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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4409 | 06 de Setembro de 2018

IMERSÃO: Tem início o curso sobre cooperativismo para os novos funcionários do Sistema Ocepar

O primeiro de três módulos do curso sobre cooperativismo para 20 novos funcionários do Sistema Ocepar foi ministrado, na manhã desta quinta-feira (06/09), em Curitiba, pelo ex-presidente da entidade, João Paulo Koslovski. Promovido por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), a imersão, que também terá visitas a cooperativas paranaenses, tem como objetivo informar sobre a vivência e a cultura do cooperativismo aos novos colaboradores através do conhecimento e história de quem se dedicou ao sistema por mais de quatro décadas.

História – O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ao abrir o curso e apresentar o ex-presidente aos funcionários, lembrou que Koslovski faz parte da história do cooperativismo, ao qual dedicou 43 anos consecutivos de sua vida, e da entidade, da qual foi diretor executivo por 20 anos e outros 20 anos como presidente. E enfatizou que a Ocepar tem um papel preponderante no sucesso do sistema no estado. “Toda entidade de sucesso tem princípios, valores e projetos que, na verdade, são a razão de sua existência. E não é à toa que a Ocepar é o que é”, disse, ao salientar a importância do ex-presidente tanto para a instituição como para o cooperativismo paranaense. 

Trabalho – Ricken, que assumiu a presidência do Sistema Ocepar em abril de 2016, disse que trabalhou durante 20 anos como executivo da entidade, período em que Koslovski foi o presidente. “Por isso, sempre digo que estou dando continuidade ao trabalho que o João Paulo vinha fazendo em prol do cooperativismo e da Ocepar.” E enfatizou que a escolha do “professor” para ministrar o curso foi proposital, porque irá contribuir para mostrar a real dimensão do cooperativismo aos novos colaboradores e “ajudar no desempenho de suas funções. Uma sintonia fina para seguir no caminho correto”. A abertura do treinamento também foi prestigiada pelos superintendentes Robson Mafioletti, da Ocepar, e Leonardo Boesche, do Sescoop/PR.

Renovação – Koslovski fez questão de destacar que a escolha de Ricken para assumir os destinos da entidade não foi por acaso. “A renovação no cooperativismo é muito importante e devemos aproveitar o potencial de profissionais da casa. E o Ricken foi preparado para o cargo.” E afirmou que tem duas famílias, a constituída pela esposa, duas filhas, genros e neto, e a outra, que é o cooperativismo. “O conhecimento e o patrimônio que tenho foi o cooperativismo que me deu”, disse.

Etapas – Os outros dois módulos da parte teórica do curso sobre cooperativismo serão ministrados por Koslovski nos próximos dias 13 deste mês e 4 de outubro. A data das visitas a cooperativas ainda não foi definida. vsig}2018/noticias/09/06/curso_jpk/{/vsig}

 

 

EVENTO: Sescoop/PR realiza 1º Fórum Estadual de Aprendizagem, em outubro

Será realizado, nos 2 e 3 de outubro, o 1° Fórum Estadual de Aprendizagem do Sescoop/PR, em Curitiba. As atividades serão abertas pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. O coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Humberto César Bridi, fará, na sequência, uma apresentação sobre o Sistema Ocepar. As leis ligadas à aprendizagem serão discutidas com a assessora jurídica, Daniely Silva.

Relato – Profissionais das cooperativas paranaenses que atuam como agentes no Programa vão fazer relatos sobre as atividades executadas nos municípios. Ainda no primeiro dia do evento, os participantes serão orientados a respeito do manual do Programa Jovem Aprendiz Cooperativo e planejar as ações para 2018. No dia seguinte, o consultor João Carlos de Oliveira ministra palestra com o tema criatividade e inovação, no auditório do Sistema Ocepar,

Inscrições e informação - Os interessados devem se inscrever até o dia 14 de setembro. Mais informações com Mariana Balthazar (mariana.balthazar@sistemaocepar.coop.br) ou David Brito (david.brito@sistemaocepar.coop.br)

Programa - O Programa Jovem Aprendiz Cooperativo é desenvolvido em parceria com instituições de ensino e tem dois objetivos básicos: primeiro, atender a Lei nº 10.097, que determina a contratação, na condição de aprendiz, de jovens na faixa etária de 14 a 24 anos e, em segundo, prepará-los para trabalhar nas cooperativas.

Formação integral - Oferecendo ao aprendiz uma formação integral, tendo como princípio valores cooperativistas, o programa insere do jovem no mercado de trabalho e oportuniza o primeiro emprego.

Cursos - Além dos três cursos presenciais Aprendizagem em Serviços Administrativos no Cooperativismo, Aprendiz Cooperativo de Processos de Transformação na Indústria de Alimentos e Aprendiz em Serviços Operacionais de Supermercados, o Sescoop/PR disponibiliza, em parceria com o Senac, o curso “Aprendizagem em Comércio e Serviços”, na modalidade a distância, atendendo às demandas das unidades mais distantes ou onde não há estrutura para o desenvolvimento dos demais cursos.

Abrangência - O Programa Jovem Aprendiz Cooperativo já existe há 12 anos e atualmente está presente em 171 municípios paranaenses, com 81 turmas, participação de 2.130 aprendizes, dos quais 1.696 nos cursos presenciais e 434 no ensino a distância. Até o final do ano, devem ser abertas mais 14 turmas, com a inclusão de mais 471 jovens no Programa. Conta com a parceria de aproximadamente 60 cooperativas no Estado. 

 

forum aprendizagem folder 06 09 2018

VISITA: Ocepar recebe grupo de jovens cooperados da Coamo

 

Na tarde desta quarta-feira (05/09), 35 jovens cooperados da Coamo visitaram a sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. O grupo faz parte da 22ª turma do Programa de Formação de Jovens Líderes da cooperativa, projeto de educação e desenvolvimento que já formou mais de 900 produtores associados na faixa etária de 18 a 40 anos, que atuam em todas as regiões de abrangência da Coamo. A comitiva foi recebida pelo superintendente do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Leonardo Boesche, e pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Humberto Cesar Bridi. Acompanharam o grupo de jovens líderes, o diretor da Coamo e da Ocepar, Ricardo Calderari, e o assessor de cooperativismo, Guilherme Savio.

 

O Programa - O Programa de Formação de Jovens Líderes é uma realização da Coamo com apoio do Sescoop/PR e acontece desde 1998, quando da formação da primeira turma. Nesta quinta-feira (06/09), os jovens vão visitar a estrutura da Coamo no Porto de Paranaguá. 

 

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COAMO I: Boas práticas de uso dos defensivos agrícolas

 

Quem é do campo sabe muito bem que os defensivos agrícolas são avanços tecnológicos. São fruto da pesquisa agronômica que além do desenvolvimento das tecnologias se preocupa em formas de manejo consciente, para que tanto o agricultor que aplica, quanto o consumidor final não sofram danos. 

 

Diferencial - A parceria da cooperativa com a pesquisa é mais um diferencial que garante aos produtores rurais o conhecimento necessário para o manejo adequado nas lavouras. No caso da Coamo, a preocupação é tanta que a cooperativa desde a sua fundação conta com um laboratório a céu aberto próprio: a Fazenda Experimental, para validar as tecnologias e capacitar agrônomos e cooperados para o correto manejo. 

 

Exemplos - Com esse cenário, os mais de 28 mil cooperados da Coamo são exemplos em manejo consciente, devolução das embalagens vazias de defensivos e uso de equipamentos de proteção individual e coletiva. São práticas que tornam o agricultor um profissional responsável economicamente, ambiental e social. 

 

Boas práticas - Doraci Teresinha Kunz Pavelegini, de Mangueirinha (Sudoeste do Paraná), é cooperada da Coamo e exemplo quando o assunto é a realização de boas práticas de produção. “Utilizamos os defensivos agrícolas de acordo com a recomendação técnica que recebemos da Coamo, uma cooperativa preocupada com o manejo correto. Agimos de acordo com essas orientações, visando, além da preservação do meio ambiente, que é o maior bem que temos, a redução de custos.”

 

Ferramenta de apoio - A aplicação consciente de defensivos agrícolas, para Dona Dorinha, como é conhecida, é uma ferramenta de apoio ao agricultor. “Nós que somos do campo queremos produzir, mas também cuidamos do meio ambiente que deixaremos para a geração futura. Além disso, o alimento que entregamos é para nosso consumo. Por isso, quando manejamos corretamente, estamos preservando a natureza e entregando alimentos saudáveis”, explica a cooperada. 

 

Impossível produzir - Ela ainda destaca que sem o uso de defensivos seria impossível produzir. “Com todo respeito àqueles que defendem o não uso deles, mas sabemos que seria impossível produzir alimentos e suprir a demanda mundial sem essa ferramenta. Como sustentaríamos toda a população? ”, ressalta a agricultora.

 

Aprimoramento - Sempre presente em eventos técnicos da Coamo, dona Dorinha, ainda busca constantemente o aprimoramento de sua equipe. “Como fazemos parte da Coamo, uma cooperativa muito preocupada com o nosso desenvolvimento, sempre tem eventos para que possamos aprimorar as técnicas de produção. Toda as vezes que tem um treinamento nosso funcionário participa. Já estamos inscritos no próximo curso sobre Manejo Integrado de Pragas, mais uma forma de se manejar e reduzir o uso de defensivos.”

 

Orientações à risca - Outro cooperado que não abre mão de uma produção sustentável de alimentos é Ivo Gondolo, de Ipuaçu (Oeste de Santa Catarina). Ele segue as orientações técnicas da Coamo à risca. “A agricultura exige conhecimento para o momento certo para aplicação dos defensivos agrícolas. Para cada situação existe um produto e a quantidade ideal para se aplicar. Seguindo esses parâmetros não existe risco a nossa saúde e nem a do consumidor. ”

 

Conferência - No começo do dia, o cooperado confere cada bico da máquina de pulverização, avalia a vazão e limpa os filtros de cada tanque. São cuidados necessários para que a aplicação seja efetiva. “O objetivo é colocar a quantidade exata de agroquímicos, sem desperdício ou excesso. A aplicação precisa ser realizada de forma eficiente.”

 

Aumento da produção - Quanto ao aumento da produção, o cooperado destaca que é possível, e sem descuidar do manejo consciente. “Ano a ano, novas variedades surgem no mercado, permitindo o incremento da produção de uma forma sustentável. Basta se planejar e seguir o que o agrônomo nos recomenda. Por isso, não abro mão de participar nos eventos técnicos da cooperativa e de ouvir atentamente aquilo que o técnico repassa nas visitas a nossa propriedade”, destaca. 

 

Meio ambiente - Orgulhoso por ser um produtor de alimentos, ‘seo’ Ivo salienta que o homem do campo é o primeiro a defender o meio ambiente. “É claro que aplicamos defensivos agrícolas, mas sempre seguindo as normas e padrões exigidos e com a orientação do agrônomo da Coamo. Isso prova que fazemos o uso moderado, pois além de garantir um alimento seguro, reduz os custos de produção.”

 

Manejo sustentável - Edelfonso Becker e Fernando Juliato Becker, pai e filho, trabalham juntos na propriedade da família localizada em Mamborê (Centro-Oeste do Paraná). Eles sabem que um manejo sustentável depende de conhecimento técnico e investimento. “Seguimos sempre as recomendações do departamento técnico. Mas, também é preciso ter máquinas que respondam às aplicações daquilo que você quer fazer, utilizar sementes de qualidade, a adubação recomendada para a área e ter uma equipe que corresponda a todo esse investimento fazendo o que é preciso e na hora certa”, afirma Edelfonso. 

 

Produtor consciente - Ele também é um produtor consciente e preocupado com o resultado e impacto do seu trabalho. “O alimento que estou produzindo poderá ser consumido pelo meu filho, pai e mãe. Temos que produzir aquilo que estamos dispostos a consumir. Produzir com consciência.”

 

Legado - Edelfonso Becker, inclusive já repassa esse legado ao filho Fernando Juliato Becker. “Minha fase já está passando e a geração dos nossos filhos tem que vir com a consciência de produzir, preservando o meio ambiente.” O filho faz parte de uma nova geração de produtores rurais. Ele observa que essas práticas são fundamentais para perpetuar a atividade. “O agricultor não quer usar herbicida, ele precisa. Quanto menos usar é melhor, pois o custo é menor. Mas, a necessidade de alimentos no mundo está numa crescente, tão grande, que se não forem utilizadas todas as tecnologias disponíveis, em pouco tempo o mundo não terá alimento suficiente.”

 

Cooperando a favor do mundo - Jhony Moller, analista de desenvolvimento Técnico da Ocepar, avalia que o cooperativismo é um dos meios para que o agricultor trabalhe em favor de uma produção de alimentos consciente. “A cooperativa por meio do quadro técnico recomenda o uso de defensivos conforme a necessidade para cada situação. São realizadas avaliações in loco na propriedade dos cooperados e, conforme a necessidade, o agrônomo faz a recomendação para o controle daquela situação.”

 

Boas produtividades - De acordo com Moller é possível que o agricultor alcance boas produtividades sem agredir o meio ambiente. “O uso de defensivos agrícolas é aliado a outras práticas que a cooperativa também desenvolve como, por exemplo, o manejo integrado de pragas e a avaliação do uso de um produto químico específico para o controle da praga. Sem necessidade, não há a indicação”, explica. 

 

Controle - “A produtividade que se alcançou hoje no país, pelo volume de produção, demandará em algum momento esse controle. Isso é necessário em razão de fatores que não temos interferência, como o clima, pragas, dentre outros. O que se precisa é uma avaliação técnica, e por meio de cooperativas como a Coamo, esse trabalho tem sido muito bem conduzido”, analisa Moller.

 

Ciência a favor da produção - Apesar de todos os esforços para a produção sustentável de alimentos, alguns setores tentam criminalizar a atividade agrícola que faz o uso de defensivos. O agricultor sabe que qualquer produto químico deve ser utilizado adequadamente, porém, a forma como se tem sido abordado o assunto por parte da mídia, passa a impressão de que a prática é negativa e prejudicial. 

 

Análise crítica e ponderada - O pesquisador da Embrapa, Dionísio Gazziero, é defensor de uma análise crítica e ponderada sobre o assunto. “Sabemos que qualquer produto químico deve ser utilizado com muita cautela. Por isso insistimos no uso adequado desses produtos. Se utilizarmos corretamente, evitaremos ao máximo qualquer tipo de problema. Mas, a forma como se coloca a discussão parece que tudo que acontece de ruim no mundo é devido ao agrotóxico. Isso não é bem assim, a moeda tem dois lados e precisamos olhar cada lado para ver o que está acontecendo.”

 

País tropical - Gazziero explica que o Brasil por se tratar de um país tropical precisa de defensivos agrícolas para produzir alimentos. “Precisamos desses produtos para manter a agricultura no país. Por outro lado, precisamos ter muito cuidado e a maioria dos agricultores utilizam de forma consciente”, explica. 

 

Orientação e preocupação técnica - Segundo Gazziero, a orientação e preocupação técnica vai desde o momento da colocação do produto no tanque, pois a manipulação realizada incorretamente pode ser perigosa principalmente para o próprio agricultor ou o aplicador. Outro ponto, é a aplicação conforme os períodos de carência. “Existem produtos, por exemplo, que precisamos esperar três a cinco dias para fazer a colheita. Existem outros produtos que precisamos esperar 30, 40, 70 dias. Então, precisamos respeitar esses períodos de carência e não só na soja ou no milho, mas principalmente nas hortaliças. Se o agricultor aplicar hoje algo que não poderia e colocar em comercialização amanhã, com certeza levará a mesa do consumidor um produto contaminado.”

 

Respaldo técnico - Porém, com muito respaldo técnico os agricultores que cumprem esses requisitos básicos, entregam produtos que não trazem problemas a saúde do consumidor e deles próprios. “A pesquisa, a cooperativa e a assistência técnica de uma forma geral tem como meta orientar os agricultores nesse sentido. Mas, é preciso também um entendimento do agricultor da importância de cada item apontado no sentido de utilizar corretamente cada um desses produtos”, esclarece o pesquisador.

 

Alavanca da economia - Orgulho para o Brasil, a agricultura tem sido uma das grandes alavancas da economia, conforme explica Gazziero. “A agricultura em nosso país é responsável por praticamente todo o sucesso que temos em nosso PIB [Produto Interno Bruto], ou seja, em nossa economia. Mas, parece que querem derrubar o que temos de bom nesse país. Temos sim o que melhorar. É preciso equilibrar as coisas, pois senão fica somente trabalhando e desgastando um lado quando na verdade temos que corrigir tudo que tem de errado. Devemos melhorar o nível cultural como um todo.” 

 

Fundamental importância - Para Dionísio Gazziero, o trabalho da Coamo é de fundamental importância. “Os dias de campo que a cooperativa faz levando os agricultores até a Fazenda Experimental e reunindo os pesquisadores de diversos Estados, professores e os próprios técnicos da cooperativa, no sentido de tratar desses assuntos importantes na área da tecnologia, é fundamental. Mas, existem ainda outros trabalhos importantes feitos no dia a dia como a assistência técnica.”

 

Assistência em campo - As raízes da Coamo vêm do trabalho de extensão agrícola, ou seja, de atuação do agrônomo em campo, para orientar o cooperado sobre práticas e técnicas agronômicas. Assim, desde a sua fundação a Coamo realiza um importante trabalho de assistência técnica e difusão de tecnologias. Com a Fazenda Experimental, todo o trabalho é validado e repassado uniformemente a agrônomos e cooperados, com o respaldo de pesquisadores dos principais institutos de pesquisa do país. 

 

Corpo técnico - A Coamo também conta com um dos maiores corpos técnicos do país. São mais de 260 engenheiros agrônomos, em toda a área de ação da cooperativa, nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. “A Coamo dispõe de profissionais habilitados pelo conselho que rege a categoria, que é o Crea. Ou seja, há uma grande responsabilidade em cima destes técnicos”, explica Lucas Gouvea, chefe do Departamento de Suporte Técnico da Coamo.

 

Vistoria - Diante dessa responsabilidade e preocupação da Coamo para a realização de um trabalho de excelência, Gouvea esclarece que toda equipe técnica vistoria as áreas para obter um diagnóstico sobre a necessidade de aplicação dos defensivos agrícolas. “Tudo parte da visita que nossos agrônomos realizam em campo.”

 

Outra vertente - Contudo, Lucas Gouvea explica que outra vertente importante para este trabalho é o manejo integrado de pragas. “O diagnóstico, além de tudo, passa pelo MIP, que nada mais é do que as pragas chegarem a um nível de dano que justifique uma intervenção química. Essa prática é bastante difundida por todos os técnicos da Coamo.” Além disso, ele destaca que é preciso atentar-se a tecnologia de aplicação, que vem evoluindo ano após ano. “É uma prática comum, mas que tem princípios básicos. Primeiramente, o cooperado precisa ter controle da condição climática – ventos, umidade relativa do ar e temperatura - naquele momento da aplicação. Isso para que o produto possa realmente atingir o alvo, evitando problemas de deriva.”

 

Fazenda Experimental - O engenheiro agrônomo diz que um ponto importante e diferencial da Coamo é a Fazenda Experimental. “Em nosso laboratório a céu aberto, desenvolvemos trabalhos direcionados aos cooperados. Os produtos e serviços que temos a disposição dos associados, em algum momento, passaram pela Fazenda Experimental para validarmos. Levamos, assim, a certeza de que o que estão utilizando realmente trará um benefício.” (Imprensa Coamo)

 

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COAMO II: Café Coamo Premium tem nova identidade

 

Equilibrado, de sabor marcante e intenso, preservando o verdadeiro sabor do café, para agradar os mais exigentes paladares. Este é o Café Coamo Premium, torrado em embalagens de 1kg e torrado e moído com 500 gramas, o café especial dos Alimentos Coamo que vem ganhando espaço no mercado de café superior ano a ano. A novidade é que a partir de setembro, este café passa a ter uma nova identidade visual. A qualidade dos grãos permanece a mesma, ou seja, 100% arábica. Porém, a embalagem agora conta com um layout que potencializa a visualização nos Pontos de Vendas. 

 

Cafés especiais - Segundo o superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni, a expansão do mercado de cafés especiais no Brasil tem crescido ano a ano. “Existe uma forte tendência de crescimento para esta linha de cafés. Nós já temos um produto com origem, de excelente qualidade e sabor inigualável. Assim, para acompanhar as tendências desse mercado, renovamos a embalagem do Café Coamo Premium, nosso café especial, que desde o lançamento em 2011 vem ganhando admiradores deste segmento tão exigente”, explica. 

 

Mudança - O novo design mantém a tradicional cor vermelho bordô no pacote, que já faz a remissão a sofisticação do Café Coamo Premium. A mudança fica por conta do rótulo que agora é branco, com escritas em vermelho bordô e marrom, destacando os selos de qualidade e de pureza da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) e de Produto de Cooperativa. Ao centro mantém-se como elemento gráfico uma xícara de café e os grãos torrados, indicando se tratar de grãos 100% selecionados. 

 

Origem - Goldoni afirma ainda que o consumidor, além de adquirir um café diferenciado pelo aroma e sabor, tem a certeza de que trata-se de um café com origem. "Estamos sintonizados com as tendências dos consumidores, que desejam estar muito bem informados sobre a origem e o processo industrial dos alimentos que estão consumindo. Os cafés Coamo são produzidos a partir de grãos selecionados para se obter um café com aroma e sabor marcante."

 

Controle de qualidade - Outro ponto forte das indústrias da Coamo, é o controle de qualidade. "Os produtos da linha alimentícia são preparados a partir de um rigoroso controle, mediante as Boas Práticas de Fabricação (BPF), Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) e NBR - ISO 9001, além das certificações da qualidade ABIC já mencionados", relata o superintendente Industrial, Divaldo Correa.

 

Mais informações - Para mais informações acesse os sites da cooperativa: www.coamo.com.br e www.alimentoscoamo.com.br. Curta também a fan page dos Alimentos Coamo, onde você encontra deliciosas receitas de família para curtir e compartilhar. (Imprensa Coamo)

 

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INTEGRADA: Recordistas em produtividade

 

integrada 06 09 2018Enquanto a média de produtividade do Paraná na última safra de verão foi de 141 sacas por alqueire (sc/alq) para soja e 173 sc/alq de milho, um grupo de cooperados da Integrada atingiu números bem acima dessa média na última safra 2017/18. Com a adoção de um bom manejo e a utilização de alta tecnologia, o pico de produtividade chegou a superar 200 sc/alq para soja e 284 sc/alq para milho.

 

Parceria - A façanha desses produtores se deve a uma parceria entre a Integrada e a Syngenta em um programa de aumento de produtividade que envolve adoção de alta tecnologia aplicada a um manejo adequado. Os dois programas da Syngenta, o PIN (Produtividade Integrada) voltado para soja e o GranoTop para milho, tiveram a participação no último ciclo de 150 cooperados.

 

Destaques - Dentre os associados que participaram dos dois programas, alguns se destacaram, a exemplo do cooperado Vicente José Rosolen, que atingiu o maior índice de produtividade (214 sc/alq), seguidos de José Hamanaka (213,13 sc/alq) e Ricardo Ogata (212,73 sc/alq). Os agrônomos Rodrigo Ambrósio, Gustavo Martins e Thiago Souza formaram o time da cooperativa que ajudaram a alcançar esses bons resultados.

 

Milho - No milho, o produtor Pedro Ito alcançou a marca de 314,04 sc/alq, seguido do agricultor Orlando Takao Ito (313 sc/alq) e da associada Fátima Ito (292,82 sc/alq). Os três produtores são atendidos pelo agrônomo de Uraí (PR), Rodrigo Roshoino.

 

Investimento - O cooperado Vicente José Rosolen, campeão em produtividade em soja, plantou no ciclo (2017/18) 480 hectares e avalia que o alto índice de produtividade se deve há anos de investimentos em um perfil de solo mais equilibrado, utilizando tecnologias, adubação, calagem, entre outros. “Vamos continuar a investir em tecnologia, pois o produtor tem que acreditar no trabalho porque a terra responde”. Rosolen quer aumentar ainda mais o seu índice de produtividade, por isso está investindo no serviço de agricultura de precisão da Integrada.

 

Fatores de sucesso - O coordenador da área técnica da Integrada, Irineu Baptista, explica que mesmo com as intempéries climáticas que afetaram as lavouras no último verão, os resultados foram muito positivos. “As lavouras implantadas dentro dos protocolos preconizados pelos projetos deram resultados muito satisfatórios. Todo o investimento que o produtor faz em sua lavoura lhe retorna com ganhos”, observa.

 

Melhores tecnologias - O diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, afirma que os resultados apresentados mostram que o agronegócio leva a economia do Brasil e parabeniza os associados que participaram do desafio. Willian Weber, gerente de marketing milho Brasil da Syngenta, afirma que o desafio de aumentar a produtividade requer inserir as melhores tecnologias no campo para que elevarmos os patamares de tecnologia.

 

Duas frentes - De acordo com Weber, os trabalhos de aumento de produtividade se deram em duas frentes. Na soja, os produtores tinham um protocolo de cultivo definido pela Integrada e Syngenta. O produtor que atingiu a maior produtividade entre os agricultores que participaram, levaram uma premiação simbólica. No caso do milho, foram buscados além da produtividade, a qualidade do grão, muito importante para a indústria da cooperativa. “Vamos continuar esses desafios para aumentar cada vez mais os índices de produtividade”. Os recordistas em produtividade foram homenageados em um evento em Londrina na última terça-feira, 4 de setembro. (Imprensa Integrada)

 

COOPAVEL: No ranking das maiores e melhores da Exame

 

coopavel 06 09 2018A revista Exame publica anualmente um dos mais aguardados rankings que medem o desempenho de grandes empresas brasileiras. É o Maiores e Melhores, As Mil Maiores Empresas do Brasil. As informações relativas ao ano passado foram divulgadas há poucos dias pela publicação. A Coopavel, cooperativa agropecuária fundada em 15 de dezembro de 1970, em Cascavel, aparece na lista elaborada pela Exame.

 

Vendas líquidas - O estudo considerou o desempenho em vendas líquidas entre 2016/2017. Dezoito cooperativas do Paraná aparecem entre as mil e 19 entre as 400 maiores do agronegócio. No ano passado, a Coopavel ficou na posição de número 341 com vendas de R$ 2,1 bilhões. Já entre as 400 maiores do agronegócio, ela ocupa a colocação 75. O diretor-presidente do Conselho de Administração da Coopavel, Dilvo Grolli, diz que resultados como esse refletem uma metodologia alicerçada na união, no planejamento e no trabalho.

 

47 anos - A Coopavel Cooperativa Agroindustrial foi fundada por 41 agricultores e por uma empresa agrícola. “Eles decidiram somar forças para produzir ainda mais e melhor, contando com suporte técnico e orientações nas mais diversas etapas do processo produtivo e de vendas”, conforme Dilvo. Atualmente, a Coopavel conta com mais de cinco mil cooperados e quase seis mil colaboradores. Ela leva o nome de Cascavel e do Oeste do Paraná, por meio de exportações, para mais de 20 países.

 

Especial - O ano de 2018 tem sido dos mais especiais para a cooperativa, mencionada em vários concursos e prêmios de destaque. Entre os mais importantes estão o primeiro lugar no Anuário do Cooperativismo Brasileiro no quinto princípio do cooperativismo, que trata sobre educação, formação e informação. Ela venceu na categoria sementes o Prêmio Mundo de Respeito, da Corteva, e dias atrás o avicultor Altieres Pegoraro, de Guaraniaçu, foi eleito pelo Prêmio Quem é Quem, da Gessuli, o Melhor Gestor Cooperado. A cooperativa também aparece com destaque em ranking Valor Mil, elaborado pelo jornal Valor Econômico. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR: Inaugurada a nova estrutura em Paraíso do Norte

 

Operando desde 1987 em Paraíso do Norte, região de Paranavaí, a Cocamar inaugurou na manhã de quarta-feira (05/09), com uma solenidade que reuniu autoridades locais, dirigentes da cooperativa, cooperados e colaboradores, a sua moderna estrutura operacional no município. 

 

Apoio - Em pronunciamento que deu início à cerimônia, o presidente-executivo Divanir Higino lembrou que quando a cooperativa chegou à cidade, foi garantido apoio a produtores de algodão, café e, posteriormente, laranja e grãos. No entanto, o imóvel que vinha sendo utilizado anteriormente acabou ficando pequeno e inadequado ao avanço da soja e do milho. “Instalamos aqui uma de nossas unidades mais bonitas”, disse Higino, acrescentando que o investimento realizado na nova estrutura, da ordem de R$ 25 milhões, “é fruto do da efetiva participação e da confiança dos produtores”. 

 

Suporte - Para o presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, que falou a seguir, a Cocamar, por meio de sua unidade, está pronta para oferecer suporte à expansão da soja em programa de renovação dos canaviais e também no sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). “A integração é a oportunidade de geração de riqueza econômica para o município e região”, resumiu Lourenço. 

 

Economia regional - Finalizando, o prefeito Laércio de Freitas agradeceu a Cocamar por investir em Paraíso do Norte, ressaltando que a nova estrutura vai impulsionar a economia regional, oferecendo mais comodidade e segurança aos produtores para expandir suas lavouras. “Estamos considerando que a nova unidade trará, inclusive, um impacto imobiliário, valorizando as propriedades rurais pela sua proximidade com a estrutura”. 

 

Ato - Outros dois integrantes do Conselho de Administração, Norberto Tormena e Rogério Magno Baggio, participaram da inauguração, que incluiu o descerramento de uma fita na entrada da sede administrativa, onde também funciona a loja de insumos agropecuários. O ato sucedeu a uma benção litúrgica e também a entrega de uma moção de aplauso, concedida pela Câmara Municipal, entregue a Luiz Lourenço e a Divanir Higino pelo seu autor, o vereador Edson Martins Alencar, e também pelo presidente da Câmara, Cleiton Sanitá. 

 

Dependências - Sob a gerência de Itamar Ansilieiro, que também responde pela unidade de Floraí, a estrutura operacional da Cocamar em Paraíso do Norte possui uma sede administrativa e loja de 450m2, armazém de insumos, 2 balanças, setor de classificação, 2 moegas dotadas de tombadores para caminhões bitrem e truck, máquinas de pré-limpeza e limpeza, secador, silos para 30 mil toneladas de grãos, 2 silos-pulmões, balança de precisão para embarque, além de banheiros e vestiários exclusivos para caminhoneiros. 

 

Equipe - A equipe conta com 22 colaboradores efetivos e 15 temporários, que atendem a 184 cooperados produtores de soja e milho, laranja e café. (Imprensa Cocamar)

 

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UNIMED LONDRINA: Tecnologias amenizam medo e incômodo dos clientes durante aplicação de vacinas

 

unimed londrina 06 09 2018Óculos de realidade virtual, técnica de aplicação simultânea e Pikluc são as novas ferramentas utilizadas pela Clínica de Vacinas da Unimed Londrina para amenizar o sofrimento das crianças na hora da aplicação. Os três métodos foram adotados há mais de um mês.

 

Crianças maiores - Segundo a gerente de Negócios da Unimed Londrina, Zenaide Leão, os óculos funcionam bem para as crianças maiores. “Elas se distraem com o vídeo e ficam menos ansiosas, deixando o medo da agulha de lado. Depois da vacina, querem assistir até o final”, conta.

 

Menores - Já o Pikluc funciona melhor com os clientes menores. As pequenas pontas deste aparelho simples, quando pressionadas sobre o local da aplicação da vacina, sensibilizam os nervos da região e diminuem a sensação de dor causada pela agulha. “O Pikluc tem uma abertura pela qual a enfermeira faz a aplicação”, conta Zenaide.

 

Aplicação simultânea - Outra novidade é a aplicação simultânea de vacinas. Quando a criança tem de tomar duas vacinas, as doses são aplicadas simultaneamente em cada uma das pernas por dois enfermeiros. “Essa técnica ameniza a dor e o sofrimento da criança. As duas picadas acontecem numa única vez. Esse novo procedimento tem sido aprovado pelos pais, que sofrem muito com o choro e inquietação dos pequenos”, explica a gestora.

 

Disponíveis - As novidades já estão disponíveis na Clínica de Vacinas, tanto para clientes e não clientes da Unimed Londrina. A unidade de imunização fica na Rua Senador Souza Naves, 999, e funciona de segunda a sexta-feira, das 8 horas às 19 horas, e sábado, das 8 horas às 14 horas. (Imprensa Unimed Londrina)

 

UNIMED MARINGÁ: Conquistas recentes colocam base do handebol maringaense em destaque

 

unimed maringa 06 09 2018O handebol de base de Maringá vem se destacando no Paraná ao acumular bons resultados. No mais recente deles, dobradinha: as equipes masculina e feminina garantiram o primeiro lugar no Campeonato Paranaense Sub-18, em disputas realizadas em 25 e 26 de agosto. Também entrou para a conta dos dois times o troféu do Paranaense Sub-16, em 23 de julho, em Toledo.

       

Campeãs - No Sub-18, as garotas sagraram-se campeãs sobre o time de Cascavel depois de quatro etapas que aconteceram nas cidades de Toledo, Cascavel e Londrina, com a disputa final em Maringá. Na final, o time da Cidade Canção ficou 16 gols à frente, com placar de 28 a 12. Já no Sub-16, a equipe trouxe para casa, após vitória também sobre o Cascavel, o troféu de tetracampeão da categoria, fazendo placar de 24 a 16. 

 

Trabalho de base - “Trata-se de um trabalho de base que está sendo feito há algum tempo. As meninas estão conosco já faz entre quatro e cinco anos. O resultado vem graças a esse trabalho contínuo que vem sendo feito com os parceiros”, diz a treinadora da equipe feminina, Clarice Braga.

 

Tricampeã - A equipe masculina também garantiu o ouro na final do Sub-18 realizada em Maringá, sagrando-se tricampeã. Desta vez, a vitória foi sobre o time de Londrina, com placar final de 24 a 15. Os garotos de Maringá também ganharam pela primeira vez o campeonato Sub-16, marcando o mesmo placar feminino: 24 a 16, só que contra o Paranavaí, sob o comando do técnico Marlon Araújo.

 

Patrocínio - O handebol de Maringá conta com patrocínio da Unimed Maringá. Os campeonatos são realizados pela Liga de Handebol do Paraná. (Imprensa Unimed Maringá)

 

SICREDI UNIÃO: Primeiro lugar na categoria Serviços no Top Nikkey

 

sicredi uniao 06 09 2018A instituição financeira cooperativa Sicredi União PR/SP é, por mais um ano, destaque entre a comunidade nikkey de Londrina, ocupando o primeiro lugar na categoria Serviços, no segmento banco cooperativo do Top Nikkey. Criada há 33 anos, a Sicredi União está, hoje, entre as melhores cooperativas de crédito do sistema Sicredi. Está presente em 110 municípios do Norte e Noroeste do Paraná e Centro Leste Paulista, com 81 agências e mais a Agência Smart Container, em Cafeara e que é totalmente digital, conta com 180 mil associados e crescimento médio de 20% ao ano.  

 

Marcas mais lembradas - O levantamento destaca as marcas mais lembradas pela comunidade nipônica londrinense. O método utilizado é o “top of mind”, por meio da pergunta “qual a primeira marca que lhe vem à cabeça…” em diferentes setores de mercado. Não há apresentação de opções ou indução de respostas. 

 

Entrevistas - A pesquisa Top Nikkey 2018 entrevistou 400 londrinenses com ascendência japonesa para destacar as marcas mais lembradas nesta comunidade. De acordo com os dados do perfil dos nipo-londrinenses entrevistados, a maior parte reside nas regiões central (44,4%) e Sul (21,9%) da cidade. Além disso, a maioria possui a seguinte Ensino Superior Completo (38,7%) e Ensino Médio Completo (31,2%) -, e pertence a classes sociais mais altas. “Essa é uma característica da comunidade que percebemos em todas as edições do Top Nikkey”, destaca Renato Rocha Neto, diretor de projetos da Litz Estratégia, responsável pela pesquisa.

 

Qualidade do atendimento - Para o gerente de Desenvolvimento Regional, David Conchon, o que sustenta o crescimento e também a parceria com a comunidade nikkey é a qualidade do atendimento e a participação da cooperativa na comunidade. “A proximidade com nossos associados é um dos nossos diferenciais e é o que faz com que nosso relacionamento com eles seja sólido e duradouro”, comenta Conchon.

 

Entrega - O prêmio foi entregue na última terça-feira (04/09) e recebido pela gerente Vânia Pereira. Também representaram a Sicredi União no evento os gerentes Carla Sonoda, Flávio Maschietto, Ivangela Palermo, Rosiel Martins, Thiago Andrez e Ana Batista. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI RIO PR: Aniversário de Prudente é celebrado com exposição de fotos

 

sicredi rio parana 06 09 2018Para marcar o encerramento das comemorações do centenário de Presidente Prudente (SP), a agência do Sicredi da cidade realiza uma exposição de fotos. Esta ação faz parte da iniciativa “Sicredi Cultural” que visa levar cultura para mais pessoas. 

 

Painéis - Intitulada “Dos Trilhos ao Centenário” e produzida por Marcos Sanches, a mostra conta com 6 painéis que retratam a cidade de Presidente Prudente na perspectiva do antes e da atualidade. A ideia é mostrar pontos da cidade a partir de registros antigos e que, com o toque do profissional, como está o mesmo ponto nos dias de hoje. Marcos Sanches é servidor público municipal. 

 

Visita pública - Prudente celebra 101 anos na sexta-feira (14/09). A exposição está aberta à visitação pública e é gratuita. Os interessados podem se dirigir até a agência do Sicredi em Prudente, que fica no cruzamento das avenidas Coronel Marcondes e Manoel Goulart. O horário para visitação é das 11h às 16h de segunda à sexta. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

 

COOPERATIVISMO: Atrair o jovem ainda é desafio

 

cooperativismo 06 09 2018Na nova edição da revista Goiás Cooperativo um dos destaques é a entrevista com o professor universitário Marcos Schwingel, que há 20 anos estuda o setor, no qual já exerceu diversas atividades em áreas como Negócios, Comunicação e Marketing. Para o especialista em Gestão de Cooperativas e Pedagogia da Cooperação três fatores são primordiais para o desenvolvimento do cooperativismo. São eles: conhecer os sonhos dos cooperados, investir no desenvolvimento profissional e envolver o público jovem.

 

Entrevista - Leia abaixo alguns trechos da entrevista. 

 

O cooperativismo ainda não consegue atrair jovens. O que precisa ser feito para mudar essa situação?

Estou trabalhando com dez cooperativas, com programa de jovens. Primeiro, temos que definir o que é jovem para a cooperativa. Hoje, há duas interpretações: uma que diz que vai até os 25 anos e a americana, que diz que vai até 35. Outro ponto em é que a cooperativa, hoje, é de velhos, ou melhor, de pessoas mais experientes. Não é que isso não valha. A gente precisa pegar essa experiência e trazer com as competências que os jovens têm. Mas não dá para uma cooperativa de pessoas experientes querer construir programas para os jovens.

 

O que a gente tem feito é trazer os jovens para a participação da construção de programas para eles mesmos. Hoje, a pessoa que mais consegue trabalhar essa mobilização do jovem no Brasil chama-se Edgard Gouveia. Ele criou um jogo, com uma metodologia chamada Oásis. Um dos passos é que os jovens participantes têm que apresentar um “milagre”, que é algo físico que o jovem precisa fazer. O jogo virtual começa com um jovem, que cria toda uma equipe e muda uma realidade social, a partir do disparo de uma mensagem de Whatsapp. E aí, o jogo vai evoluindo, sem dinheiro. Isso que é o bacana.

 

O jovem gosta muito de desafio e isso tem no cooperativismo, só que tem de ser numa linguagem diferente. A cooperativa não vai atrair jovens, se ela continuar fazendo assembleia do jeito chato que é hoje. Não vai trazer jovens se o presidente, embora tenha uma experiência, não entender que a cooperativa tem que ser feita para todos; ele não vai perder o poder se tiver essa coisa compartilhada. Então, é trazer essa horizontalidade para o cooperativismo.

 

E atrelado a tudo isso, pegar os valores de Rochdale com os valores atuais. Costumo dizer que valor é aquilo em que eu acredito, mas dificilmente mudo. E princípio é como eu boto em prática aquilo em que acredito. Então, em vez de decorar todo o estatuto de uma cooperativa, seu eu memorizar os sete princípios, sei o que está escrito no estatuto, essa é a lógica.

Hoje, a literatura traz nove valores do cooperativismo, mas gosto de trabalhar com dois que não aparecem ali, que são os que, para mim, a gente precisa resgatar com os jovens: o valor do diálogo e da ajuda mútua. Ajuda mútua, na verdade, é um ajudar o outro. Tem uma teoria de um padre chamado Odelso Schineider, da Unisinos, que fala que as cooperativas que deram certo foram as que conseguiram atrelar ajuda mútua com autoajuda.

 

Você disse que a gestão por propósitos e, não, por metas, é um caminho seguido por algumas cooperativas. Essa é uma tendência?

É. Tenho atuado muito com o ramo crédito e, nesse ramo, é uma tendência. Eu brinco que a gente fala, no crédito, que as cooperativas são quase iguais a um banco, mas não são um banco. Isso é uma mentira que a gente conta. E a gente conta muita mentira para o associado, por não saber o que está dizendo.

 

Essa é uma delas. A cooperativa é completamente diferente de um banco, mas tem produtos e serviços iguaizinhos aos dele. Essa é uma resposta certa. E esse “completamente diferente” é que precisa ser percebido, porque as pessoas não são aquilo que dizem, mas o que fazem. Não adianta a cooperativa dizer seus diferenciais se, quando o associado entrar nela, não perceber essas diferenças no atendimento, no relacionamento.

 

Tenho apostado muito nessa gestão do propósito, para mostrar, de fato, porque a gente é completamente diferente.

 

Junto com a crise econômica, o desemprego talvez seja um dos principais problemas do país. O cooperativismo pode ser uma alternativa nesse momento?

Ele é uma alternativa à crise, em todos os sentidos. Não é só uma questão de ser associado, mas até pela prática do 5º princípio, de educação, formação e informação. Na Região Sul, estão apostando muito nas cooperativas educacionais. Só no Rio Grande do Sul, são 110 cooperativas escolares, hoje. Tem a Casa Cooperativa, que fica na Rua Petrópolis, que já tem encontro dos presidentes de cooperativas escolares; tem treinamento para conselheiros dessas cooperativas.

 

Eu atendo alguns municípios e um deles, muito pequenininho, tem dificuldade enorme. Se ele não olhar para frente, vai deixar de existir, porque o número de alunos vem reduzindo muito, no interior de cidades pequenas, e a cooperativa escolar está ajudando toda a comunidade. Então, na verdade, é fazer esses jovens entenderem que, se sozinhos eles não conseguem, juntos, eles conseguem produzir alguma coisa e gerar uma economia para aquela região.

 

Digo que a crise não é financeira, é de valores. Ela tem uma coisa muito forte a ver com a crença das pessoas, tem a ver com individualismo. Quando eu realmente acredito que, se eu me juntar com alguém, consigo ser mais forte de verdade, não tem como não acontecer. Tem uma fala de um presidente que diz: “Se as coisas ainda não deram certo, é porque a gente ainda não se organizou”.

 

E essa forma de organização, para mim, é o cooperativismo. Então, mais do que ser um instrumento de organização econômica, de uma sociedade, o cooperativismo é um gerador de renda. Tem várias possibilidades em que ele ajuda os pequenos. Ele acredita no pequeno, não olha só a capacidade de pagamento. Como as cooperativas estão nos pequenos lugares, conhecem muito as pessoas.

 

Como é uma sociedade de pessoas, a cooperativa consegue olhar pelo ser humano e dizer: a pessoa não é assim, ela está assim. Gosto muito do cooperativismo, porque ele opta trabalhar com pessoas e não com rótulos. A pessoa não é um inadimplente, ela está inadimplente. Ela não é uma má pagadora, não pagou, porque está numa situação ruim.

 

Então, a cooperativa consegue olhar o momento em que a pessoa está vivendo, mas olha o todo dela e diz: “eu aposto em você”. E esse voto de confiança, nesses momentos de crises, nos momentos de dificuldade, é o que faz o cooperativismo forte. Ele vibra com o sucesso dos associados. Claro que precisa ter resultado, mas o maior deles é olhar efetivamente o resultado dos seus associados. É olhar a última linha do balanço com impacto social, ambiental e cultural. (Informe OCB)

 

Quer ler a entrevista na íntegra, clique aqui.

 

NEW HOLLAND: Inscrições para o 13º Prêmio de Fotojornalismo estão abertas

 

new holland 06 09 2018Fotógrafos sul-americanos poderão expor suas imagens em um dos mais tradicionais concursos do continente. O Prêmio New Holland de Fotojornalismo, que tem inscrições abertas até 15 de dezembro deste ano, chega a sua 13ª edição para reunir as mais impressionantes cenas do campo. A edição passada contou com 1.592 fotografias inscritas nas categorias Profissionais e Aficionados (amadores).

 

Site - As inscrições podem ser feitas no endereço premionewholland.com para concorrer a prêmios nos valores de R$ 5 mil e R$ 15 mil. Os profissionais que têm registro em associação de classe, com imagens produzidas para veículos impressos ou online nos países participantes, devem se inscrever na categoria Profissionais. Fotógrafos amadores se encaixam na categoria Aficionados. Em cada categoria serão escolhidas duas fotos: a melhor fotografia da América do Sul sobre o universo rural leva o “Grande Prêmio” (R$ 15 mil) e, para a melhor fotografia de máquina em operação, o “Prêmio Especial Máquinas” (R$ 5 mil). São, portanto, quatro fotos vencedoras. Além dessas, o júri vai selecionar outras 26 imagens para compor uma exposição itinerante que vai percorrer os países participantes.

 

Avaliação - As fotos serão avaliadas por uma comissão julgadora formada por fotógrafos profissionais e especialistas do campo dos países da América do Sul. Os critérios avaliados serão a originalidade, o enquadramento, a relevância e a contextualização de cada imagem.

 

Vencedores da 12ª edição - Na 12ª edição, o fotógrafo brasileiro Sérgio Ranalli foi o vencedor do Grande Prêmio na categoria Profissionais com a foto intitulada “O agricultor observa o céu de geada”. O Prêmio Especial Máquinas (também na categoria Profissionais) teve como vencedor Alberto Alejandro Elias, da Argentina, com a imagem “Poder”. Já Flávio Benedito Conceição, do Brasil, foi o ganhador na categoria Aficionados pela foto “Raios de sol sobre o trigo”. O vencedor na categoria Aficionados Máquinas foi o argentino Verkuyl Victor Marcelo, com a foto “Cuando el sol perde sua bravura”.

 

Números - Em 12 anos de concurso foram inscritas cerca de 21 mil imagens e realizadas 190 exposições em 105 cidades de cinco países, para um público de 500 mil pessoas. O prêmio é um projeto cultural realizado pela Mano a Mano Projetos, apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e patrocinado pela New Holland Agriculture e pelo Banco CNH Industrial.

Mais informações no site premionewholland.com e pelo e-mail info@manoamanoprojetos.com.

 

Sobre o Prêmio New Holland de Fotojornalismo - O Prêmio New Holland de Fotojornalismo é um projeto cultural apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e patrocinado pela New Holland Agriculture e pelo Banco CNH Industrial, com realização da Mano a Mano Produções Artísticas. Criado com o objetivo de valorizar o trabalho dos repórteres fotográficos, o projeto passou a premiar também fotógrafos não profissionais — pessoas aficionadas pela fotografia. Inicialmente restrito ao Brasil, o concurso foi ampliado primeiramente para o Mercosul e, ao completar dez anos, para toda a América do Sul, tornando-se o principal concurso fotográfico desses países. Além da premiação, o projeto realiza exposições fotográficas itinerantes pelas cidades dos países participantes. Conheça www.olharesdocampo.com.br, um portal de banco de imagens que reúne os melhores cliques do campo na América do Sul. (Assessoria de Imprensa da New Holland)

 

SENADO: Segue para sanção MP que concede subsídio para reduzir preço do diesel

 

senado 06 09 2018O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (05/09) a Medida Provisória 838/2018, que concede subvenção para a venda e a importação do óleo diesel de uso rodoviário. A MP foi uma das promessas do governo em troca do fim da greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio. A votação foi feita de forma simbólica. O projeto de lei de conversão originário da MP segue agora para sanção.

 

Consenso - A medida, que perderia a validade no dia 10 de outubro, foi aprovada pela Câmara na tarde de terça-feira (04/09) e recebeu o aval dos senadores de forma consensual. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, destacou o empenho dos parlamentares em votar o texto rapidamente durante o último esforço concentrado antes das eleições de outubro. Ele enfatizou ainda o papel desempenhado pelos senadores na negociação que garantiu o fim da greve dos caminhoneiros.

 

Acordo concretizado - “O Plenário do Senado votou a medida provisória que concretiza o acordo realizado com a participação do Congresso Nacional. O Plenário dá mais um importante passo para pacificarmos definitivamente a questão dos caminhoneiros”, ressaltou.

 

Total de recursos - O total de recursos direcionado à subvenção será de R$ 9,5 bilhões e ela será limitada a R$ 0,30 por litro do combustível. O benefício vale até 31 de dezembro de 2018. Caberá à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estabelecer um preço de referência (vinculado ao preço real na refinaria) e um preço de comercialização para as distribuidoras de forma regionalizada.

 

Aumento de preço - A iniciativa do governo não impede o aumento do preço do óleo diesel em razão das condições de mercado do setor (valor do petróleo, do óleo refinado e alta do dólar); o texto apenas concede um desconto pago com recursos do Orçamento federal para manter o compromisso de redução de R$ 0,46 nas bombas dos postos.

 

Sistemática - Com a sistemática, já regulamentada pelos decretos 9.403 e 9.454/2018, se houver aumento do preço de referência, atualizado diariamente, o preço de comercialização também aumentará para manter fixo o desconto de R$ 0,30.

 

Acréscimos - A cada mês também serão acrescentados ao preço de referência os valores do PIS/Pasep e da Cofins, incidentes sobre a receita da subvenção econômica, apurados no período mensal anterior.

 

Recolhimento - Se ao final do ano houver crédito para a União em razão da sistemática de cálculo, os beneficiários terão 15 dias úteis para recolher os valores ao governo.

 

Dinheiro - O texto prevê ainda que, se o dinheiro para a subvenção acabar antes de 31 de dezembro, o programa de subsídios também se encerrará. (Agência Senado, com informações da Agência Câmara)

 

COMBUSTÍVEL: Petrobras muda reajuste da gasolina e pode manter preço por 15 dias

combustivel 06 09 2018A diretoria executiva da Petrobras aprovou um mecanismo de proteção (hedge) complementar, com o objetivo de dar maior flexibilidade à gestão da política de preços da gasolina. “A Petrobras entende ser importante implementar mecanismos que lhe permitam ter a opção de alterar a frequência dos reajustes diários do preço da gasolina no mercado interno, podendo até mantê-lo estável por curtos períodos de tempo, de até 15 dias, conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral”, informou a empresa, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (06/09).

Volatilidade - A estatal petroleira destacou que o hedge poderá ser aplicado em momentos de elevada volatilidade no mercado, de forma a conferir um resultado financeiro equivalente ao que seria obtido com a atual prática de reajustes diários, que continua também como opção da companhia.

Paridade internacional - Também continuam em vigor os princípios de preço de paridade internacional (PPI), margens para remuneração dos riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado, assim como a correlação com as variações do preço da gasolina no mercado internacional e a taxa de câmbio.

"Excessiva volatilidade" - Nesta quinta-feira (06/09), em coletiva de imprensa, o diretor financeiro e de relacionamento com investidores da Petrobras, Rafael Grisolia, disse que a companhia continuará com a opção de praticar reajustes diários nos preços da gasolina.

Períodos - O mecanismo de hedge anunciado hoje para manter os preços da gasolina estáveis por períodos de no máximo 15 dias será aplicado apenas em momentos de “excessiva volatilidade”. Ele explicou que, à medida em que a companhia identificar períodos de grande volatilidade, “travará” os preços por até 15 dias, utilizando instrumentos derivativos e financeiros, como compras de posições no mercado futuro nos Estados Unidos e uso de hedge cambial no mercado local.

Acesso - “Acessaremos mercados de bastante liquidez”, afirmou. “Ao final de cada período [de manutenção da estabilidade de preços], o reajuste virá na sequência. Manteremos o resultado financeiro”, disse Grisolia.

Objetivo - O diretor de refino e gás natural, Jorge Celestino Ramos, explicou que o objetivo do mecanismo é reduzir a volatilidade nos preços no mercado nacional. Ele destaca que existem fatores no exterior, como a temporada de furacões nos Estados Unidos, que podem impactar a oferta e demanda e trazer um “efeito de volatilidade ao mercado que não é estrutural”.

Impacto - “Essas ferramentas ajudam a minimizar esse impacto no mercado”, disse. “Aprendemos, estudamos e vimos que o uso dessa ferramenta de hedge traz elementos que vão dar uma boa posição competitiva”, afirmou.

Outros combustíveis - Segundo Grisolia, o mecanismo de hedge anunciado para permitir reduzir a volatilidade dos preços da gasolina poderá ser, no futuro, estendido para outros combustíveis.

Características - “Pode ser usado em outros produtos, à medida que vemos sua aplicabilidade e entendendo que cada commodity tem sua característica”, disse o executivo, ao ser questionado sobre a possibilidade de uso de mecanismo semelhante para o diesel. Ele explicou que a opção de uso do mecanismo de hedge passa a valer imediatamente, mas que a decisão sobre aplicar ou não a ferramenta neste momento ainda não foi decidida.

Avaliação - “Para o dia especifico de hoje, vamos olhar ainda. Ainda estamos avaliando a decisão para os próximos dias. A decisão [sobre o uso do hedge] vai ser diária”, afirmou.

Em estudo - Questionado se a decisão de adotar mecanismos de hedge foi tomada em resposta aos rumores de que os caminhoneiros anunciariam uma nova greve, Jorge Celestino Ramos disse que o hedge já vinha sendo estudado “há muito tempo” e que faz parte de uma “trajetória de sofisticação” da precificação de combustíveis no Brasil.

Forma de precificação - “O mercado brasileiro vem se sofisticando na sua forma de precificação. Começou em 2016, com política de reajustes de até 30 dias. Vimos então que não era o suficiente para máxima rentabilidade e passamos a praticar os reajustes diários. E vimos que só isso não era suficiente. Aprendemos com os sinais que o mercado e outros agentes tem encaminhado à Petrobras no sentido de reduzir a volatilidade”, disse.

Tendências - Celestino reforçou ainda que o mecanismo de hedge está reduzindo a volatilidade sobre o mercado, mas que as tendências de alta nos preços – ou queda – se manterão. (Valor Econômico)

 

GRÃOS: Milho avança na safra de verão

 

graos 06 09 2018A rentabilidade, principal conselheira dos produtores, deverá motivar a expansão de área da safra de milho no Brasil na temporada de verão desta safra 2018/19, um movimento que se tornou raro no país na última década.

 

Projeções - Segundo projeções da consultoria Céleres a área de milho verão deve crescer 360 mil hectares no novo ciclo, para 5,8 milhões de hectares. Esse avanço se dará em áreas de pastagens ou que vinham sendo ocupadas por grãos com menor liquidez, como o feijão. Não deverá representar ameaça ao cultivo de soja, que deverá bater novo recorde.

 

Primeiro - Se o aumento de área for confirmado, será o primeiro desde a safra 2005/06 superior a 200 mil hectares. Em 2016/17, a área de milho verão até cresceu após oito safras de retrações, mas apenas 126 mil hectares, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 

Segunda safra - Mesmo com essa interrupção da tendência de queda, a área prevista pela Céleres corresponde a 40% do total semeado no ciclo 1986/87 (14 milhões de hectares), o que comprova que, no Brasil, o milho é cada vez mais uma cultura de segunda safra, semeado por grandes produtores das regiões Sul ou Centro-Oeste que costumam plantar soja no verão.

 

Bons preços - Segundo Enilson Nogueira, analista da Céleres, a expansão prevista para o ciclo 2018/19 está atrelada aos bons preços do grão e não necessariamente representa uma guinada. “Existem algumas regiões brasileiras em que a rentabilidade do milho está até maior que a da soja”, afirma.

 

Margem operacional - De acordo com dados da consultoria, a margem operacional do milho de verão no Paraná — terceiro principal Estado produtor do cereal na primeira safra — está estimada, em média, em R$ 2.853 por hectare, ao passo que a margem média da soja no Estado está calculada em R$ 1.155 por hectare. “O preço do milho subiu bem mais que o da soja neste último ano”, lembra Nogueira.

 

Três vezes maior - A margem operacional esperada para a temporada de verão no Paraná na safra 2018/19 é quase três vezes maior que a observada em 2017/18 (R$ 1.023 por hectare).

 

Primeiras estimativas - As primeiras estimativas do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura do Paraná apontam para uma expansão de área de 6% para o milho verão no Estado, para 352,2 mil hectares, e sinalizam estabilidade para a soja, que deverá voltar a se espalhar por cerca de 5,4 milhões de hectares.

 

Dólar - A recente disparada do dólar, ainda que beneficie as exportações em geral, também é apontada como estímulo ao avanço do milho no próximo verão, já que tende a elevar a rentabilidade dos embarques. No atual patamar, diz Nogueira, o dólar compensa até o aumento dos fretes rodoviários provocado pela nova tabela de preços mínimos do governo.

 

Coopavel - “Nossa área de milho verão vai ficar entre 15 mil e 20 mil hectares nesta safra. Na última, ficou perto de 10 mil”, diz Dilvo Grolli, presidente da Cooperativa Agroindustrial de Cascavel (Coopavel), uma das principais do Paraná e do país.

 

Valor recebido - Na época do plantio de verão do ano passado, o agricultor estava recebendo R$ 18 pela saca de 60 quilos na região de Cascavel, mas neste ano o valor está em R$ 33. “E há sinalização de R$ 34 a saca em plena safra”, afirma Grolli. Na região, a expansão deverá vir da conversão de pastagens em lavouras e de áreas plantadas com feijão em 2017/18.

 

RS - Os produtores gaúchos também devem aumentar a área destinada ao milho nos próximos meses — o Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor do cereal no verão. A expansão deverá ser de 5,5%, para 738 mil hectares, conforme a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater/RS).

 

Valor - No Estado, a saca de milho é vendida atualmente a R$ 37, em média, quase 70% mais que no mesmo período do ano passado.

 

Déficit - Mesmo com o aumento de área, ainda haverá déficit entre produção e consumo no mercado gaúcho. Segundo dados da Emater/RS, a produção deve somar 5 milhões de toneladas, enquanto a demanda para produção de ração deverá ficar na casa das 7 milhões de toneladas, como realça Alencar Paulo Rugeri, técnico da Emater/RS.

 

Liquidez da soja - O banco holandês Rabobank pondera, porém, que a maior liquidez da soja brasileira tende a limitar a expansão do milho no verão, mesmo que o cereal esteja com boa rentabilidade. É normal, em países fortes nos dois mercados, como EUA e Brasil, alguma migração a depender das condições de mercado, mas para isso os cenários têm de ser mais distintos — lucro com um produto e prejuízo com outro, por exemplo.

 

Disputa comercial - “A soja tem uma liquidez muito maior e o produtor não deverá sacrificar área de soja para plantar milho no verão”, nota Victor Ikeda, analista do Rabobank. Ele diz que a disputa comercial entre EUA e China tem mantido elevados a demanda e os prêmios pela oleaginosa brasileira nos portos. (Valor Econômico)

 

MAPA: Aberta consulta pública para referendar Plano Nacional de Florestas Plantadas

 

mapa 06 09 2018O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou nesta quarta-feira (05/09) no Diário Oficial da União a Portaria 3.086, que abre Consulta Pública do Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PlantarFlorestas). O objetivo é receber contribuições da sociedade civil para implementar o programa, que tem ações previstas para os próximos dez anos. 

 

Meta - O PlantarFlorestas tem como meta aumentar em dois milhões de hectares a área de cultivos comerciais. Atualmente, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a área cultivada chega a 10 milhões de hectares, principalmente com eucalipto, pinus e acácia. As florestas plantadas estão localizadas principalmente em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

 

Diagnóstico do setor - O coordenador-geral de Florestas e Assuntos de Pecuária, da Secretaria de Política Agrícola, João Salomão, explica que o documento apresenta um diagnóstico do setor, com os principais aspectos ambientais, sociais e econômicos. 

 

Demanda - "Ao final de 2014, o tema voltou à responsabilidade do Mapa, atendendo principalmente demanda do setor produtivo, uma vez que o plantio é uma atividade de produção", diz Salomão. "E o escopo do decreto, assinado ao final daquele ano, previa um plano nacional para a próxima década. Assim, foram ouvidas todas as demandas dos integrantes da Câmara Setorial de Florestas Plantadas, de associações estaduais e entidades e a Embrapa finalizou o documento que agora vai para consulta pública".

 

Balança comercial - O segmento também tem grande participação na balança comercial. Em 2017 as exportações só ficaram atrás do complexo soja, de carnes e do setor sucroalcooleiro. De acordo com a Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ), o país lidera o ranking de produtividade florestal, com média de 35,7 m³/ha/ano, o que representa quase duas vezes mais do que a produtividade dos países do hemisfério norte. A área com florestas plantadas ocupa apenas 1% da área do país, mas é responsável por 91% de toda a madeira produzida para fins industriais.

 

Valor - Ainda de acordo com dados da IBÁ, o valor da produção florestal atingiu R$ 18,5 bilhões em 2016 e gera 510 mil empregos diretos.

 

Envio das sugestões - O Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas ficará em consulta pública durante 30 dias, e as sugestões podem ser enviadas ao e-mail plantarflorestas.spa@agricultura.gov.br. (Mapa)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Missão brasileira busca aumentar exportação de carnes ao Egito

 

comercio exterior 06 09 2018O secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, apresentou proposta ao governo egípcio de implantação de programa piloto de certificação eletrônica para a venda de carnes brasileiras ao Egito, o que deve alavancar as exportações do produto para o país africano.

 

Desburocratização - A proposta faz parte do plano de desburocratização e modernização do Mapa e foi desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) e pela Universidade de São Paulo (USP). O Egito será o primeiro país a implantar o sistema eletrônico a ser levado a outros países importadores de carne bovina do Brasil.

 

Reunião - Novacki se reuniu na segunda-feira (03/09), com o ministro de Abastecimento de Alimentos e Comércio do Egito, Ali Meselhy, e o chefe do comitê responsável pela análise e autorização de exportações de alimentos. O governo egípcio entendeu que o programa de certificação eletrônica vai permitir a desburocratização nos processos de exportação de carnes com consequentes ganhos para toda a cadeia produtiva.

 

Apresentação e defesa - A apresentação e a defesa técnica do projeto para as autoridades egípcias foram feitas pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC). A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), por meio de seu vice-presidente, Rui Vargas, ressaltou a importância do novo sistema. As duas entidades integram a delegação brasileira na missão chefiada por Novacki.

 

Principais produtos - Os principais produtos agropecuários vendidos pelo Brasil para o Egito no último ano foram carnes (38,14%), produtos do complexo sucroalcooleiro (29,98%) e cereais, farinhas e preparações (25,33%), gerando um total de US$ 2 bilhões em divisas para o Brasil.

 

Emirados Árabes - Nos Emirados Árabes Unidos, reuniões realizadas no domingo (02/09), com a Apex-Brasil, agência que promove produtos e serviços brasileiros no exterior e atrai investimentos estrangeiros, e com representantes consulares e do setor privado serviram para prospectar oportunidades de comerciais em um ambiente de negócios favorável por sua condição de centro logístico de referência na região. No ano passado, as exportações agropecuárias brasileiras para os Emirados Árabes Unidos somaram US$ 1,63 bilhão, concentrados no complexo sucroalcooleiro (53,38%) e carnes (39,12%). (Mapa)

 

IC-BR: Preços de commodities sobem 0,83% em agosto

 

Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, subiram em agosto. O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), registrou alta de 0,83% na comparação com julho. Em 12 meses encerrados em agosto, o índice teve crescimento de 28,82% e, no acumulado do ano, alta de 17,11%.

 

Cálculo - O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior.

 

Produtos relevantes - O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços no Brasil. 

 

Agosto - Em agosto, o segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) apresentou alta de 2,51%.

 

Metais - No caso dos metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo, níquel, ouro e prata), houve queda de 0,72%.

 

Agropecuário - O segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz, carne de porco, cacau e suco de laranja) anotou alta de 0,61%, no mês.

 

Índice internacional - O índice internacional de preços de commodities CRB, calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou queda de 1,15% no mês passado, alta de 15,97% no acumulado do ano e crescimento de 18,84% em 12 meses. (Agência Brasil)


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