Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4454 | 13 de Novembro de 2018

INOVAÇÃO: Universidades reúnem 51 estudantes no I AgroHackathon

Estudantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) participaram, em Curitiba, nos dias 10 e 11 de novembro, do I AgroHackathon, competição que teve por objetivo incentivar a criação de soluções tecnológicas voltadas ao segmento agropecuário. Os 51 participantes, acadêmicos de ciências agrárias da UFPR – agronomia, veterinária, engenharia industrial madeireira -, e do setor da automação e controle e engenharia elétrica da UTFPR, foram divididos em nove equipes e tiveram 30 horas para desenvolver projetos e apresentá-los à banca de julgadores. Quatro ideias escolhidas como as mais inovadoras receberam prêmios em dinheiro e os estudantes vão ser acompanhados pelos professores visando à aplicação dos projetos no campo.

Tema - Organizado pela UFPR e UTFPR, o evento teve como tema “Gestão da Propriedade Rural” e a iniciativa contou com o apoio do Sistema Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), Sebrae, Faep e Positivo Tecnologia. Os analistas técnicos da Ocepar, Jhony Moller e Maiko Vinicius Zanella, e o coordenador administrativo Claudiomiro Santos Rodrigues, acompanharam o AgroHackathon. Também esteve presente, compondo a banca julgadora, o secretário do Abastecimento de Curitiba, Luiz Dâmaso Gusi.

Benefícios - Segundo o secretário municipal, a iniciativa das universidades foi proativa, pois eventos como o AgroHackathon integram e incentivam os estudantes a produzirem soluções aplicáveis e que podem trazer benefícios aos produtores e à sociedade, em específico na questão da segurança alimentar. “Temos como objetivo atuar de forma a integrar a produção ao mercado. Existem mais de 3,8 milhões de consumidores que precisam ser abastecidos. Na outra ponta, temos mais de 35 mil agricultores no entorno da região metropolitana de Curitiba e é um grande desafio integrá-los, de forma sustentável e fazendo com que essa cadeia de valor se viabilize”, afirmou.

Ideias - Na avaliação do professor Gilson Martins (UFPR), um dos organizadores do AgroHackathon, o evento atingiu os objetivos previstos. “Os estudantes trabalharam com afinco, inclusive durante a madrugada, e podemos dizer, com segurança, que todos tiveram um ganho de qualidade de percepção e até de perspectivas de vida. Mesmo aqueles que não saíram vencedores vão poder continuar trabalhando em suas ideias, em busca de um modelo diferenciado de negócios”, disse. “O principal resultado do I AgroHackathon são as inúmeras ideias com potencial de sucesso frutos da inventividade e trabalho dos participantes”, ressaltou.

Catalisador - De acordo com Martins, um hackathon é uma ferramenta que impulsiona a criatividade dos estudantes, que chama a atenção dos acadêmicos e promove um ambiente propício à inovação. “Cria-se uma demanda por conhecimento, novas ideias e projetos, o que gera um efeito catalisador enorme dentro das universidades”, explicou. Segundo o professor, um ponto a ser destacado, além da parceria entre UFPR e UTFPR, foi a sinergia estabelecida com o setor produtivo, que também se engajou e contribuiu para o sucesso do evento. “A universidade não pode ficar sozinha e isolada em seu ambiente acadêmico: deve atuar estabelecendo pontes de intercâmbio contínuo com o setor privado, mantendo forte vínculo com a realidade do mercado. Pretendemos continuar trabalhando em parceria com o setor produtivo, gerando mais oportunidades de desenvolvimento para todos”, enfatizou.

Complementaridade - Na avaliação do professor Roberto Candido (UTFPR), o AgroHackathon teve como conceito unir estudantes de áreas distintas para que encontrassem pontos de complementaridade. “A primeira coisa a se observar é a capacidade e o potencial do jovem, que chega à universidade com muita vontade de produzir. Nesse sentido, a proposição de desafios a esse jovem é um estímulo e uma garantia para ele aprender e ser um bom profissional no futuro”, afirmou. “Agora, o objetivo é que esses projetos tenham encaminhamento para que realmente vinguem e se transformem em soluções efetivas em empresas e negócios, gerando emprego e renda nos mais variados segmentos”, concluiu.

Solução - Pedro Henrique Guimarães Migacz, 18 anos, estudante de engenharia elétrica da UTFPR, aproveitou a oportunidade do AgroHackathon para tentar encontrar uma solução para um problema que vivenciou durante anos em sua infância e adolescência. “Meu pai é produtor rural em São Mateus do Sul. Na produção de tabaco, a etapa final de secagem exige que os produtores permaneçam em atenção total com a estufa, ficando algumas vezes por até três meses sem poder sair de casa. Queria há muito resolver esse problema e apresentei essa ideia à equipe”, explicou. Depois de 30 horas de trabalho, o grupo de Migacz desenvolveu a ideia de uma plataforma online de repasse de informações sobre a situação da estufa e as condições de secagem do fumo. “O nosso projeto coloca esses dados na nuvem, para que o produtor acompanhe a estufa de onde estiver, sem precisar se deslocar até o local. O objetivo é facilitar a vida dos agricultores”, disse. A equipe do jovem foi a vencedora do I AgroHackathon, recebendo a premiação de R$ 4 mil.

{vsig}2018/noticias/11/13/agroha/{/vsig}

FÓRUM PD&I 2018: Evento será realizado dentro da programação do Agrobit Brasil 2018

forum destaque 13 11 2018As atividades do Fórum do Programa de Desenvolvimento e Inovação (PD&I) promovido pelo Sistema Ocepar vão ocorrer dentro da programação do Agrobit Brasil 2018, nos dias 20 e 21 de novembro, no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina, Norte do Paraná. No evento, haverá a apresentação das novas tecnologias que estão transformando a rotina do campo e do agronegócio, palestras com especialistas, ambientes para negócios, networking e compartilhamento de informações. De acordo com os organizadores, serão dois dias de imersão, que proporcionarão uma visão do que vem sendo feito na área, no Brasil e em outros países, em termos de inovação e tecnologia para o campo.

Programação – No dia 20, os participantes do Fórum PD&I deverão acompanhar a solenidade de abertura e a palestra de Gil Giardelli com o tema “O futuro chegou ao campo”. No período da tarde, a gerente da área de Gestão da Qualidade e Ambiental da Cooperativa Lar, Márcia Pessini, vai falar sobre “Empresa que pensa em Inovação”. Depois, haverá um painel com representantes da Cocamar e da Fundação ABC que vai debater “Quais são os grandes desafios para iniciar o uso das tecnologias digitais no campo?”.

Planejamento de atividades – No dia 21, os profissionais das cooperativas paranaenses irão se reunir na Casa do Criador, das 9h às 10h30, com o objetivo de discutir o planejamento de ações do PD&I para 2019. Após esta atividade, eles poderão visitar outras atrações do Agrobit Brasil e, a partir das 14h, a ideia é que assistam às palestras sobre recursos para inovação, com representante da Finep (Financiadora de Inovação e Pesquisa), e sobre os projetos de inovação, com profissionais do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Inscrições – Inscrições e informações com Jessica Costa (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200 1133).

Agrobit – O Agrobit Brasil é dirigido a produtores e empresários rurais, profissionais da agroindústria, provedores de soluções e tecnologia, pesquisadores, startups, universidades, centros tecnológicos, empreendedores, investidores e imprensa. O evento é realizado pela Sociedade Rural do Paraná, F&B Eventos, Sebrae Paraná e Londrina Convention Bureau, com apoio de diversas instituições, entre as quais o Sistema Ocepar. A programação completa pode ser conferida no endereço eletrônico www.agrobitbrasil.com.br.

Clique aqui para conferir na íntegra a programação do Fórum PD&I 2018

 

FÓRUM DE MERCADO: Evento vai debater oportunidades internacionais de negócios para as cooperativas

 

Representantes dos Estados Unidos, China e México foram convidados a participar de um painel internacional que será realizado durante o Fórum de Mercado, promovido pelo Sistema Ocepar, com apoio da Cocamar, no dia 21 de novembro, em Maringá, Noroeste do Paraná. Eles vão falar sobre o agronegócio em seus países e debater as oportunidades de negócios com potencial para serem efetivados com as cooperativas do Paraná. Estarão presentes o conselheiro agrícola do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), Oliver Flake; o diretor executivo e o diretor de alianças globais do World Trade Center Harbin, respectivamente Steven Lo e Sui Jin Kon; e o diretor da Câmara de Comércio México-Brasil (Camebra), Maurício Lambiasi. 

 

Palestras - Na sequência, o consultor Juan Jensen vai ministrar palestra sobre o cenário econômico e político para o período 2019-2022. Já o consultor Flávio França Jr vai tratar sobre as perspectivas para a produção, consumo, mercado interno e externo de soja e milho no Brasil. 

 

Tradução simultânea - O evento será realizado na Associação dos Funcionários da Cocamar e contará com tradução simultânea para as palestras internacionais.

 

Inscrições - Podem se inscrever diretores e profissionais das áreas comercial e técnica das cooperativas paranaenses. As presenças devem ser confirmadas com p agente de Desenvolvimento Humano das cooperativas ou pelo e-mail jessica.costa@sistemaocepar.coop.br, até 20 de novembro.

 

forum mercado folder 13 11 2018

AGRICULTURA FAMILIAR: Sead e Abras assinam acordo de cooperação

 

agricultura familiar 13 11 2018A Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) assinaram na quinta-feira (08/11), um acordo de cooperação para estimular a comercialização direta da agricultura familiar nas redes supermercadistas. A colaboração visa o fornecimento de alimentos para o varejo, com produtos mais frescos, com maior qualidade e melhor preço. O processo que envolve cooperativas será possível a partir da oferta gratuita de assistência técnica específica e continuada, entre outras ações.

 

Comercialização direta - Na prática, o agricultor poderá comercializar diretamente com as empresas, evitando o trabalho de intermediadores. “O comprador vai poder colocar na estante um produto de melhor qualidade e com procedência. Além de proporcionar melhor qualidade dos produtos, gera-se maior renda para quem está no campo”, comentou o secretário especial, Jefferson Coriteac.

 

Ganha-ganha - Em maio deste ano, a Sead havia assinado um protocolo de intenções que resultou na parceria. Para o dirigente da pasta, a reformulação já se mostrou eficaz. “Será um acordo benéfico para ambos os lados. Não podemos nos esquecer que 27 milhões de pessoas passam todos os dias pelos mercados do país”, completou. O contrato terá validade de 24 meses.

 

Cooperativas - As cooperativas selecionadas para participar são: Cooperativa dos Agricultores Familiares no Município de Bananeiras (Coopafab), Cooperativa dos Agricultores do Vale do Amanhecer (Coopavam), Vinícola de Cezaro, Cooperativa Agropecuária de Produção e Comercialização Vida Natural (Coopernatural), Cooperativa dos Produtores do Leite do Norte de Minas (Coopnorte), Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curuçá (Coopercuc). (Sead / Informe OCB)

 

SICREDI: Assinado acordo de cooperação com Federação do Nepal

 

sicredi 13 11 2018No Dia Internacional das Cooperativas de Crédito, comemorado em 18 de outubro, o Sicredi assinou um acordo de cooperação com a Federação de Cooperativas de Poupança e Crédito do Nepal, a Nepal Federation of Savings and Credit Cooperative Unions (NEFSCUN), por intermédio do Woccu – Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito. Esse acordo foi firmado para que o Woccu e a instituição financeira cooperativa possam prestar assistência ao desenvolvimento das cooperativas do Nepal, aproveitando o conhecimento e a vivência do Sicredi, em modelo sistêmico de atuação.

 

Objetivos - Nos objetivos do acordo de cooperação estão: troca de informações sobre legislação, conformidades regulamentares e relatórios, processamento de dados, estabilização e operações de apoio de cooperativismo de crédito; desenvolvimento e o intercâmbio de melhores práticas com a Federação, para melhorar e expandir os serviços aos associados; e o fortalecimento financeiro e operacional da Federação.

 

Intercooperação - O acordo foi assinado pelo Sicredi, representado por Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar e da Central Sicredi PR/SP/RJ e membro do Conselho da Woccu; Brian Branch, CEO do Woccu, e Steven Stapp, presidente do NEFSCUN. “A intercooperação está na base do cooperativismo e ficamos muito felizes em poder, junto com o Woccu, colaborar com o desenvolvimento do segmento no Nepal. Esse acordo tem também o caráter de reconhecimento à nossa atuação enquanto sistema no Brasil, enfatizando que os nossos modelos de negócios e estruturação servem de exemplo e que temos potencial para apoiar o desenvolvimento do cooperativismo de crédito em diversas regiões do mundo”, afirma Dasenbrock.

 

Ação direta - A primeira ação direta da parceria é uma missão fomentada pela Fundação Sicredi e liderada pelo superintendente de Ouvidoria e Compliance do Banco Cooperativo Sicredi, Luiz Carlos Wanderer. Ainda na primeira quinzena de novembro, Wanderer estará durante seis dias no Nepal conhecendo mais sobre a realidade local e levando informações sobre as práticas do Sicredi.

 

O Nepal - O Nepal, com cerca de 29 milhões de habitantes, tem uma longa tradição cultural de cooperativas informais baseadas na comunidade, incluindo associações de poupança e crédito, produção e trabalho. Em 16 de agosto de 1988, foi formada a Federação de Cooperativas de Poupança e Crédito do Nepal (NEFSCUN). A Constituição Interina do Nepal considera, hoje, o setor cooperativo como um dos três pilares do desenvolvimento nacional. Estima-se que cerca de 6 milhões de pessoas já estejam afiliadas em aproximadamente 34.512 cooperativas, dos mais diversos ramos, e mais de 60.517 pessoas estejam empregadas diretamente em negócios cooperativos.

 

Ramo crédito - Especificamente no ramo do crédito, o Nepal conta com cerca de 13 mil cooperativas, abrangendo 3,5 milhões de associados. A Federação associada ao Woccu e que contará com a experiência do Sicredi conta com 3 mil cooperativas e 2,5 milhões de associados.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

CREDICOOPAVEL I: Cooperativa fica em 9º entre as melhores do GPTW

 

credicoopavel I 13 11 2018A Credicoopavel acaba de conquistar uma colocação relevante em concurso organizado pela maior empresa do mundo na aferição da qualidade dos ambientes de trabalho. A cooperativa de crédito ficou em nono lugar na categoria pequena empresa da GPTW, a norte-americana Great Place To Work. O anúncio dos vencedores ocorreu na noite de quinta-feira (08/11), no Espaço Torres, em Curitiba. Cerca de 500 pessoas participaram da solenidade.

 

Forma de atuação - A diretora financeira da Credicoopavel, Neuza Terezinha Gentelini, informa que a colocação representa e diz muito sobre a cooperativa e a forma como ela atua. “Este é apenas o nosso primeiro ano no GPTW e o resultado deixou a todos muito felizes e orgulhosos”. Neuza informa que a atuação de toda a equipe sempre se baseou na seriedade, transparência, respeito, simplicidade e confiança. “E esses aspectos, atributos que o GPTW procura e incentiva, sempre foram comuns no cotidiano da Credicoopavel”, acentua a diretora.

 

Qualidade dos serviços - O troféu foi entregue pelo embaixador do Great Place To Work no Brasil, Hilgo Goncalves, a Neuza e ao diretor administrativo da cooperativa, Mário José Zambiazi. “Essa é uma grande notícia a todos que, de uma forma ou outra, fazem parte da Credicoopavel. Esse reconhecimento pontua a qualidade dos serviços e o compromisso de bem atender aos cooperados”, diz o presidente Dilvo Grolli. “O desafio para o ano que vem é colocar em prática as sugestões de melhorias indicadas pelos próprios colaboradores na pesquisa de satisfação”, ressalta Neuza.

 

Categorias - O GPTW ocorre em três categorias: pequena empresa para aquelas que tenham entre 30 e 99 funcionários, média empresa àquelas de 100 a 999, e grande às que contam com mais de mil colaboradores. A Credicoopavel foi oficialmente constituída em 24 de novembro de 1981. Ela tem 42 funcionários, seis mil cooperados e patrimônio líquido de R$ 70 milhões. (Imprensa Credicoopavel)

 

CREDICOOPAVEL II: Diretores participam de Fórum de Cidadania Financeira

 

credicoopavel II 13 11 2018Diretores de instituições de crédito e bancárias de todo o Brasil participaram, dias 7 e 8 de novembro, em Brasília, do 4º Fórum de Cidadania Financeira, organizado pelo Banco Central do Brasil. A Credicoopavel foi representada no evento pela diretora financeira Neuza Terezinha Gentelini e pelo diretor Administrativo Mário José Zambiazi.

 

Inclusão financeira - O encontro deu ênfase a um tema em forte evidência no mundo, a inclusão financeira. Palestrantes brasileiros e estrangeiros abordaram o assunto e enfatizaram pontos de como a alfabetização econômica pode trazer benefícios para as famílias e para a nação. Diversos países, principalmente os mais desenvolvidos e escolarizados, já empregam essa política com bons resultados. (Imprensa Coopavel)

 

SICOOB METROPOLITANO: Colaboradores participam de Congresso Internacional de Felicidade

sicoob metropolitano 13 11 2018Colaboradores do Sicoob Metropolitano estiveram presentes, nos dias 03 e 04 de novembro, no III Congresso Internacional de Felicidade, em Curitiba. O evento tem o propósito de elevar o nível de felicidade do Brasil e a programação contou com apresentações de alguns dos melhores palestrantes do país e do mundo para abordar o tema.

Temas - Baseado nos aspectos filosófico, científico, espiritual e artístico, os palestrantes permearam por outras temáticas fundamentais como propósito, saúde, prosperidade, educação e qualidade de vida, atrelados aos mais modernos e revolucionários conhecimentos da neurociência e da psicologia positiva.

Gratidão - O colaborador, Ronaldo Ferreira, foi um dos representantes do Sicoob Metropolitano no evento e resumiu o congresso em uma palavra: gratidão. “Pude vivenciar inúmeras experiências, sensações maravilhosas e aprender mais sobre felicidade. Cada palestrante trouxe um vasto conhecimento sobre o assunto. Cheguei com uma expectativa e fui surpreendido. Sai de lá revigorado, com muito aprendizado e com a certeza de que, ser feliz é fácil e possível”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

INTEGRADA: Tecnologia nos cafezais

 

integrada 13 11 2018Os produtores de café associados da Integrada nas regiões de Ibaiti e Pinhalão, ambas localizadas no Norte do Paraná, agora contam com o apoio da cooperativa para fazer as amostras de solo nas lavouras cafeeiras. A iniciativa foi resultado da necessidade identificada pelo grupo técnico da Integrada em Ibaiti em se ter um material de análise de solo confiável para embasar a assistência técnica.


Equipamentos - Os agrônomos passam agora a ter disponível os equipamentos para retirar as amostras de solo, cedidos pelo departamento de Agricultura de Precisão (AP). Com o quadriciclo da cooperativa, o produtor consegue fazer com mais precisão e qualidade as análises de solo.


Metodologia - O coordenador da área de AP da cooperativa, Rogério Raposo, afirma que as amostragens realizadas neste caso seguem a metodologia de amostragem convencional. Raposo explica que, por enquanto, aplicar toda a metodologia da agricultura de precisão como a geração de mapas de fertilidade não é possível devido à configuração das lavouras de café. Contudo, o coordenador da área observa que, com as amostras, é possível gerar análises de alto padrão para cada talhão.

 

Praticidade, comodidade e qualidade - Raposo destaca que os maiores benefícios para os agricultores é a praticidade, a comodidade e a qualidade dos serviços prestados pela Integrada. O kit de amostragem da cooperativa consegue retirar as amostras de solo com mais qualidade e rapidez. (Imprensa Integrada)

 

ALEGRA/SICREDI: Operário Ferroviário renova patrocínios e projeta conquistas para 2019

 

alegra sicredi 13 11 2018Nesta terça-feira (13/11) será realizado, na sede regional do Sicredi, em Ponta Grossa (PR), um evento para divulgar a renovação dos contratos de patrocínio do Operário Ferroviário Esporte Clube, com a Alegra e o Sicredi. O jantar contará com a presença da diretoria das três corporações, atletas, convidados, parceiros das empresas e imprensa.

 

Título - As marcas, que estamparam o uniforme do time durante todo o ano de 2018, seguem com o Clube no próximo ano, na busca pelo título da divisão de elite do Campeonato Paranaense e por uma boa temporada de estreia na série B do Brasileirão.

 

Degustação - Durante o evento os convidados poderão experimentar pratos exclusivos preparados pelo Chef Dobis, com cortes especiais da Alegra. “Se já acreditávamos no time antes, agora, com a garra que mostraram em 2018, acreditamos ainda mais. Esperamos que com nosso apoio a equipe alcance resultados ainda melhores”, projeta o analista de marketing da Alegra Foods, Amauri Castro.

 

Fortalecimento - O diretor executivo da Sicredi Campos Gerais PR/SP, Marcio Zwierewicz, também celebra a continuidade da parceria: “Estamos muito felizes com a renovação do patrocínio, que fortalece ainda mais o Operário, clube com mais de cem anos de história e uma paixão dos moradores de Ponta Grossa e região. Esse é o sétimo ano que o Sicredi patrocina o Fantasma e nesse período comemoramos grandes conquistas do clube, como o Paranaense de 2015 e os títulos da Série D do Brasileiro, em 20117, e da Série C, em 2018”.   

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

Sobre a Alegra Foods - Alegra Foods é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final. Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra Foods)

 

SOJA: Paraná e São Paulo registram 13 focos de ferrugem-asiática

 

soja 13 11 2018O Consórcio Antiferrugem registra 13 focos de ferrugem-asiática da soja, em áreas comerciais, na safra 2018/2019, sendo dois em São Paulo (São Miguel Arcanjo e Itapeva) e onze no Paraná (Mariópolis, São Pedro do Iguaçu, Marechal Cândido Rondon, Nova Santa Rosa, Nova Cantu, Ubiratã, Juranda, Campo Mourão, Peabiru, São João do Ivaí e Jaguariaíva).

 

Aumento - Desde o primeiro foco registrado no último dia 31 de outubro, em Porto Mendes (PR), o número de focos vem crescendo rapidamente e em pontos bem distribuídos. De acordo com a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja, a maioria das lavouras com ferrugem foram semeadas no início de setembro e encontram-se com o dossel fechado (12 lavouras estão em fase de desenvolvimento R1 e uma em V8). “O problema é que as chuvas atrasaram as semeaduras e temos soja em várias fases de desenvolvimento e, em algumas regiões, ainda estão semeando soja. Por isso, é preciso atenção para não perder o controle nessas primeiras áreas que podem gerar grande quantidade de inóculo para lavouras que ainda estão sendo semeadas”, alerta a pesquisadora. 

 

Ambiente favorável - Até agora, o ambiente tem sido favorável para a infecção do fungo, com presença de molhamento foliar. A orientação da pesquisadora da Embrapa Soja, Cláudia Godoy, é para que os produtores das regiões onde há registro da ferrugem que apresentam lavouras em fase de fechamento, iniciem o controle para proteger as lavouras.

 

Chuvas frequentes - “As chuvas frequentes que favorecem a doença, muitas vezes, impedem a aplicação de fungicidas no momento ideal”, explica a pesquisadora da Embrapa. “E é importante manter a lavoura protegida, uma vez que a eficiência curativa dos fungicidas atualmente disponíveis é baixa”, alerta. 

 

Orientação - Cláudia Godoy orienta os produtores a consultarem os resultados de eficiência dos fungicidas para o controle da ferrugem e utilizar os multissítios para aumentar a eficiência de controle. Consulte a publicação: Eficiência de fungicidas para o controle da ferrugem-asiática da soja, Phakopsora pachyrhizi, na safra 2017/2018: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos.(Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

TRIGO: Leilão oferta a venda de 10,5 mil toneladas dos estoques públicos

 

trigo 13 11 2018Como forma de otimizar os recursos dos estoques públicos, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) venderá, nesta terça-feira (13/11), o excedente de 10,5 mil toneladas de trigo por meio de seu sistema de leilão eletrônico. O produto ofertado está disponível em armazéns localizados no município de Ponta Grossa, no Paraná.

 

Mercado - De acordo com a área de análise de mercados da Companhia, mesmo estando no período de colheita do trigo, o quantitativo ofertado para a comercialização do grão não deve afetar o mercado. O preço de venda, divulgado na última sexta-feira (09/11), apresenta um deságio de 10%, uma vez que o produto foi comprado em 2014.

 

Requisitos - A operação ocorrerá por meio do Sistema Eletrônico de Comercialização da Conab (SEC). Entre os requisitos de participação, é necessário estar com dados devidamente informados no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican) e em situação regular no Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab (Sircoi). (Conab)

 

Clique aqui para saber mais detalhes sobre a operação.

 

PARANAGUÁ: Porto já supera exportações de grãos de 2017

 

paranagua 13 11 2018Dois meses antes do fim do ano, o Porto de Paranaguá já bateu o recorde histórico anual de exportação de soja, farelo, trigo e óleo vegetal. Desde janeiro até outubro, o porto exportou 19,2 milhões de toneladas destes produtos. A quantidade é 13% maior que o alcançado em todo o ano passado, quando foram 17 milhões de toneladas.

 

Destaque - O destaque foi a exportação de soja: 13.177.790 toneladas movimentadas em apenas 10 meses. O número é 15% maior que o acumulado de 2017 (11.409.189 toneladas).

 

Capacidade de escoamento - O diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Lourenço Fregonese, atribui os resultados ao aumento da capacidade de escoamento pelo porto paranaense, aliado à produtividade do campo.

 

Investimentos - “Nos últimos anos investimos mais de R$ 940 milhões no repotenciamento e na modernização da estrutura física do Porto de Paranaguá”, disse. Segundo ele, as ações incluíram a troca dos carregadores de navios por equipamentos maiores e com maior capacidade de escoamento de grãos, a construção de novos portões de acesso, instalação de novas balanças e correias transportadoras, além de mudanças no cais, que foi remodelado e dragado.

 

Estradas e vias de acesso - Outra preocupação foi desafogar as estradas e vias de acesso ao porto, acabando com as filas de caminhões e aumentando a segurança da comunidade. “Além do sistema Carga Online, que organizou a descarga no Pátio de Triagem, estamos investindo em obras importantes para os moradores, como a Recuperação da avenida Bento Rocha e o novo viaduto na entrada da cidade”, acrescenta Fregonese.

 

Farelo, trigo e óleos vegetais - A movimentação de farelo já é 7% maior que o registrado no ano anterior. Foram 4,8 milhões de toneladas exportadas em 2018, contra 4,5 milhões em 2017.

 

Alta - A exportação de trigo supera em 28% o acumulado do ano passado, com 216.787 toneladas entre janeiro e outubro de 2018.

 

Aumento - Na movimentação de óleos vegetais o aumento foi de 9%, passando de 935.611 toneladas para pouco mais de 1 milhão de toneladas.

 

Outros produtos - Considerando todos os produtos, o Porto de Paranaguá já alcançou 86% da movimentação de 2017, que foi a maior da história do terminal paranaense. O acumulado em 2018 soma 44,4 milhões de toneladas, enquanto o ano passado registrou 51,5 milhões.

 

Fatores - Para o diretor de Operações da Appa, Luiz Teixeira, dois fatores devem ter impacto nos números deste ano: a greve dos caminhoneiros, em maio, e o grande volume de chuvas, principalmente em outubro. “No período de greve deixaram de ser movimentadas 648 mil toneladas de produtos, incluindo líquidos, cargas gerais, grãos, fertilizantes e outros”, diz.

 

Chuva - Em outubro, 16 dias de chuva paralisaram principalmente o carregamento de grãos e a descarga de fertilizantes. “O porto não carrega grãos e farelo com chuvas e nem descarrega fertilizantes. Não podemos ter risco do grão ficar úmido, pois fermenta e estraga. Acontece no mundo todo, é uma questão que foge do nosso controle”, afirma. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Balança tem superávit de US$ 2,66 bi nas primeiras semanas de novembro

 

comercio exterior I 13 11 2018Com seis dias úteis, as duas primeiras semanas de novembro da balança comercial tiveram superávit de US$ 2,665 bilhões -- resultado de exportações de US$ 7,137 bilhões e importações de US$ 4,472 bilhões --, divulgou nesta segunda-feira (12/11) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). No acumulado do ano, as exportações chegam a US$ 206,217 bilhões e as importações, a US$ 155,916 bilhões, com saldo positivo de US$ 50,301 bilhões.

 

Média diária - Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de novembro (US$ 1,2 bilhão) com a média diária embarcada em novembro de 2017 (US$ 834,2 milhões), houve crescimento de 42,6%, devido ao aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+69,7%, em função, principalmente, de petróleo em bruto, soja em grãos, minério de ferro, milho em grãos, carnes bovina e de frango); semimanufaturados (+55,4%, por conta de celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, açúcar de cana em bruto, ouro em formas semimanufaturadas); e manufaturados (+17,7%, de óleos combustíveis, gasolina, máquina e aparelhos para terraplanagem, partes de motores e turbinas de aviação, tubos de borracha vulcanizada e acessórios).

 

Crescimento - Em relação a outubro, aponta o Mdic, houve crescimento de 18,9%, em face do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (+47,1%); básicos (+17,1%); e manufaturados (+12,7%). (Valor Econômico)

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Governo vai reformular seguro para exportações

 

comercio exterior II 13 11 2018Após o sufoco enfrentado pela equipe econômica para incluir recursos no Orçamento de 2018 e compensar os calotes dados por Venezuela e Moçambique em empréstimos que têm o governo brasileiro como avalista, o Ministério da Fazenda decidiu reformular o Seguro de Crédito à Exportação (SCE).

 

Fundo financeiro - A ideia é criar um fundo financeiro, de natureza privada, que terá um “colchão” próprio de recursos para honrar as dívidas em caso de inadimplência do tomador do empréstimo. O novo desenho evitará que a despesa para cobrir eventuais calotes dispute espaço com gastos em áreas como saúde e educação dentro do teto.

 

Proposta - A proposta começou a ser discutida após o Brasil ficar à beira do “default” perante o sistema financeiro internacional porque não havia dinheiro no Orçamento para bancar pagamentos ao BNDES e ao Credit Suisse. Os bancos acionaram o seguro contratado junto ao Fundo de Garantia à Exportação (FGE), do Ministério da Fazenda, após confirmado o calote dos dois países, mas o Congresso Nacional resistiu em aprovar o crédito. Foi a primeira vez que o Brasil precisou cobrir a garantia.

 

Detalhes - Os detalhes do novo modelo estão sendo fechados pela equipe econômica, mas a intenção é deixar tudo pronto para que o próximo governo possa implementá-lo. O desenho valeria apenas para novas operações, pois há dúvidas jurídicas sobre a possibilidade de transferir garantias já concedidas para o fundo recém-criado. Isso significa que qualquer novo calote da Venezuela em operações já contratadas continuariam impactando o Orçamento. A proposta orçamentária de 2019 já reservou R$ 1,467 bilhão ao pagamento dessas garantias, ainda sujeitos à aprovação do Congresso.

 

Receitas - O novo fundo seria formado pelas receitas obtidas com os prêmios pagos pelos bancos que contratarem a garantia brasileira. A Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF) seria um importante alicerce, administrando os recursos e dando suporte de capital à operação, sobretudo no início, quando o fundo ainda teria poucos recursos. Segundo o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Marcello Estevão, que lidera o projeto, o valor que o fundo precisará manter reservado para qualquer eventual calote ainda está sendo calculado.

 

Impacto - O impacto recairia sobre os cofres federais apenas em caso de esse capital ser insuficiente para cobrir as parcelas inadimplentes, hipótese considerada muito difícil pelos técnicos. “Provavelmente isso nunca vai bater na União”, disse Estevão. Por outro lado, o governo federal poderia incorporar no futuro as receitas que excederem o valor considerado ideal a ser mantido como reserva no fundo.

 

Regra atual - Na regra atual do FGE, os prêmios pagos pelos bancos ao contratar a garantia brasileira ingressam na conta única do Tesouro, contribuindo para o resultado primário, mas qualquer pagamento de garantia precisa passar pelo Orçamento, consumindo espaço do teto. Havia risco de o Brasil entrar em “default técnico”, situação em que credores externos podem pedir quitação antecipada de dívidas do país. (O Estado de S.Paulo)

 

ANP: Agência passa a divulgar referência para precificação de combustíveis

 

anp 13 11 2018A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) passou a divulgar a partir desta segunda-feira (12/11), a média semanal dos preços de paridade de importação (PPI), que é o custo do produto importado trazido ao país, para a gasolina, o diesel, o querosene de aviação (QAV) e o GLP. Os preços são referentes à semana anterior e a divulgação será sempre às segundas-feiras, no site da ANP. 

 

Referência - De acordo com o órgão regulador, a intenção é dar aos consumidores uma referência de formação dos preços dos combustíveis no país, como base nos valores divulgados pela S&P Global Platts. 

 

Sem tributos - Os preços divulgados não incluem tributos. Para a gasolina, para o querosene de aviação e para o diesel, serão divulgados os preços de paridade de importação nos portos de Itaqui, Suape, Aratu, Santos e Paranaguá. Os valores incluem os custos estimados de movimentação e armazenamento nos terminais. Segundo a ANP, os preços do GLP serão os referentes ao PPI nos portos de Suape e Santos, considerando a mistura de 70% de propano e 30% de butano.

 

Transparência - Com a divulgação, a ANP quer aumentar a transparência na formação e divulgação de preços conduzido pelo órgão regulador para permitir que o consumidor entenda e acompanhe a variação dos preços dos combustíveis.

 

Diesel - Os preços do diesel, por região, para efeito do pagamento da subvenção econômica, já são publicados no site da ANP. (Agência Brasil)

 

ENERGIA ELÉTRICA: APP disponibiliza informações sobre tarifa ao consumidor

 

energia eletrica 13 11 2018A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) lançou nesta terça-feira (13/11) o aplicativo para celulares Aneel Consumidor. A ferramenta disponibiliza um novo canal de acesso, aderente às tecnologias atuais e às exigências de um público digital. A ideia é aproximar ainda mais os consumidores de energia elétrica da Agência, com simplificação do atendimento e mais transparência a questões como a composição da conta de luz.

 

Local - O lançamento do APP foi feito na sede da Aneel, às 11h30 desta terça-feira, com a presença do Ministro de Minas e Energia, Moreira Franco.

 

Sistemas operacionais - O aplicativo já está disponível para os sistemas operacionais Android e IOS. A plataforma facilita o registro e acompanhamento de Solicitações de Ouvidoria (reclamações, sugestões, elogio e denúncias), apresenta orientações sobre os principais procedimentos relacionados ao fornecimento de energia e informações gerais sobre o setor elétrico.

 

Serviços - Um dos principais serviços oferecidos é o “Entenda sua Conta”, por meio do qual o consumidor poderá conhecer o funcionamento dos itens que compõem o valor da fatura de energia, utilizando simulações interativas para contas de luz de clientes residenciais.

 

Cálculos - Os cálculos de tarifa disponíveis levam em conta a realidade de cada distribuidora, a ser selecionada pelo usuário, a Bandeira Tarifária em vigor (atualmente, a amarela) mas não incluem impostos como ICMS, PIS/Cofins e taxa de iluminação pública.

 

Aprimoramentos contínuos - Concluída a fase de avaliação, a proposta é realizar aprimoramentos contínuos e vincular a plataforma ao novo Sistema de Inteligência Analítica do Setor Elétrico (Siase), no primeiro trimestre de 2019. (Aneel)

 

ENERGIAS RENOVÁVEIS: Novo decreto atualiza legislação do projeto Smart Energy Paraná

 

energias renovaveis 13 11 2018O decreto que estabelece os objetivos do projeto Smart Energy Paraná foi atualizado por uma nova legislação do Governo do Estado que busca consolidar a competência do Paraná em geração distribuída por fontes de energias renováveis conectada a redes inteligentes. O projeto passa a integrar Programa Paranaense de Energias Renováveis, cuja coordenação está a cargo do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

 

Foco - O Projeto Smart Energy Paraná tem seu foco no uso de geração de energia elétrica distribuída no Estado, tendo como objetivos principais a promoção da adequação da rede de energia elétrica convencional em rede inteligente; a disseminação da geração distribuída por fontes de energias renováveis, usando principalmente geração eólica, fotovoltaica, biomassa, biogás e aproveitamento energético de resíduos sólidos urbanos; e o incentivo a modelos de aplicação para a eficiência energética.

 

Competências locais - O diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix, também destaca como objetivo do projeto o desenvolvimento de competências locais em energias renováveis e a sensibilização da sociedade na utilização inteligente dessas novas tecnologias. “Para isso, o novo decreto modificou a governança do projeto, ampliando o número de participantes para difundir ainda mais as informações sobre o uso das tecnologias na área de energias sustentáveis”, disse.

 

Membros - Entre os membros da governança do projeto Smart Energy Paraná estão representantes de secretarias estaduais, de empresas públicas - como o Tecpar, Copel, Sanepar e Compagas, de universidades estaduais e federais, da Itaipu Binacional, da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), do Lactec, da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e da Rede Brasileira para o Desenvolvimento da Metrologia, Tecnologia e Qualidade.

 

Decreto - O Decreto 11538/18, que atualiza as informações sobre o Projeto Smart Energy Paraná, pode ser consultado pelo link http://goo.gl/F2ciDd.

 

Ações - O Tecpar conta, dentro do projeto Smart Energy Paraná, com uma plataforma de certificação e exposição de tecnologias para gerar dados confiáveis na área de energias renováveis. O instituto também edita a Revista Smart Energy, em que divulga conhecimento acadêmico e científico para todo o país, além coordenar o portal do Smart Energy Paraná, que apresenta empresas que atuam no Brasil nas categorias Biogás, Biomassa, Consultoria Ambiental, Eólica, Fotovoltaica, Hidrelétrica, Resíduos e Smart Grid.

 

Site - Conheça o portal pelo site http://smartenergy.org.br/portal. (Agência de Notícias do Paraná)

 

VAREJO: Volume de vendas cai 1,3% em setembro

varejo 13 11 2018O volume de vendas do comércio varejista teve queda de 1,3% em setembro, na comparação com agosto, divulgou nesta terça-feira (13/11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma perda de ritmo, depois que as vendas subiram 2% no mês anterior.

Média móvel - Segundo o IBGE, a média móvel do trimestre encerrado em setembro desacelerou de 0,5% para 0,1%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio e estão ajustados sazonalmente.

Sem ajuste - Na série sem ajuste sazonal, a comparação com setembro do ano anterior mostra estabilidade, com uma variação positiva de 0,1%.

Terceiro trimestre - O terceiro trimestre de 2018 teve uma alta 1% em relação ao mesmo período do ano passado, e o ano de 2018 acumula alta de 2,3% na comparação com os mesmos meses do ano anterior.

Últimos doze meses - Nos últimos doze meses, o comércio varejista acumula uma alta de vendas de 2,8% no período encerrado em setembro. No ano fechado em agosto, a alta havia sido de 3,3%.

Combustíveis e mercados - Seis das oito atividades do comércio varejista tiveram queda em setembro. A venda de combustíveis e lubrificantes recuou 2% em relação a agosto, e a dos hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo caiu 1,2%. Tiveram resultados positivos no volume de vendas os setores de móveis e eletrodomésticos (2%) e tecidos, vestuário e calçados (0,6%).

Varejo ampliado - O varejo ampliado, que inclui todas as atividades do varejo comum mais materiais de construção, veículos, motos, partes e peças teve um recuo de 1,5% em setembro ante agosto, mas cresceu 2,2% em relação a setembro de 2017. A alta foi a décima sétima taxa positiva seguida na comparação interanual.

Materiais de construção - O volume de vendas dos materiais de construção teve queda de 1,7% em setembro, na comparação com agosto. Já os Veículos, motos, partes e peças teve estabilidade, com variação negativa de 0,1%.

UF - A queda de vendas em relação a agosto foi registrada em 16 das 27 unidades da federação. A maior retração foi na Paraíba, de -6,4%, e em Minas Gerais, de -3,1%.

Crescimento - Entre os 11 estados que tiveram crescimento no volume de vendas, os destaques foram Rondônia, com 8,4%, Tocantins, com 2,9%, e Acre, com 2,1%.

Recuo - No comércio varejista ampliado, diminui para oito o número de estados que tiveram recuo no volume de vendas. Entre essas unidades da federação estão Paraíba (-4,9%), Rio de Janeiro (-3,3%) e São Paulo (-1,1%). (Agência Brasil)

 


Versão para impressão


RODAPE