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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4462 | 26 de Novembro de 2018

ENCONTRO ESTADUAL: Faltam 10 dias para o tradicional evento do cooperativismo paranaense

encontro estadual 26 11 2018No dia 6 de dezembro, inicia o tradicional evento realizado pelo Sistema Ocepar: o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, cujo objetivo é celebrar as conquistas alcançadas pelo setor ao longo do ano. São esperados em Curitiba cerca de dois mil participantes, entre dirigentes, cooperados, colaboradores e familiares.

Eleitos - A programação começa às 18h, no Teatro Positivo, com a presença do governador eleito e dos deputados federais que irão integrar a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) a partir do ano que vem. Em seu pronunciamento, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, deverá apresentar um balanço preliminar dos resultados alcançados pelas 215 cooperativas do Paraná em 2018. Haverá ainda um show com o grupo folclórico ucraniano Vesselka, seguido de jantar.

Mais - As atividades terão continuidade no dia 7 de dezembro, a partir das 8h30, quando o coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP) e embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, ministra palestra sobre as perspectivas para o cooperativismo. Depois, haverá debate sobre as propostas do Paraná que serão levadas à discussão no XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá em 2019, em Brasília. O mestre em Educação e especialista em Coaching, Homero Reis, fala na sequência sobre “O futuro quem faz é você”. O evento será encerrado como o show cultural Concerto das Rosas, com a Orquestra Ladies Ensemble, que será apresentado às 14h.

Inscrições - As inscrições para o Encontro Estadual devem ser efetuadas até o dia 1º de dezembro, pelo agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa, ou diretamente no Sistema Ocepar pelo e-mail inscricoes@sistemaocepar.coop.br ou pelo fone 41 3200-1105.

encontro estadual folder 26 11 2018

 

G7: Itaipu e entidades assinam parceria em prol do desenvolvimento regional

A Itaipu e o chamado G7 – grupo de entidades empresariais paranaenses que representam o conjunto das forças econômicas do Estado (instituições estaduais ligadas ao comércio, indústria, agricultura e transporte) – assinaram um protocolo de intenções na sexta-feira (23/11). O compromisso prevê uma série de iniciativas e ações para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Paraná, contemplando seus diferentes territórios e cadeias produtivas.

Governador eleito - A assinatura ocorre menos de um mês após a visita do governador eleito do Paraná, Ratinho Júnior, ao diretor-geral brasileiro da Itaipu, Marcos Stamm, no escritório de Itaipu, em Curitiba. Na ocasião, Stamm e Ratinho Júnior conversaram sobre a possibilidade de ampliar as parcerias entre o poder público e a iniciativa privada para tratar de temas estratégicos para o estado, principalmente na área de infraestrutura, sinalização que se repetiu na sexta-feira, com a participação de representantes do governo eleito do Paraná.

Conhecimentos - Para Stamm, a parceria será uma forma de disseminar os conhecimentos da Itaipu. “Somos uma empresa catalisadora de ações que visam à sustentabilidade. Podemos contribuir muito para que os municípios paranaenses aprimorem suas ações sustentáveis”, disse o diretor-geral.

ODS - As parcerias terão como meta o cumprimento dos objetivos de desenvolvimento sustentável, os ODS, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Estes objetivos compõem uma estratégia de governos e sociedade em prol das ações que visam guiar a rota do desenvolvimento mundial até 2030.

Importância - O vice-governador eleito e presidente da Fecomércio, Darci Piana, reforçou a importância da parceria com a Itaipu. “Itaipu tem mostrado sua força e feito um trabalho extraordinário aqui no Oeste do Paraná. Temos interesse que Itaipu venha a fazer isso por todo o Estado. Junto com o governo que inicia agora, podemos dar um salto de qualidade, e Itaipu é fundamental nesse processo”, disse Piana.

União - “Não há outro caminho para o desenvolvimento, senão a união de instituições sérias e focadas na sustentabilidade”, comentou o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, presente à assinatura.

Ato - O protocolo foi assinado pelo diretor-geral brasileiro, Marcos Stamm, e o diretor-geral paraguaio da Itaipu binacional, José Alberto Alderete Rodrigues, com a presença de outros diretores brasileiros e paraguaios. O ato é considerado extremamente significativo para a Itaipu e o Estado do Paraná pela relevância das entidades representadas.

Participação - Participaram do evento o vice-governador eleito do Estado do Paraná e presidente da Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná), Darci Piana; o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Edson Luiz Campagnolo; o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Marco Tadeu Barbosa; o representante da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Antônio Leonel Poloni; o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar), Sérgio Luiz Malucelli; o representante da Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, Sistema Ocepar), Nelson Costa, e o presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Gláucio José Geara.

Presenças - Também estiveram presentes o diretor superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Paraná), Vitor Roberto Tioqueta; o diretor superintendente da Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI), Jorge Augusto Callado; o superintendente da Fiep, Irineu Roveda Júnior; o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), José Antônio Fares; o vice-presidente de Desenvolvimento Regional da Faciap, Mario Costenaro e o presidente do Programa Oeste em Desenvolvimento, Danilo Vendruscolo.

Desenvolvimento territorial - Os parceiros atuarão com o conceito de desenvolvimento territorial, tendo como eixos a endogenia e a descentralização dos diálogos institucionais, reconhecendo as peculiaridades regionais dos diferentes territórios e a necessidade de estabelecerem suas prioridades e estratégias próprias.

Concretização - “Sabemos que essas ações vão sair do papel porque todas as instituições envolvidas contam com equipes técnicas qualificadas, que poderão de fato concretizar as ideias e projetos”, garantiu o diretor superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Paraná), Vitor Roberto Tioqueta.

Prioridades - O acordo priorizará a geração continuada de trabalho e renda; a ampliação da diversificação produtiva do Paraná; a agregação de valor aos produtos e serviços; o aumento da produtividade do trabalho e dos processos; a melhoria da infraestrutura; a competitividade do Paraná nacional e mundialmente e a plena adequação dos sistemas produtivos e comportamentais aos ODS. (Assessoria de Imprensa da Itaipu Binacional)

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AGRICULTURA: Parlamentares cobram dados sobre importação de leite

agricultura 26 11 2018Parlamentares da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados apresentaram aos Ministérios da Agricultura e da Indústria, Comércio e Serviço ofícios solicitando dados para identificar a origem e o destino final da importação de leite em pó e derivados nos últimos três meses. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que acompanha de perto as discussões a respeito do tema, no âmbito dos poderes Executivo e Legislativo, também participou da audiência, apresentando a visão do setor.

Principal preocupação - Vice-presidente da Comissão, o deputado federal Evair de Melo (ES) afirma que a principal preocupação do setor é que, com o aumento da entrada no país de leite proveniente dos países do Mercosul, a ocorrência de triangulação e da importação de produtos a um preço abaixo daquele que é praticado no Brasil cause um grande prejuízo aos produtores, que já sofrem com a baixa remuneração.

Dificuldades - “Os nossos produtores estão passando por muitas dificuldades pois a nossa legislação inescrupulosa está escancarando as fronteiras do país para produtos de qualidade duvidosa e a custo muito baixo, prejudicando o ganho de famílias brasileiras que trabalham honestamente. O Uruguai, por exemplo, está exportando mais do que produz. Precisamos garantir produtos de qualidade aos brasileiros a preço justo, mas não às custas de quem produz”, reiterou o deputado.

Atuação - Desde 2017, Evair atua para barrar as importações do leite no país. Em agosto do ano passado, o parlamentar conseguiu aprovar um requerimento de sua autoria que exigia dos Ministérios da Agricultura e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços a tomada de medidas para suspender a importação de leite em pó e soro. O deputado também é autor do Projeto de Lei 9.044/17, que restringe as importações de leite de nações que não possuem leis ambientais e trabalhistas tão rigorosas quanto às leis adotadas pelo Brasil.

Proteção - O objetivo da proposta é proteger os produtores nacionais da concorrência desleal com essas nações e prevenir a entrada de pragas e doenças que não existem no Brasil prejudicando produtores e consumidores com produtos de baixa qualidade.

Reprocessamento - Outra preocupação da Comissão de Agricultura é o possível reprocessamento do leite importado nas indústrias brasileiras antes de chegar aos consumidores finais, o que coloca em risco a saúde e a segurança alimentar da população. “Não podemos permitir que pragas e doenças que não existem no Brasil simplesmente invadam o país por conta de uma medida absurda”, completou Evair. (OCB, com informações da assessoria do deputado Evair de Melo)

 

GETEC: Informe traz novas projeções de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 26 11 2018A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (26/11), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2018, 2019 e 2020.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br  / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

RAMO CRÉDITO: Futuro e desafios do SNCC foram debatidos no Concred

ramo credito 26 11 2018Mais de duas mil pessoas participaram das atividades do 12º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), realizado pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras) e com o apoio do Sistema OCB. O evento começou na quarta-feira (21/11), terminou na sexta (23/11), e movimentou Florianópolis.

Painel - Na quinta-feira (22/11), o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, foi o moderador do painel Diretrizes Estratégicas do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), realizada pelo coordenador do Conselho Consultivo do Ramo Crédito da OCB, Manfred Dasenbrock, que também preside o Sistema Sicredi, que discorreu, dentre outros assuntos, sobre os desafios do SNCC:

Competitividade:Que depende não só do desempenho do cooperativismo de crédito, mas também de uma série de fatores complexos externos e internos ao segmento, como a economia, os concorrentes, a regulação, a tecnologia, entre outros;

Legislação e regulação: Que é por si só um fator de competitividade, mas de tal importância e complexidade que merece destaque. Sua superação também depende de muitas variáveis que certamente podem ser influenciadas pelo SNCC, mas não são controladas por ele.

Comunicação: Que envolve divulgar os diferenciais do cooperativismo de crédito e usá-los em favor do segmento. Depende do empenho das próprias cooperativas e das instituições que as representam em tornar seus diferenciais mais conhecidos pelos atuais e potenciais associados, além da sociedade e formadores de opinião;

Governança e qualificação: Que está relacionado com os próprios esforços dos atores do SNCC (cooperativas, centrais, confederações, bancos, OCB, Sescoop e FGCoop). Considerando que a regulação tem um papel importante nesse contexto, cabe ao segmento implementar as medidas de governança e gestão que atendam aos padrões esperados e desejados de uma instituição financeira cooperativa;

Intercooperação: Que é um dos princípios mundiais do cooperativismo e uma das chaves para o sucesso de todo o segmento cooperativista. Intensificar parcerias e negócios entre cooperativas dos diversos ramos é uma prerrogativa do próprio segmento que, ao fazer isso, investe no próprio futuro;

Representação sindical: Que está em fortalecer as relações entre as cooperativas de crédito e seus colaboradores, que tanto contribuem para o sucesso do segmento, assunto que está dentro da esfera de ação do SNCC.

Debate - O público, considerado o maior da história do Concred, pode acompanhar, ainda, o debate sobre a atuação dos principais sistemas do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) como protagonistas do Mercado Financeiro. Participaram do painel Henrique Castilhano Vilares (presidente do Sistema Sicoob), João Carlos Spenthof (vice-presidente da SicrediPar), José Maria de Azevedo (presidente do Sistema Unicred), Cledir Assisio Magri (presidente do Sistema Cresol) e Moacir Krambeck (presidente da Central Ailos).

O futuro já chegou - Na sexta-feira, na arena Protagonismo e Sinergia, o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, ministrou a palestra O futuro do cooperativismo se constrói agora. Ele discorreu sobre o movimento cooperativista do ontem, do hoje e de amanhã, abordando os grandes marcos históricos que mudaram, em todos os países, o jeito de pensar, planejar, produzir e consumir. Segundo ele, a inovação é um convite diário, feito às empresas.

Inovação - “Desde a revolução industrial, passando pelo surgimento do cooperativismo há cerca de 200 anos, até o período atual, quando se vive a era da robótica, da automação e da inteligência artificial a palavra que move a humanidade é, sem dúvida, inovação. Não podemos mais continuar fazendo as mesmas coisas do mesmo jeito. O consumidor quer ter a certeza de levar para casa opções que impactam positivamente tanto a sociedade quanto o meio ambiente. Eles não querem mais um produto ou serviço, simplesmente. Querem fazer parte de um ciclo de consumo responsável e ético, especialmente onde todo mundo ganha. E isso é o que o cooperativismo faz”, enfatizou o superintendente. (Informe OCB)

 

TRANSCOOPER: Iniciado projeto de coleta seletiva

Encontrar um destino correto para os resíduos vem sendo um grande desafio. É preciso pensar de forma sustentável quando se trata de materiais sólidos, os quais são, em sua maioria, reciclados e reutilizados. Sabendo que um projeto bem estruturado de coleta é a melhor maneira de destinar estes resíduos de forma correta e em virtude do desenvolvimento do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, que faz parte das ações para o atendimento dos requisitos Legais Ambientais da Transcooper, surgiu a ideia de implantação de um Programa de Coleta Seletiva.

Apresentação - Para dar início ao projeto, no último dia 7 de novembro, foi realizada uma apresentação na Transcooper, cooperativa de transportes com sede em Pato Branco, Sudoeste do Paraná, na qual foram evidenciados os objetivos da coleta seletiva. Ao final, cada participante levou para casa brindes que foram implantados com o intuito de divulgar o projeto, preservar a natureza e reduzir o uso de copos plásticos, tanto no ambiente de trabalho quanto no seu dia a dia. E sabendo que a separação é o método adequado de destinação dos resíduos, foram adquiridos equipamentos, como lixeiras padronizadas para lixos recicláveis e não recicláveis e contentores para acondicionamento de pilhas e baterias.

Conscientização - Diversas ações foram implantadas, mas o primeiro passo para um resultado de sucesso é a conscientização dos colaboradores e seu total envolvimento. Segundo a idealizadora do Projeto, Daniely Dall’Agnol Santin Buratto “A aceitação foi desde o primeiro momento, todos auxiliaram nas ações da implantação, chamando para si a responsabilidade com o programa ”. Também foi realizado um concurso de frases para a escolha do slogan, sendo “Juntos para salvar o planeta” da colaboradora Cristiane Hosda a escolhida.

Mais - Algumas ações ainda devem ser inseridas no decorrer dos próximos dias, como treinamentos e procedimentos de educação ambiental, tudo isso sob monitoramento. Desta forma, o programa funcionará como ciclo PDCA, onde existe Planejamento, Execução, Checagem e Ações para melhorá-lo, desta forma sempre estará vivo na Transcooper, gerando economia e garantindo a preservação do meio ambiente. (Imprensa Transcooper)

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FRIMESA: Central sedia encerramento da Expedição de Suinocultura da Gazeta do Povo

A Frimesa sediou, no dia 22 de novembro, o encerramento da Expedição de Suinocultura com o tema “a carne mais consumida no mundo desafia o Brasil”, da Gazeta do Povo. Participaram do evento profissionais da imprensa e lideranças do agronegócio, que receberam um diagnóstico sobre a cadeia da suinocultura. Os convidados puderam apreciar pratos preparados à base de carne suína. A Frimesa é parceira estratégica do projeto para entender o futuro e potencializar a carne suína no Brasil.

Desafios - O gerente de agronegócio da Gazeta do Povo, Giovani Ferreira, apontou dois grandes desafios do Brasil: a logística e a guerra comercial. “Precisamos discutir mercado interno e internacional. De 2000 a 2018 o Brasil ‘patinou’ nos 14 quilos de consumo per capita. A China tem 30 quilos de consumo per capita. Precisamos trabalhar as questões culturais do Brasil, quebrar paradigmas, e esse é um dos papeis da expedição de suinocultura, mostrar que a carne suína é saudável, prática e saborosa e que tem sanidade e segurança alimentar”, reforça.

Indústria - O desafio também é da indústria que precisa buscar inovações em cortes para que a carne suína esteja na mesa dos consumidores no dia-a-dia. Para Ferreira, a Frimesa é líder no mercado quando se trata da cadeia produtiva do suíno, pois o cooperado das filiadas que compõe a Central, tem mais segurança na produção, garantia no preço e mercado. “A cooperativa dilui esse risco do produtor e é um sistema seguro e eficiente. Precisamos levar esse modelo para outras regiões do país para ter uma cadeia mais sólida e organizada”, reforça.

Mercado - O Brasil produz cerca de 3,7 milhões de toneladas de carne suína, mas tem condições de dobrar esses números. Segundo o diretor executivo da Frimesa, Elias Zydek, o que limita o aumento na produção, é o mercado. O diretor executivo diz que no Brasil existe o baixo poder aquisitivo, e no mercado externo está as barreiras sanitárias, como febre aftosa, que tira uma grande fatia do mercado asiático, cerca de 3 milhões de toneladas. “É fundamental que os números da suinocultura sejam divulgados, principalmente seu potencial social e nutricional. Temos uma boa expectativa devido as futuras ações de governo juntamente com o setor privado. Esperamos que até 2020 estaremos livres da vacinação da febre aftosa.

Integração - O cooperativismo representa em torno de 35% da suinocultura do Paraná. Esse sistema trabalha de forma integrada com toda a cadeia, e o principal, o produtor não está sozinho, o que dá mais segurança e garantia de comercialização de seus produtos.

Alternativas - O diretor presidente da Frimesa, Valter Vanzella, comenta a importância de buscar alternativas de exportação e novos clientes. “Precisamos abordar o tema sanidade, deixar de lado fatores de interesse particular regional, que existe no Paraná em relação a febre aftosa. A vacina é feita no bovino, mas quem paga a conta é o suíno. Estamos com boas expectativas em relação a isso e precisamos ter o Paraná credenciado livre da aftosa para poder acessar grandes mercados”, alerta. Segundo Vanzella, também é preciso gerar emprego, mudar hábitos alimentares e inovações em produtos no mercado para que a carne suína seja o prato principal na mesa do consumidor”, finaliza.

Como foi? - A expedição surgiu há três anos com o objetivo de criar um debate permanente e fomentar a produção e consumo da carne suína discutindo temas como tecnologia, sanidade, agroindústria, logística e mercado interno e internacional. O trabalho foi desenvolvido por técnicos e jornalistas do setor em seis estados: Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás, que correspondem a 90% da produção e exportação da proteína. A expedição ouviu todos os elos da cadeia produtiva desde a genética, produtor, integrador, cooperativa, agroindústria, supermercado, consumidor, mercado interno e internacional. (Imprensa Frimesa)

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PRIMATO: Concluído o planejamento estratégico e tático

Dando sequência ao desenvolvimento do planejamento estratégico feito no dia 09 de novembro, nos dias 19 e 20, no Hotel Maestro, em dois turnos, diretoria, conselheiros e coordenadores de setores da cooperativa trabalharam o planejamento tático para os próximos anos.

Estratégico - Nos primeiros encontros foram estabelecidas as estratégias que serão adotadas nos próximos anos. “O primeiro passo do planejamento é a estratégia, ou seja, o que faremos, como será executado, quais as ações que são de curto, médio e longo prazo”, explicou o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter que complementou, “por isso diretoria e conselho estiverem empenhados em elaborar os planos de ação para cada tipo de situação. Algumas são de curto prazo e podemos estabelecer o exercício (ano de trabalho) para sua efetivação, já por sua vez ações de médio e longo prazo são estabelecidas conforme os trâmites e interferências que podemos ter no seu desenvolvimento”.

Tático - Segunda e terça-feira (19 e 20/11) foi a vez de diretoria, conselheiros e coordenadores da cooperativa traçarem as táticas para a execução do que o estratégico definiu. “Este segundo momento é fundamental porque é onde definimos como vamos aplicar o que foi definido na parte estratégica”, enalteceu Ilmo que ainda reforçou, “estes encontros foram muito importantes pelo engajamento dos nossos colaboradores em fazer o alinhamento do nosso planejamento, conforme a experiência do dia a dia, assim, temos ações que são assertivas e com maior chances de serem efetivas”.

Engajamento - Ao término dos encontros, o planejamento estratégico está definido e vai ser compilado para que seja posto em prática. “Gostaria de agradecer à todos os conselheiros, diretoria e principalmente aos líderes de cada setor da Primato pelo engajamento durante o desenvolvimento do nosso planejamento estratégico, afinal, ele define a direção onde a cooperativa pretende ir nos próximos anos”, enfatizou Ilmo que concluiu, “é motivo de orgulho termos pessoas tão comprometidas com o propósito da Primato, se empenhando para que possamos crescer, evoluir e trazer novas oportunidades para a cooperativa e todos os cooperados, que honrosamente representamos”. (Imprensa Primato)

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CAPAL: Funcionários passam por experiência imersiva para a prevenção de acidentes

capal 26 11 2018A Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho de 2018 (Sipat) da Capal Cooperativa Agroindustrial, realizada em novembro, mostrou para seus funcionários que a precaução começa com um conjunto de ferramentas que as pessoas nem se dão conta da existência. As percepções humanas. Guiadas pelos cinco principais sentidos do corpo humano, elas podem ser o gatilho para evitar situações de perigo.

Calma - Logo na abertura do Sipat, na matriz em Arapoti (PR), o diretor-presidente da cooperativa, Erik Bosch, lembrou sobre a importância da calma nas ações cotidianas. “Quando fazemos as nossas atividades com pressa, corremos um risco muito maior, por isso é necessário trabalhar com cautela, ter planejamento e atenção ao trabalho que deve ser realizado”, analisou.

Túnel das Percepções - Para ilustrar como é fundamental estar sempre atento, os colaboradores da cooperativa participaram do Túnel das Percepções, uma experiência simples, imersiva e esclarecedora. A ação serviu para mostrar como funcionam a audição, o olfato, o olhar, o paladar e o tato. As sensações proporcionadas durante a atividade como, por exemplo, experimentar um alimento com nariz tampado e não sentir nenhum sabor, deixam claro como a mente pode pregar peças. Portanto, é fundamental ter todos os sentidos aguçados em prol da segurança. “Muitas vezes não percebemos como nossa percepção funciona e nos ajuda. No caso dos cheiros, eles podem ser a indicação da ocorrência de um incêndio ou vazamento de gás”, completa a coordenadora de Recursos Humanos da Capal, Eliane Andreani.

Palestras - As percepções se mantiveram presentes nas palestras diárias da Sipat 2018, que se voltaram ao treinamento da mente dos funcionários da Cooperativa. Os temas abordados foram: Comportamento Seguro, O Poder da Atenção, além do show Balão do Sipat, um quiz de perguntas e respostas para estimular a prevenção por meio de uma competição.

Simulação - O estímulo de sensações continuou a ser explorado em uma simulação de acidente de trânsito, entre um carro e uma moto, em frente à Associação de Funcionários Capal (Asfuca), em Arapoti. Um boneco, feito com papel de jornal e roupas, simulou um corpo jogado no chão. O choque causado pela cena dispensou qualquer outro tipo de alerta para os perigos de uma direção agressiva, principalmente quando envolve motocicletas.

Filiais - Colaboradores que trabalham nas demais filiais da Cooperativa, em Itararé, Taquarivaí, Taquarituba (SP), Wenceslau Braz, Curiúva (PR) e tiveram seus sentidos desafiados na apresentação de mágica: Sumindo com os Acidentes. Eles ainda tiveram a oportunidade de assistir a uma palestra sobre a importância da saúde bucal, que chamou a atenção para o fato de que até mesmo os cuidados com a parte do corpo responsável pelo paladar refletem diretamente na saúde.

Mudança - Para Eliane, as atividades provocativas são uma forma de a cooperativa mostrar que para ter um ambiente de trabalho salubre, é necessário modificar a maneira como as pessoas pensam. Afinal, a mente e as percepções humanas são recursos importantes na prevenção de acidentes, mas também estão suscetíveis às consequências deles. “Todo acidente causa um estresse, e consequentemente, traz impactos psicológicos”, avalia.

Sobre a Capal - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com quase 3 mil associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da Cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil ha. (Imprensa Capal)

 

COAMO: 400 mil seguidores na fan page da linha de alimentos

Há dois anos no ar, a fan page dos Alimentos Coamo tem alcançado cada vez mais seguidores, completando no dia 17/11 a marca de 400 mil seguidores. São pessoas de todos os cantos do país curtindo as novidades e compartilhando as receitas e publicações, com comentários destacando a preferência pelas marcas de confiança, Coamo, Primê, Anniela e Sollus, que compõem a linha alimentícia.

Receitas - As publicações de receitas são o grande sucesso da página, e a recordista de 2018 em visualizações, compartilhamentos, e impactos é a receita de Rosca de Frutas, que até hoje faz sucesso e já foi vista por mais de 880 mil pessoas em todo o facebook, ultrapassando a barreira de fãs. Isso acontece pois quando um dos fãs dos Alimentos Coamo compartilha as postagens, todos os seus amigos também a visualizam. É o famoso ‘boca-a-boca’, porém virtual.

Comunicação direta - A fan page dos Alimentos Coamo criou um formato de comunicação direta com o consumidor. "Além de buscarem informações, muitas vezes as pessoas entram em contato para elogiar os Alimentos Coamo, agradecer as receitas e até mesmo esclarecer algumas dúvidas sobre ingredientes. Para isso, contamos com uma equipe de especialistas para responder todas as perguntas, e agradecê-lo por essa relação de parceria", explica o superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni.

Repercussão - Para Goldoni, essa repercussão é o resultado de um trabalho sério e comprometido com o consumidor. "Os Alimentos Coamo têm origem, já que a matéria-prima é produzida pelos donos da Coamo. É um trabalho focado na produção da matéria-prima, no processo industrial e no cliente, para que chegue ao consumidor um produto diferenciado que é a nossa meta diária. O futuro da atividade dos donos da Coamo está na satisfação diária dos consumidores. Isto está incorporado em toda a cadeia de produção", destaca. (Imprensa Coamo)

coamo 26 11 2018

 

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Acordo é assinado com a Associação Comercial de São Paulo

Em evento realizado na manhã desta segunda-feira (26/11), no Pátio do Colégio, no centro de São Paulo, promovido pela ACSP e Prefeitura de São Paulo para celebrar o Dia de Ação de Graças, a Associação Comercial de São Paulo e a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP firmaram um protocolo de intenção para uma ampla parceria que irá beneficiar empresas e empresários paulistanos através dos produtos e serviços financeiros da 1ª instituição cooperativa do país. João Bico, vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo, detalhou a importância desta parceria.

Formato - “Adotamos um formato de licitação, rígido e criterioso para escolher dentre todos os bancos e Instituições Financeiras, um parceiro que pudesse levar para as empresas e empresários associados da ACSP um apoio verdadeiro e justo. A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP foi a instituição que se mostrou preparada para isso através do seu modelo de negócios que irá nos apoiar a levar o melhor para o empreendedorismo paulistano”.

Autoridades - Na celebração do Dia de Ação de Graças, estiveram presentes autoridades das distritais da ACSP como Ricardo Granja, Francisco Parisi e executivos do Sicredi. “Essa parceria trará benefícios imediatos. Ainda neste mês iniciaremos uma linha de crédito para associados que precisam de um fôlego para 13o e demais compromissos financeiros de final de ano”, explicou entusiasmado Roberto Matheus Ordine, presidente da Facesp e vice-presidente da ACSP.

Ampliação da atuação - Moacir Niehues, diretor executivo do Sicredi Vale do Piquiri falou sobre a parceria. “Através desta parceria iremos ampliar a nossa atuação aqui em São Paulo e oferecer o que temos de melhor em nosso portfólio de produtos e serviços financeiros para alavancar os negócios e o resultado das empresas e empresários de uma forma justa e cooperativa. É uma parceria positiva para todos os envolvidos, os associados da ACSP e do Sicredi que com certeza irá beneficiar a economia do nosso país”.

Novos espaços - Além dos produtos e serviços financeiros oferecidos, a parceria irá abrir inicialmente 15 novos espaços para atendimento de associados ACSP e Sicredi nas distritais da Associação Comercial de São Paulo, indo na contramão dos bancos que estão fechando agências e direcionando seus clientes para atendimentos eletrônicos. O Sicredi oferece em seus espaços, café, sala de reuniões, suporte para carregamento de celulares e notebooks, além de salas de reuniões que poderão ser usadas por empresários associados.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 

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SICREDI UNIÃO: Projeto em parceria com o Rotary de Paranavaí forma 30 mulheres em corte e costura

sicredi uniao 26 11 2018Após cinco meses de curso gratuito de corte e costura, 30 alunas do projeto ‘Vestindo minha família’ vão participar da cerimônia de formatura, com direito a desfile dos trajes confeccionados por elas durante o curso. O evento será realizado nesta segunda-feira (26/11), às 19 horas, na Associação de Senhoras de Rotarianos de Paranavaí, que fica na Rua Pernambuco, 1.595, em Paranavaí.

Nova etapa - “A entrega de certificados marca não somente a conclusão do curso, mas principalmente o início de uma nova etapa na vida dessas mulheres, que agora têm profissão. Nosso objetivo é contribuir com a redução das desigualdades sociais por meio de uma formação sólida e relevante para a vida das alunas”, afirma a assessora de Programas Soc iais, Gisely Fernanda Rodrigues de Almeida.

Aprendizado - No curso, cujas aulas aconteceram três vezes por semana à tarde, as participantes aprenderam a base para confeccionar saias, calças, blusas com diferentes mangas, vestidos e, por último, macacões. Durante a prática, elas produzem roupas para suas famílias e para a comunidade circunvizinha. Quem ministrou as aulas teóricas e práticas foi a professora Érica Cristina.

Iniciativa - O projeto é uma iniciativa da Associação de Senhoras de Rotarianos e do Rotary Club de Paranavaí, em parceria com a Sicredi União PR/SP. A instituição financeira cooperativa custeou o salário da professora e ofereceu palestras de educação financeira, cooperativismo, empreendedorismo e moda. As outras instituições disponibilizaram o local e as máquinas de costura.

Mercado de trabalho - O trabalho começou em 2002 e, desde então, já preparou dezenas de mulheres para o mercado de trabalho. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

Foto: Pixabay

 

SICOOB UNICOOB I: Sistema lança projeto de expansão para o Sul e Sudeste do Pará e Transamazônica

sicoob unicoob I 26 11 2018No próximo dia 30, o Sicoob Unicoob dará início ao seu projeto de expansão para as regiões Sul e Sudeste do Pará e Transamazônica. O evento de lançamento será realizado no Carajás Centro de Convenções, em Marabá (PA) e contará com a presença de autoridades e lideranças regionais, além de representantes do Sicoob Unicoob. O objetivo é apresentar os diferenciais e benefícios do cooperativismo financeiro, bem como as oportunidades de negócios disponíveis.

Agências - Atualmente, o sistema já conta com 17 agências no Pará. Segundo o diretor presidente do Sicoob Transamazônica, Lucas Gelain, com o projeto de expansão a previsão é inaugurar 50 novas unidades pelo interior do estado, nos próximos 10 anos.

Grande ano - “Estamos convictos que 2019 será um grande ano para o estado e queremos deixar nossa contribuição nesse processo de melhoria na qualidade de vida de nossa população. O alinhamento com as lideranças dos municípios da região é fundamental para que o Sicoob avance levando desenvolvimento a essas comunidades”, comenta o diretor.

Rota da expansão - Na rota da expansão estão as cidades de Jacundá, Goianésia do Pará, Breu Branco, Tailândia, Quatro-Bocas, Capitão Poço, Anapu, Paragominas, Altamira, Santana do Araguaia, Itupiranga, Redenção, Parauapebas, Cannaã dos Carajás, Xinguara e Conceição do Araguaia. Esta última com inauguração já marcada para dia 29 de novembro.

Sobre o Sicoob - O Sicoob é o maior sistema financeiro cooperativo do país, com 4,2 milhões de cooperados e mais de 2,8 mil agências distribuídas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob Unicoob é uma das cooperativas centrais do sistema e possui mais de 300 mil cooperados atendidos em 166 municípios do Pará, Amapá, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB UNICOOB II: Alunos de Tupãssi participam de palestra sobre educação financeira

Baseado no sétimo princípio do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade, o Instituto Sicoob e o Sicoob Médio Oeste promoveram uma palestra sobre educação financeira para os alunos do 4º ano da Escola Municipal Carlos Drummond, de Tupãssi (PR).

Atitude responsável - O tema foi abordado pelo voluntário do Instituto Sicoob e gerente de agência de Tupãssi, Christian Koller, que falou aos alunos sobre a importância de poupar e desenvolver uma atitude responsável em relação à vida financeira.

Relação equilibrada - De acordo com o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Médio Oeste, Edson de Oliveira Pereira, a educação financeira trabalhada desde cedo nas crianças, desenvolve uma relação equilibrada e responsável com o dinheiro. “É uma ação preventiva, pois eles entendem a importância de investir, ao invés de gastar e com isso, entendem que podem colaborar para o desenvolvimento da comunidade em que estão inseridos”, diz. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICOOB MERIDIONAL: Linhas de crédito rural são apresentadas para produtores de Vera Cruz do Oeste

No dia 6 de novembro, o Sicoob Meridional reuniu produtores rurais de Vera Cruz do Oeste para apresentar as linhas de crédito oferecidas pela cooperativa, com destaque para o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA).

Projetos de investimentos - Disponibilizado pelo BNDES, o PCA oferece crédito para o financiamento de projetos de investimento destinados à ampliação, modernização, reforma e/ou construção de armazéns. O objetivo é reduzir custos com o processo de armazenagem proporcionar ao produtor rural a possibilidade de escolher o melhor momento de escoamento e comercialização de seus produtos, garantindo melhor rentabilidade.

Síndicos - Participaram também síndicos do Condomínio de Armazenagem de Grãos AgroPalotina, construído com recursos financiados pelo Sicoob. Eles contaram suas experiências na contratação das linhas de crédito, sobre o relacionamento com a cooperativa e os benefícios que os investimentos trouxeram para os negócios.

Produtivo - Para o supervisor de Crédito Rural do Sicoob Meridional, Jonas Oliveira, o evento foi muito produtivo e uma oportunidade de mostrar que o Sicoob está focado em disseminar as melhores condições para os produtores rurais. “Nós pudemos apresentar a cooperativa a eles e todas as vantagens das linhas de crédito rural que disponibilizamos aos nossos associados”, afirma.

Satisfação - Segundo o gerente da agência de Vera Cruz do Oeste, Anesio Santos, cooperados e não cooperados saíram do evento muito satisfeitos. “A apresentação de todos os dados, formas e condições do financiamento impactou, mas o que mais cativou foram os depoimentos dos síndicos que financiaram os silos junto ao Sicoob. A partir disso, ficaram claros os benefícios logísticos e financeiros oferecidos aos nossos cooperados”, diz. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICREDI FRONTEIRAS: Capanema recebe o Papai Noel do Brasil

O único Papai Noel com registro profissional do Brasil está chegando ao município de Capanema, Sudoeste do Paraná, para espalhar a magia do Natal a toda comunidade.

Abertura - O Papai Noel do Brasil estará presente na abertura da programação do “Natal na Roça”, na noite de 7 de dezembro, em Capanema, numa parceria entre o Sicredi, a Prefeitura Municipal, a Associação Comercial e Empresarial de Capanema - Acec e o Serviço Social da Indústria - Sesi.

Expectativa - As crianças já estão agitadas com a expectativa de ver o “Bom Velhinho” que chegará de forma deslumbrante, com seu trenó puxado por um trator, acompanhado de dezenas de gaiteiros e violeiros, iluminando Capanema com músicas natalinas, luzes e muita, mas muita alegria.

Programação - A abertura do Natal na Roça começa às 20 horas, com apresentações locais, seguida de pronunciamentos das autoridades.

Emoção - Após a nominação das autoridades, começam os momentos de grande emoção, aqueles instantes que fazem os “pequeninos congelarem com o olhar impressionado e a boca aberta”.

Lançamento - O lançamento do repertório de Natal do Coral do Sesi acontecerá juntamente com o acendimento simultâneo das luzes da Praça e Avenidas e da sede da Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP.

Princípio - “Vivenciar o sétimo princípio do cooperativismo, contribuir com a manutenção da magia e da alegria do Natal é motivo de orgulho para nós, afinal, faz parte de nossa missão ir além de atender as necessidades financeiras. Queremos com nossos gestos e ações contribuir com a melhoria da qualidade de vida de nossos associados e da comunidade”, enfatizou José César Wunsch, presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP.

Abraços - Depois de receber as chaves da cidade, o Papai Noel distribuirá abraços, sorrisos, doces e emoção para toda a criançada.

Convite - O Sicredi, a Prefeitura Municipal de Capanema, a Acec e o Sesi convidam toda a população para acompanhar a abertura do “Natal na Roça”, no próximo dia 7 de dezembro, a partir das 20 horas.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

sicredi fronteiras 26 11 2018

 

GRÃOS: Colheita ampla e bons preços movem avanço de cooperativas do PR

graos 26 11 2018A quebra da safra argentina e as disputas comerciais entre Estados Unidos e China garantiram mais um bom ano para as cooperativas agropecuárias do Paraná, segundo maior Estado produtor de grãos do país. Para grupos que se destacam no recebimento de soja e milho dos associados, o crescimento dos faturamentos é estimado entre 10% e 20% em 2018 e as margens estão maiores do que se previa inicialmente, o que prepara o terreno para tornar 2019 também positivo, apesar do aumento dos custos.

Cocamar - A Cocamar, com sede em Maringá, é um bom exemplo dessa tendência. Graças à boa colheita de soja, comercializada a preços considerados elevados durante praticamente o ano todo, a cooperativa, que recebeu 2,5 milhões de toneladas de grãos, projeta fechar este ano com receita de R$ 4,6 bilhões, 17% superior aos R$ 3,9 bilhões de 2017. "Não fossem as reduções das produções de milho de inverno e de trigo, motivadas por fatores climáticos, os números poderiam ser ainda melhores", disse recentemente em um evento Divanir Higino, presidente da Cocamar.

Fôlego - Os bons resultados dão fôlego aos planos de expansão da Cocamar, que já anunciou que pretender atingir um faturamento da ordem de R$ 6 bilhões em 2020, quase duas vezes mais que em 2015 (R$ 3,3 bilhões). No que depender das primeiras estimativas para a produção paranaense de grãos nesta safra 2018/19, que está em fase de plantio, o caminho para a continuidade da expansão está aberto.

Conab - Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita no Estado, puxada por soja e milho, deverá crescer cerca de 7% e superar 37 milhões de toneladas.

Coopavel - A Coopavel, sediada em Cascavel, é outra que está a favor da correnteza. Prevê faturar R$ 2,1 bilhões em 2018, 15% mais que no ano passado, e calcula que suas sobras (lucros) somarão até R$ 30 milhões, que foi o resultado do ano passado. "Houve quebras [de cerca de 10% no milho safrinha e de 20% no trigo], mas os preços compensaram", disse Dilvo Grolli, presidente da cooperativa. Segundo ele, na região de atuação da Coopavel a saca de 60 quilos de soja subiu 23% entre outubro de 2017 e o mês passado, enquanto a de milho aumentou 28,5% e a de trigo, 28%.

Impacto - Grolli ressalva que as fortes altas de soja e milho tiveram impacto nos negócios de carnes, da cooperativa, que também amargou queda de 10% nas exportações nessa frente, mas que a diversificação garantirá os resultados positivos previstos.

Margens - Para a safra 2018/19, a expectativa é de margens mais apertadas, com aumento de custos da ordem de 20% para soja e para o milho. "E as vendas antecipadas [de soja] chegaram a apenas 20% até agora", afirmou, quando o normal seria o percentual já ter atingido 25% da perspectiva de produção.

Insumos - "O agricultor comprou insumos com um dólar mais alto e talvez seja obrigado a vender a produção com a moeda americana em patamar mais baixo", disse Grolli. Até agora, o desenvolvimento das lavouras dos cooperados caminha bem, mas houve chuvas pontuais que atrapalharam a fase final do plantio de soja, o que deverá elevar os custos com tratos culturais afirmou o dirigente. Situação similar à da área de atuação da Integrada, cooperativa com sede em Londrina que também teve um bom ano e deverá faturar R$ 3,1 bilhões em 2018, 15% mais que em 2017.

Números do setor - De acordo com a Ocepar, entidade que representa as cooperativas do Paraná, o faturamento conjunto do segmento chegou a R$ 70,3 bilhões em 2017, quase R$ 1 bilhão a mais que em 2016 e valor 172,5% superior ao registrado em 2008 (R$ 25,8 bilhões). O número se refere à receita total de 221 cooperativas, a maioria esmagadoras com foco em agronegócios, que no ano passado reuniam mais de 1,5 milhão de associados. Se o avanço médio for de 20% em 2018, o faturamento vai superar R$ 84 bilhões.

Resultados - É no Paraná que o cooperativismo brasileiro está melhor organizado para capturar os benefícios de guinadas do mercado de grãos como a deste ano, inicialmente "condenado" a ter preços mais baixos do que os patamares alcançados. Mas os resultados das cooperativas melhor estruturadas tendem a ser robustos país afora, cenário confirmado pela Comigo, com sede em Rio Verde, Goiás. Na região da Comigo, a soja subiu, em média, 30% neste ano em relação aos níveis de 2017.

Demanda - "A demanda foi grande diante da quebra da safra argentina e do conflito entre EUA e China", confirmou Antonio Chavaglia, presidente da cooperativa. Em alguns momentos, a saca da oleaginosa chegou a ser negociada por R$ 70 e a de milho, a R$ 33. O dirigente preferiu não adiantar o faturamento e as sobras esperadas pela Comigo em 2018, mas também reclamou do aumento de custos nesta safra 2018/19 - que, em seus cálculos, chega a 20% e poderá reduzir as margens dos associados e da própria cooperativa. A depender do desenvolvimento da safra, das disputas comerciais globais e do dólar, contudo, essa alta poderá ser compensada, ao menos em parte.

Tabela de fretes - Outro fator que poderá complicar a vida das cooperativas em 2019 é a tabela de fretes mínimos rodoviários. Para os produtores os custos de transporte subiram entre 10% e 15% a depender da rota e da carga a ser transportada. No dia 9 deste mês, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) estabeleceu multas de até R$ 10 mil para quem não cumprir a tabela. Mas executivos do segmento, inclusive das próprias cooperativas, têm esperança de que a tabela seja revogada ou sofra alterações no próximo governo. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é uma das 75 entidades signatárias de uma carta aberta enviada ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pedindo o fim do tabelamento dos fretes no país. (Valor Econômico)

 

FOCUS: Estimativa para a inflação deste ano cai de 4,13% para 3,94%

focus 26 11 2018De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), divulgada nesta segunda-feira (26/11), em Brasília, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) deve ficar em 3,94%. Na semana passada, a projeção estava em 4,13%.

Próximos anos - Para 2019, a projeção da inflação passou de 4,20% para 4,12%. Não houve alteração na estimativa para 2020: 4%. Para 2021, passou de 3,90% para 3,86%.

Meta - A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Já para 2020, a meta é 4%, e, para 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

Taxa básica de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

Mercado - Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018.

Aumento - Em 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 7,75% ao ano. A previsão anterior era 8% ao ano. Para o término de 2020 e 2021, a expectativa segue em 8% ao ano.

Demanda - Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Tendência - Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

Indicativo - A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Crescimento econômico - As instituições financeiras ajustaram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 1,36% para 1,39% em 2018. Para os próximos três anos, a estimativa segue em 2,50% nos próximos três anos.

Dólar a R$ 3,70 - A expectativa para a cotação do dólar segue em R$ 3,70 no fim deste ano, e passou R$ 3,76 para R$ 3,78, no término de 2019. (Agência Brasil)

 

PNAD: Paraná está entre os cinco com menor taxa de desocupação no País

pnad 26 11 2018O Paraná está entre os cinco estados com menor taxa de desocupação do País, segundo a pesquisa nacional por amostra de domicílios (PNAD), relativa ao 3º trimestre de 2018, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa mostrou que no trimestre de julho a setembro a taxa de desocupação no Brasil recuou de 12,4 % para 11,9%. Das 27 unidades federativas, 21 se mantiveram estáveis, com variação abaixo de 1%.

Recuo - O Paraná é o 5º estado com menor taxa de desocupação, com 516.000 pessoas desocupadas, tendo um recuo de meio ponto percentual - saindo de 9,1% no segundo trimestre de 2018 para 8,6% no terceiro trimestre. O resultado é ainda melhor se comparado à taxa de desocupação em relação ao 1º trimestre do ano, quando a taxa era de 9,6%.

Investimentos - Para o secretário de Estado do Trabalho, Paulo Rossi, o resultado positivo só foi possível graças aos investimentos por parte do Governo do Estado. “Graças a política de desenvolvimento determinada pela governadora Cida Borghetti, o Paraná tem crescido acima da média nacional, gerando empregos e novas oportunidades aos empreendedores, além da confiança dos investidores”.

Finanças públicas - O economista Francisco de Castro, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), cita, também, que a melhoria das finanças públicas manteve o ambiente de negócios favorável à expansão da produção e, assim, à progressiva recuperação de empregos.

Setores - A maioria dos setores analisados pelo IBGE no Paraná manteve-se estável, com variação mínima. Dentre o contingente que tiveram aumento de desocupados estão o setor público, com 5,14% (32.000 pessoas) e o setor de transportes 3,47% (11.000 pessoas).

Pontos - Destacam-se alguns pontos no Paraná que fizeram com que a taxa de desocupação diminuísse no período. Entre eles o segmento de microempreendedores, que teve uma variação positiva de 5,36% - o que representa um contingente de 70.000 trabalhadores, dos quais 75% trabalham sem o registro do CNPJ. Os setores da construção civil e de trabalhadores domésticos também tiveram aumento no contingente de trabalhadores ocupados, com uma variação de 12% e 3,73%, respectivamente. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INTERNACIONAL: UE e Reino Unido assinam termos do divórcio, mas acordo ainda corre riscos

internacional 26 11 2018Mais de dois anos após os britânicos votarem por deixar a União Europeia (UE), a primeira-ministra britânica Theresa May e os líderes dos demais membros da UE aprovaram neste domingo (25/11) um tratado de 585 páginas que estabelece os termos do divórcio do Reino Unido. Agora, porém, virá a parte mais difícil para a premiê May.

Apoio - Primeiro, ela enfrenta a luta política de sua vida para ganhar apoio no próprio Parlamento britânico, que deverá votar se aprova o acordo no início de dezembro. Dezenas de membros do seu Partido Conservador, assim como do Partido Trabalhista, de oposição, ameaçam rejeitar o acordo. Se May perder, ela correrá contra o relógio para renegociar o pacto e garantir sua aprovação antes que o Reino Unido deixe o bloco, em 29 de março do ano que vem.

Alerta - Líderes da UE alertaram que, se o Parlamento britânico derrubar o acordo, não serão oferecidas ao país melhores condições. May pediu aos parlamentares que apoiem o pacto do Brexit. "Se as pessoas pensam que há outra negociação a ser feita, não é esse o caso", disse. "Este é o único acordo possível."

Mensagem - A mensagem foi repetida pelo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker. "Este é o melhor acordo possível para o Reino Unido. Este é o melhor acordo possível para a Europa. Este é o único acordo possível", disse ele.

Negociações - Mesmo que o acordo do Brexit seja aprovado pelo Parlamento, o Reino Unido iniciará no início de 2019 negociações – que provavelmente durarão anos - para definir as novas relações comerciais e de segurança com a UE. Isso porque, quando o país votou pela saída da UE, decidiu efetivamente desfazer quatro décadas de decisões comuns sobre regulamentações que abrangem desde o compartilhamento de informações sobre criminosos até regulamentações alimentares e fiscais, e que regem o relacionamento do Reino Unido com seu maior parceiro comercial.

Salto para o desconhecido - Como resultado, a menos de quatro meses da saída do país da UE, o Brexit continua a ser um salto para o desconhecido, com empresas, bancos e famílias sem saber exatamente como se preparar. May já iniciou uma ofensiva política para vender o acordo a seus reticentes parlamentares. Ontem ela publicou uma "carta para a nação", num esforço para convencer o povo britânico. Enquanto isso, autoridades do país planejam uma blitz de relações públicas nos próximos dias para alertar sobre o golpe econômico que seria para o país deixar a UE sem um acordo.

Novas concessões - Ainda assim, analistas esperam que May retorne a Bruxelas (sede da UE) para buscar novas concessões se o acordo do Brexit for rejeitado pelo Parlamento. Autoridades europeias dizem que a possibilidade de novas negociações não foi descartada, e alguns acreditam que o período de negociação pode ser estendido para além de março.

Termos - O acordo assinado neste domingo por May e pelos líderes da UE trata de vários termos de divórcio. O Reino Unido concordou em pagar cerca de US$ 50 bilhões para a UE para cobrir principalmente os compromissos assumidos com o orçamento do bloco. O país garantirá ainda uma ampla gama de direitos legais aos cerca de 3 milhões de cidadãos da UE que vivem no Reino Unido, e a UE retribuirá em relação aos cerca de 1,3 milhão cidadãos britânicos que vivem nos países do bloco.

Fronteira física - O acordo busca ainda garantir que não ressurgirá uma fronteira física entre a Irlanda do Norte, que faz parte do Reino Unido, e a República da Irlanda, país-membro da UE. Mas o detalhamento dessa questão fica para o futuro.

Parâmetros - Juntamente com o acordo de retirada, que é juridicamente vinculante, os líderes ratificaram uma declaração estabelecendo os parâmetros das futuras relações comerciais, económicas e de segurança entre UE e Reino Unido. Mas esse documento não vinculante, de só 36 páginas, é pouco mais que uma declaração de princípios.

Vagos - Os dois lados esperavam iniciar essas negociações sobre as relações futuras com uma estrutura clara para os laços comerciais e de segurança. Mas, com as dificuldades políticas de May, os líderes preferiram ser vagos, deixando os dois lados diante de outra odisseia de negociações pela frente.

Transição - Em 30 de março, o Reino Unido entrará num período de transição até dezembro de 2020, no qual as regras da UE continuarão a ser aplicadas. Esse período visa dar tempo a ambos os lados de estabelecer os novos laços comerciais e de segurança. Diante da dificuldade de garantir isso em tão pouco tempo, o acordo inclui a possibilidade de estender essa transição até o final de dezembro de 2022.

Área alfandegária - A promessa de evitar uma fronteira difícil com a Irlanda pode significar que, após a transição, o Reino Unido continue na área alfandegária da UE por um período indefinido, eliminando a necessidade de cobrar tarifas sobre o comércio transfronteiriço. Isso seria uma boa notícia para as empresas, diz Ross Denton, especialista em comércio da UE no escritório de advocacia Baker McKenzie. "Ficar em uma união aduaneira é algo óbvio para os negócios", disse ele.

Centro da negociação - No centro dessa negociação estará um "trade-off": até onde o Reino Unido está disposto a ceder soberania à UE em troca de acesso aos 27 países do bloco? Quanto mais o país seguir as regras da UE, menos obstáculos as empresas britânicas terão ao exportar para seu principal parceiro comercial.

Futuro fora do bloco - Mas a permanência na área alfandegária e nas regras da UE complicaria o desejo britânico de construir um futuro fora do bloco, por exemplo, fechando acordos comerciais com países como o EUA, prioridade de ativistas pró-Brexit.

Descarte - A UE descartou o acesso britânico "sem atrito" ao seu mercado único, o que implica seguir as regras do bloco em áreas como segurança alimentar, padrões de produtos e permitir a livre movimentação de mão-de-obra da UE, que será interrompida após o término do período de transição. "Há grandes áreas de ambiguidade", diz Stephen Adams, especialista em comércio da Global Counsel, empresa de consultoria.

Acordo - Em outras questões, já há acordo. O Reino Unido aceitou proteger as 3.000 denominações geográficas da UE em produtos como queijo gorgonzola e champanhe.

Serviços financeiros - Nos serviços financeiros, bancos britânicos não poderão mais vender produtos, como empréstimos, a clientes da UE. Mas os dois lados ainda precisam definir que acesso mútuo a mercado será concedido. Cerca de 15% dos negócios financeiros da UE atualmente passam por Londres e poderiam ser desviados para o bloco, segundo autoridades do Tesouro do Reino Unido.

Segurança interna - Ambos os lados querem manter uma profunda cooperação sobre segurança interna. Londres e a UE esperam que um futuro acordo envolva troca mútua de dados de passageiros, DNA, impressões digitais e de registro de veículos, cooperação contra financiamento do terrorismo e troca de informações de pessoas procuradas e registros criminais.

Profundidade - A profundidade da cooperação dependerá da vontade britânica de aceitar a interpretação dos tribunais da UE sobre regras e leis do bloco, algo a que ativistas linha-dura do Brexit se opõem.

Pesca - Até a pesca, que representa 0,04% da economia britânica, ameaça se tornar uma disputa comercial. Até agora, as águas de pesca da UE são efetivamente agrupadas, permitindo que pesqueiros de qualquer país da UE entrem em águas do bloco.

Acesso limitado - Depois do Brexit, o controle britânico de suas águas territoriais será restaurado, e o acesso a essas águas, limitado. O Reino Unido quer um acordo anual com cotas de pesca. Mas os governos da UE estão rejeitando isso. França e Espanha pressionam por um acordo comercial futuro dependente do acesso contínuo às águas britânicas nas linhas atuais. O acordo deste domingo pede apenas os melhores esforços para resolver a questão até julho de 2020. (Valor Econômico)

 


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