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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4460 | 22 de Novembro de 2018

ENCONTRO ESTADUAL: Balanço de 2018 do cooperativismo paranaense será divulgado no evento

encontro estadual destaque 22 11 2018Os resultados obtidos em 2018 pelas 215 cooperativas vinculadas ao Sistema Ocepar serão divulgados no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, promovido tradicionalmente para comemorar as conquistas alcançadas pelo setor ao longo do ano. O evento ocorre dias 6 e 7 de dezembro, em Curitiba, com a expectativa de reunir cerca de dois mil participantes, entre dirigentes, cooperados, colaboradores e familiares.

Eleitos - A programação inicia às 18h, no Teatro Positivo, com a presença do governador eleito e dos deputados federais que irão integrar a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) a partir do ano que vem. Depois, haverá um show com o grupo folclórico ucraniano Vesselka, seguido de jantar.

Mais - As atividades terão continuidade a partir das 8h30 do dia seguinte, quando o coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP) e embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, ministra palestra sobre as perspectivas para o cooperativismo. Depois, haverá debate sobre as propostas do Paraná que serão levadas à discussão no XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá em 2019, em Brasília. O mestre em Educação e especialista em Coaching, Homero Reis, fala na sequência sobre “O futuro quem faz é você”. O evento será encerrado como o show cultural Concerto das Rosas, com a Orquestra Ladies Ensemble, que será apresentado às 14h.

Inscrições - As inscrições para o Encontro Estadual devem ser efetuadas até o dia 1º de dezembro, pelo agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa, ou diretamente no Sistema Ocepar pelo e-mail inscricoes@sistemaocepar.coop.br ou pelo fone 41 3200-1105.

encontro estadual folder 22 11 2018

 

COOPERATIVISMO: Aprovado projeto positivo para negócios do setor

 

destaque cooperativismo 22 11 2018Mais um passo importante para o cooperativismo brasileiro foi dado na terça (20/11), no Poder Legislativo. Foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (PL) 3748/2015, que altera a Lei Geral das Cooperativas (Lei 5.764/71) para permitir que as cooperativas representem seus associados em processos judiciais referentes a operações de mercado. Como a matéria já foi analisada pelo Senado Federal, caso não haja recurso, o projeto seguirá para sanção da Presidência da República.

 

Acompanhamento - O Sistema OCB tem acompanhado de perto a tramitação da matéria desde 2013, atuando de forma incisiva para sua aprovação. Para isso, conta com o apoio direto da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), neste caso com destaque para a participação dos deputados Covatti Filho (RS) e Subtenente Gonzaga (MG).

 

Representação - O texto estabelece a possibilidade de representação desde que essa opção seja expressa no estatuto da cooperativa e autorizada pelo associado individualmente ou em assembleia geral. A cooperativa poderá agir em defesa dos direitos coletivos de seus associados apenas quando a causa tiver relação com as suas operações de mercado.

 

Ganho - Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o projeto significa um ganho na representação de interesses dos cooperados. “Com isso, aumentaremos a segurança jurídica do cooperado, o que vai refletir positivamente também no ambiente de negócios da cooperativa. Sem dúvida, esta é uma conquista importante para o setor”. (Informe OCB)

 

TRANSPORTE DE CARGAS: Publicada resolução da ANTT sobre pisos mínimos

transporte cargas 22 11 2018Foi publicada, no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (22/11), a Resolução nº 5.835, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que altera o Anexo II da Resolução ANTT nº 5.820, de 30 de maio de 2018, em razão o disposto no parágrafo 3º do artigo 5º da Lei nº 13.703, de 8 de agosto de 2018, que determina: “Sempre que ocorrer oscilação no preço do óleo diesel no mercado nacional superior a 10% em relação ao preço considerado na planilha de cálculos, para mais ou para menos, uma nova norma com pisos mínimos deverá ser publicada pela ANTT, considerando a variação no preço do combustível”. Assim, a nova Resolução, a de nº 5.835, aplica somente este gatilho.

Percentuais - A Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR (Gecoop) esclarece que, desta forma, para carga geral, a média de redução foi de 5%, sendo a maior variação de 5,3% para trechos acima de 1700 km e a menor redução de 2,3%, para trecho de até 100km. Já para carga granel, a média de redução foi de 3,8%, sendo a maior variação de 4,3% para trechos acima de 1900 km e a menor redução de 2,3% para trecho de até 100km.

Frigorificada - Para carga frigorificada, a média de redução foi de 2%, sendo a maior variação de 4,5% para trechos acima de 1600 km, e a menor redução de 2,0% para trecho de até 100km.

Reunião - A questão dos pisos mínimos será discutida em reuniões que ocorrerão nesta sexta-feira (23/11), em Brasília, na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da ANTT, e que contarão com a presença de representantes do Sistema Ocepar e das cooperativas paranaeneses Coamo, Cotriguaçu, Copacol e C.Vale. 

Foto: ANTT

Clique aqui para conferir o comparativo completo dos modais de carga e faixas de distância

 

FÓRUM: Evento em Curitiba terá workshop sobre comunicação de alta performance

 

Nos dias 26 e 27 de novembro, o Sistema Ocepar promove o 2º Fórum dos Profissionais de Comunicação das Cooperativas Paranaenses de 2018, em Curitiba. Desta vez, o evento deverá reunir profissionais que atuam nas áreas de comunicação, marketing e varejo para tratar sobre comunicação de alta performance, focando o desenvolvimento pessoal e profissional. Na oportunidade, também será constituído o Comitê de Comunicação do PRC 100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, conforme discussão realizada no último Fórum, ocorrido em junho, em Carambeí. 

 

Programação - No primeiro dia, haverá debates sobre o DNA da Marca, com a contextualização do processo de criação colaborativa, tema que será abordado pela mestre em Gestão de Negócios pela UFSC e especialista em Gestão de Imagem e de Marcas, Eliane Doin. Depois, haverá a formação do Comitê de Comunicação do PRC 100, com a participação de Pedro Gonçalves, da Partner Consulting, e Samuel Milléo Filho, coordenador de Comunicação Social do Sistema Ocepar. Na sequência, o mestre em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/EBAP), com formação pelo Programa de Gestão Avançada (AMP) da Harvard Business School, Allan Costa, ministra palestra sobre a cultura da inovação.

 

Workshop - No segundo dia do evento, a fonoaudióloga e mestre em Distúrbios da Comunicação e Doutoranda em Administração de Empresas, Cida Stier, vai conduzir um workshop com o tema “Neuromarketing e novas perspectivas da comunicação de alta performance”. O objetivo é promover o conhecimento sobre os princípios da comunicação pessoal e profissional, bem como uma reflexão sobre atitudes e comportamentos saudáveis para o ambiente organizacional.

 

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INTEGRADA: Cooperativa atinge a marca de R$ 3 bilhões em faturamento

 

integrada 22 11 2018A Cooperativa Integrada atingiu a marca de R$ 3 bilhões em faturamento já em novembro, um mês e meio antes do término do ano. O orçamento estimado para 2018 é de 3,1 bilhões.

 

Marco - O diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, afirma que a chegada da Integrada a casa dos R$ 3 bilhões de faturamento é um marco histórico, já que a Integrada é uma das primeiras cooperativas a conseguir em pouco mais de 20 anos de existência atingir este valor.

 

Conquista - Hashimoto atribui à conquista a todos os cooperados e colaboradores pelo empenho para melhorar o desempenho da cooperativa. A Integrada vem crescendo a passos largos, inclusive em território. Recentemente, a cooperativa chegou ao município de Santa Cruz do Rio Pardo (SP). Com esta, são 63 unidades de recebimento.

 

Melhora - Contudo, mesmo com este resultado, a cooperativa precisa melhorar a sua receita por meio da redução das suas despesas, melhoria da margem de rendimento e principalmente pela eficiência dos processos. Para isso, Hashimoto enfatiza que é necessário ajustar ao máximo as contas para que hajam maiores sobras. (Imprensa Integrada)

 

UNIUM: Modelo inovador de intercooperação completa um ano e colhe resultados expressivos

 

Há exatamente um ano, a região dos Campos Gerais, no Paraná, ganhava uma nova marca para representar três grandes cooperativas. No dia 10 de novembro de 2017, Frísia, Castrolanda e Capal lançaram a Unium e, desde então, o trabalho da nova marca tem sido divulgar a intercooperação no Brasil.

 

Processo inovador - O processo inovador, considerado único no País, chegou como um modelo de negócio idealizado pelas cooperativas, mas que seguiu com gestões independentes. “A intercooperação já vinha atuando há alguns anos e sentíamos falta de uma marca para assinar os produtos que são feitos em conjunto. Colocar três marcas na mesma embalagem seria algo impraticável”, lembra o gerente de marketing da Unium, Cracios Consul.

 

Focos específicos - Desde sua criação, a Unium trabalhou com focos específicos para cada uma das cooperativas e seus negócios. Ao longo deste ano, alguns desses desafios ficaram evidentes e foram superados, trazendo resultados expressivos para a marca.

 

Alegra - A Alegra – um dos negócios da Unium - tinha como um dos seus objetivos o crescimento na exportação. Até o ano passado, a empresa enviava produtos para 25 países. Hoje, no mercado externo, são 1.550 clientes em 30 países. Além disso, a indústria também comemora a ampliação da capacidade de abates, o que traz um ganho na capacidade de produção dos cortes. “A Alegra completou três anos agora em outubro e o crescimento da empresa é visível. Outra grande conquista nesse último ano foi aCertificação de Bem-Estar Animal, sendo a primeira planta industrial de suínos a receber o selo NAMI” (explicar o que é selo NAMI), comemora Consul.

 

Trigo - Na área do trigo, o Moinho ganhou destaque com a entrada no mercado regional de varejo com as marcas Herança holandesa e Precisa, que atendem diretamente o consumidor final. A Herança Holandesa é conhecida no mercado por suas vendas B2B (Business to Business), ou seja, pela comercialização entre empresas, voltada para grandes indústrias e marcas de biscoitos. O lançamento dos novos produtos voltado a todos os tipos de clientes completou dois meses e, segundo o coordenador de Negócios do Moinho de Trigo, Cleonir Ongaratto, o número de vendas vem crescendo consideravelmente.

 

Láteos - Na linha de lácteos, também foi um ano de reconhecimentos. Em março, a Castrolanda Cooperativa Agroindustrial conquistou o certificado FSSC 22.000 (Food Safety System Certification). O reconhecimento é válido para produtos da família do leite e derivados UHT, alimentos enterais UHT, alimentos vegetais UHT e produtos lácteos a granel e seus derivados.

 

Industrialização - Além disso, a cooperativa também confirmou recentemente um investimento de R$ 125 milhões que será utilizado para dois aportes diferentes, um deles voltado para a expansão da industrialização de leite. O investimento será para a implantação de uma fábrica de leite em pó, construída ao lado da Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL), em Castro, com capacidade de produção de três toneladas por hora, possibilitando a ampliação da produção de creme de leite. A perspectiva é que a ampliação da planta fabril seja inaugurada em agosto de 2019.

 

Recuperação - Mas nem só de comemorações foi o primeiro ano da marca. A greve dos caminhoneiros, que aconteceu em maio de 2018, parando o País, trouxe inúmeros prejuízos para diversos setores, entre eles o agronegócio. Durante os dez dias de paralisação, as cooperativas dos Campos Gerais tiveram perdas irreparáveis, com milhares de litros de leite jogados fora diariamente e animais sofrendo por falta de ração. Os estragos sentidos foram sendo, aos poucos, recuperados, mas o setor ainda sente o trauma.

 

Unium também comemora - No entanto, para a Unium, o crescimento foi expressivo. A marca fechou seu primeiro ano com a previsão de novos negócios que trarão investimentos de peso para o Paraná, como a nova Usina de Biogás, prevista para ser instalada em setembro de 2019. A capacidade da Usina será de um megawatt, instalada em uma área de quatro mil m², de propriedade das cooperativas na cidade de Castro, graças a um investimento de R$ 10 milhões.

 

Geração de energia - “Nosso objetivo será gerar energia elétrica e, futuramente, gerar também biometano e fertilizante organomineral. Nossas cooperativas têm visitado a Europa nos últimos três anos para buscar referências em energias renováveis e aplicá-las no Brasil, sempre com o intuito de atingir metas firmadas no Acordo de Paris, que foca no aumento da participação da bioenergia sustentável na matriz energética brasileira para 18%”, destaca Cracios Consul.

 

Investimentos - Dentro desse contexto de expansão, também foram feitos investimentos no uso da marca Unium, tanto nas embalagens dos produtos, quanto nos totens de identificação das plantas, aumentando a percepção de valor da marca para os consumidores e clientes. “Esse reconhecimento que buscávamos ficou evidente no retorno que tivemos por parte dos nossos parceiros e pela mídia. Para 2019 estamos otimistas. Acreditamos que a recuperação econômica e as novas condições de trabalho irão alavancar ainda mais nossas vendas, ampliando nossa participação de mercado”, completa o gerente.

 

Sobre a Unium - A Unium é a marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal e representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. As marcas reunidas pela Unium são reconhecidas pela qualidade e excelência, e entre elas está a Alegra. A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22.000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

 

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SICREDI: Eleito o primeiro conselheiro independente

 

sicredi 22 11 2018O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,9 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal – passa a contar com um conselheiro independente na composição do Conselho de Administração da SicrediPar, Holding que controla as decisões estratégicas do Sistema, e do Banco Cooperativo Sicredi. Walter Oti Shinomata, profissional com ampla experiência no mercado financeiro, tendo também atuação no segmento de cooperativismo, foi eleito para o exercício até 2021.

 

Passo pioneiro - “O Sicredi está dando mais um passo pioneiro em sua história, exemplo que tende a ser seguido pelo cooperativismo. Me sinto honrado e motivado com esse desafio”, garante Shinomata. Para o presidente da SicrediPar, da Central PR/SP/RJ, e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas (Woccu), Manfred Alfonso Dasenbrock, este é um avanço que amplia a pluralidade nas decisões e demonstra o amadurecimento da instituição. “Nós já somos referência, inclusive internacional, dentro do cooperativismo de crédito e a atuação do Walter vai ao encontro das melhores práticas. Nosso novo modelo de processo decisório vai gerar uma visão ainda mais positiva do mercado sobre as nossas cooperativas”, contextualiza. 

 

Fortalecimento - De acordo com o presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares, a chegada do novo conselheiro fortalece os principais pilares de governança do Sicredi. “É um acréscimo do ponto de vista do relacionamento com instituições e entidades, além de nos engrandecer com a inclusão de uma visão externa, trazendo uma capacidade maior de autocrítica e reforçando a nossa credibilidade, que é gerada não só pelos nossos números, mas também pela robustez do processo de governança”, resume.

 

Holding - Criada em 2008, a Sicredi Participações S.A. (SicrediPar) é a Holding que controla o Banco Cooperativo e coordena as decisões estratégicas do Sistema. A SicrediPar propicia às cooperativas de crédito participarem, de maneira direta e formal, da gestão corporativa, dando maior transparência à estrutura de governança. 

 

Conselho de Administração - O Conselho de Administração, que se reúne mensalmente para discutir e deliberar sobre temas estratégicos e sistêmicos, é composto por 12 membros. Desses, cinco são presidentes das Centrais, outros cinco representantes de cooperativas singulares (um por Central), um representante indicado pelo Rabobank, e agora um conselheiro independente. Todos são eleitos em assembleia geral para um mandato de três anos.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO: Centro de Informática forma mais 150 alunos

 

sicredi uniao 22 11 2018Neste segundo semestre, cerca de 150 alunos de oito municípios do Paraná e um de São Paulo se formarão no curso de informática básica do programa Centro de Informática da Sicredi União PR/SP. A entrega dos certificados começou por Terra Boa e Nova Esperança, nesta quarta-feira (21/11), às 19h.

 

Mais - Depois destes eventos, representantes da Sicredi União percorrem os municípios de Graciosa – distrito de Paranavaí (dia 22), São Lourenço – distrito de Cianorte (26), Cafeara (27), Alto Paraná (28), Paranavaí (3 de dezembro) e Floraí (5 de dezembro). Em cada local participarão os alunos, os parceiros do programa e autoridades convidadas.

 

Certificados - Só no primeiro semestre deste ano, a Sicredi entregou certificados para cerca 130 alunos. Nos quatro anos de funcionamento do programa, a instituição financeira cooperativa formou mais de 900 alunos.

 

Programa - Lançado em 2013, o programa foi iniciado no distrito de Graciosa e, atualmente, está presente em oito municípios, sendo que dois deles implantaram a iniciativa neste ano: Cafeara e Mogi Guaçu. Outras duas cidades, Leme e Sabáudia, também aderiram ao programa, mas iniciam turmas somente no começo do ano que vem.

 

O curso - O curso é gratuito, tem duração de quatro meses e é realizado duas vezes por ano, de março a junho e de agosto até novembro, com duas aulas por semana. Nesse período, os alunos aprendem informática básica, que inclui o sistema office e internet.

 

Associados e familiares - A iniciativa é voltada para associados da Sicredi União e familiares, e abrange todas as faixas etárias - desde crianças até pessoas na terceira idade. O objetivo é levar conhecimento a quem não tem acesso, promovendo a inclusão digital. Para isso, a instituição financeira cooperativa disponibiliza equipamentos e instrutores, já os parceiros providenciam o local para a realização do curso.

 

Parcerias - Entre os parceiros, estão o Rotary Club de Terra Boa, Associação das Senhoras de Rotarianos de Paranavaí, Amafil Alimentos de São Lourenço, Associação Ninho da Águia de Nova Esperança, Associação Comercial e Industrial de Alto Paraná (Aciap), Prefeitura Municipal e Secretaria de Assistência Social de Cafeara, e Associação Mundo Melhor de Mogi Guaçu. Quanto a Leme e Sabáudia, os parceiros são Casa da Criança e Prefeitura Municipal, respectivamente. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICOOB INTEGRADO: Agência é reinaugurada em Coronel Vivida

 

Com a presença de dirigentes, cooperados, colaboradores, autoridades e da população, foi reinaugurada na manhã de segunda-feira (19/11) a agência do Sicoob Integrado em Coronel Vivida. A unidade vividense é a pioneira da cooperativa que conta com outros 18 pontos de atendimento nas cidades de Candói, Cantagalo, Chopinzinho, Clevelândia, Foz do Jordão, General Carneiro, Itapejara D’Oeste, Mangueirinha, Palmas, Pato Branco, Pinhão, Reserva do Iguaçu, São João, União da Vitória e Vitorino.

 

Estrutura - Agora em novo endereço, situado na Rua Doutor Francisco Beltrão nº 49, a agência passa a contar com uma estrutura de 600m². “Além dos 400 m² destinados ao atendimento dos cooperados, temos também aproximadamente 200 m² de área de retaguarda e um espaço específico para reuniões”, explica o vice-presidente do Sicoob Integrado, Lindonês Colferai.

 

Crescimento - De acordo com ele, a mudança de endereço foi necessária para acompanhar o crescimento da cooperativa nos últimos anos. “A princípio, a agência funcionava em um prédio disponibilizado pela Acivi, tinha 120 m², seis colaboradores. Expandimos nossa atuação, conquistamos novos cooperados e com isso, foi necessário buscar um espaço maior para continuar oferecendo um atendimento de qualidade à comunidade vividense. Agora, além de uma estrutura mais ampla, contaremos com 15 colaboradores e cinco caixas eletrônicos”, complementa.

 

Desenvolvimento - O Sicoob chegou ao município em 2005, com 61 sócios-fundadores e total apoio da Associação Comercial e Empresarial de Coronel Vivida (Acivi). Após o fechamento de algumas agências bancárias, a cooperativa foi implantada para atender a demanda do empresariado e da comunidade local, oferecendo produtos e serviços com taxas mais acessíveis e um atendimento humanizado.

 

Associados - No início, a unidade tinha cerca de 100 associados e hoje, já são mais de 3 mil. “A agência de Coronel Vivida já é a maior em número de colaboradores, cooperados e em estrutura física dentre todas as 19 unidades da cooperativa”, afirma o diretor superintendente do Sicoob Integrado, Clevi Deitos. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB MERIDIONAL: Iniciado Programa de Desenvolvimento de Lideranças

 

sicoob meridional 22 11 2018Nos dias 9 e 10 de novembro, foram ministrados os dois primeiros módulos do Programa de Desenvolvimento de Lideranças no Sicoob Meridional, em Toledo. Voltado para gestores e gerentes de agências, a iniciativa foi implantada a partir das necessidades identificadas no Programa de Excelência de Gestão (PEG), promovido pela Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar).

 

Módulos - A capacitação será dividida em quatro módulos, que vão trabalhar comunicação eficaz, relacionamento interpessoal, inteligência emocional, postura, visão sistêmica, planejamento estratégico, entre outros assuntos.

 

Tomada de decisões - Para a supervisora de Administrativo e Financeiro, Sheila Capitanio, o programa está contribuindo para sua tomada de decisões como líder. “Acredito que minha equipe pode melhorar a excelência por meio da minha qualificação. Isso porque, como gestora de uma equipe competente e comprometida, o treinamento irá me ajudar a identificar quais as funções e ações devo ter como líder", afirma.

 

Próximos módulos - Os próximos módulos do Programa de Desenvolvimento de Lideranças no Sicoob Meridional devem acontecer nos dias 23 e 24 de novembro. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB MÉDIO OESTE: Dia Sem Carro estimula colaboradores a adotar práticas mais saudáveis

 

sicoob medio oeste 22 11 2018A prática de exercícios físicos ainda é a melhor forma de garantir qualidade de vida. Para estimular essa prática entre os colaboradores, o Sicoob Médio Oeste lançou, no início do ano, o programa Se Cuide. O objetivo da iniciativa é desenvolver ações que colaborem e contribuam para uma vida mais saudável.

 

Dia Sem Carro - Por isso, no último dia 9, todos foram desafiados a participar do Dia Sem Carro. Assim, os colaboradores, tanto das agências como da Unidade Administrativa, foram para o trabalho caminhando ou de bicicleta.

 

Novo estilo - De acordo com a colaboradora Janete Bilk, a caminhada é uma ótima forma de começar um novo estilo de vida, pois traz diversos benefícios para a saúde. “A iniciativa é muito importante, e mostra para todos como podemos ter uma qualidade de vida melhor”, afirma.

 

Contribuição - Além de ações como esta, a cooperativa contribui com o pagamento de 50% das mensalidades dos colaboradores que praticam atividades físicas. “Aqueles que realizam exercícios, como hidroginástica, crossfit, academia, zumba ou qualquer outro, tem a ajuda da singular para estimular ainda mais a prática e garantir o bem-estar”, explica a diretora superintendente, Nadir Lulu Ferreira da Costa.

 

Comunidade - “Ações como esta são muito importantes, pois além de estimular hábitos saudáveis entre os colaboradores, conseguimos estimular também a comunidade a iniciar a prática de alguma atividade física”, avalia a colaboradora Sandra Passoni. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

OZIRES SILVA: Prêmio de Empreendedorismo Sustentável está com inscrições abertas

 

O Isae Escola de Negócios, sempre atento a ações mais conscientes, sustentáveis e que promovam um mundo melhor, abre as inscrições para a 12ª edição do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável, que tem como objetivo reconhecer ideias que contribuam para o desenvolvimento da sociedade brasileira. O Prêmio é dividido em três categorias: social, ambiental, econômico e educacional e pessoas físicas, jurídicas, da iniciativa privada, pública e de economia mista podem participar.

 

Site - As inscrições podem ser feitas pelo site www.isaebrasil.com.br/premio, até o dia 30 de novembro. Já a cerimônia de entrega do prêmio será realizada no dia 13 de fevereiro de 2019, em Curitiba (PR). Participe e ajude a destacar atitudes que desenvolvam a inovação sustentável. (Isae)

 

ozires silva cartaz 22 11 2018

VBP: Valor da Produção Agropecuária é de R$ 578,2 bilhões

 

vbp 22 11 2018A estimativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2018, com base nas informações de outubro é de R$ 578,2 bilhões, 2,3% abaixo de 2017, que foi de R$ 591,7 bilhões. Neste ano, as lavouras geraram R$ 391,8 bilhões e, a pecuária, R$ 186,3 bilhões. Em relação ao ano passado, as lavouras apresentaram redução real de 1,2% e a pecuária, de 4,5%. 

 

Menor - O VBP deste ano é o menor dos últimos quatro anos. A redução do valor de produtos relevantes como arroz, cana-de-açúcar, feijão, laranja, mandioca e milho foi o principal fator que afetou o resultado, explica José Garcia Gasques, coordenador-geral de Estudos Econômicos da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 

Destaques - Na relação de produtos pesquisados, os maiores destaques, considerando preço e produção, ocorreram com o algodão, 47,6% em relação a 2017, cacau (35,8%), café (8,3%), mamona (107,6%), soja (12,4%), tomate (5,4%), trigo (78%). Esses produtos representam 57% do valor das lavouras.

 

Outros produtos - Outros produtos têm-se beneficiado de preços agrícolas maiores em relação ao ano de 2017. Entre estes, pode-se destacar algodão com aumento médio real de 15,0%, cacau, 15,1%, milho, 11,3%, cebola, 23,5%, soja, 9,8%, tomate, 7,7%, trigo, 29,9% e maçã, 5,9%.

 

Redução - Há uma relação de produtos que têm apresentado redução do VBP. É o caso do amendoim, do arroz, banana, batata inglesa, cana-de-açúcar, feijão, laranja, mandioca, milho e uva. Esses produtos conjuntamente têm peso elevado na agropecuária e, por isso, seus resultados afetaram o desempenho neste ano. 

 

Pecuária - Já os resultados da pecuária são negativos em relação ao ano passado, com destaque principalmente para suínos e ovos, lembrou o coordenador.

 

Dados regionais - Os dados regionais mostram a continuidade do Centro Oeste na liderança com VBP de R$ 167,2 bilhões, Sudeste, R$ 142,9, Sul, 137,2 bilhões, Nordeste, R$ 51,3 bilhões, Norte, R$ 30,2 bilhões.

 

Prognóstico para 2019 - Os prognósticos para a próxima safra ainda estão divergentes devido à fase muito preliminar das informações disponíveis. O IBGE aponta estimativa de 226,7 milhões de toneladas de grãos, e a Conab, apresenta intervalo entre 233,7 milhões e 238,2 milhões de toneladas. Também em forma muito preliminar, o VBP de 2019 está estimado em R$ 584,7 bilhões, pouco acima do estimado para este ano. (Mapa)

 

Confira o Resumo do VBP e os Dados Regionais

 

MERCADO EXTERNO: Brasil submete à UE planos de ação para reforçar controle sanitário

 

O governo brasileiro submeteu à União Europeia dois planos de ação para reforçar o controle sanitário de produtos de origem animal e também de pescados do país. A reação do bloco às promessas será importante para o futuro dessas exportações, atualmente mais restritas em razão de problemas nessa frente.

 

Relatório final - Na semana passada, a UE publicou o relatório final de uma missão de auditores europeus que visitou o Brasil entre os dias 23 de maio e 8 de junho para analisar o controle de resíduos e contaminantes em produtos de origem animal. Embora o Brasil no momento só exporte três categorias com esse tipo de risco (carnes bovina e de aves e mel), a missão examinou os controles oficiais da produção de todos os itens para os quais o Brasil tem planos de controle de resíduos aprovado, incluindo carne de cavalo e pescado.

 

Insuficiências - O relatório final europeu apontou insuficiências no controle de resíduos e contaminantes em produtos de origem animal que poderiam ser destinados à UE. E o bloco também publicou em sua página na internet um relatório do governo brasileiro no qual o país se compromete com mudanças no controle em resposta a recomendações de Bruxelas.

 

Respostas brasileiras - No entanto, o Valor apurou que a UE continuou a considerar insuficientes as respostas brasileiras. E isso levou o Ministério da Agricultura a submeter a Bruxelas uma versão revisada de seu plano de ação, o que aconteceu na semana passada. De maneira mais clara, o Brasil se comprometeu a respeitar as exigências previstas na legislação europeia para controle de resíduos e contaminantes, incluindo a proibição do uso de hormônios 17-beta-estradiol em vacas para evitar problemas nas vendas de lácteos.

 

Uso - O uso de hormônios esteroides, incluindo o 17-beta-estradiol, em animais destinados ao abate também está proibido no Brasil, não apenas na UE. Mas é permitido no Brasil para fins zootécnicos e, em vacas, na sincronização do cio — não como melhorador de desempenho.

 

Garantias - A UE pediu também garantias de que os produtos exportados pelo Brasil respeitam os limites máximos de resíduos definidos na UE. Isso mesmo quando os limites definidos na legislação brasileira forem mais elevados que os europeus ou quando não houver limites estabelecidos por Bruxelas.

 

Amostragem - Em resposta, o Ministério da Agricultura assegurou que seu sistema de amostragem ao longo de toda a cadeia produtiva evitará que os produtos elegíveis para exportação contenham resíduos de substâncias farmacologicamente ativas acima dos limites aceitáveis pelos europeus.

 

Harmonizar - Além disso, o Brasil se comprometeu a harmonizar procedimentos de análises laboratoriais e a realizar auditorias internas nos laboratórios credenciados para garantir o cumprimento dos dispositivos de uma diretiva europeia sobre o controle de resíduos em animais vivos em produtos de origem animal.

 

Segundo plano - O segundo plano de ação que o Brasil submeteu aos europeus diz respeito ao controle sanitário dos pescados. Auditoria da UE em setembro de 2017 chegou a conclusões muito negativas, a começar sobre as condições das embarcações que operam no país. Um dos problemas foram os refrigeradores nos barcos, que não mantinham os pescados na temperatura adequada.

 

Dificuldades - A Secretaria Especial da Aquicultura e Pesca, vinculada à Presidência da República, e o Ministério da Agricultura, que cuida da certificação sanitária desses produtos, tiveram dificuldades para se entender sobre as garantias que poderiam ser oferecidas à UE de que a produção de pescado e produtos da pesca provenientes do Brasil cumpriam os requisitos sanitários europeus.

 

Proibição - Em meio à demora de Brasília em responder, a UE proibiu a importação dos pescados originários do Brasil. Excluiu em junho deste ano todos os estabelecimentos brasileiros da lista de unidades autorizadas a exportar para a UE, a chamada “pre-listing”. Mas o Ministério da Agricultura já havia suspendido a certificação sanitária das exportações em janeiro.

 

Plano de ação - Após mais de um ano, o Brasil enfim apresentou no começo deste mês o plano de ação à UE para o segmento de pescado. A avaliação no governo é que as medidas listadas são suficientes para responder às demandas da UE.

 

Exame - A reabilitação das exportações brasileiras de pescados dependerá, portanto, do exame das autoridades sanitárias europeias sobre o plano apresentado por Brasília. E provavelmente do envio de uma nova missão de auditoria ao Brasil para verificar se as medidas propostas no plano foram implementadas de maneira satisfatória.

 

Carne de cavalo - O Brasil está impedido de exportar também carne de cavalo para a União Europeia, em razão de conclusão de auditoria da UE enviada ao Brasil em maio de 2017 para apurar denúncias divulgadas na esteira da Operação Carne Fraca. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA: Temer deixará pacote de concessões para Bolsonaro leiloar em março

 

infraestrutura 22 11 2018O presidente eleito, Jair Bolsonaro, vai receber da gestão Temer um pacote fechado de projetos de concessão, prontos para serem leiloados já no primeiro trimestre do ano que vem. No próximo dia 29, o governo vai divulgar os editais de licitação de 12 aeroportos, 4 portos e uma ferrovia. Como o trâmite leva 100 dias, Bolsonaro poderia realizar os leilões em março de 2019.

 

Arrecadação estimada - A arrecadação estimada é de R$ 1,5 bilhão e os investimentos previstos somam R$ 6,4 bilhões. Todo esse dinheiro, no entanto, não entraria no caixa ou seria injetado na economia automaticamente, já que cada edital tem regras específicas.

 

Recursos extras - Ainda assim, o pacote de Temer dará a Bolsonaro a oportunidade de, logo no início de sua gestão, injetar recursos extras no Tesouro Nacional e mostrar dinamismo em uma área que escolheu como prioridade. O futuro governo terá uma secretaria dedicada a privatizações, com as quais pretende arrecadar R$ 1 trilhão. 

 

Disputa interna - Segundo fontes da equipe de transição, essa secretaria é objeto de uma disputa interna entre o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, o vice-presidente, Hamilton Mourão, e Gustavo Bebbiano, anunciado na quarta-feira (21/11), como o futuro secretário-geral da Presidência.

 

Publicação - A publicação dos editais das concessões em infraestrutura foi informada na quarta pelo ministro dos Transportes Valter Casimiro. A realização dos leilões em março do ano que vem, segundo o ministro, estaria praticamente confirmada, porque todo o processo de finalização dos editais teria sido acompanhado pela equipe de transição de Bolsonaro. “Não tivemos retorno da equipe de transição sobre eventuais mudanças necessárias”, disse Casimiro.

 

Conhecidas - As concessões são velhas conhecidas do governo, dos investidores e do Tribunal de Contas da União (TCU). Pelo cronograma oficial do governo Temer, todas já deveriam ter sido repassadas para a iniciativa privada, mas acabaram sofrendo atrasos sucessivos por conta de revisões de estudos e ajustes pedidos pelo TCU.

 

Mais cara - A concessão mais cara é a da Ferrovia Norte-Sul, que teve lance mínimo fixado em R$ 1,2 bilhão, além de outros R$ 2,7 bilhões em investimentos previstos para ocorrer ao longo da concessão de 30 anos. Será oferecido o trecho de 1.537 km, que liga Estrela d’Oeste (SP) a Porto Nacional (TO), conectando-se aos demais trechos da Norte-Sul que estão em operação.

 

Aeroportos - Na área aeroportuária, são 12 terminais divididos em três blocos. Seis aeroportos ficam na Região Nordeste e dois na Região Sudeste. Para os aeroportos, a previsão mínima de arrecadação é de R$ 208 milhões em outorga. Os investimentos que serão feitos ao longo dos anos de cada concessão, porém, chegam a R$ 3,5 bilhões.

 

Inclusão - O governo incluiu ainda no pacote quatro terminais portuários, sendo três deles localizados no município de Cabedelo (PB) e um em Vitória (ES). Não foram divulgados os valores mínimos de outorga para esses terminais – normalmente são de R$ 1,00 –, mas os investimentos incluídos nas propostas somam R$ 200 milhões.

 

Prazos regimentais - Até julho, o governo Temer ainda prometia que cada uma dessas concessões iria a leilão durante sua gestão. Em agosto deste ano, porém, em entrevista ao Estado, Casimiro já admitia que as propostas ficariam mesmo para 2019, por conta de prazos regimentais previstos nos editais. (O Estado de S.Paulo)

 

REFORMA TRIBUTÁRIA: Relator da matéria vai debater texto com novo governo

 

reforma tributaria 22 11 2018O relator da reforma tributária e deputado federal, Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), disse nesta quarta-feira (21/11) que vai se reunir com a equipe de transição do novo governo para ajustar alterações no projeto em tramitação no Congresso Nacional. Hauly esteve no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) para tratar do tema com equipe econômica do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

 

IVA - De acordo com o parlamentar, o projeto prevê a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que substituiria nove tributos da base de consumo: PIS, Pasep, Cofins, IPI, ICMS estadual, ISS municipal, Cide, salário-educação e IOF. A ideia é simplificar e desburocratizar a cobrança, com isso combater a sonegação. "Disse [ao Bolsonaro] que o ambiente é 100% favorável à aprovação, nesse ano ainda, da criação do IVA. É a reforma econômica mais importante que deve ser feita", contou Hauly ao deixar o CCBB.

 

Intervenção federal - Como é uma proposta de emenda constitucional, a matéria só pode ser votada se a intervenção federal na segurança pública no estado do Rio de Janeiro, prevista para durar até 31 de dezembro, for suspensa. Durante a vigência de intervenção, não é possível modificar a Constituição.

 

Alíquota - A alíquota a ser cobrada deverá ser definida posteriormente, por lei complementar. Além da agregação de tributos, a emenda deve definir o tempo de transição, que segundo Hauly, deve ser de um ano para teste do modelo de cobrança eletrônico, cinco de transição e mais o tempo de transição da mudança de origem para destino, no caso de estados e municípios.

 

Movimentação financeira - Questionado sobre a possibilidade de a reforma prever a criação de um imposto sobre movimentação financeira, Hauly disse que isso é uma decisão da equipe de transição e que o projeto é focado no IVA. (Agência Brasil)

 

CAGED: Criação de emprego formal desacelera 24,6% em outubro

 

caged 22 11 2018Apesar do bom desempenho do setor de serviços e do aquecimento do comércio próximo do fim do ano, a criação de empregos com carteira assinada desacelerou em outubro. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, 57.733 postos formais de trabalho foram criados no último mês, número 24,6% inferior às 76.599 vagas abertas no mesmo mês do ano passado.

 

Diferença - O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

 

Segunda melhor - Mesmo com a desaceleração, a criação de empregos é a segunda melhor registrada desde outubro de 2013, quando as admissões tinham superado as dispensas em 94.893. Em outubro de 2014, 2015 e 2016, o saldo tinha ficado negativo, com as empresas demitindo mais do que contratando.

 

Total - A criação de empregos totaliza 790.579 de janeiro a outubro, alta de 2,09% em relação ao mesmo período de 2017. Nos últimos 12 meses, o país contratou 444.483 trabalhadores com carteira assinada a mais do que demitiu, alta de 1,16%.

 

Ramos de atividade - Na divisão por ramos de atividade, seis dos oito setores econômicos criaram empregos formais em outubro. O campeão foi o setor de comércio, com a abertura de 34.133 postos, seguido pelo de serviços (28.759 postos) e pela indústria de transformação (7.048 postos). A construção civil abriu 560 vagas, seguida pela indústria extrativa mineral (377 vagas) e pelos serviços industriais de utilidade pública, categoria que inclui energia e saneamento, com 268 vagas.

 

Agropecuária - O nível de emprego caiu apenas no setor da agropecuária, que demitiu 13.059 trabalhadores a mais do que contratou no mês passado, e na administração pública (-353 postos). Tradicionalmente, outubro registra contratações pelo comércio, por causa do fim de ano. Em contrapartida, o mês registra demissões no campo, por causa da entressafra de diversos produtos.

 

Comércio - No comércio, o setor varejista abriu 28.984 postos formais de trabalho. O setor atacadista criou 5.149 vagas. Nos serviços, os grandes destaques foram o comércio e a administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico, que abriu 9.946 postos, e os serviços médicos, odontológicos e veterinários, com 7.046 vagas. A indústria foi impulsionada pelos produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico, com 3.223 postos.

 

Regiões - Quatro regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em outubro. O Sul liderou a abertura de vagas, com 25.999 postos, seguido pelo Sudeste (15.988 vagas). Foram abertos 13.426 no Nordeste e 2.379 no Norte. Por causa do peso da agropecuária na economia da região, apenas o Centro-Oeste demitiu mais do que contratou, com o fechamento de 59 vagas.

 

Estados - Na divisão por estados, as maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em São Paulo (13.088 postos), Santa Catarina (9.743), no Rio Grande do Sul (9.319) e Paraná (6.937). Quatro estados demitiram mais do que contrataram: Goiás (-3.565 vagas), Pernambuco (-1.330), Rio de Janeiro (-847) e Rondônia (-374). (Agência Brasil)

 

OPINIÃO: Brasil, o país que melhor cuida do meio ambiente no mundo

 

opiniao 22 11 2018Recentemente, participei em Lille, na França, da Conferência Mundial promovida pela Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS), representando a diretoria da Coamo Agroindustrial cooperativa.  

 

A Conferência Mundial recebeu dezenas de autoridades de mais de 40 países dos cinco continentes, ligadas à cadeia produtiva da soja e discutiu várias questões referente a produção e fornecimento, incluindo também o papel dos governos e os riscos sociais. 

 

Esta foi a primeira vez que o setor produtivo brasileiro esteve no evento, representado por seis cooperativas agrícolas – das quais cinco do Estado do Paraná- que, juntas produzem 11% da produção brasileira de soja. 

 

Entendo ter sido muito importante a participação do nosso setor produtivo, haja vista a oportunidade para rebater várias críticas feitas ao Brasil no tocante a produção agrícola e ao meio ambiente. 

 

Na oportunidade, mostramos ao mundo que o Brasil não é do jeito que eles pensam. Escutamos críticas de estrangeiros, de ONG´s e até mesmo de brasileiros, de pessoas mal-intencionadas que, com suas ideologias, retrataram um país que não cuida do meio ambiente, de terras estéreis e de agricultores que não usam tecnologia e estão empobrecendo, o que não é verdade.

 

Mostramos ao mundo a verdadeira situação do nosso país, a qual é bem diferente do cenário apresentado por essas pessoas mal-intencionadas. O Brasil é o país que mais preserva o meio ambiente e vem aumentado a sua produção exatamente por contar com agricultores tecnificados e empreendedores, preocupados com a natureza.

 

Muitos países produtores de soja estão na verdade assustados com o crescimento agrícola do Brasil e fazendo de tudo para complicar e rebaixar a agricultura brasileira. Ao contrário do que eles tentam dizer, nós produzimos bem com responsabilidade e sustentabilidade. 

 

Indagamos no evento se os representantes de outros países tinham o CAR (Cadastro Ambiental Rural) – que é um registro eletrônico e obrigatório para todos os imóveis rurais, que integra as informações ambientais das áreas de preservação permanente, áreas de Reserva Legal, das florestas,  vegetação nativa, e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país- e ninguém tinha, por isso ficaram mudos.

 

Informamos também na oportunidade, que no Sul do Brasil 20% da área de uma propriedade rural é destinada para reserva legal - no Cerrado esse número sobe para 35% e na Amazônia é de 80% - e o agricultor não tem nenhuma remuneração por isso. 

 

Trata-se de uma situação bem diferente do que vimos por exemplo, na Alemanha, onde 100 m² de pousio é subsidiado pelo valor de 6.000 euros, equivalente a cerca de R$ 25 mil. Diante da posição brasileira eles novamente ficaram silenciosos, haja vista que somente 7,3% da área brasileira é utilizada para uso da agricultura e o restante é ocupado com rios, matas, florestas e parques, enquanto que eles não têm mais área para plantio. 

 

Destacamos na Conferência Mundial de Soja Sustentável como pontos relevantes a prática pelos agricultores brasileiros do sistema de Plantio Direto, que foi a revolução da nossa agricultura, e a devolução e destinação correta das embalagens vazias de defensivos agrícolas, onde o Brasil se destaca tirando do campo milhares de embalagens que poderiam prejudicar o meio ambiente. 

 

Quando a gente vê notícias falando mal da agricultura brasileira é porque tem alguma coisa por trás, tem outros interesses. Tivemos um grande orgulho em mostrar na França para o mundo que o agricultor brasileiro faz e muito bem a lição de casa, que o nosso país é o que melhor cuida do meio ambiente no mundo. Diante dessa afirmação, eles ficaram em silêncio. 

 

*Ricardo Accioly Calderari, engenheiro agrônomo, é diretor-secretário da Coamo Agroindustrial Cooperativa, um dos precursores do plantio direto na região de Campo Mourão, segunda cidade no Brasil a implantar a tecnologia na safra 1973/74.

 


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