O consultor do Sebrae de Paranavaí, Welinton Perdomo, explica que, além da premiação para as três melhores propostas, os participantes tiveram a oportunidade de manter contato com produtores e empresários. “Nossa ideia é fazer com que o trabalho do hackathon chegue ao mercado”, diz.

 

Educação - O diretor administrativo do Sicoob Noroeste do Paraná, Celso Chaparro, lembra que a cooperativa tem na educação um dos seus princípios. Um exemplo são as iniciativas que apoiam os jovens, sobretudo na área de inovação, a otimizar as potencialidades regionais. “O incentivo e a busca de talentos são fundamentais para o desenvolvimento da nossa comunidade”, explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI VANGUARDA: Realizada a entrega dos prêmios da campanha 35 Anos de Histórias Cooperativas

 

Neste ano a Sicredi Vanguarda completou 35 anos e preparou uma campanha especial para comemorar com os seus associados: 35 Anos de Histórias Cooperativas. A cooperativa realizou no dia 17 de novembro, o último sorteio, que contemplou os associados com quatro carros e uma casa.

 

Última fase - Nessa última fase da campanha, foram sorteados: um HB20, um Honda City, uma Fiat Toro, uma S10 e uma casa no valor de R$150 mil. Ao longo da campanha aconteceram sorteios de smart tvs, smartphones e motocicletas.

 

Ganhadores - Confira os ganhadores do sorteio final:

• HB20 – Guilherme de Oliveira – Agência Cascavel Carlos Gomes

• Honda City – Fabiana Karina Scherer – Agência Cascavel Centro

• Fiat Toro – Maicon Lopes Pereira – Agência São Miguel do Iguaçu

• Chevrolet S10 – José Raizer – Agência Cascavel Centro

• Casa – Sirlei Targon – Agência Lindoeste

 

Entrega - A entrega dos prêmios finais foi realizada nas agências contempladas, e contou com a presença da diretoria, lideranças e colaboradores da cooperativa, além dos ganhadores e seus familiares com direito a carreatas pelas cidades.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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COCAMAR: Vampeta é atração da Copa de Cooperados no sábado

Com a presença do ex-jogador Vampeta, volante que jogou no Corinthians, Flamengo e Fluminense e foi pentacampeão com a camisa da seleção brasileira em 2002, acontece neste sábado (08/12) em Maringá, na Associação Cocamar, a Copa Cocamar de Cooperados 2018.

Congraçar - A presença de ex-jogadores famosos é uma tradição no evento realizado anualmente pela cooperativa e que tem a finalidade de promover um congraçamento entre cooperados disputantes e seus familiares.

Abertura - De acordo com a organização, Vampeta participa da abertura oficial às 9h no campo principal e deve permanecer toda a manhã na Associação, concedendo autógrafos. A expectativa é que aproximadamente 3 mil pessoas prestigiem a realização, que prevê atividades para os públicos masculino, feminino e infantil.

Jogos - Divididos em grupos por faixas etárias, os cooperados disputam campeonatos de futebol suíço nas categorias principal, veteranos, másters e supermasters. A exemplo das cooperadas, eles também concorrem nas modalidades truco e bocha, sendo que as mulheres vão competir, ainda, em um torneio de vôlei de praia. Os vencedores começam a ser conhecidos a partir das 17h.

Atrativos - Uma estrutura com brinquedos e parque aquático vai receber as crianças e, além disso, o público vai ter à sua disposição uma série de outros atrativos, como cursos rápidos de maquiagem, massagem e rodadas de bingo, além do almoço. (Imprensa Cocamar)

TRANSPORTE CARGAS: A pedidos, futuro governo avalia fim da tabela de frete

 

transporte cargas 05 12 2018Em busca de uma solução para o imbróglio instalado no país, a equipe de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro, já começou a estudar a possibilidade e os riscos de extinguir a tabela de frete rodoviário para cargas no ano que vem e sua eventual substituição para evitar a ameaça constante de novas greves de caminhoneiros como a de maio. As duas saídas dependem do Congresso.

 

Pedido - Pessimistas em relação a uma resposta do Supremo Tribunal Federal (STF) para as dezenas de ações de inconstitucionalidade contra o tabelamento, mais de 70 entidades empresariais pediram recentemente a Bolsonaro, em carta, a revogação da lei do frete mínimo - pesadelo do setor em 2018 -, alegando aumento de custos. As empresas admitem, porém, que a ideia não vingará sem uma contrapartida.

 

Proposta informal - Com o apoio da futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, até uma proposta ainda informal de redução da carga tributária exclusiva para o óleo diesel usado em veículos de cargas (agricultura, indústria etc.) já foi levada a Bolsonaro e ao futuro vice-presidente, Hamilton Mourão, nas últimas semanas. A equipe do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, porém, ainda terá que levantar os inevitáveis impactos à arrecadação. "É uma boa ideia, mas o problema é a lei que está em vigência hoje", disse Tereza ao Valor. Ela inclusive já levou ao futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a preocupação do setor agropecuário com a manutenção da tabela.

 

Ideia - De difícil execução, dados os desafios do ajuste fiscal, a ideia aventada pela equipe de transição consiste em diminuir alíquotas de PIS, Cofins e Cide que incidem sobre o diesel e prevê ainda uma alíquota unificada para o ICMS incidente sobre o diesel, iniciativa mais delicada uma vez que dependeria de negociação com todos os governadores.

 

Modelo americano - A ideia é baseada no modelo americano, em que as bombas de combustível dos postos são diferenciadas por cor para distinguir se o uso é agrícola e comercial ou para veículos de passeio. Dessa forma, caminhoneiros que transportam cargas, como soja e milho, pagam menos tributos embutidos no preço final do combustível. Para isso existe um controle sobre os transportadores que abastecem com o combustível mais barato.

 

Iniciativa semelhante - Iniciativa semelhante já é adotada com barcos de pesca no Brasil, que gozam de desconto sobre impostos incidentes no diesel, porém os pescadores pagam o preço "cheio" do combustível e são ressarcidos pelo governo por meio de orçamento federal.

 

Defensor - O defensor da ideia é Frederico D'Ávila, que integra o time da transição do novo governo e é diretor da Sociedade Rural Brasileira (SRB), entidade do setor de agronegócios. Deputado estadual eleito por São Paulo pelo PSL, sigla de Bolsonaro, D'Ávila foi um dos coordenadores da campanha do presidente eleito para a agropecuária. (Valor Econômico)

 

AGRICULTURA: El Niño fraco deve ‘poupar’ safra 2018/19

 

agricultura 05 12 2018A formação de El Niño não deve trazer grandes dores de cabeças para os produtores brasileiros neste ciclo 2018/19. Contudo, gastos maiores com agrotóxicos são esperados para a temporada. “Há indícios de El Niño, mas a atmosfera não está se comportando como se houvesse”, afirmou Marco Antonio dos Santos, agrometeorologista da Rural Clima.

 

Alerta - Na segunda-feira (03/12), o escritório de meteorologia do governo da Austrália manteve alerta para a formação de El Niño, mas indicou que a atmosfera não está reforçando as condições do Oceano Pacífico. A tendência, segundo meteorologistas, é que não sejam registrados nesta safra longos períodos de estiagem durante a fase de formação dos grãos no Centro-Oeste e Norte, nem de chuvas em excesso ao Sul, como é de costume quando o fenômeno se forma.

 

Intensidade fraca - Para Heloísa Pereira, meteorologista da Somar, o clima deve refletir as condições de El Niño já no meio do verão, mas a intensidade do fenômeno será fraca. “Em meados de janeiro e fevereiro, deveremos ter chuvas irregulares no Brasil Central e mais concentradas no Sul”, disse.

 

Gasto - Como nem tudo são flores, o produtor deverá gastar mais neste ciclo com tratos culturais. A incidência atual de chuvas no Centro-Oeste deve aumentar consideravelmente a proliferação de pragas. A última projeção do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indica alta de 9,4% nos gastos da safra em 2018/19.

 

Ferrugem - “Até o momento, não houve tratos culturais na soja em Mato Grosso. Com certeza, haverá focos de ferrugem”, disse Santos. O agrometeorologista avalia que, ainda assim, a produção de soja no país deve ficar entre 122 milhões e 124 milhões de toneladas. “Sem nenhum problema climático, o potencial seria de 127 milhões de toneladas. É uma redução de potencial produtivo”, explicou ele.

 

Tempo - Pereira disse que a Somar Meteorologia prevê tempo quente e úmido entre Goiás e Mato Grosso, “o que já pode favorecer o desenvolvimento da ferrugem asiática”.

 

Milho - Quanto ao milho “safrinha”, que começará a ser semeado no Centro-Oeste em janeiro, também há indícios de que a produção não estará ameaçada. Cerca de 80% da área deverá ser plantada até 15 de fevereiro, o que deve garantir chuvas para o desenvolvimento dos grãos. “O cenário é extremamente favorável, mas é mais consequência de plantio dentro da janela ideal que de clima”, disse Santos. Na safrinha de 2017/18 houve queda de 15% da produtividade.

 

Matopiba - A região mais sensível ao El Niño deve ser o Matopiba (confluência entre Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Pereira explicou que, no momento, as chuvas na região estão acima da média, o que pode levar ao desenvolvimento de raízes pouco profundas. Mais para frente, quando as chuvas ficarem mais irregulares, as plantas poderão ter dificuldades de se desenvolver. Além disso, o solo mais arenoso também torna a região mais suscetível às intempéries, disse ele.

 

Demais culturas - Nas demais culturas, o clima não deve ser um problema. As áreas de café entre São Paulo e Minas Gerais devem receber chuvas abaixo da média entre janeiro e fevereiro, mas ambas já registraram precipitações volumosas na primavera, provocando a abertura de floradas, disse Pereira. Em algumas regiões, porém, não houve bom pegamento da florada, segundo produtores.

 

Na média - Na maior parte do Sudeste, contudo, as chuvas devem ficar dentro da média, segundo a Somar, o que deve favorecer os pomares de laranja e particularmente as lavouras de cana, em um período crítico para o desenvolvimento.

 

Algodão - Para o algodão pode ocorrer perda de qualidade por causa das chuvas acima da média. “Mas serão problemas pontuais. Nada que traga preocupações maiores com a safra”, avaliou Santos. (Valor Econômico)

 

MERCADO: EUA cobram do Brasil fim da cota para etanol e abertura para trigo

 

Os EUA voltaram a pressionar para que o Brasil elimine a cota de importação de etanol, por um lado, e, por outro, para que o país implemente uma cota para o trigo, de forma a ampliar o acesso de seus produtores ao mercado brasileiro. Washington sabe que, a esta altura, o governo Temer está arrumando as malas. Mas, visivelmente, espera que suas demandas sejam atendidas de maneira acelerada pelo governo de Jair Bolsonaro, publicamente mais afinado com a gestão Trump.

 

Camex - Em agosto de 2017, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) estabeleceu que as importações brasileiras de etanol sem tarifa seriam limitadas a 600 milhões de litros por ano, por 24 meses. Acima desse volume, passou a vigorar uma alíquota de 20%. Com isso, o Brasil deixou de ser o maior mercado para o etanol americano no exterior. Antes, o país chegou a ser o destino de mais de 30% das vendas dos EUA. O Valor apurou que, em encontro bilateral realizado em Genebra, a delegação americana cobrou do Brasil que a cota de importação de etanol seja logo eliminada ou, pelo menos, que não seja renovada pela Camex em julho.

 

Trigo - Com relação ao trigo, a queixa americana é que o Brasil continua a desrespeitar um compromisso assumido na Organização Mundial do Comércio (OMC) de criar uma cota de importação de 750 mil toneladas livre de tarifa. Houve discussões bilaterais sobre o assunto nos últimos dois anos, quando Washington aumentou a pressão. O Ministério da Agricultura brasileiro chegou a mudar de posição e aceitar a criação do limite quantitativo sem alíquota. 

 

Bloqueio - Mas o Itamaraty bloqueou o acordo, por considerar que ia provocar irritações na Argentina, tradicional fornecedora do cereal ao Brasil. Agora, os americanos jogam as fichas no próximo governo em Brasília.

 

PRP - Os EUA também voltaram a mencionar o Programa de Escoamento da Produção (PEP), subsídio ao frete concedido para escoamento da produção. Mas, desta vez, os americanos pareceram menos incisivos, já que foram informados que nos últimos tempos o apoio foi concedido somente para o arroz, e não ao milho.

 

Questionamentos - Por outro lado, os EUA já responderam questionamentos do Brasil e de outros exportadores agrícolas, nas últimas semanas, em comitês da OMC, sobre o pacote de US$ 12 bilhões anunciado para ajudar seus agricultores atingidos por retaliações de parceiros. O governo Trump não dá o menor sinal de que vá recuar na concessão da ajuda, mesmo se houver acordo com os chineses para suspender a guerra comercial. (Valor Econômico)

 

mercado tabela 05 12 2018

UVA: Embrapa apresenta proposta para o novo zoneamento agrícola no P

 

Nesta quarta-feira (05/12), lideranças setoriais e técnicos do Paraná conhecerão e validarão a nova proposta para o Zoneamento Agrícola de Risco Climático da Uva Subtropical. O evento acontece durante a manhã, no Auditório da Prefeitura de Marialva, em Marialva (PR), no norte do estado. Clique aqui e confira a programação completa.

 

Quarta reunião - Esta será a quarta reunião para a apresentação do novo ZARC Uva. Ele já foi validado para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, durante encontro ocorrido em Bento Gonçalves, e para as regiões de clima tropical e subtropical do estado de São Paulo, em

Jales e Campinas, respectivamente. Agora a proposta é validar o zoneamento para o estado do Paraná.

 

Primeiras portarias - Segundo o coordenador do ZARC Uva, Marco Antônio Fonseca Conceição, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, as primeiras portarias do Zarc Uva, publicadas para a safra 2005/2006, abrangiam os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Bahia e Pernambuco, com critérios específicos para cada estado. Já a versão que está sendo validada propõe a unificação dos critérios apresentados. “Utilizamos uma metodologia que levou em consideração as características do clima, do solo e da cultura da uva, buscando quantificar os riscos climáticos, como geada e seca, que podem ocasionar perdas na produção, padronizando assim, os índices climáticos para as diferentes regiões vitícolas brasileiras”, explica Conceição.

 

Instrumento - O ZARC é adotado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), como um instrumento de política pública orientador do Proagro e Proagro Mais, destinado a médios e pequenos produtores, inclusive os vinculados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Após a validação da proposição elaborada pela Embrapa, o Ministério fará a publicação oficial em Portaria no Diário Oficial da União.

 

SERVIÇO

O que: Zarc: Apresentação de Resultados do Novo Zoneamento Agrícola de Risco Climático da Uva Subtropical no Paraná

Quando: 05 de dezembro, das 8h30 às 11h

Local: Auditório da Prefeitura de Marialva, Rua Santa Efigênia, 680 - Centro - Marialva (PR)

Inscrições gratuitas no e-mail:cnpuv.inscricoes@embrapa.br

uva cartaz 05 12 2018

ECONOMIA I: Mês difícil para agroindústria ajudou a frear resultado

 

O desempenho de alguns setores da agroindústria, sobretudo da produção de açúcar, pesou no comportamento da indústria de outubro na comparação com setembro. Fruto de um clima adverso à produção e da estratégia das usinas sucroalcooleiras de priorizar o etanol, a fabricação e o refino de açúcar sofreram retração de 28,1% entre setembro e outubro, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

 

Bens intermediários - A produção de bens intermediários, categoria em que se encaixa a produção de açúcar, teve retração de 0,3% no mês.

 

Chuvas - Outubro foi marcado por chuvas acima da média histórica no Centro-Sul, onde a maior parte das usinas está concentrada. Isso provocou a interrupção do trabalho das colhedoras nos canaviais e, consequentemente, da moagem de cana.

 

Volume menor - Entre as usinas associadas à União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica), no Centro-Sul, a moagem de cana em outubro ficou em 50,4 milhões de toneladas, um volume 19,6% menor do que no mesmo período da safra passada – ou 12,258 milhões de toneladas a menos.

 

Açúcar - A quantidade de açúcar produzido sofreu queda ainda mais acentuada, já que, da cana disponível, uma parcela maior foi destinada à produção de etanol. Diante dos preços elevados da gasolina, as vendas do biocombustível estão batendo recorde neste ano e ainda oferecem às usinas remuneração maior do que o açúcar, cujos preços estão em baixa por causa do excedente global. Em outubro, a Unica contabilizou uma produção de 2,077 milhões de toneladas de açúcar, redução de 46,5% na comparação anual. Em volume, foi produzido 1,8 milhão de toneladas a menos.

 

Carnes - Outro segmento da agroindústria que teve retração em outubro foi o da indústria de carnes. Principal responsável pela queda de 0,2% da produção de bens semiduráveis e não duráveis na passagem de setembro para outubro, o setor foi afetado pelos abates de frango. Em setembro, o alojamento de pintos de corte (indicador antecedente de produção de carne de frango) totalizou 488,9 milhões, queda de 7,56% na comparação com agosto, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Pintos de Corte (Apinco). Trata-se do menor patamar mensal desde a greve dos caminhoneiros, no fim de maio.

 

Abate - A ave alojada no início de cada mês nas granjas é abatida a partir de meados do mês seguinte - os animais levam menos de 45 dias para atingir o peso de abate. Os alojamentos mais fracos de setembro refletiram-se na produção de outubro. Algum impacto também pode ter se estendido para novembro.

 

Corte - Ao longo deste ano, os frigoríficos brasileiros de frango cortaram a produção para tentar recompor margens corroídas pela alta dos preços da ração (farelo de soja e milho). Problemas específicos de empresas como a BRF - a dona das marcas Sadia e Perdigão foi proibida de exportação para a União Europeia - também afetaram a produção de aves. Diversos abatedouros

de aves da BRF tiveram operações suspensas temporariamente. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA II: Conta de luz no país tem 4ª maior carga tributária

 

economia II 05 12 2018A carga tributária média cobrada nas contas de luz está em 41,2%, segundo pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). A tarifa ainda é formada por 33,3% da compra de energia, 18,8% do serviço de distribuição e 6,7% do custo de transmissão.

 

Quarta maior - De acordo com o levantamento, a carga tributária do setor elétrico brasileiro é a quarta maior entre 33 países pesquisados. O Brasil fica atrás apenas de Dinamarca (64%), Alemanha (55%) e Portugal (52%). A entidade destaca que o peso da tributação no país é duas vezes maior que o registrado no México.

Cálculo - O cálculo da carga tributária do setor inclui impostos estadual (ICMS), federal (PIS/Cofins) e encargos setoriais, que acomodam o conjunto de subsídios pagos pelos consumidores de energia elétrica. O presidente da Abradee, Nelson Leite, diz que, descontados os tributos, o Brasil perderia dez posições no ranking internacional de tarifas mais caras, de 16ª para 26ª posição. Ele considera que a tarifa de energia, sem tributos, pode ser "competitiva" na comparação com outros países.

 

Média residencial - No ano passado, a tarifa média residencial estava em R$ 470 por megawatt-hora (MWh). A indústria atendida pelas distribuidoras contava com tarifa média de R$ 412/MWh. (Valor Econômico)

 

Foto:Pixabay

 

POLÍTICA: Reforma da Previdência poderá ser fatiada, diz Bolsonaro

 

politica 05 12 2018O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira (04/12), em Brasília, que a reforma da Previdência em seu governo poderá ser aprovada em diferentes fases. Segundo ele, há uma "forte tendência" de começar a votação pela idade mínima. "É menos difícil de aprovar", afirmou.

 

Ideal - "Não adianta você ter uma proposta ideal que vai ficar na Câmara ou no Senado. Acho que o prejuízo será muito grande. Então, a ideia é por aí, começar pela idade, atacar os privilégios e tocar essa pauta pra frente. [O déficit da] previdência realmente é uma realidade. Cresce ano após ano, e não podemos deixar o Brasil chegar a uma situação como a da Grécia para tomar providência", disse.

 

Manutenção - Ele falou que deverá manter a proposta do atual governo, que é a de uma idade mínima para a aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

 

Reforma trabalhista - Bolsonaro também falou da possibilidade de aprofundar a reforma trabalhista, aprovada em 2016, que flexibilizou direitos previstos na Consolidação da Leis do Trabalho (CLT). Ele disse que sua equipe ainda estuda o que mais poderia ser modificado.

 

Em estudo - "Não quero entrar em detalhes, estamos estudando. Agora, não basta você ter só direitos e não ter emprego, esse é o grande problema que existe. (...) Alguns falam até que poderíamos nos aproximar da legislação trabalhista que existe em outros países, como os Estados Unidos, acho que é aprofundar demais, mas a própria reforma trabalhista, a última que eu votei favorável, já tivemos algum reflexo positivo: o número de ações trabalhistas praticamente diminuiu à metade. E hoje em dia continua sendo muito dificil ser patrão no Brasil, não há dúvida", afirmou.

 

Ministério do Trabalho - O presidente eleito disse ainda que a extinção do Ministério do Trabalho e redistribuição de suas atribuições entre outras três pastas, no seu governo, não vai prejudicar os trabalhadores. "Essa pasta do Trabalho são de recordações que não fazem bem à sociedade, ali funcionava como um sindicato do trabalho e não como Ministério do Trabalho. Nenhum trabalhador vai perder seus direitos, até porque todos estão garantidos no Artigo 7 da Constituição", afirmou. (Agência Brasil)

 

ANS: Regras para portabilidade de carências são ampliadas

 

Os beneficiários de planos de saúde coletivos empresariais também poderão utilizar a portabilidade de carências caso queiram mudar de plano ou de operadora. A novidade passa a valer em junho de 2019, quando entra em vigor a resolução normativa aprovada na segunda-feira (03/12) em reunião da diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A norma, que será publicada no Diário Oficial da União ainda esta semana e terá prazo de 180 dias para ser implementada, define as novas regras para a realização da portabilidade de carências, ampliando o benefício para os clientes de planos empresariais. Além disso, a normativa retira a exigência da chamada “janela” (prazo para exercer a troca) e deixa de exigir compatibilidade de cobertura entre planos para o exercício da portabilidade, devendo o consumidor cumprir carência apenas para as coberturas não contratadas no plano de origem.

 

Demanda - O diretor Rogério Scarabel, à frente da Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, explica que a concessão do benefício para quem tem planos coletivos empresariais era uma demanda importante na agenda regulatória. “Os planos empresariais representam quase 70% do mercado e dispõem da mesma cobertura assistencial dos demais planos. A portabilidade de carências passa a ser um direito efetivo de todo consumidor de planos de saúde e vai ser mais representativa no mercado”, pontua. “Com as novas regras, oferecemos mais possibilidades ao consumidor e estimulamos uma salutar concorrência no setor”, acrescenta o diretor.

 

Demitidos - A medida da ANS é ainda mais relevante para os beneficiários demitidos ou de contratos com menos de 30 vidas, que precisariam cumprir novos períodos de carência ao mudar de plano de saúde. Hoje, quando um empregado deixa a empresa ou se aposenta, há normas que legislam sobre sua permanência no plano mediante a contribuição. O que a portabilidade faz é ampliar o direito desse beneficiário, que pode escolher outro produto tendo respaldada sua cobertura sem prazos extras de carência.

 

Sem janela e compatibilidade de cobertura - O fim da janela para a realização da portabilidade de carências é outra novidade da normativa. Agora, o mecanismo poderá ser requerido pelo beneficiário a qualquer tempo, desde que haja o cumprimento do prazo mínimo de permanência exigido no plano de origem. Antes, havia um período limitado a 4 meses no ano para o exercício da portabilidade, contados da data de aniversário do contrato.

Também não será mais exigida compatibilidade de cobertura entre o plano de origem e o plano de destino. Por exemplo, o beneficiário que possui um plano ambulatorial poderá fazer portabilidade para um plano ambulatorial + hospitalar. A exigência que se mantém é a de compatibilidade de preços (valor da mensalidade). Como a delimitação de cobertura poderia restringir o acesso do beneficiário, uma vez que as operadoras não são obrigadas a comercializar plano com todos os tipos de segmentação e cobertura, a ANS extinguiu esse item. Será necessário, porém, o cumprimento das carências previstas na Lei nº 9.656 para as coberturas que o beneficiário não possuía anteriormente.

 

Prazos mínimos de permanência - Os prazos de permanência para a realização da portabilidade continuam os mesmos. São exigidos mínimo de dois anos de permanência no plano de origem para solicitar a primeira portabilidade e mínimo de um ano para a realização de novas portabilidades. As exceções ocorrem em duas situações: se o beneficiário tiver cumprido cobertura parcial temporária, o prazo mínimo para a primeira portabilidade será de três anos; e se o beneficiário mudar para um plano com coberturas não previstas no plano de origem, o prazo mínimo será de dois anos. 

 

Contrato coletivo rescindido - O beneficiário que teve seu contrato coletivo rescindido passa a poder fazer a portabilidade para outro plano de sua escolha. A portabilidade de carências nesses casos poderá ser exercida no prazo de 60 dias, a contar da data da ciência pelo beneficiário da extinção do seu vínculo com a operadora.

 

Portabilidade especial - Mudaram também as regras para exercício da portabilidade especial, medida adotada pela ANS para que beneficiários de operadoras em liquidação ou com graves anomalias econômico-administrativas e/ou assistenciais possam trocar de plano. Antes, somente a portabilidade extraordinária permitia a mudança de plano sem cumprimento de compatibilidade de preços, fator que cai com a nova normativa. Assim, na decretação da portabilidade especial não será exigida compatibilidade de preço aos beneficiários.

 

Planos de pós-pagamento - Não é exigida compatibilidade de preço para os planos em pós-pagamento – modalidade exclusiva dos planos coletivos onde a quitação dos custos é feita após a utilização do serviço –, uma vez que o custo desse produto não é fixo. (ANS)

 

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