Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4445 | 30 de Outubro de 2018

REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL I: Lideranças destacam importância de decreto assinado pelo governo do Estado

As entidades do setor agrícola ressaltaram a importância da edição do decreto que cria condições para a regularização ambiental em propriedades rurais no Paraná. Assinado nesta segunda-feira (29/10) pela governadora Cida Borghetti, o decreto atende dispositivos do código florestal brasileiro e regulamenta da lei estadual 18.295/14, que trata da questão ambiental no Estado.

Segurança jurídica- O presidente da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Ágide Meneguette, afirmou que a medida adotada pelo Governo do Estado garante segurança jurídica para o setor produtivo, sobretudo para os pequenos proprietários rurais.

Coragem - Segundo Meneguette, o ato de assinatura do decreto demonstra coragem da governadora Cida Borghetti para resolver uma situação que se arrastava há muitos anos. “A regulamentação desse decreto atende a expectativa de mais de 360 mil agricultores do Paraná, desburocratizando o processo e dando mais tranquilidade para quem trabalha e produz”, disse.

Marco - Para o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a edição do decreto é um marco para o Paraná, vai contribui para desenvolver a economia estadual e ajudar os produtores no cumprimento da legislação prevista no Código Florestal. “O decreto facilita, encaminha adequadamente, deixa claro a documentação necessária e as providências que o produtor deve tomar para se adequar a legislação de uma forma mais simples”, afirmou.

Pequenos- Outra liderança do setor agrícola que destacou a relevância da medida foi o presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), Ademir Mueller. Para ele, os pequenos produtores serão muito beneficiados pela regulamentação. “A partir dessa regulamentação, eles terão tranquilidade para produzir e consolidar suas áreas de preservação”, disse.

Oportunidade - Mueller afirmou que os pequenos agricultores têm agora a oportunidade de regularizar a situação de suas propriedades e acessar novas linhas de crédito para melhorar a produtividade com “a consciência de que é possível produzir mais com o uso da tecnologia, sem precisar degradar e desmatar”.

Diálogo - A governadora Cida Borghetti destacou a parceria e o bom diálogo com o setor produtivo e disse que a missão é assegurar desenvolvimento econômico do Estado aliado com conservação, proteção e preservação ambiental. “Em seis meses de governo tivemos a coragem de colocar este tema na pauta, a determinação em ouvir o setor e elaborar este decreto”, disse ela.

Diálogo permanente - “Essa iniciativa mostra que o diálogo permanente é a maneira mais correta de chegar a um entendimento. As entidades não mediram esforços para nos auxiliar na construção desse decreto, que vai dar mais agilidade no processo de regularização ambiental e contribuir para a recuperação e recomposição florestal em todas as regiões do Paraná”, afirmou a governadora.

Regras - A regulamentação define formas, prazos e procedimentos para a regularização ambiental das propriedades rurais no Paraná. Além disso, estabelece ações a serem desenvolvidas por produtores rurais para adequar seu imóvel à legislação ambiental.

CAR - O decreto também envolve a inclusão da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR), que já conta com 400 mil imóveis rurais cadastrados que somam mais de 16 milhões de hectares, além de Projetos de Recomposição de Áreas Degradadas e de Compensação de Reserva Ambiental. (Agência de Notícias do Paraná)

Clique para conferir na íntegra o Decreto nº 11515

{vsig}2018/noticias/10/30/meio_ambiente/{/vsig}

 

REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL II: Ocepar divulga nota técnica sobre o novo decreto

regularizacao II 30 10 2018A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) publicou uma nota sobre o Decreto 11515/2018, assinado nesta segunda-feira (29/10) pela governadora Cida Borghetti, que regulamenta os procedimentos para regularização ambiental no Estado do Paraná, revogando o Decreto 2711, de novembro de 2015. O documento destaca os principais pontos da nova norma.

Clique aqui para conferir a nota técnica da Getec

 

FÓRUM DE ENERGIA: Cooperativas do Paraná discutem as oportunidades da geração distribuída

Profissionais de cooperativas do Paraná estão participando, nesta terça-feira (30/10), do Fórum de Energia, promovido pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), no Hotel San Juan, em Curitiba. O evento conta ainda com a presença do analista da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Marco Olívio Morato. A programação foi aberta pelo coordenador da Getec, Sílvio Krinski, e pelo superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, que destacou a importância de buscar novas fontes e formas de distribuição de energia, para garantir o crescimento e sustentabilidade dos negócios das cooperativas paranaenses.

Cases – “No evento, estão sendo apresentados os cases e modelos de negócios de cooperativas que atuam com energia solar, com informações práticas sobre essa modalidade de geração de energia renovável, bem como, evidenciando as potencialidades da geração distribuída”, esclarece o analista de Desenvolvimento Técnico, Moisés Knaut. Ainda de acordo com ele, outro assunto em pauta será o planejamento das ações para 2019, “iniciando com as tendências do mercado de energia e evoluindo para trabalhos em grupos para discutir a melhor forma de organizar o setor energético das cooperativas, com a finalidade de atingir os objetivos de assegurar o volume e qualidade de energia, levando em conta a importância da utilização de uma matriz energética verde”, acrescentou.

{vsig}2018/noticias/10/30/forum_energia/{/vsig}

 

APRENDIZAGEM: Sescoop completa 20 anos de atuação

aprendizagem 30 10 2018Medida Provisória nº 1.715/98, que autorizou a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), completou, nesta segunda-feira (29/10), 20 anos de publicação. A entidade é responsável por organizar, administrar e executar em todo o território nacional o ensino de formação profissional, desenvolvimento e promoção social do trabalhador em cooperativa e, também, dos cooperados.

Cooperativas - Atualmente o Brasil conta com mais de 6,8 mil empresas de natureza cooperativista formalmente registradas na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), instituição cuja finalidade é a representação política dos interesses do setor, no âmbito dos Três Poderes. Juntas, essas cooperativas congregam 14,2 milhões de cooperados e geram mais de 398 mil empregos diretos. Esses números mostram o poder transformador do cooperativismo que, além de trabalho, gera emprego e renda a milhares de brasileiros.

Sistema nacional - Vale destacar que o sistema nacional de representação do cooperativismo brasileiro é composto por três entidades: Sescoop, OCB e pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), responsável pela parte sindical que envolve o setor. Essas três instituições formam o Sistema OCB.

Profissionalização - Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, acompanhou todo o desenvolvimento do Sescoop. “Com o Sescoop, a profissionalização das cooperativas veio para ficar. Passamos a ter ferramentas e recursos para investir em informação, educação, organização do quadro social. Também tivemos a oportunidade de revermos nossos processos e métodos, investindo em tecnologia e no desenvolvimento de tudo aquilo que conhecemos a respeito da gestão do negócio cooperativo”, avalia a liderança.

Atuação - O Sescoop, há 20 anos, tem contribuído para a autogestão das cooperativas, garantindo, desta forma, maior competitividade e, principalmente, o atendimento aos interesses dos cooperados, já que o desenvolvimento humano está no centro do trabalho realizado pelo Sescoop. É por isso que a entidade sabe muito bem aonde quer chegar. (Informe OCB)

 

SOMOSCOOP: Entrega do prêmio é nesta terça

somoscoop 30 10 2018Uma noite de festa para celebrar o compromisso das cooperativas com a sociedade brasileira. É que nesta terça-feira (30/10), a partir das 19h, o Brasil conhecerá a classificação das finalistas na 11ª edição do Prêmio SomosCoop – melhores do ano, realizado pelo Sistema OCB. A cerimônia ocorre em Brasília-DF.

Projetos - “Todas as 267 cooperativas que enviaram seus projetos, um total de 437, são vencedoras. Afinal, elas colocam em prática, todos os dias, os princípios cooperativistas que diferenciam o nosso modelo de negócio dos demais. Ao focarem no bem-estar das pessoas, essas cooperativas mostram ao país que é possível gerar trabalho, emprego e renda de forma ética, social e ambientalmente justa e inclusiva”, avalia o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, arrematando: “cooperar vale muito a pena”.

CONHEÇA AS FINALISTAS

Categoria: Comunicação e difusão do cooperativismo

Ailos (SC): Mudança na estratégia de marca do Sistema Ailos

Colégio CEM (SC): Vivenciando a cultura cooperativista na minicidade cooperativista

Coopeafa (PE): Promoção do cooperativismo na agricultura familiar

Categoria: Cooperativa cidadã

Sicoob Carlos Chagas (MG): Projeto Sicoob de olho no futuro

Sicredi Vale do São Francisco (PE): Camerata Sicredi Vale do São Francisco

Unimed Brusque (SC): Programa Viver bem na escola

Categoria: Cooperjovem

Sicoob Creditapiranga SC/RS (SC): Cooperjovem

Sicoob Fluminense (RJ): Cooperjovem

Sicredi União MS/TO (MS): Cooperjovem

Categoria: Desenvolvimento sustentável

Cocamar (PR): Fios sustentáveis e moda consciente

Coonap (PB): Dessalinizador solar de baixo custo

Coopatos (MG): Revitalização do córrego do Limoeiro - Estação ecológica Coopatos e Projeto Recriar

Categoria: Fidelização

Coagru (PR): APP – Coagru “fidelização pela satisfação”

Languiru (RS): Inclusão social e produtiva no campo

Unimed Federação Minas (MG): Programa de relacionamento com o cooperado

Categoria: Inovação e tecnologia

Coopeavi (ES): Condomínio avícola

Sicoob Credigerais (MG): IFISI: Incluindo vidas pela educação criativa.

Unimed Vitória (ES): Inovação nas condutas da atenção integral à saúde prestadas às gestantes

Categoria: Intercooperação

Coopatos (MG): Consórcio cooperativo

Fecoagro (SC): Central de compras Fecoagro

Rede Alternativa (DF): Escritório de gestão e comercialização em rede: desenvolvimento das cooperativas de catadores do Distrito Federal e entorno

Sobre o Prêmio - O Prêmio SomosCoop - Melhores do Ano, está na 11ª edição e tem como objetivo reconhecer e valorizar nacionalmente as iniciativas realizadas pelas cooperativas que melhoram a vida dos seus cooperados e da comunidade onde estão inseridas. A premiação é realizada a cada dois anos. (Informe OCB)

 

EVENTO I: OCB participa da 5ª Cúpula de Cooperativas das Américas

O cooperativismo frente aos desafios globais. Esse foi o tema da quinta edição da Cúpula de Cooperativas das Américas, que terminou na sexta-feira (26/10), em Buenos Aires, na Argentina. O evento é realizado pelo pela Aliança Cooperativa Internacional para as Américas e reuniu mais de 1,5 mil cooperativistas de 26 países, incluindo do Brasil.

Organismo internacional - A ACI-Américas é um organismo internacional que congrega as organizações cooperativistas no continente americano. Durante quatro dias de trabalho, 28 atividades foram organizadas no âmbito da cúpula. Os delegados puderam participar de debates divididos em três eixos: defesa do planeta, serviços financeiros e cooperativismo e os desafios globais. Além dos debates nos três eixos, foram organizadas reuniões com os ramos e os comitês de jovens e de gênero.

Assembleia Geral - Durante a V Cúpula, também foi realizada a Assembleia Geral da ACI-Américas, que elegeu a nova presidente e ratificou os membros do Conselho de Administração. Pela primeira vez na história, a organização será liderada por uma mulher. Graciela Fernandez, presidente da Confederação Uruguaia de Cooperativas foi aclamada unanimemente presidente da ACI-Américas.

Indicação - A Assembleia Geral também aprovou a indicação dos membros do Conselho de Administração. Formado por um representante de cada um dos 23 países membros da ACI nas Américas, o Conselho tem a responsabilidade de desenvolver o planejamento estratégico e financeiro, assim como auditar as atividades do escritório regional. O representante do Brasil no Conselho será José Alves Souza, presidente da Uniodonto do Brasil, indicado das oito organizações membros da ACI no Brasil.

ODS - Ao final do evento, os delegados renovaram o compromisso do movimento cooperativista com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que integram a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidades e que preveem a erradicação da pobreza extrema no mundo nos próximos 12 anos. A Cúpula também resultou em uma carta de compromisso em que os dirigentes cooperativistas se comprometem a trabalhar em prol da integração do movimento nas Américas, assim como coordenar esforços para o cumprimento da Agenda 2030. (Informe OCB)

{vsig}2018/noticias/10/30/evento_I/{/vsig}

EVENTO II: Fórum debate compartilhamento de soluções tecnológicas

Debater os avanços da transformação digital e o compartilhamento de soluções tecnológicas para as cooperativas. Com essa proposta, o Sistema OCB, em parceria com a Confederação das Cooperativas Alemãs (DGRV) e as unidades estaduais do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Espírito Santo, realizaram, na sexta-feira (26/10), no Centro de Formação Profissional Cooperativista, em Porto Alegre/RS, o primeiro Fórum Compartilhamento de Soluções Tecnológicas.

Sintonizadas - Na abertura do evento, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, destacou que as cooperativas precisam estar sintonizadas com o cenário de mudanças que ocorrem através do avanço e da consolidação de novas tecnologias. “A inovação tem seus fundamentos e o princípio básico da integração quando se fala em compartilhamento. Parcerias estratégicas entre cooperativas passa a ser um instrumento efetivo de seu contínuo desenvolvimento. Sem integração e compartilhamento não há avanço e os custos são muito elevados”, ressaltou.

Parceria com a DGRV - Para a gerente técnica e econômica do Sistema OCB, Clara Maffia, a parceria com a DGRV representa uma oportunidade de aprendizagem e compartilhamento de soluções tecnológicas. “O modelo alemão traz muitas inspirações para o cooperativismo brasileiro, temos muito a aprender. O Sistema OCB tem uma convicção de que com esse projeto desenvolvido em parceria com a DGRV, o sistema cooperativo tem muitas oportunidades de trocas e compartilhamento de aprendizados que contribuem para o desenvolvimento do cooperativismo no País”, afirmou.

Alinhamento - O representante da DGRV e diretor do projeto no Brasil, Arno Boerger, explicou que o trabalho desenvolvido junto com a OCB está alinhado a questões de estratégia, de educação, qualificação e intercooperação. “Nosso desejo é buscar mais serviços compartilhados no setor cooperativo brasileiro, pois através da intercooperação as sociedades cooperativas aumentam o seu ganho de escala e se tornam mais competitivas diante da concorrência. E nesse contexto, devemos priorizar o associado que é a razão de existir da cooperativa. Ele sempre tem que ser o foco da nossa ação, da nossa energia, da nossa dedicação”, destacou.

Cenário global e local - Especialista em transformação digital, o palestrante Fernando Martins destacou a escala e o potencial do agronegócio brasileiro. Para o engenheiro elétrico e de computação, o Brasil pode liderar o mundo em digital agro. “Temos 338 agtech startups no Brasil e o produtor brasileiro é muito permeável à inovação”.

Pesquisa - Segundo a pesquisa “Inovação com propósito: o papel da inovação tecnológica na aceleração da transformação de sistemas alimentares”, do Fórum de Economia Mundial, a transformação digital do agronegócio tem valor enorme, com US$ 100 bilhões de economia em insumos, 300 milhões de toneladas de alimentos produzidos e 180 bilhões de metros cúbicos em economia de água.

Forças econômicas - Para Martins, as forças econômicas impulsionam a transformação digital e a colaboração e circulação de dados é fundamental para essa transformação. “A circulação de dados permite a proteção de marca, a rastreabilidade e transparência, o casamento de oferta e demanda, o crédito e seguro digital, a descomoditização e a eficiência operacional com a agricultura de precisão, preditiva e prescritiva”, explica.

Valor para o produtor- As soluções tecnológicas e a transformação digital agregam valor para o produtor, propiciando lucro, sustentabilidade e qualidade. “Dentre os benefícios para os produtores estão as melhores prescrições para manuseio de solo, plantio e trato cultural. Também há uma melhor excelência operacional em plantio, manejo e colheita”, complementa.

Cenários e Oportunidades - O primeiro painel do evento contou com a mediação do representante do Sistema OCB/Sescoop-ES, Davi Duarte Ribeiro, e a participação do analista de Suporte do Sistema Ocepar, Taghert Brunno Toledo, e do analista de Tecnologia da Informação do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Roberto Niche. No painel foram apresentadas as pesquisas realizadas com os profissionais de TIs das cooperativas do Paraná e Rio Grande do Sul. “Nós conseguimos auxiliar as cooperativas, com base no censo, na questão de fornecedores, licenciamento, tendências de hardware, de software e firewall. O censo é a ferramenta perfeita de apoio para o planejamento estratégico”, afirmou Toledo.

Retrato - Segundo Niche, o objetivo da elaboração do censo no Rio Grande do Sul é ter um retrato de como está a TI dentro das cooperativas gaúchas. “O censo nos permite perceber que as cooperativas estão começando a identificar os ganhos que têm quando a TI começa a fazer parte do negócio da cooperativa. A TI pode não só ser reativa, mas também proativa, ajudando as cooperativas em suas áreas de negócios”, comentou Niche.

SomosCoop - Na abertura da tarde, a organização do evento exibiu o segundo episódio da websérie do movimento SomosCoop. O vídeo retrata realidades diversas do cooperativismo, em todas as regiões do Brasil e traz experiências reais de sucesso e desenvolvimento. A websérie produzida pelo Sistema OCB integra as estratégias da unidade nacional para se aproximar da sociedade, mostrando os benefícios do cooperativismo no dia a dia das pessoas e despertando nelas o sentimento de orgulho de pertencer a este movimento transformador.

Cases de cooperativas brasileiras - O segundo painel do Fórum reuniu a coordenadora de TI da Frísia Cooperativa Agroindustrial/PR, Berenice Los, e o representante da arquitetura corporativa do Sicredi, Christian Santos Balz, que explanaram sobre os indicadores econômicos e sociais das cooperativas. O moderador do painel foi o gerente de Monitoramento e Promoção Social do Sistema Ocesp-Sescoop/SP.

Redução de custos - Berenice apresentou o case “Inovação e tecnologia a serviço do cooperativismo”, através da constituição da empresa NTI Soluções, que surgiu da sinergia existente entre as cooperativas Frísia e Castrolanda, no Paraná. “A criação da empresa ocorre a partir da necessidade de redução de custos nas duas áreas de TIs das cooperativas e também com o objetivo de buscar uma otimização de recursos físicos”, comentou a coordenadora de TI da Frísia, ao destacar que a iniciativa permite conseguir melhores negociações para as cooperativas em virtude do grande volume.

Coleta - Balz falou sobre o compartilhamento de dados na era digital e destacou a importância da coleta das informações. “A informação e o compartilhamento de dados vão permear cada vez mais as nossas vidas”.

Cases Alemanha - O último painel apresentou cases do cooperativismo alemão focados em compartilhamento de soluções tecnológicas, sob a mediação do representante da DGRV e diretor do projeto no Brasil, Arno Boerger. O consultor de Desenvolvimento da Estratégia de TI da GWS, Helmut Benefader, e o CEO da Cooperativa Raiffeisen Rhein-Ahr-Eifel. Alois Splonskowski, explanaram sobre os cases do cooperativismo alemão. “Os componentes do sucesso são a integração dos associados e modelo de negócios, solução setorial uniforme para as cooperativas, solução em forma de sistema vertical integrado e base tecnológica de ERP para o futuro. Juntos ficamos fortes!”, enfatizou Benefader.

Desafios - Splonskowski elencou três desafios importantes para as cooperativas no compartilhamento de soluções tecnológicas: a ascensão do B2B e-commerce – 74% de todos os compradores B2B preferem a aquisição pela internet, a mudança estrutural na agricultura e o ataque dos concorrentes. “As cooperativas precisam utilizar os pontos fortes comuns. Como será a cooperativa digital do futuro? A nossa resposta é de que tem que haver cooperação com a ajuda de iniciativa, criatividade e paixão”.

Encerramento - No encerramento do evento, a gerente técnica e econômica do Sistema OCB, Clara Maffia, o representante da DGRV e diretor do projeto no Brasil, Arno Boerger, o superintendente técnico-operacional do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Gerson Lauermann e o superintendente do Sistema Ocepar, Leonardo Boesche, enalteceram a importância da realização do primeiro Fórum. “A proposta é que cada um saía mais sensibilizado em relação à relevância do compartilhamento de soluções tecnológicas e que o Sistema OCB e as unidades estaduais possam avaliar cada vez melhor a forma como podem contribuir dentro do sistema cooperativo nacional”, avaliou Clara.

Priorização - Para o superintendente da Ocepar, Leonardo Boesche, as cooperativas devem priorizar a sua atividade finalística. “Nós temos que seguir e encontrar alternativas de buscar a intercooperação como vantagem competitiva e economia de escala para as cooperativas, principalmente na parte de compartilhamento nas atividades meio das cooperativas, com elas focando mais na atividade finalística”, ressaltou. E o superintendente técnico-operacional do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Gerson Lauermann, reforçou a importância dos dirigentes do sistema cooperativo se mobilizarem para propiciar mais negócios no ambiente da intercooperação. “Depende de nós, técnicos e dirigentes, dar um passo à frente e de fato construirmos um cooperativismo cada vez melhor e mais estruturado”, concluiu Lauermann.

Presenças - Estiveram presentes ao evento, o diretor técnico sindical da Ocergs, Irno Pretto, técnicos e dirigentes de cooperativas do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Espírito Santo e Mato Grosso. (Assessoria de Imprensa do Sistema Ocergs)

{vsig}2018/noticias/10/30/evento_II/{/vsig}

IC AGRO: Índice atinge 100,3 pontos no 3º trimestre

icagro 30 10 2018Os produtores e empresas ligadas ao agronegócio brasileiro mostraram-se moderadamente otimistas no terceiro trimestre de 2018. O Índice de Confiança (IC Agro) do setor encerrou o período marcando 100,3 pontos – uma alta de 1,9 ponto sobre o 2º trimestre. O resultado reflete uma gradual recuperação dos problemas da primeira metade do ano, como os causados pela greve dos caminhoneiros, embora uma boa dose de incertezas tenha permanecido sobre o setor.

Otimismo ou pessimismo - De acordo com a metodologia do estudo, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), resultados superiores a 100 pontos demonstram otimismo. Resultados abaixo disso indicam pessimismo.

Avanço - Houve avanço também no Índice de Confiança da Indústria (Antes e Depois da Porteira), que subiu 0,8 ponto, atingindo 99,3 pontos. Porém observa-se um comportamento distinto entre as empresas classificadas como Antes da Porteira, cuja desconfiança aumentou – e as indústrias situadas Depois da Porteira, que recuperaram um pouco do entusiasmo.

Antes da porteira - Na Indústria Antes da Porteira (Insumos Agropecuários), a queda no 3º trimestre foi de 3,8 pontos, para 95,4 pontos. As incertezas com relação à economia brasileira pesaram para o esfriamento dos ânimos. Mas nem todos os aspectos que compõem o índice são negativos. “De fato, a percepção sobre as condições do negócio melhorou no trimestre – o que era de esperar diante de entregas recordes de fertilizantes em julho, agosto e setembro, que mostraram recuperação frente aos problemas causados pela greve dos caminhoneiros e pela indefinição dos fretes, que travou o mercado”, disse Roberto Betancourt, diretor titular do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp.

Acumulado - No acumulado do ano (janeiro/setembro), as entregas de fertilizantes somaram 25,9 milhões de toneladas, 4,4% acima do recorde registrado no mesmo período do ano passado. O setor de máquinas agrícolas também mostra sinais de recuperação. As vendas acumuladas de junho a setembro são 18% maiores do que no mesmo período do ano passado (embora, no acumulado do ano, de janeiro a setembro, o mercado ainda esteja abaixo de 2017).

Depois da porteira - As indústrias Depois da Porteira (Alimentos) recuperaram um pouco da confiança no atual levantamento. O Índice desse segmento chegou a 101,0 pontos, alta de 2,7 pontos, o suficiente para sair de uma faixa moderadamente pessimista para uma situação de leve otimismo.

Percepção - De maneira geral, a recuperação se deve à melhora da percepção em relação às condições atuais do setor. “É bom lembrar, por exemplo, que no terceiro trimestre houve a retomada das negociações de grãos, praticamente interrompidas durante a greve dos caminhoneiros e no período subsequente”, destacou Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Ritmo forte - Favorecidas pela guerra comercial entre Estados Unidos e China, as exportações brasileiras de soja seguem em ritmo forte e o mercado já trabalha com a possibilidade de chegarem a 80 milhões de toneladas – recorde absoluto, 12 milhões de toneladas acima do registrado em 2017. “O resultado só não é melhor porque o milho brasileiro perdeu competitividade – e num ano de quebra da safrinha, os embarques do grão devem ficar cerca de 5 a 6 milhões de toneladas abaixo do volume do ano passado”, complementa Freitas.

Carnes - Para o setor de carnes, os embarques da proteína bovina também aumentaram nos últimos meses, acumulando volumes recordes e amenizando o tom pessimista de parte da indústria, especialmente aves e suínos – que ainda tenta lidar com os problemas causados pelo fechamento de diversos mercados aos produtos brasileiros. Outro segmento cuja situação melhorou foi o sucroenergético. De junho para setembro, os preços do etanol hidratado no mercado doméstico subiram 5%, acompanhando o aumento do petróleo no mercado externo e a desvalorização do real, aliviando a situação das usinas, que vinham pressionadas pela baixa no mercado de açúcar, apontou ainda a pesquisa.

Confiança do produtor - Já para o índice de confiança do produtor agropecuário (agrícola e pecuário), houve recuperação da confiança perdida no levantamento anterior. Seu Índice subiu para 101,7 pontos na pesquisa atual, avanço de 3,3 pontos. O aumento ocorreu tanto entre os produtores agrícolas quanto entre os pecuaristas, com maior otimismo com as condições do negócio do que com as condições gerais da economia para ambos. A pesquisa mostra que os motivos para isso sustentam-se em três pilares: preços, crédito e produtividade.

Crescimento - O Índice de Confiança dos produtores agrícolas chegou a 106,0 pontos, crescimento de 3,1 pontos sobre o trimestre anterior e 13,1 pontos a mais do que o mesmo período de 2017. Um dos principais aspectos que impulsionaram a alta é a produtividade: os agricultores mostram-se confiantes em um novo bom desempenho nas lavouras. “O clima colaborou nas regiões em que o plantio começou em setembro. É o caso do milho de 1ª safra no Sul do Brasil e em São Paulo e da soja no Paraná e em boa parte do Centro-Oeste (principalmente Mato Grosso e Mato Grosso do Sul)”, disse Freitas.

Crédito - Diretor titular do Deagro, Betancourt destaca ainda que outro aspecto em que aumentou o otimismo está relacionado ao crédito. “Neste ano agrícola, as taxas de juros caíram não só no crédito oficial e nos recursos postos à disposição pelo Plano Safra, mas nos financiamentos em geral, a mercado, abrindo mais alternativas de crédito para os produtores”, disse.

Pecuaristas - Entre os pecuaristas houve melhora na confiança no trimestre, com seu índice chegando a 88,9 pontos (alta de 3,6 pontos). O avanço foi puxado pelos pecuaristas de corte – com o maior ganho relacionado aos preços, refletindo a recuperação do mercado no período de junho a setembro. Isso ainda não foi o suficiente para fazer com que o ânimo dos pecuaristas saísse da faixa considerada pessimista pela metodologia do estudo. Os produtores pecuários compõem o segmento de menor confiança entre todos os analisados. (Informe OCB)

 

DENTAL UNI: Cooperativa ultrapassa marca de 600 mil beneficiários

dental uni 30 10 2018O setor de saúde suplementar passou por anos turbulentos, mas a crise econômica brasileira não abalou a odontologia da mesma forma. Neste mês de setembro de 2018, a Dental Uni Cooperativa Odontológica ultrapassou a marca de 600 mil beneficiários com o plano odontológico. A cooperativa nadou contra a correnteza e aumentou sua carteira de clientes através da sensibilização da importância dos cuidados com a saúde bucal.

Qualificação - O número também é o resultado de um crescente investimento na rede de cirurgiões-dentistas cooperados, qualificados e constantemente aprimorados através de treinamentos facilitados pelo Sescoop/PR e pela diretoria clínica da Dental Uni. Acompanhando o avanço tecnológico, a cooperativa também não mede esforços para inovar em todos os seus níveis, o que reflete diretamente em soluções e vantagens para o beneficiário. Atualmente, a cooperativa faz parte do Programa de Inovação para o Cooperativismo Paranaense, programa desenvolvido pelo MIT Professional Education, a pedido do Sistema Ocepar, para disseminar a cultura da inovação nas cooperativas. (Imprensa Dental Uni)

 

SICREDI: Outubro é mês da poupança; modalidade segue tendência de alta

sicredi 30 10 2018Considerado o investimento preferido dos brasileiros, a poupança voltou a registrar resultados positivos em 2018, de acordo com dados do Banco Central. A aplicação teve captação líquida de R$ 25,5 bilhões, de janeiro a setembro - melhor resultado registrado no período, desde 2013. Dentro desse cenário, as instituições financeiras cooperativas têm se destacado por manter dados de crescimento nos últimos anos.

Crescimento - No primeiro semestre de 2018, o Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, obteve um crescimento de 20,8% em depósitos totais, na comparação com o mesmo período do ano anterior - alcançando R$ 57,2 bilhões. A poupança registrou um aumento de 49,9% no período, totalizando R$ 11,6 bilhões. O resultado positivo também foi observado em 2017, quando a instituição alcançou crescimento de 32,9% de investimento na poupança, no primeiro semestre, em comparação com o mesmo período de 2016.

Outros benefícios - Para a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França, ao investir em uma instituição financeira cooperativa o associado garante outros benefícios além da reserva financeira. “No modelo cooperativista todo o recurso da poupança é reinvestido na comunidade, por meio do reinvestimento destes recursos em crédito rural, estimulando assim o agronegócio no Brasil. Além disso, o poupador também é beneficiado pela participação nos resultados da cooperativa e no nosso caso, ainda concorre a sorteios semanais em dinheiro se optar pela Poupança do Sicredi”, explica.

Total - Somente nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro o total da carteira de poupança registrou R$ 3,6 bilhões (dados até agosto de 2018). Desse total, mais de R$ 430 milhões foram incrementados diretamente pela campanha Poupança Premiada - Eu Poupo Sim, que até dezembro faz sorteios semanais de R$ 2 mil e mensais de R$ 50 mil, além do grande prêmio de R$ 500 mil, no último sorteio do ano. A edição mais recente da campanha gerou a abertura de mais de 110 mil poupanças, no período entre abril e agosto de 2018, nos três estados da Central Sicredi PR/SP/RJ. O incentivo desenvolve o hábito de poupar e reforça o conceito de educação financeira, um dos diferenciais do cooperativismo de crédito.

Vantajoso - De acordo com Adriana, investir na poupança continua sendo vantajoso. “A aplicação é mais indicada para investidores de perfil mais conservadores, que estão desenvolvendo o hábito de guardar dinheiro para algum imprevisto ou para a realização de um sonho e não quer correr riscos, uma vez que é um investimento simples, que não tem IR e permite sacar o valor a qualquer momento. Além disso, se comparado com alguns Fundos de DI, que tem taxas de administração acima de 2%, a poupança é uma excelente alternativa”, analisa.

Data para reforçar a importância de poupar - No dia 31 de outubro é comemorado o Dia da Poupança. Apesar de a modalidade de aplicação ser a mais conhecida dos brasileiros, o hábito de organizar as finanças e poupar ainda é um desafio para muitas famílias. Para tentar reverter esse quadro, o Sicredi trabalha com várias ações de educação financeira, a mais recente pretende ensinar crianças sobre a importância de conhecer a origem do dinheiro e fazer o destino consciente do recurso por meio dos gibis especiais da Turma da Mônica, desenvolvidos em parceria com a Mauricio de Sousa Produções. A terceira edição da revista em quadrinhos, lançada em outubro, trata do uso do crédito e a administração das dívidas. Durante o mês das crianças a edição está sendo trabalhada com alunos de escolas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro e entregues em atividades desenvolvidas pelas cooperativas que reforçam o conceito de colaboração e educação financeira.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO: Prestação de contas do 3º trimestre é realizada em Maringá

Nesta segunda e terça-feira (29 e 30/10), a Sicredi União PR/SP promove duas reuniões de prestação de contas referente ao terceiro trimestre do ano, em Maringá. O evento será no Moinho Vermelho, a partir das 19 horas. Outras quatro reuniões regionalizadas já foram realizadas neste mês. A primeira foi em Londrina (16/10), depois em Cianorte (18/10), São João da Boa Vista (22/10) e Piracicaba (23/10).

Gestão transparente - O objetivo é manter a prática do princípio de gestão transparente da instituição financeira cooperativa, afinal os associados são os donos do negócio. Para isso, os eventos contam com a presença de diretores, gerentes e assessores da superintendência, gerentes de agências, coordenadores de núcleos, conselheiros consultivos, conselheiros de administração e fiscais, e integrantes dos Comitês Jovem, Mulher e Máster. A expectativa é que os seis encontros reúnam cerca de 800 pessoas

Regionais - A prestação de contas é realizada trimestralmente em todas as regionais da Sicredi União – Norte e Noroeste do Paraná; Leste Paulista e Centro Paulista. Hoje são 122 núcleos nas quatro regionais, compostos por 366 coordenadores.

Apresentação- De acordo com a assistente de Desenvolvimento do Cooperativismo, Gabriela Ottoboni Maciel de Castro, a prestação de contas inclui a apresentação de números referentes à quantidade de associados, abertura de agências, depósitos, capital social, créditos totais e patrimônio líquido. Também está sendo abordado o lançamento da pedra fundamental, o projeto da nova sede, o lançamento do Comitê de Sustentabilidade, as plataformas digitais e a inauguração de agências.

Acesso - Vale ressaltar que todos os associados poderão acessar as informações da prestação de contas no site da instituição financeira cooperativa (www.sicrediuniao.com.br/). (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI ALIANÇA: “Gol solidário” repassa doações à Apae e ao Centro de Recuperação Caminho da Vida

sicredi alianca I 30 10 2018Na noite de sexta-feira (26/10), no Ginásio de Esportes Ney Braga, em Marechal Cândido Rondon-PR, a Sicredi Aliança PR/SP fez mais dois repasses do “Gol solidário”. A Apae e o Centro de Recuperação Caminho da Vida foram beneficiados com valores referentes aos gols marcados em casa pelo Campeonato Paranaense desde o dia 24 de junho. De lá pra, cá foram 39 gols, totalizando o valor de R$1.950,00. A Apae rondonense recebeu R$500,00 e o Centro de Recuperação Caminho da Vida R$1.450,00. A entrega ocorreu no intervalo do jogo entre Copagril/Sempre Vida/Sicredi x Cascavel.

Bem-vinda - O tesoureiro do Centro de Recuperação Caminho da Vida, Walter Ziomek, destaca que a doação é muito bem-vinda. “Dependemos da solidariedade tanto de pessoas como de empresas. Toda e qualquer ação seja como for e o que for, será muito bem recebida por nós. Essa doação vai ajudar nos compromissos financeiros do Centro. Nós ficamos felizes quando empresas como o Sicredi tem esse olhar social para a comunidade e para nós. Nosso muito obrigado”, disse.

Importante - “Tudo aquilo que vem de maneira espontânea é muito importante para a Apae. Os recursos que recebemos já tem finalidades específicas e não podemos remanejá-los, diferentemente das doações que podemos destinar conforme as diferentes necessidades dos alunos que hoje são 103. Esta é a segunda vez que somos beneficiados nesta ação. Estamos muito felizes e gratos pelo reconhecimento e auxilio”, considerou o representante da Apae, Beto Thomé.

Valor - Cada gol marcado pela Copagril/Sempre Vida/Sicredi em casa corresponde a R$50,00. A ação acontece tanto pelo Campeonato Paranaense como pela Liga Nacional de Futsal. No mês de junho, a Apae já havia sido beneficiada com o valor de R$850,00, através do valor dos gols feitos desde o início da competição até 24 de junho. Na semana passada (20/10), a Sicredi Aliança PR/SP realizou a entrega respectiva aos gols marcados desde o início da Liga Nacional beneficiando o Asilo Lar Rosas Unidas com o valor de R$1.800,00. Somando Campeonato Paranaense e Liga Nacional já foram repassados R$4.600,00.

Parceria - De acordo com o Diretor Executivo da Sicredi Aliança PR/SP, Fernando Barros Fenner, a iniciativa que reforça ainda mais a parceria existente entre a cooperativa e a Copagril Futsal vem de encontro com o propósito de agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas. “Esta ação tem como finalidade incentivar um esporte que é tão apreciado pelos rondonenses e pela região bem como contribuir com a comunidade. Estamos torcendo para que a equipe continue fazendo mais gols e que possamos beneficiar ainda mais entidades até o encerramento das competições”, expôs.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Realizado o plantio de mais de 2.000 mudas de araucárias e árvores nativas

No último sábado (27/10), a cooperativa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP realizou o plantio de mais de 2.000 mil mudas de árvores nativas na cidade de Coronel Vivida (PR). O plantio de árvores é uma iniciativa para a neutralização de carbono, que busca reduzir as consequências do desequilíbrio do efeito estufa causadas pelo excesso de emissões de poluentes, como o dióxido de carbono (CO2).

Compensação - “Para compensar o CO² emitido foram plantadas cerca de duas mil mudas de árvores nativas. O cálculo partiu de um levantamento com base no tamanho, em metros quadrados, de cada ambiente, no número de colaboradores, no consumo de energia elétrica e água e, ainda, na quantidade de papel utilizado nas dependências do Sicredi” comenta Neri Fabbris, Assessor de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP.

Dever - Para o presidente da cooperativa, Clemente Renosto, contribuir com a conservação do planeta é um dever de todos. “Não são apenas os governos e as grandes indústrias que devem ter essa preocupação ambiental. Independente do setor e do tamanho, as empresas provocam um impacto de acordo com suas atividades. E por nós representarmos milhares de associados, estamos sempre revendo as nossas políticas e atitudes, para fazermos a nossa parte e darmos o exemplo”, afirma Clemente. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

INTEGRADA: Chuva ajuda e atrapalha ao mesmo tempo produtores de soja

integrada 30 10 2018As chuvas que ocorreram nos últimos dias nas áreas de atuação da Cooperativa Integrada têm atrasado a semeadura da soja no norte do Paraná. De acordo com o gerente da área técnica da cooperativa, Irineu Baptista, as chuvas devem continuar, mas de forma intercalada com poucos dias de sol.

Tratos culturais - Irineu avalia que seria bom pequenos períodos de estiagem para que os agricultores façam os tratos culturais. No oeste paranaense, a semeadura já encerrou e agora só depende do tempo para fazer os tratos culturais. Na região de Guaíra, os cooperados estão aguardando o tempo abrir desde a semana passada para fazer a primeira aplicação com fungicidas, segundo explica o coordenador técnico Jun Tsukada.

Receio - Ele avalia que o receio é que falte chuvas no final do ano, período em que as plantas estão na fase de enchimento de grãos e, por isso, precisam de mais água.

Alta - A atual safra promete ser alta no Paraná. Informações do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) apontam um crescimento de 3% no volume de soja, com uma estimativa de produção de 19,6 milhões de toneladas, ante 19,12 milhões de toneladas referente ao mesmo período da safra anterior.

Área plantada - Com relação à área plantada, não houve alteração no comparativo com o mesmo período do ciclo anterior. Ao todo, foram destinados 5,45 milhões de hectares para a oleaginosa. (Imprensa Integrada)

 

COPAGRIL: Loja será inaugurada na cidade de Realeza

copagril 30 10 2018A partir da elaboração do Planejamento Estratégico Rota 50, a Copagril definiu pilares que balizam sua escalada para alcançar metas e crescimento até o aniversário de 50 anos de fundação, que será celebrado em 2020. Os pilares são: desenvolvimento de novos mercados; diversificação das atividades; e gestão focada em resultado.

Inauguração - Seguindo esse propósito, será inaugurada nesta terça-feira (30/10) a Loja Agropecuária Copagril na cidade de Realeza-PR, no sudoeste paranaense, concretizando a expansão da área de ação da cooperativa. O ato oficial de inauguração será realizado às 15 horas e deverá contar com a presença da diretoria executiva, conselheiros, associados, funcionários e clientes.

Conforto e comodidade - A loja terá 400 metros quadrados para atender os clientes com conforto e comodidade. O estabelecimento disponibilizará medicamentos veterinários, produtos agropecuários diversos, ferramentas, motosserras, linha de camping e eletrodomésticos, além da linha de jardinagem completa e muitos outros itens.

Porfólio - Tanto no Paraná como no Mato Grosso do Sul, as lojas agropecuárias Copagril ampliaram o seu portfólio de produtos durante este ano, acrescentando itens na linha branca, com mais opções de eletrodomésticos para os clientes, tais como geladeiras e fogões.

Cortes de frango - A cooperativa também lançou, recentemente, a nova linha de cortes de frango IQF (Individual Quick Freezing - congelamento individual rápido), comercializada nos Supermercados Copagril. Além disso, diversas ações voltadas à melhoria da eficiência produtiva estão em andamento na cooperativa, com vistas à otimização de resultados em todas as áreas de negócios.

Cartão - Recentemente, a cooperativa lançou o Cartão de Crédito Copagril, com a bandeira da Cooper Card. O novo cartão oferece a possibilidade de pagamento em até 40 dias sem juros. A renovação do limite do cartão é feita 10 dias antes do vencimento da fatura, facilitando novas compras. Além disso, é possível realizar recarga de crédito para celular das operadoras Tim, Vivo, Oi e Claro pelo aplicativo ou pelo site da Cooper Card.

Rede - O Cartão Copagril é aceito na rede credenciada Cooper Card. Entre as 10 maiores fornecedoras de benefícios e administradoras de cartões de crédito do Brasil, a Cooper Card conta com mais de 40 mil estabelecimentos credenciados e está presente em todo território nacional. (Imprensa Copagril)

 

CAFÉ QUALIDADE: Premiação de melhor café do Paraná acontece nesta quarta-feira

cafe qualidade 30 10 2018Os vencedores da 16ª edição do Prêmio Café Qualidade Paraná serão conhecidos nesta quarta-feira (31/10), em Pinhalão, no Norte Pioneiro. Os finalistas disputam nas categorias cereja descascado e café natural. Chegaram à etapa final 74 cafeicultores, dos municípios de Apucarana, Arapongas, Califórnia, Cambira, Carlópolis, Cornélio Procópio, Figueira, Ibaiti, Iguaraçu, Ivaiporã, Jaboti, Jacarezinho, Jandaia do Sul, Japira, Jesuítas, Joaquim Távora, Mandaguari, Pinhalão, Ribeirão Claro, Santo Antônio da Platina, São Jerônimo da Serra, São José da Boa Vista, Siqueira Campos e Tomazina. Eles superaram 320 competidores, que iniciaram o certame em seletivas nas várias zonas produtoras do Paraná.

Regiões - O Prêmio Café Qualidade Paraná 2018 envolveu as regiões de Apucarana, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Ivaiporã, Londrina, Maringá, Santo Antônio da Platina e Toledo. Cada uma delas promoveu um concurso regional e selecionou o melhor lote de cada categoria para competir na fase estadual.

Categorias - A competição se dá em duas categorias, conforme o processo de finalização da colheita – cereja descascado e natural. No primeiro método, a polpa do grão maduro é retirada para diminuir o tempo de exposição ao sol no terreiro, enquanto no segundo o grão vai inteiro para a secagem.

Disputa estadual - Os lotes classificados nas fases regionais seguiram para a disputa de âmbito estadual. Aroma, doçura, acidez, corpo, sabor, gosto remanescente e balanço da bebida são os quesitos avaliados, conforme metodologia SCAA (Associação Americana de Cafés Especiais) em busca dos melhores cafés do Paraná em cada categoria.

Premiação - Em cada uma das categorias, os cinco lotes mais bem classificados têm garantida a compra pelo preço da BM&F no dia 30 de outubro, acrescido de 30%. Além de ter garantida a compra, o lote vencedor em cada categoria representa o Paraná no Concurso Nacional de Qualidade do Café, em novembro, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).

Café no Paraná - A cafeicultura ocupa cerca de 41 mil hectares no Paraná. A maior parte das lavouras paranaenses tem em média 10 hectares e é conduzida por pequenos produtores familiares. A produção deste ano deve situar-se pouco abaixo de um milhão de sacas beneficiadas, projeção que já considera uma pequena redução provocada pela falta de chuvas em abril.

Ciclo vegetativo - “A falta de água no solo acelerou o ciclo vegetativo das plantas, diminuiu ligeiramente a produção e afetou o peso dos grãos”, diz o economista Paulo Sérgio Franzini, do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado Agricultura e Abastecimento.

Estiagem - Ainda segundo Franzini, a segunda estiagem deste inverno, nos meses de junho e julho, beneficiou os trabalhos de colheita, que se encerraram com praticamente um mês de antecedência em relação aos anos anteriores.

Coincidência - Houve ainda uma ótima coincidência para os produtores – foi nessa época que chegaram à maturação os frutos resultantes da maior florada do ciclo, ocorrida em outubro de 2017. “No conjunto, tivemos uma safra de boa qualidade, mas com um volume menor de cafés com alto padrão de bebida”, acrescenta.  

Realização - O Prêmio Café Qualidade Paraná é uma realização da Câmara Setorial do Café do Paraná, Seab, Iapar, Emater-PR, Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina e Prefeitura de Pinhalão, com patrocínio da Sicredi, Faep/Senar, Bratac, Ocepar, Sebrae, Cooperativa Integrada, BRDE e, ainda, o apoio da Cocari, Cocamar, Copacol, Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) e Sociedade Rural do Paraná (SRP). (Assessoria de Imprensa)

Veja lista de finalistas aqui.

 

AGRICULTURA: Ministro realiza missão comercial à China e Emirados Árabes

agricultura 30 10 2018O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, acompanhado de delegação de empresários iniciou missão comercial à China e aos Emirados Árabes, onde participará nesta terça e quarta-feira (30 e 31/10), da Agriscape, em Abu Dhabi. O evento voltado para o agronegócio é organizado por instituições governamentais e privadas, com a participação de mais de 50 países, entre expositores e investidores.

Apresentação - No encontro, haverá reuniões para que empresários brasileiros apresentem pessoalmente a investidores e fundos estrangeiros seus projetos de investimento. O ministro fará palestra sobre o agro brasileiro e as oportunidades existentes no Brasil. Portfólio de projetos organizado pelo Mapa conta com mais de 200 cadastros, em diferentes segmentos, como produção e agroindústria, avaliados em mais de US$ 4,4 bilhões.

Bilaterais - Em Xangai, na sexta-feira (02/11), Maggi terá reuniões bilaterais e, no sábado (03/11), deverá encontrar-se com empresários chineses do setor de sementes e biotecnologia. No ano passado, a LP Sementes, uma das maiores do setor na China, adquiriu as operações brasileiras da Dow (milho) e pretende investir no Brasil para torná-la polo de exportação para a América Latina.

Feira - Na segunda (05/11) estará na abertura da Feira China International Import Expo e visitará pavilhões brasileiros e estande da Bunge, devendo encontrar-se no local com importador de feijão brasileiro. Irá encontrar-se, no mesmo dia, com os ministros chineses da Administração Geral da Aduana (GACC), Ni Yuefeng, e da Agricultura, Han Changfu, junto com demais ministros do Conselho Agropecuário do Sul (CAS).

Evento - Na terça, estará em evento organizado pelo Mapa e pela Apex, o Asia Investor Road Show Agribusiness (Airsa), com a presença de especialistas em biotecnologia, representantes do governo chinês e empresários.

Comitiva - Os secretários do Mapa, de Relações Internacionais do Agronegócio, Odilson Ribeiro e Silva, e de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo, José Dória, além do diretor do Departamento de Promoção Internacional do Agronegócio, Evaldo da Silva Junior, integram a comitiva do ministro. (Mapa)

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: Sol fecha semana de boas expectativas para os produtores de soja

expedicao safra 30 10 2018O fim de semana foi de intensa atividade nas lavouras do Paraná. Os produtores, que há dias esperavam ansiosamente por uma janela de sol, voltaram a campo para terminar o plantio de soja, principalmente nas regiões Noroeste, Oeste e Sudoeste do estado, onde os trabalhos estão mais avançados.

Visita - Há uma semana percorrendo o Paraná, a Expedição Safra ouviu produtores, técnicos, entidades e cooperativas. Independentemente da região visitada, o discurso é parecido. O Paraná deve bater, pela terceira vez consecutiva, o recorde na colheita de soja. É claro que o discurso é feito com cautela. Mas há potencial tecnológico e climático para isso. Neste ciclo, a Expedição Safra estima uma colheita de 21,5 milhões de toneladas de soja, volume 4,5% maior que no ano passado. O volume será resultado da soma de área (que neste ano aumentou 3%, para 5,7 milhões de hectares); e produtividade (estimada em 3.760 kg por hectare, 1% acima do ano passado).

Campo Mourão - Em Campo Mourão, na Coamo, maior cooperativa da América Latina, a expectativa com a safra de soja é positiva. “Está bom até demais”, diz o presidente, José Aroldo Gallassini. Os cooperados da Coamo neste ciclo vão cultivar 2,5 milhões de hectares no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, volume 2% superior ao ano passado. “A expectativa é receber 86 milhões de sacas de soja”, afirma Gallassini. No ano passado, a cooperativa recebeu 81 milhões de sacas.

Oeste - No Oeste do Paraná, região em que o plantio começou mais cedo e praticamente terminou, o clima também é de otimismo. O produtor Agnaldo Agneli, que plantou 110 hectares de soja, aposta num aumento de produtividade. “Comecei no dia 10 de setembro, início da janela, e terminei dia 20. O plantio foi bom e o desenvolvimento também. Espero uma produtividade média de 70 sacas por hectare”, conta. Agneli, que planta em Toledo, produziu uma média de 53 sacas/ha no ciclo anterior.

Bom desenvolvimento - Segundo o presidente do Sindicato Rural de Toledo, Nelson Paludo, as lavouras de soja do município, um dos primeiros a concluir o plantio, germinaram e estão se desenvolvendo bem. “Já fizemos a primeira aplicação de herbicida. E agora é aproveitar as janelas de sol para os tratos culturais. Se comparamos com outros inícios de safra semelhantes, visualizamos um bom ciclo”, diz. “Tivemos uma implantação adequada. O clima ajudou muito. Não houve, até o momento, nenhum fato novo. O manejo de ervas daninhas foi bem feito pelos produtores, as lavouras estão se desenvolvendo muito bem”, complementa o engenheiro agrônomo Ricardo Palma.

Custos e comercialização - Ao longo da primeira semana da Expedição Safra no Paraná, foram muitos os relatos de aumento no custo de produção para safra 2018/19. Com exceção da Coamo, onde o gerente de Assistência Técnica, Marcelo Sumiya, diz que os cooperados não sofreram com aumentos, produtores independentes e de outras cooperativas afirmam que ficou entre 10% e 20% mais caro plantar soja neste ciclo. “Os fertilizantes aumentaram demais. Muitos produtores compraram os produtos com o dólar acima de R$ 4”, diz Valdair Nesi, produtor de Francisco Beltrão, no Sudeste do estado. Ele conta que plantou 50% dos 300 hectares que vai dedicar à soja neste ano. “Meu investimento é para tirar mais do que no ano passado, quando fiz uma média de 62 sacas por hectare”, revela.

Agosto - Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), em agosto o custo da instalação de um hectare de soja era de R$ 1.951. “O que mais subiu foram os fertilizantes”, reitera o presidente do Sindicato Rural de Toledo.

Margem - Com os custos mais elevados, a preocupação é com a margem que vai sobrar para o produtor no fim da colheita. Ainda de acordo com o Deral, 15% da atual safra de soja já foi comercializada através de contratos futuros, metade do volume registrado na mesma época no ano passado. “O produtor, em geral, travou os custos de produção. Mas a depreciação do real levou muita gente a esperar”, analisa o economista do Deral Marcelo Garrido. “Em algumas praças, o contrato de balcão está semelhante aos contratos futuros. E essa incerteza em relação ao dólar desestimula o produtor”, explica o técnico do Deral em Francisco Beltrão, engenheiro agrônomo Ricardo Kaspreski.

Cotação - Na sexta-feira (26/10), a saca de soja no mercado disponível estava valendo R$ 73,50. (Gazeta do Povo)

 

COMBUSTÍVEL: Preço do diesel nas refinarias cai até 10,4% e governo avalia cortar auxílio

Os preços de comercialização do diesel cairão entre 9,62% e 10,44% a partir desta terça-feira (30/10), a depender da região. Válidos até 28 de novembro, os novos preços para o litro do derivado foram divulgados nesta segunda-feira (29/10) pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), enquanto o governo avalia formas de retirar gradualmente as subvenções, aproveitando-se sobretudo da desvalorização do dólar ante o real.

Valor máximo - O preço de comercialização é o valor máximo que as refinarias e os importadores podem cobrar das distribuidoras pelo litro do derivado, se quiserem ser ressarcidos pelos subsídios praticados desde junho. O programa de subvenção foi uma resposta do governo, dentro de um acordo para encerrar a greve dos caminhoneiros de maio.

Queda - A queda nos preços de comercialização em novembro de R$ 0,23 a R$ 0,24 o litro veio em linha com as expectativas do mercado. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) estimava uma queda de R$ 0,23, e o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) via potencial para uma retração de R$ 0,20 a R$ 0,25 no litro.

Erro - Segundo o diretor do CBIE, Adriano Pires, o governo errou ao repassar integralmente o impacto da queda do dólar para os preços. O economista conta que havia a expectativa de que os preços fossem mantidos, para aproveitar o momento favorável do câmbio para preparar uma transição para o fim do programa.

Defasagem menor - "Se o governo não reajustasse agora, diminuiria a defasagem entre os preços subsidiados dentro do país e os preços internacionais no futuro, já que a tendência é que os eles subam no fim do ano no mercado internacional. Assim, em 1º de janeiro, o aumento nos preços seria mais suave. O governo desperdiçou uma boa oportunidade de criar um ambiente de transição para o próximo mandato", comentou.

Avaliação - O governo federal avalia formas de retirar gradualmente as subvenções ao diesel, aproveitando-se sobretudo da desvalorização do dólar ante o real.

Decreto - O Valor apurou, contudo, que o decreto que promete reduzir paulatinamente o subsídio não deve sair mais nesta semana, conforme o previsto, disseram duas fontes do governo envolvidas nas discussões. Uma das fontes informou que a mudança pretendida talvez "não seja positiva para os compromissos que o governo assumiu".

Minuta - A minuta foi concluída por técnicos dos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia, mas segue em análise jurídica na Casa Civil, sem data para publicação.

Subvenção - A regra em vigor estabelece a subvenção de até R$ 0,30 por litro até o fim do ano, o que garante o desconto prometido aos caminhoneiros de R$ 0,46 por litro. A diferença de R$ 0,16 entre a subvenção e o desconto vem do abatimento nas cobranças de Cide e PIS/Cofins.

Limite - Originalmente, o governo limitou até R$ 9,5 bilhões o custo com o programa de subvenção até o fim do ano. A expectativa, no entanto, é que esse montante seja menor que o esperado, principalmente se confirmada a edição do novo decreto que estabelece a redução gradual dos subsídios. Até o momento, a ANP já aprovou o desembolso de R$ 2,57 bilhões às empresas habilitadas no programa.

Nova tabela - Segundo a nova tabela, divulgada nesta segunda-feira (29/10) pela ANP, o preço de comercialização do diesel na região Sudeste, o maior mercado consumidor do país, foi reduzido em 9,95%, para R$ 2,1523 o litro. A principal queda (-10,44%) foi registrada no Nordeste (mais o Tocantins), para R$ 2,0780. Já a menor retração (-9,62%) foi registrada no Centro Oeste, para R$ 2,2340. No Sul, o preço foi reduzido em 10,02%, para R$ 2,1359, enquanto na região Norte a queda foi de 10,42%, para R$ 2,0510.

Base - Os preços de comercialização tomam como base os de referência - que seguem a cotação internacional e servem de parâmetro para se calcular quanto o governo deve a cada empresa. Pelo programa de subvenção, os preços de comercialização ficam R$ 0,30 abaixo dos preços de referência.

Principal contribuição - A principal contribuição para a redução dos preços veio do dólar, que caiu cerca de 8,2% entre setembro e outubro (considerando-se a cotação média da moeda americana até ontem).

Bombas - Adriano Pires destaca que a queda dos preços não deve chegar imediatamente nas bombas. "Os postos trabalham com estoques que foram comprados ao longo do mês, quando os preços eram outros", disse. Segundo o presidente da Abicom, Sérgio Araújo, as importações de diesel seguem zeradas entre as nove associadas da entidade. O executivo lembra que a fórmula de cálculo dos preços de referência ainda não considera todos os custos de frete e a margem necessária para a internalização do produto, o que tem inviabilizado as importações. (Valor Econômico)

IBGE: Desemprego cai para 11,9% e tem a menor taxa do ano

ibge 30 10 2018A taxa de desemprego ficou em 11,9% no terceiro trimestre deste ano. O índice, medido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é inferior aos 12,4% registrados no segundo trimestre deste ano e no terceiro trimestre do ano passado.

Desocupados - A população desocupada ficou em 12,5 milhões, ou seja, 3,7% a menos do que no segundo trimestre deste ano e 3,6% a menos do que no terceiro trimestre de 2017.

Ocupados - Já a população ocupada somou 92,6 milhões de pessoas, um aumento de 1,5% tanto em relação ao segundo trimestre deste ano quanto em relação ao terceiro trimestre de 2017.

Subutilização da força de trabalho - A Pnad-C também avaliou neste trimestre a taxa de subutilização da força de trabalho, que é o percentual de pessoas desocupadas, que trabalham por menos horas do que poderiam ou que estão na força de trabalho potencial.

Comparação numérica - A taxa ficou em 24,4% no terceiro trimestre deste ano, abaixo do 24,6% do trimestre anterior e relativamente estável em relação ao 23,9% do terceiro trimestre do ano passado.

Soma - A população subutilizada somou 27,3 milhões de pessoas, estável em relação ao trimestre anterior, mas 2,1% superior ao terceiro trimestre de 2017.

Desalentadas - O número de pessoas desalentadas (aquelas que não procuram emprego porque acham que não vão conseguir) ficou em 4,8 milhões, estável em relação ao trimestre anterior e 12,6% acima do mesmo trimestre de 2017 (4,2 milhões).

Taxa - Já a taxa de desalentados entre o total da força de trabalho foi de 4,3%, relativamente estável em relação ao segundo trimestre deste ano (4,4%) e acima dos 3,9% do terceiro trimestre do ano passado.

Rendimento - O rendimento médio real habitual dos trabalhadores no terceiro trimestre ficou em R$ 2.222, estável em ambas as comparações. Também manteve estabilidade a massa de rendimento real habitual (R$ 200,7 bilhões). (Agência Brasil)

 

OPINIÃO: O novo Brasil para todos os brasileiros

opiniao 30 10 2018A ideologia de esquerda foi derrotada e começa uma nova fase na política e na economia brasileira. A política dos últimos 16 anos foi desastrosa para o País, o PT instalou ou permitiu a maior corrupção do mundo, com o chefe e alguns de seus ministros condenados e presos.

Mas a sociedade, em uma elevada missão de resgate dos princípios fundamentais da democracia, elegeu um novo governo para que todos tenham oportunidade, deveres e respeito à constituição, e que ninguém fique acima da Lei e que trabalhadores honestos tenham um salário justo e direito a saúde, a educação e a segurança.

O novo governo vai quebrar o paradigma da falsidade e da enganação, da ideologia de esquerda que levou a Venezuela ao caos e a pobreza absoluta, sem comida e sem remédio. Vamos confiar nas pessoas que são trabalhadores honestos e que juntos com o novo governo e a sociedade possamos construir um futuro melhor.

O presidente, senhor Jair Bolsonaro, tem boa formação e vai desburocratizar o estado com menos ministérios e menos cargos, estimulando o desenvolvimento do Brasil com uma menor carga tributária, estimulando o empreendedorismo e a geração de mais empregos.

Por fim, afirmo que acredito no novo presidente e nas suas palavras de respeito à democracia e na constituição que governará para todos os brasileiros, dando liberdade, e cada pessoa ganhará o pão de cada dia, fruto do suor do seu rosto e que fará as reformas para recuperar a parte fiscal e o déficit do governo, diminuindo a administração federal, onde temos mais de 100 mil cargos que são preenchidos por nomeações, que somados aos outros funcionários do PT que estão no governo, criaram um corporativismo ideológico, com nomeações de pessoas sem capacitação técnica e sem visão de desenvolvimento e crescimento.

A oportunidade que todos os brasileiros esperam está no trabalho e somente pelo trabalho ganharemos o pão de cada dia em todas as cidades e em todas as regiões. O que precisamos fazer agora é dar foco total em nossos projetos e objetivos, em nossas relações com todas as pessoas, na produtividade, na qualidade de nossos produtos. Enfim, dar continuidade em nossa vida e de nossas organizações, deixando de lado os ressentimentos causados pelas paixões políticas e fazendo um grande esforço nacional para reconstruir a nossa economia, com sabedoria e muito trabalho, e juntos vamos construir um novo Brasil para todos os brasileiros.

*Dilvo Grolli é presidente da Cooperativa Coopavel, sediada em Cascavel (PR)

 


Versão para impressão


RODAPE