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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4467 | 03 de Dezembro de 2018

ENCONTRO ESTADUAL: Troféu Ocepar será entregue no primeiro dia do evento

O primeiro dia do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, na quinta-feira (06/11), também será dedicado a homenagear duas personalidades com o Troféu Ocepar, que serão reveladas durante o evento. A honraria existe desde julho de 1977 e foi criada durante solenidade em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo, pelo então presidente da Ocepar, Benjamin Hammerschmidt. Já foi entregue a 37 pessoas, entre ex-governadores, ex-ministros, lideranças políticas, empresariais e do cooperativismo em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao setor.

Público - Cerca de duas mil pessoas de todo o Paraná, entre dirigentes, cooperados, colaboradores e familiares, são esperadas em Curitiba para participar do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, promovido tradicionalmente pelo Sistema Ocepar com o propósito de comemorar as conquistas alcançadas pelo setor ao longo do ano.

 

Eleitos - A programação começa dia 6 de dezembro, às 18h, no Teatro Positivo, com a presença do governador eleito e dos deputados federais que irão integrar a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) a partir do ano que vem. Em seu pronunciamento, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, deverá apresentar um balanço preliminar dos resultados alcançados pelas 215 cooperativas do Paraná em 2018.

 

Mais - As atividades terão continuidade no dia 7 de dezembro, a partir das 8h30, com show com o grupo folclórico ucraniano Vesselka. Depois, o coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP) e embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, ministra palestra sobre as perspectivas para o cooperativismo. Haverá ainda debate sobre as propostas do Paraná que serão levadas à discussão no XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá em 2019, em Brasília. O mestre em Educação e especialista em Coaching, Homero Reis, fala na sequência sobre “O futuro quem faz é você”. O evento será encerrado como o show cultural Concerto das Rosas, com a Orquestra Ladies Ensemble, que será apresentado às 14h.

 

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GETEC: Informe Expectativas de Mercado traz projeções sobre indicadores econômicos

getec destaque 03 12 2018A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (03/12), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2018, 2019 e 2020.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br  / 41 3200-1133).

 Clique aqui para conferir na Integra o Informe Expectativas de Mercado

 

TECNOLOGIA: Pesquisadores da Fundação ABC reúnem-se com representantes da Ocepar

Na manhã de sexta-feira (30/11), representantes da Fundação ABC estiveram na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. Os pesquisadores Luís Henrique Penckowski, Rodrigo Tsukahara e Claudio Kapp Junior foram recebidos pelo presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, o superintendente Robson Mafioletti, o gerente técnico Flavio Turra, o coordenador Silvio Krinski e o analista técnico Jhony Moller. Na pauta da reunião, informações sobre o projeto Sigma, desenvolvido pela Fundação em conjunto com as cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal. A ferramenta tecnológica é uma plataforma que vai integrar informações de toda a cadeia produtiva, oferecendo dados para decisões mais assertivas e ágeis.

Inovação Segundo o superintendente da Ocepar, a entidade acompanha com interesse o desenvolvimento de ferramentas de gestão que possam qualificar os sistemas de informações disponíveis às cooperativas e produtores. “A criação e sistematização de uma plataforma que ofereça dados precisos e atualizados, é sem dúvida um diferencial competitivo e um projeto de inovação, algo que hoje é prioridade no cooperativismo paranaense”, afirmou Mafioletti. 

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SESCOOP/PR: Curso de encerramento de balanço reúne 100 contadores em Curitiba

Cerca de 100 profissionais de contabilidade que atuam em cooperativas do Paraná participaram, nos dias 29 e 30 de novembro, do Curso de Encerramento de Balanço. O aprimoramento aconteceu na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, e teve por objetivo atualizar a legislação societária e tributária, bem como as normas contábeis aplicáveis para o correto encerramento de balanço nas cooperativas. O curso foi ministrado pelo professor Dorly Dickel. A abertura do evento foi realizada pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

Treinamento - Segundo o analista tributário da Ocepar, Devair Antonio Mem, o curso, que é promovido anualmente, é um dos treinamentos mais demandados pelos contadores. “É um aprimoramento importante pois ajuda os profissionais a resolver dúvidas de classificação de operações de balanço, tendo mais clareza sobre como tratá-las no balanço patrimonial e demonstrativo de sobras e perdas, que repercutem no resultado societário e fiscal”, explicou.

Opinião Na opinião de Nelson Beltrame, funcionário da C.Vale há 28 anos, o curso é uma atualização fundamental aos profissionais das cooperativas, em especial no que diz respeito ao ITG 2004 – Entidade Cooperativa, norma específica para as sociedades cooperativas referente a práticas e procedimentos de registros contábeis e demonstrações financeiras. “Essa legislação (ITG 2004) veio consolidar as práticas contábeis das cooperativas, entre elas validando definitivamente a questão do capital social, que deve ser mantido no patrimônio líquido”, afirmou. “Costumo dizer que o profissional de contabilidade precisa estudar sempre, para manter a qualidade de seu trabalho. Esperamos que os novos governos, tanto estadual quanto federal, promovam a simplificação dos processos, reduzindo a burocracia e dando agilidade aos procedimentos contábeis”, concluiu.

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COOPERATIVISMO: Estudantes da UFPR visitam a sede do Sistema Ocepar

Na sexta-feira (30/11), 28 estudantes da turma de associativismo e cooperativismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) visitaram a sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. O grupo foi recebido pelos superintendentes da Ocepar, Robson Mafioletti, e da Fecoopar, Nelson Costa, que repassaram informações sobre o sistema de representação cooperativista existente no estado, bem como indicadores econômicos do setor.

Conhecimento - Segundo o professor Gilson Martins, que acompanhou os estudantes, a disciplina tem por objetivo disponibilizar conhecimento sobre a doutrina e prática cooperativista. “Os alunos dessa disciplina cursam agronomia, engenharia florestal e zootecnia. A maioria é muito participativa, se envolvendo colaborativamente em atividades curriculares e extracurriculares. É muito gratificante ver que vários deles se encantam com o cooperativismo e pretendem seguir trabalhando com isso”, afirmou.

Jovens -Segundo Nelson Costa, para manter os indicadores de desenvolvimento, o cooperativismo paranaense precisa contar com profissionais qualificados e motivados a ingressar no setor. “Importante receber os estudantes e aproximá-los ainda mais da realidade das cooperativas, abordando com clareza os desafios e oportunidades. Muitos desses jovens poderão estar, no futuro, atuando no sistema”, concluiu.

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ALEGRA: Nova loja do Mercado Municipal traz cortes especiais de carne suína

 

Na sexta-feira (30/11), foi inaugurado oficialmente, no Mercado Municipal de Curitiba, o Espaço Alegra. A loja, localizada no primeiro andar, com acesso principal pela Affonso Camargo, oferece uma diversidade de produtos e cortes da marca, bem conhecidos pelos consumidores.

 

Almoço - O evento de reabertura do espaço foi realizado no restaurante Anarco, onde foi servido um almoço com receitas especiais de carne suína, preparadas com produtos tipicamente paranaenses, como o pinhão, por exemplo. Também foram oferecidos salada de folhas verdes com bacon e morango, carré de cordeiro com pinhão trufado, sobrepaleta ao vinho, mignon Suíno com talharim na manteiga ao molho Pepe Anarco e, de sobremesa, Gelato artesanal de goiabada com crispy de bacon, todos harmonizados com cervejas da Bierhoff.

 

Visita - Após o encontro, os convidados visitaram a nova loja para conhecer o espaço que foi recentemente revitalizado e para saber mais sobre os produtos da marca. “A loja já existia, mas como Castrolanda, uma de nossas cooperativas. Agora, reformamos o local para oferecer ainda mais produtos de qualidade para o público. Quem visita o espaço encontra uma grande variedade de cortes e embutidos de carne suína, além do tradicional cordeiro, que continua sendo vendido ali”, conta o analista de marketing da Alegra, Amauri Castro.

 

Horário de atendimento - O Espaço Alegra fica aberto de terça à sábado, das 7h30 às 18h, e domingo até às 13h. Para saber mais sobre os produtos da Alegra, confira o site: www.alegrafoods.com.br.

 

Sobre a Alegra - Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final. Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra)

 

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SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Painéis de energia solar se tornam mais populares entre brasileiros

 

sicredi planalto das aguas 03 12 2018O número de instalações de painéis solares no Brasil não para de crescer. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até junho deste ano foram instalados mais de 45 mil painéis de energia fotovoltaica em todo País, número que triplicou em comparação a 2017.

 

Motivos - Alguns motivos que chamaram a atenção dos brasileiros para esse tipo de energia foram a redução da conta de luz a médio e longo prazos e também o fator ambiental, já que a energia solar está entre as fontes mais limpas disponíveis atualmente. O que ainda pesa contra a instalação de painéis solares é o custo, que pede um investimento inicial mais alto. Também é importante destacar que, entre as principais vantagens para os consumidores de energia, é o fato de que é possível proteger-se contra uma oscilação de custo da geração elétrica no país, que mantém a maioria dos consumidores expostos a aumentos repentinos nas suas respectivas contas.

 

Pesquisa - De acordo com uma pesquisa divulgada em 2016 no Portal Solar, em que se analisaram os valores de várias empresas de energia solar no Brasil, o custo para obter essa tecnologia varia de acordo com o local e tamanho do telhado. Segundo Thiago Pereira, diretor da Platus Energia Solar em Guarapuava, nos últimos 3 anos os geradores de energia solar fotovoltaica tiveram uma redução de preço muito expressiva, beneficiados por isenções de impostos e concorrência de mercado. Com isso, o prazo de retorno do investimento ficou muito mais atrativo, podendo variar de 4 a 7 anos, sem dúvidas é um ótimo negócio pois o gerador tem vida útil estimada de 25 anos, ou seja, o retorno é certo. Quando tomamos como exemplo um cliente comercial urbano com consumo mensal de energia de R$ 3.000,00, prevemos retorno do investimento em 4 anos, após este período significa que os R$ 3.000,00 poderão ser utilizados para outros fins, colaborando com a saúde financeira da empresa.

 

Linha de crédito - Para facilitar esse investimento e garantir um futuro mais sustentável, o Sicredi desenvolveu uma linha de crédito específica para a compra de equipamento de geração de energia elétrica solar, com possibilidades de financiamento ou então consórcio. “As fontes alternativas de energia devem acompanhar a necessidade das pessoas e é uma tendência pensarmos mais em soluções que sigam a tecnologia, preservando o meio ambiente”, afirma Valmir Dzivielevski, Diretor Executivo da cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP.

 

Exemplo - Um bom exemplo da aplicação de fontes alternativas de energia vem de duas agências da cooperativa: Candói, no Paraná e Fernandópolis, na região noroeste de São Paulo, que investiu em um sistema de geração de energia solar, que proporcionará uma economia e o excesso ainda poderá ser revertido para abastecer outras agências da cooperativa. 

 

Tendência - Na opinião do presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, Adilson Primo Fiorentin, a busca por outras fontes, que possibilitem a geração de energia limpa e sustentável é uma tendência sem volta. “O mundo precisa disso, pois a sociedade caminha para um maior cuidado com questões ambientais e as empresas, através de seus gestores preocupados com o uso consciente dos recursos naturais, buscam investir em sistemas alternativos. O Sicredi é parceiro dessas boas práticas, que preservam o meio ambiente, estimulam o fortalecimento econômico e proporcionam maior rentabilidade para as empresas”, explicou.

 

Consórcio - Para quem deseja se planejar e programar a compra do bem sem juros, a opção é o Consórcio Sustentável. Mas se o equipamento precisa ser comprado imediatamente, o caminho é a linha de Crédito Sustentável, com prazos maiores e taxas facilitadas de pagamento. Para Gilson Nogueira Farias, gerente de Desenvolvimento de Crédito da Central Sicredi PR/SP/RJ, esse é um caminho sem volta e que deve ser estimulado. “A sustentabilidade faz parte do DNA cooperativista. Juntos podemos ir além e com ações que garantam o desenvolvimento de todos, de maneira igualitária. Por isso, incentivar e facilitar o acesso a equipamentos de eco eficientes faz todo sentido”, analisou ele. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Colaboradores participam de palestra sobre o Novembro Azul

 

Encerrando as iniciativas relacionadas ao Novembro Azul, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP promoveu na manhã de sexta-feira (30/11), uma palestra para os colaboradores da sede administrativa da cooperativa, em Palotina (PR).

 

Tema - Com o tema: “Homem que se cuida é homem de atitude”, o Dr. Cléo Rodrigues Rossati da cidade de Assis Chateaubriand PR conduziu a conversa e abordou sobre a importância dos cuidados preventivos. “Em se tratando do câncer de próstata, a prevenção ganha maior relevância ainda, já que para os casos descobertos no início, as chances de cura são bem maiores”, explica.

 

Atenção - Para o colaborador do Sicredi, Alan Teixeira, é essencial ter o conhecimento e dar a devida atenção ao assunto, já que muitas doenças podem ser evitadas graças aos cuidados preventivos. “É característico do homem não destinar seu tempo para cuidar de si, porém, entendemos de maneira muito clara nesta palestra que, nossa expectativa e qualidade de vida estão fortemente relacionadas aos cuidados para com a nossa saúde”, complementa Alan.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB SUL I: Em AGE, delegados aprovam mudanças no Estatuto Social

 

sicoob sul I 03 12 2018O Sicoob Sul reuniu delegados, conselheiros, diretoria e colaboradores para uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE), no dia 24 de novembro, no restaurante Madalosso, em Curitiba. Na ocasião, eles aprovaram a revisão do Estatuto Social da cooperativa.

 

Cooperação e superação - Para motivar os presentes, o consultor e conferencista, Fabiano Brum, ministrou uma palestra sobre cooperação e superação. Fabiano é conhecido por fazer palestras que aliam seu conhecimento musical aos temas de seus treinamentos, tornando-os dinâmicos, motivadores e altamente participativos.

 

Avaliação positiva - Segundo o delegado Luiz Jair Minatti, a palestra foi fantástica e o palestrante foi surpreendente em suas colocações. Ele comenta ainda que as mudanças no estatuto vieram para modernizar a singular. “Muitas das mudanças, que foram aprovadas por unanimidade pelos delegados, são necessárias para tornar a cooperativa mais dinâmica e competitiva”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB SUL II: Colaboradores participam do Summit Sebrae

 

Nos dias 19 e 20 de novembro, aconteceu em Curitiba o Summit Sebrae, evento voltado para empreendedorismo que teve patrocínio do Sicoob. Realizado na ExpoUnimed, o encontro contou com palestras sobre gestão, ministradas por convidados de relevância nacional e internacional. Na programação também foram realizadas rodadas de networking com empresas, apresentações de modelos de negócios que deram certo, projetos de franquias e programas para melhorar a qualidade de serviços.

 

Novos conhecimentos - Em busca de novos conhecimentos e experiências, um grupo do Sicoob Sul participou do evento. Para a analista de Recuperação de Crédito, Juliana Kamada Cavalhieri, a oportunidade foi gratificante. "Os cases apresentados proporcionaram visões diferentes sobre o mercado. Isso é importante para nos mantermos atualizados e competitivos”, conta ela.

 

Desenvolvimento - Já a gerente de Relacionamento, Amanda Lima, comenta como o evento contribuiu para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. “Além de inspirador, tivemos a oportunidade de aprender com a experiência dos empresários ali presentes. Também nos proporcionou um ótimo networking, pois pudemos fazer contato e conhecer diversas empresas”, avalia.

 

Central - Além do grupo do Sicoob Sul, também estiveram presentes representantes do Sicoob Central Unicoob: o diretor de Mercado, Elisberto Torrecillas; a gerente de Comunicação, Marketing e Eventos, Mirna Pizaia; a supervisora de Comunicação e Eventos, Jackelyne Brites; o analista de Projeto, Gregory Fontoura Macedo e o supervisor de T.I, Marco Aurélio Saraiva Júnior. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB CREDICAPITAL: Cooperativa apoia formatura de alunos do Proerd em Cascavel

 

Com o objetivo de desenvolver as comunidades em que está inserido, o Sicoob Credicapital apoiou mais uma ação da rede municipal de ensino de Cascavel. No dia 24 de novembro, a cooperativa contribuiu para a formatura de mais de 1.500 alunos do Ensino Fundamental que participaram do Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas).

 

Missão - Baseadas no esforço cooperativo entre a Polícia Militar, a escola e a família, as atividades do programa têm como missão ensinar aos estudantes boas estratégias de tomada de decisão para ajuda-los a conduzir suas vidas livre do abuso de drogas, da violência e de outros comportamentos perigosos.

 

Brindes personalizados - Durante o evento, foram distribuídos brindes personalizados que, além de reforçarem a marca Sicoob, demonstram a prática da cooperativa no fortalecimento do sétimo princípio do cooperativismo: o interesse pela comunidade. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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OCEMG: Organização mineira assinará pacto global pelo crescimento sustentável

 

ocemg 03 12 2018O Pacto Global é uma chamada para as empresas alinharem suas estratégias e operações a princípios universais nas áreas de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção e desenvolverem ações que contribuam para o enfrentamento dos desafios da sociedade. A iniciativa, lançada em 2000, pelo então secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, é um avanço na implementação de um Regime de Direitos Humanos e Sustentabilidade empresarial. Atualmente, a iniciativa reúne quase 13 mil signatários, entre pequenas, médias e grandes empresas, além de organizações da sociedade relacionadas ao setor privado, articulados em mais de 160 países.

 

Sistema Ocemg - A partir do dia 5 de dezembro, o Sistema Ocemg passa a integrar o Pacto Global. Na ocasião, será realizada a 12ª edição do Seminário de Responsabilidade Social das Cooperativas Mineiras, quando serão apresentados os resultados das ações de solidariedade e responsabilidade social desenvolvidas pelo setor ao longo de 2018.

 

Compromisso - Um dos momentos mais importantes do evento será a assinatura do Pacto Global pelo Sistema Ocemg junto à Organização das Nações Unidas (ONU) e Rede Brasil do Pacto Global. Com a iniciativa, a entidade firma o compromisso em adotar, nas suas práticas de negócios, valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

 

Responsabilidade social - De acordo com o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, “o cooperativismo tem a Responsabilidade Social em seu DNA. As cooperativas são engajadas por natureza e isso é demonstrado com força no Dia de Cooperar. Assinar o Pacto Global da ONU é algo que nos enche de orgulho e amplia nossa responsabilidade como representantes do segmento no Estado”.

 

Convidados - Cerca de 250 convidados entre presidentes e representantes das cooperativas mineiras são esperados para o Seminário de Responsabilidade Social, que apresentará palestras, resultados do Dia de Cooperar (Dia C) 2018 e experiências sobre as ações de voluntariado cooperativista. Na ocasião, as cooperativas mineiras também serão reconhecidas pela participação no maior movimento cooperativista de iniciativas voluntárias do país, o Dia C.

 

Programação - O Seminário de Responsabilidade Social das Cooperativas Mineiras terá uma programação diversificada e participação de palestrantes como Haroldo Machado Filho, assessor especial do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (PNUD) do Sistema ONU no Brasil sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS); Carlo Linkevieius Pereira, secretário executivo da Rede Brasil do Pacto Global, com mais de 15 anos de experiência em temas relacionados à sustentabilidade corporativa; e Ana Cristina Maia, consultora na área de Gestão e Responsabilidade Social, com atuação como empreendedora social em um projeto piloto com jovens infratores no Estado do Rio de Janeiro.

 

Temas - Estarão em debate temas como “As Cooperativas, o Desenvolvimento Socioeconômico e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU - ODS”; "ODS e as Empresas" e “Responsabilidade Social - Transformando Organizações para Transformar a Sociedade”. O encontro é uma realização do Sistema Ocemg e acontece das 9 às 17 horas, em Belo Horizonte. Para obter mais informações, bem como a programação completa acesse www.minasgerais.coop.br. (Sistema Ocemg)

 

COCAMAR: Copa de Cooperados será no sábado

É logo ali: a Copa Cocamar de Cooperados será realizada no próximo sábado (08/12), durante todo o dia, com a participação de mais de 2,5 mil disputantes e convidados, na Associação Cocamar em Maringá.

O dia todo - A agenda começa às 8h com a chegada das delegações, representando cerca de 50 municípios dos Estados do Paraná e São Paulo. A abertura oficial está marcada para às 9h na arena principal e as competições só devem terminar ao final da tarde.

Modalidades - O futebol suíço é a modalidade com maior número de participantes, em quatro categorias: principal, veteranos, máster e supermasters; mantendo a tradição, é grande também a quantidade de jogadores de bocha e truco. Por sua vez, as produtoras participam de competições de bocha e vôlei de praia.

Congraçamento - Promovida desde 1985, a Copa Cocamar de Cooperados fecha o calendário de eventos da Cocamar em 2018. Seu objetivo é o congraçamento dos produtores associados e familiares. (Imprensa Cocamar)

INSTRUÇÃO NORMATIVA: Saem novas regras para a produção de leite

 

instrucao normativa 03 12 2018O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fixou novas regras para a produção de leite no país, especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A. As mudanças foram publicadas na edição de sexta-feira (30/11) no Diário Oficial da União, nas Instruções Normativas (INs) 76 e na 77. Na IN 78, são definidos os critérios a serem seguidos nas provas de produção. As Normas entram em vigor em 180 dias, quando serão revogadas as instruções 51/2002, 22/2009, 62/2011, 07/2016 e 31/2019.

 

Características e qualidade - A IN 76 trata das características e da qualidade do produto na indústria. Na IN 77, são definidos critérios para obtenção de leite de qualidade e seguro ao consumidor e que englobam desde a organização da propriedade, suas instalações e equipamentos, até a formação e capacitação dos responsáveis pelas tarefas cotidianas, o controle sistemático de mastites, da brucelose e da tuberculose.

 

Contagem bacteriana - Em relação à identidade e qualidade, no caso do leite cru refrigerado foi mantida a contagem bacteriana máxima de 300 mil unidades por ml e 500 mil células somáticas por ml.. O produto não deve apresentar substâncias estranhas à sua composição, como agentes inibidores do crescimento microbiano, neutralizantes da acidez nem resíduos de produtos de uso veterinário.

 

Programa Nacional - Segundo a responsável pelo Programa Nacional de Qualidade do Leite no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), Mayara Souza Pinto, “as normas têm como objetivo atualizar os critérios de produção e seleção de leite de qualidade, com foco nas boas práticas agropecuárias e na educação sanitária”.

 

Novo regramento - Com o novo regramento, os produtores poderão intensificar o controle na obtenção de leite, aplicando ferramentas de gestão de qualidade nas propriedades, incluindo manejo sanitário, refrigeração e estocagem, qualidade da água, uso racional de medicamentos veterinários, adoção de boas práticas de bem-estar animal.

 

Capacitação - A Rede Brasileira de Laboratórios da Qualidade do Leite (RBQL), credenciada junto ao Mapa e responsável pela análise do produto comercializado cru em todo o país passará também a oferecer capacitação ao pessoal responsável pela captação nos estabelecimentos industriais, o que propiciará a recepção com contagem bacteriana baixa e o consequente aumento do rendimento industrial e da qualidade do leite e de seus derivados.

 

Avanços - Na avaliação de Mayara Souza, “a implementação das normas permitirá avanço significativo nos índices de qualidade, o aumento da produtividade leiteira, a oferta de alimentos mais seguros à população e a queda de barreiras comerciais para exportação”.

 

Legislação específica - Os estados e municípios que não dispõem de legislação específica e equivalente sobre qualidade deverão adotar essas normas como referência nos serviços de inspeção estaduais e municipais. (Mapa)

 

GRÃOS: Safra poderá chegar a 23,3 milhões de toneladas no PR

 

graos 03 12 2018A estimativa de produção da safra de grãos 18/19 do Paraná se mantém superior à do ano passado em aproximadamente 4%, e pode alcançar 23,3 milhões de toneladas, segundo relatório mensal da safra divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

 

Plantio - De acordo com o Deral, o plantio da soja, do feijão e do milho está quase concluído. Neste ano, alguns produtores retomaram o plantio de milho, contribuindo para melhorar o sistema de rotação de culturas.

 

Chuvas - “Em novembro, as chuvas tiveram uma diminuição de volume, e com isso os produtores puderam entrar a campo para praticamente concluir os trabalhos da primeira safra. Se continuarmos com o clima colaborando como neste mês, podemos ter nosso potencial alcançado”, afirmou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, George Hiraiwa. Ainda segundo ele, a colheita de trigo também foi beneficiada pela diminuição das chuvas.

 

Soja - Mais de 98% da área estimada está plantada, o que corresponde à média para o período. O plantio registrou bom desenvolvimento: o plantio começou mais cedo, o que também deve refletir na antecipação da colheita, com início previsto para janeiro. “Os produtores anteciparam o plantio da soja para que o milho safrinha não sofra com a geada dos meses seguintes”, disse o chefe do Deral, Marcelo Garrido. O clima continua contribuindo para o andamento da safra, que mantém a expectativa de produção em 19,6 milhões de toneladas.

 

Preço para o produtor - O preço para o produtor está compensatório – R$ 71,00 a saca de 60kg, um crescimento de 20% em comparação com o ano passado, quando a saca era vendida a R$ 60,00. A comercialização está em 18%, dentro da média das últimas safras. “A tendência é que tenhamos uma comercialização escalonada nesta safra”, explica Garrido. Quanto à área, não houve variação significativa entre as safras 17/18 e 18/19, totalizando 5,4 milhões de hectares.

 

Milho - O milho concluiu o plantio da safra 18/19 com um ganho de 5% na área plantada, que passou de 331,5 mil hectares na safra anterior para quase 350 mil hectares na safra atual.

 

Produção - A produção está estimada em 3,2 milhões de toneladas, 10% a mais do que na safra anterior, e o cenário segue favorável, com produtividade estimada superior a 9 mil kg. A saca de 60 kg é comercializada a R$ 28,00, um ganho de 38% em relação ao ano passado. “Os preços estão aquecidos em função do período de entressafra, pois não há tanto produto disponível no mercado e metade da safra anterior já está comercializada”, afirmou o técnico do Deral responsável pela cultura do milho, Edmar Gervásio.

 

Feijão - O plantio da safra 18/19 está praticamente encerrado, com uma área de 167 mil hectares, e estimativa de produção de 327 mil toneladas. A colheita está em fase inicial, em 700 hectares, principalmente nas regiões de Francisco Beltrão, Guarapuava, Jacarezinho e Maringá. Com o clima irregular no plantio, cerca de 67% das lavouras estão em boas condições, 28% em condição média e 5% em condições ruins.

 

Aquecidos - Os preços estão estabilizados, mas a expectativa é de que fiquem mais aquecidos até o mês de janeiro, com a baixa disponibilidade do produto. A saca de 60 kg de feijão cor está sendo comercializada a R$ 101,17 e o feijão preto a R$ 121,61, segundo o agrônomo Carlos Alberto Salvador.

 

Trigo - Quase a totalidade da área da safra 17/18 está colhida. A seca registrada no Norte Pioneiro dificultou a evolução do plantio e ocasionou perdas nas primeiras lavouras plantadas, bem como nas áreas mais tardias do Sul do Estado, problema identificado apenas no último mês. Por isso, a produção foi rebaixada para 2,8 milhões de toneladas, se comparada à expectativa inicial de 3,4 milhões de toneladas.

 

Comercialização - A comercialização do trigo está em 1,7 milhão de toneladas (62%), índice considerado alto para o período. O produto de boa qualidade está sendo comercializado com facilidade, mas as chuvas no final da colheita devem dificultar o escoamento do produto de pior qualidade.

 

Custos variáveis - Com o preço da saca a R$ 44,00, os custos variáveis do produtor devem ser compensados, caso se mantenham neste patamar. “Para a composição de preços futuros, vão pesar a volatilidade do dólar e as condições da safra da Argentina”, avalia o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Hugo Godinho.

 

Mandioca - Em outubro, com as chuvas, houve dificuldade da entrada das máquinas a campo para a colheita, mas a situação se normalizou em novembro. Com isso, a colheita da safra 17/18 de mandioca está em 92% e se encerra em dezembro, segundo o economista do Deral, Methodio Groxko.

 

Aumento - O plantio da safra 18/19 está praticamente concluído, com 154 mil hectares, um aumento de 8% na comparação com a safra anterior. A projeção de colheita é de 3,8 milhões de toneladas, 11% a mais do que na safra passada. Os preços se mantêm razoáveis, a R$ 380 a tonelada da mandioca industrial. (Agência de Notícias do Paraná)

 

AFTOSA: Vacinação é prorrogada para 10 de dezembro

 

aftosa 03 12 2018A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), prorrogou a etapa de novembro de 2018 da campanha de vacinação contra febre aftosa até dia 10 de dezembro. A Portaria nº 300 de 2018, que informa a extensão do prazo, foi publicada na quinta-feira (29/11).

 

Estoque - O principal motivo foi o reduzido estoque de vacina nas revendas do Estado, o que pode comprometer o índice de vacinação. O Ministério da Agricultura informou o envio de 8.081.730 de doses para o Paraná, que somadas ao estoque existente no Estado seriam insuficientes para a vacinação obrigatória nesta etapa, estimada em 9,2 milhões de bovídeos.

 

Obrigatória - Na etapa da campanha de novembro, que iniciou dia 1º, é obrigatória a vacinação e a sua comprovação para bovídeos de todas as idades. Os produtores que não regularizarem a situação no prazo estabelecido são notificados e estão sujeitos às penalidades previstas em lei.

 

Formulação - A principal razão para extensão do prazo foi a mudança na formulação da vacina, que, de trivalente, com vírus A, O e C, passou a ser bivalente, apenas com cepas dos vírus A e O, na dose de 5ml.

 

Próximas campanhas - Nas próximas campanhas em todo o Brasil será usada a mesma vacina bivalente, porém na dose de 2 ml. “Essa mudança fez com que as revendas autorizadas tivessem mais cuidado na formação do estoque, pois vacinas nessa formulação não poderão ser comercializadas nas próximas campanhas”, diz o diretor-presidente da Adapar, Inácio Kroetz.

 

Cobertura - Até a presente data, 71% dos animais já estão com a vacinação comprovada. Kroetz diz que o prazo vai possibilitar a aquisição de mais vacinas da formulação correta para essa campanha por parte das revendas e o fornecimento aos produtores.

 

Nota Fiscal - Ao comprar a vacina nas revendas autorizadas, o produtor obtém a Nota Fiscal de compra e as instruções para comprovação da vacinação, que pode ser feita na própria revenda, nos locais de atendimento da Adapar, ou pela internet no site www.adapar.pr.gov.br. É importante também fazer a Atualização Cadastral obrigatória.

 

Estrutura - A Adapar conta com 135 unidades no Estado e 240 escritórios municipais para atuar na fiscalização. Esse trabalho é feito de forma permanente no Paraná e intensificado nos períodos de campanha.

 

Primeira etapa - Na primeira etapa, em maio, a vacinação era obrigatória apenas para animais de até 24 meses de idade. Foram imunizadas 4,2 milhões de cabeças, o que cumpriu com a expectativa da Adapar. A próxima etapa será em maio de 2019.

 

Status - Hoje, o Paraná é reconhecido internacionalmente pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como Área Livre de Febre Aftosa, com Vacinação. O objetivo do Estado do Paraná (governo e setor privado) é obter o reconhecimento de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação. Com status sanitário diferenciado, fica a expectativa de atrair investimentos e da abertura de mercados nacionais e internacionais, com mais agregação de valor ao produto paranaense. Em agosto, o Governo do Estado oficializou o pedido ao Mapa de integrar o cronograma do Bloco I, compreendido por Acre, Rondônia e partes do Amazonas e Mato Grosso, cujo cronograma é suspensão da vacinação a partir de maio de 2019 e reconhecimento internacional em maio de 2021. O último registro de febre aftosa no Estado é de 2005, sanado em 2006. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ENERGIA ELÉTRICA: Conta de luz terá bandeira verde em dezembro, sem cobrança extra

 

energia eletrica 03 12 2018A bandeira tarifária para o mês de dezembro será verde, ou seja, sem custo extra para os consumidores de energia elétrica. Desde maio deste ano, a bandeira estava nos patamares amarelo ou vermelho.

 

Expectativa - Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), apesar de os reservatórios ainda apresentarem níveis reduzidos, a expectativa é a de que a estação chuvosa continue aumentando o nível de produção de energia pelas hidrelétricas e a recuperação do fator de risco hidrológico (GSF), fatores que impulsionam a queda no Preço de Liquidação de Diferenças (PLD). O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira tarifária a ser acionada.

 

Sinalização - O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. 

 

Alerta - A Aneel alerta que, mesmo com a bandeira verde, é importante manter as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício de energia elétrica. (Agência Brasil)

 

INFRAESTRUTURA: Tarifas portuárias são entraves para exportações, diz estudo da CNI

 

infraestrutura 03 12 2018Mais da metade das empresas exportadoras brasileiras consideram que as tarifas cobradas em portos e aeroportos são um problema consideravelmente prejudicial à venda de bens e serviços para o exterior. O resultado está na pesquisa Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras, divulgada nesta segunda-feira (03/12) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e feita com 589 empresas exportadoras. Nas entrevistas, o segundo item mais crítico apontado pelas companhias é a dificuldade de oferecer preços competitivos na disputa com outros países.

 

Parceria - A pesquisa foi desenvolvida em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) entre outubro de 2017 e março deste ano. A maioria das empresas ouvidas atua no comércio exterior há mais de dez anos. Os Estados Unidos continuam sendo considerados os parceiros mais atrativos para a realização de acordos comerciais, seguido pela União Europeia e pelo México. Já no que diz respeito aos maiores destinatários das exportações, a Argentina aparece logo após o mercado americano no interesse dos empresários brasileiros em estreitar os laços comerciais.

 

Câmbio - De acordo com Carlos Eduardo Abijaod, diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, problemas internos e estruturais ficaram mais claros no estudo deste ano, já que o câmbio está mais favorável às exportações. "De um lado, o governo precisa enfrentar problemas estruturais do Brasil, por meio de reformas. De outro, as empresas precisam investir em produtividade e inovação", afirmou.

 

Problemas críticos - As tarifas dos terminais portuários e aeroportuários são apontadas por 51,8% das empresas como problema "crítico" ou que "impacta muito" no dia a dia da exportação dos negócios. Dentre os entraves mercadológicos, o encarecimento do custo da produção, que impede a oferta de preços mais competitivos, é apontado por 43,4% das entrevistadas.

 

Taxas - A pesquisa revela que em terceiro lugar no nível de criticidade (41,9%) aparecem as taxas cobradas por órgãos anuentes, fiscalizadores e intervenientes, como a Receita Federal, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

Transporte doméstico - Em quarto e quinto lugar vêm, respectivamente, o custo do transporte doméstico entre a empresa e o lugar de saída do país (41%), e a baixa capacidade governamental para a superação de obstáculos internos (39.4%). Em seguida vem uma série de barreiras da chamada "segurança jurídica", como o excesso de burocracia, normas conflituosas e demora na fiscalização e despacho das mercadorias.

 

Tributos- A alta quantidade de tributos que incidem sobre a exportação aparece na 12ª posição no ranking de entraves, sendo que os principais são o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

 

Burocracia - "Entre os aspectos ligados à burocracia alfandegária e aduaneira, uma quantidade relevante de empresas (entre 27,3% e 35,6%) considera críticos o excesso de documentos, a demanda por documentos originais com diversas assinaturas, a falta de padronização dos procedimentos de desembaraço e o elevado tempo do processo de despacho e fiscalização", enumera a pesquisa.

 

Regiões - Além do recorte por categorias, o estudo mostra que os principais impactos negativos nas exportações variam de acordo com cada região do país. No Centro-Oeste, por exemplo, 73,9% das empresas apontaram como mais problemático o custo do transporte interno, ao passo que o trânsito internacional é apontado como maior entrave para 47,8% das empresas nordestinas.

 

Logística de escoamento - "Um dos fatores por trás desse diagnóstico é o problema logístico de escoamento da produção agroindustrial. O Centro-Oeste é a região mais desconectada e que possui menos oferta de serviços de transporte. Os empresários do Centro-Oeste também avaliaram que a divulgação ineficiente dos regimes aduaneiros especiais é um problema crítico", analisa a CNI.

 

Obstáculos - Quanto aos obstáculos enfrentados nos países destinatários dos produtos, enquanto a média nacional aponta as tarifas de importação como principal entrave, empresários do Norte, Nordeste e Centro-Oeste dizem sofrer mais com medidas sanitárias ou fitossantiárias. Diferentemente do foco médio do Brasil nas exportações para os Estados Unidos, empresas localizadas nas regiões Centro-Oeste e Norte gostariam de ampliar as relações comerciais mais com a China (20,4%) do que com a potência norte-americana (18,1%).

 

Mercados exportadores - Apesar das diferenças regionais, o resultado da pesquisa reflete a influência dos grandes mercados exportadores. Empresas do Sul e Sudeste do país abrigam 90,8% das empresas do ramo, sendo quase 60% com endereço nos três estados mais desenvolvidos: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

 

Redução de atratividade - Ao apresentar a pesquisa, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, lembrou que, apesar de ser uma das dez maiores economias do mundo, o Brasil é apenas o 26º exportador mundial de bens, o que representa menos de 2% das exportações globais. "Fatores como infraestrutura precária, burocracia e complexidade normativa tornam o processo de exportação no Brasil moroso e caro, reduzindo a atratividade dos nossos produtos", escreveu, na publicação. (Agência Brasil)

 

FOCUS: Mercado reduz de 4,94% para 3,89% estimativa de inflação para 2018

focus 03 12 2018A estimativa de instituições financeiras para a inflação este ano caiu pela sexta vez seguida. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), divulgada todas as segundas-feiras, em Brasília, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 3,89%. Na semana passada, a projeção estava em 4,94%.

2019 e 2020 - Para 2019, a projeção da inflação passou de 4,12% para 4,11%. Não houve alteração na estimativa para 2020: 4%. Para 2021, passou de 3,86% para 3,78%.

Meta - A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Já para 2020, a meta é 4%, e, para 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

Taxa básica de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

Mercado - Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano na última reunião de 2018 do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 11 e 12 deste mês.

Aumento - Em 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 7,75% ao ano, a mesma previsão da semana passada. Para o término de 2020 e 2021, a expectativa segue em 8% ao ano.

Demanda aquecida - Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Crédito mais barato - Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

Alterações suficientes - A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Crescimento econômico - As instituições financeiras ajustaram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 1,39% para 1,32% em 2018.

Estimativa - Para o próximo ano, a estimativa de crescimento do PIB passou de 2,50 para 2,53%. Em 2020 e 2021, a estimativa segue em 2,50%.

Dólar - A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 3,70 para R$ 3,75, no fim deste ano, e passou R$ 3,78 para R$ 3,80, no término de 2019. (Agência Brasil)

 

PROJEÇÃO: Economia se encaminha para aceleração moderada em 2019

projecao 03 12 2018Com o fim das incertezas relacionadas às eleições, a economia brasileira se encaminha para crescer a um ritmo mais forte em 2019, ainda que não se espere uma expansão robusta. As condições para uma aceleração moderada da atividade estão dadas, por causa da enorme ociosidade de recursos, dos juros e da inflação baixos e da solidez das contas externas.

Fôlego- Nesse ambiente, a retomada pode ganhar fôlego sem gerar pressões inflacionárias relevantes, com a Selic inalterada por um período considerável. Se a agenda de reformas avançar e o quadro internacional não ficar hostil aos emergentes, um crescimento de 2,5% a 3% em 2019 é factível, depois de um avanço frustrante neste ano, na casa de 1,5%.

PIB - O PIB do terceiro trimestre cresceu 0,8% em relação ao trimestre anterior, alta mais forte que o aumento de 0,2% dos três meses anteriores, quando houve o efeito da greve dos caminhoneiros.

Retomada - "A posição cíclica da economia favorece a retomada do crescimento", resume o economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato Barbosa. Segundo ele, há um cenário benigno formado por inflação e juros em níveis baixos, endividamento menor de empresas e consumidores, capacidade ociosa elevada, evidente no mercado de trabalho e na indústria, e um pequeno déficit externo.

Crédito - Barbosa aponta também a melhora no mercado de crédito, englobando aí o comportamento de empréstimos bancários, do mercado de capitais e de captações externas. Há ainda um quadro um pouco melhor no mercado de trabalho, com maior geração de empregos.

Avanço - Se no próximo ano a agenda de reformas fiscais e de estímulo ao crescimento avançar, a melhora recente das condições financeiras deverá se traduzir em expansão mais forte da atividade, diz Barbosa. Os juros futuros caíram, o câmbio se valorizou, a bolsa subiu e o risco-país cedeu, nota ele. Barbosa vê espaço para o PIB crescer 2,8% no ano que vem – para este ano, projeta 1,1%.

Ociosidade - Os economistas destacam a grande ociosidade na economia, que levará um tempo considerável para ser preenchida. Isso abre espaço para a atividade ganhar velocidade sem pressionar a inflação, num quadro em que os índices de preços estão comportados, como diz o economista-chefe do Morgan Stanley para a América Latina, Arthur Carvalho. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar 2018 abaixo de 4%, nível inferior à meta de 4,5%.

Mercado de trabalho - No mercado de trabalho, a taxa de desemprego deve ficar em 12,1% na média deste ano e em 11,1% na do ano que vem, nas estimativas da economista-chefe da Rosenberg Associados, Thais Marzola Zara. Como ela calcula que a taxa de desocupação que não acelera a inflação está em torno de 8,5%, o desemprego em 2019 ainda deverá ficar bastante acima desse nível.

Reforma trabalhista - Carvalho considera que, com a reforma trabalhista, as empresas tendem a gastar primeiro com contratações do que com investimentos, uma vez que o mercado de trabalho se tornou mais flexível. No entanto, isso não deve se traduzir em alta preocupante da inflação. Para Carvalho, o desemprego ainda deverá fechar 2019 em 10,4%, um número acima dos cerca de 8% que, estima ele, pressionariam os índices de preços.

Indústria - A situação na indústria é tranquila. O nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) de novembro foi de 75,2%, abaixo dos 76,4% de outubro, conforme dados com ajuste sazonal da Fundação Getulio Vargas. É um número baixo, inferior à média observada desde 2001, de 80,6%. "O crescimento mais forte não deve gerar inflação porque há muita ociosidade na economia", diz Carvalho, que vê um IPCA de 3,8% neste ano e de 4% em 2019 - inferior à meta de 4,25% do ano que vem.

Inflação -Thais também vê um quadro tranquilo para a inflação, permitindo que o Banco Central (BC) mantenha os juros nos atuais 6,5% ao ano por um período razoavelmente longo. Ela espera a primeira alta da Selic para setembro do ano que vem, acreditando que a taxa vai terminar 2019 em 7,25%. Na visão de Thais, a ociosidade só será preenchida em 2020, mas o BC aumentará a Selic um pouco antes porque a política monetária age com defasagem sobre a economia. Barbosa, que projetava a primeira elevação da Selic para o segundo trimestre do ano que vem, acredita que o aumento pode ser adiado.

Comportada - Com a grande capacidade ociosa, a inflação está comportada, diz ele. Carvalho só vê duas altas da Selic no fim do ano que vem, com o BC começando a ajustar a política monetária com vistas à inflação de 2020. Os juros encerrariam 2019 em 7,5%, segundo o economista do Morgan Stanley. Ele projeta uma expansão do PIB de 2,3%, um número mais modesto do que o 2,8% estimado por Barbosa e também por Thais. Para ele, o investimento terá alta mais moderada do que em recuperações anteriores, quando chegou a crescer a taxas de dois dígitos nos períodos que se seguiram a recessões.

Custo de capital elevado - Há muita capacidade ociosa, o custo de capital é elevado e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve continuar a jogar na retranca, avalia Carvalho, projetando alta para o investimento de 2,6% neste ano e de 5,5% no ano que vem. São números inferiores aos 3,5% e 6,5% estimados pelo Bradesco, por exemplo. O economista do Morgan Stanley se diz "cauteloso" ao falar sobre as perspectivas econômicas do Brasil, observando que o processo político pode ser conturbado. Ele trabalha com a aprovação de uma reforma da Previdência parecida com a última versão discutida no Congresso da proposta do governo de Michel Temer, ou um pouco mais dura.

Risco - Um dos fatores que podem abortar a aceleração da retomada é justamente uma eventual decepção com o andamento das reformas. Isso afetaria a recuperação da confiança e colocaria pressão no câmbio e elevaria os juros futuros e o risco-país, por exemplo. As condições financeiras piorariam, comprometendo a melhora da atividade, dizem os analistas. A agenda para enfrentar o problema fiscal e elevar o crescimento é fundamental para que o cenário mais positivo se concretize, segundo Barbosa.

Cenário internacional - Outro ponto que pode abalar a retomada brasileira é o cenário internacional, destaca o economista-chefe do Bradesco. Há as incertezas em relação ao ciclo de alta dos juros americanos, o temor de enfraquecimento do crescimento global e as tensões comerciais entre EUA e China. Na semana passada, porém, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, deu sinais de que o aperto monetário será menos duro do que se pensava. Na visão de Barbosa, o discurso de Powell foi um alívio, mas seria cedo para dizer que o cenário para os emergentes será mais favorável – o quadro para a política monetária americana ainda permanece em aberto.

Espaço - Se as reformas caminharem e o ambiente internacional não se deteriorar, há espaço para a economia ganhar velocidade ao longo do ano que vem, reitera Barbosa, que vê o PIB crescendo a um ritmo anualizado de 3% a 4% na segunda metade de 2019. (Valor Econômico)

 

GAFI: Brasil pode ser suspenso de grupo internacional

gafi 03 12 2018O Brasil corre sério risco de, em fevereiro, ser o primeiro país a ser suspenso do Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI) e sofrer outras punições caso o Congresso não aprove ainda este ano o projeto de lei (PL) 10.431/2018, que alinha a legislação brasileira de combate ao terrorismo e à lavagem de dinheiro às recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU), acelerando, por exemplo, o processo de bloqueio de bens.

Preocupação - O Valor apurou que o tema é alvo de grande preocupação na área econômica, em especial pelo atual comando do Banco Central, presidido por Ilan Goldfajn, e também pelo indicado para ser o seu sucessor, Roberto Campos Neto. O temor é sobre os possíveis desdobramentos econômicos negativos da retirada do Brasil desse grupo. A leitura é que há risco não desprezível de saída de capitais e restrição a ingressos de novos investimentos. Esse cenário já provoca também inquietação em parte do sistema financeiro nacional.

Mensuração dos riscos - Como esse será um evento inédito, a mensuração dos riscos não é muito clara. Mas vale lembrar que bancos que operam nos Estados Unidos são multados quando fazem operações com países que estão na lista dos que não combatem o terrorismo e a lavagem de dinheiro, ou seja, a suspensão do Brasil do acordo internacional pode acarretar uma atitude defensiva por parte das instituições financeiras globais e dificultar transações em âmbito internacional.

Imagem - De qualquer forma, mesmo que os impactos econômicos negativos não tenham materialização rápida e intensa, a visão é que o dano à imagem do país é muito grave, pois o colocaria ao lado de nações como Líbia, Irã, Sudão, Coreia do Norte e Cuba.

Futuro ministro - Na sexta-feira (30/11), o assunto foi abordado também pelo futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, que pediu que o projeto seja aprovado. A declaração de Moro também está relacionada a essa preocupação das áreas econômicas do atual e do futuro governos, com quem ele tem mantido conversas.

Urgência - Apresentado em junho ao Congresso, a matéria ganhou o carimbo de urgência na Câmara há cerca de dez dias. Apesar disso, o texto ainda não tem um relator de plenário designado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que tem sido acionado tanto por Moro quanto por interlocutores da área econômica para fazer avançar a matéria.

Obrigação - O projeto obriga que todos os órgãos do governo, empresas e entidades brasileiras executem imediatamente sanções do Conselho de Segurança da ONU contra organizações e pessoas envolvidas com terrorismo, financiamento de terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa, que terão seus ativos e contas bloqueados, restrição a entrada e saída do país e de importação ou exportação de bens.

Criminalização - Na oposição, há preocupações de que o projeto, que substitui uma lei aprovada em 2015 e que a ONU considerou insuficiente, sirva para criminalizar movimentos sociais, como o dos Sem-Terra (MST). Um dispositivo do artigo terceiro dá alguma margem para essa dúvida, ao dizer que o bloqueio de bens ocorrerá "a requerimento de autoridade brasileira na hipótese de a pessoa natural, a pessoa jurídica ou a entidade ser objeto de designação nacional". O texto prevê a possibilidade de recurso ao Judiciário de quem não concordar com a punição.

Conceituação clara - Líder do PT na Câmara, o deputado Paulo Pimenta (RS) afirma que na maioria dos países signatários desse tratado há uma conceituação clara do que são organizações terroristas. "Mas aqui estamos num governo que busca ampliar esse conceito e criminalizar movimentos sociais legítimos. Por esse conceito deles, por exemplo, a greve dos caminhoneiros poderia ser classificada como terrorista", diz. O partido tentará evitar a aprovação, reforça, até que "se saiba claramente quais serão as consequências".

Organizações listadas - No governo, contudo, a leitura é que o projeto define que as sanções a serem impostas para quem estiver associado a terrorismo ou financiamento só são aplicáveis a pessoas e organizações listadas pelo Conselho de Segurança da ONU. Ou seja, esse órgão internacional teria que enquadrar alguns movimentos nessa lista de crimes para que as sanções fossem aplicadas.

Execução imediata - A visão é que o projeto, ao alinhar a legislação local, faz com que os atos do Conselho de Segurança da ONU tenham execução imediata no que tange ao terrorismo. "[O texto] promove a necessária agilidade no cumprimento de medidas cautelares determinadas por resoluções do CSNU no Brasil. Estabelece que as resoluções do CSNU que resultem em indisponibilidade devem ser cumpridas sem demora e sem prévio aviso aos sancionados", segundo análise interna do governo obtida pelo Valor.

Motivos - Na exposição de motivos do projeto enviado pelo governo federal, destaca-se "que o não cumprimento das Recomendações do GAFI pode implicar em retaliações, que se agravam na medida em que um país demore em sanar as deficiências". No limite, o país que não adequar sua legislação pode ser excluído até de outros grupos ou organismos internacionais mais importantes que o GAFI, como o G-20, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, ainda que tais punições não estejam no radar e sejam vistas como extremas. "A eventual aplicação dessas sanções teria efeitos negativos tanto à imagem internacional de um país quanto para sua atuação nos principais mercados financeiros internacionais", diz o texto.

Ideal - Para a área econômica e para Moro, o ideal é que o projeto seja aprovado na Câmara ainda esta semana (está na pauta de quarta-feira). Isso permitiria que o Senado tivesse tempo de votar o projeto ainda neste ano e que a sanção presidencial ocorresse antes da reunião de fevereiro do GAFI. O Congresso sai de recesso em três semanas e só volta em fevereiro. (Valor Econômico)

 

GOVERNO DO PR: Conheça os nomes escolhidos por Ratinho Junior para o 1º escalão

governo pr 03 12 2018No aguardo da conclusão de um estudo da Fundação Dom Cabral que vai redesenhar a estrutura do governo do Paraná, Ratinho Junior (PSD) vai anunciando a conta-gotas os escolhidos para o primeiro escalão. Ele confirmou apenas quatro indicados para o secretariado. Na última quinta-feira (29/1), anunciou o deputado estadual Guto Silva (PSD) para a chefia da Casa Civil. Já na sexta-feira (30/11), confirmou os nomes do Coronel Péricles de Matos como comandante-geral da Polícia Militar e do delegado Silvio Jacob Rockembach como delegado-geral da Polícia Civil.

Confirmados - Veja quem está confirmado para as pastas e principais estatais: O 1º escalão de Ratinho Jr: Luiz Felipe Kraemer Carbonell (Secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária), Renato Feder (Secretário da Educação), Leticia Ferreira da Silva (Procuradora Geral do Estado), Guto Silva (Secretário da Casa Civil), Péricles de Matos (Comandante-geral da Polícia Militar) e Silvio Jacob Rockembach (Delegado-geral da Polícia Civil).

Cotados - Já os cotados são: Valdemar Bernardo Jorge (Secretário da Agricultura e Abastecimento), Sandro Alex (Secretário de Infraestrutura e Logística), Marcio Nunes (Secretário do Desenvolvimento Urbano), João Carlos Ortega (Secretário da Chefia de Gabinete do Governador), Leandre Dal Ponte (Secretária da Família e Desenvolvimento Social), Norberto Ortigara (Diretor-presidente da Sanepar), Valter Casimiro (Presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina) e Luiz Teixeira da Silva Júnior (Presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina). (Gazeta do Povo)

 

INTERNACIONAL: EUA e China anunciam trégua tarifária

 

internacional 03 12 2018A trégua tarifária acertada entre os Estados Unidos e a China, na madrugada deste domingo (02/12), foi recebida com alívio e deve dar uma injeção de ânimo aos mercados globais nesta segunda-feira (03/12). Os presidentes Donald Trump e Xi Jinping firmaram no sábado um acordo com duração de três meses que diminui hostilidades comerciais, justamente em meio a temores de uma escalada na disputa entre as duas maiores economias do mundo.

 

Alteração - Além do impacto positivo sobre os mercados, a tendência é que a trégua desacelere o movimento de empresas do setor produtivo de alterarem cadeias de fornecimento. No médio e longo prazos, no entanto, as dificuldades a respeito de como reformar o sistema multilateral de comércio continuam.

 

Encontro - O encontro entre Trump e Xi ocorreu em Buenos Aires, ao fim de dois dias de reuniões dos líderes do G-20, grupo que reúne as principais economias do mundo. Apesar de ter sido uma agenda paralela à cúpula dos presidentes e primeiros-ministros, a reunião se destacou entre tudo o que foi debatido ou formalizado na cúpula.

 

Suspensão - O presidente americano concordou em suspender por 90 dias o seu plano de aumentar as tarifas de 10% para 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses.

 

Contrapartida - Em troca, a China prometeu acelerar as compras de produtos americanos, em uma iniciativa que deve aumentar os preços da soja e de insumos de energia, como o gás natural.

 

Multilateralismo - Durante seu principal pronunciamento, Xi enfatizou o apoio ao multilateralismo e a demanda crescente da economia chinesa por importações. Ele não fez referências ao esforço de investimentos e melhoria da infraestrutura, que consumiram parte de seus discursos no G-20 nos dois últimos anos. Em comunicado, a Câmara Americana do Comércio da China afirmou que a trégua era "tão boa quanto poderíamos esperar".

 

Preocupação - Governos de toda a Ásia estão cada vez mais preocupados com as consequências das possíveis medidas protecionistas para suas economias, ou temem que sejam forçados a se posicionar de um dos lados na disputa entre Pequim e Washington. Em uma reunião de cúpula de líderes da região Ásia-Pacífico no mês passado, muitos deles alertaram para os riscos relacionados ao aumento do protecionismo.

 

Positivo - "É bom ver que a guerra de tarifas entre os EUA e a China não se intensificará mais", disse Kang Kam-Chan, chefe da Divisão de Política Comercial do Ministério do Comércio da Coreia do Sul.

 

Cautela - Subsecretário-geral de assuntos econômicos e financeiros do Itamaraty, Ronaldo Costa Filho vê com cautela essa trégua e traça paralelos com a disputa entre Estados Unidos e União Europeia, que ganhou as manchetes em julho.

 

Comissão Europeia - Trump recebeu o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, na Casa Branca, onde ambos anunciaram uma interrupção da escalada de tensões comerciais. "Mas o que aconteceu foi que cada um saiu dali e vendeu uma história diferente para o seu público interno", diz, ao afirmar que ainda não foram vistos resultados concretos após a reunião.

 

Alívio - Mas, além da trégua, os resultados finais da cúpula do G-20 deste ano foram, de forma geral, recebidos também com alívio tanto entre diplomatas brasileiros quanto entre os anfitriões. "Conseguimos dialogar e chegar um consenso sobre assuntos complicados", diz o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Jorge Faurie, destacando a necessidade de reformar a Organização Mundial do Comércio (OMC), explícita no comunicado final do evento.

 

Argentina - Para a Argentina, que vive grave crise fiscal e de balanço de pagamentos, o tom adotado no texto foi uma boa notícia. "Tudo isso favorece as economias emergentes, porque obviamente os mercados se tranquilizam" e exercem menos pressão sobre as moedas locais, diz o ministro.

 

Ceticismo - Do lado brasileiro, a recepção foi menos entusiasmada. "O balanço geral é positivo, mas não sei se dá para falar em otimismo", resume uma fonte do Itamaraty. A avaliação é que as principais economias do mundo mandaram a mensagem de que o multilateralismo continua importante para a estabilidade e o crescimento global, ainda que seja um sistema que precise de reformas.

 

Comunicado final - Profissionais envolvidos nas negociações temiam até mesmo que pudesse não haver comunicado final, tamanhas eram as divergências entre os países do G-20.

 

Ausência de defesa mais enfática - Ronaldo Costa Filho, do Itamaraty, minimiza a ausência de uma defesa mais enfática do multilateralismo no comunicado final do encontro, lembrando que o texto divulgado após a reunião do ano passado, na Alemanha, também não trazia essa defesa. O que conta como fator positivo é o apoio dado à própria OMC e ao Fundo Monetário Internacional (FMI), avalia o diplomata.

 

Desafio - O desafio agora é encontrar maneiras de implantar as mudanças necessárias, começando pela reforma da OMC. "O que se pede nesse caso não é simples. Uma coisa é pedir, outra é fazer", diz uma fonte do governo brasileiro.

 

Dificuldades - As dificuldades devem começar justamente neste momento, quando serão iniciadas as discussões sobre a reforma da OMC. "O que será negociado, como isso será feito, qual o grau de convergência, é tudo uma página em branco", afirma Costa Filho.

 

Protagonistas - Mais uma vez, neste caso, os protagonistas são Estados Unidos e China. Representantes das duas maiores economias do mundo discordam, por exemplo, a respeito de questões como subsídios, propriedade intelectual e se o país asiático pode ser classificado formalmente como uma nação "em desenvolvimento" - o que tem desdobramentos práticos dentro da OMC.

 

Sementes - Dada a dificuldade de promover uma reforma de um órgão desse porte, o diplomata sugere que, antes, sejam "plantadas sementes" que tornem o ambiente propício para discussões "quando os temas essenciais chegarem à mesa". Um assunto que poderia ser enfrentado nesta fase inicial, de acordo com Costa Filho, são controvérsias ligadas aos critérios de nomeação dos juízes que compõem o Tribunal de Apelação da entidade.

 

Opção - Mas há quem esteja um pouco menos pessimista dentro do próprio Itamaraty. Para uma fonte dentro do ministério, a alternativa às mudanças no órgão não deixa opção. "O contrário da reforma é a guerra comercial", afirma. Para esse interlocutor, uma saída seria dar mais "flexibilidade" às negociações dentro da OMC, facilitando acordos entre grupos menores de países. "Tem que ser criativo", diz. (Valor Econômico, com agências)

 

SAÚDE: Paranaenses devem se vacinar contra a febre amarela

 

saude 03 12 2018Em função da chegada das altas temperaturas, a Secretaria de Estado da Saúde alerta a população sobre a necessidade de tomar a vacina contra a febre amarela por conta do período de maior incidência da doença, entre dezembro e maio, e das viagens de fim de ano. Além do calor, a intensificação das chuvas e a aglomeração de pessoas em locais próximos a matas, cachoeiras e parques favorecem a transmissão do vírus e a reprodução dos mosquitos.

 

Alerta - “Estamos em alerta. Nossa obrigação como agentes da saúde é proteger e orientar a população, organizando ações efetivas de imunização e controle de vetores”, disse o secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Nardi. “Contamos com o apoio de equipes preparadas e vacinas da mais alta qualidade. Todos aqueles que fazem parte do público-alvo devem se imunizar. Estamos garantindo a saúde não apenas neste período de fim de ano, mas durante toda uma geração”, destaca.

 

Doença infecciosa - A febre amarela é uma doença infecciosa causada por vírus, que se manifesta por febre, dor no corpo e fraqueza, e com alto risco de morte em suas formas graves. A doença não é contagiosa e não há transmissão direta de pessoa a pessoa, apenas pela picada de mosquitos infectados com o vírus.

 

Vacinação - As doses da vacina já estão disponíveis nas unidades de saúde de todos os municípios do Paraná. Desde junho, 36 municípios da região litorânea, Curitiba e Região Metropolitana foram incluídos pelo Ministério da Saúde como área de recomendação de vacinação. Com isso, todos os municípios paranaenses passaram a ser considerados como áreas em que a vacina contra febre amarela deve ser aplicada em quem tem idade entre 9 meses e 59 anos. A imunização ocorre dez dias após a aplicação da dose.

 

População - “Alertamos os 399 municípios do Paraná, mas principalmente a população. A população é que deve procurar as unidades de saúde e as salas de vacinação, primeiramente para verificar se o Certificado de Regulação de Vacina está em dia e, se necessário, se imunizar contra a febre amarela. A vacina é a forma mais eficiente e segura de prevenir doenças”, acrescenta o secretário.

 

Uma dose - O diretor do Centro Estadual de Epidemiologia, João Luís Crivellaro, explica que apenas uma dose da vacina é indicada para a prevenção, mesmo que já tenha passado 10 anos da aplicação. “É muito importante estar atento ao preenchimento correto da carteira de vacinação. Um esquema vacinal completo previne doenças e garante a segurança de todos”, fala.

 

Escolas - Com aprovação da Lei Estadual 19534/18, no ato da rematrícula é obrigatória a apresentação do Certificado de Declaração de Vacinação, emitido pelas Unidades Básicas ou privadas de Saúde do Paraná. A regra é válida para estudantes menores de 18 anos. A vacina contra a febre amarela é uma das que precisa estar em dia. 

 

Regularização - A ausência da Declaração de Vacinação não impossibilita a matrícula ou rematrícula, mas os pais ou responsáveis devem regularizar a situação em um prazo máximo de até 30 dias.

 

Cuidados - A superintendente de Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini, explica sobre os riscos e as principais formas de prevenção contra o mosquito transmissor, o Aedes aegypt, que é o mesmo vetor da dengue, zika e chikungunya e, também, da febre amarela.

 

Mosquito - “É preciso que fique claro que o transmissor da febre amarela é o mosquito, não os macacos. A população, em especial aquelas que moram próximas a áreas rurais ou de matas, deve ficar atenta, pois a morte de macacos é um sinalizador da presença do vírus na região. Além disso, para uma proteção efetiva, é imprescindível tomar a vacina contra a doença”, fala a superintendente. Segundo último período epidemiológico nacional, de julho/2017 a junho/2018, foram notificados 7.518 mil casos humanos, com 1.376 mil confirmados. Desses, foram a óbito 483 pessoas, 99% na região Sudeste do Brasil.

 

Paraná - No Paraná, entre julho/2017 a junho/2018, foram notificados 157 casos suspeitos de febre amarela. De todas as notificações, 137 foram descartados e 16 permanecem em investigação. Foram confirmados dois casos, ambos importados da região de São Paulo.

 

Notificação - Em caso de morte de macacos e alta ocorrência de infestação de mosquitos, a Secretaria da Saúde orienta que a população notifique a situação no Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde, pelo telefone 0800-643-8484, ou vá até a Unidade de Saúde mais próxima. (Agência de Notícias do Paraná)

Para mais informações, acesse AQUI.

 


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