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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4456 | 16 de Novembro de 2018

FÓRUM: Evento em Curitiba terá foco em comunicação de alta performance

 

Nos dias 26 e 27 de novembro, o Sistema Ocepar promove o 2º Fórum dos Profissionais de Comunicação das Cooperativas Paranaenses de 2018, em Curitiba. Desta vez, o evento deverá reunir profissionais que atuam nas áreas de comunicação, marketing e varejo para tratar sobre comunicação de alta performance, focando o desenvolvimento pessoal e profissional. Na oportunidade, também será constituído o Comitê de Comunicação do PRC 100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, conforme discussão realizada no último Fórum, ocorrido em junho, em Carambeí. 

 

Programação - No primeiro dia, haverá debates sobre o DNA da Marca, com a contextualização do processo de criação colaborativa, tema que será abordado pela mestre em Gestão de Negócios pela UFSC e especialista em Gestão de Imagem e de Marcas, Eliane Doin. Depois, haverá a formação do Comitê de Comunicação do PRC 100, com a participação de Pedro Gonçalves, da Partner Consulting, e Samuel Milléo Filho, coordenador de Comunicação Social do Sistema Ocepar. Na sequência, o mestre em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/EBAP), com formação pelo Programa de Gestão Avançada (AMP) da Harvard Business School, Allan Costa, ministra palestra sobre a cultura da inovação.

 

Workshop - No segundo dia do evento, a fonoaudióloga e mestre em Distúrbios da Comunicação e Doutoranda em Administração de Empresas, Cida Stier, vai conduzir um workshop com o tema “Neuromarketing e novas perspectivas da comunicação de alta performance”. O objetivo é promover o conhecimento sobre os princípios da comunicação pessoal e profissional, bem como uma reflexão sobre atitudes e comportamentos saudáveis para o ambiente organizacional.

 

folder forum comunicacao 16 11 2018

 

 

GRANDES & LÍDERES I: Cooperativas do PR presentes no ranking das 500 maiores do Sul

 

grandes lideres I destaque 16 11 2018Dezenove cooperativas paranaenses estão listadas no ranking Grandes & Líderes - 500 Maiores do Sul 2018, organizado pelo Grupo Amanhã e PwC: Coamo, C.Vale, Cocamar, Copacol, Agrária, Castrolanda, Frísia, Integrada, Frimesa, Coopavel, Unimed Curitiba, Coasul, Copagril, Capal, Credicoamo, Unimed Londrina, Unimed Maringá, Unimed Paraná e Sicoob Sul. Praticamente todas também estão listadas entre as 100 maiores do Paraná.

 

Levantamento - O ranking está completando 28 anos e revela as empresas que se destacaram no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. O levantamento é feito com base em um indicador exclusivo criado pela revista Amanhã e PwC: o VPG (Valor Ponderado de Grandeza). O índice apresenta a saúde financeira da empresa não apenas em função da renda, e sim, pela ponderação de três indicadores financeiros: patrimônio líquido (50%), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%). Destaca-se ainda que todas as informações são extraídas de uma única fonte: os balanços financeiros das empresas.

 

Clique aqui para conferir o ranking completo das 500 maiores do Sul

 

 

grandes lideres I tab I 16 11 2018

grandes lideres I tab II 16 11 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GRANDES & LÍDERES II: Frísia é uma das maiores companhias do Sul

 

grandes lideres II 16 11 2018A Frísia Cooperativa Agroindustrial é uma das maiores empresas da Região Sul do Brasil. O resultado foi apresentado no ranking 500 Maiores do Sul, elaborado pelo Grupo Amanhã e PwC Brasil. Este é o terceiro reconhecimento que a cooperativa paranaense recebe no ano.

 

Posições - A cooperativa com sede em Carambeí (PR) é a 18ª maior empresa do Estado em 2017 (período analisado no ranking), subindo quatro posições comparada à medição de 2016, quando estava na 22ª colocação. Entre as 500 maiores do Sul, a cooperativa é a de número 49, subindo uma posição frente ao ano anterior.

 

VPB - Com receita líquida de mais de R$ 2,3 bilhões, a Frísia também tem destaque junto ao Valor Ponderado de Grandeza (VPG), índice que calcula a soma de patrimônio (com peso de 50%), receita líquida (40%) e resultado líquido do exercício (10%). O VPG da cooperativa é de R$ 1,3 bilhão.

 

Orgulho - Para o diretor-presidente da Frísia, Renato Greidanus, a colocação alcançada orgulha os cooperados, suas famílias e os colaboradores. “Apesar de toda a dificuldade que o Brasil enfrenta há alguns anos, conseguimos seguir com o nosso planejamento, executando os investimentos necessários e trabalhando uma gestão com excelência. Estamos muito felizes com esse resultado e continuaremos trabalhando para produzir mais e com respeito socioambiental”, destaca Greidanus.

 

Destaque do Ano - Anteriormente, a cooperativa foi agraciada com o prêmio “Destaque do Ano 2018” categoria “Leite”, da revista A Granja, e, pelo segundo ano consecutivo, a melhor cooperativa agrícola do país na categoria Recursos Humanos, conforme o ranking “As 1.000 Maiores Empresas”, feito pela revista Isto É Dinheiro, da Editora Três.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

GRANDES & LÍDERES III: Unimed Curitiba é considerada a 30ª maior empresa do PR

 

grandes lideres III 16 11 2018A Unimed Curitiba está na 67ª posição entre as maiores empresas do Sul do país e é a 30ª maior do Paraná no ranking produzido pelo Grupo Amanhã, com apoio técnico da PWC, e divulgado na revista.

 

Crescimento - Na 28ª Edição, a cooperativa obteve um crescimento de 13,65% no VPG (valor ponderado de grandeza) – índice que avalia em um único indicador o porte da companhia, a eficiência na venda e a capacidade de transformar receita em lucro. 

 

Conquista - “Esta é uma grande conquista para a Unimed Curitiba. Afinal, ser reconhecida entre as maiores do Paraná e do Sul mostra a relevância que temos para o mercado de saúde”, Rached Hajar Traya, diretor-presidente.

 

Indicadores - Para chegar aos números, são analisados os melhores desempenhos em indicadores, como: Maior Empresa, Maior Patrimônio Líquido, Maior Receita Líquida, Maior Lucro Líquido, Maior Crescimento de Receita, Maior Crescimento sobre a Receita, Maior Rentabilidade de Patrimônio, Maior Liquidez, Maior Capital de Giro Próprio, e Menor Endividamento.  (Imprensa Unimed Curitiba)

 

FRÍSIA: Encerramento do Cooperjovem reúne alunos participantes do projeto

frisia 16 11 2018Magia, emoção e diversão! O mundo dos contos de fadas e aventuras de super-heróis invadiu o Pavilhão de Exposições Frísia, na tarde de terça-feira (14/11). Mais de 1100 crianças participantes do Cooperjovem estiveram presentes no encerramento do programa para celebrar mais um ano de sucesso no projeto.

Inovação e números recordes - Em sua nona edição na Frísia, o Cooperjovem contou com muita inovação e números recordes: Ao todo, foram 35 escolas de cinco municípios, beneficiando mais de três mil crianças. Dos 100 professores participantes, 70 fizeram formação inicial e aplicaram projetos pela primeira vez. 30 professoras tiveram a oportunidade de realizar uma formação continuada e dar andamento em projetos desenvolvidos em edições anteriores.

Sem papel- E, por falar em projetos, este ano, nada de papel! Não houve entrega de trabalhos escritos e os resultados foram mensurados em uma mostra de projetos realizada em 7 de novembro, no Pavilhão de Exposições Frísia. A assessora de cooperativismo da Frísia e responsável pelo projeto na cooperativa, Silvia Roorda, explica como este novo formato foi benéfico: “a essência do Cooperjovem é colaboração, um compartilhamento com o próximo. Por isso, esse ano, decidimos que não exigiríamos trabalhos escritos nem premiaríamos uma escola em específico, afinal todos são projetos campeões que contribuem com a comunidade em que estão inseridos”, explica Roorda.

Essência - Para Renato Greidanus, diretor-presidente da Frísia, o Cooperjovem representa a essência da Frísia: “A melhor parte do Cooperjovem é que nós conseguimos desenvolver a colaboração entre os alunos e as pessoas. O mundo está precisando cada vez mais das pessoas se ajudando e colaborando para que possamos criar uma sociedade cada vez melhor”.

Desafios e contribuições - Luciano Tonon Silva, coordenador de Marketing e Comunicação da Frísia e um dos responsáveis pelo projeto, explica sobre os desafios e contribuições do Cooperjovem para comunidade: “Nós fazemos esse trabalho como muito carinho e queremos que as crianças cresçam com senso de humanidade. O cooperativismo tem como papel principal resgatar esse espírito em cada um dos participantes”.

A visão dos participantes - Esta foi a primeira vez que Edneia Rubert participou do projeto Cooperjovem. Ela é professora da Escola Municipal Jardim Tangara e conta que o projeto foi desenvolvido com foco em vários públicos: “Nós fizemos uma entrevista com os pais e os alunos para saber o que seria mais importante trabalhar e, partir disso, nós desenvolvemos os projetos”. A professora destacou a importância do programa para sua carreira. “Foi uma experiência maravilhosa, tiramos grande proveito dessa oportunidade. É um trabalho muito rico para escola e para comunidade”.

Lições - Não foram apenas os professores que tiraram grandes lições do programa. A aluna Brenda Cordeiro, estudante do 4º ano da escola Thereza G. Seifarth, faz um balanço positivo do programa. “A coisa mais legal que aprendi é que quando nos unimos, tudo fica bem mais fácil. Quando todos trabalham juntos, somos muito mais fortes”.

Programa - O Cooperjovem é um programa criado pelo Sescoop e desenvolvido pela Frísia. Em 2019, será o décimo ano que a cooperativa aplica o programa nos municípios onde está inserida. A previsão é que as capacitações de professores comecem em fevereiro. (Imprensa Frísia)

 

COPACOL: Três décadas atuando em Iracema do Oeste

 

copacol 16 11 2018A Unidade de Recebimento e Armazenagem de Grãos da Copacol em Iracema do Oeste (PR) completou 30 anos de história, na quarta-feira (14/11). Para celebrar esta data especial, a Copacol reuniu cooperados, colaboradores e parceiros para celebrar juntos. 

 

Melhores condições - A Unidade foi construída para oferecer melhores condições de comercialização e armazenagem de grãos aos 74 produtores associados, que escolheram a Copacol para fazer negócio. Hoje, já são mais de 197 cooperados que trabalham junto com a Cooperativas, em todas as demais atividades de produção animal e também de ovos férteis. 

 

Confiança - “Todos nós crescemos juntos porque há confiança entre a cooperativa e seus cooperados. Nós damos a oportunidade de diversificar a propriedade rural e os produtores trabalham firme na busca pelos melhores resultados de suas atividades. É desta forma que se constrói uma Cooperativa sólida”, destaca o presidente Valter Pitol. 

 

Agradecimento - Durante o evento de comemoração do aniversário, Pitol agradeceu todos os cooperados e colaboradores por construírem juntos todos esses anos de história. 

 

Família - “Chegamos até aqui porque somos uma família e queremos que esta história continue por muitos anos. Obrigado a todos os nossos cooperados, colaboradores e parceiros que se dedicam todos os dias para fazer a nossa Cooperativa ser uma das melhores do agronegócio brasileiro”, afirma. 

 

Recordes - Tanto é a força do trabalho dos agricultores da região, que a unidade recebeu quantidades recordes de grãos registradas em 2017, quando a unidade recebeu 366 mil sacas de soja, 494 mil sacas de milho e 16 mil sacas de trigo. 

 

Matrizeiros - Além de todas as atividades de integração de produção de cereais, a Cooperativa também investiu em unidades de produção de matrizes, inaugurada em janeiro de 2008. Além de oferecer melhorias no processo de produção, a Cooperativa promove a geração de empregos, que hoje, conta com 35 colaboradores na unidade do matrizeiro. (Imprensa Copacol)

 

SICOOB UNICOOB: Propostas de inovação são apresentadas ao Unicoob Corretora e Unicoob Consórcios

 

Dando continuidade nas ações de Planejamento Estratégico do Sicoob Unicoob, os colaboradores da Unicoob Corretora e da Unicoob Consórcios, empresas controladas, participaram do Pensar Inovação, nos dias 09 e 10 de novembro, em Maringá (PR). O objetivo do evento foi incentivar o pensamento inovador, além de discutir os problemas e oportunidades enfrentados pelas empresas.

 

Gestão do amanhã - A programação contou com a palestra do co-fundador do meuSucesso.com, Sandro Magaldi, intitulada “Gestão do Amanhã”. Para Sandro, a iniciativa do Sicoob, de levar os colaboradores para compartilhar ideias e soluções é de valor inestimável. “Esse é o momento ideal para pensar novas soluções e ideias. Seguramente essas soluções vão emergir da galera que está trabalhando, por isso, eu valorizo demais uma iniciativa como essa”, afirmou.

 

Isurtechs - Logo depois, Isabella Pugliesi, da Startse, falou sobre as Insurtechs, termo originado da junção das palavras insurance (seguro) e technology (tecnologia). Ela tratou do propósito dessas startups de revolucionar o setor de seguros, por meio de tecnologias inovadoras que mudam a forma como os consumidores contratam planos de seguro.

 

Emoção - Por fim, o professor Steven Dubner ministrou a palestra “Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez”. A emoção despertada a partir de sua fala instigante e da transmissão dos seus vídeos sensibilizou, mas também divertiu o público.

 

Gamificação - Além das palestras, os colaboradores participaram de atividades desenvolvidas em uma metodologia de gamificação. Com o uso de jogos para proporcionar um melhor entendimento do negócio e a identificação de ideias de inovação, as equipes puderam repensar o negócio, propor inovações e definir o plano estratégico.

 

Relação com o cooperado - O diretor de Mercado do Sicoob Central Unicoob, Elisberto Torrecillas, falou sobre como a inovação está transformando a relação com o cooperado. “Temos muitas tecnologias, mas não podemos esquecer o que precisamos transformar na realidade das pessoas e da comunidade. Precisamos mudar a forma de relacionamento e trazer para o cooperativismo o que há de melhor, que é o compartilhamento, a transparência e o desenvolvimento das comunidades”, disse.

 

Entendimento - Segundo o diretor de Gestão do Sicoob Central Unicoob, Márcio Gonçalves, planejar as estratégias da organização passa primeiro pelo entendimento do modelo atual e quais são os desafios para o futuro. “Estou muito feliz com a participação dos colaboradores. Eles se entregaram e entenderam o propósito. Além dos dirigentes, que apostaram nesse modelo. Isso, para mim, é humanizar as relações financeiras”, disse.

 

Impacto direto - Já o diretor da Unicoob Corretora, Fernando Bertasson, destacou que a participação de todos na construção do planejamento estratégico vai impactar diretamente na rotina da equipe. “Quando estivermos apresentando os resultados desse caminho, todos poderão ser ver dentro dele e entenderão que cada meta foi construída por eles”, disse.  

                     

Percepções - O analista de Seguros da Unicoob Corretora, Fabrício Marassi, achou fantástica a ideia de envolver os colaboradores. “A participação nos aproximou daquilo que a empresa está buscando. Tivemos a troca de informações com os parceiros de trabalho, o que vai agregar muito conhecimento no nosso dia a dia para atingir os objetivos traçados”, salientou.

 

Gratificante - Para a assistente Financeiro da Unicoob Consórcios, Fernanda Navas de Amorim, o evento foi muito gratificante. “Consegui demonstrar, por meio da gamificação, as propostas de valores, as oportunidades e problemas que a administradora de consórcios está enfrentando. Foi um desafio para todos e dessa forma, conseguimos ver como podemos melhorar. Tenho certeza que esse evento vai nos ajudar muito”, afirmou. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICREDI FRONTEIRAS: Palestra sobre saúde reúne mais de 100 mulheres

A saúde feminina é sempre uma preocupação, uma vez que a cada dia surgem novidades e doenças, que podem salvar ou não, a vida de uma mãe, uma esposa, uma mulher. Na noite de 24 de outubro, a agência do Sicredi do município de Pranchita (PR), realizou um evento que reuniu aproximadamente 100 mulheres.

Outubro Rosa - O evento foi realizado em alusão ao Outubro Rosa, tendo sido adiado pelo período eleitoral.Conforme destacou a assistente de atendimentos, Thalia Faquinello, a palestra teve como tema "O empoderamento Feminino", com Caroline Fedrigo, que aproveitou para reforçar a campanha de auto-exame com propósito de conscientizar as mulheres presentes sobre a importância de cuidar da própria saúde.

Bem-estar- “O Sicredi sempre vestiu a camisa da campanha do Outubro Rosa e dessa vez não seria diferente. Somos uma cooperativa sempre preocupada com o bem-estar de todos seus associados e associadas. De acordo com os dados recentes do Instituto Nacional de Câncer - Inca, a partir de 2018 estima-se que cerca de 59.700 novos casos de câncer de mama sejam diagnosticados no Brasil por ano. O número indica que a cada 100 mil mulheres, cerca de 56 desenvolvem a condição”, disse ela.

Prevenção - Thalia acrescentou que os dados alarmantes posicionam a neoplasia como a segunda que mais acomete mulheres em todo o mundo. “Diante desta realidade, a melhor medida continua sendo a prevenção. É isso que impulsiona o Outubro Rosa, um mês dedicado à disseminação de informações sobre os direitos e a importância de olhar com atenção para a saúde da mulher. Mais do que levantar dados, a campanha visa garantir às mulheres atendimento, assistência médica e suporte emocional, garantindo prevenção, diagnóstico e tratamento de qualidade", enfatizou Thalia.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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ALEGRA/SICREDI: Operário anuncia planejamento para próxima temporada

 

O Operário Ferroviário de Ponta Grossa anunciou o planejamento para a temporada 2019. O time, que conquistou o título da Série C do Brasileirão em 2018, se prepara para a próxima temporada no Paranaense e na Série B do Campeonato Brasileiro. “São duas competições difíceis e nós temos que nos preparar ainda mais para fazer bonito nos próximos anos. O nosso grande reforço é a manutenção do elenco campeão. Vamos apostar no nosso conjunto ”, afirmou o técnico do Fantasma, Gerson Gusmão, durante o evento de renovação dos contratos de patrocínio do clube com a Alegra e o Sicredi.

 

Assinatura - Realizado em Ponta Grossa, na última terça-feira (13/11), o evento reuniu convidados para a assinatura dos contratos com as duas marcas que patrocinaram o clube nos últimos anos. “Para a Alegra tem sido muito positivo esses três anos de parceria. Com certeza entramos neste novo período desejando ainda mais conquistas ao Operário”, afirmou o superintendente da Alegra, Ivonei Durigon.

 

Benefícios - O diretor executivo da Sicredi Campos Gerais PR/SP, Marcio Zwierewicz também celebrou a continuidade da parceria. “Estamos com o Operário há sete anos e durante esse período percebemos que essa relação só traz benefícios para o Sicredi e para o clube. Entendemos que o Fantasma é uma paixão de Ponta Grossa e nada melhor do que contribuir com a história do time”, afirmou.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

Sobre a Alegra - Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final. Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra)

 

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PRR: Receita prorroga adesão ao Refis Rural para 28 de dezembro

 

prr 16 11 2018A adesão ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), conhecido como Refis Rural, voltou a ser prorrogada mais uma vez. O prazo, que tinha acabado em 30 de outubro, foi reaberto para o fim de dezembro.

 

Expediente bancário - Originalmente, o prazo se encerraria em 31 de dezembro (segunda-feira). No entanto, como não haverá expediente bancário no último dia do ano, a data limite de adesão e do pagamento da parcela de entrada será em 28 de dezembro, na sexta-feira anterior.

 

Quarta prorrogação - Essa é a quarta prorrogação de prazo do Refis Rural. Instituído pela Lei 13.606, de janeiro deste ano, o programa originalmente acabaria no fim de fevereiro, mas foi alterado sucessivamente para o fim de abril, de maio e de outubro.

 

Adesão - A adesão ao programa deverá ser feita na unidade de atendimento do domicílio tributário do devedor, sem a obrigatoriedade de agendamento do serviço. A Receita esclarece que os contribuintes que já aderiram ao programa não necessitam efetuar novamente o procedimento. Na próxima semana, o Fisco publicará Instrução Normativa que definirá as regras para que os interessados efetuem a nova adesão.

 

Diminuição - O contribuinte que já aderiu ou que aderir ao programa, além da redução de 100% dos juros, já prevista, terá diminuição de 100% sobre as multas de mora e de ofício. No caso de pessoa jurídica, poderá utilizar créditos de prejuízos fiscais do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) ou de bases de cálculo negativas da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para quitar parte da dívida. Esses abatimentos, no entanto, não se aplicam aos 2,5% da dívida correspondentes à entrada, disse a Receita.

 

Programa de Regularização Tributária - O Programa de Regularização Tributária permite que as dívidas dos produtores rurais com a Fazenda Nacional, vencidas até 30 de agosto de 2017, sejam renegociadas em condições especiais, mediante o pagamento, sem reduções, de 2,5% da dívida consolidada, em duas parcelas, vencíveis em abril e maio de 2018, e o restante da dívida com redução de 100% dos juros de mora e das multas de mora.

 

Produtor rural - Se o optante for produtor rural, pessoa física ou jurídica, o restante da dívida será parcelado em 176 meses (14 anos e oito meses), e o valor da parcela corresponderá a 0,8% da média mensal da receita bruta proveniente da comercialização da produção rural do ano imediatamente anterior ao do vencimento da parcela. A prestação mínima corresponde a R$ 100.

 

Adquirente ou cooperativa - Se o optante for adquirente de produção rural de pessoa física ou cooperativa, o restante da dívida será parcelado em 176 meses, e o valor da parcela corresponderá a 0,3% da média mensal da receita bruta proveniente da comercialização do ano imediatamente anterior ao do vencimento da parcela. A prestação mínima corresponde a R$ 1 mil. (Agência Brasil)

 

AGRICULTURA: Tereza Cristina defende mais recursos para seguro rural

 

agricultura 16 11 2018Diante do cenário de aperto fiscal no país, a futura ministra da Agricultura, a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), estuda um modelo de financiamento ao agronegócio em que o Tesouro reduziria o volume de recursos destinados ao custeio agrícola, realocando parte dele para subsidiar o seguro rural.

 

Gargalo - Com a proposta, ela quer atacar um problema apontado como um dos maiores gargalos do setor agropecuário. O orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) dificilmente ultrapassa a casa dos R$ 400 milhões e, não raro, sofre com contingenciamentos, sendo considerado insuficiente para proteger as lavouras brasileiras dos efeitos das intempéries. Hoje, apenas 10% da área plantada com grãos no Brasil tem alguma cobertura de seguro.

 

Estímulo - O aumento dos recursos para subsidiar o seguro rural seria um estímulo para os bancos privados ampliarem a oferta de crédito a produtores e a empresas do setor agrícola, disse a futura ministra em entrevista exclusiva ao Valor. O Banco do Brasil lidera atualmente os financiamentos ao setor rural e tem cerca de 60% desse mercado.

 

Recursos suficientes - “Talvez a gente não tenha recursos suficientes para fazer custeio e seguro de safra. Então, tendo a garantia da apólice de seguro com mais recursos, acho que os bancos privados vão aumentar o volume de crédito na agricultura, porque aí não corre o risco do clima”, disse.

 

Análise - A proposta está sendo analisada pela equipe de transição do governo e deve ser amadurecida e apresentada nas próximas semanas ao futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente eleito Jair Bolsonaro.

 

Outras mudanças - A deputada, que já enfrenta uma rotina cheia de compromissos da transição de governo com uma equipe de cinco técnicos, defende outras mudanças no sistema de financiamento rural no país. Ela disse que o ministério, sob seu comando, vai propor um manual de crédito rural mais simplificado e menos burocrático, e tentar aprovar uma Lei Plurianual para a agricultura, com um orçamento planejado para um período de cinco safras, nos moldes da “Farm Bill” americana.

 

Apoio - Para isso, a futura ministra conta com o apoio da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), a bancada ruralista do Congresso, a qual presidirá até o fim de dezembro e que bancou sua indicação para o cargo.

 

Influência - Apesar de ter se reduzido a menos da metade nas eleições de outubro –– dos 242 deputados e senadores que tentaram a reeleição, 117 obtiveram sucesso ––, a bancada ruralista vem ganhando influência não só no Legislativo como no Executivo e já reivindica mais espaço no futuro governo, podendo participar da escolha do ministro do Meio Ambiente.

 

Importância - Para Tereza Cristina, a bancada terá ainda mais importância nos primeiros anos da nova legislatura, quando entrarão em debate projetos como o da reestruturação da defesa agropecuária, o que flexibiliza o registro de agrotóxicos e o que revisa a lei para o licenciamento ambiental.

 

Consolidação - Ela acredita que os ruralistas poderão se consolidar como base aliada de Bolsonaro no Congresso, votando com o governo projetos de lei não só de interesse do agronegócio. Além disso, avalia que há deputados derrotados nas eleições qualificados para secretarias do Ministério da Agricultura ou outras funções na Esplanada. “Acho que o presidente mostrou uma vontade enorme de fortalecer a Frente quando pediu para indicar um nome. Então isso é uma demonstração de que ele quer uma parceria não só técnica como também política”, ressaltou ela.

 

Plano - Segundo a futura ministra, o governo Bolsonaro tem um plano para o Ministério da Agricultura, que vem sendo desenhado desde a campanha presidencial e inclui maior abertura comercial para o agronegócio, fortalecimento de pequenas cadeias produtivas, melhoria do ambiente de negócios e maior estímulo à produção agrícola no Nordeste. (Valor Econômico)

 

GRÃOS: Paraná produzirá até 47% mais milho em 2019

 

graos 16 11 2018Os agricultores paranaenses tendem a ampliar a área plantada com milho em 15%, em busca de uma produção até 47% maior na safra 2018/19, em relação ao ciclo 2017/18, segundo estimativas do Deral (Departamento de Economia Rural) da Seab (Secretaria do Estado de Agricultura e Abastecimento). Cooperativas e integradoras incentivam essa inclinação depois de um ano em que houve quebra de safra causada por problemas climáticos e alta nos preços além do ponto de equilíbrio, que é quando a média garante o lucro tanto para quem vende quanto para quem compra o grão para usar na ração animal.

 

Argentina - Outro grande produtor de milho, a Argentina também contou com perdas motivadas pelo clima. Segundo relatório do Deral divulgado na última semana, isso levou à redução dos estoques mundiais, diante de uma produção de 1,034 bilhão de toneladas (t) e de um consumo de 1,060 bilhão. A diferença é pequena, mas indica um volume armazenado estimado em 198 milhões de t, que suprem a demanda por cerca de 70 dias. 

 

Produção - A produção no ciclo 2017/18 ficou em 11,9 milhões de t e a expectativa para o ciclo que começa a ser colhido nos próximos meses é de algo em torno de 17,5 milhões. Para tanto, o Deral ainda aguarda uma melhor definição sobre o plantio da segunda safra, que é a principal no Estado e representa 85% de toda a área plantada. É na cultura de inverno que há uma perspectiva de alta de 16% no espaço para a produção do grão. 

 

Condições normais - "Em condições normais, devemos colher mais de 18 milhões de t, mas esperamos que fique acima de 17 milhões", diz o analista de milho do Deral, Edmar Gervásio. Ele afirma que o aumento da área plantada é considerado normal, já que o preço teve um aumento significativo entre 2017 e 2018. 

 

Diferença - A diferença é de 36%, com o custo médio da saca em R$ 29,24 nos primeiros dez meses deste ano. O mesmo indicador foi de R$ 21,46 durante 2017. "É uma recomposição de perdas anteriores, que pode ser influenciado pelo preço e pelo mercado como um todo, que está menos abastecido do que nos outros anos", diz Gervásio. 

 

Mercado - Se concretizadas as projeções, o mercado de compra e venda de milho deve se reequilibrar a partir do fim do primeiro semestre de 2019. "As cooperativas incentivam o plantio para a segunda safra porque estão preocupadas pela oferta de milho para avicultura e suinocultura", diz o gerente técnico da Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), Flávio Turra. 

 

Demanda - Se na região Oeste do Estado a demanda é maior por esse grão pelo perfil da integração com os granjeiros, no Norte e Noroeste o baixo preço pago pelo trigo deve servir como atrativo para o milho. Com aumento também previsto para a área de soja, o representante da Ocepar afirma que feijão e trigo perderão espaço. "O plantio de soja foi mais tranquilo desta vez, logo no início da janela e sem enfrentar dificuldades climáticas, então vai permitir colher na época certa e também plantar o milho no período ideal", diz. 

 

Ciclo anterior - No ciclo anterior, houve atrasos no desenvolvimento da soja pela falta de luminosidade e excesso de chuvas, o que atrasou o cultivo do milho e fez com que parte dos produtores optasse pelo trigo para o inverno. (Folha de Londrina)

 

INFRAESTRUTURA: Readequação de estradas rurais beneficia 365 propriedades

 

infraestrutura 16 11 2018Nos municípios de Carambeí e Ipiranga, nos Campos Gerais, e Tamarana, no Norte, a readequação de estradas rurais beneficia 365 propriedades e cerca de 1,8 mil pessoas. São 120 quilômetros dois quais 96 já estão concluídos. Os trabalhos iniciados em julho de 2017 fazem parte do programa Estradas da Integração – Pró Rural, gerenciado pelo Departamento de Desenvolvimento Rural Sustentável (Deagro), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

 

Convênio - As readequações foram viabilizadas após assinatura de convênio entre a Secretaria da Agricultura e o Consórcio Caminhos do Tibagi, composto por 11 municípios dos quais oito terão estradas readequadas. O programa concedeu uma patrulha no valor de R$ 2,57 milhões composta por 10 máquinas e equipamentos: uma escavadeira hidráulica, uma motoniveladora, uma retroescavadeira, um trator de esteira, um rolo compactador, um caminhão comboio e quatro caminhões caçamba. O projeto é financiado pelo Banco Mundial.

 

Capacitação - Segundo o engenheiro agrônomo do Deagro, Mauro Cesar Wosniacki, além da readequação das estradas, o projeto promove a capacitação de técnicos, operadores de máquinas e motoristas de caminhão, mapeamento de estradas e plano de gestão voltado para práticas conservacionistas. “Com isso, ajudamos a melhorar a trafegabilidade e durabilidade das estradas rurais. As patrulhas acabam sendo um instrumento para capacitação dos gestores públicos”, explica.

 

Acompanhamento constante - Para o chefe do Núcleo Regional de Ponta Grossa, Lucas Beraldi Bastos, os bons índices do projeto são resultado de acompanhamento constante da secretaria e da boa gestão do consórcio, que tem conseguido executar mais de 50 quilômetros por ano.

 

Acompanhamento - Em Ipiranga, 54 quilômetros de estradas receberam melhorias e outros 25 estão em execução em Carambeí. “Nossos técnicos estão sempre fiscalizando, acompanhando e colaborando com o andamento dos trabalhos”, explica Bastos.

 

Benefícios - No município de Tamarana, no Norte do Estado, 41 quilômetros foram executados através do mesmo convênio, desde o final do ano passado até março deste ano, explica o chefe do Núcleo Regional de Londrina, Antonio Carlos Barreto. “A população gostou muito do trabalho realizado. Foi feita a readequação em duas estradas, o que facilitou a retirada da produção, o transporte escolar e até para pessoas que necessitavam de melhor acesso à saúde”, conta.

 

Comunidade - O secretário-executivo do consórcio, Claudiomir Schneider diz que o projeto traz benefícios para a comunidade. “Isso vai facilitar o escoamento da safra e o transporte escolar, por exemplo”, diz. O consórcio Caminhos do Tibagi disponibilizou 10 funcionários, entre operadores, motoristas, técnico agrícola e engenheiro as obras, além da manutenção das máquinas e combustível. Em 2019, Ortigueira, Reserva, Imbaú, Ivaí e Tibagi, que integram o consórcio, também devem receber a patrulha.

 

O Programa - Através do Pró-Rural, entre 2017 e 2018, nove consórcios foram selecionados para receber patrulhas. O objetivo é estabelecer um sistema de gestão de estradas rurais integradas aos sistemas conservacionistas por meio da capacitação constante da equipe do consórcio.

 

Instrumento - O instrumento para colocar em prática o conhecimento é a cessão de uso de máquinas e caminhões, e a implementação de atividades de apoio ao processo de gestão de estradas rurais, visando fortalecer a organização do consórcio para o desenvolvimento rural da região.

 

Documentação - Para ter direito aos recursos, os municípios apresentaram a documentação exigida no edital. Eles ficam responsáveis pela elaboração e execução dos projetos, pela manutenção dos equipamentos e disponibilização de funcionários para atuar nas obras. Já à Secretaria de Estado da Agricultura cabe capacitar, supervisionar e fiscalizar o andamento do convênio. (Agência de Notícias do Paraná)

 

IBC-BR: Atividade econômica cresce 1,74% no terceiro trimestre

ibc br 16 11 2018A economia brasileira registrou crescimento no terceiro trimestre deste ano. A expansão, calculada pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta sexta-feira (16/11), chegou a 1,74% na comparação com o segundo trimestre. Em setembro, comparado a agosto, houve queda de 0,09%.

Terceiro trimestre - Na comparação com o terceiro trimestre de 2017, o crescimento do IBC-Br chegou a 1,72%. No ano, o IBC-Br registra expansão de 1,14% e, em 12 meses encerrados em setembro, o crescimento de 1,45%.

Evolução - O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajudar o Banco Central a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

Informações - O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (Agência Brasil)

 

BANCO CENTRAL: Indicação de Campos Neto ao BC agrada mercado

 

bc 16 11 2018O economista Roberto Campos Neto, do Santander, foi indicado nesta quinta-feira (15/11) como futuro presidente do Banco Central (BC) do governo de Jair Bolsonaro. E o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, permanecerá na função.

 

Receptividade - Entre profissionais do mercado financeiro, a escolha de Campos Neto foi bem recebida - ex-BCs também elogiaram a indicação. A manutenção de Mansueto também é bem-vista: significa a continuação do trabalho de aprovação da reforma da Previdência e outras mudanças na política fiscal, para reversão do déficit primário.

 

Autonomia - Campos Neto poderá ser o primeiro presidente de um BC independente, caso se confirme a intenção do atual chefe da autoridade monetária, Ilan Goldfajn, de aprovar no Congresso a lei que confere autonomia à instituição. O BC autônomo nasceu no fim de 1964, quando Roberto Campos, avô do presidente indicado, era ministro do Planejamento. Mas essa foi uma ideia de curta duração.

 

Perfil - "Ele é visto como alguém competente. Tem perfil diferente do Ilan, sendo um profissional mais de mercado, mas deve ser um nome bem recebido pelos investidores", diz Gustavo Loyola, sócio da Tendências Consultoria e ex-presidente da autoridade monetária.

 

Escolha acertada - Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do BC e sócio da Mauá Sekular, afirma que a escolha de Campos Neto foi acertada. "Ele é muito bem preparado tanto do ponto de vista acadêmico, com experiência no exterior, como de mercado." Segundo Figueiredo, Campos Neto é conhecido por ser um profissional que sabe formar equipe. Ele disse esperar que parte dos atuais diretores do BC seja mantida.

 

Confirmação - As indicações de Campos Neto e Mansueto foram confirmadas nesta quarta em nota pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. O indicado ao BC precisará passar ainda por uma sabatina no Senado para ser confirmado. Ele foi escolhido por Guedes depois da recusa de Ilan, que alegou motivos pessoais para não permanecer no posto. Ele afirmou em nota que ficará no cargo até a apreciação do sucessor pelos senadores.

 

Apoio - No comunicado, Ilan manifestou apoio a um projeto de autonomia do Banco Central, que tramita na Câmara dos Deputados. E afirmou que "continuará trabalhando junto com os parlamentares para aprovar o texto ainda em 2018".

 

Aprovação - "A eventual aprovação da lei, com mandatos fixos e intercalados dos membros da sua diretoria (presidente e diretores), permitirá um futuro no qual as transições do BC e do governo ocorram em momentos distintos, com conhecidos benefícios para a economia", disse. "A atual gestão do BC tem se empenhado na aprovação da lei de autonomia com mandatos de tempo fixos, mas sempre com o intuito de valer para a próxima diretoria."

 

Sinalizações - Na nota, Ilan ressalta ainda "sinalizações recentes sobre política econômica feitas pela futura administração federal e as importantes indicações a cargos públicos na área, que visam o crescimento, com inflação baixa e estável". Ele afirmou que "adotará todas as providências para garantir a melhor transição no comando da autoridade monetária e, atendendo a pedido do novo governo, permanecerá no cargo até que o Senado aprecie o nome de Roberto Campos Neto, nos próximos meses".

 

Diretoria - "A atual Diretoria Colegiada, com membros oriundos do setor privado e servidores de carreira, permanecerá à disposição do novo presidente do BC, contribuindo para a continuidade e a normalidade dessa transição." Ilan classificou Campos Neto como "profissional experiente e reconhecido, com ampla visão sobre o sistema financeiro e a economia nacional e internacional" e disse que "conta com seu apoio e confiança no futuro trabalho à frente do BC".

 

Formação - Campos Neto tem 49 anos e possui especialização em Economia com ênfase em Finanças pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Trabalhou no antigo banco Bozano, Simonsen de 1996 a 1999 e está desde 2005 no Santander Brasil.

 

Cargo - Atualmente é o diretor responsável pela tesouraria da instituição. Próximo de Guedes, o economista tem frequentado reuniões da transição e também participou da campanha, elaborando planos de governo. Seu avô foi ministro do Planejamento durante o governo militar do general Castelo Branco (1964-1967).

 

Conhecimento - O presidente do Santander, Sérgio Rial, elogiou a formação do futuro presidente do BC, a quem atribuiu um "sólido conhecimento" na área econômica. "Roberto Campos Neto é um profissional com sólida formação e profundo conhecimento da área econômica. Desejamos a ele muito êxito no desempenho de sua nova função, tão importante para o desenvolvimento do país", disse Rial, em nota.

 

Continuidade - André Esteves, sócio-fundador do BTG Pactual, disse que vê uma indicação de continuidade na administração da autoridade monetária. "Campos Neto é experiente e reúne todas as condições de continuar o ótimo trabalho que vem sendo realizado no BC ao longo dos últimos anos."

 

Alinhamento - Figueiredo, da Mauá, destaca a importância do alinhamento entre o BC e a Fazenda para a eficácia da política monetária. Assim, diz, a continuidade de Mansueto tende a trazer uma complementariedade ao BC, reforçando o ajuste fiscal. Por seu perfil, visto como mais liberal, analistas de mercado dizem esperar que Campos Neto mantenha uma condução mais "hawkish" (inclinada ao aperto) da política monetária. "Na margem, a nomeação de Campos Neto aumenta a chance de um aumento da taxa de juros em sua primeira reunião [no início de fevereiro] para estabelecer credenciais ortodoxas", afirma a Capital Economics em relatório.

 

Condução - Para Gustavo Loyola, a condução da política monetária vai depender do perfil da nova diretoria do BC. O ideal, segundo ele, é que o ela seja diversificada, integrando diretores com carreira mais acadêmica com profissionais com perfil mais de mercado. "Seria interessante que houvesse a manutenção de alguns diretores, mas essa é uma questão que ainda precisa ser definida", diz. (Valor Econômico)

 

BNDES: Banco registra lucro de R$ 6,3 bi até o terceiro trimestre

 

bndes 16 11 2018O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou até o terceiro trimestre deste ano lucro líquido de R$ 6,363 bilhões, aumento de 98,7% sobre o mesmo período de 2017, que totalizou R$ 3,202 bilhões. “Nós fizemos o resultado de um ano em nove meses. O lucro apresentado pelo BNDES nos últimos três anos foi dessa ordem”, celebrou na quarta-feira (14/11), no Rio de Janeiro, o diretor de Planejamento e Operações Automáticas do banco, Ricardo Ramos. No terceiro trimestre, o resultado líquido atingiu R$ 1,603 bilhão.

 

Retorno - O retorno de participações societárias teve papel relevante no lucro, cujo resultado bruto alcançou no período R$ 5,76 bilhões, crescimento de 99,4% comparativamente aos primeiros nove meses do ano passado (R$ 2,88 bilhões). “Foram nove meses muito bons para o banco, de forma geral”, disse o diretor.

 

Alienação - O superintendente da Área de Integridade, Controladoria e Gestão de Risco, Carlos Frederico Rangel, destacou a alienação, no terceiro trimestre deste ano, de ações da mineradora Vale, no montante de R$ 600 milhões. Lembrou, ainda, que, no primeiro semestre, foram alienadas participações de Petrobras (R$ 1,8 bilhão) e, no segundo trimestre, de Eletropaulo (R$ 1 bilhão).

 

Percentuais - As três empresas responderam, juntas, por 96% do resultado com alienações. Os percentuais de participação da subsidiária BNDES Participações (Bndespar) no capital total da Petrobras e Vale caíram de 9,67% e 7,60% na data de 31 de dezembro do ano passado, para 8,37% e 7,35%, respectivamente, em 30 de setembro de 2018.

 

Provisão - Contribuiu ainda para o lucro do banco a redução de provisão para risco de crédito de R$ 5,63 bilhões, nos primeiros nove meses de 2017, para R$ 1,68 bilhão até setembro de 2018. Isso se explica, segundo Carlos Rangel, pela menor necessidade de constituição de novas provisões.

 

Operações de crédito - No balanço patrimonial referente às operações de crédito, Carlos Rangel explicou que o aumento observado no total de provisões para risco de crédito, de R$ 12,9 bilhões até junho último, para R$ 19,3 bilhões até setembro, se deve à recuperação de perdas do passado. “Foi prejuízo no passado e a gente conseguiu reverter o crédito de volta para o balanço por força da regulação”, esclareceu. Ele acredita que a tendência, agora, é que os clientes do banco comecem a recuperar suas situações de adimplentes na instituição. O patrimônio de referência do BNDES até setembro deste ano é de R$ 167,296 bilhões.

 

Patrimônio líquido - O patrimônio líquido do sistema BNDES totalizou R$ 80,6 bilhões no final do terceiro trimestre, expansão de 12,8% em comparação a junho. O resultado é explicado pelo lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre, entre outros fatores.

 

Bndespar - A subsidiária BNDES Participações (Bndespar) apresentou lucro líquido nos nove meses de 2018, até setembro, de R$ 5,35 bilhões. Esse lucro foi ajustado pelos ganhos de alienações de participações acionárias. “É um dos maiores lucros dos últimos seis anos”, disse Carlos Rangel.

 

Qualidade - O diretor Ricardo Ramos ressaltou a qualidade da carteira de crédito do BNDES, com concentração de 94,6% entre os níveis de risco AA e C, superando a média de 90,4% do Sistema Financeiro Nacional. A despesa com provisão de risco de crédito caiu 70% em relação ao acumulado janeiro/setembro de 2017.

 

Ativos totais - Carlos Rangel explicou que a queda dos ativos totais do BNDES (R$ 791,480 bilhões) em setembro, em relação a junho deste ano (R$ 834,461 bilhões), resultou de dois fatores principais. O primeiro é que o volume de desembolsos vem ocorrendo em ritmo menor do que o retorno das operações. A isso se soma a questão de retorno de valores ao acionista, que é o Tesouro Nacional, o que diminui o disponível do banco. “A gente vem, desde o exercício passado, em constante redução total dos ativos”. Em contrapartida, cresceu o patrimônio líquido do banco, de R$ 71,487 bilhões, em junho de 2018, para R$ 80,604 bilhões no terceiro trimestre, em função principalmente do lucro, disse o superintendente.

 

Inadimplência - A inadimplência acima de 90 dias também cresceu no período, passando de 1,45% em junho para 2,94% em setembro. De acordo com o diretor de Planejamento, o principal devedor do BNDES é o estado do Rio de Janeiro. Sem esse estado, a inadimplência cai para R$ 1,67%, disse Ricardo Ramos.

 

Dívidas - Segundo o diretor, o resultado do banco é pouco impactado pelas dívidas da Venezuela e de Cuba em financiamentos à exportação de engenharia porque o banco tem a garantia do Fundo Garantidor à Exportação (FGE), que vai cobrir essa perda. (Agência Brasil)

 


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