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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4411 | 11 de Setembro de 2018

ECONOMIA I: Presidente do Sebrae defende a manutenção do Simples Nacional

 

Durante debate sobre a reforma tributária, realizado nesta segunda-feira (10/09), na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo, o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos, defendeu a manutenção do Simples Nacional, regime especial de recolhimento de impostos para micro e pequenas empresas. 

 

Constitucional - “Sou contrário às declarações feitas por economistas de que o simples é uma das maiores renúncias fiscais que temos. O simples é um regime constitucional, ou seja, se ele não existisse, e a tese é que você tem que taxar igualmente a todos, [as empresas] não sobreviveriam. É o refúgio de sobrevivência das empresas em crescimento”, declarou.

 

Modelo - O presidente do Sebrae defendeu que o Simples serve de modelo para a futura reforma tributária, com a concentração da arrecadação em uma única alíquota, em somente uma guia, e com a distribuição automática para estados e municípios. “É centralizado, e isso não tira a autonomia de estados e municípios”, acrescentou. 

 

Entrave - Para Afif Domingos, o principal obstáculo da reforma tributária serão as grandes corporações. “Cada uma tem a sua defesa e não quer abrir mão do seu poder de gerar burocracia”, disse. 

 

Reforma - O relator da Proposta de Emenda Constitucional nº 293/04, sobre a reforma tributária, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), concorda com o fortalecimento do cooperativismo e das micro e pequenas empresas, setores que menos demitiram com a crise econômica. Segundo ele, a reforma tem como objetivo diminuir a concentração da riqueza, pois o modelo atual privilegia os ricos em detrimento dos pobres e classe média. A reforma poderá criar, ainda, uma plataforma tecnológica para arrecadação dos tributos. 

 

Disparidade - Maria Helena Zockun, pesquisadora da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), disse que o problema da concentração de renda precisa ser combatido. “Os impostos progressivos não são progressivos como deveriam ser, eles perdem essas características nas faixas de renda mais elevadas”, disse. Segundo ela, 53% da arrecadação brasileira vem de impostos indiretos, sobre o consumo, perversos para as classes mais pobres. Em países desenvolvidos, o percentual é de 34%. 

 

Trâmite - A votação da Reforma Tributária na comissão especial da Câmara dos Deputados está prevista para depois das eleições. A promulgação da proposta só poderá ocorrer após o fim da vigência da intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, prevista para 31 de dezembro deste ano. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Pacote econômico da Fazenda prevê reformulação do IR e tributação de lucros e dividendos

 

economia II 11 09 2018A equipe do Ministério da Fazenda trabalha para enviar ao Congresso Nacional um pacote de reforma tributária logo após as eleições presidenciais. Entre as propostas em análise está a reformulação do Imposto de Renda das empresas, tributação de lucros e dividendos, revisão da tributação das aplicações do mercado financeiro e unificação do PIS e da Cofins.

 

Consenso - Mesmo com o cenário eleitoral ainda indefinido, a área econômica quer aproveitar que a reforma tributária é um dos poucos consensos entre os candidatos à Presidência, mas  avalia que uma tentativa de aprovar uma proposta mais ampla, de uma tacada só – como está sendo discutido na Câmara e defendido pelos economistas ligados aos candidatos – pode levar ao insucesso das negociações.

 

Realista - A ideia é deixar pronto esse pacote de medidas até o final do segundo turno para avaliação da viabilidade política de encaminhá-lo ao Congresso. “Vamos fazer a nossa parte e deixar pronto”, disse um integrante da equipe econômica. “Trabalhamos com pé no chão naquilo que é viável, mas a discussão política é muito complicada”, acrescentou. O envio ao Congresso ainda depende de aval do presidente Michel Temer.

 

Etapas - A reforma tributária defendida pela Receita Federal começaria com a unificação do PIS e da Cofins (que incidem sobre o consumo) num Imposto de Valor Agregado (IVA) do governo federal. Paralelamente, os Estados alinhariam as divergências ainda gritantes em relação ao ICMS, o tributo estadual. Numa segunda etapa, se unificaria o IVA federal, o estadual e o ISS (tributo cobrado pelos municípios).

 

Redução - Em outra frente, a proposta é reduzir a tributação do Imposto de Renda – Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Liquido (CSLL), que é de 34% – para alinhamento ao cenário internacional. EUA e vários outros países estão promovendo cortes do imposto pago pelas empresas. Essa redução viria acompanhada da tributação da distribuição de lucros e dividendos das empresas para pessoas físicas.

 

Diferente - O Brasil tem a peculiaridade de tributar a geração do lucro e não a distribuição dos dividendos. Os demais países tributam a geração do lucro com alíquota mais baixa do que a brasileira e cobram imposto sobre lucros e dividendos.Para o Ministério da Fazenda, esse alinhamento é inevitável e envolverá equalização da base de cálculo das empresas para que tributação fique bem ajustada.

 

Exemplos - Há países em que a alíquota é alta, mas a base de cálculo reduzida e vice-versa. Essa mudança na base de cálculo não é simples de ser conduzida e é hoje um ponto de atuação concentrado dos estudos do governo para a definição da alíquota efetiva do imposto que se quer praticar no País.

 

Precaução - A preocupação é que esse movimento seja feito sem perda de arrecadação. O que se quer neste momento é simplificar a cobrança de impostos, que impõe custos elevados para os contribuintes. Propostas na tributação de heranças e do Imposto de Pessoa Física (IRPF) também estão em análise. 

 

Benefícios fiscais - O pacote tributário envolve também a definição de um plano de corte de 50% para os próximos 10 anos das renúncias e benefícios. Em 2019, essas renúncias vão chegar a R$ 306 bilhões, como mostrou o Estadão/Broadcast, o equivalente a 4,2% do PIB.

 

Levantamento - A Receita está fazendo um pente-fino nessas renúncias, mas já se sabe que sem uma mudança no Supersimples não há como reduzi-las no volume exigido pela LDO. Uma das propostas é restringir os setores e reduzir para R$ 3 milhões por ano o limite de faturamento para as empresas aderirem ao programa. Hoje, esse limite é de R$ 4,8 milhões – considerado o mais elevado do mundo. A Receita considera que a fixação de um novo limite é uma questão de isonomia internacional e que a legislação atual desestimula as empresas a crescerem para permaneceram na tributação mais baixa do Simples.

 

Outros cortes - O governo também quer retirar da desoneração da cesta básica itens como filé, picanha, salmão, que não pagam imposto, para aumentar a tributação dos mais ricos, que consomem mais esses produtos. (O Estado de S. Paulo)

 

GERÊNCIA TÉCNICA: Informe semanal atualiza expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

 

A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) disponibiliza edição atualizada do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com analistas de mercado, sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2018 2019 e 2020.

 

Informações - Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br  / 41 3200-1133).

 

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

SICOOB: Capacitação do Programa Cooperjovem para professores de Francisco Beltrão e Marmeleiro

 

sicoob 11 09 2018Professores da rede municipal de ensino de Francisco Beltrão e Marmeleiro, que integram o Programa Cooperjovem, participaram de uma capacitação promovida pelo Instituto Sicoob e pelo Sicoob Vale do Iguaçu, com apoio do Sescoop/PR e das prefeituras das duas cidades. A palestra, realizada no dia 28 de agosto, em Marmeleiro, reuniu cerca de 230 pessoas.

 

Palestra - Com o tema “Ninguém é igual a ninguém, ainda bem”, o palestrante Nélio Spréa falou sobre dois aspectos inerentes ao processo de desenvolvimento humano: a socialização e a singularização do indivíduo. O educador ressaltou a necessidade de acolhimento e valorização das diferenças pessoais, de modo que a demarcação de limites e regras seja também uma conquista afetuosa e mútua entre professores e alunos, assim como entre pais e filhos.

 

Opinião - “Achei muito interessante a forma como o palestrante induz a plateia a participar. Essa dinâmica de certa forma me prendeu e entendi a mensagem de como deve ser a atitude de um educador”, comentou o gerente da agência do Sicoob Vale do Iguaçu, em Marmeleiro, Roger Marcelo da Rocha.

 

Presentes - Representando a cooperativa, também participaram do evento o vice-presidente, Luís José Bonaldo, e o delegado da agência de Marmeleiro, Ademir Flach. A palestra teve ainda a presença do vice-prefeito de Marmeleiro, Altacir Gabriel;  da secretária de Educação de Marmeleiro, Marilce Machado Bednarski, e da coordenadora pedagógica, Sirlei Fachin Bernardi. (Imprensa Sicoob)

 

UNIMED LONDRINA: Abertas inscrições para o 1º Passeio Ciclístico Unimed Inspira

 

unimed londrina 11 09 2018Em comemoração ao Mês do Coração, a Unimed Londrina promoverá no próximo dia 23 de setembro, no Aterro do Lago Igapó, a partir das 8 horas, o 1º Passeio Ciclístico Unimed Inspira. O evento é gratuito e contará com atividades de saúde e bem-estar para toda a família.

 

Kit - Os participantes vão fazer um percurso de 10 quilômetros. Um caminhão de som acompanhará o trajeto. Além disso, os 500 primeiro inscritos receberão um kit contendo uma camiseta, uma bexiga de gás hélio em formato de coração para ser colocado na bike e uma medalha, que será entregue ao fim do passeio.

 

Objetivo - A gerente de Marketing e Comunicação da Unimed Londrina, Dayane Santana, explica que o objetivo do passeio ciclístico é estimular a prática de uma atividade física que não seja uma corrida. “Queremos incentivar outros tipos de exercícios, além da corrida, que organizamos duas vezes por ano”, comenta, ao citar as já tradicionais Corridas Unimed Inspira.

 

Estratégia - Sobre os kits do evento, a gerente ressalta que os itens foram pensados para despertar a atenção dos moradores e pedestres da cidade. “As bexigas de gás hélio em formato de coração, por exemplo, serão acopladas nas bicicletas dos participantes. Desta maneira, iremos despertar e ampliar a nossa mensagem: cuidar do coração”, salienta Dayane.

 

Mais atividades - Além do passeio, a organização montará o Espaço Saúde, com serviços de alongamento, aula de ritmos, beleza e bem-estar. O público também terá à disposição o Dr. Vacinas, van de aplicação e comercialização da Clínica de Vacinas, que oferecerá doses a preços especiais, e tendas de apoio para as bicicletas.

 

Inscrição - Para participar do evento, o interessado deve se inscrever gratuitamente no link https://www.centraldacorrida.com.br/passeio-ciclistico-unimed-inspira-2018. Crianças que não portarem o CPF devem informar o número do documento de um responsável que não for participar do passeio. (Imprensa Unimed Londrina)

 

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Cooperativa reinaugura agência em Foz do Iguaçu

 

sicoob tres fronteiras 11 09 2018Em ritmo de expansão, o Sicoob Três Fronteiras reinaugurou, no dia 4 de setembro, uma das agências pioneiras de Foz do Iguaçu, localizada na Avenida Juscelino Kubitschek, 3.450. A cerimônia contou com a presença de cerca de 200 pessoas, entre colaboradores, autoridades, cooperados e convidados.

 

Função - Ao fazer o uso da palavra, o gerente Fernando Koji destacou que a cooperativa não é uma instituição financeira comum. “O Sicoob é uma instituição financeira cooperativista, que compartilha o resultado com os associados e pratica o interesse pela comunidade por meio das ações do Instituto Sicoob”, esclareceu.

 

Relacionamento - “Nosso propósito, assim como de todo sistema Unicoob, é humanizar as relações financeiras. Por isso, peço que cada um de vocês convide mais pessoas e amigos para fazer parte do Sicoob e fazer com que ele cresça ainda mais”, pontuou o diretor superintendente Dirceu Tessaro.

 

Presenças - Além de Tessaro e Koji, ainda compuseram a frente de honra no evento o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Três Fronteiras, Roberto Fernandes, e  o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Credicapital e membro do Conselho de Administração do Sicoob Central Unicoob, Guido Bresolin Junior. Participaram também o presidente do Conselho Superior da Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu, Walter Venson; o presidente da Câmara Municipal, Rogério Quadros e, representando o prefeito de Foz do Iguaçu, a secretária de Governo Salete Horst.

 

Novas unidades - Nos últimos dois anos, a cooperativa dobrou o número de cooperados, o que pede pontos de atendimento mais amplos e modernos. Até o final deste ano serão inauguradas outras três agências na cidade, uma delas em um bairro que não possui nenhuma instituição financeira e outra em um shopping, no corredor turístico da cidade. Com as novas unidades, a cooperativa passará a ter 12 pontos de atendimento. (Imprensa Sicoob Três Fronteiras)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Por um mundo melhor, Sicredi apoia o Pacto Global

 

Signatária do Pacto Global (Global Compact) da Organização das Nações Unidas (ONU), a Sicredi União PR/SP desenvolve diversas iniciativas que vão ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Também com o objetivo de contribuir com a agenda 2030 da ONU, a instituição financeira cooperativa põe em prática vários projetos, como o Use e Devolva, que dispõe de bicicletas gratuitas em sete municípios de sua área de abrangência para o uso da população, incentivando uma prática sustentável e que colabora com o bem-estar das pessoas.

 

Projetos - Outra iniciativa é a Árvore Solidária, que recolhe e doa toneladas de alimentos no período natalino. O projeto Transformar, que recolhe materiais recicláveis ao longo do ano, também é significativo porque, ao serem vendidos, geram recursos que tornam o Natal de muitas crianças mais feliz. Há ainda linhas de crédito para a compra de equipamentos sustentáveis, que economizam energia. Anualmente, a Sicredi apresenta ao Pacto Global relatório com suas ações na área de sustentabilidade e responsabilidade social.

 

Compromisso - O Pacto Global é o maior alinhamento voluntário de sustentabilidade corporativa do mundo, presente em mais de 170 países e territórios. A adesão da Sicredi União PR/SP mostra o interesse e o compromisso da instituição financeira cooperativa em disseminar os dez princípios estabelecidos pela ONU, que são divididos em quatro áreas: Direitos humanos, Direitos do trabalho, Proteção ambiental e Anticorrupção. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

Princípios universais do Pacto Global

Direitos Humanos:

- As empresas devem apoiar e respeitar a proteção de direitos humanos reconhecidos internacionalmente;

- Assegurar-se da não participação em violações destes direitos.

Trabalho:

- As empresas devem apoiar a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo do direito à negociação coletiva;

- Eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou compulsório;

- Abolição efetiva do trabalho infantil;

- Eliminação da discriminação no emprego.

Meio Ambiente:

- As empresas devem apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais;

- Desenvolvimento de iniciativas para promover maior responsabilidade ambiental;

- Incentivo ao desenvolvimento e difusão de tecnologias ambientalmente amigáveis.

Anticorrupção:

- As empresas devem combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina.

(Fonte: Organizações da Nações Unidas)

INTEGRADA: Cooperativa vai ser sede do maior evento de pós-colheita do Brasil

 

Garantir a manutenção da qualidade dos grãos que chegam das lavouras sempre foi um desafio. Na Integrada, o assunto é de suma importância, pois a cooperativa sempre busca investir em tecnologia e conhecimento para manter a qualidade dos grãos. Com o objetivo de discutir melhorias no segmento, a Associação Brasileira de Pós-colheita (Abrapós), em parceria com a Integrada, realiza em Londrina, entre os dias 16 e 18 de outubro, a VII Conferência Brasileira de Pós-colheita e o X Simpósio Paranaense de Pós-colheita de Grãos.

 

Agenda - O tema central da VII CBP2018 é “O Valor da Pós-colheita de Grãos no Brasil”. Serão discutidos assuntos técnicos divididos em painéis e conferências. Nos painéis serão abordados “automação de unidades armazenadoras; manejo do expurgo de grãos no armazenamento; processos de operação na Unidade Armazenadora de grãos; qualidade dos grãos e suas implicações no armazenamento e industrialização e técnicas de secagem e aeração dos grãos com qualidade”. As conferências abordarão assuntos como “cooperativismo; atmosfera modificada e ozônio na conservação de grãos; armazenagem emergencial; resíduos químicos e micotoxinas, e viabilização da unidade armazenadora de grãos”.

 

Abertura - O evento reunirá dezenas de especialistas em pós-colheita de todo o Brasil. A primeira palestra do evento, no dia 16 de outubro, será proferida pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que falará sobre “O cooperativismo, o agronegócio e o pós-colheita”. A palestra será moderada pelo superintendente da área comercial da Integrada, João Bosco de Azevedo.

 

Continuação - No segundo dia, o engenheiro de eletromecânica da Integrada, Adair Luiz Suizbacher, e Pedro Dias, da Cia Ambiental, ministrarão palestra sobre “Requisitos legais para as licenças ambientais da unidade armazenadora de grãos”. Outra contribuição da cooperativa será a palestra do gerente da Unidade Industrial de Milho (UIM), Igor B. Bourscheidt, que falará sobre “Requisitos para qualidade de grão para a indústria”. 

 

A entidade - Entidade sem fins lucrativos, a Abrapós, entre outras funções, promove eventos, simpósios e a Conferência Brasileira de Pós-Colheita a cada quatro anos. De dois em dois anos é realizado um simpósio no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo. Por meio dos eventos, são levantadas as demandas locais com relação à pós-colheita de grãos e se buscam especialistas para atender a essas demandas.  “Montamos os simpósios em função disso. A Conferência já é um pouco maior. São três dias completos, quando juntamos pessoas do Brasil inteiro que opinam quais seriam os temas significativos que poderiam agregar no pós-colheita de grãos como forma de levar tecnologia para unidades armazenadoras”, afirma Marcelo Álvares de Oliveira, presidente da Abrapós. (Imprensa Integrada)

 

SERVIÇO

VII Conferência Brasileira de Pós-colheita 

X Simpósio Paranaense de Pós-colheita de Grãos.

Quando: 16 a 18 de outubro 

Local: Villa Planalto (Avenida Tiradentes, 6.429 – Londrina)

Mais informações: abrapos@abrapos.org.br ou pelo telefone (43) 3345-3079

cartaz integrada 11 09 2018

COOPERATIVA DA LAPA: Colégio promove o Dia da Família na Escola

 

No próximo sábado (15/09), o Colégio Cooperativa da Lapa promove o Dia da Família na Escola. O objetivo do evento, que está em sua 5ª edição e terá início às 10 horas, é promover a inserção e a interação da família no ambiente escolar. Foram programadas várias atividades para que as crianças e familiares tenham um dia agradável, vivenciando os valores do cooperativismo, enfim que aproveitem de todo o espaço oferecido pela escola. Da programação, consta ainda a palestra “A experiência lúdica como semente da transformação” a ser proferida pelo especialista em educação e conferencista Nélio Spréa. No ano passado, a promoção contou com a presença de 400 pessoas.   (Imprensa Colégio Cooperativa da Lapa)

 

cooperativa da lapa 11 09 2018

TREINAMENTO: Assistência técnica do Paraná participa de capacitação em boas práticas agrícolas

 

treinamento 11 09 2018A Embrapa e a Emater/PR promovem, de 12 a 14 de setembro próximos, o Treinamento em Boas Práticas Agrícolas, com enfoque em manejo integrado de pragas (MIP) e em manejo de doenças (MID) na soja, além de inoculação, coinoculação e manejo do solo. A expectativa é reunir na Embrapa Soja, em Londrina, aproximadamente 150 extensionistas da Emater que assistem produtores em diversas regiões do Paraná. A abertura do evento será no dia 12, às 8h30, e contará com a presença do secretário da Agricultura e Abastecimento do Paraná, George Hiraiwa, do chefe-geral da Embrapa Soja, José Renato Bouças Farias, do presidente da Emater-PR, Richard Golba, entre outras autoridades. 

 

Trabalho - O Paraná implantou mais de 5,46 milhões de hectares de soja na safra 2017/2018, oportunidade em que foram instaladas 196 Unidades de Referência (URs) em Manejo Integrado de Pragas (MIP), 195 em Manejo Integrado de Doenças (MID) e outras 37 em inoculação/coinoculação na soja em propriedades rurais de 93 municípios assistidos pela Emater. Os resultados do trabalho serão compartilhados, pelo quinto ano consecutivo, com a assistência técnica do Paraná.

 

Importância - Para o coordenador do projeto Grãos da Emater/PR, Nelson Harger, o evento é importante, porque fortalece as tomadas de decisão dos técnicos e agricultores, de acordo com critérios técnicos e econômicos, e amplia a utilização de boas práticas agrícolas. “Estamos divulgando resultados com muita qualidade aos técnicos para que auxiliem os produtores nas tomadas de decisão, referentes a temas que impactam a produção e a rentabilidade da soja”, ressalta.

 

Manejo de pragas - Ainda durante o treinamento, haverá o lançamento da publicação Resultados do Manejo Integrado de Pragas da Soja na safra 2017/18 (Documentos 402), editada pela Embrapa e pela Emater que mostra que, em áreas em que não se fez o MIP, a média foi de 3,4 aplicações de inseticidas, enquanto nas URS o número foi reduzido para 1,5 aplicação. (Imprensa Embrapa Soja)

 

SERVIÇO:

Treinamento em Boas Práticas Agrícolas

Data: 12 a 14 de setembro

Horário: das 8 às 17 horas

Local: Embrapa Soja – Rod. Carlos João Strass, s/nº - Londrina/PR

 

OCDE: Brasil amplia investimento em educação infantil

 

ocde 11 09 2018Nos últimos anos, o Brasil aumentou os investimentos em educação infantil até os 5 anos de idade, e ficou à frente de países latino-americanos, de acordo com o relatório Education at a Glance 2018(Um olhar sobre a educação, em tradução livre), publicado nesta terça-feira (11/09) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). 

 

Baixo - No entanto, o montante investido por criança ainda é pouco e está entre os mais baixos dos países avaliados. Segundo o relatório, o Brasil passou de investimento equivalente a 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2010, para o equivalente a 0,7% em 2015 em creches e pré-escolas. Este nível está abaixo da média dos 35 países que compõem a OCDE, que é 0,8% do PIB, mas está acima de países da América Latina, como Argentina, Colômbia, Costa Rica e México.

 

Creches - O Brasil investe apenas US$ 3,8 mil por criança por ano nas creches públicas, um dos mais baixos investimentos, tanto entre os países membros da OCDE, maioria formada por países ricos, quanto entre as economias parceiras. “Há uma consciência crescente do papel fundamental que a educação e os cuidados na primeira infância desempenham no desenvolvimento, aprendizagem e bem-estar das crianças”, diz o relatório, ao acrescentar que “pesquisas mostram que o desenvolvimento de áreas de grande importância, como controle emocional, habilidades sociais, linguagem e contagem, atinge o auge nos primeiros 3 anos de vida de uma criança”.

 

Inclusão - Em termos de inclusão, o Brasil também está à frente de países latinos. Segundo o estudo, 22% das crianças de até 3 anos estão na escola. Dados mais atualizados, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que essa porcentagem chegou a 30,4% em 2015. O índice brasileiro é maior que outros países como Argentina (5%); Chile (20%); Costa Rica (2%) e México (2%). A única exceção é a Colômbia, que incluiu 49% das crianças nas creches. Na pré-escola, de acordo com o relatório, o acesso no Brasil é maior, chega aos 90% aos 4 anos de idade, 97% aos 5 anos e 100% aos 6 anos.

 

Legal - Por lei, pelo Plano Nacional de Educação (PNE), o Brasil tem que ampliar o atendimento para 50% das crianças de até 3 anos de idade até 2024. A estimativa é que 2,4 milhões de crianças precisarão ser incluídas. O país deveria ter universalizado o acesso à pré-escola, aos 4 e 5 anos de idade, até o ano passado.

 

Jovens e adultos - Se na infância o Brasil supera países latino-americanos em inclusão, o mesmo não ocorre na medida em que a idade avança. O país registrou uma das maiores porcentagens de adultos sem ensino médio entre todos os países analisados. Após os 14 anos, as taxas de educação vão caindo. Entre 15 e 19 anos, 69% seguem estudando e, entre 20 e 24 anos, apenas 29%. Em média, essas porcentagens chegam, entre os países da OCDE, a 85% e 42%, respectivamente.

 

Acima da idade - “Um fator de risco potencial que pode ser associado à queda considerável nas matrículas, particularmente nas idades em que os estudantes deveriam cursar o ensino médio, é a alta incidência de frequência acima da idade no Brasil”, diz o texto. Para a OCDE, os alunos são considerados acima da idade quando são pelo menos 2 anos mais velhos do que a idade pretendida para a série, principalmente porque repetem de ano. No Brasil, 14% dos alunos do último ano do ensino fundamental estão acima da idade pretendida de 14 anos. Entre os países da OCDE, em média apenas 2% dos estudantes estão nessa situação.

 

Investimentos - Quanto ao investimento em toda a educação brasileira, os dados do ensino infantil se repetem: o Brasil investe uma parcela relativamente alta de seu Produto Interno Bruto e no seu gasto público total em educação, no entanto, a despesa por aluno ainda está aquém da maioria dos países da OCDE e das nações parceiras.

 

Percentual - O Brasil investe o equivalente a 5,5% do seu PIB no setor. Considerando apenas os investimentos públicos em educação pública, esse percentual chega a 5%. Em média, os países da OCDE investem também 5% do PIB em educação. Mas, em valores, o montante brasileiro é menor, uma vez que o governo brasileiro aplica, em média, em todos os níveis de ensino, US$ 3,8 mil por aluno, o que equivale a menos da metade da média dos países da OCDE.

 

Meta - Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que o investimento público em educação no Brasil caiu porque era equivalente a 6% do PIB em 2014. A meta estipulada pelo PNE é o investimento anual equivalente a pelo menos 10% do PIB em educação pública a partir de 2024. O plano estabelece ainda a meta intermediária de investimento de 7% do PIB em 2019. De acordo com Inep, para se chegar a isso, será necessário o incremento de aproximadamente R$ 120 bilhões nos recursos para educação pública. (Agência Brasil)

 

FOCUS: Projeção da inflação cai de 4,16% para 4,05% neste ano

 

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa de crescimento da economia e da inflação para 2018. A informação consta do boletim Focus, publicado semanalmente pelo BC, com projeções para os principais indicadores econômicos.

 

Inflação - A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,16% para 4,05% este ano. Para 2019, taxa deve ficar em 4,11%, passando para 4% em 2020e, em 3,87%, em 2021. A redução ocorreu após a deflação registrada em agosto (0,09%), divulgada na quinta-feira (06/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Abaixo - Para 2018 e 2019, as estimativas estão abaixo do centro da meta que deve ser perseguida pelo BC neste ano, de 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.Já para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

 

Selic - Visando alcançar a meta de inflação, o BC usa como instrumento a taxa básica de juros (Selic), atualmente em 6,5% ao ano, que deve permanecer inalterada até o final de 2018, segundo o mercado financeiro. Para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021.

 

Estratégica - Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Comitê diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

 

PIB - A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi reduzida de 1,44% para 1,40% para 2018. Para 2019, 2020 e 2021, a estimativa para o crescimento do PIB continua em 2,5%.

 

Câmbio - A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no final deste ano e em R$ 3,70 no fim de 2019. (Agência Brasil)


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