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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4453 | 12 de Novembro de 2018

SISTEMA OCEPAR I: Vice-governador eleito participa da reunião da diretoria

O vice-governador eleito, Darci Piana, foi um dos convidados especiais que participaram, na manhã desta segunda-feira (12/11), em Curitiba, da reunião da diretoria da Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná). O encontro teve ainda as presenças do senador eleito Oriovisto Guimarães, e do diretor regional do Great Place to Work (GPTW) no Paraná, Hilgo Gonçalves.

Relacionamento - Piana, que também é presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e coordenador do G7, grupo formado pelas principais federações do setor produtivo paranaense, disse em entrevista ao Informe Paraná Cooperativo que foi importante estar mais uma vez em contato com as lideranças do cooperativismo paranaense. “Conhecemos praticamente todos os diretores da Ocepar, pela minha função de coordenador do G7 e pelo trabalho que fazemos em conjunto. Evidentemente temos um relacionamento muito estreito com o setor produtivo, principalmente com as cooperativas do Paraná. É um setor de relevância, que possui um número extraordinariamente grande de cooperados e que movimenta um grande volume financeiro. Esse talvez seja um dos poucos segmentos que estão investindo apesar da crise deste país. Então, é fundamental estarmos juntos para conhecer os problemas do setor. É sempre produtivo quando conversamos com pessoas que demonstram preocupação com o seu negócio da forma como fazem a Ocepar e sua diretoria”, afirmou.

Tratamento especial - Na avaliação de Piana, o cooperativismo e o agronegócio são setores que contribuem para manter o equilíbrio da economia no Estado e no país, por isso merecem atenção especial do poder público. “São segmentos que o Estado deve dar um tratamento muito especial em função do volume das nossas exportações. Além de serem organizados, são responsáveis pela produção de alimentos, inclusive com sobras para exportar, o que traz divisas para o Estado. Então, temos que olhar isso com redobrada atenção para que esse trabalho tenha continuidade”, ressaltou. Ele disse ainda que sua preocupação, como vice-governador, será fornecer apoio também às demais áreas do setor produtivo. “Minha preocupação é ajudar o meu Estado em todos os segmentos em que for necessário e dar uma mão ao nosso governador para que ele faça um grande governo, como foi colocado em nossa campanha, e tenho certeza de que, como toda a equipe que está sendo organizada, vamos fazer um grande esforço para transformar esse Estado num dos melhores do país”.

parana.coop+1 - O vice-governador eleito também destacou a mobilização do cooperativismo paranaense que, por meio do Programa de Educação Política parana.coop+10, incentivou o voto consciente e atuou pelo fortalecimento da Frente Parlamentar do Cooperativismo. “Vocês fizeram um trabalho extraordinário com objetivo de eleger pessoas que estejam comprometidas com o segmento. Fizeram isso com muita maestria, conseguiram levar pessoas que têm conhecimento sobre o setor e que vão defender os interesses das cooperativas e da agricultura no Congresso Nacional. Isso é bom para o Estado também. A nossa governança do Paraná, além de contar com o seu esforço próprio, tem ainda o reforço dos candidatos que vocês conseguiram eleger nessa mobilização, o que é mais uma demonstração da capacidade de aglutinação do setor das cooperativas”, completou.

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SISTEMA OCEPAR II: Oriovisto Guimarães confirma que irá integrar a Frencoop

O senador eleito Oriovisto Guimarães (Pode/PR) confirmou, na manhã desta segunda-feira (12/11), que irá compor a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), assumindo uma posição de defensor da causa cooperativista no Senado Federal. A confirmação do professor Oriovisto, como é conhecido, foi feita ao final dessa manhã para a diretoria da Ocepar. “Vim pessoalmente agradecer aos líderes cooperativistas e garantir meu apoio ao setor. Farei tudo o que eu puder para ajudar as cooperativas do Paraná no Congresso Nacional. O que eu pedi hoje para a diretoria da organização foi que as demandas sejam levadas até mim, em Brasília, de forma clara e objetiva. E eu estarei lá para ajudar, com certeza”, afirmou.

Gente que produz - Guimarães ainda destacou a atuação positiva do setor cooperativista em prol do desenvolvimento do Paraná. “É muito bom encontrar gente que quer produzir, trabalhar e gerar emprego. Isso foi muito bonito de ouvir hoje”, disse. “Considero que a reunião de hoje foi muito positiva porque os cooperativistas têm uma visão clara das necessidades que o estado tem em relação a questões como infraestrutura e logística”, completou.

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SISTEMA OCEPAR III: Entidade é certificada entre as “Melhores empresas para se trabalhar” no PR

O diretor regional do Great Place to Work, Hilgo Gonçalves, apresentou os resultados de pesquisa que avaliou a percepção dos colaboradores do Sistema Ocepar sobre o ambiente de trabalho na entidade. Os funcionários responderam questionário que considerou aspectos como os benefícios oferecidos, liderança, boas práticas, confiança, credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem, entre outros. “Os dados verificados demonstram que os valores do cooperativismo estão no coração dos colaboradores. Ficou evidente o orgulho de pertencer e trabalhar na Ocepar. Também chamou a atenção dos pesquisadores a conexão dos funcionários com os propósitos da entidade, índice que ficou muito acima da média nacional das empresas avaliadas pelo GPTW”, explicou. Gonçalves participou da reunião de diretoria da Ocepar, na sede da entidade, em Curitiba, na manhã desta segunda-feira (12/11). O Great Place to Work é uma empresa global especializada em avaliação de ambientes de trabalho.

Resultados - Segundo Gonçalves, os colaboradores deram uma nota acima da média nacional sobre o ambiente de trabalho na entidade, indicando também os pontos que podem ser melhorados. Nas próximas semanas, consultores da GPTW vão se reunir com os funcionários do Sistema Ocepar para apresentar os resultados da pesquisa. “Cada vez mais se faz necessário ouvir as pessoas e conhecer o que pensam, para ter informações com profundidade para nortear decisões mais assertivas dos líderes. Trouxe aos diretores da Ocepar a ótima notícia de que seus funcionários consideram a entidade um excelente lugar para se trabalhar”, concluiu.  

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GETEC: Projeções da semana sobre indicadores econômicos

getec destaque 12 11 2018A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (12/11), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2018, 2019 e 2020.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br  / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

FÓRUM: Temas ligados à produção animal serão discutidos em Toledo

forum 12 11 2018O Sistema Ocepar promove, no dia 22 de novembro, o Fórum dos Profissionais de Pecuária, com a presença de profissionais das cooperativas que atuam nas áreas de avicultura e suinocultura. Será no campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) de Toledo, Oeste do Paraná, das 8h às 17h30. A ideia é discutir importantes temas ligados à produção animal com especialistas de diversas instituições.

Suinocultura – Os participantes serão divididos por setor. A programação voltada à suinocultura inicia tratando sobre conjuntura de mercado e tendências, com a analista do Cepea/Esalq, Juliana Ferraz. Na sequência, o pesquisador da Embrapa Aves e Suínos, Everton Luis Krabbe, vai falar sobre “Destinação e aproveitamento de carcaças de animais mortos em produção, ameaças e oportunidades para a suinocultura”, tema da Portaria nº 37/2018, do Ministério da Agricultura que está em consulta pública. Já o professor do campus da UFPR em Palotina, Geraldo Camilo Alberton, tratará sobre peste suína, enfocando surto global, seus riscos e suas implicações. O pesquisador da Embrapa Aves e Suínos, Paulo Armando Victoria de Oliveira, irá ainda apresentar as novidades e tendências em ambiência, para melhoria de resultados na suinocultura.

Avicultura – As atividades para os profissionais de avicultura começam com o debate sobre “Destinação e aproveitamento de carcaças de animais mortos em produção, ameaças e oportunidades”, com o pesquisador da Embrapa Aves e Suínos, Everton Luis Krabbe. Depois, a analista do Cepea/Esalq, Maristela de Mello Martins, discorre a respeito da conjuntura do mercado de avicultura e tendências futuras. A gerente de Qualidade da BRF, Nelva Grando, vai falar sobre a evolução da compartimentação na avicultura brasileira e seus reflexos para o futuro. As novidades e tendências em ambiência para melhoria de resultados na avicultura, serão mostrados pelo pesquisador da Embrapa Aves e Suínos, Paulo Giovanni de Abreu.

Inscrições  Estão sendo ofertadas 40 vagas por setor. Os interessados devem se inscrever até o dia 16 de novembro, por meio do agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa. Mais informações com Jessica da Costa (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br/ 41 3200-1129) ou com Alexandre Monteiro (alexandre.monteiro@sistemaocepar.coop.br/ 41 3200-1114).

Clique aqui para conferir na íntegra a programação do Fórum dos Profissionais de Pecuária

 

FORMAÇÃO: Ciclo de aprimoramento na produção e uso de madeira tem foco em biomassa

Técnicos e gerentes de cooperativas do Paraná da área florestal e suprimento de biomassa começam a ser capacitados no dia 21 de novembro, quando tem início o Ciclo de Aprimoramento na Produção e Uso da Madeira. Com foco em biomassa, a formação será realizada até novembro de 2019, com aulas presenciais itinerantes e visitas técnicas, somando 64 horas aula e outras 32 horas de visitas. O primeiro módulo vai tratar sobre o uso do cavaco e vai ocorrer na sede da Copacol, em Cafelândia, Oeste do Estado. No dia 22 de novembro, os participantes conhecem a unidade da cooperativa localizada em Goioerê.

Demais módulos - Os demais módulos do Ciclo de Aprimoramento irão abordar os seguintes temas: Biomassa para produção de energia; Projetos florestais na propriedade rural; Manejo Florestal para fins energéticos; Custo de produção florestal; Projetos industriais para o uso de madeira; Análise de investimentos e Colheita florestal.

Inscrições - As inscrições para o primeiro módulo devem ser efetivadas até esta terça-feira (13/11), com Jessica da Costa (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br/ 41 3200-1129).

Realização - A formação é uma realização do Sistema Ocepar, Programa de Educação Continuada em Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná (PECCA UFPR), Centro de Economia Aplicada, Cooperação e Inovação no Agronegócio (CEA) e Universidade Federal do Paraná (UFPR).

formacao folder 12 11 2018

 

 

SICREDI: Campanha "Eu Poupo Sim" chega na reta final com sorteio de meio milhão de reais

 

sicredi 12 11 2018Com mais de R$ 800 mil distribuídos em prêmios desde abril, a campanha de incentivo “Poupança Premiada - Eu Poupo Sim”, promovida pelo Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, chega à reta final. Até o final do ano, serão distribuídos R$ 1,5 milhão em prêmios, distribuídos em 10 sorteios semanais de R$ 2 mil, um sorteio mensal no valor de R$ 50 mil e um sorteio final que premiará um associado Sicredi com meio milhão de reais. Em dezembro, durante a reta final da campanha, as chances de ganhar serão duplicadas, com 20 sorteios semanais de R$ 2 mil, além do grande prêmio.

 

Resultados positivos - Considerada o investimento preferido dos brasileiros, a poupança voltou a registrar resultados positivos em 2018, segundo dados do Banco Central. A aplicação teve o melhor desempenho registrado no período desde 2013, com captação líquida de R$ 25,5 bilhões, de janeiro a setembro. Dentro desse cenário, as instituições financeiras cooperativas têm se destacado por manter dados de crescimento acima da média de mercado nos últimos anos.

 

Crescimento - No primeiro semestre de 2018, o Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, obteve um crescimento de 49,9% na poupança, na comparação com o mesmo período do ano anterior - alcançando R$ 11,6 bilhões. Somente nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro o total da carteira de poupança registrou R$ 3,8 bilhões (dados até outubro de 2018). Desse total, mais de R$ 807,5 milhões foram incrementados diretamente pela campanha Poupança Premiada - Eu Poupo Sim. Somente no período entre abril e outubro de 2018 a ação encorajou a abertura de mais de 110 mil poupanças por associados residentes nos três estados de atuação da Central Sicredi PR/SP/RJ. 

 

Tradicional - “A poupança é o investimento mais tradicional do País, pois é vista como uma forma simples, prática e de baixo risco para aplicar recursos, além de não ter taxas e não incidir imposto de renda, nem IOF”, analisa a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná. Para ela, a campanha é uma excelente forma de promover um aspecto que historicamente não faz parte do cotidiano do brasileiro: a consciência financeira.

 

Como participar - A cada R$ 100,00 aplicados na poupança Sicredi, é gerado automaticamente um número da sorte para concorrer aos sorteios que acontecem pela Loteria Federal. Basta acessar o site: www.sicredi.com.br/eupouposim e verificar os números. Ao fazer uma poupança programada, o poupador recebe números em dobro para participar. Quanto mais depositar, mais chances de ganhar. Podem participar pessoas físicas e jurídicas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, associados ou não. Os sorteios serão realizados todas as segundas-feiras (a partir de 15/04) e os ganhadores divulgados em até cinco dias úteis.

 

Diferencial cooperativo - O interessante da ação é o diferencial cooperativo, já que o recurso da poupança Sicredi beneficia as regiões em que é captado, resultando em mais desenvolvimento local por meio de concessão de crédito. Quanto mais associados poupam, mais associados podem ter acesso à linhas de crédito, gerando um ciclo virtuoso nas comunidades onde o Sicredi está presente.

 

Mais - Para saber mais sobre o programa Poupança Premiada, datas de sorteios e vencedores, acesse: www.sicredi.com.br/eupouposim ou procure uma das 547 agências do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

PRIMATO: Cooperativa recebe certificação e selo no Prêmio Sesi ODS 2018 em Curitiba

 

primato 12 11 2018Agenda Mundial 2030 foi criada por líderes mundiais que se reuniram na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015, em busca do desenvolvimento sustentável através de uma lista de tarefas envolvendo pessoas, indústrias, empresas, instituições e o poder público. Então, foram criados os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS

 

Selo - No dia 30 de outubro, a Primato Cooperativa recebeu seu primeiro Selo ODS. Trata-se de uma certificação que reconhece o trabalho de responsabilidade social e as práticas desenvolvidas pelas cooperativas em prol destes objetivos.  

 

Ações mundiais - Esta lista é composta por 17 objetivos, subdivididos em 169 metas a serem atingidas até 2030. “Nesta agenda estão previstas ações mundiais em quatro dimensões principais. Social, ambiental, econômica e institucional a serem alcançadas com medidas e projetos ousados e transformadores”, explicou a analista de qualidade da Primato, Carolina Carvalho Souza. 

 

Reconhecimento - Em parceria com o Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento, o PNUD, o Sesi Paraná, através do Prêmio Sesi ODS, tem o objetivo de reconhecer as boas práticas das instituições no desenvolvimento de ações que contemplem os ODS (norteados pela Plataforma da ONU).

 

Implementação - Segundo a analista, o projeto reconhecido foi implementado na sede da cooperativa em Toledo. “O projeto contemplado foi o da Geloteca, implementado na área de descanso do restaurante corporativo da sede da Primato, disponibilizando livros e revistas aos colaboradores com o objetivo de promover oportunidades de aprendizagem, incentivar o hábito da leitura e a busca pelo conhecimento, além de melhorar a capacidade de concentração nas atividades diárias”, enalteceu Carolina que complementou, “quando saiu o edital entrei contato com a gerente de projetos do SESI, em Cascavel, e verifiquei qual dos projetos poderiam ser inscritos e o da Geloteca foi muito bem avaliado. Foi então que o inscrevemos e fomos felizes de ser um dos homenageados”.

 

Prêmio - No dia 30 de outubro aconteceu a premiação dos projetos ganhadores e a Primato foi uma das homenageadas do Prêmio Sesi ODS 2018, em Curitiba. 

 

Satisfação - “Como colaboradora responsável pela inscrição do projeto e de participar do Congresso Sesi ODS 2018, foi uma grande satisfação receber presencialmente o Selo em nome da Primato Cooperativa Agroindustrial”, enfatizou Carolina que concluiu, “estavam presentes pequenas, médias e grandes empresas, além de instituições de ensino, todos alinhados com um objetivo em comum, que é a inclusão social, através de palestras e trocas de experiências. Foi muito legal perceber que muitas pessoas estão fazendo acontecer e a Primato faz parte deste grupo seleto de empresas, sendo motivo de orgulho e motivação para continuar fazendo ainda mais”. (Imprensa Primato)

 

COPACOL I: R$ 160 mil arrecadados na campanha Outubro Rosa serão doados a hospitais do câncer

 

Focada em colaborar com o tratamento das pessoas com câncer, a cooperativa promoveu a primeira edição da Campanha Tilápia Copacol Outubro Rosa, com o objetivo de levantar valores para os hospitais das regiões das suas filiais de vendas.

 

Doação - Cada embalagem de Filé de Tilápia de 600g na embalagem rosa promocional que a Copacol vendeu no período da campanha, R$ 1,00 foi destinado para as doações.  

 

Comercialização - Foram comercializados no total no mês de outubro 160.847 pacotes de Filé de Tilápia de 600g na embalagem rosa, que resultou em uma arrecadação de R$ 160.847,00, que serão entregues para os hospitais parceiros desta ação. 

 

Distribuição - Confira como serão distribuídas as arrecadações das vendas:

- A Filial de Vendas de Cafelândia, conseguiu uma arrecadação de R$ 41.229,00, e foi a primeira a destinar o valor na tarde de sexta-feira (09/11), para a UOPECCAN, em Cascavel. 

- A Filial de Vendas de Curitiba, conseguiu uma arrecadação de R$ 48.210,00, que será destinada ao Hospital Erasto Gaertner, localizado na cidade de Curitiba, no Paraná. 

- A Filial de Vendas de Campo Grande, conseguiu uma arrecadação de R$ 16.448,00, que será destinada ao Hospital Alfredo Abrão, localizado na cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.  

- A Filial de Vendas de Brasília, conseguiu uma arrecadação de R$ 29.104,00, que será destinada ao Instituto Hospital de Base, localizado em Brasília, no Distrito Federal. 

 - E as Filiais de Vendas de Bebedouro e São Paulo, que juntas somam uma arrecadação de R$ 25.856,00, que será destinada ao Hospital de Amor, localizado em Barretos, no Estado de São Paulo.

 

Participação - Segundo o presidente da cooperativa, Valter Pitol, a ação foi um sucesso devido a participação dos 920 mercados parceiros, colaboradores, cooperados e principalmente os consumidores que acreditaram na campanha. “Deixamos registrado aqui, o nosso agradecimento”, ressalta o presidente Pitol. 

 

Somatória importante - Para o vice-presidente da UOPECCAN Leopoldo Furlan, toda a somatória é importante para ajudar no tratamento das pessoas com câncer e pela segunda vez no ano, a Copacol que é um exemplo de Cooperativa se sensibilizou com a nossa causa. “A primeira ação foi no meio do ano com a doação de R$ 135 mil dos valores do X-solidário e hoje com a venda das tilápias, só temos a agradecer a Copacol em nome do seu presidente Valter Pitol e toda a sua diretoria, por sempre ajudar neste trabalho que a UOPECCAN realiza no tratamento de milhares de pessoas”, agradece Leopoldo. (Imprensa Copacol)

 

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COPACOL II: Alunos do programa Escola no Campo são premiados

 

copacol II 12 11 2018Mais de 300 pessoas entre alunos, professores, representantes municipais e parceiros da Copacol e Syngenta, participaram da solenidade de premiação do concurso de frases e desenhos do Projeto Escola no Campo, realizado na manhã de sexta-feira (09/11), na Aercol em Cafelândia. 

 

Processos de avaliação - Com tema Meio Ambiente e Prevenção do Trabalho Infantil, o concurso passou por vários processos de avaliação até a seleção final de 140 melhores trabalhos. Estes alunos receberam uma mochila escolar e certificado de participação no programa. 

 

Bicicleta - Destes, 10 alunos com os melhores desenhos receberam uma bicicleta como reconhecimento pela dedicação ao longo do projeto. Foram eles: Letícia Moreira, da Escola Manuel da Nóbrega, de Cafelândia; Nicoli Dervanoski Berta, da Escola Santos Dumont de Nova Aurora; Agnaldo Feliciano Diniz, da Escola Professora Aparecida Rodrigues Carneloz de Iracema do Oeste; Sabrina Oliveira Farias, da Escola Teotônio Vilela de Jesuítas; Camily Maria Spingler, da Escola Carlos Drumond de Tupãssi; Maria Eduarda Melão, da Escola Nilza De Oliveira Pipino de Formosa de Formosa do Oeste; João Vitor Da Luz Prudente, da Escola Germana Afonso Moleiro de Quarto Centenário; Ana Clara Pelincer de Souza, da Escola José Jesus Cavalcante, de Goioerê; Vinicius Pereira dos Anjos, da Escola Manoel Medina de Rancho Alegre do Oeste; e Marcela da Sena de Oliveira, da Escola Professora Leonilda Prado de Moreira Sales. 

 

Frase - Na categoria frase, os alunos premiados foram: Beatriz Franzão Santana, da Escola Carlos Drummond de Andrade, de Tupãssi; Andressa Dos Santos Teixeira, da Escola Professora Leonilda Prado, de Moreira Sales; e Laís Silva Morais, da Escola Ladislau Schicorski, de Goioerê. 

 

Número expressivo - Nesta edição, 1.161 alunos do 5º ano do ensino fundamental participaram do Escola no Campo e, em 16 anos, mais de 13,5 mil crianças já passaram pelo projeto. Para o representante da Syngenta na região da Copacol, Darlan Simon, o número é expressivo e a responsabilidade é sempre grande. 

 

Caminho certo - “A cada ano nos surpreendemos com os trabalhos apresentados e temos a certeza de que estamos no caminho certo. O futuro destas crianças depende de iniciativas e projetos como estes que a Copacol e a Syngenta oferecem. Que possamos a cada ano construir um mundo ainda melhor”, afirma Darlan. 

 

Evolução - A secretária de Educação de Quarto Centenário, Alice Miyashita, destacou todos os projetos desenvolvidos no município que ajudam na evolução das crianças e adolescentes. “Nós que acompanhamos estes alunos todos os dias, vemos a dedicação e o quanto os projetos em parceria com a Copacol vêm trazendo resultados para educação do nosso município. Só temos que agradecer a Cooperativa por tudo que tem feito por nossas crianças”, destaca Alice. 

 

Futuro - O presidente da Copacol, Valter Pitol, parabenizou todos os alunos pelos trabalhos produzidos e também os professores. “Juntos contribuímos para a educação dos municípios de atuação da nossa cooperativa. Nossa preocupação é com o futuro das novas gerações e este programa é o resultado do trabalho de todos nós”, garante Pitol. 

 

Apresentação teatral - Ao final do evento, o público acompanhou a apresentação teatral dos alunos do município de Quarto Centenário, que encenaram a realidade de muitas cidades quanto a preservação do meio ambiente, conscientizando cada um dos participantes a continuar cuidando da natureza. (Imprensa Copacol)

 

AVESUI 2019: Evento já tem data definida e 40% dos estandes comercializados

 

A AveSui 2018 aconteceu há alguns meses e, devido ao grande sucesso, a feira já tem 40% dos estandes comercializados para a próxima edição. Os estandes já podem ser reservados e a expectativa para a próxima edição é de ser ainda maior que em 2018.

 

Números - Foram três dias de feira com 150 expositores, 6 patrocinadores, 42 palestrantes, 1 congresso, 6 painéis técnicos, 80 trabalhos científicos, 12 apresentações orais de trabalhos científicos, 500 participantes do seminário e do congresso e 13.000 visitantes.

 

Visitas constantes - Durante os três dias da AveSui 2018, que ocorreu em Medianeira, no Paraná, nos dias 1, 2 e 3 de agosto, as visitas aos estandes das empresas expositoras foi constante. Mais de 13 mil pessoas passaram pelos corredores com um objetivo definido: encontrar novos fornecedores e comprar os produtos e soluções apresentados. O volume de negócios levantado no evento girou em torno de R$ 750 milhões. A AveSui promoveu ainda o Congresso de Zootecnia de Precisão e o Seminário Técnico-Científico que discutiram temas importantes para o setor, que teve a participação de mais de 500 profissionais e produtores.

 

Local - A AveSui 2019 será realizada no Lar Centro de Eventos, nos dias 23, 24 e 25 de julho. Na região que possui o maior número de proteínas animais no Brasil e na América Latina, o Paraná com produção de 6 milhões de cabeças de frango e 30 mil suínos por dia e 30 mil toneladas de peixe por ano. (Assessoria de Imprensa)

 

PRONAF: Lei concede descontos para pagamentos de dívidas de crédito rural

 

pronaf 12 11 2018O presidente Michel Temer sancionou, com vetos, projeto de conversão em lei de medida provisória que permite a renegociação de dívidas rurais no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

 

Lei - A Lei nº 13.729 foi publicada na edição de sexta-feira (09/11) do Diário Oficial da União. A lei foi aprovada em outubro deste ano pelo Senado e, pelos cálculos do governo, pode representar renúncia fiscal de cerca de R$ 17 bilhões.

 

Veto - O veto a alguns dispositivos teve como explicação o aumento do custo para os cofres públicos, sem previsão orçamentária.

 

Descontos - Inicialmente, a medida provisória previa descontos de 70% nas dívidas contratadas até 31 de dezembro de 2006, e de 45% nas operações contratadas entre 1º de janeiro de 2007 e 31 de dezembro de 2011.

 

Liquidação - O prazo para a liquidação da dívida com o desconto era dezembro deste ano. A lei sancionada prevê descontos de até 95% com prazo de liquidação até dezembro de 2019. 

 

Condição - “As autorizações de concessão dos benefícios de que trata esta lei estão condicionadas à inclusão nas Leis Orçamentárias de 2018 e 2019 dos montantes das despesas a serem ressarcidas pela União”, diz a lei. (Agência Brasil)

 

FOCUS: Mercado vê inflação mais branda em 2018

focus 12 11 2018A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2018 teve nova queda na pesquisa semanal Focus, do Banco Central (BC), divulgada nesta segunda-feira (12/11), indo de 4,40% para 4,23%.

2019 - Para 2019, a expectativa para a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve um leve ajuste, de 4,22% para 4,21%. Para os próximos 12 meses, a estimativa passou de 3,91% para 3,80% de elevação.

TOP 5 - Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a mediana para a inflação oficial de 2018 passou de 4,28% para 4,08%. Para 2019, no entanto, disparou dos 3,82% projetados no relatório anterior para 4,25% no levantamento atual.

Desaceleração - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou, na semana passada, que o IPCA desacelerou para 0,45% em outubro, vindo de 0,48% em setembro e abaixo da média das projeções de 35 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, de uma inflação de 0,56%.

Câmbio - A mediana das estimativas para o dólar no fim de 2019 recuou de R$ 3,80 para R$ 3,76 entre uma pesquisa Focus e outra. Para o encerramento deste ano, a previsão segue em R$ 3,70. Entre os economistas Top 5, de médio prazo, o ponto-médio das apostas para 2019 foi de R$ 3,75 para R$ 3,70. Para o calendário atual, permaneceu em R$ 3,73.

Selic - As medianas das estimativas para a taxa básica de juros não sofreram alterações: ficaram em 6,50% no fim deste ano tanto entre os economistas em geral (pela 25ª semana consecutiva) quanto entre os Top 5 de médio prazo (pela 26ª semana seguida).

Ponto-médio - Para o encerramento de 2019, o ponto-médio do mercado segue apontando para uma Selic a 8% entre os economistas em geral, pela 44ª semana seguida, e os mesmos 7,50% da semana passada entre os campeões de acertos.

PIB - A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia em 2018 manteve-se em 1,36%, mostra o Focus. Para 2019, o prognóstico continua sendo de avanço de 2,50% para o Produto Interno Bruto (PIB) do país. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA I: Cenário favorece fim do subsídio ao diesel, dizem economistas

 

economia I 12 11 2018O cenário econômico de 2019 cria um quadro favorável para o governo federal abandonar o subsídio ao diesel, adotado como resposta à greve dos caminhoneiros. Com as previsões mais tranquilas para o dólar e para o preço do petróleo no ano que vem, o governo deveria desistir de vez de arcar com parte do valor do combustível - a subvenção de R$ 0,30 por litro vale até 31 de dezembro. A análise é de economistas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), que na semana passada realizaram debate a respeito do tema no Valor.

 

Transição presidencial - A transição presidencial também abre espaço para a discussão. O Ministério da Fazenda já vem inclusive trabalhando em uma solução, de acordo com o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. "É factível e desejável acabar com a subvenção ao diesel em 2019", diz Bráulio Borges, pesquisador-associado ao Ibre e um dos autores do estudo sobre o tema, que também trata dos problemas causados pelo tabelamento do frete rodoviário - outra das concessões feitas para encerrar a paralisação dos caminhoneiros, que teve duração de 11 dias, iniciada em 21 de maio.

 

Custo total - Nas contas dos economistas do Ibre/FGV, o custo total estimado das medidas para aplacar o ânimo dos motoristas ficou em R$ 13,5 bilhões em 2018. Elas incluem a mudança na periodicidade dos reajustes do diesel nas refinarias, de diários para mensais; a subvenção temporária do preço nas refinarias e distribuidoras; a redução permanente da tributação federal

sobre o diesel (Cide e PIS/Cofins); e o tabelamento do frete.

 

Perspectivas - As perspectivas para 2019 apontam para um quadro favorável para se colocar um ponto final aos subsídios, segundo os analistas do Ibre/FGV. "Há uma janela de oportunidade para isso. Nada impede que no futuro o real volte a se desvalorizar, por exemplo. Deixar para acabar com o subsídio posteriormente pode ser mais complicado", diz Armando Castelar Pinheiro, coordenador de Economia Aplicada do Ibre-FGV.

 

Desconto - O desconto de R$ 0,30 por litro no preço do diesel foi uma das maneiras encontradas pelo governo federal para encerrar a paralisação dos caminhoneiros. Na ocasião, foi formada uma "tempestade perfeita", que levou Temer e sua equipe a atender as demandas dos caminhoneiros, na expressão de Castelar. Além da alta do preços do petróleo no mercado internacional e da desvalorização do real, houve aumento da tributação sobre o diesel em 2017, a entrada em vigor da política de reajustes diários pela Petrobras, a fraca recuperação econômica - que limitava o valor do repasse dos fretes - e a baixíssima aprovação de Temer, presidente de um governo enfraquecido.

 

Alta - De junho de 2017 a maio de 2018, o diesel subiu 21,6%, levando o preço a atingir o nível mais elevado desde meados de 2009 em termos reais (descontada a inflação). Dessa alta de 21,6%, 7 pontos percentuais vieram do aumento da tributação federal sobre o combustível, definida em julho de 2017. A desvalorização do câmbio contribuiu com 5,8 pontos, enquanto outros 13,8 pontos se deveram à nova política de preços da Petrobras e da alta do petróleo no mercado internacional. Na direção contrária, a redução da margem média de comercialização dos postos "tirou" 5 pontos da variação das cotações do diesel.

 

Validade - Com validade até o fim deste ano, os gastos totais com a subvenção de R$ 0,30 por litro foram estimados em até R$ 9,5 bilhões para 2018, considerando o período de junho a dezembro. Para isso, a União abriu um pedido de crédito extraordinário, deixando a quantia fora do teto de gastos, o mecanismo que limita o crescimento das despesas não financeiras à inflação do ano anterior.

 

Cenário mais favorável - Agora, o cenário está muito mais favorável para que o governo abandone o subsídio, segundo os economistas do Ibre/FGV. Levando em conta projeções mais recentes, eles calculam que o barril de petróleo tipo Brent ficará na média em US$ 75 durante o ano que vem. Para o dólar, a projeção é de R$ 3,80. 

 

Recursos - Nesse caso, seriam necessários R$ 7,4 bilhões (ou R$ 0,13 centavos por litro) anuais para manter o litro do diesel na bomba em R$ 3,50 - valor médio registrado entre junho e novembro deste ano. A ausência de protestos no período, de acordo com Borges, sugere que esse é um preço "tolerado" pelos caminhoneiros. Com o dólar a R$ 3,70, nível mais próximo do observado nas últimas semanas, o subsídio seria ainda menor, algo como R$ 4 bilhões anuais.

 

Razões - Por razões ainda não totalmente identificadas pelos economistas, até outubro foi gasto apenas R$ 1,68 bilhão dos R$ 9,5 bilhões reservados à subvenção. Ou seja: o preço do combustível caiu em uma proporção menor do que o desconto oferecido pelo governo. Dificuldades de empresas se credenciarem para terem direito ao subsídio é um dos motivos. "Dessa maneira, fica mais fácil tirar o subsídio. Quando você acaba com ele, o preço não dá aquele salto tão grande", diz Manoel Pires, pesquisador do Ibre e ex-secretário de Política Econômica.

 

Crescimento mais robusto - O crescimento mais robusto da atividade em relação a este ano também deve puxar o valor dos fretes para cima. Borges destaca que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) deve passar de 1,5% em 2018 para algo entre 2% a 3% no ano que vem. Além disso, a elasticidade do valor dos fretes, nos cálculos de Borges, é maior do que 1. Ou seja: quando o PIB cresce 1%, o valor dos fretes sobe ainda mais.

 

Previsão de alta - Outro fator positivo é a previsão de alta de 6% a 6,5% do preço dos alimentos no ano que vem, segundo Livio Ribeiro, pesquisador do Ibre/FGV. Isso abriria espaço para um maior reajuste do valor do transporte de produtos agrícolas.

 

Ajuda - Parte da ajuda para colocar fim ao subsídio pode vir também da conjuntura política. Borges lembra que, no auge da greve, o governo Temer era considerado bom ou ótimo por aproximadamente 5% dos brasileiros. Já o presidente eleito, Jair Bolsonaro, deve começar o mandato com aprovação de algo entre 40% e 50%, de acordo com ele. Mas os economistas ponderam que Bolsonaro agradeceu publicamente os caminhoneiros em entrevista ao Jornal Nacional, logo no primeiro dia após o primeiro turno.

 

Sinal - Um sinal de que o valor do diesel já não é um problema tão grave surgiu em setembro, quando o preço do combustível voltou aos patamares de maio. "Isso sugere que, para a categoria, os reajustes menos frequentes e a tabela que estabelece valores para o frete são mais importantes", diz Borges.

 

Crédito extraordinário - Manoel Pires destaca ainda que a abertura do crédito extraordinário para bancar o subsídio só foi possível em razão do caráter "imprevisível" dos acontecimentos de maio. "Agora esse argumento [da imprevisibilidade] tem menos força", o que provavelmente obrigaria o governo a incorporar a quantia destinada à subvenção ao teto dos gastos. "E esse é um benefício direcionado para uma categoria muito específica, que não gera uma sensação evidente de bem-estar para população", diz.

 

Opção - Uma opção apontada para minimizar os impactos de eventuais altas do preço do diesel seria a adoção de uma regra suavizando os reajustes, com base em médias móveis trimestrais, por exemplo. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA II: Sob efeito Trump, cresce dependência brasileira da China

 

economia II 12 11 2018A disputa comercial liderada pelo americano Donald Trump contra a China já é sentida pelo Brasil, que nunca foi tão dependente das exportações para o país asiático como neste ano. Os chineses, que de janeiro a outubro de 2017 já respondiam pela compra de 22,5% dos embarques brasileiros, ampliaram a fatia para 26,8% nos dez primeiros meses deste ano.

 

Produtos básicos - Como resultado do conflito comercial com os EUA, a China comprou mais produtos básicos brasileiros (grãos, carnes e minério, por exemplo). Quase metade deles (47,7%, ou US$ 47,3 bilhões) foi para o país asiático no acumulado até outubro, um avanço de 6,1 pontos percentuais em relação a igual período do ano passado. O desempenho fez os chineses aumentarem sua vantagem como maior parceiro comercial do Brasil. Os EUA, segundo lugar nas exportações, têm menos da metade: 12%.

 

Concentração - Desde 2001, as exportações de commodities não estavam tão concentradas em um único destino. Naquele ano, a União Europeia respondeu por 50,6% das vendas brasileiras de commodities, que somaram US$ 13,2 bilhões no período, mas em uma pauta muito menor. As commodities já representam US$ 99,2 bilhões das vendas de janeiro a outubro deste ano.

 

Exportações totais - As exportações totais para os chineses aumentaram em 28,8% neste ano (para US$ 53,2 bilhões), ritmo muito maior que os 8,5% no total das exportações - sem os chineses, a alta foi de 2,6%. A maior dependência vem num momento de tensão nas relações sino-brasileiras em razão das declarações do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que durante a campanha demonstrou que vê com restrições os investimentos chineses.

 

Custo pesado - Na sequência da vitória de Bolsonaro, o jornal estatal "China Daily" afirmou que o "Trump tropical" - como chamou Bolsonaro - arrisca gerar um custo pesado para a economia brasileira caso decida romper com Pequim.

 

Retaliação aos EUA - Welber Barral, sócio do escritório Barral M Jorge e ex-secretário de Comércio Exterior, diz que, na magnitude em que se deu, o crescimento das exportações brasileiras à China é resultado não somente do aumento da demanda do país asiático e da elevação de preços de algumas commodities, como também da retaliação chinesa aos EUA. "É em parte um desvio de comércio, e não criação de comércio. Por isso o efeito não deve ser perene."

 

Participação inegável - A participação das iniciativas de Trump é inegável em dois dos três principais produtos vendidos para a China: soja e petróleo. Com a disputa comercial aberta pelo republicano contra os chineses, as vendas da oleaginosa subiram 27% em valor, para US$ 24 bilhões (em volume a alta foi próxima, de 20,4%).

 

Beneficiado - O principal produto de exportação brasileiro se beneficiou da briga aberta pelo mandatário americano, de quem Bolsonaro tem buscado aproximação. Segundo o governo dos EUA, o Brasil responde por 66% das importações chinesas de soja, ante 48% na safra passada. Este avanço se deveu em grande parte aos EUA, que viram sua fatia cair em dez pontos percentuais, para 29%.

 

Petróleo - No caso do petróleo, a participação de Trump foi indireta. O preço do barril, que no mês passado atingiu sua máxima em quatro anos, foi alimentado pelas ações do republicano, especialmente a decisão de retirar os EUA do pacto nuclear com o Irã e a retomada das sanções contra o país do Oriente Médio.

 

Vendas - Com isso, as vendas de petróleo para os chineses cresceram 84% em valor e 57% em volume. Elas somaram US$ 11,5 bilhões até outubro e superaram com folga as de minério de ferro (US$ 8,6 bilhões). É a primeira vez em mais de 20 anos (contando o período de janeiro a outubro) que o Brasil vende mais petróleo para a China do que minério de ferro.

 

Acordos - Esse aumento reflete em parte uma série de acordos que a Petrobras tem feito nos últimos anos com empresas chinesas em troca de financiamento. Já em 2017, o Brasil foi o sétimo maior fornecedor de petróleo para os chineses, superando a Venezuela e ficando só atrás de tradicionais produtores como Rússia, Arábia Saudita e Irã.

 

Diversificação - Para Anna Jaguaribe, presidente do Instituto de Estudos Brasil-China e membro do conselho curador do Centro Brasileiro de Estudos Internacionais (Cebri), a dependência de um único país não é necessariamente negativa e lembra o caso da Austrália, que em 2017 vendeu 30% dos seus produtos para a China. Ela ressalta, porém, que cabe ao Brasil diversificar a disponibilidade de itens de exportação.

 

Perda - Já Rafael Cagnin, economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), diz que eventual perda de exportações em razão de restrições à atuação da China agravaria a trajetória de deterioração das exportações como um todo. Ele destaca que o resultado da balança comercial está confortável, mas o desempenho das exportações, principalmente de manufaturados, tornou a exportação brasileira mais dependente dos produtos básicos.

 

Manufaturados - As exportações de manufaturados, destaca Cagnin, mantêm crescimento, mas a ritmo menor. O embarque desses bens subiu 5,7% de janeiro a outubro deste ano ante os mesmos meses de 2017, considerando a média por dia útil. Em igual período do ano passado, na mesma comparação, a alta foi de 12%. Os semimanufaturados, que também são bens industrializados, diz ele, têm desempenho ainda pior, com queda de 2,9% de janeiro a outubro deste ano.

 

Desaceleração - Os básicos também não estão no melhor dos mundos, avalia Cagnin. Embora com alta, os embarques de básicos também passam por desaceleração. O crescimento de exportação dessa classe de produtos caiu de 28% em 2017 para 13% este ano, considerando o acumulado até outubro.

 

Áreas estratégicas - Para Barral, eventual restrição do Brasil a investimentos chineses em áreas que poderiam ser consideradas estratégicas não teria grande efeito para as exportações. Isso porque a demanda da China é muito alta. Para a soja, exemplifica ele, há além do Brasil, apenas dois grandes fornecedores, que são Argentina e EUA, com o qual já protagoniza um conflito comercial.

 

Críticas - Jaguaribe, do Cebri, considera que as críticas de Bolsonaro à China se devem em parte a rumores de campanha e que, uma vez no poder, as decisões serão mais pragmáticas, e não ligadas a "fantasmas do passado". Os chineses, segundo ela, são mais parte da solução que um problema.

 

Superávit - A China, diz Barral, será importante no superávit comercial brasileiro neste ano. De janeiro a outubro, o saldo positivo com os chineses somou US$ 25 bilhões, mais da metade do superávit de US$ 47,7 bilhões do total da balança comercial brasileira nesse período. (Valor Econômico)

 

BNDES: Joaquim Levy deve presidir o banco

bndes 12 11 2018É praticamente certa a ida do economista e ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy, atualmente diretor financeiro do Banco Mundial, para a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Ele entra no lugar de Dyogo Oliveira. Para oficializar o nome de Levy, no entanto, Bolsonaro aguarda algumas acomodações políticas: precisa vencer resistências de sua base de militância nas redes sociais.

Argumentos - A argumentação é que Levy foi ministro da Fazenda no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e secretário de Fazenda do Rio no governo de Sérgio Cabral. Levy ocupou ainda o cargo de secretário do Tesouro Nacional entre 2003 e 2006. Antes de tornar-se ministro, em 2014, Levy estava na iniciativa privada, como chefe da Bradesco Asset Management.

Formação - Nascido em 1961, no Rio, ele é formado em Engenharia Naval e tem Doutorado em Economia pela Universidade de Chicago, a mesma por onde passou o futuro superministro da Economia, Paulo Guedes, e que é conhecida por seu viés bastante liberal na economia.

Fazenda - Levy comandou a pasta da Fazenda no primeiro ano da segunda gestão de Dilma Rousseff. Propôs uma série de medidas para um amplo ajuste fiscal e iniciou a redução dos subsídios concedidos nos créditos do BNDES, inchados por cerca de R$ 500 bilhões de empréstimos do Tesouro para financiar, sobretudo, o Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI).

TJLP - Ainda na transição, em 2014, Levy aumentou a TJLP, juros cobrados nos financiamentos do BNDES, e que estavam bem abaixo da taxa Selic, configurando uma conta de subsídios pesada.

Devolução - Em 2015, o BNDES devolveu R$ 30 bilhões ao Tesouro. Nos anos seguintes, já com Henrique Meirelles na Fazenda, a devolução foi acelerada e crucial para o cumprimento da regra de ouro da política fiscal, que proíbe que as operações de crédito da União superem as despesas de capital.

Programação - O BNDES tem, hoje, uma programação para devolução ao Tesouro Nacional. Na condução da Secretaria de Fazenda do Rio, a marca de Levy foi também um forte ajuste fiscal nas contas do governo, depois novamente deterioradas. Levy havia sido sondado oficialmente logo que o novo governo iniciou o processo de transição. (Valor Econômico)

Foto: Agência Brasil

 


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