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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4457 | 19 de Novembro de 2018

ENCONTRO ESTADUAL: Cooperativistas de todo PR vão se reunir em Curitiba nos dias 6 e 7 de dezembro

encontro estadual destaque 19 11 2018O Sistema Ocepar vai reunir cooperativistas de todo o Paraná, em Curitiba, nos dias 6 e 7 de dezembro, para comemorar as conquistas do ano. No primeiro dia, a programação inicia às 18h, com a presença do governador eleito e dos deputados federais que irão integrar a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) a partir do ano que vem. Depois, haverá um jantar, seguido de show com o grupo folclórico ucraniano Vesselka.

Mais – As atividades terão continuidade a partir das 8h30 do dia seguinte, quando o coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP) e embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, ministra palestra sobre as perspectivas para o cooperativismo. Haverá ainda oficinas destinadas à aprovação das propostas do Paraná para discussão no XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá em 2019, em Brasília. Depois, o mestre em Educação e especialista em Coaching, Homero Reis, fala sobre “O futuro quem faz é você”. O evento será encerrado após o show cultural Concerto das Rosas, com a Orquestra Ladies Ensemble, que será apresentado às 14h.

Inscrições – O Encontro Estadual é destinado aos dirigentes das cooperativas do Paraná, cooperados, colaboradores e familiares. As inscrições devem ser efetuadas até o dia 1º de dezembro, pelo agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa, ou diretamente no Sistema Ocepar pelo e-mail inscricoes@sistemaocepar.coop.br ou pelo fone 41 3200-1105.

 

encontro estadual folder 19 11 2018

 

GPTW: Resultados de pesquisa sobre ambiente de trabalho são apresentados aos funcionários do Sistema Ocepar

Os resultados da pesquisa sobre ambiente de trabalho realizada pelo Great Place to Work (GPTW) foram apresentados pelo diretor regional do GPTW no Paraná, Hilgo Gonçalves, na manhã desta segunda-feira (19/11), em Curitiba, aos funcionários das três entidades que integram o Sistema Ocepar: Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) e Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar). Na segunda-feira passada (12/11), Gonçalves também participou da reunião da diretoria da Ocepar para falar sobre a avaliação.

Levantamento - O GPTW está presente em 60 países e realiza o levantamento em 10 mil empresas, abrangendo 12 milhões de profissionais ao ano. O questionário, composto por 58 questões objetivas e três dissertativas, em que o colaborador pode expressar aquilo que considera positivo no ambiente de trabalho e os pontos que podem ser melhorados, foi aplicado no Sistema Ocepar em julho, com grande adesão. “Dos 88 funcionários convidados a participar da pesquisa, 82 responderam às perguntas, o que representa 93% de participação. Isso demonstra compromisso e a vontade dos funcionários em contribuir com a liderança da empresa”, afirmou Gonçalves no início de sua exposição. Depois, ele detalhou os resultados da pesquisa a partir de cinco dimensões: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem. Discorreu ainda sobre as nove práticas culturais que são apuradas no modelo do GPTW, entre as quais, contratar e receber, inspirar, falar, escutar, agradecer, desenvolver, cuidar, compartilhar e celebrar.

Resultados - Segundo Gonçalves, os colaboradores do Sistema Ocepar deram uma nota acima da média nacional sobre o ambiente de trabalho na entidade, indicando também os pontos que podem ser melhorados. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, disse que as informações serão utilizadas para o aprimoramento da gestão da entidade. “Queremos usar essa ferramenta para melhorar nosso ambiente interno”, frisou. Ele disse ainda que três membros da diretoria irão fazer o acompanhamento das ações que serão realizadas na sequência, a partir dos apontamentos que constam na pesquisa do GPTW.

Reunião - No encontro desta segunda-feira, o presidente do Sistema Ocepar também falou sobre o direcionamento estratégico das atividades da entidade. Outro item tratado foi o Encontro Estadual dos Cooperativistas Paranaenses, que será realizado dias 6 e 7 de dezembro, em Curitiba. Os funcionários foram ainda orientados sobre a reunião de encerramento das atividades de 2018 e do planejamento para 2019, agendada para o final deste mês.

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GETEC: Informe traz projeções de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 19 11 2018A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (19/11), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2018, 2019 e 2020.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br  / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

VISITA: Jovens líderes da Copagril conhecem a casa do cooperativismo paranaense

Trinta e quatro integrantes da Associação dos Comitês de Jovens da Copagril (ACJC), cooperativa com sede em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, foram recebidos na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, na manhã de sexta-feira (16/11). Na oportunidade, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, falou sobre o trabalho realizado pela entidade em prol do desenvolvimento do cooperativismo paranaense. Depois, o grupo seguiu para Castro, na região dos Campos Gerais, para conhecer o moinho da Cooperativa Castrolanda.

Vivencial – As atividades fizeram parte da “Viagem de imersão no cooperativismo” oferecida pela Copagril como forma de premiação aos vencedores do Concurso de Projetos Agrícolas. A programação incluiu um treinamento vivencial, na Reserva Particular do Patrimônio Natural Ninho do Corvo, em Prudentópolis (PR), promovido com apoio da Cooperativa Paranaense de Turismo (Cooptur) no dia anterior à passagem dos jovens líderes da Copagril pela Ocepar. No sábado (17/11), o grupo fez uma trilha no Parque Estadual do Guartelá, em Tibagi, e rafting pelo rio Tibagi, antes da viagem de retorno a Marechal Cândido Rondon. Os jovens estavam acompanhados do coordenador dos Projetos Agrícolas, Darci Sônego, e assessores da Copagril.

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FALECIMENTO: Ocepar lamenta morte de João Luiz Biscaia, diretor da Faep

falecimento 19 11 2018O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, lamentou a morte do diretor financeiro da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), João Luiz Rodrigues Biscaia, ocorrido na madrugada de domingo (18/11), em Curitiba. “Uma liderança importante no meio sindical e que sempre atuou de forma proativa. Externamos, em nome do Sistema Ocepar, nossos mais profundos sentimentos a todos os familiares e aos amigos do Sistema Faep”, frisou o dirigente. O velório ocorreu no domingo no Crematório Perpétuo Socorro. Biscaia era cooperado da Sicredi Campos Gerais, em Curitiba, e participava de forma atuante de todas as assembleias e reuniões da cooperativa.

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Realizado Seminário de Planejamento Estratégico 2019

O planejamento estratégico é um instrumento precioso para as organizações: permite identificar metas e objetivos, fortalece a sua missão, visão, valores e ajuda a construir uma base sólida de informações para tomada de decisão.

Atualização - Nos dias 13 e 14 de novembro, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP reuniu seus dirigentes e gestores na cidade de Foz do Iguaçu, para debaterem e atualizarem o planejamento estratégico para o ano de 2019 e a sua adequação ao Plano Estratégico do Sicredi 2016/2020.

Debates e reflexões - Durante os dois dias, os participantes puderam assistir a algumas palestras e interagiram através de debates e reflexões sobre assuntos bastantes relevantes e estratégicos. Com o slogan “Fazer Juntos para Fazer a Diferença”, o evento teve como objetivo apresentar os principais desafios e perspectivas para o próximo ano, além de alinhar o planejamento estratégico da instituição junto aos associados. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

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ALEGRA: Projeto Jovem Chef é premiado

alegra 19 11 2018O projeto social Jovem Chef, da Alegra Foods, foi premiado na 3ª edição do Prêmio Sesi ODS, que reconhece as melhores práticas para o alcance dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). A iniciativa da Alegra está vinculada ao objetivo número 1, que prevê acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.

Missão - A missão da Alegra é adicionar mais sabor e nutrição nas suas refeições com os cortes suínos de qualidade e procedência. Mas, também, concilia outras ações, como usar o conhecimento do empreendimento cooperativo no sentido de contribuir para melhorar a qualidade de vida de jovens carentes através do projeto social Jovem Chef. Neste ano, o programa formou 14 jovens carentes, com idade entre 16 e 24 anos, como auxiliares de cozinha.

Aulas - Realizado em parceria com o consultor da Alegra, Chef Dobis, as aulas duraram cerca de seis meses. Para o superintendente da Alegra, Ivonei Durigon, esse programa é uma forma de dar oportunidade aos jovens que vivem em situações de risco. “Sabemos da importância de carregar uma certificação como essa junto à nossa marca. A Alegra está sempre buscando realizar ações que sejam social, econômica e ambientalmente positivas. Prova disso é elaboração da segunda edição do nosso Relatório de Sustentabilidade (GRI), que está em fase de revisão e deverá ser lançado até o final do ano, mostrando nossos esforços por um mundo melhor”, explicou Durigon. (Com informações do Informativo Capal)

 

COCAMAR: Unidade de Naviraí será inaugurada nesta segunda-feira

cocamar 19 11 2018Produtores rurais da região de Naviraí, no Mato Grosso do Sul, passam a contar, a partir desta segunda-feira (19/11), com a mais nova unidade da Cocamar no Mato Grosso do Sul. Uma solenidade às 18h30, com a presença de dirigentes, autoridades, colaboradores e produtores convidados, inaugura a estrutura de atendimento da cooperativa no município, que é importante região pecuária e produtora de grãos.

Operação - Inicialmente, a unidade de Naviraí irá operar no fornecimento de insumos agropecuários, mas a Cocamar já informou que planeja avançar no sentido de, em breve, atender os produtores também no recebimento de suas safras de grãos.

Terceira unidade - Naviraí será a terceira unidade da cooperativa naquele Estado. As duas primeiras estão localizadas em Nova Andradina e Ivinhema. (Imprensa Cocamar)

 

COOPAGRICOLA: Evento marca encerramento do Programa Cooperjovem 2018

coopagricola 19 11 2018Artistas mirins fizeram um grande show na festividade de encerramento das atividades do Programa Cooperjovem de 2018, realizado no dia 13 de novembro em Ipiranga, que contou neste ano com a participação de cinco escolas de Ipiranga e uma de Ivaí, totalizando 250 estudantes.

Emoções - O evento foi recheado de emoções com as apresentações artísticas de dança, canto e teatro, realizadas pelos alunos, demonstrando muito comprometimento e dedicação na organização das apresentações, haja vista que os alunos foram os grandes protagonistas de todas as fases do desenvolvimento do programa em 2018.

Palestra motivacional - Outro show à parte foi a palestra motivacional realizada pelo professor João Carlos de Oliveira, o qual conseguiu arrancar muitos risos e emoções diversas de todos os presentes, com o seu jeito irreverente, porém com conteúdo muito consistente.

Premiação - Foi realizada também a premiação do Concurso de Redações Municipal do Cooperjovem edição 2018, sendo que foi premiado um aluno de cada escola participante com um celular, medalha e certificado para os estudantes das escolas de Ipiranga e uma bicicleta, medalha e certificado para o vencedor da escola de Ivaí, sendo que esta premiação foi sugerida pelas secretarias de educação respectivamente.

Tema - O tema do concurso de redações deste ano foi “A importância das cooperativas e o seu papel na sociedade!”, e em resumo foi verificado o alto nível de entendimento dos alunos sobre a representatividade do cooperativismo e das cooperativas, com destaque para um trecho da redação da aluna Gabriele da Escola São Braz de Ipiranga: “Acredito que as cooperativas têm a função de gerar transformação, pois se em minha escola todos quiseram cooperar com nossos objetivos, imagina só o poder da transformação que a cooperação pode gerar no mundo.”

Projetos - Outro destaque do Cooperjovem 2018 foram as PECs desenvolvidas pelas escolas que superaram todas as expectativas, onde pôde-se observar o poder de transformação que a educação cooperativista pode promover em toda uma comunidade. Todas as escolas foram premiadas com um troféu destaque e em comum acordo onde não houve vencedores e nem derrotados, apesar de que seria muito difícil julgar qual a melhor PEC, as escolas vão dividir igualmente o prêmio em dinheiro. (Coopagricola)

 

PRIMATO: A mais lembrada em três categorias do Prêmio Destaque Empresarial Toledo 2018

primato 19 11 2018Foi realizado no dia 10 de novembro, no Yara Country Club, o Prêmio Destaque Empresarial Toledo 2018, na sua 14ª edição. Também foi destaque a 5ª edição Empreendedor 2018, que é organizado pelo Conselho do Jovem Empreendedor de Toledo (Cojem), vinculado a Associação Comercial e Empresarial de Toledo, a ACIT. Mais de 700 pessoas prestigiaram o evento, que valoriza e incentiva o empreendedorismo em Toledo.

Supermercado O Primato Supermercado foi o ganhador na sua categoria premiando um trabalho que iniciou há uma década. “Estamos extremamente felizes em sermos contemplados com o prêmio Destaque Empresarial na categoria supermercados, afinal, esse trabalho vem sendo feito por todos os colaboradores e fornecedores que entenderam a nova forma de desenvolver esse importante serviço ao público de Toledo”, enalteceu o diretor executivo Anderson Sabadin que complementou, “nosso propósito é apresentar uma experiência de consumo diferenciada, com horários acessíveis, promoções assertivas com preço justo, por isso, estamos cada vez mais empenhados em sermos a rede de supermercado do consumidor toledano”.

Açougue - Na categoria Açougue o Primato Supermercado também foi o mais lembrado pelo público da cidade. “A parte de carnes é um diferencial que estamos desenvolvendo há algum tempo, com o Festival do Churrasco, com fornecedores selecionados que em parceria apresentam uma gama de carnes que garantem a qualidade e fazem com que o consumidor tenha produtos que satisfaça seu paladar, afinal, quem não gosta de churrasco com a família, amigos e colegas”, destacou Sabadin.

Pecuária leiteira - Um dos principais segmentos da Primato Cooperativa Agroindustrial, a pecuária leiteira também foi destaque no evento. “A essência da cooperativa são os cooperados que atuam todos os dias para produzir alimentos com excelência”, enfatizou o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter que complementou, “por isso sermos premiados na categoria Loja para Pecuária Leiteira é um motivo de orgulho, afinal, o trabalho só é feito com excelência devido a participação efetiva de cooperados, colaboradores e nossos parceiros comerciais que em sintonia, fazem a diferença na atividade leiteira. Por isso, é uma satisfação fazer parte deste evento que premia as principais empresas e empreendedores de nosso município”. (Imprensa Primato)

 

CAPAL: Palestra alerta homens sobre o risco do câncer de próstata e desmistifica o exame preventivo

capal 19 11 2018Funcionários da Capal Cooperativa Agroindustrial participaram de uma palestra para alertar sobre o câncer de próstata. Realizada na Associação dos Funcionários da Capal (Asfuca), a ação é parte das atividades organizadas na cooperativa em relação à campanha Novembro Azul e despertou o interesse sobre a necessidade dos exames preventivos.

Primeira vez - A palestra “Saúde do Homem” foi ministrada pelo clínico-geral da Secretaria de Saúde de Arapoti, Eduardo Mayrhofer Sargi, para 61 homens. Essa foi a primeira vez que a cooperativa promoveu um evento exclusivo sobre o assunto. A iniciativa, que contou ainda com sorteio de brindes, foi da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e do Departamento de Comunicação da Capal. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que o ano de 2018 fechará com 68 mil novos casos da doença registrados no País.

Mudança - “Mudar a forma como os homens encaram os cuidados com a própria saúde é muito importante. Acredito que uma palestra exclusivamente para esse assunto ajuda a tirar o estigma dos exames que são necessários para o diagnóstico precoce do câncer de próstata”, afirmou Eduardo Sargi. O funcionário da Capal Rubens Simão elogiou a iniciativa, considerando-a “bastante proveitosa”. “Tirei muitas dúvidas e agregou o quanto é importante o exame preventivo. A Capal está ajudando as pessoas que não têm conhecimento sobre o assunto a se conscientizar da importância do exame e da prevenção”, destacou Simão.

Ação - Anualmente na Capal, no mês de novembro, acontece uma ação para alertar os homens da gravidade do câncer de próstata e da importância de realizar o exame. Edson José Carvalho, presidente da Cipa, conta que a recepção ao assunto foi muito boa, na medida em que discutiu alguns estereótipos em torno da doença. “A palestra desmistificou que a prevenção tenha alguma relação com a sexualidade, afinal, como foi destacado, atualmente não existe exame que substitua o toque, mesmo com os avanços tecnológicos”.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal Cooperativa Agroindustrial conta atualmente com quase 3.000 associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos estados do Paraná e de São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. (Imprensa Capal)

 

UNIMED COSTA OESTE I: População é orientada sobre a saúde do homem

unimed costa oeste I 19 11 2018Cuidar da saúde também é assunto de homem. No mês de combate ao câncer de próstata a Unimed Costa Oeste realizou uma ação oferecendo diversos serviços, como aferição de pressão arterial, teste rápido de glicemia, cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) e orientações em saúde do homem. A atividade ocorreu no dia 10 de novembro, na Praça Willy Barth, em Toledo, Oeste do Paraná.

Cuidado - O senhor Hilmar Kieling, de 74 anos, não perdeu tempo e aproveitou a oportunidade de verificar se a saúde estava em dia. “Eu cuido muito da minha saúde. Todos os anos faço um check-up”, contou.

Elogio - Já o radialista João Soares, de 58 anos, gostou da ação realizada pela cooperativa. “É um trabalho que tem que ser aplaudido. Todas as empresas deveriam se preocupar com a saúde da população”, disse.

Prevenção - Segundo o médico responsável da área de Atenção à Saúde, Alexandre Ribeiro Fortes, a prevenção é o melhor remédio. “A saúde precisa ser acompanhada todos os dias, não somente neste mês que é dedicado a essa causa. É preciso que essa busca pelo autocuidado seja constante”, destacou.

Sobre a Unimed Costa Oeste - Preocupada com a saúde e bem-estar de seus clientes, a Unimed Costa Oeste busca a cada dia ampliar suas ações com o objetivo de propiciar qualidade de vida a toda a comunidade. Presente há 34 anos na região Oeste do Paraná desenvolve projetos sociais para diferentes públicos, por meio do teatro, canto e encontros voltados às gestantes, idosos e hipertensos. Conheça mais sobre a Unimed Costa Oeste no site: www.unimedcostaoeste.com.br. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

 

UNIMED COSTA OESTE II: Palestra aborda a segurança do paciente

unimed costa oeste II 19 11 2018Médicos, enfermeiros, farmacêuticos e administradores hospitalares participaram na noite do dia 08 de novembro de uma palestra sobre “Segurança do Paciente” – Eventos Adversos e Alta Segura ministrada pelo doutor Gibran Avelino Frandoloso, que possui vasta experiência na área de medicina interna, urgência, hospitalar e intensiva.

Objetivo - A ação teve como objetivo apresentar conceitos de segurança do paciente desde a sua recepção até o momento da alta de forma segura, principalmente no ambiente hospitalar. Segundo Gibran, é necessário que o paciente tenha a seu dispor um sistema de saúde seguro em todos os momentos. “Chamamos de linha de cuidado. Durante todo o atendimento o paciente deveria ter um sistema seguro, desde o momento em que ele chega ao ambulatório, no pronto atendimento, quando é internado, durante o internamento, no processo de alta, no retorno ambulatorial e no segmento na unidade básica de saúde em que ele for acompanhado”, explicou.

Desafios - Atualmente, um dos maiores desafios das organizações de assistência médico-hospitalar é implementar ações para reduzir a frequência de erros humanos, falhas nos processos e estabelecer formas de garantir a segurança assistencial. “O foco é melhorar a segurança na transição de cuidados nos diversos níveis de assistência: do ambulatório para o hospital, do hospital para casa, ou seja, se isso não funcionar de forma adequada quem mais sofre é o paciente”, complementou o médico.

Programa - Gibran é um entusiasta quando o assunto é segurança do paciente. Ele destaca que o programa foi criado pela Anvisa em 2013, mas há 18 anos existe um movimento estruturado para discutir sobre o assunto e há mais de duas décadas de pesquisas nesta área. É uma tentativa de organizar os ambientes hospitalares para que sejam mais seguros. “Achei louvável a iniciativa da Unimed de falar sobre segurança do paciente e envolver uma equipe multidisciplinar, pois a percepção de cuidado deve partir de todos, o cuidado ao paciente é da equipe”, destacou.

Educação - A palestra integra o Programa de Educação Continuada voltado aos médicos cooperados e a rede prestadora. Para o diretor vice-presidente da Unimed Costa Oeste, Manoel Joaquim de Oliveira, é preciso segurança no atendimento ao público que utiliza o sistema de saúde. “A segurança do paciente é uma temática que estamos trabalhando com mais intensidade e mostramos a importância do atendimento ao paciente de forma segura, principalmente durante sua permanência no hospital. Ter esses profissionais para discutir sobre o assunto é de extrema importância para o dia a dia no atendimento”, frisou Manoel.

Sobre a Unimed Costa Oeste - Preocupada com a saúde e bem-estar de seus clientes, a Unimed Costa Oeste busca a cada dia ampliar suas ações com o objetivo de propiciar qualidade de vida a toda a comunidade. Presente há 34 anos na região Oeste do Paraná desenvolve projetos sociais para diferentes públicos, por meio do teatro, canto e encontros voltados às gestantes, idosos e hipertensos. Conheça mais sobre a Unimed Costa Oeste no site: www.unimedcostaoeste.com.br. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

 

UNIMED MARINGÁ: Dia Nacional dos Estomizados quer disseminar informações e combater preconceito

unimed maringa 19 11 2018A estomia é uma intervenção cirúrgica que cria um orifício chamado estoma na região abdominal a fim de estabelecer comunicação entre um órgão interno e o exterior. O objetivo é a eliminação dos dejetos produzidos pelo organismo, como fezes, urina, secreções e fluidos. Pessoas de todas as idades estão sujeitas a passar pelo procedimento, que geralmente é indicado para quem sofreu lesão no intestino ou no reto.

Bolsa coletora - A partir da criação do orifício, o paciente é submetido à colocação de uma bolsa coletora, onde ficarão armazenados os dejetos eliminados. Segundo o estomaterapeuta - enfermeiro especializado no tratamento de feridas na região do estoma - da Unimed Maringá, Luciano Dias Forner, o uso da bolsa pode ser temporário ou permanente. “Independente de quanto tempo a pessoa usar a bolsa, é possível ter uma vida normal após o procedimento”, diz.

Mitos - O enfermeiro lembra que o Dia Nacional dos Estomizados, celebrado em 16 de novembro, quer combater mitos que envolvem o procedimento e que fazem com que os pacientes inicialmente tenham resistência e fiquem com a autoestima abalada. Porém, ele afirma que a única contraindicação é que o paciente estomizado carregue muito peso. “Toda s as outras atividades estão liberadas. As pessoas podem trabalhar, dirigir, entrar na piscina, ir à praia e inclusive se relacionar sexualmente”.

Orientação - A orientação para os pacientes que passaram pelo procedimento é que evitem alimentos que soltem o intestino ou provoquem gases, como feijão, frituras, gorduras e frutas como mamão. Outra orientação importante é em relação à higiene e cuidados com a pele. “A região do estoma deve ser higienizada com água e sabonete, sem esfregar e sem usar esponjas, já que trata-se de uma região sensível”, orienta.

Higiene - O enfermeiro destaca também a higiene com a bolsa coletora. “O indicado é que o paciente a esvazie sempre que ela estiver com um terço da capacidade preenchida e faça uma boa higienização ao menos uma vez ao dia”, explica. Já a troca da bolsa deve ocorrer uma vez por semana. “Fazendo isso, o paciente estomizado não deve ter problemas com desconforto ou mau cheiro”, diz. (Imprensa Unimed Maringá)

 

ENTREVISTA: Cooperativismo é a nova economia global

entrevista 19 11 2018O último módulo do projeto Conhecer para Cooperar foi concluído na terça-feira passada (13/11), em Brasília, com a participação dos representantes do governo federal, de agentes financeiros e, também, de cooperativas médicas e odontológicas, focos dessa edição do projeto, que contou com uma etapa teórica, duas, práticas e uma de finalização.

Destaque - Um dos destaques da programação do último módulo foi a participação do diretor executivo do Instituto Europeu de Pesquisa em Cooperativas e Empresas Sociais (Euricse, na sigla em inglês), Gianluca Salvatori. Ele discorreu sobre as experiências de cooperativas de saúde ao redor do mundo e, também, sobre inovação.

Entrevista - Confira na entrevista abaixo, o que ele pensa sobre o papel do cooperativismo na nova economia global, pautada em um consumo mais ético e responsável.

Como o senhor vê o movimento cooperativista em nível global?

Nos países da Europa, claro que, dependendo do lugar e dos efeitos da crise de 2008, o paradigma do desenvolvimento econômico que dirigia nossas economias há cerca de 30 anos passou por profundas mudanças em função dos desafios gerados por essa crise, afetando, inclusive, os lucros das grandes corporações.

Então, depois de 30 anos tivemos de repensar muita coisa e foi um processo que envolveu as universidades, as políticas públicas e os próprios atores da arena econômica, dominada pelo lucro das empresas. O que vemos hoje em dia é uma mudança de atitude que valoriza o trabalho coletivo.

E é aí que as cooperativas entram. Elas têm, atualmente, mais atenção da opinião pública, porque há mais sensibilidade para ver essa nova forma de organização econômica. Então, o que temos observado desde a crise de 2008, é que que as corporações tradicionais como grandes empregadoras não estimulam valores nas pessoas, apenas competição.

E, ao mesmo tempo, ao longo desse período precedido pela crise, as organizações cooperativas cresceram em termos de geração de emprego, em indicadores como o índice de retenção e, sobretudo, as organizações cooperativas passaram a ter um papel essencial como resposta das questões sociais exatamente por mostrarem que é possível produzir com respeito aos recursos naturais e às pessoas.

Vejo, pelo menos nos países europeus, um fenômeno comum, que é o cruzamento de duas linhas: uma é a economia tradicional em ritmo de desaceleração; a outra é a economia cooperativista, crescendo rapidamente em termos de capacidade de reação nos mercados onde atuam para enfrentar os desafios que vão surgindo todos os dias.

O momento das cooperativas é agora. Elas precisam continuar mantendo sua dinâmica de valorizar a atitude favorável das pessoas em direção a seus ideais, seus projetos, sempre de um jeito cooperativo de fazer as coisas. Nós acreditamos que as cooperativas têm a chance de crescer muito mais, bastando, para isso, ampliar sua capacidade de reação frente às novas demandas sociais.

Na sua opinião, quais necessidades são ou poderão ser tendências?

Todos os tipos de necessidades que envolvem a segurança das pessoas, de forma mais abrangente. Todo mundo precisa se sentir seguro em termos de saneamento básico, emprego e estabilidades diversas.

Nós acreditamos em conexões sociais, que, em função da crise, estão mais e mais desafiadoras. Quero dizer o seguinte: as pessoas nos últimos 50, 60 anos se sentiam protegidas pelo governo. Era como um poder superior, cuidando das nossas vidas, nossa saúde, nossa segurança. Mas, hoje em dia, isso mudou devido à diminuição do poder do governo, por conta da limitação de recursos financeiros, e, acima disso, por causa das questões ligadas à sua legitimidade.

As pessoas não acreditam mais em seus governos e sentem as instituições públicas mais distantes do que nunca. O povo já não acredita que as instituições públicas sabem o que é melhor para ele. As pessoas perderam a confiança nos políticos e na possibilidade de os governos serem ser a chave para resolver qualquer um de seus problemas.

Então, encarando essa falta de confiança que a sociedade tem em relação aos seus governos, o cooperativismo tem uma grande oportunidade diante de si, pois tem a habilidade de recriar os links entre pessoas e as instituições, ampliando as relações de confiança. Além disso, as cooperativas também têm nas mãos os mecanismos de atuar como agentes de desenvolvimento social, com base no desenvolvimento econômico dos cooperados e demais envolvidos no processo produtivo, por exemplo.

Vale ressaltar que o movimento cooperativista não é somente sobre economia. É sobre coesão social, confiança, visão de futuro. O cooperativismo é um modelo econômico que valoriza o lado econômico e o lado social.

E como as cooperativas podem fazer isso?

O movimento cooperativista tem a responsabilidade de dar algumas repostas à sociedade, não diretamente as de cunho político, mas associadas ao desenvolvimento, ao crescimento, à transformação. As cooperativas produzem ideias, visões e estratégias para o futuro. Uma das questões que surge naturalmente nos dias atuais, está relacionada à forma de como nós consideramos a escala do tempo, por exemplo.

As organizações políticas têm uma escala de tempo muito curta. Nossos representantes políticos têm de reagir, de acordo com as eleições. Eles não conseguem cuidar do futuro. Eles apenas olham o que pode ser feito entre o fim de uma eleição e o início da outra. Então, esse é um prazo muito curto para se produzir alguma coisa com comprovada eficácia.

Então, considerando esse cenário, quem tem a capacidade de olhar para o futuro? Eu acredito que o DNA do movimento cooperativista tem muito a contribuir. As cooperativas estão entre os poucos, repito, poucos, sujeitos em nossa sociedade e, também, no cenário econômico que projetam e planejam os próximos 20, 30 anos, mirando as próximas gerações. Então, o trabalho das cooperativas envolve uma aproximação entre uma geração e outra e isso é uma das forças invisíveis, mas reais, do movimento cooperativista.

Essa é uma das formas de responder às inseguranças do nosso tempo, porque as pessoas sentem que elas não têm como saber o que vai acontecer daqui a cinco anos. Elas não sabem o que vai acontecer com seus filhos, nem mesmo com elas quando envelhecerem... quem cuidará delas? Então, muitas das questões problemáticas da nossa sociedade está relacionada ao futuro. Não é sobre o presente.

Quer um exemplo? Nós estamos preocupados com os imigrantes, mas não com aquilo que eles significam hoje e, sim, com o risco que eles podem representar nos próximos anos. A gente sempre pensa: eles vão roubar os nossos empregos? Será que eles vão criar uma pressão social que reduzirá meu bem-estar? Então, muitas dessas questões se relacionam com situações do futuro, entretanto, ninguém, além do movimento cooperativista que tem a cultura e a habilidade de olhar para o futuro, fala do futuro.

Então você considera que as cooperativas têm, diante de si, a oportunidade de ocupar os espaços que vão surgir com base na economia do futuro?

Não só a oportunidade, mas a responsabilidade. Nós estamos numa situação ideal para recriar um novo tecido social, uma nova densidade. Nossa sociedade está perdendo a cola que junta as pessoas. Elas estão perdendo seus ideais, sua vontade de trabalhar por um ideal comum. E as cooperativas podem mudar isso, independentemente do setor econômico em que elas se localizem. Em todos esses setores elas podem propor um futuro ideal e o ideal de um coletivo de recursos humanos para que tenhamos um futuro mais promissor para todos.

Então, não há uma área ou setor especificamente que eu vislumbre oportunidades para as cooperativas. Na verdade, essas oportunidades estão em todos os lugares, em todos as áreas. Onde quer que as pessoas precisem de respostas para suas necessidades, ali as cooperativas terão condições de se fortalecerem.

E como as cooperativas de saúde, por exemplo, podem ser preparar para o futuro?

Para mim, um dos exemplos de como as cooperativas podem se beneficiar, agora, do futuro, está na área da saúde. Há um processo de mudança na nossa sociedade, em todos os lugares. As pessoas estão envelhecendo, vivendo mais do que no passado e de uma maneira mais problemática do que nos anos 80, 90. Então, a gente precisa pensar em como as cooperativas médicas poderão continuar atendendo seus clientes. Esse é bom cenário sobre o qual as cooperativas médicas podem refletir. (Informe OCB)

 

RAMO CRÉDITO: 12º Concred, protagonismo na era tecnológica

ramo credito 19 11 2018Um estudo divulgado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), em janeiro deste ano, revela que 45% dos brasileiros não fazem um controle efetivo do próprio orçamento. O levantamento revela, ainda, que a maior parte dos consumidores garante ser autodidata quando o assunto é ‘conhecimentos para gerir o próprio dinheiro’. Enquanto 45% alegam que aprenderam sozinhos, apenas 9% dizem que fizeram cursos e 6% que recorreram a algum especialista.

Educação financeira - A educação financeira é um dos temas mais debatidos na atualidade, considerando que o Brasil vem enfrentando crises políticas e econômicas há pelo menos quatro anos. E o número de brasileiros desempregados já chega a 12,5 milhões, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no final de outubro, quadro que agrava cada dia mais o índice de inadimplência no País. É em meio a este cenário que as cooperativas de crédito têm encontrado espaço para crescer, sobretudo pela formação de clientes mais conscientes e pela oferta de produtos customizados, mostrando que economia não é um ‘bicho de sete cabeças’.

Concred - Esse movimento do setor é tema central no debate do 12º Concred – Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito, que será realizado de 21 a 23 de novembro, em Florianópolis (SC), e permeará todas as ações do evento com a proposta de trazer respostas sobre como definir a melhor estratégia para superar os desafios da atualidade, ser protagonista em uma ‘era da mudança’ e ganhar vantagem competitiva frente ao mercado tradicional. Protagonismo e sinergia são os assuntos que guiarão as discussões a fim de identificar lacunas e encontrar soluções em prol do desenvolvimento do SNCC (Sistema Nacional de Crédito Cooperativo). “A temática estimula a conversa sobre o papel do cooperativismo financeiro, suas virtudes e oportunidades em um ambiente em constante mutação, seja nos negócios, seja no comportamento do cooperado, seja na intervenção dos agentes externos na dinâmica das relações cooperativa/cooperados”, comenta Kedson Macedo, presidente da Confebras (Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito), entidade responsável pelo evento.

Primeiro passo - O primeiro passo deste caminho foi dado com a parceria entre Confebras, FintechLab e Torq na criação do espaço FintechCoop Lab. A proposta desta união é dar a oportunidade aos presentes de conhecerem tendências tecnológicas de startups com expertise no desenvolvimento de produtos e serviços para o mercado financeiro e promover a aproximação e a conexão entre o ambiente das startups e o mundo cooperativista. Ao todo são 12 empresas expositoras, escolhidas por meio de um processo criterioso que visava a soluções que podem se encaixar nas necessidades das cooperativas: Fittibank, BLU365, F(x), Exchange Now, Monkey, Mutuus, IOUU, FullFace, Inngage, Moneto, CredMobi, PAGHIPER e ATTA. Além do espaço de exposição, todas terão oportunidade de participar da Estação HighTech, com apresentações sobre suas soluções.

Competitividade - “Após a confirmação dos primeiros unicórnios brasileiros [startups com valor superior a US$1 bilhão], as fintechs se mostraram capazes de competir de igual para igual com os grandes bancos, por isso trouxemos esse setor para dentro do cooperativismo”, ressalta Macedo, complementando que entre outros atributos, o que clientes, usuários e consumidores buscam no seu relacionamento com o mercado é simplicidade, facilidade, agilidade, acessibilidade, economia, racionalidade, qualidade, inovação, segurança e sustentabilidade. “Tais características se tornaram condições essenciais para o sucesso dos negócios, sobretudo no segmento cooperativista-financeiro. E as fintechs e startups – por seu modelo atual e inovador, sustentado na tecnologia – têm se mostrado grandes aliadas das instituições financeiras para vencer estes desafios.”

48 horas de negócios - Além das palestras e painéis temáticos nacionais e internacionais que debaterão o futuro do cooperativismo de crédito, o Concred ainda proporcionará aos participantes oportunidades de negócios e networking, que serão importantes pilares complementares do tema central do evento. O Encontro de Negócios e Oportunidades é uma das iniciativas da organização com o propósito de aproximar ofertantes e demandantes de produtos e serviços de cooperativas de crédito. Serão 12 sessões de negociação por dia, com duração de 20 minutos cada.

Mesma proposta - Paralelo ao projeto, acontece a Feira de Negócios Cooperativistas, que segue a mesma proposta de geração de novas parcerias. “Em 2018, esta será a melhor arena para apresentar e fortalecer a marca das organizações a um público qualificado, sedento de bons relacionamentos e negócios”, ressalta o presidente da Confebras. “É nesse espaço que as empresas poderão mensurar as novas demandas do mercado cooperativista-financeiro, identificar tendências e oportunidades ainda não percebidas e reunir informações para articular os próximos passos do seu negócio.”

Tema central - Em 2018, o 12º Concred terá como tema central: “Cooperativismo de Crédito: Protagonismo e Sinergia em Cenários de Mudança”, que visa estimular a discussão sobre o papel do cooperativismo financeiro, suas virtudes e oportunidades, em um ambiente de constante mutação, seja nos negócios, seja no comportamento do cooperado, seja na intervenção dos agentes externos na dinâmica das relações cooperativa/cooperados.

Site - Acesse o site do evento: http://www.confebras.coop.br/concred/. (Revista MundoCoop)

 

AGRONEGÓCIO: Balança comercial do setor fica positiva em US$ 7,3 bi em outubro

 

agronegocio 19 11 2018Em outubro de 2018, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 8,48 bilhões, o que representou alta de 5,7% em comparação ao mesmo mês de 2017. Com esse valor, o agronegócio alcançou participação 38,5% do total das vendas externas brasileiras no mês. Já as importações do agronegócio totalizaram US$ 1,19 bilhão em outubro, com elevação de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Como resultado, o saldo da balança comercial do agronegócio no mês foi de US$ 7,29 bilhões (+5,9%).

 

Divulgação - A divulgação dos dados da Balança Comercial do Agronegócio, elaborados pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi feita na sexta-feira (16/11).

 

Destaques - Em relação aos setores exportadores do agronegócio brasileiro, os destaques do período foram o complexo soja (30,9%); carnes (15,9%); produtos florestais (13,2%); complexo sucroalcooleiro (8,3%); e cereais, farinhas e preparações (7,6%). Em conjunto, as vendas externas desses cinco setores apresentaram participação de 75,9% do total exportado pelo agronegócio brasileiro em outubro de 2018.

 

Crescimento - As exportações do complexo soja cresceram 78,8% em relação a outubro de 2017, com US$ 2,62 bilhões. A maior parcela desse valor foi gerada pelas exportações de soja em grãos, que alcançaram volume recorde para todos os meses de outubro com 5,35 milhões de toneladas (+115,1%), o que resultou em uma cifra também recorde para o mês de outubro de US$ 2,11 bilhões (+124,2%).

 

Carnes - As vendas de carnes totalizaram US$ 1,35 bilhão no período, uma redução de 5% ante US$ 1,42 bilhão verificado no mesmo mês do ano anterior. Houve aumento de 3,5% no quantum comercializado, com 608 mil toneladas. O principal item negociado no mês foi a carne bovina, com US$ 619 milhões (+3,3%). Em relação à quantidade, verificou-se novo recorde de comercialização da carne bovina in natura para os meses de outubro, com 136 mil toneladas negociadas.

 

Produtos florestais - Em terceiro lugar no ranking dos setores do agronegócio que mais exportaram em valor, os produtos florestais registraram a soma de US$ 1,12 bilhão, com crescimento de 10,2% em relação ao US$ 1,02 bilhão obtido no mesmo mês do ano anterior. O principal produto negociado foi a celulose, com o valor recorde para os meses de outubro de US$ 619,46 milhões (+14,9%) e 1,12 milhão de toneladas (+4,2%), respectivamente. (Mapa)

Confira a nota e o resumo da balança comercial do agronegócio

Confira o Agrostat - Sistema de Estatísticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro

 

SOJA: Embrapa promove curso em manejo fitossanitário

soja 19 11 2018Com enfoque em manejo fitossanitário da soja, a Embrapa Soja realiza o primeiro módulo do Curso de Produção de Soja, de 19 a 23 de novembro, na sede da Embrapa Soja, em Londrina (PR). Estão inscritos 35 profissionais da assistência técnica e produtores rurais do Paraná, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo e um representante da Colômbia. O pesquisador da Embrapa Soja, André Prando, coordenador do curso, explica que o objetivo é atualizar e capacitar técnicos e produtores sobre as tecnologias de produção de soja, visando o melhor manejo do sistema produtivo.

Ênfase - Neste módulo sobre Manejo Fitossanitário, a ênfase será em temas como fisiologia da soja, tecnologias de aplicação de agrotóxicos e manejo integrado de pragas, doenças e nematoides. Estão previstas aulas teóricas e práticas de campo, onde serão demonstrados os resultados de tecnologias recomendadas pela Embrapa.

2020 - Outro módulo do Curso de Produção de Soja sobre Manejo do solo e da Cultura será oferecido em 2020, em data a ser divulgada posteriormente. A programação e as informações do módulo Manejo Fitossanitário do Curso de Produção de Soja estão disponíveis no site www.embrapa.br/soja/cursodeproducao/introducao. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

SERVIÇO

Evento: Curso de Produção de Soja - Módulo de Manejo Fitossanitário

Data: 19 a 23 de novembro

Horário: 8h às 17h

Local: Embrapa Soja, Rod. Carlos João Strass, s/n - Londrina (PR)

 

FOCUS: Mercado reduz novamente estimativa para inflação no final de 2018

focus 19 11 2018Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA - o índice oficial de preços - de 2018. O Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira (19/11), pelo Banco Central, mostra que a mediana para o IPCA este ano passou de alta de 4,23% para elevação de 4,13%. Há um mês, estava em 4,44%. A projeção para o índice em 2019 foi de 4,21% para 4,20%. Quatro semanas atrás, estava em 4,22%.

2020 e 2021 - O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2020, que seguiu em 4,00%. No caso de 2021, a expectativa foi de 3,95% para 3,90%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 4,00% e 3,78%, nesta ordem.

Sem alterações - As demais projeções apresentadas no relatório se mantiveram inalteradas. O crescimento do PIB foi mantido em 1,36% em 2018 e em 2,50% em 2019. A estimativa de cotação do dólar em 2018 permaneceu em R$ 3,70 e em R$ 3,76 para 2019. Já as estimativas para a taxa Selic continuaram em 6,50% em 2018, e 8% até o final de 2021.

Meta - A projeção dos economistas para a inflação em 2018 está dentro da meta deste ano, cujo centro é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). Para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%). No caso de 2020, a meta é de 4,00%, com margem de 1,5 ponto (de 2,5% a 5,5%). Já a meta de 2021 é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%).

IBGE - No dia 7 de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA de outubro subiu 0,45%. No ano, o índice acumula alta de 3,81% e, em 12 meses, de 4,56%.

Copom - No fim de outubro, ao manter a Selic (a taxa básica de juros) em 6,50% ao ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC atualizou suas projeções para a inflação. No cenário de mercado, que utiliza o câmbio e os juros projetados no Focus como referência, a expectativa para o IPCA em 2018 é de 4,4%. Para 2019, a projeção é de 4,2% e, para 2020, de 3,7%.

Top 5 - No Focus desta segunda-feira, entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2018 passou de 4,08% para 4,05%. Para 2019, a estimativa do Top 5 foi de 4,25% para 4,10%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 4,50% e 4,23%, respectivamente.

Mediana - No caso de 2020, a mediana do IPCA no Top 5 permaneceu em 4,00%, igual ao verificado há um mês. A projeção para 2021 no Top 5 seguiu em 3,75%, ante 3,88% de quatro semanas atrás. (O Estado de S.Paulo)

 

ECONOMIA: Combustível deve subir menos e pode ajudar inflação

A forte queda nas cotações internacionais do petróleo, com impacto nos preços dos combustíveis no Brasil, deve contribuir para arrefecer a inflação neste fim de ano. E, salvo oscilações radicais na commodity e no câmbio, também ajudar a manter a inflação comportada no ano que vem.

Queda - As cotações do petróleo caíram 25% desde as máximas de quatro anos no início de outubro. Após recuar por 12 pregões seguidos, os preços do petróleo tipo WTI e do tipo Brent subiram em torno de 1,4% na quarta-feira. Na sexta (16/11), eles valiam US$ 56,5 e US$ 66,8, respectivamente.

Petrobras - Na esteira das quedas internacionais, a Petrobras reduziu sete vezes o preço da gasolina nas refinarias neste mês, num recuo acumulado de 13,58% na primeira quinzena. Nesse meio tempo, a mediana das estimativas do relatório Focus, do Banco Central, para o IPCA de novembro saiu de 0,30% para 0,15% e, para dezembro, de 0,35% para 0,26%.

Impacto maior - Para o economista Lucas Nóbrega, do Santander, o impacto da queda dos combustíveis será maior e o IPCA de novembro vai cair 0,13%. "A deflação será basicamente por causa de combustíveis. Energia elétrica também vai contribuir com a mudança na bandeira tarifária [de vermelha 2 para amarela]", diz.

Sem espaço - O economista não vê espaço para uma forte queda adicional da cotação do petróleo, embora avalie que a demanda possa enfraquecer diante dos sinais já existentes de desaceleração da economia mundial. "Não trabalhamos com estimativas para o petróleo, mas algo entre US$ 60 e US$ 70 o barril [do Brent] pode ser um bom palpite. Não vejo uma grande desvalorização", diz.

Câmbio - Se o câmbio se mantiver no atual patamar "confortável", a perspectiva é de preços de combustíveis menos pressionados em 2019. O Santander estima alta entre 2% e 2,5% para o item no ano que vem, ante avanço de 10% neste ano. O banco prevê taxa média de câmbio de R$ 3,75 em 2019, e de R$ 3,61 neste ano. O IPCA deve subir 3,8% e 4,3%, respectivamente.

Consumidor - Tiago Tristão, economista da Genial Investimentos, diz que 90% da variação da gasolina e do diesel aos distribuidores chegam ao consumidor em até 90 dias. "O repasse da refinaria para as bombas está ocorrendo de forma rápida e, se isso for mantido, os combustíveis terão deflação ao consumidor em novembro e talvez até em dezembro", avalia.

Pressão - Em outubro, o grupo transportes foi uma das principais pressões sobre o IPCA, ao avançar 0,92%, e a tendência é que fique no terreno negativo ao fim de novembro. Por ora, a Genial estima que o IPCA vai desacelerar de 0,45% em outubro para 0,15% no mês atual, mas está sob revisão para baixo.

Preços administrados - Nas estimativas da gestora, os preços administrados, grupo em que está a gasolina, vão aumentar 7,5% neste ano. Para o próximo ano, o cenário ainda é incerto, porque dependerá do comportamento do câmbio e da oferta e demanda de petróleo, diz Tristão. Considerando a taxa de câmbio na casa de R$ 3,60, a manutenção da mesma bandeira tarifária nas contas de luz de dezembro para 2019 e, ainda, que o barril de petróleo fique entre US$ 60 e US$ 70, as tarifas monitoradas devem ter alta parecida à deste ano.

Benignos - Fabio Silveira, da MacroSector, diz que petróleo em US$ 70 e dólar em R$ 3,80 seriam benignos para os preços dos combustíveis. O problema, afirma, é que são duas variáveis imprevisíveis. "A grande questão é saber em que patamar o preço do petróleo e a taxa de câmbio vão se estabilizar. Hoje, rigorosamente, não dá para dizer." O economista tem uma visão mais negativa para a inflação em 2019 e prevê alta de 5,2%, efeito dos grandes desafios fiscais de difícil solução e do cenário externo mais desafiador com alta de juros dos EUA, que pressionarão o câmbio, e preços agrícolas mais altos que os vistos neste ano. (Valor Econômico)

SAÚDE: Audiência pública discutiu nova metodologia de reajuste de planos individuais

saude 19 11 2018A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou na terça-feira passada (13/11), no Rio de Janeiro, audiência pública para discutir a proposta de nova metodologia para o cálculo de reajuste anual dos planos de saúde individuais e familiares. Estiveram presentes no evento cerca de 150 pessoas, entre representantes de órgãos de defesa do consumidor, das operadoras de planos de saúde, de prestadores de serviços, academia, entidades do setor e órgãos públicos. O tema já havia sido tema de audiência pública em julho deste ano e retornou para nova discussão com a sociedade.

Demanda- O diretor-presidente substituto, Leandro Fonseca, abriu o evento destacando que a proposta é resultado de uma demanda da Diretoria Colegiada à área técnica da ANS, no sentido de conferir maior transparência e previsibilidade ao cálculo do reajuste: “Os técnicos da Agência vêm se dedicando a esse tema nos últimos anos e o resultado é essa proposta que está aberta para a contribuição dos senhores”, disse Fonseca.

Grande passo- “Estamos virando uma página na história da regulação de saúde suplementar”, analisou o diretor de Desenvolvimento Setorial, Rodrigo Aguiar. O diretor de Gestão, Paulo Rebello, ratificou: “A proposta é um grande passo para a ANS, para beneficiários de planos de saúde e o setor regulado”.

Clareza - Rogério Scarabel, diretor de Normas e Habilitação dos Produtos, agradeceu a presença das instituições que participaram da audiência e ressaltou que a intenção é que a metodologia seja eficiente e transparente: “queremos dar mais clareza ao cálculo do reajuste e possa ser utilizada, para que toda a sociedade possa fazer o cálculo: “Os dados utilizados para o novo cálculo são públicos e auditados. O que estamos propondo é uma metodologia que seja eficiente para toda a sociedade”, garantiu Scarabel.

Contribuições - Ao todo, nove instituições apresentaram contribuições à proposta, expondo aos presentes suas apresentações (veja aqui) ou manifestando-se apenas oralmente. São elas: Universidade de São Paulo (USP), Abramge, Central Nacional Unimed, Fenasaúde, Fundação Getúlio Vargas (FGV), Unimed do Brasil, Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), Instituto Brasileiro de Atuária (IBA) e Strategy Consultoria. Todos os presentes tiveram a oportunidade de se manifestar dirigindo perguntas após cada explanação, bem como aos técnicos da ANS, que responderam aos questionamentos do Procon-SP e do Idec, entre outros.

Materiais - Veja aqui todos os materiais da audiência pública, incluindo a apresentação da ANS com a metodologia proposta.

Avaliação - Até o dia 18 de novembro, os interessados puderam enviar contribuições por meio de um formulário eletrônico disponível no portal da ANS. Todas as sugestões recebidas, tanto na audiência pública quanto enviadas eletronicamente, serão avaliadas e integrarão um relatório que será disponibilizado no site da Agência. Antes da audiência, a ANS realizou uma série de reuniões com órgãos e entidades de defesa do consumidor e integrantes do setor para apresentar a nova proposta de cálculo do reajuste. A intenção foi detalhar a metodologia, esclarecer aspectos técnicos e dirimir dúvidas relacionadas ao tema.

Entenda a metodologia proposta- A sugestão para um novo Índice de Reajuste dos Planos Individuais (IRPI) se baseia na variação das despesas médicas das operadoras nos planos individuais e na inflação geral da economia, refletindo assim, diretamente, a realidade desse segmento. Há ainda outros benefícios, como a redução do tempo entre o período de cálculo e o período de aplicação do reajuste e a transferência de parte dos ganhos de eficiência das operadoras para os beneficiários através de reduções no índice.

Novo modelo- O novo modelo combina a variação das despesas assistenciais (VDA) com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Assim, a VDA reflete diretamente as despesas assistenciais, ou seja, as despesas com atendimento aos beneficiários de planos de saúde, enquanto o IPCA incide sobre as despesas não assistenciais das operadoras (despesas administrativas, por exemplo). O índice deixa então de se basear exclusivamente na VDA, mas continua sendo composto por uma fórmula única, que reúne as duas variações, com peso de 80% para as despesas assistenciais e 20% para as não assistenciais. (ANS)

 


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