Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4452 | 09 de Novembro de 2018

COOPERATIVISMO: Sistema OCB entrega propostas ao próximo governo do Brasil

 

cooperativismo 09 11 2018O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, entregou na quarta-feira (07/11) ao vice-presidente eleito do país, general Hamilton Mourão, o documento Propostas para um Brasil Mais Cooperativo, com as principais contribuições do cooperativismo para a Presidência da República, no período de 2019 a 2022. O encontro foi realizado na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília.

 

Propostas - As propostas estão apresentadas em cinco capítulos com destaque para a regulamentação do ato cooperativo. “Acreditamos que o próximo governo federal criará condições favoráveis para fortalecer o cooperativismo no país. As cooperativas exercem um papel fundamental na economia e são capazes de estimular o crescimento brasileiro”, afirmou Márcio Freitas, referindo-se ao primeiro capítulo do documento, Reconhecimento da importância econômica e social das cooperativas.

 

Medidas - A OCB considera fundamental que o Poder Executivo adote medidas para diminuir entraves estruturais, burocráticos e financeiros. Dessa forma, o cooperativismo continuará contribuindo na geração de trabalho e de renda para milhares de pessoas.  

 

Cooperativismo - O documento com 42 páginas reforça a importância do cooperativismo como um modelo de negócio, com estrutura de gestão e governança bem definidas, baseado na união das pessoas, que conecta o campo e a cidade, impulsionando o crescimento de comunidades locais, e do país como um todo, por meio do empreendedorismo coletivo e sustentável. Essa é a segunda vez que o Sistema formaliza uma carta de intenções aos eleitos para assumir a Presidência da República. A primeira ocorreu no pleito de 2014.

 

Demandas - As proposições resultam de um processo participativo que ouviu mais de 1,3 mil lideranças cooperativistas representantes das 27 unidades estaduais do Sistema OCB presentes em todo o país e também dos 13 ramos de atuação do cooperativismo (agropecuário, consumo, crédito, educação, habitação, infraestrutura, mineração, produção, saúde, social, trabalho, transporte e turismo e lazer).

 

1. Reconhecimento da importância econômica e social das cooperativas

Esperamos que o próximo governo busque fortalecer o papel das cooperativas como parte da agenda estratégica do país, reconhecendo os diferenciais das sociedades cooperativas e seu alto impacto para o desenvolvimento de pessoas e comunidades. Isto não significa somente concordar com a sua importância, mas que este fator seja o propulsor de ações efetivas para dar maior competitividade às cooperativas, com destaque para a regulamentação do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo.

 

2. Cooperativismo como motor de desenvolvimento do país

Destacamos a importância de propostas que valorizem o papel das cooperativas para combatermos a fome, alcançarmos a segurança alimentar e a melhoria da nutrição no Brasil e no mundo, por meio de uma produção agropecuária sustentável. Também consideramos fundamentais as políticas públicas que reforcem o papel das cooperativas na inclusão financeira, desenvolvimento regional e redução das desigualdades, bem como para superarmos os atuais desafios de transporte e logística de escoamento da produção brasileira, promovendo o desenvolvimento econômico e social do país.

 

3. Cooperativas em prol de cidades e comunidades mais sustentáveis

Destacamos diversas propostas de como as cooperativas podem contribuir, ainda mais, com o governo para prestação de serviços de interesse público com maior dinamismo e eficiência, com foco na ampliação do atendimento de saúde da população brasileira, no acesso à energia limpa e de alta qualidade no campo e nas cidades, no avanço à educação inclusiva, equitativa e de qualidade e em diversos setores econômicos onde as cooperativas atuam com destaque. 

 

4. Cooperativismo como plataforma da economia colaborativa

Pensar em cooperativismo é também refletir sobre políticas públicas de incentivo às novas tendências de se trabalhar em rede, conectar pessoas e colocá-las no centro das tomadas de decisão de seus próprios negócios, por meio do empreendedorismo coletivo e da autogestão. Assim, sugerimos ao governo propostas de apoio às cooperativas como opção sustentável para milhares de trabalhadores brasileiros contarem com melhores condições de inserção de seus produtos e serviços no mercado.

 

5. Criando bases para um país do futuro

Uma parte significativa dos desafios para empreender no Brasil diz respeito à viabilização, por parte do governo, de um ambiente de negócios favorável aos investimentos. Neste sentido, acreditamos serem fundamentais as medidas de simplificação tributária, responsabilidade fiscal, combate à corrupção, desburocratização das atividades econômicas e de retomada de investimentos em infraestrutura e logística, dentre diversos outros desafios para a recondução econômica do país.

 

Números - O cooperativismo está presente em todo o país, gerando oportunidades de inserção econômica e social a milhares de brasileiros, e melhorando qualidade de vida dos cooperados, seus familiares e empregados de cooperativas. Segundo dados da OCB, o Brasil conta com:

• 6.887 mil cooperativas;

• 14,2 milhões de cooperados;

•  398,1 mil empregos diretos.

(Informe OCB)

 

GPTW: Cooperativas do Paraná entre as “Melhores Empresas para Trabalhar”

 

Nove cooperativas paranaenses se destacaram no ranking de 2018 das “Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná”, realizado pelo Great Place To Work (GPTW), empresa global especializada em avaliação de ambientes de trabalho. As 60 empresas e cooperativas com melhor desempenho, foram premiadas em solenidade na noite de quinta-feira (08/11), no Espaço Torres, em Curitiba. Castrolanda, Sicoob Metropolitano, Sicoob Norte do Paraná, Sicoob Credicapital, Uniprime, Sicredi Vale do Piquiri, Unimed Paraná, Sicoob Integrado e Credicoopavel obtiveram posições destacadas na lista do GPTW, que avalia a percepção dos colaboradores sobre a empresa em que trabalham, considerando benefícios oferecidos, lideranças, boas práticas, ambiente e confiança, nos aspectos credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem, entre outros itens.    

 

Ranking - A premiação do GPTW selecionou 60 empresas (dez a mais do que no levantamento do ano passado), sendo 10 grandes, 40 médias e 10 pequenas. Ao todo, foram 194 companhias inscritas e avaliadas. Elas representam 14 setores diferentes e reúnem uma comunidade de 84.760 funcionários. Entre as companhias e cooperativas com menos de 100 colaboradores, a Credicoopavel ficou com a 9ª posição. Já na lista das médias empresas, com 100 a 999 funcionários, o Sicoob Metropolitano ficou na 5ª colocação, enquanto o Sicoob Norte do Paraná obteve a 11ª posição; na sequência, ficaram Uniprime Norte do Paraná (20ª posição) Sicoob Credicapital (24ª posição), Sicredi Vale do Piquiri (25ª), Unimed Paraná (27ª) e Sicoob Integrado (38ª). Na categoria grandes empresas, com mais de 1.000 funcionários, a Castrolanda obteve a 7ª posição. 

 

Brasil e América Latina - As empresas do Paraná também marcaram presença no ranking nacional. Neste ano, 12 companhias paranaenses foram reconhecidas entre as 150 da lista nacional do Great Place to Work, uma a mais que no ano passado. São elas: Apetit, Volvo, Electrolux, Gazin, Sicoob Norte, Sicoob Metropolitano, Pormade, Perkins, DB1, Golsat, Elotech e Agencia Mirum. Já no recorte das 100 melhores empresas para se trabalhar na América Latina, divulgado em maio, três paranaenses apareceram, e pelo segundo ano seguido: Pormade, Gazin e Sicoob Metropolitano. 

 

Aumento - O aumento de inscritos na comparação com o ano passado surpreendeu os organizadores do ranking, revela a diretora-executiva da Regional Paraná do GPTW, Claudia Malschitzky. “Se observarmos que foi um ano de muita dificuldade, no qual as empresas tiveram muitas estratégias de enxugamento e planos de demissão voluntária, vemos que elas estão cada vez mais preocupadas em cuidar de seus colaboradores e realmente criar uma cultura de confiança.”

 

Confiança - O índice de confiança é considerado um ponto de referência para o GPTW e manteve-se alto e estável, com média de 85%. Os principais pontos que motivaram as pessoas a permanecer nas empresas premiadas foram oportunidade de crescimento (44%) e qualidade de vida (27%). A busca por bons salários é importante, mas não aparece como item mais valorizado pelos profissionais: 11% citaram remuneração e os benefícios como fatores de permanência, e apenas 3% apontaram a estabilidade como o ponto mais importante numa empresa.

 

Percepção - Claudia destaca ainda a percepção dos funcionários sobre como eles se sentem em relação a quesitos como lideranças, práticas e ambiente, por meio do que classificam como confiança por dimensões: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem. “Em um momento como esse, de crise total, não somente econômica, mas de credibilidade e de respeito, uma inversão de valores que nossa sociedade brasileira passa, nós conseguimos manter tudo isso dentro das empresas. Em nenhum desses itens tivemos queda em 2018.”

 

Qualificação - Em relação à qualificação, a maioria das empresas parece estar correspondendo os desejo dos profissionais: 78% oferecem bolsas de estudo para pelo menos 50% dos funcionários, para cursos de graduação ou pós-graduação; e 71% oferecem programas de coaching e 59% de mentoring. Ótimos incentivos, considerando que apenas 19% dos funcionários das premiadas têm ensino superior completo e 7%, uma pós-graduação.

 

Interesse - O resultado da pesquisa, avalia Hilgo Gonçalves, embaixador do Great Place to Work e diretor da regional do Paraná, mostra um crescimento do interesse do empresariado paranaense em investir na melhoria do clima organizacional e na implementação de novas práticas de gestão, transformando o RH em um setor cada vez mais estratégico. “Se o colaborador nota o interesse genuíno da empresa em escutá-lo, ele se sente mais seguro e fica mais engajado com o propósito da companhia, trabalha com mais alegria e encanta mais os clientes internos e externos. Isso é bom para os negócios, para as pessoas e para a sociedade, gerando benefício para todos e resultados ainda mais sustentáveis.”

 

Pequenas - "Claudia notou também a forte participação de pequenas empresas na pesquisa deste ano, impulsionadas pela nova proposta de se fazer o levantamento de forma digital e também pelas parcerias com associações comerciais de Curitiba, Maringá, Cascavel e Londrina. “Percebemos, principalmente no interior do estado, uma vontade e apetite de querer fazer esse trabalho acontecer. Ressalto aqui o trabalho das cooperativas do interior, que são muito organizadas. Ao visitar cada uma tivemos uma visão de riqueza não só de produtos, mas de pessoas.”

 

Mulheres - As empresas premiadas têm uma média de 31 anos de existência. Seus CEOs têm 52 anos de idade, em média, e estão há 13 anos no cargo. A maioria é de homem: 53. As mulheres são apenas seis (uma das empresas não respondeu). A presença delas, comenta Claudia, é um dos grandes desafios do GPTW. “Temos uma lista que reconhece as melhores empresas para mulheres, com estudos apoiados pela ONU Mulheres, e queremos incentivar e inspirar as companhias a olharem para esse tema, que nos preocupa muito. Homens e mulheres se equiparam em quantidade de colaboradores nas empresas, mas quando subimos a pirâmide, e chegamos na diretoria, no conselho e na presidência, elas são muito poucas.” (Com informações da Gazeta do Povo)

 

Grandes Empresas – Com mais de 1.000 funcionários

 

Posição Empresa Funcionários
1 Gazin 7685
2 Volvo do Brasil 2988
3 Apetit Serviços de Alimentação 1657
4 Electrolux do Brasil S/A 6707
5 Lojas MM Mercadomóveis 1825
6 Grupo A.Yoshii Engenharia 2066
7 Castrolanda  3189
8 Grupo Risotolândia 1539
9 Belagricola 1100
10 Aker Solutions 1100

 

 

Médias Empresas – Com 100 a 999 funcionários

 

Posição Empresa Funcionários
1 Perkins Motores 121
2 Pormade Portas 585
3 Agência Mirum 257
4 Tecnospeed S/A 110
5 Sicoob Metropolitano 387
6 Embracon PR 102
7 Agência I-Cherry 106
8 Elotech Gestão Pública 112
9 GolSat Tecnologia 114
10 DB1 Global Software 299
11 Sicoob Norte do Paraná 307
12 Moinho Globo Alimentos 211
13 Rivesa 283
14 Multilog Paraná 269
15 Cinq 261
16 Neovia 947
17 Munters Brasil 118
18 Compensados Drabecki 150
19 Olist 119
20 Uniprime 294
21 Banco RCI Brasil 149
22 Alfacon Concursos Públicos 152
23 SG Sistemas de Automação 130
24 Sicoob Credicapital 202
25 Sicredi Vale do Piquiri 646
26 Transpedra 123
27 Unimed Paraná 472
28 Brose do Brasil 295
29 Datacoper Software 134
30 Fundação Copel 207
31 Ibema 819
32 Viasoft Softwares Emp. 274
33 Grupo Marajo 209
34 Peróxidos do Brasil 176
35 Ferrari, Zagatto 201
36 Clinipam 662
37 Rentcars.com 185
38 Sicoob Integrado 151
39 Construtora Saraiva de R. 134
40 Cooper Card 272

 

 

Pequenas Empresas – Com menos de 100 funcionários

 

Posição Empresa Funcionários
1 ACIL - Associação Com. e Ind. de Londrina 32
2 GhFly - Agência Digital 80
3 Maringa Park Shopping  71
4 Casa do Soldador 98
5 ACCION  40
6 VHSYS 60
7 Principal Apoio Adm. 71
8 RP Info Sistemas 91
9 CREDICOOPAVEL 40
10 Rede Lojacorr 76

 

{vsig}2018/noticias/11/09/gptw/{/vsig}

 

TRANSPORTES: ANTT estabelece multas ao não cumprimento da tabela de preços mínimos ao frete

 

O Diário Oficial da União publicou na edição desta sexta-feira (09/11), a resolução N° 5.833, assinada, em 8 de novembro, pelo diretor geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Mario Rodrigues Junior, que acrescenta artigo estabelecendo multas ao não cumprimento da tabela de preço mínimo para o frete rodoviário. O Sistema OCB (Organizações das Cooperativas Brasileiras) e a Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná) estão analisando, junto às equipes jurídicas, o conteúdo e as consequências da resolução. Assim que tiver um parecer, as entidades vão repassá-lo aos cooperativistas. A OCB pretende reunir-se com representantes da ANTT nas próximas semanas. 

 

RESOLUÇÃO Nº 5.833, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2018

Acrescenta o artigo 3º-B à Resolução ANTT nº 5.820, de 30 de maio de 2018, em razão ao disposto no §6º do art. 5º da Lei nº 13.703, de 08 de agosto de 2018.

O Diretor-Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ATT, no uso de suas atribuições, fundamentado no Art. 81, do anexo da Resolução nº 5.810, de 3 de maio de 2018, e no que consta do Processo nº 50501.322675/2018-71, resolve:

Art. 1º Acrescentar o artigo 3º-B à Resolução ANTT nº 5.820, de 30 de maio de 2018, em razão ao disposto no §6º do artigo 5º da Lei nº 13.703, de 08 de agosto de 2018, com a seguinte redação:

"Art. 3º-B. As situações elencadas neste artigo constituem infrações a esta Resolução, devendo ser aplicadas as multas a seguir especificadas:

I - o contratante que contratar o serviço de transporte rodoviário de cargas abaixo do piso mínimo estabelecido pela ANTT: multa no valor de duas vezes a diferença entre o valor pago e o piso devido com base nesta Resolução, limitada ao mínimo de R$ 550,00 (quinhentos e cinquenta reais) e ao máximo de R$ 10.500,00 (dez mil e quinhentos reais);

II - o transportador que realizar o serviço de transporte rodoviário de cargas em valor inferior ao piso mínimo de frete definido pela ANTT: multa de R$550,00 (quinhentos e cinquenta reais);

III - os responsáveis por anúncios de ofertas para contratação do transporte rodoviário de carga em valor inferior ao piso mínimo de frete definido pela ANTT: multa no valor de R$ 4.975,00 (quatro mil e novecentos e setenta e cinco reais);

IV- os contratantes, transportadores, responsáveis por anúncios ou outros agentes do mercado que impedirem, obstruírem ou, de qualquer forma, dificultarem o acesso às informações e aos documentos solicitados pela fiscalização para verificação da regularidade do pagamento do valor de frete: multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

§1º Para efeito do disposto no inciso I do presente artigo, considera-se infrator o responsável pela contratação do transportador que realizará a operação de transporte.

§2º A ANTT poderá utilizar-se do documento que caracteriza a operação de transporte, de documentos fiscais a ele relacionados e das informações utilizadas na geração do Código Identificador da Operação de Transporte para comprovação da infração prevista neste artigo."

Art. 2º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

MARIO RODRIGUES JUNIOR

RECONHECIMENTO: Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP se destaca como referência em gestão de pessoas e clima organizacional

 

sicredi vale do piquiri 09 11 2018Pelo oitavo ano consecutivo, o Sicredi se destaca na lista das “150 Melhores Empresas para Trabalhar”no Brasil. Divulgado durante solenidade de premiação, ocorrida na noite de 6 de novembro, na capital paulista, o guia anual é elaborado em parceria pela revista Você S/A, Editora Abril e Fundação Instituto Administração (FIA), trazendo a mais abrangente, crítica e rigorosa pesquisa sobre clima organizacional do País.

 

Referência - Repetindo o feito do ano passado, o Sicredi obteve o 1º lugar na categoria Cooperativas Financeiras com pontuações recordes, evidenciando a instituição financeira cooperativa como referência neste segmento, bem como o envolvimento dos, atualmente, mais de 25 mil colaboradores que nela atuam, valorizando e impulsionando o crescimento contínuo do cooperativismo de crédito no Brasil. De acordo com o anuário da revista Você S/A, os pontos positivos do Sicredi em destaque apresentados pelos colaboradores entrevistados pelo guia foram os agentes de clima, que organizam os eventos interno e promovem a proximidade entre eles, assim como o esforço da instituição financeira cooperativa em desburocratizar e criar sistemas de melhorias internos.

 

GPTW - Também nesta semana, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP conquistou um reconhecimento inédito entre as Cooperativas do Sistema: o selo GPTW - que a certifica com um Great Place To Work(Excelente Lugar para Trabalhar). O evento de premiação aconteceu no dia 08 de novembro, em Curitiba, e contou com a presença de dirigentes e colaboradores da Cooperativa e da Central PR/SP/RJ, e premiou as Melhores Empresas para Trabalhar no estado do Paraná.

 

Colaborador - O Programa de Certificação GPTW foi criado para pesquisar, identificar e premiar as organizações com melhores ambientes de trabalho. Um Great Place to Worké aquele em que o colaborador gosta das pessoas com quem trabalha, tem orgulho do que faz e confia nas pessoas para quem trabalha. Quando uma organização é certificada, recebe um selo que tem duração de um ano. A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP agradece a todos os associados, colaboradores, lideranças fornecedores e parceiros por depositarem sua confiança e trabalho na Cooperativa. (Assessoria de Imprensa Sicredi Vale do Piquiri)

 

UNIMED CASCAVEL: Compromisso com os objetivos de desenvolvimento sustentável

 

No dia 30 de outubro, a Unimed Cascavel recebeu o selo ODS 2018, que atesta que a empresa está comprometida e foi reconhecida pelas práticas em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e pelo papel como articuladora do crescimento sustentável do Paraná.Durante o evento para o recebimento do selo, a cooperativa apresentou as práticas de Responsabilidade Social na Mostra de Projetos, que é um espaço de diálogo e reconhecimento das iniciativas que contribuem para o desenvolvimento e para a qualidade de vida das pessoas, propiciando o estreitamento de parcerias e articulação de rede de pessoas e instituições.

Prêmio - Além da premiação, a cooperativa foi finalista no Prêmio Sesi 2018, na categoria Empresa Médio Porte, com o projeto Cuidados Essenciais – Formação de Cuidadores de Idosos.“Participar de eventos como esse fortalece o reconhecimento das iniciativas que contribuem para o desenvolvimento e a qualidade de vida das pessoas, e também, proporciona o estreitamento de parcerias entre pessoas e instituições. E ser reconhecido pelo trabalho que desenvolvemos para a sociedade e em prol dos ODS é gratificante para a nossa cooperativa, pois realmente temos um compromisso assumido com o papel de transformação social e ambiental”, afirmou Tatiane Trespach, coordenadora de Sustentabilidade da Unimed Cascavel. (Assessoria de Imprensa Unimed Cascavel)

{vsig}2018/noticias/11/09/unimed_cascavel/{/vsig}

 

PESQUISA: Embrapa quer conhecer quais tecnologias são adotadas em propriedades agrícolas do Paraná

 

A Embrapa está conduzindo um levantamento junto a produtores e profissionais da assistência técnica sobre as tecnologias que estão sendo adotadas em cada safra de soja. O objetivo é compreender melhor a dinâmica das propriedades em diferentes regiões, contribuindo para refinar estratégias de pesquisa, comunicação e transferência de tecnologias. Se você é técnico ou produtor rural, pode colaborar com o levantamento de informações da safra 2017/18, referente a sua propriedade ou à propriedade que atende. Para responder ao questionário basta clicar aqui  www.embrapa.br/soja/sondagem-tecnologias . O tempo médio de resposta é de 15 minutos.

INTEGRADA: Cooperativa forma 2° turma do Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativistas

 

A educação é a melhor forma de manter uma empresa ou cooperativa competitivas. Por esta razão, a Integrada tem investido forte em capacitação de cooperados e gestores da cooperativa. Uma dessas capacitações é o Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativistas.O objetivo desse curso, ministrado por uma equipe de docentes do ISAE-FGV, é levar a capacitação administrativa para cooperados e gestores da cooperativa de uma forma simples e direta. Este é o segundo ano do programa, cuja formatura ocorreu na última quarta-feira, dia 7, em Londrina. Nesta edição, foram trinta e quatro formandos.


Solenidade - Durante a cerimônia de formatura, o diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, parabenizou todos os formandos que se dedicaram durante 8 meses para fazerem o curso, deixando de lado seus afazeres do dia a dia. Hashimoto salientou que o programa é de suma importância para a Integrada para preparar futuras lideranças da cooperativa.O treinamento, acrescenta Hashimoto, vai de encontro com o planejamento estratégico da cooperativa. “Precisamos de lideranças preparadas para ficarmos mais competitivos”, observou o presidente. A cerimônia contou com a presença do superintendente do Sescoop, Leonardo Boesche, que parabenizou o grupo pela conquista de mais um desafio.(Assessoria de Imprensa Integrada)

 

{vsig}2018/noticias/11/09/integrada/{/vsig}

SICREDI: 2º Summit dos Comitês Mulher é realizado com sucesso

 

Uma pesquisa divulgada recentemente pela Grant Thornton, empresa americana de consultoria empresarial, apontou que, na média global, apenas 12% dos cargos de CEOs e diretoria executiva são ocupados por mulheres. No Brasil, o número é um pouco maior: 16% - um aumento de 5% na comparação com 2016. "Mas ainda está longe do ideal! Precisamos de mais ação e quebra de paradigmas para termos mais lideranças femininas no mundo corporativo", alerta o presidente nacional do Sicredi e da Central PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

 

Summitdos Comitês Mulher - Uma das iniciativas relevantes da instituição financeira cooperativa nesse sentido foi o Summit dos Comitês Mulher do Sicredi, que teve a segunda edição realizada em Curitiba entre os dias 6 e 7 de novembro. Estiveram reunidas no evento mais de 200 mulheres líderes dos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, que tiveram a oportunidade de compartilhar experiências e ouvir histórias inspiradoras.

 

Início - Esse movimento teve início há dois anos, com a criação dos primeiros comitês mulher pelas cooperativas. O objetivo desses grupos foi criar caminhos e oportunidades para que a força feminina esteja à frente dos negócios do Sicredi. Mesmo em fase inicial, o trabalho já teve um importante reconhecimento internacional. 

 

Prêmio - Durante o Congresso Mundial do WOCCU (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito), realizado em Singapura, o Sicredi recebeu o Athena Award 2018. O prêmio, inspirado na deusa da mitologia grega, que representa força, coragem e sabedoria, é conferido aos executivos ou instituições que deram uma contribuição notável ao desenvolvimento da liderança das mulheres no movimento das cooperativas de crédito.

 

Conscientização - Dessa forma, a instituição financeira cooperativa conscientiza todos os gestores a respeito da importância dessa pauta. "O lugar das mulheres é onde elas quiserem estar", enfatizou Mônica Sousa, filha de Maurício de Sousa, que deu o nome dela à turma mais famosa das histórias em quadrinhos brasileiras.

 

Donas da Rua - A diretora-executiva da Mauricio de Sousa Produções (MSP), responsável pelas atividades relacionadas ao marketing, licenciamento, publicidade e novos projetos da companhia, mostrou durante o 2º Summit dos Comitês Mulher as principais ações do projeto Donas da Rua, que tem como mote o empoderamento das meninas. "Nesse projeto as personagens da Turma da Mônica reforçam a autoestima das futuras mulheres e nos eventos que promovemos mostramos a força do movimento feminino", explicou.

 

Inspiração - Mônica, que participa de diversas iniciativas da ONU Mulheres, inspirou as participantes do Summit do Sicredi ao mostrar vídeos com depoimentos de meninas e mulheres de diversas origens. "Não há credo, cor, raça, religião e preconceito que calem a nossa voz. Ainda há muito a fazer para vencermos juntas as barreiras impostas pela sociedade no último século, mas não podemos negar que já evoluímos bastante. E vamos continuar evoluindo", ressaltou.

 

Dinâmica - A dinâmica "Heart and Backbone", promovida pela especialista em liderança, coaching e mindfulness, Sandra McDowell, foi outro ponto alto do evento. A palestrante canadense, que tem Mestrado em Liderança e especializações em Coaching Executivo (PCC), Recursos Humanos (CPHR) e Neuroleadership, ensinou técnicas de Mindfulness e mostrou como é possível liderar com o cérebro, melhorando a produtividade, a comunicação e o bem-estar geral.

 

Atividades - Já a especialista em Negócios Internacionais pela Universidade de Economia de Katowice na Polônia e graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Gisele Gomes, apresentou as principais atividades desenvolvidas pelo Sicredi junto ao Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito). Entre as ações está o programa da Global Women’s Leadership Network (Rede Global de Lideranças Femininas), que lidera o movimento das Sister Societies, e o WYCUP (Programa de Desenvolvimento de Jovens Cooperativistas).

 

Painel - No segundo dia, as participantes do evento participaram do painel OpenSpace, que teve um importante debate de ideias, como propostas e sugestões sobre a atuação dos comitês nas cooperativas. A prática foi coordenada pelo professor doutor Sérgio Vale da Paixão, acompanhado das consultoras Rejane Andrade e Ellen Castilho.

 

15x15- O evento foi finalizado com o painel 15x15, coordenado pela Escola de Criatividade de Curitiba. Passaram pelo palco mulheres que superaram os desafios e fizeram a diferença em suas áreas de atuação. Durante as apresentações de 15 minutos, elas puderam compartilhar experiências, emocionar e inspirar todas as presentes.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

{vsig}2018/noticias/11/09/sicredi/{/vsig}

SICREDI UNIÃO: Agências começam campanha Árvore Solidária

 

sicredi uniao 09 11 2018Todo fim de ano os colaboradores da Sicredi União PR/SP ganham uma missão especial: montar uma árvore de Natal nas agências para incentivar a solidariedade entre os associados e a comunidade. Só que mais do que bolas e enfeites natalinos, as árvores são decoradas com alimentos, produtos de higiene e limpeza e brinquedos. Trata-se da Campanha de Natal ‘Árvore Solidária’, que já foi iniciada em todas as agências da instituição financeira cooperativa.

 

Doações - A campanha está na 8ª edição e já tem recebido doações, que pouco a pouco compõem a Árvore Solidária no hall de cada agência. A iniciativa segue até 15 de dezembro, quando os produtos serão entregues para cerca de 100 entidades de assistência social que ficam na área de abrangência da Sicredi União. Geralmente, o maior volume de arrecadação é de alimentos por conta do período natalino.

 

Ano passado - Para se ter ideia, somente no ano passado o projeto recebeu 48 toneladas de alimentos, 2,6 mil litros de leite e óleo, 1,2 mil produtos de limpeza, 5,3 mil produtos de higiene e 280 brinquedos, beneficiando cerca de 80 entidades. Desde que foi lançado, há oito anos, o projeto já arrecadou mais de 178 toneladas de alimentos, 12 mil produtos de higiene e limpeza, e 2,2 mil brinquedos, que foram distribuídos para 400 entidades.

 

Mais informações - Interessados em colaborar podem procurar uma agência da Sicredi União de sua cidade para obter mais informações. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICOOB UNICOOB: Central participa de Fórum sobre Compras em São Paulo

 

sicoob unicoob 09 11 2018O gerente do CSC Maycom Rogério dos Santos e o supervisor do CSC-Compras da Central, Willian César Mulati, participaram do 15º Fórum de Compras & Sourcing, que ocorreu nos dias 16 e 17 de outubro, em São Paulo (SP). Promovido pelo Inbrasc (Instituto Brasileiro de Supply Chain), o evento reuniu os principais nomes do mercado de compras corporativas, para compartilhar experiências do setor e casos de sucesso.

 

Estratégias - Com o intuito de buscar estratégias e melhores práticas nas operações de compras e contratos corporativos que possam ser aplicados ao CSC-Compras, os representantes da Central puderam trocar experiências com executivos reconhecidos de grandes empresas. Além disso, também conferiram as últimas novidades do setor no mercado, em especial referente aos processos da indústria 4.0, que vem protagonizando a transformação digital dos negócios.

 

Palavras-chave - Para o supervisor de Compras, estratégia e inovação são as palavras-chave do momento para o crescimento e o desenvolvimento do setor. “O posicionamento do Compras como um setor estratégico foi algo bem marcante no evento. Somos uma área que está buscando antever as novidades, trazer mais tecnologia, oportunidades e relacionamento com parceiros e fornecedores. Conhecer como as grandes empresas trabalham foi algo enriquecedor”, afirma.

 

Temas e cases - Dentre os temas e cases apresentados no fórum, estão Inteligência Artificial aplicada à compras 4.0 (CTI Global), Meritocracia aplicada a Fornecedores (Cielo), Debate entre diretoria de compras e financeira (Dell), Strategic Sourcing como alavanca de resultados (General Eletric), Vantagem competitiva (UBER), Gestão de Contratos (CPFL Energia, Bernhoeft), além de diversos painéis com executivos de reconhecidas empresas como: Michael Page, Unidas, Ericsson, Suzano, BRF, entre outros. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COPAGRIL: Cooperativa vai reinaugurar unidade de Oliveira Castro nesta sexta-feira

 

copagril 09 11 2018A Cooperativa Agroindustrial Copagril realizará, nesta sexta-feira (09/11), solenidade de reinauguração da sua unidade instalada no distrito de Dr. Oliveira Castro, além de celebrar investimentos realizados em Guaíra. O ato solene ocorrerá a partir das 17 horas, com a presença de diretores, conselheiros, associados e funcionários.

 

Ponto de transbordo - A estrutura da cooperativa instalada em Oliveira Castro foi transformada de um ponto de transbordo para uma unidade de recebimento e armazenagem de grãos, com o objetivo de atender o crescente volume de produtos recebidos dos cooperados a cada nova safra.

 

Ampliação - Para isso, foi elaborado e executado um projeto de ampliação das estruturas locais. Foi instalado um silo com capacidade de armazenamento de seis mil toneladas de grãos, equivalente a 100 mil sacas. Também um silo pulmão com capacidade para 600 toneladas, equivalente a 10 mil sacas; e um secador com capacidade para 125 toneladas/hora. Foram instalados, ainda, equipamentos e máquinas de pré e pós limpeza de grãos, assim como seis elevadores para transporte e fluxo de produtos. 

 

Loja e armazém - O investimento em Oliveira Castro também foi estendido à Loja Agropecuária Copagril, a partir da construção de uma estrutura totalmente nova, com 180 metros quadrados, um espaço climatizado e agradável para atender os associados e clientes com conforto e comodidade. Enquanto isso, a estrutura antiga da loja passou a ter utilidade como depósito. Com o novo estabelecimento que será inaugurado, a Copagril dá mais um passo na modernização de suas 21 lojas agropecuárias instaladas no Paraná, como no Mato Grosso do Sul. 

 

Edificação - Outra etapa do investimento em Doutor Oliveira Castro foi a edificação de um armazém de 1.000 metros quadrados, onde serão acondicionados produtos como fertilizantes, agroquímicos, calcário, rações, entre outros.

 

Unidade de Guaíra - No mesmo evento, a cooperativa celebrará o investimento realizado na Unidade Copagril de Guaíra, onde foi instalado um novo secador de grãos, com estrutura completa, cobertura, fornalha, máquinas de limpeza de grãos, elevadores e transportador. Todos esses investimentos fazem parte da trajetória rumo aos 50 anos da Copagril, que serão completados em 2020. (Imprensa Copagril)

 

SAFRA 2018/19 I: Conab estima produção grãos em até 238,3 milhões de toneladas

 

safra 2018 19 I 09 11 2018Os produtores deverão colher entre 233,7 e 238,3 milhões de toneladas na safra 2018/19 e a área de cultivo variar entre 61,9 e 63,1 milhões de hectares, aponta o 2º Levantamento de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta quinta-feira (08/11). Neste cenário, a produção tende a ser de 2,5% a 4,5% superior à registrada na safra anterior. “Aparentemente, teremos pelo terceiro ano consecutivo uma safra extraordinária no Brasil”, comemorou Sávio Pereira, secretário substituto de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. 

 

Destaques - Soja e milho continuam sendo os destaques da produção. As condições climáticas estão favoráveis, até o momento, especialmente para a soja. Mais de 80% da oleaginosa já foi plantada em Mato Grosso. Comparado ao mesmo período na safra passada, o plantio naquela época estava em 40,5%. Com o cenário positivo, a área deve ficar entre 35,4 e 36,1 mil hectares, podendo resultar em colheita entre 116,7 e 119,3 milhões de toneladas do produto.

 

Projeção - O milho deve chegar entre 90 e 91 milhões de toneladas, ocupando área de 16,7 a 16,8 mil hectares. A primeira safra do grão também encontra clima adequado. A área plantada em Minas Gerais, na época do levantamento, chegava a cerca de 45% da área total prevista e, no Rio Grande do Sul, a 70,4%.

 

Algodão - O algodão segue com o mercado favorável, impulsionando a elevação de área em relação à safra passada, podendo chegar a 1,4 milhão de hectares. O resultado imediato é o aumento da produção, com colheita que poderá ser 16,7% superior à obtida na safra passada, chegando a 2,3 milhões de toneladas.

 

Feijão - O feijão apresentou diminuição no movimento de queda da área e produção, se comparado com o último levantamento divulgado. A leve recuperação deve-se à maior intenção de plantio do feijão-caupi na primeira safra, principalmente no estado da Bahia.

 

Culturas de inverno - Já as culturas de inverno estão em colheita. Destaque para o trigo, que tende a apresentar melhor desempenho na safra deste ano, mesmo com as adversidades climáticas registradas nas principais regiões produtoras. (Mapa)

 

Acesse a íntegra do 2º Levantamento

 

SAFRA 2018/19 II: Contratação de crédito rural até outubro soma R$ 64 bilhões

 

safra 2018 19 II 09 11 2018A contratação do crédito rural pelo Plano Agrícola e Pecuário (PAP) por médios e grandes produtores rurais atingiu R$ 64 bilhões, de julho a outubro deste ano, 26% a mais do que na safra anterior em igual período. Para o secretário de Política Agrícola, Wilson Vaz de Araújo, a liberação de recursos continua forte, tanto de custeio quanto de investimento. "Nossa expectativa, é que, daqui para frente, a demanda por custeio se reduza, e aumente a procura por recursos para investimento", afirma.

 

Relatório - Os dados da contratação constam do Relatório de Financiamento Agropecuário de liberação de recursos da safra 2018/2019, divulgado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nesta quinta-feira (08/11).

 

Aumento geral - Houve aumento de aplicação em todas as finalidades do crédito. No custeio, o aumento foi de 20%, correspondendo a um total aplicado de R$ 37,4 bilhões. A industrialização cresceu 49%, totalizando R$ 3 bilhões, e a comercialização teve alta de 30% superior à safra passada, somando R$ 11,3 bilhões. Os investimentos somam aplicações, no período, de R$ 12,5 bilhões, 38% acima de igual período da safra anterior.

 

Investimento - Quanto aos programas específicos de investimento, o Sistema do Banco Central (SICOR) contabilizou mais de R$ 4 bilhões aplicados, nesses primeiros quatro meses da safra, pelo Moderfrota ((Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras), correspondendo a aumento de 62% em relação à safra passada.

 

Destaques - Moderagro (Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais), ABC (Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura), Inovagro e PCA também são destaques, contabilizando aumentos de 287%, 141%, 113% e 103%, respectivamente.

 

Contratos - De acordo com o estudo, o número de contratos aumentou em 7%, contabilizando 258 mil operações. A atividade agrícola representou 74% do valor aplicado, ou R$ 47,4 bilhões. Já a pecuária contou com R$ 16,7 bilhões contratados.

 

Fontes de recursos - Quanto às fontes de recursos, a poupança rural controlada se destaca com participação de 36%, no total das contratações do crédito rural, o que representam R$ 22,8 bilhões. Quanto aos recursos com taxas de juros livres, as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA’s) registraram montante aplicado de R$ 7,8 bilhões, sendo que destes, R$ 5,7 bilhões a taxas de até 8,5% ao ano.

 

Suficiente - De acordo com o secretário, a demanda por recursos deve ser suficiente para a futura safra. "Estamos atentos e monitorando a necessidade de fazer ajustes, deslocando recursos para os programas de investimento que apresentarem maior procura por parte dos produtores rurais". (Mapa)

 

PARANAGUÁ: Obra vai triplicar capacidade de exportação do porto

 

paranagua 09 11 2018Em apenas três meses de execução, a obra que vai triplicar a capacidade de movimentação de grãos do Porto de Paranaguá, passando dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas - está avançando e sem atrasos. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) destinou recursos próprios que somam R$ 177,5 milhões para a ampliação e modernização dos berços 201 e 202.

 

Etapas concluídas - Já foram concluídas as etapas de sondagem e verificação do solo e está em andamento a execução das estacas de ampliação e reforço do cais e das estacas dos pórticos.

 

Carregadores - O contrato também prevê a instalação de dois carregadores de navios de 2 mil toneladas/hora – hoje operando com 1000 toneladas/hora e 1.500 toneladas/hora-, instalação de passarela de pedestres, troca de defensas, espaçadores metálicos, a instalação de novo dolfim (coluna) de amarração de navios e das correias transportadoras de grãos e açúcar que estão sendo fabricados.

 

Atracação - O prolongamento em 100 metros do berço 201, no extremo oeste do Porto, permitirá a atracação de navios de grande porte no local. A previsão de término de entrega da obra é para 13 de março de 2020.

 

Fiscalização - De acordo com o presidente da Appa, Lourenço Fregonese, atualmente o contrato está dentro do prazo e sem atrasos. “Temos uma equipe de fiscalização permanente acompanhando a obra, para garantir o cumprimento dos prazos e a qualidade dos serviços contratados. Além disso, os engenheiros da Appa verificam na fábrica os equipamentos que serão instalados neste projeto do Porto de Paranaguá”, afirmou.

 

Exigências ambientais - Paralelamente ao setor de engenharia, a equipe da Diretoria e Meio Ambiente fiscaliza o cumprimento das condicionantes exigidas pelo órgão ambiental no licenciamento da obra.

Desejo antigo - O diretor de Operação do Porto de Paranaguá, Luiz Teixeira da Silva Junior, que atua na Appa há 42 anos, conta que as obras de ampliação e melhorias do cais oeste respondem a um desejo antigo da comunidade portuária. “É uma grande conquista para o Porto. São 28 anos de espera por esta obra que, desde 1990, já teve três versões do projeto elaborado”, diz Teixeira.



 

Benefícios - As mudanças trarão mais agilidade nas operações do Porto e a possibilidade de atracação de navios maiores e mais pesados, de até 80 mil toneladas de porte bruto (TPB).

A obra também dará um fôlego extra ao setor leste do Porto de Paranaguá, que está sobrecarregado e não pode mais ser ampliado.

 

Setor leste - Segundo projeto apresentado pela Appa, o setor leste já vem trabalhando com demanda reprimida, principalmente em relação a graneis sólidos vegetais, e está próximo ao seu limite logístico e operacional.

 

Movimentação - Com a ampliação do cais oeste, a movimentação de cargas será triplicada, descongestionando o setor leste, e abrindo novas alternativas de escoamento para o agronegócio do Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PROCEDIMENTOS: Adapar e Polícia Rodoviária vão padronizar trânsito agropecuário

 

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e o Batalhão da Polícia Rodoviária firmaram parceria para fiscalizar o trânsito agropecuário em todo Estado. Essa iniciativa visa colocar em prática as determinações da Lei nº 18.669/15 e do decreto nº 8704, de 25 de janeiro de 2018, que dispõem sobre o transporte de cargas de interesse da Defesa Agropecuária nas rodovias do Paraná, como animais, vegetais e produtos de origem animal.

 

Padronização - O trabalho conjunto da Adapar e da Polícia Militar já existe, mas as duas entidades se reuniram na quarta-feira (07/11) em Curitiba para padronizar os procedimentos, como comunicação e abordagens. Além dos fiscais e agentes de fiscalização da Adapar, os policiais rodoviários têm autorização para verificar a regularidade da documentação de cargas de interesse agropecuário em trânsito.

 

Fiscalização - A Adapar tem 33 Postos Fixos para Fiscalização, e também faz fiscalizações volantes. Em 2017, 110 mil cargas foram fiscalizadas nos Postos Fixos e nas 750 operações volantes. Para 2018, a expectativa é atingir 115 mil. Com a ajuda dos policiais, o número tende a aumentar. “O objetivo dessa aproximação é ajustar os procedimentos operacionais e fazer a capacitação dos gestores regionais para adotar as medidas no Estado, compartilhando estruturas e recursos humanos para atingir os objetivos da legislação e sanear possíveis vulnerabilidades territoriais quanto ao ingresso e disseminação de doenças e pragas”, explica o diretor-presidente da Adapar, Inácio Kroetz.

 

Segurança - Para o gerente de trânsito agropecuário da Adapar, Muriel Moreschi, as ações vão garantir mais segurança e padronização nas abordagens. Segundo ele, é uma importante troca de informações entre a Adapar e a Polícia Rodoviária Estadual. “Enquanto esclarecemos para a Polícia qual é a documentação que precisa ser observada, o Batalhão Rodoviário pode auxiliar sobre os procedimentos de atuação na pista, cuidados que os fiscais devem tomar na abordagem de um veículo e procedimentos para avaliação das cargas”, explica.

 

Regionalização - Regionalizar as atividades é um dos benefícios dessa capacitação, segundo o major Márcio Antônio Machado Pereira, com aprimoramento das ações conforme as irregularidades mais comuns em cada área. “Nós queremos ser os olhos da Adapar. Essa instrução é necessária para o policial saber o quê e como fiscalizar”, diz.

 

Postos fixos - São 56 postos fixos do BPRv no Estado. Os próximos passos dessa aproximação serão treinamentos nos comandos regionais do Batalhão e unidades da Agência.

 

Denúncias - Os cidadãos também podem fazer denúncias relacionadas ao trânsito agropecuário irregular, nos telefones do Batalhão (41 3281-9000) e da ouvidoria da Adapar (41 3313-4178) ou no site da Adapar, na aba “Ouvidoria”. (Agência de Notícias do Paraná)

 

{vsig}2018/noticias/11/09/procedimentos/{/vsig}


Versão para impressão


RODAPE