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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4451 | 08 de Novembro de 2018

ENCONTRO ESTADUAL: Roberto Rodrigues vai falar sobre as perspectivas para o cooperativismo

As perspectivas para o cooperativismo. Este é o tema da palestra que será ministrada pelo coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP) e embaixador especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, no dia 7 de dezembro, em Curitiba.

Celebração  O evento é realizado tradicionalmente pelo Sistema Ocepar para celebrar as conquistas alcançadas pelo setor durante o ano. A programação inicia em 6 de dezembro, às 18h, com a presença do governador eleito, Ratinho Júnior, e de deputados federais que irão integrar a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) a partir do ano que vem. Depois, haverá um jantar, seguido de show com o grupo folclórico ucraniano Vesselka.

Mais – No dia seguinte, após a palestra de Roberto Rodrigues, está prevista a realização de oficinas destinadas à aprovação das propostas do Paraná para discussão no XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá em 2019, em Brasília. Depois, o mestre em Educação e especialista em Coaching, Homero Reis, fala sobre “O futuro quem faz é você”. O evento será encerrado após o show cultural Concerto das Rosas, com a Orquestra Ladies Ensemble, que será apresentado às 14h.

Inscrições – O Encontro Estadual é destinado aos dirigentes das cooperativas do Paraná, cooperados, colaboradores e familiares. As inscrições devem ser efetuadas até o dia 1º de dezembro, pelo agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa, ou diretamente no Sistema Ocepar pelo e-mail inscricoes@sistemaocepar.coop.br ou pelo fone 41 3200-1105.

 

encontro estadual folder 08 11 2018

 

FORMAÇÃO: Inscrições ao processo seletivo para o mestrado em gestão de cooperativas vão até 30 de novembro

mestrado 08 11 2018Os interessados em ingressar no Curso de Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas têm até o dia 30 de novembro para se inscrever no processo seletivo. Os candidatos devem preencher a ficha pela internet, pagar a taxa de inscrição e realizar a entrega da documentação exigida. A lista dos aprovados para a entrevista será divulgada no dia 5 de dezembro. O início das aulas está previsto para o dia 9 de março.

O curso - O Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas foi lançado em 2013 pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), com apoio do Sistema Ocepar, que demandou a criação do curso. Nele, o mestrando deve cursar quatro disciplinas obrigatórias e quatro eletivas. Tem como linhas de pesquisa “Gestão Estratégica de Cooperativas” e “Dinâmica Socioeconômica de Cooperativas”, possibilitando ao mestrando desenvolver sua capacidade gerencial empreendedora, prestar consultoria, exercer funções de direção ou gerência, assim como lecionar em escolas e instituições de ensino superior no campo da Gestão e Cooperativismo.

Informações – Mais informações no site www.pucpr.br/ppgcoop.

Clique aqui para conferir o edital do processo seletivo para o Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas

 

AGRICULTURA: OCB parabeniza deputada Tereza Cristina pelo cargo que assumirá no Mapa

agricultura 08 11 2018A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que representa o movimento cooperativista no Brasil, parabenizou a deputada Tereza Cristina (DEM-MS) indicada, nesta quarta-feira (07/11) para assumir o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Como coordenadora da Frente Parlamentar da Agropecuária, a deputada atuou para desenvolver o cooperativismo brasileiro. “A OCB continuará contribuindo para a efetivação de políticas públicas com o objetivo de fortalecer o papel das cooperativas na agenda estratégica do país. Temos o objetivo comum de promover ações conjuntas que viabilizem o nosso modelo de negócio e estimulem o crescimento do país como um todo”, afirmou Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB.

 

SOMOSCOOP: Movimento é apresentado no HSM Expo 2018

 

O movimento SomosCoop foi apresentado a lideranças empresariais brasileiras e de fora do país como exemplo de como é possível gerar emprego, trabalho e resultado financeiro de forma ética e responsável, valorizando o que as pessoas têm de melhor e cuidado dos recursos naturais. A apresentação foi feita nesta quarta-feira (07/11) pelo superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, durante a programação do HSM Expo 2018, em São Paulo. O evento começou na segunda-feira (05/11). 

 

Gestão - Desde sua fundação, em 1987, a HSM acompanha o que há de mais inovador em gestão, trabalhando ao lado das lideranças de negócios para alcançar sua missão de transformar o país por meio do desenvolvimento de líderes e organizações. Hoje, a HSM é uma plataforma de conhecimento, que faz a ponte entre o cenário global e a realidade brasileira, construindo redes colaborativas que impactam o desempenho das empresas e de suas equipes, e colocando as vozes mais importantes do mundo atual dos negócios em contato com executivos e gestores nacionais.

 

Marcos históricos - Durante sua participação no evento, Renato Nobile discorreu sobre os grandes marcos históricos que mudaram, em escala global, o jeito de pensar, planejar, produzir e consumir. Segundo ele, somos convidados, todos os dias, a inovar.

 

Inovação - “Desde a revolução industrial, passando pelo surgimento do cooperativismo há cerca de 200 anos, até o período atual, quando se vive a era da robótica, da automação e da inteligência artificial a palavra que move a humanidade é, sem dúvida, inovação. Não podemos mais continuar fazendo as mesmas coisas do mesmo jeito. O consumidor quer ter a certeza de levar para casa opções que impactam positivamente tanto a sociedade quanto o meio ambiente. Eles não querem mais um produto ou serviço, simplesmente. Querem fazer parte de um ciclo de consumo responsável e ético, especialmente onde todo mundo ganha. E isso é o que o cooperativismo faz.”

 

Objetivos - De acordo com o superintendente, o movimento SomosCoop surgiu há um ano com dois objetivos muito bem definidos: promover o orgulho de ser cooperativista naqueles que já vivenciam a cooperação todos os dias e mostrar para a sociedade que o cooperativismo é um movimento capaz de transformar realidades, por meio da geração de trabalho, emprego e renda.

 

Identificação - “Um ano depois de apresentamos o movimento SomosCoop às nossas quase 7 mil cooperativas e de promovermos ações que se vinculam ao primeiro objetivo, lançamos, há poucos dias, o carimbo do movimento. A intenção é tornar mais fácil a identificação dos produtos e serviços com DNA cooperativista para que, assim, a sociedade possa reconhecer o valor de escolher o que vai consumir, de forma consciente e sabendo que, por traz de um rótulo, há os rostos de famílias que trabalham todos os dias em prol do desenvolvimento do Brasil”, conclui Nobile. (Informe OCB)

 

Clique aqui para conhecer o Movimento SomosCoop.

Clique aqui para conferir o material apresentado pelo superintendente da OCB no HSM

 

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DENTAL UNI: Cooperativa alcança índice de 90% de satisfação em pesquisa de imagem com clientes

 

A Dental Uni Cooperativa Odontológica realizou uma Pesquisa de Imagem e Relacionamento com empresas clientes ativas e inativas para determinar a satisfação dessas empresas com o plano odontológico e os serviços da cooperativa. O resultado foi um expressivo índice de 90% de satisfação neste estudo realizado com mais de 600 organizações, ao longo do mês de setembro. Proprietários, diretores e representantes de Recursos Humanos responderam ao questionário desenvolvido pelo Grupo Datacenso. 

 

Informações - Além de avaliar a Dental Uni e seus serviços, estes clientes ainda ofereceram preciosas informações sobre interesses e perspectivas do mercado, que impactam diretamente na imagem institucional da cooperativa. Para o presidente da Dental Uni, Luiz Humberto de Souza Daniel, o número é um importante reflexo dos significativos investimentos em qualificação para colaboradores e cirurgiões-dentistas cooperados, e em tecnologia. 

 

Democratização - “Sinto que, cada vez mais, nos aproximamos do objetivo maior de democratizar o acesso aos consultórios odontológicos. Estamos em constante evolução, buscando soluções para problemas que ainda sequer existem, antecipando desejos de nossos parceiros. Esse resultado é um reconhecimento do esforço de mais de 200 colaboradores e quase 2000 dentistas cooperados que representam a Dental Uni em todo o Brasil”, analisa. (Imprensa Dental Uni)

 

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SICREDI: Entre as 150 Melhores Empresas para Trabalhar pelo oitavo ano consecutivo

 

sicredi 08 11 2018O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,9 milhões de associados e atuação em 22 estados e Distrito Federal, figura pelo oitavo ano consecutivo na lista das “150 Melhores Empresas para Trabalhar” (MEPT) no Brasil. Divulgado durante solenidade de premiação, ocorrida na noite de 6 de novembro, na capital paulista, o guia anual é elaborado em parceria pela revista Você S/A, Editora Abril e Fundação Instituto Administração (FIA), trazendo a mais abrangente, crítica e rigorosa pesquisa sobre clima organizacional do País.

 

Cooperativas Financeiras - Repetindo o feito do ano passado, o Sicredi obteve o primeiro lugar na categoria Cooperativas Financeiras, evidenciando a instituição financeira cooperativa como referência neste segmento, bem como o envolvimento dos, atualmente, mais de 25 mil colaboradores que nela atuam, valorizando e impulsionando o crescimento contínuo do cooperativismo de crédito no Brasil.

 

Pontuações - Nos índices do ranking, o Sicredi aumentou suas pontuações em relação a praticamente todos os dados da edição passada do ranking. No Índice de Felicidade no Trabalho (IFT), por exemplo, a instituição financeira cooperativa alcançou 82,1 pontos, ante 81,9 na classificação de 2017.

 

Colaborador - Já a nota do colaborador, que aponta o Índice de Qualidade no Ambiente do Trabalho (IQAT), foi de 92,3 pontos, contra 91,4 no ano anterior. Dentro deste índice, vale destacar os quesitos de Employer Branding, em que o Sicredi atingiu 98,4 pontos (foram 97,4 no ano passado), e de Sustentabilidade e Diversidade, com 97,5 pontos em 2018, ante 96,7 do ano passado.

 

Qualidade na Gestão - No Índice de Qualidade na Gestão de Pessoas (IQGP), o Sicredi obteve 63,1 pontos – em 2017, foi de 59,8. Nesse índice, neste ano, o destaque foi o quesito Processos e Organização, com 92,3 pontos.

 

Destaques - De acordo com o anuário da revista Você S/A, os pontos positivos do Sicredi em destaque apresentados pelos colaboradores entrevistados pelo guia foram os agentes de clima, que organizam os eventos interno e promovem a proximidade entre eles, assim como o esforço da instituição financeira cooperativa em desburocratizar e criar sistemas de melhorias internos.

 

A pesquisa - A pesquisa “As 150 Melhores Empresas para Trabalhar” (MEPT) surgiu em 1997 com a missão de valorizar as empresas privadas, instituições públicas, organizações sem fins lucrativos, cooperativas, entre outras, que cuidam melhor de seus colaboradores. O resultado do anuário está disponível no link https://exame.abril.com.br/carreira/conheca-as-150-melhores-empresas-para-trabalhar-de-2018/ e na edição da Você S/A de novembro, com informações complementares sobre as eleitas e detalhes do levantamento.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

UNIPRIME NORTE DO PR: Eleita uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil

 

uniprime norte pr 08 11 2018A Uniprime Norte do Paraná está mais uma vez no ranking das 150 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, pesquisa conduzida pelo Guia Você S/A, publicação da Editora Abril com foco no mercado de trabalho, liderança e carreira profissional.

 

Valorização - Realizada desde 1997, a pesquisa tem como missão valorizar as empresas que cuidam melhor de seus colaboradores e já é referência no país. “Ser novamente reconhecida como uma das melhores empresas para trabalhar é motivo de orgulho para Uniprime. Sabemos que esse título nacional é concedido apenas para empresas que entendem que cada colaborador é único e essencial para o crescimento da organização”, afirma Sr. Paulo Thomson de Lacerda, Gerente de Recursos Humanos e Projetos da cooperativa.

 

Análise - Para realizar a pesquisa, a Você S/A analisou as respostas de colaboradores avaliando as práticas de recursos humanos de centenas de companhias de todo o Brasil. Destas, um grupo restrito foi pré-classificado e passou pela etapa que diferencia o Guia Você S/A de todas as outras pesquisas do mercado: a visita do jornalista. Um time de repórteres especializados percorreu cidades de todas as regiões do país para entrevistar centenas de funcionários e descobrir como eles avaliam suas empregadoras. O ranking final foi realizado com base nessas avaliações.

 

Parceria - A pesquisa da Você S/A é conduzida em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) e utiliza uma metodologia abrangente, crítica e rigorosa. “Prêmios nada mais são do que o reconhecimento de grandes trabalhos e a Uniprime sabe que alcançar o melhor resultado só é possível com a contribuição de todos os seus colaboradores”, concluir Dr. Carlos Alberto Mascarenhas, Diretor Executivo da Uniprime.

 

Edição - O Guia “As 150 Melhores Empresas para Trabalhar” completou 22 edições em 2018 e estará nas bancas a partir de 07 de novembro. (Imprensa Uniprime Norte do Paraná)

 

UNIMED CASCAVEL: Entres as 150 melhores empresas do Brasil

 

Se você passa uma média de oito horas diárias no seu ambiente de trabalho, esse local precisa lhe fazer bem. Mas o que faz de uma empresa um bom lugar para trabalhar?

- “Bom ambiente de trabalho, uma empresa que seja ética, que tenha propósitos bem definidos e que ofereça benefícios justos para os colaboradores.” - Marcelo Caiado, analista de Contas Médicas. 

- “Remuneração justa, bom ambiente de trabalho, além da segurança de trabalhar em uma empresa consolidada e bem estruturada.” - Lílian Mazin, analista de Suporte de Sistema.

- “Acho fundamental ter um bom clima organizacional, para que a gente se sinta feliz ao lado de pessoas que também estejam felizes.” - Denise Cristina Marin de Oliveira, analista contábil júnior. 

- “Uma empresa que tem um bom clima organizacional consegue motivar todos os colaboradores. Isso faz cada um se sentir parte e se sentir estimulado para crescer profissionalmente.” - Patrícia Cruz, coordenadora de Relacionamento Corporativo.

- “As pessoas precisam se sentir bem e não estando na empresa por simples obrigação. É bom quando uma empresa gosta de ver o brilho nos olhos dos colaboradores, que se sentem valorizados.” - Luciana Lazzari, superintendente de Administração ”

 

Depoimentos - Os depoimentos que você acabou de ler são de pessoas que trabalham na Unimed Cascavel, uma das 150 melhores empresas para se trabalhar do Brasil, de acordo com a edição 2018 do recém-divulgado Guia Você S/A, elaborado anualmente pela Revista Exame. É a quarta vez que a cooperativa de saúde é reconhecida nacionalmente ao entrar nesse seletivo grupo. As outras vezes haviam sido em 2013, 2015 e 2016.

 

Resultado - O Guia apontou que os colaboradores da Unimed Cascavel se identificam com a empresa, se sentem satisfeitos e motivados para se desenvolver com o auxílio dos líderes de cada setor. “O resultado desta pesquisa revela que as iniciativas da Unimed Cascavel têm sido eficazes para manter um excelente ambiente de trabalho, somadas ao empenho e à importância dos colaboradores da cooperativa de saúde.” – Danilo Galletto, diretor-presidente da Unimed Cascavel.

 

Guia Você S/A - O Guia existe desde 1997 e é feita de forma gratuita, o que reforça ser uma das mais isentas e criteriosas pesquisas de clima organizacional do país. As organizações participantes são divididas oito categorias: Estratégia e Gestão; Liderança; Cidadania Empresarial; Políticas e Práticas; Carreira; Desenvolvimento; Remuneração e Saúde.

 

Pesquisa - A pesquisa é realizada em etapas, que incluem o preenchimento de um questionário pelos colaboradores, processamento de dados, visita de um jornalista da Editora Abril, além de uma reunião de consenso, quando os profissionais do Guia Você S/A e uma equipe da Fundação Instituto de Administração (FIA) comparam os dados da pesquisa com a percepção das visitas.

A vitória da Unimed Cascavel é um orgulho para o estado inteiro. Atualmente, a Unimed Cascavel tem 579 médicos cooperados, além de 237 colaboradores internos para cuidar de quase 90 mil vidas. Quem faz parte dessa conquista tem orgulho de ostentar no peito o crachá da Unimed Cascavel.

 

Talentos - “Talentos querem fazer parte dessa equipe, fornecedores se enxergam parte da conquista, e clientes se sentem mais seguros”, finaliza Danilo Galletto, diretor-presidente da cooperativa. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

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CÂMARA: Projeto que dá autonomia ao Banco Central pode ser votado ainda neste ano

 

camara 08 11 2018A Câmara dos Deputados poderá votar ainda neste ano o projeto de lei que prevê autonomia do Banco Central, com mandato fixo para o presidente e diretores da instituição, não coincidente com o do presidente da República (PLP 32/03).

 

Apresentação - O texto foi apresentado nesta quarta-feira (07/11) pelo relator, deputado Celso Maldaner (MDB-SC), na reunião de líderes com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O presidente do BC, Ilan Goldfajn, também participou do encontro.

 

Interesse - Maldaner afirmou que o tema interessa ao governo Temer e ao próximo governo. Segundo ele, o Banco Central autônomo vai permiti que sejam utilizados instrumentos para colaborar com as metas da inflação e o controle das taxas de juros. O relator acredita na possibilidade de votar o texto ainda neste ano. “Vamos fazer o trabalho político. Apresentamos os projetos para colher sugestões e ver se conseguimos os votos necessários”, explicou.

 

Avanço - De acordo com o líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), o tema avançou, mas nada ficou acertado, nem em relação ao mérito da proposta nem em relação à tramitação do texto na Casa. A expectativa é que, após os líderes apresentarem o relatório às respectivas bancadas, Goldfajn retorne à Câmara para avaliar a possibilidade de votação pelo Plenário.

 

Proposta - “A maioria dos líderes se manifestou favorável para se avançar, outros colocaram sua posição contrária. A proposta dá um mandato e descasa do período eleitoral, o que gera instabilidade, já que as pessoas ficam pensando como será a condução da política econômica de quem for assumir. E, ao ter essa especulação, impacta na política de juros”, destacou o líder.

 

Oposição - A oposição é contrária ao projeto. O líder da oposição, deputado José Guimarães (PT-CE), criticou a pressa de alguns parlamentares em votar a autonomia do BC. Segundo ele, apesar de a discussão ser importante, o País não pode votar um projeto dessa natureza no fim da atual legislatura. "Primeiro, que não está na pauta da Câmara e nem vamos permitir que seja votado neste ano. Há uma pressa de alguns líderes, que querem ser base do governo eleito. Acho que fica só na discussão, é extemporânea essa votação e não dá para votar a toque de caixa”, disse Guimarães.

 

Gestão governamental - O presidente Rodrigo Maia recebeu do ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União, relatório com propostas de aperfeiçoamento da gestão governamental e do sistema de controle da administração. O texto foi elaborado por uma comissão de juristas, coordenada por Dantas e criada em fevereiro deste ano com foco no combate à corrupção e melhorias na gestão e eficiência da administração pública.

 

Estudo - No ato de criação da comissão, Rodrigo Maia citou estudo da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) elaborado em 2012, segundo o qual anualmente são perdidos com a corrupção até 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, ou seja, aproximadamente R$ 100 bilhões. (Agência Câmara)

 

ALEP: Assembleia aprova projeto que institui Plano Estadual de Florestas Plantadas

 

alep 08 11 2018O projeto de lei que institui o Plano Estadual de Florestas Plantadas, vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seab), foi aprovado em primeiro turno de votação na sessão plenária desta quarta-feira (07/11), na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A matéria recebeu 34 votos favoráveis, um contrário e uma abstenção.  

 

Texto - O texto é assinado pelos deputados Claudio Palozi (PSC), Elio Rusch (DEM), Fernando Scanavaca (PODEMOS), Marcio Nunes (PSD), Marcio Pacheco (PPL), Nelson Luersen (PDT), Nereu Moura (MDB), Pedro Lupion (DEM), Professor Lemos (PT), Rasca Rodrigues, Wilmar Reichembach (PSC) e Tercílio Turini (PPS). De acordo com os autores da proposta de nº 122/2018, a criação de um plano para o setor se faz necessária tendo em vista a necessidade de ampliação da base florestal produtiva no estado, inserida no contexto dos sistemas típicos de produção das propriedades rurais.

 

Atribuição - O projeto determina que ficará atribuída à Seab a função administrativa denominada ‘Autoridade Florestas Plantadas’, que deverá exercer as funções de controle, monitoramento, fomento, bem como apoiar atividades e atuar em cooperação com os órgãos estaduais de pesquisa agropecuária e de extensão rural. Os objetivos principais, diz o texto, são estimular a produção e o desenvolvimento florestal regional; apoiar as empresas e as indústrias de base florestal com atividades no estado; e dar suporte aos municípios na estruturação dos seus sistemas de florestas plantadas. 

 

Estímulo - Ainda de acordo com a proposta, a Autoridade de Florestas Plantadas estimulará o cultivo florestal, decorrente de florestas plantadas, restauração florestal, reposição florestal ou talhadia, através de programas de desenvolvimento do setor e apoio ao libre exercício desta atividade econômica, respeitada a legislação vigente, bem como a garantia de sua utilização. A Autoridade de Florestas Plantadas também ficará responsável por manter o controle estatístico e informativo da disponibilidade, consumo, preços e plantio econômico de florestas, bem como produtos florestais, madeireiros e não madeireiros, em suas várias formas e fases, divulgando anualmente estas informações. (Assessoria de Imprensa da Alep)

 

GOVERNO FEDERAL: Fusão com Meio Ambiente traria mais ônus do que bônus

 

tereza cristina 08 11 2018Indicada nesta quarta-feira (07/11) como ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro, a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) disse à noite que a fusão da pasta com a do Meio Ambiente traria mais ônus do que bônus para o agronegócio. Segundo ela, a notícia de que o presidente eleito tinha a intenção de fundir os dois ministérios "causou mal-estar" no exterior, o que poderia acarretar barreiras comerciais aos produtos brasileiros.

 

Barreiras comerciais - "Hoje existem muitas barreiras comerciais, que são protecionismos lá fora, que a gente precisa vencer. Este [fusão] é um assunto que causou mal-estar lá fora. Então, de repente, para que fazer essa fusão, se a gente teria mais ônus do que bônus?", disse a futura ministra. "Agora, eu tenho certeza de que ele vai dar a cara do governo dele também ao Ministério do Meio Ambiente. Assim como eu devo receber alguma instrução do que ele quer para o Ministério da Agricultura."

 

Preocupação - Tereza Cristina afirmou que os produtores de carnes estavam preocupados com uma possível perda de mercado por conta da fusão, mas "hoje essa preocupação já diminuiu muito".

 

Embaixada - Outro tema no radar do setor é a decisão de Bolsonaro de transferir a Embaixada do Brasil em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém. A medida, já adotada pelo presidente americano, Donald Trump, é controversa perante a comunidade internacional. E pode levar à perda de mercados nos países árabes, grandes consumidores das carnes brasileiras.

 

Outra conversa - "Acho que aí é outra conversa. Eu preciso saber o que eles [governo Bolsonaro] estão pensando", afirmou a deputada, que preside a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

 

Mercado sensível - Tereza Cristina disse sentir que o governo Bolsonaro, ainda em gestação, é "muito aberto ao diálogo". Mas ponderou que é preciso ter cuidado com as palavras, porque "o mercado é muito sensível". "Eu tenho sentido o governo e essa transição muito abertos ao diálogo. E acho que a gente tem que ter muito cuidado com o que vai falar porque o mercado é muito sensível. Qualquer fala fora do tom você pode prejudicar uma abertura de mercado ali ou um mercado que se fecha lá", disse.

 

Momento - "Acho que o momento é de trabalhar, arrumar o que se quer desse novo governo, e aí apresentar. Nós temos até o dia 30 de dezembro para apresentar à sociedade o que é a cara do governo Jair Bolsonaro."

 

Encontro - Tereza Cristina se encontra na manhã desta quinta-feira (08/11) com Bolsonaro pela primeira vez como ministra indicada. Em Brasília, ela mora no mesmo prédio do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente eleito e onde ele está hospedado. Mas afirmou ainda não ter conversado com o futuro governante "por conta da liturgia do cargo".

 

Indicação - A deputada teve o nome indicado nesta quarta-feira a Bolsonaro por membros da FPA, que se reuniram com o presidente eleito em Brasília. Ela disse que não foi ao encontro porque não participaria de uma reunião para indicar seu próprio nome. Ela afirmou que sua responsabilidade aumenta a partir de agora.

 

Expectativa - "Eu espero corresponder à confiança que o presidente está depositando na minha pessoa. E eu vou trabalhar ao máximo para realizar a esperança dos produtores nesse governo, que é muito grande. A minha responsabilidade aumenta com esse convite, da maneira com que foi feita", disse. "Eu ainda nem estou acreditando." (Valor Econômico)

 

CRÉDITO RURAL: Selic baixa pode reduzir subsídio agrícola

 

credito rural 08 11 2018A taxa básica de juros em 6,5% ao ano, o menor nível histórico, traz uma oportunidade para o governo mudar as regras e reduzir o subsídio aos financiamentos do agronegócio, defendem entidades setoriais e o Banco Central. A lógica é que a Selic nesse patamar, que se aproxima das taxas garantidas aos produtores, permitiria fazer essa reforma sem afetar o setor. O gasto do Tesouro para subsidiar juros mais baixos para o agronegócio deve chegar a R$ 10 bilhões na safra 2018-19, e cerca de 40% de todo o crédito tomado pelos agricultores têm algum apoio do governo.

 

Limitação - Em evento no fim de setembro, o BC afirmou que o atual sistema de crédito subsidiado limita a expansão da agricultura. “Se estamos projetando dobrar a safra (de grãos) até 2040 (...), não vamos conseguir com o modelo de hoje”, declarou na ocasião Cláudio Filgueiras Pacheco Moreira, chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações de Crédito Rural do BC. Parte dessa análise é justificada pela PEC do Teto de Gastos, aprovada em 2016, que coloca freios nos subsídios dos próximos governos.

 

Alternativas - Dessa maneira, o setor passou a discutir alternativas que permitam a expansão da lavoura sem que isso signifique o aumento dos gastos com subsídios – e a atual Selic favoreceria esse ajuste. “A Selic baixa cria uma oportunidade única de se mexer no subsídio às taxas sem mexer muito nas condições de crédito”, afirma Carlos Aguiar, diretor de agronegócio do Santander. “É uma chance de fazermos a pergunta: é mesmo necessário subsidiar juros, ou esse apoio poderia ser feito de maneiras mais eficientes?”, ele diz.

 

Discussão - “Essa tem sido uma das principais discussões do setor, uma vez que Selic e inflação estão sob controle”, afirma Luiz Cornachionni, diretor executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). “De fato, faria mais sentido usar os recursos do governo em incentivos que não fossem subsidiar a equalização de juros, como um apoio à expansão do seguro rural.”

 

Oposição - A preocupação do BC, no entanto, encontra opiniões divergentes no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Minha avaliação é de que o BC carregou nas tintas (na declaração de Cláudio Filgueiras)”, diz Antonio Luiz Machado de Moraes, diretor substituto do Departamento de Coordenação de Crédito e Estudos Econômicos do Mapa. “A preocupação que ele manifestou (sobre o crédito subsidiado) já está se resolvendo. O nível de apoio do governo diminuiu. Na safra 2014-15, o subsídio aos financiamentos era de R$ 11,6 bilhões para agricultura empresarial e R$ 8,7 bilhões para a familiar. Na safra 2018-19, a previsão é de R$ 5,6 bilhões para a empresarial e R$ 4,3 bilhões para a familiar”, ele afirma. Parte dessa queda, vale apontar, é justamente uma consequência natural da Selic mais baixa – no início de 2015 ela estava em 12,25%, o que tornava mais cara a equalização das taxas. (O Estado de S.Paulo)

 

BOLSA DE CHICAGO: Aumento de riscos faz contratos futuros agrícolas baterem recorde de negócios

 

bolsa chicago 08 11 2018Primeiro foi a seca na Rússia, maior exportador mundial de trigo. Depois a estiagem se abateu sobre as lavouras da Europa e da Austrália. E o bolo da cereja chegou com a guerra comercial iniciada pelo presidente Donald Trump com a China, maior cliente mundial de soja e carne suína.

 

Coquetel - Todos esses ingredientes formaram um coquetel volátil que deu nova vida ao comércio internacional, beneficiando a maior bolsa de opções e futuro do mundo, a CME Group Inc, mais conhecida como Bolsa de Chicago. O volume de contratos do complexo agrícola negociados diariamente em Chicago atingiu seu maior patamar, desde, pelo menos, 2008.

 

Surpresa - "A extensão dos prejuízos climáticos e da política olho-por-olho que estrangulou a demanda chinesa pela soja americana surpreendeu muitos investidores. Tudo aconteceu após vários anos de abundância de oferta de grãos que derrubaram as cotações e reduziram a volatibilidade do mercado, impondo limites à expansão dos contratos futuros em Chicago.

 

Impacto - “O que acontece hoje envolvendo a China não é algo que você tinha como prever ou imaginar, mas, quando acontece, tem um impacto tremendo no mercado”, diz Tim Andriesen, diretor de commodities agrícolas da CME.

 

Problemas - “Também houve problemas de produção na Argentina e na Austrália”, acrescenta Andriesen. “Então, foram vários riscos se avolumando no mercado e, quando há risco, as pessoas buscam proteção”.

 

Crescimento e valorização - O volume diário de negociação de contratos futuros e opções na Bolsa de Chicago – que também inclui milho, lácteos e carnes – cresceu 13% e atingiu a marca de 1,56 milhão de contratos nos 12 meses anteriores a setembro. O desempenho contrasta com crescimento de 1% no mesmo período, um ano antes. As ações da CME já valorizaram 24% este ano, a melhor performance entre bolsas rivais acompanhadas pela Bloomberg.

 

Outros mercados - A agricultura não é o único mercado com crescimento em Chicago. Os contratos futuros de alumínio dispararam 24% neste ano, refletindo a corrida das empresas para garantir seus suprimentos após o presidente Trump sobretaxar o aço importado.

 

Negociações - O volume de negociações de contratos de cobre, um termômetro da economia global, cresceu 35% nos nove primeiros meses do ano, o melhor desempenho desde 2012.

 

Cobre - Os preços do cobre deram uma guinada na medida em que o raro caminho suave, trilhado desde o início do ano, ficou novamente acidentado diante da escalada de taxas na guerra comercial de Trump contra a China.

 

Europa e Ásia - Na agricultura, os negócios em bolsa também dispararam na Europa e na Ásia. Já no mês de abril, a Bolsa de Chicago registrou recorde histórico de negociações futuras em horários fora do expediente americano.

 

Rumo - “Esperávamos que esse fosse um ano lento nos negócios, porque alguns indicadores convencionais não apontavam para muita agitação”, disse Andriesen. “Acho que ninguém imaginava que as coisas tomariam esse rumo”.

 

Hedge - Ainda que os fundos de investimentos e outros investidores tenham sido atraídos pela volatilidade, o fato é que os contratos de hedge (proteção contra variações súbitas) também registraram crescimento.

 

Recorde - No dia 19 de junho deste ano o complexo agrícola da Bolsa de Chicago atingiu um recorde de 10,1 milhões de contratos em aberto e outros 3,2 milhões de contratos futuros e de opções. Esses números foram alcançados apenas 13 dias depois de um recorde de mais de 2 milhões de contratos em aberto para o milho.

 

Crescimento - “Definitivamente, tivemos um crescimento nos fundos de hedge e no setor de gestão de ativos relacionados aos produtos agrícolas”, aponta Andriesen. “Mas quando a procura por contratos cresce durante o desenvolvimento de uma safra ou na temporada de embarques, isso é um típico indicador de preocupações comerciais”. (The Washington Post / Gazeta do Povo)

 

POUPANÇA: Saques superam depósitos em R$ 2,5 bilhões em outubro

 

poupanca 08 11 2018Depois de sete meses seguidos de resultado positivo, os saques na caderneta de poupança superaram os depósitos, gerando retirada líquida de R$ 2,532 bilhões em outubro. Segundo relatório divulgado nesta quarta-feira (07/11) pelo Banco Central (BC), foram depositados, ao longo do mês passado, R$ 194,435 bilhões e sacados R$ 196,968 bilhões.

 

Acumulado - No acumulado dos 10 meses deste ano, os depósitos na poupança superaram as retiradas em R$ 22,968 bilhões.

 

Rendimentos - Em outubro, os rendimentos chegaram a R$ 2,950 bilhões. O saldo atualmente depositado em cadernetas ficou em R$ 776,192 bilhões.

 

Legislação - Pela legislação em vigor, o rendimento da poupança é calculado pela soma da Taxa Referencial (TR), definida pelo BC, mais 0,5% ao mês, sempre que a taxa básica de juros (Selic) está acima de 8,5% ao ano.

 

Soma - Quando a Selic é igual ou inferior a 8,5% ao ano, como ocorre atualmente, a remuneração da poupança passa a ser a soma da TR com 70% da Selic. Atualmente a Selic está em 6,5% ao ano. (Agência Brasil)

 

COMBUSTÍVEL: Governo estuda transição para fim da subvenção ao diesel, diz ministro

 

combustivel 08 11 2018O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, afirmou que o governo analisa uma forma de transição para o programa de subvenção do diesel, previsto para terminar no dia 31 de dezembro. A intenção é reduzir gradualmente o subsídio, que atualmente, é de R$ 0,30. O subsídio é resultado de acordo do governo com o movimento dos caminhoneiros que paralisou o país em maio deste ano.

 

Redução total - A redução total do preço diesel nas refinarias chegou a R$ 0,46. Desse valor, R$ 0,16 foram obtidos por meio de redução de tributos e a diferença de R$ 0,30 entrou no cálculo por via de subvenção.

 

Questão tributária - “O Ministério da Fazenda está vendo, porque isso é uma questão tributária. Então, está vendo como acaba esse subsídio, porque este é o acordo, mas de uma maneira tal que não prejudique ninguém. Acho que há possibilidade, porque o preço está permitindo que se monte uma estratégia de trabalhar no sentido de que o impacto seja absorvido”, explicou.

 

Cerimônia - Moreira Franco prestou a informação após participar da cerimônia da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) de segunda etapa da assinatura de contratos da 15ª rodada de licitações para exploração de petróleo, na zona sul do Rio.

 

Amazonas Energia - O ministro adiantou ainda que o governo prepara uma medida provisória para impedir que os serviços da Amazonas Energia sejam interrompidos depois que a Eletrobras devolver a concessão da empresa. Para ele, é preciso entender que a privatização das distribuidoras, entre elas a Amazonas, não tem nada a ver com a estratégia de resolver o problema financeiro da Eletrobras.

 

Mecanismo - De acordo com o ministro, a proposta é que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) possa encontrar um mecanismo que permita escolher uma empresa para prestar o serviço da distribuidora. É preciso uma autorização legislativa para que não haja interrupção do serviço. Mas a expectativa que eu tenho é que se consiga privatizar”, indicou.

 

Distribuidora - Moreira lembrou que o Conselho de Administração da Eletrobras já apontou que não quer ficar com a distribuidora. “O fato de o governo ter maioria de ações não significa que ele tenha possibilidade de usar este exercício para dizer que não aceita a opinião majoritária do conselho, então, a liquidação é uma questão inevitável por força legal”, explicou.

 

Escolha - Ainda de acordo com o ministro, “para que não haja interrupção do serviço, vai se criar a possibilidade de a Aneel, que é o órgão regulador, fazer a escolha de uma companhia, que, em determinado período, vai prestar este serviço à população do Amazonas. Isso vai permitir ao novo governo, estudar, vender”, informou. (Agência Brasil)

 

ANS: Diretoria aprecia proposta de RN sobre o processo de atualização do Rol de Procedimentos

 

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apreciou, na terça-feira (06/11), a proposta de Resolução Normativa que define, claramente, as etapas e fluxos do processo de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a cobertura mínima obrigatória pelos planos de saúde comercializados a partir de 02/01/1999 ou adaptados à Lei 9.656/1998. Após essa etapa, a minuta precisará passar por deliberação dos diretores para que seja publicada no Diário Oficial da União. É importante destacar que neste momento apenas o processo de revisão está sendo tratado. A normativa não se refere a inclusão/exclusão de procedimentos à lista de cobertura obrigatória pelos planos de saúde.

 

Normativo - Atualmente, embora as etapas de atualização do Rol sejam bem delineadas, não há um normativo que as reúna. Com isso, espera-se conferir maior visibilidade à metodologia aplicada e ao processo de tomada de decisão, bem como: garantir segurança jurídica aos atos administrativos; dar previsibilidade a beneficiários, prestadores e operadoras; apontar os critérios de conformidade e parâmetros técnicos para o recebimento e análise das demandas; apresentar as instâncias decisórias e suas atribuições; e aprimorar a transparência dos atos institucionais.

 

Participação social - Outro destaque é que a proposta de normativo estabelece a ampliação da participação social no pleito por incorporações, através de formulário específico, o FormRol, que será disponibilizado no portal da ANS, para toda a sociedade, sempre no início dos trabalhos de atualização do Rol. Até então, manifestações iniciais eram realizadas apenas pelos membros do Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde - Cosaúde. Assim, toda a sociedade poderá participar em dois momentos: na fase inicial, mediante apresentação de dados científicos e econômicos que embasem o pedido de inclusão de procedimento, e, posteriormente, na habitual Consulta Pública que precede a publicação da nova lista de coberturas obrigatórias. A análise das propostas será realizada por técnicos da ANS, ou por entidades públicas ou privadas, valendo-se de acordos de cooperação técnica para fins de pesquisas especializadas que sirvam como subsídio na tomada de decisão.

 

Clareza - “O que esperamos com a normativa é garantir clareza aos atores do setor e ratificar compromissos da Agência na atualização do Rol, como a incorporação adequada de novas tecnologias, de modo que sejam seguras, eficazes e efetivas, a facilidade na participação social, a atenção aos custos provenientes e ao estabelecimento, por parte das operadoras, de rede assistencial que garanta acesso às novas coberturas”, afirmou o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos, Rogério Scarabel.

 

Revisões periódicas - A proposta de Resolução Normativa mantém a gestão permanente do Rol mediante revisões periódicas a cada dois anos, como estabelecido na RN nº 211 de 2010. Esse é o intervalo mínimo, tendo em vista as etapas a serem cumpridas, propostas no normativo, e a complexidade do processo. Também são levados em consideração as tecnologias avaliadas e recomendadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), a observância dos princípios de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) e de saúde baseada em evidências, e a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do setor.

 

Discussões - As discussões para elaboração do normativo foram realizadas em grupo de trabalho com integrantes das cinco diretorias da ANS. A proposta inicial proveniente destas discussões foi levada à consulta interna na Agência, para que fossem apresentadas contribuições de todo o corpo técnico, e de especialistas em ATS. Também foi apresentada aos membros do Cosaúde e, por fim, submetida à Consulta Pública nº 69, aberta no período de 19/07 a 17/09 de 2018, e que recebeu 802 contribuições de consumidores, operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços, entre outros.

 

Publicação - A Resolução Normativa sobre o processo de atualização periódica do Rol será publicada em breve e, no começo de 2019, serão iniciados os trabalhos para a próxima atualização do Rol. (ANS)

 

Saiba mais sobre o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.


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