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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4459 | 21 de Novembro de 2018

ENCONTRO ESTADUAL: Participantes vão discutir propostas do PR para o Congresso de Cooperativismo

encontro estadual destaque 21 11 2018O debate e a aprovação das propostas do Paraná que serão levadas à discussão no XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá em 2019, em Brasília, também fazem parte da programação do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses e deverão ocorrer no dia 7 de dezembro. O evento, promovido pelo Sistema Ocepar para comemorar as conquistas alcançadas pelo setor ao longo do ano, inicia no dia 6 de dezembro, às 18h, no Teatro Positivo, em Curitiba, com a presença do governador eleito e dos deputados federais que irão integrar a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) a partir do ano que vem. Depois, haverá um show com o grupo folclórico ucraniano Vesselka, seguido de jantar.

Mais – As atividades terão continuidade a partir das 8h30 do dia seguinte, quando o coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP) e embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, ministra palestra sobre as perspectivas para o cooperativismo. Após o debate sobre as propostas para o Congresso Brasileiro de Cooperativismo, o mestre em Educação e especialista em Coaching, Homero Reis, fala sobre “O futuro quem faz é você”. O evento será encerrado como o show cultural Concerto das Rosas, com a Orquestra Ladies Ensemble, que será apresentado às 14h.

Inscrições – O Encontro Estadual é destinado aos dirigentes das cooperativas do Paraná, cooperados, colaboradores e familiares. As inscrições devem ser efetuadas até o dia 1º de dezembro, pelo agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa, ou diretamente no Sistema Ocepar pelo e-mail inscricoes@sistemaocepar.coop.br ou pelo fone 41 3200-1105.

 

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FÓRUM DE MERCADO: Evento da Ocepar reúne 100 participantes em Maringá

Com a participação de aproximadamente 100 convidados – dirigentes de cooperativas de diversas regiões do Estado – a Cocamar sedia, nesta quarta-feira (21/11), na Associação Cocamar, em Maringá, no Noroeste do Paraná, o Fórum de Mercado, promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR).

Emoções - Na abertura, ao fazer sua saudação, o vice-presidente de Negócios da cooperativa anfitriã, José Cícero Aderaldo, falou sobre a importância do evento para uma perspectiva em relação aos próximos meses, lembrando que 2018 foi um ano “de grandes emoções”, com forte quebra da produção de grãos da Argentina, aumento das cotações, prêmios em patamares elevados e outros acontecimentos que impactaram o setor. “Tivemos um ano que acabou sendo melhor que o anterior, sob o ponto de vista da produtividade das lavouras e de mercado”, frisou.

Aprendizado - Para o superintendente do Sistema Ocepar, Robson Mafioletti, que também pronunciou-se na abertura, fatos como a greve dos caminhoneiros, que paralisou o país entre na última semana de maio, mostrou a fragilidade dos mais diversos segmentos, uma vez que houve falta de combustíveis e até de alimentos em alguns regiões. “Por outro lado, deixou lições importantes e também aprendizados”.

Painel - Às 10h00, o painel internacional reuniu especialistas dos Estados Unidos, China e México. Oliver Flake, conselheiro agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos – USDA, observou, em resumo, que o cinturão de milho e soja dos EUA, este ano, apresentou excelentes condições de crescimento, mas a precipitação acima da média diminuiu o ritmo de colheita, lembrando que os estoques de soja norte-americanos estão crescendo rapidamente. Foi a maior produção de soja da historia do país, o que faz também com que os preços estejam em queda. A partir de 2014, tem havido uma redução de renda dos produtores norte-americanos, fazendo com que os últimos anos tenham sido mais difíceis, ocasionando, como efeito direto, a menor renovação de maquinários e o uso de menos tecnologia nas lavouras. Já os estoques de milho estão menores.

Oportunidades - Sui Jin Kon, diretora de Alianças Globais do World Trade Center Harbin – China, frisou que seu país oferece oportunidades em muitas áreas do agronegócio. Contudo, apesar das dimensões continentais da China, são apenas 130 milhões de hectares agricultáveis, com uma colheita de soja ao redor de 60 milhões de toneladas, criando uma grande dependência em relação a outros países produtores. E dos 1,370 bilhão de chineses, 600 milhões ainda vivem no campo, onde as dificuldades são muitas: os recursos hídricos encontram-se poluídos e eles não sabem como fazer o gerenciamento, a produtividade das lavouras é baixa, as áreas rurais são diminutas em sua maioria. Para completar, o sistema cooperativista é praticamente inexistente. “Temos tudo ainda por fazer no país, precisamos que especialistas se interessem em levar conhecimentos e experiências para os chineses”, afirmou.

México - Mauricio Lambiasi, diretor da Câmara de Comércio México Brasil (Camebra), fez uma exposição sobre a dimensão do mercado mexicana, que está entre as grandes economias da América Latina, a qual oferece oportunidade de mercado para países como o Brasil.

Debate - Completando a agenda da manhã, houve um debate entre palestrantes e o público participante.

Palestras - Na parte da tarde, o tema é cenário econômico e político 2019-2022 com o consultor Juan Jensen. Às 15h, perspectivas para a produção, consumo, mercado interno e externo de soja e milho, a cargo do especialista Flávio França Jr.

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LEITE: Workshop mostra a eficiência e a importância da atividade para a economia da Nova Zelândia

Com 131 participantes, a maioria ligada à produção de leite do Paraná, o Sistema Ocepar está sediando em seu auditório, nesta quarta-feira (21/11), o workshop “Fundamentos de Produção e Qualidade do Leite da Nova Zelândia”, com a presença de especialista do setor daquele país, enfocando tecnologia leiteira e genética do rebanho visando ser mais eficiente na atividade, com aumento de produtividade e melhoria da qualidade do leite. A Nova Zelândia, atualmente, é o maior produtor e exportador de leite e derivados do mundo, colocando seus produtos em mais de 120 destinos, principalmente na China. A maioria dos produtores, quase 11 mil dos 12 mil de pecuaristas neozelandeses, é ligada à cooperativas de produção e processamento de leite e de genética animal. 

ReferênciaPara o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, contribuir para a realização do evento é muito importante para a pecuária leiteira paranaense, ao considerar que Nova Zelândia é referência, em produtividade e qualidade do leite, nutrição, em tecnologia e em mercado. “Ao reunir aqui os profissionais ligados à atividade leiteira daquele país, e que atuam no Brasil, é um aprendizado o que gera expectativa grande de, na sequência, desenvolver ações em conjunto, afinal o leite hoje é o terceiro ou quarto produto mais importante do Paraná. E pela estrutura fundiária que temos no estado, é a melhor alternativa. Temos que avançar em algumas questões, como a sanidade, tecnologia, organização. Como o cooperativismo detém cerca de 50% da produção leiteira estadual aumenta a nossa responsabilidade com os produtores cooperados e com o mercado de leite, de forma geral”, acrescenta.

Organização – Ricken salienta ainda que a contribuição que o cooperativismo pode dar à atividade leiteira no estado refere-se à organização econômica. “Hoje somos especialistas nisso, porque o cooperativismo investiu bastante nas pessoas e essa profissionalização, desde o produtor até a busca de mercados, é importante, pois temos de deixar ser ofertadores de produtos e buscar atender as demandas do mercado. Ou seja, nos preparar para isso, ocupando os espaços que temos em nível local, regional e nacional, um dos maiores do mundo”, pontua.

Fundamental – A pecuária leiteira, desde produção, processamento da matéria-prima para atendimento dos mercados interno e externo, a geração de tecnologia para o setor e a evolução do sistema genético, com base nas raças holandesa e jersey, visando melhorar a conversão alimentar – os animais são tratados a pasto e com silagem -, aumento da produtividade e aprimoramento da qualidade do produto, tem peso importante na geração do PIB da Nova Zelândia. E atingiu este patamar graças a união dos pecuaristas em cooperativas.

União   Segundo o embaixador da Nova Zelândia no Brasil, Chris Langley, “o setor leiteiro neozelandês  é baseado nas cooperativas. Aliás, a maior empresa do setor, a Fonterra, é uma cooperativa. E isso é importante para o desenvolvimento do setor, porque somos um país muito pequeno e se não trabalhar juntos não é possível atingir um grande e efetivo crescimento para atender o mercado interno e, sobretudo, exportar para o mundo todo. Portanto, a estratégia de trabalhar juntos foi muito importante para o desenvolvimento da atividade  leiteira da Nova Zelândia”, acrescenta.     

Cooperativismo – Além da Fonterra, com quase 11 mil cooperados, considerada a maior exportadora de laticínios do mundo e uma das maiores empresas da Nova Zelândia, tem a cooperativas LIC (Livestock Improvement Corporation), que trabalha com melhoria genética e atende a 80% do mercado da Nova Zelândia. Ela está presente no Brasil, Argentina e Uruguai por meio da Gensur. A Fonterra tem duas indústrias no Brasil – uma em Araras (SP) e outra em Garanhuns (PE).

Promoção – O evento é promovido em parceria com o Sindileite Paraná, Sistema Faep, Embaixada da Nova Zelândia no Brasil, Aliança Láctea Sul Brasileira, Superintendência Federal de Agricultura do Paraná, Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e Sistema Ocepar. O workshop tem extensa programação, com a abordagem dos temas Perspectivas e desafios da produção de leite na região Sul do Brasil; Gestão de qualidade do leite na Nova Zelândia; Qualidade do leite e rendimento industrial; Uso de novas tecnologias no manejo de pastagens: a experiência neozelandesa aplicada à realidade brasileira; Tecnologia de pastagens da Nova Zelândia com aplicação no Sul do Brasil; Recria de bezerros; Bem-estar animal na rotina do trabalho de campo; Genética leiteira da Nova Zelândia adaptada à América do Sul; Identificação Animal como ferramenta na gestão do rebanho; Experiência da Nova Zelândia no marketing de produtos lácteos com vistas ao mercado internacional e O modelo neozelandês de produção de leite a pasto no Brasil: a experiência do grupo Kiwi em Goiás. O encerramento do evento, que se iniciou às 8h30, está previsto para as 18h30.

 

Presenças – Entre os presentes na abertura do workshop estavam, além do embaixador da Nova Zelândia e do presidente do Sistema Ocepar, o superintendente federal de Agricultura no Paraná, Cleverson Freitas, presidente do Sindileite, Marco Antonio Galassini, o assessor da Diretoria do Sistema Faep, Antônio Poloni, que representou o presidente Ágide Meneguette, o técnico do Deral, Fábio Peixoto Mezadri, que representou o secretário da Agricultura do Paraná, George Hiraiwa, e o presidente da Adapar, Inácio Kroetz. O secretário da Agricultura e da Pesca em Santa Catarina, Airton Spies, chegou após a abertura do evento, devido a imprevistos na agenda. 

 

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TARIFA RURAL: Cida determina renovação do benefício que reduz em 60% a energia no campo

 

tarifa rural 21 11 2018A governadora Cida Borghetti encaminhou ofício para a Copel determinando a renovação do programa Tarifa Rural Noturna por mais 12 meses. O benefício, que venceria em 31 de dezembro, concede desconto de 60% no valor da energia consumida no período das 21h30 às 6 horas em propriedades rurais.

 

Reconhecimento - “É um reconhecimento da importância da produção agropecuária para a economia paranaense”, destaca a governadora. Ela lembra que a prorrogação é uma reivindicação das principais entidades de representação do setor agrícola, como a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e do Sistema Ocepar, que reúne as cooperativas do Estado.

 

Beneficiados - Segundo a Faep, o desconto beneficia 12 mil produtores paranaenses e é vital para não elevar os custos da avicultura, segmento em que o Paraná é líder no Brasil, tanto na produção como na exportação. “Se somarmos a suinocultura e a bovinocultura de leite, a participação no valor bruto de produção do Estado chega a 31%”, afirma o presidente da entidade Ágide Meneguette.

 

Manutenção - No documento enviado para a Copel, a governadora salienta que o prazo de 12 meses é suficiente para que o próximo governo avalie, em conjunto com o setor produtivo, a melhor forma de manutenção do benefício.

 

Termo de Cooperação - A Tarifa Noturna foi criada em 2007 por meio de um Termo de Cooperação Técnica formalizado entre a Secretaria de Estado da Agricultura e a Copel. A empresa sugere a criação de uma lei específica para regulamentar o programa, que compatibilize tanto os interesses da companhia e quando da atividade agrícola. (Agência de Notícias do Paraná)

 

AGROECONOMIA: Primeiro boletim do Centro de Economia Aplicada da UFPR traz informações sobre cooperativas

boletim destaque 21 11 2018Um balanço sobre os valores acumulados de crédito rural tomados pelas cooperativas agropecuárias brasileiras desde a safra 2013/14 é um dos destaques do primeiro Boletim Agroeconomia, publicado na semana passada pelo Centro de Economia Aplicada, Cooperação e Inovação (CEA), fundado recentemente pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). “Estamos desenvolvendo com alguns estudantes o pilar ‘Crédito e Gestão de Risco Rural’. O objetivo é internalizar o assunto na Universidade e formar massa crítica”, esclarece o professor da UFPR, Gilson Martins.

Paraná - Além de mostrar a evolução da utilização de crédito rural pelas cooperativas brasileiras, o informativo traz dados relativos ao Paraná. “As cooperativas paranaenses destacam-se na tomada de recursos no cenário nacional: elas são responsáveis por 40% do total. O destaque é da linha de industrialização, que no primeiro semestre do ano-safra 2018/19 respondeu por 56% dos recursos de crédito”, destaca o Boletim, que apresenta ainda dados sobre a subvenção estadual ao prêmio do seguro rural.

Clique aqui para conferir na íntegra a primeira edição do Boletim Agroeconomia

 

COPAGRIL: Fórum Regional de Aprendizagem do Cooperativismo reúne 110 participantes

Reunindo 110 jovens aprendizes, a Copagril sediou, nesta quarta-feira (21/11), o Fórum Regional de Aprendizagem realizado pelo Programa Jovem Aprendiz Cooperativista do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), no salão social da Associação Atlética Cultural Copagril (AACC), em Marechal Cândido Rondon. Participaram jovens que atuam em várias cooperativas da região.

Abrangência - De acordo com a coordenadora estadual do Programa, Mariana Balthazar, o Fórum Regional envolve 1.500 estudantes do Paraná e está sendo realizado neste mês tanto em Marechal Rondon como em Medianeira, Pato Branco, Cafelândia e Maringá.

Palestra - Durante as atividades realizadas na manhã desta quarta, os estudantes aprendizes assistiram à palestra ministrada pelo instrutor João Carlos de Oliveira. Ele ainda desenvolveu a oficina sobre criatividade e inovação, que objetiva ter maior efetividade no curso ofertado aos jovens.

Inserção - Os jovens aprendizes que fazem parte do programa estão inseridos em cooperativas de todos os ramos, associadas ao Sistema Ocepar. Por meio do programa, eles recebem orientação teórica e prática para desenvolverem atividades nas empresas. Desse modo, elas oferecem oportunidade de inserção dos jovens no mercado de trabalho, além de atenderem à legislação de aprendizagem.

Curso - Paralelamente à frequência dos aprendizes nas empresas, eles participam de um curso em uma instituição parceira do programa, que em Marechal Rondon é a Falurb. Lá eles têm duas opções de curso: auxiliar de serviços administrativos e auxiliar de supermercado. Desse modo, os alunos se preparam para a prática, bem como para o seu futuro profissional. (Imprensa Copagril)

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INTEGRADA: Inovação e tecnologia marcam a 1° Agrobit

 

integrada 21 11 2018A tecnologia e a inovação são hoje um dos principais insumos do produtor. Tanto é que o Brasil possui hoje centenas de startups voltadas para o segmento agro. As novidades são tantas que Londrina (PR) sedia a primeira edição do Agrobit Brasil, evento que reúne dezenas de pequenas e grandes empresas de tecnologias voltadas para o agronegócio, nesta terça e quarta-feira (20 e 21/11).

 

Patrocinadora - A Cooperativa Integrada, antenada às necessidades dos produtores, é uma das patrocinadoras do evento. “Temos que participar desse novo ciclo da agricultura e do agronegócio. O setor tem se desenvolvido ano a ano e esse é um novo ciclo de evolução. A cooperativa tem o desafio de levar todas essas tecnologias para os nossos cooperados”, observa o diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, que na ocasião representou a Ocepar.

 

Agricultura de precisão - O presidente completa que o departamento de agricultura de precisão da cooperativa é muito forte. Segundo ele, o setor trabalha e estuda as inovações e tecnologias tanto na atividade agrícola, quanto na gestão da Integrada.

 

Conectar informações - O superintendente geral da cooperativa, Haroldo Polizel, explica que um dos objetivos da cooperativa é conectar as informações do campo junto à pesquisa e aos técnicos da Integrada, visando exclusivamente o aumento da produtividade e rentabilidade dos produtores. “Estamos olhando para as tendências para o que há de novo em termos de tecnologia para ajudar o produtor nessa conquista de aumento de produtividade”.

 

Futuro - Haroldo afirma também que a participação da Integrada nesse tipo de evento também serve para saber onde o setor estará no futuro. “Como será a produção a daqui 20 ou 30 anos”, questiona o superintendente geral. O papel da cooperativa, observa Haroldo, é mostrar para os seus associados as novidades do setor.

 

Tecnologias - A Integrada já tem algumas tecnologias que direta ou indiretamente contribuem para o dia a dia do agricultor. Um bom exemplo da adoção da tecnologia, explica o coordenador do departamento de agricultura de precisão da cooperativa, Rogério Raposo, é o Portal do Cooperado. Pelo smartphone, por exemplo, o associado tem acesso à toda a sua conta na cooperativa sem sair de casa.

 

Ferramentas digitais - Em relação à parte técnica, Raposo afirma que a cooperativa trabalha com várias ferramentas digitais que ajudam os agrônomos a darem a melhor assistência para os associados em termos de conhecimento técnico e acesso às ferramentas que fornecem dados estatísticos para gerar conhecimento e, assim, fomentar e melhorar a assistência técnica com o passar do tempo.

 

Quebra de paradigma - Para cooperado Felipe Okimura de Londrina, a inovação está relacionada a quebra de paradigma, ou seja, uma reestruturação que melhora o negócio de forma geral. Okimura adota desde novos produtos, manejos, maquinários e softwares. A Integrada é um centralizador e apresenta o que há de mais novo no mercado. (Imprensa Integrada)

 

COOPAVEL: Visitantes do 31º Show Rural vão injetar R$ 60 milhões no comércio

 

coopavel 21 11 2018Em média, cada visitante do Show Rural Coopavel gasta R$ 250 por dia para cobrir despesas de alimentação, transporte e estadia durante o evento. Considerando que a mostra se estende por cinco dias e espera atrair, de 4 a 8 de fevereiro de 2019, público de 250 mil pessoas, então serão R$ 60 milhões injetados nas economias de Cascavel e de cidades vizinhas no período. Essa é uma das informações compartilhadas pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, em encontro nesta semana com diretores da Acic.

 

Movimentação - O dinheiro que os visitantes deixarão no comércio vai reforçar o caixa, principalmente de hotéis, bares, restaurantes e supermercados. “É uma grande cadeia que se movimenta em torno de um evento reconhecidamente dos mais importantes e dinâmicos do mundo”, afirma Dilvo. Somente nos cinco dias de visitação no parque serão mais de quatro mil pessoas profissionalmente envolvidas na recepção e atendimento aos visitantes. Da Coopavel, são mais de mil colaboradores diretamente ligados à organização e no desempenho de inúmeras tarefas que o evento exige.

 

Divulgação - O Show Rural Coopavel, que atrai pessoas de todo o Brasil e caravanas do exterior, chega à sua 31ª edição consolidado. “Mesmo assim, já começamos um amplo trabalho de reforço de divulgação para informar e convidar mais pessoas a participar”, segundo Dilvo. Apenas em um raio de 500 quilômetros de Cascavel, serão mais de 400 prefeituras, sindicatos, instituições de ensino e outros locais estratégicos que serão visitados e seus respectivos representantes e membros convidados a conhecer as novidades da mostra.

 

Convite - A Coopavel fará um esforço concentrado também para convidar agricultores, técnicos e autoridades de países vizinhos. “Ao mesmo tempo que vêm e conhecem novas tecnologias para melhorar as suas produtividades, abre-se a chance de parcerias, negócios e mercados”, afirma Dilvo. Melhorar a qualidade e a quantidade do que se produz é uma das principais contribuições que o Show Rural Coopavel oferece. Todas as principais commodities cultivadas na região e estados próximos estão representadas na feira. O trigo é um exemplo, já que a cooperativa é responsável, em sua área de cobertura, por 50% do que foi produzido em 2018.

 

Expectativa - Os preparativos para o 31º Show Rural Coopavel foram intensificados nas últimas semanas. Entre as novidades estão ampliação da capacidade de estacionamento de 12 mil para 14 mil veículos, novos currais na área pecuária e um portal de acesso. A expectativa de público, para 4 a 8 de fevereiro, é de 250 mil pessoas, com 520 empresas expositoras e estimativa de movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões. “Diante do clima de otimismo que toma conta do Brasil e do crescimento econômico que se espera a partir de 2019, o volume de negócios poderá ser ainda maior que o estimado”, afirma Dilvo Grolli. (Imprensa Coopavel)

 

COOPERVAL: Brigadistas da cooperativa controlam incêndio em ônibus

 

Brigadistas da Cooperval combateram um incêndio em um ônibus no final da tarde de segunda-feira (12/11), em Jandaia do Sul, no Norte do Paraná. O coletivo, com placas de Jandaia do Sul, vinha de Bom Sucesso para Jandaia do Sul, quando foi percebido o fogo na parte traseira do ônibus, em frente à usina da cooperativa.

 

Controle - Dois caminhões pipa da cooperativa foram ao local e controlaram as chamas que se alastraram para interior do ônibus, deixando a parte traseira bastante danificada.

 

Bombeiro Comunitário - A equipe do Bombeiro Comunitário realizou o rescaldo. A ambulância da Defesa Civil também esteve no local, mas nenhum passageiro necessitou de atendimento, apenas o motorista foi encaminhado ao pronto-atendimento municipal por ter inalado muita fumaça.

 

Capacitação - Entre os dias 31 de outubro e 6 de novembro, 23 funcionários da Cooperval participaram do Curso de segurança e saúde do trabalho, cujo objetivo foi prepará-los para atuar de forma correta e segura na prevenção e combate a incêndio. A formação foi realizada na sala de treinamento da Associação dos Funcionários da cooperativa, em Jandaia do Sul, com apoio do Sescoop/PR. (Com informações do site Jandaia Online)

 

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SICREDI VANGUARDA: Há 35 anos promovendo o cooperativismo financeiro

 

Fundada no dia 17 de novembro de 1983 por 25 associados fundadores, a cooperativa de crédito e de investimentos Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ tem motivos de sobra para comemorar seus 35 anos, hoje são 120 mil associados e mais de mil colaboradores. A Sicredi Vanguarda vem, desde então, se dedicando a promover o desenvolvimento econômico e cooperação financeira entre a instituição e seus associados.

 

Campanha - Para comemorar a data em grande estilo, a Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ está realizando uma campanha para os associados com premiações locais e regionais. O sorteio regional para os associados do Paraná aconteceu no dia 17 de novembro, foram sorteados um HB20, para Guilherme de Oliveira, associado de Cascavel da agência Carlos Gomes, um Honda City, para Fabiana Karina Scherer, associada da agência Cascavel Centro, uma Fiat Toro, para Maicon Lopes Pereira, associado da agência de São Miguel do Iguaçu, uma S10 para José Raizer da agência Cascavel Centro e uma casa no valor de R$150 mil para a associada Sirlei Targon da agência de Lindoeste.

 

Eficiente, seguro e transformador - “Com um modelo de negócios diferente do que existe no mercado financeiro hoje o Sicredi se revelou eficiente, seguro e transformador. Todo trabalho e os resultados são fruto da cooperação de nossos colaboradores e associados, que são os donos do negócio e atuam, em conjunto, nas decisões e rumos das cooperativas de crédito”, destaca o presidente da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, Luiz Hoflinger. 

 

Conquistas - Entre as conquistas da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, ao longo desses anos, estão a atuação em 36 cidades com criação e gestão de mais de 55 agências no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2017, a cooperativa gerou 66 milhões em resultados e distribuiu aos seus associados cerca de 22 milhões. 

 

Marca - Além disso, a instituição, por meio de campanhas e ações, atingiu a marca R$ 3,31 bilhões do valor acumulado em poupança nas cooperativas Sicredi, segundo dados de maio de 2018.

 

Auxílio - Além dos resultados, o trabalho auxilia na formação e desenvolvimento dos associados e divulgação dos valores do cooperativismo. Exemplo disso é o programa “A União Faz a Vida”. Implementada nos diversos municípios de atuação da instituição com o objetivo de construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania. Por meio de práticas de educação cooperativa, o programa mobiliza professores, crianças e adolescentes para a educação integral, agregando o valor do cooperativismo e a contribuindo para o desenvolvimento local.

 

Projeto Saber - Outro destaque deste ano foi o Projeto Sicredi Saber, que tem como objetivo levar conhecimento as diversas comunidades, proporcionando momentos de interação, cultura e consolidação da marca Sicredi. As palestras são de interesse da comunidade, tendo como cunho social a ajuda a entidades sociais dos municípios com o valor arrecadado com a venda dos ingressos. O projeto foi idealizado pelo grupo de Coordenadores da cooperativa em 2015, e veem sendo realizado anualmente.  Foram cinco palestras realizadas, uma delas com Mario Sergio Cortella em Foz do Iguaçu, e outras quatro, com Leandro Karnal, no Paraná em Cascavel e Medianeira e em São Paulo nas cidades de Taubaté e São José dos Campos. Ao total foram arrecadados e distribuídos a 11 entidades sociais, o valor aproximado de 285 mil reais.

 

Trajetória - “Nossa trajetória é definida pelo constante trabalho para o desenvolvimento econômico das regiões e pela vontade de inovar. Em 35 anos, somamos muitas vitórias com projetos e ações que mostram que juntos com a comunidade podemos cooperar e gerar de renda e a qualidade de vida. Acreditamos que a cooperação é o nosso maior legado”, finaliza Hoflinger.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Ações são realizadas na 18ª Expopato

 

A Cooperativa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP esteve presente na 18ª Exposição Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Pato Branco – Expopato. A feira teve início no dia 9 e encerrou no dia 18 de novembro.

 

Missão - Como instituição financeira, a cooperativa tem como missão valorizar o relacionamento, oferecer soluções financeiras para agregar renda e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos associados e da sociedade. Por isto, durante a Expopato, que fomenta um público de mais de 200 mil pessoas e mais de 200 expositores, realizou diversas ações para associados e público em geral.

 

Infraestrutura - O estande do Sicredi na Expopato manteve o padrão das agências, com infraestrutura ampla e moderna, o espaço foi projetado especialmente para atender os associados com mais conforto. Além do estande, os associados que passaram pela feira participaram de sorteios de brindes, ingressos e acesso ao camarote Sicredi para os shows. 

 

Voo de balão - No último final de semana da Expopato, o Sicredi presenteou associados e comunidade em geral com voos cativos de balão. A ação foi realizada através das redes sociais e cerca de 100 pessoas foram sorteadas para participar.

 

Rodeio - O Sicredi esteve presente como patrocinador no rodeio realizado durante a Expopato, sendo esta a etapa final de classificação para o circuito Hiran Pro Rodeo.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI ALIANÇA: Associada de Marechal C. Rondon ganha R$19 mil em sorteio do seguro de vida

 

Na manhã de terça-feira (20/11), a Sicredi Aliança PR/SP entregou mais um prêmio do Seguro de Vida Mais Premiada Sicredi, em parceria com a Icatu Seguros e Previdência. A associada contemplada foi Marlene Strate, da agência Copagril/Marechal Cândido Rondon (PR). Ela recebeu o valor de R$ 19.016,50. 

 

Entrega - Participaram da entrega, o presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag; o assessor comercial da Icatu, Carlos Eduardo Pereira; o gerente da agência, Airton de Souza e a equipe de colaboradores.

 

Diferencial - Para Marlene, que é associada do Sicredi há mais de 15 anos, ter uma instituição financeira que valoriza os seus associados com a chance de ganhar prêmios é um grande diferencial. “Quando soube da notícia fiquei emocionada. Estou muito feliz também por ter sido contemplada em vida. O Sicredi é diferente porque sempre desenvolve promoções, campanhas e sorteios, à exemplo deste que fui contemplada. O dinheiro do prêmio será aplicado na cooperativa”, disse.

 

Alegria - Segundo o presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag, esta entrega é mais uma alegria para a cooperativa. “Este é o terceiro prêmio dos seguros de vida deste ano. Outros dois de R$ 50 mil já foram entregues anteriormente, totalizando R$119 mil. O seguro de vida traz proteção e tranquilidade e ainda existem os sorteios para aqueles que o contratam no Sicredi. Estes sorteios acontecem mensalmente pela Loteria Federal. Se você ainda não tem o seguro de vida Sicredi procure uma de nossas agências e saiba mais sobre os benefícios e serviços de assistência. Parabenizamos a associada premiada e esperamos que mais associados nossos sejam sorteados”, expôs.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB NORTE DO PR: Agência é aberta em Jaguapitã

 

sicoob norte pr 21 11 2018No último dia 14, o Sicoob Norte do Paraná inaugurou sua primeira agência em Jaguapitã. O ponto de atendimento, que é o 27º da cooperativa na região de Londrina, tem cerca de 250m² e pretende atender, principalmente, empresários do agronegócio local.

 

Potencial econômico - Segundo o gerente de Mercado, João Paulo Marques da Silva, a cidade foi escolhida para receber a agência em razão do potencial econômico, decorrente da forte atuação do agronegócio. “Temos também alguns cooperados muito importantes e que serão parceiros na prospecção de novos associados. Além disso, Jaguapitã é um polo comercial e referência na criação de gado de corte e na produção de soja”, afirma.

 

Presenças - Cerca de 60 pessoas participaram do evento de inauguração, entre elas, o presidente do Conselho de Administração, Rafael de Giovani Netto, o conselheiro de Administração, Wilson Geraldo Cavina, diretores e colaboradores da singular, além de vereadores municipais, representantes da Associação Comercial e Empresarial de Jaguapitã (Acej) e empresários locais. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: AGE é realizada em Maringá

 

sicoob metropolitano 21 11 2018Delegados e membros da diretoria do Sicoob Metropolitano se reuniram em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) no dia 31 de outubro, em Maringá (PR). Cerca de 100 pessoas participaram da reunião, realizada no Hotel Deville.

 

Pauta- Estiveram em pauta a reforma geral do Estatuto Social, Política Institucional de Controles Internos e Conformidade, Política Institucional de Governança Corporativa, Política de Sucessão de Administradores, Plano de Sucessão e expansão.

 

Assuntos importantes- Para a cooperada Valdirene Carniel, a assembleia foi marcada por assuntos importantes para o direcionamento estratégico e de gestão da cooperativa. “Estamos ampliando a nossa área de atuação e paralelo a isso, implantando políticas que darão diretrizes aos administradores. Isso reforça a transparência e a seriedade em construir um sistema cada vez mais sólido e sustentável”, disse.

 

Oportunidade- Já o cooperado Constantino Júnior, destacou a oportunidade de saber mais sobre as metas e objetivos da cooperativa para os próximos meses. “A AGE também foi um espaço de esclarecimento para todos cooperados presentes, que puderam fazer perguntas e conhecer também os novos gestores que irão trabalhar junto à cooperativa que está sendo absorvida”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Cooperativa participa da Mostra da Educação em Cascavel

 

sicoob credicapital 21 11 2018O Sicoob Credicapital esteve presente na Mostra da Educação promovida pela Secretaria de Educação de Cascavel, nos dias 6 e 7 de novembro. O evento, que fez parte da programação alusiva aos 67 anos da cidade, contou com estandes de escolas, CMEIs e de diversos setores da Secretaria de Educação, montados para expor as atividades desenvolvidas diariamente pelos professores e trabalhadas com os mais de 30 mil alunos nas 116 unidades educacionais da rede pública municipal.

 

Linha de crédito - Além de participar das cerimônias de abertura e encerramento, durante a mostra, a cooperativa apresentou aos mais de 5 mil visitantes que passaram pelo local as vantagens da linha de crédito consignado para servidores públicos.

 

Parceria - Segundo o diretor presidente, Valdir Pacini, além de uma oportunidade para divulgar os diferenciais do cooperativismo de crédito, a participação no evento possibilitou ampliar a parceria do Sicoob com a Secretaria de Educação de Cascavel. “Os programas Cooperjovem e Cooperativa Mirim, desenvolvidos pelo Instituto Sicoob com apoio do Sicoob Credicapital, agora serão aplicados em mais escolas. Também recebemos autorização para levar o Concurso Cultural aos alunos. Estamos felizes por isso”, diz. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIMED COSTA OESTE: Reconhecida no Prêmio Destaque Empresarial 2018

 

unimed costa oeste 21 11 2018A Unimed Costa Oeste é a empresa mais lembrada quando se trata de Saúde e Segurança no Trabalho. O reconhecimento veio por meio do Prêmio Destaque Empresarial, promovido pelo Conselho do Jovem Empreendedor de Toledo (Cojem), em parceria com a PUCPR e o Sebrae. A cerimônia foi realizada no dia 10 de novembro, no Yara Country Club.

 

Serviço de saúde e segurança do trabalho - A médica coordenadora do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), Deisy M. Grande e Gradiski e o médico coordenador de Auditoria em Saúde, Christian Floriano e Silva receberam a homenagem junto dos colaboradores Adriana Zavan e Douglas Ebert. “Prestamos o serviço de saúde e segurança no trabalho há 20 anos. O Programa de Saúde Ocupacional abrange a segurança em primeiro lugar, cumprindo a legislação exigida pelo Ministério do Trabalho, e tem ainda a área médica. A parte de segurança fará a avaliação dos riscos que possam acontecer no ambiente de trabalho e a parte médica vai monitorar o efeito sobre a saúde dos colaboradores nas empresas. Além disso, também realizamos treinamentos para que empresas capacitem seus colaboradores. A Unimed está sempre procurando evoluir e se adequar a realidade do mercado para atender bem os beneficiários”, destacou Deisy.

 

Sobre a Unimed Costa Oeste - Preocupada com a saúde e bem-estar de seus clientes, a Unimed Costa Oeste busca a cada dia ampliar suas ações com o objetivo de propiciar qualidade de vida a toda a comunidade. Presente há 34 anos na região Oeste do Paraná desenvolve projetos sociais para diferentes públicos, por meio do teatro, canto e encontros voltados às gestantes, idosos e hipertensos. Conheça mais sobre a Unimed Costa Oeste no site: www.unimedcostaoeste.com.br. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

 

UNIMED MARINGÁ: Gêmeas da Natação seguem invictas no Parajaps desde 2013

 

unimed maringa 21 11 2018As atletas paralímpicas da natação maringaense, Débora e Beatriz Borges Carneiro, participaram, no último fim de semana, de mais uma edição dos Jogos Abertos Paradesportivos do Paraná (Parajaps), que, neste ano, aconteceu em Londrina. As irmãs, que estão entre as dez principais atletas do mundo na categoria S14 - que engloba competidores com deficiência intelectual - chegaram como favoritas e tiveram aproveitamento máximo na competição.

  

Provas - Foram seis provas disputadas e seis medalhas de ouro. Beatriz venceu as provas de 200 metros livre, 100 metros peito e 50 metros borboleta e Débora 50 metros peito, 100 metros borboleta e 100 metros livre. Nas últimas duas disputas Débora alcançou um novo recorde na competição. Com os resultados, as garotas seguem invictas no Parajaps d esde 2013.

  

Treino - As gêmeas são treinadas pelo professor André Yamazaki Pereira, e têm se destacado em diversas competições no Brasil e no mundo, conquistando medalhas e quebrando recordes. Em 2016, Beatriz competiu nos Jogos Paralímpicos Rio-2016 e conquistou a décima colocação geral nos 200 metros livre e o quinto lugar geral nos 100 metros peito. Atualmente, as nadadoras, que são patrocinadas pela Unimed Maringá, ocupam a 6ª e a 7ª posição do ranking mundial na prova de 100 metros peito, que é a especialidade das irmãs. (Imprensa Unimed Maringá)

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: Chuva que desafia o plantio mantém expectativa de boa safra no Paraguai

 

expedicao safra 21 11 2018A Expedição Safra percorre a partir da próxima semana as principais regiões produtoras de grãos do Paraguai. Devido ao excesso de chuvas nos meses de setembro e outubro, o país vizinho sofre para encerrar o plantio da primeira safra. A precipitação em excesso também aumenta o custo de produção ao exigir um número maior de aplicações no combate à ferrugem asiática.

 

Concluído - Apesar do atraso, estima-se que o plantio esteja quase concluído. No ano passado, o trabalho havia terminado ainda em outubro. Mesmo assim, a expectativa é de produtividade média similar à safra anterior, com potencial para produzir mais de 9 milhões de toneladas de soja e cerca de 4 milhões de toneladas de milho. As informações são da Agrotec, empresa de fomento à produção e tecnologia agrícola no Paraguai. De acordo com Sidinei Neuhaus, gerente de Marketing da empresa, a expectativa é considerada boa para uma safra com a influência do El Niño."

 

Encontro técnico - "Para debater as perspectivas do atual ciclo produtivo no Paraguai, tendências de mercado, preço das commodities soja e milho, além das variáveis climáticas em ano de el Ninõ, na quinta-feira (22/11) a equipe da Expedição Safra, em parceria com a Agrotec, promove um encontro técnico com produtores e empresas da região. O evento, que marca o lançamento de mais uma edição do projeto no país, ocorre durante a Agro Expo Coopasam, em Minga Porã. Entre os palestrantes convidados está Luis Renato Lazinski, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

Comercialização da soja - Ainda segundo Neuhaus, a comercialização da soja mantém a tendência das últimas temporadas com foco em exportação. O que deve mudar no próximo ano é o consumo interno de milho com a inauguração de uma nova usina de álcool no norte do Paraguai. Com isso, mais de 1 milhão de toneladas do grão devem ficar no país.

 

Potencial da América do Sul - Somados ao desempenho brasileiro e argentino, os resultados alcançados pelo Paraguai na última década traduzem o potencial da América do Sul como celeiro do mundo na produção de alimentos. Segundo levantamento da Expedição Safra, o país vizinho saltou de 6,31 milhões de toneladas de soja produzidas na temporada 2007/08, para 9,02 milhões de toneladas no último ciclo. No milho, os números também subiram, passando de 2,62 milhões de toneladas para 4,13 milhões de toneladas na safra 2017/18.

 

Presenças - Giovani Ferreira, gerente do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo e coordenador da Expedição Safra, destaca que o evento de lançamento da Expedição Safra no Paraguai reunirá representantes da cadeia produtiva local, da sociedade organizada e de entidades governamentais. É gratuito e aberto ao público.

 

Próxima década - “A próxima década será de grande importância para o Paraguai, com um novo salto em produção e produtividade, resultado de investimentos em logística e tecnologia”, sentencia. Esses, inclusive, são temas que estarão em discussão no lançamento da Expedição Safra na Coopasam e também no roteiro técnico que será cumprido no Paraguai na próxima semana.

 

Safrinha - A apreensão agora, do mercado e do produtor, passa pelas definições sobre a safrinha. A opção passa por milho ou soja. Tem a ver com liquidez, variável que privilegia a soja. Mas também com manejo, decisão que favorece o milho na rotação de culturas. (Gazeta do Povo)

 

ECONOMIA: Novo governo terá de cortar R$ 37 bi em despesas por ano para cumprir teto

 

economia 21 11 2018O governo de Jair Bolsonaro terá de cortar R$ 37,2 bilhões em despesas por ano até o fim do mandato para não descumprir a regra do teto de gastos, que proíbe que eles cresçam em ritmo superior à inflação. Em quatro anos, será necessário reduzir em R$ 148,8 bilhões as despesas primárias (que excluem o pagamento com juros) – o equivalente a um corte anual de 0,5 ponto porcentual do Produto Interno Bruto (PIB). 

 

Números - Os números já foram discutidos pela equipe econômica atual com o time de Bolsonaro, que já prometeu cortar despesas para zerar o déficit das contas públicas sem aumento de impostos. Em 2019, está previsto mais um déficit fiscal, que, se confirmado, será o sexto consecutivo. 

 

Subsídios e Previdência - Segundo apurou o Estadão/ Broadcast, a equipe econômica de Bolsonaro pretende reduzir despesas diminuindo gastos com subsídios e garantindo a aprovação da reforma da Previdência em 2019, que teria efeito nos três anos seguintes.

 

Salário - Também será preciso conter os reajustes salariais dos servidores e revisar a política de correção do salário mínimo a partir de 2020. Uma das propostas que estão sendo discutidas é alterar a regra de reajuste – hoje com base na inflação mais o crescimento do PIB de dois anos atrás – pela correção apenas do índice inflacionário do ano anterior.

 

Desvinculação - Para melhorar a gestão orçamentária, o novo governo também pretende apresentar uma proposta para desvincular receitas de despesas, um dos maiores problemas na gestão do Orçamento. 

 

Teto dos gastos - O crescimento da economia e o aumento das receitas podem ajudar no resultado das contas públicas na direção do superávit, mas não resolvem o problema da regra do teto de gastos. Na avaliação da atual equipe, se a reforma da Previdência for aprovada no ano que vem e o déficit cair como o esperado, a “lua de mel” com o mercado vai se prolongar. 

 

Orçamento apertado - Os números até agora indicam que o déficit em 2019 poderá ficar abaixo de R$ 100 bilhões, mas o cumprimento do teto está apertado. Uma fonte da área econômica do novo governo disse que manter o teto de gastos é importante para mostrar aos investidores e analistas do mercado que a dívida pública vai cair.

 

Déficit - Para 2018, o déficit nas contas do governo federal deverá ficar em torno de R$ 139 bilhões, R$ 20 bilhões a abaixo do previsto inicialmente. O valor poderá ser ainda mais baixo porque os ministérios não estão conseguindo realizar os gastos já liberados. 

 

Represamento - A expectativa é de que esse represamento ultrapasse R$ 17 bilhões. Já os governos regionais devem fechar o ano com um superávit em torno de R$ 15 bilhões, enquanto as estatais com um superávit em torno de R$ 5 bilhões. 

 

Cálculo - O resultado positivo dos governos regionais não significa que a situação das suas contas está melhorando. É que a forma de cálculo usada pelos Estados para medir as metas fiscais não leva em conta atrasos no pagamento de despesas com fornecedores e salários de servidores – prática que tem se intensificado devido à crise financeira. (O Estado de S.Paulo)

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Temer vai ao Chile para assinar acordo de livre comércio

 

comercio exterior I 21 11 2018O presidente da República, Michel Temer, viajou nesta quarta-feira (21/11) para Santiago, no Chile, onde fica até a noite. Ao lado do presidente chileno, Sebastián Piñera, Temer assinará o acordo de livre comércio que reúne 17 itens. A expectativa é que o acordo incremente o comércio entre os dois países, ampliando as negociações e elevando o volume de mercadorias e produtos.

 

Pontos principais - Um dos principais pontos envolve o fim da cobrança de roaming internacional para dados e telefonia móvel entre os dois países. Há ainda compromissos em comércio eletrônico, práticas regulatórias, medidas de combate à corrupção, meio ambiente e questões trabalhistas.

 

Impactos - Em nota, o Itamaraty destaca os impactos do acordo na relação com o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela, que está suspensa) e a Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Peru). “Constituirá, ao mesmo tempo, um vetor de aproximação entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico e de reforço da integração regional.”

 

Reuniões - Temer participa de uma cerimônia, depois terá reunião com Piñera e ministros das áreas específicas, depois disso assinará o Acordo de Livre Comércio entre Brasil e Chile. De acordo com a agenda oficial, estão previstas declarações à imprensa e almoço com o presidente do Chile.

 

Acordo - No último dia 19, foram concluídas após quatro rodadas, as negociações para um acordo de livre comércio entre o Brasil e o Chile. O processo começou em abril do ano passado. Os termos do acordo reúnem 17 aspectos de áreas distintas.

 

Serviços - O acordo inclui comércio de serviços; comércio eletrônico; telecomunicações; medidas sanitárias e fitossanitárias; obstáculos técnicos ao comércio; facilitação de comércio; propriedade intelectual; e micro, pequenas e médias empresas.

 

Incorporação - Também serão incorporados ao instrumento acordos firmados recentemente pelos dois países, como o Protocolo de Compras Públicas e o Protocolo de Investimentos em Instituições Financeiras.

 

Parceiro - O Chile é o segundo principal parceiro comercial do Brasil na América do Sul e importante destino de investimentos brasileiros na região. Em 2017, o intercâmbio comercial bilateral alcançou US$ 8,5 bilhões, o que representa incremento de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior.

 

Intercâmbio comercial - De janeiro a setembro de 2018, o intercâmbio comercial entre Brasil e Chile foi de US$ 7,21 bilhões, aumento superior a 13% em relação ao mesmo período de 2017. O Brasil é o maior parceiro comercial do Chile na América Latina e principal destino dos investimentos chilenos no exterior, com estoque de US$ 31 bilhões.

 

Presidente interino - No Brasil, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assumirá interinamente a Presidência da República até as 20h30. Na agenda oficial dele, não há compromissos. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: UE e Mercosul seguem sem avanço

 

Representantes do Mercosul e da União Europeia encerraram nesta terça-feira (20/11) mais uma rodada de negociações, em Bruxelas, com avanços técnicos ainda insuficientes para levar os ministros a serem chamados para a barganha política final para um acordo de livre comércio.

 

Indicações geográficas - Conforme o Valor apurou, certas questões técnicas puderam ser resolvidas, mas outras continuam sem solução, como por exemplo a proteção de indicações geográficas, de alto interesse para os europeus.

 

Carnes, etanol e açúcar - O acesso ao mercado de carnes, etanol e açúcar e outros de interesse europeu não foi discutida. Está claro para negociadores que agora que ficará para os ministros baterem o martelo, em decisão política em algum momento. Segundo fontes, a discussão Bruxelas não mostrou que os europeus tentavam apressar ou retardar as negociações em função da mudança de governo no Brasil.

 

Continuidade - Os negociadores vão manter as discussões técnicas por telefone e ver se será possível até o fim do ano partir para a barganha política, dessa vez com os ministros. Parece excluída assim a possibilidade de um anúncio de acordo à margem da cúpula do G20, no fim do mês em Buenos Aires. A questão é se será possível colocar nas mãos dos ministros um mínimo

de temas centrais capazes de permitir a barganha final. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL: Economia global dá sinais de desaceleração sincronizada

 

internacional 21 11 2018Depois do forte ritmo de crescimento dos últimos dois anos, a economia mundial começa a dar sinais de enfraquecimento, diante da ameaça cada vez maior de uma desaceleração simultânea nos EUA, China e na Europa.

 

Perdendo força - Poucos economistas preveem uma recessão mundial propriamente dita no próximo ano. Mas o crescimento sincronizado que vinha impulsionando a maioria das principais economias do mundo desde 2017 parece estar perdendo força. Os riscos têm sido amplificados pela guerra comercial travada entre EUA e China, pela disputa que divide o Reino Unido sobre sua saída da União Europeia (UE) e pela continuidade do ciclo de alta de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

 

Combinação de fatores - A combinação desses fatores foi suficiente para desencadear o recente movimento de queda nos mercados de ações globais. Contando a queda desta terça-feira (20/11), os principais índices em Nova York, que chegaram a acumular valorização ao redor de 10% no ano, agora mostram estagnação em 2018.

 

Expectativa geral - A expectativa geral de analistas e investidores é que o Fed vai subir sua taxa básica de juros pela quarta vez este ano em dezembro. Juros mais altos ajudam a controlar a inflação, mas também elevam os custos de financiamento para consumidores e empresas. E para países endividados em dólar, o aperto monetário do Fed torna mais pesado o fardo da dívida. A Argentina, por exemplo, caiu em recessão ao se deparar com o aumento do custo para honrar suas dívidas.

 

Inflação - "Não podemos continuar crescendo com esta rapidez por muito mais tempo sem correr o risco de inflação", disse o executivo-chefe da Oxford Economics, Adrian Cooper, sobre a ainda sólida economia dos EUA. "Basicamente, é isso o que o Fed vem tentando conseguir com a elevação gradual das taxas de juros. A destreza é fazer isso sem criar uma grande desaceleração."

 

Preocupação - A preocupação cresceu a ponto de obrigar o principal assessor econômico de Trump, Larry Kudlow, a minimizar os receios que vêm abalando os mercados. "A recessão está tão distante que não consigo vê-la", disse Kudlow a um grupo de repórteres do lado de fora da Casa Branca. "Mantenham a fé. É uma economia muito forte."

 

Crise de 2008 - O crescimento combinado das principais economias do mundo nos últimos dois anos foi celebrado depois da pálida recuperação na sequência da crise financeira de 2008. Poucos economistas acreditavam que esse crescimento acelerado seria sustentável - ou mesmo desejável - ao longo de muitos anos.

 

Temor - O temor é que uma expansão mundial demasiado prolongada possa desencadear inflação ou os investimentos especulativos que, inevitavelmente, poderiam levar as economias mais vulneráveis a uma recessão. Para piorar, as economias estão cada vez mais interconectadas em suas finanças, comércio exterior e investimentos - a ponto de rupturas em qualquer grande país ter potencial para se disseminar pelo mundo.

 

PIB - A Oxford Economics prevê que o crescimento da economia mundial, em termos do Produto Interno Bruto (PIB), vai diminuir de 3,1% neste ano para 2,8% em 2019. Uma desaceleração como essa é suficiente para afetar os lucros e investimentos das empresas, segundo Cooper. Mas a maioria dos trabalhadores americanos e europeus provavelmente não 21/11/2018 vai sentir esse impacto, em parte graças à resiliência dos mercados de trabalho e à queda nos preços do petróleo, de acordo com Cooper.

 

2019 - "2019 ainda vai ser muito bom - seu emprego estará seguro e seu salário vai subir", previu Cooper, acrescentando, porém, que, em sua opinião, a desaceleração vai piorar em 2020. Mas os mercados de ações já vêm sofrendo com ondas de pressão de venda, à medida que os investidores tentam precificar a desaceleração econômica e seu possível impacto no crescimento dos lucros das empresas.

 

Volatilidade - "Os mercados financeiros se tornaram um pouco mais voláteis e nervosos ultimamente, preocupados com a desaceleração do crescimento mundial, as tensões comerciais, os problemas no Reino Unido e o medo de que os EUA possam não ser capazes de manter seu atual bom momento cíclico", disse Josh Feinman, economista-chefe da Deutsche Asset Management.

 

Próximos dois anos - Nos próximos dois anos, a maioria dos especialistas prevê que o crescimento dos EUA, depois de ficar acima dos 3% neste ano - o melhor desempenho desde 2005 - vai se enfraquecer. O presidente do Fed, Jerome Powell, reconheceu em discurso na semana passada que o forte crescimento global observado em 2017 está agora perdendo força. "Veem-se sinais de desaceleração gradual."

 

Crescimento anual - O Goldman Sachs prevê que o crescimento anual da economia dos EUA vai desacelerar para 1,75% no fim de 2019. O banco acredita que esse enfraquecimento se deve em parte ao esgotamento do estímulo do corte de impostos que Trump conseguiu aprovar no Congresso. Esse impulso da reforma fiscal deverá desaparecer até 2020.

 

Ameaça - Uma importante ameaça à economia dos EUA é a guerra comercial que Trump vem travando com a China. O presidente impôs uma sobretaxa de 10% aos produtos chineses avaliados em US$ 200 bilhões - uma tarifa que deverá subir para 25% em 2019. Ele também ameaçou sobretaxar mais US$ 250 bilhões em produtos chineses.

 

Prejuízos - Uma crise comercial prolongada prejudicaria o comércio mundial e, deste modo, o crescimento econômico. Trump deverá se reunir com o presidente Xi Jinping na reunião do G-20 (grupo das maiores economias do mundo) na Argentina na semana que vem. Mas as perspectivas de progressos nas discussões parecem menores.

 

Divergência - "Os dois países parecem divergir bastante na questão e não parecem dispostos a ceder a esta altura", disse Scott Anderson, economista-chefe do Bank of the West. De modo parecido, divisões políticas parecem ameaçar o lento ritmo de expansão da Europa que já dura cinco anos. 

 

Reino Unido - O Reino Unido luta para finalizar sua saída da UE e as incertezas que cercam o governo da premiê Theresa May vêm perturbando os mercados.

 

Itália - Na Itália, as tensões são provocadas por um governo que quer aumentar seu endividamento, desafiando as regras de déficit para os 19 países do euro. O aumento da dívida pode levar as taxas de juros italianas a alcançar níveis que sufocariam o crescimento e prejudicaria a zona do euro.

 

Risco maior - Mesmo assim, o maior risco de todos pode ser a China, a segunda maior economia do mundo e principal motor do crescimento mundial há várias décadas. Sua economia já estava esfriando antes de Trump aumentar as tarifas para reduzir o déficit comercial dos EUA com Pequim e proteger a tecnologia americana.

 

Tamanho da desaceleração - Entre empresas e economistas, a questão não é se o crescimento chinês vai desacelerar, e sim de quanto será essa desaceleração. Em setembro, o crescimento anual foi de 6,5%, o ponto mais baixo após a crise financeira global. Isso seguiu-se à imposição de restrições aos empréstimos bancários para conter o crescente endividamento. Segundo economistas, essa desaceleração vai se aprofundar pelo menos até a metade de 2019.

 

Lento e autossustentado - O Partido Comunista quer um crescimento mais lento e autossustentado, movido mais pelos gastos do consumidor e menos pelo comércio e pelos investimentos. Mas a queda tem sido maior que o esperado. Em resposta, Pequim vem reduzindo as taxas de juros, amenizando os controles sobre os empréstimos e injetando dinheiro em projetos de construção.

 

Medidas adicionais - "Medidas adicionais são necessárias para colocar um piso sob o crescimento econômico", diz Julian Evans-Pritchard da Capital Economics. Encontrar esse piso poderá ser problemático se a guerra comercial com o governo Trump reduzir as exportações que levaram a economia da China a dominar o setor industrial. Analistas do UBS acreditam haver 20% de chances de a China sofrer uma desaceleração maior por causa da escalada da tensão com os EUA. "Nesse cenário, não se pode evitar um contágio dos mercados globais", escreveram analistas do UBS. (Valor Econômico)

 

OCDE: Organização reduz projeção de crescimento do PIB brasileiro em 2019

ocde 21 11 2018A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu a estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2019, de 2,5% previstos em setembro para 2,1% no relatório publicado nesta quarta-feira (21/11), em Paris. O número mantém a tendência de queda, já que, em maio, a entidade projetava que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil crescesse 2,8% no próximo ano.

Este ano - Para este ano, a expectativa permanece em 1,2% de expansão como em setembro, vindo de uma projeção de avanço de 2% contemplada no relatório de maio. O documento também traz as primeiras previsões para a economia em 2020: um crescimento de 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, puxado por um aumento do consumo privado e sustentado por uma esperada melhora das condições no mercado de trabalho.

Retomada - A recuperação do crédito e a melhor visibilidade da ação pública com o novo governo favorecem a retomada da economia, na visão da entidade. Mas a OCDE insiste que as incertezas políticas ligadas à implementação de reformas continuam importantes e podem colocar em risco a recuperação da atividade econômica.

Política monetária mais dura“Mas, se elas de dissipam, e se as reformas avançam como previsto, o investimento se reforçará”, afirma a entidade, que prevê que uma política monetária mais dura em 2019, ou seja, juros em alta, num contexto de aceleração do crescimento.

Corte nas despesas - Para a OCDE, sem um corte relevante nas despesas do governo, a viabilidade do orçamento pode ser comprometida, sobretudo em razão da alta de gastos com a Previdência. Para o órgão, o governo de Jair Bolsonaro terá a “delicada tarefa” de encontrar um consenso político sobre a reforma das aposentadorias.

Forte - A entidade avalia que o crescimento econômico mundial continua forte, mas atingiu seu pico e está tendo de lidar com mais riscos, sobretudo a exacerbação de tensões sociais e o endurecimento das condições financeiras.

Global - As previsões de crescimento global para 2019 foram revisadas para baixo para a maior parte das grandes economias. A entidade projeta aumento do PIB mundial de 3,5% em 2019 (ante 3,7% em setembro) e 2020. (Valor Econômico)

 


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