Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4448 | 05 de Novembro de 2018

FÓRUM AGRONÔMICO: Aplicação e uso seguro de agrotóxico estarão em debate dias 9 e 11 de novembro

forum agronomico 05 11 2018O Sistema Ocepar vai reunir profissionais da área técnica das cooperativas paranaenses e cooperados para discutir e aprimorar as técnicas de aplicação de agrotóxicos. Será durante o Fórum Agronômico 2018, que ocorre no dia 9 de novembro, em Londrina, Norte do Estado, e no dia 13 de novembro, na Lapa, região Sudeste. “O evento será dividido em uma fase teórica e outra prática e está sendo organizado em função das demandas crescentes sobre o assunto”, esclarece o analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico, Jhony Moller.

Temas – A programação contempla a abordagem de temas como: conceitos em tecnologia de aplicação; inspeção de pulverizadores de barra; técnicas para aplicação de herbicidas, inseticidas e fungicidas; perdas nas aplicações e combate às derivas; calibração de pulverizadores; seleção de pontas de publicação por sistemas de construção, entre outros. O instrutor será o engenheiro agrônomo Nelson Harger.

Inscrições e informações – Para efetivar as inscrições e obter informações adicionais, o interessado deve entrar em contato com Jessica Costa (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 -3200-1133).

Clique nos links abaixo para conferir na íntegra a programação do Fórum Agronômico 2018

Londrina

Lapa

 

CONTÁBIL/TRIBUTÁRIO: Curso vai orientar sobre o correto encerramento de balanço nas cooperativas

formacao I 05 11 2018O Sistema Ocepar promove, nos dias 29 e 30 de novembro, o curso sobre encerramento de balanço. O objetivo é proporcionar aos participantes conhecimento e atualização sobre a legislação societária e tributária e sobre as normas contábeis aplicáveis ao correto encerramento de balanço nas sociedades cooperativas paranaenses. As atividades serão realizadas no auditório da entidade, em Curitiba. O curso valerá 16 pontos no Programa de Educação Profissional Continuada do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

Inscrições - A formação é destinada a profissionais que atuam nas cooperativas do Paraná. As inscrições devem ser feitas até o dia 23 de novembro, com Esdras Silva (esdras.silva@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1159).

Clique aqui para conferir na íntegra a programação do Curso sobre encerramento de balanço

 

 

 

WORKSHOP: Evento discute a experiência bem-sucedida da Nova Zelândia na produção de leite

Os aspectos que colaboraram para transformar a Nova Zelândia no maior exportador mundial de lácteos estarão em debate no auditório do Sistema Ocepar, em Curitiba, no dia 21 de novembro. Será durante o 1º Workshop sobre “Fundamentos de Produção e Qualidade do Leite na Nova Zelândia no Paraná”, promovido em parceria com o Sindileite Paraná, Sistema Faep, Embaixada da Nova Zelândia no Brasil, Aliança Láctea Sul Brasileira, Superintendência Federal de Agricultura do Paraná e Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Temas - A programação do evento tratará dos seguintes temas: Perspectivas e desafios da produção de leite na região Sul do Brasil; Gestão de qualidade do leite na Nova Zelândia; Qualidade do leite e rendimento industrial; Uso de novas tecnologias no manejo de pastagens: a experiência neozelandesa aplicada à realidade brasileira; Tecnologia de pastagens da Nova Zelândia com aplicação no Sul do Brasil; Recria de bezerros; Bem-estar animal na rotina do trabalho de campo; Genética leiteira da Nova Zelândia adaptada à América do Sul; Identificação Animal como ferramenta na gestão do rebanho; Experiência da Nova Zelândia no marketing de produtos lácteos com vistas ao mercado internacional e O modelo neozelandês de produção de leite a pasto no Brasil: a experiência do grupo Kiwi em Goiás.

Inscrições - O Sistema Ocepar disponibilizará 25 vagas aos profissionais de Bovinocultura de Leite das cooperativas do Paraná. Para as inscrições serão priorizadas as 25 primeiras manifestações dos convidados. Os interessados em participar devem efetivar as inscrições pelo e-mail alexandre.monteiro@sistemaocepar.coop.br, informando o nome completo, telefone e e-mail.

workshop cartaz-05 11 2018

GETEC: Informe traz projeções da semana sobre indicadores econômicos

gerencia tecnica destaque 05 11 2018A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (05/11), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2018, 2019 e 2020.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br  / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

RAMO TRABALHO: Traçadas as prioridades para 2019

 

ramo trabalho 05 11 2018O projeto sustentabilidade do Ramo Trabalho, aprovado pela Diretoria da OCB, em abril, será o grande norte das ações previstas para 2019. Esse é o resultado da reunião do Conselho Consultivo do Ramo Trabalho, ocorrida na última terça-feira (30/10), em Brasília, que também tratou da recondução de Margaret Cunha ao cargo de coordenadora das atividades do colegiado.

 

Competitividade - Uma das ideias para ampliar a competitividade das cooperativas de trabalho deverá ser implantada por meio da melhoria das práticas de governança e da realização de ações institucionais estratégicas voltadas à conformidade legal como forma de fortalecer o modelo cooperativista de trabalho. Assim, com maior segurança jurídica, espera-se que as cooperativas acessem o mercado em que atuam com maior tranquilidade, por meio do acompanhamento e estímulo do cumprimento integral dos dispositivos da Lei nº 12.690/12.

 

Manual - Em 2019, também está prevista a divulgação do Manual Contábil e Tributário. O material servirá de ferramenta de trabalho para todas as cooperativas de prestação de serviços e que são reguladas pela referida lei. (Informe OCB)

 

RAMO EDUCACIONAL: Plano de Trabalho de 2019 é concluído

 

ramo educacional 05 11 2018O ano de 2019 promete ser cheio de atividades para o Ramo Educacional. Dentre as principais demandas elencadas no dia 29 de outubro, durante a reunião do Conselho Consultivo, estão, por exemplo, a realização de um fórum que discutirá temas ligados à gestão do negócio. A pauta do evento, que deve ocorrer em julho do próximo ano, será definida em breve pelas cooperativas, em conjunto com o Sistema OCB. As informações são de Ricardo Lermen, reconduzido ao cargo de coordenador do Conselho Consultivo do Ramo Educacional.

 

Consultoria - Além do Seminário Nacional das Cooperativas Educacionais, o ramo deverá contratar, por meio da Organização das Cooperativas Brasileiras, uma consultoria para indicar qual ou quais os melhores arranjos de parceria público-privada podem ser firmados no setor da educação. Segundo Ricardo Lermen, atualmente, existe apenas uma única cooperativa no país com o modelo. “Nós temos a certeza de que podemos ampliar a atuação das cooperativas educacionais com esse modelo de PPP”, argumenta.

 

Aposentadoria - As cooperativas educacionais também planejam articular um projeto de lei que prevê a igualdade de direitos entre os professores cooperados ou contratados com os profissionais da rede pública de ensino. Atualmente, quem trabalha em escolas públicas podem se aposentar com 25 anos de trabalho enquanto que, para os professores das cooperativas valem as atuais regras da Previdência Social.

 

Intercooperação - Também faz parte do escopo do Plano de Trabalho do Ramo Educacional, ações de intercooperação com outros ramos e o Crédito é o primeiro da lista. “Uma das grandes demandas das cooperativas educacionais são linhas de financiamento específicas. Por isso, nossa intenção é mostrar que vale a pena reconhecer as cooperativas educacionais como potenciais clientes”, conclui o coordenador. (Informe OCB)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Programa A União Faz a Vida apresenta projetos desenvolvidos no ano

 

O Programa A União Faz a Vida, desenvolvido pelo Sicredi há mais de 20 anos, está entre os maiores programas privados ligados à educação em nível nacional e destinado a promover a educação cooperativa. Está alicerçado em uma rede de compromisso: gestores, parceiros, assessores pedagógicos e apoiadores que se empenham por um mesmo objetivo e caminham na mesma direção.

 

Cooperativa - Na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, o projeto existe desde 2011 e atualmente está implantado em 16 municípios da área de atuação da cooperativa. Ao final de cada ano, acontecem os eventos de encerramento para mostrar à comunidade os projetos desenvolvidos pelos alunos durante o ano. No dia 31 de outubro, foi a vez do município de Palotina apresentar as iniciativas em um evento, que contou com a presença de aproximadamente 1000 pessoas, entre alunos, pais, educadores e assessores pedagógicos, bem como lideranças e demais envolvidos.

 

Desafio - A tarefa de formar um cidadão é um grande desafio. De acordo com Cláudia Bonatti, Gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, o Programa propõe um novo jeito de ensinar, de forma que o aluno passe a ser o protagonista e não um mero receptador de informação. “O Sicredi desenvolveu esta iniciativa porque acredita em uma forma de aprender e ensinar que fortalece valores de cooperação e cidadania e proporciona a formação de pessoas com interesse social e desenvolvimento coletivo.”, explica.

 

Formação continuada - Para isso, o Programa A União Faz a Vida também promove a formação continuada dos educadores, através de encontros orientados pelas assessorias pedagógicas e intensificadas, no universo educacional do município, com as práticas de cooperação e cidadania. A proposta está alicerçada em uma rede de compromisso atuante, formada pelo Sicredi, prefeituras, assessoria pedagógica e apoiadores e pela comunidade.

 

Palotina - Em Palotina, o Programa está implantado em três CMEI’s – Centros Municipais de Educação Infantil e em seis escolas municipais. Ao todo, são 26 educadores envolvidos e 541 alunos que desenvolveram ao longo do ano 25 projetos totalmente pautados em exemplos e práticas cooperativas.

 

Resultados positivos - Entre os resultados positivos, estão o melhor desempenho escolar dos alunos - aumento médio de 30% no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nas cidades que receberam o programa - e o maior engajamento dos pais, que passam a demonstrar mais interesse pelas experiências escolares dos filhos.  Para Aline Glaeser Sangalli Marques, mãe do aluno Murilo do CMEI Arco Iris, é muito perceptível a evolução e desenvolvimento que o seu filho apresentou desde que começou a fazer parte do Programa. “Para nós é uma alegria muito grande poder participar do seu crescimento e aprendizado de nosso filho e só temos a agradecer por esta iniciativa”, relata Aline. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

{vsig}2018/noticias/11/05/sicredi_uniao/{/vsig}

SICOOB CREDICAPITAL: Alterações no Estatuto Social são aprovadas em AGE

 

sicoob credicapital 05 11 2018Trinta delegados do Sicoob Credicapital se reuniram na Associação Comercial e Industrial de Cascavel (Acic) para uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE), no dia 26 de outubro. Presidida pelo presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Guido Bresolin Júnior, a reunião teve como pauta as alterações no Estatuto Social da cooperativa, criado há cerca de 18 anos.

 

Finalidade - A principal finalidade da reforma estatutária é fazer com que a cooperativa de crédito se integre ainda mais rapidamente às novidades que darão mais dinâmica e assertividade à sua atuação. “O Sicoob Credicapital ganha muito com a modernização do seu estatuto, atendendo assim às expectativas dos cooperados e também das comunidades nas quais a cooperativa está inserida”, observa o presidente do Conselho.

 

Reunião - Antes da Assembleia, foi realizada uma reunião com os delegados que permitiu detalhar pontos que seriam alterados e todas as dúvidas foram detalhadamente sanadas. “Com isso, conseguimos realizar a AGE em tempo recorde”, afirma Guido.

 

Apresentação - A AGE abriu espaço também para a apresentação do tema política de sucessão, outro capítulo em evidência nas principais empresas, cooperativas e conglomerados nacionais. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB NORTE DO PR: Cenários político e econômico do país são discutidos em encontro de conselheiros

 

sicoob norte pr 05 11 2018O Sicoob Norte do Paraná promoveu o VI Encontro Regional do Conselho de Orientação Estratégica (COE), no último dia 17 de outubro, no Buffet Planalto, em Londrina (PR). O evento, que reuniu cerca de 250 pessoas, é uma oportunidade de integração entre conselheiros, diretores e delegados da cooperativa.

 

Discussão - Na ocasião, os presentes discutiram como os cenários econômicos e políticos interno e externo balizam as operações da cooperativa. Para discutir o assunto e falar um pouco sobre a economia do Brasil e a importância da atuação das cooperativas no mercado, o convidado foi o jornalista Carlos Alberto Sardenberg.

 

Desafios - Em sua fala, Sardenberg tratou também sobre o cenário político atual, sobre os candidatos e suas propostas, o impacto das eleições sobre os números do próximo ano e os principais desafios do próximo presidente.

 

Definição - “Agora, com a eleição definida, poderemos nos balizar pelas afirmações do palestrante e conduzir nossa cooperativa num rumo sustentável e de crescimento”, explica o vice-presidente do Conselho de Administração do Sicoob Norte do Paraná, Roberto Cremonez.

 

Reconhecimento - O dirigente destaca ainda que um dos pontos altos do evento é quando os participantes são reconhecidos por sua contribuição para a trajetória da cooperativa. Por isso, após a palestra, os atuais e ex-conselheiros fiscais e administrativos foram homenageados. Houve também uma apresentação do coral da cooperativa e, por fim, foi servido um jantar que contou com um show do Grupo Chorus. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa apoia feira tecnológica de Campo Mourão

 

sicoob metropolitano 05 11 2018Entre os dias 17 e 19 de outubro, o Sicoob Metropolitano marcou presença na 2ª edição da Empreende Week, realizada no parque de exposições de Campo Mourão (PR). O evento integrou feiras de ciências das escolas municipais e as mostras tecnológicas e de profissões organizadas pelas instituições de ensino superior do município, além de competições de tecnologia.

 

Parcerias - Além do Sicoob Metropolitano foram parceiros do evento o Sebrae-PR, a Prefeitura de Campo Mourão, o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Maringá (Sindimetal) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

 

Novas tecnologias e soluções - O Empreende Week tinha como objetivo incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções para problemas do dia a dia. Além disso, a intenção era estimular estudantes universitários a propor projetos e repensar a cidade, de modo a fomentar o empreendedorismo, inovação e a pesquisa interdisciplinar, buscando soluções para o Meio Ambiente, Urbanismo e Sociedade.

 

Potencial - Segundo o gerente de PA, Juliano Bergamaschi, apoiar iniciativas como essa é acreditar no potencial da cidade e nas pessoas que buscam conhecimento. “A ação permitiu que os jovens possam de fato transformar o futuro, por meio da tecnologia e inovação. Além disso, cumprimos com o 7º princípio do cooperativismo: o interesse pela comunidade”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COCAMAR: Cooperativa e Unicuritiba promovem curso para formação de gestores

Com a tradição de investir na formação de seus gestores, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial está promovendo, em parceria com o Unicuritiba, um curso para avançar ainda mais nesse objetivo.

Parceria - Aos 55 anos, a Cocamar faz história e se projeta entre as maiores cooperativas do país. E, com a política de formar os seus executivos, sabe que é preciso investir constantemente no desenvolvimento desse capital humano. Indicado pelo Serviço Social de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), o Unicuritiba faz parte de um seleto grupo de instituições brasileiras aptas a executar esse tipo de programa. Fundado em 1950, conta com estrutura própria direcionada ao atendimento das necessidades das empresas e dos profissionais que almejam essa qualificação.

Desafio - “Na constante busca pelo crescimento, temos também o desafio de investir na formação de nossos profissionais”, declara o vice-presidente da cooperativa, José Cícero Aderaldo. Ele e o presidente Divanir Higino são prova disso. Ambos construíram suas carreiras na organização, começando praticamente do zero, assim como aconteceu também com os superintendentes e o quadro gerencial.

Conduzir as mudanças- “Nós precisamos olhar para a frente, e olhar para a frente num mundo que é dinâmico, volátil, em que está havendo mudanças cada vez mais aceleradas”, assinala o coordenador do curso, Wagner Weber. Ao lado do pró-reitor e diretor de Educação Executiva do Unicuritiba, André Resende, Weber explica ser preciso formar pessoas para conduzir as mudanças. “Não podemos nos adaptar às mudanças, aqueles que vão liderar têm que conduzi-las e precisam estar à frente delas”.

Sucessão - Resende se recordou das palavras do vice-presidente, no evento de abertura do curso, na qual ele disse ser necessário aperfeiçoar talentos que possam servir na sucessão de todos os cargos da empresa. “Estar fazendo parte da história da Cocamar, no aprimoramento de seus profissionais, é suficiente para saber que estamos no caminho certo”, afirma Resende, complementando: “não queremos oferecer apenas mais um curso e, sim, um programa que foi construído a muitas mãos para atender necessidades específicas”. Segundo ele, o perfil do

Unicuritiba é de excelência: “nossa qualidade é percebida em todos os níveis de ensino”.

Customizado - Denominado Avance Executivo Programa in Cooperativismo (AEPC), o curso foi estruturado de maneira customizada para, segundo o programa, “praticar uma liderança inspiradora, aplicar as melhores práticas de gestão, visualizar a empresa sob nova perspectiva, assumir um foco em controle gerencial e desenhar uma nova estrutura da empresa”.

Estrutura - As aulas são presenciais, ministradas em Maringá, com total de 220 horas, por mestres e doutores “de elevada competência científica, experiência empresarial, capacidade de comunicação e eficácia pedagógica”, de acordo com o programa. O curso compreende quatro eixos: liderança e comportamento, gestão corporativa, práticas de gestão e estratégia e criação de valor, incluindo o módulo internacional a ser realizado na BarcelonaTech – Universitat Politècnica de Catalunya, na Espanha.

A instituição - A BarcelonaTech oferece 65 cursos de graduação, 83 programas de mestrado e 49 doutoramentos aos seus mais de 30 mil estudantes. Em 2017, figurou entre as 50 melhores universidades do mundo na QS World University Ranking e, desde 2011, é classificada como a primeira universidade europeia em mestrados “Erasmus Mundus”.

Viagem - O módulo internacional do curso prevê duas atividades, em especial: a continuação do módulo de “business simulation”, com a orientação dos professores Samir Bazzi (Unicuritiba) e Marc Bará Iniesta (BarcelonaTech); e a realização de visitas técnicas em ambientes voltados para o cooperativismo, com a expectativa de ampliar ainda mais os horizontes quanto a atuação de cooperativas europeias. As visitas serão acompanhadas por professores da BarcelonaTech e dois professores brasileiros para oferecer suporte às demandas que possam surgir na viagem.

Investimento e retorno - Entre os participantes do curso, o gerente de armazenagem e transporte, Ezequiel Scopel, enfatiza: “É uma iniciativa excelente, que vai nos trazer muito conhecimento para utilizar no dia a dia com as nossas equipes. Um investimento que a Cocamar está fazendo de forma bem assertiva, e que vai retornar de forma significativa”. Para Scopel, o curso vai aprimorar o modelo de gestão e contribuir para mudança da cultura organizacional, com o aprendizado de novas ferramentas e metodologias de trabalho.

Up-grade - Sobre o módulo internacional, Scopel define que “vai trazer um ‘up-grade’ na nossa formação, com a oportunidade de conhecer ferramentas de gestão e negócios para aplicar na Cocamar. São excelentes expectativas e estamos bem animados para avançar nessa oportunidade que a Cocamar está nos proporcionando”. (Imprensa Cocamar)

{vsig}2018/noticias/11/05/cocamar/{/vsig}

PRIMATO: Unidades de Guaraniaçu e Umuarama fazem lançamento da Campanha da Aftosa

 

Com o objetivo de trazer informações e apresentar a segunda parte da campanha da Febre Aftosa, que a Primato Cooperativa Agroindustrial realizou dois eventos, em Guaraniaçu (PR), no dia 25 de outubro, e em Umuarama (PR), no dia 30 de outubro, com cooperados e parceiros comerciais. Os dois encontros também serviram para reforçar a importância da relação da cooperativa junto aos cooperados.

 

Guaraniaçu - O evento realizado na cidade de Guaraniaçu contou com centenas de cooperados, produtores rurais e parceiros comerciais para as instruções sobre a segunda fase da campanha da febre aftosa no Paraná. “Esse encontro foi muito positivo porque esclarecemos aos presentes a fundamental importância de cada um deles em fazer a sua parte contra a febre aftosa”, explicou o coordenador de agropecuária Tharles Freitas que complementou, “além disso, apresentar todos os produtos que vão estar em destaque durante o mês de novembro para que o cooperado possa fazer a sua parte”.

 

Boi no Rolete - Após a palestra foi servido um Boi no Rolete aos convidados. Esse evento teve a parceria da empresa DSM.

 

Umuarama - Em Umuarama, o evento teve a presença de cooperados e pecuaristas de toda região noroeste do Estado. Na ocasião, além da apresentação da segunda fase da campanha da aftosa, foi apresentado o novo encarregado da unidade, Osmar Alves Martins.  “Aos participantes de Umuarama fizemos questão de reafirmar nosso compromisso com a cidade e região, que tem grande potencial na pecuária e desde maio conta com a nossa unidade na cidade”, enalteceu Tharles que conclui, “e também afirmar aos presentes que quando fortalecemos a nossa parceria, todos ganham, afinal, esse é o diferencial da Primato”.

 

Aftosa - Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, a Adapar, no Paraná é adotada a estratégia de vacinação semestral de animais com até 24 meses de idade e vacinação anual de animais com mais de 24 meses. 

 

Maio - Na etapa de maio são vacinados apenas bovinos e búfalos com até 24 meses de idade e por sua vez a etapa de novembro a vacinação é feita em todos os bovinos e búfalos, de qualquer idade. Com esta estratégia, os animais com até 24 meses são vacinados duas vezes ao ano e os acima de 24 meses, apenas uma vez. (Imprensa Primato)

 

{vsig}2018/noticias/11/05/primato/{/vsig}

COPAGRIL: Tem início a 8ª Semana da Política da Qualidade e Segurança do Alimento

 

copagril 05 11 2018Nesta semana, de 05 a 09 de novembro, a Copagril realiza a 8ª edição da Semana da Política da Qualidade e Segurança do Alimento, em sua Unidade Industrial de Aves (UIA), localizada em Marechal Cândido Rondon (PR). O objetivo do evento é reafirmar o compromisso da cooperativa em produzir alimentos seguros, cumprir a legislação e buscar a satisfação dos clientes. 

 

Público-alvo - O evento acontece anualmente e tem como público-alvo os colaboradores do frigorífico. Ao longo da semana, a proposta é realizar atividades que levem e reforcem informações sobre a importância e o papel de cada pessoa no processo de produção de alimentos seguros, envolvendo a preservação do meio ambiente e a melhoria contínua. 

 

Exposição - Na edição deste ano haverá exposição de materiais informativos e jogos online para funcionários, ocasião em que eles terão a oportunidade de testar seus conhecimentos e memorizar pontos importantes da Política da Qualidade da cooperativa.

 

Padrão internacional - A Unidade Industrial de Aves Copagril possui certificação internacional de qualidade dos seus produtos segundo as normas do British Retail Consortium (Consórcio de Varejo Britânico) – BRC Food, o que assegura que a empresa segue regulamentos técnicos e comerciais globais.

 

Comercialização - Os cortes de frango Copagril são comercializados em vários estados brasileiros e exportados para diversos países. Portanto, os colaboradores do abatedouro possuem grande responsabilidade e compromisso com a qualidade dos produtos. (Imprensa Copagril)

 

AGRÁRIA: Colégio Imperatriz comemora 50 anos com toda a comunidade escolar

 

Em um dia repleto de grandes atrações, o Colégio Imperatriz Dona Leopoldina comemorou seus 50 anos de história no último sábado (27/10). Desde cedo, a comunidade escolar recepcionou convidados especiais, como ex-diretores, colaboradores e alunos. A programação começou pela manhã com o Dia da Escola Aberta e se encerrou no final da tarde com show do violinista catarinense Simão Wolf.

 

Capacidade criativa - Há 50 anos, no dia 13 de outubro, a “Associação de Educação Agrícola Entre Rios” era fundada. Hoje, rebatizada para “Associação Educacional Imperatriz Dona Leopoldina”, a instituição deu voz a toda a capacidade criativa de alunos e professores, que desenvolveram ações didáticas e divertidas para comemorar seu meio século de existência.

 

Apresentação - As cerca de cinquenta temáticas foram apresentadas aos visitantes durante toda a manhã, incluindo o resgate histórico de informações, materiais e objetos do colégio. Às 11h ocorreu a homenagem aos ex-diretores no Centro Cultural Mathias Leh. Dos sete profissionais que dirigiram os rumos educacionais do Imperatriz, seis estiveram presentes ou foram representados. 

 

Aprendizado - “Com grande orgulho, fizemos parte e aprendemos muito com esta história. Agradecer a quem contribui com a história das Instituições é característica de sociedades desenvolvidas, pois sabem que o presente e o futuro dependem do legado que veio do passado”, declarou o ex-diretor Adelar Hengemühle, cuja gestão se estendeu de 1989 a 1999. Ele se deslocou do Rio Grande do Sul, onde vive, até Entre Rios para participar do momento.

 

Celebração - Após almoço especial, os presentes apreciaram um momento de celebração com ex-alunos e um show especial do violinista Simão Wolf, com a participação de alunos da Fundação Cultural Suábio-Brasileira. “O Colégio Imperatriz escreveu uma linda história ao longo desses últimos 50 anos. Agradecemos a todos que estiveram presentes nesse lindo momento”, frisou a atual diretora educacional do Imperatriz, Josiane Richter.

 

Ações - Outras ações alusivas à comemoração foram o plantio de uma árvore com uma placa indicando o nome de cada ex-diretor, a plotagem das portas das salas de aula com imagens que simbolizavam temáticas dessa história, e a colagem de uma linha do tempo no corredor central, com os principais acontecimentos do período. 

 

Agradecimento - “O Colégio Imperatriz agradece a todos que prestigiaram a festa de aniversário dos 50 anos e a todos que se envolveram na organização para que tudo fosse possível. Parabéns aos alunos e professores que estudaram essa bela história e a representaram tão bem nos trabalhos feitos e expostos”, finalizou a diretora.

 

O Colégio Imperatriz - Fundado com um objetivo socioeducativo muito peculiar, com ensino bilíngue desde os primórdios, e mantido pela Cooperativa Agrária Agroindustrial, o Colégio Imperatriz está situado no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR). Os seus cerca de 500 estudantes têm acesso ao ensino de qualidade, que inclui o principal diferencial do Imperatriz: o ensino bilíngue em alemão oferecido a partir da Educação Infantil. 

 

Dez melhores - O desempenho dos seus estudantes coloca o Colégio Imperatriz Dona Leopoldina entre as dez melhores escolas (particulares ou públicas) do Paraná. (Imprensa Agrária)

 

{vsig}2018/noticias/11/05/agraria/{/vsig}

UNIMED COSTA OESTE: Ecoando vida promove a integração, qualidade de vida e consciência ambiental

 

Ecoar é, entre muitos sinônimos, repercutir, ressoar, reproduzir, reiterar. Ecoar vida é contribuir com ações que reforçam a importância de viver com qualidade em um ambiente saudável. E para colocar em prática esses objetivos do Projeto Ecoando Vida, da Unimed Costa Oeste, cerca de 70 colaboradores marcaram presença na programação deste ano. No Parque do Povo, em Toledo (PR), eles correram, caminharam, plantaram árvores e se divertiram. Familiares também estiveram presentes e tornaram o evento ainda mais relevante.

 

Corrida - As atividades iniciaram com a corrida de 6km que premiou os três primeiros colocados: no masculino Vinnycius Rodrigo Gomes da Silva (1º), Eduardo Vinicius Molina Santos (2º) e Nelson Emidio da Silva (3º); no feminino Andriele Regina Benetti (1º); Juliana Graciele Reinke Bessegato (2º) e Juliana Alves da Silva (3º). 

 

Plantio - Na sequência, colaboradores e seus convidados percorreram um trajeto ao redor do lago a pé, de bicicleta, skate, patins e motocas. E se encontraram na margem do rio Marreco para plantar dezenas de árvores nativas que irão colaborar com o fortalecimento da mata ciliar e na arborização do Parque. O plantio contou com o apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

 

Sorteio - Brinquedos infláveis, cama elástica e um delicioso lanche completaram a programação que se encerrou em ritmo de confraternização. Além dos primeiros colocados da corrida – que ganharam um par de tênis de corrida -, outros colaboradores foram sorteados e ganharam brindes exclusivos da Unimed e o prêmio especial: uma bicicleta sorteada para a colaboradora Andriele Benetti. 

 

Objetivos alcançados - “Os objetivos do projeto foram alcançados com sucesso, pois contamos com a presença de muitos colaboradores que reforçaram a sua consciência ambiental e participaram de uma programação que promoveu a integração”, avaliou o diretor superintendente Sérgio Akiyoshi. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

 

{vsig}2018/noticias/11/05/unimed_costa_oeste/{/vsig}

CAFÉ QUALIDADE: Conhecidos os vencedores do concurso no Paraná

 

cafe qualidade 05 11 2018Os cafeicultores José Eduardo Correa Ferraz, de Ribeirão Claro, e Valdeir Luiz de Souza, de Ivaiporã, venceram a 16ª edição do Prêmio Café Qualidade Paraná, concorrendo com grãos preparados no processo natural e cereja descascado. Nas mesmas categorias, mas disputando com microlotes, venceram os produtores Márcio Rosa Fávaro, de Pinhalão, e Valdir Constantino, de São Jerônimo da Serra. Os finalistas foram anunciados na quarta-feira passada (31/10), em solenidade realizada no município de Pinhalão, no Norte Pioneiro do Paraná. Cada um deles tem garantida a compra do lote por R$ 1.000 a saca, pelos patrocinadores do concurso

 

Concurso Nacional - Os finalistas representarão o Paraná no Concurso Nacional de Qualidade do Café, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). Os produtores que chegaram de segundo a quinto lugar também têm garantia de compra, respectivamente por R$ 850, R$ 800, R$ 750 e R$ 700 a saca.

 

TV e equipamento eletrônico - Ainda como prêmio, os finalistas até a terceira colocação receberam TVs e equipamentos eletrônicos oferecidos pela empresa Agropecuária Rodrigues.

 

Realização e disputa - O Prêmio Café Qualidade Paraná é uma realização da Câmara Setorial do Café do Paraná, Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Instituto Emater, Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina e Prefeitura de Pinhalão. O concurso tem o patrocínio da Sicredi, Faep/Senar, Bratac, Ocepar, Sebrae, Cooperativa Integrada, BRDE e, ainda, o apoio da Cocari, Cocamar, Copacol, Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) e Sociedade Rural do Paraná (SRP).

 

Regiões - O Prêmio Café Qualidade Paraná 2018 envolveu as regiões de Apucarana, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Ivaiporã, Londrina, Maringá, Santo Antônio da Platina e Toledo. Para chegar à final, os vencedores superaram 320 competidores, que iniciaram o certame em seletivas nas várias zonas produtoras do Paraná.

 

Categorias - A competição se dá em duas categorias, conforme o processo de finalização da colheita – cereja descascado e natural. No primeiro método, a polpa do grão maduro é retirada para diminuir o tempo de exposição ao sol no terreiro, enquanto no segundo o grão vai inteiro para a secagem. Cada zona produtora promove um concurso regional e seleciona o melhor lote de cada categoria para competir na fase estadual.

 

Lotes - Para participar, o cafeicultor inscreve lotes de seis a oito sacas de 60 quilos. Pequenos produtores familiares podem concorrer com os chamados “microlotes”, de duas ou três sacas.

Os lotes classificados nas fases regionais seguiram para a disputa de âmbito estadual. Aroma, doçura, acidez, corpo, sabor, gosto remanescente e balanço da bebida são os quesitos avaliados, conforme metodologia SCAA (Associação Americana de Cafés Especiais) em busca dos melhores cafés do Paraná em cada categoria.

 

Prova - A prova de xícara dos lotes que chegaram à final foi realizada no Centro de Qualidade do Café do Iapar, por degustadores de empresas e cooperativas.

 

Produção - A cafeicultura ocupa cerca de 41 mil hectares no Paraná. A maior parte das lavouras paranaenses tem em média 10 hectares e é conduzida por pequenos produtores familiares.

 

Falta de chuvas - A produção deste ano deve situar-se pouco abaixo de um milhão de sacas beneficiadas, projeção que já considera uma pequena redução provocada pela falta de chuvas em abril. “A falta de água no solo acelerou o ciclo vegetativo das plantas, diminuiu ligeiramente a produção e afetou o peso dos grãos”, diz o economista Paulo Sérgio Franzini, do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento.

 

Colheita - Ainda segundo Franzini, a segunda estiagem deste inverno, nos meses de junho e julho, beneficiou os trabalhos de colheita, que se encerraram com praticamente um mês de antecedência em relação aos anos anteriores.

 

Coincidência - Houve ainda uma ótima coincidência para os produtores – foi nessa época que chegaram à maturação os frutos resultantes da maior florada do ciclo, ocorrida em outubro de 2017. “No conjunto, tivemos uma safra de boa qualidade, mas com um volume menor de cafés com alto padrão de bebida”, acrescenta.

 

Classificação - Confira a classificação completa do concurso:

Natural

1º José Eduardo Correa Ferraz - Ribeirão Claro

2º Evilásio Shigueaki Mori - Cambira

3º Edson Lopes - Mandaguari

4º Flávia Jacob Saldanha Rodrigues - Jacarezinho

5º José Roberto Rocco - Mandaguari

Natural (microlote)

1º Márcio Rosa Fávaro - Ivaiporã

2º Bruna da Silva Souza Rosa - Tomazina

3º Gilberto Silva Bengose - Mandaguari

4º Marcelo Galdino dos Santos - Cambira

5º Lisiane Aparecida Veiga do Prado Ravar - Ivaiporã

Cereja descascado

1º Valdeir Luiz de Souza - Pinhalão

2º Guilherme Henrique Fiorucci - Cambira

3º Luiz Roberto Saldanha Rodrigues - Jacarezinho

4º Claudemir Alves de Souza - Pinhalão

5º Samuel Bartolomeu Fiorucci - Cambira

Cereja descascado (microlote)

1º Valdir Constantino - São Jerônimo da Serra

2º Juarez Colatino Barros - São Jerônimo da Serra

3º Maristela Fátima Silva Souza - Tomazina

4º Leandro Cesar Soares - São Jerônimo da Serra

5º Sandra Aparecida de Freitas Godói - Tomazina

Mais informações - Mais informações com Paulo Sérgio Franzini (43 3422-7822) e no escritório da Emater-PR de Cornélio Procópio (43 3524-2535, com Cilésio Demuner). (Assessoria de Imprensa do Iapar)

 

SOJA: Paraná tem primeiro foco de ferrugem asiática em área comercial nesta safra

 

soja 05 11 2018A cooperativa Copagril, membro do Consórcio Antiferrugem, acaba de registrar o primeiro foco de ferrugem asiática da soja, em área comercial, na safra 2018/2019, em Porto Mendes (PR). A identificação foi feita pelo Centro de Pesquisa Agrícola da cooperativa Copacol, de Cafelândia (PR).

 

Antecipação - De acordo com o agrônomo da Copacol, Tiago Madalasso, houve uma antecipação de aproximadamente 15 dias da ocorrência da doença na região noroeste do Paraná. “Esta antecipação ocorreu porque 50% da semeadura na região também foi aproximadamente 15 dias mais adiantada”, explica. “Historicamente na região, os cultivos de soja ocorrem no final de setembro e, nesta safra, houve uma antecipação para o começo do mês, logo após o final do vazio em 10 de setembro”, diz.

 

Ambiente favorável - Além disso, Madalosso destaca o ambiente o favorável para o avanço da doença, com favorecimento de molhamento foliar e também temperatura entre 20 e 25ºC. A orientação da pesquisadora da Embrapa Soja, Cláudia Godoy, é para que os produtores da região noroeste do Paraná não descuidem do controle da doença, uma vez que as condições estão favoráveis para o desenvolvimento da ferrugem. 

 

Soja voluntária - Além desse foco em área comercial, o site do Consórcio <www.consorcioantiferruge.net> tem mostrando a presença de soja voluntária com ferrugem em várias regiões produtoras, indicando a presença do fungo. “As chuvas frequentes que favorecem a doença, muitas vezes, impedem a aplicação de fungicidas”, explica a pesquisadora da Embrapa. “E é importante manter a lavoura protegida, uma vez que a eficiência curativa dos fungicidas atualmente disponíveis é baixa”, alerta. 

 

Orientação - Cláudia Godoy orienta os produtores a consultarem os resultados de eficiência dos fungicidas para o controle da ferrugem e utilizar os multissítios para aumentar a eficiência de controle. Consulte a publicação: Eficiência de fungicidas para o controle da ferrugem-asiática da soja, Phakopsora pachyrhizi, na safra 2017/2018: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos. “Os produtores e técnicos que encontrarem ferrugem nas lavouras podem auxiliar a divulgar a informação, levando as folhas para as cooperativas e outros membros Consórcio Antiferrugem para atualizar o site do Consórcio”, diz. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Balança comercial tem maior superávit da série histórica para outubro

 

comercio exterior I 05 11 2018As exportações superaram as importações em US$ 6,121 bilhões em outubro, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Esse é o melhor superávit para o mês desde o início da série histórica, em 1989. O resultado é 17,9% superior ao registrado em outubro do ano passado (US$ 5,193 bilhões).

 

Alta - No mês passado, as exportações somaram US$ 22,226 bilhões, alta de 12,4% em relação a outubro do ano passado pelo critério da média diária. As importações totalizaram US$ 16,105 bilhões, também com crescimento de 12,4% pela média diária.

 

Acumulado do ano - Apesar do recorde em outubro, o superávit da balança comercial continua a cair no acumulado do ano. Nos dez primeiros meses de 2018, o país exportou US$ 47,721 bilhões a mais do que importou, recuo de 18,4% na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 58,451 bilhões).

 

Recuperação das importações - A diminuição do saldo comercial deve-se principalmente à recuperação das importações, que aumentaram 20,6% em relação aos dez primeiros meses de 2017 pelo critério da média diária, contra expansão de 8% das exportações pelo mesmo critério. Por causa da recuperação da produção e do consumo, as importações recuperaram-se em relação aos últimos anos.

 

Produtos básicos - No mês passado, o crescimento das exportações foi puxado pelos produtos básicos, cujas vendas subiram 26% em relação a outubro de 2017. As exportações de semimanufaturados aumentaram 3%; e as vendas de produtos manufaturados, 5,5%. A alta das importações foi impulsionada pela compra de combustíveis e lubrificantes, que cresceram 24,2%; de bens intermediários (11,2%); de bens de capital, máquinas e equipamentos usados na produção, com alta de 11,1%, e de bens de consumo (7,8%).

 

Saldo positivo - No ano passado, a balança comercial teve saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado da série histórica. O MDIC mantém a estimativa de que o superávit fechará 2018 em torno de US$ 50 bilhões.

 

Mercado financeiro - O mercado financeiro tem projeções mais otimistas. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, a balança comercial encerrará o ano com superávit de US$ 56 bilhões. 

 

Em linha - O resultado está em linha com as estimativas oficiais do Banco Central (BC). No último Relatório de Inflação, divulgado em setembro, o BC prevê superávit de US$ 55,3 bilhões, com exportações de US$ 231 bilhões e importações de US$ 175,7 bilhões. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Ministros vão à China em busca de negócios

 

comercio exterior II 05 11 2018O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Jorge, iniciou neste domingo (04/11) uma missão na China com o objetivo de aumentar e diversificar as exportações brasileiras com o país asiático, que é o maior parceiro comercial do Brasil. De janeiro a setembro deste ano, o Brasil vendeu para a China um total de US$ 47,2 bilhões em produtos, principalmente soja, petróleo e minério de ferro. Esse volume comercializado representa 26,3% do total das exportações brasileiras para o exterior.

 

Visita - Entre as principais agendas de trabalho de Marcos Jorge no país, está uma visita ao ministro chinês da Indústria e Tecnologia da Informação, Miao Wei, e uma visita à Feira Internacional de Importação da China, em Xangai. Também participam da viagem os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e da Agricultura, Blairo Maggi, além de representantes da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

 

Encontro - Ainda neste domingo, os ministros tinham encontro agendado, em Xangai, com a delegação de 120 representantes de 72 empresas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). À noite, está previsto um jantar oferecido pelo presidente chinês, Xi Jinping.

 

Feira internacional - Nesta segunda-feira (05/10), o Brasil inaugura o pavilhão na 1ª edição da Feira Internacional de Importação e Exportação da China, cujo objetivo é promover as exportações de produtos estrangeiros ao país asiático. Coordenada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), a delegação brasileira é composta por cerca de 90 empresas do setor de alimentos e agrícola, equipamentos médicos e de saúde, comércio de serviços (software, engenharia e serviços esportivos) e de bens de consumo (moda e vestuário).

 

Maior comprador - Maior comprador de produtos brasileiros, a China também é o segundo maior mercado consumidor e importador entre todos os países do mundo. No total, mais de 3 mil expositores de mais de 130 países apresentarão seus produtos em uma área de exibição de 240 mil metros quadrados entre os próximos dias 5 e 10.

 

Expectativa de público - São esperadas mais de 2,8 mil empresas de 140 países, que reúnem cerca de 150 mil compradores durante o evento em busca de bens e serviços estrangeiros. Em nível governamental, 82 países e três organismos internacionais promoverão exposições institucionais e está confirmada a presença de chefes de estado, de governo, de ministros e de vice-ministros, cujo número supera 200 integrantes, segundo o MDIC.

 

Oportunidades - Essa é uma das poucas feiras do planeta em que o foco é a importação. As empresas estarão na disputa por uma fatia dos US$ 10 trilhões que os chineses estão dispostos a gastar, nos próximos cinco anos, na compra de produtos industriais e agropecuários. Integram a delegação brasileira empresas de economia criativa, setor no qual o Brasil já é reconhecido em especial pelo design, pela criatividade e pela inovação. Também serão destaque os setores de editoração, games, música e futebol.

 

Criativo - “O Brasil é um país criativo, diverso e sustentável, com empresas e marcas de destaque mundial que oferecem produtos e soluções tecnológicas de vanguarda para os desafios globais da nossa sociedade”, afirmou o presidente da Apex-Brasil, Roberto Jaguaribe, ex-embaixador brasileiro na China. Ele disse ter certeza que o público que for à feira vai se encantar com o que o Brasil tem para mostrar.

 

Posicionamento - O Brasil pode aproveitar a feira para se posicionar melhor no mercado chinês, disse a ministra conselheira para assuntos econômicos e comerciais da Embaixada da China, Xia Xiaoling. “A China tem 1,3 bilhão de consumidores e esse é um mercado enorme que o Brasil não pode perder”, acrescentou.

 

Commodities - As commodities respondem por grande parte das exportações do Brasil para a China, mas a diplomata lembra que o Brasil não tem apenas commodities e que a China está disposta a comprar vários outros produtos como aviões executivos, vinhos brasileiros, cachaça, produtos derivados de leite, artigos de moda como sandálias e vestuário, biocombustíveis, veículos flex, entre outros. (Valor Econômico)

 

Foto: Pixabay

 

INTERNACIONAL I: Transição no país emperra avanço de articulação entre Europa e Mercosul

 

internacional 05 11 2018A transição do poder no Brasil, ainda sem coordenação entre o governo que está entrando e o que está saindo, pesa sobre uma nova tentativa de conclusão do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE).

 

Convite - O Valor apurou que a UE convidou os países do Mercosul para uma reunião técnica no dia 12, depois de ter examinado um novo pacote de propostas que a Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai apresentaram em vista da fase final da negociação.

 

Confiante - Nesse contexto, o ministro de Produção da Argentina, Dante Sica, em recente passagem pela Europa, declarou-se confiante de que os dois blocos poderiam alcançar enfim o acordo à margem da cúpula do G-20 no fim do mês em Buenos Aires.

 

Resposta - No entanto, o Mercosul não respondeu ainda ao convite para a reunião na capital belga, diante da delicada situação em Brasília.

 

Decisões políticas - É que a negociação UE-Mercosul chegou a um ponto em que várias demandas da UE dependem mais de decisões políticas do que técnicas. Envolvem concessões em áreas como transporte marítimo, indicações geográficas, propriedade intelectual, regras de origem para máquinas e equipamentos.

 

Questão - A questão é: quem vai tomar essas decisões agora pelo lado brasileiro? O governo Temer não pode mais fazer concessões, e especialmente as sensíveis, sem ter o compromisso de que Jair Bolsonaro ratificará depois o que for acertado. "O que os brasileiros vão fazer lá (em Bruxelas), sem saber a posição de quem vai mandar agora?", indaga uma fonte. A prudência se explica também por declarações desencontradas de assessores de Bolsonaro sobre diferentes temas.

 

Dificuldade - Negociadores do Mercosul estão conscientes sobre a dificuldade para a equipe negociadora brasileira. Existe expectativa sobre o que Bolsonaro vai falar a Temer na reunião de quarta-feira, em Brasília, e se começam a harmonizar o discurso externo.

 

UE - A dificuldade persiste também do lado da UE. Mesmo se a Comissão Europeia, o braço executivo do bloco, vem sinalizando disposição de tentar conseguir fechar o acordo, a verdade é que continua a enfrentar resistência de vários países membros, como a Irlanda e mesmo a França.

 

Oferta agrícola - A avaliação em setores que acompanham as negociações é de que a UE não tem margem de manobra para melhorar a oferta agrícola, que é essencial para o Mercosul. Mesmo se o Mercosul aceitar a modesta cota de 99 mil toneladas de carne bovina, com tarifa menor, resta o problema do acesso para o açúcar brasileiro, por exemplo.

 

Cota - Os europeus oferecem cota de 100 mil toneladas de importação de açúcar para o Mercosul. No entanto, essa cota vem com alíquota de € 98 por tonelada, o que praticamente inviabiliza a exportação do Mercosul. Significa que o valor da oferta é zero. E seja qual for o governo, de Temer ou Bolsonaro, não vai conseguir vender o acordo ao setor no Brasil.

 

Entendimento - No entendimento do Mercosul, o problema para fechar as barganhas não está mais no setor automotivo nem no tamanho da cota para carros europeus. Isso está mais ou menos definido. (Valor Econômico)

 

Foto: Reprodução Facebook

 

FOCUS: Mercado reduz de 4,43% para 4,40% estimativa de inflação para este ano

focus 05 11 2018A estimativa de instituições financeiras para a inflação neste ano caiu pela segunda vez seguida. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), divulgada nesta segunda-feira (05/11), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 4,40%. Na semana passada, a projeção estava em 4,43%.

2019 - Para 2019, a projeção da inflação permanece em 4,22%. Também não houve alteração na estimativa para 2020: 4%. Para 2021, passou de 3,95% para 3,97%.

Meta - A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

2020 - Já para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

Taxa básica de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

Projeção - De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. Para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021.

Demanda aquecida - Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

Alterações suficientes - A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Crescimento econômico - As instituições financeiras mantiveram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 1,36%, em 2018, e em 2,50% nos próximos três anos.

Câmbio - A expectativa para a cotação do dólar passou de R$ 3,71 para R$ 3,70 no fim deste ano, e permanece em R$ 3,80 para o término de 2019. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Brasil gasta 3,8% do PIB em saúde pública

economia 05 11 2018Os gastos públicos com saúde no Brasil equivaleram a 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2015. O país está na 64ª posição em gastos com saúde, no ranking com 183 países, “ligeiramente superior” à média da América Latina e Caribe, que gasta 3,6% do PIB, e abaixo dos países desenvolvidos, que aplicam, em média, 6,5% do PIB em saúde.

Relatório - Os dados do Banco Mundial estão no relatório Aspectos Fiscais da Saúde no Brasil, divulgado no dia 1º de novembro pela Secretaria do Tesouro Nacional.

Patamar mediano - “Constata-se que a despesa pública em saúde no Brasil está em patamar mediano em comparação com a média internacional, mas relativamente inferior ao volume de recursos empregados nos sistemas de saúde universais dos países europeus, como Reino Unido e Suécia, que apresentam boa qualidade”, diz o estudo, chamando atenção, ainda que, mesmo o país tendo um sistema de saúde público universal, o gasto privado em saúde no Brasil é superior ao gasto público, diferente do padrão dos países desenvolvidos.

Despesa e receita - O documento aponta que a relação entre a despesa federal primária com saúde e a receita corrente vem subindo continuamente, passando de 6,7% em 2008 para 8,3% em 2017. No ano passado, o gasto primário da União em saúde totalizou R$ 117,1 bilhões. Em proporção do PIB, esses gastos chegaram a 1,8% no ano passado.

Aumento - Nos últimos dez anos, o aumento real acumulado, acima da inflação, de 31,9% de gastos em saúde também não foi suficiente para colocar o Brasil no patamar dos países desenvolvidos. De acordo com o relatório, o aumento dos custos dos serviços de saúde acima da inflação e o envelhecimento da população pressionam o aumento nos gastos com saúde.

Teto dos gastos - O relatório apresenta ainda projeção para a despesa federal com saúde no Brasil em dois cenários de médio prazo. No cenário base, as estimativas indicam crescimento real de 25,9% (cerca de 2,6% ao ano) na demanda por despesas primárias nos próximos dez anos. Já no cenário de expansão, que leva em conta a ampliação da cobertura de alguns serviços, esse crescimento seria de 37% em dez anos, ou cerca de 3,6% ao ano.

Superior - Como consequência, nesses cenários a despesa também seria bastante superior à aplicação mínima de recursos em saúde, conforme regra estabelecida pela Emenda Constitucional nº 95/2016, o teto dos gastos. “A dinâmica futura das despesas em saúde torna-se ainda mais desafiadora em um contexto de limitação do crescimento dos gastos públicos e de ajuste fiscal”, diz o estudo.

Expectativa - De acordo com o Tesouro, considerando o cenário base para dez anos, sem investimentos em novos serviços, a projeção é que a despesa da União em proporção do PIB mantenha-se estável no período, patamar ainda abaixo dos países desenvolvidos.

Condicionante - O relatório do Tesouro destaca, entretanto, que o aumento nos gastos em saúde nos próximos anos está condicionado à regra do teto dos gastos federais, ou seja, “aumentos reais são possíveis desde que haja redução em despesas de outros ministérios.” A emenda determina que, a cada ano, seja aplicada em ações e serviços públicos de saúde 15% da receita da União em 2017 mais o adicional da inflação do ano anterior.

Determinantes das despesas - De acordo com o órgão, os países desenvolvidos aplicam, proporcionalmente, mais recursos em saúde, embora também atendam uma população com estrutura etária mais envelhecida relativamente ao caso brasileiro. Em 2015, a porcentagem de pessoas idosas (acima de 65 anos) nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) era de 16,2%, enquanto no Brasil era de 8,0%. Já em 2027, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projeta que os idosos corresponderão a 12,3% da população brasileira.

Envelhecimento da população - Dessa forma, o processo de envelhecimento da população brasileira tende a aumentar as despesas futuras em saúde. Em 2017, cerca de 50% de tais despesas foram destinadas a pacientes acima de 50 anos, que correspondem a apenas 22% da população.

Custos - Além da pressão do envelhecimento da população, de acordo com o estudo do Tesouro, no setor de saúde há uma forte pressão de aumento das despesas em decorrência da tendência de crescimento dos custos dos serviços em velocidade superior ao índice de inflação médio da economia, especialmente na área de média e alta complexidade.

Renúncia fiscal - O relatório do Tesouro Nacional trouxe ainda dados sobre os gastos tributários em saúde. A Receita Federal estima que em 2018 os benefícios tributários atingirão R$ 39 bilhões, montante equivalente a aproximadamente um terço das despesas em ações e serviços de saúde pública. Os destaques são para as deduções de despesas no imposto de renda (IR) para pessoas físicas (R$ 13,1 bilhões) e jurídicas (R$ 5,3 bilhões).

Benefício tributário - O Tesouro destaca que o benefício tributário de pessoa física é altamente regressivo e beneficia os contribuintes com maior nível de renda. Em 2016, a renúncia fiscal na área de saúde atingiu R$ 34,1 bilhões. As despesas médicas deduzidas alcançaram cerca de R$ 70 bilhões, metade delas de declarantes de alta renda, com alíquota máxima do IR (27,5%). Como o benefício leva em conta essa alíquota, o valor da renúncia acaba beneficiando os contribuintes mais ricos.

Perdas fiscais - De acordo com o Tesouro, quando se constata que o custo dos serviços privados de saúde supera sistematicamente a inflação, “isso faz com que as perdas fiscais decorrentes desse benefício cresçam em termos reais ano a ano, prejudicando ainda mais o cenário fiscal restritivo que o país atravessa”. (Agência Brasil)

 


Versão para impressão


RODAPE