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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4441 | 24 de Outubro de 2018

ENCONTRO ESTADUAL: Em novo formato, evento será realizado dias 6 e 7 de dezembro, em Curitiba

encontro estadual destaque 24 10 2018O tradicional Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, promovido pelo Sistema Ocepar em Curitiba para celebrar as conquistas alcançadas pelo setor durante o ano, terá um novo formato nesta edição. Antes, o evento ocorria ao longo de um dia. Desta vez, a programação inicia em 6 de dezembro, às 18h, com a presença do governador eleito e dos deputados federais que irão integrar a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) a partir do ano que vem. Depois, haverá um jantar, seguido de show com o grupo folclórico ucraniano Vesselka.

Mais – As atividades terão continuidade no dia 7 de dezembro. Às 8h30, o coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP) e embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, ministra palestra sobre as perspectivas para o cooperativismo. Haverá ainda oficinas destinadas à aprovação das propostas do Paraná para discussão no XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá em 2019, em Brasília. Depois, o mestre em Educação e especialista em Coaching, Homero Reis, fala sobre “O futuro quem faz é você”. O evento será encerrado após o show cultural Concerto das Rosas, com a Orquestra Ladies Ensemble, que será apresentado às 14h.

Inscrições – O Encontro Estadual é destinado aos dirigentes das cooperativas do Paraná, cooperados, colaboradores e familiares. As inscrições devem ser efetuadas até o dia 1º de dezembro, pelo agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa, ou diretamente no Sistema Ocepar pelo e-mail inscricoes@sistemaocepar.coop.br ou pelo fone 41 3200-1105.

encontro estadual folder 24 10 2018

 

GESTÃO: Profissionais da Ocepar conhecem plataforma que está sendo desenvolvida pela Fundação ABC

visita 24 01 2018O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, o gerente de Desenvolvimento Técnico, Flávio Turra, e o analista Jhony Moller, estiveram na sede da Fundação ABC, em Castro, na região paranaense dos Campos Gerais, nesta terça-feira (23/10), para conhecer detalhes do projeto Sigma. Trata-se de uma plataforma de gestão da propriedade rural que está sendo desenvolvida pela instituição, em parceria com as cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal. “É uma plataforma dividida em 27 módulos, com diversas funcionalidades, que vão auxiliar o agricultor a administrar a sua propriedade e onde estarão ainda disponíveis informações sobre agrometeorologia, estimativas de safra, sensoriamento remoto, entre outros itens. O projeto está em fase final de elaboração e estamos estudando a possibilidade de firmar uma parceria entre o Sistema Ocepar e a Fundação ABC, para que essa plataforma possa ser disponibilizada depois a todos os cooperados paranaenses”, explicou Mafioletti.

A Fundação Nesta terça, a Fundação ABC completou 34 anos. A instituição realiza pesquisa aplicada para desenvolver e adaptar novas tecnologias, com o objetivo de promover soluções tecnológicas para o agronegócio aos mais de 4,8 mil produtores rurais filiados às cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, além dos agricultores contribuintes, como os da Coopagricola, de Ponta Grossa (PR) e do grupo BWJ, de Formosa (GO). O trabalho da Fundação abrange uma área de 451,5 mil hectares, além de uma bacia leiteira de mais de 1,5 milhão de litros diários.

Parcerias - A instituição também realiza projetos de pesquisa com empresas privadas, por meio de contratos de cooperação técnica e mantém vínculos com empresas de pesquisa pública, como Iapar, Embrapa, e importantes universidades do Brasil.

Localização - A sede está localizada na rodovia PR 151, km 288, no município de Castro, onde ficam os laboratórios. Além disso, possui quatro Campos Demonstrativos e Experimentais, que totalizam uma área aproximada em 205 hectares.

 

INTERCÂMBIO: Dirigentes do Rio Grande do Sul conhecem cooperativismo paranaense

 

intercambio 24 10 2018Representantes de 26 cooperativas agropecuárias gaúchas estão esta semana viajando pelo Estado do Paraná, realizando visitas técnicas pelas cooperativas paranaenses. O roteiro foi organizado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) e tem por objetivo mostrar o trabalho desenvolvido pelo sistema. Durante quatro dias, o grupo vai conhecer exemplos em diversas áreas do setor.

 

Curitiba - A primeira parada, na segunda-feira (22/10), foi em Curitiba (PR), na sede da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar). A comitiva foi recepcionada pelos superintendentes Nelson Costa (Fecoopar), Robson Mafioletti (Ocepar) e Leonardo Boesche (Sescoop/PR). Mafioletti salientou que 30% da população paranaense está envolvida direta ou indiretamente com o cooperativismo, especialmente agropecuário ou de crédito. Lembrou que o Paraná produz cerca de 35,4 milhões de toneladas de grãos, com maior parte beneficiada e com agregação de valor pelas cooperativas locais.

 

Ramo agropecuário - O ramo agropecuário conta com 69 cooperativas atuantes no Paraná, num total de 167 mil cooperados, representando 58% do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário do Estado. Em 2017, do faturamento de R$ 70,6 bilhões das cooperativas, R$ 58 bilhões foram oriundos das cooperativas agropecuárias, que também geraram US$ 2,6 bilhões em exportações para cerca de 120 países. Destas receitas, 48% são geradas nas agroindústrias, fazendo a agregação de valor de produtos. “Impossível movimentar a safra no Paraná sem o cooperativismo pela força que o sistema tem”, destacou Mafioletti.

 

Autogestão - Outro exemplo iniciado no Paraná foi o da ferramenta de autogestão, implantada desde os anos de 1990 no território paranaense e que vem sendo estimulada nos últimos dois anos pela FecoAgro/RS e pela Ocergs no Rio Grande do Sul. Leonardo Boesche, superintendente do Sescoop/PR, reforçou as ações de forma a auxiliar as cooperativas na tomada de decisão da gestão. Neste ano, 82% das cooperativas paranaenses participaram do programa. 

 

Modelo de governança - “As cooperativas responderam o questionário e em cada uma podemos tirar um modelo de governança, que cada uma vai poder adotar o que se adequa melhor a sua realidade”, ressaltou.

 

Herança Holandesa - À tarde, a delegação esteve em visita ao moinho de trigo da marca Herança Holandesa, que é fruto da intercooperação da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Cooperativa Castrolanda e Capal Cooperativa Agroindustrial. 

 

Capacidade de moagem - A capacidade de moagem da unidade é de 400 toneladas por dia, chegando a 120 mil toneladas por ano, com produto oriundo de 3 mil associados da cadeia produtiva. No local, os representantes das cooperativas gaúchas conheceram o moderno processo realizado pelo moinho, que importou equipamentos da Itália como forma de garantir a qualidade do produto que chega ao consumidor. “Estamos indo para o quinto ano e desde o sexto mês operamos com 90% da nossa capacidade industrial”, observou o coordenador do moinho, Cleonir Ongaratto.

 

Frísia Cooperativa Agroindustrial - O dia encerrou com uma visita à sede da Frísia Cooperativa Agroindustrial, na cidade de Carambeí. o diretor secretário da cooperativa, Hans van der Meer, recebeu o grupo dos gaúchos no auditório da unidade onde explanou sobre o trabalho realizado pela marca que substituiu a antiga Batavo. O foco do trabalho é nos produtos agroindustriais derivados do leite e dos suínos, mas também operam com a parte de grãos. Em 2017, a Frísia alcançou faturamento de R$ 2,4 bilhões. Nesta terça-feira, 23 de outubro, o roteiro da visita técnica contará com uma visita à Cocamar, em Maringá, no início da tarde.

 

Integração - Até esta quinta-feira (25/10), ocorrerão ainda visitas técnicas nas cooperativas Cocamar, Coamo, Copacol, Cotriguaçu, Frimesa e Lar. “O objetivo principal é a integração. Temos aqui cooperativas do Rio Grande do Sul que representam 90% do faturamento do Estado. E começamos pela Ocepar porque entendemos que a organização tem protagonismo muito forte no desenvolvimento do cooperativismo brasileiro”, disse o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (Fecoagro/RS), Paulo Pires.

 

Autogestão - O superintendente da Organização das Cooperativas do Rio Grande do Sul (Ocergs), Gerson Lauermann, explica que o roteiro pelo Paraná foi elaborado levando-se em conta algum aspecto que a organização visitada se destaca. No caso do Sistema Ocepar, por exemplo, o objetivo foi ter um panorama geral do cooperativismo paranaense e a forma como a Fecoopar, Ocepar e Sescoop/PR atuam, bem como o interesse em conhecer com mais detalhes o Programa de Autogestão desenvolvido no estado.

 

Pontos de interesse - Já nas cooperativas, o interesse dos cooperativistas gaúchos abrange o processo de governança, intercooperação, agroindustrialização e logística. “Na Frísia, o foco é a questão da intercooperação que envolve as cooperativas da região do ABC; a Cocamar é a questão da governança em função do modelo que a cooperativa adota e que deve ser estudado; na Coamo, maior cooperativa do Brasil, queremos conhecer melhor o processo de relacionamento com o cooperado e a capitalização; na Cotriguaçu a finalidade é a questão da logística; na Frimesa, cooperativa central que tem uma especialidade no leite e em suínos, queremos conhecer melhor o funcionamento e a participação na cadeia produtiva como um todo; já na  Copacol e Lar o objetivo é conhecer o processo de agroindustrialização”, contou o superintendente.

 

Cooperativas - Fazem parte da comitiva, as cooperativas gaúchas: Cotrisel, Coasa, Caal, Cotribá, Cotrifred, Cotrimaio, Cotrisoja, Cooperoque, Coagrisol, Cotrijal, Camnpal, Cotricampo, Coopatrigo, CCGL, Cotapel, Cotripal, Coomat, Coagrijal, Piá, Agropan, Cotrisal, Languiru, Cotrisul, Coagril, Cotrijuc e Coopermil. (Assessoria de Imprensa do Sistema Ocergs)

 

COOPAVEL: Cooperativa leva informações sobre campo a alunos de escolas públicas

 

coopavel 24 10 2018O agronegócio responde por mais da metade do PIB (Produto Interno Bruto) dos 50 municípios que formam o Oeste do Paraná. O peso do setor é tão grande que é cada vez mais comum que o tema seja debatido em escolas públicas da região. A finalidade é fazer com que alunos entendem melhor o que é, como funciona, a importância social e as transformações que o agronegócio traz ao cotidiano das famílias e das cidades.

 

Convite - Agrônomos da Coopavel costumam ser convidados por professores e diretores para falar sobre os segmentos que formam uma cadeia econômica de respeito no Oeste e no Paraná. Para alunos da Escola Municipal José de Couto Pinna, de Vera Cruz do Oeste, o aspecto central da apresentação foi a relação entre o campo e a cidade. Na palestra do agrônomo Mário da Silva Neto, alunos da quinta série se mostraram surpresos com as revelações que ouviram. 

 

Novidade - “Para quem mora no campo ou já tem uma certa idade, não há novidade nessa relação. Mas para crianças de uma geração bem diferente da dos seus pais e avôs, algumas coisas do que eu disse soaram incríveis”, destaca Mário. Os alunos se divertiram ao saber que as roupas que usavam vêm do campo. Que a camisa pode vir do algodão, da lã da ovelha ou do bicho-da-seda. Mário levou imagens e textos para provar que o que afirmava era verdade. As expressões foram de espanto quando o agrônomo mostrou o grão que produz a farinha usada para fazer pães, cucas e bolachas.

 

Percepção - A cada novidade, os alunos perceberam que as relações entre o campo e a cidade são muito maiores do que poderiam imaginar. E que um ambiente depende do outro. Mário informa que esse tipo de interação permite às crianças entender o que é o agronegócio e o quanto ele representa no dia a dia do Oeste do Paraná, um dos principais celeiros da quarta economia brasileira. A região abriga algumas das maiores cooperativas do País, a exemplo da Coopavel, e juntas têm mais de 40 mil cooperados e dão emprego e renda a cerca de 50 mil trabalhadores.

 

Aplicação segura - Os agrônomos Guilherme Busnello e Cleverton Gallon, da unidade da Coopavel em Céu Azul, estiveram há poucos dias na Escola Municipal Tancredo Neves para uma conversa com alguns alunos. Eles falaram sobre o uso de defensivos nas lavouras. Os agrônomos revelaram os motivos que levam à utilização e às pesquisas para o desenvolvimento de agroquímicos. Guilherme e Cleverton ressaltaram que os defensivos não são os vilões como alguns fazem parecer e sim a irresponsabilidade e o uso incorreto desses produtos por pessoas que ignoram as orientações disponíveis.

 

Redução - A tecnologia avançou tanto ao longo dos anos que o potencial toxicológico dos agroquímicos diminuiu significativamente, disseram os agrônomos. E sem a colaboração desses produtos, seguiram eles, não haveria como produzir alimentos em escala tão grande para saciar a população mundial, que é de mais de sete bilhões de pessoas. 

 

EPIs - Os alunos aprenderam também que é cada vez maior o número de agricultores conscientes quanto ao uso de Equipamentos de Proteção Individual. Para que a aplicação de defensivos ocorra com o máximo de segurança eles precisam usar luvas, respiradores ou máscaras, viseira facial ou óculos de proteção, jaleco/avental, calças hidrorrepelentes, boné árabe e bota. O maquinário também precisa estar em ordem e as orientações técnicas, como dosagem, devem ser zelosamente seguidas. Na dose certa e com os EPIs não há riscos ao meio ambiente nem à saúde das pessoas. (Imprensa Coopavel)

 

COAMO: Convenção de Vendas reúne representantes comerciais da cooperativa

 

A força de vendas dos Alimentos Coamo esteve reunida em Campo Mourão, nos dias 18 e 19 de outubro, para participar da Convenção de Vendas 2018, com o mote “Expectativa x Exigência, simples assim”. O evento reúne representantes comerciais e funcionários internos e externos, a equipe que têm a missão de levar os Alimentos Coamo, originados nos campos dos mais de 28 mil cooperados da Coamo, donos da cooperativa, à mesa de milhares de brasileiros. Trata-se do marco anual para a equipe, uma vez que, é o momento de avaliar o ano, traçar os objetivos para o próximo e premiar as áreas que foram destaque em vendas. 

 

Estratégia - O superintendente Comercial dos Alimentos Coamo, Alcir José Goldoni, coordena o evento há anos e explica a escolha do tema deste ano. “Em todas as convenções temos falado da necessidade de aperfeiçoamento profissional e do conhecimento técnico dos produtos que vendemos. Neste sentido, o mote deste ano vem consolidar a estratégia de formação da equipe de venda, de que não só de experiência vivemos, mas todos nós necessitamos adicionar capacitação técnica para atender as exigências do cliente e do consumidor.”

 

Atributo - Goldoni destacou durante o evento que o mercado vem evoluindo e um dos atributos que está sendo o vetor de decisão de compra são os valores corporativos das empresas, o que a empresa faz pelo meio em que vive e qual a sua atuação social e econômica. “A Coamo atende em 100% este vetor. Somos uma empresa com princípios sustentáveis desde a nossa origem e preservamos os valores que sustentam uma empresa formada por famílias, mas com gestão profissional”, ressalta.

 

Respaldo técnico - A Coamo, portanto, fornece todo o respaldo técnico na Convenção de Vendas, bem como, no dia a dia do representante comercial, que sente os benefícios deste suporte na hora de comercializar os Alimentos Coamo, conforme revela Alexandre Zancanaro, representante há três meses em Florianópolis (SC). “De todas as empresas que já passei, percebo que o diferencial da Coamo está nesse acompanhamento diário e na vontade de fazer com que o representante cresça e desenvolva seu trabalho muito bem. A Coamo nos apoia muito e nosso resultado positivo é reflexo do apoio interno da cooperativa.”

 

Seriedade - Outro representante comercial recém-chegado é Afonso Maria de Assis, de Campo Largo (PR). Desde abril comercializando os Alimentos Coamo, ele já percebe a seriedade da cooperativa. “Trabalho com vendas há 20 anos e essa Convenção de Vendas foi uma das melhores que já participei, pois teve muito conteúdo técnico. O que aprendi, certamente será muito importante para a melhora dos meus resultados”, avalia. 

 

Fundamental- Geraldo Gaia, de Araraquara (SP), é representante dos Alimentos Coamo há anos, e ressalta que a realização da Convenção de Vendas é fundamental. “É a oportunidade que temos para rever metas e aprender algo a mais para que possamos continuar inovando e evoluindo. Apesar dos Alimentos Coamo serem muito bem aceitos, precisamos estar atentos a novos mercados. Não podemos ficar parados.”

 

Motivação - Quem sempre prestigia o evento é o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini. Para ele, a Convenção de Vendas é uma oportunidade ímpar de reunir e motivar a equipe de vendas. “Essa é uma equipe muito importante para a Coamo, pois a área de Alimentos representa muito para nós. Queremos estar cada vez mais perto dos consumidores, e graças a um trabalho planejado e executado com profissionalismo, podemos encerrar o balanço com números muito positivos.”

 

Agroindustrialização - O processo de agroindustrialização da Coamo começou em 1975 com a fábrica de moinho de trigo, depois em 1981 iniciou o processo de industrialização da soja, primeiro com a indústria de esmagamento, depois com refinaria e envase de óleo de soja, hidrogenação de margarinas e gorduras, torrefação de café, e por último foi construído um moderno moinho de trigo. "Os Alimentos Coamo estão na preferência dos consumidores, são marcas de confiança, aliando sabor e qualidade com economia. Assim, devido a demanda crescente por estes produtos a Coamo está investindo em duas novas Indústrias em Dourados (MS), uma de esmagamento de soja e outra de refino e envase de óleo de soja", considera o presidente da Coamo. (Imprensa Coamo)

 

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CREDICOAMO: Iniciado treinamento sobre gestão integrada de riscos

A Credicoamo está sediando em Campo Mourão (PR), nos dias 24, 25 e 26 de outubro, o primeiro módulo do treinamento sobre Gestão Integrada de Riscos. O 2º módulo está previsto para ocorrer nos dias 13, 14 e 15 de março de 2019. Participam gerentes, auditores, chefes de departamentos e analistas da Administração Central da Coamo, Credicoamo e cooperativas do Paraná, em parceria com o Sescoop/PR, e acompanhamento da Credicoamo, por meio da Auditoria Interna.

Aperfeiçoamento - O treinamento faz parte do processo de aperfeiçoamento com foco na visão integrada dos riscos em nível corporativo visando a melhoria das atividades, mitigação dos riscos e agregação de valor. O curso incorpora as diretrizes da Resolução 4.557/2017, do Conselho Monetário Nacional, que consolidou e aperfeiçoou as regras existentes sobre a gestão de riscos e a gestão do capital em instituições financeiras. Temas como governança, auditorias, gestão de riscos e controles internos serão tratados, seja com fundamentos, seja com a base regulatória, habilitando os participantes no aprimoramento da qualidade de suas atividades. Serão realizados um total de 40 horas de treinamentos nos dois módulos, cuja instrução ficou por conta da empresa Expertise Associados, de Curitiba, através dos professores Valdeci Prestes e Elisa Francielli Marchi. (Imprensa Coamo)

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SICOOB NORTE DO PR: Bela Vista do Paraíso ganha agência

 

sicoob norte pr 24 10 2018O Sicoob Norte do Paraná inaugurou mais uma agência, desta vez em Bela Vista do Paraíso. O novo ponto de atendimento, que é o 26º da cooperativa, foi inaugurado no dia 15 de outubro. A unidade tem 190 m² e modernas instalações, para receber os cooperados com conforto e comodidade.

 

Desenvolvimento - O presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Rafael De Giovani Netto, destaca que além de oferecer taxas e benefícios exclusivos, o Sicoob chega ao município com outro grande diferencial. "O propósito genuíno do Sicoob é o desenvolvimento do município e de toda a região, já que todo o fruto dessa parceria e dos negócios que serão gerados nessa casa ficarão aqui e vão retornar, de alguma forma, para toda a população", afirma.

 

Negócios - Para o prefeito de Bela Vista do Paraíso, Edson Vieira Brene, a presença do Sicoob vai ampliar os negócios gerados na cidade. "Contribui, principalmente, para o sucesso do nosso comércio e de nossos empresários, que precisam de apoio e incentivo, como o que será dado por essa respeitada instituição que acreditou em nosso potencial", diz. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Inovação e tecnologia foram tema do encontro anual de conselheiros

 

No dia 16 de outubro, membros do Conselho de Orientação Estratégica (COE), diretores e gerentes das agências do Sicoob Metropolitano se reuniram no Hotel Metrópole, em Maringá (PR), para o Encontro de COEs.

 

Necessidades locais - Realizado anualmente, o evento reúne os conselheiros da cooperativa para debaterem as necessidades locais e como a cooperativa pode contribuir para o desenvolvimento da região. Os conselhos são formados por cooperados que possuem alguma representação nas comunidades.

 

Inovação e tecnologia - Este ano, inovação e tecnologia foram as palavras-chave do encontro e o tema principal da palestra, ministrada pelo diretor de Operações do Sebrae/PR, Júlio Cezar Agostini. Na ocasião, o presidente do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, também apresentou os números e o desenvolvimento da cooperativa.

 

Combustível - Para o cooperado João Sérgio Hey, a busca por soluções de necessidades diárias é o combustível do homem para a inovação e a criação de novas soluções tecnológicas. “É importante reservar um espaço na agenda para discutirmos sobre inovação, suas causas e consequências. Saímos do evento com um olhar diferente e voltando nosso foco para algumas atitudes pontuais que podemos já implementar”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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PAA: Inscrições para formação de estoques da agricultura familiar estão abertas

 

paa 24 10 2018Os agricultores familiares, por meio das suas organizações, que desejam participar do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Formação de Estoques devem estar atentos. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) abriu o prazo para inscrição da proposta em 15 de outubro. As cooperativas e associações interessadas podem apresentar propostas por meio do sistema PAANet até o dia 5 de novembro. A expectativa é que a contratação dos projetos inicie a partir de 12 de novembro.

 

Critérios - A Conab analisará as propostas considerando os seguintes critérios de participação: mulheres rurais, povos e comunidades tradicionais, assentados(as) e produtores(as) de alimentos orgânicos ou agroecológicos. Projetos de organizações que não operaram nesta modalidade com a Conab nos últimos cinco anos também serão pontuados. Em caso de empate, serão utilizados como parâmetros o cumprimento das obrigações financeiras previstas na contratação, projetos de menor valor e a ordem de apresentação das propostas. O detalhamento dos critérios está disponível na página da Conab.

 

Associações ou cooperativas - As propostas devem ser apresentadas por meio de associações ou cooperativas com DAP jurídica e têm como limite R$ 100 mil. Outras informações sobre a elaboração e a inscrição de propostas podem ser obtidas nas superintendências regionais da Conab nos estados.

 

Recursos - Os recursos para execução da modalidade são disponibilizados pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead).

 

Finalidade - A modalidade tem como finalidade apoiar financeiramente a constituição de estoques de alimentos por organizações da agricultura familiar, visando agregação de valor à produção e sustentação de preços. Posteriormente, esses alimentos serão comercializados pela organização de agricultores para devolução dos recursos financeiros ao Poder Público. (Informe OCB)

 

Para mais informações acesse.

 

Para acessar o PAAnet, clique aqui

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: Sol espalha plantadeiras nos Campos Gerais

 

expedicao safra 24 10 2018No primeiro dia do roteiro pelo Paraná, a Expedição Safra encontrou produtores correndo contra o tempo nos Campos Gerais. A pressa era para aproveitar o sol, que voltou no domingo (21/10), depois de uma semana de chuva. As colheitadeiras tiram o que resta do trigo, enquanto as plantadeiras semeiam a soja.

 

Início - O plantio de soja começou entre o fim de setembro e o início de outubro nos Campos Gerais, que atrás do Oeste e do Noroeste, é a terceira região que mais produz oleaginosa no estado. “Aqui na região, o plantio ganha ritmo a partir do dia 20 de outubro”, diz o presidente do Sindicato Rural de Ponta Grossa, Gustavo Ribas. De acordo com dados do Departamento de Economia Rural (Deral) do Paraná, apenas 20% dos quase 600 mil hectares de soja da região foram semeados. No estado, o plantio já ultrapassa os 50%. “Alguns produtores de Tibagi, com um clima um pouco mais quente, plantaram antes. Mas em Ponta Grossa, a soja é plantada um pouco mais tarde. Eu mesmo estou com a programação da soja convencional um pouco atrasada. A transgênica está dentro do cronograma”, complementa."

 

Safra cheia - Segundo Ribas, a expectativa para região é de safra cheia. “O clima deve colaborar”. O presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos dos Campos Gerais, Rulian Berger, observa que a chuva abundante não trouxe apenas benefícios. Algumas plantas vão ter atraso de desenvolvimento. “Aproximadamente 5% da soja plantada deve ter sofrido o impacto das chuvas”. Mesmo assim, Berger acredita que a região terá uma safra cheia. “Mesmo se houver um ou outra perda em produtividade, o aumento de área vai compensar os danos”, assinala.

 

Concordância - O produtor Luiz Alberto Mendes concorda. Com 170 hectares de soja em Ponta Grossa, ele espera repetir o mesmo desempenho do ano passado: 70 sacas por hectare. “Se conseguir o mesmo está bom. Mas o investimento é para mais”, conta. Na lavoura dele, o plantio começou no fim de semana. “Estamos apostando em boas chuvas”, torce.

 

Dólar - Nas contas de Mendes, o custo de produção aumentou neste ano, por causa do dólar. Ele conta que os insumos e defensivos foram comprados com o câmbio acima dos R$ 4. “Por isso não fiz nenhum contrato antecipado neste ano. Vou esperar por preços melhores. Mas acima de R$ 85 a saca, é possível ter lucro”, diz. “Os custos aumentaram entre 15% a 20%, em média. Muita gente comprou os insumos com o dólar elevado. E agora, na hora de vender a soja, o preço está caindo. Eu fiz vendas no mercado futuro acima de R$ 90 por saca, hoje o mercado futuro está em R$ 77. Uma diferença brutal”, diz Gustavo Ribas, que neste ano está plantando 600 hectares de soja.

 

Área maior - Em Castro, produtores cooperados da Castrolanda, ampliaram 3% a área dedicada a oleaginosa. Dos 115 mil hectares disponíveis, a soja vai ocupar 75%, contra 18% do milho e apenas 7% do feijão. “É um reflexo da estabilidade econômica da soja, que tem garantido bons preços nos últimos anos”, diz o engenheiro agrônomo Hendrik Strijker, que trabalha na cooperativa. “Na parte dos insumos, os preços se mantiveram. Os defensivos aumentaram um pouco. Muitos produtores fecharam contrato futuro, com medo da instabilidade do dólar”, conta.

 

Valor agregado - A soja convencional vem ganhando espaço, conta o engenheiro agrônomo Jackson Pereira, da Sementes Castrolanda. “Aqui na região da Castrolanda, a soja 284, convencional da Embrapa, é o carro-chefe. É uma cultivar que entrega muito em produtividade e agrega muito valor na venda”, conta. “Nas regiões mais quentes, as intactas (transgênicas) ganham mais força”, diz. Na região, entre 25% e 30% da soja é convencional. Contra 15% em outras regiões. “O prêmio é US$ 2 por saca, e a produtividade é tão alta quanto as cultivares transgênicas”, assegura. A soja convencional é muito utilizada na fabricação de alimentos e na fabricação de ração. Do plantio até o transporte, o grão não pode se misturar com transgênicos." (Gazeta do Povo)

 

EVENTO: Fiep promove Encontro Paranaense da Indústria de Alimentos

 

evento 24 10 2018O Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em parceria com 16 sindicatos industriais representantes das indústrias alimentícias do Estado, promove no dia 31 de outubro, o Encontro Paranaense da Indústria de Alimentos. O objetivo é estabelecer um diálogo com todos os segmentos envolvidos na cadeia produtiva para levantar as demandas do setor e buscar soluções, visando uma indústria mais competitiva e sustentável. O evento será das 9 às 17 horas no Campus da Indústria, em Curitiba. O Encontro tem o patrocínio do Sesi no Paraná e a Indemil e apoio do International Features Standards (IFS) e das indústrias Balas de Antonina e Ovos Gralha Azul.

 

Lançamento - Durante o encontro, será lançada a Rota Estratégica da Indústria Agroalimentar 2031, documento elaborado pelo Sistema Fiep com a participação de representantes de empresas, governo, meio acadêmico e terceiro setor que relata as principais visões de futuro para o segmento em um cenário de priorizações a serem realizadas.

 

Demanda crescente - “A demanda por alimentos no mundo tem crescido em função do aumento da população, do seu poder aquisitivo e da qualidade de vida. A indústria de alimentos e bebidas vem conseguindo resistir à crise e continua crescendo no Paraná, dada a característica intrínseca desses produtos, que são de primeira necessidade”, destaca Roberto Pecoits, coordenador do Conselho Setorial da Indústria de Alimentos da Fiep.

 

Empregos - De acordo com dados da Fiep, no Paraná o setor de alimentos gera mais de 180 mil empregos formais e R$ 78 bilhões em receitas líquidas de vendas, ocupando o primeiro lugar em geração de emprego na indústria de transformação do Estado. O Paraná é o terceiro em faturamento no setor agroalimentar em todo o Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

 

Diferencial - O grande diferencial da indústria de alimentos paranaense é a sua diversidade, com indústrias de óleos vegetais, carnes, trigo, soja, arroz, café, mandioca, açúcar, laticínios e bebidas. O Paraná se destaca também por ser o maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil, tendo como principais destinos os países: Arábia Saudita, China, Emirados Árabes e o Japão.

 

Exigência - “Na medida em que a indústria de alimentos cresce, o nível de exigência do consumidor também aumenta, buscando cada vez mais qualidade e sustentabilidade dos produtos”, destaca Pecoits. Segundo ele, para atender a essa demanda crescente é essencial o investimento em desenvolvimento e inovações tecnológicas para aumentar a competitividade, eficiência e produtividade sem esquecer a responsabilidade social e ambiental junto aos consumidores.

 

Público-alvo - O Encontro da Indústria de Alimentos tem como público-alvo empresas, profissionais, fornecedores, prestadores de serviço, compradores, pesquisadores, professores e estudantes, instituições de fomento, órgãos do governo e instituição de apoio ao desenvolvimento empresarial.

 

Inscrições - As inscrições são gratuitas estarão disponíveis até o dia 28 de outubro de 2018 no site:

http://www.fiepr.org.br/EventAgenda99content380836.shtml?utm_campaign=conselho&utm_medium=email&utm_source=RD+Station. (Agência de Notícias da Fiep)

 

SERVIÇO

Encontro Paranaense da Indústria de Alimentos

Data: 31 de outubro de 2018 (quarta-feira)

Horário: 08h às 17h

Local: Campus da Indústria do Sistema Fiep – Auditório Caio Amaral

Endereço: Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico – Curitiba – PR

Estacionamento Gratuito

 

ODS: Congresso apresenta projetos sociais de todo o Paraná

 

desenvolvimento sustentavel 24 10 2018Um espaço para troca de experiências e reconhecimento das indústrias, empresas, instituições públicas, organizações da sociedade civil e instituições de ensino que estão atuando em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Paraná. Essa é a proposta do Congresso Sesi ODS, que acontece nos dias 29 e 30 de outubro, no Campus da Indústria, em Curitiba. Na programação estão o painel “O papel de cada setor na implementação dos ODS”, oficinas, exposição dos melhores projetos do Programa Miniempresa de todas as regiões do Paraná, além da entrega do Prêmio Sesi ODS. O evento é gratuito e inscrições, junto com a programação completa, estão disponíveis no site http://portalods.com.br/eventos/congresso-sesi-ods-2018/

 

Alcance- A gerente de Projetos Estratégicos do Sistema Fiep, Maria Cristhina de Souza Rocha comenta que as instituições participantes colaboram para alcance dos ODS, em assuntos relacionados a questões sociais, ambientais e econômicos. “Os ODS são uma bússola capaz de guiar pequenas, médias e grandes empresas para o desenvolvimento sustentável”, afirma.

 

Práticas de destaque- Durante os dois dias o público poderá escolher práticas destaque da Mostra de Projetos, que trará algumas iniciativas dos concorrentes ao Prêmio Sesi ODS. A apresentação acontecerá em mesas, em três rodadas de apresentação. Durante o evento, também será entregue o Prêmio Sesi Indústria com a Escola, para a escola pública e o município com a maior nota e a escola que conquistou o maior avanço no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).

 

Sobre o Sistema Fiep- O Sistema Fiep é composto pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL). As instituições trabalham integradas em prol do desenvolvimento industrial. Com linhas de atuação complementares, realizam a interlocução com instâncias do poder público, estimulam o fomento de negócios nacionais e internacionais, a competitividade, a inovação, a tecnologia e a adoção de práticas sustentáveis, e oferecem serviços voltados à segurança e saúde dos trabalhadores, à educação básica de crianças, jovens e adultos, à formação e aperfeiçoamento profissional, à formação de nível superior, além de capacitação executiva. Sistema Fiep: nosso i é de indústria. (Agência de Notícias da Fiep)

 

SERVIÇO

Congresso Sesi ODS – 3ª edição

Data: 29 e 30 de outubro

Local: Campus da Indústria – Auditório Mário da Mari

Horário: 9h às 20h

Inscrições http://portalods.com.br/eventos/congresso-sesi-ods-2018/

 

INFRAESTRUTURA: Governo abre caminho para construção de novo porto privado em Paranaguá

 

infraestrutura 24 10 2018A governadora Cida Borghetti (PP) assinou na última sexta-feira (19/10) um decreto de declaração de utilidade pública de uma área na baía de Paranaguá para a construção de um novo terminal para movimentação de contêineres. O local pertence à empresa Novo Porto Terminais Portuários Multicargas e Logística Ltda. e fica na região da Ilha do Curral, na foz do Rio Embuçui, em Imbocuí.

 

Intervenção - O projeto exige intervenção na Mata Atlântica do litoral para permitir acesso rodoviário e ferroviário. O decreto prevê “autorização de supressão de vegetação” desde que observado o disposto na Lei nº 11.428/2006, que regulamenta a proteção desse bioma. Isso quer dizer que a aprovação para construção ainda depende de um procedimento administrativo dos órgãos ambientais.

 

Licença - O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) informou que o Porto de Imbocuí teve sua licença prévia expirada em 24 de outubro de 2016. Com isso, os empreendedores entraram com um requerimento de Licença de Instalação (LI), o qual está em fase de análise.

 

Espaços de utilidade pública - Foram declarados espaços de utilidade pública uma área aquática de 312 mil metros quadrados, uma área do canal de aproximação e bacia de evolução de 1,2 milhão de metros quadrados, terras de marinha de 126 mil metros quadrados e três terrenos alodiais de 242 mil metros quadrados, 358 mil metros quadrados e 1,2 milhão de metros quadrados.

 

Terreno - O terreno foi comprado há cerca de 15 anos e pertence à Catallini, empresa responsável por um terminal marítimo em Paranaguá.

 

Píer - O píer de atracação contará com sete berços privativos, em formato de T, com espaço para três navios full-contêineres na face externa e quatro navios destinados a granéis sólidos e líquidos na face interna. A previsão é que as obras durem até cinco anos, contados a partir da obtenção das licenças e autorizações. O investimento é de cerca de R$ 4 bilhões e há previsão de contratação de 1.089 empregados administrativos e operacionais, de acordo com o Estudo de Impacto da Vizinhança da empresa.

 

Concorrência - O Novo Porto deve concorrer com outro porto privado que ainda não saiu do papel, o de Pontal do Paraná. O projeto em Pontal já completou mais de duas décadas, mas não sai do papel porque não há acessos rodoviários e ferroviários que levem até ele.

 

Projeto - O empresário João Carlos Ribeiro, que vai tocar o projeto, disse em entrevista à Gazeta do Povo em abril que as obras seriam iniciadas independentemente da execução da Faixa de Infraestrutura, conjunto de intervenções projetadas pelo governo estadual no litoral, que envolvem uma nova rodovia, prevista para terminar justamente no terreno do porto.

 

Liminar - No entanto, uma liminar concedida pela 3ª Vara de Fazenda Pública de Curitiba neste mês contra o governo de Paraná paralisou a implantação da Faixa de Infraestrutura. O juiz Roger Vinícius Pires de Camargo Oliveira entendeu que o projeto deve gerar “grande impacto ambiental” e que “atingirá diversos biomas ambientalmente protegidos e comunidades”.

 

Impedimento - Apesar da previsão inicial de começar as obras ainda em 2018, o porto informou que dois fatores impedem o início imediato dos trabalhos: a dificuldade do setor para captação de investimento e a falta de aval da Fundação Nacional do Índio (Funai). A previsão é de que a obra deve consumir cerca de R$ 1,8 bilhão – 40% de recursos próprios do empresário. (Gazeta do Povo)

 

ENERGIA ELÉTRICA: Aneel usará recursos excedentes como redutor de tarifa

 

energia eletrica 24 10 2018A mudança na gestão do fundo criado no setor elétrico para remunerar as usinas contratadas para fornecer energia de reserva ao sistema prevê que todo excedente arrecadado funcionará como um redutor das tarifas cobradas dos consumidores. Os ajustes na gestão do fundo, conhecido como Conta de Energia de Reserva (Coner), foram aprovados nesta terça-feira (23/10) pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

Excedente - A Coner acumula, hoje, um excedente da ordem de R$ 1 bilhão, segundo o diretor da Aneel Sandoval Feitosa. A agência estima que cada R$ 1 bilhão repassado ou descontado da tarifa gera aumento ou redução de 0,6% na conta de luz.

 

Desconto - A partir de agora, toda “sobra” da Coner passará a ser descontada do encargo de energia de reserva cobrado nas contas de luz de todos os consumidores. A energia de reserva é adquirida nos leilões — geralmente de parques eólicos e térmicos — em montante acima das projeções de demanda, justamente para reforçar a garantia de suprimento.

 

Contratos - Feitosa explicou que, para honrar os contratos de energia de reserva, os consumidores têm desembolsado R$ 2,4 bilhões por ano. Porém, a Coner não é abastecida somente com o encargo cobrado na tarifa de energia. A conta também recebe o valor correspondente à variação positiva do preço de referência da energia negociada no mercado de curto prazo, o PLD, sobre o custo médio da energia dos contratos reserva, em torno de R$ 220 por megawatt-hora (MWh).

 

Arrecadação maior - "De 2015 para cá, o PLD médio está sempre acima de R$ 220/MWh. Ou seja, a Coner está sempre arrecadando mais dinheiro do que o custo que ela tem com os contratos. Então, a gente já autorizou o uso desse dinheiro de imediato, eximindo de arrecadar na tarifa", disse o diretor geral da Aneel, André Pepitone.

 

Responsabilidade - Hoje, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) assumiu a responsabilidade de calibrar a receita administrável da Coner, definida pelo valor do encargo de energia de reserva. Esse encargo representa 75% da arrecadação feita para a conta. Os 25% restantes não podem ser controlados porque vêm da oscilação do PLD acima do preço médio da energia de reserva.

 

Controle - Pepitone afirmou que a câmara de comercialização assumiu o controle de boa parte da receita da Coner também por acompanhar de perto o comportamento do PLD. "A CCCE tem o preço de hoje e do mês seguinte, com grande chance de acerto”, afirmou.

 

Estoque - O diretor geral disse que a CCEE já poderá considerar o R$ 1 bilhão que a Coner tem hoje em estoque. Ou seja, os recursos já poderão ser abatidos dos encargos de energia de reserva. Para os consumidores do mercado livre, a mudança terá efeito imediato, a partir das próximas liquidações financeiras. Para os consumidores residenciais e industriais atendidos pelas distribuidoras, os descontos valerão somente a partir dos reajustes tarifários do próximo ano. (Valor Econômico)

 

CAGED: Paraná é o Estado do Sul que mais criou novas vagas em setembro

 

caged 24 10 2018O Paraná é destaque na geração de empregos em setembro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho. O Estado apresentou um saldo positivo de 9.487 postos de trabalho, número que corresponde à criação de novas vagas – diferença entre admitidos e desligados.

 

Desempenho - Este desempenho coloca o Estado como o quarto que mais gerou emprego no Brasil em setembro e o primeiro da região Sul. É também o melhor setembro na geração de empregos desde 2014.

 

Curitiba - No período, Curitiba foi a cidade no Estado que mais empregou, com a abertura de 3.650 vagas, seguida de Cascavel com 554, Ponta Grossa com 438 e Foz do Iguaçu com 343.

 

Setores - Dos oito setores analisados pelo Caged, em setembro, sete tiverem saldos positivos. Entre eles, o que mais contratou foi o setor de Serviços, com 4.726 novas vagas, o que representa quase 50% do total de vagas abertas neste mês. Em seguida estão os setores do Comércio (2.111) e Indústria da Transformação (1.286).

 

Tendência - O economista Alexandre Chaves, do Observatório do Trabalho da Secretaria Especial do Trabalho e Relações com a Comunidade, destaca o setor de Comércio e aponta uma tendência de crescimento para os próximos meses. “O comércio mostra uma tendência de números melhores nos últimos meses do ano e demonstra recuperação com os meses anteriores, tendo em vista que registrou um aumento de 16,05% postos de trabalho em relação a agosto.”

 

Acumulado do ano - No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o saldo do Paraná é de 54.958 novos postos de trabalho, o que coloca o Estado em terceiro lugar no ranking nacional, atrás somente de São Paulo e Minas Gerais.

 

Consolidação - Para o secretário especial do Trabalho e Relações com a Comunidade, Paulo Rossi, esses números representam uma consolidação da retomada de empregos formais no Estado. “Estamos colhendo de forma positiva os frutos da política de investimento em obras e infraestrutura por parte do Governo do Estado. O aumento dos postos de trabalho reflete a boa gestão em prol dos paranaenses”.

 

Destaque - Ainda no acumulado, o destaque também vai para Curitiba. A Capital é a 4ª cidade que mais gera empregos no país, com saldo de 13.920 postos, atrás apenas de São paulo, Belo Horizonte e Brasília. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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