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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4465 | 29 de Novembro de 2018

SISTEMA OCEPAR: Funcionários avaliam resultados de 2018 e projetam ações para 2019

Os 96 funcionários das três entidades que integram o Sistema Ocepar (Ocepar – Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, Sescoop/PR – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo e Fecoopar – Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) estão participando, nesta quinta-feira (29/11), em Curitiba, de uma reunião de planejamento, destinada a fazer um balanço das atividades de 2018 e dos resultados alcançados no ano e, também, discutir e delinear o plano de ações de 2019.

Executiva – O presidente da organização, José Roberto Ricken, e os superintendentes Robson Mafioletti, Leonardo Boesche e Nelson Costa estão acompanhando o encontro, iniciado às 8h30 e que será encerrado às 17h30. A programação está sendo conduzida com apoio do consultor Marlon Vaz e da área de planejamento e controle do Sistema Ocepar. 

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OCB: Portal de compras públicas é apresentado ao governo

ocb 29 11 2018A participação de cooperativas nas compras públicas realizadas pelo governo está ganhando força. Na última semana, representantes da OCB participaram da Reunião Gerencial de Compras de Alimentos da Agricultura Familiar, organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), em Brasília. Cooperativistas de diversas partes do país, além de executivos da OCB/PA também acompanharam a programação.

Avaliação - O evento teve por objetivo avaliar o último ano de trabalho entre o MDS, Ministério da Defesa, Forças Armadas, órgãos da União, estados, municípios e entidades representantes de agricultores familiares e suas organizações, como é o caso da OCB, apoiando e promovendo as aquisições de alimentos da agricultura familiar pela modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Resultados -Como resultados da participação da OCB na reunião, estão a criação de um capítulo sobre cooperativas na Plataforma de Ensino a Distância (EAD) para órgãos compradores; a celebração de uma parceria entre a empresa Vale e a OCB/PA para fortalecimento do cooperativismo na região sudeste do estado paraense; elaboração de uma cartilha sobre compras públicas da agricultura familiar voltada para cooperativas; e, ainda, o lançamento do portal Cooperativas nas Compras Públicas  no âmbito do governo federal.

Mercados - O serviço oferecido no portal é destinado a apoiar as cooperativas na sua inserção em mercados. Desenvolvido pelas gerências Técnica e Econômica e de Relações Institucionais da OCB, o ambiente virtual possibilita que as cooperativas cadastradas acompanhem, em tempo real, as oportunidades de vender seus produtos ao governo e, ainda, obter todo o suporte para que elas acessem esse mercado.

Informações - Durante o lançamento, o analista de Relações Institucionais da OCB, Leonardo Meira, explicou que as cooperativas cadastradas recebem informações a respeito dos editais de licitação e chamadas públicas para aquisição de produtos e serviços pelos governos nos níveis federal, estadual e municipal. (Leia mais aqui)

Curso - Outro lançamento que também marcou a reunião foi o curso sobre compras institucionais, na modalidade EAD, voltado ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O evento reuniu cerca de 100 gestores do governo federal, além de agricultores familiares interessados em comercializar os produtos para a administração pública.

Importância - O ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, participou da reunião promovida pelo órgão e ressaltou a importância do encontro para um mercado que, neste ano, já movimentou cerca de R$ 235 milhões. “Entendemos que podemos aperfeiçoar ainda mais as compras com a aproximação desses dois públicos, descobrindo os gargalos e as necessidades de cada um”, afirmou.

Estímulo - O curso à distância foi elaborado para estimular o crescimento do mercado e que cada vez mais órgãos federais, estaduais e municipais adquiram os produtos da agricultura familiar. “Orientar compradores sobre quais são as facilidades e as formas de acessar as compras da produção da área é criar mais um elemento facilitador para este círculo de desenvolvimento sustentável, auxiliando o comprador que está lá na ponta, que às vezes não conhece adequadamente o sistema”, explicou o ministro.

Experiência - Em 2016, a primeira aquisição da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foi no valor de R$ 800 mil. Neste ano, a instituição já ultrapassou mais de R$ 2,2 milhões em compras do setor agropecuário, o que representa 55% do total dos produtos adquiridos por ela. Segundo a nutricionista e diretora da Divisão de Alimentação da UFRGS, Ludymila Barroso, agora é exigido que as empresas terceirizadas dos três restaurantes da universidade também adquiram alimentos da agricultura familiar.

Cláusulas - “Para 2019, estamos mudando algumas cláusulas contratuais dos restaurantes para termos mais controle sobre as compras, sem oscilar, porque isso atinge também o agricultor”, conta a diretora.

Saiba mais - Na Compra Institucional do PAA, cada agricultor familiar poderá vender até o limite de R$ 20 mil, por ano, para cada órgão comprador. Já para as cooperativas ou associações, o limite é de R$ 6 milhões por ano, por órgão comprador. A legislação determina que pelo menos 30% dos alimentos adquiridos para abastecer órgãos federais venham da agricultura familiar. Para saber mais sobre as chamadas públicas abertas em todo o país, é só acessar o portal www.comprasagriculturafamiliar.gov.br. (OCB, com informações do MDA)

 

PRIMATO: Abertura oficial da Expo Primato 2018 foi realizada em Toledo

primato 29 11 2018Foi realizada, na noite de terça-feira (27/11), na Associação da Primato Cooperativa Agroindustrial, em Toledo, Oeste do Paraná, a abertura oficial da 1ª edição da Expo Primato 2018. Com a presença da diretoria, conselheiros, cooperados e autoridades do município e do Estado, o evento de solenidade de abertura deu início a mais um grande projeto da cooperativa.

Início - A abertura do cerimonial teve a apresentação de um vídeo produzido para a Expo Primato onde foi possível contextualizar o que será apresentado nesses três dias de evento. Na sequência, foi solicitado ao Padre Luís Francener fazer a bênção sobre o evento e todos os envolvidos. Em seguida, foi feita a frente de honra que contou com diretoria e equipe técnica responsável da Primato, assim como autoridades que representaram o Governo do Estado do Paraná, Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, Associação Comercial e Empresarial de Toledo (ACIT), além de instituições parceiras da cooperativa. O Sistema Ocepar foi representado pelo coordenador da Gerência de Desenvolvimento Técnico, Silvio Krinski.

Abertura - O presidente da Primato Ilmo Werle Welter fez as honras e agradeceu a todos os envolvidos no projeto. “Para nós é uma imensa satisfação estarmos aqui na abertura de mais um grande projeto que é a Expo Primato”, enalteceu Ilmo que complementou, “quero agradecer ao nosso corpo técnico que viabilizou todo o trabalho, aos cooperados que acreditam em nossa capacidade e também a todas as autoridades que se fazem presentes aqui”.

Desenvolvimento - Ilmo fez questão também de reconhecer como o poder público contribui para o desenvolvimento da cooperativa. “Reconhecer que sem a força que a Câmara de Vereadores que faz a legislação de projetos, a parceria do município e do Estado do Paraná, as coisas são muito mais difíceis, mas quando se tem uma parceria sólida, transparente, as coisas acontecem e estamos aqui dando ponta pé inicial neste projeto que vai estar no calendário de Toledo”.

Reconhecimento - Na sequência, autoridades deram a sua palavra sobre o lançamento da Expo Primato. “Representando o prefeito Lúcio De Marchi, queremos enaltecer a importância de ações como essa da Primato com a sua exposição e agradecer a parceria da cooperativa com o município, investindo, gerando emprego, renda e contribuindo para o desenvolvimento de Toledo”, disse o secretário de agricultura, pecuária e abastecimento de Toledo, Cristopher Cristiano Carnelos de Azevedo.

Sucesso - Por sua vez, a presidente da Acit, Marcos Paulo Destefeni enalteceu a forma de desenvolver o trabalho da cooperativa. “Faz parte de nossa diretoria um dos conselheiros da cooperativa e posso dizer que, se a Exposição for da mesma forma como a Primato atua, com certeza o evento será um sucesso”.

Convite - Representando a governadora do Estado do Paraná, Cida Borghetti, o secretário de agricultura e abastecimento do Estado, George Hiraiwa, agradeceu o convite prontamente aceito. “Em uma viagem com o presidente Ilmo, ele me fez o convite para participar da abertura e ser o palestrante da noite. Aceitei na hora e estou muito feliz por estar aqui”, enfatizou Hiraiwa que complementou, “e como representante da governadora do Estado que é uma entusiasta desta região que é polo em desenvolvimento do agronegócio, fica nosso agradecimento e o desejo que o evento seja um sucesso”.

Palestra - Ao término da cerimônia de abertura foi feita a palestra com George Hiraiwa com o tema “As tendências da produção de alimentos no Brasil e no Mundo”, onde o secretário do Estado abordou tópicos como produção, tecnologia, cooperação, diversificação, além dos desafios como infraestrutura, demandas, mercados internacionais.

Expo Primato - A 1ª edição da Expo Primato acontece de 28 a 30 de novembro no campo experimental anexo a sede da cooperativa na BR 163 em Toledo. O Evento apresenta as melhores tecnologias e soluções em agricultura, suinocultura, bovinocultura de leite e corte, piscicultura, ovinocultura, nutrição animal, além de máquina e implementos agrícolas. “Fica nosso convite a todos cooperados, produtores rurais e profissionais envolvidos a visitar nossa exposição”, conclui o presidente da Primato. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Primato)

 

COOPAVEL: Entre as maiores do Sul do Brasil

coopavel 29 11 2018A Coopavel Cooperativa Agroindustrial aparece novamente no ranking das 500 maiores empresas do Sul do Brasil. A pesquisa foi elaborada pelo Grupo Amanhã e PwC e acaba de ser divulgado. Entre as maiores do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, 19 são cooperativas estabelecidas em municípios paranaenses. A Coopavel aparece na colocação de número 65 (referente a indicadores de 2017). Já entre as cem maiores empresas do Estado, a Coopavel está na 28ª posição.

Indicativo exclusivo - De acordo com diretores da revista Amanhã e PwC, o ranking é elaborado a partir de um indicador exclusivo. É o VPG, Valor Ponderado de Grandeza. Por meio dele, é possível conhecer o grau da saúde financeira da empresa, não somente com base na renda, mas principalmente pela análise de outros três indicadores financeiros. São eles: patrimônio líquido (com peso de 50% na avaliação), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo no exercício pesquisado (10%). As informações são tiradas do balanço financeiro das empresas.

As 19 - O ranking elaborado e divulgado pela Revista Amanhã PwC está no seu 28º ano. Na edição que acaba de ser anunciada e que apura indicadores de 2017, as 19 cooperativas que aparecem entre as 500 maiores empresas da região Sul do Brasil são as seguintes: Coamo, C.Vale, Cocamar, Copacol, Agrária, Castrolanda, Frísia, Integrada, Frimesa, Coopavel, Unimed Curitiba, Coasul, Copagril, Capal, Credicoamo, Unimed Londrina, Unimed Maringá, Unimed Paraná e Sicoob Sul. Praticamente todas estão na lista das 100 maiores do Paraná. (Imprensa Coopavel)

 

C.VALE: Cooperativa reúne cinco mil pessoas em dois shows de seus 55 anos

Associados e funcionários do Paraná e Santa Catarina participaram, nesta quarta-feira (28/11), do segundo evento comemorativo aos 55 anos da C.Vale. Duas mil e quinhentas pessoas lotaram a Asfuca de Palotina e acompanharam a exibição de um vídeo com os investimentos previstos pela cooperativa para os próximos 30 anos. O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, revelou que a principal aposta da empresa continuará sendo a agroindustrialização.

Show - Os convidados também acompanharam shows com a dupla Bruno e Diego, e com o cantor sertanejo Daniel. Em dois dias, a C.Vale reuniu cinco mil pessoas para as comemorações de seus 55 anos. (Imprensa C.Vale)

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COCAMAR: Alunos são desafiados com hackathon em Assaí

A Cocamar promove nos dias 7, 8 e 9 de dezembro em Assaí, norte do Paraná, no Centro Estadual de Educação Profissional Maria Lydia Cescato Bomtempo, a primeira edição de um hackathon em que vai desafiar estudantes a desenvolverem soluções para otimizar o processo produtivo da unidade local da cooperativa.

Público - Voltada a alunos dos cursos de agronegócio, edificação, eletroeletrônica e mecânica, a competição conta com o apoio do Sebrae e BrasilNet Telecom.

Cooperados - Grande parte dos alunos, de 14 a 18 anos, é de famílias de produtores rurais e, desses, muitos são cooperados da Cocamar no município e região. Recentemente, o estabelecimento foi visitado por executivos da cooperativa, interessados em firmar uma parceria, levando em conta que a instituição vem se destacando por desenvolver projetos inovadores, inclusive na área rural. Na oportunidade, foi solicitado que a Cocamar desafiasse a criatividade dos alunos.

Potencial - Para o gerente da unidade local, Gustavo Ferreira, a realização do hackathon “é um reconhecimento ao grande potencial já demonstrado pela escola e seus alunos”. (Imprensa Cocamar)

UNIMED LONDRINA: 1,4 mil árvores nativas serão plantadas pelo projeto Bosque da Vida

Nesta sexta-feira (30/11), a partir das 09h, a Unimed Londrina realiza o plantio simbólico de árvores do projeto Bosque da Vida. A iniciativa tem por objetivo neutralizar as emissões de CO2 e de outros gases relacionados ao efeito estufa e aquecimento global por meio do reflorestamento de áreas degradadas de Londrina e região.

Necessidade - Neste ano, conforme a calculadora de CO2 da Unimed do Brasil, para compensar os gases emitidos pela Unimed Londrina ao longo do ano de 2017 será necessário plantar 1.400 árvores. Este número é contabilizado levando em consideração o consumo de energia elétrica, combustível da frota de carros, gás de cozinha, viagens áreas, descarte de resíduos sólidos e de saúde que a Cooperativa registrou durante o período.

Local - Neste ano, o plantio será realizado na área de preservação permanente do condomínio Ecovillas do Lago, na cidade de Sertanopólis. Fabianne Piojetti, gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, reforça a importância da iniciativa. “O plantio foi uma forma que encontramos de cuidar do planeta. Com a neutralização, procuramos de forma responsável amenizar as causas do efeito estufa e do aquecimento global” afirma.

Uma década- Neste ano, o projeto comemorou 10 anos de existência. Ao longo deste período, foram plantadas 9.535 mudas. Além disso, há também a entrega de mudas para os clientes que realizam o teste da orelhinha. Esta iniciativa busca estimular a consciência ambiental e sensibilizar as famílias através do crescimento e desenvolvimento tanto da criança, quanto da plantinha. Até o ano passado, já foram entregues 16.380 mudas para os clientes da Singular. (Imprensa Unimed Londrina)

SICREDI VALE DO PIQUIRI: PUFV apresenta projetos do ano à comunidade escolar de Pérola

O Programa A União Faz a Vida (PUFV), desenvolvido pelo Sicredi há mais de 20 anos, está entre os maiores programas privados ligados à educação em nível nacional e destinado a promover a educação cooperativa. Está alicerçado em uma rede de compromisso: gestores, parceiros, assessores pedagógicos e apoiadores que se empenham por um mesmo objetivo e caminham na mesma direção.

Vale do Piquiri - Na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, o projeto existe desde 2011 e atualmente está implantado em 16 municípios da área de atuação da cooperativa. Ao final de cada ano, acontecem os eventos de encerramento para mostrar à comunidade os projetos desenvolvidos pelos alunos durante o ano. No dia 23 de novembro, foi a vez do município de Pérola apresentar as iniciativas em um evento, que contou com a presença de aproximadamente 1000 pessoas, entre alunos, pais, educadores e assessores pedagógicos, bem como lideranças e demais envolvidos.

Desafio - A tarefa de formar um cidadão é um grande desafio. De acordo com Cláudia Bonatti, Gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, o Programa propõe um novo jeito de ensinar, de forma que o aluno passe a ser o protagonista e não um mero receptador de informação. “O Sicredi desenvolveu esta iniciativa porque acredita em uma forma de aprender e ensinar que fortalece valores de cooperação e cidadania e proporciona a formação de pessoas com interesse social e desenvolvimento coletivo”, explica.

Formação continuada - Para isso, o Programa A União Faz a Vida também promove a formação continuada dos educadores, através de encontros orientados pelas assessorias pedagógicas e intensificadas, no universo educacional do município, com as práticas de cooperação e cidadania. A proposta está alicerçada em uma rede de compromisso atuante, formada pelo Sicredi, prefeituras, assessoria pedagógica e apoiadores e pela comunidade.

Abrangência - Em Pérola, o Programa está implantado em 04 escolas municipais. Ao todo, são 37 educadores envolvidos e 241 alunos que desenvolveram ao longo do ano 11 projetos totalmente pautados em exemplos e práticas cooperativas. Entre os resultados positivos da implantação de projetos sociais como estes, estão o melhor desempenho escolar dos alunos - aumento médio de 30% no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nas cidades que receberam o programa - e o maior engajamento dos pais, que passam a demonstrar mais interesse pelas experiências escolares dos filhos.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB METROPOLITANO: Evento promovido com o Sebrae reuniu 200 mulheres empreendedoras em Maringá

O Sicoob Metropolitano e o Sebrae, promoveram em Maringá um evento voltado para mulheres empreendedoras. O Inova Woman, realizado no dia 22 de novembro, teve a inovação como tema e contou com a presença de 200 participantes, entre cooperadas da agência Mulher e associadas do Sebrae Mulher.

Compartilhamento de experiências - O encontro contou com uma rodada para compartilhamento de experiências e ainda uma palestra com Martha Gabriel, uma das principais pensadoras digitais do Brasil que é referência em inovação, transformação e educação digital.

Contribuição - A gerente da agência Mulher, Daiany Kataoka, comenta a importância de abordar o assunto. "Queremos contribuir com o desenvolvimento sustentável dos negócios das mulheres. Por isso, a proposta do evento foi mostrar que a inovação pode ser usada em qualquer contexto e área de atuação", afirma.

Exemplos práticos - Segundo a cooperada Claudia Michiura, o Inova Woman trouxe exemplos práticos de como trabalhar a inovação dentro do negócio, independentemente do tamanho dele. “O momento da discussão em grupos foi dinâmico, criativo e criou um vínculo entre as empresárias presentes, que puderam trocar experiências. Com certeza todas saímos ganhando muito”, diz. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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AGRICULTURA: Programa de microbacias beneficia 21 mil agricultores

agricultura 29 11 2018O Programa de Gestão de Solo e Água em Microbacias já beneficia diretamente mais de 21 mil produtores. Retomado pelo Governo do Estado em 2015, a iniciativa já chegou a 204 municípios e envolve ações em 947 mil hectares de terras. Os investimentos alcançam R$ 72,5 milhões.

Projetos - Os recursos permitiram realizar 246 projetos, que envolvem conservação de solos, proteção de nascentes e Áreas de Preservação Permanente (APP), abastecedores comunitários de pulverizadores, equipamentos para manejo de dejetos animais, saneamento doméstico e abastecimento de água.

Convênios - Em 2018, 90 convênios foram assinados, totalizando repasses de quase R$ 17 milhões. “Esta é uma iniciativa fundamental para preservar duas das grandes riquezas do Paraná: a terra e a água. Com estes recursos preservados, o nosso Estado seguirá sendo modelo de produção agropecuária e de conservação ambiental”, ressalta a governadora Cida Borghetti, destacando a boa parceria entre o Estado, municípios e os produtores para garantir o avanço desta iniciativa.

Parcerias - Executado pelo Departamento de Desenvolvimento Rural Sustentável (Deagro), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o programa conta com a parceria do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e do Instituto das Águas do Paraná (AGUASPARANÁ). O trabalho conjunto garantiu a instalação de 171 sistemas coletivos de abastecimento de água. Somente nestas ações, foram aplicados R$ 28,8 milhões.

Inovações tecnológicas - O secretário da Agricultura e Abastecimento, George Hiraiwa, também destaca a aplicação de inovações tecnológicas para melhorar a produtividade da lavoura. “O projeto de agricultura de precisão, que faz o mapeamento de fertilidade do solo com o uso de equipamento adequado, contribui para maximizar a economia do produtor em municípios no Oeste do estado, com ótimos resultados”, explica ele.

Foco integrado - Segundo o coordenador técnico do programa, Ronei Luiz Andretta, o programa evoluiu para um foco integrado com a gestão do solo e água. Além disso, promoveu o resgate de práticas mecânicas de conservação de solo, com a implantação de terraços adequados, de base larga e embutidos, que minimizam a dificuldade de manobra das grandes máquinas e implementos utilizados atualmente.

Água - Na gestão da qualidade da água, ele destaca ações de manejo de dejetos animais em bacias leiteiras a partir de uma tecnologia simples e eficiente. Com a implantação de esterqueiras e outros equipamentos, os dejetos viram adubo para as lavouras de milho e a produção do grão é destinado para a silagem, para o uso no inverno.

Resultado - O resultado do processo é uma maior produção de leite, além da reciclagem da matéria orgânica e até geração de energia a partir de um material que antes tinha alto potencial de poluição das águas superficiais. Neste contexto, Andretta elogia a equipe do Instituto Emater. “Está em plena renovação, faz um excelente trabalho junto às prefeituras e comunidades nas microbacias”, diz o coordenador técnico.

Alto Paraná - Um dos municípios que assinaram convênio com o Governo do Estado é Alto Paraná, na região Noroeste do Estado. O projeto, no valor de R$ 209 mil, foi formalizado em dezembro de 2017 e prevê 370 hectares de terraceamento (curvas de nível), além de 37,5 mil metros de adequação de carreadores de propriedades rurais, em uma área de 2.782 hectares da microbacia Corguinho. “Nosso solo é arenito caiuá e sempre tivemos problemas com erosão. Com esse programa do Estado estamos conseguindo diminuir isso”, diz o secretário municipal de agricultura e meio ambiente, Rafael Cavalli Miquelan.

Beneficiados - Cerca de 130 produtores do município são beneficiados. Uma delas é a agricultora Dinalva Silva Zanatta, 35, que trabalha com mandioca, milho para silagem, gado de corte e vaca leiteira em uma propriedade de 9,2 hectares. Em 2016, por causa das fortes chuvas, ela perdeu toda a produção de milho. “A chuva rasgou a terra e a estrada, e chegou a fazer uma erosão que cabia um ônibus dentro. Aqui virou quase um mar”, diz. “Agora, graças a esse apoio do programa, temos um carreador melhorado, bacias e curvas no solo, que podem evitar situações como a que passamos”, acrescenta.

Sengés - Outro município beneficiado é Sengés, na região dos Campos Gerais. O projeto tem valor total de R$ 217 mil. Na localidade, o plano de trabalho prevê benefícios para a microbacia Ribeirão do Estancado, em uma área de 3,9 mil hectares que integra a Bacia Hidrográfica do Rio Itararé. Serão desenvolvidas ações como terraceamento, aquisição de insumos, armazenamento de água, proteção de nascentes, fossas domésticas e esterqueiras, com 60 propriedades beneficiadas.

Equipamentos - O chefe do Núcleo Regional de Ponta Grossa, Lucas Bastos, explica que os equipamentos e insumos são utilizados para combater a erosão e ajudar na recuperação do solo agrícola, além de prevenir a erosão com o terraceamento. “Isso aumenta consideravelmente a produtividade, pois o solo estará enriquecido e produtivo, e contempla questões agrícolas e ambientais”, diz.

Programa - O Programa Microbacias promove ações de gestão dos solos e da água em projetos que aliam a preservação ambiental com a produção agropecuária. Os recursos vêm de um contrato com o BIRD, e as ações de trabalho são divididas entre a Secretaria da Agricultura e os municípios.

Incumbência - À secretaria, cabe repassar aos municípios os recursos, normas e instruções técnico-operacionais para a execução e monitorar e fiscalizar os serviços do convênio. Já os municípios são responsáveis por executar o projeto de acordo com o Plano de Trabalho e disponibilizar estrutura técnica e operacional para execução das ações, além de outras obrigações previstas no convênio. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Tratado com Chile terá impacto positivo no Porto de Paranaguá

infraestrutura 29 11 2018O acordo assinado pelo presidente do Brasil, Michel Temer, e do Chile, Sebastian Piñera, no dia 21 de novembro, deverá ampliar a exportação e importação de cargas pelo Porto de Paranaguá. Atualmente, o Chile é responsável por 3,28% das importações e 0,01% das exportações no porto paranaense.

Desburocratização - O objetivo do novo acordo é desburocratizar o comércio entre empresas brasileiras e chilenas, com a retirada de 17 temas de natureza não tarifária, como burocracia excessiva e regulamentações diferentes, que atrasam o processo aduaneiro.

2017 - Em 2017, a entrada de produtos chilenos representou US$ 167,73 milhões em movimentação via Paranaguá. Em 2018, de janeiro a setembro, foram US$ 139,57 milhões. As mercadorias mais importadas neste ano foram produtos químicos orgânicos (284 mil toneladas), fertilizantes (74,3 mil) e sal (37,3 mil).

Aumento - Nas exportações, os valores movimentados nos primeiros nove meses de 2018 cresceram 729%. Foram US$ 13,111 milhões em transações e mais de 1,5 milhão de toneladas de produtos saídos de Paranaguá com destino ao mercado chileno. Destaque para veículos (1.571 unidades), máquinas e equipamentos (63 mil toneladas) e madeira (101 mil toneladas).

Perspectiva - “A nossa perspectiva é que o novo tratado melhore o processo aduaneiro, diminua a morosidade e a burocracia. Quem ganha são os empresários e o setor produtivo, dos dois países”, destaca o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Lourenço Fregonese.

Integração - Com o acordo de livre-comércio com o Chile, o Brasil avança na integração com outros países, tendo o parceiro andino como acesso aos mercados que fazem parte da Parceria do Transpacífico (TPP), que envolve o Chile, México, Peru, Canadá e Japão. O país também participa da Aliança do Pacífico, junto com Peru, Colômbia e México, que é considerada uma ponte comercial importante entre a América Latina e os mercados asiáticos. (Agência de Notícias do Paraná)

 

IBGE: Taxa de desemprego cai para 11,7% em outubro

ibge 29 11 2018A taxa de desocupação fechou o trimestre móvel no mês de outubro em 11,7%, caindo 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (maio/julho), quando a taxa foi 12,3% - confirmando que o desemprego continua em queda no país.

Trimestre móvel - Ainda assim, o país fechou o trimestre móvel encerrado em outubro com uma população de 12,4 milhões de pessoas desempregadas, número que, no entanto, registra 4% inferior ao do trimestre encerrado em julho – menos 517 mil pessoas sem emprego.

Pnad Contínua - As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (29/11), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa nacional por amostra de domicílio - Pnad Contínua. Em relação ao mesmo trimestre móvel de igual período do ano passado, quando a taxa de desemprego estava em 12,2%, com queda de -0,5 ponto percentual.

População ocupada - Os dados do IBGE indicam que a população ocupada no final de outubro chegava a 92,9 milhões, um aumento de 1,4% (mais 1,2 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de maio a julho deste ano; e mais 1,5% (1,4 milhão de pessoas) na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2017.

Desocupados - Segundo a pesquisa, as 12,4 milhões de pessoas que integravam a população desocupada no trimestre móvel encerrado em outubro representava uma queda de 4,0% (menos 517 mil pessoas) frente ao trimestre de maio a julho de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve redução de -3,1% (menos 389 mil pessoas).

Taxa de subutilização - Uma análise detalhada da Pnad Contínua mostra que a taxa de subutilização e de pessoas desalentadas contínua apontando relativa estabilidade, o que reforça a tese de que o desemprego vem caindo em decorrência da informalidade.

Percentual - A taxa de subutilização da força de trabalho, por exemplo, que ficou em 24,1% no trimestre de agosto a outubro, caiu apenas 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, quando estava em 24,5%. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, o quadro foi de estabilidade (23,8%).

Situação semelhante - O mesmo ocorreu em relação à população subutilizada que ficou estável em 27,2 milhões, em comparação ao trimestre de maio a julho deste ano (27,6 milhões). Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (26,6 milhões), esse grupo cresceu 2,6% (mais de 696 mil pessoas).

Desalentadas - Já o número de pessoas desalentadas fechou o trimestre móvel encerrado em outubro em 4,7 milhões, também ficando estável em relação ao trimestre maio a julho, mas chegando a subir 10,6% em relação ao mesmo trimestre de 2017, quando haviam 4,7 milhões de pessoas nestas condições – 4,3% da força de trabalho.

Setor privado - O número de empregados no setor privado com carteira assinada foi de 32,9 milhões de pessoas, ficando estável em ambas as comparações. (Agência Brasil)

 

ANS: Agência atualiza obrigações contábeis das operadoras

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou na terça-feira (27/11), no Diário Oficial da União, Resolução Normativa que atualiza o Plano de Contas Padrão para as operadoras de planos de saúde. O documento que promove alterações nas normas contábeis do setor é o principal instrumento de controle econômico-financeiro e patrimonial das empresas. Ele facilita o fornecimento de informações gerenciais, permite a uniformização das demonstrações contábeis, propicia informações para acompanhamento e análise do desempenho da empresa, além de fazer o comparativo entre as empresas semelhantes.

Novidades - A nova normativa traz algumas novidades importantes: atualiza as práticas contábeis do setor à melhor técnica; institui a necessidade de realização do teste de adequação de passivo; obriga as operadoras a disponibilizarem as demonstrações financeiras em seus portais na internet; permite o envio eletrônico das demonstrações à ANS, reduzindo o custo regulatório; e estabelece a criação de novas contas contábeis para identificação de formas de pagamento a prestadores de serviços, além do tradicional modelo fee for service

 

Atualização - “Com o novo Plano de Contas, a ANS atualiza as normas contábeis que as operadoras de planos de saúde devem seguir, observando a melhor técnica e aprimorando o acompanhamento econômico-financeiro do mercado”, observa o diretor de Normas e Habilitação das Operadoras, Leandro Fonseca.  

 

Audiência pública - As alterações promovidas pela ANS em relação ao Plano de Contas foram discutidas em audiência pública realizada em setembroConfira aqui os materiais.  

 

Em vigor - As novas regras entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2019, possibilitando que as operadoras promovam a adaptação de seus sistemas de contabilidade e de controles gerenciais. (ANS)

 

Confira a Resolução Normativa nº 435

INTERNACIONAL: Da apreensão ao alívio, Fed impulsiona ativos locais

 

internacional 29 11 2018A apreensão que os investidores demonstravam com a cena externa teve um alívio nesta quarta-feira (28/11). A sinalização do Federal Reserve (Fed, o BC americano) de que o processo de alta de juros pode ser mais brando que o esperado impulsionou o real e a bolsa local, enquanto os juros futuros se firmaram em baixa num claro movimento de redução do prêmio de risco.

 

Motivo - O principal motivo do alívio foi o tom mais ameno adotado nesta quarta pelo presidente do Fed, Jerome Powell, sobre o caminho dos juros americanos. Para Powell, as taxas ainda estão baixas em relação à média histórica e permanecem aquém do ponto neutro da economia.

 

Ibovespa - Tão logo o presidente do Fed terminou de falar, na tarde desta quarta, o Ibovespa ficou bem perto de bater a máxima histórica. O Ibovespa subiu 1,55%, aos 89.251 pontos, depois de alcançar os 89.483 pontos. No fim das contas, faltaram pouco mais de 300 pontos para o índice bater o recorde de fechamento anterior, de 89.598 pontos, registrado em 5 de novembro.

 

Fluxo forte - O movimento também veio acompanhado de fluxo forte, que superou os R$ 13 bilhões. A maioria das "blue chips" da bolsa subiu, caso dos bancos e da Vale. O salto de ontem na bolsa foi tão significativo que, em novembro, o Ibovespa já acumula alta de 2,09%.

 

Mercado - "O mercado entende que o Fed deve parar de subir juros quando chegar no patamar neutro, que está próximo. Esse seria um cenário otimista", afirma Marcos de Callis, estrategista de investimento da asset do Banco Votorantim. Em suma, quanto menor o juro americano, maior a atividade dos ativos de risco.

 

Queda - O dólar abandonou uma relativa estabilidade e passou a cair contra a moeda brasileira. A cotação chegou no fim do dia em baixa de 0,90%, aos R$ 3,8418, depois recuar até a mínima de R$ 3,8323, garantindo o lugar do real entre um dos melhores desempenhos globais da sessão.

 

Mundo - Uma alta de juros mais suave nos Estados Unidos também influencia as taxas ao redor de todo o mundo. Um bom indicador desse movimento, o DI janeiro de 2021 caiu para 7,87% nas mínimas do dia, para fechar em 7,93% na B3, ante 7,96% na véspera.

 

Obstáculos - No entanto, o bom humor tende a enfrentar alguns obstáculos. O comportamento dos ativos locais ainda é muito dependente dos desdobramentos da guerra comercial entre Estados Unidos e China e da situação das commodities. "O real vai reagir bastante aos eventos domésticos a partir de janeiro de 2019, quando ficará mais clara qual a probabilidade do governo emplacar a reforma da Previdência e o programa de privatização", afirma Solange Srour, economista-chefe da ARX Investimentos.

 

Incentivo - Para Fernando Barroso, diretor da CM Capital Markets, a sinalização de Powell pode incentivar o fluxo global e a negociação dos investidores estrangeiros - que estão pouco alocados no momento em ativos emergentes e já retiraram cerca de R$ 10 bilhões da bolsa no ano. Mas isso não muda, para ele, o enfoque do mercado na resolução dos problemas fiscais do Brasil, que ainda expõem a fragilidade do país perante o mundo.

 

Interesse - "O Fed está tirando a volatilidade do mercado porque não tem interesse em uma queda brusca das bolsas globais, mas isso não muda a estratégia dos bancos centrais [de países desenvolvidos] quanto ao fim dos ciclos expansionistas", diz Barroso. "Se o Brasil não corrigir o rumo fiscal, teremos problemas porque não vamos conseguir atrair capital estrangeiro perene."

 

BC - Sinal de que a liquidez está fraca neste fim de ano, o Banco Central do Brasil faz hoje mais uma rodada dos chamados leilões de linha, aqueles de venda de dólares com compromisso de recompra. Após "emprestar" o total de US$ 3 bilhões nos últimos dois dias, a oferta desta vez é de até US$ 1,25 bilhão. Entretanto, a operação agora serve para rolagem de uma linha que venceria no começo de dezembro - em vez de oferta de recursos novos, como ocorreu nas outras vezes.

 

Rolagem - Também existe a expectativa de que o BC sinalize em breve o início da rolagem de US$ 10,3 bilhões em swaps cambiais que vencem em janeiro. Com essas operações, o BC evita a saída de recursos no mercado.

 

Desafiador - Vale dizer ainda que o cenário para emergentes é desafiador, mesmo com o sinal animador do Fed para os juros. De Callis, do Votorantim, salienta ainda que, por trás da indicação de Powell, tem a mensagem de que ele está preocupado com a atividade econômica no ano que vem. "De certa forma, ele acusa que o cenário de crescimento talvez não seja tão robusto como estava imaginando", diz. "É um sinal de que está preocupado com os impactos da guerra comercial."

 

Eventos de curto prazo

- Por isso, alguns eventos de curto prazo também ganham relevância, a exemplo da reunião do G-20 neste fim de semana quando os líderes das maiores economias do mundo devem abordar políticas protecionistas. "Apesar de ter afetado bem os mercados, o Fed era mais previsível, mas Trump é muito imprevisível", resume Solange. (Valor Econômico)

 


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