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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4442 | 25 de Outubro de 2018

EDUCAÇÃO: Encontro do Cooperjovem e A União Faz a Vida reúne 1.800 educadores em Curitiba

Um dia inteiro para pensar a educação e no papel do professor como protagonista nessa era de grandes transformações, mudanças que refletem, inclusive, no modelo de educação e no conteúdo aplicado. Assim foi o Encontro Interestadual dos Programas A União Faz a Vida e Cooperjovem, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR), entidade do Sistema S que atende o setor cooperativista, e o Sistema Sicredi, responsável pelo A União Faz a Vida. Realizado do Teatro Positivo, em Curitiba, o evento reuniu 1.800 educadores e secretários municipais de Educação, bem como representantes das cooperativas que atuam com esses dois programas nos estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina Estas.

Referências – O Cooperjovem e o A União Faz a Vida são iniciativas de responsabilidade social consideradas referência no Brasil porque, ao inserir o cooperativismo no ambiente escolar, contribuem para o desenvolvimento de competências nos alunos que são fundamentais para a empregabilidade do futuro, tais como colaboração, empatia, pensamento crítico e comunicação.

Presenças - Pela importância desses programas, prestigiaram o Encontro Estadual o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, a gerente geral do Sistema OCB, Tânia Zanella, o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, o presidente do Conselho de Administração da Central Scoob-Unicoob, Jefferson Nogaroli, o diretor-presidente da Central Sicoob Unicoob, Marino Delgado, e o presidente da Cocamar e Conselheiro do Sistema Ocepr, Luiz Lourenço.  Chamados ao palco, estes dirigentes destacaram como vêem o impacto dessas ações na educação e na disseminação do cooperativismo, bem como a importância da integração desses dois programas, simbolizada realização do Encontro Interestadual.

Programação - Com o tema Festival Cine Educação - Luz, Câmera, Transformação”, o evento trouxe palestras com a pedagoga Letícia Lyle, mestre em Desenvolvimento Curricular e Educação Inclusiva pelo Teachers College da Columbia University (EUA), pedagoga e especialista em ensino e aprendizagem de competências socioemocionais. Também participou como palestrante o arquiteto, empreendedor social e fundador do Instituto Elos, organização não-governamental que trabalha para o empoderamento de pessoas para a construção de espaços com mais qualidade de vida, Edgard Gouveia Júnior.

Protagonistas - “O evento pretendeu mostrar que as histórias de muitos profissionais que lutam por educação de qualidade poderiam render um filme e inspirar novas ações”, conta a coordenadora do Programa Cooperjovem no Paraná, Fabianne Ratzke. Por este motivo, um dos momentos mais esperados e que despertou mais emoção foi o quadro 15X15, da Escola de Criatividade de Curitiba, em que professores compartilhara, durante 15 minutos, projetos em que foram protagonistas e que impactaram positivamente suas escolas e comunidades.

Sobre o Cooperjovem - O Cooperjovem é um programa desenvolvido há 18 anos em todo o país pelo Sistema OCB, com o objetivo de disseminar a cultura da cooperação no ambiente escolar. No Paraná, é realizado pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), em parceria com cooperativas, abrangendo 31.264 30 mil alunos, 1.753 1 professores e em 367 escolas, de 67 municípios. O programa proporciona aos educadores a vivência do trabalho coletivo e a identificação de práticas educacionais pautadas na cultura da cooperação, formando cidadãos mais solidários, participativos, autônomos e comprometidos com um futuro socialmente justo, democrático e sustentável. A integração escola-família e comunidade é incentivada e promove a construção coletiva de soluções às demandas educacionais.

A União Faz a Vida - Desenvolvido pelo Sicredi há mais de 20 anos, o programa é a principal iniciativa de responsabilidade social da instituição financeira cooperativa. Somente nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro o projeto já impactou diretamente mais de 99 mil crianças e adolescentes de 764 escolas em 156 municípios. No Paraná o programa completou 10 anos em 2017 e entre os resultados positivos estão o melhor desempenho escolar dos alunos que frequentam as escolas participantes e o maior engajamento dos pais - o que resultou em um aumento médio de 30% no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nas cidades que receberam o programa.

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WORKSHOP: Evento apresenta evolução e desafios para o cooperativismo de crédito

Com a participação de cerca de 70 cooperativistas, entre diretores, conselheiros fiscais e gerentes de cooperativas de crédito do Paraná, teve início na manhã desta quinta-feira (25/10), no Auditório do Banco Central, em Curitiba, o workshop “Panorama, Diretrizes e Reflexões nas Cooperativas Financeiras”. O evento, promovido pelo Sistema OCB, Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV) e participação do Sistema Ocepar, foi aberto pelo gerente técnico do Banco Central, em Curitiba, Rogério Mandeli Bizi. Participaram da abertura do evento, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, Tiago Borba, responsável pelo ramo crédito da Gerência Técnica da OCB, Camila Japp, gerente de Projetos da DGRV em São Paulo, e consultor do projeto OCB/DGRV, Silvio Giusti.

Avanços – Mafioletti, ao falar sobre a importância do evento  e da cooperação entre a OCB e a DGRV para as cooperativas de crédito, enalteceu a parceria do Banco Central, que “classificou de fundamental para o desenvolvimento do setor. É uma relação que traz ganhos para as cooperativas de crédito e contribui para o desenvolvimento harmônico do país”.

Paraná  O superintendente da Ocepar destacou ainda que que as 55 cooperativas de crédito, que se desenvolvem de forma sustentável no estado, têm aproximadamente 1,3 milhão de cooperados, enquanto todo o sistema, compreendido pelas 216 cooperativas registradas no Sistema Ocepar, tem  mais de 1,5 milhão de associados. Segundo ele, o potencial de crescimento do ramo crédito no Paraná é muito grande.

Pujante – O consultor do projeto OCB/DGRV, Silvio Giusti, disse que  workshop “Panorama, Diretrizes e Reflexões nas Cooperativas Financeiras” é o primeiro evento realizado no sul do Brasil e que o Paraná foi escolhido por acaso para isso. “Aqui tem um cooperativismo pujante, principalmente o agropecuário, seguido pelos ramos saúde e crédito. No caso específico do ramo crédito, é um estado que tem um retalho muito interessante, com a presença de cooperativas independentes fortes, da economia solidária, de segundo piso independentes, exemplo da Uniprime, cooperativas dos sistemas Sicredi e  Sicoob,  ou seja, a configuração paranaense reúne uma série de atores com relevância dentro deste cenário. Portanto, aqui há característica e atmosfera muito boas para debatermos e fazermos as reflexões necessárias para o nosso projeto”, ressaltou.

Programação – Após a abertura, às 8h30, com a apresentação do projeto OCB/DGRV, foram realizadas exposições por profissionais do Banco Central. À tarde, haverá um debate em formato “talk show” sobre os vetores de decisão e eficiência, com a participação da plateia. As atividades prosseguem no dia seguinte com mais um “talk show”. O evento se encerra às 12 horas.

 

workshop 23 10 2018

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RECEITA FEDERAL: Definidos critérios para exclusão do ICMS na base de cálculo de PIS/Pasep e Cofins

Foi publicada no site da Receita Federal a Solução de Consulta Interna Cosit nº 13, de 18 de outubro de 2018, que dispõe sobre os critérios e procedimentos a serem observados para fins de exclusão do ICMS na base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), no regime cumulativo ou não cumulativo, à luz do julgamento do Recurso Extraordinário nº 574.706/PR pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Disposições - Entre outras disposições, a SCI Cosit nº 13/2018 estabelece que:

- o montante a ser excluído da base de cálculo mensal da contribuição é o valor mensal do ICMS a recolher apurado da pessoa jurídica, referente ao mesmo período de apuração das Contribuições;

- o valor mensal do ICMS a recolher, deverá ser segregado entre as diversas bases de cálculo mensal das contribuições, uma vez que na escrituração das contribuições a pessoa jurídica apura diversas bases de cálculo, conforme o código de situação tributária (CST) atribuído às receitas auferidas;

- a referida segregação do ICMS mensal a recolher, para fins de apropriação da parcela a excluir em cada uma das bases de cálculos das contribuições, será determinada com base na relação percentual existente entre a receita bruta referente a cada um dos tratamentos tributários (CST) correspondentes às contribuições e a receita bruta total, auferidas em cada mês;

- para fins de proceder ao levantamento dos valores de ICMS a recolher, apurados e escriturados pela pessoa jurídica, devem-se preferencialmente considerar os valores apurados na escrituração fiscal digital do ICMS e do IPI (EFD-ICMS/IPI).

Procedimentos - A referida SCI objetiva esclarecer os procedimentos a serem adotados no âmbito da Receita Federal, no tocante ao cumprimento de decisões judiciais transitadas em julgado referente à matéria.

Decisões do STF - Ressalte-se que, nos termos do art. 19 da Lei nº 10.522, de 2002, as decisões do STF desfavoráveis à Fazenda Nacional, sob o rito de repercussão geral, só vinculam em caráter amplo e definitivo a Receita Federal no tocante à constituição e cobrança de créditos tributários, bem como nas decisões sobre as matérias julgadas, após a manifestação da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. (Receita Federal)

RAMO TRANSPORTE: Seminário Nacional reúne cooperativas de todo o Brasil na sede do Sistema Ocesp

Na terça-feira (23/10), o Sistema OCB promoveu, na Casa do Cooperativismo Paulista, em São Paulo (SP), o V Seminário Nacional do Transporte Cooperativo, com o tema "Disrupção e Transporte: desafios para a gestão das cooperativas”. O evento debateu o futuro do setor diante das inovações digitais, os diferenciais competitivos das cooperativas, perspectivas dos clientes, gestão empreendedora e estratégias de atuação.

Foco - Segundo o superintendente corporativo executivo, Aramis Moutinho Jr., foi muito importante que o evento tenha focado no negócio e inovação. “O objetivo principal dos debates promovidos foi mostrar que as cooperativas precisam estar atentas às mudanças do mercado e a sua identidade cooperativa, que é um grande diferencial”, ressalta.

Cliente - Para o superintendente, é fundamental que as cooperativas percebam o que tem sido feito no mercado de Transporte, especialmente na atenção ao cliente. “Nós vemos que a concorrência tem conseguido uma fatia grande do mercado ao focar no cliente e na experiência oferecida para melhorar o negócio. É cada vez mais necessário perceber o que o cliente quer e valorizar o público, seja no transporte de passageiros ou no de cargas.

Diferencial - A gerente técnico-econômica da OCB, Clara Maffia, conta que esta quinta edição do seminário – que acontece em uma região do País a cada ano, para contemplar todos os segmentos de Transporte e suas cooperativas – tem foco na inovação e no cliente por ser um diferencial neste momento de mudanças e transformação, com cada vez novos atores no mercado. “Estamos focando em como as cooperativas precisam estar preparadas do ponto de vista de gestão e governança para se manter sustentáveis”, explica.

Abrir a mente - Segundo a presidente da cooperativa Extremo – Viagens e Turístico, Paola Arruda, esse evento é muito importante por abrir a mente dos participantes. “Nós aqui estamos vendo a inovação. Neste ramo do transporte, que está focado em tecnologia no mundo todo, é importante estarmos a frente disso tudo, acompanhando as inovações”, ressalta.

Momento marcante - De acordo com o diretor do ramo Transporte da Ocesp, Murilo Karapetcov, é um momento marcante por ressaltar a importância do cooperativismo de Transporte. “Para o Conselho Consultivo, é importante perceber e enxergar durante este evento o crescimento de nosso setor, a forma como ele está em evidência em todo o mundo”, afirma.

Paraná - O Paraná participou do Seminário, com 14 representantes de oito cooperativas. “No geral, os nossos dirigentes avaliaram o evento como excelente, pois foi uma oportunidade de ouvir e discutir temas como transformação digital e gestão empreendedora, além da acompanhar a apresentação de clientes sobre a perspectiva do cliente de cooperativas de transporte. Nesse painel, houve a participação da Coamo e da Transpetro”, relata o analista técnico do Sescoop/PR, Jessé Rodrigues. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Ocesp)

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TI: Paranaenses participam do I Fórum de Compartilhamento de Soluções Tecnológicas

O Sistema OCB, em parceria com o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, realiza, no dia 26 de outubro, o I Fórum de Compartilhamento de Soluções Tecnológicas, no Centro de Formação Profissional Cooperativista (Escoop), em Porto Alegre/RS.

Intercooperação - O objetivo é possibilitar oportunidades de intercooperação como vantagem competitiva e economia de escala para cooperativas agropecuárias, de infraestrutura e demais ramos de interesse. O evento também é uma das ações do projeto de cooperação com a DGRV (Confederação de Cooperativas Alemãs) e contará com a participação de representantes dos estados do Paraná, Espírito Santo e São Paulo. A programação inicia com palestra do presidente da Agrotools, Fernando Martins, que irá abordar a questão “Cenário global e local – a importância da colaboração e do compartilhamento”.

Primeiro painel - O analista de suporte do Sistema Ocepar, Taghert Brunno Toledo, será um dos palestrantes do primeiro painel, que vai debater o tema “Cenários e oportunidades – Compartilhamento de soluções tecnológicas e serviços”, juntamente com o analista de Tecnologia de Informações (TI) do Sistema Ocergs, Roberto Niche. A coordenadora de TI da Cooperativa Frísia, Berenice Los, será palestrante do segundo painel, que irá trazer cases de cooperativas brasileiras. Ela vai falar sobre “Inovação e tecnologia a serviço do cooperativismo - Os caminhos da NTI através da Frísia e Castrolanda”. Haverá ainda a participação de Christian Santos Balz, da Arquitetura Corporativa do Sicredi, que irá falar sobre “Compartilhamento de dados na era digital”.

Alemanha - O terceiro painel vai apresentar cases da Alemanha, ligados a plataformas de cooperativas de vendas. Helmut Benefalder vai ministrar palestra com o tema “GWS – Empresa cooperativa para gestão de mercadorias e processos” e Alois Slonskowski vai falar sobre o sistema cooperativo compartilhado de e-commerce.

Informações - Mais informações sobre o evento podem ser obtidas com Matheus Loro (matheus-loro@ocergs.coop.br ou 51-3323 0076). (Com informações da Assessoria de Imprensa do Sistema Ocergs)

ti 25 10 2018

FORMAÇÃO: Copagril e Ocepar realizam treinamento em crédito rural

 

Mais de 40 técnicos de 20 cooperativas do Paraná estiveram reunidos na terça-feira e quarta-feira (23 e 24/10), na Associação Atlética Cultural Copagril (AACC), em Marechal Cândido Rondon (PR), para um treinamento em crédito rural, tendo como instrutor Ademiro Vian, consultor em agronegócio e ex-diretor de Negócios da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A formação foi organizada pela Cooperativa Agroindustrial Copagril, em parceria com a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar).

 

Mudanças - Durante os dois dias, os técnicos das cooperativas paranaenses receberam instruções sobre as mudanças ocorridas nas operações do Manual do Crédito Rural (MCR), a partir do lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2018/19. Os técnicos fizeram a leitura completa do manual e tiraram dúvidas quanto a cada tópico abordado pelo manual. 

 

Regulamentações - “O Manual de Crédito Rural determina as regulamentações que estabelecem as condições de limites de crédito, taxas de juros, garantias, prazos e todas as condições para o produtor adquirir créditos em cooperativas de produção, cooperativas de crédito ou bancos que trabalham com crédito rural. Por isso os técnicos das cooperativas devem se atualizar em todos os tópicos do manual para realizar as operações conforme determinado pela normatização do Banco Central”, concluiu Ademiro Vian, instrutor do treinamento. (Imprensa Copagril)

 

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C.VALE: Premiada como a melhor do atacado e varejo pela revista Globo Rural

cvale 25 10 2018A C.Vale recebeu o prêmio de melhor empresa de atacado e varejo do Brasil. O troféu foi entregue ao presidente da cooperativa, Alfredo Lang, dia 23 de outubro, em São Paulo, durante a 14ª edição do Prêmio Melhores do Agronegócio, promovido pela revista Globo Rural. Foi a terceira vez seguida que a C.Vale recebeu a premiação. A publicação homenageou os destaques de 20 segmentos do agronegócio brasileiro após a empresa de consultoria Serasa Experian analisar os dados de balanço contábil de 2017 das 500 maiores empresas do setor.

Agroindustrialização - Na matéria em que conta a trajetória da C.Vale, a revista revela que a estratégia que alavancou a cooperativa foi a agroindustrialização. Esse processo começou com a produção de frangos, através da tecnologia pioneira da climatização de aviários. Depois, vieram investimentos na industrialização de mandioca, incentivos à produção de leite e suínos, e um sistema de integração para produção de tilápias. “A transformação da proteína vegetal em proteína animal gera mais oportunidades de negócio e renda para os associados, cria novos empregos e proporciona maior rentabilidade à cooperativa”, disse Lang.

Classificação - No levantamento realizado pela Serasa Experian, a C.Vale aparece como a 23ª empresa do agronegócio brasileiro, com receita líquida de R$ 6,8 bilhões. Entre as empresas de capital nacional, a C.Vale é a 11ª maior do agronegócio. A cooperativa figura, também, como a 25ª maior do país em ativo total, a 32ª maior em patrimônio líquido e a 48ª maior em lucro líquido. Entre as empresas que atuam na região Sul do Brasil, a C.Vale é a 5ª maior em receita líquida.

NÚMEROS DA C.VALE

5ª maior do Sul em receita líquida

32ª maior do Brasil em patrimônio líquido

48ª maior do Brasil em lucro líquido

11ª maior do agronegócio com capital nacional

23ª maior do agronegócio

(Imprensa C.Vale)

 

COAMO: Superintendente visita Ana Maria Braga

 

A Superintendência Comercial da Coamo visitou as instalações do Projac, centro de produção das Organizações Globo, localizado no bairro de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, para um café da manhã mais que especial com ninguém menos que Ana Maria Braga. Nele, o superintendente comercial, Alcir José Goldoni, e a apresentadora tiveram a oportunidade de avaliar o sucesso da campanha institucional dos Alimentos Coamo, onde foi reafirmado o compromisso da Coamo de oferecer produtos com qualidade e sabor com economia, e que está em sintonia com a imagem de respeito ao consumidor construído por vários anos de atuação de ambas as partes, que é a consolidação dessa grande parceria e ainda discutir ideias e possibilidades para as marcas da Coamo. Tudo em um clima de muita descontração e naturalidade.

 

Campanha - A campanha que está no ar é composta por filmes na TV, anúncios em revistas especializadas, redes sociais e materiais impressos, aliou todo o carisma e simpatia dela, uma das personalidades mais conhecidas da TV brasileira, à imagem da Coamo. Assim, reforçamos ainda mais nossa presença nas casas e corações de milhares de consumidores em todo o Brasil. (Imprensa Coamo)

 

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ALEGRA: Três anos de sucesso são comemorados com visita de chefs da Capital

Nesta semana, a Alegra festeja três anos e, como parte das comemorações, recebeu, na tarde da última segunda-feira (22/10), o Gastrotiba - grupo independente de empresários e chefs de Curitiba. Os seis representantes dos restaurantes Cantina do Délio, Peruano Gastronomia e Cultura, Limoeiro Restaurante, Pistache Pizza e Gastronomia e Quitutto Gastropub estiveram na fábrica para conhecer o processo de cortes da marca.

Parceria - O grupo tem uma parceria com a Alegra desde junho de 2017 com o intuito de oferecer novos cortes de carne suína no cardápio e opções de festivais gastronômicos durante o ano na cidade. “Nossa parceria nasceu com o objetivo de unir uma indústria de alimentos com a comida de profissionais. Chegamos na hora certa, pois ambos estão crescendo juntos e trazendo uma proposta interessante para Curitiba, que é a de fazer festivais gastronômicos sem um intuito apenas comercial. Para nós é muito importante ter a Alegra do nosso lado, pois assim conseguimos mostrar que nossa carne suína tem procedência e qualidade - e essa informação chega direto no consumidor que está diariamente em nossos restaurantes”, avalia Fernando Matsushita, presidente do Gastrotiba e proprietário do Peruano Gastronomia e Cultura.

Conhecimento - Durante a visita, os chefs puderam conhecer as instalações e ver de perto os cortes especiais da Alegra, preparados e servidos nos restaurantes do grupo. Após a visita, o chef Dobis recepcionou os convidados - entre eles o proprietário da Hamburgueria Água Verde, Rafael Justo Rebelato - com um churrasco de carne suína, no espaço gourmet da empresa.

Desmistificação - “Temos a Alegra como nosso irmão mais velho e por isso é tão importante conhecermos de perto a empresa. Essa visita serviu também para sabermos como tudo é feito, para que, na hora que nosso cliente perguntar, a gente confirme que a carne suína que servimos tem origem e que sabemos da garantia de um produto de qualidade. Com isso já temos visto que a má fama que existia antigamente da carne de porco, está sendo desmitificada. E vemos isso no crescimento de pedidos desse tipo de carne em nossos restaurantes”, conta Matsushita.

Três anos de sucesso - A Alegra nasceu com o propósito de levar carne suína com qualidade e procedência para a mesa das famílias, sempre com o compromisso de oferecer nutrição e sabor com certificação de origem. A empresa é a primeira planta industrial de alimentos a conquistar o selo NAMI (North American Meat Institute), certificado pela WQS em bem-estar animal para suínos, que tem como objetivo identificar a qualidade e o processo de produção, além de garantir que os mesmos sejam entregues de forma adequada.

Postos de trabalho - Além disso, dos 1.565 colaboradores, que são os maiores responsáveis pelo crescimento da marca, a empresa conta com 56% de homens e 44% mulheres nos postos de trabalho. Instalada nos Campos Gerais, no Paraná, a Alegra trouxe desenvolvimento econômico para a região. “No total, 40% do nosso orçamento de compras é destinado a fornecedores locais, o que valoriza a economia e o desenvolvimento regional. No último ano, também entramos como uma das empresas da Unium, marca institucional das nossas cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, e que passou a representar os projetos em que as três atuam em parceria”, comenta o superintendente da Alegra, Ivonei Durigon.

Responsabilidade ambiental - A empresa também se preocupa com a responsabilidade ambiental, cumprindo com os valores das cooperativas e com as legislações, utilizando recursos energéticos naturais e realizando a gestão de materiais e resíduos - 25% dos materiais utilizados na produção são resíduos reciclados.

Crescimento - “Em apenas três anos nossa marca cresceu muito. Nossos produtos caíram no gosto das pessoas, assim como nos ramos varejista, atacadista, food service e das indústrias. Hoje trabalhamos com mais de 119 produtos de 14 linhas, em pontos de venda de 18 estados brasileiros. Exportamos para mais de 25 países e mantemos parceria com Ceratti, Ecoaxial, Outback, Madero, Boua e Fridays, mas nossa busca em ser a opção preferida dos clientes e consumidores continua”, comemora Durigon.

Sobre a Alegra - Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final. Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra Foods)

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UNIMED CASCAVEL: 1º Hackathon completa 53h21m de maratona de inovação

 

unimed cascavel 25 10 2018A Medicina anda de mãos dadas com a inovação. O desenvolvimento de uma ajuda a outra a promover cura de doenças e vida melhor para gente do mundo todo. Essa união é possível quando pessoas têm ideias inovadoras para transformar projetos em práticas. A 1ª Hackathon Unimed Cascavel criou o ambiente ideal para o surgimento e o desenvolvimento de boas ideias.

 

Ideias modernas - O nome vem da união de duas palavras inglesas: Hacker + Marathon. Foram 53 horas e 21 minutos sem trégua para os participantes, divididos em times, apresentarem soluções para nove necessidades apontadas pela cooperativa de saúde. “A Unimed Cascavel tem 583 médicos cooperados e mais de 90 mil clientes. É para melhorar cada vez mais o serviço que oferecemos a esses públicos que fazemos questão de investir em ideias modernas e que nos ajudem a sermos excelentes. Precisamos de equipamentos, de ferramentas, de atitudes, de gestão e de atendimento construídos com base na inovação”, afirma Danilo Galletto, diretor-presidente da Unimed Cascavel.

 

Participação - A Hackathon Unimed Cascavel começou no início da tarde de sexta-feira (19/10) e só terminou na noite de domingo (21/10), com a participação de aproximadamente 70 profissionais das áreas da saúde, tecnologia, gestão e design. Depois de conhecerem as necessidades da cooperativa, os times tiveram o auxílio de técnicos (colaboradores da Unimed) e mentores (especialistas renomados do mercado) para desenvolver as ideias.

 

Participantes - Entre os mentores estavam Allan de Souza e Andressa Miranda Romero, da empresa Laura Networks. “Laura” foi a filha de Jacson Fressatto, criador do projeto. A menina nasceu prematura, em 2010, e morreu com 18 dias, dentro da UTI da maternidade, em consequência de sepse (manifestações graves no organismo, devido à infeccão).

 

Rastreamento - “O pai da Laura percebeu que a filha foi vítima da falta de infraestrutura, de materiais e de outros itens que não tinham relação com a habilidade das pessoas que estavam cuidando dela. Depois de perder a filha, ele decidiu investir na área da saúde para evitar casos de sepse. A partir disso, nasceu um programa de computador, batizado de Robô Laura, que trabalha com inteligência artificial. Esse programa faz um rastreamento das condições do hospital que podem levar a casos de sepse. Ou seja, é uma ideia ligada à tecnologia para promover um benefício na área da saúde. Em um dos maiores hospitais que adotaram o sistema, já foi constatada a diminuição de uma morte por dia”, comenta a mentora Andressa Miranda Romero.

 

Possibilidade - Allan de Souza, desenvolvedor da empresa Laura, vê possibilidades de um sistema parecido garantir mais qualidade de vida aos clientes da Unimed Cascavel. “Uma tecnologia similar à da Laura pode ser adotada para melhorar o relacionamento entre os pacientes e a cooperativa. Por exemplo: detectar a evolução clínica dos pacientes que usam os planos de saúde e identificar se eles estão com os exames em dia, ou seja, medicina preventiva.”

 

Patrocínio- A maratona de inovação contou com o patrocínio do Sicoob, do Bradesco e da Elo, além da parceria e condução do Sebrae. “As empresas mundo afora já perceberam a principal vantagem das Hackathons: ao ‘abrir’ as próprias necessidades para pessoas de fora, surgem novas formas de solucionar as questões, a partir de um novo prisma. A solução vem e a empresa não precisa sobrecarregar as equipes internas”, explica o consultor credenciado do Sebrae, Adriano Spanhol.

 

Resultados - Osvaldo César Brotto, consultor regional do Sebrae, comemorou os resultados: “No nosso entendimento, essa foi uma parceria que trouxe um valor agregado muito grande para o Sebrae. Nós atingimos totalmente os objetivos de gerar soluções para a Unimed Cascavel e isso tudo ainda pode se transformar em futuras startups. Encerramos a Hackathon muito felizes pelo engajamento, pela organização, pela seriedade e pelos resultados finais”. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

Clique aqui para conferir na íntegra

 

 

SICREDI: Instituição financeira cooperativa disponibiliza saques sem cartão

 

sicredi 25 10 2018Agora os associados ao Sicredi – instituição financeira com mais de 3,8 milhões de associados presente em 22 estados e no Distrito Federal – têm mais uma alternativa para saques. Já é possível sacar sem o cartão nos caixas eletrônicos das agências, utilizando apenas o número da conta e o código gerado pelo aplicativo do Sicredi. 

 

Horário - Os saques sem cartão podem ser feitos entre 7h30 e 22h, com o código gerado pelo aplicativo e o valor máximo é de R$ 300,00 (trezentos reais). O aplicativo do Sicredi está disponível para smartphones e tablets nos sistemas IOS e Android.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICOOB UNICOOB: Case sobre Escritório de Processos foi destaque no BPM Day Campinas

 

sicoob unicoob 25 10 2018O trabalho desenvolvido pelo Escritório de Processos do Sicoob Unicoob ganhou destaque durante a 107ª edição do maior evento de Business Process Management (BPM), o BPM Day Campinas.

 

Debates - O encontro, que aconteceu no último dia 18, reuniu cerca de 100 pessoas para uma manhã inteira dedicada à discussão de temas relacionados ao Gerenciamento de Processos de Negócio, como arquitetura de processos e dimensionamento da equipe por meio de processos.

 

Apresentação - Como parte da programação, a supervisora de Escritório de Processos da Central Unicoob, Cristiane Naves Borba, apresentou o case “Sicoob Unicoob: Escritório de Processos - Uma mudança cultural”.

 

Objetivo - “O objetivo da apresentação foi mostrar que o Escritório de Processos da Central, criado há pouco menos de dois anos, já possui uma metodologia estruturada, ferramentas desenvolvidas e alinhadas à cultura organizacional, e principalmente um time capacitado. Já são mais de 80 processos modelados e publicados no banco de processos, atuação direta nos projetos e trabalhos executados em parceria com algumas cooperativas”, explica a supervisora.

 

Aprendizado - Cristiane conta ainda que o setor procura sempre acompanhar os assuntos que envolvem o mundo da gestão por processos e por isso, a presença no BPM Day Campinas foi uma ótima oportunidade para aprender e trocar experiências. “Estamos satisfeitos com a participação. O público demonstrou muito interesse no assunto e fez comentários positivos sobre o conteúdo apresentado. Também foi muito gratificante ouvir do Mario Lavorenti, um dos delegados regionais da ABPMP Brasil (Associação Internacional de Profissionais de BPM), que temos um Escritório muito bem estruturado. Isso só reforça que estamos no caminho certo”.

 

Painel - Após a apresentação do case, Cristiane também participou de um painel com os palestrantes e respondeu perguntas sobre a metodologia utilizada pelo Escritório de Processos do Sicoob Unicoob. “Falei principalmente sobre a integração com as áreas da Unidade de Gestão Estratégica relacionadas a projetos e planejamento. Em conversa com o organizador do evento, Luís Carlos Krupp, Gestor Regional da ABPMP Brasil e São Paulo, o interesse dos participantes demonstrou que nosso conteúdo foi de grande relevância para o evento”, complementa.

 

Mais - O case do Escritório de Processos do Sicoob Unicoob será apresentado em mais duas edições do BPM Day: no dia 21 de novembro, em Curitiba, e no dia 30 de novembro, em Londrina. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO I: Workshop do FIC avalia índices da felicidade e ouve sugestões de colaboradores

 

sicoob metropolitano II 25 10 2018Ao longo do ano, o Sicoob Metropolitano realiza diversas ações do programa de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC), que busca mensurar o bem-estar e a qualidade de vida dos colaboradores.

 

Pesquisa - No mês de setembro, uma pesquisa avaliou os índices de felicidade entre os colaboradores. Agora, o resultado está sendo apresentado em workshops, em que os colaboradores têm a oportunidade de analisar os processos e programas já realizados dentro da cooperativa, além de sugerir melhorias que podem ser implementadas para elevar esses índices.

 

Primeiro encontro - O primeiro encontro foi realizado na Unidade Administrativa da cooperativa, em Maringá, no dia 20 de outubro. No mês de novembro, as agências de Campo Mourão, Cianorte, Colorado também receberão o Workshop do FIC. Também está prevista mais uma edição em Maringá.

 

Oportunidade - "O workshop é uma oportunidade para que os colaboradores possam se expressar, conhecer a realidade de outras agências e setores e sugerir novas ideias que podem melhorar nosso ambiente de trabalho", avalia o assistente de Planejamento e Desenvolvimento, Lucas Antoniassi. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

 

SICOOB METROPOLITANO II: Cooperativa reúne mulheres guerreiras para compartilharem histórias inspiradoras

 

sicoob metropolitano I 25 10 2018No último dia 18, o Sicoob Metropolitano reuniu colaboradoras e cooperadas de Cianorte para um evento na agência Asa Moda, localizada na Av. Paraíba. Elas participaram de um café da tarde e em seguida, ouviram histórias inspiradoras de três mulheres que são exemplos de força e superação.

 

Trajetória - Uma delas, foi a da superintendente de Desenvolvimento Organizacional e TI da Unidade Administrativa, Luciana Pizaia, que compartilhou sua trajetória profissional para chegar até um alto cargo de liderança. “Me senti honrada em poder compartilhar um pouco da minha experiência de vida com tantas mulheres guerreiras. Foi um momento de parar e reconhecer que, mesmo que equilibrar vida pessoal e profissional exija dedicação, certas habilidades e muita flexibilidade, quando se deseja algo de todo o coração e se trabalha duro para isso, podemos ultrapassar barreiras e derrubar muros”, afirma.

 

Trauma - As participantes também conheceram a história de Katielly Leia Werdenberg Montanucci, que é empresária na cidade e precisou superar o trauma de três assaltos. Por fim, ouviram o relato da advogada Iraci Souza de Sarges Gravon sobre sua luta contra o câncer de mama há dois anos. Ela explicou como encontrou forças para construir a ONG Ensina-me a viver, que auxilia mulheres que também enfrentam esse desafio.

 

Propósito - Segundo a gerente da agência Asa Moda, Katy Pietracatella Caldato, a ação reforça o propósito da cooperativa, de humanizar as relações financeiras. “Com encontros como este, contribuímos com a comunidade e reafirmamos o nosso compromisso de ser uma instituição diferente, real, humana e próxima do associado, independente da digitalização”, diz. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

 

GRÃOS: Paraná confirma produção de 23 milhões de toneladas

graos 25 10 2018Levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, estima uma produção total de grãos em 23,3 milhões de toneladas, índice 4% maior do que na safra 2017/18, que chegou a 22,5 milhões de toneladas. As chuvas ocorridas nas últimas semanas foram o principal fator de influência na safra paranaense neste mês. Mesmo com o excesso de umidade para a época, as lavouras de soja mantêm um bom desenvolvimento.

Área plantada - Até o momento, cerca de dois terços da soja já está plantada, com estimativa de produção 3% maior do que na safra anterior. O plantio do milho também está na reta final, podendo chegar à produção de 3,2 milhões de toneladas.

Trigo - A colheita do trigo da safra 2017/18 evoluiu para 77% da área, beneficiada pelo reaparecimento do sol no último fim de semana. Porém, as chuvas do último mês prejudicaram o andamento da colheita, ainda que os números sigam praticamente dentro da normalidade.

Estimativa - A estimativa de produção segue em 2,9 milhões de toneladas neste mês, no entanto abaixo da expectativa inicial devido ao período seco do primeiro semestre.

Preços - Os preços recuaram nos últimos dois meses, e estão cotados atualmente em torno de R$ 42,00 a saca de 60kg, valor 30% superior ao do ano passado. Apesar disso, a alteração na qualidade do produto deve gerar descontos, prejudicando a rentabilidade do produtor, de acordo com o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Hugo Godinho.

Soja - Mesmo com um leve atraso no plantio devido ao excesso de chuvas, as lavouras de soja se mantêm em boas condições nesta safra. Até o momento, cerca de 60% da área já foi semeada, valor próximo da média das últimas safras, que é de 64%. O fenômeno El Niño, previsto para 2018, contribui para uma boa expectativa de produção. “As quebras de safra são mais comuns nos períodos de seca”, disse o chefe do Deral, Marcelo Garrido.

Sem grandes variações - A área da soja na safra 2018/19 está estimada em 5,45 milhões de hectares, sem grandes variações com relação ao ano passado. A estimativa de produção é de 19,6 milhões de toneladas, 3% maior do que na safra anterior, o que representa uma recuperação na produtividade. A saca de 60 kg está sendo comercializada a R$ 77,00, preço 28% maior do que o registrado em outubro de 2017.

Milho - O Deral mantém a estimativa de 3,2 milhões de toneladas para a 1ª safra de milho 2018/19. A área semeada neste ciclo é de 352 mil hectares. Cerca de 90% da área está plantada, faltando aproximadamente 30 mil hectares, que devem ser plantados nas próximas semanas.

Alta - Os preços registrados no mercado interno são de R$ 28,00 por saca de 60 kg - uma alta de 40% se comparado ao mesmo período do ano passado. Esta alta é sustentada principalmente pela variação cambial e a situação de menor oferta no mercado doméstico.

Mercado externo - No mercado externo, os preços subiram apenas 6%. “A comercialização encontra-se num ritmo mais lento do que o esperado”, afirma o técnico do Deral, Edmar Gervasio.

Feijão - A cultura do feijão da primeira safra 2018/19 tem 79% da sua área plantada no Paraná. As chuvas de outubro atrapalharam os trabalhos de implantação das lavouras em praticamente todas as regiões do Estado e segundo o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Alberto Salvador, o tempo instável das últimas semanas tem gerado inquietação nos produtores.

Boas condições - Apesar do excesso de umidade ter ocasionado aumento de doenças e pragas em pontos isolados, 86% das lavouras se encontram em boas condições, 13% em condições médias e apenas 1% em condições ruins. A estimativa de produção para a safra 18/19 é de 329 mil toneladas em uma área semeada de 167 mil hectares.

Valores - Os preços do feijão de cor recebidos pelos produtores paranaenses em outubro giram em torno de em R$ 95,00 a saca de 60kg. Já o feijão preto, que no Paraná corresponde a cerca de 60% da área, é comercializado por volta de R$ 127,00 a saca de 60 kg.

Mandioca - Cerca de 84% da mandioca produzida na safra 2017/18 está colhida, embora o clima instável tenha dificultado esta prática. A comercialização segue os bons índices das últimas três safras.

Safra 2018/19 - 95% da área estimada para a safra 2018/19 já está plantada. Ocorreu um crescimento de 8% na área - passando de 142 mil hectares, na safra anterior, para 154 mil hectares em 2018/19. “O plantio está dentro do previsto e as lavouras mantêm bom desenvolvimento”, diz o economista do Deral, Methodio Groxko. De acordo com a estimativa do Deral, a produção de mandioca vai passar de 3,4 milhões para 3,8 milhões de toneladas, um aumento de 11%. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Arrecadação cresce 0,26% e chega a R$ 110,6 bilhões

 

A arrecadação das receitas federais somou R$ 110,664 bilhões em setembro, de acordo com dados divulgados na quarta-feira (24/10), em Brasília, pela Receita Federal. Na comparação com setembro de 2017, descontada a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), houve crescimento de 0,26%.

 

Acumulado - Nos nove meses deste ano, a arrecadação federal acumula R$ 1,064 trilhão, 6,21% (variação considerado o desconto da inflação pelo IPCA) a mais que a do mesmo período de 2017.

 

Valores administrados - Se forem considerados apenas os valores administrados pela Receita Federal (como impostos e contribuições), a arrecadação ficou em R$ 108,173 bilhões, com redução de 0,39% em setembro. No acumulado do ano até o mês passado, a soma dos valores administrados pela Receita atingiu R$ 1,023 trilhão, com crescimento real de 5,02%.

 

Outros órgãos - No caso das receitas administradas por outros órgãos (principalmente royalties do petróleo), houve crescimento de 39,79% em setembro (R$ 2,490 bilhões) e de 48,6% no acumulado do ano até o mês passado (R$ 40,897 bilhões).

 

Ritmo - O chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias, avaliou que o crescimento da arrecadação segue o ritmo de retomada da atividade econômica. Ele citou que a economia não está normal este ano, afetada pela crise no comércio internacional, eleições no Brasil, decisões sobre investimentos e a greve dos caminhoneiros, que paralisou o país em maio.

 

Cobrança - Destacou também ações de cobrança da Receita para aumentar a arrecadação, “com energia centrada” nos contribuintes que fizeram adesão ao parcelamento de débitos, grandes contribuintes e “aqueles com desvio de conduta”.

 

Depósitos judiciais - Malaquias citou os depósitos judiciais como sinal de maior cobrança da Receita aos grandes contribuintes. De janeiro a setembro deste ano, os depósitos judiciais, de R$ 5,9 bilhões, quase dobraram em relação ao mesmo período de 2017, de R$ 3,008 bilhões. “Sinalizam o esforço da administração tributária no acompanhamento desses contribuintes”, disse. (Agência Brasil)

INFRAESTRUTURA I: TCU autoriza publicação de edital para concessão de 12 aeroportos

 

O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou nesta quarta-feira (24/10) a publicação de edital para a concessão de 12 aeroportos administrados pela Infraero. A corte determinou alguns ajustes na modelagem do processo, antes da publicação do edital.

 

Alterações propostas - Entre as alterações propostas, está a correção de inconsistências nos estudos de engenharia e ambientais relacionados aos aeroportos de Vitória, Cuiabá e Macaé. “Não há elementos que possam obstar o prosseguimento do certamente desde que acolhidas as recomendações sugeridas e que já adianto que foram prontamente acatadas pela Secretaria de Aviação Civil”, disse o ministro Bruno Dantas, relator do processo no TCU.

 

Inclusão - A venda dos terminais foi incluída no Programa de Parcerias e Investimentos (PPI). O modelo prevê a licitação por blocos, no qual o vencedor do leilão fica responsável pela administração de todos os aeroportos incluídos no bloco.

 

Medida benéfica - Para o ministro, a medida é benéfica para as condições de financiamento dos projetos, pois "significa um real compartilhamento do risco da demanda entre o poder concedente e os novos concessionários".

 

Blocos regionais - A decisão de privatizar os aeroportos foi anunciada pelo governo no segundo semestre de 2016. Na ocasião, os terminais foram divididos em três blocos regionais definidos conforme a localização geográfica. As novas concessões à iniciativa privada terão prazo de duração de 30 anos.

 

Lance mínimo - Em agosto, o governo decidiu diminuir em mais de 50% o valor do lance mínimo do próximo leilão de aeroportos. Com a redução, a outorga mínima prevista para os três blocos de aeroportos passou de R$ 437,6 milhões para R$ 208,4 milhões.

 

Aeroportos - O Bloco Nordeste, formado pelos aeroportos de Recife, Maceió, Aracaju, João Pessoa, Campina Grande (PB) e Juazeiro do Norte (CE). O Bloco Sudeste inclui os aeroportos de Vitória e Macaé (RJ) e o do Centro-Oeste os aeroportos de Cuiabá, Sinop (MT), Rondonópolis (MT) e Alta Floresta (MT).

 

Tarifas - O modelo adotado prevê que o concessionário terá liberdade para fixar as tarifas aeroportuárias dos diferentes serviços regulados para os passageiros (embarque, conexão, pouso e permanência), desde que a média de arrecadação das tarifas não ultrapasse a receita teto definida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

 

Questões regulatórias - O TCU ainda recomendou à Anac o aprimoramento de questões regulatórias, em especial, nos novos mecanismos de reequilíbrio econômico financeiro dos contratos. (Agência Brasil)

INFRAESTRUTURA II: Consulta pública discute leilão de termelétricas

 

O Ministério de Minas e Energia (MME) lançou mais uma consulta pública com curto período para contribuições, desta vez para viabilizar um modelo diferente de leilão de energia de reserva. O certame, previsto para o primeiro semestre de 2019, vai viabilizar a polêmica contratação de termelétricas a gás natural na região Nordeste do país.

 

Nota técnica - A proposta colocada em consulta se baseia em uma nota técnica preparada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) que indica a necessidade de instalação de 13 gigawatts (GW) de potência, sendo 12 GW em usinas flexíveis (que não geram de forma contínua e são despachadas pelo operador quando necessário). Desse total, a EPE calcula que 2,4 GW são necessários no Nordeste, 2,7 GW, no Sul, e 7 GW, no Sudeste/Centro-Oeste.

 

Justificativa - Essa é a mesma nota técnica que tinha sido usada para justificar o leilão de térmicas só para a região Nordeste. A diferença é que a proposta do MME agora prevê também a contratação para o restante do país, com exceção da região Norte.

 

Energia de reserva - A energia de reserva é contratada pelo governo e paga por todos os consumidores, dos mercados cativo e livre, por meio dos encargos de serviços do sistema (ESS). Ainda que o certame represente um aumento no encargo, o argumento do governo é que essas térmicas serão mais baratas e substituirão usinas mais caras, a diesel e óleo combustível, cujos contratos se encerrarão nos próximos anos.

 

Polêmica - A proposta de contratação apenas de técnicas "flexíveis" é polêmica. "A usina não consegue um contrato de gás a um preço barato, por ser totalmente flexível", disse o professor Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da UFRJ. Segundo ele, como não há previsão sobre a quantidade de energia que será despachada, o custo do gás fica elevado nesses contratos.

 

Futuro - "Veja as térmicas a óleo do Nordeste, elas estão despachando o tempo todo. As nossas estimativas mostram que no futuro não será diferente", afirmou João Carlos Mello, presidente da Thymos Energia.

 

Prazo - O prazo da consulta pública também é alvo de críticas. Recentemente, o MME lançou duas consultas públicas com duração curtíssima, de quatro dias, para discutir a viabilização das termelétricas Termofortaleza, Cuiabá, Araucária e Uruguaiana.

 

Duração - Essa consulta vai até 7 de novembro, duração de 15 dias. "Não é um tema urgente que o governo não possa aguardar mais para lançar a consulta", disse uma fonte, sob condição de anonimato. (Valor Econômico)

OMC: Brasil e mais 12 países da fazem alerta sobre comércio global

 

omc 25 10 2018Um grupo de 13 membros da Organização Mundial do Comércio (OMC), incluindo o Brasil, reunido nesta quinta-feira (24/10) em Ottawa (Canadá), dará uma forte mensagem política de que estão preocupados com a escalada de tensões no comércio global e dispostos a buscar soluções.

 

Ministros - O encontro terá a participação de ministros do Comércio de Austrália, Brasil, Chile, Coreia do Sul, Japão, Quênia, México, Nova Zelândia, Noruega, Cingapura, Suíça, União Europeia e o anfitrião Canadá. Na prática, estarão presentes ministros representando 40 países, com a UE falando por seus 28 sócios.

 

EUA e China - Os EUA e a China, os dois principais beligerantes e maiores economias do mundo, não foram convidados. A ideia canadense foi de reunir um grupo de países com posições semelhantes sobre a importância de preservar o sistema multilateral de comércio. A Índia não está na lista dos convidados.

 

Pacote - A montagem de um pacote para aperfeiçoar a OMC é um dos pontos centrais da agenda, além de medidas para monitoramento no comércio e de desbloqueio das nomeações de juízes para o Órgão de Apelação, espécie de corte suprema do comércio global.

 

Árbitros - Para o Brasil, o mais urgente é encontrar uma solução ao impasse provocado pelos EUA na nomeação dos árbitros para o Órgão de Apelação. O mecanismo para resolver contenciosos corre o risco de paralisar o sistema multilateral como um todo.

 

Solução urgente - Para o Brasil, é urgente uma solução. O país não se furta a discutir qualquer preocupação que for colocada por um membro, diz uma fonte brasileira. O Brasil é representado pelo ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, acompanhado do subsecretário de assuntos econômicos do Itamaraty, embaixador Ronaldo Costa, e do novo embaixador junto à OMC, Alexandre Parola.

 

Definição - Não será ainda desta vez que o grupo vai definir um pacote para reforma ou aperfeiçoamento da OMC. Todos sabem que será preciso aprofundar os debates para equilibrar diferentes interesses. Os países precisam calibrar inclusive a linguagem.

 

Melhoras - Enquanto alguns falam em reforma da OMC, o Brasil acha que isso pressupõe que o sistema multilateral está caindo pelos pedaços e considera que não é o caso - o país prefere falar de melhoras no seu funcionamento.

 

França - Em 6 de novembro, a França também organizará um encontro de alto nível com vários países para discutir uma revitalização do sistema multilateral, uma maneira de evitar que os EUA abandonem a organização ou continuem a minar suas regras.

 

G-20 - No fim de novembro, os chefes de Estado e de governo do G-20 (reúne grandes economias desenvolvidas e emergentes) poderão tomar alguma decisão sobre os rumos do que pode ser mudado na OMC. (Valor Econômico)

 


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