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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4443 | 26 de Outubro de 2018

INTERCÂMBIO: Mestrandos conhecem sistema cooperativista alemão

 

A Alemanha foi o destino visitado, de 15 a 19 de outubro, por integrantes da sexta turma do curso de Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas, promovido pela Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), com o apoio do Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR. Com o objetivo de conhecer o sistema cooperativista alemão, eles estiveram na Universidade Albert-Ludwig University e na Cooperativa Vinícola Winzergenossenschaft Wolfenweiler eG, em Freiburg; na Universidade Uni-Hohenheim e na Associação Cooperativa de Baden-Württemberg (BWGV), em Stuttgart, na Academia das Cooperativas Alemãs (ADG), em Montabaur, e na BVR e DGRV (Confederação Alemã das Cooperativas), em Bonn.

 

Grupo - Participaram da missão internacional: Devair Mem, Plácido Junior e Vanessa Christófoli, do  Sescoop/PR; Emerson Nunes, da Cocamar; Célia Furlanetto e Thiago Cirino, do Sicoob Sul; Rosélia Silva, da Castrolanda; Alexsandro da Silva, da Unimed Curitiba; Renato Nishikawa, da Unimed Paranavaí; Francislaine da Silva, da Sicredi Medicredi PR; Ezekiel Dengo, da Codepa; Donizete Diniz, da Copacol; Lucas Damasio, da Unimed Paraná; Bruna de Oliveira, Ediane Weirich e Holdlei Tatiane Diniz, de outras organizações, os professores Alex Ferraresi e Alex Weymer, da PUCPR, e Gilson Martins, da UFPR.

 

DGRV - Na DGRV, o grupo assistiu a uma palestra ministrada por Katharina Rohde, que contribuiu para ampliar a compreensão dos brasileiros sobre o modelo estrutural e organizacional do cooperativismo alemão. A DGRV atua como entidade de representação política das cooperativas de todas as atividades. Também oferta programas de formação, serviços de auditoria, economia (plano de negócios), assessoria em direito e tributação. Promove ainda a cooperação internacional, por meio de programas de ajuda no desenvolvimento de cooperativas, principalmente em países em desenvolvimento.

 

Federações - Ela é formada por quatro federações setoriais, entre as quais a Federação de Bancos Populares e Bancos Raiffeisen (BVR), que responde por interesses de todos os bancos populares e bancos Raiffeisen; a Federação Alemã Raiffeisen (DRV), que atende as cooperativas rurais  de mercadorias, transformação e serviços; a Federação Central dos Grupos Industriais Integrados (ZGV), que atende as cooperativas industriais de mercadorias e serviços e a Federação Nacional de Cooperativas de Consumo, que atende as cooperativas de consumidores alemãs.

           

Mais - A DGRV também é composta por quatro federações regionais de auditoria, seis federações de auditoria especializada, oito centros de capacitação regional e um nacional. 

 

Crédito - No ramo crédito, o sistema cooperativista alemão possui 915 instituições financeiras, entre bancos e cooperativas de crédito, com 11.108 filiais, 1,24 bilhão de euros em ativos e 104,7 bilhões de euros em patrimônio, segundo dados de 2017. O grupo bancário pagou 2,8 bilhões de euros em imposto de renda naquele ano. Dois grandes grupos financeiros detêm cerca de 30 milhões de clientes, dos quais 18,51 milhões são associados. Geram cerca de 147 mil empregos diretos.

 

Agrícola - No setor agrícola, são 2.099 cooperativas e cinco empresas centrais que trabalham pelo bem econômico dos 400 mil sócios. A participação das cooperativas agrícolas no mercado oscila entre 30% para carnes e vinhos, 50% para cereais, frutas e verduras e até 60% para a indústria leiteira. Em 2016, esse grupo gerou 58,8 bilhões de euros em negócios. 

 

Comercial - No setor comercial, são 1.342 cooperativas nas áreas de produção, comércio e serviços, que contam com 620 sócios, gerando 128 bilhões de euros em 2017. Destacam-se neste setor sete empresas centrais e 379 cooperativas de consumo. 

 

Energia - No setor de energia, há na Alemanha 862 cooperativas com 183 mil membros, que atuam na comercialização, produção e distribuição de energia.

 

Cooperados - Segundo a DGRV, a média nacional é que uma em cada quatro pessoas integra uma cooperativa na Alemanha. Porém, na parte centro ao sul esse número é de um associado para cada 3 pessoas. São cerca de 5.500 cooperativas sob o teto da entidade, que geram mais 800 mil empregos e atendem cerca de 19,72 milhões de sócios. Além disso, existem mais 1.925 cooperativas na área de construção de habitação com aproximadamente 2,8 milhões de sócios não filiadas.

 

Cooperativas - As cooperativas são empresas jurídicas economicamente e legalmente independentes, autônomas, regidas por legislação própria, e não estão sujeitas a influência governamental. As cooperativas locais, centrais e as federações têm a incumbência de promover os interesses econômicos de seus associados. As cooperativas promovem seus associados mediante atividades econômicas conjuntas, sendo essa uma das premissas claramente definida na lei de cooperativas da Alemanha.

 

Eficientes e rentáveis - As cooperativas só podem cumprir com êxito suas obrigações com seus sócios se foram eficientes e rentáveis. Elas devem ser competitivas em seu mercado e não devem ser utilizadas como instrumento a serviço de interesses particulares, grupos, políticos ou governos. O interesse por uma cooperativa basicamente se fundamenta em dois pilares: o interesse econômico conjunto é mais competitivo que individualmente e a participação democrática no capital e na governança.

 

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BC: Banco Central realiza IV Fórum de Cidadania Financeira

 

bc 26 10 2018O Banco Central realizará em Brasília, entre os dias 7 e 8 de novembro, a quarta edição do Fórum de Cidadania Financeira, e o Sistema OCB, apoiador desde a primeira edição, não poderia ficar de fora. Por isso, no primeiro dia do evento, a gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas, Geâne Ferreira, participará do painel Educação Empreendedora, Cooperativista e Financeira como instrumento de desenvolvimento local: um estudo de caso.

 

Objetivo - O objetivo é analisar e discutir o contexto e as razões que possibilitaram o alcance dos resultados obtidos com as iniciativas de Educação Empreendedora, Cooperativista e Financeira no município de Chapada Gaúcha/MG, identificando fatores replicáveis de sucesso e pensando nos próximos passos e oportunidades a serem exploradas.

 

Participantes - Além da representante do Sistema OCB, também participam do painel: Angela Silva de Paula, analista do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro do Banco Central, Marcos Aurélio Maier, presidente da Cooperativa de Crédito da Chapada Gaúcha (Credichapada) e, ainda, Marcos Geraldo Alves da Silva, gerente regional do Sebrae-MG.

 

Sobre o evento - O IV Fórum de Cidadania Financeira tem por objetivo discutir o desenvolvimento e a oferta de serviços financeiros responsáveis, que sejam não apenas economicamente viáveis, mas também atentem a princípios como transparência, ética e equidade no relacionamento entre cliente e provedor, levando em conta o presente cenário globalizado e de alta digitalização, bem como a realidade brasileira. (Informe OCB)

 

Clique aqui para conferir a programação doIV Fórum de Cidadania Financeira

 

SICOOB UNICOOB I: Bancoob e Central realizam alinhamento de estratégias com cooperativas

 

sicoob unicoob I 26 10 2018Buscando estreitar o relacionamento e reforçar as ações estratégicas para ampliar a carteira de crédito rural, representantes da Central Unicoob e do Bancoob estão visitando as cooperativas filiadas ao sistema. Nos dias 22 e 23 de outubro, o supervisor de Crédito Rural do Sicoob Central Unicoob, Michel Tamura, acompanhado do supervisor e do consultor da gerência de Agronegócio do Bancoob (Gerag), Felipe Souza e Vinicius Cerqueira, estiveram no Sicoob Credicapital, Sicoob Metropolitano e Sicoob Norte do Paraná.

 

Dificuldades - Durante as visitas, eles puderam conhecer de perto as principais dificuldades enfrentadas pelas singulares, discutir pontos de melhoria e o planejamento de ações para ampliar a participação das cooperativas no mercado do agronegócio.

 

Etapas - "As visitas serão realizadas em etapas, para que possamos atender todo o sistema. Inicialmente, estivemos nas cooperativas que participaram do fórum para discussões de concessão de crédito rural do BNDES e, em breve, visitaremos as demais”, afirma o supervisor.

 

Produtiva - Para o assistente de PA do Sicoob Credicapital, Eduardo Cesar Tironi, a visita foi muito produtiva e permitiu discutir ações que precisavam ser alinhadas e melhoradas. “Conseguirmos falar diretamente para o pessoal do Bancoob e da Central quais são as nossas dificuldades, principalmente na questão de agilizar o processo de liberação de crédito para atender nossos cooperados com agilidade”, avalia. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB UNICOOB II: Sicoob Metropolitano e Sicoob Vale do Iguaçu trocam experiências sobre o FIC

 

sicoob unicoob II 26 10 2018Com o objetivo de fortalecer o sexto princípio do cooperativismo, que é a intercooperação, o Sicoob Metropolitano recebeu no último dia 19 uma comitiva do Sicoob Vale do Iguaçu, de Francisco Beltrão.

 

Visita - O grupo visitou as instalações da Unidade Administrativa da cooperativa e também a EVOA Aceleradora. Depois, teve a oportunidade de conhecer as melhores práticas adotadas pela cooperativa de Maringá, em especial as iniciativas relacionadas ao programa de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC).

 

Envolvimento - "Saímos maravilhados com o envolvimento que o Sicoob Metropolitano tem com os colaboradores. Estão todos de parabéns", afirma a gerente de Produtos e Serviços do Sicoob Vale do Iguaçu, Paula Monique Simão Loks. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB ARENITO I: Com aumento de quase 40%, cooperativa alcança R$ 200 milhões em ativos em outubro

 

sicoob arenito I 26 10 2018O Sicoob Arenito encerra o mês de outubro comemorando os R$ 200 milhões em ativos totais. O marco reflete as ações desenvolvidas com base no planejamento estratégico e no trabalho feito pela cooperativa na região de Umuarama.

 

Significativo - Comparado com o ano passado, quando fechou o ano com R$ 143 milhões, a cooperativa já registra crescimento de quase 40% em 2018. O resultado acompanha o crescimento do Sistema Sicoob que, em setembro, alcançou o marco de R$ 100 bilhões em ativos.

 

Histórico - Segundo o diretor superintendente, Fábio Viar, o resultado mostra a importância da singular, que em novembro completa 14 anos de atuação na região. “Isso é um feito histórico para nós. A cooperativa vem cumprindo todos os indicadores de negócios e o resultado desse desempenho é demonstrado nesse grandioso número que alcançamos”, afirma. (Imprensa Sicoob Arenito)

 

SICOOB ARENITO II: Jornada Empresarial da Faculdade Alfa teve palestra sobre coperativismo

 

sicoob arenito II 26 10 2018O Sicoob Arenito, de Umuarama, foi um dos apoiadores da 9ª edição da Jornada Empresarial da Faculdade Alfa. O evento, realizado entre os dias 22 e 25 de outubro, teve palestras e workshops sobre “O papel da inovação no processo da construção da identidade organizacional”.

 

Palestra - Na programação da primeira noite da jornada, a cooperativa e o Sescoop/PR promoveram a palestra “Cooperar e inovar para superar desafios”, com o professor João Carlos de Oliveira, de Curitiba. Além dos alunos da faculdade, colaboradores da cooperativa também estiveram presentes.

 

Oportunidade - O diretor Administrativo Financeiro do Sicoob Arenito, Edemilson Santana, falou sobre a oportunidade de levar conhecimento a jovens que estão ingressando no mercado de trabalho. “Para nós, a parceria com a faculdade é de extrema importância, pois nos permite levar ao meio acadêmico esse tema tão importante que é o cooperativismo”, afirma. (Imprensa Sicoob Arenito)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Cooperativa recebe mais um prêmio Destaque

 

sicredi fronteiras 26 10 2018A cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP recebeu mais um reconhecimento, com o Prêmio Destaque, promovido pela Associação Empresarial de Realeza - Aciar, em parceria com o instituto de pesquisa Radar Inteligência. O prêmio distingue os melhores em diversos segmentos, nos estados de Santa Catarina e Paraná.

 

Mais lembrada - No setor financeiro, a cooperativa de crédito Sicredi Fronteiras PR/SC/SP foi a mais lembrada entre os entrevistados. Conforme destacaram os diretores da Radar Inteligência, a cooperativa foi lembrada por 65,20% dos entrevistados. 

 

Reconhecimento - O gerente da agência Sicredi de Realeza, município do Sudoeste do Paraná, Wilson Mello, o prêmio representa o reconhecimento das pessoas pelo trabalho que é prestando à sociedade e aos nossos associados. 

 

Princípios - “A agência está há 20 anos na cidade realizando trabalho de ser cooperativa, e ser lembrada por mais 65% dos entrevistados, demonstra que estamos cuidando muito bem de um dos princípios do cooperativismo que é o interesse pela comunidade, e também nos coloca muito mais no compromisso de melhorar ainda mais a comunidade que estamos inseridos”, destacou o gerente. 

 

Fortalecimento - O presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, José César Wunsch destacou que este prêmio fortalece o Sicredi, que dia após dia buscar estar simples, próximo e ativo, para fazer o melhor pelos associados. “Esse reconhecimento demonstra que estamos no caminho certo e prova que o Sicredi investe nos mais diversos âmbitos da sociedade. Oferece mais de 300 serviços e produtos financeiros, como linhas de crédito para o pequeno, médio e grande empresário e produtor rural”, disse Wunsch.  

                   

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO: Crédito consignado é opção para pagar menos juros

 

O Dia do Servidor Público é comemorado em 28 de outubro. Este profissional tem uma vantagem na hora de contrair crédito, o consignado, que é o desconto do empréstimo direto na folha de pagamento. Para quem tem dívidas de cheque especial ou do rotativo do cartão de crédito, o consignado é uma excelente opção, porque os juros são menores.

 

Convênios - A Sicredi União PR/SP mantém convênios com a Universidade Estadual de Maringá (UEM), prefeitura de Maringá, Maringá Previdência e a Câmara Municipal de Maringá. O gerente regional de Desenvolvimento da Sicredi União, Edson Rocha, destaca que dependendo da instituição, o servidor pode destinar até 30% do salário para o pagamento do empréstimo com desconto em folha. “Como a recomendação é sempre trocar dívidas com juros altos por taxas menores, o consignado é uma excelente opção, ainda mais porque é uma modalidade mais barata do que o crédito pessoal. Mesmo quem está com o nome negativado consegue contrair o empréstimo na Sicredi”, reforça Rocha.

 

Acesso - Para ter acesso ao crédito, os funcionários públicos das instituições conveniadas precisam apenas apresentar RG, CPF, comprovante de endereço e cópia do último holerite. Esses documentos devem ser entregues em uma das cinco agências da Sicredi União em Maringá: Centro, Cerro Azul, Cocamar, Tuiuti e Maringá Velho. Outra opção é entrar em contato com os colaboradores da Sicredi, que vão semanalmente às instituições conveniadas. Aí é só assinar o contrato e usufruir o dinheiro que, dependendo da empresa em que trabalha, pode ser pago em até 60 meses.

 

Portabilidade - Outra informação relevante para o servidor é que as novas regras de portabilidade, definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) começaram a valer em julho. Entre as alterações está a inversão do procedimento de portabilidade, ou seja, agora é possível solicitar a transferência diretamente à instituição financeira em que o consumidor deseja receber o salário. Antes, precisava procurar, presencialmente, a instituição financeira responsável pela conta-salário de origem. 

 

Meios eletrônicos - Outra mudança é que a solicitação pode ser feita por meios eletrônicos (internet, aplicativo e telefone), junto à instituição financeira onde mantém a conta de destino. “Com essas novas regras, o consumidor passa a ter mais liberdade para escolher a instituição financeira que apresenta as melhores condições de serviços e taxas, bem como mais facilidade para concentrar as operações em uma única conta, reduzindo gastos com tarifas”, garante Rocha. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

COCAMAR: Embrapa se soma ao Rally Cocamar de Produtividade

 

A Cocamar e a Embrapa Soja deram início na segunda-feira (22/10) a um projeto inédito no Brasil para avaliar a qualidade física, química e biológica do solo, em propriedades rurais de diferentes regiões atendidas pela cooperativa, no Paraná. Idealizado pela Embrapa, o trabalho foi inserido no calendário da quarta edição do Rally Cocamar de Produtividade, Safra 2018/19, realizado pela cooperativa, que começou na semana passada. 

 

Patrocínio - Formada por técnicos da cooperativa e da Embrapa, com a participação de uma aluna de doutorado da Universidade Estadual de Londrina (UEL), a equipe utiliza uma das unidades do Rally, a picape Ford Ranger Limited, cedida pela concessionária Ford Center que, ao lado das empresas Spraytec e Basf, é patrocinadora máster do Rally. 

 

Sinergia - De acordo com o pesquisador Henrique Debiasi, da Embrapa Soja, o trabalho pioneiro é resultado da sinergia que há entre aquela empresa e a Cocamar. “A ideia nasceu com o pesquisador Júlio Franchini e foi abraçada pela cooperativa, que se dispôs a custear as despesas da realização e também a indicar produtores em sua região, que abriram as portas de suas propriedades para que possamos fazer as análises”, afirma. 

 

Avaliação - Debiasi explica que as análises vão possibilitar uma avaliação detalhada dos níveis de infiltração em vários tipos de solos, inclusive naqueles onde são conduzidos programas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e consórcio milho e braquiária. “Trata-se de um trabalho de grande magnitude e importância. No país, se conhece muito pouco, ainda, sobre a capacidade de infiltração de água no solo e esse trabalho, com certeza, será uma referência”, acrescenta o pesquisador, observando que a avaliação vai permitir diferenciar os manejos de solo que são conduzidos com qualidade. Os trabalhos incluem a realização do Diagnóstico Rápido de Estrutura do Solo (Dres), além de coleta de solo para análises química, física e biológica e medição do volume de palha. 

 

Ponto em comum - O gerente técnico da Cocamar, Renato Watanabe, destaca que tanto os campeões de produtividade da cooperativa quanto os produtores que se sobressaem ao longo do ano por suas médias elevadas, apresentam um ponto em comum: o manejo adequado do solo, visando atingir elevados patamares e estabilidade de produção. “O trabalho realizado em parceria com a Embrapa quer mostrar como esse manejo influencia na capacidade de produção. Estamos visitando diferentes ambientes de produção e analisando diferentes formas de manejo, para saber como o solo consegue absorver mais água e ter melhor estrutura física.” 

 

Etapas - Em sua fase inicial, o trabalho terá quatro semanas de duração. De segunda a quarta-feira desta semana, com o acompanhamento do coordenador técnico da Cocamar, Rafael Furlanetto, foi visitado o município de Iporã; de 29 a 1º de novembro, o grupo estará em Florai, Maringá e São Jorge do Ivaí. Os trabalhos estão sendo programados, também, nas regiões de Primeiro de Maio, Sertanópolis, São Sebastião da Amoreira e Santa Cecília do Pavão, em períodos ainda a serem definidos. Numa segunda etapa, as informações vão ser levadas aos produtores por meio de dias de campo. 

 

Marcas - O Rally Cocamar de Produtividade conta, também, com o patrocínio das empresas Texaco Lubrificantes, Sancor Seguros, Estratégia Ambiental, Agrosafra, Sicredi e Cocamar TRR, com o apoio da Unicampo, Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) e Aprosoja-PR. (Imprensa Cocamar)

 

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UNIUM: Herança Holandesa lança novo site

 

Acaba de entrar no ar o novo site da Herança Holandesa, marca de produtos alimentícios, fruto da intercooperação da marca Unium - que representa projetos e fortalece algumas das maiores marcas do agronegócio do Brasil.

 

Moderna - Mais moderna e repaginada, a página apresenta os produtos da marca, inclusive das linhas Premium, Tradicional e Precisa. Além disso, agora, o site é responsivo, ou seja, com design e navegabilidade compatível com todos os tipos de dispositivos móveis. Por meio da página www.herancaholandesa.com.br o público pode conhecer mais sobre a empresa, seus produtos e conferir dicas de receitas.

 

Sobre a Unium - A Unium é a marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal e representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. As marcas reunidas pela Unium são reconhecidas pela qualidade e excelência, e entre elas está a Alegra. A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22.000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

 

imagem unium 26 10 2018

EVENTO: 3º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio cumpre meta de público

 

evento 26 10 2018O terceiro Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, que aconteceu nos dias 23 e 24 de outubro, foi marcado pela participação de mais de 1.500 pessoas. Novamente, o evento bate recorde de público, com aumento de aproximadamente 50% do público comparado ao ano anterior.

 

Players - "Mais uma vez, nos cercamos dos principais players do agronegócio para oferecer o que há de mais atual no setor, em termos de conteúdo, tendências e profissionais. Tivemos mais de 60 palestrantes nacionais e internacionais, área de exposição com mais de 40 empresas patrocinadoras, espaço exclusivo para startups do agronegócio, rodadas de negócios internacionais e outras novidades. Anunciamos ainda o projeto YAMI – Youth Agribusiness Movement International, que reunirá jovens herdeiros, sucessores, estudantes e recém-formados até 30 anos e que darão continuidade no crescimento do setor", declara Alexandre Marcilio, Diretor da Transamerica Expo Center.

 

Pontapé inicial - Sobre o projeto YAMI, o pontapé inicial já foi dado com a presença de alguns estudantes convidados da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e do IED (Istituto Europeo di Design). Em 2019, o YAMI ocorrerá em paralelo ao congresso, em uma Arena com conteúdo específico para esse novo público.

 

Fortalecimento - Novamente com a validação do mercado e do público, o 3º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio se fortalece no calendário anual do setor. A próxima edição do evento será realizada nos dias 8 e 9 de outubro de 2019.

 

Localidades - As congressistas participantes vieram de praticamente todas as localidades do país. São elas Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiânia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. De fora do País, tivemos congressistas vindas de Angola, Argentina e Paraguai.

 

Patrocinadores - Entre os patrocinadores do evento estiveram Corteva Agroscience (Diamond), John Deere (Master), AGCO, Bradesco, Senar|CNA Brasil e Phibro (Top). As empresas que fecharam as cotas de Apoio são Banco Alfa, Banco do Brasil, Belgo Arames, Camila Klein, Cargill, Caterpillar, Climatempo Consultoria, Elanco, FLC Assessoria Jurídica Empresarial, Forquímica, Jacto, Lilla Huck, Otranto Camargo, Malai Manso Resort, Markel, Mosaic, Rabobank, Rituais Cafés Especiais 3 Corações, Safras&Cifras, Santander, Sicredi, Souza Cruz, Tortuga|DSM, Transamerica Hospitality Group, UPL e Yoorin.

 

Startups - As startups participantes foram @Tech, Agrosmart, CBC Agronegócios, Culte Coin, JetBov, Liberali, Mulheres do Agronegócio Brasil, Permutagro, Pulse e Taranis. Também foram firmadas Alianças Estratégicas com ABMRA, Aboissa, BPW, Comigo, Elas do Agro, Farsul, Mundocoop, NFA (Núcleo Feminino do Agronegócio), Sebrae, SRB (Sociedade Rural Brasileira) e SRM (Sociedade Rural de Maringá). (Assessoria de Imprensa do evento)

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: Terceiro planalto, onde o “frio” não terminou no Paraná

 

expedicao safra 26 10 2018Em Guarapuava, cidade símbolo do Terceiro Planalto do Paraná, o inverno não terminou, pelo menos no campo. Na região, as principais culturas desta época – cevada e trigo – ainda estão nas lavouras. Por enquanto, apenas 4% dos 36 mil hectares de trigo foram colhidos. No caso da cevada, o ritmo é ainda mais lento: só 1% dos 40 mil hectares dedicados ao cereal foi capturado pelas colheitadeiras."

 

Suscetível - Localizada a mais de 1.100 metros de altitude, a cidade é uma das mais frias do Paraná. Bastante suscetível a geadas, inclusive no ano inteiro, o município é, tradicionalmente, o último a colher os cereais de inverno e a plantar soja. “Nós já tivemos registros de geadas em diferentes épocas do ano, tanto em fevereiro quanto em setembro, outubro”, conta o engenheiro agrônomo Rodrigo Luiz Martins, da Tampa AgroConsultoria.

 

Dessecação atrasada - Segundo o engenheiro agrônomo Josef Pfann Filho, presidente da Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas, a dessecação de cobertura para plantio de soja está atrasada. “Mas a melhor época ainda não aconteceu. Alguns produtores estão tentando ganhar tempo para ter menos problema com ferrugem. O pessoal está tentando plantar milho mais cedo para tentar plantar feijão depois”, diz.

 

Chuvas - Neste ano, as chuvas dos últimos dias têm sido outro fator agravante, segundo Márcio Mourão, coordenador de assistência técnica da Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária (Fapa). Com 460 produtores associados, a Agrária é a maior cooperativa da região e referência nacional na produção de cereais de inverno. “As chuvas atrapalharam um pouco. Sim, houve atraso, mas não comprometeu a qualidade dos cereais e nem a produtividade”, diz. Mourão conta que a expectativa para o trigo é de 3,5 mil kg por ha; e de 4 mil kg/ha na cevada. “O grosso da colheita dos cereais e do plantio de soja na região é na primeira quinzena de novembro”, explica.

 

Clima favorável - O produtor Josef Stutz, da colônia Entre Rios, em Guarapuava, não vê a hora de colher o trigo e a cevada para começar o plantio de soja. “Estamos esperando o clima colaborar”. Neste ano, ele plantou 25 hectares de trigo e 60 de cevada. “Já plantei o milho e vou semear 90 ha de soja”. Ele está animado com a possibilidade de alcançar os mesmos rendimentos do ano passado. “Consegui 74 sacas por hectare na soja e 250 sacas no milho. O investimento é para alcançar o mesmo ou ultrapassar as marcas”, conta.

 

Milho - O milho verão, na região não existe safrinha, é uma cultura com muito potencial produtivo. O clima e a altitude fazem com que a região tenha produtividade semelhante à dos Estados Unidos. “Mesmo assim é uma cultura muito arriscada. O milho vem perdendo muito espaço para soja. Os custos são altos e os preços muito baixos se comparados com a soja”, diz o produtor Pellisson Kaninski. Engenheiro agrônomo, ele conta que por opção não produz cereais de inverno, apenas aveia para cobertura. Neste ano, ele vai semear 170 hectares de soja. “No ano passado, por causa do mofo branco, nós tivemos uma produtividade média em torno de 3,2 mil kg/ha. Neste ano, esperamos 4 mil kg/ha”."

 

Estimativa - "A Agrária trabalha com uma safra de verão estimada em 90 mil hectares de soja e 40 mil de milho. “Os custos de produção subiram um pouco, principalmente nos fertilizantes. Nós tivemos alguns atrasos por causa da greve dos caminhoneiros e o tabelamento do frete, que continua sendo uma grande incógnita”, diz Mourão. “Mas a expectativa é de uma safra cheia”, complementa. Atualmente, 15% da safra de soja dos cooperados foram comercializadas no mercado futuro. No mesmo período do ano passado, o volume era 30%.

 

El Niño - Vice-chefe do Departamento de Agronomia da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), o engenheiro agrônomo Edson Perez Guerra diz que o El Niño, fenômeno climático marcado pelo excesso de chuvas, porém mais esparsas, pode prejudicar o controle de ervas daninhas e de fungos, além do ataque de lagartas. “O plantio pode ser um pouco mais complicado. O produtor tem que ficar atento”, afirma. (Gazeta do Povo)

 

CAMPANHA: Começa em novembro nova etapa de vacinação contra aftosa

 

campanha 26 10 2018No próximo dia 1º de novembro, a maior parte dos estados brasileiros vai iniciar a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa. Desta vez, serão imunizados os animais com até 24 meses. Apenas o Acre, Espírito Santo, Paraná e parte de Roraima (reservas indígenas Raposa Serra do Sol e São Marcos) vacinarão todo o rebanho (jovens e adultos).

 

Maio - Na etapa de maio foram vacinados 197,87 milhões de animais de um total previsto de 201,23 milhões de cabeças. A cobertura vacinal atingiu 98,33%. Atualmente o rebanho brasileiro de bovinos e bubalinos é de 217.493.867. Os estados com maior número de animais são o Mato Grosso com 30 milhões de animais, seguido de Minas Gerais com 23,3 milhões de cabeças. A cidade com maior rebanho é São Félix do Xingu, no Pará: 2,2 milhões de cabeças.

 

Ganho - O diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, diz que “até novembro de 2019, com a retirada gradual da vacinação, o ganho direto do criador poderá ser revertido na melhoria do rebanho e da propriedade, com investimentos em insumos e tecnologia que irão trazer maior produtividade”. O Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA 2017-2026), dividiu o país em cinco blocos de Estados para a retirada completa da vacinação no país.

 

Área livre - O Brasil é considerado livre da aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O estado de Santa Catarina, que não vacina o rebanho desde 2000, é reconhecido, desde 2007, como área livre da doença sem vacinação.

 

Estimativas - Conforme estimativas da Divisão de Febre Aftosa (Difa) do Mapa, em 2018 deverão ser utilizadas 337.713.800 doses de vacinas; em 2019, serão 308.235.501; em 2020, 269.395.197; em 2021, 155.118.834. Com a redução do uso da vacina, a partir de 2019, a economia será de R$ 44 milhões; em 2020, de R$ 102 milhões; em 2021, de R$ 274 milhões e, em 2022, de R$ 506 milhões, alcançando quase R$ 1 bilhão, sem contabilizar os gastos com o manejo envolvido na vacinação (mão de obra, cadeia de frio, transporte e outros).

 

PNEFA - O Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA 2017-2026), dividiu o país em cinco blocos de estados para a retirada completa da vacinação no país.

 

Cronograma - Pelo cronograma, a suspensão da vacina será feita da seguinte forma: 2019/2: Bloco I – região amazônica: Acre, Rondônia e Paraná; alguns municípios do Amazonas e do Mato Grosso; 2020/2: Bloco II – região amazônica: Amazonas, Amapá, Pará e Roraima; 2020/2: Bloco III – região Nordeste: Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte; 2021/2: Bloco IV – região central: Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe e Tocantins; 2021/2: Bloco V – região Centro-Sul: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

 

Banco de Vacinas - Mesmo com o Brasil começando a retirar a vacinação, assim como outros países da América do Sul, está sendo criado o Banco de Vacinas e Antígenos (Banvaco). Sob a coordenação do Centro Pan Americano de Febre Aftosa (Panaftosa), o Banvaco terá estoques estratégicos de vacinas aos quais os países poderão recorrer em caso de eventuais emergências sanitárias.

 

Cuidados - Cuidados com a vacinação:

- Compre as vacinas somente em lojas registradas. 

- Verifique se as vacinas estão na temperatura correta: entre 2° C e 8° C. 

- Para transportá-las, use uma caixa térmica, coloque três partes de gelo para uma de vacina e lacre. 

- Mantenha a vacina no gelo até o momento da aplicação. 

- Escolha a hora mais fresca do dia e reúna o gado. Mas lembre-se: só vacine bovinos e búfalos.

- Durante a vacinação, mantenha a seringa e as vacinas na caixa térmica e use agulhas novas, adequadas e limpas. A higiene e a limpeza são fundamentais para um bom resultado.

- Agite o frasco antes de usar e aplique a dosagem certa em todos os animais: 5 ml. O lugar correto de aplicação é a tábua do pescoço, podendo ser no músculo ou embaixo da pele. Aplique com calma, para evitar a formação de caroço no local da vacina.

- Siga as recomendações de limpeza, utilize a agulha certa, desinfetada e trocada com frequência. 

 

Não se esqueça de preencher a declaração de vacinação e entregá-la no serviço veterinário oficial do seu estado junto com a nota fiscal de compra das vacinas. (Mapa)

 

Confira o calendário de vacinação para novembro

 

Dados do fechamento da primeira etapa de vacinação

 

FACIAP: Intenção de compra cresce no Paraná e aponta tendência para os próximos meses

 

faciap 26 10 2018No mês de setembro a intenção de compra cresceu, o que é um sinal positivo de avanço da economia. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o aumento foi de 2,44% no Paraná. No acumulado do ano, o aumento foi de 5,24%. O dado foi divulgado na terça-feira (23/10) pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), por meio da Base Centralizadora Faciap de Proteção ao Crédito (BCF), conveniada ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). As informações se referem às associações comerciais vinculadas à BCF, que somam hoje 295 cidades do estado.

 

Dado positivo - Para o vice-presidente para a Rede de Benefícios da Faciap, Claudenir Machado, o dado é positivo, já que mostra que os consumidores têm voltado a comprar aos poucos, o que é bom para a economia. “O aumento no número de consultas indica confiança do consumidor. O dinheiro voltando a circular aquece a economia do estado”, explica ele.

 

Tendência - O crescimento na intenção de compra também aponta para uma tendência de aumento no consumo até o final do ano. “É o período de festas e também de pagamento do décimo terceiro. As pessoas irão utilizar o recurso a mais para fazer as compras de final de ano, o que movimenta o comércio”, afirma Claudenir Machado.

 

Quitar dívidas - O dinheiro deve ser utilizado ainda para quitar as dívidas, de acordo com o vice-presidente. Segundo os dados divulgados pela Faciap, houve aumento na exclusão de nomes do registro de devedores. Em setembro deste ano, 5,82% mais pessoas quitaram suas dívidas em relação ao mesmo período de 2017.

 

Aumento - Por fim, no Paraná, a quantidade de paranaenses com contas em atraso e registrados nos cadastros de devedores aumentou 3,29% em setembro. (Assessoria de Imprensa da Faciap)

 


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